Resolução n.º 40/2017

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Resolução n.º 40/2017

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Texto do artigo · p. 1 CONSELHO DE MINISTROS
Texto do artigo · p. 1 Resolução n.º 40/2017
Texto do artigo · p. 1 de 18 de Setembro
Texto do artigo · p. 1 Havendo necessidade de definir uma estratégia orientada para o reforço das acções de promoção e marketing do sector do turismo, ao abrigo da alínea f) do n.º 1 do artigo 204 da Constituição da República, o Conselho de Ministros determina:
Texto do artigo · p. 1 Único. É aprovada a Estratégia de Marketing do Turismo 20172021, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
Texto do artigo · p. 1 Aprovada pelo Conselho de Ministros, aos 23 de Maio
Texto do artigo · p. 1 de 2017. Publique-se. O Primeiro Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
Texto do artigo · p. 1 Estratégia de Marketing do Turismo 2017-2021
Texto do artigo · p. 1 Sumário Executivo
Texto do artigo · p. 1 Até 2016, a Estratégia de Marketing do Turismo (2006-2013) foi o instrumento orientador para a materialização do Plano Estratégico para o Desenvolvimento de Turismo (2004-2013) no que respeita à promoção e marketing de Moçambique, como um destino turístico. A dinâmica de desenvolvimento dos mercados nacional, regional e internacional e a aprovação do Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo II 2016-2025, impõem novos desafios ao nível da promoção emarketing do país.
Texto do artigo · p. 1 Assim, a presente Estratégia de Marketing Turístico II (20172021), está orientada para o reforço das acções de promoção e marketing do sector do turismo, através do uso das plataformas digitais, do incentivo ao desenvolvimento de diferentes tipos de turismo em função do potencial dos pólos turísticos prioritários,
Texto do artigo · p. 1 de uma abordagem integrada na promoção do turismo doméstico, bem como da capitalização do património cultural, como factor diferenciador do produto.
Texto do artigo · p. 1 A. Turismo como um dos pilares de desenvolvimento
Texto do artigo · p. 1 Moçambique é dotado de um grande potencial turístico assente na qualidade e originalidade dos seus atractivos, baseados nos recursos naturais e riqueza cultural. É um dos poucos países que permite combinar turismo de praia, cinegético e cultural em muito curto espaço de tempo.
Texto do artigo · p. 1 Reconhecendo este potencial e tendo em conta o efeito multiplicador do turismo, o Governo elegeu o turismo como um dos quatro pilares para o crescimento e desenvolvimento económico do País.
Texto do artigo · p. 1 B. Análise situacional e principal enfoque para o crescimento
Texto do artigo · p. 1 A análise situacional do sector de turismo, plasmada no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo I (PEDT I) constatou que a indústria de Turismo está numa fase emergente, sendo que na última década, passou de 500 mil visitantes em 2000 para cerca de 1.9 milhões em 2013. Entretanto, esta tendência de crescimento registou um abrandamento pelos efeitos da conjuntura económica nacional e internacional, associados às barreiras de crescimento do sector relacionadas com acesso, demanda, investimento e capacidade institucional.
Texto do artigo · p. 1 Assim, para a melhoria da competitividade nos mercados nacional, regional e internacional, o sector depara-se com grandes desafios relativamente a:
Texto do artigo · p. 1 ☞ Qualidade da oferta de produtos e serviços turísticos;
Texto do artigo · p. 1 ☞ Recursos humanos do sector (capacitação profissional);
Texto do artigo · p. 1 ☞ Ambiente de negócios;
Texto do artigo · p. 1 ☞ Acessibilidade turística;
Texto do artigo · p. 1 ☞ Promoção do destino turístico Moçambique nos mercados emergentes: Brasil, Rússia, Índia e China;
Texto do artigo · p. 1 ☞ Promoção do Turismo doméstico;
Texto do artigo · p. 1 ☞ Massificação da divulgação da Marca Moçambique, como um destino turístico de eleição.
Texto do artigo · p. 1 Apesar das contrariedades naturais e sociopolíticas e económicas, Moçambique continua a ser uma das economias mais dinâmicas do continente africano.
Texto do artigo · p. 1 A remoção das barreiras de crescimento é uma preocupação do Governo de Moçambique que para o efeito, criou recentemente
Texto do artigo · p. 1 o Fórum de Turismo (FORTUR), uma plataforma inclusiva e interinstitucional para responder aos desafios que resultam da dinâmica de desenvolvimento do sector. O FORTUR vem aprimorar os mecanismos consultivos do Governo, contribuindo ainda para a implementação integrada do Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo II, bem como da Estratégia de Marketing Turístico II.
Texto do artigo · p. 1 O Turismo como uma actividade que se desenvolve a nível local pressupõe que todos os intervenientes (Governos central, provincial, distrital, local e municipal, bem como o sector privado)
Texto do artigo · p. 2 sejam parte do processo de implementação e comunguem os objectivos desta estratégia para que a mesma tenha sucesso.
Texto do artigo · p. 2 Em 2006 foi adoptada a primeira Estratégia para Marketing Turístico em Moçambique (2006-2013) cuja implementação foi estendida até 2015, para alinhamento com a actualização do PEDT II.
Texto do artigo · p. 2 C. A metodologia de elaboração da Estratégia de Marketing Turístico baseou-se na: • Consulta dos princípios e linhas de orientação do Governo, principalmente, o Plano Quinquenal do Governo (PQG) 2015-2019, os Planos Estratégicos de Desenvolvimento da Cultura e do Turismo, dentre outros instrumentos legais; • Auscultação dos diversos intervenientes através de área turismo, encontros com vários parceiros do sector público e sector privado com vista à recolha de contribuições e sensibilidades para o documento. D. Objectivos da elaboração da Estratégia de Marketing Turístico
Texto do artigo · p. 2 Os objectivos da elaboração da Estratégia de Marketing Turístico são:
Texto do artigo · p. 2 • Prover o sector de um documento orientador actualizado das acções de promoção do país enquanto destino turístico; • Promover a coordenação permanente entre os diferentes intervenientes (sector público e privado) na sua execução; • Posicionar Moçambique como um destino turístico de excelência; • Melhorar a competitividade do destino e aumentar os fluxos turísticos; • Estabelecer forma de actuação para os diferentes segmentos de mercado; • Definir objectivos em relação aos quais se possam medir os resultados.
Texto do artigo · p. 2 E. Estratégia de Marketing Turístico
Texto do artigo · p. 2 Terminado o período da sua vigência e dada a dinâmica do sector urge actualizar e alinhar o instrumento com o Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo (PEDT II 2016 - 2025), aprovado pelo Conselho de Ministros, em Dezembro de 2015.
Texto do artigo · p. 2 Ao nível da organização da oferta
Texto do artigo · p. 2 Na perspectiva de melhor focalizar as acções de promoção e marketing do Destino Moçambique e com vista a se alcançar os objectivos e resultados acima plasmados, o Governo definiu 5 destinos estratégicos:
Texto do artigo · p. 2 • Maputo – estendendo-se desde Cidade de Maputo até à Ponta de Ouro (Província de Maputo) – Destino de Turismo Cultural, Negócios e Eventos; • Vilankulo – incluindo o Arquipélago do Bazaruto e Inhassoro (Inhambane) – Destino de Turismo de Sol e Praia e de Aventura; • Gorongosa – Parque Nacional de Gorongosa e Savana (Sofala), Reserva Nacional de Chimanimani e Cabeça do Velho (Manica) – Destino de Turismo de Aventura e Cinegético; • Quirimbas – incluindo a Baía de Pemba, Distrito de Quissanga, Distrito de Macomia, Distrito de Palma e Distrito de Mocímboa da Praia, Ilha do Ibo (Cabo Delgado), Distrito de Nacala e Ilha de Moçambique (Nampula) – Destino de Turismo de Sol e Praia, Cultural e de Aventura e Cinegético;
Texto do artigo · p. 2 • Niassa – incluindo Lichinga, Metangula e a Reserva do Niassa (Niassa) – Destino de Turismo de Aventura e de Ecoturismo.
Texto do artigo · p. 2 A definição dos cinco destinos turísticos estratégicos e das acções prioritárias de intervenção visam promover
Texto do artigo · p. 2 o desenvolvimento sustentável e integrado para conferir qualidade e excelência e melhorar a sua competitividade no mercado doméstico, regional e internacional. No concernente aos produtos e atracções turísticas que o País oferece, importa destacar a linha costeira de cerca de 2.700 quilómetros com praias de águas transparentes e areia branca, lindas baías, ricas rochas de corais e arquipélagos exuberantes.
Texto do artigo · p. 2 Assim, o turismo em Moçambique desenvolve-se em torno dos seguintes temas:
Texto do artigo · p. 2 • Negócios e eventos – Seminários, cursos, conferências, congressos, feiras, exposições e mega-eventos; • Lazer – Sol e praia, safari oceânico (observação de dugongos, golfinhos, flamingos entre outros), pesca desportiva, mergulho e desportos aquáticos; • Ecoturismo – Aventura e desportos radicais, fauna bravia, safaris e combinação selva-praia; • Cultura – Turismo cultural.
Texto do artigo · p. 2 Ao nível da estratégia de segmentação1 e posicionamento A presente Estratégia de Marketing estabelece três grandes
Texto do artigo · p. 2 segmentos da demanda turística, nomeadamente:
Texto do artigo · p. 2 • Segmento Doméstico: relacionado com a sensibilização dos moçambicanos para o seu papel, directo ou indirecto, no sector do turismo e promoção da cultura de viajar para conhecer o País; • Segmento Regional: contempla os países próximos de Moçambique, mercados-alvo por excelência dada a sua localização, necessidades e poder económico, nomeadamente África do Sul, Zimbabwe, Suazilândia, Zâmbia, Namíbia e Tanzânia; • Segmento Internacional: comporta os países que demonstram alto crescimento de gastos com viagens (Portugal, Reino Unido, Estados Unidos de América, Países Baixos, Alemanha e Itália), bem como aqueles que pelo seu histórico ou por procurarem experiências singulares são mercados a focalizar. Importa destacar neste subsegmento os mercados emergentes, com especial destaque para o Brasil, Rússia, Índia, China (BRICs).
Texto do artigo · p. 2 Dadas as posições já conquistadas por destinos turísticos como a Tanzânia, Madagáscar, Botswana e África do Sul no mercado regional, é essencial que Moçambique procure encontrar um posicionamento de mercado, onde tenha uma vantagem comparativa que complemente as ofertas turísticas dos outros.
Texto do artigo · p. 2 Ao nível da estratégia de promoção2 • Promoção no mercado doméstico:
Texto do artigo · p. 2 o Desenvolvimento de um programa transversal de sensibilização da comunidade para a importância do Turismo para o país – “Educar para o Turismo”;
Texto do artigo · p. 2 1 A segmentação é entendida como forma de organizar o turismo para fins de planificação, gestão e mercado. Os segmentos turísticos podem ser estabelecidos a partir de elementos de identidade da oferta e também das características da demanda. 2 Promoção entende-se como o conjunto de actividades de comunicação que as organizações turísticas ou órgãos públicos de turismo, desenvolvem para influenciar os públicos dos quais as suas vendas dependem.
Texto do artigo · p. 3 ● Divulgação através dos meios de comunicação social do posicionamento e imagem de Moçambique como destino Turístico e respectiva oferta, orientados para o mercado doméstico; ● Promoção de festivais turísticos e culturais ao nível local; ● Parceria com o sector privado e outras instituições públicas para a promoção e divulgação da Marca Moçambique em eventos de carácter nacional e internacional.
Texto do artigo · p. 3 Objetivos estratégicos de marketing
Texto do artigo · p. 3 a) Melhorar o desempenho e competitividade na área do turismo para potenciar o turismo de lazer e de negócios;
Texto do artigo · p. 3 b) Desenvolver atracções, infra-estruturas e serviços turísticos de padrão internacional;
Texto do artigo · p. 3 c) Promover de forma eficaz a Marca Moçambique em mercados estratégicos para Moçambique;
Texto do artigo · p. 3 d) Garantir um ambiente de negócios e de investimento turístico favorável;
Texto do artigo · p. 3 e) Assegurar um turismo sustentável e benéfico para as comunidades;
Texto do artigo · p. 3 f) Estabelecer instituições adequadas e sistemas de monitoria eficazes para a implementação da Estratégia de Marketing Turístico.
Texto do artigo · p. 3 • Promoção no exterior
Texto do artigo · p. 3 ● Presença forte na Internet (uso dos recursos on-line e redes sociais) para divulgar o destino junto do consumidor final, aumentando os níveis de notoriedade do destino; ● Participação em feiras de turismo internacionais para marcar presença nos principais mercados emissores e estreitar relações com parceiros; ● Realização de visitas de familiarização de jornalistas (press-trips) para mídia internacional; ● Estabelecimento de parcerias com associações internacionais dedicadas a temas associados aos produtos específicos de Moçambique, para organização conjunta de eventos; ● Potenciar as missões diplomáticas de Moçambique nos principais mercados emissores de turismo reforçando a sua acção para atracção de investimentos e projecção da imagem do destino turístico.
Texto do artigo · p. 3 F. Plano Operacional da Estratégia de Marketing Turístico Numa óptica operacional a Estratégia de Marketing Turístico
Texto do artigo · p. 3 visa:
Texto do artigo · p. 3 a) Identificar as actividades viáveis, tendo por base os objectivos definidos e respectivos custos;
Texto do artigo · p. 3 b) Seleccionar mercados prioritários sobre os quais actuar;
Texto do artigo · p. 3 c) Desenvolver uma estratégia eficaz (produto, preço, canais de comunicação e outros meios).
Texto do artigo · p. 3 G. Metas e Resultados Esperados A implementação da presente Estratégia de Marketing
Texto do artigo · p. 3 Turístico, vai permitir alcançar os seguintes resultados:
Texto do artigo · p. 3 Resultados Esperados (Metas e Indicadores de crescimento: 2017 - 2021)
Texto do artigo · p. 3 Indicadores Período 2017 2018 2019 2020 2021
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
3. Estadia Média (dias/noites)34555
4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 3 1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros) 1,835,435 1,963,915 2,101,389 2,248,487 2,405,881
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
3. Estadia Média (dias/noites)34555
4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 3 2. Turistas Domésticos 4.708.450 4.802.617 4.898.670 4.996.643 5.096.576
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
3. Estadia Média (dias/noites)34555
4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 3 3. Estadia Média (dias/noites) 3 4 5 5 5
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
3. Estadia Média (dias/noites)34555
4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 3 4. Número de conferências e grandes eventos (unidades) 1 1 2 2 2
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
3. Estadia Média (dias/noites)34555
4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 3 5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades) 16 16 18 20 22
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
3. Estadia Média (dias/noites)34555
4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 3 6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%) 5 7 6 6 6
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
3. Estadia Média (dias/noites)34555
4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 3 7. Número de postos de emprego 60,000 65,800 65,700 66,600 67,400
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
3. Estadia Média (dias/noites)34555
4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 3 8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque 2 1 2 3 4
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
3. Estadia Média (dias/noites)34555
4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 3 9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares) 5 6 7 9 10
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
3. Estadia Média (dias/noites)34555
4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 4 Introdução
Texto do artigo · p. 4 Moçambique é dotado de um grande potencial turístico assente na qualidade e originalidade dos seus atractivos baseados nos recursos naturais e no perfil cultural multifacetado. O Turismo constitui uma aposta do Governo de Moçambique, tendo sido definido como um dos quatro sectores prioritários para a diversificação da economia nacional e dinamização do desenvolvimento económico do país.
Texto do artigo · p. 4 O presente documento foi elaborado tendo em conta a conjugação do Programa Quinquenal do Governo 2015 - 2019, da Política do Turismo de 2003, da Lei de Turismo (Lei n.º 4/2004, de 17 de Junho) e do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo II (2016-2025), entre outros instrumentos legais.
Texto do artigo · p. 4 O Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo (2016 - 2025), estabelece que até 2025, Moçambique deverá ser um dos destinos turísticos mais vibrante, dinâmico e exótico de África. Para o efeito, importa ajustar a Estratégia de Marketing Turístico, instrumento que orienta a actuação dos sectores público, privado e parceiros, estabelecendo um conjunto de acções com vista à promoção e marketing do país a nível dos mercados doméstico, regional e internacional.
Texto do artigo · p. 4 A Estratégia de Marketing Turístico (2017-2021), resulta da revisão da Estratégia de Marketing (2006-2013) e focaliza no reforço das acções de marketing e comunicação do sector do turismo, através do uso de plataformas digitais, de uma abordagem integrada na promoção do turismo doméstico e internacional, bem como da capitalização do património cultural, factor diferenciador do produto.
Texto do artigo · p. 4 Tendo em conta, um conjunto de factores como escassez de recursos, potencial turístico e impacto económico de curto e médio prazo que as diferentes regiões do país apresentam, bem como para a maximização do investimento, pretende-se focalizar as acções de marketing em cinco (5) destinos estratégicos, nomeadamente: Maputo, Vilankulo, Gorongosa, Quirimbas e Niassa.
Texto do artigo · p. 4 O presente documento encontra-se organizado em seis (6) capítulos nomeadamente:
Texto do artigo · p. 4 I. Diagnóstico da Situação Actual do Marketing em Moçambique – versa sobre a situação actual do marketing em Moçambique e mostra o posicionamento do País como destino turístico no mercado regional e internacional. II. Objectivos Estratégicos e Pólos Turísticos – apresenta os objectivos e destinos turísticos estratégicos, bem como as acções prioritárias de intervenção, visando promover o desenvolvimento sustentável e integrado e conferir qualidade e excelência, bem como melhorar a competitividade no mercado doméstico, regional e internacional. III. Segmentos de Mercados – faz uma resenha da visão estratégica em relação aos mercados emissores regionais e internacionais do turismo, conjugados com os produtos e atracções. IV. Acções Estratégicas de Marketing – Aborda as principais acções de Marketing para o período 2017 - 2021. V. Plano de Operacionalização – apresenta o cronograma das actividades e o respectivo orçamento para a operacionalização da presente Estratégia.
Número ou marcador · p. 4 Capítulo I. Diagnóstico da Situação Actual do Marketing Turístico Em Moçambique
Texto do artigo · p. 4 1.1 Organização Institucional
Texto do artigo · p. 4 A estrutura de desenvolvimento do Turismo em Moçambique congrega por um lado, órgãos do Estado a vários níveis e por outro lado, entidades privadas organizadas em associativismo, conforme ilustra o quadro abaixo.
Texto do artigo · p. 4 Sector Público Sector Privado Ministério da Cultura e Turismo (MICULTUR) Confederação das Actividades Económicas (CTA) – Pelouro do Turismo Instituto Nacional do Turismo (INATUR) Federação Moçambicana de Hotéis de Moçambique (FEMOTUR) Direcções Provinciais de Cultura e Turismo (DPCULTURs) Associação de Agências de Viagens (AVITUM) Associação de Agências de Viagens (AVITUM) Associações Provinciais de Turismo Actividade Económicas (SDAE’s)
Sector PúblicoSector Privado
Ministério da Cultura e Turismo (MICULTUR)Confederação das Actividades Económicas (CTA) – Pelouro do Turismo
Instituto Nacional do Turismo (INATUR)Federação Moçambicana de Hotéis de Moçambique (FEMOTUR)
Direcções Provinciais de Cultura e Turismo (DPCULTURs)Associação de Agências de Viagens (AVITUM)
Associação de Agências de Viagens (AVITUM)Associações Provinciais de Turismo
Actividade Económicas (SDAE’s)
Texto do artigo · p. 4 Ministério da Cultura e Turismo (MICULTUR): é o órgão central do aparelho do Estado que, de acordo com os princípios, objectivos e tarefas definidos pelo Governo, coordena, dirige e planifica a execução das políticas e estratégias nas áreas da cultura e turismo.
Texto do artigo · p. 4 Instituto Nacional de Turismo (INATUR): responsável, entre outros, pela implementação de programas públicos de marketing do destino turístico, promoção da formação na área de hotelaria e turismo, classificação de estabelecimentos turísticos e promoção de investimentos.
Texto do artigo · p. 4 Direcções Provinciais da Cultura e Turismo (DPCULTURs): o Órgão que dirige e assegura a execução das actividades no âmbito da Cultura e Turismo ao nível provincial e responsável por orientar e apoiar as unidades económicas e sociais do ramo da Cultura e Turismo.
Texto do artigo · p. 4 Governo local: Os Governos Distritais e as autoridades municipais são responsáveis pela supervisão e facilitação das actividades do turismo e da gestão do processo de desenvolvimento do turismo ao nível local (distritos e cidades). Os Serviços Distritais de Actividades Económicas (SDAE’s) são os orgãos que respondem pelo sector de Turismo nos distritos.
Texto do artigo · p. 4 O sector privado que é constituído por uma gama de unidades económicas de diversas dimensões actuando nas esferas de transporte, alojamento, restauração, entretenimento e intermediação.
Texto do artigo · p. 4 A interlocução com o Governo é feita através da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), da Federação Moçambicana de Hotelaria e Turismo (FEMOTUR), que congrega uma série de associações de hotelaria e turismo a nível nacional e local. Existe ainda a Associação das Agências de Viagem (AVITUM).
Texto do artigo · p. 4 Figura 1: Organização da Área do Turismo
Texto do artigo · p. 4 SECTOR PÚBLICO
Texto do artigo · p. 4 SECTOR PUBLICO: MICULTUR SECTOR PUBLICO COMPLEMENTAR AO TURISMO SECTOR PRIVADO SECTOR PRIVADO DO TURISMO SECTOR PRIVADO COMPLEMENTAR AO TURISMO COMPLEMENTARES
Texto do artigo · p. 4 SECTOR PUBLICO: MICULTUR-­‐ INATUR
Texto do artigo · p. 4 SECTOR PUBLICO COMPLEMENTAR AO TURISMO
Texto do artigo · p. 4 SECTOR PRIVADO DO TURISMO
Texto do artigo · p. 4 SECTOR PRIVADO COMPLEMENTAR AO TURISMO
Texto do artigo · p. 4 SECTOR PRIVADO
Texto do artigo · p. 4 COMPLEM ENTARES
Texto do artigo · p. 5 Os níveis e áreas acima mencionados constituem espaços e fonte para promoção do produto e dos destinos turísticos no País.
Texto do artigo · p. 5 1.2 Análise FOFA (SWOT)
Texto do artigo · p. 5 Pontos Fortes Pontos Fracos ● Eleição do Turismo como a 4.ª prioridade para o desenvolvimento do País. ● Existência de um património cultural excepcional. ● Fauna marinha extraordinária. ● Proximidade de grandes economias turísticas da África Austral que facilitam a criação de pacotes turísticos atractivos. ● Crescimento do mercado de turismo doméstico, impulsionado pelo aumento de turistas nacionais e estrangeiros residentes. ● Logo marca atraente, ilustrando as potencialidades turísticas e culturais de Moçambique. ● Recursos financeiros limitados para a realização das acções de marketing. ● Percepção deturpada do visitante relativamente a segurança e acesso ao País. ● Défice de recursos humanos qualificados. ● Fraca divulgação da Marca Moçambique e seus atributos. ● Fraca consciencialização da importância do turismo pelos intervenientes da cadeia de valores de turismo. Oportunidades Ameaças ● Capitalização das tendências de crescimento de novos mercados como é o caso do crescimento dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) e fidelização do mercado regional. ● Capitalização do marketing digital, através do uso de plataformas promocionais online (internet e redes sociais). ● Crescimento dos segmentos de mercado baseado em experiências e interesse especiais. ● Crescimento na demanda de eventos culturais. ● Potencial para melhorar ligações com fornecedores locais. ● Instabilidade económica derivada do excesso de importações e fraca produção interna. ● Forte competitividade dos destinos turísticos regionais e internacionais em matéria de acesso (facilidade na obtenção de vistos de entrada, reduzido custo de passagens aéreas), infra-estruturas rodoviárias e qualidade de prestação de serviços. ● Exiguidade de transporte terrestre e marítimo para fins turísticos. ● Fraco envolvimento do empresariado nacional nas acções de marketing do destino turístico Moçambique. ● Preços de transporte aéreo e serviços turísticos não competitivos. ● Limitação da mão-de-obra qualificada.
Pontos FortesPontos Fracos
● Eleição do Turismo como a 4.ª prioridade para o desenvolvimento do País. ● Existência de um património cultural excepcional. ● Fauna marinha extraordinária. ● Proximidade de grandes economias turísticas da África Austral que facilitam a criação de pacotes turísticos atractivos. ● Crescimento do mercado de turismo doméstico, impulsionado pelo aumento de turistas nacionais e estrangeiros residentes. ● Logo marca atraente, ilustrando as potencialidades turísticas e culturais de Moçambique.● Recursos financeiros limitados para a realização das acções de marketing. ● Percepção deturpada do visitante relativamente a segurança e acesso ao País. ● Défice de recursos humanos qualificados. ● Fraca divulgação da Marca Moçambique e seus atributos. ● Fraca consciencialização da importância do turismo pelos intervenientes da cadeia de valores de turismo.
OportunidadesAmeaças
● Capitalização das tendências de crescimento de novos mercados como é o caso do crescimento dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) e fidelização do mercado regional. ● Capitalização do marketing digital, através do uso de plataformas promocionais online (internet e redes sociais). ● Crescimento dos segmentos de mercado baseado em experiências e interesse especiais. ● Crescimento na demanda de eventos culturais. ● Potencial para melhorar ligações com fornecedores locais.● Instabilidade económica derivada do excesso de importações e fraca produção interna. ● Forte competitividade dos destinos turísticos regionais e internacionais em matéria de acesso (facilidade na obtenção de vistos de entrada, reduzido custo de passagens aéreas), infra-estruturas rodoviárias e qualidade de prestação de serviços. ● Exiguidade de transporte terrestre e marítimo para fins turísticos. ● Fraco envolvimento do empresariado nacional nas acções de marketing do destino turístico Moçambique. ● Preços de transporte aéreo e serviços turísticos não competitivos. ● Limitação da mão-de-obra qualificada.
Texto do artigo · p. 5 As dificuldades acima referidas com pontos fracos e ameaças, colocam Moçambique numa posição pouco competitiva.
Texto do artigo · p. 5 Este cenário só poderá ser ultrapassado através das seguintes acções concertadas e estratégicas:
Texto do artigo · p. 5 ✓ Sensibilização dos cidadãos sobre a importância do turismo;
Texto do artigo · p. 5 ✓ Massificação da promoção da Marca Moçambique;
Texto do artigo · p. 5 ✓ Facilitação do acesso ao País e aos destinos turísticos locais; ✓ Desenvolvimento do produto e diversificação da oferta
Texto do artigo · p. 5 turística;
Texto do artigo · p. 5 ✓ Incremento dos recursos financeiros alocados para as acções
Texto do artigo · p. 5 de promoção e marketing.
Texto do artigo · p. 5 1.2.1 Competitividade do Turismo em Moçambique
Texto do artigo · p. 5 Comparando o custo da actividade turística entre Moçambique e os seus concorrentes regionais, verifica-se que continua a ser um destino caro, devido os altos preços das passagens aéreas domésticas e internacionais, resultado directo da fraca concorrência entre companhias aéreas assim como, dos preços de alojamento.
Texto do artigo · p. 5 Outra lacuna na competitividade tem a ver com o custo do visto de entrada no país, comparativamente a outros países da região (SADC).
Texto do artigo · p. 5 No contexto mundial, de acordo com o Índice de Competitividade de Viagens e Turismo publicado pelo Fórum Económico em 2015, Moçambique ocupou a 130ª posição, situando-se abaixo de países como o Malawi e a Suazilândia. A baixa classificação deve-se particularmente, aos seguintes factores:
Texto do artigo · p. 5 ● Transporte aéreo; ● Qualidade de recursos humanos; ● Transporte terrestre; ● Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs); e ● Saúde e higiene.
Texto do artigo · p. 5 A nível da região, a posição do nosso país está muito aquém das aspirações do Governo, conforme pode ilustra a tabela abaixo.
Texto do artigo · p. 5 Classificação dos Destinos Turísticos da SADC no Índice Global
Texto do artigo · p. 5 Ordem País Posição 1 África do Sul 48 2 Seychelles 54 3 Maurícias 56 4 Namíbia 70 5 Botswana 88 6 Tanzânia 93 7 Zâmbia 107 8 Zimbabwe 115 9 Madagáscar 121 10 Malawi 126 11 Lesoto 129 12 Moçambique 130 13 Angola 139
OrdemPaísPosição
1África do Sul48
2Seychelles54
3Maurícias56
4Namíbia70
5Botswana88
6Tanzânia93
7Zâmbia107
8Zimbabwe115
9Madagáscar121
10Malawi126
11Lesoto129
12Moçambique130
13Angola139
Texto do artigo · p. 5 Fonte: Fórum Económico Mundial, 2015.
Texto do artigo · p. 5 Na sequência dos esforços empreendidos pelo Governo, em 2017, Moçambique alcançou a 122.ª posição à frente de Malawi, República Democrática do Congo e Burundi. Destacam-se as seguintes melhorias:
Texto do artigo · p. 5 ● Uso de tecnologias de comunicação e informação; ● Redução de taxas de transporte aéreo; ● Incremento de serviços fornecidos através da telefonia móvel; ● Melhoria do ambiente de negócios; ● Melhoria da segurança pública; e ● Incremento da protecção ambiental.
Texto do artigo · p. 5 1.2.2 Transversalidade e Necessidade de Colaboração
Texto do artigo · p. 5 A integração e coordenação do desenvolvimento do Turismo ainda enfrentam enormes desafios: as actividades de marketing ao nível do sector público são desenvolvidas em função da capacidade e dos recursos de cada instituição e constata-se que os níveis de coordenação e aderência aos planos é ainda bastante
Texto do artigo · p. 6 incipiente o que resulta em desenvolvimento desconectado e fragmentado de destinos.
Texto do artigo · p. 6 Parcerias público-privadas: A colaboração e comunicação entre os sectores público e privado é ainda incipiente, levando à duplicação de esforços e resultados fragmentados, na gestão e promoção e marketing do destino. Para contrariar esta situação, devem ser coordenadas acções ao nível de:
Texto do artigo · p. 6 ● Marketing – quanto às metodologias a adoptar, explorando sinergias na sua implementação; ● Formação - relativamente à mobilização e capacitação dos recursos humanos, para suprir as necessidades do sector empresarial; ● Desenvolvimento do produto – consolidar e potenciar as associações dos vários provedores de serviços e promover maior comunicação e colaboração entre os intervenientes dos subsectores no sistema do turismo; ● Estatísticas de turismo – a recolha e processamento de dados estatísticos continuam a ser um enorme desafio para o sector pois, muitos estabelecimentos não facultam dados e quando o fazem, não são realísticos. Mais ainda, a recolha de dados é demasiado onerosa devido à dispersão das unidades fontes de estatísticas, aliada ao formato geográfico do País.
Texto do artigo · p. 6 1.2.3 Vantagens Comparativas como Oportunidades a Explorar
Texto do artigo · p. 6 De acordo com análise FOFA acima descrita, os elementoschave que conferem uma clara vantagem comparativa para Moçambique, consubstanciam-se na qualidade e originalidade dos seus atractivos baseados na natureza, bem como no perfil cultural e multifacetado do país. É um dos poucos países que pode oferecer pacote de perfeita combinação de turismo de costa (praia e safari marinho) e de selva (flora e fauna) em muito curto espaço de tempo (menos de 30 minutos).
Texto do artigo · p. 6 Os factores que potenciam o país e jogam um papel diferenciador na região:
Texto do artigo · p. 6 ● Localização Estratégica: os mais de 2.700 km de linha de costa inexplorada e muito diversificada em paisagem, flora e fauna, oferecendo oportunidades para inúmeras diversões e desportos aquáticos, constituem atractivo a considerar pelos operadores turísticos que vendem os países do hinterland. Por outro lado, dada a extensão da nossa costa, alguns países da região só podem ter acesso ao produto turístico (tropical) costeiro através de Moçambique, tornando assim um elemento complementar para os operadores que pretendem maximizar o valor do pacote turístico para turistas de além-mar; ● Mosaico cultural: Moçambique apresenta um ambiente cultural único na Região, dada a herança rica e diversificada das influências árabe, swahili, portuguesa e africana. Essa influência reflecte-se no seu quotidiano através da história, língua, gastronomia, arquitectura, artes e expressão cultural. Por conseguinte, o País apresenta características únicas numa região que é anglófona; ● Atractivos Baseados na Natureza: A riqueza da vida marinha, o mergulho e a pesca correspondem a padrões internacionais de alta qualidade. Ao longo da costa de Moçambique encontramos espécies marinhas como golfinhos, baleias, tubarões, raias, tartarugas e até mesmo dugongos, proporcionando uma experiência litoral diversa e interessante. No continente, para além de paisagens de beleza singular, existem várias áreas de conservação que oferecem oportunidades ímpares
Texto do artigo · p. 6 para a prática de safari, com destaque para os Parques Nacionais de Gorongosa, Limpopo e Quirimbas e Reservas Nacionais dos Elefantes, de Niassa e de Chimanimani; ● Facilidade de combinação Praia – Safari: Dada a sua localização estratégica, Moçambique oferece ainda oportunidades de interligação selva/costa (bush/ beach) na rota que vai da “Área de Conservação Transfronteiriça (ACTF) do Limpopo, passando pelas praias de Inhambane e Gaza”, até à Reserva Especial de Maputo (distrito de Matutuíne); ● Descobertas de recursos naturais e sua exploração: As recentes descobertas no país de recursos naturais, constituem um enorme potencial para o crescimento do sector de viagens, alojamento, entretenimento e restauração, oferecendo oportunidades de desenvolvimento de produtos e serviços turísticos nessas zonas do País.
Texto do artigo · p. 6 1.3 Acções de Marketing de 2006 a 2016
Texto do artigo · p. 6 A Estratégia de Marketing Turístico de Moçambique, que vigorou desde 2006 até 2016, teve maior enfoque para a promoção do turismo internacional. Durante esse período, foram desenvolvidas diversas actividades que directa e indirectamente concorreram para a materialização das acções e o alcance dos objectivos globais plasmados no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo (2004 – 2013).
Texto do artigo · p. 6 O volume de turistas e de investidores nacionais e internacionais que escolhe Moçambique como destino preferencial para o turismo e investimento, mostra índices de crescimento significativos de ano para ano até 2012, sendo que, de então até 2015 registou-se um abrandamento tanto do número de turistas como do volume investimentos dada a conjuntura económica internacional e nacional. A partir de 2015 o número de chegadas internacionais começou a mostrar sinais de crescimento registando-se 1.633.936 para em 2016 atingir 1.715.360.
Texto do artigo · p. 6 1.3.1 Frentes de intervenção no Mercado
Texto do artigo · p. 6 A promoção do destino Moçambique foi realizada em duas frentes: mercado doméstico e mercado internacional. Ao nível regional, o grupo alvo foi África do Sul e Zimbabwe e ao nível internacional foi Portugal, Grã-Bretanha, Espanha, Alemanha, Emiratos Árabes Unidos e Brasil.
Texto do artigo · p. 6 A presença no mercado revelou-se de extrema importância, no desenvolvimento e promoção de Moçambique tanto dentro (mercado doméstico) como fora do país (mercado internacional). Por conseguinte, nos últimos anos Moçambique é referenciado nos mídia internacionais de renome, como um dos destinos emergentes com atractivos naturais consideráveis, sugerindo-se aos turistas estrangeiros que procurem visitar o país. Neste âmbito, importa assegurar o devido aproveitamento destas oportunidades em prol do desenvolvimento do sector e do país em geral.
Texto do artigo · p. 6 Quanto aos meios usados, as principais acções levadas a cabo consistem na divulgação dos destinos através de produção e distribuição de material promocional, participação em feiras, exposições, workshops, apoio na organização de festivais locais, palestras de sensibilização, inserção de spots na mídia televisiva e escrita, produção de outdoors, apoio técnico na organização de diversas actividades de carácter turístico-cultural, entre outras.
Texto do artigo · p. 6 No turismo doméstico, as principais acções foram orientadas para o apoio e organização de festivais turístico-culturais, palestras, campanhas de Boas Vindas nas épocas de pico, implementação do Programa Nacional Bem Servir, organização da Feira Internacional de Turismo Descubra Moçambique, inserção de spots nos mídias audiovisuais e escrita, produção e distribuição de material promocional, produção de outdoors, entre outras.
Texto do artigo · p. 7 1.3.2 Participação em Feiras Nacionais e Internacionais Moçambique tem estado a participar anualmente nas seguintes
Texto do artigo · p. 7 feiras internacionais de turismo, incentivo e investimento:
Texto do artigo · p. 7 ● FITUR – Madrid, Espanha ● BTL – Lisboa, Portugal ● ITB – Berlim, Alemanha ● WTM África – Cidade de Cabo, África do Sul ● Indaba – Durban, África do Sul ● Shangai – Harare, Zimbabwe ● FACIM – Maputo, Moçambique
Texto do artigo · p. 7 Para além de participação regular nas feiras acima indicadas, esforços foram feitos para participar em outras feiras na China, Dubai, Itália e Barcelona, dado o enorme potencial que representam, no mercado global.
Texto do artigo · p. 7 A nível nacional, o Sector organiza a “Descubra Moçambique - Feira Internacional de Turismo”, que é o ponto de encontro entre os profissionais do sector de turismo e similares, que decorre anualmente na Cidade de Maputo, com os seguintes objectivos:
Texto do artigo · p. 7 ● Divulgar as potencialidades turísticas; ● Fortalecer as relações comerciais, parcerias e intercâmbio entre os operadores do turismo nacionais e estrangeiros; ● Promover a cultura e gastronomia nacional; ● Despertar interesse dos nacionais para a prática do turismo doméstico e investimento em Moçambique; ● Divulgar a Marca Moçambique.
Texto do artigo · p. 7 De igual modo, o sector participa anualmente na feira económica – FACIM e em outras feiras sectoriais consideradas relevantes, como expositor.
Texto do artigo · p. 7 1.3.3 Roadshows
Texto do artigo · p. 7 Anualmente os roadshows foram realizados em parceria com o sector privado nos seguintes mercados regionais: Durban, Cape Town, Pretoria, Joanesburgo, Nelspruit, Kwazulu Natal,
Texto do artigo · p. 7 Figura 2 : Ferramentas Online usadas na Promoção do Destino Moçambique
Texto do artigo · p. 7 Hillcrest e Western Cape na África do Sul. Esforços foram feitos para incluir também, outras cidades tais como Luanda (Angola), Nairobi (Kenya), e Gaborone (Botswana) mas tiveram de ser suspensos para melhor organização.
Texto do artigo · p. 7 COME & EXPERIENCE THE MAGIC OF MOZAMBIQUE! Visit us to find out more about Mozambique Tourism Road Show showcasing a range of Hotels, Resorts and Tour Operators.
Texto do artigo · p. 7 1.3.4 Visitas de Familiarização
Texto do artigo · p. 7 Anualmente, foram realizadas em média, 10 visitas de familiarização para diversos grupos. As acções relacionadas com visitas de familiarização ao país, consistem na organização de viagens para operadores turísticos e comunicação social especializada, com o objectivo de fazer conhecerem os vários locais de interesse turístico, bem como a oferta turística disponível.
Texto do artigo · p. 7 Os destinos turísticos mais visitados no âmbito desta actividade incluem Ponta de Ouro, Cidade de Maputo, Ilha de Inhaca, Arquipélago de Bazaruto, Vilankulo, Tofo, Cahora Bassa, Ilha de Moçambique, Pemba, Quirimbas, Reserva Nacional de Niassa, Parque Nacional de Limpopo, Parque Nacional de Gorongosa e Lago Niassa.
Texto do artigo · p. 7 1.3.5 Marketing Digital e Online
Texto do artigo · p. 7 O Sector tem desenvolvido esforços no sentido de usar as tecnologias de informação e comunicação, como um meio preferencial, para a divulgação e informação sobre destinos turísticos. O Portal do Turismo (www.visitmozambique.gov. mz) foi recentemente reestruturado para torná-lo interactivo, dinâmico, moderno (com ferramentas que permitem planificar as viagens e receber o boletim informativo), compatível com dispositivos móveis e que permita gerar dados estatísticos (relatórios das visualizações).
Texto do artigo · p. 7 Ainda neste âmbito, são usadas ferramentas de marketing online para mostrar de forma integrada, a identidade do destino turístico Moçambique. Estas ferramentas incluem Website, YouTube, Facebook, Google+, Twitter, Instagram e Linkedin com notícias, vídeos, fotografias e promoções para divulgar as atracções turísticas de Moçambique.
Texto do artigo · p. 7 YouTube Facebook Google+ Twitter in Instagram Bem-vindo a Moçambique
Texto do artigo · p. 8 Balcões de Informação Turística (BIT)
Texto do artigo · p. 8 Os Balcões de Informação Turística (BITs) são locais de atendimento ao turista, localizados em pontos estratégicos ao longo dos corredores turísticos, sendo o primeiro ponto de contacto entre o turista e o destino. Estes visam prestar informação sobre alojamento, actividades a realizar, locais a visitar, entre outras. Neles são disponibilizados mapas e guias turísticos que orientam os turistas, durante a sua estadia.
Texto do artigo · p. 8 Actualmente, existem BITs na Cidade de Maputo (Jardim Tunduro e Aeroporto Internacional de Maputo) e nas províncias de Gaza (Macia), Inhambane (Jangamo), Zambézia (Quelimane) e Cabo Delgado (Aeroporto de Pemba). Está prevista para breve, a instalação de BITs nas províncias de Sofala (Beira), Manica (Chimoio) e Nampula (Nacala). Este processo irá continuar até a implantação de BITs nos principais destinos turísticos do país.
Texto do artigo · p. 8 1.3.6 Festivais e Outros Eventos
Texto do artigo · p. 8 No âmbito da dinamização do turismo doméstico, o Governo contribuiu para a realização de eventos turísticos culturais, como é o caso dos festivais da Ponta de Ouro e Guaza Muthine (Província de Maputo; Zavala, Tofo e Murrungulo (Inhambane); Festival de Cabeça do Velho (Manica); Zalala (Zambézia); Omuhipiti - Ilha de Moçambique (Nampula); Festival das Estrelas do Lago (Niassa); e Festival do Wimbe (Cabo Delgado).
Texto do artigo · p. 8 No âmbito do Programa Nacional Bem Servir (PNBS), foram realizadas campanhas de “Boas Vindas” nos principais pontos de entrada do país (aeroportos e postos fronteiriços), bem
Texto do artigo · p. 8 como palestras de sensibilização orientadas para os prestadores de serviços turísticos e público em geral.
Texto do artigo · p. 8 Parcerias Regionais
Texto do artigo · p. 8 No âmbito do desenvolvimento do turismo regional, o país apostou no estabelecimento de alianças com alguns países, para a promoção conjunta da região, como um destino único de turismo, o que permite:
Texto do artigo · p. 8 ● Optimizar a utilização de recursos e aumentar a vantagem competitiva na região face a outros destinos, através do esforço colectivo de cooperação; ● Criar um clima favorável ao investimento turístico na região; ● Promover o potencial turístico da região, capitalizando os pontos fortes e destacando as atracções dos Estados- -membros; ● Facilitar as viagens inter-regionais através da redução ou eliminação de restrições às viagens (vistos e procedimentos migratórios).
Texto do artigo · p. 8 Produção e Distribuição de Material Promocional
Texto do artigo · p. 8 O Governo em parceria com o sector privado produziu anualmente material informativo e promocional (escrito e audiovisual) basicamente nas línguas portuguesa e inglesa, conforme a tabela 1, em anexo. Esse material foi distribuído em eventos de promoção do destino turístico Moçambique, bem como em outros canais de grande importância, nomeadamente:
Texto do artigo · p. 8 MOZAMBIQUE extraordinary Mozambique gorongosa Mozambique
Texto do artigo · p. 8 o Feiras nacionais e internacionais; o Roadshows; o Balcões de Informação Turística; o Hotéis, agências de viagens e restaurantes; o Conferências nacionais e internacionais de investimentos; o Representações diplomáticas no exterior; o Representações diplomáticas acreditadas em Moçambique; o Escolas e Universidades; e o Eventos diversos.
Texto do artigo · p. 9 Para corresponder à crescente penetração das novas tecnologias, os materiais de promoção de formato físico, foram convertidos para o formato electrónico, com um aplicativo em Tablets e Smartphones, nomeadamente: guias de alojamento, mapa do país em formato online e interactivo, brochuras sobre praias, parques e reservas naturais online e DVD promocional (nas línguas portuguesa, inglesa, árabe e mandarim).
Texto do artigo · p. 9 1.4 Resultados Alcançados Em 2012, o país atingiu o recorde no número de chegadas
Texto do artigo · p. 9 internacionais com cerca de 2,2 milhões de visitantes e uma receita
Texto do artigo · p. 9 Gráfico 1: Número Total de Chegadas Internacionais
Texto do artigo · p. 9 de cerca de 193 milhões de dólares americanos. Entretanto, esta tendência de crescimento registou um abrandamento de 2013 a 2015, devido aos efeitos da conjuntura económica nacional e internacional, associados às barreiras de crescimento do sector relacionadas com acesso, demanda, investimento e capacidade institucional.
Texto do artigo · p. 9 Em 2016, o volume de chegadas internacionais foi de 1,7 milhões, correspondendo a um crescimento na ordem de 5%, o que perspectiva um cenário animador do comportamento dos mercados emissores de turistas para Moçambique.
Texto do artigo · p. 9 CHEGADAS INTERNACIONAIS 2.500.000 2.000.000 1.500.000 1.000.000 500.000 0 1.095.000 2006 1.259.000 2007 1.508.054 2008 1.711.147 2009 1.836.143 2010 2.012.640 2011 2.205.853 2012 1.969.716 2013 1.750.562 2014 1.633.935 2015 1.715.360 2016 ANO
Texto do artigo · p. 9 Do total de visitantes estrangeiros, 71,7% são provenientes da região, constituindo a maior mais-valia para o turismo moçambicano, sendo que os restantes 28,3 são provenientes do resto do mundo. Merecem uma atenção especial, os visitantes provenientes da África do Sul que correspondem a 64% do total dos visitantes da região que visitam o nosso país.
Texto do artigo · p. 9 Quadro 1 – Chegadas Internacionais por País de Residência Permanente
Texto do artigo · p. 9 A nível do turismo internacional, os países que constituem actualmente, os principais mercados emissores para Moçambique são para além da África do Sul, Portugal, Reino Unido e Alemanha. De referir, que o mercado dos Estados Unidos da América, vem demonstrando um crescimento considerável no mercado turístico nacional, com interesse orientado para as áreas de conservação.
Texto do artigo · p. 9 Continentes/Países 2012 2013 2014 2015 2016* (%) Países/16 África 1,580,523 1,411,327 1,254,301 1,274,842 1,352,973 78.87% África do Sul 971,868 872,017 774,995 1,045,322 1,118,410 65.20% Malawi 264,723 236,385 210,084 3,694 3,953 0.23% Zimbabwe 198,021 176,823 157,149 102,539 106,551 6.21% Suazilândia 64,096 67,007 59,552 22,752 20,708 1.21% Outros Países de África 81,815 59,096 52,521 100,534 103,351 6.03% Américas 135,488 120,984 107,523 76,037 68,524 3.99% Estados Unidos 76,603 68,403 60,792 44,918 39,345 2.29% Outros Países da América 58,885 52,581 46,731 31,119 29,179 1.70%
Continentes/Países20122013201420152016*(%) Países/16
África1,580,5231,411,3271,254,3011,274,8421,352,97378.87%
África do Sul971,868872,017774,9951,045,3221,118,41065.20%
Malawi264,723236,385210,0843,6943,9530.23%
Zimbabwe198,021176,823157,149102,539106,5516.21%
Suazilândia64,09667,00759,55222,75220,7081.21%
Outros Países de África81,81559,09652,521100,534103,3516.03%
Américas135,488120,984107,52376,03768,5243.99%
Estados Unidos76,60368,40360,79244,91839,3452.29%
Outros Países da América58,88552,58146,73131,11929,1791.70%
Texto do artigo · p. 10 Continentes/Países 2012 2013 2014 2015 2016* (%) Países/16 Asia 28,661 25,593 22,745 42,407 41,980 2.45% Europa 444,506 396,922 352,760 212,970 221,009 12.88% Reino Unido 57,322 51,186 43,932 33,944 35,956 2.10% Portugal 86,504 77,244 156,124 36,114 34,074 1.99% Alemanha 11,985 20,940 11,910 20,797 21,649 1.26% Outros Países da Europa 288,695 247,552 140,794 122,114 129,330 7.54% Resto do Mundo 16,675 14,890 13,233 27,680 30,873 1.80% Total 2,205,853 1,969,716 1,750,562 1,633,936 1,715,360 100.00%
Continentes/Países20122013201420152016*(%) Países/16
Asia28,66125,59322,74542,40741,9802.45%
Europa444,506396,922352,760212,970221,00912.88%
Reino Unido57,32251,18643,93233,94435,9562.10%
Portugal86,50477,244156,12436,11434,0741.99%
Alemanha11,98520,94011,91020,79721,6491.26%
Outros Países da Europa288,695247,552140,794122,114129,3307.54%
Resto do Mundo16,67514,89013,23327,68030,8731.80%
Total2,205,8531,969,7161,750,5621,633,9361,715,360100.00%
Texto do artigo · p. 10 Fonte: INE/SENAMI 2016 Relativamente às receitas do turismo internacional, em termos absolutos, o sector tem vindo a registar um constante crescimento
Texto do artigo · p. 10 tendo passado de 195.6 milhões de dólares americanos em 2009 para 266.6 milhões em 2014, mostrando um crescimento na ordem de 36%, como mostra o gráfico 3.
Texto do artigo · p. 10 Gráfico 2: Valor Total de Receitas Internacionais de Turismo
Texto do artigo · p. 10 RECEITAS DO TURISMO INTERNACIONAL 300 250 200 150 100 50 0 139,7 163,4 185,4 195,6 197,3 231,1 242,2 236,2 206,6 193 107,83 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
Texto do artigo · p. 10 Em 2015 registou uma descida para 193 milhões de dólares americanos. As estatísticas indicam que a despesa média por turista no país é a menor da região, o que pode ser reflexo do fraco nível
Texto do artigo · p. 10 de desenvolvimento do produto turístico e da baixa estadia média, entre outros, apesar de ser o destino com a média de preços dos serviços turísticos mais elevada, na região.
Número ou marcador · p. 10 Capítulo II: Objectivos Estratégicos e Pólos Turísticos No âmbito da operacionalização da implementação do Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo, o Governo
Texto do artigo · p. 10 de Moçambique definiu 5 regiões, como destinos estratégicos prioritários para a promoção do turismo, nomeadamente: Maputo Cidade, Vilankulo, Gorongosa, Quirimbas e Niassa, abaixo descritos em detalhe de acordo com a respectiva especificidade.
Texto do artigo · p. 11 2.1 Objectivos da Estratégia de Marketing Turístico
Texto do artigo · p. 11 Objectivos da Estratégia de Marketing
Texto do artigo · p. 11 ● Promover os cinco (5) destinos prioritários definidos pelo Governo, como destinos turísticos de classe internacional; ● Eliminar as principais fraquezas do produto turístico e promover o aproveitamento do património cultural e natural; ● Diversificar o produto turístico e promover a oferta de pacotes turísticos atractivos para os segmentos de mercado identificados; ● Melhorar os índices de ocupação de camas nos estabelecimentos hoteleiros; ● Potenciar a promoção do turismo doméstico; ● Desenvolver produtos, rotas e circuitos turísticos; ● Apostar no uso de tecnologias de informação e comunicação.
Texto do artigo · p. 11 2.2 Resultados Esperados com a Estratégia de Marketing Sector Público
Texto do artigo · p. 11 1. Melhoramento da imagem de Moçambique como Destino Turístico; 2. Aumento do fluxo do turismo doméstico e de chegadas internacionais; 3. Diminuição da sazonalidade nos destinos; 4. Aumento da estada média e dos gastos per capita; 5. Melhoramento da funcionalidade da cadeia de valor do turismo e redução de importações no sector; 6. Maior integração do sector no tecido económico local; 7. Maior valorização dos destinos nacionais pelos Mocambicanos; 8. Inclusão social por meio de turismo; 9. Posicionamento da Marca Moçambique no mercado nacional e internacional; 10. Atracção dos nicho de cruzeiros, MICE e grandes eventos para Moçambique. Sector Privado de ocupação nos empreendimentos; 3. Diminuição da Sazonalidade da demanda; 4. Empreendimentos mais competitivos e viáveis; 5. Elevação dos níveis de retorno de investimentos; 6. Melhoria de ambiente de negócio e redução dos custos de transacção; 7. Disponibilidade de mão-de-obra qualificada em função das necessidades do setor; Maior valorização dos destinos nacionais. Sociedade
Texto do artigo · p. 11 1. Geração de emprego no turismo; 2. Aumento da renda nos destinos turísticos; 3. Elevação da qualidade de vida e de auto-estima das comunidades; 4. Maior valorização das potencialidades locais, culturais e naturais; 5. Maior integração do turismo nas economias locais. Turistas
Texto do artigo · p. 11 1. Maior facilidade de acesso à informação e contratação de serviços de destinos moçambicanos; 2. Incremento das opções de viagens de qualidade a preços mais competitivos; 3. Melhoria da satisfação nas viagens a Moçambique; 4. Aumento da cultura de viajar dentro do país. 2.3 Onde Queremos Chegar? Visão Em 2025, Moçambique será o destino mais vibrante, dinâmico e exótico de África, famoso pelas suas excelentes praias e atracções costeiras; produtos ecoturísticos sensacionais e uma cultura fascinante com uma indústria turística de rápido crescimento e sustentável. Missão Assegurar uma hospitalidade memorável aos nossos visitantes, através de experiências únicas, autênticas, de qualidade e excelência, ao mesmo tempo que salvaguardamos as dinâmicas e a sustentabilidade socioeconómica locais e do País. 2.4 Destinos Turísticos Estratégicos para Promoção Moçambique oferece condições favoráveis para a prática de turismo nos seus vários segmentos, nomeadamente: lazer, negócios e eventos desportivos (pesca, para-quedismo, desportos aquáticos, kitesurf, etc.) e culturais (danças tradicionais, festivais, música, gastronomia, etc.), cruzeiro, safari oceânico (observação dos cinco grandes marinhos – tubarão, raia manta, baleias, dugongos, tartaruga marinha – mergulho, etc.) observação da fauna bravia, paisagens e pássaros, entre outros. A combinação selva - praia e a localização estratégica (extensão da costa com praias e ilhas paradisíacas que podem servir de complemento à oferta turística dos países do interior) coloca o país em vantagem comparativa na região. Em relação à promoção e marketing turístico, o Sector desenvolveu um conjunto de actividades, nomeadamente: participação em feiras de turismo, roadshows, visitas de familiarização, produção e distribuição de material promocional, operacionalização de portal de turismo e redes sociais, assim como balcões de informação turística. A intervenção nesta área é feita numa base de parceria público-privada. As acções de promoção e marketing vão focalizar os pólos abaixo indicados, que servirão de hubs para alavancar os propósitos acima referidos. Os destinos turísticos estratégicos e as acções prioritárias de intervenção visando promover o seu desenvolvimento sustentável e integrado, para conferir qualidade e excelência e melhorar a competitividade no mercado doméstico, regional e internacional são: MAPUTO – DESTINO DE TURISMO CULTURAL, DE NEGÓCIOS E EVENTOS Extensão: Cidade de Maputo, Reserva Especial de Maputo e Ponta de Ouro.
Texto do artigo · p. 11 2.2 Resultados Esperados com a Estratégia de Marketing
Texto do artigo · p. 11 Sector Público
Texto do artigo · p. 11 1. Melhoramento da imagem de Moçambique como Destino Turístico; 2. Aumento do fluxo do turismo doméstico e de chegadas internacionais; 3. Diminuição da sazonalidade nos destinos; 4. Aumento da estadia média e dos gastos per capita; 5. Melhoramento da funcionalidade da cadeia de valor do turismo e redução de importações no sector; 6. Maior integração do sector no tecido económico local; 7. Maior valorização dos destinos nacionais pelos Moçambicanos; 8. Inclusão social por meio de turismo; 9. Posicionamento da Marca Moçambique no mercado nacional e internacional; 10. Atracção dos nicho de cruzeiros, MICE e grandes eventos para Moçambique.
Texto do artigo · p. 11 Sector Privado
Texto do artigo · p. 11 de ocupação nos empreendimentos; 3. Diminuição da Sazonalidade da demanda; 4. Empreendimentos mais competitivos e viáveis; 5. Elevação dos níveis de retorno de investimentos; 6. Melhoria de ambiente de negócio e redução dos custos de transacção; 7. Disponibilidade de mão-de-obra qualificada em função das necessidades do sector; Maior valorização dos destinos nacionais.
Texto do artigo · p. 11 Sociedade
Texto do artigo · p. 11 1. Geração de emprego no turismo; 2. Aumento da renda nos destinos turísticos; 3. Elevação da qualidade de vida e de auto-estima das comunidades; 4. Maior valorização das potencialidades locais, culturais e naturais; 5. Maior integração do turismo nas economias locais.
Texto do artigo · p. 11 Turistas
Texto do artigo · p. 11 1. Maior facilidade de acesso à informação e contratação de serviços de destinos moçambicanos; 2. Incremento das opções de viagens de qualidade a preços mais competitivos; 3. Melhoria da satisfação nas viagens a Moçambique; 4. Aumento da cultura de viajar dentro do país.
Texto do artigo · p. 11 2.3 Onde Queremos Chegar?
Texto do artigo · p. 11 Visão Missão
Visão
Missão
Texto do artigo · p. 11 Em 2025, Moçambique será o destino mais vibrante, dinâmico e exótico de África, famoso pelas suas excelentes praias e atracções costeiras; produtos ecoturísticos sensacionais e uma cultura fascinante com uma indústria turística de rápido crescimento e sustentável.”
Texto do artigo · p. 11 Assegurar uma hospitalidade memorável aos nossos visitantes, através de experiências únicas, autênticas, de qualidade de excelência, ao mesmo tempo que salvaguardamos as dinâmicas e a sustentabilidade socioeconómico locais e do País.
Texto do artigo · p. 11 2.4 Destinos Turísticos Estratégicos para Promoção
Texto do artigo · p. 11 Moçambique oferece condições favoráveis para a prática de turismo nos seus vários segmentos, nomeadamente: lazer, negócios e eventos desportivos (pesca, pára-quedismo, desportos aquáticos, kytesurf, etc.) e culturais (danças tradicionais, festivais, música, gastronomia, etc.), cruzeiro, safari oceânico (observação dos cinco grandes marinhos – tubarão, raia manta, baleias, dugongos, tartaruga marinha – mergulho, etc.) observação da fauna bravia, paisagens e pássaros, entre outros.
Texto do artigo · p. 11 A combinação selva - praia e a localização estratégica (extensão da costa com praias e ilhas paradisíacas que podem servir de complemento à oferta turística dos países do interior) coloca o país em vantagem comparativa na região.
Texto do artigo · p. 11 Em relação à promoção e marketing turístico, o Sector desenvolve um conjunto de actividades, nomeadamente: participação em feiras de turismo, roadshows, visitas de familiarização, produção e distribuição de material promocional, operacionalização de portal de turismo e redes sociais, assim como balcões de informação turística. A intervenção nesta área é feita numa base de parceria público-privada.
Texto do artigo · p. 11 As acções de promoção e marketing vão focalizar os pólos abaixo indicados, que servirão de hubs para alavancar os propósitos acima referidos.
Texto do artigo · p. 11 Os destinos turísticos estratégicos e as acções prioritárias de intervenção visando promover o seu desenvolvimento sustentável e integrado, para conferir qualidade e excelência e melhorar a competitividade no mercado doméstico, regional e internacional são:
Texto do artigo · p. 11 MAPUTO – DESTINO DE TURISMO CULTURAL, DE NEGÓCIOS E EVENTOS
Texto do artigo · p. 11 Extensão: Cidade de Maputo, Reserva Especial de Maputo e Ponta de Ouro.
Texto do artigo · p. 12 Produtos: Negócios, Eventos, Culturais, Cruzeiros, Golfe, Safari Oceânico, Observação de Animais, Pesca Desportiva, Mergulhos.
Texto do artigo · p. 12 Produtos: Observação da Fauna bravia, paisagens e pássaros, caminhadas, prática de desportos radicais e combinação selva / praia.
Texto do artigo · p. 12 Pacotes Turísticos: Congressos, grandes eventos (concertos musicais, dança contemporânea, conferências, entre outros.);
Texto do artigo · p. 12 Pacotes Turísticos: Safari com integração de montanhas, cavernas e praia.
Texto do artigo · p. 12 Roteiro turístico: Cultural (visita aos pontos de interesse histórico cultural e arquitectónico (edifícios históricos, monumentos, museus, feiras e jardins,) e roteiro da Costa dos Elefantes (Ponta de Ouro, Ponta Malongane, Reserva Especial de Maputo e a Cidade de Maputo).
Texto do artigo · p. 12 Rota de Aventura: Inhambane – Vilanculos – Gorongosa – Albufeira de Chicamba – Manica – Chimanimani – Zimbabwe;
Texto do artigo · p. 12 Rota de Ecoturismo: Beira – Parque Nacional de Gorongosa
Texto do artigo · p. 12 – Montanha de Gorongosa – Chimoio – Reserva de Chimanimani – Albufeira de Chicamba – Manica – Beira; 2.4.3 Acções Especificas a Desenvolver
Texto do artigo · p. 12 2.4.1 Acções Específicas a Desenvolver
Texto do artigo · p. 12 ● Promover e apoiar a organização de reuniões de natureza diversa (conferências, colóquios, workshops, formação, etc.), festivais de música de carácter nacional e internacional, competições de desporto e entretenimento aquático (ex: kitesurf, vela, canoagem); ● Fortalecer o potencial de turismo urbano na Cidade de Maputo com a valorização do património cultural material e imaterial (edifícios e locais históricos como os Caminhos de Ferro, Praça de Independência, Sé Catedral, Igreja Santo António da Polana, Fortaleza de Maputo; dança e música contemporânea e tradicional, etc.), como factores de atracção e fixação de turistas; ● Promover a criação de uma Agência de Convenções e Eventos para posicionar Moçambique no palco internacional de turismo de negócios (MICE) e concorrer proactivamente para eventos e incentivar as viagens de negócios; e ● Melhorar a sinalética turística.
Texto do artigo · p. 12 ● Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços promocionais negociados e colocados à disposição dos operadores turísticos e agências de viagens ligando o Parque Nacional da Gorongosa e a Reserva Nacional de Chimanimani e o seu património arqueológico (pinturas rupestres), associado ao património natural; ● Implementar o plano de gestão cultural de Chimanimani; ● Dar destaque ao Parque Nacional de Gorongosa nas acções de marketing internacional do INATUR sobre o ecoturismo e incentivo às acções de promoção empreendidas directamente pelo próprio Parque Nacional de Gorongosa; ● Promover o ecoturismo com a sua riqueza histórica e espiritual e estilo de vida tradicional, canoagem, rafting, alpinismo, equitação como componentes
Texto do artigo · p. 12 VILANKULO — DESTINO DE TURISMO DE SOL E PRAIA E DE AVENTURA Extensão: Vila Sede do Distrito de Vilankulo, Arquipélago do Bazaruto e Inhassoro Produtos: Sol e Praia, Safari Oceânico, Observação de Dugongos, golfinhos e flamingos, Pesca Desportiva, Mergulho, desportos aquáticos. Pacotes Turísticos: Grandes Eventos de festivais e desporto aquático e visita ao património cultural Roteiro Turístico: visita aos pontos turísticos da vila e rota de observação de animais (dugongos, golfinhos e flamingos). 2.4.2 Ações Específicas a Desenvolver • Consolidar os mercados da Grã-Bretanha, Alemanha e África do Sul, como principais mercados de Vilankulo, através de acções de marketing e de relações públicas; • Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços negociados entre os operadores turísticos e os provedores dos serviços ligando Vilankulo ao Arquipélago de Bazaruto, associando o património arqueológico ao natural; • Apoiar na elaboração do plano de gestão e conservação e implantar equipamento de recepção aos visitantes nas estações arqueológicas de Vilankulo (Manyikeni, Chibuene, Machanissa); • Promover a criação de rotas turísticas ligando o património arqueológico de Vilankulo ao de Bazaruto. Produtos: Observação da Fauna bravia, paisagens e pássaros, caminhadas, prática de desportos radicais e combinação selva / praia. Pacotes Turísticos: Safari com integração de montanhas, cavernas e praia. Rota de Aventura: Inhambane — Vilanculos — Gorongosa — Albufeira de Chicamba — Manica — Chimanimani — Zimbabwe; Rota de Ecoturismo: Beira — Parque Nacional de Gorongosa — Montanha de Gorongosa — Chimio — Reserva de Chimanimani — Albufeira de Chicamba — Manica — Beira; 2.4.3 Ações Específicas a Desenvolver • Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços promocionais negociados e colocados à disposição dos operadores turisticos e agências de viagens ligando o Parque Nacional da Gorongosa e a Reserva Nacional de Chimanimani e o seu património arqueológico (pinturas rupestres), associado ao património natural; • Implementar o plano de gestão cultural de Chimanimani; • Dar destaque ao Parque Nacional de Gorongosa nas acções de marketing internacional do INATUR sobre o ecoturismo e incentivo às acções de promoção empreendidas directamente pelo próprio Parque Nacional de Gorongosa; • Promover o ecoturismo com a sua riqueza histórica e espiritual e estilo de vida tradicional, canoagem, rafting, alpinismo, equitação como componentes
Texto do artigo · p. 12 QUIRIMBAS – DESTINO DE TURISMO DE SOL E PRAIA, CULTURAL E DE AVENTURA E CINEGETICO
Texto do artigo · p. 12 Extensão: Baía de Pemba, Distrito de Quissanga, Distrito de Macomia, Distrito de Palma e Distrito de Mocímboa da Praia, Ilha do Ibo, Distrito de Nacala e Ilha de Moçambique.
Texto do artigo · p. 12 VILANKULO – DESTINO DE TURISMO DE SOL E PRAIA E DE AVENTURA
Texto do artigo · p. 12 Extensão: Vila Sede do Distrito de Vilankulo, Arquipélago do Bazaruto e Inhassoro
Texto do artigo · p. 12 Produtos: Sol e Praia, Cultura (com base nos seus monumentos históricos, ruínas, produtos arqueológicos), mergulho, pesca, passeios de barco à vela, Kayaking, Windsurfing e observação de pássaros e Turismo de Lua-de-mel.
Texto do artigo · p. 12 Produtos: Sol e Praia, Safari Oceânico, Observação de Dugongos, golfinhos e flamingos, Pesca Desportiva, Mergulho, desporto aquáticos.
Texto do artigo · p. 12 Pacotes Turísticos:Grandes Eventos de festivais e de desporto aquático e visita ao património cultural
Texto do artigo · p. 12 Pacotes Turísticos: Sol e praia, danças tradicionais e safari; mergulho, festivais e entretenimento aquático; vida comunitária, património histórico e cultural.
Texto do artigo · p. 12 Roteiro Turístico: visita aos pontos turísticos da vila e rota de observação de animais (dugongos, golfinhos e flamingos).
Texto do artigo · p. 12 Rota da história da Luta de Libertação Nacional: Bases Centrais. Museu do Chai, Monumento do Massacre de Mueda);
Texto do artigo · p. 12 2.4.2 Acções Específicas a Desenvolver
Texto do artigo · p. 12 Rota Costa e Cultura: Sol e praia do Arquipélago das Quirimbas, Praia de Wimbe e Mecufi, Relamzapo e Chocas Mar, Ilha de Moçambique.
Texto do artigo · p. 12 ● Consolidar os mercados da Grã-Bretanha, Alemanha e África do Sul, como principais mercados de Vilankulo, através de acções de marketing e de relações públicas; ● Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços negociados entre os operadores turísticos e os provedores dos serviços ligando Vilankulo ao Arquipélago de Bazaruto, associando o património arqueológico ao natural; ● Apoiar na elaboração do plano de gestão e conservação e implantar equipamento de recepção aos visitantes nas estações arqueológicas de Vilankulo (Manyikeni, Chibuene, Machanissa); ● Promover a criação de rotas turísticas ligando o património arqueológico de Vilankulo ao de Bazaruto.
Texto do artigo · p. 12 2.4.4 Acções Especificas a Desenvolver
Texto do artigo · p. 12 ● Uma maior disseminação do significado cultural do património tangível e intangível da Ilha de Moçambique, de modo a assegurar a sua preservação, para as gerações presentes e futuras; ● Promoção da formação as comunidades com vista a estimular seu envolvimento na prática de arrendamento de quartos aos turistas (Homestays) oferta de serviços de alojamento feita pelas famílias, a baixo custo; ● Promoção do artesanato, cosméticos (mussiru), festival anual da Ilha, Tufo e gastronomia local para o desenvolvimento das indústrias culturais e criativas, através de programas de formação e fornecimento de matériasprimas e formação de guias turísticos; ● Fixar e implementar taxas de acesso a museus e monumentos com vista a assegurar a sua sustentabilidade;
Texto do artigo · p. 12 Extensão: Parque Nacional de Gorongosa, Reserva Nacional de Chimanimani, Cabeça do velho e Savana (Cidade da Beira).
Texto do artigo · p. 12 GORONGOSA – DESTINO DE TURISMO DE AVENTURA E CINEGETICO
Texto do artigo · p. 12 Extensão: Parque Nacional de Gorongosa, Reserva Nacional de Chimanimani, Cabeça do velho e Savana (Cidade da Beira).
Texto do artigo · p. 13 ● Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços promocionais negociados e colocados à disposição dos operadores turísticos e agências de viagens; ● Desenvolver a prática do turismo cultural subaquático, através de formação, equipamento adequado de mergulho, criação de laboratórios para análise dos materiais bem como de salas de exposição, usando as instalações disponíveis na Fortaleza de São Sebastião.
Texto do artigo · p. 13 ● Formar guias e assegurar informação relativamente ao património cultural (tangível e intangível); ● Capacitar artesãos e os produtores das obras de arte em matérias de gestão e qualidade.
Texto do artigo · p. 13 Como se conclui pelos dados existentes, os turistas nacionais e estrangeiros que pernoitaram nos estabelecimentos hoteleiros nos últimos anos constituem um total de 50%, daí que nesta estratégia pretende-se promover as actividades para atracção de ambos segmentos de forma equilibrada.
Texto do artigo · p. 13 Estas constatações sugerem para a estratégia de marketing acções específicas diferenciadas em relação aos destinos turísticos identificados, nomeadamente:
Texto do artigo · p. 13 • Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços promocionais negociados e colocados à disposição dos operadores turísticos e agências de viagens; • Desenvolver a prática do turismo cultural subaquático, através de formação, equipamento adequado de mergulho, criação de laboratórios para análise dos materiais bem como de salas de exposição, usando as instalações disponíveis na Fortaleza de São Sebastião. NIASSA - DESTINO DE TURISMO DE AVENTURA E DE ECOTURISMO Extensão: Lichinga, Metangula e a Reserva do Niassa. Produtos: Sol e Praia, desporto aquático, observação de espécies lacustres e corais, safari, observação de animais bravios e desporto radical, pousadas com vistas cénicas sobre o lago, (bush camp) e instalações para “viajantes de mochila” com integração da comunidade e instalações de campismo e acomodação a custo acessível para o mercado de aventura. Pacotes Turísticos: mergulho, caminhadas, desportos radicais, observação da fauna bravia, paisagem e pássaros. 2.4.5 Acções Específicas a Desenvolver • Realizar Campanhas de Promoção dos Destinos Eleitos através de publicidade em páginas de Internet de grandes canais de promoção de investimento e de marketing; Indicadores Período 2017 2018 2019 2020 2021
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
Texto do artigo · p. 13 NIASSA – DESTINO DE TURISMO DE AVENTURA E DE ECOTURISMO
Texto do artigo · p. 13 Extensão: Lichinga, Metangula e a Reserva do Niassa. Produtos: Sol e Praia, desporto aquático, observação de espécies lacustres e corais, safari, observação de animais bravios e desporto radical, pousadas com vistas cénicas sobre
Texto do artigo · p. 13 1) Acções de marketing que visem contribuir para a afirmação dos destinos turísticos estratégicos definidos pelo Governo; 2) Acções estratégicas que visem beneficiar os destinos turísticos identificados com base no número de camas a eles associados. O maior enfoque irá incidir nos destinos prioritários com o maior número de camas; 3)Acções estratégicas para os diferentes destinos prioritários, tendo em conta as respectivas especificidades.
Texto do artigo · p. 13 o lago, (bush camp) e instalações para “viajantes de mochila” com integração da comunidade e instalações de campismo e acomodação a custo acessível para o mercado de aventura. Pacotes Turísticos: mergulho, caminhadas, desportos radicais, observação da fauna bravia, paisagem e pássaros. 2.4.5 Acções Especificas a Desenvolver
Texto do artigo · p. 13 ● Realizar Campanhas de Promoção dos Destinos Eleitos através de publicidade em páginas de Internet de grandes canais de promoção de investimento e de marketing;
Texto do artigo · p. 13 2.5. Metas e Indicadores Para o período da vigência da presente Estratégia de Marketing
Texto do artigo · p. 13 Turístico 2017 - 2021 são definidas as seguintes metas de crescimento:
Texto do artigo · p. 13 Indicadores Período 2017 2018 2019 2020 2021
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
3. Estadia Média (em dias/noites)34555
4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 13 1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros) 1,835,435 1,963,915 2,101,389 2,248,487 2,405,881
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
3. Estadia Média (em dias/noites)34555
4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 13 2. Turistas Domésticos 4.708,450 4.708,450 4.898,670 4.996,643 5.096,576
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
3. Estadia Média (em dias/noites)34555
4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 13 3. Estadia Média (em dias/noites) 3 4 5 5 5
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
3. Estadia Média (em dias/noites)34555
4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 13 4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades) 1 1 2 2 2
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
3. Estadia Média (em dias/noites)34555
4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 13 5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades) 16 16 18 20 22
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
3. Estadia Média (em dias/noites)34555
4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 13 6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %) 5 7 6 6 6
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
3. Estadia Média (em dias/noites)34555
4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 13 7. Número de postos de emprego 60,000 65,800 65,700 66,600 67,400
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
3. Estadia Média (em dias/noites)34555
4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 13 8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque 2 1 2 3 4
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
3. Estadia Média (em dias/noites)34555
4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 13 9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares) 5 6 7 9 10
IndicadoresPeríodo
20172018201920202021
1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
3. Estadia Média (em dias/noites)34555
4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
Texto do artigo · p. 13 As metas acima apresentadas visam potenciar o mercado turístico nacional, através da promoção e marketing dos cinco destinos turísticos prioritários, bem como do país em geral enquanton destino turístico de eleição para os moçambicanos e para os turistas regionais e internacionais. Para o efeito, são definidas as seguintes acções estratégicas:
Texto do artigo · p. 13 ● Melhorar a qualidade de produtos e serviços; ● Melhorar o acesso e as infra-estrutura turísticas; ● Promover de forma eficaz a Marca Moçambique em mercados-alvo de maior valor para Moçambique; ● Garantir um ambiente de negócios e de investimento turístico favorável; ● Proporcionar recursos humanos qualificados à indústria hoteleira e do turismo; ● Assegurar um turismo sustentável e benéfico para as comunidades;
Texto do artigo · p. 13 ● Melhorar o desempenho e competitividade na área do turismo, reforçando o turismo de lazer e de negócio; ● Desenvolver atracções, infra-estruturas e serviços turísticos de padrão internacional;
Texto do artigo · p. 14 ● Estabelecer sistemas de monitoria eficazes para a implementação da Estratégia.
Número ou marcador · p. 14 Capítulo III: Segmentos de Mercados 3.1. Segmentos de Mercado A presente estratégia de Marketing define três grandes
Texto do artigo · p. 14 segmentos: o doméstico, o regional e o internacional.
Texto do artigo · p. 14 O segmento doméstico está estreitamente relacionado com a promoção do turismo doméstico e a sensibilização dos moçambicanos para o seu papel, directo ou indirecto, no sector do turismo e na sua promoção.
Texto do artigo · p. 14 Destacam-se como público-alvo da comunicação, os cidadãos ligados directamente ao sector, os trabalhadores e gestores dos estabelecimentos hoteleiros e de outras empresas prestadoras de serviços no âmbito do turismo; as escolas como elemento chave na educação dos moçambicanos; os cidadãos moçambicanos, como potenciais turistas; as agências de viagem, enquanto dinamizadores do turismo doméstico; e a comunicação social, dado o importante papel na comunicação e mobilização das populações.
Texto do artigo · p. 14 O mercado regional contempla os países próximos de Moçambique, mercados-alvo por excelência dada a sua localização, nomeadamente África do Sul, Zimbabwe, Suazilândia, Zâmbia e Tanzânia.
Texto do artigo · p. 14 O mercado internacional comporta os países que demonstram alto crescimento de gastos com viagens, com destaque para Portugal, Reino Unido, Estados Unidos de América, Países Baixos, Alemanha e Itália que, ou pelo seu histórico ou por procurarem experiências singulares são mercados a endereçar. Neste último segmento, importa referenciar o subsegmento de mercados emergentes com especial destaque para os BRIC’s (Brasil, Rússia, Índia e China).
Texto do artigo · p. 14 Enquanto públicos-alvo neste segmento destacam-se os cidadãos, que são os potenciais turistas; as agências de viagem e operadores turísticos, que apresentam um papel importante ao nível da dinamização da oferta; a comunicação social, elemento chave na divulgação de informação e mobilização dos cidadãos; e as associações do sector, enquanto elemento dinamizador da actividade turística.
Texto do artigo · p. 14 De acordo com o PEDTM II, deve-se agregar valor turístico, bem como propor focos de mercados emissores de turismo para Moçambique ou outros destinos alternativos. Para tal, o Governo e o sector privado, devem realizar intervenções estratégicas favoráveis à competitividade nesses mercados.
Texto do artigo · p. 14 Fontes de mercados emissores foram classificadas em termos da sua atractividade (capacidade de gastos), e relativa facilidade de conversão para Moçambique (afinidade histórica e cultural), como elucidado na figura 3:
Texto do artigo · p. 14 Figura 3: Mercados Emissores
Texto do artigo · p. 14 Japão China Espanha França India Austrália Canadá RSA (alta renda) Portugal Brasil Itália EUA RU Paises Baixos Alemanha Dinamarca Angola Malawi Tanzania Suazilândia Zimbábwe Bélgica Noruega Suiça Suécia Nigéria Quénia Zâmbia Mercados chave Atractivos e facil de converter Estratégia: Resposta Imediata Foco 60% dos recursos p/ atrair já Mercados táticos Menos atractivos mas fáceis de converter Estratégia: Alavancar Valor Use 10% dos recursos em promoção e vendas Outros mercados com potencial Maiores mercados de origem p/ Moçambique Grau de dificuldade em atrair para Moçambique
Texto do artigo · p. 14 Principais mercados: A estratégia é aplicar 60% dos recursos disponíveis para a segmentação e expansão dos mercados emissores. Há uma grande sobreposição entre os mercados emissores internacionais identificados pela África do Sul (um dos maiores pontos de entrada aérea em África), e aqueles que se enquadram no potencial crescimento e a facilidade de atraí-los para Moçambique.
Texto do artigo · p. 14 Mercados a investir: A figura 3 ilustra os mercados internacionais que demonstram alto crescimento de gastos com viagens, Porém, alguns destes (no quadrante superior esquerdo) ainda não têm apetência especial por Moçambique. A conversão destes mercados para Moçambique exigirá um investimento consistente de recursos a longo prazo. Atendendo a limitada capacidade do sector público em recursos financeiros e humanos,
Texto do artigo · p. 14 e aplicando 30% dos recursos disponíveis encorajaria o sector privado a liderar a exploração desses mercados e alavancar oportunidades específicas como a melhoria das atracções transfronteiriças, eventos, ofertas de preço durante períodos de época baixa.
Texto do artigo · p. 14 Mercados tácticos: os mercados emissores que aparecem no quadrante inferior direito da figura 3 são marcados por despesas de viagens limitadas, mas são estratégicos devido a proximidade e laços de afinidade cultural e natural com Moçambique.
Texto do artigo · p. 14 Esta estratégia procura diversificar os segmentos e produtos do mercado Moçambicano para atrair visitantes de alta renda, particularmente aqueles que visitam a África do Sul e estão em busca de praias que complementem a sua experiência de aventura.
Texto do artigo · p. 15 As prioridades imediatas (80% dos recursos destinados às actividades de marketing) são:
Texto do artigo · p. 15 i) Visitantes de curta duração de turismo de praia e de luxo; ii) Visitantes com interesse especial em mergulho e safaris oceânicos; iii) Visitantes interessados na combinação do produto praia-selva; iv) Visitantes interessados na história e cultura; v)Outras opções de visitantes de curta estadia, especialmente na Cidade de Maputo.
Texto do artigo · p. 15 Segmentos a prestar atenção ao longo do tempo (10% do orçamento para marketing), são:
Texto do artigo · p. 15 i) Viajantes com grandes posses e com espírito de aventura; ii) Turistas de lazer com alta renda; iii) Participantes em Reuniões, Incentivos, Conferências e Exposições (MICE). Segmentos a alavancar: (10% dos recursos de marketing) são:
Texto do artigo · p. 15 i) Interesse especial-entusiastas de património natural e cultural; ii) Aventureiros de estrada (com viaturas a todo terreno); iv) Mochileiros-exploradores de baixo custo;
Texto do artigo · p. 15 v) Férias de praia de baixo custo.
Texto do artigo · p. 15 3.2 Produtos e Atracções Turísticas
Texto do artigo · p. 15 O potencial do Produto Turístico Moçambicano estende-se num comprimento de cerca de 2.700Km com abundantes praias de areia branca, baias, rochas e arquipélagos. OsBig Five Marinho de Moçambique, continuam a constituir uma fonte de atracção turística. As águas quentes do litoral, constituem um habitat de raias, várias espécies de golfinhos, tubarões-baleia e tartarugas marinhas.
Texto do artigo · p. 15 Moçambique oferece igualmente outras experiências diferentes e emocionantes. Desde a Cidade de Maputo, a Capital animada e cosmopolita, a fascinante Ilha de Moçambique, a vida selvagem dos parques e reservas e os exclusivos arquipélagos de Bazaruto e das Quirimbas, que se harmonizam com a simpatia e bondade do seu povo até a costa oferecendo oportunidades infinitas para um desenvolvimento sustentável da indústria turística.
Texto do artigo · p. 15 O turismo em Moçambique desenvolve-se em torno dos seguintes temas:
Texto do artigo · p. 15 • Negócios e eventos Congressos e Grandes Eventos; • Lazer Sol e praia, safari oceânico, observação de dugongos, golfinhos e flamingos, pesca desportiva, mergulho e desportos aquáticos; • Ecoturismo Aventura e desportos radicais, fauna bravia, safaris e combinação selva-praia; • Cultura Fundamentada no património cultural (material e imaterial) do País.
Texto do artigo · p. 15 Quadro 2: Atractivos Turísticos
Texto do artigo · p. 15 Potenciais e Atracões de Turismo Localização (regiões) Sul Centro Norte Sol e praia • S a f a r i oceânico • Observação de dugongos, golfinhos e flamingos, • Mergulho • D e s p o r t o s Aquáticos Maputo, Ponta d e O u r o , Bilene, Xai Xai, Macaneta, Chidenguele, V i l a n k u l o , Tofo, Jangamo, Paindane, Ilhas do Arquipélago do Bazaruto S o f a l a (Savane,) e Z a m b é z i a ( P e b a n e e Zalala) N a m p u l a (Chocas Mar, Nacala, Crusse e J a m a l i , Lumbo, Sancul) Cabo Delgado ( P e m b a e Quirimbas), Lago Niassa
Potenciais e Atracões de TurismoLocalização (regiões)
SulCentroNorte
Sol e praia • S a f a r i oceânico • Observação de dugongos, golfinhos e flamingos, • Mergulho • D e s p o r t o s AquáticosMaputo, Ponta d e O u r o , Bilene, Xai Xai, Macaneta, Chidenguele, V i l a n k u l o , Tofo, Jangamo, Paindane, Ilhas do Arquipélago do BazarutoS o f a l a (Savane,) e Z a m b é z i a ( P e b a n e e Zalala)N a m p u l a (Chocas Mar, Nacala, Crusse e J a m a l i , Lumbo, Sancul) Cabo Delgado ( P e m b a e Quirimbas), Lago Niassa
Texto do artigo · p. 15 Potenciais e Atracões de Turismo Localização (regiões) Sul Centro Norte Ecoturismo • Aventura e desportos radicais • F a u n a Bravia, • Safaris • Combinação selva-praia R e s e r v a E s p e c i a l de Maputo, Reserva de P o m e n e , P a r q u e Nacional do L i m p o p o . Banhine e Z i n a v e . P a r q u e Nacional de Bazaruto P a r q u e Nacional de Gorongosa e Reserva de Marromeu, R e s e r v a d e G i l é , Reserva de Chimanimani e Área de Conservação Comunitária de Tchuma Tchato. R e s e r v a do Niassa, P a r q u e Nacional das Quirimbas. T u r i s m o Cultural • P a s s e i o s arqueológicos • Visitas aos m u s e u s e comunidades étnicas • V i s i t a s a Pinturas Rupestres , • Representações performativas Dança Marrabenta, Timbila de Zavala, Artesanato e Arte, Museus, Património Arquitetónico, Monumentos e Vida Noturna, Património histórico fortes, igrejas a n t i g a s , f l o r e s t a s sagradas e fossilizadas, l o c a i s s a g r a d o s , p a i n e l d e pinturas r u p e s t r e s , dança Nhau, etc. I l h a d e Moçambique, P o t e n c i a l arqueológico das origens humanas em Metangula, D a n ç a s M a p i k o e T u f o , Arquipélago das Quirimbas e Ilha do Ibo. Turismo de aventura • Aventura e desportos radicais Mergulho em Inhambane e I l h a d e B a z a r u t o , p e s c a e m profundidade, S a f a r i Marítimo em B a z a r u t o , canoagem, windsurfing ou snorkeling na Ilha de Inhaca Pesca submarina, Surfing, Turismo contemplativo e montanhismo (Alpinismo), Caça, Viagens de safari em 4 x 4 S a f a r i e canoagem em Niassa Turismo de Negócios e Eventos • Congressos e Grandes Eventos M a p u t o – Conferências, f e s t i v a i s e g r a n d e s eventos Festivais Festivais
Potenciais e Atracões de TurismoLocalização (regiões)
SulCentroNorte
Ecoturismo • Aventura e desportos radicais • F a u n a Bravia, • Safaris • Combinação selva-praiaR e s e r v a E s p e c i a l de Maputo, Reserva de P o m e n e , P a r q u e Nacional do L i m p o p o . Banhine e Z i n a v e . P a r q u e Nacional de BazarutoP a r q u e Nacional de Gorongosa e Reserva de Marromeu, R e s e r v a d e G i l é , Reserva de Chimanimani e Área de Conservação Comunitária de Tchuma Tchato.R e s e r v a do Niassa, P a r q u e Nacional das Quirimbas.
T u r i s m o Cultural • P a s s e i o s arqueológicos • Visitas aos m u s e u s e comunidades étnicas • V i s i t a s a Pinturas Rupestres , • Representações performativasDança Marrabenta, Timbila de Zavala, Artesanato e Arte, Museus, Património Arquitetónico, Monumentos e Vida Noturna,Património histórico fortes, igrejas a n t i g a s , f l o r e s t a s sagradas e fossilizadas, l o c a i s s a g r a d o s , p a i n e l d e pinturas r u p e s t r e s , dança Nhau, etc.I l h a d e Moçambique, P o t e n c i a l arqueológico das origens humanas em Metangula, D a n ç a s M a p i k o e T u f o , Arquipélago das Quirimbas e Ilha do Ibo.
Turismo de aventura • Aventura e desportos radicaisMergulho em Inhambane e I l h a d e B a z a r u t o , p e s c a e m profundidade, S a f a r i Marítimo em B a z a r u t o , canoagem, windsurfing ou snorkeling na Ilha de InhacaPesca submarina, Surfing, Turismo contemplativo e montanhismo (Alpinismo), Caça, Viagens de safari em 4 x 4S a f a r i e canoagem em Niassa
Turismo de Negócios e Eventos • Congressos e Grandes EventosM a p u t o – Conferências, f e s t i v a i s e g r a n d e s eventosFestivaisFestivais
Número ou marcador · p. 15 Capítulo IV: Acções Estratégicas de Marketing para a Atracção de Visitantes e Turistas
Texto do artigo · p. 15 4.1 Meios de Comunicação
Texto do artigo · p. 15 Os meios de comunicação constituem o veículo da transmissão da mensagem, sendo instrumentos fulcrais para definição e comunicação do posicionamento do destino Moçambique. Este ponto apresenta os vários meios de comunicação que serão
Texto do artigo · p. 16 utilizados a nível de marketing para a promoção do destino nos segmentos doméstico, regional e internacional.
Texto do artigo · p. 16 4.1.1 Marketing Digital e Online
Texto do artigo · p. 16 As plataformas digitais como instrumentos de marketing e promoção passam pelo desenvolvimento de um portal com um layout apelativo, moderno, dinâmico, funcional e com conteúdo adequado para atrair mais visitantes.
Texto do artigo · p. 16 As ferramentas demarketing online que o destino Moçambique deve apostar para divulgar a sua identidade de Marca de forma integrada incluem, para além do portal, blog, Facebook, twitter, Instagram, YouTube, Google+, Pinterest, Foursquare, Remarketing, Newsletters e aplicações móveis.
Texto do artigo · p. 16 De modo a garantir mais visibilidade, serão desenvolvidas as seguintes acções:
Texto do artigo · p. 16 ● Realização de campanhas de Links patrocinados no Google Adwords, com garantia de audiência; ● Actualização de informações e ofertas, criação de promoções, captação de seguidores (“likes” e amigos), para ampliar o círculo de relacionamento do destino Moçambique; ● Associação dos produtos turísticos a plataformas internacionais de promoção do destino (ex. wayn.com, Tripadviser e booking.com); ● Desenvolver campanhas que incentivem os visitantes e os usuários a criarem conteúdo e compartilhar as suas memórias da visita a Moçambique através das redes sociais; ● Redacção de comunicados de imprensa sobre as actividades e atracções turísticas e respectiva publicação em sites de notícias, portais de conteúdo, sites de órgãos de comunicação social, parceiros de negócio (ex. agências de viagens, operadores turísticos), redes sociais, etc; ● Parcerias com outras entidades turísticas, companhias aéreas, imprensa digital, etc; ● Criação de Micro Sites para promover os destinos prioritários.
Texto do artigo · p. 16 Figura 4: Portal com destaque de destinos
Texto do artigo · p. 16 Tendo em conta a necessidade de penetração e presença nos principais mercados emissores é imperioso que Moçambique potencie as suas missões diplomáticas para realizarem a promoção do país, enquanto destino turístico. As acções a serem desenvolvidas incluem a distribuição de material promocional em locais de interesse, participação em conferências e eventos do sector, bem como a promoção de parcerias com entidades estrangeiras.
Texto do artigo · p. 16 4.1.2 Feiras de Turismo
Texto do artigo · p. 16 Com a missão de firmar Moçambique no mercado internacional, como destino turístico a promoção do produto turístico deve incluir a participação nas feiras internacionais de turismo nos mercados emissores considerados estratégicos: África do Sul, Portugal, Espanha, Brasil, China, Itália, Alemanha, Países Baixos, Estados Unidos da América, Reino Unido, Rússia, Emiratos Árabes Unidos, Zimbabwe, Angola, Tanzânia e Swazilândia.
Texto do artigo · p. 16 4.1.3 Visitas de Familiarização
Texto do artigo · p. 16 As visitas de familiarização são um importante meio de apresentação do país, dado que permitem conhecer o seu potencial turístico, as suas atracções e as condições para a realização de turismo. As visitas de familiarização são realizadas para mídias, operadores turísticos, agências de viagens, entre outros grupos de profissionais que podem promover a imagem do destino.
Texto do artigo · p. 16 4.1.4 Roadshows
Texto do artigo · p. 16 Para capitalizar a presença nas feiras, sobretudo nos principais mercados emissores devem realizar-se roadshows a anteceder as feiras, em parceria com o sector privado no sentido de criar sinergias. De igual modo, dever-se-á manter os actuais roadshows e alargar para os outros mercados.
Texto do artigo · p. 16 4.1.5 Balcões de Informação Turística (BIT)
Texto do artigo · p. 16 Os BIT exercem um papel proactivo na divulgação da informação turística. Nos segmentos regional e internacional, serão mais reactivos, pois a informação prestada é feita mediante solicitação do turista estrangeiro que já se encontra no local. O seu objectivo principal não é de atrair novos turistas, mas sim, assegurar que tenham a informação necessária para uma boa estadia.
Texto do artigo · p. 16 Deste modo, importa prosseguir com o processo de implantação e apetrechamento de BITs equipados com meios que permitam a sua rentabilização em todos destinos turísticos, com especial atenção para os localizados nos 5 destinos prioritários.
Texto do artigo · p. 16 4.1.6 Pontos de Referência Turísticos (Tourist Touch Point) Deverão ser criados pontos de referência que permitam
Texto do artigo · p. 16 aos turistas partilhar a sua experiência contribuindo deste modo para divulgação da imagem e destino.
Texto do artigo · p. 16 Pode-se também utilizar outros pontos de referência como paragens públicas, táxis, hotéis, painéis, entre outras formas de comunicação.
Texto do artigo · p. 16 4.1.7 Organização de Eventos
Texto do artigo · p. 16 Um importante meio de comunicação que merece ser explorado é a organização e apoio em eventos através dos quais é possível comunicar e publicitar a Marca e o Destino Moçambique. Este meio está vocacionado sobretudo para o turismo doméstico, onde podem ser realizadas as seguintes actividades:
Texto do artigo · p. 16 ● Patrocínios de eventos desportivos, festas locais e culturais; ● Organização do Dia Mundial do Turismo, com actividades ao nível de conferências, palestras, feiras gastronómicas, entre outras;
Texto do artigo · p. 17 ● Galas de Turismo; ● Organização do Prémio de Jornalismo (em matéria de turismo); ● Organização de Concursos para estudantes que visem o desenvolvimento de conteúdos para colocar no Portal do Turismo e artigos para publicar na imprensa; ● Organização de concursos de perguntas e respostas sobre o Destino Moçambique via SMS, em parceira com operadoras de telefonia móvel; ● Realização de campanhas de sensibilização da importância da Marca Moçambique e do papel das organizações no desenvolvimento do sector do Turismo; ● Realização de campanhas de sensibilização e palestras nas escolas para incutir o sentido de responsabilidade das futuras gerações no desenvolvimento do turismo; ● Promoção de debates em matéria de turismo; ● Assegurar a criação e operacionalização de agência do MICE; ● Organização de eventos de massas; ● Organização de seminários e conferências em escolas de turismo e instituições diversas para debater matérias ligadas ao turismo, actividades realizadas no âmbito do sector e boas práticas internacionais, entre outras.
Texto do artigo · p. 17 4.1.8 Material Promocional
Texto do artigo · p. 17 O material promocional é a base da divulgação do país enquanto destino turístico. Neste sentido, é importante assegurar que o material produzido contenha a Marca Moçambique e esteja alinhado com a Estratégia de Marketing Turístico, tenha boa qualidade e apresente mensagens claras, simples e orientadas para os públicos-alvo. Outrossim, deve ser reproduzido em quantidades suficientes para distribuição aos grupos-alvo visados.
Texto do artigo · p. 17 Em função do contexto de uso (nacional ou internacional), o material promocional pode ser de dois tipos:
Texto do artigo · p. 17 a) Material em papel - dada a facilidade de distribuição ao público-alvo;
Texto do artigo · p. 17 b) Plataformas digitais - devido à facilidade de acesso, distribuição e gestão.
Texto do artigo · p. 17 Adicionalmente é importante adequar os vários materiais ao público-alvo: enquanto uns devem ser abordados sobretudo com brochuras, outros poderão precisar de informação mais detalhada presente em guias de alojamento e guias turísticos. A Tabela 5 apresenta o material promocional cuja produção se recomenda.
Texto do artigo · p. 17 Tabela 2: Material promocional
Texto do artigo · p. 17 Descrição de Material Físico Digital Brochuras do país, enquanto destino turístico ✓ ✓ Guias de alojamento ✓ ▪ Guias turísticos por regiões ✓ ▪ Mapas turísticos ✓ ▪ Brochuras sobre praias ✓ ▪ Brochuras sobre parques e reservas naturais ✓ ▪ Folhetos com informação útil para o turista ✓ ✓ Outdoors ✓ ✓ Aplicativos para Tablets e Smartphones sobre o destino ▪ ✓ DVD promocional ✓ ▪ Boletim Informativo ✓ ▪ Brochura sobre o MICE ▪ ▪ Brochuras sobre destinos localizados nas áreas prioritárias ▪ ✓
Descrição de MaterialFísicoDigital
Brochuras do país, enquanto destino turístico
Guias de alojamento
Guias turísticos por regiões
Mapas turísticos
Brochuras sobre praias
Brochuras sobre parques e reservas naturais
Folhetos com informação útil para o turista
Outdoors
Aplicativos para Tablets e Smartphones sobre o destino
DVD promocional
Boletim Informativo
Brochura sobre o MICE
Brochuras sobre destinos localizados nas áreas prioritárias
Texto do artigo · p. 17 Para além dos formatos supramencionados, existem ainda os brindes diversos, como sejam: camisolas, bonés, pins, blocos de notas, agendas, entre outros.
Texto do artigo · p. 17 4.1.10 Plataforma Integrada de Comunicação Tabela3: Plataforma Integrada de Comunicação
Texto do artigo · p. 17 Segmento Doméstico Acima da Linha (Above The Line) - Comunicação de Massas Painéis Publicitários Colocação de publicidade em painéis (outdoors) em locais estratégicos. Ex: fronteiras, aeroportos, mercados, via pública, etc. Televisão Parceria com televisões nacionais para inserção de spots publicitários e criação de programas interactivos que mostrem as maravilhas dos destinos, desde atractivos, acomodação, restauração, transporte, etc. Usar personalidades de rádios e televisão como embaixadores da Marca Moçambique. Rádio Introduzir spots publicitários e um conjunto de acções (patrocínio de determinados programas) com o propósito de atingir as massas e criar maior presença da Marca no seio dos moçambicanos. Desenvolver programas interactivos (ex. debates sobre destinos turísticos em que a participação dos intervenientes é feita via telefone, entre outras) Relações Públicas Garantir a gestão da comunicação e imagem sobre o destino Moçambique; Emitir comunicados de imprensa sobre eventos; Assegurar a gestão de crises; Assegurar o empacotamento de informação sobre os destinos nacionais a serem fornecidos aos meios de comunicação social. De Baixo da Linha (Below - de - Line) - Comunicação Restrita Material Impresso Continuar com aposta na produção e distribuição de material impresso (brochuras, folhetos, panfletos, etc). P r o d u ç ã o d e Brindes Com a Marca Garantir e incentivar a produção de brindes e uso da marca Moçambique em artigos e produtos diversos que prestigiem o destino. Entre Linha (Through-The-Line) - Comunicação Cruzada (de Massa e Restrita) Redes Sociais Adoptar campanhas em redes sociais tendo como público-alvo a camada juvenil que possa exercer influência aos seus progenitores incentivando ao espírito de viajar. Portal Utilizar o website para realizar campanhas para combater a sazonalidade em destinos específicos, apostando na redução de preços de acomodação e promoção de pacotes turísticos. Campanhas de Activação Utilizar a rádio como meio de comunicação para activar a Marca em exposições e feiras para apoiar as actividades comerciais, a fim de incentivar a transacção.
Segmento Doméstico
Acima da Linha (Above The Line) - Comunicação de Massas
Painéis PublicitáriosColocação de publicidade em painéis (outdoors) em locais estratégicos. Ex: fronteiras, aeroportos, mercados, via pública, etc.
TelevisãoParceria com televisões nacionais para inserção de spots publicitários e criação de programas interactivos que mostrem as maravilhas dos destinos, desde atractivos, acomodação, restauração, transporte, etc. Usar personalidades de rádios e televisão como embaixadores da Marca Moçambique.
RádioIntroduzir spots publicitários e um conjunto de acções (patrocínio de determinados programas) com o propósito de atingir as massas e criar maior presença da Marca no seio dos moçambicanos. Desenvolver programas interactivos (ex. debates sobre destinos turísticos em que a participação dos intervenientes é feita via telefone, entre outras)
Relações PúblicasGarantir a gestão da comunicação e imagem sobre o destino Moçambique; Emitir comunicados de imprensa sobre eventos; Assegurar a gestão de crises; Assegurar o empacotamento de informação sobre os destinos nacionais a serem fornecidos aos meios de comunicação social.
De Baixo da Linha (Below - de - Line) - Comunicação Restrita
Material ImpressoContinuar com aposta na produção e distribuição de material impresso (brochuras, folhetos, panfletos, etc).
P r o d u ç ã o d e Brindes Com a MarcaGarantir e incentivar a produção de brindes e uso da marca Moçambique em artigos e produtos diversos que prestigiem o destino.
Entre Linha (Through-The-Line) - Comunicação Cruzada (de Massa e Restrita)
Redes SociaisAdoptar campanhas em redes sociais tendo como público-alvo a camada juvenil que possa exercer influência aos seus progenitores incentivando ao espírito de viajar.
PortalUtilizar o website para realizar campanhas para combater a sazonalidade em destinos específicos, apostando na redução de preços de acomodação e promoção de pacotes turísticos.
Campanhas de ActivaçãoUtilizar a rádio como meio de comunicação para activar a Marca em exposições e feiras para apoiar as actividades comerciais, a fim de incentivar a transacção.
Texto do artigo · p. 18 Segmento Internacional Boletins Electrónicos • Distribuição de boletins electrónicos directamente aos turistas e potenciais visitantes com recurso ao email e representantes de negócios/comércio em mercados-chave, com actualizações constantes. Publicações • Realização de visitas de familiarização (usando Mídias presentes nos mercados estratégicos) de modo a divulgar os perfis dos destinos de Moçambique em imprensa escrita, redes sociais, canais televisivos, etc. Esta acção irá também permitir a criação de editoriais assim como conteúdos para actualização de plataformas online do turismo. Imprensa Escrita • Produzir conteúdos para actualização constante dos editores dos maiores jornais para maior visibilidade do destino Moçambique entre os turistas e potenciais visitantes. A comunicação com jornais internacionais será realizada por representantes dos destinos (embaixadas, câmaras de comércio, etc.); • Para além da imprensa escrita especializada, existem ainda revistas e jornais onde se deverá publicar anúncios e reportagens sobre o destino. Rádio ● Estabelecer parceria com estações de rádios com maior audiência em mercados emissores chave para promover campanhas que encorajam visitas ao destino Moçambique; ● Produzir conteúdos actualizados para cobertura de notícias/histórias positivas sobre os destinos recorrendo a personalidades/ editores da rádio. Televisão ● Garantir cobertura positiva do destino em estações de televisões internacionais como CNN, BBC, Travel Channel, National Geografic, entre outros; ● Usar personalidades de rádios e televisão como embaixadores da Marca Moçambique; ● Garantir a emissão de comunicados de imprensa sobre eventos e crises decorrentes nos destinos. Eventos • Apoiar grandes eventos que capitalizam o turismo internacional para os destinos de Moçambique. (ex. conferências, concertos musicais, exposições e feiras, eventos desportivos e festivais turísticos culturais entre outros) Redes Sociais Implementação da estratégia de marketing digital tendo em consideração os seguintes aspectos: ● Facebook: a ser usado para as campanhas, uma vez que para além de atingir uma grande parte do público, possui ferramentas que permitem o acompanhamento da campanha; ● Massificar a utilização de outras plataformas: Linkedin, Twitter, Instagram, Google +, Fourquare, youtube, Remarketing, Pinterest e blogues;
Segmento Internacional
Boletins Electrónicos• Distribuição de boletins electrónicos directamente aos turistas e potenciais visitantes com recurso ao email e representantes de negócios/comércio em mercados-chave, com actualizações constantes.
Publicações• Realização de visitas de familiarização (usando Mídias presentes nos mercados estratégicos) de modo a divulgar os perfis dos destinos de Moçambique em imprensa escrita, redes sociais, canais televisivos, etc. Esta acção irá também permitir a criação de editoriais assim como conteúdos para actualização de plataformas online do turismo.
Imprensa Escrita• Produzir conteúdos para actualização constante dos editores dos maiores jornais para maior visibilidade do destino Moçambique entre os turistas e potenciais visitantes. A comunicação com jornais internacionais será realizada por representantes dos destinos (embaixadas, câmaras de comércio, etc.); • Para além da imprensa escrita especializada, existem ainda revistas e jornais onde se deverá publicar anúncios e reportagens sobre o destino.
Rádio● Estabelecer parceria com estações de rádios com maior audiência em mercados emissores chave para promover campanhas que encorajam visitas ao destino Moçambique; ● Produzir conteúdos actualizados para cobertura de notícias/histórias positivas sobre os destinos recorrendo a personalidades/ editores da rádio.
Televisão● Garantir cobertura positiva do destino em estações de televisões internacionais como CNN, BBC, Travel Channel, National Geografic, entre outros; ● Usar personalidades de rádios e televisão como embaixadores da Marca Moçambique; ● Garantir a emissão de comunicados de imprensa sobre eventos e crises decorrentes nos destinos.
Eventos• Apoiar grandes eventos que capitalizam o turismo internacional para os destinos de Moçambique. (ex. conferências, concertos musicais, exposições e feiras, eventos desportivos e festivais turísticos culturais entre outros)
Redes SociaisImplementação da estratégia de marketing digital tendo em consideração os seguintes aspectos: ● Facebook: a ser usado para as campanhas, uma vez que para além de atingir uma grande parte do público, possui ferramentas que permitem o acompanhamento da campanha; ● Massificar a utilização de outras plataformas: Linkedin, Twitter, Instagram, Google +, Fourquare, youtube, Remarketing, Pinterest e blogues;
Texto do artigo · p. 18 ● Utilizar o website para estimular visitantes a usar aplicativos móveis das redes sociais.
● Utilizar o website para estimular visitantes a usar aplicativos móveis das redes sociais.
Texto do artigo · p. 18 4.2 Promoção do Turismo Doméstico
Texto do artigo · p. 18 A promoção do turismo doméstico é um dos veículos de consolidação da unidade nacional e de valorização do património cultural e natural. Para a materialização deste objectivo pretende-se desenvolver uma campanha denominada “Conhecer Moçambique”, que será um programa multifacetado, com o objectivo principal de criar movimento dos residentes em várias partes do país, ao mesmo tempo que se enaltece a cultura e a auto-estima dos moçambicanos, para a promoção do potencial e oferta turística e consumo do produto turístico nacional.
Texto do artigo · p. 18 A campanha “Conhecer Moçambique” consistirá nas seguintes actividades:
Texto do artigo · p. 18 Tabela 4: Campanha “Conhecer Moçambique”
Texto do artigo · p. 18 Fase Actividade Grupo Alvo I Realização de programa radiofónico de divulgação do potencial e oferta turística do País e concursos relacionados com atractivos turísticos e património histórico-cultural e natural. Sociedade em geral - todas faixas etárias I Realização do concurso literário envolvendo escolas e juventude com temas ligados ao potencial turístico, geografia turística e histórias que identificam locais específicos. Crianças e jovens II Realização de excursões a locais de património cultural e de conservação da natureza com envolvimento das escolas, universidades e associações juvenis. Jovens e estudantes III Realização da Feira Internacional do Turismo, com exibições do potencial e oferta turística e manifestações culturais. E m p r e s á r i o s , fazedores de arte e cultura e sociedade em geral IV Realização de festivais provinciais que envolvem gastronomia, música e dança. Sociedade em geral
FaseActividadeGrupo Alvo
IRealização de programa radiofónico de divulgação do potencial e oferta turística do País e concursos relacionados com atractivos turísticos e património histórico-cultural e natural.Sociedade em geral - todas faixas etárias
IRealização do concurso literário envolvendo escolas e juventude com temas ligados ao potencial turístico, geografia turística e histórias que identificam locais específicos.Crianças e jovens
IIRealização de excursões a locais de património cultural e de conservação da natureza com envolvimento das escolas, universidades e associações juvenis.Jovens e estudantes
IIIRealização da Feira Internacional do Turismo, com exibições do potencial e oferta turística e manifestações culturais.E m p r e s á r i o s , fazedores de arte e cultura e sociedade em geral
IVRealização de festivais provinciais que envolvem gastronomia, música e dança.Sociedade em geral
Texto do artigo · p. 19 Fase Actividade Grupo Alvo V Produção de suplemento semestral sobre cultura e turismo onde serão divulgados acontecimentos de impacto no sector, depoimentos de crianças e jovens e figuras emblemáticas em relação às experiencias de viagem turística no país, concurso literário e fotográfico juvenil, promoção do potencial e oferta turística. Sociedade em geral VI Estabelecer parcerias públicas e privadas a nível nacional com o objectivo de apoiarem na difusão de informação sobre os destinos. Sociedade em Geral VII Criar programas de entretenimento turístico nos destinos, que consistem na realização de concursos de teste, como por exemplo “Quem conhece seu país, Moçambique”. Estimular os gestores de pequenos empreendimentos nos distritos (exemplo: hotéis Kapulana) a criar programas de entretenimento como seja, histórias à volta da fogueira por anciãos e outros de meia-idade sobre sua experiência de vida; caminhadas pela natureza). Jovens estudantes e associações juvenis
FaseActividadeGrupo Alvo
VProdução de suplemento semestral sobre cultura e turismo onde serão divulgados acontecimentos de impacto no sector, depoimentos de crianças e jovens e figuras emblemáticas em relação às experiencias de viagem turística no país, concurso literário e fotográfico juvenil, promoção do potencial e oferta turística.Sociedade em geral
VIEstabelecer parcerias públicas e privadas a nível nacional com o objectivo de apoiarem na difusão de informação sobre os destinos.Sociedade em Geral
VIICriar programas de entretenimento turístico nos destinos, que consistem na realização de concursos de teste, como por exemplo “Quem conhece seu país, Moçambique”. Estimular os gestores de pequenos empreendimentos nos distritos (exemplo: hotéis Kapulana) a criar programas de entretenimento como seja, histórias à volta da fogueira por anciãos e outros de meia-idade sobre sua experiência de vida; caminhadas pela natureza).Jovens estudantes e associações juvenis
Texto do artigo · p. 19 4.2.1 Promoção da Marca Moçambique em Mercados-alvo O grande desafio da Marca Moçambique é garantir maior
Texto do artigo · p. 19 visibilidade para o posicionamento do país no mercado internacional do turismo, através dos seguintes objectivos:
Texto do artigo · p. 19 • Consciencializar o público nacional sobre a existência e utilização da Marca Moçambique; • Mudar a atitude dos moçambicanos sobre receber turistas, numa perspectiva de visão para o futuro; e • Engajar todos os moçambicanos na criação desta nova imagem e visão do país – “Quando nos envolvemos com a marca criamos relações fortes, paixão e desejos”.
Texto do artigo · p. 19 4.2.2 Desenvolvimento de Rotas e Circuitos Estratégicos do Turismo
Texto do artigo · p. 19 A identificação e a promoção de rotas constituem um poderoso conceito de desenvolvimento do turismo, baseado na ideia de que há um grupo de produtos que oferecem diversidade de experiências e é mais atractivo desse modo do que as suas componentes individuais.
Texto do artigo · p. 19 O desenvolvimento de rotas é extremamente importante porque além de estabelecer uma ligação espacial entre produtos diversos, também reforçam a atenção sobre potenciais atracções que poderiam ser perdidas por turistas que planificam de forma independente os seus itinerários.
Texto do artigo · p. 19 As rotas constituem também um instrumento forte de marketing, pois proporcionam opções para oferecer pacotes que podem ser concebidos especificamente em função dos interesses do visitante.
Texto do artigo · p. 19 Para efeitos de promoção e Marketing das Zonas Prioritárias para o Desenvolvimento do Turismo, foram identificadas quatro rotas Nacionais:
Texto do artigo · p. 19 1 - Rota da Costa das Lagoas Ponta do Ouro - Reserva Especial de Maputo - Macaneta - Bilene - Xai-Xai
Texto do artigo · p. 19 - Inhambane - Vilanculos - Inhassoro.
Texto do artigo · p. 19 Esta rota é de grande importância para o desenvolvimento do Turismo na zona sul, uma vez que intercepta com duas rotas
Texto do artigo · p. 19 regionais: a Rota dos Libombos (Kuazulu Natal) - Ponta do Ouro - Suazilândia) e a Rota do Grande Limpopo (Mpumalanga – Kruger/Limpopo – Xai-Xai), numa excelente sinergia entre o selva e praia.
Texto do artigo · p. 19 2 - Rota Turística de Aventura e Selva/Triângulo de Ecoturismo Chimanimani – Gorongosa - Marromeu.
Texto do artigo · p. 19 A Rota Turística de Aventura e Selva, também conhecida por Triângulo de Ecoturismo (Chimanimani, Gorongosa, Marromeu) é uma rota de aventura que pelas suas áreas de conservação, permite aos turistas amantes da natureza, desfrutarem das belas paisagens, fauna e flora, da história local e da interacção com as comunidades residentes ao longo das 3 províncias abrangidas.
Texto do artigo · p. 19 3 - Rota Turística da Costa e Cultura - Ilha de Moçambique
Texto do artigo · p. 19 - Quirimbas
Texto do artigo · p. 19 Considerada a rota mais exótica, rota de tesouros de Moçambique, uma vez que permite combinar o Turismo de sol e praia numa fusão histórica e cultural perfeita, desde a Ilha de Moçambique, Mossuril, Memba, Pemba e Quirimbas. O turista pode desfrutar de experiências únicas associadas ao requinte e luxo encontrado nas diversas estâncias turísticas ao longo da costa.
Texto do artigo · p. 19 Esta rota também interliga com a Rota Regional proveniente da costa Swahilli - Zanzibar - Bulawayo - Pemba (Tan) - Mtwara (Tan) - Palma - Mocímboa da Praia - Quirimbas – Pemba, o que por si só constitui uma grande atracção para o turismo internacional.
Texto do artigo · p. 20 4 - Rota do Lago a Costa
Texto do artigo · p. 20 Moçambique na parte norte volta a fechar o ciclo de rotas turísticas com o produto de cultura, praia e selva, ligando as águas quentes do Índico com as águas doces do lago Niassa passando pela exótica Reserva de Niassa. A falta de infra-estruturas e de ligações aéreas, continua a ser o grande constrangimento desta rota, que não obstante, tem atraído turistas - amantes de aventura e filantropos de várias partes do Mundo.
Texto do artigo · p. 20 Zona Produtos Vendáveis Circuitos para Integrar em Rotas / Pacotes Necessidades
ZonaProdutos VendáveisCircuitos para Integrar em Rotas / PacotesNecessidades
1. Rota da Costa das Lagoas – Ponta de Ouro, REM, Maputo (Bilene-XaiXai-Inhambane) Vilankulo / Inhassoro/ Ilhas de (Sul)
Maputo CidadeBairros Históricos, Museus, Eventos, GastronomiaCircuito Turístico B. Mafalala/ R o t e i r o d o s M u s e u s e M o n u m e n t o s R o t e i r o Arquitectónico de Pancho Guedes R o t e i r o Gastronómico e Cultural da cidade (locais de eventos e Restauração)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital
M a p u t o ProvínciaMontes, Praias, Selva e CulturaCircuito dos L i b o m b o s , Reserva Especial d e M a p u t o , Ponta de Ouro / Macaneta (Bilene-Xai-XaiInhambane)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital da REM
V i l a n k u l o , Arquipélago de BazarutoPraia, Desportos aquáticos, Ilhas e Pinturas RupestresRoteiro dos Big Five do Mar, Mergulho Circuito de kite surf/wind surf Turismo Baseado nas comunidades ( p i n t u r a s Rupestres)Produção de vídeo / Spot de mergulho e d e s p o r t o s marinhos
2. Rota Turística de Aventura e Selva / Triangulo de Ecoturismo – Chimanimani, Gorongosa, Marromeu (Centro)
Texto do artigo · p. 20 1. Rota da Costa das Lagoas – Ponta de Ouro, REM, Maputo (Bilene-XaiXai-Inhambane) Vilankulo / Inhassoro/ Ilhas de (Sul) Maputo Cidade Bairros Históricos, Museus, Eventos, Gastronomia Circuito Turístico B. Mafalala/ R o t e i r o d o s M u s e u s e M o n u m e n t o s R o t e i r o Arquitectónico de Pancho Guedes R o t e i r o Gastronómico e Cultural da cidade (locais de eventos e Restauração) E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital M a p u t o Província Montes, Praias, Selva e Cultura Circuito dos L i b o m b o s , Reserva Especial d e M a p u t o , Ponta de Ouro / Macaneta (Bilene-Xai-XaiInhambane) E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital da REM V i l a n k u l o , Arquipélago de Bazaruto Praia, Desportos aquáticos, Ilhas e Pinturas Rupestres Roteiro dos Big Five do Mar, Mergulho Circuito de kite surf/wind surf Turismo Baseado nas comunidades ( p i n t u r a s Rupestres) Produção de vídeo / Spot de mergulho e d e s p o r t o s marinhos
ZonaProdutos VendáveisCircuitos para Integrar em Rotas / PacotesNecessidades
1. Rota da Costa das Lagoas – Ponta de Ouro, REM, Maputo (Bilene-XaiXai-Inhambane) Vilankulo / Inhassoro/ Ilhas de (Sul)
Maputo CidadeBairros Históricos, Museus, Eventos, GastronomiaCircuito Turístico B. Mafalala/ R o t e i r o d o s M u s e u s e M o n u m e n t o s R o t e i r o Arquitectónico de Pancho Guedes R o t e i r o Gastronómico e Cultural da cidade (locais de eventos e Restauração)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital
M a p u t o ProvínciaMontes, Praias, Selva e CulturaCircuito dos L i b o m b o s , Reserva Especial d e M a p u t o , Ponta de Ouro / Macaneta (Bilene-Xai-XaiInhambane)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital da REM
V i l a n k u l o , Arquipélago de BazarutoPraia, Desportos aquáticos, Ilhas e Pinturas RupestresRoteiro dos Big Five do Mar, Mergulho Circuito de kite surf/wind surf Turismo Baseado nas comunidades ( p i n t u r a s Rupestres)Produção de vídeo / Spot de mergulho e d e s p o r t o s marinhos
2. Rota Turística de Aventura e Selva / Triangulo de Ecoturismo – Chimanimani, Gorongosa, Marromeu (Centro)
Texto do artigo · p. 20 2. Rota Turística de Aventura e Selva / Triangulo de Ecoturismo – Chimanimani, Gorongosa, Marromeu (Centro)
ZonaProdutos VendáveisCircuitos para Integrar em Rotas / PacotesNecessidades
1. Rota da Costa das Lagoas – Ponta de Ouro, REM, Maputo (Bilene-XaiXai-Inhambane) Vilankulo / Inhassoro/ Ilhas de (Sul)
Maputo CidadeBairros Históricos, Museus, Eventos, GastronomiaCircuito Turístico B. Mafalala/ R o t e i r o d o s M u s e u s e M o n u m e n t o s R o t e i r o Arquitectónico de Pancho Guedes R o t e i r o Gastronómico e Cultural da cidade (locais de eventos e Restauração)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital
M a p u t o ProvínciaMontes, Praias, Selva e CulturaCircuito dos L i b o m b o s , Reserva Especial d e M a p u t o , Ponta de Ouro / Macaneta (Bilene-Xai-XaiInhambane)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital da REM
V i l a n k u l o , Arquipélago de BazarutoPraia, Desportos aquáticos, Ilhas e Pinturas RupestresRoteiro dos Big Five do Mar, Mergulho Circuito de kite surf/wind surf Turismo Baseado nas comunidades ( p i n t u r a s Rupestres)Produção de vídeo / Spot de mergulho e d e s p o r t o s marinhos
2. Rota Turística de Aventura e Selva / Triangulo de Ecoturismo – Chimanimani, Gorongosa, Marromeu (Centro)
Texto do artigo · p. 20 Reserva de Chimanimani Selva, Paisagem, Montanhas Rota do Elefante / Roteiro da Paisagem, montanhismo e Observação de pássaros (Tsetsera, Chikukwa e Mahate) Roteiro sagrado de Ecoturismo Levantamento das condições n o t e r r e n o , produção de brochura e vídeo promocional P a r q u e Nacional da Gorongosa Selva, paisagem e Montanha Roteiro do Leão / Circuito de canoa /observação de pássaros; elefante e Hipopótamos, safari em Jeep, Turismo baseado nas comunidades locais /serra da Gorongosa P r o d u ç ã o d e M a p a d e Circuitos internos e ligações com Chimanimani
Reserva de ChimanimaniSelva, Paisagem, MontanhasRota do Elefante / Roteiro da Paisagem, montanhismo e Observação de pássaros (Tsetsera, Chikukwa e Mahate) Roteiro sagrado de EcoturismoLevantamento das condições n o t e r r e n o , produção de brochura e vídeo promocional
P a r q u e Nacional da GorongosaSelva, paisagem e MontanhaRoteiro do Leão / Circuito de canoa /observação de pássaros; elefante e Hipopótamos, safari em Jeep, Turismo baseado nas comunidades locais /serra da GorongosaP r o d u ç ã o d e M a p a d e Circuitos internos e ligações com Chimanimani
3. Rota Turística da Costa e Cultura – Ilha de Moçambique – Quirimbas (Norte)
I l h a d e MoçambiqueHistória e CulturaC i r c u i t o Histórico da Ilha de Moçambique, Circuito do Bairro de MaticadoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
QuirimbasIlhas de LuxoRoteiro das Ilhas de Luxo, Ibo, Safari Marinho e acomodação de LuxoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
4. Rota Turística da Costa ao Lago – Pemba, Lichinga e Lago Niassa (Norte)
P e m b a – NiassaPaisagem, Selva e LagoR e s e r v a d o Niassa, Roteiros de Safari na Selva / Cruzeiros no Lago NiassaProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
Texto do artigo · p. 20 3. Rota Turística da Costa e Cultura – Ilha de Moçambique – Quirimbas (Norte) I l h a d e Moçambique História e Cultura C i r c u i t o Histórico da Ilha de Moçambique, Circuito do Bairro de Maticado Produção de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online Quirimbas Ilhas de Luxo Roteiro das Ilhas de Luxo, Ibo, Safari Marinho e acomodação de Luxo Produção de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
Reserva de ChimanimaniSelva, Paisagem, MontanhasRota do Elefante / Roteiro da Paisagem, montanhismo e Observação de pássaros (Tsetsera, Chikukwa e Mahate) Roteiro sagrado de EcoturismoLevantamento das condições n o t e r r e n o , produção de brochura e vídeo promocional
P a r q u e Nacional da GorongosaSelva, paisagem e MontanhaRoteiro do Leão / Circuito de canoa /observação de pássaros; elefante e Hipopótamos, safari em Jeep, Turismo baseado nas comunidades locais /serra da GorongosaP r o d u ç ã o d e M a p a d e Circuitos internos e ligações com Chimanimani
3. Rota Turística da Costa e Cultura – Ilha de Moçambique – Quirimbas (Norte)
I l h a d e MoçambiqueHistória e CulturaC i r c u i t o Histórico da Ilha de Moçambique, Circuito do Bairro de MaticadoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
QuirimbasIlhas de LuxoRoteiro das Ilhas de Luxo, Ibo, Safari Marinho e acomodação de LuxoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
4. Rota Turística da Costa ao Lago – Pemba, Lichinga e Lago Niassa (Norte)
P e m b a – NiassaPaisagem, Selva e LagoR e s e r v a d o Niassa, Roteiros de Safari na Selva / Cruzeiros no Lago NiassaProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
Texto do artigo · p. 20 4. Rota Turística da Costa ao Lago – Pemba, Lichinga e Lago Niassa (Norte) P e m b a – Niassa Paisagem, Selva e Lago R e s e r v a d o Niassa, Roteiros de Safari na Selva / Cruzeiros no Lago Niassa Produção de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
Reserva de ChimanimaniSelva, Paisagem, MontanhasRota do Elefante / Roteiro da Paisagem, montanhismo e Observação de pássaros (Tsetsera, Chikukwa e Mahate) Roteiro sagrado de EcoturismoLevantamento das condições n o t e r r e n o , produção de brochura e vídeo promocional
P a r q u e Nacional da GorongosaSelva, paisagem e MontanhaRoteiro do Leão / Circuito de canoa /observação de pássaros; elefante e Hipopótamos, safari em Jeep, Turismo baseado nas comunidades locais /serra da GorongosaP r o d u ç ã o d e M a p a d e Circuitos internos e ligações com Chimanimani
3. Rota Turística da Costa e Cultura – Ilha de Moçambique – Quirimbas (Norte)
I l h a d e MoçambiqueHistória e CulturaC i r c u i t o Histórico da Ilha de Moçambique, Circuito do Bairro de MaticadoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
QuirimbasIlhas de LuxoRoteiro das Ilhas de Luxo, Ibo, Safari Marinho e acomodação de LuxoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
4. Rota Turística da Costa ao Lago – Pemba, Lichinga e Lago Niassa (Norte)
P e m b a – NiassaPaisagem, Selva e LagoR e s e r v a d o Niassa, Roteiros de Safari na Selva / Cruzeiros no Lago NiassaProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
Texto do artigo · p. 20 Tabela 4: Propostas de Rotas/Circuitos Turísticos Regionais para as Zonas Prioritárias
Texto do artigo · p. 20 4.3 Desenvolvimento de Pesquisa de Mercado
Texto do artigo · p. 20 Considerando a dinâmica da indústria do turismo é necessária uma actualização permanente de informação, tanto a nível local ou internacional, sobre as diferentes realidades históricas, sociais e económicas para a adaptação constante das políticas de desenvolvimento do sector de turismo em Moçambique. Com efeito, a presente Estratégia de Marketing Turístico deve englobar estudos e pesquisas regulares sobre a dinâmica e tendências do turismo.
Número ou marcador · p. 20 Capítulo V: Plano de Operacionalização
Texto do artigo · p. 20 O Plano de Operacionalização reflecte o cronograma das principais acções a realizar no âmbito da implementação da Estratégia de Marketing Turístico II, estabelece as metas e os indicadores de monitoria e avaliação, bem como a estima de orçamento necessário para o efeito. O Plano de Operacionalização Detalhado consta da tabela em anexo.
Texto do artigo · p. 21 PlanodeOperacionalizaçãoMarketing
Texto do artigo · p. 21 ACTIVIDADES ANO FONTES DE FINANCIAMENTO 2018 2019 2020 2021 OE RP RC & SP
ACTIVIDADESANOFONTES DE FINANCIAMENTO
2018201920202021OERPRC & SP
Texto do artigo · p. 21 Plano de Operacionalização do Marketing
Texto do artigo · p. 21 (Valores em 1000MT)
Texto do artigo · p. 21 1 Concepcao de 5 rotas, coaching dos intervenientes no marketing, plano de comunicacao e gestao de crises, plano de negocios do bureau de convencoes e plataforma electronica de promocao de investimentos nas ZITs 7.560,0 2.530,0 450,0 0,0 1.158,0 5.482,0 3.900,0 2 Producao e reproducao de DVDs sobre oferta e potencial turistico, sobre oportunidades de investimentos turisticos, reproducao de brochuras, mapas, colocacao de outdoors e placas de recomendacoes, roll ups, filmes de curtissima metragem (virais) promocionais, etc. 10.712,5 9.533,0 8.745,0 9.657,0 8.105,0 9.145,5 21.397,0 3 Realizacao da feira annual do turismo e participacao em 10 feiras internacionais anualmente 23.500,00 24.200,0 24.800,0 25.500,0 36.000,0 26.000,0 36.000,0 4 Realizacao de conferencia internacional de investimentos e conferencias e seminarios locais, assim como participacao 22.100,0 2.000,0 2.000,0 16.400,0 12.900,0 7.400,0 22.200,0 5 Apoio a Festivais, Organizacao de 2 festivais (gastronomia e Kitesurf) concursos e comemoracoes do dia mundial do turismo 6.100,0 6.150,0 6.200,0 6.250,0 9.900,0 6.300,0 8.500,0 6 Producao de suplementos, organizacao de vistas de familiarizacao para operadores e imprensa especializada, programa televisivo sobre turismo 3.800,0 4.000,0 4.220,0 4.300,0 8.400,0 3.170,0 4.750,0 7 Campanha turismo domestico: insercao de spots TVs, Radio e Revistas, gestao de conteudo do portal e redes sociais, campanha online 3.770,0 3.805,5 5.130,0 4.082,0 10.940,0 4.077,5 1.770,0 8 Construcao de BITs - 3.000,0 3.050,0 3.100,0 3.700,0 400,0 5.050,0 9 Realizacao de marketing conjunto e promocao de pacotes transfronteirico e oportunidades de negocios: East3Route e Triland 4.087,5 4.138,0 4.188,5 4.239,0 4.100,0 4.553,0 8.000,0 TOTAL 81.630,0 59.356,5 58.783,5 73.528,0 95.203,0 66.528,0 111.567,0
1Concepcao de 5 rotas, coaching dos intervenientes no marketing, plano de comunicacao e gestao de crises, plano de negocios do bureau de convencoes e plataforma electronica de promocao de investimentos nas ZITs7.560,02.530,0450,00,01.158,05.482,03.900,0
2Producao e reproducao de DVDs sobre oferta e potencial turistico, sobre oportunidades de investimentos turisticos, reproducao de brochuras, mapas, colocacao de outdoors e placas de recomendacoes, roll ups, filmes de curtissima metragem (virais) promocionais, etc.10.712,59.533,08.745,09.657,08.105,09.145,521.397,0
3Realizacao da feira annual do turismo e participacao em 10 feiras internacionais anualmente23.500,0024.200,024.800,025.500,036.000,026.000,036.000,0
4Realizacao de conferencia internacional de investimentos e conferencias e seminarios locais, assim como participacao22.100,02.000,02.000,016.400,012.900,07.400,022.200,0
5Apoio a Festivais, Organizacao de 2 festivais (gastronomia e Kitesurf) concursos e comemoracoes do dia mundial do turismo6.100,06.150,06.200,06.250,09.900,06.300,08.500,0
6Producao de suplementos, organizacao de vistas de familiarizacao para operadores e imprensa especializada, programa televisivo sobre turismo3.800,04.000,04.220,04.300,08.400,03.170,04.750,0
7Campanha turismo domestico: insercao de spots TVs, Radio e Revistas, gestao de conteudo do portal e redes sociais, campanha online3.770,03.805,55.130,04.082,010.940,04.077,51.770,0
8Construcao de BITs-3.000,03.050,03.100,03.700,0400,05.050,0
9Realizacao de marketing conjunto e promocao de pacotes transfronteirico e oportunidades de negocios: East3Route e Triland4.087,54.138,04.188,54.239,04.100,04.553,08.000,0
TOTAL81.630,059.356,558.783,573.528,095.203,066.528,0111.567,0
Texto do artigo · p. 21 23
Texto do artigo · p. 21 Lista de Abreviaturas MICULTUR - Ministério da Cultura e Turismo INATUR - Instituto Nacional do Turismo PEDTM II - Plano Estratégico para Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 21 de Turismo II INE - Instituto Nacional de Estatística BRICs - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul EUA - Estados Unidos da América MITT - Feira Internacional do Turismo de Moscovo FITCuba - Feira de Turismo de Cuba
Texto do artigo · p. 21 ABAV - Expo Internacional do Turismo (Brasil) BIT - Balcão de Informação Turística UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação,
Texto do artigo · p. 21 Ciência e Cultura
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Texto do artigo, página 1: CONSELHO DE MINISTROS
  2. Texto do artigo, página 1: Resolução n.º 40/2017
  3. Texto do artigo, página 1: de 18 de Setembro
  4. Texto do artigo, página 1: Havendo necessidade de definir uma estratégia orientada para o reforço das acções de promoção e marketing do sector do turismo, ao abrigo da alínea f) do n.º 1 do artigo 204 da Constituição da República, o Conselho de Ministros determina:
  5. Texto do artigo, página 1: Único. É aprovada a Estratégia de Marketing do Turismo 20172021, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
  6. Texto do artigo, página 1: Aprovada pelo Conselho de Ministros, aos 23 de Maio
  7. Texto do artigo, página 1: de 2017. Publique-se. O Primeiro Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
  8. Texto do artigo, página 1: Estratégia de Marketing do Turismo 2017-2021
  9. Texto do artigo, página 1: Sumário Executivo
  10. Texto do artigo, página 1: Até 2016, a Estratégia de Marketing do Turismo (2006-2013) foi o instrumento orientador para a materialização do Plano Estratégico para o Desenvolvimento de Turismo (2004-2013) no que respeita à promoção e marketing de Moçambique, como um destino turístico. A dinâmica de desenvolvimento dos mercados nacional, regional e internacional e a aprovação do Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo II 2016-2025, impõem novos desafios ao nível da promoção emarketing do país.
  11. Texto do artigo, página 1: Assim, a presente Estratégia de Marketing Turístico II (20172021), está orientada para o reforço das acções de promoção e marketing do sector do turismo, através do uso das plataformas digitais, do incentivo ao desenvolvimento de diferentes tipos de turismo em função do potencial dos pólos turísticos prioritários,
  12. Texto do artigo, página 1: de uma abordagem integrada na promoção do turismo doméstico, bem como da capitalização do património cultural, como factor diferenciador do produto.
  13. Texto do artigo, página 1: A. Turismo como um dos pilares de desenvolvimento
  14. Texto do artigo, página 1: Moçambique é dotado de um grande potencial turístico assente na qualidade e originalidade dos seus atractivos, baseados nos recursos naturais e riqueza cultural. É um dos poucos países que permite combinar turismo de praia, cinegético e cultural em muito curto espaço de tempo.
  15. Texto do artigo, página 1: Reconhecendo este potencial e tendo em conta o efeito multiplicador do turismo, o Governo elegeu o turismo como um dos quatro pilares para o crescimento e desenvolvimento económico do País.
  16. Texto do artigo, página 1: B. Análise situacional e principal enfoque para o crescimento
  17. Texto do artigo, página 1: A análise situacional do sector de turismo, plasmada no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo I (PEDT I) constatou que a indústria de Turismo está numa fase emergente, sendo que na última década, passou de 500 mil visitantes em 2000 para cerca de 1.9 milhões em 2013. Entretanto, esta tendência de crescimento registou um abrandamento pelos efeitos da conjuntura económica nacional e internacional, associados às barreiras de crescimento do sector relacionadas com acesso, demanda, investimento e capacidade institucional.
  18. Texto do artigo, página 1: Assim, para a melhoria da competitividade nos mercados nacional, regional e internacional, o sector depara-se com grandes desafios relativamente a:
  19. Texto do artigo, página 1: ☞ Qualidade da oferta de produtos e serviços turísticos;
  20. Texto do artigo, página 1: ☞ Recursos humanos do sector (capacitação profissional);
  21. Texto do artigo, página 1: ☞ Ambiente de negócios;
  22. Texto do artigo, página 1: ☞ Acessibilidade turística;
  23. Texto do artigo, página 1: ☞ Promoção do destino turístico Moçambique nos mercados emergentes: Brasil, Rússia, Índia e China;
  24. Texto do artigo, página 1: ☞ Promoção do Turismo doméstico;
  25. Texto do artigo, página 1: ☞ Massificação da divulgação da Marca Moçambique, como um destino turístico de eleição.
  26. Texto do artigo, página 1: Apesar das contrariedades naturais e sociopolíticas e económicas, Moçambique continua a ser uma das economias mais dinâmicas do continente africano.
  27. Texto do artigo, página 1: A remoção das barreiras de crescimento é uma preocupação do Governo de Moçambique que para o efeito, criou recentemente
  28. Texto do artigo, página 1: o Fórum de Turismo (FORTUR), uma plataforma inclusiva e interinstitucional para responder aos desafios que resultam da dinâmica de desenvolvimento do sector. O FORTUR vem aprimorar os mecanismos consultivos do Governo, contribuindo ainda para a implementação integrada do Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo II, bem como da Estratégia de Marketing Turístico II.
  29. Texto do artigo, página 1: O Turismo como uma actividade que se desenvolve a nível local pressupõe que todos os intervenientes (Governos central, provincial, distrital, local e municipal, bem como o sector privado)
  30. Texto do artigo, página 2: sejam parte do processo de implementação e comunguem os objectivos desta estratégia para que a mesma tenha sucesso.
  31. Texto do artigo, página 2: Em 2006 foi adoptada a primeira Estratégia para Marketing Turístico em Moçambique (2006-2013) cuja implementação foi estendida até 2015, para alinhamento com a actualização do PEDT II.
  32. Texto do artigo, página 2: C. A metodologia de elaboração da Estratégia de Marketing Turístico baseou-se na: • Consulta dos princípios e linhas de orientação do Governo, principalmente, o Plano Quinquenal do Governo (PQG) 2015-2019, os Planos Estratégicos de Desenvolvimento da Cultura e do Turismo, dentre outros instrumentos legais; • Auscultação dos diversos intervenientes através de área turismo, encontros com vários parceiros do sector público e sector privado com vista à recolha de contribuições e sensibilidades para o documento. D. Objectivos da elaboração da Estratégia de Marketing Turístico
  33. Texto do artigo, página 2: Os objectivos da elaboração da Estratégia de Marketing Turístico são:
  34. Texto do artigo, página 2: • Prover o sector de um documento orientador actualizado das acções de promoção do país enquanto destino turístico; • Promover a coordenação permanente entre os diferentes intervenientes (sector público e privado) na sua execução; • Posicionar Moçambique como um destino turístico de excelência; • Melhorar a competitividade do destino e aumentar os fluxos turísticos; • Estabelecer forma de actuação para os diferentes segmentos de mercado; • Definir objectivos em relação aos quais se possam medir os resultados.
  35. Texto do artigo, página 2: E. Estratégia de Marketing Turístico
  36. Texto do artigo, página 2: Terminado o período da sua vigência e dada a dinâmica do sector urge actualizar e alinhar o instrumento com o Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo (PEDT II 2016 - 2025), aprovado pelo Conselho de Ministros, em Dezembro de 2015.
  37. Texto do artigo, página 2: Ao nível da organização da oferta
  38. Texto do artigo, página 2: Na perspectiva de melhor focalizar as acções de promoção e marketing do Destino Moçambique e com vista a se alcançar os objectivos e resultados acima plasmados, o Governo definiu 5 destinos estratégicos:
  39. Texto do artigo, página 2: • Maputo – estendendo-se desde Cidade de Maputo até à Ponta de Ouro (Província de Maputo) – Destino de Turismo Cultural, Negócios e Eventos; • Vilankulo – incluindo o Arquipélago do Bazaruto e Inhassoro (Inhambane) – Destino de Turismo de Sol e Praia e de Aventura; • Gorongosa – Parque Nacional de Gorongosa e Savana (Sofala), Reserva Nacional de Chimanimani e Cabeça do Velho (Manica) – Destino de Turismo de Aventura e Cinegético; • Quirimbas – incluindo a Baía de Pemba, Distrito de Quissanga, Distrito de Macomia, Distrito de Palma e Distrito de Mocímboa da Praia, Ilha do Ibo (Cabo Delgado), Distrito de Nacala e Ilha de Moçambique (Nampula) – Destino de Turismo de Sol e Praia, Cultural e de Aventura e Cinegético;
  40. Texto do artigo, página 2: • Niassa – incluindo Lichinga, Metangula e a Reserva do Niassa (Niassa) – Destino de Turismo de Aventura e de Ecoturismo.
  41. Texto do artigo, página 2: A definição dos cinco destinos turísticos estratégicos e das acções prioritárias de intervenção visam promover
  42. Texto do artigo, página 2: o desenvolvimento sustentável e integrado para conferir qualidade e excelência e melhorar a sua competitividade no mercado doméstico, regional e internacional. No concernente aos produtos e atracções turísticas que o País oferece, importa destacar a linha costeira de cerca de 2.700 quilómetros com praias de águas transparentes e areia branca, lindas baías, ricas rochas de corais e arquipélagos exuberantes.
  43. Texto do artigo, página 2: Assim, o turismo em Moçambique desenvolve-se em torno dos seguintes temas:
  44. Texto do artigo, página 2: • Negócios e eventos – Seminários, cursos, conferências, congressos, feiras, exposições e mega-eventos; • Lazer – Sol e praia, safari oceânico (observação de dugongos, golfinhos, flamingos entre outros), pesca desportiva, mergulho e desportos aquáticos; • Ecoturismo – Aventura e desportos radicais, fauna bravia, safaris e combinação selva-praia; • Cultura – Turismo cultural.
  45. Texto do artigo, página 2: Ao nível da estratégia de segmentação1 e posicionamento A presente Estratégia de Marketing estabelece três grandes
  46. Texto do artigo, página 2: segmentos da demanda turística, nomeadamente:
  47. Texto do artigo, página 2: • Segmento Doméstico: relacionado com a sensibilização dos moçambicanos para o seu papel, directo ou indirecto, no sector do turismo e promoção da cultura de viajar para conhecer o País; • Segmento Regional: contempla os países próximos de Moçambique, mercados-alvo por excelência dada a sua localização, necessidades e poder económico, nomeadamente África do Sul, Zimbabwe, Suazilândia, Zâmbia, Namíbia e Tanzânia; • Segmento Internacional: comporta os países que demonstram alto crescimento de gastos com viagens (Portugal, Reino Unido, Estados Unidos de América, Países Baixos, Alemanha e Itália), bem como aqueles que pelo seu histórico ou por procurarem experiências singulares são mercados a focalizar. Importa destacar neste subsegmento os mercados emergentes, com especial destaque para o Brasil, Rússia, Índia, China (BRICs).
  48. Texto do artigo, página 2: Dadas as posições já conquistadas por destinos turísticos como a Tanzânia, Madagáscar, Botswana e África do Sul no mercado regional, é essencial que Moçambique procure encontrar um posicionamento de mercado, onde tenha uma vantagem comparativa que complemente as ofertas turísticas dos outros.
  49. Texto do artigo, página 2: Ao nível da estratégia de promoção2 • Promoção no mercado doméstico:
  50. Texto do artigo, página 2: o Desenvolvimento de um programa transversal de sensibilização da comunidade para a importância do Turismo para o país – “Educar para o Turismo”;
  51. Texto do artigo, página 2: 1 A segmentação é entendida como forma de organizar o turismo para fins de planificação, gestão e mercado. Os segmentos turísticos podem ser estabelecidos a partir de elementos de identidade da oferta e também das características da demanda. 2 Promoção entende-se como o conjunto de actividades de comunicação que as organizações turísticas ou órgãos públicos de turismo, desenvolvem para influenciar os públicos dos quais as suas vendas dependem.
  52. Texto do artigo, página 3: ● Divulgação através dos meios de comunicação social do posicionamento e imagem de Moçambique como destino Turístico e respectiva oferta, orientados para o mercado doméstico; ● Promoção de festivais turísticos e culturais ao nível local; ● Parceria com o sector privado e outras instituições públicas para a promoção e divulgação da Marca Moçambique em eventos de carácter nacional e internacional.
  53. Texto do artigo, página 3: Objetivos estratégicos de marketing
  54. Texto do artigo, página 3: a) Melhorar o desempenho e competitividade na área do turismo para potenciar o turismo de lazer e de negócios;
  55. Texto do artigo, página 3: b) Desenvolver atracções, infra-estruturas e serviços turísticos de padrão internacional;
  56. Texto do artigo, página 3: c) Promover de forma eficaz a Marca Moçambique em mercados estratégicos para Moçambique;
  57. Texto do artigo, página 3: d) Garantir um ambiente de negócios e de investimento turístico favorável;
  58. Texto do artigo, página 3: e) Assegurar um turismo sustentável e benéfico para as comunidades;
  59. Texto do artigo, página 3: f) Estabelecer instituições adequadas e sistemas de monitoria eficazes para a implementação da Estratégia de Marketing Turístico.
  60. Texto do artigo, página 3: • Promoção no exterior
  61. Texto do artigo, página 3: ● Presença forte na Internet (uso dos recursos on-line e redes sociais) para divulgar o destino junto do consumidor final, aumentando os níveis de notoriedade do destino; ● Participação em feiras de turismo internacionais para marcar presença nos principais mercados emissores e estreitar relações com parceiros; ● Realização de visitas de familiarização de jornalistas (press-trips) para mídia internacional; ● Estabelecimento de parcerias com associações internacionais dedicadas a temas associados aos produtos específicos de Moçambique, para organização conjunta de eventos; ● Potenciar as missões diplomáticas de Moçambique nos principais mercados emissores de turismo reforçando a sua acção para atracção de investimentos e projecção da imagem do destino turístico.
  62. Texto do artigo, página 3: F. Plano Operacional da Estratégia de Marketing Turístico Numa óptica operacional a Estratégia de Marketing Turístico
  63. Texto do artigo, página 3: visa:
  64. Texto do artigo, página 3: a) Identificar as actividades viáveis, tendo por base os objectivos definidos e respectivos custos;
  65. Texto do artigo, página 3: b) Seleccionar mercados prioritários sobre os quais actuar;
  66. Texto do artigo, página 3: c) Desenvolver uma estratégia eficaz (produto, preço, canais de comunicação e outros meios).
  67. Texto do artigo, página 3: G. Metas e Resultados Esperados A implementação da presente Estratégia de Marketing
  68. Texto do artigo, página 3: Turístico, vai permitir alcançar os seguintes resultados:
  69. Texto do artigo, página 3: Resultados Esperados (Metas e Indicadores de crescimento: 2017 - 2021)
  70. Texto do artigo, página 3: Indicadores Período 2017 2018 2019 2020 2021
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
    3. Estadia Média (dias/noites)34555
    4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
  71. Texto do artigo, página 3: 1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros) 1,835,435 1,963,915 2,101,389 2,248,487 2,405,881
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
    3. Estadia Média (dias/noites)34555
    4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
  72. Texto do artigo, página 3: 2. Turistas Domésticos 4.708.450 4.802.617 4.898.670 4.996.643 5.096.576
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
    3. Estadia Média (dias/noites)34555
    4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
  73. Texto do artigo, página 3: 3. Estadia Média (dias/noites) 3 4 5 5 5
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
    3. Estadia Média (dias/noites)34555
    4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
  74. Texto do artigo, página 3: 4. Número de conferências e grandes eventos (unidades) 1 1 2 2 2
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
    3. Estadia Média (dias/noites)34555
    4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
  75. Texto do artigo, página 3: 5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades) 16 16 18 20 22
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
    3. Estadia Média (dias/noites)34555
    4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
  76. Texto do artigo, página 3: 6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%) 5 7 6 6 6
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
    3. Estadia Média (dias/noites)34555
    4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
  77. Texto do artigo, página 3: 7. Número de postos de emprego 60,000 65,800 65,700 66,600 67,400
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
    3. Estadia Média (dias/noites)34555
    4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
  78. Texto do artigo, página 3: 8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque 2 1 2 3 4
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
    3. Estadia Média (dias/noites)34555
    4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
  79. Texto do artigo, página 3: 9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares) 5 6 7 9 10
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros (fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708.4504.802.6174.898.6704.996.6435.096.576
    3. Estadia Média (dias/noites)34555
    4. Número de conferências e grandes eventos (unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (%)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos Destinos Turísticos do País para posições de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos Turísticos (hoteleiros e similares)567910
  80. Texto do artigo, página 4: Introdução
  81. Texto do artigo, página 4: Moçambique é dotado de um grande potencial turístico assente na qualidade e originalidade dos seus atractivos baseados nos recursos naturais e no perfil cultural multifacetado. O Turismo constitui uma aposta do Governo de Moçambique, tendo sido definido como um dos quatro sectores prioritários para a diversificação da economia nacional e dinamização do desenvolvimento económico do país.
  82. Texto do artigo, página 4: O presente documento foi elaborado tendo em conta a conjugação do Programa Quinquenal do Governo 2015 - 2019, da Política do Turismo de 2003, da Lei de Turismo (Lei n.º 4/2004, de 17 de Junho) e do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo II (2016-2025), entre outros instrumentos legais.
  83. Texto do artigo, página 4: O Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo (2016 - 2025), estabelece que até 2025, Moçambique deverá ser um dos destinos turísticos mais vibrante, dinâmico e exótico de África. Para o efeito, importa ajustar a Estratégia de Marketing Turístico, instrumento que orienta a actuação dos sectores público, privado e parceiros, estabelecendo um conjunto de acções com vista à promoção e marketing do país a nível dos mercados doméstico, regional e internacional.
  84. Texto do artigo, página 4: A Estratégia de Marketing Turístico (2017-2021), resulta da revisão da Estratégia de Marketing (2006-2013) e focaliza no reforço das acções de marketing e comunicação do sector do turismo, através do uso de plataformas digitais, de uma abordagem integrada na promoção do turismo doméstico e internacional, bem como da capitalização do património cultural, factor diferenciador do produto.
  85. Texto do artigo, página 4: Tendo em conta, um conjunto de factores como escassez de recursos, potencial turístico e impacto económico de curto e médio prazo que as diferentes regiões do país apresentam, bem como para a maximização do investimento, pretende-se focalizar as acções de marketing em cinco (5) destinos estratégicos, nomeadamente: Maputo, Vilankulo, Gorongosa, Quirimbas e Niassa.
  86. Texto do artigo, página 4: O presente documento encontra-se organizado em seis (6) capítulos nomeadamente:
  87. Texto do artigo, página 4: I. Diagnóstico da Situação Actual do Marketing em Moçambique – versa sobre a situação actual do marketing em Moçambique e mostra o posicionamento do País como destino turístico no mercado regional e internacional. II. Objectivos Estratégicos e Pólos Turísticos – apresenta os objectivos e destinos turísticos estratégicos, bem como as acções prioritárias de intervenção, visando promover o desenvolvimento sustentável e integrado e conferir qualidade e excelência, bem como melhorar a competitividade no mercado doméstico, regional e internacional. III. Segmentos de Mercados – faz uma resenha da visão estratégica em relação aos mercados emissores regionais e internacionais do turismo, conjugados com os produtos e atracções. IV. Acções Estratégicas de Marketing – Aborda as principais acções de Marketing para o período 2017 - 2021. V. Plano de Operacionalização – apresenta o cronograma das actividades e o respectivo orçamento para a operacionalização da presente Estratégia.
  88. Número ou marcador, página 4: Capítulo I. Diagnóstico da Situação Actual do Marketing Turístico Em Moçambique
  89. Texto do artigo, página 4: 1.1 Organização Institucional
  90. Texto do artigo, página 4: A estrutura de desenvolvimento do Turismo em Moçambique congrega por um lado, órgãos do Estado a vários níveis e por outro lado, entidades privadas organizadas em associativismo, conforme ilustra o quadro abaixo.
  91. Texto do artigo, página 4: Sector Público Sector Privado Ministério da Cultura e Turismo (MICULTUR) Confederação das Actividades Económicas (CTA) – Pelouro do Turismo Instituto Nacional do Turismo (INATUR) Federação Moçambicana de Hotéis de Moçambique (FEMOTUR) Direcções Provinciais de Cultura e Turismo (DPCULTURs) Associação de Agências de Viagens (AVITUM) Associação de Agências de Viagens (AVITUM) Associações Provinciais de Turismo Actividade Económicas (SDAE’s)
    Sector PúblicoSector Privado
    Ministério da Cultura e Turismo (MICULTUR)Confederação das Actividades Económicas (CTA) – Pelouro do Turismo
    Instituto Nacional do Turismo (INATUR)Federação Moçambicana de Hotéis de Moçambique (FEMOTUR)
    Direcções Provinciais de Cultura e Turismo (DPCULTURs)Associação de Agências de Viagens (AVITUM)
    Associação de Agências de Viagens (AVITUM)Associações Provinciais de Turismo
    Actividade Económicas (SDAE’s)
  92. Texto do artigo, página 4: Ministério da Cultura e Turismo (MICULTUR): é o órgão central do aparelho do Estado que, de acordo com os princípios, objectivos e tarefas definidos pelo Governo, coordena, dirige e planifica a execução das políticas e estratégias nas áreas da cultura e turismo.
  93. Texto do artigo, página 4: Instituto Nacional de Turismo (INATUR): responsável, entre outros, pela implementação de programas públicos de marketing do destino turístico, promoção da formação na área de hotelaria e turismo, classificação de estabelecimentos turísticos e promoção de investimentos.
  94. Texto do artigo, página 4: Direcções Provinciais da Cultura e Turismo (DPCULTURs): o Órgão que dirige e assegura a execução das actividades no âmbito da Cultura e Turismo ao nível provincial e responsável por orientar e apoiar as unidades económicas e sociais do ramo da Cultura e Turismo.
  95. Texto do artigo, página 4: Governo local: Os Governos Distritais e as autoridades municipais são responsáveis pela supervisão e facilitação das actividades do turismo e da gestão do processo de desenvolvimento do turismo ao nível local (distritos e cidades). Os Serviços Distritais de Actividades Económicas (SDAE’s) são os orgãos que respondem pelo sector de Turismo nos distritos.
  96. Texto do artigo, página 4: O sector privado que é constituído por uma gama de unidades económicas de diversas dimensões actuando nas esferas de transporte, alojamento, restauração, entretenimento e intermediação.
  97. Texto do artigo, página 4: A interlocução com o Governo é feita através da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), da Federação Moçambicana de Hotelaria e Turismo (FEMOTUR), que congrega uma série de associações de hotelaria e turismo a nível nacional e local. Existe ainda a Associação das Agências de Viagem (AVITUM).
  98. Texto do artigo, página 4: Figura 1: Organização da Área do Turismo
  99. Texto do artigo, página 4: SECTOR PÚBLICO
  100. Texto do artigo, página 4: SECTOR PUBLICO: MICULTUR SECTOR PUBLICO COMPLEMENTAR AO TURISMO SECTOR PRIVADO SECTOR PRIVADO DO TURISMO SECTOR PRIVADO COMPLEMENTAR AO TURISMO COMPLEMENTARES
  101. Texto do artigo, página 4: SECTOR PUBLICO: MICULTUR-­‐ INATUR
  102. Texto do artigo, página 4: SECTOR PUBLICO COMPLEMENTAR AO TURISMO
  103. Texto do artigo, página 4: SECTOR PRIVADO DO TURISMO
  104. Texto do artigo, página 4: SECTOR PRIVADO COMPLEMENTAR AO TURISMO
  105. Texto do artigo, página 4: SECTOR PRIVADO
  106. Texto do artigo, página 4: COMPLEM ENTARES
  107. Texto do artigo, página 5: Os níveis e áreas acima mencionados constituem espaços e fonte para promoção do produto e dos destinos turísticos no País.
  108. Texto do artigo, página 5: 1.2 Análise FOFA (SWOT)
  109. Texto do artigo, página 5: Pontos Fortes Pontos Fracos ● Eleição do Turismo como a 4.ª prioridade para o desenvolvimento do País. ● Existência de um património cultural excepcional. ● Fauna marinha extraordinária. ● Proximidade de grandes economias turísticas da África Austral que facilitam a criação de pacotes turísticos atractivos. ● Crescimento do mercado de turismo doméstico, impulsionado pelo aumento de turistas nacionais e estrangeiros residentes. ● Logo marca atraente, ilustrando as potencialidades turísticas e culturais de Moçambique. ● Recursos financeiros limitados para a realização das acções de marketing. ● Percepção deturpada do visitante relativamente a segurança e acesso ao País. ● Défice de recursos humanos qualificados. ● Fraca divulgação da Marca Moçambique e seus atributos. ● Fraca consciencialização da importância do turismo pelos intervenientes da cadeia de valores de turismo. Oportunidades Ameaças ● Capitalização das tendências de crescimento de novos mercados como é o caso do crescimento dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) e fidelização do mercado regional. ● Capitalização do marketing digital, através do uso de plataformas promocionais online (internet e redes sociais). ● Crescimento dos segmentos de mercado baseado em experiências e interesse especiais. ● Crescimento na demanda de eventos culturais. ● Potencial para melhorar ligações com fornecedores locais. ● Instabilidade económica derivada do excesso de importações e fraca produção interna. ● Forte competitividade dos destinos turísticos regionais e internacionais em matéria de acesso (facilidade na obtenção de vistos de entrada, reduzido custo de passagens aéreas), infra-estruturas rodoviárias e qualidade de prestação de serviços. ● Exiguidade de transporte terrestre e marítimo para fins turísticos. ● Fraco envolvimento do empresariado nacional nas acções de marketing do destino turístico Moçambique. ● Preços de transporte aéreo e serviços turísticos não competitivos. ● Limitação da mão-de-obra qualificada.
    Pontos FortesPontos Fracos
    ● Eleição do Turismo como a 4.ª prioridade para o desenvolvimento do País. ● Existência de um património cultural excepcional. ● Fauna marinha extraordinária. ● Proximidade de grandes economias turísticas da África Austral que facilitam a criação de pacotes turísticos atractivos. ● Crescimento do mercado de turismo doméstico, impulsionado pelo aumento de turistas nacionais e estrangeiros residentes. ● Logo marca atraente, ilustrando as potencialidades turísticas e culturais de Moçambique.● Recursos financeiros limitados para a realização das acções de marketing. ● Percepção deturpada do visitante relativamente a segurança e acesso ao País. ● Défice de recursos humanos qualificados. ● Fraca divulgação da Marca Moçambique e seus atributos. ● Fraca consciencialização da importância do turismo pelos intervenientes da cadeia de valores de turismo.
    OportunidadesAmeaças
    ● Capitalização das tendências de crescimento de novos mercados como é o caso do crescimento dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) e fidelização do mercado regional. ● Capitalização do marketing digital, através do uso de plataformas promocionais online (internet e redes sociais). ● Crescimento dos segmentos de mercado baseado em experiências e interesse especiais. ● Crescimento na demanda de eventos culturais. ● Potencial para melhorar ligações com fornecedores locais.● Instabilidade económica derivada do excesso de importações e fraca produção interna. ● Forte competitividade dos destinos turísticos regionais e internacionais em matéria de acesso (facilidade na obtenção de vistos de entrada, reduzido custo de passagens aéreas), infra-estruturas rodoviárias e qualidade de prestação de serviços. ● Exiguidade de transporte terrestre e marítimo para fins turísticos. ● Fraco envolvimento do empresariado nacional nas acções de marketing do destino turístico Moçambique. ● Preços de transporte aéreo e serviços turísticos não competitivos. ● Limitação da mão-de-obra qualificada.
  110. Texto do artigo, página 5: As dificuldades acima referidas com pontos fracos e ameaças, colocam Moçambique numa posição pouco competitiva.
  111. Texto do artigo, página 5: Este cenário só poderá ser ultrapassado através das seguintes acções concertadas e estratégicas:
  112. Texto do artigo, página 5: ✓ Sensibilização dos cidadãos sobre a importância do turismo;
  113. Texto do artigo, página 5: ✓ Massificação da promoção da Marca Moçambique;
  114. Texto do artigo, página 5: ✓ Facilitação do acesso ao País e aos destinos turísticos locais; ✓ Desenvolvimento do produto e diversificação da oferta
  115. Texto do artigo, página 5: turística;
  116. Texto do artigo, página 5: ✓ Incremento dos recursos financeiros alocados para as acções
  117. Texto do artigo, página 5: de promoção e marketing.
  118. Texto do artigo, página 5: 1.2.1 Competitividade do Turismo em Moçambique
  119. Texto do artigo, página 5: Comparando o custo da actividade turística entre Moçambique e os seus concorrentes regionais, verifica-se que continua a ser um destino caro, devido os altos preços das passagens aéreas domésticas e internacionais, resultado directo da fraca concorrência entre companhias aéreas assim como, dos preços de alojamento.
  120. Texto do artigo, página 5: Outra lacuna na competitividade tem a ver com o custo do visto de entrada no país, comparativamente a outros países da região (SADC).
  121. Texto do artigo, página 5: No contexto mundial, de acordo com o Índice de Competitividade de Viagens e Turismo publicado pelo Fórum Económico em 2015, Moçambique ocupou a 130ª posição, situando-se abaixo de países como o Malawi e a Suazilândia. A baixa classificação deve-se particularmente, aos seguintes factores:
  122. Texto do artigo, página 5: ● Transporte aéreo; ● Qualidade de recursos humanos; ● Transporte terrestre; ● Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs); e ● Saúde e higiene.
  123. Texto do artigo, página 5: A nível da região, a posição do nosso país está muito aquém das aspirações do Governo, conforme pode ilustra a tabela abaixo.
  124. Texto do artigo, página 5: Classificação dos Destinos Turísticos da SADC no Índice Global
  125. Texto do artigo, página 5: Ordem País Posição 1 África do Sul 48 2 Seychelles 54 3 Maurícias 56 4 Namíbia 70 5 Botswana 88 6 Tanzânia 93 7 Zâmbia 107 8 Zimbabwe 115 9 Madagáscar 121 10 Malawi 126 11 Lesoto 129 12 Moçambique 130 13 Angola 139
    OrdemPaísPosição
    1África do Sul48
    2Seychelles54
    3Maurícias56
    4Namíbia70
    5Botswana88
    6Tanzânia93
    7Zâmbia107
    8Zimbabwe115
    9Madagáscar121
    10Malawi126
    11Lesoto129
    12Moçambique130
    13Angola139
  126. Texto do artigo, página 5: Fonte: Fórum Económico Mundial, 2015.
  127. Texto do artigo, página 5: Na sequência dos esforços empreendidos pelo Governo, em 2017, Moçambique alcançou a 122.ª posição à frente de Malawi, República Democrática do Congo e Burundi. Destacam-se as seguintes melhorias:
  128. Texto do artigo, página 5: ● Uso de tecnologias de comunicação e informação; ● Redução de taxas de transporte aéreo; ● Incremento de serviços fornecidos através da telefonia móvel; ● Melhoria do ambiente de negócios; ● Melhoria da segurança pública; e ● Incremento da protecção ambiental.
  129. Texto do artigo, página 5: 1.2.2 Transversalidade e Necessidade de Colaboração
  130. Texto do artigo, página 5: A integração e coordenação do desenvolvimento do Turismo ainda enfrentam enormes desafios: as actividades de marketing ao nível do sector público são desenvolvidas em função da capacidade e dos recursos de cada instituição e constata-se que os níveis de coordenação e aderência aos planos é ainda bastante
  131. Texto do artigo, página 6: incipiente o que resulta em desenvolvimento desconectado e fragmentado de destinos.
  132. Texto do artigo, página 6: Parcerias público-privadas: A colaboração e comunicação entre os sectores público e privado é ainda incipiente, levando à duplicação de esforços e resultados fragmentados, na gestão e promoção e marketing do destino. Para contrariar esta situação, devem ser coordenadas acções ao nível de:
  133. Texto do artigo, página 6: ● Marketing – quanto às metodologias a adoptar, explorando sinergias na sua implementação; ● Formação - relativamente à mobilização e capacitação dos recursos humanos, para suprir as necessidades do sector empresarial; ● Desenvolvimento do produto – consolidar e potenciar as associações dos vários provedores de serviços e promover maior comunicação e colaboração entre os intervenientes dos subsectores no sistema do turismo; ● Estatísticas de turismo – a recolha e processamento de dados estatísticos continuam a ser um enorme desafio para o sector pois, muitos estabelecimentos não facultam dados e quando o fazem, não são realísticos. Mais ainda, a recolha de dados é demasiado onerosa devido à dispersão das unidades fontes de estatísticas, aliada ao formato geográfico do País.
  134. Texto do artigo, página 6: 1.2.3 Vantagens Comparativas como Oportunidades a Explorar
  135. Texto do artigo, página 6: De acordo com análise FOFA acima descrita, os elementoschave que conferem uma clara vantagem comparativa para Moçambique, consubstanciam-se na qualidade e originalidade dos seus atractivos baseados na natureza, bem como no perfil cultural e multifacetado do país. É um dos poucos países que pode oferecer pacote de perfeita combinação de turismo de costa (praia e safari marinho) e de selva (flora e fauna) em muito curto espaço de tempo (menos de 30 minutos).
  136. Texto do artigo, página 6: Os factores que potenciam o país e jogam um papel diferenciador na região:
  137. Texto do artigo, página 6: ● Localização Estratégica: os mais de 2.700 km de linha de costa inexplorada e muito diversificada em paisagem, flora e fauna, oferecendo oportunidades para inúmeras diversões e desportos aquáticos, constituem atractivo a considerar pelos operadores turísticos que vendem os países do hinterland. Por outro lado, dada a extensão da nossa costa, alguns países da região só podem ter acesso ao produto turístico (tropical) costeiro através de Moçambique, tornando assim um elemento complementar para os operadores que pretendem maximizar o valor do pacote turístico para turistas de além-mar; ● Mosaico cultural: Moçambique apresenta um ambiente cultural único na Região, dada a herança rica e diversificada das influências árabe, swahili, portuguesa e africana. Essa influência reflecte-se no seu quotidiano através da história, língua, gastronomia, arquitectura, artes e expressão cultural. Por conseguinte, o País apresenta características únicas numa região que é anglófona; ● Atractivos Baseados na Natureza: A riqueza da vida marinha, o mergulho e a pesca correspondem a padrões internacionais de alta qualidade. Ao longo da costa de Moçambique encontramos espécies marinhas como golfinhos, baleias, tubarões, raias, tartarugas e até mesmo dugongos, proporcionando uma experiência litoral diversa e interessante. No continente, para além de paisagens de beleza singular, existem várias áreas de conservação que oferecem oportunidades ímpares
  138. Texto do artigo, página 6: para a prática de safari, com destaque para os Parques Nacionais de Gorongosa, Limpopo e Quirimbas e Reservas Nacionais dos Elefantes, de Niassa e de Chimanimani; ● Facilidade de combinação Praia – Safari: Dada a sua localização estratégica, Moçambique oferece ainda oportunidades de interligação selva/costa (bush/ beach) na rota que vai da “Área de Conservação Transfronteiriça (ACTF) do Limpopo, passando pelas praias de Inhambane e Gaza”, até à Reserva Especial de Maputo (distrito de Matutuíne); ● Descobertas de recursos naturais e sua exploração: As recentes descobertas no país de recursos naturais, constituem um enorme potencial para o crescimento do sector de viagens, alojamento, entretenimento e restauração, oferecendo oportunidades de desenvolvimento de produtos e serviços turísticos nessas zonas do País.
  139. Texto do artigo, página 6: 1.3 Acções de Marketing de 2006 a 2016
  140. Texto do artigo, página 6: A Estratégia de Marketing Turístico de Moçambique, que vigorou desde 2006 até 2016, teve maior enfoque para a promoção do turismo internacional. Durante esse período, foram desenvolvidas diversas actividades que directa e indirectamente concorreram para a materialização das acções e o alcance dos objectivos globais plasmados no Plano Estratégico de Desenvolvimento do Turismo (2004 – 2013).
  141. Texto do artigo, página 6: O volume de turistas e de investidores nacionais e internacionais que escolhe Moçambique como destino preferencial para o turismo e investimento, mostra índices de crescimento significativos de ano para ano até 2012, sendo que, de então até 2015 registou-se um abrandamento tanto do número de turistas como do volume investimentos dada a conjuntura económica internacional e nacional. A partir de 2015 o número de chegadas internacionais começou a mostrar sinais de crescimento registando-se 1.633.936 para em 2016 atingir 1.715.360.
  142. Texto do artigo, página 6: 1.3.1 Frentes de intervenção no Mercado
  143. Texto do artigo, página 6: A promoção do destino Moçambique foi realizada em duas frentes: mercado doméstico e mercado internacional. Ao nível regional, o grupo alvo foi África do Sul e Zimbabwe e ao nível internacional foi Portugal, Grã-Bretanha, Espanha, Alemanha, Emiratos Árabes Unidos e Brasil.
  144. Texto do artigo, página 6: A presença no mercado revelou-se de extrema importância, no desenvolvimento e promoção de Moçambique tanto dentro (mercado doméstico) como fora do país (mercado internacional). Por conseguinte, nos últimos anos Moçambique é referenciado nos mídia internacionais de renome, como um dos destinos emergentes com atractivos naturais consideráveis, sugerindo-se aos turistas estrangeiros que procurem visitar o país. Neste âmbito, importa assegurar o devido aproveitamento destas oportunidades em prol do desenvolvimento do sector e do país em geral.
  145. Texto do artigo, página 6: Quanto aos meios usados, as principais acções levadas a cabo consistem na divulgação dos destinos através de produção e distribuição de material promocional, participação em feiras, exposições, workshops, apoio na organização de festivais locais, palestras de sensibilização, inserção de spots na mídia televisiva e escrita, produção de outdoors, apoio técnico na organização de diversas actividades de carácter turístico-cultural, entre outras.
  146. Texto do artigo, página 6: No turismo doméstico, as principais acções foram orientadas para o apoio e organização de festivais turístico-culturais, palestras, campanhas de Boas Vindas nas épocas de pico, implementação do Programa Nacional Bem Servir, organização da Feira Internacional de Turismo Descubra Moçambique, inserção de spots nos mídias audiovisuais e escrita, produção e distribuição de material promocional, produção de outdoors, entre outras.
  147. Texto do artigo, página 7: 1.3.2 Participação em Feiras Nacionais e Internacionais Moçambique tem estado a participar anualmente nas seguintes
  148. Texto do artigo, página 7: feiras internacionais de turismo, incentivo e investimento:
  149. Texto do artigo, página 7: ● FITUR – Madrid, Espanha ● BTL – Lisboa, Portugal ● ITB – Berlim, Alemanha ● WTM África – Cidade de Cabo, África do Sul ● Indaba – Durban, África do Sul ● Shangai – Harare, Zimbabwe ● FACIM – Maputo, Moçambique
  150. Texto do artigo, página 7: Para além de participação regular nas feiras acima indicadas, esforços foram feitos para participar em outras feiras na China, Dubai, Itália e Barcelona, dado o enorme potencial que representam, no mercado global.
  151. Texto do artigo, página 7: A nível nacional, o Sector organiza a “Descubra Moçambique - Feira Internacional de Turismo”, que é o ponto de encontro entre os profissionais do sector de turismo e similares, que decorre anualmente na Cidade de Maputo, com os seguintes objectivos:
  152. Texto do artigo, página 7: ● Divulgar as potencialidades turísticas; ● Fortalecer as relações comerciais, parcerias e intercâmbio entre os operadores do turismo nacionais e estrangeiros; ● Promover a cultura e gastronomia nacional; ● Despertar interesse dos nacionais para a prática do turismo doméstico e investimento em Moçambique; ● Divulgar a Marca Moçambique.
  153. Texto do artigo, página 7: De igual modo, o sector participa anualmente na feira económica – FACIM e em outras feiras sectoriais consideradas relevantes, como expositor.
  154. Texto do artigo, página 7: 1.3.3 Roadshows
  155. Texto do artigo, página 7: Anualmente os roadshows foram realizados em parceria com o sector privado nos seguintes mercados regionais: Durban, Cape Town, Pretoria, Joanesburgo, Nelspruit, Kwazulu Natal,
  156. Texto do artigo, página 7: Figura 2 : Ferramentas Online usadas na Promoção do Destino Moçambique
  157. Texto do artigo, página 7: Hillcrest e Western Cape na África do Sul. Esforços foram feitos para incluir também, outras cidades tais como Luanda (Angola), Nairobi (Kenya), e Gaborone (Botswana) mas tiveram de ser suspensos para melhor organização.
  158. Texto do artigo, página 7: COME & EXPERIENCE THE MAGIC OF MOZAMBIQUE! Visit us to find out more about Mozambique Tourism Road Show showcasing a range of Hotels, Resorts and Tour Operators.
  159. Texto do artigo, página 7: 1.3.4 Visitas de Familiarização
  160. Texto do artigo, página 7: Anualmente, foram realizadas em média, 10 visitas de familiarização para diversos grupos. As acções relacionadas com visitas de familiarização ao país, consistem na organização de viagens para operadores turísticos e comunicação social especializada, com o objectivo de fazer conhecerem os vários locais de interesse turístico, bem como a oferta turística disponível.
  161. Texto do artigo, página 7: Os destinos turísticos mais visitados no âmbito desta actividade incluem Ponta de Ouro, Cidade de Maputo, Ilha de Inhaca, Arquipélago de Bazaruto, Vilankulo, Tofo, Cahora Bassa, Ilha de Moçambique, Pemba, Quirimbas, Reserva Nacional de Niassa, Parque Nacional de Limpopo, Parque Nacional de Gorongosa e Lago Niassa.
  162. Texto do artigo, página 7: 1.3.5 Marketing Digital e Online
  163. Texto do artigo, página 7: O Sector tem desenvolvido esforços no sentido de usar as tecnologias de informação e comunicação, como um meio preferencial, para a divulgação e informação sobre destinos turísticos. O Portal do Turismo (www.visitmozambique.gov. mz) foi recentemente reestruturado para torná-lo interactivo, dinâmico, moderno (com ferramentas que permitem planificar as viagens e receber o boletim informativo), compatível com dispositivos móveis e que permita gerar dados estatísticos (relatórios das visualizações).
  164. Texto do artigo, página 7: Ainda neste âmbito, são usadas ferramentas de marketing online para mostrar de forma integrada, a identidade do destino turístico Moçambique. Estas ferramentas incluem Website, YouTube, Facebook, Google+, Twitter, Instagram e Linkedin com notícias, vídeos, fotografias e promoções para divulgar as atracções turísticas de Moçambique.
  165. Texto do artigo, página 7: YouTube Facebook Google+ Twitter in Instagram Bem-vindo a Moçambique
  166. Texto do artigo, página 8: Balcões de Informação Turística (BIT)
  167. Texto do artigo, página 8: Os Balcões de Informação Turística (BITs) são locais de atendimento ao turista, localizados em pontos estratégicos ao longo dos corredores turísticos, sendo o primeiro ponto de contacto entre o turista e o destino. Estes visam prestar informação sobre alojamento, actividades a realizar, locais a visitar, entre outras. Neles são disponibilizados mapas e guias turísticos que orientam os turistas, durante a sua estadia.
  168. Texto do artigo, página 8: Actualmente, existem BITs na Cidade de Maputo (Jardim Tunduro e Aeroporto Internacional de Maputo) e nas províncias de Gaza (Macia), Inhambane (Jangamo), Zambézia (Quelimane) e Cabo Delgado (Aeroporto de Pemba). Está prevista para breve, a instalação de BITs nas províncias de Sofala (Beira), Manica (Chimoio) e Nampula (Nacala). Este processo irá continuar até a implantação de BITs nos principais destinos turísticos do país.
  169. Texto do artigo, página 8: 1.3.6 Festivais e Outros Eventos
  170. Texto do artigo, página 8: No âmbito da dinamização do turismo doméstico, o Governo contribuiu para a realização de eventos turísticos culturais, como é o caso dos festivais da Ponta de Ouro e Guaza Muthine (Província de Maputo; Zavala, Tofo e Murrungulo (Inhambane); Festival de Cabeça do Velho (Manica); Zalala (Zambézia); Omuhipiti - Ilha de Moçambique (Nampula); Festival das Estrelas do Lago (Niassa); e Festival do Wimbe (Cabo Delgado).
  171. Texto do artigo, página 8: No âmbito do Programa Nacional Bem Servir (PNBS), foram realizadas campanhas de “Boas Vindas” nos principais pontos de entrada do país (aeroportos e postos fronteiriços), bem
  172. Texto do artigo, página 8: como palestras de sensibilização orientadas para os prestadores de serviços turísticos e público em geral.
  173. Texto do artigo, página 8: Parcerias Regionais
  174. Texto do artigo, página 8: No âmbito do desenvolvimento do turismo regional, o país apostou no estabelecimento de alianças com alguns países, para a promoção conjunta da região, como um destino único de turismo, o que permite:
  175. Texto do artigo, página 8: ● Optimizar a utilização de recursos e aumentar a vantagem competitiva na região face a outros destinos, através do esforço colectivo de cooperação; ● Criar um clima favorável ao investimento turístico na região; ● Promover o potencial turístico da região, capitalizando os pontos fortes e destacando as atracções dos Estados- -membros; ● Facilitar as viagens inter-regionais através da redução ou eliminação de restrições às viagens (vistos e procedimentos migratórios).
  176. Texto do artigo, página 8: Produção e Distribuição de Material Promocional
  177. Texto do artigo, página 8: O Governo em parceria com o sector privado produziu anualmente material informativo e promocional (escrito e audiovisual) basicamente nas línguas portuguesa e inglesa, conforme a tabela 1, em anexo. Esse material foi distribuído em eventos de promoção do destino turístico Moçambique, bem como em outros canais de grande importância, nomeadamente:
  178. Texto do artigo, página 8: MOZAMBIQUE extraordinary Mozambique gorongosa Mozambique
  179. Texto do artigo, página 8: o Feiras nacionais e internacionais; o Roadshows; o Balcões de Informação Turística; o Hotéis, agências de viagens e restaurantes; o Conferências nacionais e internacionais de investimentos; o Representações diplomáticas no exterior; o Representações diplomáticas acreditadas em Moçambique; o Escolas e Universidades; e o Eventos diversos.
  180. Texto do artigo, página 9: Para corresponder à crescente penetração das novas tecnologias, os materiais de promoção de formato físico, foram convertidos para o formato electrónico, com um aplicativo em Tablets e Smartphones, nomeadamente: guias de alojamento, mapa do país em formato online e interactivo, brochuras sobre praias, parques e reservas naturais online e DVD promocional (nas línguas portuguesa, inglesa, árabe e mandarim).
  181. Texto do artigo, página 9: 1.4 Resultados Alcançados Em 2012, o país atingiu o recorde no número de chegadas
  182. Texto do artigo, página 9: internacionais com cerca de 2,2 milhões de visitantes e uma receita
  183. Texto do artigo, página 9: Gráfico 1: Número Total de Chegadas Internacionais
  184. Texto do artigo, página 9: de cerca de 193 milhões de dólares americanos. Entretanto, esta tendência de crescimento registou um abrandamento de 2013 a 2015, devido aos efeitos da conjuntura económica nacional e internacional, associados às barreiras de crescimento do sector relacionadas com acesso, demanda, investimento e capacidade institucional.
  185. Texto do artigo, página 9: Em 2016, o volume de chegadas internacionais foi de 1,7 milhões, correspondendo a um crescimento na ordem de 5%, o que perspectiva um cenário animador do comportamento dos mercados emissores de turistas para Moçambique.
  186. Texto do artigo, página 9: CHEGADAS INTERNACIONAIS 2.500.000 2.000.000 1.500.000 1.000.000 500.000 0 1.095.000 2006 1.259.000 2007 1.508.054 2008 1.711.147 2009 1.836.143 2010 2.012.640 2011 2.205.853 2012 1.969.716 2013 1.750.562 2014 1.633.935 2015 1.715.360 2016 ANO
  187. Texto do artigo, página 9: Do total de visitantes estrangeiros, 71,7% são provenientes da região, constituindo a maior mais-valia para o turismo moçambicano, sendo que os restantes 28,3 são provenientes do resto do mundo. Merecem uma atenção especial, os visitantes provenientes da África do Sul que correspondem a 64% do total dos visitantes da região que visitam o nosso país.
  188. Texto do artigo, página 9: Quadro 1 – Chegadas Internacionais por País de Residência Permanente
  189. Texto do artigo, página 9: A nível do turismo internacional, os países que constituem actualmente, os principais mercados emissores para Moçambique são para além da África do Sul, Portugal, Reino Unido e Alemanha. De referir, que o mercado dos Estados Unidos da América, vem demonstrando um crescimento considerável no mercado turístico nacional, com interesse orientado para as áreas de conservação.
  190. Texto do artigo, página 9: Continentes/Países 2012 2013 2014 2015 2016* (%) Países/16 África 1,580,523 1,411,327 1,254,301 1,274,842 1,352,973 78.87% África do Sul 971,868 872,017 774,995 1,045,322 1,118,410 65.20% Malawi 264,723 236,385 210,084 3,694 3,953 0.23% Zimbabwe 198,021 176,823 157,149 102,539 106,551 6.21% Suazilândia 64,096 67,007 59,552 22,752 20,708 1.21% Outros Países de África 81,815 59,096 52,521 100,534 103,351 6.03% Américas 135,488 120,984 107,523 76,037 68,524 3.99% Estados Unidos 76,603 68,403 60,792 44,918 39,345 2.29% Outros Países da América 58,885 52,581 46,731 31,119 29,179 1.70%
    Continentes/Países20122013201420152016*(%) Países/16
    África1,580,5231,411,3271,254,3011,274,8421,352,97378.87%
    África do Sul971,868872,017774,9951,045,3221,118,41065.20%
    Malawi264,723236,385210,0843,6943,9530.23%
    Zimbabwe198,021176,823157,149102,539106,5516.21%
    Suazilândia64,09667,00759,55222,75220,7081.21%
    Outros Países de África81,81559,09652,521100,534103,3516.03%
    Américas135,488120,984107,52376,03768,5243.99%
    Estados Unidos76,60368,40360,79244,91839,3452.29%
    Outros Países da América58,88552,58146,73131,11929,1791.70%
  191. Texto do artigo, página 10: Continentes/Países 2012 2013 2014 2015 2016* (%) Países/16 Asia 28,661 25,593 22,745 42,407 41,980 2.45% Europa 444,506 396,922 352,760 212,970 221,009 12.88% Reino Unido 57,322 51,186 43,932 33,944 35,956 2.10% Portugal 86,504 77,244 156,124 36,114 34,074 1.99% Alemanha 11,985 20,940 11,910 20,797 21,649 1.26% Outros Países da Europa 288,695 247,552 140,794 122,114 129,330 7.54% Resto do Mundo 16,675 14,890 13,233 27,680 30,873 1.80% Total 2,205,853 1,969,716 1,750,562 1,633,936 1,715,360 100.00%
    Continentes/Países20122013201420152016*(%) Países/16
    Asia28,66125,59322,74542,40741,9802.45%
    Europa444,506396,922352,760212,970221,00912.88%
    Reino Unido57,32251,18643,93233,94435,9562.10%
    Portugal86,50477,244156,12436,11434,0741.99%
    Alemanha11,98520,94011,91020,79721,6491.26%
    Outros Países da Europa288,695247,552140,794122,114129,3307.54%
    Resto do Mundo16,67514,89013,23327,68030,8731.80%
    Total2,205,8531,969,7161,750,5621,633,9361,715,360100.00%
  192. Texto do artigo, página 10: Fonte: INE/SENAMI 2016 Relativamente às receitas do turismo internacional, em termos absolutos, o sector tem vindo a registar um constante crescimento
  193. Texto do artigo, página 10: tendo passado de 195.6 milhões de dólares americanos em 2009 para 266.6 milhões em 2014, mostrando um crescimento na ordem de 36%, como mostra o gráfico 3.
  194. Texto do artigo, página 10: Gráfico 2: Valor Total de Receitas Internacionais de Turismo
  195. Texto do artigo, página 10: RECEITAS DO TURISMO INTERNACIONAL 300 250 200 150 100 50 0 139,7 163,4 185,4 195,6 197,3 231,1 242,2 236,2 206,6 193 107,83 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016
  196. Texto do artigo, página 10: Em 2015 registou uma descida para 193 milhões de dólares americanos. As estatísticas indicam que a despesa média por turista no país é a menor da região, o que pode ser reflexo do fraco nível
  197. Texto do artigo, página 10: de desenvolvimento do produto turístico e da baixa estadia média, entre outros, apesar de ser o destino com a média de preços dos serviços turísticos mais elevada, na região.
  198. Número ou marcador, página 10: Capítulo II: Objectivos Estratégicos e Pólos Turísticos No âmbito da operacionalização da implementação do Plano Estratégico para o Desenvolvimento do Turismo, o Governo
  199. Texto do artigo, página 10: de Moçambique definiu 5 regiões, como destinos estratégicos prioritários para a promoção do turismo, nomeadamente: Maputo Cidade, Vilankulo, Gorongosa, Quirimbas e Niassa, abaixo descritos em detalhe de acordo com a respectiva especificidade.
  200. Texto do artigo, página 11: 2.1 Objectivos da Estratégia de Marketing Turístico
  201. Texto do artigo, página 11: Objectivos da Estratégia de Marketing
  202. Texto do artigo, página 11: ● Promover os cinco (5) destinos prioritários definidos pelo Governo, como destinos turísticos de classe internacional; ● Eliminar as principais fraquezas do produto turístico e promover o aproveitamento do património cultural e natural; ● Diversificar o produto turístico e promover a oferta de pacotes turísticos atractivos para os segmentos de mercado identificados; ● Melhorar os índices de ocupação de camas nos estabelecimentos hoteleiros; ● Potenciar a promoção do turismo doméstico; ● Desenvolver produtos, rotas e circuitos turísticos; ● Apostar no uso de tecnologias de informação e comunicação.
  203. Texto do artigo, página 11: 2.2 Resultados Esperados com a Estratégia de Marketing Sector Público
  204. Texto do artigo, página 11: 1. Melhoramento da imagem de Moçambique como Destino Turístico; 2. Aumento do fluxo do turismo doméstico e de chegadas internacionais; 3. Diminuição da sazonalidade nos destinos; 4. Aumento da estada média e dos gastos per capita; 5. Melhoramento da funcionalidade da cadeia de valor do turismo e redução de importações no sector; 6. Maior integração do sector no tecido económico local; 7. Maior valorização dos destinos nacionais pelos Mocambicanos; 8. Inclusão social por meio de turismo; 9. Posicionamento da Marca Moçambique no mercado nacional e internacional; 10. Atracção dos nicho de cruzeiros, MICE e grandes eventos para Moçambique. Sector Privado de ocupação nos empreendimentos; 3. Diminuição da Sazonalidade da demanda; 4. Empreendimentos mais competitivos e viáveis; 5. Elevação dos níveis de retorno de investimentos; 6. Melhoria de ambiente de negócio e redução dos custos de transacção; 7. Disponibilidade de mão-de-obra qualificada em função das necessidades do setor; Maior valorização dos destinos nacionais. Sociedade
  205. Texto do artigo, página 11: 1. Geração de emprego no turismo; 2. Aumento da renda nos destinos turísticos; 3. Elevação da qualidade de vida e de auto-estima das comunidades; 4. Maior valorização das potencialidades locais, culturais e naturais; 5. Maior integração do turismo nas economias locais. Turistas
  206. Texto do artigo, página 11: 1. Maior facilidade de acesso à informação e contratação de serviços de destinos moçambicanos; 2. Incremento das opções de viagens de qualidade a preços mais competitivos; 3. Melhoria da satisfação nas viagens a Moçambique; 4. Aumento da cultura de viajar dentro do país. 2.3 Onde Queremos Chegar? Visão Em 2025, Moçambique será o destino mais vibrante, dinâmico e exótico de África, famoso pelas suas excelentes praias e atracções costeiras; produtos ecoturísticos sensacionais e uma cultura fascinante com uma indústria turística de rápido crescimento e sustentável. Missão Assegurar uma hospitalidade memorável aos nossos visitantes, através de experiências únicas, autênticas, de qualidade e excelência, ao mesmo tempo que salvaguardamos as dinâmicas e a sustentabilidade socioeconómica locais e do País. 2.4 Destinos Turísticos Estratégicos para Promoção Moçambique oferece condições favoráveis para a prática de turismo nos seus vários segmentos, nomeadamente: lazer, negócios e eventos desportivos (pesca, para-quedismo, desportos aquáticos, kitesurf, etc.) e culturais (danças tradicionais, festivais, música, gastronomia, etc.), cruzeiro, safari oceânico (observação dos cinco grandes marinhos – tubarão, raia manta, baleias, dugongos, tartaruga marinha – mergulho, etc.) observação da fauna bravia, paisagens e pássaros, entre outros. A combinação selva - praia e a localização estratégica (extensão da costa com praias e ilhas paradisíacas que podem servir de complemento à oferta turística dos países do interior) coloca o país em vantagem comparativa na região. Em relação à promoção e marketing turístico, o Sector desenvolveu um conjunto de actividades, nomeadamente: participação em feiras de turismo, roadshows, visitas de familiarização, produção e distribuição de material promocional, operacionalização de portal de turismo e redes sociais, assim como balcões de informação turística. A intervenção nesta área é feita numa base de parceria público-privada. As acções de promoção e marketing vão focalizar os pólos abaixo indicados, que servirão de hubs para alavancar os propósitos acima referidos. Os destinos turísticos estratégicos e as acções prioritárias de intervenção visando promover o seu desenvolvimento sustentável e integrado, para conferir qualidade e excelência e melhorar a competitividade no mercado doméstico, regional e internacional são: MAPUTO – DESTINO DE TURISMO CULTURAL, DE NEGÓCIOS E EVENTOS Extensão: Cidade de Maputo, Reserva Especial de Maputo e Ponta de Ouro.
  207. Texto do artigo, página 11: 2.2 Resultados Esperados com a Estratégia de Marketing
  208. Texto do artigo, página 11: Sector Público
  209. Texto do artigo, página 11: 1. Melhoramento da imagem de Moçambique como Destino Turístico; 2. Aumento do fluxo do turismo doméstico e de chegadas internacionais; 3. Diminuição da sazonalidade nos destinos; 4. Aumento da estadia média e dos gastos per capita; 5. Melhoramento da funcionalidade da cadeia de valor do turismo e redução de importações no sector; 6. Maior integração do sector no tecido económico local; 7. Maior valorização dos destinos nacionais pelos Moçambicanos; 8. Inclusão social por meio de turismo; 9. Posicionamento da Marca Moçambique no mercado nacional e internacional; 10. Atracção dos nicho de cruzeiros, MICE e grandes eventos para Moçambique.
  210. Texto do artigo, página 11: Sector Privado
  211. Texto do artigo, página 11: de ocupação nos empreendimentos; 3. Diminuição da Sazonalidade da demanda; 4. Empreendimentos mais competitivos e viáveis; 5. Elevação dos níveis de retorno de investimentos; 6. Melhoria de ambiente de negócio e redução dos custos de transacção; 7. Disponibilidade de mão-de-obra qualificada em função das necessidades do sector; Maior valorização dos destinos nacionais.
  212. Texto do artigo, página 11: Sociedade
  213. Texto do artigo, página 11: 1. Geração de emprego no turismo; 2. Aumento da renda nos destinos turísticos; 3. Elevação da qualidade de vida e de auto-estima das comunidades; 4. Maior valorização das potencialidades locais, culturais e naturais; 5. Maior integração do turismo nas economias locais.
  214. Texto do artigo, página 11: Turistas
  215. Texto do artigo, página 11: 1. Maior facilidade de acesso à informação e contratação de serviços de destinos moçambicanos; 2. Incremento das opções de viagens de qualidade a preços mais competitivos; 3. Melhoria da satisfação nas viagens a Moçambique; 4. Aumento da cultura de viajar dentro do país.
  216. Texto do artigo, página 11: 2.3 Onde Queremos Chegar?
  217. Texto do artigo, página 11: Visão Missão
    Visão
    Missão
  218. Texto do artigo, página 11: Em 2025, Moçambique será o destino mais vibrante, dinâmico e exótico de África, famoso pelas suas excelentes praias e atracções costeiras; produtos ecoturísticos sensacionais e uma cultura fascinante com uma indústria turística de rápido crescimento e sustentável.”
  219. Texto do artigo, página 11: Assegurar uma hospitalidade memorável aos nossos visitantes, através de experiências únicas, autênticas, de qualidade de excelência, ao mesmo tempo que salvaguardamos as dinâmicas e a sustentabilidade socioeconómico locais e do País.
  220. Texto do artigo, página 11: 2.4 Destinos Turísticos Estratégicos para Promoção
  221. Texto do artigo, página 11: Moçambique oferece condições favoráveis para a prática de turismo nos seus vários segmentos, nomeadamente: lazer, negócios e eventos desportivos (pesca, pára-quedismo, desportos aquáticos, kytesurf, etc.) e culturais (danças tradicionais, festivais, música, gastronomia, etc.), cruzeiro, safari oceânico (observação dos cinco grandes marinhos – tubarão, raia manta, baleias, dugongos, tartaruga marinha – mergulho, etc.) observação da fauna bravia, paisagens e pássaros, entre outros.
  222. Texto do artigo, página 11: A combinação selva - praia e a localização estratégica (extensão da costa com praias e ilhas paradisíacas que podem servir de complemento à oferta turística dos países do interior) coloca o país em vantagem comparativa na região.
  223. Texto do artigo, página 11: Em relação à promoção e marketing turístico, o Sector desenvolve um conjunto de actividades, nomeadamente: participação em feiras de turismo, roadshows, visitas de familiarização, produção e distribuição de material promocional, operacionalização de portal de turismo e redes sociais, assim como balcões de informação turística. A intervenção nesta área é feita numa base de parceria público-privada.
  224. Texto do artigo, página 11: As acções de promoção e marketing vão focalizar os pólos abaixo indicados, que servirão de hubs para alavancar os propósitos acima referidos.
  225. Texto do artigo, página 11: Os destinos turísticos estratégicos e as acções prioritárias de intervenção visando promover o seu desenvolvimento sustentável e integrado, para conferir qualidade e excelência e melhorar a competitividade no mercado doméstico, regional e internacional são:
  226. Texto do artigo, página 11: MAPUTO – DESTINO DE TURISMO CULTURAL, DE NEGÓCIOS E EVENTOS
  227. Texto do artigo, página 11: Extensão: Cidade de Maputo, Reserva Especial de Maputo e Ponta de Ouro.
  228. Texto do artigo, página 12: Produtos: Negócios, Eventos, Culturais, Cruzeiros, Golfe, Safari Oceânico, Observação de Animais, Pesca Desportiva, Mergulhos.
  229. Texto do artigo, página 12: Produtos: Observação da Fauna bravia, paisagens e pássaros, caminhadas, prática de desportos radicais e combinação selva / praia.
  230. Texto do artigo, página 12: Pacotes Turísticos: Congressos, grandes eventos (concertos musicais, dança contemporânea, conferências, entre outros.);
  231. Texto do artigo, página 12: Pacotes Turísticos: Safari com integração de montanhas, cavernas e praia.
  232. Texto do artigo, página 12: Roteiro turístico: Cultural (visita aos pontos de interesse histórico cultural e arquitectónico (edifícios históricos, monumentos, museus, feiras e jardins,) e roteiro da Costa dos Elefantes (Ponta de Ouro, Ponta Malongane, Reserva Especial de Maputo e a Cidade de Maputo).
  233. Texto do artigo, página 12: Rota de Aventura: Inhambane – Vilanculos – Gorongosa – Albufeira de Chicamba – Manica – Chimanimani – Zimbabwe;
  234. Texto do artigo, página 12: Rota de Ecoturismo: Beira – Parque Nacional de Gorongosa
  235. Texto do artigo, página 12: – Montanha de Gorongosa – Chimoio – Reserva de Chimanimani – Albufeira de Chicamba – Manica – Beira; 2.4.3 Acções Especificas a Desenvolver
  236. Texto do artigo, página 12: 2.4.1 Acções Específicas a Desenvolver
  237. Texto do artigo, página 12: ● Promover e apoiar a organização de reuniões de natureza diversa (conferências, colóquios, workshops, formação, etc.), festivais de música de carácter nacional e internacional, competições de desporto e entretenimento aquático (ex: kitesurf, vela, canoagem); ● Fortalecer o potencial de turismo urbano na Cidade de Maputo com a valorização do património cultural material e imaterial (edifícios e locais históricos como os Caminhos de Ferro, Praça de Independência, Sé Catedral, Igreja Santo António da Polana, Fortaleza de Maputo; dança e música contemporânea e tradicional, etc.), como factores de atracção e fixação de turistas; ● Promover a criação de uma Agência de Convenções e Eventos para posicionar Moçambique no palco internacional de turismo de negócios (MICE) e concorrer proactivamente para eventos e incentivar as viagens de negócios; e ● Melhorar a sinalética turística.
  238. Texto do artigo, página 12: ● Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços promocionais negociados e colocados à disposição dos operadores turísticos e agências de viagens ligando o Parque Nacional da Gorongosa e a Reserva Nacional de Chimanimani e o seu património arqueológico (pinturas rupestres), associado ao património natural; ● Implementar o plano de gestão cultural de Chimanimani; ● Dar destaque ao Parque Nacional de Gorongosa nas acções de marketing internacional do INATUR sobre o ecoturismo e incentivo às acções de promoção empreendidas directamente pelo próprio Parque Nacional de Gorongosa; ● Promover o ecoturismo com a sua riqueza histórica e espiritual e estilo de vida tradicional, canoagem, rafting, alpinismo, equitação como componentes
  239. Texto do artigo, página 12: VILANKULO — DESTINO DE TURISMO DE SOL E PRAIA E DE AVENTURA Extensão: Vila Sede do Distrito de Vilankulo, Arquipélago do Bazaruto e Inhassoro Produtos: Sol e Praia, Safari Oceânico, Observação de Dugongos, golfinhos e flamingos, Pesca Desportiva, Mergulho, desportos aquáticos. Pacotes Turísticos: Grandes Eventos de festivais e desporto aquático e visita ao património cultural Roteiro Turístico: visita aos pontos turísticos da vila e rota de observação de animais (dugongos, golfinhos e flamingos). 2.4.2 Ações Específicas a Desenvolver • Consolidar os mercados da Grã-Bretanha, Alemanha e África do Sul, como principais mercados de Vilankulo, através de acções de marketing e de relações públicas; • Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços negociados entre os operadores turísticos e os provedores dos serviços ligando Vilankulo ao Arquipélago de Bazaruto, associando o património arqueológico ao natural; • Apoiar na elaboração do plano de gestão e conservação e implantar equipamento de recepção aos visitantes nas estações arqueológicas de Vilankulo (Manyikeni, Chibuene, Machanissa); • Promover a criação de rotas turísticas ligando o património arqueológico de Vilankulo ao de Bazaruto. Produtos: Observação da Fauna bravia, paisagens e pássaros, caminhadas, prática de desportos radicais e combinação selva / praia. Pacotes Turísticos: Safari com integração de montanhas, cavernas e praia. Rota de Aventura: Inhambane — Vilanculos — Gorongosa — Albufeira de Chicamba — Manica — Chimanimani — Zimbabwe; Rota de Ecoturismo: Beira — Parque Nacional de Gorongosa — Montanha de Gorongosa — Chimio — Reserva de Chimanimani — Albufeira de Chicamba — Manica — Beira; 2.4.3 Ações Específicas a Desenvolver • Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços promocionais negociados e colocados à disposição dos operadores turisticos e agências de viagens ligando o Parque Nacional da Gorongosa e a Reserva Nacional de Chimanimani e o seu património arqueológico (pinturas rupestres), associado ao património natural; • Implementar o plano de gestão cultural de Chimanimani; • Dar destaque ao Parque Nacional de Gorongosa nas acções de marketing internacional do INATUR sobre o ecoturismo e incentivo às acções de promoção empreendidas directamente pelo próprio Parque Nacional de Gorongosa; • Promover o ecoturismo com a sua riqueza histórica e espiritual e estilo de vida tradicional, canoagem, rafting, alpinismo, equitação como componentes
  240. Texto do artigo, página 12: QUIRIMBAS – DESTINO DE TURISMO DE SOL E PRAIA, CULTURAL E DE AVENTURA E CINEGETICO
  241. Texto do artigo, página 12: Extensão: Baía de Pemba, Distrito de Quissanga, Distrito de Macomia, Distrito de Palma e Distrito de Mocímboa da Praia, Ilha do Ibo, Distrito de Nacala e Ilha de Moçambique.
  242. Texto do artigo, página 12: VILANKULO – DESTINO DE TURISMO DE SOL E PRAIA E DE AVENTURA
  243. Texto do artigo, página 12: Extensão: Vila Sede do Distrito de Vilankulo, Arquipélago do Bazaruto e Inhassoro
  244. Texto do artigo, página 12: Produtos: Sol e Praia, Cultura (com base nos seus monumentos históricos, ruínas, produtos arqueológicos), mergulho, pesca, passeios de barco à vela, Kayaking, Windsurfing e observação de pássaros e Turismo de Lua-de-mel.
  245. Texto do artigo, página 12: Produtos: Sol e Praia, Safari Oceânico, Observação de Dugongos, golfinhos e flamingos, Pesca Desportiva, Mergulho, desporto aquáticos.
  246. Texto do artigo, página 12: Pacotes Turísticos:Grandes Eventos de festivais e de desporto aquático e visita ao património cultural
  247. Texto do artigo, página 12: Pacotes Turísticos: Sol e praia, danças tradicionais e safari; mergulho, festivais e entretenimento aquático; vida comunitária, património histórico e cultural.
  248. Texto do artigo, página 12: Roteiro Turístico: visita aos pontos turísticos da vila e rota de observação de animais (dugongos, golfinhos e flamingos).
  249. Texto do artigo, página 12: Rota da história da Luta de Libertação Nacional: Bases Centrais. Museu do Chai, Monumento do Massacre de Mueda);
  250. Texto do artigo, página 12: 2.4.2 Acções Específicas a Desenvolver
  251. Texto do artigo, página 12: Rota Costa e Cultura: Sol e praia do Arquipélago das Quirimbas, Praia de Wimbe e Mecufi, Relamzapo e Chocas Mar, Ilha de Moçambique.
  252. Texto do artigo, página 12: ● Consolidar os mercados da Grã-Bretanha, Alemanha e África do Sul, como principais mercados de Vilankulo, através de acções de marketing e de relações públicas; ● Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços negociados entre os operadores turísticos e os provedores dos serviços ligando Vilankulo ao Arquipélago de Bazaruto, associando o património arqueológico ao natural; ● Apoiar na elaboração do plano de gestão e conservação e implantar equipamento de recepção aos visitantes nas estações arqueológicas de Vilankulo (Manyikeni, Chibuene, Machanissa); ● Promover a criação de rotas turísticas ligando o património arqueológico de Vilankulo ao de Bazaruto.
  253. Texto do artigo, página 12: 2.4.4 Acções Especificas a Desenvolver
  254. Texto do artigo, página 12: ● Uma maior disseminação do significado cultural do património tangível e intangível da Ilha de Moçambique, de modo a assegurar a sua preservação, para as gerações presentes e futuras; ● Promoção da formação as comunidades com vista a estimular seu envolvimento na prática de arrendamento de quartos aos turistas (Homestays) oferta de serviços de alojamento feita pelas famílias, a baixo custo; ● Promoção do artesanato, cosméticos (mussiru), festival anual da Ilha, Tufo e gastronomia local para o desenvolvimento das indústrias culturais e criativas, através de programas de formação e fornecimento de matériasprimas e formação de guias turísticos; ● Fixar e implementar taxas de acesso a museus e monumentos com vista a assegurar a sua sustentabilidade;
  255. Texto do artigo, página 12: Extensão: Parque Nacional de Gorongosa, Reserva Nacional de Chimanimani, Cabeça do velho e Savana (Cidade da Beira).
  256. Texto do artigo, página 12: GORONGOSA – DESTINO DE TURISMO DE AVENTURA E CINEGETICO
  257. Texto do artigo, página 12: Extensão: Parque Nacional de Gorongosa, Reserva Nacional de Chimanimani, Cabeça do velho e Savana (Cidade da Beira).
  258. Texto do artigo, página 13: ● Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços promocionais negociados e colocados à disposição dos operadores turísticos e agências de viagens; ● Desenvolver a prática do turismo cultural subaquático, através de formação, equipamento adequado de mergulho, criação de laboratórios para análise dos materiais bem como de salas de exposição, usando as instalações disponíveis na Fortaleza de São Sebastião.
  259. Texto do artigo, página 13: ● Formar guias e assegurar informação relativamente ao património cultural (tangível e intangível); ● Capacitar artesãos e os produtores das obras de arte em matérias de gestão e qualidade.
  260. Texto do artigo, página 13: Como se conclui pelos dados existentes, os turistas nacionais e estrangeiros que pernoitaram nos estabelecimentos hoteleiros nos últimos anos constituem um total de 50%, daí que nesta estratégia pretende-se promover as actividades para atracção de ambos segmentos de forma equilibrada.
  261. Texto do artigo, página 13: Estas constatações sugerem para a estratégia de marketing acções específicas diferenciadas em relação aos destinos turísticos identificados, nomeadamente:
  262. Texto do artigo, página 13: • Estimular e organizar pacotes turísticos regulares com preços promocionais negociados e colocados à disposição dos operadores turísticos e agências de viagens; • Desenvolver a prática do turismo cultural subaquático, através de formação, equipamento adequado de mergulho, criação de laboratórios para análise dos materiais bem como de salas de exposição, usando as instalações disponíveis na Fortaleza de São Sebastião. NIASSA - DESTINO DE TURISMO DE AVENTURA E DE ECOTURISMO Extensão: Lichinga, Metangula e a Reserva do Niassa. Produtos: Sol e Praia, desporto aquático, observação de espécies lacustres e corais, safari, observação de animais bravios e desporto radical, pousadas com vistas cénicas sobre o lago, (bush camp) e instalações para “viajantes de mochila” com integração da comunidade e instalações de campismo e acomodação a custo acessível para o mercado de aventura. Pacotes Turísticos: mergulho, caminhadas, desportos radicais, observação da fauna bravia, paisagem e pássaros. 2.4.5 Acções Específicas a Desenvolver • Realizar Campanhas de Promoção dos Destinos Eleitos através de publicidade em páginas de Internet de grandes canais de promoção de investimento e de marketing; Indicadores Período 2017 2018 2019 2020 2021
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
  263. Texto do artigo, página 13: NIASSA – DESTINO DE TURISMO DE AVENTURA E DE ECOTURISMO
  264. Texto do artigo, página 13: Extensão: Lichinga, Metangula e a Reserva do Niassa. Produtos: Sol e Praia, desporto aquático, observação de espécies lacustres e corais, safari, observação de animais bravios e desporto radical, pousadas com vistas cénicas sobre
  265. Texto do artigo, página 13: 1) Acções de marketing que visem contribuir para a afirmação dos destinos turísticos estratégicos definidos pelo Governo; 2) Acções estratégicas que visem beneficiar os destinos turísticos identificados com base no número de camas a eles associados. O maior enfoque irá incidir nos destinos prioritários com o maior número de camas; 3)Acções estratégicas para os diferentes destinos prioritários, tendo em conta as respectivas especificidades.
  266. Texto do artigo, página 13: o lago, (bush camp) e instalações para “viajantes de mochila” com integração da comunidade e instalações de campismo e acomodação a custo acessível para o mercado de aventura. Pacotes Turísticos: mergulho, caminhadas, desportos radicais, observação da fauna bravia, paisagem e pássaros. 2.4.5 Acções Especificas a Desenvolver
  267. Texto do artigo, página 13: ● Realizar Campanhas de Promoção dos Destinos Eleitos através de publicidade em páginas de Internet de grandes canais de promoção de investimento e de marketing;
  268. Texto do artigo, página 13: 2.5. Metas e Indicadores Para o período da vigência da presente Estratégia de Marketing
  269. Texto do artigo, página 13: Turístico 2017 - 2021 são definidas as seguintes metas de crescimento:
  270. Texto do artigo, página 13: Indicadores Período 2017 2018 2019 2020 2021
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
    3. Estadia Média (em dias/noites)34555
    4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
  271. Texto do artigo, página 13: 1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros) 1,835,435 1,963,915 2,101,389 2,248,487 2,405,881
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
    3. Estadia Média (em dias/noites)34555
    4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
  272. Texto do artigo, página 13: 2. Turistas Domésticos 4.708,450 4.708,450 4.898,670 4.996,643 5.096,576
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
    3. Estadia Média (em dias/noites)34555
    4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
  273. Texto do artigo, página 13: 3. Estadia Média (em dias/noites) 3 4 5 5 5
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
    3. Estadia Média (em dias/noites)34555
    4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
  274. Texto do artigo, página 13: 4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades) 1 1 2 2 2
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
    3. Estadia Média (em dias/noites)34555
    4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
  275. Texto do artigo, página 13: 5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades) 16 16 18 20 22
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
    3. Estadia Média (em dias/noites)34555
    4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
  276. Texto do artigo, página 13: 6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %) 5 7 6 6 6
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
    3. Estadia Média (em dias/noites)34555
    4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
  277. Texto do artigo, página 13: 7. Número de postos de emprego 60,000 65,800 65,700 66,600 67,400
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
    3. Estadia Média (em dias/noites)34555
    4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
  278. Texto do artigo, página 13: 8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque 2 1 2 3 4
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
    3. Estadia Média (em dias/noites)34555
    4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
  279. Texto do artigo, página 13: 9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares) 5 6 7 9 10
    IndicadoresPeríodo
    20172018201920202021
    1. Chegadas Internacionais de estrangeiros ( fluxo de turistas estrangeiros)1,835,4351,963,9152,101,3892,248,4872,405,881
    2. Turistas Domésticos4.708,4504.708,4504.898,6704.996,6435.096,576
    3. Estadia Média (em dias/noites)34555
    4. Numero de conferências e grandes eventos (em unidades)11222
    5. Número de cruzeiros a escalar portos de Moçambique (em Unidades)1616182022
    6. Número de estabelecimentos a incluir na sua oferta produtos culturais locais (em %)57666
    7. Número de postos de emprego60,00065,80065,70066,60067,400
    8. Número de nomeações internacionais dos destinos turísticos do País nos lugares de destaque21234
    9. Entrada de novos estabelecimentos turísticos (hoteleiros e similares)567910
  280. Texto do artigo, página 13: As metas acima apresentadas visam potenciar o mercado turístico nacional, através da promoção e marketing dos cinco destinos turísticos prioritários, bem como do país em geral enquanton destino turístico de eleição para os moçambicanos e para os turistas regionais e internacionais. Para o efeito, são definidas as seguintes acções estratégicas:
  281. Texto do artigo, página 13: ● Melhorar a qualidade de produtos e serviços; ● Melhorar o acesso e as infra-estrutura turísticas; ● Promover de forma eficaz a Marca Moçambique em mercados-alvo de maior valor para Moçambique; ● Garantir um ambiente de negócios e de investimento turístico favorável; ● Proporcionar recursos humanos qualificados à indústria hoteleira e do turismo; ● Assegurar um turismo sustentável e benéfico para as comunidades;
  282. Texto do artigo, página 13: ● Melhorar o desempenho e competitividade na área do turismo, reforçando o turismo de lazer e de negócio; ● Desenvolver atracções, infra-estruturas e serviços turísticos de padrão internacional;
  283. Texto do artigo, página 14: ● Estabelecer sistemas de monitoria eficazes para a implementação da Estratégia.
  284. Número ou marcador, página 14: Capítulo III: Segmentos de Mercados 3.1. Segmentos de Mercado A presente estratégia de Marketing define três grandes
  285. Texto do artigo, página 14: segmentos: o doméstico, o regional e o internacional.
  286. Texto do artigo, página 14: O segmento doméstico está estreitamente relacionado com a promoção do turismo doméstico e a sensibilização dos moçambicanos para o seu papel, directo ou indirecto, no sector do turismo e na sua promoção.
  287. Texto do artigo, página 14: Destacam-se como público-alvo da comunicação, os cidadãos ligados directamente ao sector, os trabalhadores e gestores dos estabelecimentos hoteleiros e de outras empresas prestadoras de serviços no âmbito do turismo; as escolas como elemento chave na educação dos moçambicanos; os cidadãos moçambicanos, como potenciais turistas; as agências de viagem, enquanto dinamizadores do turismo doméstico; e a comunicação social, dado o importante papel na comunicação e mobilização das populações.
  288. Texto do artigo, página 14: O mercado regional contempla os países próximos de Moçambique, mercados-alvo por excelência dada a sua localização, nomeadamente África do Sul, Zimbabwe, Suazilândia, Zâmbia e Tanzânia.
  289. Texto do artigo, página 14: O mercado internacional comporta os países que demonstram alto crescimento de gastos com viagens, com destaque para Portugal, Reino Unido, Estados Unidos de América, Países Baixos, Alemanha e Itália que, ou pelo seu histórico ou por procurarem experiências singulares são mercados a endereçar. Neste último segmento, importa referenciar o subsegmento de mercados emergentes com especial destaque para os BRIC’s (Brasil, Rússia, Índia e China).
  290. Texto do artigo, página 14: Enquanto públicos-alvo neste segmento destacam-se os cidadãos, que são os potenciais turistas; as agências de viagem e operadores turísticos, que apresentam um papel importante ao nível da dinamização da oferta; a comunicação social, elemento chave na divulgação de informação e mobilização dos cidadãos; e as associações do sector, enquanto elemento dinamizador da actividade turística.
  291. Texto do artigo, página 14: De acordo com o PEDTM II, deve-se agregar valor turístico, bem como propor focos de mercados emissores de turismo para Moçambique ou outros destinos alternativos. Para tal, o Governo e o sector privado, devem realizar intervenções estratégicas favoráveis à competitividade nesses mercados.
  292. Texto do artigo, página 14: Fontes de mercados emissores foram classificadas em termos da sua atractividade (capacidade de gastos), e relativa facilidade de conversão para Moçambique (afinidade histórica e cultural), como elucidado na figura 3:
  293. Texto do artigo, página 14: Figura 3: Mercados Emissores
  294. Texto do artigo, página 14: Japão China Espanha França India Austrália Canadá RSA (alta renda) Portugal Brasil Itália EUA RU Paises Baixos Alemanha Dinamarca Angola Malawi Tanzania Suazilândia Zimbábwe Bélgica Noruega Suiça Suécia Nigéria Quénia Zâmbia Mercados chave Atractivos e facil de converter Estratégia: Resposta Imediata Foco 60% dos recursos p/ atrair já Mercados táticos Menos atractivos mas fáceis de converter Estratégia: Alavancar Valor Use 10% dos recursos em promoção e vendas Outros mercados com potencial Maiores mercados de origem p/ Moçambique Grau de dificuldade em atrair para Moçambique
  295. Texto do artigo, página 14: Principais mercados: A estratégia é aplicar 60% dos recursos disponíveis para a segmentação e expansão dos mercados emissores. Há uma grande sobreposição entre os mercados emissores internacionais identificados pela África do Sul (um dos maiores pontos de entrada aérea em África), e aqueles que se enquadram no potencial crescimento e a facilidade de atraí-los para Moçambique.
  296. Texto do artigo, página 14: Mercados a investir: A figura 3 ilustra os mercados internacionais que demonstram alto crescimento de gastos com viagens, Porém, alguns destes (no quadrante superior esquerdo) ainda não têm apetência especial por Moçambique. A conversão destes mercados para Moçambique exigirá um investimento consistente de recursos a longo prazo. Atendendo a limitada capacidade do sector público em recursos financeiros e humanos,
  297. Texto do artigo, página 14: e aplicando 30% dos recursos disponíveis encorajaria o sector privado a liderar a exploração desses mercados e alavancar oportunidades específicas como a melhoria das atracções transfronteiriças, eventos, ofertas de preço durante períodos de época baixa.
  298. Texto do artigo, página 14: Mercados tácticos: os mercados emissores que aparecem no quadrante inferior direito da figura 3 são marcados por despesas de viagens limitadas, mas são estratégicos devido a proximidade e laços de afinidade cultural e natural com Moçambique.
  299. Texto do artigo, página 14: Esta estratégia procura diversificar os segmentos e produtos do mercado Moçambicano para atrair visitantes de alta renda, particularmente aqueles que visitam a África do Sul e estão em busca de praias que complementem a sua experiência de aventura.
  300. Texto do artigo, página 15: As prioridades imediatas (80% dos recursos destinados às actividades de marketing) são:
  301. Texto do artigo, página 15: i) Visitantes de curta duração de turismo de praia e de luxo; ii) Visitantes com interesse especial em mergulho e safaris oceânicos; iii) Visitantes interessados na combinação do produto praia-selva; iv) Visitantes interessados na história e cultura; v)Outras opções de visitantes de curta estadia, especialmente na Cidade de Maputo.
  302. Texto do artigo, página 15: Segmentos a prestar atenção ao longo do tempo (10% do orçamento para marketing), são:
  303. Texto do artigo, página 15: i) Viajantes com grandes posses e com espírito de aventura; ii) Turistas de lazer com alta renda; iii) Participantes em Reuniões, Incentivos, Conferências e Exposições (MICE). Segmentos a alavancar: (10% dos recursos de marketing) são:
  304. Texto do artigo, página 15: i) Interesse especial-entusiastas de património natural e cultural; ii) Aventureiros de estrada (com viaturas a todo terreno); iv) Mochileiros-exploradores de baixo custo;
  305. Texto do artigo, página 15: v) Férias de praia de baixo custo.
  306. Texto do artigo, página 15: 3.2 Produtos e Atracções Turísticas
  307. Texto do artigo, página 15: O potencial do Produto Turístico Moçambicano estende-se num comprimento de cerca de 2.700Km com abundantes praias de areia branca, baias, rochas e arquipélagos. OsBig Five Marinho de Moçambique, continuam a constituir uma fonte de atracção turística. As águas quentes do litoral, constituem um habitat de raias, várias espécies de golfinhos, tubarões-baleia e tartarugas marinhas.
  308. Texto do artigo, página 15: Moçambique oferece igualmente outras experiências diferentes e emocionantes. Desde a Cidade de Maputo, a Capital animada e cosmopolita, a fascinante Ilha de Moçambique, a vida selvagem dos parques e reservas e os exclusivos arquipélagos de Bazaruto e das Quirimbas, que se harmonizam com a simpatia e bondade do seu povo até a costa oferecendo oportunidades infinitas para um desenvolvimento sustentável da indústria turística.
  309. Texto do artigo, página 15: O turismo em Moçambique desenvolve-se em torno dos seguintes temas:
  310. Texto do artigo, página 15: • Negócios e eventos Congressos e Grandes Eventos; • Lazer Sol e praia, safari oceânico, observação de dugongos, golfinhos e flamingos, pesca desportiva, mergulho e desportos aquáticos; • Ecoturismo Aventura e desportos radicais, fauna bravia, safaris e combinação selva-praia; • Cultura Fundamentada no património cultural (material e imaterial) do País.
  311. Texto do artigo, página 15: Quadro 2: Atractivos Turísticos
  312. Texto do artigo, página 15: Potenciais e Atracões de Turismo Localização (regiões) Sul Centro Norte Sol e praia • S a f a r i oceânico • Observação de dugongos, golfinhos e flamingos, • Mergulho • D e s p o r t o s Aquáticos Maputo, Ponta d e O u r o , Bilene, Xai Xai, Macaneta, Chidenguele, V i l a n k u l o , Tofo, Jangamo, Paindane, Ilhas do Arquipélago do Bazaruto S o f a l a (Savane,) e Z a m b é z i a ( P e b a n e e Zalala) N a m p u l a (Chocas Mar, Nacala, Crusse e J a m a l i , Lumbo, Sancul) Cabo Delgado ( P e m b a e Quirimbas), Lago Niassa
    Potenciais e Atracões de TurismoLocalização (regiões)
    SulCentroNorte
    Sol e praia • S a f a r i oceânico • Observação de dugongos, golfinhos e flamingos, • Mergulho • D e s p o r t o s AquáticosMaputo, Ponta d e O u r o , Bilene, Xai Xai, Macaneta, Chidenguele, V i l a n k u l o , Tofo, Jangamo, Paindane, Ilhas do Arquipélago do BazarutoS o f a l a (Savane,) e Z a m b é z i a ( P e b a n e e Zalala)N a m p u l a (Chocas Mar, Nacala, Crusse e J a m a l i , Lumbo, Sancul) Cabo Delgado ( P e m b a e Quirimbas), Lago Niassa
  313. Texto do artigo, página 15: Potenciais e Atracões de Turismo Localização (regiões) Sul Centro Norte Ecoturismo • Aventura e desportos radicais • F a u n a Bravia, • Safaris • Combinação selva-praia R e s e r v a E s p e c i a l de Maputo, Reserva de P o m e n e , P a r q u e Nacional do L i m p o p o . Banhine e Z i n a v e . P a r q u e Nacional de Bazaruto P a r q u e Nacional de Gorongosa e Reserva de Marromeu, R e s e r v a d e G i l é , Reserva de Chimanimani e Área de Conservação Comunitária de Tchuma Tchato. R e s e r v a do Niassa, P a r q u e Nacional das Quirimbas. T u r i s m o Cultural • P a s s e i o s arqueológicos • Visitas aos m u s e u s e comunidades étnicas • V i s i t a s a Pinturas Rupestres , • Representações performativas Dança Marrabenta, Timbila de Zavala, Artesanato e Arte, Museus, Património Arquitetónico, Monumentos e Vida Noturna, Património histórico fortes, igrejas a n t i g a s , f l o r e s t a s sagradas e fossilizadas, l o c a i s s a g r a d o s , p a i n e l d e pinturas r u p e s t r e s , dança Nhau, etc. I l h a d e Moçambique, P o t e n c i a l arqueológico das origens humanas em Metangula, D a n ç a s M a p i k o e T u f o , Arquipélago das Quirimbas e Ilha do Ibo. Turismo de aventura • Aventura e desportos radicais Mergulho em Inhambane e I l h a d e B a z a r u t o , p e s c a e m profundidade, S a f a r i Marítimo em B a z a r u t o , canoagem, windsurfing ou snorkeling na Ilha de Inhaca Pesca submarina, Surfing, Turismo contemplativo e montanhismo (Alpinismo), Caça, Viagens de safari em 4 x 4 S a f a r i e canoagem em Niassa Turismo de Negócios e Eventos • Congressos e Grandes Eventos M a p u t o – Conferências, f e s t i v a i s e g r a n d e s eventos Festivais Festivais
    Potenciais e Atracões de TurismoLocalização (regiões)
    SulCentroNorte
    Ecoturismo • Aventura e desportos radicais • F a u n a Bravia, • Safaris • Combinação selva-praiaR e s e r v a E s p e c i a l de Maputo, Reserva de P o m e n e , P a r q u e Nacional do L i m p o p o . Banhine e Z i n a v e . P a r q u e Nacional de BazarutoP a r q u e Nacional de Gorongosa e Reserva de Marromeu, R e s e r v a d e G i l é , Reserva de Chimanimani e Área de Conservação Comunitária de Tchuma Tchato.R e s e r v a do Niassa, P a r q u e Nacional das Quirimbas.
    T u r i s m o Cultural • P a s s e i o s arqueológicos • Visitas aos m u s e u s e comunidades étnicas • V i s i t a s a Pinturas Rupestres , • Representações performativasDança Marrabenta, Timbila de Zavala, Artesanato e Arte, Museus, Património Arquitetónico, Monumentos e Vida Noturna,Património histórico fortes, igrejas a n t i g a s , f l o r e s t a s sagradas e fossilizadas, l o c a i s s a g r a d o s , p a i n e l d e pinturas r u p e s t r e s , dança Nhau, etc.I l h a d e Moçambique, P o t e n c i a l arqueológico das origens humanas em Metangula, D a n ç a s M a p i k o e T u f o , Arquipélago das Quirimbas e Ilha do Ibo.
    Turismo de aventura • Aventura e desportos radicaisMergulho em Inhambane e I l h a d e B a z a r u t o , p e s c a e m profundidade, S a f a r i Marítimo em B a z a r u t o , canoagem, windsurfing ou snorkeling na Ilha de InhacaPesca submarina, Surfing, Turismo contemplativo e montanhismo (Alpinismo), Caça, Viagens de safari em 4 x 4S a f a r i e canoagem em Niassa
    Turismo de Negócios e Eventos • Congressos e Grandes EventosM a p u t o – Conferências, f e s t i v a i s e g r a n d e s eventosFestivaisFestivais
  314. Número ou marcador, página 15: Capítulo IV: Acções Estratégicas de Marketing para a Atracção de Visitantes e Turistas
  315. Texto do artigo, página 15: 4.1 Meios de Comunicação
  316. Texto do artigo, página 15: Os meios de comunicação constituem o veículo da transmissão da mensagem, sendo instrumentos fulcrais para definição e comunicação do posicionamento do destino Moçambique. Este ponto apresenta os vários meios de comunicação que serão
  317. Texto do artigo, página 16: utilizados a nível de marketing para a promoção do destino nos segmentos doméstico, regional e internacional.
  318. Texto do artigo, página 16: 4.1.1 Marketing Digital e Online
  319. Texto do artigo, página 16: As plataformas digitais como instrumentos de marketing e promoção passam pelo desenvolvimento de um portal com um layout apelativo, moderno, dinâmico, funcional e com conteúdo adequado para atrair mais visitantes.
  320. Texto do artigo, página 16: As ferramentas demarketing online que o destino Moçambique deve apostar para divulgar a sua identidade de Marca de forma integrada incluem, para além do portal, blog, Facebook, twitter, Instagram, YouTube, Google+, Pinterest, Foursquare, Remarketing, Newsletters e aplicações móveis.
  321. Texto do artigo, página 16: De modo a garantir mais visibilidade, serão desenvolvidas as seguintes acções:
  322. Texto do artigo, página 16: ● Realização de campanhas de Links patrocinados no Google Adwords, com garantia de audiência; ● Actualização de informações e ofertas, criação de promoções, captação de seguidores (“likes” e amigos), para ampliar o círculo de relacionamento do destino Moçambique; ● Associação dos produtos turísticos a plataformas internacionais de promoção do destino (ex. wayn.com, Tripadviser e booking.com); ● Desenvolver campanhas que incentivem os visitantes e os usuários a criarem conteúdo e compartilhar as suas memórias da visita a Moçambique através das redes sociais; ● Redacção de comunicados de imprensa sobre as actividades e atracções turísticas e respectiva publicação em sites de notícias, portais de conteúdo, sites de órgãos de comunicação social, parceiros de negócio (ex. agências de viagens, operadores turísticos), redes sociais, etc; ● Parcerias com outras entidades turísticas, companhias aéreas, imprensa digital, etc; ● Criação de Micro Sites para promover os destinos prioritários.
  323. Texto do artigo, página 16: Figura 4: Portal com destaque de destinos
  324. Texto do artigo, página 16: Tendo em conta a necessidade de penetração e presença nos principais mercados emissores é imperioso que Moçambique potencie as suas missões diplomáticas para realizarem a promoção do país, enquanto destino turístico. As acções a serem desenvolvidas incluem a distribuição de material promocional em locais de interesse, participação em conferências e eventos do sector, bem como a promoção de parcerias com entidades estrangeiras.
  325. Texto do artigo, página 16: 4.1.2 Feiras de Turismo
  326. Texto do artigo, página 16: Com a missão de firmar Moçambique no mercado internacional, como destino turístico a promoção do produto turístico deve incluir a participação nas feiras internacionais de turismo nos mercados emissores considerados estratégicos: África do Sul, Portugal, Espanha, Brasil, China, Itália, Alemanha, Países Baixos, Estados Unidos da América, Reino Unido, Rússia, Emiratos Árabes Unidos, Zimbabwe, Angola, Tanzânia e Swazilândia.
  327. Texto do artigo, página 16: 4.1.3 Visitas de Familiarização
  328. Texto do artigo, página 16: As visitas de familiarização são um importante meio de apresentação do país, dado que permitem conhecer o seu potencial turístico, as suas atracções e as condições para a realização de turismo. As visitas de familiarização são realizadas para mídias, operadores turísticos, agências de viagens, entre outros grupos de profissionais que podem promover a imagem do destino.
  329. Texto do artigo, página 16: 4.1.4 Roadshows
  330. Texto do artigo, página 16: Para capitalizar a presença nas feiras, sobretudo nos principais mercados emissores devem realizar-se roadshows a anteceder as feiras, em parceria com o sector privado no sentido de criar sinergias. De igual modo, dever-se-á manter os actuais roadshows e alargar para os outros mercados.
  331. Texto do artigo, página 16: 4.1.5 Balcões de Informação Turística (BIT)
  332. Texto do artigo, página 16: Os BIT exercem um papel proactivo na divulgação da informação turística. Nos segmentos regional e internacional, serão mais reactivos, pois a informação prestada é feita mediante solicitação do turista estrangeiro que já se encontra no local. O seu objectivo principal não é de atrair novos turistas, mas sim, assegurar que tenham a informação necessária para uma boa estadia.
  333. Texto do artigo, página 16: Deste modo, importa prosseguir com o processo de implantação e apetrechamento de BITs equipados com meios que permitam a sua rentabilização em todos destinos turísticos, com especial atenção para os localizados nos 5 destinos prioritários.
  334. Texto do artigo, página 16: 4.1.6 Pontos de Referência Turísticos (Tourist Touch Point) Deverão ser criados pontos de referência que permitam
  335. Texto do artigo, página 16: aos turistas partilhar a sua experiência contribuindo deste modo para divulgação da imagem e destino.
  336. Texto do artigo, página 16: Pode-se também utilizar outros pontos de referência como paragens públicas, táxis, hotéis, painéis, entre outras formas de comunicação.
  337. Texto do artigo, página 16: 4.1.7 Organização de Eventos
  338. Texto do artigo, página 16: Um importante meio de comunicação que merece ser explorado é a organização e apoio em eventos através dos quais é possível comunicar e publicitar a Marca e o Destino Moçambique. Este meio está vocacionado sobretudo para o turismo doméstico, onde podem ser realizadas as seguintes actividades:
  339. Texto do artigo, página 16: ● Patrocínios de eventos desportivos, festas locais e culturais; ● Organização do Dia Mundial do Turismo, com actividades ao nível de conferências, palestras, feiras gastronómicas, entre outras;
  340. Texto do artigo, página 17: ● Galas de Turismo; ● Organização do Prémio de Jornalismo (em matéria de turismo); ● Organização de Concursos para estudantes que visem o desenvolvimento de conteúdos para colocar no Portal do Turismo e artigos para publicar na imprensa; ● Organização de concursos de perguntas e respostas sobre o Destino Moçambique via SMS, em parceira com operadoras de telefonia móvel; ● Realização de campanhas de sensibilização da importância da Marca Moçambique e do papel das organizações no desenvolvimento do sector do Turismo; ● Realização de campanhas de sensibilização e palestras nas escolas para incutir o sentido de responsabilidade das futuras gerações no desenvolvimento do turismo; ● Promoção de debates em matéria de turismo; ● Assegurar a criação e operacionalização de agência do MICE; ● Organização de eventos de massas; ● Organização de seminários e conferências em escolas de turismo e instituições diversas para debater matérias ligadas ao turismo, actividades realizadas no âmbito do sector e boas práticas internacionais, entre outras.
  341. Texto do artigo, página 17: 4.1.8 Material Promocional
  342. Texto do artigo, página 17: O material promocional é a base da divulgação do país enquanto destino turístico. Neste sentido, é importante assegurar que o material produzido contenha a Marca Moçambique e esteja alinhado com a Estratégia de Marketing Turístico, tenha boa qualidade e apresente mensagens claras, simples e orientadas para os públicos-alvo. Outrossim, deve ser reproduzido em quantidades suficientes para distribuição aos grupos-alvo visados.
  343. Texto do artigo, página 17: Em função do contexto de uso (nacional ou internacional), o material promocional pode ser de dois tipos:
  344. Texto do artigo, página 17: a) Material em papel - dada a facilidade de distribuição ao público-alvo;
  345. Texto do artigo, página 17: b) Plataformas digitais - devido à facilidade de acesso, distribuição e gestão.
  346. Texto do artigo, página 17: Adicionalmente é importante adequar os vários materiais ao público-alvo: enquanto uns devem ser abordados sobretudo com brochuras, outros poderão precisar de informação mais detalhada presente em guias de alojamento e guias turísticos. A Tabela 5 apresenta o material promocional cuja produção se recomenda.
  347. Texto do artigo, página 17: Tabela 2: Material promocional
  348. Texto do artigo, página 17: Descrição de Material Físico Digital Brochuras do país, enquanto destino turístico ✓ ✓ Guias de alojamento ✓ ▪ Guias turísticos por regiões ✓ ▪ Mapas turísticos ✓ ▪ Brochuras sobre praias ✓ ▪ Brochuras sobre parques e reservas naturais ✓ ▪ Folhetos com informação útil para o turista ✓ ✓ Outdoors ✓ ✓ Aplicativos para Tablets e Smartphones sobre o destino ▪ ✓ DVD promocional ✓ ▪ Boletim Informativo ✓ ▪ Brochura sobre o MICE ▪ ▪ Brochuras sobre destinos localizados nas áreas prioritárias ▪ ✓
    Descrição de MaterialFísicoDigital
    Brochuras do país, enquanto destino turístico
    Guias de alojamento
    Guias turísticos por regiões
    Mapas turísticos
    Brochuras sobre praias
    Brochuras sobre parques e reservas naturais
    Folhetos com informação útil para o turista
    Outdoors
    Aplicativos para Tablets e Smartphones sobre o destino
    DVD promocional
    Boletim Informativo
    Brochura sobre o MICE
    Brochuras sobre destinos localizados nas áreas prioritárias
  349. Texto do artigo, página 17: Para além dos formatos supramencionados, existem ainda os brindes diversos, como sejam: camisolas, bonés, pins, blocos de notas, agendas, entre outros.
  350. Texto do artigo, página 17: 4.1.10 Plataforma Integrada de Comunicação Tabela3: Plataforma Integrada de Comunicação
  351. Texto do artigo, página 17: Segmento Doméstico Acima da Linha (Above The Line) - Comunicação de Massas Painéis Publicitários Colocação de publicidade em painéis (outdoors) em locais estratégicos. Ex: fronteiras, aeroportos, mercados, via pública, etc. Televisão Parceria com televisões nacionais para inserção de spots publicitários e criação de programas interactivos que mostrem as maravilhas dos destinos, desde atractivos, acomodação, restauração, transporte, etc. Usar personalidades de rádios e televisão como embaixadores da Marca Moçambique. Rádio Introduzir spots publicitários e um conjunto de acções (patrocínio de determinados programas) com o propósito de atingir as massas e criar maior presença da Marca no seio dos moçambicanos. Desenvolver programas interactivos (ex. debates sobre destinos turísticos em que a participação dos intervenientes é feita via telefone, entre outras) Relações Públicas Garantir a gestão da comunicação e imagem sobre o destino Moçambique; Emitir comunicados de imprensa sobre eventos; Assegurar a gestão de crises; Assegurar o empacotamento de informação sobre os destinos nacionais a serem fornecidos aos meios de comunicação social. De Baixo da Linha (Below - de - Line) - Comunicação Restrita Material Impresso Continuar com aposta na produção e distribuição de material impresso (brochuras, folhetos, panfletos, etc). P r o d u ç ã o d e Brindes Com a Marca Garantir e incentivar a produção de brindes e uso da marca Moçambique em artigos e produtos diversos que prestigiem o destino. Entre Linha (Through-The-Line) - Comunicação Cruzada (de Massa e Restrita) Redes Sociais Adoptar campanhas em redes sociais tendo como público-alvo a camada juvenil que possa exercer influência aos seus progenitores incentivando ao espírito de viajar. Portal Utilizar o website para realizar campanhas para combater a sazonalidade em destinos específicos, apostando na redução de preços de acomodação e promoção de pacotes turísticos. Campanhas de Activação Utilizar a rádio como meio de comunicação para activar a Marca em exposições e feiras para apoiar as actividades comerciais, a fim de incentivar a transacção.
    Segmento Doméstico
    Acima da Linha (Above The Line) - Comunicação de Massas
    Painéis PublicitáriosColocação de publicidade em painéis (outdoors) em locais estratégicos. Ex: fronteiras, aeroportos, mercados, via pública, etc.
    TelevisãoParceria com televisões nacionais para inserção de spots publicitários e criação de programas interactivos que mostrem as maravilhas dos destinos, desde atractivos, acomodação, restauração, transporte, etc. Usar personalidades de rádios e televisão como embaixadores da Marca Moçambique.
    RádioIntroduzir spots publicitários e um conjunto de acções (patrocínio de determinados programas) com o propósito de atingir as massas e criar maior presença da Marca no seio dos moçambicanos. Desenvolver programas interactivos (ex. debates sobre destinos turísticos em que a participação dos intervenientes é feita via telefone, entre outras)
    Relações PúblicasGarantir a gestão da comunicação e imagem sobre o destino Moçambique; Emitir comunicados de imprensa sobre eventos; Assegurar a gestão de crises; Assegurar o empacotamento de informação sobre os destinos nacionais a serem fornecidos aos meios de comunicação social.
    De Baixo da Linha (Below - de - Line) - Comunicação Restrita
    Material ImpressoContinuar com aposta na produção e distribuição de material impresso (brochuras, folhetos, panfletos, etc).
    P r o d u ç ã o d e Brindes Com a MarcaGarantir e incentivar a produção de brindes e uso da marca Moçambique em artigos e produtos diversos que prestigiem o destino.
    Entre Linha (Through-The-Line) - Comunicação Cruzada (de Massa e Restrita)
    Redes SociaisAdoptar campanhas em redes sociais tendo como público-alvo a camada juvenil que possa exercer influência aos seus progenitores incentivando ao espírito de viajar.
    PortalUtilizar o website para realizar campanhas para combater a sazonalidade em destinos específicos, apostando na redução de preços de acomodação e promoção de pacotes turísticos.
    Campanhas de ActivaçãoUtilizar a rádio como meio de comunicação para activar a Marca em exposições e feiras para apoiar as actividades comerciais, a fim de incentivar a transacção.
  352. Texto do artigo, página 18: Segmento Internacional Boletins Electrónicos • Distribuição de boletins electrónicos directamente aos turistas e potenciais visitantes com recurso ao email e representantes de negócios/comércio em mercados-chave, com actualizações constantes. Publicações • Realização de visitas de familiarização (usando Mídias presentes nos mercados estratégicos) de modo a divulgar os perfis dos destinos de Moçambique em imprensa escrita, redes sociais, canais televisivos, etc. Esta acção irá também permitir a criação de editoriais assim como conteúdos para actualização de plataformas online do turismo. Imprensa Escrita • Produzir conteúdos para actualização constante dos editores dos maiores jornais para maior visibilidade do destino Moçambique entre os turistas e potenciais visitantes. A comunicação com jornais internacionais será realizada por representantes dos destinos (embaixadas, câmaras de comércio, etc.); • Para além da imprensa escrita especializada, existem ainda revistas e jornais onde se deverá publicar anúncios e reportagens sobre o destino. Rádio ● Estabelecer parceria com estações de rádios com maior audiência em mercados emissores chave para promover campanhas que encorajam visitas ao destino Moçambique; ● Produzir conteúdos actualizados para cobertura de notícias/histórias positivas sobre os destinos recorrendo a personalidades/ editores da rádio. Televisão ● Garantir cobertura positiva do destino em estações de televisões internacionais como CNN, BBC, Travel Channel, National Geografic, entre outros; ● Usar personalidades de rádios e televisão como embaixadores da Marca Moçambique; ● Garantir a emissão de comunicados de imprensa sobre eventos e crises decorrentes nos destinos. Eventos • Apoiar grandes eventos que capitalizam o turismo internacional para os destinos de Moçambique. (ex. conferências, concertos musicais, exposições e feiras, eventos desportivos e festivais turísticos culturais entre outros) Redes Sociais Implementação da estratégia de marketing digital tendo em consideração os seguintes aspectos: ● Facebook: a ser usado para as campanhas, uma vez que para além de atingir uma grande parte do público, possui ferramentas que permitem o acompanhamento da campanha; ● Massificar a utilização de outras plataformas: Linkedin, Twitter, Instagram, Google +, Fourquare, youtube, Remarketing, Pinterest e blogues;
    Segmento Internacional
    Boletins Electrónicos• Distribuição de boletins electrónicos directamente aos turistas e potenciais visitantes com recurso ao email e representantes de negócios/comércio em mercados-chave, com actualizações constantes.
    Publicações• Realização de visitas de familiarização (usando Mídias presentes nos mercados estratégicos) de modo a divulgar os perfis dos destinos de Moçambique em imprensa escrita, redes sociais, canais televisivos, etc. Esta acção irá também permitir a criação de editoriais assim como conteúdos para actualização de plataformas online do turismo.
    Imprensa Escrita• Produzir conteúdos para actualização constante dos editores dos maiores jornais para maior visibilidade do destino Moçambique entre os turistas e potenciais visitantes. A comunicação com jornais internacionais será realizada por representantes dos destinos (embaixadas, câmaras de comércio, etc.); • Para além da imprensa escrita especializada, existem ainda revistas e jornais onde se deverá publicar anúncios e reportagens sobre o destino.
    Rádio● Estabelecer parceria com estações de rádios com maior audiência em mercados emissores chave para promover campanhas que encorajam visitas ao destino Moçambique; ● Produzir conteúdos actualizados para cobertura de notícias/histórias positivas sobre os destinos recorrendo a personalidades/ editores da rádio.
    Televisão● Garantir cobertura positiva do destino em estações de televisões internacionais como CNN, BBC, Travel Channel, National Geografic, entre outros; ● Usar personalidades de rádios e televisão como embaixadores da Marca Moçambique; ● Garantir a emissão de comunicados de imprensa sobre eventos e crises decorrentes nos destinos.
    Eventos• Apoiar grandes eventos que capitalizam o turismo internacional para os destinos de Moçambique. (ex. conferências, concertos musicais, exposições e feiras, eventos desportivos e festivais turísticos culturais entre outros)
    Redes SociaisImplementação da estratégia de marketing digital tendo em consideração os seguintes aspectos: ● Facebook: a ser usado para as campanhas, uma vez que para além de atingir uma grande parte do público, possui ferramentas que permitem o acompanhamento da campanha; ● Massificar a utilização de outras plataformas: Linkedin, Twitter, Instagram, Google +, Fourquare, youtube, Remarketing, Pinterest e blogues;
  353. Texto do artigo, página 18: ● Utilizar o website para estimular visitantes a usar aplicativos móveis das redes sociais.
    ● Utilizar o website para estimular visitantes a usar aplicativos móveis das redes sociais.
  354. Texto do artigo, página 18: 4.2 Promoção do Turismo Doméstico
  355. Texto do artigo, página 18: A promoção do turismo doméstico é um dos veículos de consolidação da unidade nacional e de valorização do património cultural e natural. Para a materialização deste objectivo pretende-se desenvolver uma campanha denominada “Conhecer Moçambique”, que será um programa multifacetado, com o objectivo principal de criar movimento dos residentes em várias partes do país, ao mesmo tempo que se enaltece a cultura e a auto-estima dos moçambicanos, para a promoção do potencial e oferta turística e consumo do produto turístico nacional.
  356. Texto do artigo, página 18: A campanha “Conhecer Moçambique” consistirá nas seguintes actividades:
  357. Texto do artigo, página 18: Tabela 4: Campanha “Conhecer Moçambique”
  358. Texto do artigo, página 18: Fase Actividade Grupo Alvo I Realização de programa radiofónico de divulgação do potencial e oferta turística do País e concursos relacionados com atractivos turísticos e património histórico-cultural e natural. Sociedade em geral - todas faixas etárias I Realização do concurso literário envolvendo escolas e juventude com temas ligados ao potencial turístico, geografia turística e histórias que identificam locais específicos. Crianças e jovens II Realização de excursões a locais de património cultural e de conservação da natureza com envolvimento das escolas, universidades e associações juvenis. Jovens e estudantes III Realização da Feira Internacional do Turismo, com exibições do potencial e oferta turística e manifestações culturais. E m p r e s á r i o s , fazedores de arte e cultura e sociedade em geral IV Realização de festivais provinciais que envolvem gastronomia, música e dança. Sociedade em geral
    FaseActividadeGrupo Alvo
    IRealização de programa radiofónico de divulgação do potencial e oferta turística do País e concursos relacionados com atractivos turísticos e património histórico-cultural e natural.Sociedade em geral - todas faixas etárias
    IRealização do concurso literário envolvendo escolas e juventude com temas ligados ao potencial turístico, geografia turística e histórias que identificam locais específicos.Crianças e jovens
    IIRealização de excursões a locais de património cultural e de conservação da natureza com envolvimento das escolas, universidades e associações juvenis.Jovens e estudantes
    IIIRealização da Feira Internacional do Turismo, com exibições do potencial e oferta turística e manifestações culturais.E m p r e s á r i o s , fazedores de arte e cultura e sociedade em geral
    IVRealização de festivais provinciais que envolvem gastronomia, música e dança.Sociedade em geral
  359. Texto do artigo, página 19: Fase Actividade Grupo Alvo V Produção de suplemento semestral sobre cultura e turismo onde serão divulgados acontecimentos de impacto no sector, depoimentos de crianças e jovens e figuras emblemáticas em relação às experiencias de viagem turística no país, concurso literário e fotográfico juvenil, promoção do potencial e oferta turística. Sociedade em geral VI Estabelecer parcerias públicas e privadas a nível nacional com o objectivo de apoiarem na difusão de informação sobre os destinos. Sociedade em Geral VII Criar programas de entretenimento turístico nos destinos, que consistem na realização de concursos de teste, como por exemplo “Quem conhece seu país, Moçambique”. Estimular os gestores de pequenos empreendimentos nos distritos (exemplo: hotéis Kapulana) a criar programas de entretenimento como seja, histórias à volta da fogueira por anciãos e outros de meia-idade sobre sua experiência de vida; caminhadas pela natureza). Jovens estudantes e associações juvenis
    FaseActividadeGrupo Alvo
    VProdução de suplemento semestral sobre cultura e turismo onde serão divulgados acontecimentos de impacto no sector, depoimentos de crianças e jovens e figuras emblemáticas em relação às experiencias de viagem turística no país, concurso literário e fotográfico juvenil, promoção do potencial e oferta turística.Sociedade em geral
    VIEstabelecer parcerias públicas e privadas a nível nacional com o objectivo de apoiarem na difusão de informação sobre os destinos.Sociedade em Geral
    VIICriar programas de entretenimento turístico nos destinos, que consistem na realização de concursos de teste, como por exemplo “Quem conhece seu país, Moçambique”. Estimular os gestores de pequenos empreendimentos nos distritos (exemplo: hotéis Kapulana) a criar programas de entretenimento como seja, histórias à volta da fogueira por anciãos e outros de meia-idade sobre sua experiência de vida; caminhadas pela natureza).Jovens estudantes e associações juvenis
  360. Texto do artigo, página 19: 4.2.1 Promoção da Marca Moçambique em Mercados-alvo O grande desafio da Marca Moçambique é garantir maior
  361. Texto do artigo, página 19: visibilidade para o posicionamento do país no mercado internacional do turismo, através dos seguintes objectivos:
  362. Texto do artigo, página 19: • Consciencializar o público nacional sobre a existência e utilização da Marca Moçambique; • Mudar a atitude dos moçambicanos sobre receber turistas, numa perspectiva de visão para o futuro; e • Engajar todos os moçambicanos na criação desta nova imagem e visão do país – “Quando nos envolvemos com a marca criamos relações fortes, paixão e desejos”.
  363. Texto do artigo, página 19: 4.2.2 Desenvolvimento de Rotas e Circuitos Estratégicos do Turismo
  364. Texto do artigo, página 19: A identificação e a promoção de rotas constituem um poderoso conceito de desenvolvimento do turismo, baseado na ideia de que há um grupo de produtos que oferecem diversidade de experiências e é mais atractivo desse modo do que as suas componentes individuais.
  365. Texto do artigo, página 19: O desenvolvimento de rotas é extremamente importante porque além de estabelecer uma ligação espacial entre produtos diversos, também reforçam a atenção sobre potenciais atracções que poderiam ser perdidas por turistas que planificam de forma independente os seus itinerários.
  366. Texto do artigo, página 19: As rotas constituem também um instrumento forte de marketing, pois proporcionam opções para oferecer pacotes que podem ser concebidos especificamente em função dos interesses do visitante.
  367. Texto do artigo, página 19: Para efeitos de promoção e Marketing das Zonas Prioritárias para o Desenvolvimento do Turismo, foram identificadas quatro rotas Nacionais:
  368. Texto do artigo, página 19: 1 - Rota da Costa das Lagoas Ponta do Ouro - Reserva Especial de Maputo - Macaneta - Bilene - Xai-Xai
  369. Texto do artigo, página 19: - Inhambane - Vilanculos - Inhassoro.
  370. Texto do artigo, página 19: Esta rota é de grande importância para o desenvolvimento do Turismo na zona sul, uma vez que intercepta com duas rotas
  371. Texto do artigo, página 19: regionais: a Rota dos Libombos (Kuazulu Natal) - Ponta do Ouro - Suazilândia) e a Rota do Grande Limpopo (Mpumalanga – Kruger/Limpopo – Xai-Xai), numa excelente sinergia entre o selva e praia.
  372. Texto do artigo, página 19: 2 - Rota Turística de Aventura e Selva/Triângulo de Ecoturismo Chimanimani – Gorongosa - Marromeu.
  373. Texto do artigo, página 19: A Rota Turística de Aventura e Selva, também conhecida por Triângulo de Ecoturismo (Chimanimani, Gorongosa, Marromeu) é uma rota de aventura que pelas suas áreas de conservação, permite aos turistas amantes da natureza, desfrutarem das belas paisagens, fauna e flora, da história local e da interacção com as comunidades residentes ao longo das 3 províncias abrangidas.
  374. Texto do artigo, página 19: 3 - Rota Turística da Costa e Cultura - Ilha de Moçambique
  375. Texto do artigo, página 19: - Quirimbas
  376. Texto do artigo, página 19: Considerada a rota mais exótica, rota de tesouros de Moçambique, uma vez que permite combinar o Turismo de sol e praia numa fusão histórica e cultural perfeita, desde a Ilha de Moçambique, Mossuril, Memba, Pemba e Quirimbas. O turista pode desfrutar de experiências únicas associadas ao requinte e luxo encontrado nas diversas estâncias turísticas ao longo da costa.
  377. Texto do artigo, página 19: Esta rota também interliga com a Rota Regional proveniente da costa Swahilli - Zanzibar - Bulawayo - Pemba (Tan) - Mtwara (Tan) - Palma - Mocímboa da Praia - Quirimbas – Pemba, o que por si só constitui uma grande atracção para o turismo internacional.
  378. Texto do artigo, página 20: 4 - Rota do Lago a Costa
  379. Texto do artigo, página 20: Moçambique na parte norte volta a fechar o ciclo de rotas turísticas com o produto de cultura, praia e selva, ligando as águas quentes do Índico com as águas doces do lago Niassa passando pela exótica Reserva de Niassa. A falta de infra-estruturas e de ligações aéreas, continua a ser o grande constrangimento desta rota, que não obstante, tem atraído turistas - amantes de aventura e filantropos de várias partes do Mundo.
  380. Texto do artigo, página 20: Zona Produtos Vendáveis Circuitos para Integrar em Rotas / Pacotes Necessidades
    ZonaProdutos VendáveisCircuitos para Integrar em Rotas / PacotesNecessidades
    1. Rota da Costa das Lagoas – Ponta de Ouro, REM, Maputo (Bilene-XaiXai-Inhambane) Vilankulo / Inhassoro/ Ilhas de (Sul)
    Maputo CidadeBairros Históricos, Museus, Eventos, GastronomiaCircuito Turístico B. Mafalala/ R o t e i r o d o s M u s e u s e M o n u m e n t o s R o t e i r o Arquitectónico de Pancho Guedes R o t e i r o Gastronómico e Cultural da cidade (locais de eventos e Restauração)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital
    M a p u t o ProvínciaMontes, Praias, Selva e CulturaCircuito dos L i b o m b o s , Reserva Especial d e M a p u t o , Ponta de Ouro / Macaneta (Bilene-Xai-XaiInhambane)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital da REM
    V i l a n k u l o , Arquipélago de BazarutoPraia, Desportos aquáticos, Ilhas e Pinturas RupestresRoteiro dos Big Five do Mar, Mergulho Circuito de kite surf/wind surf Turismo Baseado nas comunidades ( p i n t u r a s Rupestres)Produção de vídeo / Spot de mergulho e d e s p o r t o s marinhos
    2. Rota Turística de Aventura e Selva / Triangulo de Ecoturismo – Chimanimani, Gorongosa, Marromeu (Centro)
  381. Texto do artigo, página 20: 1. Rota da Costa das Lagoas – Ponta de Ouro, REM, Maputo (Bilene-XaiXai-Inhambane) Vilankulo / Inhassoro/ Ilhas de (Sul) Maputo Cidade Bairros Históricos, Museus, Eventos, Gastronomia Circuito Turístico B. Mafalala/ R o t e i r o d o s M u s e u s e M o n u m e n t o s R o t e i r o Arquitectónico de Pancho Guedes R o t e i r o Gastronómico e Cultural da cidade (locais de eventos e Restauração) E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital M a p u t o Província Montes, Praias, Selva e Cultura Circuito dos L i b o m b o s , Reserva Especial d e M a p u t o , Ponta de Ouro / Macaneta (Bilene-Xai-XaiInhambane) E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital da REM V i l a n k u l o , Arquipélago de Bazaruto Praia, Desportos aquáticos, Ilhas e Pinturas Rupestres Roteiro dos Big Five do Mar, Mergulho Circuito de kite surf/wind surf Turismo Baseado nas comunidades ( p i n t u r a s Rupestres) Produção de vídeo / Spot de mergulho e d e s p o r t o s marinhos
    ZonaProdutos VendáveisCircuitos para Integrar em Rotas / PacotesNecessidades
    1. Rota da Costa das Lagoas – Ponta de Ouro, REM, Maputo (Bilene-XaiXai-Inhambane) Vilankulo / Inhassoro/ Ilhas de (Sul)
    Maputo CidadeBairros Históricos, Museus, Eventos, GastronomiaCircuito Turístico B. Mafalala/ R o t e i r o d o s M u s e u s e M o n u m e n t o s R o t e i r o Arquitectónico de Pancho Guedes R o t e i r o Gastronómico e Cultural da cidade (locais de eventos e Restauração)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital
    M a p u t o ProvínciaMontes, Praias, Selva e CulturaCircuito dos L i b o m b o s , Reserva Especial d e M a p u t o , Ponta de Ouro / Macaneta (Bilene-Xai-XaiInhambane)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital da REM
    V i l a n k u l o , Arquipélago de BazarutoPraia, Desportos aquáticos, Ilhas e Pinturas RupestresRoteiro dos Big Five do Mar, Mergulho Circuito de kite surf/wind surf Turismo Baseado nas comunidades ( p i n t u r a s Rupestres)Produção de vídeo / Spot de mergulho e d e s p o r t o s marinhos
    2. Rota Turística de Aventura e Selva / Triangulo de Ecoturismo – Chimanimani, Gorongosa, Marromeu (Centro)
  382. Texto do artigo, página 20: 2. Rota Turística de Aventura e Selva / Triangulo de Ecoturismo – Chimanimani, Gorongosa, Marromeu (Centro)
    ZonaProdutos VendáveisCircuitos para Integrar em Rotas / PacotesNecessidades
    1. Rota da Costa das Lagoas – Ponta de Ouro, REM, Maputo (Bilene-XaiXai-Inhambane) Vilankulo / Inhassoro/ Ilhas de (Sul)
    Maputo CidadeBairros Históricos, Museus, Eventos, GastronomiaCircuito Turístico B. Mafalala/ R o t e i r o d o s M u s e u s e M o n u m e n t o s R o t e i r o Arquitectónico de Pancho Guedes R o t e i r o Gastronómico e Cultural da cidade (locais de eventos e Restauração)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital
    M a p u t o ProvínciaMontes, Praias, Selva e CulturaCircuito dos L i b o m b o s , Reserva Especial d e M a p u t o , Ponta de Ouro / Macaneta (Bilene-Xai-XaiInhambane)E s t u d o d e viabilidade dos circuitos. Produção de Vídeo, spots, b r o c h u r a p r o m o c i o n a l física e digital da REM
    V i l a n k u l o , Arquipélago de BazarutoPraia, Desportos aquáticos, Ilhas e Pinturas RupestresRoteiro dos Big Five do Mar, Mergulho Circuito de kite surf/wind surf Turismo Baseado nas comunidades ( p i n t u r a s Rupestres)Produção de vídeo / Spot de mergulho e d e s p o r t o s marinhos
    2. Rota Turística de Aventura e Selva / Triangulo de Ecoturismo – Chimanimani, Gorongosa, Marromeu (Centro)
  383. Texto do artigo, página 20: Reserva de Chimanimani Selva, Paisagem, Montanhas Rota do Elefante / Roteiro da Paisagem, montanhismo e Observação de pássaros (Tsetsera, Chikukwa e Mahate) Roteiro sagrado de Ecoturismo Levantamento das condições n o t e r r e n o , produção de brochura e vídeo promocional P a r q u e Nacional da Gorongosa Selva, paisagem e Montanha Roteiro do Leão / Circuito de canoa /observação de pássaros; elefante e Hipopótamos, safari em Jeep, Turismo baseado nas comunidades locais /serra da Gorongosa P r o d u ç ã o d e M a p a d e Circuitos internos e ligações com Chimanimani
    Reserva de ChimanimaniSelva, Paisagem, MontanhasRota do Elefante / Roteiro da Paisagem, montanhismo e Observação de pássaros (Tsetsera, Chikukwa e Mahate) Roteiro sagrado de EcoturismoLevantamento das condições n o t e r r e n o , produção de brochura e vídeo promocional
    P a r q u e Nacional da GorongosaSelva, paisagem e MontanhaRoteiro do Leão / Circuito de canoa /observação de pássaros; elefante e Hipopótamos, safari em Jeep, Turismo baseado nas comunidades locais /serra da GorongosaP r o d u ç ã o d e M a p a d e Circuitos internos e ligações com Chimanimani
    3. Rota Turística da Costa e Cultura – Ilha de Moçambique – Quirimbas (Norte)
    I l h a d e MoçambiqueHistória e CulturaC i r c u i t o Histórico da Ilha de Moçambique, Circuito do Bairro de MaticadoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
    QuirimbasIlhas de LuxoRoteiro das Ilhas de Luxo, Ibo, Safari Marinho e acomodação de LuxoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
    4. Rota Turística da Costa ao Lago – Pemba, Lichinga e Lago Niassa (Norte)
    P e m b a – NiassaPaisagem, Selva e LagoR e s e r v a d o Niassa, Roteiros de Safari na Selva / Cruzeiros no Lago NiassaProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
  384. Texto do artigo, página 20: 3. Rota Turística da Costa e Cultura – Ilha de Moçambique – Quirimbas (Norte) I l h a d e Moçambique História e Cultura C i r c u i t o Histórico da Ilha de Moçambique, Circuito do Bairro de Maticado Produção de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online Quirimbas Ilhas de Luxo Roteiro das Ilhas de Luxo, Ibo, Safari Marinho e acomodação de Luxo Produção de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
    Reserva de ChimanimaniSelva, Paisagem, MontanhasRota do Elefante / Roteiro da Paisagem, montanhismo e Observação de pássaros (Tsetsera, Chikukwa e Mahate) Roteiro sagrado de EcoturismoLevantamento das condições n o t e r r e n o , produção de brochura e vídeo promocional
    P a r q u e Nacional da GorongosaSelva, paisagem e MontanhaRoteiro do Leão / Circuito de canoa /observação de pássaros; elefante e Hipopótamos, safari em Jeep, Turismo baseado nas comunidades locais /serra da GorongosaP r o d u ç ã o d e M a p a d e Circuitos internos e ligações com Chimanimani
    3. Rota Turística da Costa e Cultura – Ilha de Moçambique – Quirimbas (Norte)
    I l h a d e MoçambiqueHistória e CulturaC i r c u i t o Histórico da Ilha de Moçambique, Circuito do Bairro de MaticadoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
    QuirimbasIlhas de LuxoRoteiro das Ilhas de Luxo, Ibo, Safari Marinho e acomodação de LuxoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
    4. Rota Turística da Costa ao Lago – Pemba, Lichinga e Lago Niassa (Norte)
    P e m b a – NiassaPaisagem, Selva e LagoR e s e r v a d o Niassa, Roteiros de Safari na Selva / Cruzeiros no Lago NiassaProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
  385. Texto do artigo, página 20: 4. Rota Turística da Costa ao Lago – Pemba, Lichinga e Lago Niassa (Norte) P e m b a – Niassa Paisagem, Selva e Lago R e s e r v a d o Niassa, Roteiros de Safari na Selva / Cruzeiros no Lago Niassa Produção de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
    Reserva de ChimanimaniSelva, Paisagem, MontanhasRota do Elefante / Roteiro da Paisagem, montanhismo e Observação de pássaros (Tsetsera, Chikukwa e Mahate) Roteiro sagrado de EcoturismoLevantamento das condições n o t e r r e n o , produção de brochura e vídeo promocional
    P a r q u e Nacional da GorongosaSelva, paisagem e MontanhaRoteiro do Leão / Circuito de canoa /observação de pássaros; elefante e Hipopótamos, safari em Jeep, Turismo baseado nas comunidades locais /serra da GorongosaP r o d u ç ã o d e M a p a d e Circuitos internos e ligações com Chimanimani
    3. Rota Turística da Costa e Cultura – Ilha de Moçambique – Quirimbas (Norte)
    I l h a d e MoçambiqueHistória e CulturaC i r c u i t o Histórico da Ilha de Moçambique, Circuito do Bairro de MaticadoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
    QuirimbasIlhas de LuxoRoteiro das Ilhas de Luxo, Ibo, Safari Marinho e acomodação de LuxoProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
    4. Rota Turística da Costa ao Lago – Pemba, Lichinga e Lago Niassa (Norte)
    P e m b a – NiassaPaisagem, Selva e LagoR e s e r v a d o Niassa, Roteiros de Safari na Selva / Cruzeiros no Lago NiassaProdução de Vídeo / Spots e b r o c h u r a promocional. C o m p i l a ç ã o de informação Online
  386. Texto do artigo, página 20: Tabela 4: Propostas de Rotas/Circuitos Turísticos Regionais para as Zonas Prioritárias
  387. Texto do artigo, página 20: 4.3 Desenvolvimento de Pesquisa de Mercado
  388. Texto do artigo, página 20: Considerando a dinâmica da indústria do turismo é necessária uma actualização permanente de informação, tanto a nível local ou internacional, sobre as diferentes realidades históricas, sociais e económicas para a adaptação constante das políticas de desenvolvimento do sector de turismo em Moçambique. Com efeito, a presente Estratégia de Marketing Turístico deve englobar estudos e pesquisas regulares sobre a dinâmica e tendências do turismo.
  389. Número ou marcador, página 20: Capítulo V: Plano de Operacionalização
  390. Texto do artigo, página 20: O Plano de Operacionalização reflecte o cronograma das principais acções a realizar no âmbito da implementação da Estratégia de Marketing Turístico II, estabelece as metas e os indicadores de monitoria e avaliação, bem como a estima de orçamento necessário para o efeito. O Plano de Operacionalização Detalhado consta da tabela em anexo.
  391. Texto do artigo, página 21: PlanodeOperacionalizaçãoMarketing
  392. Texto do artigo, página 21: ACTIVIDADES ANO FONTES DE FINANCIAMENTO 2018 2019 2020 2021 OE RP RC & SP
    ACTIVIDADESANOFONTES DE FINANCIAMENTO
    2018201920202021OERPRC & SP
  393. Texto do artigo, página 21: Plano de Operacionalização do Marketing
  394. Texto do artigo, página 21: (Valores em 1000MT)
  395. Texto do artigo, página 21: 1 Concepcao de 5 rotas, coaching dos intervenientes no marketing, plano de comunicacao e gestao de crises, plano de negocios do bureau de convencoes e plataforma electronica de promocao de investimentos nas ZITs 7.560,0 2.530,0 450,0 0,0 1.158,0 5.482,0 3.900,0 2 Producao e reproducao de DVDs sobre oferta e potencial turistico, sobre oportunidades de investimentos turisticos, reproducao de brochuras, mapas, colocacao de outdoors e placas de recomendacoes, roll ups, filmes de curtissima metragem (virais) promocionais, etc. 10.712,5 9.533,0 8.745,0 9.657,0 8.105,0 9.145,5 21.397,0 3 Realizacao da feira annual do turismo e participacao em 10 feiras internacionais anualmente 23.500,00 24.200,0 24.800,0 25.500,0 36.000,0 26.000,0 36.000,0 4 Realizacao de conferencia internacional de investimentos e conferencias e seminarios locais, assim como participacao 22.100,0 2.000,0 2.000,0 16.400,0 12.900,0 7.400,0 22.200,0 5 Apoio a Festivais, Organizacao de 2 festivais (gastronomia e Kitesurf) concursos e comemoracoes do dia mundial do turismo 6.100,0 6.150,0 6.200,0 6.250,0 9.900,0 6.300,0 8.500,0 6 Producao de suplementos, organizacao de vistas de familiarizacao para operadores e imprensa especializada, programa televisivo sobre turismo 3.800,0 4.000,0 4.220,0 4.300,0 8.400,0 3.170,0 4.750,0 7 Campanha turismo domestico: insercao de spots TVs, Radio e Revistas, gestao de conteudo do portal e redes sociais, campanha online 3.770,0 3.805,5 5.130,0 4.082,0 10.940,0 4.077,5 1.770,0 8 Construcao de BITs - 3.000,0 3.050,0 3.100,0 3.700,0 400,0 5.050,0 9 Realizacao de marketing conjunto e promocao de pacotes transfronteirico e oportunidades de negocios: East3Route e Triland 4.087,5 4.138,0 4.188,5 4.239,0 4.100,0 4.553,0 8.000,0 TOTAL 81.630,0 59.356,5 58.783,5 73.528,0 95.203,0 66.528,0 111.567,0
    1Concepcao de 5 rotas, coaching dos intervenientes no marketing, plano de comunicacao e gestao de crises, plano de negocios do bureau de convencoes e plataforma electronica de promocao de investimentos nas ZITs7.560,02.530,0450,00,01.158,05.482,03.900,0
    2Producao e reproducao de DVDs sobre oferta e potencial turistico, sobre oportunidades de investimentos turisticos, reproducao de brochuras, mapas, colocacao de outdoors e placas de recomendacoes, roll ups, filmes de curtissima metragem (virais) promocionais, etc.10.712,59.533,08.745,09.657,08.105,09.145,521.397,0
    3Realizacao da feira annual do turismo e participacao em 10 feiras internacionais anualmente23.500,0024.200,024.800,025.500,036.000,026.000,036.000,0
    4Realizacao de conferencia internacional de investimentos e conferencias e seminarios locais, assim como participacao22.100,02.000,02.000,016.400,012.900,07.400,022.200,0
    5Apoio a Festivais, Organizacao de 2 festivais (gastronomia e Kitesurf) concursos e comemoracoes do dia mundial do turismo6.100,06.150,06.200,06.250,09.900,06.300,08.500,0
    6Producao de suplementos, organizacao de vistas de familiarizacao para operadores e imprensa especializada, programa televisivo sobre turismo3.800,04.000,04.220,04.300,08.400,03.170,04.750,0
    7Campanha turismo domestico: insercao de spots TVs, Radio e Revistas, gestao de conteudo do portal e redes sociais, campanha online3.770,03.805,55.130,04.082,010.940,04.077,51.770,0
    8Construcao de BITs-3.000,03.050,03.100,03.700,0400,05.050,0
    9Realizacao de marketing conjunto e promocao de pacotes transfronteirico e oportunidades de negocios: East3Route e Triland4.087,54.138,04.188,54.239,04.100,04.553,08.000,0
    TOTAL81.630,059.356,558.783,573.528,095.203,066.528,0111.567,0
  396. Texto do artigo, página 21: 23
  397. Texto do artigo, página 21: Lista de Abreviaturas MICULTUR - Ministério da Cultura e Turismo INATUR - Instituto Nacional do Turismo PEDTM II - Plano Estratégico para Desenvolvimento
  398. Texto do artigo, página 21: de Turismo II INE - Instituto Nacional de Estatística BRICs - Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul EUA - Estados Unidos da América MITT - Feira Internacional do Turismo de Moscovo FITCuba - Feira de Turismo de Cuba
  399. Texto do artigo, página 21: ABAV - Expo Internacional do Turismo (Brasil) BIT - Balcão de Informação Turística UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação,
  400. Texto do artigo, página 21: Ciência e Cultura
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