Resolução n.º 23/2016

Texto extraído + documento associado

Resolução n.º 23/2016

  • Fonte oficial PDF da publicação
  • Conteúdo derivado Texto e localizações
  • Conteúdo gerado Nenhum neste texto
  • Estado de revisão Ainda não registada
O que significa cada origem
Fonte oficial
PDF da publicação oficial associado a esta edição. LexIndicia não é o portal oficial.
Conteúdo derivado
Texto, estrutura e localizações extraídos do PDF; podem conter erros e não substituem a fonte.
Conteúdo gerado
Não faz parte deste texto. Quando usado na pesquisa assistida, aparece separado e identificado.
Estado de revisão
Revisão humana ainda não registada para o texto derivado.
Texto do artigo · p. 20 Inovação,Acesso
Texto do artigo · p. 20 Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 20 parceriaspara
Texto do artigo · p. 20 aTecnologia,
Texto do artigo · p. 20 paraAcessoà
Texto do artigo · p. 20 promoçãode
Texto do artigo · p. 20 transferência
Texto do artigo · p. 20 (knowmento
Texto do artigo · p. 20 Pesquisae
Texto do artigo · p. 20 Mobilização
Texto do artigo · p. 20 deRecursos
Texto do artigo · p. 20 tecnologiae
Texto do artigo · p. 20 deconheci-
Texto do artigo · p. 20 how)
Texto do artigo · p. 20 Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 20 desnosector
Texto do artigo · p. 20 Especialida-
Texto do artigo · p. 20 deQuímica,
Texto do artigo · p. 20 niaegestão
Texto do artigo · p. 20 Engenharia
Texto do artigo · p. 20 depetróleos
Texto do artigo · p. 20 doCapital
Texto do artigo · p. 20 Humano
Texto do artigo · p. 20 electrotec-
Texto do artigo · p. 20 industrial,
Texto do artigo · p. 20 mecânica,
Texto do artigo · p. 20 Infra-Estruturas
Texto do artigo · p. 20 Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 20 riarcondições
Texto do artigo · p. 20 exploraçãode
Texto do artigo · p. 20 ndustrial,labo-
Texto do artigo · p. 20 oserespectivo
Texto do artigo · p. 20 ogísticaspara
Texto do artigo · p. 20 as,produção
Texto do artigo · p. 20 atóriosquími-
Texto do artigo · p. 20 Económico
Texto do artigo · p. 20 atérias-pri-
Texto do artigo · p. 20 parao
Texto do artigo · p. 20 scoamento
Texto do artigo · p. 21 Definiçãode umModelo Institucional Adequadopara aPromoçãodo Desenvolvimento Industrial Trabalho, recursosmi- neraiseener- giaeoutras instituições relevantes Incentivosao Investimentono SectorIndustrial procurement); (2)Redução deimpostona construçãode Infra-estrutu- ras(IRPC); (3)Reduçãode impostosobre produçãomi- neiraparafins industriais; (4)Redução/ isençãode direitosna importaçãode equipamentos ematéria- -prima; (5)Redução/ isençãodeen- cargosfiscais nosinvesti- mentosligados arevitalização dasindústrias paralisadosno sector Promoção deLigações Empresariais farmacêuti- cos,artigos deborrachae plásticos Acessoà Financiamento Adequado Capacitaçãodo Empresariado eProtecção daIndústria Nacional Inovação,Acesso aTecnologia, Pesquisae Desenvolvimento Desenvolvimento doCapital Humano Infra-Estruturas parao Desenvolvimento Económico (Estradas, linhasférreas, portos,ener- giaeágua) Localização Geográfica2 Principais Matérias-Primas Principais Produtos Sub- -sector
Definiçãode umModelo Institucional Adequadopara aPromoçãodo Desenvolvimento IndustrialTrabalho, recursosmi- neraiseener- giaeoutras instituições relevantes
Incentivosao Investimentono SectorIndustrialprocurement); (2)Redução deimpostona construçãode Infra-estrutu- ras(IRPC); (3)Reduçãode impostosobre produçãomi- neiraparafins industriais; (4)Redução/ isençãode direitosna importaçãode equipamentos ematéria- -prima; (5)Redução/ isençãodeen- cargosfiscais nosinvesti- mentosligados arevitalização dasindústrias paralisadosno sector
Promoção deLigações Empresariaisfarmacêuti- cos,artigos deborrachae plásticos
Acessoà Financiamento Adequado
Capacitaçãodo Empresariado eProtecção daIndústria Nacional
Inovação,Acesso aTecnologia, Pesquisae Desenvolvimento
Desenvolvimento doCapital Humano
Infra-Estruturas parao Desenvolvimento Económico(Estradas, linhasférreas, portos,ener- giaeágua)
Localização Geográfica2
Principais Matérias-Primas
Principais Produtos
Sub- -sector
Texto do artigo · p. 21 Adequadopara
Texto do artigo · p. 21 aPromoçãodo
Texto do artigo · p. 21 Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 21 neraiseener-
Texto do artigo · p. 21 Definiçãode
Texto do artigo · p. 21 umModelo
Texto do artigo · p. 21 Institucional
Texto do artigo · p. 21 recursosmi-
Texto do artigo · p. 21 giaeoutras
Texto do artigo · p. 21 Industrial
Texto do artigo · p. 21 instituições
Texto do artigo · p. 21 Trabalho,
Texto do artigo · p. 21 relevantes
Texto do artigo · p. 21 SectorIndustrial
Texto do artigo · p. 21 procurement);
Texto do artigo · p. 21 (3)Reduçãode
Texto do artigo · p. 21 impostosobre
Texto do artigo · p. 21 neiraparafins
Texto do artigo · p. 21 importaçãode
Texto do artigo · p. 21 isençãodeen-
Texto do artigo · p. 21 mentosligados
Texto do artigo · p. 21 arevitalização
Texto do artigo · p. 21 paralisadosno
Texto do artigo · p. 21 Investimentono
Texto do artigo · p. 21 deimpostona
Texto do artigo · p. 21 construçãode
Texto do artigo · p. 21 Infra-estrutu-
Texto do artigo · p. 21 produçãomi-
Texto do artigo · p. 21 equipamentos
Texto do artigo · p. 21 cargosfiscais
Texto do artigo · p. 21 dasindústrias
Texto do artigo · p. 21 Incentivosao
Texto do artigo · p. 21 (4)Redução/
Texto do artigo · p. 21 (5)Redução/
Texto do artigo · p. 21 (2)Redução
Texto do artigo · p. 21 ras(IRPC);
Texto do artigo · p. 21 industriais;
Texto do artigo · p. 21 nosinvesti-
Texto do artigo · p. 21 isençãode
Texto do artigo · p. 21 direitosna
Texto do artigo · p. 21 ematéria-
Texto do artigo · p. 21 -prima;
Texto do artigo · p. 21 sector
Texto do artigo · p. 21 Empresariais
Texto do artigo · p. 21 deborrachae
Texto do artigo · p. 21 Promoção
Texto do artigo · p. 21 deLigações
Texto do artigo · p. 21 farmacêuti-
Texto do artigo · p. 21 cos,artigos
Texto do artigo · p. 21 plásticos
Texto do artigo · p. 21 Financiamento
Texto do artigo · p. 21 Acessoà
Texto do artigo · p. 21 Adequado
Texto do artigo · p. 21 Capacitaçãodo
Texto do artigo · p. 21 Empresariado
Texto do artigo · p. 21 eProtecção
Texto do artigo · p. 21 daIndústria
Texto do artigo · p. 21 Nacional
Texto do artigo · p. 21 esso
Texto do artigo · p. 21 ento
Texto do artigo · p. 21 a,
Texto do artigo · p. 22 Definiçãode umModelo Institucional Adequadopara aPromoçãodo Desenvolvimento Industrial Modelode coordena- çãoclaroe simplesentre osMinistério daTerrae Desenvolvi- mentoRural, Agricultura eSegurança Alimen- tar,Saúde, Educaçãoe Desenvolvi- mentoHuma- no,Ciênciae Tecnologia, EnsinoSupe- rioreTécnico Profissional, Indústriae Comércioe Economiae Finanças Incentivosao Investimentono SectorIndustrial (1)De- senvolvimento deinstrumen- tosdefacilita- çãodeacesso aomercado dosprodutores nacionais(re- visãodaleide procurement); (2)Redução/ isençãode direitosna importaçãode equipamentos ematéria-pri- maeempresas quereciclam papel; (3)Redução/ isençãodeen- cargosfiscais nosinvesti- mentosligados arevitalização dasindústrias paralisadosno sector. Promoção deLigações Empresariais Empresasdo sectordeflo- resta,quími- ca,alimentos, bebidas,saú- de,educação, publicidade emarketing, editoraseli- vrariasemega projectos Acessoà Financiamento Adequado Emprés- timosem volume, custo, prazoapro- priadopara aactividade Capacitaçãodo Empresariado eProtecção daIndústria Nacional (1)Formação emgestão,com focoparacom- petênciasna áreaindustrial; (2)Políticasde protecçãode produtoscujos níveisdeprodu- çãosatisfazem partesignifica- tivadaprocura doméstica; (3)Incenti- vosfiscaise aduaneirosnas importaçõesde matérias-primas complemen- tares; (4)Controlode qualidadedos produtos; Inovação,Acesso aTecnologia, Pesquisae Desenvolvimento Mobilização deRecursos paraAces- soaNovas Tecnologiase Equipamentos deProdução, Parceriaspara transferência deconheci- knowmento how Desenvolvimento doCapital Humano Especialida- desnosector deQuímica, engenharia florestale Industrial, Infra-Estruturas parao Desenvolvimento Económico Camposde Silviculturae derefloresta- mento;Criar condiçõeslo- gísticasparaa exploraçãode matérias-pri- masprodução industrial, laboratórios químicose respectivo escoamento (Estradas, linhasférreas, portos,ener- gia) Localização Geográfica2 Zam- bézia, Niassa, Nampula, Manica eCabo Delgado Principais Matérias-Primas Polpadepa- pelepapel Principais Produtos Papeldiver- so,cartolina, livros,emba- lagens Sub- -sector Papele Impres- são
Definiçãode umModelo Institucional Adequadopara aPromoçãodo Desenvolvimento IndustrialModelode coordena- çãoclaroe simplesentre osMinistério daTerrae Desenvolvi- mentoRural, Agricultura eSegurança Alimen- tar,Saúde, Educaçãoe Desenvolvi- mentoHuma- no,Ciênciae Tecnologia, EnsinoSupe- rioreTécnico Profissional, Indústriae Comércioe Economiae Finanças
Incentivosao Investimentono SectorIndustrial(1)De- senvolvimento deinstrumen- tosdefacilita- çãodeacesso aomercado dosprodutores nacionais(re- visãodaleide procurement); (2)Redução/ isençãode direitosna importaçãode equipamentos ematéria-pri- maeempresas quereciclam papel; (3)Redução/ isençãodeen- cargosfiscais nosinvesti- mentosligados arevitalização dasindústrias paralisadosno sector.
Promoção deLigações EmpresariaisEmpresasdo sectordeflo- resta,quími- ca,alimentos, bebidas,saú- de,educação, publicidade emarketing, editoraseli- vrariasemega projectos
Acessoà Financiamento AdequadoEmprés- timosem volume, custo, prazoapro- priadopara aactividade
Capacitaçãodo Empresariado eProtecção daIndústria Nacional(1)Formação emgestão,com focoparacom- petênciasna áreaindustrial; (2)Políticasde protecçãode produtoscujos níveisdeprodu- çãosatisfazem partesignifica- tivadaprocura doméstica; (3)Incenti- vosfiscaise aduaneirosnas importaçõesde matérias-primas complemen- tares; (4)Controlode qualidadedos produtos;
Inovação,Acesso aTecnologia, Pesquisae DesenvolvimentoMobilização deRecursos paraAces- soaNovas Tecnologiase Equipamentos deProdução, Parceriaspara transferência deconheci- knowmento how
Desenvolvimento doCapital HumanoEspecialida- desnosector deQuímica, engenharia florestale Industrial,
Infra-Estruturas parao Desenvolvimento EconómicoCamposde Silviculturae derefloresta- mento;Criar condiçõeslo- gísticasparaa exploraçãode matérias-pri- masprodução industrial, laboratórios químicose respectivo escoamento (Estradas, linhasférreas, portos,ener- gia)
Localização Geográfica2Zam- bézia, Niassa, Nampula, Manica eCabo Delgado
Principais Matérias-PrimasPolpadepa- pelepapel
Principais ProdutosPapeldiver- so,cartolina, livros,emba- lagens
Sub- -sectorPapele Impres- são
Texto do artigo · p. 22 Adequadopara
Texto do artigo · p. 22 aPromoçãodo
Texto do artigo · p. 22 Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 22 simplesentre
Texto do artigo · p. 22 osMinistério
Texto do artigo · p. 22 mentoRural,
Texto do artigo · p. 22 mentoHuma-
Texto do artigo · p. 22 no,Ciênciae
Texto do artigo · p. 22 EnsinoSupe-
Texto do artigo · p. 22 rioreTécnico
Texto do artigo · p. 22 Definiçãode
Texto do artigo · p. 22 umModelo
Texto do artigo · p. 22 Institucional
Texto do artigo · p. 22 Desenvolvi-
Texto do artigo · p. 22 Agricultura
Texto do artigo · p. 22 eSegurança
Texto do artigo · p. 22 Desenvolvi-
Texto do artigo · p. 22 Tecnologia,
Texto do artigo · p. 22 Profissional,
Texto do artigo · p. 22 Comércioe
Texto do artigo · p. 22 Economiae
Texto do artigo · p. 22 Industrial
Texto do artigo · p. 22 Modelode
Texto do artigo · p. 22 çãoclaroe
Texto do artigo · p. 22 tar,Saúde,
Texto do artigo · p. 22 Educaçãoe
Texto do artigo · p. 22 Indústriae
Texto do artigo · p. 22 coordena-
Texto do artigo · p. 22 daTerrae
Texto do artigo · p. 22 Alimen-
Texto do artigo · p. 22 Finanças
Texto do artigo · p. 22 SectorIndustrial
Texto do artigo · p. 22 senvolvimento
Texto do artigo · p. 22 tosdefacilita-
Texto do artigo · p. 22 dosprodutores
Texto do artigo · p. 22 visãodaleide
Texto do artigo · p. 22 procurement);
Texto do artigo · p. 22 importaçãode
Texto do artigo · p. 22 maeempresas
Texto do artigo · p. 22 isençãodeen-
Texto do artigo · p. 22 mentosligados
Texto do artigo · p. 22 arevitalização
Texto do artigo · p. 22 paralisadosno
Texto do artigo · p. 22 Investimentono
Texto do artigo · p. 22 deinstrumen-
Texto do artigo · p. 22 çãodeacesso
Texto do artigo · p. 22 nacionais(re-
Texto do artigo · p. 22 equipamentos
Texto do artigo · p. 22 ematéria-pri-
Texto do artigo · p. 22 cargosfiscais
Texto do artigo · p. 22 dasindústrias
Texto do artigo · p. 22 Incentivosao
Texto do artigo · p. 22 (1)De-
Texto do artigo · p. 22 (2)Redução/
Texto do artigo · p. 22 quereciclam
Texto do artigo · p. 22 (3)Redução/
Texto do artigo · p. 22 aomercado
Texto do artigo · p. 22 nosinvesti-
Texto do artigo · p. 22 isençãode
Texto do artigo · p. 22 direitosna
Texto do artigo · p. 22 papel;
Texto do artigo · p. 22 sector.
Texto do artigo · p. 22 ca,alimentos,
Texto do artigo · p. 22 de,educação,
Texto do artigo · p. 22 vrariasemega
Texto do artigo · p. 22 Empresariais
Texto do artigo · p. 22 Empresasdo
Texto do artigo · p. 22 sectordeflo-
Texto do artigo · p. 22 resta,quími-
Texto do artigo · p. 22 bebidas,saú-
Texto do artigo · p. 22 emarketing,
Texto do artigo · p. 22 editoraseli-
Texto do artigo · p. 22 Promoção
Texto do artigo · p. 22 deLigações
Texto do artigo · p. 22 publicidade
Texto do artigo · p. 22 projectos
Texto do artigo · p. 22 Assim,paracadaindústriaprioritáriaestádefinidooesforçoquedeveráserrealizadoporpilarparaasseguraroseudesenvolvimento.
Texto do artigo · p. 22 Financiamento
Texto do artigo · p. 22 prazoapro-
Texto do artigo · p. 22 priadopara
Texto do artigo · p. 22 aactividade
Texto do artigo · p. 22 Acessoà
Texto do artigo · p. 22 Adequado
Texto do artigo · p. 22 timosem
Texto do artigo · p. 22 Emprés-
Texto do artigo · p. 22 volume,
Texto do artigo · p. 22 custo,
Texto do artigo · p. 22 Capacitaçãodo
Texto do artigo · p. 22 emgestão,com
Texto do artigo · p. 22 focoparacom-
Texto do artigo · p. 22 (2)Políticasde
Texto do artigo · p. 22 níveisdeprodu-
Texto do artigo · p. 22 importaçõesde
Texto do artigo · p. 22 matérias-primas
Texto do artigo · p. 22 (4)Controlode
Texto do artigo · p. 22 Empresariado
Texto do artigo · p. 22 áreaindustrial;
Texto do artigo · p. 22 produtoscujos
Texto do artigo · p. 22 çãosatisfazem
Texto do artigo · p. 22 partesignifica-
Texto do artigo · p. 22 tivadaprocura
Texto do artigo · p. 22 aduaneirosnas
Texto do artigo · p. 22 eProtecção
Texto do artigo · p. 22 daIndústria
Texto do artigo · p. 22 (1)Formação
Texto do artigo · p. 22 protecçãode
Texto do artigo · p. 22 qualidadedos
Texto do artigo · p. 22 Nacional
Texto do artigo · p. 22 petênciasna
Texto do artigo · p. 22 vosfiscaise
Texto do artigo · p. 22 complemen-
Texto do artigo · p. 22 doméstica;
Texto do artigo · p. 22 (3)Incenti-
Texto do artigo · p. 22 produtos;
Texto do artigo · p. 22 tares;
Texto do artigo · p. 23 3.5.4. Impacto do Gás na Definição das Indústrias Prioritárias
Texto do artigo · p. 23 Este cenário trará um grande impacto no nível do desenvolvimento industrial do país. A presente Política e Estratégia Industrial, toma em consideração este factor, olhando para os projectos de investimento do sector industrial previstos no Plano Director do Gás aprovado pelo Governo em 2014.
Texto do artigo · p. 23 Moçambique tem um enorme potencial energético, o que proporciona condições favoráveis para a satisfação não apenas das suas necessidades domésticas bem como da região da África Austral e não só. Com efeito, as recentes descobertas de gás natural, colocam Moçambique numa posição bastante privilegiada, na região e no mundo.
Número ou marcador · p. 23 4. Estratégia para o Desenvolvimento Industrial
Texto do artigo · p. 23 A estratégia de desenvolvimento industrial consiste na decomposição de acções para materializar a política industrial, através da definição de programas específicos para cada pilar de aposta estratégica com vista a sua concretização. Assim para cada pilar de aposta estratégica definida pela política industrial, foram definidos e explicados um conjunto de programas considerando as seguintes variáveis determinantes: principais produtos, principais matérias-primas e sua respectiva localização geográfica.
Texto do artigo · p. 23 O enorme potencial que o gás natural, através dos seus inúmeros derivados possui quando processado, fornece importantes matérias-primas para o desenvolvimento agroindustrial e a produção de combustíveis líquidos, petroquímica e electricidade.
Texto do artigo · p. 23 A abundância deste recurso e a localização geográfica privilegiada de Moçambique propicia a instalação de várias indústrias.
Texto do artigo · p. 23 4.1. Programas Estratégicos por Pilares
Texto do artigo · p. 23 O uso do gás na indústria nacional e noutros sectores, em combinação com outros recursos energéticos existentes no país vai reduzir a longo prazo a dependência de Moçambique em relação aos derivados do petróleo importados dos quais depende, em grande medida, a economia nacional.
Texto do artigo · p. 23 A concretização das metas de cada pilar de aposta estratégica se efectivará através de projectos institucionais (programas) e definição das respectivas estratégias de implementação. A tabela seguinte apresenta os programas estratégicos por pilares.
Texto do artigo · p. 23 Tabela 5:Programas Estratégicos por Pilares
Texto do artigo · p. 23 N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa 1 Infra-estruturas para o Desenvolvimento Económico Consolidar o Projecto dos Parques Industriais • ►Este programa deve assegurar que todos os projectos de implantação de parques industriais estejam alinhados com a PEI e todos os actores chave relevantes (Instituições do Governo e Sector Privado) estejam a ser envolvidos e a participar activamente no processo; • ►Considerando que já estão a ser envidados esforços para a solução do problema de falta de infra-estruturas para o desenvolvimento da indústria, pretende-se capitalizar a estratégia aprovada e integrar na estratégia do desenvolvimento da Indústria; • ►Por outro lado, deve se garantir a promoção dos parques industriais, atracção dos investidores e financiamentos para projectos industriais em linha com outros programas previstos na PEI, para assegurar que as infra-estruturas tenham um impacto rápido no desenvolvimento industrial. • Projecto aprovado; • Mobilizado o financiamento para os dois (2) parques industriais (Moatize e Mocuba); • Iniciada a Implantação de parques industriais nos locais definidos pelo projecto; • Nível de produção das empresas indústrias nos Parques Indústrias; • Postos de emprego criados pelas empresas industriais nos Parques Industriais; • Volume das Exportações das Empresas dos Parques Indústrias. Consolidar a Estratégia dos Corredores de Desenvolvimento • Os corredores de desenvolvimento constituem um forte incentivo ao • Infra-estruturas chave para o desenvolvimento industrial ao
N.ºPilarProgramasIndicadores
DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
1Infra-estruturas para o Desenvolvimento EconómicoConsolidar o Projecto dos Parques Industriais• ►Este programa deve assegurar que todos os projectos de implantação de parques industriais estejam alinhados com a PEI e todos os actores chave relevantes (Instituições do Governo e Sector Privado) estejam a ser envolvidos e a participar activamente no processo; • ►Considerando que já estão a ser envidados esforços para a solução do problema de falta de infra-estruturas para o desenvolvimento da indústria, pretende-se capitalizar a estratégia aprovada e integrar na estratégia do desenvolvimento da Indústria; • ►Por outro lado, deve se garantir a promoção dos parques industriais, atracção dos investidores e financiamentos para projectos industriais em linha com outros programas previstos na PEI, para assegurar que as infra-estruturas tenham um impacto rápido no desenvolvimento industrial.• Projecto aprovado; • Mobilizado o financiamento para os dois (2) parques industriais (Moatize e Mocuba); • Iniciada a Implantação de parques industriais nos locais definidos pelo projecto; • Nível de produção das empresas indústrias nos Parques Indústrias; • Postos de emprego criados pelas empresas industriais nos Parques Industriais; • Volume das Exportações das Empresas dos Parques Indústrias.
Consolidar a Estratégia dos Corredores de Desenvolvimento• Os corredores de desenvolvimento constituem um forte incentivo ao• Infra-estruturas chave para o desenvolvimento industrial ao
Texto do artigo · p. 24 N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa investimento das infra-estruturas a si associadas. A PEI pretende capitalizar esta estratégia em coordenação com as instituições governamentais relevantes através da promoção do investimento em projectos industriais nos corredores de desenvolvimento; • Na perspectiva da PEI, deve-se identificar projectos adicionais nos Corredores de Desenvolvimento que possam dar maior ímpeto ao desenvolvimento industrial. longo dos Corredores de Desenvolvimento: • KM de Estrada reabilitados ou construídos; • KM de Linhas Férreas reabilitados ou construídas; • Portos Melhorados reabilitados ou construídos. • Número das empresas industriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Produção das empresas indústriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Número de postos de emprego Criado pelas empresas industriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Volume das Exportações das Empresas dos Corredores de Desenvolvimento. Consolidar a Estratégia de Desenvolvimento Integrado dos Sistemas de Transportes • Um sistema integrado de transportes, proporciona a plataforma logística para o desenvolvimento da indústria, pelo que, o objectivo da integração desta estratégia visa assegurar e influenciar que os projectos a si associados irão contribuir para a dinamização do desenvolvimento industrial. • Infra-Estruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento criadas. Consolidar o Programa das ZFI • O Gabinete de Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado (GAZEDA) tem estado a criar Zonas Francas Industriais (ZFIs) que tem contribuído para a implantação de projectos industriais; • Pretende-se que a criação destas ZFIs esteja sempre alinhada com a PEI, para evitar a duplicação de esforços e facilitar a mensuração dos resultados; • O Plano de Implementação da PEI deve incluir a criação das ZFI em coordenação com o MEF (GAZEDA) e MOPHRH. • Número de empresas industriais nas ZFIs; • Nível de Produção Industrial nas ZFIs • Número de postos de emprego criado pelas empresas industriais nas ZFIs; • Volume das exportações das empresas dos ZFIs. 2 Desenvolvimento do Capital Humano Formação Acelerada dos Técnicos das Empresas Industriais • O objectivo é identificar o défice de competências dos profissionais da área industrial e estruturar um plano de formação acelerado e assegurar “quick wins“; • A formação acelerada deverá abranger também novos subsectores da indústria passíveis de introduzir sem necessidade de grandes investimentos; • Número de pacotes de formação desenhados; • Número de técnicos formados; • Melhoria da produtividade; • Número de técnicos absorvidos por indústria prioritária.
N.ºPilarProgramasIndicadores
DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
investimento das infra-estruturas a si associadas. A PEI pretende capitalizar esta estratégia em coordenação com as instituições governamentais relevantes através da promoção do investimento em projectos industriais nos corredores de desenvolvimento; • Na perspectiva da PEI, deve-se identificar projectos adicionais nos Corredores de Desenvolvimento que possam dar maior ímpeto ao desenvolvimento industrial.longo dos Corredores de Desenvolvimento: • KM de Estrada reabilitados ou construídos; • KM de Linhas Férreas reabilitados ou construídas; • Portos Melhorados reabilitados ou construídos. • Número das empresas industriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Produção das empresas indústriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Número de postos de emprego Criado pelas empresas industriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Volume das Exportações das Empresas dos Corredores de Desenvolvimento.
Consolidar a Estratégia de Desenvolvimento Integrado dos Sistemas de Transportes• Um sistema integrado de transportes, proporciona a plataforma logística para o desenvolvimento da indústria, pelo que, o objectivo da integração desta estratégia visa assegurar e influenciar que os projectos a si associados irão contribuir para a dinamização do desenvolvimento industrial.• Infra-Estruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento criadas.
Consolidar o Programa das ZFI• O Gabinete de Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado (GAZEDA) tem estado a criar Zonas Francas Industriais (ZFIs) que tem contribuído para a implantação de projectos industriais; • Pretende-se que a criação destas ZFIs esteja sempre alinhada com a PEI, para evitar a duplicação de esforços e facilitar a mensuração dos resultados; • O Plano de Implementação da PEI deve incluir a criação das ZFI em coordenação com o MEF (GAZEDA) e MOPHRH.• Número de empresas industriais nas ZFIs; • Nível de Produção Industrial nas ZFIs • Número de postos de emprego criado pelas empresas industriais nas ZFIs; • Volume das exportações das empresas dos ZFIs.
2Desenvolvimento do Capital HumanoFormação Acelerada dos Técnicos das Empresas Industriais• O objectivo é identificar o défice de competências dos profissionais da área industrial e estruturar um plano de formação acelerado e assegurar “quick wins“; • A formação acelerada deverá abranger também novos subsectores da indústria passíveis de introduzir sem necessidade de grandes investimentos;• Número de pacotes de formação desenhados; • Número de técnicos formados; • Melhoria da produtividade; • Número de técnicos absorvidos por indústria prioritária.
Texto do artigo · p. 25 N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa • Este programa poderá ser implementado através do INEFP e outros centros de formação existentes no país. Consolidar o Programa da Reforma da Educação Profissional • O MCTES está a implementar o Programa Integrado de Reforma da Educação Profissional através da ANEP e recentemente foi aprovada a Lei de Educação Profissional, pretende-se com este programa assegurar que o ensino técnico-profissional tenha orientação suficiente para a Indústria; • Será importante assegurar que os projectos existentes na ANEP estão alinhados como a PEI para minimizar a duplicação de esforços e dispersão de recursos. • Número de programas de Educação Profissional orientados para Indústria; • Número de graduados do Ensino Técnico Profissional com competências relevantes para o desenvolvimento da indústria. Criação do Fundo de Desenvolvimento do Capital Humano para o sector industrial • O Fundo de Desenvolvimento do Capital Humano servirá para materializar outros programas deste pilar. A principal fonte de recursos poderá ser uma taxa sobre os salários de Trabalhadores Estrangeiros; • A gestão do Fundo poderá ser confiada institucionalmente à entidade governamental que será responsável pela implementação da PEI em parceria com o Sector Privado. • Aprovado o Fundo de Desenvolvimento Capital Humano; • Número de projectos de Formação na Área Industrial Financiados; • Número de empresas industriais que canalizam 1% da folha de salários para formação e capacitação dos seus recursos humanos; • Número de beneficiários das Acções de Formação na Área Industrial financiados. Pesquisa, Atracção, Formação e Orientação de Talentos • É importante assegurar que o Sector da Indústria (a nível do Governo e do Sector Privado) disponha de quadros qualificados e com visão estratégica para o desenvolvimento industrial. Os talentos identificados poderão ter a orientação de empreendedores ou de técnicos; • O processo de identificação deverá ser em parceria com as instituições de ensino. • Número de programas de atracção de talentos; • Nível de cobertura territorial dos Programas de Atracção de Talentos; • Número de talentos identificados formados e enquadrados nas empresas. 3 Capacitação das Empresas do Sector e Protecção da Indústria Nacional Implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Certificação de Empresas Industriais • A implementação dos sistemas de gestão de qualidade e a certificação das empresas do sector industrial poderão ser um factor importante para aumentar o acesso ao mercado, sobretudo na cadeia de valor dos megaprojectos pelo grau de exigência que estes tem para com os seus fornecedores; • Este programa pode contribuir para reduzir a fraca qualidade dos produtos das nossas empresas do sector industrial; • O MIC, através do Instituto Nacional de Normalização e Qualidade deverá • Aprovação do Programa de Apoio na Implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Respectiva Certificação; • Número de empresas certificadas; • Variação do volume de negócio das empresas certificadas.
N.ºPilarProgramasIndicadores
DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
• Este programa poderá ser implementado através do INEFP e outros centros de formação existentes no país.
Consolidar o Programa da Reforma da Educação Profissional• O MCTES está a implementar o Programa Integrado de Reforma da Educação Profissional através da ANEP e recentemente foi aprovada a Lei de Educação Profissional, pretende-se com este programa assegurar que o ensino técnico-profissional tenha orientação suficiente para a Indústria; • Será importante assegurar que os projectos existentes na ANEP estão alinhados como a PEI para minimizar a duplicação de esforços e dispersão de recursos.• Número de programas de Educação Profissional orientados para Indústria; • Número de graduados do Ensino Técnico Profissional com competências relevantes para o desenvolvimento da indústria.
Criação do Fundo de Desenvolvimento do Capital Humano para o sector industrial• O Fundo de Desenvolvimento do Capital Humano servirá para materializar outros programas deste pilar. A principal fonte de recursos poderá ser uma taxa sobre os salários de Trabalhadores Estrangeiros; • A gestão do Fundo poderá ser confiada institucionalmente à entidade governamental que será responsável pela implementação da PEI em parceria com o Sector Privado.• Aprovado o Fundo de Desenvolvimento Capital Humano; • Número de projectos de Formação na Área Industrial Financiados; • Número de empresas industriais que canalizam 1% da folha de salários para formação e capacitação dos seus recursos humanos; • Número de beneficiários das Acções de Formação na Área Industrial financiados.
Pesquisa, Atracção, Formação e Orientação de Talentos• É importante assegurar que o Sector da Indústria (a nível do Governo e do Sector Privado) disponha de quadros qualificados e com visão estratégica para o desenvolvimento industrial. Os talentos identificados poderão ter a orientação de empreendedores ou de técnicos; • O processo de identificação deverá ser em parceria com as instituições de ensino.• Número de programas de atracção de talentos; • Nível de cobertura territorial dos Programas de Atracção de Talentos; • Número de talentos identificados formados e enquadrados nas empresas.
3Capacitação das Empresas do Sector e Protecção da Indústria NacionalImplementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Certificação de Empresas Industriais• A implementação dos sistemas de gestão de qualidade e a certificação das empresas do sector industrial poderão ser um factor importante para aumentar o acesso ao mercado, sobretudo na cadeia de valor dos megaprojectos pelo grau de exigência que estes tem para com os seus fornecedores; • Este programa pode contribuir para reduzir a fraca qualidade dos produtos das nossas empresas do sector industrial; • O MIC, através do Instituto Nacional de Normalização e Qualidade deverá• Aprovação do Programa de Apoio na Implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Respectiva Certificação; • Número de empresas certificadas; • Variação do volume de negócio das empresas certificadas.
Texto do artigo · p. 26 N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa desenvolver um projecto específico para o efeito. Promonão do Conteúdo Local dos Produtos Industriais • O aumento do conteúdo local dos produtos manufacturados para além de assegurar a retenção dos recursos financeiros no país aumenta a possibilidade das empresas do sector beneficiarem dos incentivos fiscais disponíveis à luz da legislação em vigor; • A implementação deste programa deve ser feita duma forma integrada e com carácter multissectorial. Requer a importação de tecnologias para a transformação de recursos naturais existentes e incorporação como matéria-prima noutras indústrias ou alargamento da cadeia de valor. Para uma melhor monitoria dos resultados, dever-se-á desenhar projectos para as indústrias tradicionais e os associados a exploração dos recursos naturais, como gás, carvão, de entre outros. • Variação do valor acrescentado médio da indústria; • Volume de transacções entre megaprojectos e empresas industriais; • Volume de transacções entre o Estado e as empresas industriais; • Volume de matériaprima local absorvida pela indústria. Promoção do Acesso Privelegiado às Oportunidades de Fornecimento ao Estado e aos Megaprojectos • O acesso ao mercado é um aspecto chave para o incentivo ao investimento no sector e desenvolvimento da indústria. O Estado e os megaprojectos como grandes consumidores de bens e serviços podem dar um grande contributo neste sentido; • Por outro lado este programa representa um contributo para o reforço das ligações empresariais que por sua vez aumenta o efeito multiplicador dos projectos industriais. • Volume de transacções entre megaprojectos empresas industriais; • Volume de transacções entre o Estado e as empresas industriais. 4 Acesso à Financiamento Adequado Programa para assegurar o financiamento ao sector da indústria • A existência duma instituição financeira vocacionada ao financiamento de projectos industriais visa responder à carência de crédito em condições que se ajustam às características da actividade industrial em termos de volume, prazos, taxas de juro, de entre outras condições; • A fonte de financiamento da instituição poderá incluir receitas provenientes da exploração de recursos minerais, capitais privados e investimento do Estado; • O modelo institucional a adoptar deverá privilegiar a resolução dos problemas de acesso ao financiamento de forma sustentável. • Volume de Crédito concedido; • Número de empresas do Sector Industrial beneficiárias de crédito. Criação de Linhas de Crédito para Financiamento da Indústria • A solução do acesso ao financiamento para as empresas do sector industrial não será resolvido unicamente pela criação do Banco de Desenvolvimento Industrial ou Fundo de Fomento Industrial. • Número de Linhas de Crédito; • Volume de Crédito concedido à empresas industriais através das linhas de crédito;
N.ºPilarProgramasIndicadores
DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
desenvolver um projecto específico para o efeito.
Promonão do Conteúdo Local dos Produtos Industriais• O aumento do conteúdo local dos produtos manufacturados para além de assegurar a retenção dos recursos financeiros no país aumenta a possibilidade das empresas do sector beneficiarem dos incentivos fiscais disponíveis à luz da legislação em vigor; • A implementação deste programa deve ser feita duma forma integrada e com carácter multissectorial. Requer a importação de tecnologias para a transformação de recursos naturais existentes e incorporação como matéria-prima noutras indústrias ou alargamento da cadeia de valor. Para uma melhor monitoria dos resultados, dever-se-á desenhar projectos para as indústrias tradicionais e os associados a exploração dos recursos naturais, como gás, carvão, de entre outros.• Variação do valor acrescentado médio da indústria; • Volume de transacções entre megaprojectos e empresas industriais; • Volume de transacções entre o Estado e as empresas industriais; • Volume de matériaprima local absorvida pela indústria.
Promoção do Acesso Privelegiado às Oportunidades de Fornecimento ao Estado e aos Megaprojectos• O acesso ao mercado é um aspecto chave para o incentivo ao investimento no sector e desenvolvimento da indústria. O Estado e os megaprojectos como grandes consumidores de bens e serviços podem dar um grande contributo neste sentido; • Por outro lado este programa representa um contributo para o reforço das ligações empresariais que por sua vez aumenta o efeito multiplicador dos projectos industriais.• Volume de transacções entre megaprojectos empresas industriais; • Volume de transacções entre o Estado e as empresas industriais.
4Acesso à Financiamento AdequadoPrograma para assegurar o financiamento ao sector da indústria• A existência duma instituição financeira vocacionada ao financiamento de projectos industriais visa responder à carência de crédito em condições que se ajustam às características da actividade industrial em termos de volume, prazos, taxas de juro, de entre outras condições; • A fonte de financiamento da instituição poderá incluir receitas provenientes da exploração de recursos minerais, capitais privados e investimento do Estado; • O modelo institucional a adoptar deverá privilegiar a resolução dos problemas de acesso ao financiamento de forma sustentável.• Volume de Crédito concedido; • Número de empresas do Sector Industrial beneficiárias de crédito.
Criação de Linhas de Crédito para Financiamento da Indústria• A solução do acesso ao financiamento para as empresas do sector industrial não será resolvido unicamente pela criação do Banco de Desenvolvimento Industrial ou Fundo de Fomento Industrial.• Número de Linhas de Crédito; • Volume de Crédito concedido à empresas industriais através das linhas de crédito;
Texto do artigo · p. 27 N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa • Assim poder-se-á mobilizar fundos para a criação de linhas de crédito sob gestão de bancos comerciais em que estes possam também contribuir com os seus recursos como uma combinação de esforços para a solução do problema; • Neste programa o Estado poderá assumir parte ou a totalidade do risco de crédito. • Número de Empresas beneficiárias das Linhas de Crédito; • Taxa de Juro média das Linhas de Crédito Vs média do Sistema Bancário Nacional; • Taxa de Crédito em Risco das Linhas de Crédito. Acordos junto da Banca Comercial para o Desenvolvimento de Produtos de Crédito para Indústria • Pretende-se com este programa chamar as instituições financeiras para contribuírem para o desenvolvimento da indústria, desenvolvendo produtos de créditos orientado para as necessidades das empresas do sector. • Produto financeiros criados orientados para o sector industrial; • Número de Empresas beneficiários dos produtos financeiros criados orientados para sector industrial. 5 Promoção de Ligações Empresariais Programa de ligações empresariais Mapeamento das Ofertas das Empresas Industriais e Criação do Banco de Dados • Uma das limitações para incrementar as ligações empresariais é a falta de informação sobre os produtos e serviços oferecidos localmente, assim pretendese a Criação do Banco de Dados, manutenção e difusão da informação; • Esta deverá estar disponível para o público através do Página de Internet do MIC e da CTA; • Para além de promover as ligações empresariais este programa irá contribuir para o aumento de acesso ao mercado das empresas do sector industrial, através da maior divulgação dos seus produtos. • Criação de banco de dados das empresas industriais; • Evolução da diversificação da oferta de produtos industriais. Incubação de Empresas do Sector Industrial • Na base de um processo de identificação e sistematização da informação das necessidades de produtos e serviços do mercado o programa irá promover a incubação e capacitação de micro e médias empresas do sector industrial; • Os recursos para o financiamento do programa poderão ser para a Criação de Fundo de Desenvolvimento Capital Humano. • Aprovação do projecto de incubação de empresas industriais; • Empresas industriais incubadas; • Nível de cobertura territorial do projecto; • Volume de produção das empresas incubadas; • Número de postos de emprego gerados. Facilitação de Informação e Acesso ao Mercado Local • Pretende-se com este programa recolher e difundir informação sobre as oportunidades de negócio entre as empresas do sector industrial, nos megaprojectos e no Estado; • A instituição responsável pela implementação da PEI deverá envidar esforço de partilha de informação sobre as oportunidades existentes e definir uma plataforma de difusão. • Volume de transacções entre empresas do sector industrial e dos outros sectores; • Aprovação do Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial; • Aprovação do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria;
N.ºPilarProgramasIndicadores
DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
• Assim poder-se-á mobilizar fundos para a criação de linhas de crédito sob gestão de bancos comerciais em que estes possam também contribuir com os seus recursos como uma combinação de esforços para a solução do problema; • Neste programa o Estado poderá assumir parte ou a totalidade do risco de crédito.• Número de Empresas beneficiárias das Linhas de Crédito; • Taxa de Juro média das Linhas de Crédito Vs média do Sistema Bancário Nacional; • Taxa de Crédito em Risco das Linhas de Crédito.
Acordos junto da Banca Comercial para o Desenvolvimento de Produtos de Crédito para Indústria• Pretende-se com este programa chamar as instituições financeiras para contribuírem para o desenvolvimento da indústria, desenvolvendo produtos de créditos orientado para as necessidades das empresas do sector.• Produto financeiros criados orientados para o sector industrial; • Número de Empresas beneficiários dos produtos financeiros criados orientados para sector industrial.
5Promoção de Ligações EmpresariaisPrograma de ligações empresariais Mapeamento das Ofertas das Empresas Industriais e Criação do Banco de Dados• Uma das limitações para incrementar as ligações empresariais é a falta de informação sobre os produtos e serviços oferecidos localmente, assim pretendese a Criação do Banco de Dados, manutenção e difusão da informação; • Esta deverá estar disponível para o público através do Página de Internet do MIC e da CTA; • Para além de promover as ligações empresariais este programa irá contribuir para o aumento de acesso ao mercado das empresas do sector industrial, através da maior divulgação dos seus produtos.• Criação de banco de dados das empresas industriais; • Evolução da diversificação da oferta de produtos industriais.
Incubação de Empresas do Sector Industrial• Na base de um processo de identificação e sistematização da informação das necessidades de produtos e serviços do mercado o programa irá promover a incubação e capacitação de micro e médias empresas do sector industrial; • Os recursos para o financiamento do programa poderão ser para a Criação de Fundo de Desenvolvimento Capital Humano.• Aprovação do projecto de incubação de empresas industriais; • Empresas industriais incubadas; • Nível de cobertura territorial do projecto; • Volume de produção das empresas incubadas; • Número de postos de emprego gerados.
Facilitação de Informação e Acesso ao Mercado Local• Pretende-se com este programa recolher e difundir informação sobre as oportunidades de negócio entre as empresas do sector industrial, nos megaprojectos e no Estado; • A instituição responsável pela implementação da PEI deverá envidar esforço de partilha de informação sobre as oportunidades existentes e definir uma plataforma de difusão.• Volume de transacções entre empresas do sector industrial e dos outros sectores; • Aprovação do Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial; • Aprovação do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria;
Texto do artigo · p. 28 N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa • Volume de investimentos realizado na Indústria aprovado pelo Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial. 6 Incentivos ao Investimento no Sector Industrial Consolidar a Estratégia de Promoção do Investimento Privado em Moçambique • O MEF, através do CPI, aprovou o Plano Estratégico de Promoção de Investimento Privado em Moçambique e pretende-se consolidar este documento e capitalizar as linhas de orientação estratégicas relevantes para o Sector Industrial. • Aprovação do Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial; • Aprovação do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria; • Volume de Investimentos Realizado na Indústria aprovado pelo Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial. Consolidar a Estratégia de Melhoria de Ambiente de Negócios • O ambiente de negócio é uma variável chave para o aumento do investimento, crescimento e desenvolvimento de projectos industriais implantadas através de políticas e programas que concorram para um melhor ambiente, nos últimos anos. • Aprovação de Indicadores da Avaliação do Ambiente de Negócios Específico para a Indústria; • Número de avaliações realizada por ano; • Evolução de Indicadores da Avaliação de Ambiente de Negócios Específico para a Indústria. Revisão do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria • Existem alguns incentivos para o investimento no sector industrial, mas excluindo os das ZFIs a maioria é genérica e para que a industrialização ganhe a dinâmica que se pretende é preciso que se defina um pacote de incentivos específicos. • Aprovação do pacote de incentivos ao investimento no sector industrial; • Aumento do volume de investimentos no sector industrial em níveis maiores que os actuais. 7 Inovação, Acesso a Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento Promoção do Acesso à Novas Tecnologias de Produção • Definir políticas que facilitem o acesso ao financiamento de baixo custo e incentivos para à aquisição de meios produtivos e tecnológicos avançados através de financiadores internos ou externos. • Aprovação do Programa e Orçamento para a Promoção do Acesso a Novas Tecnologias de Produção; • Projectos de Acesso a Tecnologias Aprovados e Financiados. Criação de Centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial • Massificar os centros de pesquisa e de desenvolvimento industrial devidamente apetrechados com equipamentos e metodologias de pesquisa modernas e pessoal altamente qualificado. • Centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial apetrechados ou criados; • Número de Projectos de Produção Industrial Inovadores Implementados;
N.ºPilarProgramasIndicadores
DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
• Volume de investimentos realizado na Indústria aprovado pelo Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial.
6Incentivos ao Investimento no Sector IndustrialConsolidar a Estratégia de Promoção do Investimento Privado em Moçambique• O MEF, através do CPI, aprovou o Plano Estratégico de Promoção de Investimento Privado em Moçambique e pretende-se consolidar este documento e capitalizar as linhas de orientação estratégicas relevantes para o Sector Industrial.• Aprovação do Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial; • Aprovação do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria; • Volume de Investimentos Realizado na Indústria aprovado pelo Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial.
Consolidar a Estratégia de Melhoria de Ambiente de Negócios• O ambiente de negócio é uma variável chave para o aumento do investimento, crescimento e desenvolvimento de projectos industriais implantadas através de políticas e programas que concorram para um melhor ambiente, nos últimos anos.• Aprovação de Indicadores da Avaliação do Ambiente de Negócios Específico para a Indústria; • Número de avaliações realizada por ano; • Evolução de Indicadores da Avaliação de Ambiente de Negócios Específico para a Indústria.
Revisão do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria• Existem alguns incentivos para o investimento no sector industrial, mas excluindo os das ZFIs a maioria é genérica e para que a industrialização ganhe a dinâmica que se pretende é preciso que se defina um pacote de incentivos específicos.• Aprovação do pacote de incentivos ao investimento no sector industrial; • Aumento do volume de investimentos no sector industrial em níveis maiores que os actuais.
7Inovação, Acesso a Tecnologia, Pesquisa e DesenvolvimentoPromoção do Acesso à Novas Tecnologias de Produção• Definir políticas que facilitem o acesso ao financiamento de baixo custo e incentivos para à aquisição de meios produtivos e tecnológicos avançados através de financiadores internos ou externos.• Aprovação do Programa e Orçamento para a Promoção do Acesso a Novas Tecnologias de Produção; • Projectos de Acesso a Tecnologias Aprovados e Financiados.
Criação de Centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial• Massificar os centros de pesquisa e de desenvolvimento industrial devidamente apetrechados com equipamentos e metodologias de pesquisa modernas e pessoal altamente qualificado.• Centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial apetrechados ou criados; • Número de Projectos de Produção Industrial Inovadores Implementados;
Texto do artigo · p. 29 N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa • Volume de Produção resultante da implementação de Projectos de Produção Industrial Inovadores implementados; • Postos de Emprego resultante da implementação de Projectos de Produção Industrial Inovadores Implementados. Estabelecimento de Parcerias e Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Seguimentos Industriais • Criar parcerias público-privado com enfoque na disponibilização de serviços tecnológicos de apoio às MPME inovadoras em seguimentos novos industriais; • O MCTES, através de incubadoras tecnológicas, desenhar programas específicos de apoio em matérias de serviços tecnológicos e qualidade da gestão empresarial virados ao desenvolvimento de ideias inovadoras com vista ao alcance do desenvolvimento industrial a nível nacional. • Número de Projectos de Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Seguimentos Industriais implementados; • Número de Empresas de novos seguimentos industriais criados; • Volume de Produção de novos seguimentos industriais • Postos de Emprego gerados por novos seguimentos industriais. Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME do Sector Industrial • Desenvolver cursos direccionados à automatização dos processos produtivos e gestão industrial com recurso aos meios tecnológicos modernos e de baixo custo; • As entidades implementadoras devem criar parcerias de aplicação de fundos sectoriais virados à capacitação de técnicos Extensionistas especializados em desenvolvimento industrial para alavancar as MPME; • Aprovação da Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME; • Número de Extensionistas Industriais; • Nível de cobertura territorial dos Serviços dos Extensionistas Industriais; • Índice de Satisfação dos MPME do sector industrial com os Serviços dos Extensionistas Industriais. Restruturaçãoda e Capacitação da DNI • Desenvolver um conjunto de mecanismos que permitam maior coordenação da DNI em forma de cascata, desde a Direcção Nacional, passando pelas Direcções Provinciais até aos Serviços Distritais; • Flexibilizar a comunicação dentro do MIC obedecendo a hierarquia na vertical, isto é, desde a base até ao topo e na horizontal com os outros sectores, entre as unidades orgânicas do mesmo nível; • Dotar a DNI e os seus respectivos órgãos provinciais e distritais de meios de trabalho flexíveis e modernos de forma a responder a crescente demanda processual; • ►Índice de Satisfação dos Operadores do ramo industrial
N.ºPilarProgramasIndicadores
DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
• Volume de Produção resultante da implementação de Projectos de Produção Industrial Inovadores implementados; • Postos de Emprego resultante da implementação de Projectos de Produção Industrial Inovadores Implementados.
Estabelecimento de Parcerias e Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Seguimentos Industriais• Criar parcerias público-privado com enfoque na disponibilização de serviços tecnológicos de apoio às MPME inovadoras em seguimentos novos industriais; • O MCTES, através de incubadoras tecnológicas, desenhar programas específicos de apoio em matérias de serviços tecnológicos e qualidade da gestão empresarial virados ao desenvolvimento de ideias inovadoras com vista ao alcance do desenvolvimento industrial a nível nacional.• Número de Projectos de Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Seguimentos Industriais implementados; • Número de Empresas de novos seguimentos industriais criados; • Volume de Produção de novos seguimentos industriais • Postos de Emprego gerados por novos seguimentos industriais.
Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME do Sector Industrial• Desenvolver cursos direccionados à automatização dos processos produtivos e gestão industrial com recurso aos meios tecnológicos modernos e de baixo custo; • As entidades implementadoras devem criar parcerias de aplicação de fundos sectoriais virados à capacitação de técnicos Extensionistas especializados em desenvolvimento industrial para alavancar as MPME;• Aprovação da Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME; • Número de Extensionistas Industriais; • Nível de cobertura territorial dos Serviços dos Extensionistas Industriais; • Índice de Satisfação dos MPME do sector industrial com os Serviços dos Extensionistas Industriais.
Restruturaçãoda e Capacitação da DNI• Desenvolver um conjunto de mecanismos que permitam maior coordenação da DNI em forma de cascata, desde a Direcção Nacional, passando pelas Direcções Provinciais até aos Serviços Distritais; • Flexibilizar a comunicação dentro do MIC obedecendo a hierarquia na vertical, isto é, desde a base até ao topo e na horizontal com os outros sectores, entre as unidades orgânicas do mesmo nível; • Dotar a DNI e os seus respectivos órgãos provinciais e distritais de meios de trabalho flexíveis e modernos de forma a responder a crescente demanda processual;• ►Índice de Satisfação dos Operadores do ramo industrial
Texto do artigo · p. 30 N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa Reestruturação do IPEME e Definição do Modelo de Relacionamento deste com a DNI • O MIC deverá criar medidas que garantam um suporte mais efectivo e sustentável aos operadores e investidores industriais, pelo IPEME; • Melhorar/simplificar a tramitação de processos entre ambos órgãos por forma a dinamizar o desenvolvimento industrial nacional; • Definir o modelo de relacionamento MIC, DNI, IPEME e INNOQ. • Criação de uma Área Específica no IPEME para Desenvolver, implementar e atender MPME do sector industrial; • Aprovação do Modelo de Relacionamento entre IPEME, INNOQ, DNI em matéria de promoção do desenvolvimento Industrial Criação de uma Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial • Promover relações de coordenação e envolvimento entre os diferentes sectores económicos, sob a gestão de uma plataforma de coordenação única a todos os níveis hierárquicos, que concorram para o desenvolvimento industrial. • Aprovação da Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial; • Índice de Satisfação dos Operadores Industriais com a resposta das questões transversais para o desenvolvimento industrial; • Assinatura de Memorandum de Entendimento entre as diferentes entidades governamentais envolvidas no desenvolvimento industrial. Criação de uma Plataforma de Coordenação Governo-Sector Privado para o Desenvolvimento Industrial • Definir o modelo de coordenação e articulação contínua entre o Governo e Sector Privado assegurando que cada uma das partes está ao corrente dos projectos em curso, através da troca de informação formal; • Assegurar a integração do Sector Privado na monitoria da implementação da PEI. • Aprovação da Criação de uma Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado para o Desenvolvimento Industrial; • TORs da Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado para o Desenvolvimento Industrial; • Índice de Satisfação dos Operadores Industriais com a Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado o para o Desenvolvimento Industrial; • Assinatura de Memorandum de Entendimento entre as diferentes entidades públicas e privadas, envolvidas no desenvolvimento industrial.
N.ºPilarProgramasIndicadores
DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
Reestruturação do IPEME e Definição do Modelo de Relacionamento deste com a DNI• O MIC deverá criar medidas que garantam um suporte mais efectivo e sustentável aos operadores e investidores industriais, pelo IPEME; • Melhorar/simplificar a tramitação de processos entre ambos órgãos por forma a dinamizar o desenvolvimento industrial nacional; • Definir o modelo de relacionamento MIC, DNI, IPEME e INNOQ.• Criação de uma Área Específica no IPEME para Desenvolver, implementar e atender MPME do sector industrial; • Aprovação do Modelo de Relacionamento entre IPEME, INNOQ, DNI em matéria de promoção do desenvolvimento Industrial
Criação de uma Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial• Promover relações de coordenação e envolvimento entre os diferentes sectores económicos, sob a gestão de uma plataforma de coordenação única a todos os níveis hierárquicos, que concorram para o desenvolvimento industrial.• Aprovação da Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial; • Índice de Satisfação dos Operadores Industriais com a resposta das questões transversais para o desenvolvimento industrial; • Assinatura de Memorandum de Entendimento entre as diferentes entidades governamentais envolvidas no desenvolvimento industrial.
Criação de uma Plataforma de Coordenação Governo-Sector Privado para o Desenvolvimento Industrial• Definir o modelo de coordenação e articulação contínua entre o Governo e Sector Privado assegurando que cada uma das partes está ao corrente dos projectos em curso, através da troca de informação formal; • Assegurar a integração do Sector Privado na monitoria da implementação da PEI.• Aprovação da Criação de uma Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado para o Desenvolvimento Industrial; • TORs da Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado para o Desenvolvimento Industrial; • Índice de Satisfação dos Operadores Industriais com a Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado o para o Desenvolvimento Industrial; • Assinatura de Memorandum de Entendimento entre as diferentes entidades públicas e privadas, envolvidas no desenvolvimento industrial.
Número ou marcador · p. 31 5. Medidas de Estímulo para o Desenvolvimento Industrial As medidas de estimulo aqui propostas, visam assegurar a
Texto do artigo · p. 31 geração de impactos rápidos (quick wins) no desenvolvimento industrial criando a dinâmica necessária no sector, mobilizando a comunidade empresarial a aumentar os investimentos na indústria, expandir a produção, emprego e o arranque do ciclo da transformação estrutural da economia.
Texto do artigo · p. 31 A proposta resulta de uma avaliação combinada entre os resultados de diagnóstico e a análise comparativa de medidas de estímulo para o desenvolvimento da Indústria com base em experiências internacionais, avaliando a natureza e tipos de incentivos industriais fornecidos e resultados alcançados.
Texto do artigo · p. 31 Os resultados do diagnóstico do sector industrial apontam como principais constrangimentos questões como Infra-estruturas (altos custos das ligações internas, necessidade de melhoria e extensão da rede rodoviária e ferroviária, regularidade e existência de linhas de cabotagem, necessidade de melhoria da periodicidade, quantidade e qualidade no fornecimento de energia e água), acesso aos mercados, processos aduaneiros burocráticos e a forte concorrência de produtos internacionais. Este cenário remete a tomada de medidas de estímulo que promovam a melhoria das Infra-estruturas, protecção do empresariado nacional, diversificação e crescimento do tecido industrial local e fortalecimento das cadeias de valor.
Texto do artigo · p. 31 Constatou-se que vários países como Índia, Brasil e África do Sul têm combinado diversos tipos de estímulos gerais e específicos a indústria, tais como concessão de empréstimos, programas de crédito a regiões particulares, incentivos fiscais (que
Texto do artigo · p. 31 incluem isenção, dedução ou especial exclusão de tributação sobre a receita bruta, crédito fiscal, alíquota preferencial), simplificação de procedimentos aduaneiros e as encomendas governamentais para as empresas, em particular a pesquisa e desenvolvimento durante um tempo determinado. Estes incentivos são fornecidos mediante critérios explícitos e por vezes selectivos, que permitem acompanhar o desempenho e monitoramento efectivo das indústrias, incluindo critérios de acesso preferencial bem como proibições.
Texto do artigo · p. 31 As medidas de estímulo subdividem-se em cinco grupos, designadamente:
Texto do artigo · p. 31 1) Incentivos e simplificação de procedimentos do Investimento no Sector Industrial; 2) Promoção de acesso ao financiamento; 3) Preferência de produtos nacionais nas compras do Governo; 4) Investimento em Infra-estruturas para o desenvolvimento industrial através de Parcerias Público Privadas; 5) Incentivos fiscais e aduaneiros.
Texto do artigo · p. 31 Apresenta-se a seguir o detalhe de cada uma das mediadas de estímulo para o desenvolvimento industrial.
Texto do artigo · p. 31 5.1. Incentivo ao Investimento em Infra-estruturas para o Desenvolvimento Industrial Através de Parcerias Público Privadas
Texto do artigo · p. 31 Apresenta-se aqui o conjunto das acções a serem desenvolvidas com vista a atrair o investimento do sector privado em infraestruturas chave para o desenvolvimento da indústria.
Texto do artigo · p. 31 Tabela 6: Incentivos ao Investimento em Infra-estruturas para o Desenvolvimento Industrial Através de PPP Incentivo Investimentos em Infra-estruturas para o Desenvolvimento Industrial Através de Parcerias Público Privadas
Texto do artigo · p. 31 Monitoria e Objectivos Fundamentação Plano de Acções Controlo dos Impactos Assegurar a existência de As infra-estruturas representam • Revisão da Lei 15/2011, de 10 de Agosto infra-estruturas adequadas um factor chave para o (Parceria Público Privada), com enfase na para o desenvolvimento desenvolvimento da indústria e o criação de estímulos para a participação do industrial; Estado, por si só não poderá dar sector privado na construção e exploração de Estimular a criação de clusters industriais; Reduzir os custos de resposta às necessidades desta componente a curto e médio prazo dado a limitação de recursos para infra-estruturas; • Isenção do pagamento do IRPC até à recuperação do investimento aos privados transacções e aumentar responder a diversas necessidades que investem na construção e exploração a competitividade da sobre a sua alçada. de infra-estruturas para a indústria, parques N/A produção industrial. As PPPs podem ser uma industriais, linhas férreas, estradas, rede alternativa para solução parcial eléctrica, de entre outros; do problema de infra-estruturas, • Isenções de direitos na importação de como apontam alguns estudos equipamentos; internacionais realizados sobre o • Promoção das oportunidades de país, por exemplo, Conferência das investimentos em parques industriais para Nações Unidas sobre Comércio e investidores privados, realçando os incentivos Desenvolvimento. a serem definidos.
Monitoria e
ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesControlo dos
Impactos
Assegurar a existência deAs infra-estruturas representam• Revisão da Lei 15/2011, de 10 de Agosto
infra-estruturas adequadasum factor chave para o(Parceria Público Privada), com enfase na
para o desenvolvimentodesenvolvimento da indústria e ocriação de estímulos para a participação do
industrial;Estado, por si só não poderá darsector privado na construção e exploração de
Estimular a criação de clusters industriais; Reduzir os custos deresposta às necessidades desta componente a curto e médio prazo dado a limitação de recursos parainfra-estruturas; • Isenção do pagamento do IRPC até à recuperação do investimento aos privados
transacções e aumentarresponder a diversas necessidadesque investem na construção e exploração
a competitividade dasobre a sua alçada.de infra-estruturas para a indústria, parquesN/A
produção industrial.As PPPs podem ser umaindustriais, linhas férreas, estradas, rede
alternativa para solução parcialeléctrica, de entre outros;
do problema de infra-estruturas,• Isenções de direitos na importação de
como apontam alguns estudosequipamentos;
internacionais realizados sobre o• Promoção das oportunidades de
país, por exemplo, Conferência dasinvestimentos em parques industriais para
Nações Unidas sobre Comércio einvestidores privados, realçando os incentivos
Desenvolvimento.a serem definidos.
Texto do artigo · p. 31 5.2. Promoção de Acesso ao Financiamento As acções de promoção do acesso ao financiamento a serem implementadas durante a vigência da PEI assumem diversas vertentes
Texto do artigo · p. 31 destinadas a diminuir o risco de crédito para os bancos e aumento da disponibilidade de recursos financeiros.
Texto do artigo · p. 32 Tabela 7: Promoção de Acesso ao Financiamento Promoção de Acesso ao Financiamento
Texto do artigo · p. 32 Monitoria e Objectivos Fundamentação Plano de Acções Controlo dos Impactos O acesso ao financiamento é apontado pelos empresários do sector como umas das principais Assegurar maior disponibilidade de recursos financeiros às empresas e investidores através de medidas complementares de mitigação do risco barreiras ao desenvolvimento industrial; Por outro lado o sector bancário argumenta que o reduzido volume de financiamento ao sector prendese com elevado risco que este apresenta; Propõe-se aqui um conjunto de acções complementares que • Introdução de um seguro de crédito para financiamento bancário às empresas do sector industrial; • Criação de Fundo de Garantia de Crédito; • Facilitação do acesso ao financiamento através de mobilização de recursos financeiros para a criação de linhas de crédito concessionais. N/A possam aumentar a disponibilidade de recursos financeiros para a indústria.
Monitoria e
ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesControlo dos
Impactos
O acesso ao financiamento é
apontado pelos empresários do
sector como umas das principais
Assegurar maior disponibilidade de recursos financeiros às empresas e investidores através de medidas complementares de mitigação do riscobarreiras ao desenvolvimento industrial; Por outro lado o sector bancário argumenta que o reduzido volume de financiamento ao sector prendese com elevado risco que este apresenta; Propõe-se aqui um conjunto de acções complementares que• Introdução de um seguro de crédito para financiamento bancário às empresas do sector industrial; • Criação de Fundo de Garantia de Crédito; • Facilitação do acesso ao financiamento através de mobilização de recursos financeiros para a criação de linhas de crédito concessionais.N/A
possam aumentar a disponibilidade
de recursos financeiros para a
indústria.
Texto do artigo · p. 32 5.3. Preferência de Produtos Nacionais nas Compras do Governo A promoção da preferência dos produtos nacionais nas compras do Governo está orientada a aumentar o mercado dos produtos da
Texto do artigo · p. 32 indústria nacional e incentivar por esta via o investimento.
Texto do artigo · p. 32 Tabela 8: Preferência de Produtos Nacionais nas Compras do Governo Encomendas Governamentais em Produtos Nacionais e Expansão do Mercado
Texto do artigo · p. 32 Objectivos Fundamentação Plano de Acções Monitoria e Controlo dos Impactos O Estado é o maior consumidor da economia e se uma parte significativa dos gastos forem direccionados Expansão do mercado dos produtos nacionais, estimulando o aumento da produção industrial, emprego e receitas fiscais através da aquisição de produtos nacionais pelo Estado. para produtos e serviços de empresas nacionais pode estimular o aumento da produção, emprego e consequentemente as receitas fiscais. Este tipo de medidas tem um efeito multiplicador na economia e potencial para a criação de ligações empresariais. Existem sectores já identificados no processo da auscultação do sector privado no âmbito da Revisão da Política e Estratégia Industrial, designadamente: • Têxteis e Vestuário (com enfoque nos fardamentos escolares, funcionários públicos, militares e paramilitares, hospitalares, professores, roupa hospitalar); • Revisão do Decreto sobre procurement, dando primazia a produtos nacionais, que tenham um valor acrescentado mínimo de 20%. • Padronização dos fardamentos escolares e dos funcionários públicos. • Redução/isenção de encargos fiscais nos investimentos ligados a revitalização das indústrias paralisadas dos sectores prioritários; • Criação de um dispositivo que estabelece as condições de acesso às compras do Estado, designadamente: • Manutenção dos números de postos de trabalho; • Regularidade fiscal; Para assegurar o uso inadequado desta medida as UGEAs deverão verificar numa base regular que as empresas beneficiárias cumprem com as condições que ditaram a sua selecção, designadamente: • Não estão a recorrer às importações de produtos acabados para garantirem o fornecimento; • Mantém ou aumentam os postos de emprego. • Mobiliário (enfoque para carteira • Aumento contínuo do valor escolar); acrescentado dos produtos. • Papel e impressão; • Química; • Automóvel.
ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesMonitoria e Controlo dos Impactos
O Estado é o maior consumidor da
economia e se uma parte significativa
dos gastos forem direccionados
Expansão do mercado dos produtos nacionais, estimulando o aumento da produção industrial, emprego e receitas fiscais através da aquisição de produtos nacionais pelo Estado.para produtos e serviços de empresas nacionais pode estimular o aumento da produção, emprego e consequentemente as receitas fiscais. Este tipo de medidas tem um efeito multiplicador na economia e potencial para a criação de ligações empresariais. Existem sectores já identificados no processo da auscultação do sector privado no âmbito da Revisão da Política e Estratégia Industrial, designadamente: • Têxteis e Vestuário (com enfoque nos fardamentos escolares, funcionários públicos, militares e paramilitares, hospitalares, professores, roupa hospitalar);• Revisão do Decreto sobre procurement, dando primazia a produtos nacionais, que tenham um valor acrescentado mínimo de 20%. • Padronização dos fardamentos escolares e dos funcionários públicos. • Redução/isenção de encargos fiscais nos investimentos ligados a revitalização das indústrias paralisadas dos sectores prioritários; • Criação de um dispositivo que estabelece as condições de acesso às compras do Estado, designadamente: • Manutenção dos números de postos de trabalho; • Regularidade fiscal;Para assegurar o uso inadequado desta medida as UGEAs deverão verificar numa base regular que as empresas beneficiárias cumprem com as condições que ditaram a sua selecção, designadamente: • Não estão a recorrer às importações de produtos acabados para garantirem o fornecimento; • Mantém ou aumentam os postos de emprego.
• Mobiliário (enfoque para carteira• Aumento contínuo do valor
escolar);acrescentado dos produtos.
• Papel e impressão;
• Química;
• Automóvel.
Texto do artigo · p. 33 5.4. Incentivos e Simplificação de Procedimentos do Investimento no Sector Industrial A simplificação de procedimentos do investimento é uma acção multissectorial destinada a estimular o investimento na indústria. 5.5. Incentivos Fiscais e Aduaneiros
Texto do artigo · p. 33 Tabela 9: Incentivo e Simplificação de Procedimentos do Investimento no Sector Industrial
Texto do artigo · p. 33 Incentivos e Simplificação de Procedimentos do Investimento no Sector Industrial
Texto do artigo · p. 33 Objectivos Fundamentação Plano de Acções Monitoria e Controlo dos Impactos Facilitação do acesso a terra pelos Vários estudos recentes, incluindo investidores, através da articulação da Conferência das Nações Unidas entre o CPI, MIC e MITADER, Aumentar o sobre Comércio e Desenvolvimento, através da criação de reservas Definição de um investimento no sobre as estratégias de promoção de Estado para implantação de programa de monitoria sector industrial de investimento que o país tem indústrias e zonas industriais. dos impactos da medida, através da revisão adoptado, indicam a necessidade de Criação de mecanismos de com foco nos seguintes: do actual pacote revisão do papel do CPI e introdução articulação para a facilitação • Tempo médio de incentivos ao de medidas adicionais no pacote de investimento e promoção da para autorização de investimento; actual de incentivos. correcta interpretação da legislação investimento e obtenção Facilitar o acesso Por outro lado durante o processo entre o MIC, AT e CPI. do alvará; ao pacote de de auscultação no âmbito da Revisão Simplificação dos processos • Volume de incentivos através da Política e Estratégia Industrial aduaneiros, avaliando a investimentos da simplificação de os empresários queixaram-se de possibilidade de não se efectuar autorizados no sector procedimentos. excesso de burocracia para acesso aos a inspecção da carga nos portos industrial. incentivos, dificuldade de obtenção de destino, sendo somente de DUATs e falhas na articulação inspeccionado o manifesto, o selo e entre diversas entidades do Estado. a guia de transporte pelo oficial ou em casos policiais.
ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesMonitoria e Controlo dos Impactos
Facilitação do acesso a terra pelos
Vários estudos recentes, incluindoinvestidores, através da articulação
da Conferência das Nações Unidasentre o CPI, MIC e MITADER,
Aumentar osobre Comércio e Desenvolvimento,através da criação de reservasDefinição de um
investimento nosobre as estratégias de promoçãode Estado para implantação deprograma de monitoria
sector industrialde investimento que o país temindústrias e zonas industriais.dos impactos da medida,
através da revisãoadoptado, indicam a necessidade deCriação de mecanismos decom foco nos seguintes:
do actual pacoterevisão do papel do CPI e introduçãoarticulação para a facilitação• Tempo médio
de incentivos aode medidas adicionais no pacotede investimento e promoção dapara autorização de
investimento;actual de incentivos.correcta interpretação da legislaçãoinvestimento e obtenção
Facilitar o acessoPor outro lado durante o processoentre o MIC, AT e CPI.do alvará;
ao pacote dede auscultação no âmbito da RevisãoSimplificação dos processos• Volume de
incentivos atravésda Política e Estratégia Industrialaduaneiros, avaliando ainvestimentos
da simplificação deos empresários queixaram-se depossibilidade de não se efectuarautorizados no sector
procedimentos.excesso de burocracia para acesso aosa inspecção da carga nos portosindustrial.
incentivos, dificuldade de obtençãode destino, sendo somente
de DUATs e falhas na articulaçãoinspeccionado o manifesto, o selo e
entre diversas entidades do Estado.a guia de transporte pelo oficial ou
em casos policiais.
Texto do artigo · p. 33 Os incentivos fiscais e aduaneiros são estímulos complementares a serem implementados de forma selectiva durante a vigência da PEI em coordenação com outros sectores.
Texto do artigo · p. 33 Tabela 10: Incentivos Fiscais e Aduaneiros
Texto do artigo · p. 33 Incentivos Fiscais e Aduaneiros
Texto do artigo · p. 33 Objectivos Fundamentação Plano de Acções Monitoria e Controlo dos Impactos • Introdução selectiva de Protecção da indústria nacional através da redução da competição dos produtos importados e promoção da produção interna. A demanda interna por produtos industriais é maioritariamente satisfeita actualmente pela importação de produtos. A necessidade de industrialização do País passa pelo incremento da produção local, diversificando produtos e mercados é essencial proteger as indústrias das ameaças dos produtos similares importados. medidas de salvaguarda aos produtos considerados prioritários e que apresentam impactos dinamizadores; • Garantir maior fiscalização e controlo nas fronteiras com vista a minimizar o contrabando; • Exercer maior fiscalização e inspecção na rede comercial com vista a minimizar os produtos contrabandeados; • Realizar maior fiscalização e inspecção no desembaraço aduaneiro e nos circuitos de distribuição interna para detenção Definição de um programa de monitoria dos impactos da medida, com foco nos seguintes: • Variação dos preços dos produtos ao consumidor final; • Distorções provocadas no mercado; • Capacidade de resposta a demanda interna/eficiência operacional dos produtores internos. e destruição dos produtos contrafeitos.
ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesMonitoria e Controlo dos Impactos
• Introdução selectiva de
Protecção da indústria nacional através da redução da competição dos produtos importados e promoção da produção interna.A demanda interna por produtos industriais é maioritariamente satisfeita actualmente pela importação de produtos. A necessidade de industrialização do País passa pelo incremento da produção local, diversificando produtos e mercados é essencial proteger as indústrias das ameaças dos produtos similares importados.medidas de salvaguarda aos produtos considerados prioritários e que apresentam impactos dinamizadores; • Garantir maior fiscalização e controlo nas fronteiras com vista a minimizar o contrabando; • Exercer maior fiscalização e inspecção na rede comercial com vista a minimizar os produtos contrabandeados; • Realizar maior fiscalização e inspecção no desembaraço aduaneiro e nos circuitos de distribuição interna para detençãoDefinição de um programa de monitoria dos impactos da medida, com foco nos seguintes: • Variação dos preços dos produtos ao consumidor final; • Distorções provocadas no mercado; • Capacidade de resposta a demanda interna/eficiência operacional dos produtores internos.
e destruição dos produtos
contrafeitos.
Texto do artigo · p. 34 Objectivos Fundamentação Plano de Acções Monitoria e Controlo dos Impactos As províncias de Niassa, Inhambane Rever os actuais benefícios fiscais • Avaliar e Zambézia são as que menos concedidos para estas províncias, sistematicamente os indústrias possuem apesar de elevado especificamente: impactos dos benefícios potencial em recursos naturais • Taxa de Crédito Fiscal por atribuídos; que poderão ser utilizados para o Investimento a deduzir na colecta • Avaliar os desenvolvimento industrial. Resultados do Benchmarking apontam que zonas menos do IRPC de 10% para 15% para as provícias de Zambézia, Niassa e Inhambane; cumprimentos dos requisitos legais dos beneficiários. industrializadas tem-se beneficiado • Dedução total das despesas de • Avaliar de isenções fiscais ou deduções muito investimento no lucro tributável. sistematicamente os elevadas para atrair o investimento. Rever os actuais benefícios fiscais impactos dos benefícios Deste modo propõe-se uma concedidos para a componente atribuídos; abordagem relativamente de formação profissional, • Efectuar o Atrair investimentos para províncias com baixo nível de industrialização. Promover a formação acelerada de técnicos. Assegurar a disponibilidade de recursos financeiros das empresas industriais e seu investimento no aumento da produção. específica para províncias menos industrializadas através de algumas alterações ao quadro conceptual de forma a estender alguns benefícios (ampliação do perímetro dos benefícios definidos). A disponibilidade de mão-de-obra qualificada para as áreas industriais foram apontadas como um dos principais constrangimentos ao desenvolvimento industrial pois limita a capacidade de inovação e produtividade das empresas , provocando impactos significativos sobre a competitividade das especificamente: • Dedução no IRPC das despesas com a formação do pessoal. • Taxa de 10% de dedução da matéria colectável nos custos de investimento em formação profissional para a utilização de equipamento considerado de tecnologia de ponta. Articular com a AT na definição de mecanismos que assegura o reembolso do IVA num prazo previsível para as empresas. Introdução de medidas de salvaguarda de forma a proteger os acompanhamento da aplicação dos dispositivos legais relativa a concessão de benefícios fiscais; • Verificar o cumprimento das condições de acesso e de elegibilidade dos beneficiários. Definição de um programa de monitoria dos impactos da medida, com foco nos seguintes: • Cumprimento dos empresas. produtos nacionais que a indústria prazos de reembolso do A falta de reembolso regular do nacional tem capacidade de IVA; IVA é apontado pelos empresários satisfazer totalmente o mercado ou • Volume de produção como um dos constrangimentos para parte significativa deste. das indústrias o seu desenvolvimento, devido ao beneficiárias; impacto que esta situação tem na sua • Volume das tesouraria. importações dos No sector industrial o impacto produtos protegidos; desta situação é mais grave devido • Postos de emprego ao seu ciclo de produção que é gerado pelas indústrias relativamente mais longo e por protegidas. incluir o IVA suportado na aquisição de equipamentos.
ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesMonitoria e Controlo dos Impactos
As províncias de Niassa, InhambaneRever os actuais benefícios fiscais• Avaliar
e Zambézia são as que menosconcedidos para estas províncias,sistematicamente os
indústrias possuem apesar de elevadoespecificamente:impactos dos benefícios
potencial em recursos naturais• Taxa de Crédito Fiscal poratribuídos;
que poderão ser utilizados para oInvestimento a deduzir na colecta• Avaliar os
desenvolvimento industrial. Resultados do Benchmarking apontam que zonas menosdo IRPC de 10% para 15% para as provícias de Zambézia, Niassa e Inhambane;cumprimentos dos requisitos legais dos beneficiários.
industrializadas tem-se beneficiado• Dedução total das despesas de• Avaliar
de isenções fiscais ou deduções muitoinvestimento no lucro tributável.sistematicamente os
elevadas para atrair o investimento.Rever os actuais benefícios fiscaisimpactos dos benefícios
Deste modo propõe-se umaconcedidos para a componenteatribuídos;
abordagem relativamentede formação profissional,• Efectuar o
Atrair investimentos para províncias com baixo nível de industrialização. Promover a formação acelerada de técnicos. Assegurar a disponibilidade de recursos financeiros das empresas industriais e seu investimento no aumento da produção.específica para províncias menos industrializadas através de algumas alterações ao quadro conceptual de forma a estender alguns benefícios (ampliação do perímetro dos benefícios definidos). A disponibilidade de mão-de-obra qualificada para as áreas industriais foram apontadas como um dos principais constrangimentos ao desenvolvimento industrial pois limita a capacidade de inovação e produtividade das empresas , provocando impactos significativos sobre a competitividade dasespecificamente: • Dedução no IRPC das despesas com a formação do pessoal. • Taxa de 10% de dedução da matéria colectável nos custos de investimento em formação profissional para a utilização de equipamento considerado de tecnologia de ponta. Articular com a AT na definição de mecanismos que assegura o reembolso do IVA num prazo previsível para as empresas. Introdução de medidas de salvaguarda de forma a proteger osacompanhamento da aplicação dos dispositivos legais relativa a concessão de benefícios fiscais; • Verificar o cumprimento das condições de acesso e de elegibilidade dos beneficiários. Definição de um programa de monitoria dos impactos da medida, com foco nos seguintes: • Cumprimento dos
empresas.produtos nacionais que a indústriaprazos de reembolso do
A falta de reembolso regular donacional tem capacidade deIVA;
IVA é apontado pelos empresáriossatisfazer totalmente o mercado ou• Volume de produção
como um dos constrangimentos paraparte significativa deste.das indústrias
o seu desenvolvimento, devido aobeneficiárias;
impacto que esta situação tem na sua• Volume das
tesouraria.importações dos
No sector industrial o impactoprodutos protegidos;
desta situação é mais grave devido• Postos de emprego
ao seu ciclo de produção que égerado pelas indústrias
relativamente mais longo e porprotegidas.
incluir o IVA suportado na aquisição
de equipamentos.
Número ou marcador · p. 34 6. Plano de Implementação O plano de implementação da PEI representa um conjunto de acções específicas a serem desenvolvidas com vista a estimular o
Texto do artigo · p. 34 desenvolvimento da indústria nos próximos 10 anos e está estruturado em três períodos temporais de acordo com os Pilares de Aposta Estratégica, designadamente curto, médio e longo prazo.
Texto do artigo · p. 35 Tabela 11: Plano de Implementação
Texto do artigo · p. 35 Pilar da Aposta Estratégica Programas Estratégicos Actividades Infra- Estruturas para o Desenvolvimento Económico Consolidar o Projecto dos Parques Industriais • ►Elaborar de um dispositivo legal sobre os Parques Industriais e definir um Plano de Promoção dos Parques Industriais para investidores privados • Assegurar a aprovação do Projecto dos Parques Industriais pelo Governo • Assegurar a mobilização do financiamento para os Projectos dos Parques Industriais • Articular a construção de infra-estruturas básicas para o estabelecimento de parques industriais • Assegurar a construção de parques industriais • ► Definir condições de acesso preferencial das indústrias prioritárias nos parques industriais • ► Efectuar a legalização das Reservas de espaço para indústria a nível nacional Consolidar a Estratégia dos Corredores de Desenvolvimento • Assegurar a aprovação conjunta MIC/MTC/MOPHRH/MIREME do programa de infra-estruturas específicas para o desenvolvimento industrial • Assegurar a Mobilização de financiamento complementar para infraestruturas específicas para o desenvolvimento industrial • Assegurar a Construção de infra-estruturas de apoio ao desenvolvimento industrial Consolidar a Estratégias de Desenvolvimento Integrado dos Sistemas de Transportes • Assegurar a aprovação conjunta MIC/MTC/MOPHRH do programa de infra-estruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento industrial • Assegurar a Mobilização de financiamento complementar para infraestruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento industrial • Assegurar a Construção de infra-estruturas de apoio ao desenvolvimento industrial • Elaborar Plano Integrado de Infra-estruturas para as indústrias prioritárias Consolidar o Programa das ZFI Elaborar o programa integrado de desenvolvimento industrial das ZFI • Implementar programa integrado de desenvolvimento industrial das ZFI Desenvolvimento do Capital Humano Formação Acelerada dos Técnicos das Empresas Industriais • Assegurar a aprovação dos projectos de formação dos técnicos da área industrial Consolidar o Programa da Reforma da Educação Profissional • Assegurar a assinatura de um memorando de entendimento entre o MIC e MCTESP (ANEP) para alinhamento do Programa da Reforma da Educação Profissional com a PEI • Assegurar apoio financeiro às instituições de ensino na criação de condições para ministrar cursos alinhados com a estratégia de desenvolvimento industrial • Acordo com instituições de ensino relevantes para a revisão dos curricula e alinha-los com as necessidades do sector industrial Criação de Fundo de Desenvolvimento Capital Humano para sector industrial • Articular com o MITESS na criação do fundo para o desenvolvimento do capital humano • Preparar instrumentos para a operacionalização do fundo para o desenvolvimento do capital humano • Apoiar os centros de treinamento industrial especializado em programas de formação multidisciplinar (através do fundo de desenvolvimento de capital humano) Pesquisa, Atracção, Formação e Orientação de Talentos • ►Criar instrumento para a operacionalização da pesquisa, atracção, formação e orientação de talentos
Pilar da Aposta EstratégicaProgramas EstratégicosActividades
Infra- Estruturas para o Desenvolvimento EconómicoConsolidar o Projecto dos Parques Industriais• ►Elaborar de um dispositivo legal sobre os Parques Industriais e definir um Plano de Promoção dos Parques Industriais para investidores privados
• Assegurar a aprovação do Projecto dos Parques Industriais pelo Governo
• Assegurar a mobilização do financiamento para os Projectos dos Parques Industriais
• Articular a construção de infra-estruturas básicas para o estabelecimento de parques industriais
• Assegurar a construção de parques industriais
• ► Definir condições de acesso preferencial das indústrias prioritárias nos parques industriais
• ► Efectuar a legalização das Reservas de espaço para indústria a nível nacional
Consolidar a Estratégia dos Corredores de Desenvolvimento• Assegurar a aprovação conjunta MIC/MTC/MOPHRH/MIREME do programa de infra-estruturas específicas para o desenvolvimento industrial
• Assegurar a Mobilização de financiamento complementar para infraestruturas específicas para o desenvolvimento industrial
• Assegurar a Construção de infra-estruturas de apoio ao desenvolvimento industrial
Consolidar a Estratégias de Desenvolvimento Integrado dos Sistemas de Transportes• Assegurar a aprovação conjunta MIC/MTC/MOPHRH do programa de infra-estruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento industrial
• Assegurar a Mobilização de financiamento complementar para infraestruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento industrial
• Assegurar a Construção de infra-estruturas de apoio ao desenvolvimento industrial
• Elaborar Plano Integrado de Infra-estruturas para as indústrias prioritárias
Consolidar o Programa das ZFIElaborar o programa integrado de desenvolvimento industrial das ZFI
• Implementar programa integrado de desenvolvimento industrial das ZFI
Desenvolvimento do Capital HumanoFormação Acelerada dos Técnicos das Empresas Industriais• Assegurar a aprovação dos projectos de formação dos técnicos da área industrial
Consolidar o Programa da Reforma da Educação Profissional• Assegurar a assinatura de um memorando de entendimento entre o MIC e MCTESP (ANEP) para alinhamento do Programa da Reforma da Educação Profissional com a PEI
• Assegurar apoio financeiro às instituições de ensino na criação de condições para ministrar cursos alinhados com a estratégia de desenvolvimento industrial
• Acordo com instituições de ensino relevantes para a revisão dos curricula e alinha-los com as necessidades do sector industrial
Criação de Fundo de Desenvolvimento Capital Humano para sector industrial• Articular com o MITESS na criação do fundo para o desenvolvimento do capital humano
• Preparar instrumentos para a operacionalização do fundo para o desenvolvimento do capital humano
• Apoiar os centros de treinamento industrial especializado em programas de formação multidisciplinar (através do fundo de desenvolvimento de capital humano)
Pesquisa, Atracção, Formação e Orientação de Talentos• ►Criar instrumento para a operacionalização da pesquisa, atracção, formação e orientação de talentos
Texto do artigo · p. 36 Pilar da Aposta Estratégica Programas Estratégicos Actividades Capacitação do Empresariado e Protecção da Indústria Nacional Apoio na Implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Respectiva Certificação • Desenhar um projecto de apoio na implementação de sistema de gestão de qualidade para as grandes e MPMEs e assegurar o financiamento para o projecto • Garantir maior fiscalização e controlo nas fronteiras e redes comerciais com vista a minimizar o contrabando • Incluir a preferência de empresas industriais certificadas no âmbito do fornecimento de bens e serviços ao Estado Promoção de Maior Conteúdo Local dos Produtos Industriais e Serviços • Desenhar projectos de produção de matéria-prima das cadeias de valor das indústrias prioritárias • Promover a criação de empresas de prestação de serviços na área industrial • Fazer a promoção dos produtos contemplados nos acordos bilaterais • Apoiar a criação de um programa energético no país, para a utilização do potencial do gás natural e de formas alternativas de energia para a industrialização Acesso Privilegiado às indústrias nacionais no Fornecimento de Produtos ao Estado e aos Megaprojectos • Definir critérios de priorização de produtos de empresas industriais moçambicanas no fornecimento de bens ao Estado; • Negociar com as empresas dos megaprojectos para privilegiar empresas industriais moçambicanas nas suas compras e assegurar a assinatura de memorandos de entendimento • Introduzir medidas/procedimentos tarifários e não tarifários para a protecção dos produtos nacionais que a indústria nacional tem capacidade de satisfazer totalmente o mercado ou parte significativa Acesso à Financiamento Adequado Alargamento do Âmbito de Actuação Banco Nacional de Investimento • Criação de Linhas específicas para a indústria Criação de Linhas de Crédito para Financiamento da Indústria • Assegurar a Mobilização de financiamento para linhas de crédito para as empresas do sector industrial • Definir modalidades de acesso às linhas de crédito e negociação da colocação dos fundos junto dos bancos comerciais • dentificar linhas de crédito especiais para promoção de iniciativas empresariais de pequena escala, de 20 à 100 mil USD, para o Agro processamento (Processamento de frutas, hortícolas, carnes e pescado) • Assegurar a Mobilização dos bancos comerciais para financiamento das empresas do sector industrial Promoção de Ligações Mapeamento das Ofertas das Empresas Industriais e Criação de um Banco de Dados • Criar um banco de dados de ofertas das empresas industriais, com foco nas MPMEs • Definir e implementar uma estratégia de divulgação das ofertas das empresas. Incubação de Empresas do sector Industrial • Aprovar o Projecto de incubação de empresas Facilitação de Informação e Acesso ao Mercado Local • Recolher e difundir informação sobre as oportunidades de negócio entre as empresas industriais, Estado e Megaprojectos Elaboração de estratégias e estudos sub-sectoriais para estimular o desenvolvimento industrial • Elaborar estudos sub-sectoriais para as indústrias prioritárias
Pilar da Aposta EstratégicaProgramas EstratégicosActividades
Capacitação do Empresariado e Protecção da Indústria NacionalApoio na Implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Respectiva Certificação• Desenhar um projecto de apoio na implementação de sistema de gestão de qualidade para as grandes e MPMEs e assegurar o financiamento para o projecto
• Garantir maior fiscalização e controlo nas fronteiras e redes comerciais com vista a minimizar o contrabando
• Incluir a preferência de empresas industriais certificadas no âmbito do fornecimento de bens e serviços ao Estado
Promoção de Maior Conteúdo Local dos Produtos Industriais e Serviços• Desenhar projectos de produção de matéria-prima das cadeias de valor das indústrias prioritárias
• Promover a criação de empresas de prestação de serviços na área industrial
• Fazer a promoção dos produtos contemplados nos acordos bilaterais
• Apoiar a criação de um programa energético no país, para a utilização do potencial do gás natural e de formas alternativas de energia para a industrialização
Acesso Privilegiado às indústrias nacionais no Fornecimento de Produtos ao Estado e aos Megaprojectos• Definir critérios de priorização de produtos de empresas industriais moçambicanas no fornecimento de bens ao Estado;
• Negociar com as empresas dos megaprojectos para privilegiar empresas industriais moçambicanas nas suas compras e assegurar a assinatura de memorandos de entendimento
• Introduzir medidas/procedimentos tarifários e não tarifários para a protecção dos produtos nacionais que a indústria nacional tem capacidade de satisfazer totalmente o mercado ou parte significativa
Acesso à Financiamento AdequadoAlargamento do Âmbito de Actuação Banco Nacional de Investimento• Criação de Linhas específicas para a indústria
Criação de Linhas de Crédito para Financiamento da Indústria• Assegurar a Mobilização de financiamento para linhas de crédito para as empresas do sector industrial
• Definir modalidades de acesso às linhas de crédito e negociação da colocação dos fundos junto dos bancos comerciais
• dentificar linhas de crédito especiais para promoção de iniciativas empresariais de pequena escala, de 20 à 100 mil USD, para o Agro processamento (Processamento de frutas, hortícolas, carnes e pescado)
• Assegurar a Mobilização dos bancos comerciais para financiamento das empresas do sector industrial
Promoção de LigaçõesMapeamento das Ofertas das Empresas Industriais e Criação de um Banco de Dados• Criar um banco de dados de ofertas das empresas industriais, com foco nas MPMEs
• Definir e implementar uma estratégia de divulgação das ofertas das empresas.
Incubação de Empresas do sector Industrial• Aprovar o Projecto de incubação de empresas
Facilitação de Informação e Acesso ao Mercado Local• Recolher e difundir informação sobre as oportunidades de negócio entre as empresas industriais, Estado e Megaprojectos
Elaboração de estratégias e estudos sub-sectoriais para estimular o desenvolvimento industrial• Elaborar estudos sub-sectoriais para as indústrias prioritárias
Texto do artigo · p. 37 Pilar da Aposta Estratégica Programas Estratégicos Actividades Incentivos ao Investimento no Sector Industrial Consolidar a Estratégia de Promoção do Investimento Privado em Moçambique • Definir um pacote de promoção de investimentos para o sector industrial, com os respectivos incentivos • Criar um pacote de incentivos para os privados que investem na construção e exploração de infra-estruturas para a indústria; • Promover as oportunidades de investimentos nos parques industriais existentes para investidores privados, realçando os incentivos a serem definidos. • Rever o Diploma Ministerial 99 /2003- Regulamento do Regime Aduaneiro para a Indústria Transformadora Inovação, Acesso a Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento Promoção do Acesso a Novas Tecnologias de Produção • Assegurar a mobilização de recursos para acesso a novas tecnologias de produção • Assegurar a coordenação entre as empresas industriais e as instituições de ensino (Universidades e Escolas Técnicas) Estabelecimento de Parcerias para Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Segmentos Industriais • ►Definir mecanismos/Projectos de cooperação internacional para Estabelecimento de Parcerias e Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Segmentos Industriais Assegurar a criação de centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial • Promover campanhas de massificação de centros de pesquisa e de desenvolvimento industrial Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME do sector Industrial • Desenvolver um projecto de extensão industrial Definição de um Modelo Institucional Adequado para a Promoção do Desenvolvimento Industrial Reestruturação da DNI, IPEME e Definição do Modelo de articulação entre as duas instituições • Definir e implementar novos modelos organizacionais da DNI e do IPEME para se adequar aos desafios da implementação da PEI revista bem o mecanismo de articulação entre os dois órgãos Criação de uma Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial • Enquadrar a implementação da PEI na agenda do diálogo Governo/ Sector Privado • Definir os mecanismos de monitoria do diálogo Governo/Sector Privado no âmbito da implementação da PEI • Criar mecanismos de articulação para a facilitação de investimento
Pilar da Aposta EstratégicaProgramas EstratégicosActividades
Incentivos ao Investimento no Sector IndustrialConsolidar a Estratégia de Promoção do Investimento Privado em Moçambique• Definir um pacote de promoção de investimentos para o sector industrial, com os respectivos incentivos
• Criar um pacote de incentivos para os privados que investem na construção e exploração de infra-estruturas para a indústria; • Promover as oportunidades de investimentos nos parques industriais existentes para investidores privados, realçando os incentivos a serem definidos.
• Rever o Diploma Ministerial 99 /2003- Regulamento do Regime Aduaneiro para a Indústria Transformadora
Inovação, Acesso a Tecnologia, Pesquisa e DesenvolvimentoPromoção do Acesso a Novas Tecnologias de Produção• Assegurar a mobilização de recursos para acesso a novas tecnologias de produção
• Assegurar a coordenação entre as empresas industriais e as instituições de ensino (Universidades e Escolas Técnicas)
Estabelecimento de Parcerias para Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Segmentos Industriais• ►Definir mecanismos/Projectos de cooperação internacional para Estabelecimento de Parcerias e Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Segmentos Industriais
Assegurar a criação de centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial• Promover campanhas de massificação de centros de pesquisa e de desenvolvimento industrial
Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME do sector Industrial• Desenvolver um projecto de extensão industrial
Definição de um Modelo Institucional Adequado para a Promoção do Desenvolvimento IndustrialReestruturação da DNI, IPEME e Definição do Modelo de articulação entre as duas instituições• Definir e implementar novos modelos organizacionais da DNI e do IPEME para se adequar aos desafios da implementação da PEI revista bem o mecanismo de articulação entre os dois órgãos
Criação de uma Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial• Enquadrar a implementação da PEI na agenda do diálogo Governo/ Sector Privado
• Definir os mecanismos de monitoria do diálogo Governo/Sector Privado no âmbito da implementação da PEI
• Criar mecanismos de articulação para a facilitação de investimento
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Texto do artigo, página 20: Inovação,Acesso
  2. Texto do artigo, página 20: Desenvolvimento
  3. Texto do artigo, página 20: parceriaspara
  4. Texto do artigo, página 20: aTecnologia,
  5. Texto do artigo, página 20: paraAcessoà
  6. Texto do artigo, página 20: promoçãode
  7. Texto do artigo, página 20: transferência
  8. Texto do artigo, página 20: (knowmento
  9. Texto do artigo, página 20: Pesquisae
  10. Texto do artigo, página 20: Mobilização
  11. Texto do artigo, página 20: deRecursos
  12. Texto do artigo, página 20: tecnologiae
  13. Texto do artigo, página 20: deconheci-
  14. Texto do artigo, página 20: how)
  15. Texto do artigo, página 20: Desenvolvimento
  16. Texto do artigo, página 20: desnosector
  17. Texto do artigo, página 20: Especialida-
  18. Texto do artigo, página 20: deQuímica,
  19. Texto do artigo, página 20: niaegestão
  20. Texto do artigo, página 20: Engenharia
  21. Texto do artigo, página 20: depetróleos
  22. Texto do artigo, página 20: doCapital
  23. Texto do artigo, página 20: Humano
  24. Texto do artigo, página 20: electrotec-
  25. Texto do artigo, página 20: industrial,
  26. Texto do artigo, página 20: mecânica,
  27. Texto do artigo, página 20: Infra-Estruturas
  28. Texto do artigo, página 20: Desenvolvimento
  29. Texto do artigo, página 20: riarcondições
  30. Texto do artigo, página 20: exploraçãode
  31. Texto do artigo, página 20: ndustrial,labo-
  32. Texto do artigo, página 20: oserespectivo
  33. Texto do artigo, página 20: ogísticaspara
  34. Texto do artigo, página 20: as,produção
  35. Texto do artigo, página 20: atóriosquími-
  36. Texto do artigo, página 20: Económico
  37. Texto do artigo, página 20: atérias-pri-
  38. Texto do artigo, página 20: parao
  39. Texto do artigo, página 20: scoamento
  40. Texto do artigo, página 21: Definiçãode umModelo Institucional Adequadopara aPromoçãodo Desenvolvimento Industrial Trabalho, recursosmi- neraiseener- giaeoutras instituições relevantes Incentivosao Investimentono SectorIndustrial procurement); (2)Redução deimpostona construçãode Infra-estrutu- ras(IRPC); (3)Reduçãode impostosobre produçãomi- neiraparafins industriais; (4)Redução/ isençãode direitosna importaçãode equipamentos ematéria- -prima; (5)Redução/ isençãodeen- cargosfiscais nosinvesti- mentosligados arevitalização dasindústrias paralisadosno sector Promoção deLigações Empresariais farmacêuti- cos,artigos deborrachae plásticos Acessoà Financiamento Adequado Capacitaçãodo Empresariado eProtecção daIndústria Nacional Inovação,Acesso aTecnologia, Pesquisae Desenvolvimento Desenvolvimento doCapital Humano Infra-Estruturas parao Desenvolvimento Económico (Estradas, linhasférreas, portos,ener- giaeágua) Localização Geográfica2 Principais Matérias-Primas Principais Produtos Sub- -sector
    Definiçãode umModelo Institucional Adequadopara aPromoçãodo Desenvolvimento IndustrialTrabalho, recursosmi- neraiseener- giaeoutras instituições relevantes
    Incentivosao Investimentono SectorIndustrialprocurement); (2)Redução deimpostona construçãode Infra-estrutu- ras(IRPC); (3)Reduçãode impostosobre produçãomi- neiraparafins industriais; (4)Redução/ isençãode direitosna importaçãode equipamentos ematéria- -prima; (5)Redução/ isençãodeen- cargosfiscais nosinvesti- mentosligados arevitalização dasindústrias paralisadosno sector
    Promoção deLigações Empresariaisfarmacêuti- cos,artigos deborrachae plásticos
    Acessoà Financiamento Adequado
    Capacitaçãodo Empresariado eProtecção daIndústria Nacional
    Inovação,Acesso aTecnologia, Pesquisae Desenvolvimento
    Desenvolvimento doCapital Humano
    Infra-Estruturas parao Desenvolvimento Económico(Estradas, linhasférreas, portos,ener- giaeágua)
    Localização Geográfica2
    Principais Matérias-Primas
    Principais Produtos
    Sub- -sector
  41. Texto do artigo, página 21: Adequadopara
  42. Texto do artigo, página 21: aPromoçãodo
  43. Texto do artigo, página 21: Desenvolvimento
  44. Texto do artigo, página 21: neraiseener-
  45. Texto do artigo, página 21: Definiçãode
  46. Texto do artigo, página 21: umModelo
  47. Texto do artigo, página 21: Institucional
  48. Texto do artigo, página 21: recursosmi-
  49. Texto do artigo, página 21: giaeoutras
  50. Texto do artigo, página 21: Industrial
  51. Texto do artigo, página 21: instituições
  52. Texto do artigo, página 21: Trabalho,
  53. Texto do artigo, página 21: relevantes
  54. Texto do artigo, página 21: SectorIndustrial
  55. Texto do artigo, página 21: procurement);
  56. Texto do artigo, página 21: (3)Reduçãode
  57. Texto do artigo, página 21: impostosobre
  58. Texto do artigo, página 21: neiraparafins
  59. Texto do artigo, página 21: importaçãode
  60. Texto do artigo, página 21: isençãodeen-
  61. Texto do artigo, página 21: mentosligados
  62. Texto do artigo, página 21: arevitalização
  63. Texto do artigo, página 21: paralisadosno
  64. Texto do artigo, página 21: Investimentono
  65. Texto do artigo, página 21: deimpostona
  66. Texto do artigo, página 21: construçãode
  67. Texto do artigo, página 21: Infra-estrutu-
  68. Texto do artigo, página 21: produçãomi-
  69. Texto do artigo, página 21: equipamentos
  70. Texto do artigo, página 21: cargosfiscais
  71. Texto do artigo, página 21: dasindústrias
  72. Texto do artigo, página 21: Incentivosao
  73. Texto do artigo, página 21: (4)Redução/
  74. Texto do artigo, página 21: (5)Redução/
  75. Texto do artigo, página 21: (2)Redução
  76. Texto do artigo, página 21: ras(IRPC);
  77. Texto do artigo, página 21: industriais;
  78. Texto do artigo, página 21: nosinvesti-
  79. Texto do artigo, página 21: isençãode
  80. Texto do artigo, página 21: direitosna
  81. Texto do artigo, página 21: ematéria-
  82. Texto do artigo, página 21: -prima;
  83. Texto do artigo, página 21: sector
  84. Texto do artigo, página 21: Empresariais
  85. Texto do artigo, página 21: deborrachae
  86. Texto do artigo, página 21: Promoção
  87. Texto do artigo, página 21: deLigações
  88. Texto do artigo, página 21: farmacêuti-
  89. Texto do artigo, página 21: cos,artigos
  90. Texto do artigo, página 21: plásticos
  91. Texto do artigo, página 21: Financiamento
  92. Texto do artigo, página 21: Acessoà
  93. Texto do artigo, página 21: Adequado
  94. Texto do artigo, página 21: Capacitaçãodo
  95. Texto do artigo, página 21: Empresariado
  96. Texto do artigo, página 21: eProtecção
  97. Texto do artigo, página 21: daIndústria
  98. Texto do artigo, página 21: Nacional
  99. Texto do artigo, página 21: esso
  100. Texto do artigo, página 21: ento
  101. Texto do artigo, página 21: a,
  102. Texto do artigo, página 22: Definiçãode umModelo Institucional Adequadopara aPromoçãodo Desenvolvimento Industrial Modelode coordena- çãoclaroe simplesentre osMinistério daTerrae Desenvolvi- mentoRural, Agricultura eSegurança Alimen- tar,Saúde, Educaçãoe Desenvolvi- mentoHuma- no,Ciênciae Tecnologia, EnsinoSupe- rioreTécnico Profissional, Indústriae Comércioe Economiae Finanças Incentivosao Investimentono SectorIndustrial (1)De- senvolvimento deinstrumen- tosdefacilita- çãodeacesso aomercado dosprodutores nacionais(re- visãodaleide procurement); (2)Redução/ isençãode direitosna importaçãode equipamentos ematéria-pri- maeempresas quereciclam papel; (3)Redução/ isençãodeen- cargosfiscais nosinvesti- mentosligados arevitalização dasindústrias paralisadosno sector. Promoção deLigações Empresariais Empresasdo sectordeflo- resta,quími- ca,alimentos, bebidas,saú- de,educação, publicidade emarketing, editoraseli- vrariasemega projectos Acessoà Financiamento Adequado Emprés- timosem volume, custo, prazoapro- priadopara aactividade Capacitaçãodo Empresariado eProtecção daIndústria Nacional (1)Formação emgestão,com focoparacom- petênciasna áreaindustrial; (2)Políticasde protecçãode produtoscujos níveisdeprodu- çãosatisfazem partesignifica- tivadaprocura doméstica; (3)Incenti- vosfiscaise aduaneirosnas importaçõesde matérias-primas complemen- tares; (4)Controlode qualidadedos produtos; Inovação,Acesso aTecnologia, Pesquisae Desenvolvimento Mobilização deRecursos paraAces- soaNovas Tecnologiase Equipamentos deProdução, Parceriaspara transferência deconheci- knowmento how Desenvolvimento doCapital Humano Especialida- desnosector deQuímica, engenharia florestale Industrial, Infra-Estruturas parao Desenvolvimento Económico Camposde Silviculturae derefloresta- mento;Criar condiçõeslo- gísticasparaa exploraçãode matérias-pri- masprodução industrial, laboratórios químicose respectivo escoamento (Estradas, linhasférreas, portos,ener- gia) Localização Geográfica2 Zam- bézia, Niassa, Nampula, Manica eCabo Delgado Principais Matérias-Primas Polpadepa- pelepapel Principais Produtos Papeldiver- so,cartolina, livros,emba- lagens Sub- -sector Papele Impres- são
    Definiçãode umModelo Institucional Adequadopara aPromoçãodo Desenvolvimento IndustrialModelode coordena- çãoclaroe simplesentre osMinistério daTerrae Desenvolvi- mentoRural, Agricultura eSegurança Alimen- tar,Saúde, Educaçãoe Desenvolvi- mentoHuma- no,Ciênciae Tecnologia, EnsinoSupe- rioreTécnico Profissional, Indústriae Comércioe Economiae Finanças
    Incentivosao Investimentono SectorIndustrial(1)De- senvolvimento deinstrumen- tosdefacilita- çãodeacesso aomercado dosprodutores nacionais(re- visãodaleide procurement); (2)Redução/ isençãode direitosna importaçãode equipamentos ematéria-pri- maeempresas quereciclam papel; (3)Redução/ isençãodeen- cargosfiscais nosinvesti- mentosligados arevitalização dasindústrias paralisadosno sector.
    Promoção deLigações EmpresariaisEmpresasdo sectordeflo- resta,quími- ca,alimentos, bebidas,saú- de,educação, publicidade emarketing, editoraseli- vrariasemega projectos
    Acessoà Financiamento AdequadoEmprés- timosem volume, custo, prazoapro- priadopara aactividade
    Capacitaçãodo Empresariado eProtecção daIndústria Nacional(1)Formação emgestão,com focoparacom- petênciasna áreaindustrial; (2)Políticasde protecçãode produtoscujos níveisdeprodu- çãosatisfazem partesignifica- tivadaprocura doméstica; (3)Incenti- vosfiscaise aduaneirosnas importaçõesde matérias-primas complemen- tares; (4)Controlode qualidadedos produtos;
    Inovação,Acesso aTecnologia, Pesquisae DesenvolvimentoMobilização deRecursos paraAces- soaNovas Tecnologiase Equipamentos deProdução, Parceriaspara transferência deconheci- knowmento how
    Desenvolvimento doCapital HumanoEspecialida- desnosector deQuímica, engenharia florestale Industrial,
    Infra-Estruturas parao Desenvolvimento EconómicoCamposde Silviculturae derefloresta- mento;Criar condiçõeslo- gísticasparaa exploraçãode matérias-pri- masprodução industrial, laboratórios químicose respectivo escoamento (Estradas, linhasférreas, portos,ener- gia)
    Localização Geográfica2Zam- bézia, Niassa, Nampula, Manica eCabo Delgado
    Principais Matérias-PrimasPolpadepa- pelepapel
    Principais ProdutosPapeldiver- so,cartolina, livros,emba- lagens
    Sub- -sectorPapele Impres- são
  103. Texto do artigo, página 22: Adequadopara
  104. Texto do artigo, página 22: aPromoçãodo
  105. Texto do artigo, página 22: Desenvolvimento
  106. Texto do artigo, página 22: simplesentre
  107. Texto do artigo, página 22: osMinistério
  108. Texto do artigo, página 22: mentoRural,
  109. Texto do artigo, página 22: mentoHuma-
  110. Texto do artigo, página 22: no,Ciênciae
  111. Texto do artigo, página 22: EnsinoSupe-
  112. Texto do artigo, página 22: rioreTécnico
  113. Texto do artigo, página 22: Definiçãode
  114. Texto do artigo, página 22: umModelo
  115. Texto do artigo, página 22: Institucional
  116. Texto do artigo, página 22: Desenvolvi-
  117. Texto do artigo, página 22: Agricultura
  118. Texto do artigo, página 22: eSegurança
  119. Texto do artigo, página 22: Desenvolvi-
  120. Texto do artigo, página 22: Tecnologia,
  121. Texto do artigo, página 22: Profissional,
  122. Texto do artigo, página 22: Comércioe
  123. Texto do artigo, página 22: Economiae
  124. Texto do artigo, página 22: Industrial
  125. Texto do artigo, página 22: Modelode
  126. Texto do artigo, página 22: çãoclaroe
  127. Texto do artigo, página 22: tar,Saúde,
  128. Texto do artigo, página 22: Educaçãoe
  129. Texto do artigo, página 22: Indústriae
  130. Texto do artigo, página 22: coordena-
  131. Texto do artigo, página 22: daTerrae
  132. Texto do artigo, página 22: Alimen-
  133. Texto do artigo, página 22: Finanças
  134. Texto do artigo, página 22: SectorIndustrial
  135. Texto do artigo, página 22: senvolvimento
  136. Texto do artigo, página 22: tosdefacilita-
  137. Texto do artigo, página 22: dosprodutores
  138. Texto do artigo, página 22: visãodaleide
  139. Texto do artigo, página 22: procurement);
  140. Texto do artigo, página 22: importaçãode
  141. Texto do artigo, página 22: maeempresas
  142. Texto do artigo, página 22: isençãodeen-
  143. Texto do artigo, página 22: mentosligados
  144. Texto do artigo, página 22: arevitalização
  145. Texto do artigo, página 22: paralisadosno
  146. Texto do artigo, página 22: Investimentono
  147. Texto do artigo, página 22: deinstrumen-
  148. Texto do artigo, página 22: çãodeacesso
  149. Texto do artigo, página 22: nacionais(re-
  150. Texto do artigo, página 22: equipamentos
  151. Texto do artigo, página 22: ematéria-pri-
  152. Texto do artigo, página 22: cargosfiscais
  153. Texto do artigo, página 22: dasindústrias
  154. Texto do artigo, página 22: Incentivosao
  155. Texto do artigo, página 22: (1)De-
  156. Texto do artigo, página 22: (2)Redução/
  157. Texto do artigo, página 22: quereciclam
  158. Texto do artigo, página 22: (3)Redução/
  159. Texto do artigo, página 22: aomercado
  160. Texto do artigo, página 22: nosinvesti-
  161. Texto do artigo, página 22: isençãode
  162. Texto do artigo, página 22: direitosna
  163. Texto do artigo, página 22: papel;
  164. Texto do artigo, página 22: sector.
  165. Texto do artigo, página 22: ca,alimentos,
  166. Texto do artigo, página 22: de,educação,
  167. Texto do artigo, página 22: vrariasemega
  168. Texto do artigo, página 22: Empresariais
  169. Texto do artigo, página 22: Empresasdo
  170. Texto do artigo, página 22: sectordeflo-
  171. Texto do artigo, página 22: resta,quími-
  172. Texto do artigo, página 22: bebidas,saú-
  173. Texto do artigo, página 22: emarketing,
  174. Texto do artigo, página 22: editoraseli-
  175. Texto do artigo, página 22: Promoção
  176. Texto do artigo, página 22: deLigações
  177. Texto do artigo, página 22: publicidade
  178. Texto do artigo, página 22: projectos
  179. Texto do artigo, página 22: Assim,paracadaindústriaprioritáriaestádefinidooesforçoquedeveráserrealizadoporpilarparaasseguraroseudesenvolvimento.
  180. Texto do artigo, página 22: Financiamento
  181. Texto do artigo, página 22: prazoapro-
  182. Texto do artigo, página 22: priadopara
  183. Texto do artigo, página 22: aactividade
  184. Texto do artigo, página 22: Acessoà
  185. Texto do artigo, página 22: Adequado
  186. Texto do artigo, página 22: timosem
  187. Texto do artigo, página 22: Emprés-
  188. Texto do artigo, página 22: volume,
  189. Texto do artigo, página 22: custo,
  190. Texto do artigo, página 22: Capacitaçãodo
  191. Texto do artigo, página 22: emgestão,com
  192. Texto do artigo, página 22: focoparacom-
  193. Texto do artigo, página 22: (2)Políticasde
  194. Texto do artigo, página 22: níveisdeprodu-
  195. Texto do artigo, página 22: importaçõesde
  196. Texto do artigo, página 22: matérias-primas
  197. Texto do artigo, página 22: (4)Controlode
  198. Texto do artigo, página 22: Empresariado
  199. Texto do artigo, página 22: áreaindustrial;
  200. Texto do artigo, página 22: produtoscujos
  201. Texto do artigo, página 22: çãosatisfazem
  202. Texto do artigo, página 22: partesignifica-
  203. Texto do artigo, página 22: tivadaprocura
  204. Texto do artigo, página 22: aduaneirosnas
  205. Texto do artigo, página 22: eProtecção
  206. Texto do artigo, página 22: daIndústria
  207. Texto do artigo, página 22: (1)Formação
  208. Texto do artigo, página 22: protecçãode
  209. Texto do artigo, página 22: qualidadedos
  210. Texto do artigo, página 22: Nacional
  211. Texto do artigo, página 22: petênciasna
  212. Texto do artigo, página 22: vosfiscaise
  213. Texto do artigo, página 22: complemen-
  214. Texto do artigo, página 22: doméstica;
  215. Texto do artigo, página 22: (3)Incenti-
  216. Texto do artigo, página 22: produtos;
  217. Texto do artigo, página 22: tares;
  218. Texto do artigo, página 23: 3.5.4. Impacto do Gás na Definição das Indústrias Prioritárias
  219. Texto do artigo, página 23: Este cenário trará um grande impacto no nível do desenvolvimento industrial do país. A presente Política e Estratégia Industrial, toma em consideração este factor, olhando para os projectos de investimento do sector industrial previstos no Plano Director do Gás aprovado pelo Governo em 2014.
  220. Texto do artigo, página 23: Moçambique tem um enorme potencial energético, o que proporciona condições favoráveis para a satisfação não apenas das suas necessidades domésticas bem como da região da África Austral e não só. Com efeito, as recentes descobertas de gás natural, colocam Moçambique numa posição bastante privilegiada, na região e no mundo.
  221. Número ou marcador, página 23: 4. Estratégia para o Desenvolvimento Industrial
  222. Texto do artigo, página 23: A estratégia de desenvolvimento industrial consiste na decomposição de acções para materializar a política industrial, através da definição de programas específicos para cada pilar de aposta estratégica com vista a sua concretização. Assim para cada pilar de aposta estratégica definida pela política industrial, foram definidos e explicados um conjunto de programas considerando as seguintes variáveis determinantes: principais produtos, principais matérias-primas e sua respectiva localização geográfica.
  223. Texto do artigo, página 23: O enorme potencial que o gás natural, através dos seus inúmeros derivados possui quando processado, fornece importantes matérias-primas para o desenvolvimento agroindustrial e a produção de combustíveis líquidos, petroquímica e electricidade.
  224. Texto do artigo, página 23: A abundância deste recurso e a localização geográfica privilegiada de Moçambique propicia a instalação de várias indústrias.
  225. Texto do artigo, página 23: 4.1. Programas Estratégicos por Pilares
  226. Texto do artigo, página 23: O uso do gás na indústria nacional e noutros sectores, em combinação com outros recursos energéticos existentes no país vai reduzir a longo prazo a dependência de Moçambique em relação aos derivados do petróleo importados dos quais depende, em grande medida, a economia nacional.
  227. Texto do artigo, página 23: A concretização das metas de cada pilar de aposta estratégica se efectivará através de projectos institucionais (programas) e definição das respectivas estratégias de implementação. A tabela seguinte apresenta os programas estratégicos por pilares.
  228. Texto do artigo, página 23: Tabela 5:Programas Estratégicos por Pilares
  229. Texto do artigo, página 23: N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa 1 Infra-estruturas para o Desenvolvimento Económico Consolidar o Projecto dos Parques Industriais • ►Este programa deve assegurar que todos os projectos de implantação de parques industriais estejam alinhados com a PEI e todos os actores chave relevantes (Instituições do Governo e Sector Privado) estejam a ser envolvidos e a participar activamente no processo; • ►Considerando que já estão a ser envidados esforços para a solução do problema de falta de infra-estruturas para o desenvolvimento da indústria, pretende-se capitalizar a estratégia aprovada e integrar na estratégia do desenvolvimento da Indústria; • ►Por outro lado, deve se garantir a promoção dos parques industriais, atracção dos investidores e financiamentos para projectos industriais em linha com outros programas previstos na PEI, para assegurar que as infra-estruturas tenham um impacto rápido no desenvolvimento industrial. • Projecto aprovado; • Mobilizado o financiamento para os dois (2) parques industriais (Moatize e Mocuba); • Iniciada a Implantação de parques industriais nos locais definidos pelo projecto; • Nível de produção das empresas indústrias nos Parques Indústrias; • Postos de emprego criados pelas empresas industriais nos Parques Industriais; • Volume das Exportações das Empresas dos Parques Indústrias. Consolidar a Estratégia dos Corredores de Desenvolvimento • Os corredores de desenvolvimento constituem um forte incentivo ao • Infra-estruturas chave para o desenvolvimento industrial ao
    N.ºPilarProgramasIndicadores
    DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
    1Infra-estruturas para o Desenvolvimento EconómicoConsolidar o Projecto dos Parques Industriais• ►Este programa deve assegurar que todos os projectos de implantação de parques industriais estejam alinhados com a PEI e todos os actores chave relevantes (Instituições do Governo e Sector Privado) estejam a ser envolvidos e a participar activamente no processo; • ►Considerando que já estão a ser envidados esforços para a solução do problema de falta de infra-estruturas para o desenvolvimento da indústria, pretende-se capitalizar a estratégia aprovada e integrar na estratégia do desenvolvimento da Indústria; • ►Por outro lado, deve se garantir a promoção dos parques industriais, atracção dos investidores e financiamentos para projectos industriais em linha com outros programas previstos na PEI, para assegurar que as infra-estruturas tenham um impacto rápido no desenvolvimento industrial.• Projecto aprovado; • Mobilizado o financiamento para os dois (2) parques industriais (Moatize e Mocuba); • Iniciada a Implantação de parques industriais nos locais definidos pelo projecto; • Nível de produção das empresas indústrias nos Parques Indústrias; • Postos de emprego criados pelas empresas industriais nos Parques Industriais; • Volume das Exportações das Empresas dos Parques Indústrias.
    Consolidar a Estratégia dos Corredores de Desenvolvimento• Os corredores de desenvolvimento constituem um forte incentivo ao• Infra-estruturas chave para o desenvolvimento industrial ao
  230. Texto do artigo, página 24: N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa investimento das infra-estruturas a si associadas. A PEI pretende capitalizar esta estratégia em coordenação com as instituições governamentais relevantes através da promoção do investimento em projectos industriais nos corredores de desenvolvimento; • Na perspectiva da PEI, deve-se identificar projectos adicionais nos Corredores de Desenvolvimento que possam dar maior ímpeto ao desenvolvimento industrial. longo dos Corredores de Desenvolvimento: • KM de Estrada reabilitados ou construídos; • KM de Linhas Férreas reabilitados ou construídas; • Portos Melhorados reabilitados ou construídos. • Número das empresas industriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Produção das empresas indústriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Número de postos de emprego Criado pelas empresas industriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Volume das Exportações das Empresas dos Corredores de Desenvolvimento. Consolidar a Estratégia de Desenvolvimento Integrado dos Sistemas de Transportes • Um sistema integrado de transportes, proporciona a plataforma logística para o desenvolvimento da indústria, pelo que, o objectivo da integração desta estratégia visa assegurar e influenciar que os projectos a si associados irão contribuir para a dinamização do desenvolvimento industrial. • Infra-Estruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento criadas. Consolidar o Programa das ZFI • O Gabinete de Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado (GAZEDA) tem estado a criar Zonas Francas Industriais (ZFIs) que tem contribuído para a implantação de projectos industriais; • Pretende-se que a criação destas ZFIs esteja sempre alinhada com a PEI, para evitar a duplicação de esforços e facilitar a mensuração dos resultados; • O Plano de Implementação da PEI deve incluir a criação das ZFI em coordenação com o MEF (GAZEDA) e MOPHRH. • Número de empresas industriais nas ZFIs; • Nível de Produção Industrial nas ZFIs • Número de postos de emprego criado pelas empresas industriais nas ZFIs; • Volume das exportações das empresas dos ZFIs. 2 Desenvolvimento do Capital Humano Formação Acelerada dos Técnicos das Empresas Industriais • O objectivo é identificar o défice de competências dos profissionais da área industrial e estruturar um plano de formação acelerado e assegurar “quick wins“; • A formação acelerada deverá abranger também novos subsectores da indústria passíveis de introduzir sem necessidade de grandes investimentos; • Número de pacotes de formação desenhados; • Número de técnicos formados; • Melhoria da produtividade; • Número de técnicos absorvidos por indústria prioritária.
    N.ºPilarProgramasIndicadores
    DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
    investimento das infra-estruturas a si associadas. A PEI pretende capitalizar esta estratégia em coordenação com as instituições governamentais relevantes através da promoção do investimento em projectos industriais nos corredores de desenvolvimento; • Na perspectiva da PEI, deve-se identificar projectos adicionais nos Corredores de Desenvolvimento que possam dar maior ímpeto ao desenvolvimento industrial.longo dos Corredores de Desenvolvimento: • KM de Estrada reabilitados ou construídos; • KM de Linhas Férreas reabilitados ou construídas; • Portos Melhorados reabilitados ou construídos. • Número das empresas industriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Produção das empresas indústriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Número de postos de emprego Criado pelas empresas industriais nos Corredores de Desenvolvimento; • Volume das Exportações das Empresas dos Corredores de Desenvolvimento.
    Consolidar a Estratégia de Desenvolvimento Integrado dos Sistemas de Transportes• Um sistema integrado de transportes, proporciona a plataforma logística para o desenvolvimento da indústria, pelo que, o objectivo da integração desta estratégia visa assegurar e influenciar que os projectos a si associados irão contribuir para a dinamização do desenvolvimento industrial.• Infra-Estruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento criadas.
    Consolidar o Programa das ZFI• O Gabinete de Zonas Económicas de Desenvolvimento Acelerado (GAZEDA) tem estado a criar Zonas Francas Industriais (ZFIs) que tem contribuído para a implantação de projectos industriais; • Pretende-se que a criação destas ZFIs esteja sempre alinhada com a PEI, para evitar a duplicação de esforços e facilitar a mensuração dos resultados; • O Plano de Implementação da PEI deve incluir a criação das ZFI em coordenação com o MEF (GAZEDA) e MOPHRH.• Número de empresas industriais nas ZFIs; • Nível de Produção Industrial nas ZFIs • Número de postos de emprego criado pelas empresas industriais nas ZFIs; • Volume das exportações das empresas dos ZFIs.
    2Desenvolvimento do Capital HumanoFormação Acelerada dos Técnicos das Empresas Industriais• O objectivo é identificar o défice de competências dos profissionais da área industrial e estruturar um plano de formação acelerado e assegurar “quick wins“; • A formação acelerada deverá abranger também novos subsectores da indústria passíveis de introduzir sem necessidade de grandes investimentos;• Número de pacotes de formação desenhados; • Número de técnicos formados; • Melhoria da produtividade; • Número de técnicos absorvidos por indústria prioritária.
  231. Texto do artigo, página 25: N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa • Este programa poderá ser implementado através do INEFP e outros centros de formação existentes no país. Consolidar o Programa da Reforma da Educação Profissional • O MCTES está a implementar o Programa Integrado de Reforma da Educação Profissional através da ANEP e recentemente foi aprovada a Lei de Educação Profissional, pretende-se com este programa assegurar que o ensino técnico-profissional tenha orientação suficiente para a Indústria; • Será importante assegurar que os projectos existentes na ANEP estão alinhados como a PEI para minimizar a duplicação de esforços e dispersão de recursos. • Número de programas de Educação Profissional orientados para Indústria; • Número de graduados do Ensino Técnico Profissional com competências relevantes para o desenvolvimento da indústria. Criação do Fundo de Desenvolvimento do Capital Humano para o sector industrial • O Fundo de Desenvolvimento do Capital Humano servirá para materializar outros programas deste pilar. A principal fonte de recursos poderá ser uma taxa sobre os salários de Trabalhadores Estrangeiros; • A gestão do Fundo poderá ser confiada institucionalmente à entidade governamental que será responsável pela implementação da PEI em parceria com o Sector Privado. • Aprovado o Fundo de Desenvolvimento Capital Humano; • Número de projectos de Formação na Área Industrial Financiados; • Número de empresas industriais que canalizam 1% da folha de salários para formação e capacitação dos seus recursos humanos; • Número de beneficiários das Acções de Formação na Área Industrial financiados. Pesquisa, Atracção, Formação e Orientação de Talentos • É importante assegurar que o Sector da Indústria (a nível do Governo e do Sector Privado) disponha de quadros qualificados e com visão estratégica para o desenvolvimento industrial. Os talentos identificados poderão ter a orientação de empreendedores ou de técnicos; • O processo de identificação deverá ser em parceria com as instituições de ensino. • Número de programas de atracção de talentos; • Nível de cobertura territorial dos Programas de Atracção de Talentos; • Número de talentos identificados formados e enquadrados nas empresas. 3 Capacitação das Empresas do Sector e Protecção da Indústria Nacional Implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Certificação de Empresas Industriais • A implementação dos sistemas de gestão de qualidade e a certificação das empresas do sector industrial poderão ser um factor importante para aumentar o acesso ao mercado, sobretudo na cadeia de valor dos megaprojectos pelo grau de exigência que estes tem para com os seus fornecedores; • Este programa pode contribuir para reduzir a fraca qualidade dos produtos das nossas empresas do sector industrial; • O MIC, através do Instituto Nacional de Normalização e Qualidade deverá • Aprovação do Programa de Apoio na Implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Respectiva Certificação; • Número de empresas certificadas; • Variação do volume de negócio das empresas certificadas.
    N.ºPilarProgramasIndicadores
    DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
    • Este programa poderá ser implementado através do INEFP e outros centros de formação existentes no país.
    Consolidar o Programa da Reforma da Educação Profissional• O MCTES está a implementar o Programa Integrado de Reforma da Educação Profissional através da ANEP e recentemente foi aprovada a Lei de Educação Profissional, pretende-se com este programa assegurar que o ensino técnico-profissional tenha orientação suficiente para a Indústria; • Será importante assegurar que os projectos existentes na ANEP estão alinhados como a PEI para minimizar a duplicação de esforços e dispersão de recursos.• Número de programas de Educação Profissional orientados para Indústria; • Número de graduados do Ensino Técnico Profissional com competências relevantes para o desenvolvimento da indústria.
    Criação do Fundo de Desenvolvimento do Capital Humano para o sector industrial• O Fundo de Desenvolvimento do Capital Humano servirá para materializar outros programas deste pilar. A principal fonte de recursos poderá ser uma taxa sobre os salários de Trabalhadores Estrangeiros; • A gestão do Fundo poderá ser confiada institucionalmente à entidade governamental que será responsável pela implementação da PEI em parceria com o Sector Privado.• Aprovado o Fundo de Desenvolvimento Capital Humano; • Número de projectos de Formação na Área Industrial Financiados; • Número de empresas industriais que canalizam 1% da folha de salários para formação e capacitação dos seus recursos humanos; • Número de beneficiários das Acções de Formação na Área Industrial financiados.
    Pesquisa, Atracção, Formação e Orientação de Talentos• É importante assegurar que o Sector da Indústria (a nível do Governo e do Sector Privado) disponha de quadros qualificados e com visão estratégica para o desenvolvimento industrial. Os talentos identificados poderão ter a orientação de empreendedores ou de técnicos; • O processo de identificação deverá ser em parceria com as instituições de ensino.• Número de programas de atracção de talentos; • Nível de cobertura territorial dos Programas de Atracção de Talentos; • Número de talentos identificados formados e enquadrados nas empresas.
    3Capacitação das Empresas do Sector e Protecção da Indústria NacionalImplementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Certificação de Empresas Industriais• A implementação dos sistemas de gestão de qualidade e a certificação das empresas do sector industrial poderão ser um factor importante para aumentar o acesso ao mercado, sobretudo na cadeia de valor dos megaprojectos pelo grau de exigência que estes tem para com os seus fornecedores; • Este programa pode contribuir para reduzir a fraca qualidade dos produtos das nossas empresas do sector industrial; • O MIC, através do Instituto Nacional de Normalização e Qualidade deverá• Aprovação do Programa de Apoio na Implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Respectiva Certificação; • Número de empresas certificadas; • Variação do volume de negócio das empresas certificadas.
  232. Texto do artigo, página 26: N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa desenvolver um projecto específico para o efeito. Promonão do Conteúdo Local dos Produtos Industriais • O aumento do conteúdo local dos produtos manufacturados para além de assegurar a retenção dos recursos financeiros no país aumenta a possibilidade das empresas do sector beneficiarem dos incentivos fiscais disponíveis à luz da legislação em vigor; • A implementação deste programa deve ser feita duma forma integrada e com carácter multissectorial. Requer a importação de tecnologias para a transformação de recursos naturais existentes e incorporação como matéria-prima noutras indústrias ou alargamento da cadeia de valor. Para uma melhor monitoria dos resultados, dever-se-á desenhar projectos para as indústrias tradicionais e os associados a exploração dos recursos naturais, como gás, carvão, de entre outros. • Variação do valor acrescentado médio da indústria; • Volume de transacções entre megaprojectos e empresas industriais; • Volume de transacções entre o Estado e as empresas industriais; • Volume de matériaprima local absorvida pela indústria. Promoção do Acesso Privelegiado às Oportunidades de Fornecimento ao Estado e aos Megaprojectos • O acesso ao mercado é um aspecto chave para o incentivo ao investimento no sector e desenvolvimento da indústria. O Estado e os megaprojectos como grandes consumidores de bens e serviços podem dar um grande contributo neste sentido; • Por outro lado este programa representa um contributo para o reforço das ligações empresariais que por sua vez aumenta o efeito multiplicador dos projectos industriais. • Volume de transacções entre megaprojectos empresas industriais; • Volume de transacções entre o Estado e as empresas industriais. 4 Acesso à Financiamento Adequado Programa para assegurar o financiamento ao sector da indústria • A existência duma instituição financeira vocacionada ao financiamento de projectos industriais visa responder à carência de crédito em condições que se ajustam às características da actividade industrial em termos de volume, prazos, taxas de juro, de entre outras condições; • A fonte de financiamento da instituição poderá incluir receitas provenientes da exploração de recursos minerais, capitais privados e investimento do Estado; • O modelo institucional a adoptar deverá privilegiar a resolução dos problemas de acesso ao financiamento de forma sustentável. • Volume de Crédito concedido; • Número de empresas do Sector Industrial beneficiárias de crédito. Criação de Linhas de Crédito para Financiamento da Indústria • A solução do acesso ao financiamento para as empresas do sector industrial não será resolvido unicamente pela criação do Banco de Desenvolvimento Industrial ou Fundo de Fomento Industrial. • Número de Linhas de Crédito; • Volume de Crédito concedido à empresas industriais através das linhas de crédito;
    N.ºPilarProgramasIndicadores
    DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
    desenvolver um projecto específico para o efeito.
    Promonão do Conteúdo Local dos Produtos Industriais• O aumento do conteúdo local dos produtos manufacturados para além de assegurar a retenção dos recursos financeiros no país aumenta a possibilidade das empresas do sector beneficiarem dos incentivos fiscais disponíveis à luz da legislação em vigor; • A implementação deste programa deve ser feita duma forma integrada e com carácter multissectorial. Requer a importação de tecnologias para a transformação de recursos naturais existentes e incorporação como matéria-prima noutras indústrias ou alargamento da cadeia de valor. Para uma melhor monitoria dos resultados, dever-se-á desenhar projectos para as indústrias tradicionais e os associados a exploração dos recursos naturais, como gás, carvão, de entre outros.• Variação do valor acrescentado médio da indústria; • Volume de transacções entre megaprojectos e empresas industriais; • Volume de transacções entre o Estado e as empresas industriais; • Volume de matériaprima local absorvida pela indústria.
    Promoção do Acesso Privelegiado às Oportunidades de Fornecimento ao Estado e aos Megaprojectos• O acesso ao mercado é um aspecto chave para o incentivo ao investimento no sector e desenvolvimento da indústria. O Estado e os megaprojectos como grandes consumidores de bens e serviços podem dar um grande contributo neste sentido; • Por outro lado este programa representa um contributo para o reforço das ligações empresariais que por sua vez aumenta o efeito multiplicador dos projectos industriais.• Volume de transacções entre megaprojectos empresas industriais; • Volume de transacções entre o Estado e as empresas industriais.
    4Acesso à Financiamento AdequadoPrograma para assegurar o financiamento ao sector da indústria• A existência duma instituição financeira vocacionada ao financiamento de projectos industriais visa responder à carência de crédito em condições que se ajustam às características da actividade industrial em termos de volume, prazos, taxas de juro, de entre outras condições; • A fonte de financiamento da instituição poderá incluir receitas provenientes da exploração de recursos minerais, capitais privados e investimento do Estado; • O modelo institucional a adoptar deverá privilegiar a resolução dos problemas de acesso ao financiamento de forma sustentável.• Volume de Crédito concedido; • Número de empresas do Sector Industrial beneficiárias de crédito.
    Criação de Linhas de Crédito para Financiamento da Indústria• A solução do acesso ao financiamento para as empresas do sector industrial não será resolvido unicamente pela criação do Banco de Desenvolvimento Industrial ou Fundo de Fomento Industrial.• Número de Linhas de Crédito; • Volume de Crédito concedido à empresas industriais através das linhas de crédito;
  233. Texto do artigo, página 27: N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa • Assim poder-se-á mobilizar fundos para a criação de linhas de crédito sob gestão de bancos comerciais em que estes possam também contribuir com os seus recursos como uma combinação de esforços para a solução do problema; • Neste programa o Estado poderá assumir parte ou a totalidade do risco de crédito. • Número de Empresas beneficiárias das Linhas de Crédito; • Taxa de Juro média das Linhas de Crédito Vs média do Sistema Bancário Nacional; • Taxa de Crédito em Risco das Linhas de Crédito. Acordos junto da Banca Comercial para o Desenvolvimento de Produtos de Crédito para Indústria • Pretende-se com este programa chamar as instituições financeiras para contribuírem para o desenvolvimento da indústria, desenvolvendo produtos de créditos orientado para as necessidades das empresas do sector. • Produto financeiros criados orientados para o sector industrial; • Número de Empresas beneficiários dos produtos financeiros criados orientados para sector industrial. 5 Promoção de Ligações Empresariais Programa de ligações empresariais Mapeamento das Ofertas das Empresas Industriais e Criação do Banco de Dados • Uma das limitações para incrementar as ligações empresariais é a falta de informação sobre os produtos e serviços oferecidos localmente, assim pretendese a Criação do Banco de Dados, manutenção e difusão da informação; • Esta deverá estar disponível para o público através do Página de Internet do MIC e da CTA; • Para além de promover as ligações empresariais este programa irá contribuir para o aumento de acesso ao mercado das empresas do sector industrial, através da maior divulgação dos seus produtos. • Criação de banco de dados das empresas industriais; • Evolução da diversificação da oferta de produtos industriais. Incubação de Empresas do Sector Industrial • Na base de um processo de identificação e sistematização da informação das necessidades de produtos e serviços do mercado o programa irá promover a incubação e capacitação de micro e médias empresas do sector industrial; • Os recursos para o financiamento do programa poderão ser para a Criação de Fundo de Desenvolvimento Capital Humano. • Aprovação do projecto de incubação de empresas industriais; • Empresas industriais incubadas; • Nível de cobertura territorial do projecto; • Volume de produção das empresas incubadas; • Número de postos de emprego gerados. Facilitação de Informação e Acesso ao Mercado Local • Pretende-se com este programa recolher e difundir informação sobre as oportunidades de negócio entre as empresas do sector industrial, nos megaprojectos e no Estado; • A instituição responsável pela implementação da PEI deverá envidar esforço de partilha de informação sobre as oportunidades existentes e definir uma plataforma de difusão. • Volume de transacções entre empresas do sector industrial e dos outros sectores; • Aprovação do Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial; • Aprovação do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria;
    N.ºPilarProgramasIndicadores
    DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
    • Assim poder-se-á mobilizar fundos para a criação de linhas de crédito sob gestão de bancos comerciais em que estes possam também contribuir com os seus recursos como uma combinação de esforços para a solução do problema; • Neste programa o Estado poderá assumir parte ou a totalidade do risco de crédito.• Número de Empresas beneficiárias das Linhas de Crédito; • Taxa de Juro média das Linhas de Crédito Vs média do Sistema Bancário Nacional; • Taxa de Crédito em Risco das Linhas de Crédito.
    Acordos junto da Banca Comercial para o Desenvolvimento de Produtos de Crédito para Indústria• Pretende-se com este programa chamar as instituições financeiras para contribuírem para o desenvolvimento da indústria, desenvolvendo produtos de créditos orientado para as necessidades das empresas do sector.• Produto financeiros criados orientados para o sector industrial; • Número de Empresas beneficiários dos produtos financeiros criados orientados para sector industrial.
    5Promoção de Ligações EmpresariaisPrograma de ligações empresariais Mapeamento das Ofertas das Empresas Industriais e Criação do Banco de Dados• Uma das limitações para incrementar as ligações empresariais é a falta de informação sobre os produtos e serviços oferecidos localmente, assim pretendese a Criação do Banco de Dados, manutenção e difusão da informação; • Esta deverá estar disponível para o público através do Página de Internet do MIC e da CTA; • Para além de promover as ligações empresariais este programa irá contribuir para o aumento de acesso ao mercado das empresas do sector industrial, através da maior divulgação dos seus produtos.• Criação de banco de dados das empresas industriais; • Evolução da diversificação da oferta de produtos industriais.
    Incubação de Empresas do Sector Industrial• Na base de um processo de identificação e sistematização da informação das necessidades de produtos e serviços do mercado o programa irá promover a incubação e capacitação de micro e médias empresas do sector industrial; • Os recursos para o financiamento do programa poderão ser para a Criação de Fundo de Desenvolvimento Capital Humano.• Aprovação do projecto de incubação de empresas industriais; • Empresas industriais incubadas; • Nível de cobertura territorial do projecto; • Volume de produção das empresas incubadas; • Número de postos de emprego gerados.
    Facilitação de Informação e Acesso ao Mercado Local• Pretende-se com este programa recolher e difundir informação sobre as oportunidades de negócio entre as empresas do sector industrial, nos megaprojectos e no Estado; • A instituição responsável pela implementação da PEI deverá envidar esforço de partilha de informação sobre as oportunidades existentes e definir uma plataforma de difusão.• Volume de transacções entre empresas do sector industrial e dos outros sectores; • Aprovação do Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial; • Aprovação do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria;
  234. Texto do artigo, página 28: N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa • Volume de investimentos realizado na Indústria aprovado pelo Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial. 6 Incentivos ao Investimento no Sector Industrial Consolidar a Estratégia de Promoção do Investimento Privado em Moçambique • O MEF, através do CPI, aprovou o Plano Estratégico de Promoção de Investimento Privado em Moçambique e pretende-se consolidar este documento e capitalizar as linhas de orientação estratégicas relevantes para o Sector Industrial. • Aprovação do Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial; • Aprovação do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria; • Volume de Investimentos Realizado na Indústria aprovado pelo Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial. Consolidar a Estratégia de Melhoria de Ambiente de Negócios • O ambiente de negócio é uma variável chave para o aumento do investimento, crescimento e desenvolvimento de projectos industriais implantadas através de políticas e programas que concorram para um melhor ambiente, nos últimos anos. • Aprovação de Indicadores da Avaliação do Ambiente de Negócios Específico para a Indústria; • Número de avaliações realizada por ano; • Evolução de Indicadores da Avaliação de Ambiente de Negócios Específico para a Indústria. Revisão do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria • Existem alguns incentivos para o investimento no sector industrial, mas excluindo os das ZFIs a maioria é genérica e para que a industrialização ganhe a dinâmica que se pretende é preciso que se defina um pacote de incentivos específicos. • Aprovação do pacote de incentivos ao investimento no sector industrial; • Aumento do volume de investimentos no sector industrial em níveis maiores que os actuais. 7 Inovação, Acesso a Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento Promoção do Acesso à Novas Tecnologias de Produção • Definir políticas que facilitem o acesso ao financiamento de baixo custo e incentivos para à aquisição de meios produtivos e tecnológicos avançados através de financiadores internos ou externos. • Aprovação do Programa e Orçamento para a Promoção do Acesso a Novas Tecnologias de Produção; • Projectos de Acesso a Tecnologias Aprovados e Financiados. Criação de Centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial • Massificar os centros de pesquisa e de desenvolvimento industrial devidamente apetrechados com equipamentos e metodologias de pesquisa modernas e pessoal altamente qualificado. • Centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial apetrechados ou criados; • Número de Projectos de Produção Industrial Inovadores Implementados;
    N.ºPilarProgramasIndicadores
    DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
    • Volume de investimentos realizado na Indústria aprovado pelo Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial.
    6Incentivos ao Investimento no Sector IndustrialConsolidar a Estratégia de Promoção do Investimento Privado em Moçambique• O MEF, através do CPI, aprovou o Plano Estratégico de Promoção de Investimento Privado em Moçambique e pretende-se consolidar este documento e capitalizar as linhas de orientação estratégicas relevantes para o Sector Industrial.• Aprovação do Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial; • Aprovação do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria; • Volume de Investimentos Realizado na Indústria aprovado pelo Programa de Promoção de Investimento para o Sector Industrial.
    Consolidar a Estratégia de Melhoria de Ambiente de Negócios• O ambiente de negócio é uma variável chave para o aumento do investimento, crescimento e desenvolvimento de projectos industriais implantadas através de políticas e programas que concorram para um melhor ambiente, nos últimos anos.• Aprovação de Indicadores da Avaliação do Ambiente de Negócios Específico para a Indústria; • Número de avaliações realizada por ano; • Evolução de Indicadores da Avaliação de Ambiente de Negócios Específico para a Indústria.
    Revisão do Pacote de Incentivos Específicos para Investimentos na Indústria• Existem alguns incentivos para o investimento no sector industrial, mas excluindo os das ZFIs a maioria é genérica e para que a industrialização ganhe a dinâmica que se pretende é preciso que se defina um pacote de incentivos específicos.• Aprovação do pacote de incentivos ao investimento no sector industrial; • Aumento do volume de investimentos no sector industrial em níveis maiores que os actuais.
    7Inovação, Acesso a Tecnologia, Pesquisa e DesenvolvimentoPromoção do Acesso à Novas Tecnologias de Produção• Definir políticas que facilitem o acesso ao financiamento de baixo custo e incentivos para à aquisição de meios produtivos e tecnológicos avançados através de financiadores internos ou externos.• Aprovação do Programa e Orçamento para a Promoção do Acesso a Novas Tecnologias de Produção; • Projectos de Acesso a Tecnologias Aprovados e Financiados.
    Criação de Centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial• Massificar os centros de pesquisa e de desenvolvimento industrial devidamente apetrechados com equipamentos e metodologias de pesquisa modernas e pessoal altamente qualificado.• Centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial apetrechados ou criados; • Número de Projectos de Produção Industrial Inovadores Implementados;
  235. Texto do artigo, página 29: N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa • Volume de Produção resultante da implementação de Projectos de Produção Industrial Inovadores implementados; • Postos de Emprego resultante da implementação de Projectos de Produção Industrial Inovadores Implementados. Estabelecimento de Parcerias e Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Seguimentos Industriais • Criar parcerias público-privado com enfoque na disponibilização de serviços tecnológicos de apoio às MPME inovadoras em seguimentos novos industriais; • O MCTES, através de incubadoras tecnológicas, desenhar programas específicos de apoio em matérias de serviços tecnológicos e qualidade da gestão empresarial virados ao desenvolvimento de ideias inovadoras com vista ao alcance do desenvolvimento industrial a nível nacional. • Número de Projectos de Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Seguimentos Industriais implementados; • Número de Empresas de novos seguimentos industriais criados; • Volume de Produção de novos seguimentos industriais • Postos de Emprego gerados por novos seguimentos industriais. Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME do Sector Industrial • Desenvolver cursos direccionados à automatização dos processos produtivos e gestão industrial com recurso aos meios tecnológicos modernos e de baixo custo; • As entidades implementadoras devem criar parcerias de aplicação de fundos sectoriais virados à capacitação de técnicos Extensionistas especializados em desenvolvimento industrial para alavancar as MPME; • Aprovação da Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME; • Número de Extensionistas Industriais; • Nível de cobertura territorial dos Serviços dos Extensionistas Industriais; • Índice de Satisfação dos MPME do sector industrial com os Serviços dos Extensionistas Industriais. Restruturaçãoda e Capacitação da DNI • Desenvolver um conjunto de mecanismos que permitam maior coordenação da DNI em forma de cascata, desde a Direcção Nacional, passando pelas Direcções Provinciais até aos Serviços Distritais; • Flexibilizar a comunicação dentro do MIC obedecendo a hierarquia na vertical, isto é, desde a base até ao topo e na horizontal com os outros sectores, entre as unidades orgânicas do mesmo nível; • Dotar a DNI e os seus respectivos órgãos provinciais e distritais de meios de trabalho flexíveis e modernos de forma a responder a crescente demanda processual; • ►Índice de Satisfação dos Operadores do ramo industrial
    N.ºPilarProgramasIndicadores
    DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
    • Volume de Produção resultante da implementação de Projectos de Produção Industrial Inovadores implementados; • Postos de Emprego resultante da implementação de Projectos de Produção Industrial Inovadores Implementados.
    Estabelecimento de Parcerias e Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Seguimentos Industriais• Criar parcerias público-privado com enfoque na disponibilização de serviços tecnológicos de apoio às MPME inovadoras em seguimentos novos industriais; • O MCTES, através de incubadoras tecnológicas, desenhar programas específicos de apoio em matérias de serviços tecnológicos e qualidade da gestão empresarial virados ao desenvolvimento de ideias inovadoras com vista ao alcance do desenvolvimento industrial a nível nacional.• Número de Projectos de Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Seguimentos Industriais implementados; • Número de Empresas de novos seguimentos industriais criados; • Volume de Produção de novos seguimentos industriais • Postos de Emprego gerados por novos seguimentos industriais.
    Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME do Sector Industrial• Desenvolver cursos direccionados à automatização dos processos produtivos e gestão industrial com recurso aos meios tecnológicos modernos e de baixo custo; • As entidades implementadoras devem criar parcerias de aplicação de fundos sectoriais virados à capacitação de técnicos Extensionistas especializados em desenvolvimento industrial para alavancar as MPME;• Aprovação da Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME; • Número de Extensionistas Industriais; • Nível de cobertura territorial dos Serviços dos Extensionistas Industriais; • Índice de Satisfação dos MPME do sector industrial com os Serviços dos Extensionistas Industriais.
    Restruturaçãoda e Capacitação da DNI• Desenvolver um conjunto de mecanismos que permitam maior coordenação da DNI em forma de cascata, desde a Direcção Nacional, passando pelas Direcções Provinciais até aos Serviços Distritais; • Flexibilizar a comunicação dentro do MIC obedecendo a hierarquia na vertical, isto é, desde a base até ao topo e na horizontal com os outros sectores, entre as unidades orgânicas do mesmo nível; • Dotar a DNI e os seus respectivos órgãos provinciais e distritais de meios de trabalho flexíveis e modernos de forma a responder a crescente demanda processual;• ►Índice de Satisfação dos Operadores do ramo industrial
  236. Texto do artigo, página 30: N.º Pilar Programas Indicadores Designação Justificativa e Racional do Programa Reestruturação do IPEME e Definição do Modelo de Relacionamento deste com a DNI • O MIC deverá criar medidas que garantam um suporte mais efectivo e sustentável aos operadores e investidores industriais, pelo IPEME; • Melhorar/simplificar a tramitação de processos entre ambos órgãos por forma a dinamizar o desenvolvimento industrial nacional; • Definir o modelo de relacionamento MIC, DNI, IPEME e INNOQ. • Criação de uma Área Específica no IPEME para Desenvolver, implementar e atender MPME do sector industrial; • Aprovação do Modelo de Relacionamento entre IPEME, INNOQ, DNI em matéria de promoção do desenvolvimento Industrial Criação de uma Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial • Promover relações de coordenação e envolvimento entre os diferentes sectores económicos, sob a gestão de uma plataforma de coordenação única a todos os níveis hierárquicos, que concorram para o desenvolvimento industrial. • Aprovação da Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial; • Índice de Satisfação dos Operadores Industriais com a resposta das questões transversais para o desenvolvimento industrial; • Assinatura de Memorandum de Entendimento entre as diferentes entidades governamentais envolvidas no desenvolvimento industrial. Criação de uma Plataforma de Coordenação Governo-Sector Privado para o Desenvolvimento Industrial • Definir o modelo de coordenação e articulação contínua entre o Governo e Sector Privado assegurando que cada uma das partes está ao corrente dos projectos em curso, através da troca de informação formal; • Assegurar a integração do Sector Privado na monitoria da implementação da PEI. • Aprovação da Criação de uma Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado para o Desenvolvimento Industrial; • TORs da Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado para o Desenvolvimento Industrial; • Índice de Satisfação dos Operadores Industriais com a Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado o para o Desenvolvimento Industrial; • Assinatura de Memorandum de Entendimento entre as diferentes entidades públicas e privadas, envolvidas no desenvolvimento industrial.
    N.ºPilarProgramasIndicadores
    DesignaçãoJustificativa e Racional do Programa
    Reestruturação do IPEME e Definição do Modelo de Relacionamento deste com a DNI• O MIC deverá criar medidas que garantam um suporte mais efectivo e sustentável aos operadores e investidores industriais, pelo IPEME; • Melhorar/simplificar a tramitação de processos entre ambos órgãos por forma a dinamizar o desenvolvimento industrial nacional; • Definir o modelo de relacionamento MIC, DNI, IPEME e INNOQ.• Criação de uma Área Específica no IPEME para Desenvolver, implementar e atender MPME do sector industrial; • Aprovação do Modelo de Relacionamento entre IPEME, INNOQ, DNI em matéria de promoção do desenvolvimento Industrial
    Criação de uma Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial• Promover relações de coordenação e envolvimento entre os diferentes sectores económicos, sob a gestão de uma plataforma de coordenação única a todos os níveis hierárquicos, que concorram para o desenvolvimento industrial.• Aprovação da Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial; • Índice de Satisfação dos Operadores Industriais com a resposta das questões transversais para o desenvolvimento industrial; • Assinatura de Memorandum de Entendimento entre as diferentes entidades governamentais envolvidas no desenvolvimento industrial.
    Criação de uma Plataforma de Coordenação Governo-Sector Privado para o Desenvolvimento Industrial• Definir o modelo de coordenação e articulação contínua entre o Governo e Sector Privado assegurando que cada uma das partes está ao corrente dos projectos em curso, através da troca de informação formal; • Assegurar a integração do Sector Privado na monitoria da implementação da PEI.• Aprovação da Criação de uma Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado para o Desenvolvimento Industrial; • TORs da Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado para o Desenvolvimento Industrial; • Índice de Satisfação dos Operadores Industriais com a Plataforma de Coordenação GovernoSector Privado o para o Desenvolvimento Industrial; • Assinatura de Memorandum de Entendimento entre as diferentes entidades públicas e privadas, envolvidas no desenvolvimento industrial.
  237. Número ou marcador, página 31: 5. Medidas de Estímulo para o Desenvolvimento Industrial As medidas de estimulo aqui propostas, visam assegurar a
  238. Texto do artigo, página 31: geração de impactos rápidos (quick wins) no desenvolvimento industrial criando a dinâmica necessária no sector, mobilizando a comunidade empresarial a aumentar os investimentos na indústria, expandir a produção, emprego e o arranque do ciclo da transformação estrutural da economia.
  239. Texto do artigo, página 31: A proposta resulta de uma avaliação combinada entre os resultados de diagnóstico e a análise comparativa de medidas de estímulo para o desenvolvimento da Indústria com base em experiências internacionais, avaliando a natureza e tipos de incentivos industriais fornecidos e resultados alcançados.
  240. Texto do artigo, página 31: Os resultados do diagnóstico do sector industrial apontam como principais constrangimentos questões como Infra-estruturas (altos custos das ligações internas, necessidade de melhoria e extensão da rede rodoviária e ferroviária, regularidade e existência de linhas de cabotagem, necessidade de melhoria da periodicidade, quantidade e qualidade no fornecimento de energia e água), acesso aos mercados, processos aduaneiros burocráticos e a forte concorrência de produtos internacionais. Este cenário remete a tomada de medidas de estímulo que promovam a melhoria das Infra-estruturas, protecção do empresariado nacional, diversificação e crescimento do tecido industrial local e fortalecimento das cadeias de valor.
  241. Texto do artigo, página 31: Constatou-se que vários países como Índia, Brasil e África do Sul têm combinado diversos tipos de estímulos gerais e específicos a indústria, tais como concessão de empréstimos, programas de crédito a regiões particulares, incentivos fiscais (que
  242. Texto do artigo, página 31: incluem isenção, dedução ou especial exclusão de tributação sobre a receita bruta, crédito fiscal, alíquota preferencial), simplificação de procedimentos aduaneiros e as encomendas governamentais para as empresas, em particular a pesquisa e desenvolvimento durante um tempo determinado. Estes incentivos são fornecidos mediante critérios explícitos e por vezes selectivos, que permitem acompanhar o desempenho e monitoramento efectivo das indústrias, incluindo critérios de acesso preferencial bem como proibições.
  243. Texto do artigo, página 31: As medidas de estímulo subdividem-se em cinco grupos, designadamente:
  244. Texto do artigo, página 31: 1) Incentivos e simplificação de procedimentos do Investimento no Sector Industrial; 2) Promoção de acesso ao financiamento; 3) Preferência de produtos nacionais nas compras do Governo; 4) Investimento em Infra-estruturas para o desenvolvimento industrial através de Parcerias Público Privadas; 5) Incentivos fiscais e aduaneiros.
  245. Texto do artigo, página 31: Apresenta-se a seguir o detalhe de cada uma das mediadas de estímulo para o desenvolvimento industrial.
  246. Texto do artigo, página 31: 5.1. Incentivo ao Investimento em Infra-estruturas para o Desenvolvimento Industrial Através de Parcerias Público Privadas
  247. Texto do artigo, página 31: Apresenta-se aqui o conjunto das acções a serem desenvolvidas com vista a atrair o investimento do sector privado em infraestruturas chave para o desenvolvimento da indústria.
  248. Texto do artigo, página 31: Tabela 6: Incentivos ao Investimento em Infra-estruturas para o Desenvolvimento Industrial Através de PPP Incentivo Investimentos em Infra-estruturas para o Desenvolvimento Industrial Através de Parcerias Público Privadas
  249. Texto do artigo, página 31: Monitoria e Objectivos Fundamentação Plano de Acções Controlo dos Impactos Assegurar a existência de As infra-estruturas representam • Revisão da Lei 15/2011, de 10 de Agosto infra-estruturas adequadas um factor chave para o (Parceria Público Privada), com enfase na para o desenvolvimento desenvolvimento da indústria e o criação de estímulos para a participação do industrial; Estado, por si só não poderá dar sector privado na construção e exploração de Estimular a criação de clusters industriais; Reduzir os custos de resposta às necessidades desta componente a curto e médio prazo dado a limitação de recursos para infra-estruturas; • Isenção do pagamento do IRPC até à recuperação do investimento aos privados transacções e aumentar responder a diversas necessidades que investem na construção e exploração a competitividade da sobre a sua alçada. de infra-estruturas para a indústria, parques N/A produção industrial. As PPPs podem ser uma industriais, linhas férreas, estradas, rede alternativa para solução parcial eléctrica, de entre outros; do problema de infra-estruturas, • Isenções de direitos na importação de como apontam alguns estudos equipamentos; internacionais realizados sobre o • Promoção das oportunidades de país, por exemplo, Conferência das investimentos em parques industriais para Nações Unidas sobre Comércio e investidores privados, realçando os incentivos Desenvolvimento. a serem definidos.
    Monitoria e
    ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesControlo dos
    Impactos
    Assegurar a existência deAs infra-estruturas representam• Revisão da Lei 15/2011, de 10 de Agosto
    infra-estruturas adequadasum factor chave para o(Parceria Público Privada), com enfase na
    para o desenvolvimentodesenvolvimento da indústria e ocriação de estímulos para a participação do
    industrial;Estado, por si só não poderá darsector privado na construção e exploração de
    Estimular a criação de clusters industriais; Reduzir os custos deresposta às necessidades desta componente a curto e médio prazo dado a limitação de recursos parainfra-estruturas; • Isenção do pagamento do IRPC até à recuperação do investimento aos privados
    transacções e aumentarresponder a diversas necessidadesque investem na construção e exploração
    a competitividade dasobre a sua alçada.de infra-estruturas para a indústria, parquesN/A
    produção industrial.As PPPs podem ser umaindustriais, linhas férreas, estradas, rede
    alternativa para solução parcialeléctrica, de entre outros;
    do problema de infra-estruturas,• Isenções de direitos na importação de
    como apontam alguns estudosequipamentos;
    internacionais realizados sobre o• Promoção das oportunidades de
    país, por exemplo, Conferência dasinvestimentos em parques industriais para
    Nações Unidas sobre Comércio einvestidores privados, realçando os incentivos
    Desenvolvimento.a serem definidos.
  250. Texto do artigo, página 31: 5.2. Promoção de Acesso ao Financiamento As acções de promoção do acesso ao financiamento a serem implementadas durante a vigência da PEI assumem diversas vertentes
  251. Texto do artigo, página 31: destinadas a diminuir o risco de crédito para os bancos e aumento da disponibilidade de recursos financeiros.
  252. Texto do artigo, página 32: Tabela 7: Promoção de Acesso ao Financiamento Promoção de Acesso ao Financiamento
  253. Texto do artigo, página 32: Monitoria e Objectivos Fundamentação Plano de Acções Controlo dos Impactos O acesso ao financiamento é apontado pelos empresários do sector como umas das principais Assegurar maior disponibilidade de recursos financeiros às empresas e investidores através de medidas complementares de mitigação do risco barreiras ao desenvolvimento industrial; Por outro lado o sector bancário argumenta que o reduzido volume de financiamento ao sector prendese com elevado risco que este apresenta; Propõe-se aqui um conjunto de acções complementares que • Introdução de um seguro de crédito para financiamento bancário às empresas do sector industrial; • Criação de Fundo de Garantia de Crédito; • Facilitação do acesso ao financiamento através de mobilização de recursos financeiros para a criação de linhas de crédito concessionais. N/A possam aumentar a disponibilidade de recursos financeiros para a indústria.
    Monitoria e
    ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesControlo dos
    Impactos
    O acesso ao financiamento é
    apontado pelos empresários do
    sector como umas das principais
    Assegurar maior disponibilidade de recursos financeiros às empresas e investidores através de medidas complementares de mitigação do riscobarreiras ao desenvolvimento industrial; Por outro lado o sector bancário argumenta que o reduzido volume de financiamento ao sector prendese com elevado risco que este apresenta; Propõe-se aqui um conjunto de acções complementares que• Introdução de um seguro de crédito para financiamento bancário às empresas do sector industrial; • Criação de Fundo de Garantia de Crédito; • Facilitação do acesso ao financiamento através de mobilização de recursos financeiros para a criação de linhas de crédito concessionais.N/A
    possam aumentar a disponibilidade
    de recursos financeiros para a
    indústria.
  254. Texto do artigo, página 32: 5.3. Preferência de Produtos Nacionais nas Compras do Governo A promoção da preferência dos produtos nacionais nas compras do Governo está orientada a aumentar o mercado dos produtos da
  255. Texto do artigo, página 32: indústria nacional e incentivar por esta via o investimento.
  256. Texto do artigo, página 32: Tabela 8: Preferência de Produtos Nacionais nas Compras do Governo Encomendas Governamentais em Produtos Nacionais e Expansão do Mercado
  257. Texto do artigo, página 32: Objectivos Fundamentação Plano de Acções Monitoria e Controlo dos Impactos O Estado é o maior consumidor da economia e se uma parte significativa dos gastos forem direccionados Expansão do mercado dos produtos nacionais, estimulando o aumento da produção industrial, emprego e receitas fiscais através da aquisição de produtos nacionais pelo Estado. para produtos e serviços de empresas nacionais pode estimular o aumento da produção, emprego e consequentemente as receitas fiscais. Este tipo de medidas tem um efeito multiplicador na economia e potencial para a criação de ligações empresariais. Existem sectores já identificados no processo da auscultação do sector privado no âmbito da Revisão da Política e Estratégia Industrial, designadamente: • Têxteis e Vestuário (com enfoque nos fardamentos escolares, funcionários públicos, militares e paramilitares, hospitalares, professores, roupa hospitalar); • Revisão do Decreto sobre procurement, dando primazia a produtos nacionais, que tenham um valor acrescentado mínimo de 20%. • Padronização dos fardamentos escolares e dos funcionários públicos. • Redução/isenção de encargos fiscais nos investimentos ligados a revitalização das indústrias paralisadas dos sectores prioritários; • Criação de um dispositivo que estabelece as condições de acesso às compras do Estado, designadamente: • Manutenção dos números de postos de trabalho; • Regularidade fiscal; Para assegurar o uso inadequado desta medida as UGEAs deverão verificar numa base regular que as empresas beneficiárias cumprem com as condições que ditaram a sua selecção, designadamente: • Não estão a recorrer às importações de produtos acabados para garantirem o fornecimento; • Mantém ou aumentam os postos de emprego. • Mobiliário (enfoque para carteira • Aumento contínuo do valor escolar); acrescentado dos produtos. • Papel e impressão; • Química; • Automóvel.
    ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesMonitoria e Controlo dos Impactos
    O Estado é o maior consumidor da
    economia e se uma parte significativa
    dos gastos forem direccionados
    Expansão do mercado dos produtos nacionais, estimulando o aumento da produção industrial, emprego e receitas fiscais através da aquisição de produtos nacionais pelo Estado.para produtos e serviços de empresas nacionais pode estimular o aumento da produção, emprego e consequentemente as receitas fiscais. Este tipo de medidas tem um efeito multiplicador na economia e potencial para a criação de ligações empresariais. Existem sectores já identificados no processo da auscultação do sector privado no âmbito da Revisão da Política e Estratégia Industrial, designadamente: • Têxteis e Vestuário (com enfoque nos fardamentos escolares, funcionários públicos, militares e paramilitares, hospitalares, professores, roupa hospitalar);• Revisão do Decreto sobre procurement, dando primazia a produtos nacionais, que tenham um valor acrescentado mínimo de 20%. • Padronização dos fardamentos escolares e dos funcionários públicos. • Redução/isenção de encargos fiscais nos investimentos ligados a revitalização das indústrias paralisadas dos sectores prioritários; • Criação de um dispositivo que estabelece as condições de acesso às compras do Estado, designadamente: • Manutenção dos números de postos de trabalho; • Regularidade fiscal;Para assegurar o uso inadequado desta medida as UGEAs deverão verificar numa base regular que as empresas beneficiárias cumprem com as condições que ditaram a sua selecção, designadamente: • Não estão a recorrer às importações de produtos acabados para garantirem o fornecimento; • Mantém ou aumentam os postos de emprego.
    • Mobiliário (enfoque para carteira• Aumento contínuo do valor
    escolar);acrescentado dos produtos.
    • Papel e impressão;
    • Química;
    • Automóvel.
  258. Texto do artigo, página 33: 5.4. Incentivos e Simplificação de Procedimentos do Investimento no Sector Industrial A simplificação de procedimentos do investimento é uma acção multissectorial destinada a estimular o investimento na indústria. 5.5. Incentivos Fiscais e Aduaneiros
  259. Texto do artigo, página 33: Tabela 9: Incentivo e Simplificação de Procedimentos do Investimento no Sector Industrial
  260. Texto do artigo, página 33: Incentivos e Simplificação de Procedimentos do Investimento no Sector Industrial
  261. Texto do artigo, página 33: Objectivos Fundamentação Plano de Acções Monitoria e Controlo dos Impactos Facilitação do acesso a terra pelos Vários estudos recentes, incluindo investidores, através da articulação da Conferência das Nações Unidas entre o CPI, MIC e MITADER, Aumentar o sobre Comércio e Desenvolvimento, através da criação de reservas Definição de um investimento no sobre as estratégias de promoção de Estado para implantação de programa de monitoria sector industrial de investimento que o país tem indústrias e zonas industriais. dos impactos da medida, através da revisão adoptado, indicam a necessidade de Criação de mecanismos de com foco nos seguintes: do actual pacote revisão do papel do CPI e introdução articulação para a facilitação • Tempo médio de incentivos ao de medidas adicionais no pacote de investimento e promoção da para autorização de investimento; actual de incentivos. correcta interpretação da legislação investimento e obtenção Facilitar o acesso Por outro lado durante o processo entre o MIC, AT e CPI. do alvará; ao pacote de de auscultação no âmbito da Revisão Simplificação dos processos • Volume de incentivos através da Política e Estratégia Industrial aduaneiros, avaliando a investimentos da simplificação de os empresários queixaram-se de possibilidade de não se efectuar autorizados no sector procedimentos. excesso de burocracia para acesso aos a inspecção da carga nos portos industrial. incentivos, dificuldade de obtenção de destino, sendo somente de DUATs e falhas na articulação inspeccionado o manifesto, o selo e entre diversas entidades do Estado. a guia de transporte pelo oficial ou em casos policiais.
    ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesMonitoria e Controlo dos Impactos
    Facilitação do acesso a terra pelos
    Vários estudos recentes, incluindoinvestidores, através da articulação
    da Conferência das Nações Unidasentre o CPI, MIC e MITADER,
    Aumentar osobre Comércio e Desenvolvimento,através da criação de reservasDefinição de um
    investimento nosobre as estratégias de promoçãode Estado para implantação deprograma de monitoria
    sector industrialde investimento que o país temindústrias e zonas industriais.dos impactos da medida,
    através da revisãoadoptado, indicam a necessidade deCriação de mecanismos decom foco nos seguintes:
    do actual pacoterevisão do papel do CPI e introduçãoarticulação para a facilitação• Tempo médio
    de incentivos aode medidas adicionais no pacotede investimento e promoção dapara autorização de
    investimento;actual de incentivos.correcta interpretação da legislaçãoinvestimento e obtenção
    Facilitar o acessoPor outro lado durante o processoentre o MIC, AT e CPI.do alvará;
    ao pacote dede auscultação no âmbito da RevisãoSimplificação dos processos• Volume de
    incentivos atravésda Política e Estratégia Industrialaduaneiros, avaliando ainvestimentos
    da simplificação deos empresários queixaram-se depossibilidade de não se efectuarautorizados no sector
    procedimentos.excesso de burocracia para acesso aosa inspecção da carga nos portosindustrial.
    incentivos, dificuldade de obtençãode destino, sendo somente
    de DUATs e falhas na articulaçãoinspeccionado o manifesto, o selo e
    entre diversas entidades do Estado.a guia de transporte pelo oficial ou
    em casos policiais.
  262. Texto do artigo, página 33: Os incentivos fiscais e aduaneiros são estímulos complementares a serem implementados de forma selectiva durante a vigência da PEI em coordenação com outros sectores.
  263. Texto do artigo, página 33: Tabela 10: Incentivos Fiscais e Aduaneiros
  264. Texto do artigo, página 33: Incentivos Fiscais e Aduaneiros
  265. Texto do artigo, página 33: Objectivos Fundamentação Plano de Acções Monitoria e Controlo dos Impactos • Introdução selectiva de Protecção da indústria nacional através da redução da competição dos produtos importados e promoção da produção interna. A demanda interna por produtos industriais é maioritariamente satisfeita actualmente pela importação de produtos. A necessidade de industrialização do País passa pelo incremento da produção local, diversificando produtos e mercados é essencial proteger as indústrias das ameaças dos produtos similares importados. medidas de salvaguarda aos produtos considerados prioritários e que apresentam impactos dinamizadores; • Garantir maior fiscalização e controlo nas fronteiras com vista a minimizar o contrabando; • Exercer maior fiscalização e inspecção na rede comercial com vista a minimizar os produtos contrabandeados; • Realizar maior fiscalização e inspecção no desembaraço aduaneiro e nos circuitos de distribuição interna para detenção Definição de um programa de monitoria dos impactos da medida, com foco nos seguintes: • Variação dos preços dos produtos ao consumidor final; • Distorções provocadas no mercado; • Capacidade de resposta a demanda interna/eficiência operacional dos produtores internos. e destruição dos produtos contrafeitos.
    ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesMonitoria e Controlo dos Impactos
    • Introdução selectiva de
    Protecção da indústria nacional através da redução da competição dos produtos importados e promoção da produção interna.A demanda interna por produtos industriais é maioritariamente satisfeita actualmente pela importação de produtos. A necessidade de industrialização do País passa pelo incremento da produção local, diversificando produtos e mercados é essencial proteger as indústrias das ameaças dos produtos similares importados.medidas de salvaguarda aos produtos considerados prioritários e que apresentam impactos dinamizadores; • Garantir maior fiscalização e controlo nas fronteiras com vista a minimizar o contrabando; • Exercer maior fiscalização e inspecção na rede comercial com vista a minimizar os produtos contrabandeados; • Realizar maior fiscalização e inspecção no desembaraço aduaneiro e nos circuitos de distribuição interna para detençãoDefinição de um programa de monitoria dos impactos da medida, com foco nos seguintes: • Variação dos preços dos produtos ao consumidor final; • Distorções provocadas no mercado; • Capacidade de resposta a demanda interna/eficiência operacional dos produtores internos.
    e destruição dos produtos
    contrafeitos.
  266. Texto do artigo, página 34: Objectivos Fundamentação Plano de Acções Monitoria e Controlo dos Impactos As províncias de Niassa, Inhambane Rever os actuais benefícios fiscais • Avaliar e Zambézia são as que menos concedidos para estas províncias, sistematicamente os indústrias possuem apesar de elevado especificamente: impactos dos benefícios potencial em recursos naturais • Taxa de Crédito Fiscal por atribuídos; que poderão ser utilizados para o Investimento a deduzir na colecta • Avaliar os desenvolvimento industrial. Resultados do Benchmarking apontam que zonas menos do IRPC de 10% para 15% para as provícias de Zambézia, Niassa e Inhambane; cumprimentos dos requisitos legais dos beneficiários. industrializadas tem-se beneficiado • Dedução total das despesas de • Avaliar de isenções fiscais ou deduções muito investimento no lucro tributável. sistematicamente os elevadas para atrair o investimento. Rever os actuais benefícios fiscais impactos dos benefícios Deste modo propõe-se uma concedidos para a componente atribuídos; abordagem relativamente de formação profissional, • Efectuar o Atrair investimentos para províncias com baixo nível de industrialização. Promover a formação acelerada de técnicos. Assegurar a disponibilidade de recursos financeiros das empresas industriais e seu investimento no aumento da produção. específica para províncias menos industrializadas através de algumas alterações ao quadro conceptual de forma a estender alguns benefícios (ampliação do perímetro dos benefícios definidos). A disponibilidade de mão-de-obra qualificada para as áreas industriais foram apontadas como um dos principais constrangimentos ao desenvolvimento industrial pois limita a capacidade de inovação e produtividade das empresas , provocando impactos significativos sobre a competitividade das especificamente: • Dedução no IRPC das despesas com a formação do pessoal. • Taxa de 10% de dedução da matéria colectável nos custos de investimento em formação profissional para a utilização de equipamento considerado de tecnologia de ponta. Articular com a AT na definição de mecanismos que assegura o reembolso do IVA num prazo previsível para as empresas. Introdução de medidas de salvaguarda de forma a proteger os acompanhamento da aplicação dos dispositivos legais relativa a concessão de benefícios fiscais; • Verificar o cumprimento das condições de acesso e de elegibilidade dos beneficiários. Definição de um programa de monitoria dos impactos da medida, com foco nos seguintes: • Cumprimento dos empresas. produtos nacionais que a indústria prazos de reembolso do A falta de reembolso regular do nacional tem capacidade de IVA; IVA é apontado pelos empresários satisfazer totalmente o mercado ou • Volume de produção como um dos constrangimentos para parte significativa deste. das indústrias o seu desenvolvimento, devido ao beneficiárias; impacto que esta situação tem na sua • Volume das tesouraria. importações dos No sector industrial o impacto produtos protegidos; desta situação é mais grave devido • Postos de emprego ao seu ciclo de produção que é gerado pelas indústrias relativamente mais longo e por protegidas. incluir o IVA suportado na aquisição de equipamentos.
    ObjectivosFundamentaçãoPlano de AcçõesMonitoria e Controlo dos Impactos
    As províncias de Niassa, InhambaneRever os actuais benefícios fiscais• Avaliar
    e Zambézia são as que menosconcedidos para estas províncias,sistematicamente os
    indústrias possuem apesar de elevadoespecificamente:impactos dos benefícios
    potencial em recursos naturais• Taxa de Crédito Fiscal poratribuídos;
    que poderão ser utilizados para oInvestimento a deduzir na colecta• Avaliar os
    desenvolvimento industrial. Resultados do Benchmarking apontam que zonas menosdo IRPC de 10% para 15% para as provícias de Zambézia, Niassa e Inhambane;cumprimentos dos requisitos legais dos beneficiários.
    industrializadas tem-se beneficiado• Dedução total das despesas de• Avaliar
    de isenções fiscais ou deduções muitoinvestimento no lucro tributável.sistematicamente os
    elevadas para atrair o investimento.Rever os actuais benefícios fiscaisimpactos dos benefícios
    Deste modo propõe-se umaconcedidos para a componenteatribuídos;
    abordagem relativamentede formação profissional,• Efectuar o
    Atrair investimentos para províncias com baixo nível de industrialização. Promover a formação acelerada de técnicos. Assegurar a disponibilidade de recursos financeiros das empresas industriais e seu investimento no aumento da produção.específica para províncias menos industrializadas através de algumas alterações ao quadro conceptual de forma a estender alguns benefícios (ampliação do perímetro dos benefícios definidos). A disponibilidade de mão-de-obra qualificada para as áreas industriais foram apontadas como um dos principais constrangimentos ao desenvolvimento industrial pois limita a capacidade de inovação e produtividade das empresas , provocando impactos significativos sobre a competitividade dasespecificamente: • Dedução no IRPC das despesas com a formação do pessoal. • Taxa de 10% de dedução da matéria colectável nos custos de investimento em formação profissional para a utilização de equipamento considerado de tecnologia de ponta. Articular com a AT na definição de mecanismos que assegura o reembolso do IVA num prazo previsível para as empresas. Introdução de medidas de salvaguarda de forma a proteger osacompanhamento da aplicação dos dispositivos legais relativa a concessão de benefícios fiscais; • Verificar o cumprimento das condições de acesso e de elegibilidade dos beneficiários. Definição de um programa de monitoria dos impactos da medida, com foco nos seguintes: • Cumprimento dos
    empresas.produtos nacionais que a indústriaprazos de reembolso do
    A falta de reembolso regular donacional tem capacidade deIVA;
    IVA é apontado pelos empresáriossatisfazer totalmente o mercado ou• Volume de produção
    como um dos constrangimentos paraparte significativa deste.das indústrias
    o seu desenvolvimento, devido aobeneficiárias;
    impacto que esta situação tem na sua• Volume das
    tesouraria.importações dos
    No sector industrial o impactoprodutos protegidos;
    desta situação é mais grave devido• Postos de emprego
    ao seu ciclo de produção que égerado pelas indústrias
    relativamente mais longo e porprotegidas.
    incluir o IVA suportado na aquisição
    de equipamentos.
  267. Número ou marcador, página 34: 6. Plano de Implementação O plano de implementação da PEI representa um conjunto de acções específicas a serem desenvolvidas com vista a estimular o
  268. Texto do artigo, página 34: desenvolvimento da indústria nos próximos 10 anos e está estruturado em três períodos temporais de acordo com os Pilares de Aposta Estratégica, designadamente curto, médio e longo prazo.
  269. Texto do artigo, página 35: Tabela 11: Plano de Implementação
  270. Texto do artigo, página 35: Pilar da Aposta Estratégica Programas Estratégicos Actividades Infra- Estruturas para o Desenvolvimento Económico Consolidar o Projecto dos Parques Industriais • ►Elaborar de um dispositivo legal sobre os Parques Industriais e definir um Plano de Promoção dos Parques Industriais para investidores privados • Assegurar a aprovação do Projecto dos Parques Industriais pelo Governo • Assegurar a mobilização do financiamento para os Projectos dos Parques Industriais • Articular a construção de infra-estruturas básicas para o estabelecimento de parques industriais • Assegurar a construção de parques industriais • ► Definir condições de acesso preferencial das indústrias prioritárias nos parques industriais • ► Efectuar a legalização das Reservas de espaço para indústria a nível nacional Consolidar a Estratégia dos Corredores de Desenvolvimento • Assegurar a aprovação conjunta MIC/MTC/MOPHRH/MIREME do programa de infra-estruturas específicas para o desenvolvimento industrial • Assegurar a Mobilização de financiamento complementar para infraestruturas específicas para o desenvolvimento industrial • Assegurar a Construção de infra-estruturas de apoio ao desenvolvimento industrial Consolidar a Estratégias de Desenvolvimento Integrado dos Sistemas de Transportes • Assegurar a aprovação conjunta MIC/MTC/MOPHRH do programa de infra-estruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento industrial • Assegurar a Mobilização de financiamento complementar para infraestruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento industrial • Assegurar a Construção de infra-estruturas de apoio ao desenvolvimento industrial • Elaborar Plano Integrado de Infra-estruturas para as indústrias prioritárias Consolidar o Programa das ZFI Elaborar o programa integrado de desenvolvimento industrial das ZFI • Implementar programa integrado de desenvolvimento industrial das ZFI Desenvolvimento do Capital Humano Formação Acelerada dos Técnicos das Empresas Industriais • Assegurar a aprovação dos projectos de formação dos técnicos da área industrial Consolidar o Programa da Reforma da Educação Profissional • Assegurar a assinatura de um memorando de entendimento entre o MIC e MCTESP (ANEP) para alinhamento do Programa da Reforma da Educação Profissional com a PEI • Assegurar apoio financeiro às instituições de ensino na criação de condições para ministrar cursos alinhados com a estratégia de desenvolvimento industrial • Acordo com instituições de ensino relevantes para a revisão dos curricula e alinha-los com as necessidades do sector industrial Criação de Fundo de Desenvolvimento Capital Humano para sector industrial • Articular com o MITESS na criação do fundo para o desenvolvimento do capital humano • Preparar instrumentos para a operacionalização do fundo para o desenvolvimento do capital humano • Apoiar os centros de treinamento industrial especializado em programas de formação multidisciplinar (através do fundo de desenvolvimento de capital humano) Pesquisa, Atracção, Formação e Orientação de Talentos • ►Criar instrumento para a operacionalização da pesquisa, atracção, formação e orientação de talentos
    Pilar da Aposta EstratégicaProgramas EstratégicosActividades
    Infra- Estruturas para o Desenvolvimento EconómicoConsolidar o Projecto dos Parques Industriais• ►Elaborar de um dispositivo legal sobre os Parques Industriais e definir um Plano de Promoção dos Parques Industriais para investidores privados
    • Assegurar a aprovação do Projecto dos Parques Industriais pelo Governo
    • Assegurar a mobilização do financiamento para os Projectos dos Parques Industriais
    • Articular a construção de infra-estruturas básicas para o estabelecimento de parques industriais
    • Assegurar a construção de parques industriais
    • ► Definir condições de acesso preferencial das indústrias prioritárias nos parques industriais
    • ► Efectuar a legalização das Reservas de espaço para indústria a nível nacional
    Consolidar a Estratégia dos Corredores de Desenvolvimento• Assegurar a aprovação conjunta MIC/MTC/MOPHRH/MIREME do programa de infra-estruturas específicas para o desenvolvimento industrial
    • Assegurar a Mobilização de financiamento complementar para infraestruturas específicas para o desenvolvimento industrial
    • Assegurar a Construção de infra-estruturas de apoio ao desenvolvimento industrial
    Consolidar a Estratégias de Desenvolvimento Integrado dos Sistemas de Transportes• Assegurar a aprovação conjunta MIC/MTC/MOPHRH do programa de infra-estruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento industrial
    • Assegurar a Mobilização de financiamento complementar para infraestruturas de Transportes e Comunicações relevantes para o desenvolvimento industrial
    • Assegurar a Construção de infra-estruturas de apoio ao desenvolvimento industrial
    • Elaborar Plano Integrado de Infra-estruturas para as indústrias prioritárias
    Consolidar o Programa das ZFIElaborar o programa integrado de desenvolvimento industrial das ZFI
    • Implementar programa integrado de desenvolvimento industrial das ZFI
    Desenvolvimento do Capital HumanoFormação Acelerada dos Técnicos das Empresas Industriais• Assegurar a aprovação dos projectos de formação dos técnicos da área industrial
    Consolidar o Programa da Reforma da Educação Profissional• Assegurar a assinatura de um memorando de entendimento entre o MIC e MCTESP (ANEP) para alinhamento do Programa da Reforma da Educação Profissional com a PEI
    • Assegurar apoio financeiro às instituições de ensino na criação de condições para ministrar cursos alinhados com a estratégia de desenvolvimento industrial
    • Acordo com instituições de ensino relevantes para a revisão dos curricula e alinha-los com as necessidades do sector industrial
    Criação de Fundo de Desenvolvimento Capital Humano para sector industrial• Articular com o MITESS na criação do fundo para o desenvolvimento do capital humano
    • Preparar instrumentos para a operacionalização do fundo para o desenvolvimento do capital humano
    • Apoiar os centros de treinamento industrial especializado em programas de formação multidisciplinar (através do fundo de desenvolvimento de capital humano)
    Pesquisa, Atracção, Formação e Orientação de Talentos• ►Criar instrumento para a operacionalização da pesquisa, atracção, formação e orientação de talentos
  271. Texto do artigo, página 36: Pilar da Aposta Estratégica Programas Estratégicos Actividades Capacitação do Empresariado e Protecção da Indústria Nacional Apoio na Implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Respectiva Certificação • Desenhar um projecto de apoio na implementação de sistema de gestão de qualidade para as grandes e MPMEs e assegurar o financiamento para o projecto • Garantir maior fiscalização e controlo nas fronteiras e redes comerciais com vista a minimizar o contrabando • Incluir a preferência de empresas industriais certificadas no âmbito do fornecimento de bens e serviços ao Estado Promoção de Maior Conteúdo Local dos Produtos Industriais e Serviços • Desenhar projectos de produção de matéria-prima das cadeias de valor das indústrias prioritárias • Promover a criação de empresas de prestação de serviços na área industrial • Fazer a promoção dos produtos contemplados nos acordos bilaterais • Apoiar a criação de um programa energético no país, para a utilização do potencial do gás natural e de formas alternativas de energia para a industrialização Acesso Privilegiado às indústrias nacionais no Fornecimento de Produtos ao Estado e aos Megaprojectos • Definir critérios de priorização de produtos de empresas industriais moçambicanas no fornecimento de bens ao Estado; • Negociar com as empresas dos megaprojectos para privilegiar empresas industriais moçambicanas nas suas compras e assegurar a assinatura de memorandos de entendimento • Introduzir medidas/procedimentos tarifários e não tarifários para a protecção dos produtos nacionais que a indústria nacional tem capacidade de satisfazer totalmente o mercado ou parte significativa Acesso à Financiamento Adequado Alargamento do Âmbito de Actuação Banco Nacional de Investimento • Criação de Linhas específicas para a indústria Criação de Linhas de Crédito para Financiamento da Indústria • Assegurar a Mobilização de financiamento para linhas de crédito para as empresas do sector industrial • Definir modalidades de acesso às linhas de crédito e negociação da colocação dos fundos junto dos bancos comerciais • dentificar linhas de crédito especiais para promoção de iniciativas empresariais de pequena escala, de 20 à 100 mil USD, para o Agro processamento (Processamento de frutas, hortícolas, carnes e pescado) • Assegurar a Mobilização dos bancos comerciais para financiamento das empresas do sector industrial Promoção de Ligações Mapeamento das Ofertas das Empresas Industriais e Criação de um Banco de Dados • Criar um banco de dados de ofertas das empresas industriais, com foco nas MPMEs • Definir e implementar uma estratégia de divulgação das ofertas das empresas. Incubação de Empresas do sector Industrial • Aprovar o Projecto de incubação de empresas Facilitação de Informação e Acesso ao Mercado Local • Recolher e difundir informação sobre as oportunidades de negócio entre as empresas industriais, Estado e Megaprojectos Elaboração de estratégias e estudos sub-sectoriais para estimular o desenvolvimento industrial • Elaborar estudos sub-sectoriais para as indústrias prioritárias
    Pilar da Aposta EstratégicaProgramas EstratégicosActividades
    Capacitação do Empresariado e Protecção da Indústria NacionalApoio na Implementação de Sistemas de Gestão de Qualidade e Respectiva Certificação• Desenhar um projecto de apoio na implementação de sistema de gestão de qualidade para as grandes e MPMEs e assegurar o financiamento para o projecto
    • Garantir maior fiscalização e controlo nas fronteiras e redes comerciais com vista a minimizar o contrabando
    • Incluir a preferência de empresas industriais certificadas no âmbito do fornecimento de bens e serviços ao Estado
    Promoção de Maior Conteúdo Local dos Produtos Industriais e Serviços• Desenhar projectos de produção de matéria-prima das cadeias de valor das indústrias prioritárias
    • Promover a criação de empresas de prestação de serviços na área industrial
    • Fazer a promoção dos produtos contemplados nos acordos bilaterais
    • Apoiar a criação de um programa energético no país, para a utilização do potencial do gás natural e de formas alternativas de energia para a industrialização
    Acesso Privilegiado às indústrias nacionais no Fornecimento de Produtos ao Estado e aos Megaprojectos• Definir critérios de priorização de produtos de empresas industriais moçambicanas no fornecimento de bens ao Estado;
    • Negociar com as empresas dos megaprojectos para privilegiar empresas industriais moçambicanas nas suas compras e assegurar a assinatura de memorandos de entendimento
    • Introduzir medidas/procedimentos tarifários e não tarifários para a protecção dos produtos nacionais que a indústria nacional tem capacidade de satisfazer totalmente o mercado ou parte significativa
    Acesso à Financiamento AdequadoAlargamento do Âmbito de Actuação Banco Nacional de Investimento• Criação de Linhas específicas para a indústria
    Criação de Linhas de Crédito para Financiamento da Indústria• Assegurar a Mobilização de financiamento para linhas de crédito para as empresas do sector industrial
    • Definir modalidades de acesso às linhas de crédito e negociação da colocação dos fundos junto dos bancos comerciais
    • dentificar linhas de crédito especiais para promoção de iniciativas empresariais de pequena escala, de 20 à 100 mil USD, para o Agro processamento (Processamento de frutas, hortícolas, carnes e pescado)
    • Assegurar a Mobilização dos bancos comerciais para financiamento das empresas do sector industrial
    Promoção de LigaçõesMapeamento das Ofertas das Empresas Industriais e Criação de um Banco de Dados• Criar um banco de dados de ofertas das empresas industriais, com foco nas MPMEs
    • Definir e implementar uma estratégia de divulgação das ofertas das empresas.
    Incubação de Empresas do sector Industrial• Aprovar o Projecto de incubação de empresas
    Facilitação de Informação e Acesso ao Mercado Local• Recolher e difundir informação sobre as oportunidades de negócio entre as empresas industriais, Estado e Megaprojectos
    Elaboração de estratégias e estudos sub-sectoriais para estimular o desenvolvimento industrial• Elaborar estudos sub-sectoriais para as indústrias prioritárias
  272. Texto do artigo, página 37: Pilar da Aposta Estratégica Programas Estratégicos Actividades Incentivos ao Investimento no Sector Industrial Consolidar a Estratégia de Promoção do Investimento Privado em Moçambique • Definir um pacote de promoção de investimentos para o sector industrial, com os respectivos incentivos • Criar um pacote de incentivos para os privados que investem na construção e exploração de infra-estruturas para a indústria; • Promover as oportunidades de investimentos nos parques industriais existentes para investidores privados, realçando os incentivos a serem definidos. • Rever o Diploma Ministerial 99 /2003- Regulamento do Regime Aduaneiro para a Indústria Transformadora Inovação, Acesso a Tecnologia, Pesquisa e Desenvolvimento Promoção do Acesso a Novas Tecnologias de Produção • Assegurar a mobilização de recursos para acesso a novas tecnologias de produção • Assegurar a coordenação entre as empresas industriais e as instituições de ensino (Universidades e Escolas Técnicas) Estabelecimento de Parcerias para Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Segmentos Industriais • ►Definir mecanismos/Projectos de cooperação internacional para Estabelecimento de Parcerias e Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Segmentos Industriais Assegurar a criação de centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial • Promover campanhas de massificação de centros de pesquisa e de desenvolvimento industrial Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME do sector Industrial • Desenvolver um projecto de extensão industrial Definição de um Modelo Institucional Adequado para a Promoção do Desenvolvimento Industrial Reestruturação da DNI, IPEME e Definição do Modelo de articulação entre as duas instituições • Definir e implementar novos modelos organizacionais da DNI e do IPEME para se adequar aos desafios da implementação da PEI revista bem o mecanismo de articulação entre os dois órgãos Criação de uma Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial • Enquadrar a implementação da PEI na agenda do diálogo Governo/ Sector Privado • Definir os mecanismos de monitoria do diálogo Governo/Sector Privado no âmbito da implementação da PEI • Criar mecanismos de articulação para a facilitação de investimento
    Pilar da Aposta EstratégicaProgramas EstratégicosActividades
    Incentivos ao Investimento no Sector IndustrialConsolidar a Estratégia de Promoção do Investimento Privado em Moçambique• Definir um pacote de promoção de investimentos para o sector industrial, com os respectivos incentivos
    • Criar um pacote de incentivos para os privados que investem na construção e exploração de infra-estruturas para a indústria; • Promover as oportunidades de investimentos nos parques industriais existentes para investidores privados, realçando os incentivos a serem definidos.
    • Rever o Diploma Ministerial 99 /2003- Regulamento do Regime Aduaneiro para a Indústria Transformadora
    Inovação, Acesso a Tecnologia, Pesquisa e DesenvolvimentoPromoção do Acesso a Novas Tecnologias de Produção• Assegurar a mobilização de recursos para acesso a novas tecnologias de produção
    • Assegurar a coordenação entre as empresas industriais e as instituições de ensino (Universidades e Escolas Técnicas)
    Estabelecimento de Parcerias para Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Segmentos Industriais• ►Definir mecanismos/Projectos de cooperação internacional para Estabelecimento de Parcerias e Transferência de Conhecimento para Criação de Empresas de Novos Segmentos Industriais
    Assegurar a criação de centros de Pesquisa e Desenvolvimento Industrial• Promover campanhas de massificação de centros de pesquisa e de desenvolvimento industrial
    Introdução de Extensionistas Industriais para as MPME do sector Industrial• Desenvolver um projecto de extensão industrial
    Definição de um Modelo Institucional Adequado para a Promoção do Desenvolvimento IndustrialReestruturação da DNI, IPEME e Definição do Modelo de articulação entre as duas instituições• Definir e implementar novos modelos organizacionais da DNI e do IPEME para se adequar aos desafios da implementação da PEI revista bem o mecanismo de articulação entre os dois órgãos
    Criação de uma Plataforma de Coordenação Multissectorial para o Desenvolvimento Industrial• Enquadrar a implementação da PEI na agenda do diálogo Governo/ Sector Privado
    • Definir os mecanismos de monitoria do diálogo Governo/Sector Privado no âmbito da implementação da PEI
    • Criar mecanismos de articulação para a facilitação de investimento
Abrir PDF
Sobreposições

O PDF é carregado apenas quando pedido.

Melhorar a leitura

Reportar um problema neste documento

O relatório fica ligado ao trecho, página e região de origem resolvidos novamente pelo servidor.

O texto derivado não está disponível para um relatório preciso. Consulte o PDF associado como fonte.