Resolução n.º 66/2019
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Resolução n.º 66/2019
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| Cidade | ||
|---|---|---|
| Risco Moderato Alto | Risco Alto | |
| Maputo/Matola | Bairros 25 de Junho A, Acordos de Lusaka, Machava A, Matola Gare, Ndlavela, Patricio Lumumba, S. Damanso, Singatela, Trevo, Tsalala, Unidade D, Vale de Infulene | Matola A, J, H, e D, Fomento, Liberdade, Luís Cabral, Chamanculo C& B, Xipamanine, Aerporto A&B, Munhuana, Mafalala, Urbanização, Costa do Sol, Mutanhana, Magoanine, Bairro Central (Av. 25 de Setembro), Bunhiça e Nkobe |
| Beira | Bairros dos Pioneiros, Matacuane, Mananga, Chota, Muhave e Esturro | Bairros de: Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite e Maraza. |
| Bairros de: Icidua, 7 de Abril, Floresta | Bairros de: Aeroporto, Santágua, Cansa, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita e Torrone. |
| REGIÕES | SUL | CENTRO | NORTE |
|---|---|---|---|
| Vilas e Cidades vulneráveis a inundações | Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Vila de Boane Cidade de Inhambane Nova Mambone Cidade de Chimoio | Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa | Larde Liupo Cuamba Lichinga Pemba Montepuez M. Praia |
| REGIÕES | SUL | CENTRO | NORTE |
|---|---|---|---|
| Vilas e Cidades vulneráveis a inundações | Xai-Xai Chókwè Xinavane Ilha Josina Machel Vila de Boane Cidade de Inhambane Nova Mambone Cidade de Chimoio | Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa | Larde Liupo Cuamba Lichinga Pemba Montepuez M. Praia |
| População em Risco | ||||
|---|---|---|---|---|
| Ventos e chuvas fortes e Vendavais | Inundações (Cidades e Vilas) | Seca | Total do Cenário I | |
| Niassa | 4 900 | 2 600 | 0 | 7 500 |
| Cabo Delgado | 29 400 | 5 400 | 0 | 34 800 |
| Nampula | 19 900 | 12 900 | 0 | 32 800 |
| Zambézia | 21 100 | 11 100 | 34 000 | 66 200 |
| Tete | 3 300 | 500 | 169 600 | 173 400 |
| Manica | 34 900 | 0 | 44 600 | 79 500 |
| Sofala | 22 600 | 54 700 | 22 500 | 99 800 |
| Inhambane | 3 500 | 3 000 | 66 500 | 73 000 |
| Gaza | 23 500 | 8 300 | 238 100 | 269 900 |
| Maputo Província | 12 900 | 7 100 | 51 600 | 71 600 |
| Maputo Cidade | 5 800 | 31 400 | 0 | 37 200 |
| Total | 181 800 | 137 000 | 626 900 | 945 700 |
| Províncias | População em Risco | |||
|---|---|---|---|---|
| Total do Cenário I | Risco de Cheias | Risco de Ciclones | Total do Cenário II | |
| Niassa | 7 500 | 3 900 | 0 | 11 400 |
| Cabo Delgado | 34 800 | 15 400 | 28 200 | 78 400 |
| Nampula | 32 800 | 59 300 | 138 100 | 230 200 |
| Zambézia | 66 200 | 88 000 | 119 900 | 274 100 |
| Tete | 173 400 | 10 400 | 0 | 183 800 |
| Manica | 79 500 | 11 400 | 500 | 91 400 |
| Sofala | 99 800 | 73 200 | 58 600 | 231 600 |
| Inhambane | 73 000 | 4 700 | 33 200 | 110 900 |
| Gaza | 269 900 | 2 200 | 3 400 | 275 500 |
| Maputo Província | 71 600 | 7 800 | 6 400 | 85 800 |
| Maputo Cidade | 37 200 | 0 | 7 700 | 44 900 |
| Total | 945 700 | 276 300 | 396 000 | 1 618 000 |
| Tabela 4: Províncias e Populações Vulneráveis as Calamidades do Cenário III | |||
|---|---|---|---|
| Província | População em Risco | ||
| Total do Cenário II | Sismos | Total do Cenário III | |
| Niassa | 11 400 | 9 800 | 21 200 |
| Cabo Delgado | 78 400 | 4 600 | 83 000 |
| Nampula | 230 200 | 20 100 | 250 300 |
| Zambézia | 274 100 | 7 600 | 281 700 |
| Tete | 183 800 | 11 900 | 195 700 |
| Manica | 91 400 | 17 300 | 108 700 |
| Sofala | 231 600 | 23 200 | 254 800 |
| Inhambane | 110 900 | 15 600 | 126 500 |
| Gaza | 275 500 | 2 700 | 278 200 |
| Maputo Província | 85 800 | 16 100 | 101 900 |
| Maputo Cidade | 44 900 | 77 100 | 122 000 |
| Total | 1 618 000 | 206 000 | 1 824 000 |
| Província | População em Risco | ||
|---|---|---|---|
| Total do Cenário II | Sismos | Total do Cenário III | |
| Niassa | 11 400 | 9 800 | 21 200 |
| Cabo Delgado | 78 400 | 4 600 | 83 000 |
| Nampula | 230 200 | 20 100 | 250 300 |
| Zambézia | 274 100 | 7 600 | 281 700 |
| Tete | 183 800 | 11 900 | 195 700 |
| Manica | 91 400 | 17 300 | 108 700 |
| Sofala | 231 600 | 23 200 | 254 800 |
| Inhambane | 110 900 | 15 600 | 126 500 |
| Gaza | 275 500 | 2 700 | 278 200 |
| Maputo Província | 85 800 | 16 100 | 101 900 |
| Maputo Cidade | 44 900 | 77 100 | 122 000 |
| Total | 1 618 000 | 206 000 | 1 824 000 |
| Província | Escolas e Salas em Risco | População em Risco | ||
|---|---|---|---|---|
| Escolas | Salas | Alunos | Professores | |
| Cidade Maputo | 3 | 40 | 5 686 | 91 |
| Maputo Província | 15 | 204 | 75 113 | 822 |
| Gaza | 639 | 3 810 | 279 602 | 6 020 |
| Inhambane | 747 | 4 024 | 169 290 | 2 259 |
| Sofala | 425 | 1 441 | 158 718 | 2 915 |
| Manica | 314 | 1 360 | 93 246 | 2 367 |
| Tete | 216 | 432 | 67 573 | 1 536 |
| Zambézia | 611 | 1 235 | 61 750 | 645 |
| Nampula | 509 | 2 153 | 146 765 | 4 182 |
| Cabo-Delgado | 102 | 606 | 49 438 | 1 139 |
| Niassa | 146 | 372 | 18 600 | 533 |
| Total | 3 727 | 15 677 | 1 125 781 | 22 509 |
| Perigo | Áreas em risco (ha) | Produtores em risco | Sementes (tons) | Custo (Mt) |
|---|---|---|---|---|
| Seca | 150.000 | 125.395 | 600 | 120.000 |
| Inundações/Cheias | 250.000 | 300.000 | 500 | 100.000 |
| Ciclones | 50.000 | 50.000 | 250 | 50.000 |
| Total | 450.000 | 160.895 | 1.350 | 270.000 |
| Perigo | Áreas em risco (ha) | Produtores em risco | Sementes (tons) | Custo (Mt) |
|---|---|---|---|---|
| Seca | 150.000 | 125.395 | 600 | 120.000 |
| Inundações/Cheias | 250.000 | 300.000 | 500 | 100.000 |
| Ciclones | 50.000 | 50.000 | 250 | 50.000 |
| Total | 450.000 | 160.895 | 1.350 | 270.000 |
| Tabela7:Actividadessectoriaisnocontextoderespostaegestãodeemergências | Recuperação | Implementaçãodaestratégia multissectorialderecuperação (reassentamento,reconstrução assistênciaalimentar,projecto degeraçãoderenda) Implementaçãodeactividades específicasderecuperaçãode meiosdevida; Monitoriadaimplementação integradadasactividadese programasderecuperação; |
|---|---|---|
| Resposta | Operacionalizaçãodoplanode contingência; Realizaçãodeavaliaçõesrápidasdas necessidadesparainformaroplanode resposta; Provimentodeassistênciacoordenada eatempada,àspessoasafectadas,em bensalimentaresenãoalimentares; Elaboraçãodoplanode reassentamentodaspopulações deslocadas; Preparaçãodosapelosdeajuda humanitáriaemobilizaçãoderecursos adicionais; Coordenaçãodaavaliaçãode necessidadespósdesastres(ANPD); Elaboraçãodoplano/estratégia multissectorialderecuperaçãopós emergênciacombasenosresultados daANPD. | |
| Prontidão | Realizaçãodeexercíciosdesimulaçãode emergências; Actualização,harmonizaçãoedivulgação doplanodecontingêncianacionalatodos osníveis; RevitalizaçãodosCLGRC; TreinamentodeJornalistas; ManutençãoemalertaosCLGRCdas zonasdealtorisco; Divulgaçãodasrotasdeevacuaçãoe locaisparaabrigotemporário; Divulgaçãodoslocaissegurospara preposicionamentodebensalimentarese nãoalimentares; Pré-posicionamentomeioshumanos, materiaiseequipamentospararesposta; Intensificaçãodeactividadesdemonitoria (segurançaalimentarenutricional); Lançamentodeconcursosparaaquisição debensdeemergênciaeassinaturade contratos; | |
| Instituições | INGC |
| Apoiarnoprocessode recuperaçãoatravésda disponibilizaçãopontual demeioshumanose materiais(Ex:montagem detendas,latrinas); Integraçãodaequipada UNAPROCnasmissões de recuperação/reconstrução; Reparaçãoemanutenção dosmeioseequipamento envolvidosnaemergência; Preparareaprontaras forçasemeiosparao períodochuvoso 2020/2021; | Recuperação | Divulgaçãodoplano/estratégia dereconstrução/recuperação conjuntaGovernoeparceiros decooperação; Avaliaçãodograude cumprimentodoplanode respostadeemergência; Mobilizaçãodascomunidades paraparticiparnoprocessode recuperaçãoereconstrução; Avaliaçãoepropostade medidasparaumaresposta melhorada. |
|---|---|---|
| Recolha,processamentoedifusão deinformaçõesaosórgãos decisores; Realizaçãodemissõesdebuscae salvamentodepessoasafectadas pelosdesastres; Apoionareposiçãoda transitabilidadedepessoasebens; Monitoriaregularda implementaçãodoplanode respostaecomunicaraoCTGC. | Resposta | Disseminaçãodainformaçãosobreo fenómenoemcausa; Gestãodadisseminaçãodeinformação pelosórgãosdecomunicação; Intensificaçãodosapelosàs comunidadesnaszonasderisco; Divulgaçãoaosórgãosde comunicaçãoograudeimplementação daacçãohumanitáriadoGovernoe parceirosdecooperação,incluindo HCT. |
| Elaboraçãodoplanodeoperações (projecçãodeforçasemeios) Preparaçãodeforçasemeiosparao pré-posicionamentoeenvolvimentona respostaerecuperaçãopósdesastre; Ensaiodosmeiosdebuscae salvamentoedetravessias; Disseminaçãodeinformaçõesde sensibilizaçãoàspopulaçõesque vivememzonasderisco,sobrea iminênciadecalamidades; | Prontidão | Avaliaçãodograudefuncionamentoe operacionalidadedossistemasemeiosde comunicação; Designaçãodoporta-vozparaemergência; Produçãoedisseminaçãodeinformação atempadaeprecisaaosórgãosde comunicaçãooficiais; Pré-posicionamentodemateriale equipamentosdecomunicação; Divulgaçãoepartilhadoplanode contingêncianacionalaosdiversosníveis. |
| UNAPROC | Instituições | GABINFO |
| Recuperação |
|---|
| Resposta |
| Prontidão |
| Instituições |
| oaparecimentodedoenças infectocontagiosas; Promoçãoeintensificaçãoda realizaçãodebanhos carracicidasedesparasitaçõese otratamentosdeanimaisnas zonasafectadas; Disponibilizaçãode medicamentos,drogas carracicidas,desinfetantese suplementosparaaszonasde difícilacesso; Atualizaçãodoregistoe identificaçãodosanimaispara prevenirconflitosdepossede animaisperdidosdevidoas calamidades; Elaboraçãoeimplementação doplanoderecuperação. Adopçãodetecnologiasde captaçãoeconservaçãode água(reservatóriosescavados, cisternas); Promoçãodetécnicasde agriculturadeconservaçãoeo usodetecnologiasdeirrigação debaixoconsumodeágua; | Recuperação | Avaliaçãodocomportamento dosfenómenos meteorológicoseseus impactosnaplanificaçãoe execuçãodos |
|---|---|---|
| Resposta | Intensificaçãodamonitoriados fenómenosmeteorológicos; Divulgaçãodosavisosealertascom indicaçãodamagnitudedofenómeno ezonasderisco; | |
| naeventualidadedecheiaseinundações; Realizaçãodetreinoemtécnicasde conservaçãodopasto(feno),deblocos tradicionaiseconservaçãodeforragens paraépocaseca; Promoveraconservaçãodeforragenspara épocasecaeaproduçãodesuplementos paraosanimais; Reabilitaçãodecorredoresdetratamento, chuveirosereabilitaçãodepontosde abeberamento; Edificaçãodeinfraestruturasde assistência(corredoresdetratamento, chuveiros)edepontosdeabeberamento; naszonasderefúgiodogadoeassegurara suamanutençãonoslocaisdeorigemdos animais; Monitoriapermanentedasituação sanitáriacomenfoqueparaaFebre Aftosa,FebredoValedoRiftedoençade LingaAzul; Promoçãodoregistoeidentificaçãodos animaisparaprevenirconflitosdeposse deanimaisperdidosdevidoas calamidades. | Prontidão | Interpretaçãoedivulgaçãodaprevisão climáticasazonaleimplicaçõesparaos diversospontosdopaís; Monitoriapermanentementedos fenómenosmeteorológicos; |
| Instituições | MTC/INAM |
Fonte textual acessível e tabelas
- Texto do artigo, página 1: CONSELHO DE MINISTROS
- Texto do artigo, página 1: Resolução n.º 66/2019
- Texto do artigo, página 1: de 2 de Dezembro
- Texto do artigo, página 1: Tornando-se necessário aprovar o Plano Anual de Contingência 2019-2020 que serve de base para o processo de mitigação e gestão de desastres, ao abrigo do artigo 12 da Lei n.º 15/2014, de 20 de Junho, que aprova o regime jurídico da gestão das calamidades, o Conselho de Ministros determina:
- Número ou marcador, página 1: Artigo 1. É aprovado o Plano Anual de Contingência 20192020, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
- Número ou marcador, página 1: Art. 2. A presente Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
- Texto do artigo, página 1: Aprovada pelo Conselho de Ministros, aos de Novembro de 2019. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
- Texto do artigo, página 2: Plano Anual de Contingência 2019-2020
- Texto do artigo, página 2: Sumário Executivo
- Texto do artigo, página 2: Moçambique é um dos Países africanos mais vulneráveis aos desastres, devido nomeadamente à sua localização geográfica e nível de pobreza. Nos últimos 40 anos, a elevada frequência, alternância e intensidade de eventos climáticos extremos passou a constituir uma ameaça crescente ao desenvolvimento socioeconómico nacional. Anualmente, cerca de 60 por cento da população e aproximadamente 40 por cento do Produto Interno Bruto fica exposta a dois ou mais eventos extremos.
- Texto do artigo, página 2: Ao abrigo do disposto no artigo 12 da Lei n.º 15/2014 (Lei de Gestão de Calamidades), é elaborado anualmente um Plano de Contingência para a mitigação e gestão do risco de desastres que contempla intervenções intersectoriais destinadas a uma rápida resposta e recuperação resiliente pós-desastres.
- Texto do artigo, página 2: A previsão climática sazonal para a época 2019-2020 na SADC, divulgada em Agosto de 2019 pelo Fórum Regional de Previsão Climática para a África Austral (SARCOF), foi ajustada para o contexto climatológico de Moçambique e interpretada para a hidrologia, agricultura e Saúde.
- Texto do artigo, página 2: Assim, as previsões para o trimestre Outubro/Novembro/Dezembro de 2019 indicam a probabilidade de chuvas normais com tendência para abaixo do normal em toda a extensão das províncias de Cabo Delgado, Nampula e Niassa, e os distritos a norte da província da Zambézia; chuvas normais para os distritos da parte central da província da Zambézia e a parte sul da província de Tete e chuvas normais com tendência para acima do normal para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica e Sofala, sul da província da Zambézia e grande extensão da província de Tete.
- Texto do artigo, página 2: Por seu turno, o trimestre Janeiro/Fevereiro/Março de 2020 poderá registar chuvas normais com tendência para acima do normal nos distritos da parte leste-a-sul de Tete, províncias de Niassa, Cabo Delgado, Zambézia, grande extensão de Sofala, e nos distritos a leste da província de Manica; chuvas normais nos distritos a norte de Cabo Delgado, centro-a-oeste de Tete, a faixa ocidental de Manica; e chuvas normais com tendência para abaixo do normal nos distritos a sul de Manica e Sofala, as províncias de Inhambane, Gaza e Maputo.
- Texto do artigo, página 2: O prognóstico hidrológico, para o período Outubro-Novembro-Dezembro de 2019, aponta a possibilidade de um Risco Moderado de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Mutamba, Inhanombe, Save, Búzi, Savane, Púngoè, Zambeze, Licungo. Meluli, Mecuburi, Messalo, Megaruma e Montepuez.
- Texto do artigo, página 2: No período Janeiro-Fevereiro-Março de 2020, prevê-se: (i) risco moderado nas bacias hidrográficas de Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Save, Lúrio, Lugenda, Ligonha e Monapo; (ii) risco moderado a alto nas bacias hidrográficas do Búzi, Púngoè, Zambeze, Namacura, Meluli, Mecuburi, Megaruma , Montepuez, e Messalo; e (iii) risco alto na bacia hidrográfica do Licungo.
- Texto do artigo, página 2: Segundo as previsões climáticas o Sector de Agricultura perspectiva uma campanha agrícola boa, sobretudo nas regiões Centro e Norte.
- Texto do artigo, página 2: Assim, para a região Sul, em toda a época (OND-2019 e JFM 2020) em geral espera-se um índice de satisfação das necessidades hídricas baixo à médio e recomenda-se uma monitoria permanente e desenho de plano de intervenção para a 2.ª época agrícola.
- Texto do artigo, página 3: Para as regiões Centro e Norte, Espera-se em geral, um índice de satisfação das necessidades hídricas alto, um bom desenvolvimento das culturas e uma antevisão boa da campanha.
- Texto do artigo, página 3: Por outro lado, espera-se períodos de irregularidade das chuvas nos distritos semiáridos das regiões Centro e Sul, o que poderá originar stress hídrico e influenciar negativamente nos rendimentos das culturas, principalmente nas sementeiras tardias.
- Texto do artigo, página 3: Para os dois períodos e com destaque para o período JFM-2020, espera-se situações extremas de inundações localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas.
- Texto do artigo, página 3: A análise das ameaças da época, dos factores de vulnerabilidade e das condições de contenção do risco permitiram construir os seguintes cenários de risco:
- Texto do artigo, página 3: Cenário I – Um total de 946 mil pessoas em risco de serem afectadas por ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas. Cenário II – Fenómenos do Cenário I (ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas) adicionados a ocorrência de cheias de magnitude alta e ciclones, elevando para 1.618.000 o número de pessoas em risco. Cenário III - Combinação do Cenário II acrescido a ocorrência de sismos, totalizando 1.800.000 o número de pessoas em risco.
- Texto do artigo, página 3: Com base nas análises técnicas feitas, associadas as experiências dos anos anteriores, chegou-se a conclusão de que o Cenário II é o mais provável de ocorrer no Pais sem, contudo, descartar a possibilidade de ocorrência do cenário extremo. Outro factor a ter em conta, na época 2019-2020, é a situação da insegurança alimentar e nutricional que está a afectar cerca de 2 milhões de pessoas que necessitam de assistência imediata para fortalecer a sua capacidade de resiliência.
- Texto do artigo, página 3: O orçamento global projectado para o Cenário II do Plano presente de Contingência é de cerca de 2.1 mil milhões de meticais. A luz do Decreto que cria o Fundo de Gestão de Calamidades e que fixa 0,1% do Orçamento o Estado, está projectada a alocação de pelo menos 300 milhões de Meticais, como contribuição do Governo, para operacionalização do Plano de Contingência 2019/2020. Adicionalmente, o Banco Mundial, no âmbito do projecto de Gestão do Risco de Desastres e Resiliência, dispõe de 540 milhões de meticais para 2020, elevando para 840 milhões de meticais os fundos disponíveis para o presente Plano de Contingência.
- Texto do artigo, página 3: Tendo em conta que a resposta aos eventos previstos no Cenário II vai custar cerca 2.2 mil milhões de meticais, há défice de 1.2 mil milhões meticais que deverão ser mobilizados junto dos parceiros de cooperação.
- Texto do artigo, página 3: 2
- Número ou marcador, página 4: 1. Introdução
- Texto do artigo, página 4: O Plano Anual de Contingência é o documento oficial do Governo de Moçambique que serve de base para o processo de coordenação, resposta e gestão de eventos extremos, sendo os mais frequentes as cheias, ciclones, epidemias e secas. Este documento é elaborado anualmente pelo Conselho Técnico de Gestão de Calamidades (CTGC)1, com o envolvimento da Equipa Humanitária Nacional (HCT)2. Os pressupostos para a elaboração do Plano de Contingência são: o balanço da época chuvosa anterior, a previsão climática sazonal3 e a sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura eSaúde.
- Texto do artigo, página 4: O Plano de Contingência (PC) para a época 2019-2020 tem como objectivos Reduzir a perda de vidas humanas e destruição de infraestruturas vitais em Moçambique, assim como assegurar a rápida assistência humanitária e a normalização da vida dos afectados pelos eventos extremos. Neste sentido, este PC destaca os seguintes aspectos:
- Texto do artigo, página 4: • Principais ameaças susceptiveis de causar situações de emergência; • Zonas de risco e possíveis impactos; • Actividades sectoriais de prontidão, resposta e recuperação; • Recursos disponíveis e necessários para a resposta e gestão de desastres.
- Texto do artigo, página 4: O Plano de Contingência é elaborado em moldes descentralizado a partir de dados colhidos e sistematizados a nível distrital e provincial. A globalização dos dados é feita pelo Conselho Técnico de Gestão de Calamidades, nível central, num processo que culmina com a sua aprovação pelo Conselho de Ministros.
- Número ou marcador, página 4: 2. Balanço da Época Chuvosa 2018/2019
- Texto do artigo, página 4: 2.1 Situação Meteorológica na época 2018/2019 A queda de chuvas no Pais, entre os meses de Outubro e Dezembro de 2018, esteve próximo do normal climatológico, exceptuando as províncias da região sul e parte da província de Manica, onde a precipitação esteve abaixo do normal. As províncias de Nampula e Cabo Delgado, registaram uma precipitação acima do normal nesse período.
- Texto do artigo, página 4: No trimestre JFM de 2019, o País registou precipitação normal, excepto parte da província de Cabo delgado, pequena parte (central) da província de Nampula e faixa costeira da província de Maputo, que teve o registo de chuvas acima do normal. Grande parte das províncias de Gaza e Tete tiveram chuvas abaixo do normal climatológico.
- Texto do artigo, página 4: A actividade ciclónica durante a época chuvosa 2018/2019 na bacia do sudoeste do oceano Índico, foi marcada pela formação de 15 sistemas tropicais (Depressões e Ciclones) dos quais três (DESMOND, IDAI e KENETH) formaram-se no Canal de Moçambique e atingiram a costa moçambicana, tendo
- Texto do artigo, página 4: 1 Integram o CTGC sectores ou instituições do Governo ligadas a prevenção, gestão e redução do risco de desastres 2A HCT é constituída pelas Agências do Sistema das Nações Unidas e Organizações da Sociedade Civil que trabalham na área de redução do Risco de Desastres. 3 A previsão Climática Sazonal é feita anualmente em Agosto pelo Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática (SARCOF) e mostra a provável distribuição espacial da quantidade e queda de chuvas na SADC entre os meses de Outubro e Março.
- Texto do artigo, página 5: afectado as províncias de Sofala e Zambézia (DESMOND), Inhambane, Sofala, Tete, Manica e Zambézia (IDAI), Cabo Delgado e Nampula (KENNETH).
- Texto do artigo, página 5: 2.2 Avaliação do Ano Hidrológico 2018/2019
- Texto do artigo, página 5: No trimestre JFM2019 as bacias das regiões Centro e Norte registaram incremento causando inundações de Magnitude Moderada à Alta nas bacias hidrográficas do Save, Licungo, Namacura, Meluli, Mecuburi, Messalo e Megaruma e de Magnitude Alta nas bacias hidrográficas do Búzi, Púngoè, Savane e Revubuè (Sub-bacia do Zambeze). No mesmo período foram registadas inundações urbanas de Magnitude Moderada à Alta nas cidades de Beira, Quelimane, Pemba, Vilas do Búzi e Nhamatanda. Igualmente registou-se erosão nas cidades de Pemba, Nampula e Nacala.
- Texto do artigo, página 5: As principais albufeiras das regiões Centro e Norte registaram um incremento significativo do volume de enchimento, com destaque para a barragem de Nampula que atingiu 100% de enchimento. Entretanto, as albufeiras da região Sul, nomeadamente Pequenos Libombos, Corumana e Massingir registaram baixo volume de enchimento devido a fraca afluência, e terminaram a época chuvosa com um nível inferior a 50%.
- Texto do artigo, página 5: 2.3 Avaliação Geral da Campanha Agrícola 2018/19
- Texto do artigo, página 5: Na campanha agrária 2018/2019 o impacto dos efeitos combinados de estiagem, pragas, inundações afectaram 71 distritos, 496.101 famílias e aproximadamente 813.000 hectares de culturas diversas, com destaque para o milho, feijões e hortícolas diversas e causaram a morte de 5.428 bovinos, 10.305 pequenos ruminantes, e 3.191 suínos.
- Texto do artigo, página 5: Na região Sul, as províncias de Maputo e Gaza, devido a irregularidade das chuvas ficaram afectados 125.855 ha e mais de 60.613 famílias.
- Texto do artigo, página 5: Na região Centro e Norte, pela passagem do ciclone IDAI e tempestade Desmond, ficaram assoladas cinco (5) províncias nomeadamente, Inhambane, Manica, Sofala, Tete e Zambézia onde mais de 433.056 famílias foram afectadas, e cerca de 684.171 ha de culturas diversa perdidas. As províncias mais afectadas foram Manica e Sofala, representando cerca de 84% das perdas e prejuízos do sector agrário das áreas afectadas.
- Texto do artigo, página 5: 2.4 Impacto dos fenómenos ocorridos na época chuvosa 2018/2019
- Texto do artigo, página 5: Na sequência dos fenómenos registados na época passada, pelo menos 714 pessoas perderam a vida na sua maioria devido a ocorrência do ciclone Idai, e um total de 2.855.000 pessoas ficaram afectadas. Foram registada a destruição de habitações, infraestruturas sociais com maior incidência para as vias de acesso, sobretudo nas zonas afectadas pelos ciclones Idai e Kenneth.
- Texto do artigo, página 5: Em resposta a situação calamitosa causada pelos ciclones Idai e Kenneth, o Governo aprovou um Plano de Reconstrução e por vários constrangimentos a presente época chuvosa inicia antes do arranque das acções previstas no referido plano.
- Texto do artigo, página 5: 4
- Número ou marcador, página 6: 3. Previsão Climática Sazonal 2019/2020
- Texto do artigo, página 6: 3.1 Antevisão da precipitação para o período de outubro 2019 à março 2020
- Texto do artigo, página 6: O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prognostica para o período OND 2019 uma maior probabibilidade de ocorrência de:
- Número ou marcador, página 6: i) Chuvas normais com tendência para abaixo do normal - Chuvas normais com tendência para abaixo do normal em toda a extensão das províncias de Cabo Delgado e Nampula, Niassa e os distritos a norte da província da Zambézia;
- Número ou marcador, página 6: i) ii) iii)
- Número ou marcador, página 6: i) Chuvas normais: para os distritos da parte central da província da Zambézia e a parte sul da província de Tete e; ii) Chuvas normais com tendência para acima do normal: para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica e Sofala, centro a sul da província da Zambézia e grande extensão da província de Tete.
- Texto do artigo, página 6: Mapa 1: Previsão da precipitação para o período OND 2019. Para o período JFM de 2020, o INAM prevê maior probabilidade de ocorrência de: iii) Chuvas normais com tendência para acima do normal: para os distritos da parte leste-a-sul de Tete, as províncias de Niassa, Cabo Delgado, Zambézia, grande extensão de Sofala, e os distritos a leste da província de Manica; iv) Chuvas normais: para os distritos a norte de Cabo Delgado, centro-a-oeste de Tete e a faixa ocidental de Manica e;
- Número ou marcador, página 6: v) Chuvas normais com tendência para abaixo do normal: para os distritos a sul de Manica e Sofala, as províncias de Inhambane, Gaza e Maputo. Mapa 2: Previsão da precipitação para JFM 2020.
- Número ou marcador, página 6: i) ii) iii)
- Texto do artigo, página 7: 3.2. Previsão Hidrológica
- Texto do artigo, página 7: N
- Texto do artigo, página 7: 3.2.1. Análise de Risco de Cheias nas Bacias Hidrográficas Para a elaboração da previsão hidrológica foram considerados os seguintes pressupostos:
- Texto do artigo, página 7: (i) Interpretação quantitativa das previsões do SARCOF e INAM; (ii) Índice de humidade do solo; (iii) Nível de enchimento das albufeiras nacionais e dos países a montante; e (iv) Nível de vulnerabilidade das bacias em relação as medidas de defesa.
- Texto do artigo, página 7: No período de OND 2020, prevê-se:
- Número ou marcador, página 7: 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Limpopo, Inharrime, Govuro, Ligonha, Lúrio, Rovuma.
- Número ou marcador, página 7: 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Mutamba, Inhanombe, Save, Búzi, Savane, Púngoè, Zambeze, Licungo. Meluli, Mecuburi, Messalo, Megaruma e Montepuez.
- Texto do artigo, página 7: Mapa 3: Previsão Hidrológica OND 2019 No Período de JFM 2020, prevê-se: Baixo - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inharrime, Govuro e Bacias Costeiras da Província de Cabo Delgado. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Save, Lúrio, Lugenda, Ligonha e Monapo. Alto - Bacias Hidrográficas do Licungo. Mapa 4: Previsão Hidrológica OND 2019
- Texto do artigo, página 7: N
- Texto do artigo, página 7: 6
- Texto do artigo, página 8: 3.2.2 Análise de riscos de cheias Urbanas Relativamente as cidades e vilas que poderão sofrer inundações urbanas em consequência de chuvas acima do normal que se esperam para os períodos OND2019 e JFM2020, há que destacar os bairros urbanos da cidade de Maputo, Matola, Beira e Quelimane, conforme ilustram os mapas abaixo.
- Texto do artigo, página 8: Cidade
Risco Moderato Alto
Risco Alto
Maputo/Matola
Bairros 25 de Junho A, Acordos de Lusaka, Machava A, Matola Gare,
Ndlavela, Patricio Lumumba, S. Damanso, Singatela, Trevo, Tsalala, Unidade D, Vale de Infulene
Matola A, J, H, e D, Fomento, Liberdade, Luís Cabral, Chamanculo C& B, Xipamanine, Aerporto A&B, Munhuana, Mafalala, Urbanização, Costa do Sol, Mutanhana, Magoanine, Bairro Central (Av. 25 de Setembro), Bunhiça e Nkobe
Beira
Bairros dos Pioneiros, Matacuane, Mananga, Chota, Muhave e Esturro
Bairros de: Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite e Maraza.
Bairros de: Icidua, 7 de Abril, Floresta
Bairros de: Aeroporto, Santágua, Cansa, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita e Torrone.
Cidade Risco Moderato Alto Risco Alto Maputo/Matola Bairros 25 de Junho A, Acordos de Lusaka, Machava A, Matola Gare, Ndlavela, Patricio Lumumba, S. Damanso, Singatela, Trevo, Tsalala, Unidade D, Vale de Infulene Matola A, J, H, e D, Fomento, Liberdade, Luís Cabral, Chamanculo C& B, Xipamanine, Aerporto A&B, Munhuana, Mafalala, Urbanização, Costa do Sol, Mutanhana, Magoanine, Bairro Central (Av. 25 de Setembro), Bunhiça e Nkobe Beira Bairros dos Pioneiros, Matacuane, Mananga, Chota, Muhave e Esturro Bairros de: Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite e Maraza. Bairros de: Icidua, 7 de Abril, Floresta Bairros de: Aeroporto, Santágua, Cansa, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita e Torrone. - Texto do artigo, página 8: Risco de Cheias (OND-19 & JFM-20) Baixo (0-25%) Moderado (25-50%) Moderado a Alto (50-75%) Alto (75-100%)
- Texto do artigo, página 8: Risco de Cheias (OND-19 & JFM-20) Baixo (0-25%) Moderado (25-50%) Moderado a Alto (50-75%) Alto (75-100%)
- Texto do artigo, página 8: 7
- Texto do artigo, página 9: Além das cidades acima referidos, há risco de ocorrência de inundações urbanas nas vilas e cidades constantes da tabela 1.
- Texto do artigo, página 9: Tabela 1: Regioes Vulneraveis as Inundações
- Texto do artigo, página 9: REGIÕES
SUL
CENTRO
NORTE
Vilas e Cidades vulneráveis a inundações
Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Vila de Boane Cidade de Inhambane Nova Mambone Cidade de Chimoio
Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa
Larde Liupo Cuamba Lichinga Pemba Montepuez M. Praia
REGIÕES SUL CENTRO NORTE Vilas e Cidades vulneráveis a inundações Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Vila de Boane Cidade de Inhambane Nova Mambone Cidade de Chimoio Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa Larde Liupo Cuamba Lichinga Pemba Montepuez M. Praia - Texto do artigo, página 9: Além das cidades acima referidos, há risco de ocorrência de inundações urbanas nas vilas e cidades constantes da tabela 1.
Tabela 1: Regioes Vulneraveis as Inundações
REGIÕES SUL CENTRO NORTE
Vilas e Cidades vulneráveis a inundações
Xai-Xai; Chókwè; Xinavane; Ilha Josina Machel; Vila de Boane; Cidade de Inhambane; Nova Mambone; Cidade de Chimoio
Zumbo; Mutarara; Beira; Quelimane; Dondo; Búzi; Marromeu; Caia; Machanga; Mopeia; Morrumbala; Maganja da Costa
Larde; Liupo; Cuamba; Lichinga; Pemba; Montepuez; M. Praia
REGIÕES SUL CENTRO NORTE Vilas e Cidades vulneráveis a inundações Xai-Xai Chókwè Xinavane Ilha Josina Machel Vila de Boane Cidade de Inhambane Nova Mambone Cidade de Chimoio Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa Larde Liupo Cuamba Lichinga Pemba Montepuez M. Praia - Texto do artigo, página 9: 3.3. Interpretação da Previsão da Época Chuvosa 2019/2020 na Agricultura
- Texto do artigo, página 9: Para a elaboração do cenário agrícola, foram considerados os seguintes pressupostos:
- Texto do artigo, página 9: i. Interpretação quantitativa da previsão climática sazonal do INAM; ii. Dados históricos da precipitação acumulada de Outubro a Dezembro e de Janeiro a Março; iii. Dados históricos da Evapotranspiração Potencial (ETP) acumulada para iguais períodos; e iv. Décadas de sementeiras. Para o período OND 2019, prevê-se:
- Número ou marcador, página 9: i) Índice de Satisfação Hídrica das Culturas (ISNH) –
- Texto do artigo, página 9: Região Norte: Províncias de Niassa e Cabo Delgado esperase ISNH alto (85 à 100%) e na província de Nampula, ISNH moderado (75 à 85 %).
- Texto do artigo, página 9: Região Centro: Nas províncias de Manica, Sofala, planalto de Tete e planalto da Zambézia, espera-se ISNH alto (85 à 100%). Na maioria dos distritos da Zambézia e em distritos semiáridos das províncias de Tete, Sofala e Manica esperase ISNH moderado (75 à 85%).
- Texto do artigo, página 9: Região Sul: Nas províncias de Maputo, Gaza e Inhambane, espera-se ISNH moderado (75 à 85%).
- Texto do artigo, página 9: Mapa 5: indice de Satisfacao Hidrica das Culturas
- Texto do artigo, página 9: 8
- Texto do artigo, página 10: Período de Janeiro-Fevereiro-Marco (JFM-2020)
- Texto do artigo, página 10: Janeiro-Fevereiro-Março de 2020 Baixo (≤ 75%) Médio (75-85%) Alto (85-100%)
- Texto do artigo, página 10: Região Norte: Nas províncias de Niassa, Nampula e Cabo Delgado espera-se o ISNH alto (85 à 100%).
- Texto do artigo, página 10: Região Centro: Em geral, nas províncias de Manica, Sofala, Tete e Zambézia espera-se ISNH alto (85 à 100%), com excepção dos distritos ao sul das províncias de Tete, Manica e Sofala onde se espera ISNH moderado (75 a 85%).
- Texto do artigo, página 10: Região Sul: Em geral nas províncias de Maputo, Gaza e Inhambane, espera-se o ISNH baixo (>70 ).
- Texto do artigo, página 10: Mapa 6: Previsão de ISNH JFM 2020
- Texto do artigo, página 10: 3.3.1 Recomendações Agrotécnicas a serem observadas
- Texto do artigo, página 10: Disseminar o prognóstico e suas recomendações agrotécnicas em todas as províncias e distritos usando canais múltiplos; Sensibilizar os produtores a produzir tendo em conta o comportamento da época chuvosa prevista e as recomendações agrotécnicas elaboradas para as diferentes regiões do país; Sensibilizar os provedores de factores de produção para a disponibilização atempada aos produtores de insumos (utensílios, enxadas, maquinarias, sementes certificadas, fertilizantes, pesticidas, fármacos, entre outros); Orientar e incentivar os produtores para produzir sementes localmente; Garantir a assistência técnica aos produtores e transferir tecnologias de baixo custo Monitorar as zonas de maior risco de eclosão das pragas migratórias e doenças. Assegurar a disponibilidade atempada de pesticidas para o controle sustentável destas e realizar prospeções; Treinar os produtores em técnicas de conservação das pastagens (feno) e produção de blocos nutricionais. Fazer a manutenção das infraestruturas de tratamento e abeberamento do gado. Garantir a disponibilização das vacinas, drogas e suplementos para os animais em tempo útil; Sensibilizar os produtores para o uso e aproveitamento integral de sistemas de regadio e aproveitamento das baixas para produção de culturas de ciclo curto. Garantir a limpeza das valas de drenagem e uso de tecnologias de captação e conservação de água; Disponibilizar informação sobre crédito com taxas de juros baixas e bonificadas; Disponibilizar informação sobre mercados e unidades de agro-processamento.
- Texto do artigo, página 10: 9
- Texto do artigo, página 11: 3.4 Interpretação da previsão da época chuvosa 2019/2020 na Saúde
- Texto do artigo, página 11: Considerando a ocorrência de inundações em algumas regiões do pais, emerge a preocupação dos efeitos sobre a saúde da população, o ambiente, e os serviços de saúde. Entre os principais impactos à saúde destacam-se:
- Texto do artigo, página 11: • Aumento súbito do número de óbitos; • Ocorrência de traumatismos, afogamentos e outros problemas de saúde que excedem a capacidade de resposta dos serviços locais de saúde; • Dano ou destruição da infraestrutura física e de funcionamento dos serviços de saúde, incluindo os arquivos, com consequente perda de dados e de informações; • Impacto nos recursos humanos comprometendo o funcionamento dos serviços; • Destruição do sistema de abastecimento de agua, do sistema de drenagem entre outros, com consequente interrupção na distribuição de água, e aumento do risco de contaminação da água e dos alimentos por micro-organismos; • Aumento da ocorrência de doenças infecciosas (respiratórias, de transmissão hídrica e de origem alimentar) e agravamento das doenças crônicas, assim como o surgimento de transtornos mentais principalmente quando ocorrem perdas familiares, econômicas, materiais ou quando há necessidade de ir para centros de acomodação; • Escassez de alimentos, podendo ocasionar problemas nutricionais, especialmente nos casos de inundações prolongadas.
- Texto do artigo, página 11: 3.4.1. Impacto na saúde- Previsão de ocorrência de casos de malária no país Para a elaboração do risco de casos de malária, foram considerados os seguintes pressupostos:
- Texto do artigo, página 11: Interpretação quantitativa da previsão climática sazonal do INAM; Dados de precipitação acumulada de Outubro a Dezembro e de Janeiro a Março (período de 2000 a 2018); Dados de casos de malária agregados pelos trimestres de Outubro a Dezembro e de Janeiro a Março (período de 2000 a 2018).
- Texto do artigo, página 11: Tomando em consideração os pressupostos, para o período OND 2019 espera-se:
- Texto do artigo, página 11: •
- Texto do artigo, página 11: • Alto risco de ocorrência de casos de malária nas províncias da região centro e norte, principalmente no litoral de Zambézia e toda a extensão da província de Nampula. • Risco moderado de casos de malária, na região sul e centro, excluindo as províncias de Maputo, Gaza e região central da província de Cabo Delgado. • Baixo risco de ocorrência de casos de malária, nas províncias de Maputo, Gaza e região central das províncias de Tete e Cabo Delgado.
- Texto do artigo, página 11: Mapa 7: Risco de casos de Malária no período OND.
- Texto do artigo, página 12: Para o período JFM 2020, prevê-se:
- Texto do artigo, página 12: JFM 2020 Baixo Moderado Alto
- Texto do artigo, página 12: Alto risco de ocorrência de casos de malária nas províncias de Zambézia e Nampula, principalmente ao nível da região costeira; Risco moderado de casos de malária, em todo o país, do sul ao norte do país, principalmente nas províncias do oeste.
- Texto do artigo, página 12: Baixo risco de ocorrência de casos de malária na região sul principalmente na província de Gaza.
- Texto do artigo, página 12: Mapa 8: Risco de casos de Malária no período JFM 2019. 3.4.1 Previsão de Ocorrência de Casos de Diarreias no País Para a análise do risco de cólera foram considerados os seguintes pressupostos: Dados nacionais referentes aos casos de cólera registados nos últimos cinco anos (2013-2018); Dados de casos de cólera agregados e cumulativos dos trimestres OND e JFM durante o período de 2013-2018. Tomando em consideração os pressupostos, para o período OND 2019 espera-se: • Alto risco de ocorrência de casos de diarreias na província e cidade de Maputo. • Risco moderado de casos de diarreias, na região sul, centro e norte nomeadamente na zona sul das províncias de Gaza e Inhambane e zona oeste de Tete e noroeste de Niassa. • Baixo risco de ocorrência de casos de diarreias, na região sul estendendo-se até a região centro e norte. Mapa 9: Risco de Ocorrencia de Diarreias OND
- Texto do artigo, página 12: 3.4.2
- Texto do artigo, página 12: OND-2019 Baixo Moderado Alto
- Texto do artigo, página 13: Para o período JFM 2020 espera-se:
- Texto do artigo, página 13: JFM-2020 Baixo Médio Alto N
- Texto do artigo, página 13: • Alto risco de ocorrência de casos de diarreias nas províncias da região centro-norte, principalmente em Sofala, Zambézia e Nampula e também na província e cidade de Maputo. • Risco moderado de casos de diarreias, em quase todo o país, abrangendo a região sul a norte no oeste do país e províncias de Niassa e Cabo Delgado. • Baixo risco de ocorrência de casos de diarreias na região central das províncias de Tete, Manica, Gaza e Inhambane.
- Texto do artigo, página 13: Mapa 10: Risco de Ocorrencia de Diarreias JFM
- Número ou marcador, página 13: 4. Análise do Risco de Calamidades
- Texto do artigo, página 13: A análise de risco feita no presente plano de contingência respeita a definição clássica do risco4.
- Texto do artigo, página 13: 4.1 Principais Ameaças A previsão climática sazonal para a época chuvosa e ciclónica 2019/2020 indica que, no geral, há uma tendência para a ocorrência de chuvas normais para acima do normal para a região sul e uma grande extensão da região centro com excepção da parte norte da província da Zambézia, enquanto que a região Norte poderá registar períodos de chuvas normais com tendência para abaixo do normal entre Outubro e Dezembro de 2019. Para os meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2020, as previsões indicam a ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal, em toda a região Norte e uma grande parte da região Centro do país com excepção da região Sul das províncias de Sofala e Manica, enquanto que a região Sul poderá registar chuvas normais com tendência para abaixo do normal.
- Texto do artigo, página 13: As chuvas previstas poderão resultar em risco moderado a alto de cheias e inundações no país. Entre Outubro e Dezembro de 2019 prevê-se risco baixo de inundações para a região sul das bacias do Maputo, Umbelúzi, Incomati, Limpopo e Govuro, enquanto que nas bacias de Mutamba e Nhanombe se prevê risco moderado. Na região Centro do país prevê-se risco moderado de inundações nas bacias do Save, Búzi, Púngoè, Zambeze e Licungo, enquanto que na região Norte, no geral, prevê-se risco baixo de inundações com excepção das bacias do Meluli, Mecuburi, Megaruma, Montepuez e Messalo aonde se prevê risco moderado de inundações.
- Texto do artigo, página 13: 4A combinação da probabilidade da ocorrência de um evento extremo e o impacto associado a essse evento, tendo em conta elementos de vulnerabilidade e exposição.
- Texto do artigo, página 14: Por outro lado, para o período JFM de 2020, prevê-se risco baixo de inundação nas bacias do Limpopo e Govuro na região Sul e nas bacias costeiras de Cabo Delgado; risco moderado nas bacias de Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Save na região Sul; Raraga, Melela, Molócue, Ligonha, Lúrio, e Rovuma nas regiões Centro e Norte; risco moderado a alto nas bacias de Mutamba e Nhanombe na região Sul, Búzi, Púngoè, Zambeze e Namacurra na região Centro e Meluli, Mecuburi, Megaruma, Montepuez e Messalo na região Norte. Ainda neste período prevê-se risco alto de inundações na bacia do Licungo na região Centro. Prevê-se ainda risco alto de cheias urbanas em algumas cidades importantes como Maputo, Matola, Beira e Quelimane.
- Texto do artigo, página 14: Segundo a Previsão Climática para a Estação Chuvosa 2019-2020 e sua interpretação para Agricultura, perspectiva-se uma boa Campanha Agrícola, sobretudo nas regiões Centro e Norte. Contudo, espera-se no período OND, irregularidade das chuvas nos distritos semiáridos das regiões Centro e Sul, o que poderá originar stress hídrico e influenciar negativamente nos rendimentos das culturas, principalmente nas sementeiras tardias. Por outro lado, no segundo período JFM, espera-se situações extremas de inundações localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas, podendo afectar negativamente a produção agrícola nessas zonas.
- Texto do artigo, página 14: O aquecimento das águas superficiais do Oceano Índico poderá contribuir para a formação de depressões e ciclones tropicais com algum impacto sobre os distritos costeiros e do interior, incluindo cidades e vilas. Igualmente, devido aos sistemas de baixas pressões de origem térmica na região Austral e Central de África, há probabilidade de ocorrência de vendavais e trovoadas.
- Texto do artigo, página 14: O País deverá estar preparado para responder a prováveis situações de epidemias (malária, doenças diarreicas, cólera), deslocados internos devido a combinação de fenómenos naturais extremos (cheias, ciclones, sismos) bem como surto de pragas (lagarta do funil do milho), que podem comprometer a produção agrícola em algumas zonas do País.
- Texto do artigo, página 14: 4.2 Factores de Vulnerabilidade A vulnerabilidade do País aos desastres resulta dos seguintes factores: (i) sua localização à jusante de nove rios internacionais; (ii) a existência de zonas áridas e semiáridas; (iii) a longa extensão do território nacional localizada na zona de convergência intertropical, sujeita a perdas e ganhos excessivos de humidade; (iv) a extensa zona costeira que sofre a influência de depressões e ciclones tropicais e a existência de zonas sísmicas activas. No geral, a vulnerabilidade do país aos perigos naturais deve-se, aos seguintes aspectos:
- Texto do artigo, página 14: • O incremento da frequência e intensidade de eventos extremos como resultado do aquecimento global e das mudanças climáticas; • A fraca implementação sistemática de medidas estruturais e não estruturais críticas de redução de risco de desastres; • A fraca capacidade institucional de prontidão, resposta e rápida recuperação pós emergências especialmente quando os eventos ocorrem simultaneamente em diferentes locais; • A existência de pelo menos 66 novos bairros de reassentamento com cerca de 80 mil pessoas vivendo em abrigos temporários; • A existência de infraestruturas críticas não resilientes nas zonas de elevado risco de desastres;
- Texto do artigo, página 14: 13
- Texto do artigo, página 15: • A existência de assentamentos humanos informais em zonas de risco; • A ocupação das zonas de risco sem consideração das medidas estruturais de redução de risco e incremento da resiliência; • A fraca capacidade institucional para garantir aplicação das leis e políticas referentes ao planeamento físico e ordenamento territorial resultando na ocupação massiva e desordenada das zonas de risco; • A insuficiência de infraestruturas hidráulicas para a regulação dos caudais dos rios; • A fraca capacidade do país para a manutenção de diques de protecção; • A inexistência ou deficiente funcionamento de sistemas de escoamento das águas pluviais e residuais; • A deposição de resíduos sólidos nas valas de drenagem e deficiente limpeza das mesmas.
- Texto do artigo, página 15: A vulnerabilidade do sector de infraestruturas merece uma atenção especial devido ao impacto significativo que este sector tem ciclicamente registado, calculado em termos de danos cumulativos e custo de reconstrução.
- Texto do artigo, página 15: 4.3 Factores de Contenção
- Texto do artigo, página 15: A necessidade de adopção de medidas de redução de risco de desastres em Moçambique é contextual e de carácter socioeconómico imperativo devido aos múltiplos e recorrentes choques que afectam o país, por um lado. Por outro, a integração de medidas de gestão e redução de risco de desastres nas principais políticas públicas como o Programa Quinquenal do Governo 2015-2019 e o Plano Director para Redução do Risco de Desastres 2017-2030 refletem os avanços e firmeza do Governo nesta direcção.
- Texto do artigo, página 15: De entre as medidas e acções realizadas pelo Governo e parceiros de cooperação que contribuem para a redução da vulnerabilidade, destacam-se as seguintes:
- Texto do artigo, página 15: Disponibilizadas plataformas móveis para a travessia de pessoas e bens materiais/equipamentos em caso de corte e interrupções de vias de acesso devido a ocorrência de chuvas intensas ou cheias; Abertos 3 furos de água positivos em Chigubo e 2 em Chibuto; Abertos 4 reservatórios escavados em Matutuine; Implementado o programa de reassentamento nas zonas seguras das Bacias Hidrográficas com maior riscos de inundação do País e outros assentamentos humanos propensos a inundações. Operacionalizada a rede de estações do sistema de aviso de cheias, sendo 30 pluviométricas e 33 hidrométricas para a monitoria hidrológica. Operacionalizado um Sistema de Aviso de cheias, baseado nas comunidades, que abarca 30 estações hidro-meteorológicas em 5 bacias hidrográficas (Limpopo, Save, Buzi, Licungo e Messalo) e que é gerido por 127 Comités Locais de Gestão do Risco de Calamidades,
- Texto do artigo, página 16: Operacionalização de 100 rádios comunitárias que usam línguas locais para a divugação de mensagens sobre as medidas preventivas e informações sobre a ocorrência de eventos extremos; Criado o Programa de Apoio Social Directo Pós Emergência (PASD-PE) que visa reforçar a capacidade de resiliência das comunidades afectadas pelas calamidades no período pôsemergência Capacitação contínua das comunidades através da criação e revitalização de Comités Locais de Gestão de Risco de Calamidades (CLGRC) em locais considerados mais propensos a eventos extremos; Fortalecidos sistemas de gestão de informação e comunicação, como por exemplo com a introdução do sistema de comunicação Data Win. Disponibilidade de veículos aéreos não tripulados, drones, usados para avaliação rápida do impacto do desastre assim como mapeamento de áreas em risco; Realizadas actividades de controlo de foco de infecção de cólera; Realizadas campanhas de vacinação contra a cólera em 2 rondas, com uma vacina oral, nos distritos afectados para indivíduos com maiores de 1 ano de idade, com o objectivo de eliminar a cadeia transmissão, com uma cobertura global de 94% em Sofala e 89,2% em Cabo Delgado. Realizadas campanhas de saúde e nutrição para rastreio de crianças com desnutrição aguda, suplementação com Vitamina A , desparasitação, vacinação e tratamento das doenças mais frequentes na infância
- Texto do artigo, página 16: 4.4 Cenários A definição dos cenários no presente Plano Nacional de Contingência tomou em consideração a multiplicidade de fenómenos de provável ocorrência durante a presente época chuvosa e ciclónica nomeadamente cheias, secas, ciclones, epidemias, vendavais e sismos. Além disso, existe o reconhecimento de que os eventos para cada cenário poderão ocorrer em simultâneo, portanto, há necessidade de racionalizar os recursos disponíveis de modo a garantir a intervenção atempada e apropriada.
- Texto do artigo, página 16: O objectivo principal na definição dos cenários é de estimar a população em risco considerando os seguintes pressupostos: (i) o comportamento da época chuvosa e ciclónica passada e a avaliação do impacto, (ii) as previsões hidro-meteorológicas e da agricultura, (iii) os factores de vulnerabilidade existentes, (iv) os factores de contenção existentes, e (v) o levantamento da população em risco realizado pelas províncias.
- Texto do artigo, página 16: Com base nos pressupostos acima mencionados, estão previstos neste plano três cenários para grupos específicos de fenómenos que poderão ocorrer, tendo como principal foco o seu impacto sobre às populações e o tipo de resposta a ser prestada pelo Governo e seus parceiros de cooperação.
- Texto do artigo, página 17: 4.4.1 Cenário I
- Texto do artigo, página 17: O Cenário I é composto por ameaças de pequena magnitude, embora sejam localizadas, têm efeitos destrutivos nas camadas populacionais mais vulneráveis. Neste cenário incluem-se os (i) Ventos Fortes, (ii) Inundações localizadas nas Vilas e Cidades e (iii) a Seca.
- Texto do artigo, página 17: Em todo país poderão acontecer situações de ocorrência de ventos fortes, sistemas causados pelo forte aquecimento no continente, criando uma forte actividade convectiva e ocorrência de ventos fortes, acompanhados de trovoadas severas (descargas atmosféricas), aguaceiros e queda de granizo. Estes fenómenos são de curta duração e muito localizados, mas com alto poder destrutivo.
- Texto do artigo, página 17: Todas as Províncias do País são susceptíveis à ocorrência dos eventos acima descritos. A Província de Manica tem um histórico de ocorrência de vendavais, por esta razão ela destaca-se pelo maior número de população em risco de vendavais.
- Texto do artigo, página 17: As cidades de Maputo, Matola, Beira e Quelimane poderão registar inundações urbanas devido a previsão de chuva intensa num curto período de tempo, associada ao deficiente ordenamento urbano em alguns bairros e a fraca capacidade de escoamento das águas pluviais através do sistema de drenagem, e em alguns casos, a inexistência de infraestruturas para escoamento das águas pluviais. Igualmente, espera-se a ocorrência de estiagem/stress hídrico, sobretudo nas regiões Sul e Centro do País, causados pelo atraso, irregularidade e má distribuição das chuvas durante a época chuvosa em análise, o que poderá afectar as diferentes fases de desenvolvimento vegetativo das culturas, comprometendo os níveis de produção planificados.
- Texto do artigo, página 17: Neste contexto, estima-se que cerca de 946 000 pessoas possam estar em risco caso ocorram ventos fortes, inundações e seca (ver tabela 2 ).
- Texto do artigo, página 17: Tabela 2: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I
- Texto do artigo, página 17: População em Risco Ventos e chuvas fortes e Vendavais Inundações (Cidades e Vilas)
- Texto do artigo, página 17: População em Risco
Ventos e chuvas fortes e Vendavais
Inundações (Cidades e Vilas)
Seca
Total do Cenário I
Niassa
4 900
2 600
0
7 500
Cabo Delgado
29 400
5 400
0
34 800
Nampula
19 900
12 900
0
32 800
Zambézia
21 100
11 100
34 000
66 200
Tete
3 300
500
169 600
173 400
Manica
34 900
0
44 600
79 500
Sofala
22 600
54 700
22 500
99 800
Inhambane
3 500
3 000
66 500
73 000
Gaza
23 500
8 300
238 100
269 900
Maputo Província
12 900
7 100
51 600
71 600
Maputo Cidade
5 800
31 400
0
37 200
Total
181 800
137 000
626 900
945 700
População em Risco Ventos e chuvas fortes e Vendavais Inundações (Cidades e Vilas) Seca Total do Cenário I Niassa 4 900 2 600 0 7 500 Cabo Delgado 29 400 5 400 0 34 800 Nampula 19 900 12 900 0 32 800 Zambézia 21 100 11 100 34 000 66 200 Tete 3 300 500 169 600 173 400 Manica 34 900 0 44 600 79 500 Sofala 22 600 54 700 22 500 99 800 Inhambane 3 500 3 000 66 500 73 000 Gaza 23 500 8 300 238 100 269 900 Maputo Província 12 900 7 100 51 600 71 600 Maputo Cidade 5 800 31 400 0 37 200 Total 181 800 137 000 626 900 945 700 - Texto do artigo, página 17: População em Risco Inundações (Cidades e Vilas) Seca Total do Cenário I
- Texto do artigo, página 17: 181 800
- Texto do artigo, página 17: 137 000
- Texto do artigo, página 17: 626 900
- Texto do artigo, página 17: 945 700
- Texto do artigo, página 18: 4.4.2 Cenário II
- Texto do artigo, página 18: O Cenário II do Plano Nacional de Contingência resulta da combinação de todas as ameaças arroladas no Cenário I (ventos fortes, inundações localizadas nas Vilas e Cidades e Seca) adicionadas ao risco de cheias nas bacias hidrográficas e de ciclones. Neste cenário estima-se que cerca de 1 600 000 pessoas estejam em risco dos fenómenos descritos neste cenário, das quais, 280 000 em risco de cheias e 400 000 pessoas em risco de ciclones – (Tabela 5).
- Texto do artigo, página 18: As províncias de Gaza, Maputo e Cidade de Maputo têm o risco baixo de ocorrência de ciclones tropicais por se localizarem numa região subtropical. Os números foram estimados usando a probabilidade de ocorrência de um ciclone extratropical.
- Texto do artigo, página 18: A bacia hidrográfica Licungo na Zambézia, apresenta uma maior probabilidade de ocorrência de cheias. Para o caso de Licungo, foi capitalizado o trabalho de mapeamento com recurso a Drones, levado a cabo pelo INGC no decurso de 2019. Ver tabela 3.
- Texto do artigo, página 18: Tabela 3: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário II
- Texto do artigo, página 18: A bacia hidrográfica Licungo na Zambézia, apresenta uma maior probabilidade de ocorrência de cheias. Para o caso de Licungo, foi capitalizado o trabalho de mapeamento com recurso a Drones, levado a cabo pelo INGC no decurso de 2019. Ver tabela 3.
- Texto do artigo, página 18: Províncias
População em Risco
Total do Cenário I
Risco de Cheias
Risco de Ciclones
Total do Cenário II
Niassa
7 500
3 900
0
11 400
Cabo Delgado
34 800
15 400
28 200
78 400
Nampula
32 800
59 300
138 100
230 200
Zambézia
66 200
88 000
119 900
274 100
Tete
173 400
10 400
0
183 800
Manica
79 500
11 400
500
91 400
Sofala
99 800
73 200
58 600
231 600
Inhambane
73 000
4 700
33 200
110 900
Gaza
269 900
2 200
3 400
275 500
Maputo Província
71 600
7 800
6 400
85 800
Maputo Cidade
37 200
0
7 700
44 900
Total
945 700
276 300
396 000
1 618 000
Províncias População em Risco Total do Cenário I Risco de Cheias Risco de Ciclones Total do Cenário II Niassa 7 500 3 900 0 11 400 Cabo Delgado 34 800 15 400 28 200 78 400 Nampula 32 800 59 300 138 100 230 200 Zambézia 66 200 88 000 119 900 274 100 Tete 173 400 10 400 0 183 800 Manica 79 500 11 400 500 91 400 Sofala 99 800 73 200 58 600 231 600 Inhambane 73 000 4 700 33 200 110 900 Gaza 269 900 2 200 3 400 275 500 Maputo Província 71 600 7 800 6 400 85 800 Maputo Cidade 37 200 0 7 700 44 900 Total 945 700 276 300 396 000 1 618 000 - Texto do artigo, página 18: Ver tabela 3.
- Texto do artigo, página 18: 945 700
- Texto do artigo, página 18: 276 300
- Texto do artigo, página 18: 396 000
- Texto do artigo, página 18: 1 618 000
- Texto do artigo, página 18: 4.4.3 Cenário III
- Texto do artigo, página 18: O terceiro cenário (Cenário III) é o resultado da combinação do cenário II acrescido da probabilidade de ocorrência de sismos. Pelo que, neste cenário estima-se que cerca de 1.800.000 pessoas poderão estar em risco, das quais cerca de 206 000 em risco de sismos - Ver tabela 6. A análise do risco de sismo foi elaborada com base no histórico de eventos sísmicos registados em Moçambique e nos países vizinhos, mapa de áreas de risco de sismo, mapa de intensidade sísmica e de falhas geológicas de Moçambique. Deste modo usou se como referência o sismo de magnitude 7.2 na Escala de Ritcher, que ocorreu aos 22 de Fevereiro de 2006, cujo epicentro foi em Chitobe, Distrito de Machaze, na Província de Manica.
- Texto do artigo, página 19: Tabela 4: Províncias e Populações Vulneráveis as Calamidades do Cenário III
- Texto do artigo, página 19: 4.5. Provável impacto no sector da Educação
Tendo em conta as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2019/20, o sector da Educação, prevê danos em cerca de 3 700 escolas em risco e cerca de 1.1 milhão de alunos. Nestes locais, caso se efectivem os desastres, poderá ser necessária assistência em materiais e equipamentos escolares tais como: tenda escola, kits do aluno e do professor e quadros portáteis (ver Tabela 5).
Tabela 4: Províncias e Populações Vulneráveis as Calamidades do Cenário III Província População em Risco Total do Cenário II Sismos Total do Cenário III Niassa 11 400 9 800 21 200 Cabo Delgado 78 400 4 600 83 000 Nampula 230 200 20 100 250 300 Zambézia 274 100 7 600 281 700 Tete 183 800 11 900 195 700 Manica 91 400 17 300 108 700 Sofala 231 600 23 200 254 800 Inhambane 110 900 15 600 126 500 Gaza 275 500 2 700 278 200 Maputo Província 85 800 16 100 101 900 Maputo Cidade 44 900 77 100 122 000 Total 1 618 000 206 000 1 824 000 - Texto do artigo, página 19: Província
População em Risco
Total do Cenário II
Sismos
Total do Cenário III
Niassa
11 400
9 800
21 200
Cabo Delgado
78 400
4 600
83 000
Nampula
230 200
20 100
250 300
Zambézia
274 100
7 600
281 700
Tete
183 800
11 900
195 700
Manica
91 400
17 300
108 700
Sofala
231 600
23 200
254 800
Inhambane
110 900
15 600
126 500
Gaza
275 500
2 700
278 200
Maputo Província
85 800
16 100
101 900
Maputo Cidade
44 900
77 100
122 000
Total
1 618 000
206 000
1 824 000
Província População em Risco Total do Cenário II Sismos Total do Cenário III Niassa 11 400 9 800 21 200 Cabo Delgado 78 400 4 600 83 000 Nampula 230 200 20 100 250 300 Zambézia 274 100 7 600 281 700 Tete 183 800 11 900 195 700 Manica 91 400 17 300 108 700 Sofala 231 600 23 200 254 800 Inhambane 110 900 15 600 126 500 Gaza 275 500 2 700 278 200 Maputo Província 85 800 16 100 101 900 Maputo Cidade 44 900 77 100 122 000 Total 1 618 000 206 000 1 824 000 - Texto do artigo, página 19: 4.5. Provável impacto no sector da Educação Tendo em conta as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2019/20, o sector da Educação, prevê danos em cerca de 3.700 escolas em risco e cerca de 1.1 milhão de alunos. Nestes locais, caso se efectivem os desastres, poderá ser necessária assistência em materiais e equipamentos escolares tais como: tenda escola, kits do aluno e do professor e quadros portáteis (ver Tabela 5).
- Texto do artigo, página 19: Tabela 5: Provável impacto no sector da Educação
- Texto do artigo, página 19: Província
Escolas e Salas em Risco
População em Risco
Escolas
Salas
Alunos
Professores
Cidade Maputo
3
40
5 686
91
Maputo Província
15
204
75 113
822
Gaza
639
3 810
279 602
6 020
Inhambane
747
4 024
169 290
2 259
Sofala
425
1 441
158 718
2 915
Manica
314
1 360
93 246
2 367
Tete
216
432
67 573
1 536
Zambézia
611
1 235
61 750
645
Nampula
509
2 153
146 765
4 182
Cabo-Delgado
102
606
49 438
1 139
Niassa
146
372
18 600
533
Total
3 727
15 677
1 125 781
22 509
Província Escolas e Salas em Risco População em Risco Escolas Salas Alunos Professores Cidade Maputo 3 40 5 686 91 Maputo Província 15 204 75 113 822 Gaza 639 3 810 279 602 6 020 Inhambane 747 4 024 169 290 2 259 Sofala 425 1 441 158 718 2 915 Manica 314 1 360 93 246 2 367 Tete 216 432 67 573 1 536 Zambézia 611 1 235 61 750 645 Nampula 509 2 153 146 765 4 182 Cabo-Delgado 102 606 49 438 1 139 Niassa 146 372 18 600 533 Total 3 727 15 677 1 125 781 22 509 - Texto do artigo, página 20: 4.6 Provável Impacto no Sector da Agricultura e Segurança Alimentar
- Texto do artigo, página 20: Segundo o prognóstico da estação chuvosa e sua interpretação para agricultura, espera-se, no geral uma boa campanha agrícola, apesar de que no primeiro período chuvoso (OND – 2019), possa ocorrer irregularidade das chuvas nos distritos áridos e semiáridos das regiões Sul e Centro do País, o que poderá influenciar negativamente no rendimento das culturas e na pecuária.
- Texto do artigo, página 20: No segundo período chuvoso (JFM – 2019), nas regiões Centro e Norte, espera-se uma precipitação excessiva, o que poderá causar inundações localizadas, aliada a subida do nível das águas das principais bacias e rios, sobretudo nas Províncias de Zambézia e Cabo Delgado (ver tabela 6).
- Texto do artigo, página 20: Tabela 6: Cenários esperados e seu impacto
- Texto do artigo, página 20: Perigo Áreas em risco (ha) Produtores em risco Sementes (tons) Custo (Mt)
Seca 150.000 125.395 600 120.000
Inundações/Cheias 250.000 300.000 500 100.000
Ciclones 50.000 50.000 250 50.000
Total 450.000 160.895 1.350 270.000
Perigo Áreas em risco (ha) Produtores em risco Sementes (tons) Custo (Mt) Seca 150.000 125.395 600 120.000 Inundações/Cheias 250.000 300.000 500 100.000 Ciclones 50.000 50.000 250 50.000 Total 450.000 160.895 1.350 270.000 - Texto do artigo, página 20: Perigo
Áreas em risco (ha)
Produtores em risco
Sementes (tons)
Custo (Mt)
Seca
150.000
125.395
600
120.000
Inundações/Cheias
250.000
300.000
500
100.000
Ciclones
50.000
50.000
250
50.000
Total
450.000
160.895
1.350
270.000
Perigo Áreas em risco (ha) Produtores em risco Sementes (tons) Custo (Mt) Seca 150.000 125.395 600 120.000 Inundações/Cheias 250.000 300.000 500 100.000 Ciclones 50.000 50.000 250 50.000 Total 450.000 160.895 1.350 270.000 - Texto do artigo, página 20: Os cenários apontam para um total de 450 mil hectares em risco, com destaque para o milho e arroz, podendo afectar cerca de 161 mil produtores.
- Texto do artigo, página 20: Em relação a sanidade animal, em caso de ocorrência de seca, poderão surgir algumas doenças e epidemias em animais, a destacar: Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift, Carbúnculos Hemático e Sintomático, Newcastle, Tripanossomoses, Dermatoses, Peste de Pequenos Ruminantes, Raiva e outras infecções.
- Texto do artigo, página 20: Em relação a sanidade vegetal, as pragas migratórias poderão ocorrer nas províncias com condições propícias para a sua eclosão. Assim, espera-se que a Lagarta do Funil do Milho, a Lagarta Invasora, o Pardal do Bico Vermelho e o Rato de Campo possam afectar algumas culturas em campo. Atenção especial deve ser dada a lagarta do funil do milho por esta ser uma praga nova, de complexidade para o seu controlo, de rápida capacidade de reprodução e por estar presente em todo país.
- Texto do artigo, página 20: Em relação ao Estado Nutricional prevê-se que, conforme os cenários do presente Plano de Contingência cerca de 16.000 crianças se encontrem com desnutrição aguda o que representa uma necessidade orçamental estimada em cerca de 97 milhões de meticais para o atendimento a esse grupo de crianças em risco.
- Texto do artigo, página 20: 4.7 Provável Impacto no Sector De Estradas
- Texto do artigo, página 20: O Sector de Estradas apresenta uma projecção de estradas em risco de interrupção na presente época chuvosa tendo em conta não somente às previsões Hidro-meteorológicas para OND e JFM, mas também o nível de precaridade de algumas vias de acesso sobretudo nas Províncias afectadas pelos Ciclones Idai e Kenneth e pelas cheias. Neste sentido, o Sector de Estradas apresenta as vias de acesso que poderão estar com o trânsito condicionado ou interrompido em cada uma das 11 Províncias.
- Texto do artigo, página 20: 19
- Texto do artigo, página 21: Das dez províncias o maior destaque vai para estradas localizadas nas províncias de Cabo Delgado, Zambézia, Sofala e Manica. Os outros mapas de risco poderão ser encontrados no anexo a este documento.
- Texto do artigo, página 21: Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso da laje do pavimento de estruturas, erosão da plataforma e talude da estrada, poças de agua nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nos figuras 6a) 6b), 6c) e 6d)
- Texto do artigo, página 21: 4.7.1 Vias de acesso em risco de interrupção ao longo das bacias de maior risco de ocorrência de Cheias na Província de Cabo Delgado
- Texto do artigo, página 21: Para Cabo Delgado, fazem parte da lista de estradas com risco de cheias as seguites: N380 Macomia-
- Texto do artigo, página 21: Oass, R766 Macomia-Mucojo, R762 Muepane-Metuge, R767 MahateQuissanga, R762 Metuge- Mahate, R667 Unguia –Meluco, R698 Moeda-Rio Muirite, R760 MecufiMuchara, R775 Palma-QuiongaNamoto, R760 Mecufi –Rio Megarua-Mazeze, R767 MagudeRavia, R698 Montepuez-Nairoto, R698 Montepuez-Namuno, R768 Balama-Mavala.
- Texto do artigo, página 21: Mapa 11: Mapa de estrada em risco de inundação na província de Cabo Delgado
- Texto do artigo, página 21: Na província da Zambézia deverá se prestar maior atenção nas seguintes vias de acesso: N324 Maganja -Mocubela, R645 Maganja-Mabala, R1117 Tacuane-Muabanama, R653 Tacuane-Liciro,
- Texto do artigo, página 21: R654 Regone-Namarroi, R1102 RegoneGurue, R650 Mulumbo-Magige, R650 Milanje–Mulumbo, N324 Mocubela-Pebane, N324 Magiga-Rio Ligonha, N323 Gilé –Alto Ligonha, R648 Gilé-Nova Nabuiri, R650 Pinda-Megaza-Chire, N/C Muadiua- Chire.
- Texto do artigo, página 21: Mapa 12: Mapa de estradas em risco de inundação na província da Zambézia
- Texto do artigo, página 22: Na província da Sofala deverá se prestar maior atenção nas seguintes vias de acesso: N282 Dondo – Matondo, N283 Marromeu-Caia, N283 Caia-Chemba, R565 Maringue-Chemba, R560/561CRZ. N1-Machanga, R560/562Machanga-Divinhe, R1003CRZ, N6-Savane, N/CCrz.N282 - Maciamboza, R1001Casa Banana-Inhaminga.
- Texto do artigo, página 22: Mapa 13: Mapa de Estradas em Risco de Inundacao na Provincia de Sofala Na província da Manica deverá se prestar maior atenção nas seguines vias de acesso: R955 Dacata – Mpengo, R952 Drift de Mazvissanga, N260, N261-Desvio, NC Honde – Panze, R969 Aqueduto, N260, R964, R441 e NC Dacata – Mpengo. Mapa 14: Mapa de estradas em risco de inundacao na provincia da Manica
- Número ou marcador, página 22: 5. Acções Sectoriais a Realizar nas Fases de Prontidão, Resposta e Recuperação
- Texto do artigo, página 22: O quadro de definição de acções sectoriais tem o objectivo de minimizar o impacto de desastres e compreende três categorias: prontidão, resposta e recuperação.
- Texto do artigo, página 22: Prontidão: Capacidade institucional, comunitária e individual para reduzir o risco de desastres e os
- Texto do artigo, página 22: seus impactos.
- Texto do artigo, página 22: Resposta: Todas as actividades que assegurem a provisão de assistência humanitária e normalização
- Texto do artigo, página 22: das actividades socioeconómicas imediatamente a seguir ao desastre.
- Texto do artigo, página 22: Recuperação: Todas as actividades que concorrem para a reposição e funcionalidade dos serviços
- Texto do artigo, página 22: básicos e normalização da vida das pessoas afectadas pelo desastre.
- Texto do artigo, página 22: As acções de prontidão, resposta, e recuperação poderão ser realizadas ao longo do ano. Contudo, no período de Outubro à Dezembro, poderão predominar as acções de prontidão e intervenções de resposta. Neste sentido, acções como (i) a elaboração do plano anual de contingência, (ii) a preposição estratégica de bens e suprimentos de emergência, (iii) importação de suprimentos de
- Texto do artigo, página 22: 21
- Texto do artigo, página 23: emergência adicionais para responder às necessidades prementes, e (iv) a coordenação e monitoria multissectorial lideradas pelo INGC, constituem algumas das actividades críticas a serem realizadas nestes períodos.
- Texto do artigo, página 23: No período de Janeiro à Março onde normalmente os fenómenos climatológicos são mais frequentes e severos, maior incidência poderá ser para as acções de resposta. Figuram neste período, acções tais como (i) a operacionalização dos planos de contingência, (ii) realização das avaliações rápidas das necessidades para informar o plano de resposta, e (iii) a avaliação das necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência.
- Texto do artigo, página 23: A implementação das medidas de resposta depende da ocorrência e magnitude do evento, local, número total de pessoas afectadas e danos causados. Neste sentido, o processo de resposta à emergência deve ser antecedido pela elaboração de um plano de resposta específico, guiado com base nos resultados da avaliação rápida de necessidades cuja mesma servirá de base para atribuição de dados reais ou estimados sobre as necessidades de resposta, tipo de resposta e locais de intervenção.
- Texto do artigo, página 23: O período de Abril à Setembro é dominado por acções de recuperação e resposta, dependendo do tipo de evento (Ex: cheias, seca, ou ciclone). Concorrem para esta fase, entre outras, as seguintes actividades: (i) implementação da estratégia multissectorial de recuperação e reconstrução (Ex: reassentamento, reconstrução assistência alimentar, projecto de geração de renda); (ii) monitoria da implementação e integrada das actividades e programas de recuperação.
- Texto do artigo, página 23: Estas ações, tem em vista garantir, por um lado, o retorno a vida normal das famílias afectadas e das condições socioeconómicas, por outro lado, garantir a resposta à eventos extraordinários que possam ocorrer. Algumas aquisições de materiais para pré-posicionamento e que estejam nos parâmetros das normas de funcionamento do Fundo de Gestão de Calamidades, também poderão ocorrer nesse período. As acções a implementar na fase de recuperação irão contribuir para a promoção da resiliência e redução do risco e da vulnerabilidade às ameaças. Esta fase será guiada pela aprovação de actividades cuja pertinência se justifique, para além das intervenções de natureza de resposta imediata enquadradas nos períodos compreendidos entre os 3 e 6 meses de emergência.
- Texto do artigo, página 23: A implementação das acções de prontidão, resposta e recuperação poderá acontecer a todos os níveis, desde o central aos órgãos locais, incluindo os municípios, cabendo a cada um desses níveis garantir a planificação, monitoria, supervisão e assistência técnica e a implementação dos planos de resposta.
- Texto do artigo, página 23: 5.1 Mobilização de Recursos para Resposta à Emergência
- Texto do artigo, página 23: A Equipa Humanitária Nacional (HCT) participa em acções de prontidão e resposta às calamidades com meios materiais e humanos para complementar os esforços do Governo. Assim, sob a Liderança do (a) Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas aliada a decisão do Governo, a Equipa Humanitária Nacional pode activar os dispositivos internos e internacionais de mobilização de recursos com base nos mandatos e instrumentos internacionais existentes. O processo de coordenação e gestão de resposta a emergência é liderado pelo Governo.
- Texto do artigo, página 23: A assistência humanitária atempada, eficaz e apropriada por parte da HCT depende da observância dos seguintes aspectos:
- Texto do artigo, página 23: Disponibilidade de informação sobre a avaliação da situação (magnitude, complexidade, urgência da emergência) com base em indicadores credíveis; Apresentação de dados sobre a população afectada, áreas afectadas, grupos vulneráveis; Disponibilização de informação sobre os recursos preposicionados pelo Governo e défice de acordo com as necessidades locais e tipo de eventos; Activação, pelo governo, dos níveis de alerta institucional para facilitação da mobilização de recursos adicionais e operacionalização do plano de contingência; Solicitação de apoio humanitário pelo Governo.
- Texto do artigo, página 23: 22
- Texto do artigo, página 24: 32
- Texto do artigo, página 24: Tabela 7: Actividades sectoriais no contexto de resposta e gestão de emergências
- Texto do artigo, página 24: postaRecuperaçãoInstituições
- Texto do artigo, página 24: OquadroabaixoapresentaoresumodasactividadesaseemimplementadasnocontextodopresentePC.
- Texto do artigo, página 24: emergências
- Texto do artigo, página 24: multissectorialderecuperação
- Texto do artigo, página 24: (reassentamento,reconstrução
- Texto do artigo, página 24: assistênciaalimentar,projecto
- Texto do artigo, página 24: Implementaçãodaestratégia
- Texto do artigo, página 24: degeraçãoderenda)
- Texto do artigo, página 24: odoplanode
- Texto do artigo, página 24: valiaçõesrápidasdas
- Texto do artigo, página 24: ainformaroplanode
- Texto do artigo, página 24: INGC
- Texto do artigo, página 24: Tabela7:Actividadessectoriaisnocontextoderespostaegestãodeemergências
Recuperação
Implementaçãodaestratégia
multissectorialderecuperação
(reassentamento,reconstrução
assistênciaalimentar,projecto
degeraçãoderenda)
Implementaçãodeactividades
específicasderecuperaçãode
meiosdevida;
Monitoriadaimplementação
integradadasactividadese
programasderecuperação;
Resposta
Operacionalizaçãodoplanode
contingência;
Realizaçãodeavaliaçõesrápidasdas
necessidadesparainformaroplanode
resposta;
Provimentodeassistênciacoordenada
eatempada,àspessoasafectadas,em
bensalimentaresenãoalimentares;
Elaboraçãodoplanode
reassentamentodaspopulações
deslocadas;
Preparaçãodosapelosdeajuda
humanitáriaemobilizaçãoderecursos
adicionais;
Coordenaçãodaavaliaçãode
necessidadespósdesastres(ANPD);
Elaboraçãodoplano/estratégia
multissectorialderecuperaçãopós
emergênciacombasenosresultados
daANPD.
Prontidão
Realizaçãodeexercíciosdesimulaçãode
emergências;
Actualização,harmonizaçãoedivulgação
doplanodecontingêncianacionalatodos
osníveis;
RevitalizaçãodosCLGRC;
TreinamentodeJornalistas;
ManutençãoemalertaosCLGRCdas
zonasdealtorisco;
Divulgaçãodasrotasdeevacuaçãoe
locaisparaabrigotemporário;
Divulgaçãodoslocaissegurospara
preposicionamentodebensalimentarese
nãoalimentares;
Pré-posicionamentomeioshumanos,
materiaiseequipamentospararesposta;
Intensificaçãodeactividadesdemonitoria
(segurançaalimentarenutricional);
Lançamentodeconcursosparaaquisição
debensdeemergênciaeassinaturade
contratos;
Instituições
INGC
Tabela7:Actividadessectoriaisnocontextoderespostaegestãodeemergências Recuperação Implementaçãodaestratégia multissectorialderecuperação (reassentamento,reconstrução assistênciaalimentar,projecto degeraçãoderenda) Implementaçãodeactividades específicasderecuperaçãode meiosdevida; Monitoriadaimplementação integradadasactividadese programasderecuperação; Resposta Operacionalizaçãodoplanode contingência; Realizaçãodeavaliaçõesrápidasdas necessidadesparainformaroplanode resposta; Provimentodeassistênciacoordenada eatempada,àspessoasafectadas,em bensalimentaresenãoalimentares; Elaboraçãodoplanode reassentamentodaspopulações deslocadas; Preparaçãodosapelosdeajuda humanitáriaemobilizaçãoderecursos adicionais; Coordenaçãodaavaliaçãode necessidadespósdesastres(ANPD); Elaboraçãodoplano/estratégia multissectorialderecuperaçãopós emergênciacombasenosresultados daANPD. Prontidão Realizaçãodeexercíciosdesimulaçãode emergências; Actualização,harmonizaçãoedivulgação doplanodecontingêncianacionalatodos osníveis; RevitalizaçãodosCLGRC; TreinamentodeJornalistas; ManutençãoemalertaosCLGRCdas zonasdealtorisco; Divulgaçãodasrotasdeevacuaçãoe locaisparaabrigotemporário; Divulgaçãodoslocaissegurospara preposicionamentodebensalimentarese nãoalimentares; Pré-posicionamentomeioshumanos, materiaiseequipamentospararesposta; Intensificaçãodeactividadesdemonitoria (segurançaalimentarenutricional); Lançamentodeconcursosparaaquisição debensdeemergênciaeassinaturade contratos; Instituições INGC - Texto do artigo, página 24: Implementaçãodeactividades
- Texto do artigo, página 24: específicasderecuperaçãode
- Texto do artigo, página 24: Monitoriadaimplementação
- Texto do artigo, página 24: integradadasactividadese
- Texto do artigo, página 24: programasderecuperação;
- Texto do artigo, página 24: meiosdevida;
- Texto do artigo, página 24: ssistênciacoordenada
- Texto do artigo, página 24: essoasafectadas,em
- Texto do artigo, página 24: doplanode
- Texto do artigo, página 24: daspopulações
- Texto do artigo, página 24: apelosdeajuda
- Texto do artigo, página 24: bilizaçãoderecursos
- Texto do artigo, página 24: daavaliaçãode
- Texto do artigo, página 24: oplano/estratégia
- Texto do artigo, página 24: derecuperaçãopós
- Texto do artigo, página 24: basenosresultados
- Texto do artigo, página 24: desastres(ANPD);
- Texto do artigo, página 24: enãoalimentares;
- Texto do artigo, página 25: 33
- Texto do artigo, página 25: Apoiarnoprocessode
recuperaçãoatravésda
disponibilizaçãopontual
demeioshumanose
materiais(Ex:montagem
detendas,latrinas);
Integraçãodaequipada
UNAPROCnasmissões
de
recuperação/reconstrução;
Reparaçãoemanutenção
dosmeioseequipamento
envolvidosnaemergência;
Preparareaprontaras
forçasemeiosparao
períodochuvoso
2020/2021;
Recuperação
Divulgaçãodoplano/estratégia
dereconstrução/recuperação
conjuntaGovernoeparceiros
decooperação;
Avaliaçãodograude
cumprimentodoplanode
respostadeemergência;
Mobilizaçãodascomunidades
paraparticiparnoprocessode
recuperaçãoereconstrução;
Avaliaçãoepropostade
medidasparaumaresposta
melhorada.
Recolha,processamentoedifusão
deinformaçõesaosórgãos
decisores;
Realizaçãodemissõesdebuscae
salvamentodepessoasafectadas
pelosdesastres;
Apoionareposiçãoda
transitabilidadedepessoasebens;
Monitoriaregularda
implementaçãodoplanode
respostaecomunicaraoCTGC.
Resposta
Disseminaçãodainformaçãosobreo
fenómenoemcausa;
Gestãodadisseminaçãodeinformação
pelosórgãosdecomunicação;
Intensificaçãodosapelosàs
comunidadesnaszonasderisco;
Divulgaçãoaosórgãosde
comunicaçãoograudeimplementação
daacçãohumanitáriadoGovernoe
parceirosdecooperação,incluindo
HCT.
Elaboraçãodoplanodeoperações
(projecçãodeforçasemeios)
Preparaçãodeforçasemeiosparao
pré-posicionamentoeenvolvimentona
respostaerecuperaçãopósdesastre;
Ensaiodosmeiosdebuscae
salvamentoedetravessias;
Disseminaçãodeinformaçõesde
sensibilizaçãoàspopulaçõesque
vivememzonasderisco,sobrea
iminênciadecalamidades;
Prontidão
Avaliaçãodograudefuncionamentoe
operacionalidadedossistemasemeiosde
comunicação;
Designaçãodoporta-vozparaemergência;
Produçãoedisseminaçãodeinformação
atempadaeprecisaaosórgãosde
comunicaçãooficiais;
Pré-posicionamentodemateriale
equipamentosdecomunicação;
Divulgaçãoepartilhadoplanode
contingêncianacionalaosdiversosníveis.
UNAPROC
Instituições
GABINFO
Apoiarnoprocessode recuperaçãoatravésda disponibilizaçãopontual demeioshumanose materiais(Ex:montagem detendas,latrinas); Integraçãodaequipada UNAPROCnasmissões de recuperação/reconstrução; Reparaçãoemanutenção dosmeioseequipamento envolvidosnaemergência; Preparareaprontaras forçasemeiosparao períodochuvoso 2020/2021; Recuperação Divulgaçãodoplano/estratégia dereconstrução/recuperação conjuntaGovernoeparceiros decooperação; Avaliaçãodograude cumprimentodoplanode respostadeemergência; Mobilizaçãodascomunidades paraparticiparnoprocessode recuperaçãoereconstrução; Avaliaçãoepropostade medidasparaumaresposta melhorada. Recolha,processamentoedifusão deinformaçõesaosórgãos decisores; Realizaçãodemissõesdebuscae salvamentodepessoasafectadas pelosdesastres; Apoionareposiçãoda transitabilidadedepessoasebens; Monitoriaregularda implementaçãodoplanode respostaecomunicaraoCTGC. Resposta Disseminaçãodainformaçãosobreo fenómenoemcausa; Gestãodadisseminaçãodeinformação pelosórgãosdecomunicação; Intensificaçãodosapelosàs comunidadesnaszonasderisco; Divulgaçãoaosórgãosde comunicaçãoograudeimplementação daacçãohumanitáriadoGovernoe parceirosdecooperação,incluindo HCT. Elaboraçãodoplanodeoperações (projecçãodeforçasemeios) Preparaçãodeforçasemeiosparao pré-posicionamentoeenvolvimentona respostaerecuperaçãopósdesastre; Ensaiodosmeiosdebuscae salvamentoedetravessias; Disseminaçãodeinformaçõesde sensibilizaçãoàspopulaçõesque vivememzonasderisco,sobrea iminênciadecalamidades; Prontidão Avaliaçãodograudefuncionamentoe operacionalidadedossistemasemeiosde comunicação; Designaçãodoporta-vozparaemergência; Produçãoedisseminaçãodeinformação atempadaeprecisaaosórgãosde comunicaçãooficiais; Pré-posicionamentodemateriale equipamentosdecomunicação; Divulgaçãoepartilhadoplanode contingêncianacionalaosdiversosníveis. UNAPROC Instituições GABINFO - Texto do artigo, página 25: Apoiarnoprocessode
- Texto do artigo, página 25: recuperaçãoatravésda
- Texto do artigo, página 25: disponibilizaçãopontual
- Texto do artigo, página 25: demeioshumanose
- Texto do artigo, página 25: materiais(Ex:montagem
- Texto do artigo, página 25: Reparaçãoemanutenção
- Texto do artigo, página 25: dosmeioseequipamento
- Texto do artigo, página 25: envolvidosnaemergência;
- Texto do artigo, página 25: recuperação/reconstrução;
- Texto do artigo, página 25: UNAPROCnasmissões
- Texto do artigo, página 25: Integraçãodaequipada
- Texto do artigo, página 25: Preparareaprontaras
- Texto do artigo, página 25: detendas,latrinas);
- Texto do artigo, página 25: de
- Texto do artigo, página 25: UNAPdifusão
- Texto do artigo, página 25: órgãos
- Texto do artigo, página 25: buscae
- Texto do artigo, página 25: fectadas
- Texto do artigo, página 25: da
- Texto do artigo, página 25: ebens;
- Texto do artigo, página 25: da
- Texto do artigo, página 25: node
- Texto do artigo, página 25: GC.
- Texto do artigo, página 25: Recuperação
- Texto do artigo, página 25: Divulgaçãodoplano/estratégia
- Texto do artigo, página 25: dereconstrução/recuperação
- Texto do artigo, página 25: conjuntaGovernoeparceiros
- Texto do artigo, página 25: Avaliaçãodograude
- Texto do artigo, página 25: cumprimentodoplanode
- Texto do artigo, página 25: forçasemeiosparao
- Texto do artigo, página 25: períodochuvoso
- Texto do artigo, página 25: InstituRecuperação
- Texto do artigo, página 25: 2020/2021;
- Texto do artigo, página 25: decooperação;
- Texto do artigo, página 25: GABIsobreo
- Texto do artigo, página 25: rmação
- Texto do artigo, página 25: sàs
- Texto do artigo, página 25: ;
- Texto do artigo, página 25: Mobilizaçãodascomunidades
- Texto do artigo, página 25: paraparticiparnoprocessode
- Texto do artigo, página 25: Avaliaçãoepropostade
- Texto do artigo, página 25: medidasparaumaresposta
- Texto do artigo, página 25: recuperaçãoereconstrução;
- Texto do artigo, página 25: respostadeemergência;
- Texto do artigo, página 25: InstituiçõesProntidãoRespostaRecuperação
- Texto do artigo, página 25: melhorada.
- Texto do artigo, página 25: de
- Texto do artigo, página 25: entação
- Texto do artigo, página 25: ernoe
- Texto do artigo, página 25: cluindo
- Texto do artigo, página 26: 33
- Texto do artigo, página 26: 34
- Texto do artigo, página 26: MASA Elaboraçãoeinterpretaçãodoprognóstico daépocachuvosaeciclónica,para agriculturaerecomendaçõesagrotécnicas; Disseminaçãodaprevisãoclimática sazonal; Monitoriadocomportamentodaépoca chuvosaeoseuimpactonaprodução agrária; Monitoriaeavaliaçãoregulardasituação dasegurançaalimentarenutricionalIPC; Estimativadonúmerodeprodutores, áreassemeadas,produçãoerendimentos porcultura; Formaçãodetécnicosedirigentesem matériasdeIPCeSAN; RealizaçãodeestudosdebasedeSANe MonitoriadatendênciaSAN; Protecçãofitossanitáriadopaís; Monitoriaecontrolodasprincipaispragas edoençasdasculturas; Limpezadasfontesdeágua,valasde drenagem,canaisereservatóriosnas zonasemqueseprevê-semaior intensificaçãodaprecipitação; Retiradaantecipadadediversos equipamentos,demodoaevitardanos causadospelotransbordodoscaudaisdos rios; Pré-posicionamentoatempadode medicamentos,drogascarracicidas, desinfetantesesuplementosparaaszonas dedifícilacesso; Identificaçãodeáreasderefúgiodogado Realizaçãodeavaliaçãorápidade SANpóschoquenaszonasafectada; Disseminaçãodosresultadosda avaliaçãorápidaSANpóschoquee MonitoriadatendênciaSANnas zonasafectada; Promoçãodaassistênciatécnicaaos produtoresfamiliares; Levantamentopreliminardasáreas agrícolasafectadas,númerode produtoresafectados,produçãoe rendimentos; Reajustamentodosplanosde aprovisionamentodeinsumos (Sementedequalidade,fertilizantese pesticidas); Controlodaqualidadedassementes comercializadasedasvariedades libertadas; Disponibilizaçãodepesticidasparao controlodaspragasmigratóriasnas zonasderiscodeocorrênciade grandessurtos; Deslocamentodemanadasdaszonas deriscodeocorrênciadeinundaçãoe daszonasinundadas. Monitoriaregulardasituação
- Texto do artigo, página 26: Recuperação
Resposta
Prontidão
Instituições
Recuperação Resposta Prontidão Instituições - Texto do artigo, página 26: Recuperação
- Texto do artigo, página 26: Avaliaçãoepropostade
- Texto do artigo, página 26: medidasparaumaresposta
- Texto do artigo, página 26: dasegurançaalimentare
- Texto do artigo, página 26: Realizaçãodefeirasde
- Texto do artigo, página 26: insumosagrícolase
- Texto do artigo, página 26: recuperaçãoereconstrução;
- Texto do artigo, página 26: IituiçõesProntidãoRespostaRecuperação
- Texto do artigo, página 26: nutricional;
- Texto do artigo, página 26: melhorada.
- Texto do artigo, página 26: Resposta
- Texto do artigo, página 26: Divulgaçãoepartilhadoplanode contingêncianacionalaosdiversosníveis. parceirosdecooperação,incluindo HCT.
- Texto do artigo, página 26: Profundidade
- Texto do artigo, página 26: Instituições
- Texto do artigo, página 26: MASA
- Texto do artigo, página 26: Aproveitamentodebaixase
- Texto do artigo, página 26: terrashúmidas
- Texto do artigo, página 26: (machongos/dambos)parao
- Texto do artigo, página 26: cultivodeculturasdeciclo
- Texto do artigo, página 26: curto,comohortícolasou
- Texto do artigo, página 26: Aproveitamentodaáguanas
- Texto do artigo, página 26: áreasirrigadasatravésde
- Texto do artigo, página 26: práticasquepromovama
- Texto do artigo, página 26: preservaçãodahumidadeno
- Texto do artigo, página 26: solo(mulching),atravésde
- Texto do artigo, página 26: coberturavegetal,polímeros-
- Texto do artigo, página 26: outrasadaptadasaolocal;
- Texto do artigo, página 26: agropecuárias;
- Texto do artigo, página 26: (plásticos);
- Texto do artigo, página 26: Adopçãoeusodetecnologias
- Texto do artigo, página 26: decaptaçãoeconservaçãode
- Texto do artigo, página 26: água(reservatóriosescavados,
- Texto do artigo, página 26: Fomentoemultiplicaçãode
- Texto do artigo, página 26: mandioqueirasebatatadocede
- Texto do artigo, página 26: Reabilitaçãodeinfraestruturas
- Texto do artigo, página 26: pecuáriasepontosde
- Texto do artigo, página 26: Intensificaçãodavigilância
- Texto do artigo, página 26: epidemiológicaeaInspecção
- Texto do artigo, página 26: dosefectivospecuáriospor
- Texto do artigo, página 26: formaadetectarprecocemente
- Texto do artigo, página 26: abeberamentoafectados;
- Texto do artigo, página 26: polpaalaranjada;
- Texto do artigo, página 26: cisternas).
- Texto do artigo, página 27: 35
- Texto do artigo, página 27: oaparecimentodedoenças
infectocontagiosas;
Promoçãoeintensificaçãoda
realizaçãodebanhos
carracicidasedesparasitaçõese
otratamentosdeanimaisnas
zonasafectadas;
Disponibilizaçãode
medicamentos,drogas
carracicidas,desinfetantese
suplementosparaaszonasde
difícilacesso;
Atualizaçãodoregistoe
identificaçãodosanimaispara
prevenirconflitosdepossede
animaisperdidosdevidoas
calamidades;
Elaboraçãoeimplementação
doplanoderecuperação.
Adopçãodetecnologiasde
captaçãoeconservaçãode
água(reservatóriosescavados,
cisternas);
Promoçãodetécnicasde
agriculturadeconservaçãoeo
usodetecnologiasdeirrigação
debaixoconsumodeágua;
Recuperação
Avaliaçãodocomportamento
dosfenómenos
meteorológicoseseus
impactosnaplanificaçãoe
execuçãodos
Resposta
Intensificaçãodamonitoriados
fenómenosmeteorológicos;
Divulgaçãodosavisosealertascom
indicaçãodamagnitudedofenómeno
ezonasderisco;
naeventualidadedecheiaseinundações;
Realizaçãodetreinoemtécnicasde
conservaçãodopasto(feno),deblocos
tradicionaiseconservaçãodeforragens
paraépocaseca;
Promoveraconservaçãodeforragenspara
épocasecaeaproduçãodesuplementos
paraosanimais;
Reabilitaçãodecorredoresdetratamento,
chuveirosereabilitaçãodepontosde
abeberamento;
Edificaçãodeinfraestruturasde
assistência(corredoresdetratamento,
chuveiros)edepontosdeabeberamento;
naszonasderefúgiodogadoeassegurara
suamanutençãonoslocaisdeorigemdos
animais;
Monitoriapermanentedasituação
sanitáriacomenfoqueparaaFebre
Aftosa,FebredoValedoRiftedoençade
LingaAzul;
Promoçãodoregistoeidentificaçãodos
animaisparaprevenirconflitosdeposse
deanimaisperdidosdevidoas
calamidades.
Prontidão
Interpretaçãoedivulgaçãodaprevisão
climáticasazonaleimplicaçõesparaos
diversospontosdopaís;
Monitoriapermanentementedos
fenómenosmeteorológicos;
Instituições
MTC/INAM
oaparecimentodedoenças infectocontagiosas; Promoçãoeintensificaçãoda realizaçãodebanhos carracicidasedesparasitaçõese otratamentosdeanimaisnas zonasafectadas; Disponibilizaçãode medicamentos,drogas carracicidas,desinfetantese suplementosparaaszonasde difícilacesso; Atualizaçãodoregistoe identificaçãodosanimaispara prevenirconflitosdepossede animaisperdidosdevidoas calamidades; Elaboraçãoeimplementação doplanoderecuperação. Adopçãodetecnologiasde captaçãoeconservaçãode água(reservatóriosescavados, cisternas); Promoçãodetécnicasde agriculturadeconservaçãoeo usodetecnologiasdeirrigação debaixoconsumodeágua; Recuperação Avaliaçãodocomportamento dosfenómenos meteorológicoseseus impactosnaplanificaçãoe execuçãodos Resposta Intensificaçãodamonitoriados fenómenosmeteorológicos; Divulgaçãodosavisosealertascom indicaçãodamagnitudedofenómeno ezonasderisco; naeventualidadedecheiaseinundações; Realizaçãodetreinoemtécnicasde conservaçãodopasto(feno),deblocos tradicionaiseconservaçãodeforragens paraépocaseca; Promoveraconservaçãodeforragenspara épocasecaeaproduçãodesuplementos paraosanimais; Reabilitaçãodecorredoresdetratamento, chuveirosereabilitaçãodepontosde abeberamento; Edificaçãodeinfraestruturasde assistência(corredoresdetratamento, chuveiros)edepontosdeabeberamento; naszonasderefúgiodogadoeassegurara suamanutençãonoslocaisdeorigemdos animais; Monitoriapermanentedasituação sanitáriacomenfoqueparaaFebre Aftosa,FebredoValedoRiftedoençade LingaAzul; Promoçãodoregistoeidentificaçãodos animaisparaprevenirconflitosdeposse deanimaisperdidosdevidoas calamidades. Prontidão Interpretaçãoedivulgaçãodaprevisão climáticasazonaleimplicaçõesparaos diversospontosdopaís; Monitoriapermanentementedos fenómenosmeteorológicos; Instituições MTC/INAM - Texto do artigo, página 27: oaparecimentodedoenças
- Texto do artigo, página 27: Promoçãoeintensificaçãoda
- Texto do artigo, página 27: realizaçãodebanhos
- Texto do artigo, página 27: carracicidasedesparasitaçõese
- Texto do artigo, página 27: otratamentosdeanimaisnas
- Texto do artigo, página 27: Disponibilizaçãode
- Texto do artigo, página 27: medicamentos,drogas
- Texto do artigo, página 27: infectocontagiosas;
- Texto do artigo, página 27: zonasafectadas;
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