Resolução n.º 67/2021

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Texto do artigo · p. 1 CONSELHO DE MINISTROS
Texto do artigo · p. 1 Resolução n.º 67/2021
Texto do artigo · p. 1 de 21 de Dezembro
Texto do artigo · p. 1 Tornando-se necessário aprovar o Plano Anual de Contingência 2021-2022 que serve de base para o processo de mitigação e gestão de desastres, ao abrigo do disposto no artigo 31 da Lei n.º 10/2020, de 24 de Agosto, Lei que aprova o regime jurídico de Redução de Risco de Desastres, o Conselho de Ministros determina:
Número ou marcador · p. 1 Artigo 1. É aprovado o Plano Anual de Contingência 20212022, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
Número ou marcador · p. 1 Art. 2. A presente Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
Texto do artigo · p. 1 Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 26 de Outubro
Texto do artigo · p. 1 de 2021. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
Texto do artigo · p. 1 Plano Anual de Contingência 2021-2022
Texto do artigo · p. 1 Sumário Executivo Moçambique é um País exposto a vários riscos 1, devido à sua
Texto do artigo · p. 1 localização geográfica e nível de pobreza. A elevada frequência,
Texto do artigo · p. 1 alternância e intensidade de eventos extremos tem causado a interrupção do funcionamento normal da sociedade retardando os esforços nacionais para desenvolvimento socioeconómico sustentável.
Texto do artigo · p. 1 O nosso País participou no 25o Fórum Regional de Previsão Climática para a África Austral (SARCOF), realizado nos dias 30 e 31 de Agosto de 2021, no Malawi, onde foram divulgadas as previsões climáticas sazonais para a época 2021-2022 na SADC.
Texto do artigo · p. 1 Ao abrigo do disposto no artigo 31 da Lei n.º 10/2020 (Lei que estabelece o regime jurídico de Redução do Risco de Desastres), é elaborado o actual Plano Nacional de Contingência para responder aos riscos de desastres e mitigação dos seus impactos bem como assegurar, de forma coordenada, a assistência humanitária a eventuais vítimas e recuperação rápida, eficaz e eficiente a todos os níveis. A elaboração deste Plano de Contingência considerou como pressupostos, as previsões climáticas sazonais e sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde, para além de análise do comportamento da época chuvosa anterior, os factores de vulnerabilidade e a capacidade de contenção dos possíveis impactos.
Texto do artigo · p. 1 As previsões climáticas para o trimestre Outubro/Novembro/ Dezembro de 2021 indicam uma forte probabilidade de ocorrência chuvas normais com tendência para acima do normal para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e grande extensão da província de Tete e sul da província da Zambézia. Chuvas normais para os distritos a nordeste de Tete, centro e norte das províncias da Zambézia, parte ocidental de Niassa e sul a centro de Nampula; e Chuvas normais, com tendência para abaixo do normal em algumas partes dos distritos a sul e leste da província do Niassa, toda extensão da província de Cabo Delgado e os distritos a norte de Nampula.
Texto do artigo · p. 1 Por seu turno, no trimestre Janeiro/Fevereiro/Março de 2022 prevê-se a ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal: para as províncias de Tete, Zambézia, Manica, Sofala, parte sul a sudoeste de Niassa, sul de Cabo Delgado, grande extensão de Nampula, Inhambane e Gaza;
Texto do artigo · p. 1 No mesmo período estão previstas Chuvas normais: para os distritos ao longo da faixa costeira de Nampula, alguns distritos de Niassa, parte central de Cabo Delgado, faixa costeira de Inhambane, alguns distritos a sul de Gaza e partes da província de Maputo; e Chuvas normais com tendência param abaixo do normal: para os distritos a norte de Cabo Delgado, faixa costeira de Gaza e partes da província de Maputo.
Texto do artigo · p. 1 O prognóstico hidrológico, para o período de OutubroNovembro-Dezembro de 2021 aponta para a probabilidade de (i) Risco Baixo de Cheias - Bacias Hidrográficas do: Inharrime,
Texto do artigo · p. 1 1 A Lei n.º 10/2020 (Lei de Gestão e Redução do Risco de Desastres), de 24 de Agosto, no seu Artigo 12, considera Riscos ou Ameaças os seguintes fenómenos: Cheias, inundações, seca, ciclones, incêndios, queimadas, epidemias e pandemias, erosão, aluimentos de terras, derrames de hidrocarbonetos, terramotos ou maremotos e radiações nucleares, entre outros.
Texto do artigo · p. 2 Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado; e (ii) Risco Moderado de Cheias - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Zambeze e Savane.
Texto do artigo · p. 2 No período de Janeiro-Fevereiro-Março de 2022, prevê-se: (i) Risco Baixo de Cheias nas Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula; (ii) Risco Moderado de Cheias nas Bacias Hidrográficas do: Futi, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, Namacurra, Megaruma, Montepuez, e Messalo; eRisco Moderado a Alto de Cheias nas Bacias de Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
Texto do artigo · p. 2 Espera-se igualmente que durante toda a época chuvosa possam ocorrer inundações urbanas em algumas Cidades e Vilas, com maior impacto sobre os bairros urbanos e periféricos de Maputo, Matola, Beira, Dondo, Quelimane, Cuamba e Pemba.
Texto do artigo · p. 2 No que diz respeito a satisfação das necessidades hídricas para o desenvolvimento das culturas, o Sector da Agricultura prevê que no trimestres Outubro-Novembro-Dezembro de 2021, a Região Norte (Cabo Delgado e Nampula) poderá registar um Índice Baixo (<60%), enquanto que Niassa, pequena faixa a oeste de Cabo Delgado e Nampula, até a faixa Sul de Nampula e Zambézia terão um Índice Moderado (60 à 85 %). Na Região Sul: Na faixa costeira a Sudeste de Inhambane e Sudoeste de Maputo, espera-se um Índice Moderado (60 à 85 %).
Texto do artigo · p. 2 Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2022, espera-se um Índice Moderado (60 à 85 %) na Região Sul (Províncias de Maputo e faixa Sul de Gaza).
Texto do artigo · p. 2 O Sector de Saúde espera que o trimestre Outubro-NovembroDezembro de 2021 registe um Risco Baixo de Casos de Malária nas Províncias de Gaza e Inhambane; um Risco Moderado de casos de Malária na Cidade e Províncias de Maputo, Norte de Sofala, Manica, Tete, Norte de Nampula e Sul de Cabo Delgado e Niassa; e Risco Alto de casos de Malária na província de Nampula, Norte da Zambézia e Centro de Tete.
Texto do artigo · p. 2 Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2022, espera-se um Risco Alto de casos de Malária na Província de Nampula, e Norte da Zambézia; e um Risco Moderado de casos de Malária na Cidade e província de Maputo, Gaza, Zambézia, Tete, sul de Cabo Delgado e Niassa.
Texto do artigo · p. 2 A análise dos riscos a que o País está exposto, foi baseada análise das principais ameaças, dos elementos de vulnerabilidades e da capacidade do Pais conter o risco. Assim, foram desenhados cenários de população em risco nos seguintes termos:
Texto do artigo · p. 2 Cenário I – Um total de 953.087 pessoas em risco de serem afectadas por ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas. Cenário II – Fenómenos do Cenário I (ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas) adicionados a ocorrência de cheias de magnitude alta e ciclones, elevando para 1.498.384, o número de pessoas em risco. Cenário III- Combinação do Cenário II acrescido a ocorrência
Texto do artigo · p. 2 de sismos, totalizando 1.578.085 o número de pessoas em risco. Com base nas análises técnicas feitas, associadas as experiências dos anos anteriores, chegou-se a conclusão de que
Texto do artigo · p. 2 o Cenário II é o mais provável de ocorrer no Pais sem, contudo, descartar a possibilidade de ocorrência do cenário extremo. Outros aspectos a ter em conta, na época 2021-2022 são (i) a situação da insegurança alimentar e nutricional que afecta cerca de 110.090 pessoas que necessitam de assistência imediata em bens alimentares, (ii) a pandemia da COVID-19 que o País está a gerir desde Março de 2020 e a (iii) situação dos insurgentes e ataques armados em Cabo Delgado e na zona centro que provocaram o deslocamento de cerca de 863 mil pessoas.
Texto do artigo · p. 2 O Orçamento Global projectado para responder aos eventos previstos no Cenário II, incluindo a Monitoria, Logística, Manuseamento e Transporte de bens para Assistência Humanitária é de cerca 10.00 mil milhões de meticais.
Texto do artigo · p. 2 A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie., está avaliada em cerca de 2.2 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente Plano Anual de Contingência é de cerca de cerca de 7.7 mil milhões de meticais.
Número ou marcador · p. 2 1. Introdução
Texto do artigo · p. 2 O Plano Anual de Contingência é o documento oficial do Governo de Moçambique que serve de base para gerir o risco de desastres, assegurar a assistência humanitária e recuperação rápida, eficaz e eficiente, a todos os níveis, durante a época chuvosa e ciclónica. Este documento é elaborado anualmente pelo Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRRD) 2, com o envolvimento da Equipa Humanitária Nacional (HCT) 3. Os pressupostos para a elaboração do Plano de Contingência são: o balanço da época chuvosa anterior, a previsão climática sazonal4 e a sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde, os dados sismológicos, os impactos da acção humana e outras informações e a probabilidade de ocorrência de emergências complexas.
Texto do artigo · p. 2 O Plano de Contingência para a época 2021-2022 tem como objectivos gerir e responder a diversas situações que possam ocorrer durante a época chuvosa e ciclónica, incluindo a probabilidade de ocorrência de sismos, bem como a gestão da situação da pandemia da COVID 19 e de deslocados internos derivados dos ataques armados em Cabo Delgado e na zona centro do País. Neste sentido, este Plano Anual de Contingência destaca os seguintes aspectos:
Número ou marcador · p. 2 a) Principais perigos susceptíveis de causar situações de emergência;
Número ou marcador · p. 2 b) População em risco;
Número ou marcador · p. 2 c) Actividades sectoriais de prontidão, resposta e recuperação;
Número ou marcador · p. 2 d) Recursos materiais e financeiros necessários e disponíveis, incluindo os que se encontram sob gestão da Equipa Humanitária Nacional.
Texto do artigo · p. 2 O Plano de Contingência é elaborado em moldes descentralizado a partir de dados colhidos e sistematizados a nível distrital e provincial. A globalização dos dados para o PC nacional é feita pelo Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres, nível central, num processo que culmina com a sua aprovação pelo Conselho de Ministros.
Texto do artigo · p. 2 2 Integram o CTGRRD sectores ou instituições do Governo ligadas a prevenção, gestão e redução do risco de desastres 3 A HCT é constituída pelas Agências do Sistema das Nações Unidas e Organizações da Sociedade Civil que trabalham na área de redução do Risco de Desastres. 4 A previsão Climática Sazonal é feita anualmente em Agosto pelo Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática (SARCOF) e mostra a provável distribuição espacial da
Texto do artigo · p. 2 quantidade e queda de chuvas na SADC entre os meses de Outubro e Março.
Número ou marcador · p. 3 2. Balanço da Época Chuvosa 2020-2021 em Moçambique 2.1 Balanço da Situação Meteorológica na época 2020-2021 A época chuvosa 2020-2021, no geral, foi caracterizada pelo
Texto do artigo · p. 3 início da tardio da queda de chuvas em todo o país e pela formação de sistemas tropicais (Depressões e Ciclones), alguns das quais com impacto significativo na zona costeira Moçambicana.
Texto do artigo · p. 3 O trimestre, Outubro, Novembro e Dezembro de 2020 registou chuvas abaixo do normal (menos de 40 % das chuvas esperadas em igual período da época anterior) nas províncias de Cabo Delgado, Nampula e Zambézia, grande extensão das províncias de Niassa e Maputo e parte dos distritos a sul de Tete, norte de Manica e Sofala.
Texto do artigo · p. 3 Por seu turno, o trimestre de Janeiro, Fevereiro, Março de 2021 registou chuvas abaixo do normal na grande extensão das províncias de Cabo Delgado, Nampula e Tete, parte dos distritos da província da Zambézia e a Norte de Manica e Sofala, enquanto que na zona sul, grande parte dos distritos de Manica, Sofala e Niassa ocorreram chuvas acima do normal climatológico.
Texto do artigo · p. 3 Em toda a época em análise, formaram-se de oito (08) sistemas tropicais na bacia do Sudoeste do indico (Depressões e Ciclones) dos 9 a 12 previstos. No mês de Dezembro formou-se a tempestade tropical moderada Chalane que afectou as províncias de Sofala e Manica. No mês de Janeiro formou-se o ciclone tropical Eloise que afectou as províncias da Zambézia, Sofala, Manica e Inhambane e finalmente no mês de Fevereiro formou-se o ciclone Guambe que afectou as províncias de Manica, Gaza e Inhambane. Todos estes sistemas trouxeram consigo ventos fortes e chuvas intensas acompanhadas por trovoadas severas. Os efeitos associados causaram inundações em algumas zonas do País.
Texto do artigo · p. 3 2.2. Avaliação do quadro hidrológico 2020-2021
Texto do artigo · p. 3 As previsões climáticas para o período de Outubro, Novembro e Dezembro do ano 2020 indicavam a probabilidade de ocorrência de cheias de Risco Baixo nas bacias hidrográficas dos rios Limpopo, Inharrime, Govuro, Save, Zambeze, Ligonha, Lúrio, Lugenda, Megaruma, Umbeluzi-Principal;Risco Moderado para as bacias hidrográficas do Maputo, Umbelúzi-Movene, Incomáti, Mutamba, Inhanombe, Búzi, Púnguè e Licungo; eRisco Moderado a Alto na bacia hidrográfica do rio Savane.
Texto do artigo · p. 3 O balanço da época chuvosa indicou que o período Outubro, Novembro e Dezembro de 2020 foi caracterizado pelo registo de níveis Abaixo do Alerta em quase toda a rede de observação hidrométrica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC) excepto, nas bacias hidrográficas do Limpopo, Búzi, Púngué, Zambeze e Licungo que superaram o nível de Alerta no mês de Dezembro de 2020.
Texto do artigo · p. 3 Por outro lado, no mesmo período registaram-se inundações urbanas nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane e Pemba;
Texto do artigo · p. 3 Para o período de Janeiro, Fevereiro e Março/2021 do ano 2021, as previsões indicavam a probabilidade de ocorrência de cheias de Risco Alto nas bacias hidrográficas dos rios Savane, Namacurra, Licungo e Raraga.
Texto do artigo · p. 3 O período Janeiro, Fevereiro e Março/2021 de 2021 foi caracterizado por registo deCheias de Magnitude Moderada nas
Texto do artigo · p. 3 bacias hidrográficas do Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Zambeze e Rovuma. Cheias de Magnitude Moderada à alta nas bacias hidrográficas do Save, Búzi, Púngoè, Megaruma, Montepuez e Messalo.
Texto do artigo · p. 3 No mesmo período, registaram-se inundações urbanas de Magnitude Moderada à Alta nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Nacala Porto e Pemba.
Texto do artigo · p. 3 2.3. Avaliação Geral da Campanha Agrícola 2020/21
Texto do artigo · p. 3 A campanha agrária 2020-2021, registou a perda de 650 881 hectares com culturas diversas, tendo afectado a 296 mil produtores, em 87 distritos.
Texto do artigo · p. 3 No sector da pecuária, ficaram afectados 46.281 animais, dos quais 9749 morreram e 48 pavilhões de produção de frango de corte ficaram danificados.
Texto do artigo · p. 3 2.4. Situação Epidemiológica durante a época 2020/2021
Texto do artigo · p. 3 No primeiro trimestre Outubro, Novembro e Dezembro/2020 foi registada a ocorrência de casos de diarreias, caso de malaria e cólera. No total foram registados 145.568 casos diarreias e 103 óbitos. Quanto a malária foram registados 1.724.578 casos e 103 óbitos. A taxa de letalidade foi de 0.05% para as diarreias e de 0.01% para a malária.
Texto do artigo · p. 3 No período de Janeiro, Fevereiro e Março/2021, foram registados um total de 153.554 casos de diarreia e 138 óbitos (taxa de letalidade de 0,07) e um total de 1.906.952 casos de malária e 143 óbitos (taxa de letalidade de 0.01 %).
Texto do artigo · p. 3 Para a situação da cólera, o país registou no primeiro período deOutubro, Novembro e Dezembro/2020, um total de 867 casos e 08 Óbitos com uma taxa de letalidade de 0.9. No período de Janeiro, Fevereiro e Março/2021, registou-se um total de 3923 casos e 10 foram óbitos com uma taxa de letalidade de 0.3%, nas Províncias de Niassa, Cabo Delgado e Tete.
Texto do artigo · p. 3 2.5. Impacto dos eventos extremos registados na época chuvosa e ciclónica 2020-2021
Texto do artigo · p. 3 As chuvas, ventos fortes e descargas atmosféricas registadas na época chuvosa e ciclónica 2020-2021 provocaram 104 óbitos e afectaram 691.312 pessoas. Ficaram destruídas de 37.816 casas, 319 fontes de água, 11 sistemas de abastecimento de água, 4.079 km de estrada, 155 aquedutos, 1084 postes de energia, 2295 escolas, 4 180 salas de aula, afectando 443.510 alunos e 10.167 professores
Texto do artigo · p. 3 2.6. Nível de Resposta na época 2020-2021
Texto do artigo · p. 3 O Governo prestou assistência aos deslocados internos e as vítimas da COVID 19, além da assistência às pessoas afectadas pelas intempéries de origem natural. Assim, No período em referência, foram distribuídos bens alimentares e não alimentares para cerca de 900 mil pessoas entre os afectados pelas intempéries e deslocados internos.
Texto do artigo · p. 3 Considerando que o Plano de Contingência previa, no cenário II, um orçamento de cerca de 7.2 mil milhões de meticais, e as contribuições do Governo e parceiros (monetárias e em espécie) cobriram cerca de 2.7 Mil Milhões de meticais, o défice de cobertura do PC até Junho de 2021 era de cerca de 4.5 Mil Milhões de meticais.
Número ou marcador · p. 4 3. Previsão Climática Sazonal 2021/2022 e Interpretação Para Hidrologia, Agricultura e Saúde
Texto do artigo · p. 4 3.1. Previsão da Precipitação para o Período de Outubro
Texto do artigo · p. 4 2021 à Março de 2022
Texto do artigo · p. 4 Para o trimestre Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2021, o INAM prevê a ocorrência de:
Texto do artigo · p. 4 iii. Chuvas normais, com tendência para abaixo do normal: parte dos distritos a sul e leste da província do Niassa, toda extensão da província de Cabo Delgado e os distritos a norte de Nampula.
Texto do artigo · p. 4 Figura 1: Antevisão da precipitação para o período OND 2021
Texto do artigo · p. 4 Previsão Climática da Precipitação: OND 2021 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal Abaixo do normal para normal km 0 250 500 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E
Texto do artigo · p. 4 i.Chuvas normais, com tendência para acima do normal: para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e grande extensão da província de Tete e os distritos a sul da província da Zambézia. ii. Chuvas normais: para os distritos a nordeste de Tete, centro e norte das províncias da Zambézia, parte ocidental de Niassa e sul a centro de Nampula;
Texto do artigo · p. 4 Previsão Climática da Precipitação: JFM 2022 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal Abaixo do normal para normal km 0 200 400 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E
Texto do artigo · p. 4 Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2022 (JFM) prevê-se:
Texto do artigo · p. 4 i.Chuvas normais com tendência, para acima do normal: para as províncias de Tete, Zambézia, Manica, Sofala, parte sul a sudoeste de Niassa, sul de Cabo Delgado, grande extensão de Nampula, Inhambane e Gaza; ii. Chuvas normais: para os distritos ao longo da faixa costeira de Nampula, alguns distritos de Niassa, parte central de Cabo Delgado, faixa costeira de Inhambane, alguns distritos a sul de Gaza e partes da província de Maputo; iii. Chuvas normais com tendência para abaixo do normal: para os distritos a norte de Cabo Delgado, faixa costeira de Gaza e partes da província de Maputo.
Texto do artigo · p. 5 Figura 2: Antevisão da precipitação para o período JFM
Texto do artigo · p. 5 - 2022
Texto do artigo · p. 5 Figura 3: Antevisão da Temperatura para o período OND 2021
Texto do artigo · p. 5 Previsão Climática da Temperatura Máxima: JFM 2022 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E 0 250 500
Texto do artigo · p. 5 3.1.1. Antevisão Climática para Temperatura Máxima em Moçambique
Texto do artigo · p. 5 Para o período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2021, há uma maior probabilidade de ocorrência de:
Texto do artigo · p. 5 i. Temperatura normal com tendência para abaixo do normal para os distritos a noroeste da província de Niassa e grande extensão de Cabo Delgado e o extremo nordeste de Nampula. ii. Temperatura normal para os distritos da parte central a sul de Niassa, as províncias de Nampula, Zambézia, Tete, Manica, Sofala, Inhambane e os distritos a norte da província de Gaza. iii. Temperatura normal com tendência para acima do normal nos distritos a sul da província de Gaza e a província de Maputo.
Texto do artigo · p. 5 Previsão Climática da Temperatura Máxima: OND 2021 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal km 0 250 500 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E
Texto do artigo · p. 5 Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2022 (Figura 12), há uma maior probabilidade de ocorrência de:
Texto do artigo · p. 5 i. Temperatura normal com tendência para abaixo do normal a norte da província de Cabo Delgado e nordeste de Nampula. ii. Temperatura normal nos distritos centrais e sul de Cabo Delgado, norte a sudeste de Niassa, a maioria dos distritos da província de Nampula, os distritos a norte e faixa costeira da província da Zambézia, faixa costeira da província de Sofala, os distritos centrais a sul de Manica, as províncias de Inhambane, Gaza e Maputo. iii. Temperatura normal com tendência para acima do normal nos distritos a sudoeste de Niassa, centro a sudoeste da Zambézia, a província de Tete, os distritos centrais e norte de Manica e Sofala.
Texto do artigo · p. 6 Figura 4: Antevisão da Temperatura para o período JFM-2022. 3.2. Previsão Hidrológica 2021/2022
Texto do artigo · p. 6 Período OND 2021
Número ou marcador · p. 6 1. Baixo -Bacias Hidrográfi cas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado.
Número ou marcador · p. 6 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Zambeze e Savane
Texto do artigo · p. 6 Período OND 2021
Número ou marcador · p. 6 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado.
Número ou marcador · p. 6 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Zambeze e Savane
Texto do artigo · p. 6 Figura 5: Previsão Hidrológica para OND2021
Texto do artigo · p. 6 Figura 6: Previsão Hidrológica para JFM2022
Texto do artigo · p. 7 3.2.1. Risco de Inundações Urbanas- OND-2021 &JFM-2022 As inundações constituem uma ameaça para as cidades moçambicanas, particularmente as densamente habitadas, e onde os sistemas
Texto do artigo · p. 7 de drenagem funcionam com alguma deficiência. Algumas Cidades e Vilas susceptíveis de serem afectadas pelas inundações urbanas estão alistadas na tabela 1.
Texto do artigo · p. 7 Tabela 1: Cidades e Vilas vulneráveis a inundações por região
Texto do artigo · p. 7 Regiões Sul Centro Norte Vilas e Cidades Vulneráveis a inundações Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova Mambone Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa Nacala Porto Cuamba Lichinga
RegiõesSulCentroNorte
Vilas e Cidades Vulneráveis a inundaçõesXai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova MamboneZumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da CostaNacala Porto Cuamba Lichinga
Texto do artigo · p. 7 Para o controlo e gestão de inundações urbanas, para o ano 2021-2022 foram elaborados mapas de risco de inundação para as cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane e Pemba, tendo em conta o grau de vulnerabilidade e os seguintes pressupostos: (i) Interpretação quantitativa das previsões do SARCOF e do INAM, (ii) Topografia do terreno e (iii) Existência de infra-estruturas de drenagem.
Texto do artigo · p. 7 No ano hidrológico 2021-2022 prevê-se a ocorrência de inundações urbanas de Risco Alto, nas cidades de (i) Maputo: Costa do Sol, Polana Caniço A e B, Central C, parte de Malanga, Chamanculo B e C, Luís Cabral, Micajuine, Mafalala, Urbanização, Xipamanine, parte de Jorge Dimetrov; (ii) Matola: Trevo, Matola, AC,D e F, Fomento, parte de Tsalala, Vale de Infulene, Machava A e Liberdade, Mussumbuluco, parte de Km15, Nkobe, Parte de Malhampsene; (iii) Beira: Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite, Maraza, Nhangau e Tchondja; (iv) Quelimane: Aeroporto, Santágua, Cança, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita, Torrone; e (v) Pemba: Chuiba, Eduardo Mondlane, Natite, Ingonane, Paquetequete e Sul e Norte de Carioca.
Texto do artigo · p. 7 3.3. Interpretação da Previsão da Época Chuvosa 2021-
Texto do artigo · p. 7 2022 para Agricultura
Número ou marcador · p. 7 i) Período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND-
Texto do artigo · p. 7 2021) Índice de Satisfação Hídrica das Culturas (ISNH) - Período de OND-2021
Número ou marcador · p. 7 a) Região Norte: Províncias de Cabo Delgado e Nampula espera-se ISNH Baixo (<60%). ISNH moderado (60 à 85 %) em Niassa uma pequena faixa a oeste de C. Delgado e Nampula, ate a faixa Sul de Nampula.
Número ou marcador · p. 7 b) Região Centro: Nas províncias de Manica, Sofala, Tete, e numa pequena faixa a oeste da Zambézia espera-se ISNH Alto (85 a 100%). A província da Zambézia espera um ISNH moderado (60 -85%).
Número ou marcador · p. 7 c) Região Sul: Nas províncias de Gaza, Inhambane e Maputo espera-se ISNH Alto (85-100%), e um ISNH Moderado (60-85%), na faixa costeira a Sudeste de Inhambane e Sudoeste de Maputo.
Texto do artigo · p. 7 ISNH (%) <60 (Baixo) 60-85 (Moderado) 85-100 (Alto) N 100 200 400 km
Texto do artigo · p. 7 Figura 7: Previsão de ISNH - OND - 2021
Texto do artigo · p. 8 ii) Período de Janeiro-Fevereiro-Marco (JFM-2022) - ISNH
Número ou marcador · p. 8 d) Regiões Norte e Centro: Nas províncias do Norte do pais Niassa, Nampula e Cabo Delgado e Centro Tete, Zambézia, Manica, Sofala espera-se o ISNH alto (85 à 100%).
Número ou marcador · p. 8 e) Região Sul: Em geral nas províncias de Gaza e Inhambane, espera-se o ISNH Alto (85-100%). Em toda a província de Maputo, e na faixa Sul de Gaza com ISNH Moderado (60-85%).
Texto do artigo · p. 8 Janeiro-Fevereiro-Março 2022 ISNH (%) Baixo Moderado Alto Figura 8: Previsão de ISNH- JFM – 2022
Texto do artigo · p. 8 Figura 8: Previsão de ISNH- JFM – 2022
Texto do artigo · p. 8 3.4. Interpretação da previsão da época chuvosa 2021/2022
Texto do artigo · p. 8 na Saúde
Texto do artigo · p. 8 3.4.1 No que tange a Malária, espera-se:
Número ou marcador · p. 8 i) Período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2021:
Texto do artigo · p. 8 ▪ Região sul: risco moderado na Cidade e província de Maputo ▪ Região centro: risco moderado no norte de Sofala, Manica e Tete e alto risco no norte da Zambézia e região central de Tete.
Texto do artigo · p. 8 Ocorrência de Diarreia JFM 2022 Baixo Medio Alto 0 125 km
Texto do artigo · p. 8 ▪ Região norte: alto risco na província de Nampula e moderado no norte de Nampula e sul de Cabo Delgado e Niassa.
Texto do artigo · p. 8 ii) Período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2022:
Texto do artigo · p. 8 ▪ Região sul: risco moderado nas províncias de Maputo, Gaza e Cidade de Maputo. ▪ Região centro: risco moderado na província da Zambézia e Tete, e alto risco no norte da Zambézia. ▪ Região norte: risco moderado no sul de Cabo Delgado e Niassa e alto risco na província de Nampula.
Texto do artigo · p. 8 Ocorrência da Malária JFM 2022 Baixo Medio Alto 0 125 km Figura 9: Interpretação para a saúde (malária)
Texto do artigo · p. 8 Figura 9: Interpretação para a saúde (malária)
Texto do artigo · p. 8 3.4.2 Previsão de ocorrência de caso de diarreias:
Número ou marcador · p. 8 i) Período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) 2021: ▪ Região sul: risco baixo em toda região. ▪ Região centro: risco moderado no sul da província da Zambézia. ▪ Região norte: risco moderado no norte da província da Nampula e sul das províncias de Cabo Delgado e Niassa; e alto risco na província de Nampula. ii) Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) 2022, prevê-se:
Texto do artigo · p. 8 ▪ Região sul: risco moderado na Cidade de Maputo e província de Maputo e litoral da província de Inhambane. ▪ Região Centro: risco moderado no centro da província de Manica, norte de Sofala, sul da Zambézia e este de Tete. ▪ Região norte: risco moderado no centro de Cabo Delgado e Niassa e alto risco em Nampula.
Texto do artigo · p. 9 N 0 120 km Ocorrência da Diarreia OND 2021 Baixo Médio Alto Figura 10: Interpretação para a saúde (diarreias)
Texto do artigo · p. 9 Figura 10: Interpretação para a saúde (diarreias)
Número ou marcador · p. 9 4. Análise do Risco De Desastres
Número ou marcador · p. 9 4. 1 Principais Riscos ou Ameaças
Texto do artigo · p. 9 A previsão climática sazonal para a época chuvosa e ciclónica 2021/2022 indica que, no geral, há uma previsão de ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal em todo o País, o que poderá resultar em inundações urbanas em algumas cidades e vilas. Igualmente, a intensidade das chuvas previstas poderá causar cheias em regime moderado ou moderado a alto nas bacias de Maputo, Umbeluzi, Incomati, Mutamba, Inhanambe, Buzi, Pungoé, Namacurra, Licungo, Raraga, Savane. Adicionalmente, poderão ocorrer vendavais, descargas atmosféricas e ciclones tropicais.
Texto do artigo · p. 9 A eclosão de epidemias, doenças de origem hídrica (com surtos de diarreias, cólera e malária), pragas e bolsas de seca e insegurança alimentar e nutricional (sobretudo nas zonas áridas e semiáridas), são outros factores a ter em conta durante toda a época chuvosa. Adicionalmente, a possível progressão de casos da COVID-19 poderá influenciar directa ou indirectamente o sistema de gestão e redução do risco de desastres durante a presente época.
Número ou marcador · p. 9 4. 2 Factores de Vulnerabilidade Os principais factores de vulnerabilidade às ameaças acima
Texto do artigo · p. 9 identificadas, são:
Número ou marcador · p. 9 a) Insuficiência de infraestruturas para o controlo e gestão do fluxo de escoamentos de água de montante, sobretudo provenientes de nove rios internacionais;
Número ou marcador · p. 9 b) Existência de zonas áridas e semiáridas com aglomerados populacionais dispersos e limitado acesso a recursos hídricos;
Número ou marcador · p. 9 c) Longa extensão do território nacional localizada na zona de convergência intertropical, com limitada capacidade de contenção ou resiliência humana e infraestrutural ao impacto das depressões ou ciclones tropicais;
Número ou marcador · p. 9 d) Existência de zonas sísmicas activas com elevados aglomerados populacionais sem conhecimento do risco a que estão sujeitos;
Número ou marcador · p. 9 e) Implantação de infraestruturas públicas, privadas, sociais e assentamento humanos em zonas de risco ou ameaças (descritas no artigo 12 da Lei n.º 10/2020 de 24 de Agosto) sem observância de padrões técnicos de segurança;
Número ou marcador · p. 9 f) Insuficiente preparação do País e dos seus cidadãos para enfrentarem eficazmente o risco de desastres na dimensão actual;
Número ou marcador · p. 9 g) Fraca capacidade de adaptação das comunidades, associado ao rápido crescimento demográfico e ocupação desordenada de zonas naturais de escoamento e de retenção temporária das águas das cheias;
Número ou marcador · p. 9 h) Insuficiente implementação dos instrumentos de planeamento e ordenamento territorial;
Número ou marcador · p. 9 i) Falta de áreas demarcadas e reservadas a inundação em situação de cheias;
Número ou marcador · p. 9 j) Ineficiente implementação de medidas de redução do risco e aumento da resiliência nas infraestruturas públicas;
Número ou marcador · p. 9 k) Existência de pontes chave não reabilitadas;
Número ou marcador · p. 9 l) Degradação dos diques de protecção ao longo das bacias mais vulneráveis a cheias
Número ou marcador · p. 9 m) Instabilidade social devido a acção do insurgente na Província de Cabo Delgado e ataques armados na zona centro do país.
Número ou marcador · p. 9 n) A prevalência da pandemia da COVID-19.
Número ou marcador · p. 9 4. 3. Factores de Contenção
Texto do artigo · p. 9 A necessidade de adopção de medidas de redução de risco de desastres em Moçambique é contextual e de carácter socioeconómico imperativo devido aos múltiplos e recorrentes choques que afectam o país, por um lado. Por outro, a integração de medidas de gestão e redução de risco de desastres nas principais Políticas Públicas como o Programa Quinquenal do Governo 2019-2024 e o Plano Director para Redução do Risco de Desastres 2017-2030 refletem os avanços e firmeza do Governo nesta direcção.
Texto do artigo · p. 10 Abaixo apresentam-se as principais medidas e acções (implementadas e em curso) que concorrem para a redução da vulnerabilidade:
Número ou marcador · p. 10 a) Melhorado o acesso à informação hidro-meteorológica e garantia da emissão de avisos e alertas com maior precisão e confiabilidade sobre a iminência de perigos, em tempo quase real para a tomada de decisão operacional a vários níveis.
Número ou marcador · p. 10 b) Desenvolvido um sistema de previsão de cheias/ inundações e modelos de monitoria e previsão de ciclones e secas hidrológicas com foco para as bacias hidrográficas, propensas as cheia e inundações.
Número ou marcador · p. 10 c) Instalados sensores de alerta nas comunidades mais propensas aos eventos extremos.
Número ou marcador · p. 10 d) Operacionalizada a rede de estações do sistema de aviso de cheias, entre elas 30 pluviométricas e 33 hidrométricas, para a monitoria hidrológica.
Número ou marcador · p. 10 e) Operacionalizado um Sistema de Aviso de cheias, baseado nas comunidades, que abarca 30 estações hidro-meteorológicas em 5 bacias hidrográficas (Limpopo, Save, Búzi, Licungo e Messalo) e que é gerido por 127 Comités Locais de Gestão e Redução do Risco de Desastres,
Número ou marcador · p. 10 f) Operacionalização de 100 rádios comunitárias que usam línguas locais para a divulgação de mensagens sobre as medidas preventivas sobre a probabilidade de ocorrência de eventos extremos;
Número ou marcador · p. 10 g) Capacitação contínua das comunidades através da criação e revitalização de Comités Locais de Gestão e Redução do Risco de Desastres em locais mais propensos a eventos extremos;
Número ou marcador · p. 10 h) Fortalecidos sistemas de gestão de informação e comunicação, com recurso a tecnologias modernas de informação e comunicação;
Número ou marcador · p. 10 i) Disponibilidade de veículos aéreos não tripulados, drones, usados para avaliação rápida do impacto do desastre assim como mapeamento das zonas de risco.
Número ou marcador · p. 10 j) Realizadas actividades de controlo de focos de infecção de cólera;
Número ou marcador · p. 10 k) Realizadas campanhas de saúde e nutrição para o rastreio de crianças em situação de desnutrição aguda, suplementação com Vitamina A, desparasitação, vacinação e tratamento das doenças mais frequentes na infância;
Número ou marcador · p. 10 l) Realização de campanhas de vacinação da contra a COVID 19 e implementação de medidas para a contenção do alastramento da pandemia.
Texto do artigo · p. 10 4.4. Cenários
Texto do artigo · p. 10 Tomando como base as previsões as previsões climáticas sazonais para a região e a sua interpretação para o contexto nacional nas componentes de meteorologia, hidrologia, agricultura e saúde, foram desenvolvidos três possíveis cenários de população em risco descritos abaixo.
Texto do artigo · p. 10 4.5. Cenário I
Texto do artigo · p. 10 O Cenário I é composto por ameaças localizadas de pequena magnitude e curta duração, mas com impacto sobre as comunidades mais vulneráveis. As possíveis ameaças que fazem parte deste cenário são (i) Ventos Fortes, (ii) Inundações localizadas nas Vilas e Cidades e (iii) Seca. Prognostica-se que, durante a época chuvosa e ciclónica 2021-2022, estas ameaças possam ocorrer em diferentes regiões do País. Em algumas situações há possibilidade de ocorrência de descargas atmosféricas. As previsões indicam que as inundações urbanas poderão ter maior incidência sobre as cidades de Maputo, Matola, Beira, Dondo, Quelimane, Cuamba e Pemba.
Texto do artigo · p. 10 Igualmente, espera-se a ocorrência de estiagem/stress hídrico, sobretudo nas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane e Tete, colocando em risco o desenvolvimento das culturas.
Texto do artigo · p. 10 Deste modo, Neste contexto, estima-se que 953.087 pessoas possam vir a ser afectadas por ventos fortes, inundações e seca
Texto do artigo · p. 10 - ver tabela 2.
Texto do artigo · p. 10 Tabela 2: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I
Texto do artigo · p. 10 Províncias População em Risco Ventos fortes Inundações (Cidades e Vilas) Seca Total do Cenário I Cabo Delgado 28 500 4 820 0 33 320 Niassa 10 002 800 0 10 802 Nampula 7 508 2 775 0 10 283 Zambézia 28 347 16 651 20 632 65 630 Tete 15 326 7 690 134 956 157 972 Manica 19 741 10 342 24 659 54 742 Sofala 25 284 35 954 90 000 151 238 Inhambane 63 489 37 278 123 726 224 493 Gaza 21 173 14 328 135 887 171 388 Maputo Província 16 073 13 009 32 637 61 719 Maputo Cidade 1 014 10 143 343 11 500 Total 236 457 153 790 562 840 953 087
ProvínciasPopulação em Risco
Ventos fortesInundações (Cidades e Vilas)SecaTotal do Cenário I
Cabo Delgado28 5004 820033 320
Niassa10 002800010 802
Nampula7 5082 775010 283
Zambézia28 34716 65120 63265 630
Tete15 3267 690134 956157 972
Manica19 74110 34224 65954 742
Sofala25 28435 95490 000151 238
Inhambane63 48937 278123 726224 493
Gaza21 17314 328135 887171 388
Maputo Província16 07313 00932 63761 719
Maputo Cidade1 01410 14334311 500
Total236 457153 790562 840953 087
Texto do artigo · p. 11 4.4.1. Cenário II
Texto do artigo · p. 11 O Cenário II é a combinação das ameaças do Cenário I (ventos fortes, inundações localizadas nas Vilas e Cidades e Seca) com a probabilidade de ocorrência de cheias e ciclones. Neste cenário estima-se que 1.498.384 pessoas possam estar em risco, das quais 304.532 em risco de cheias e 240.765 pessoas em risco de ciclones – Ver Tabela 3.
Texto do artigo · p. 11 Estima-se que as consequências do Ciclones possam ter impactos diminutos nas províncias de Gaza e Maputo (incluindo
Texto do artigo · p. 11 Cidade) apresentam um risco baixo de serem afectados por ciclones tropicais devido a sua localização.
Texto do artigo · p. 11 As bacias hidrográficas de Maputo, Umbelúzi (Província de Maputo), Limpopo (Província de Gaza, Búzi, Pungue e Savane (Províncias de Sofala e Manica) e Licungo (província da Zambézia) mostram-se com maior probabilidade de registarem cheias.
Texto do artigo · p. 11 Tabela 3: Cenário II - População em Risco
Texto do artigo · p. 11 Províncias Cenário I Risco de cheias Risco de ciclones Total do Cenário II Cabo Delgado 33 320 28 854 24 900 87 074 Niassa 10 802 11 075 0 21 877 Nampula 10 283 4 495 38 575 53 353 Zambézia 65 630 36 096 22 790 124 516 Tete 157 972 9 850 0 167 822 Manica 54 742 21 645 15 645 92 032 Sofala 151 238 74 486 69 706 295 430 Inhambane 224 493 7 070 58 371 289 934 Gaza 171 388 83 831 1 000 256 219 Maputo Província 61 719 27 130 3 646 92 495 Maputo Cidade 11 500 0 6 132 17 632 Total 953 087 304 532 240 765 1 498 384
ProvínciasCenário IRisco de cheiasRisco de ciclonesTotal do Cenário II
Cabo Delgado33 32028 85424 90087 074
Niassa10 80211 075021 877
Nampula10 2834 49538 57553 353
Zambézia65 63036 09622 790124 516
Tete157 9729 8500167 822
Manica54 74221 64515 64592 032
Sofala151 23874 48669 706295 430
Inhambane224 4937 07058 371289 934
Gaza171 38883 8311 000256 219
Maputo Província61 71927 1303 64692 495
Maputo Cidade11 50006 13217 632
Total953 087304 532240 7651 498 384
Texto do artigo · p. 11 4.4.2. Cenário III
Texto do artigo · p. 11 O terceiro cenário (Cenário III) é o resultado da combinação do cenário II acrescido a probabilidade de ocorrência de sismos. Deste modo, neste cenário estima-se que 1.578.085 pessoas
Texto do artigo · p. 11 possam estar em risco, das quais cerca de 79.701 em risco de sismos - Ver tabela 4.
Texto do artigo · p. 11 Para o Cenário III, a estimativa da população em risco de sismos foi feita com sismo com base nos dados históricos de registos de sismos em Moçambique.
Texto do artigo · p. 11 Tabela 4: Cenário III – População em Risco
Texto do artigo · p. 11 Províncias Cenário II População em Risco Total Cenário III Cabo Delgado 87 074 200 87 274 Niassa 21 877 650 22 527 Nampula 53 353 9 860 63 213 Zambézia 124 516 5 671 130 187 Tete 167 822 0 167 822 Manica 92 032 1 514 93 546 Sofala 295 430 23 200 318 630 Inhambane 289 934 2 674 292 608 Gaza 256 219 27 700 283 919 Maputo Província 92 495 6 468 98 963 Maputo Cidade 17 632 1 764 19 396 Total 1 498 384 79 701 1 578 085
ProvínciasCenário IIPopulação em RiscoTotal Cenário III
Cabo Delgado87 07420087 274
Niassa21 87765022 527
Nampula53 3539 86063 213
Zambézia124 5165 671130 187
Tete167 8220167 822
Manica92 0321 51493 546
Sofala295 43023 200318 630
Inhambane289 9342 674292 608
Gaza256 21927 700283 919
Maputo Província92 4956 46898 963
Maputo Cidade17 6321 76419 396
Total1 498 38479 7011 578 085
Texto do artigo · p. 12 4.4.3. Situação Prevalecente dos Deslocados Internos em Moçambique
Texto do artigo · p. 12 O presente Plano de Contingência inclui as situações de deslocados internos causados pela instabilidade militar na Zona Centro e perlas incursões dos insurgentes na Norte do País.
Texto do artigo · p. 12 Dados actualizados até 15 de Outubro de 2021, indicam um total de em865.271 pessoas, o correspondente a183.769 famílias, sendo que 856.545 pessoas são provenientes de Cabo Delgado e do número total estão contabilizadas 417.519 crianças -Ver Tabela 5.
Texto do artigo · p. 12 Tabela 5: Deslocados internos devido aos ataques armados
Texto do artigo · p. 12 Província Famílias Deslocadas Pessoas Deslocadas (incluindo Criançãs) Crianças Proveniência Pessoas nos Centros de Acomodação Pessoas nos Bairros de Reassentam ento Pessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadas Pessoas Assistidas Cabo Delgado Zona Centro Provincia do Maputo 28 82 0 82 0 0 0 82 82 Inhambane 21 84 15 84 0 0 52 32 84 Sofala 678 3,376 1,366 175 3,201 0 3,376 0 3,376 Manica 1,023 5,582 1,881 57 5,525 2,508 0 3,074 5,582 Zambézia 349 1,349 778 1,349 0 0 380 959 1,349 Nampula 14,700 64,780 35,027 64,780 0 0 3,773 61,006 64,780 Niassa 371 1,909 1,045 1,909 0 0 316 1,593 1,909 Cabo Delgado 166,599 788,109 377,407 788,109 0 54,367 89,274 644,468 788,109 Total 183,769 865,271 417,519 856,545 8,726 56,875 97,171 711,214 865,271
ProvínciaFamílias DeslocadasPessoas Deslocadas (incluindo Criançãs)CriançasProveniênciaPessoas nos Centros de AcomodaçãoPessoas nos Bairros de Reassentam entoPessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadasPessoas Assistidas
Cabo DelgadoZona Centro
Provincia do Maputo28820820008282
Inhambane2184158400523284
Sofala6783,3761,3661753,20103,37603,376
Manica1,0235,5821,881575,5252,50803,0745,582
Zambézia3491,3497781,349003809591,349
Nampula14,70064,78035,02764,780003,77361,00664,780
Niassa3711,9091,0451,909003161,5931,909
Cabo Delgado166,599788,109377,407788,109054,36789,274644,468788,109
Total183,769865,271417,519856,5458,72656,87597,171711,214865,271
Texto do artigo · p. 12 Tabela 5: Deslocados internos devido aos ataques armados
ProvínciaFamílias DeslocadasPessoas Deslocadas (incluindo Crianças)CriançasCabo DelgadoZona CentroPessoas nos Centros de AcomodaçãoPessoas nos Bairros de ReassentamentoPessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadasPessoas Assistidas
Província do Maputo2882820008282
Inhambane2184158400523284
Sofala6783,3761,3661753,20103,37603,376
Manica1,0235,5821,881575,5252,50803,0745,582
Zambézia3491,3497781,349003809591,349
Nampula14,70064,78035,02764,780003,77361,00664,780
Niassa3711,9091,0451,909003161,5931,909
Cabo Delgado166,599788,109377,407788,109054,36789,274644,468788,109
Total183,769865,271417,519856,5458,72656,87597,171711,214865,271
Texto do artigo · p. 12 4.4.4. Situação prevalecente da COVID-19
Texto do artigo · p. 12 A situação da pandemia da COVID-19 que igualmente afecta o país desde Março de 2020, é tomada em consideração no actual Plano de Contingência, como um assunto transversal. A COVID-19 terá igualmente impacto na operacionalização do actual Plano de Contingência, pois a fase de propagação comunitária requer um redobrar de esforços sectoriais a todos os níveis. A tabela 6 apresenta a situação prevalente até 07 de Outubro de 2021.
Texto do artigo · p. 12 Tabela 6: Casos de COVID-19 registados por Província do dia 7 de Outubro de 2021
Texto do artigo · p. 12 Província Casos Positivos Casos Recuperados Óbitos Casos Activos Cabo-Delgado 4.993 4.888 (136)** 15+1* 89 Niassa 7.478 7.401 52 25 Nampula 6.788 6.446 (51)** 41 301 Zambézia 8.131 8.076 39 16 Tete 8.636 8.584 50 2 Manica 6.371 6.338 31 2 Sofala 8.206 8.128 76 2 Inhambane 10.590 10.509 (13)** 49 32 Gaza 8.851 8.779 55 17 Maputo-Província 21.244 21.002 204 38 Maputo-Cidade 59.611 57.696 1.307+3* 605 Total 150.899 147.847 1.919 1.129
ProvínciaCasos PositivosCasos RecuperadosÓbitosCasos Activos
Cabo-Delgado4.9934.888 (136)**15+1*89
Niassa7.4787.4015225
Nampula6.7886.446 (51)**41301
Zambézia8.1318.0763916
Tete8.6368.584502
Manica6.3716.338312
Sofala8.2068.128762
Inhambane10.59010.509 (13)**4932
Gaza8.8518.7795517
Maputo-Província21.24421.00220438
Maputo-Cidade59.61157.6961.307+3*605
Total150.899147.8471.9191.129
Número ou marcador · p. 12 1. 4# Óbitos por outras causas
Número ou marcador · p. 12 2. **Recuperados nas últimas 24 horas
Texto do artigo · p. 12 4.4.5. Provável impacto no sector da Educação Caso ocorram os fenómenos previstos no actual Plano de Contingência, o sector da Educação prevê danos em cerca de 4.505
Texto do artigo · p. 12 escolas, 16803 Salas de aulas em todo o país
Texto do artigo · p. 13 Tabela 7: Provável impacto no sector da Educação
Texto do artigo · p. 13 Província Escolas em risco Salas de Aulas em risco Unidades Administrativas em risco Sanitários Cabo Delgado 114 102 67 Niassa 22 42 0 0 Nampula 964 2 310 Zambézia 1 000 1 736 460 200 Tete 344 1 412 154 184 Manica 278 1 763 278 785 Sofala 193 574 243 572 Inhambane 822 6 654 6 236 26 616 Gaza 759 4 416 567 1 477 Maputo Cidade 9 104 9 18 Total 4 505 16 803 8 014 32 162
ProvínciaEscolas em riscoSalas de Aulas em riscoUnidades Administrativas em riscoSanitários
Cabo Delgado11410267
Niassa224200
Nampula9642 310
Zambézia1 0001 736460200
Tete3441 412154184
Manica2781 763278785
Sofala193574243572
Inhambane8226 6546 23626 616
Gaza7594 4165671 477
Maputo Cidade9104918
Total4 50516 8038 01432 162
Texto do artigo · p. 13 4.4.6. Provável Impacto no Sector da Agricultura Segundo a previsão climática 2021 - 22, perspetiva-se uma
Texto do artigo · p. 13 é baixo a moderado, no período (OND-2021), deve se ter atenção a ocorrência de estiagem localizadas.
Texto do artigo · p. 13 Para os dois períodos e com destaque para o período JFM2022, nas regiões Centro e Norte, espera-se situações extremas de inundações localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas. Estima-se que cerca de 317.076 produtores ficarão afetados por diversos fenómenos e 380.492 hectares perdidos com culturas diversas, sobretudo milho, arroz e feijões possam estar em risco de se perderem – Ver tabela 8.
Texto do artigo · p. 13 Campanha Agrícola boa;
Texto do artigo · p. 13 Para a região Sul, províncias de Maputo e Gaza, nos dois períodos (OND-2021 e JFM 2022), é esperado ISNH Moderado.
Texto do artigo · p. 13 Recomenda-se monitoria permanente e alerta a situação nos distritos das zonas áridas e semiáridas; Para a região Norte e parte o Centro (Tete e Zambézia), onde em geral o ISNH esperado
Texto do artigo · p. 13 Tabela 8: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2021 – 2022
Texto do artigo · p. 13 Fenómeno Área em Risco (ha) Produtores em Risco Seca/Estiagem 104 071 86 726 Inundações/Cheias 231 887 193 239 Ciclones 44 534 37 112 Total 380 492 317 076
FenómenoÁrea em Risco (ha)Produtores em Risco
Seca/Estiagem104 07186 726
Inundações/Cheias231 887193 239
Ciclones44 53437 112
Total380 492317 076
Texto do artigo · p. 13 4.5. Provável Impacto no Sector de Estradas
Texto do artigo · p. 13 4.5.2. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Zambézia.
Texto do artigo · p. 13 O Sector de Estradas prevê que algumas estradas correm o risco de interrupção ou funcionarem com o trânsito condicionado caso ocorram chuvas intensas e também devido ao nível de precaridade de algumas vias de acesso. As províncias de maior risco são Maputo, Gaza, Sofala, Manica, Zambézia e Cabo Delgado.
Texto do artigo · p. 13 Na província da Zambézia as estradas em risco são: R640 Zero-Mopeia-Luabo-Nhacatiua, R650 Pinda-Megaza-Chire, R650 Chire-Milange, N322 Zero-Morrumbala-Pinda-Rio Chire, R644 Maganja-Nante-Cariua, R645 Maganja-Mabala, R643 Namacurra – Macuse, R1118 Namacurra – Forquia R654, Ragone – Namarroi, R1102 Ragone – Gurue, N/C Bive – Maganja da Costa, N/C Bive-Muaquiua.
Texto do artigo · p. 13 Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso das lajes de pavimento de estruturas, erosão da plataforma e taludes das estradas, poças de água nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nas figuras abaixo.
Texto do artigo · p. 13 As estradas de maior risco em Cabo Delgado são: N380 Macomia-Oasse; R698 Montepuez-Nairoto; R762 MuepaneMetuge-Mahate; R698 Montepuez-Namuno; R760 MecufiMazezi.
Texto do artigo · p. 13 Vias de Acesso em risco de inundação na província da Zambézia
Texto do artigo · p. 13 Vias de Acesso em risco na província de Cabo Delgado
Texto do artigo · p. 13 Figura 12: Mapa de estrada em risco de inundação na província da Zambézia
Texto do artigo · p. 13 4.5.3. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Manica
Texto do artigo · p. 13 Na província de Manica deverá se prestar maior atenção nas seguintes vias de acesso: N260 CruzN6-espungabera, N260 Dombe-Rio Massapa, N260 CruzN6-Rio Búzi-Espungabera,
Texto do artigo · p. 13 Figura 11: Mapa de estrada em risco de inundação na província de Cabo Delgado
Texto do artigo · p. 14 R441 espungabera – Chaiva, N/C CruzR521-Garagua, Cruz N260-Cadeado, N/C Cruz260-Central Mavuzi, R952 CruzR441Mabzissanga, N/C CruzN7-Cagore, R963 Manica-Panhalonga, N/C CruzR963-Chua, N/C CruzR962-Machipanda, R950 CruzR529-Buzua, R529 CruzN7-Nhacolo/Fronteira com Sofala, N/C CruzR529-Buzua.
Texto do artigo · p. 14 Vias de Acesso em risco na Província de Manica Legenda Pontos Administrativos Vias de Acesso em risco Classificação de Vias de Acesso Primária Secundária Terciária Vicinal Outros Províncias Vizinhas Países Vizinhos
Texto do artigo · p. 14 Figura 13: Mapa de estradas em risco de inundação na província de Manica
Texto do artigo · p. 14 4.5.4. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Gaza
Texto do artigo · p. 14 Na província de Gaza deve-se prestar maior atenção nas seguintes vias de acesso: N222 Mapai - Antiga Front. Chigubo; N222 Mapai – Pafuri; R441 Chinhacanine – Nalazi; R441 Chinhacanine – Nalazi; R455 Pafuri – Chicualacuala; R855 Maqueze – Chanhanine; R856 Chokwe – Thlawene; R442 Chibuto - Alto Changane – Maqueze; NC Massingir – Chibotana; R441 Machaila – Massangena.
Texto do artigo · p. 14 Vias de Acesso em risco na Província de Gaza Legenda Pontos Administrativos Vias de Acesso em risco Classificação de Vias de Acesso Primária Secundária Terciária Vicinal Outros Províncias Vizinhas Países Vizinhos
Texto do artigo · p. 14 Figura 14: Mapa de estradas em risco de inundação na província de Gaza
Texto do artigo · p. 14 4.5.5. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Maputo
Texto do artigo · p. 14 Na província de Maputo deve-se prestar maior atenção nas seguintes vias de acesso R406: Catuane/Filipe; R408:
Texto do artigo · p. 14 CrzR407(Alto Enchissa)/Catuane; N200:Boane/Bela Vista; R401:Movene/Moamba; R413: Maragra/Calanga; R414: Crz. R413/Machubo; R402: Moamba/Sabie/ Magude; R405: Magude/ Mahele; R411: Magude/Panjane; R412: Magude/Motaze; R811: Moamba/Bondoia/Magude
Texto do artigo · p. 14 Vias de Acesso em risco na Província de Maputo Legenda Pontos Administrativos Vias de Acesso em risco Classificação de Vias de Acesso Primária Secundária Terciária Vicinal Outros Províncias Vizinhas Países Vizinhos
Texto do artigo · p. 14 Figura 15: Mapa de estradas em risco de inundação na província de Maputo
Texto do artigo · p. 14 4.5.6. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Sofala
Texto do artigo · p. 14 Na província de Sofala deverá se prestar maior atenção nas seguintes vias de acesso: 1005 Maringue / Chauaua; N/CMuxungue/Chibabava; R561-Crz N1/ Machanga; R560+R562 Machanga/Divinhe; N280 Tica/ Guara Guara; R521 Crz N1 Casa Nova/ Crz. N280 Buzi; R564 Gorongosa/Piro; R1001 Casa Banana/Mazamba/ Inhaminga; R1003 Crz N6 / Savane; N/C Crz R1003 / Sengo; N261 Nhamapaza Macossa; R529 Chemba/ Tambara; N283-Caia/Chemba; R565-Maringue/Chemba; N282 Dondo/ Matondo; N283-Caia/Marrome.
Texto do artigo · p. 14 Vias de Acesso em risco na Província de Sofala Legenda Pontos Administrativos Vias de Acesso em risco Classificação de Vias de Acesso Primária Secundária Terciária Vicinal Outros Províncias Vizinhas Países Vizinhos
Texto do artigo · p. 14 Figura 16: Mapa de estradas em risco de inundação na província de Sofala
Número ou marcador · p. 15 5. Acções Sectoriais a Realizar nas Fases de Prontidão, Resposta e Recuperação
Texto do artigo · p. 15 O quadro de definição de acções sectoriais tem o objectivo de minimizar o impacto de desastres e compreende três fases: prontidão, resposta e recuperação.
Texto do artigo · p. 15 a. Prontidão: técnica, material e financeira de preparação institucional, sectorial, comunitária e individual para reduzir o risco de desastres e os seus impactos. b. Resposta: Medidas que visam salvar vidas, assegurar assistência humanitária e rápida funcionalidade socioeconómicas imediatamente a seguir ao desastre. c. Recuperação: Actividades que concorrem, para a reposição e funcionalidade dos serviços básicos e normalização da vida das pessoas afectadas pelo desastre.
Texto do artigo · p. 15 As acções de prontidão, resposta, e recuperação poderão ser realizadas ao longo do ano. Contudo, no período de Outubro à Dezembro, poderão predominar as acções de prontidão e intervenções de resposta. Neste sentido, acções como (i) a elaboração do plano anual de contingência, (ii) a preposição estratégica de bens e suprimentos de emergência, (iii) importação de suprimentos de emergência adicionais para responder às necessidades prementes, e (iv) a coordenação e monitoria, constituem algumas das actividades críticas a serem realizadas nestes períodos.
Texto do artigo · p. 15 No período de Janeiro à Março, maior incidência poderá ser para as acções de resposta como (i) a operacionalização dos planos de contingência, (ii) realização das avaliações rápidas das necessidades para informar o plano de resposta, e (iii) a avaliação das necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência.
Texto do artigo · p. 15 O período de Abril à Setembro é reservado para as acções de recuperação e resposta, incluindo, entre outras, (i) a implementação da estratégia multissectorial de recuperação e reconstrução (Ex: reassentamento, reconstrução assistência alimentar, projecto de geração de renda); e (ii) monitoria da implementação das actividades e programas de recuperação. Algumas aquisições de materiais para pré-posicionamento e que estejam nos parâmetros das normas de funcionamento do Fundo de Gestão de Calamidades, também poderão ocorrer nesse período.
Texto do artigo · p. 15 A implementação das acções de prontidão, resposta e recuperação poderá acontecer a todos os níveis, desde o central aos órgãos locais, incluindo os municípios, cabendo a cada um desses níveis garantir a planificação, monitoria, supervisão e assistência técnica e a implementação dos planos de resposta.
Texto do artigo · p. 15 5.1. Mobilização de Recursos para Resposta à Emergência A Equipa Humanitária Nacional (HCT) participa através
Texto do artigo · p. 15 de sectores (clusters) de resposta humanitária em acções de prontidão e resposta a desastres com meios materiais e humanos para complementar os esforços do Governo. Assim, usando mecanismos acordados com o Governo, a Equipa Humanitária Nacional pode activar os dispositivos internos e internacionais de mobilização de recursos com base nos mandatos e instrumentos internacionais existentes. O processo de coordenação e gestão de resposta a emergência é liderado pelo Governo.
Texto do artigo · p. 15 A assistência humanitária atempada, eficaz e apropriada por parte da HCT depende da observância dos seguintes aspectos:
Número ou marcador · p. 15 a) Disponibilidade de informação sobre a avaliação da situação (magnitude, complexidade, urgência da emergência) com base em indicadores credíveis;
Número ou marcador · p. 15 b) Apresentação de dados sobre a área afectada, grupos vulneráveis; população afectada e pessoas necessitadas
Número ou marcador · p. 15 c) Disponibilização de informação sobre os recursos preposicionados pelo Governo e défice de acordo com as necessidades locais e tipo de evento;
Número ou marcador · p. 15 d) Activação pelo governo dos níveis de alerta institucional para facilitação da mobilização de recursos adicionais e operacionalização do plano de contingência;
Número ou marcador · p. 15 e) Solicitação de apoio humanitário pelo Governo.
Texto do artigo · p. 15 5.2. Activação e implementação dos Planos Distritais de Acções Antecipadas no âmbito da Seca
Texto do artigo · p. 15 O Plano Distrital de Acções Antecipadas no contexto da Seca é um instrumento orientador para a implementação de acções de mitigação dos efeitos negativos da seca com base em dados de previsão. Neste contexto, através dos esforços do Governo com o apoio do Programa Mundial para Alimentação (PMA), está em curso uma iniciativa piloto de estabelecimento de um Sistema de Aviso Prévio à Seca com base em Acções Antecipadas nos distritos de Guijá e Chibuto na província de Gaza, bem como nos distritos de Marara e Changara na província de Tete.
Texto do artigo · p. 15 Com base em mecanismos estabelecidos de coordenação interinstitucional, foram elaborados planos distritais das acções antecipadas nos distritos piloto, que poderão ser activados e implementados caso as previsões assim o justifiquem. Esta iniciativa poderá ser replicada para outros distritos mediante a priorização dos critérios de vulnerabilidade (previsão, factores socio económicos) a seca e a disponibilidade de fundos adicionais para o efeito.
Texto do artigo · p. 15 O quadro a baixo apresenta o resumo das actividades a serem implementadas no contexto do presente Plano de Contingência.
Texto do artigo · p. 16 Recuperação a)Implementaractividadesespecíficas derecuperaçãodemeiosdevida; b)Monitoraraimplementação integradadasactividadese programasderecuperaçãopós desastre; c)Avaliarasactividadesderesposta humanitáriaecolheraslições aprendidas; d)Elaboraroplanomultissectorialde recuperaçãopósemergênciacom basenosresultadosdaANPD; e)Proverapoiopsicossocialpara osafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; f)Monitorarecontinuaraimplementar todasasmedidasdeprevenção contraoCOVID; g)Continuaradisseminarmensagens deprevençãocontraaCOVID Resposta a)Operacionalizaroplanodecontingência; b)Realizaravaliaçõesrápidasdasnecessidadesereajustar oplanoderespostadeacordoamagnitudedoevento c)Coordenaraprovisãodeassistênciahumanitáriaatempada, d)Prepararosapelosdeajudahumanitáriaemobilizar recursosadicionais; e)Coordenaraavaliaçãorápidadenecessidadespósdesastres (ANPD); f)Proverapoiopsicossocialparaosafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; g)Activaroplanodecontinuidadedeactividadescaso sejamidentificadoscasospositivosnasinstalações dainstituição; h)Efectuaradistribuiçãodemascarasdepano/artesanais paraosafectadosemtodososcentrosdeacomodação ebairrosdereassentamento; i)Estabelecerpontosdelavagemdemãosemcoordenação comosectordeáguaseparceiros; j)Garantirodistanciamentosocialentreosafectados principalmentenadistribuiçãodeartigosalimentares enãoalimentares; Prontidão a)Realizarexercíciosdesimulação; b)Divulgaroplanodecontingência; c)RevitalizarosCLGRDevoluntáriosdaCVM; d)ActivarosCLGRDdaszonasderisco; e)Identificarrotasdeevacuaçãoelocaissegurosparaabrigos temporários; )Mapearoscentrosdeacomodaçãoezonassegurasparaf oreassentamento )Pré-posicionarbens,materiaiseequipamentosemlocaisg estratégicos )Prepararasequipesderespostahumanitáriaparaumah intervençãorápida; i)Disseminarmensagensdealerta; j)Intensificarasactividadesdemonitoria; )Lançarconcursosparaaquisiçãodebensdeemergênciak eassinaturadecontractos; )Sensibilizarascomunidadessobremedidasdeprevenção,l mitigaçãoerespostaaosdesastres; m)Identificarecelebraracordoscompersonalidadeselíderes influentesparadifusãodemensagensdealerta; n)Activarosprotocolosdegestãodeinformaçãoatodosníveis; )Identificareprepararáreassegurasparaaacomodaçãoo ereassentamentodasfamíliasafectadas; p)Cumprircomosprocedimentossócioambientais; q)Aprovisionarmateriaiselocaisparaaconstruçãodeabrigos ecasasdefinitivasresilientes; )Adquirirequipamentosdeprotecçãoindividual,kitsr deprimeirossocorrosededignidade,paraasequipes deassistênciahumanitárianasacçõesdeemergência; s)Prepararoapoiopsicossocialparaosafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; )Aprovisionarserviçosdeemergênciaparafornecimentot deágua; u)ActivaraimplementaçãodosPlanosDistritaisdeAcções Antecipadas v)PrepararplanodepreparaçãoerespostadaCOVID-19para osector; Instituições INGD
Recuperaçãoa)Implementaractividadesespecíficas derecuperaçãodemeiosdevida; b)Monitoraraimplementação integradadasactividadese programasderecuperaçãopós desastre; c)Avaliarasactividadesderesposta humanitáriaecolheraslições aprendidas; d)Elaboraroplanomultissectorialde recuperaçãopósemergênciacom basenosresultadosdaANPD; e)Proverapoiopsicossocialpara osafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; f)Monitorarecontinuaraimplementar todasasmedidasdeprevenção contraoCOVID; g)Continuaradisseminarmensagens deprevençãocontraaCOVID
Respostaa)Operacionalizaroplanodecontingência; b)Realizaravaliaçõesrápidasdasnecessidadesereajustar oplanoderespostadeacordoamagnitudedoevento c)Coordenaraprovisãodeassistênciahumanitáriaatempada, d)Prepararosapelosdeajudahumanitáriaemobilizar recursosadicionais; e)Coordenaraavaliaçãorápidadenecessidadespósdesastres (ANPD); f)Proverapoiopsicossocialparaosafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; g)Activaroplanodecontinuidadedeactividadescaso sejamidentificadoscasospositivosnasinstalações dainstituição; h)Efectuaradistribuiçãodemascarasdepano/artesanais paraosafectadosemtodososcentrosdeacomodação ebairrosdereassentamento; i)Estabelecerpontosdelavagemdemãosemcoordenação comosectordeáguaseparceiros; j)Garantirodistanciamentosocialentreosafectados principalmentenadistribuiçãodeartigosalimentares enãoalimentares;
Prontidãoa)Realizarexercíciosdesimulação; b)Divulgaroplanodecontingência; c)RevitalizarosCLGRDevoluntáriosdaCVM; d)ActivarosCLGRDdaszonasderisco; e)Identificarrotasdeevacuaçãoelocaissegurosparaabrigos temporários; )Mapearoscentrosdeacomodaçãoezonassegurasparaf oreassentamento )Pré-posicionarbens,materiaiseequipamentosemlocaisg estratégicos )Prepararasequipesderespostahumanitáriaparaumah intervençãorápida; i)Disseminarmensagensdealerta; j)Intensificarasactividadesdemonitoria; )Lançarconcursosparaaquisiçãodebensdeemergênciak eassinaturadecontractos; )Sensibilizarascomunidadessobremedidasdeprevenção,l mitigaçãoerespostaaosdesastres; m)Identificarecelebraracordoscompersonalidadeselíderes influentesparadifusãodemensagensdealerta; n)Activarosprotocolosdegestãodeinformaçãoatodosníveis; )Identificareprepararáreassegurasparaaacomodaçãoo ereassentamentodasfamíliasafectadas; p)Cumprircomosprocedimentossócioambientais; q)Aprovisionarmateriaiselocaisparaaconstruçãodeabrigos ecasasdefinitivasresilientes; )Adquirirequipamentosdeprotecçãoindividual,kitsr deprimeirossocorrosededignidade,paraasequipes deassistênciahumanitárianasacçõesdeemergência; s)Prepararoapoiopsicossocialparaosafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; )Aprovisionarserviçosdeemergênciaparafornecimentot deágua; u)ActivaraimplementaçãodosPlanosDistritaisdeAcções Antecipadas v)PrepararplanodepreparaçãoerespostadaCOVID-19para osector;
InstituiçõesINGD
Texto do artigo · p. 16 a)Implementaractividadesespecíficas
Texto do artigo · p. 16 derecuperaçãodemeiosdevida;
Texto do artigo · p. 16 b)Monitoraraimplementação
Texto do artigo · p. 16 InstituRecuperação
Texto do artigo · p. 16 Tabela9:Actividadessectoriaisnocontextoderespostaegestãodeemergências
Texto do artigo · p. 16 sidadesereajustar
Texto do artigo · p. 16 gnitudedoevento
Texto do artigo · p. 16 cia;
Texto do artigo · p. 16 integradadasactividadese
Texto do artigo · p. 16 programasderecuperaçãopós
Texto do artigo · p. 16 c)Avaliarasactividadesderesposta
Texto do artigo · p. 16 humanitáriaecolheraslições
Texto do artigo · p. 16 d)Elaboraroplanomultissectorialde
Texto do artigo · p. 16 recuperaçãopósemergênciacom
Texto do artigo · p. 16 e)Proverapoiopsicossocialpara
Texto do artigo · p. 16 osafectadoseasequipes
Texto do artigo · p. 16 f)Monitorarecontinuaraimplementar
Texto do artigo · p. 16 todasasmedidasdeprevenção
Texto do artigo · p. 16 g)Continuaradisseminarmensagens
Texto do artigo · p. 16 basenosresultadosdaANPD;
Texto do artigo · p. 16 deprevençãocontraaCOVID
Texto do artigo · p. 16 deassistênciahumanitária;
Texto do artigo · p. 16 contraoCOVID;
Texto do artigo · p. 16 aprendidas;
Texto do artigo · p. 16 desastre;
Texto do artigo · p. 16 anitáriaatempada,
Texto do artigo · p. 16 itáriaemobilizar
Texto do artigo · p. 16 dadespósdesastres
Texto do artigo · p. 16 tadoseasequipes
Texto do artigo · p. 16 actividadescaso
Texto do artigo · p. 16 osnasinstalações
Texto do artigo · p. 16 depano/artesanais
Texto do artigo · p. 16 rosdeacomodação
Texto do artigo · p. 16 semcoordenação
Texto do artigo · p. 16 ntreosafectados
Texto do artigo · p. 16 rtigosalimentares
Texto do artigo · p. 16 INGD
Texto do artigo · p. 17 Recuperação a)Divulgaroplano/estratégia dereconstrução/recuperação conjunta,Governoeparceiros decooperação; b)Avaliarograudecumprimentodo planoderespostadeemergência; c)Mobilizarascomunidadespara participarnoprocessoderecupe- raçãoereconstrução; d)Avaliarepropormedidasparauma respostamelhorada. a)Monitorarregularmenteasituação dasegurançaalimentar enutricional; b)Realizarfeirasdeinsumosagrícolas eagropecuárias; c)Aproveitarasbaixaseterrashúmidas paraocultivodeculturasdeciclo curto; d)Aproveitaraáguanasáreasirrigadas atravésdepráticasquepromovam apreservaçãodahumidade nosolo; e)Adoptareusartecnologias decaptaçãoeconservação deágua; f)Fomentaremultiplicarculturas tolerantesaseca; g)Reabilitarasinfraestruturaspecuárias epontosdeabeberamento afectados; h)Intensificaravigilância epidemiológicaeaInspecção dosefectivospecuários i)Promovereintensificararealização debanhoscarracicidas, desparasitaçõeseotratamento deanimaisnaszonasafectadas; j)Disponibilizarosmedicamentos, drogas,carracicidas,desinfetantes esuplementosparaaszonas dedifícilacesso. Resposta a)Disseminarinformaçãosobreofenómenoemcausa; b)Geriradisseminaçãodeinformaçãopelosórgãos decomunicação; c)Intensificarosapelosàscomunidadesnaszonasderisco. d)Divulgaraosórgãosdecomunicaçãoograu deimplementaçãodaacçãohumanitária doGovernoeparceirosdecooperação a)RealizaravaliaçãorápidadeSANpóschoquenaszonas afetadas; b)Efetuarolevantamentopreliminardosprodutoreseáreas agropecuáriasafetadas; c)Reajustarosplanosdeaprovisionamentodeinsumos; d)Promoveraassistênciatécnicaaosprodutoresfamiliares; e)Controlaraqualidadedassementescomercializadasedas variedadeslibertadas; f)Disponibilizarpesticidasparaocontrolodaspragas migratórias; Prontidão a)Avaliarograudefuncionamentoeoperacionalidade dossistemasemeiosdecomunicação; b)Pré-posicionarmaterialeequipamentosdecomunicação; )Produziredisseminarinformaçãobaseadaemimpactosc eatempadaaosórgãosdecomunicaçãooficiais,acessível atodasascamadassociaisnocontextodegestãodorisco desastres; )Disseminarinformaçãosobreprevençãodacovid-19,d emcanaisformaiseinformais; )Elaborareinterpretaroprognósticodaépocachuvosaa eciclónica,paraagriculturaerecomendaçõesagrotécnicas; b)Elaboraroplanodecontingência; )Monitorarocomportamentodaépocachuvosaeoseuimpactoc naproduçãoagrária; )Monitorareavaliarregularmenteasituaçãod dasegurançaalimentarenutricional; e)Monitorarecontrolarasprincipaispragasedoençasdas culturas )Limparasfontesdeágua,valasdedrenagem,canaisf ereservatórios; )Retirarantecipadamenteosdiversosequipamentos,doslocaisg inundáveis )Pré-posicionarinsumosagrícola,medicamentos,drogash carracicidas,desinfetantesesuplementospara aszonasdedifícilacesso; i)Identificarzonassegurasparaorefúgiodogado; )Deslocarasmanadasdegadodaszonasderiscoj deocorrênciadeinundaçãoedaszonasinundadas; k)Promoveraconservaçãodeforragensparaépocasecaea produçãodesuplementosparaosanimais; )Reabilitarcorredoresdetratamento,chuveirosepontosl deabeberamento; )Monitorarpermanentementeasituaçãosanitáriacomenfoquem RiftedoençaparaaFebreAftosa,FebredoValedo deLínguaAzul. Instituições GABINFO MADER
Recuperaçãoa)Divulgaroplano/estratégia dereconstrução/recuperação conjunta,Governoeparceiros decooperação; b)Avaliarograudecumprimentodo planoderespostadeemergência; c)Mobilizarascomunidadespara participarnoprocessoderecupe- raçãoereconstrução; d)Avaliarepropormedidasparauma respostamelhorada.a)Monitorarregularmenteasituação dasegurançaalimentar enutricional; b)Realizarfeirasdeinsumosagrícolas eagropecuárias; c)Aproveitarasbaixaseterrashúmidas paraocultivodeculturasdeciclo curto; d)Aproveitaraáguanasáreasirrigadas atravésdepráticasquepromovam apreservaçãodahumidade nosolo; e)Adoptareusartecnologias decaptaçãoeconservação deágua; f)Fomentaremultiplicarculturas tolerantesaseca; g)Reabilitarasinfraestruturaspecuárias epontosdeabeberamento afectados; h)Intensificaravigilância epidemiológicaeaInspecção dosefectivospecuários i)Promovereintensificararealização debanhoscarracicidas, desparasitaçõeseotratamento deanimaisnaszonasafectadas; j)Disponibilizarosmedicamentos, drogas,carracicidas,desinfetantes esuplementosparaaszonas dedifícilacesso.
Respostaa)Disseminarinformaçãosobreofenómenoemcausa; b)Geriradisseminaçãodeinformaçãopelosórgãos decomunicação; c)Intensificarosapelosàscomunidadesnaszonasderisco. d)Divulgaraosórgãosdecomunicaçãoograu deimplementaçãodaacçãohumanitária doGovernoeparceirosdecooperaçãoa)RealizaravaliaçãorápidadeSANpóschoquenaszonas afetadas; b)Efetuarolevantamentopreliminardosprodutoreseáreas agropecuáriasafetadas; c)Reajustarosplanosdeaprovisionamentodeinsumos; d)Promoveraassistênciatécnicaaosprodutoresfamiliares; e)Controlaraqualidadedassementescomercializadasedas variedadeslibertadas; f)Disponibilizarpesticidasparaocontrolodaspragas migratórias;
Prontidãoa)Avaliarograudefuncionamentoeoperacionalidade dossistemasemeiosdecomunicação; b)Pré-posicionarmaterialeequipamentosdecomunicação; )Produziredisseminarinformaçãobaseadaemimpactosc eatempadaaosórgãosdecomunicaçãooficiais,acessível atodasascamadassociaisnocontextodegestãodorisco desastres; )Disseminarinformaçãosobreprevençãodacovid-19,d emcanaisformaiseinformais;)Elaborareinterpretaroprognósticodaépocachuvosaa eciclónica,paraagriculturaerecomendaçõesagrotécnicas; b)Elaboraroplanodecontingência; )Monitorarocomportamentodaépocachuvosaeoseuimpactoc naproduçãoagrária; )Monitorareavaliarregularmenteasituaçãod dasegurançaalimentarenutricional; e)Monitorarecontrolarasprincipaispragasedoençasdas culturas )Limparasfontesdeágua,valasdedrenagem,canaisf ereservatórios; )Retirarantecipadamenteosdiversosequipamentos,doslocaisg inundáveis )Pré-posicionarinsumosagrícola,medicamentos,drogash carracicidas,desinfetantesesuplementospara aszonasdedifícilacesso; i)Identificarzonassegurasparaorefúgiodogado; )Deslocarasmanadasdegadodaszonasderiscoj deocorrênciadeinundaçãoedaszonasinundadas; k)Promoveraconservaçãodeforragensparaépocasecaea produçãodesuplementosparaosanimais; )Reabilitarcorredoresdetratamento,chuveirosepontosl deabeberamento; )Monitorarpermanentementeasituaçãosanitáriacomenfoquem RiftedoençaparaaFebreAftosa,FebredoValedo deLínguaAzul.
InstituiçõesGABINFOMADER
Texto do artigo · p. 17 a)Divulgaroplano/estratégia
Texto do artigo · p. 17 dereconstrução/recuperação
Texto do artigo · p. 17 conjunta,Governoeparceiros
Texto do artigo · p. 17 b)Avaliarograudecumprimentodo
Texto do artigo · p. 17 planoderespostadeemergência;
Texto do artigo · p. 17 c)Mobilizarascomunidadespara
Texto do artigo · p. 17 participarnoprocessoderecupe-
Texto do artigo · p. 17 d)Avaliarepropormedidasparauma
Texto do artigo · p. 17 a)Monitorarregularmenteasituação
Texto do artigo · p. 17 raçãoereconstrução;
Texto do artigo · p. 17 respostamelhorada.
Texto do artigo · p. 17 Recuperação
Texto do artigo · p. 17 decooperação;
Texto do artigo · p. 17 sórgãos
Texto do artigo · p. 17 sderisco.
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Texto do artigo · p. 17 anitária
Texto do artigo · p. 17 naszonas
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Texto do artigo · p. 17 dasegurançaalimentar
Texto do artigo · p. 17 b)Realizarfeirasdeinsumosagrícolas
Texto do artigo · p. 17 c)Aproveitarasbaixaseterrashúmidas
Texto do artigo · p. 17 paraocultivodeculturasdeciclo
Texto do artigo · p. 17 d)Aproveitaraáguanasáreasirrigadas
Texto do artigo · p. 17 atravésdepráticasquepromovam
Texto do artigo · p. 17 apreservaçãodahumidade
Texto do artigo · p. 17 e)Adoptareusartecnologias
Texto do artigo · p. 17 decaptaçãoeconservação
Texto do artigo · p. 17 f)Fomentaremultiplicarculturas
Texto do artigo · p. 17 eagropecuárias;
Texto do artigo · p. 17 tolerantesaseca;
Texto do artigo · p. 17 enutricional;
Texto do artigo · p. 17 nosolo;
Texto do artigo · p. 17 deágua;
Texto do artigo · p. 17 curto;
Texto do artigo · p. 17 eseáreas
Texto do artigo · p. 17 amiliares;
Texto do artigo · p. 17 adasedas
Texto do artigo · p. 17 aspragas
Texto do artigo · p. 17 umos;
Texto do artigo · p. 17 g)Reabilitarasinfraestruturaspecuárias
Texto do artigo · p. 17 epontosdeabeberamento
Texto do artigo · p. 17 h)Intensificaravigilância
Texto do artigo · p. 17 epidemiológicaeaInspecção
Texto do artigo · p. 17 i)Promovereintensificararealização
Texto do artigo · p. 17 debanhoscarracicidas,
Texto do artigo · p. 17 desparasitaçõeseotratamento
Texto do artigo · p. 17 deanimaisnaszonasafectadas;
Texto do artigo · p. 17 j)Disponibilizarosmedicamentos,
Texto do artigo · p. 17 drogas,carracicidas,desinfetantes
Texto do artigo · p. 17 esuplementosparaaszonas
Texto do artigo · p. 17 dosefectivospecuários
Texto do artigo · p. 17 dedifícilacesso.
Texto do artigo · p. 17 afectados;
Texto do artigo · p. 18 Recuperação a)Avaliarocomportamento dosfenómenosmeteorológicos eseusimpactosnaplanificação eexecuçãodosplanos/estratégias derecuperaçãopós-emergências. a)Cadastrarasfamíliasesua distribuiçãofísica; b)Mapearasáreasseguraspara assentamentoshumanos c)Prestarassistênciatécnicana elaboraçãodoPlanodeAcção deResiliência; d)Participaractivamentenoprocessode reassentamentodaspopulações; e)Assegurarqueoprocessode expansãodosbairrosde reassentamentosejadeforma ordenadacomusodoManualde TécnicasBásicasdePlaneamento FísicoResiliente; f)Realizarolevantamento socioambientaldasáreas afectadaspordesastres; g)Elaboraroplanodepormenordos bairrosdereassentamento; h)Elaboraromapaderiscodemodoa apoiarosplanosdereconstrução/ recuperaçãoeosplanoslocaisde acçãoderesiliência; i)Integraracomponentedasmudanças climáticasnosinstrumentosde ordenamentoterritorial; j)MonitorareimplementarosPlanos nosbairrosdereassentamento; k)AtribuirDUATemáreasdemarcadas parareassentamento; l)Discutircomaspopulações asalternativasdisponíveispara oreassentamento. Resposta a)Intensificaramonitoriadosfenómenosmeteorológicos; b)Divulgarosavisosealertascomindicaçãodamagnitude dofenómeno,seusimpactosezonasderisco; c)Produzirinformaçõesdeacompanhamentodaevolução dosfenómenos. a)PromoveraimplantaçãodeinstrumentosdeOrdenamento TerritorialeorganizarosCentrodeacomodação/ reassentamento; b)Demarcar,atribuireincorporarosbairrosdereassentamento nocadastronacionaldeterras; c)Participarnomapeamentoecolocaçãodeplacas deproibiçãonasáreassuscetíveisadesastresnaturais; d)Prestarassistênciatécnicanoprocessodeimplantação dosabrigostemporáriosecentrosdeacomodaçãonos bairrosdereassentamento; e)Participarnolevantamentosocio-ambientaldasáreas afectadaspelosdesastres. Prontidão a)Interpretaredivulgaraprevisãoclimáticasazonal eimplicaçõesparaosdiversospontosdopaís; b)Monitorarpermanentementeosfenómenosmeteorológicos edivulgarprevisõesdealertacombaseemimpactos; )Reforçaracapacidadedeobservaçãonasestaçõesc meteorológicas; )Reporosmeiosnecessáriosparaacomunicaçãoetransmissãod dainformação. a)Identificarasáreasparareassentamentoemzonasseguras; b)Mapearoscentrosdeacomodação; )Assegurarqueoprocessodeexpansãodosbairrosc dereassentamentosejadeformaordenadacomusodo ManualdeTécnicasBásicasdePlaneamentoFísico; d)Promoverarealizaçãodecadastroeatribuiçãodorespectivo DireitodeUsoeAproveitamentodeTerra(DUAT)nos bairrosdereassentamento; )SensibilizarosCLGRD,líderescomunitárioseseusassistentese emmatériadetécnicasbásicasdeplaneamentofísico eplantiodeárvoresdesombraemudasnosbairros dereassentamento; )Sensibilizaraspopulaçõesparaseretiraremdaszonasf deriscodedesastres; g)Sensibilizarosagenteslocaiselíderescomunitáriossobre boaspráticasparaaprevenção,controloemitigação àdesertificação,erosãoequeimadas; )Mapearparceiroscomcapacidadederespostaepreenchimentoh daslacunasidentificadasnaimplementaçãodosplanos;. Instituições INAM MTA
Recuperaçãoa)Avaliarocomportamento dosfenómenosmeteorológicos eseusimpactosnaplanificação eexecuçãodosplanos/estratégias derecuperaçãopós-emergências.a)Cadastrarasfamíliasesua distribuiçãofísica; b)Mapearasáreasseguraspara assentamentoshumanos c)Prestarassistênciatécnicana elaboraçãodoPlanodeAcção deResiliência; d)Participaractivamentenoprocessode reassentamentodaspopulações; e)Assegurarqueoprocessode expansãodosbairrosde reassentamentosejadeforma ordenadacomusodoManualde TécnicasBásicasdePlaneamento FísicoResiliente; f)Realizarolevantamento socioambientaldasáreas afectadaspordesastres; g)Elaboraroplanodepormenordos bairrosdereassentamento; h)Elaboraromapaderiscodemodoa apoiarosplanosdereconstrução/ recuperaçãoeosplanoslocaisde acçãoderesiliência; i)Integraracomponentedasmudanças climáticasnosinstrumentosde ordenamentoterritorial; j)MonitorareimplementarosPlanos nosbairrosdereassentamento; k)AtribuirDUATemáreasdemarcadas parareassentamento; l)Discutircomaspopulações asalternativasdisponíveispara oreassentamento.
Respostaa)Intensificaramonitoriadosfenómenosmeteorológicos; b)Divulgarosavisosealertascomindicaçãodamagnitude dofenómeno,seusimpactosezonasderisco; c)Produzirinformaçõesdeacompanhamentodaevolução dosfenómenos.a)PromoveraimplantaçãodeinstrumentosdeOrdenamento TerritorialeorganizarosCentrodeacomodação/ reassentamento; b)Demarcar,atribuireincorporarosbairrosdereassentamento nocadastronacionaldeterras; c)Participarnomapeamentoecolocaçãodeplacas deproibiçãonasáreassuscetíveisadesastresnaturais; d)Prestarassistênciatécnicanoprocessodeimplantação dosabrigostemporáriosecentrosdeacomodaçãonos bairrosdereassentamento; e)Participarnolevantamentosocio-ambientaldasáreas afectadaspelosdesastres.
Prontidãoa)Interpretaredivulgaraprevisãoclimáticasazonal eimplicaçõesparaosdiversospontosdopaís; b)Monitorarpermanentementeosfenómenosmeteorológicos edivulgarprevisõesdealertacombaseemimpactos; )Reforçaracapacidadedeobservaçãonasestaçõesc meteorológicas; )Reporosmeiosnecessáriosparaacomunicaçãoetransmissãod dainformação.a)Identificarasáreasparareassentamentoemzonasseguras; b)Mapearoscentrosdeacomodação; )Assegurarqueoprocessodeexpansãodosbairrosc dereassentamentosejadeformaordenadacomusodo ManualdeTécnicasBásicasdePlaneamentoFísico; d)Promoverarealizaçãodecadastroeatribuiçãodorespectivo DireitodeUsoeAproveitamentodeTerra(DUAT)nos bairrosdereassentamento; )SensibilizarosCLGRD,líderescomunitárioseseusassistentese emmatériadetécnicasbásicasdeplaneamentofísico eplantiodeárvoresdesombraemudasnosbairros dereassentamento; )Sensibilizaraspopulaçõesparaseretiraremdaszonasf deriscodedesastres; g)Sensibilizarosagenteslocaiselíderescomunitáriossobre boaspráticasparaaprevenção,controloemitigação àdesertificação,erosãoequeimadas; )Mapearparceiroscomcapacidadederespostaepreenchimentoh daslacunasidentificadasnaimplementaçãodosplanos;.
InstituiçõesINAMMTA
Texto do artigo · p. 18 a)Avaliarocomportamento
Texto do artigo · p. 18 dosfenómenosmeteorológicos
Texto do artigo · p. 18 eseusimpactosnaplanificação
Texto do artigo · p. 18 eexecuçãodosplanos/estratégias
Texto do artigo · p. 18 derecuperaçãopós-emergências.
Texto do artigo · p. 18 a)Cadastrarasfamíliasesua
Texto do artigo · p. 18 Recuperação
Texto do artigo · p. 18 eteorológicos;
Texto do artigo · p. 18 odamagnitude
Texto do artigo · p. 18 todaevolução
Texto do artigo · p. 18 eOrdenamento
Texto do artigo · p. 18 risco;
Texto do artigo · p. 18 b)Mapearasáreasseguraspara
Texto do artigo · p. 18 c)Prestarassistênciatécnicana
Texto do artigo · p. 18 elaboraçãodoPlanodeAcção
Texto do artigo · p. 18 d)Participaractivamentenoprocessode
Texto do artigo · p. 18 reassentamentodaspopulações;
Texto do artigo · p. 18 e)Assegurarqueoprocessode
Texto do artigo · p. 18 expansãodosbairrosde
Texto do artigo · p. 18 reassentamentosejadeforma
Texto do artigo · p. 18 ordenadacomusodoManualde
Texto do artigo · p. 18 TécnicasBásicasdePlaneamento
Texto do artigo · p. 18 assentamentoshumanos
Texto do artigo · p. 18 distribuiçãofísica;
Texto do artigo · p. 18 FísicoResiliente;
Texto do artigo · p. 18 deResiliência;
Texto do artigo · p. 18 acomodação/
Texto do artigo · p. 18 reassentamento
Texto do artigo · p. 18 ãodeplacas
Texto do artigo · p. 18 astresnaturais;
Texto do artigo · p. 18 eimplantação
Texto do artigo · p. 18 comodaçãonos
Texto do artigo · p. 18 ntaldasáreas
Texto do artigo · p. 18 f)Realizarolevantamento
Texto do artigo · p. 18 socioambientaldasáreas
Texto do artigo · p. 18 g)Elaboraroplanodepormenordos
Texto do artigo · p. 18 h)Elaboraromapaderiscodemodoa
Texto do artigo · p. 18 apoiarosplanosdereconstrução/
Texto do artigo · p. 18 recuperaçãoeosplanoslocaisde
Texto do artigo · p. 18 i)Integraracomponentedasmudanças
Texto do artigo · p. 18 climáticasnosinstrumentosde
Texto do artigo · p. 18 j)MonitorareimplementarosPlanos
Texto do artigo · p. 18 k)AtribuirDUATemáreasdemarcadas
Texto do artigo · p. 18 l)Discutircomaspopulações
Texto do artigo · p. 18 asalternativasdisponíveispara
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Texto do artigo, página 1: CONSELHO DE MINISTROS
  2. Texto do artigo, página 1: Resolução n.º 67/2021
  3. Texto do artigo, página 1: de 21 de Dezembro
  4. Texto do artigo, página 1: Tornando-se necessário aprovar o Plano Anual de Contingência 2021-2022 que serve de base para o processo de mitigação e gestão de desastres, ao abrigo do disposto no artigo 31 da Lei n.º 10/2020, de 24 de Agosto, Lei que aprova o regime jurídico de Redução de Risco de Desastres, o Conselho de Ministros determina:
  5. Número ou marcador, página 1: Artigo 1. É aprovado o Plano Anual de Contingência 20212022, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
  6. Número ou marcador, página 1: Art. 2. A presente Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
  7. Texto do artigo, página 1: Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 26 de Outubro
  8. Texto do artigo, página 1: de 2021. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
  9. Texto do artigo, página 1: Plano Anual de Contingência 2021-2022
  10. Texto do artigo, página 1: Sumário Executivo Moçambique é um País exposto a vários riscos 1, devido à sua
  11. Texto do artigo, página 1: localização geográfica e nível de pobreza. A elevada frequência,
  12. Texto do artigo, página 1: alternância e intensidade de eventos extremos tem causado a interrupção do funcionamento normal da sociedade retardando os esforços nacionais para desenvolvimento socioeconómico sustentável.
  13. Texto do artigo, página 1: O nosso País participou no 25o Fórum Regional de Previsão Climática para a África Austral (SARCOF), realizado nos dias 30 e 31 de Agosto de 2021, no Malawi, onde foram divulgadas as previsões climáticas sazonais para a época 2021-2022 na SADC.
  14. Texto do artigo, página 1: Ao abrigo do disposto no artigo 31 da Lei n.º 10/2020 (Lei que estabelece o regime jurídico de Redução do Risco de Desastres), é elaborado o actual Plano Nacional de Contingência para responder aos riscos de desastres e mitigação dos seus impactos bem como assegurar, de forma coordenada, a assistência humanitária a eventuais vítimas e recuperação rápida, eficaz e eficiente a todos os níveis. A elaboração deste Plano de Contingência considerou como pressupostos, as previsões climáticas sazonais e sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde, para além de análise do comportamento da época chuvosa anterior, os factores de vulnerabilidade e a capacidade de contenção dos possíveis impactos.
  15. Texto do artigo, página 1: As previsões climáticas para o trimestre Outubro/Novembro/ Dezembro de 2021 indicam uma forte probabilidade de ocorrência chuvas normais com tendência para acima do normal para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e grande extensão da província de Tete e sul da província da Zambézia. Chuvas normais para os distritos a nordeste de Tete, centro e norte das províncias da Zambézia, parte ocidental de Niassa e sul a centro de Nampula; e Chuvas normais, com tendência para abaixo do normal em algumas partes dos distritos a sul e leste da província do Niassa, toda extensão da província de Cabo Delgado e os distritos a norte de Nampula.
  16. Texto do artigo, página 1: Por seu turno, no trimestre Janeiro/Fevereiro/Março de 2022 prevê-se a ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal: para as províncias de Tete, Zambézia, Manica, Sofala, parte sul a sudoeste de Niassa, sul de Cabo Delgado, grande extensão de Nampula, Inhambane e Gaza;
  17. Texto do artigo, página 1: No mesmo período estão previstas Chuvas normais: para os distritos ao longo da faixa costeira de Nampula, alguns distritos de Niassa, parte central de Cabo Delgado, faixa costeira de Inhambane, alguns distritos a sul de Gaza e partes da província de Maputo; e Chuvas normais com tendência param abaixo do normal: para os distritos a norte de Cabo Delgado, faixa costeira de Gaza e partes da província de Maputo.
  18. Texto do artigo, página 1: O prognóstico hidrológico, para o período de OutubroNovembro-Dezembro de 2021 aponta para a probabilidade de (i) Risco Baixo de Cheias - Bacias Hidrográficas do: Inharrime,
  19. Texto do artigo, página 1: 1 A Lei n.º 10/2020 (Lei de Gestão e Redução do Risco de Desastres), de 24 de Agosto, no seu Artigo 12, considera Riscos ou Ameaças os seguintes fenómenos: Cheias, inundações, seca, ciclones, incêndios, queimadas, epidemias e pandemias, erosão, aluimentos de terras, derrames de hidrocarbonetos, terramotos ou maremotos e radiações nucleares, entre outros.
  20. Texto do artigo, página 2: Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado; e (ii) Risco Moderado de Cheias - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Zambeze e Savane.
  21. Texto do artigo, página 2: No período de Janeiro-Fevereiro-Março de 2022, prevê-se: (i) Risco Baixo de Cheias nas Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula; (ii) Risco Moderado de Cheias nas Bacias Hidrográficas do: Futi, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, Namacurra, Megaruma, Montepuez, e Messalo; eRisco Moderado a Alto de Cheias nas Bacias de Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
  22. Texto do artigo, página 2: Espera-se igualmente que durante toda a época chuvosa possam ocorrer inundações urbanas em algumas Cidades e Vilas, com maior impacto sobre os bairros urbanos e periféricos de Maputo, Matola, Beira, Dondo, Quelimane, Cuamba e Pemba.
  23. Texto do artigo, página 2: No que diz respeito a satisfação das necessidades hídricas para o desenvolvimento das culturas, o Sector da Agricultura prevê que no trimestres Outubro-Novembro-Dezembro de 2021, a Região Norte (Cabo Delgado e Nampula) poderá registar um Índice Baixo (<60%), enquanto que Niassa, pequena faixa a oeste de Cabo Delgado e Nampula, até a faixa Sul de Nampula e Zambézia terão um Índice Moderado (60 à 85 %). Na Região Sul: Na faixa costeira a Sudeste de Inhambane e Sudoeste de Maputo, espera-se um Índice Moderado (60 à 85 %).
  24. Texto do artigo, página 2: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2022, espera-se um Índice Moderado (60 à 85 %) na Região Sul (Províncias de Maputo e faixa Sul de Gaza).
  25. Texto do artigo, página 2: O Sector de Saúde espera que o trimestre Outubro-NovembroDezembro de 2021 registe um Risco Baixo de Casos de Malária nas Províncias de Gaza e Inhambane; um Risco Moderado de casos de Malária na Cidade e Províncias de Maputo, Norte de Sofala, Manica, Tete, Norte de Nampula e Sul de Cabo Delgado e Niassa; e Risco Alto de casos de Malária na província de Nampula, Norte da Zambézia e Centro de Tete.
  26. Texto do artigo, página 2: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2022, espera-se um Risco Alto de casos de Malária na Província de Nampula, e Norte da Zambézia; e um Risco Moderado de casos de Malária na Cidade e província de Maputo, Gaza, Zambézia, Tete, sul de Cabo Delgado e Niassa.
  27. Texto do artigo, página 2: A análise dos riscos a que o País está exposto, foi baseada análise das principais ameaças, dos elementos de vulnerabilidades e da capacidade do Pais conter o risco. Assim, foram desenhados cenários de população em risco nos seguintes termos:
  28. Texto do artigo, página 2: Cenário I – Um total de 953.087 pessoas em risco de serem afectadas por ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas. Cenário II – Fenómenos do Cenário I (ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas) adicionados a ocorrência de cheias de magnitude alta e ciclones, elevando para 1.498.384, o número de pessoas em risco. Cenário III- Combinação do Cenário II acrescido a ocorrência
  29. Texto do artigo, página 2: de sismos, totalizando 1.578.085 o número de pessoas em risco. Com base nas análises técnicas feitas, associadas as experiências dos anos anteriores, chegou-se a conclusão de que
  30. Texto do artigo, página 2: o Cenário II é o mais provável de ocorrer no Pais sem, contudo, descartar a possibilidade de ocorrência do cenário extremo. Outros aspectos a ter em conta, na época 2021-2022 são (i) a situação da insegurança alimentar e nutricional que afecta cerca de 110.090 pessoas que necessitam de assistência imediata em bens alimentares, (ii) a pandemia da COVID-19 que o País está a gerir desde Março de 2020 e a (iii) situação dos insurgentes e ataques armados em Cabo Delgado e na zona centro que provocaram o deslocamento de cerca de 863 mil pessoas.
  31. Texto do artigo, página 2: O Orçamento Global projectado para responder aos eventos previstos no Cenário II, incluindo a Monitoria, Logística, Manuseamento e Transporte de bens para Assistência Humanitária é de cerca 10.00 mil milhões de meticais.
  32. Texto do artigo, página 2: A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie., está avaliada em cerca de 2.2 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente Plano Anual de Contingência é de cerca de cerca de 7.7 mil milhões de meticais.
  33. Número ou marcador, página 2: 1. Introdução
  34. Texto do artigo, página 2: O Plano Anual de Contingência é o documento oficial do Governo de Moçambique que serve de base para gerir o risco de desastres, assegurar a assistência humanitária e recuperação rápida, eficaz e eficiente, a todos os níveis, durante a época chuvosa e ciclónica. Este documento é elaborado anualmente pelo Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRRD) 2, com o envolvimento da Equipa Humanitária Nacional (HCT) 3. Os pressupostos para a elaboração do Plano de Contingência são: o balanço da época chuvosa anterior, a previsão climática sazonal4 e a sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde, os dados sismológicos, os impactos da acção humana e outras informações e a probabilidade de ocorrência de emergências complexas.
  35. Texto do artigo, página 2: O Plano de Contingência para a época 2021-2022 tem como objectivos gerir e responder a diversas situações que possam ocorrer durante a época chuvosa e ciclónica, incluindo a probabilidade de ocorrência de sismos, bem como a gestão da situação da pandemia da COVID 19 e de deslocados internos derivados dos ataques armados em Cabo Delgado e na zona centro do País. Neste sentido, este Plano Anual de Contingência destaca os seguintes aspectos:
  36. Número ou marcador, página 2: a) Principais perigos susceptíveis de causar situações de emergência;
  37. Número ou marcador, página 2: b) População em risco;
  38. Número ou marcador, página 2: c) Actividades sectoriais de prontidão, resposta e recuperação;
  39. Número ou marcador, página 2: d) Recursos materiais e financeiros necessários e disponíveis, incluindo os que se encontram sob gestão da Equipa Humanitária Nacional.
  40. Texto do artigo, página 2: O Plano de Contingência é elaborado em moldes descentralizado a partir de dados colhidos e sistematizados a nível distrital e provincial. A globalização dos dados para o PC nacional é feita pelo Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres, nível central, num processo que culmina com a sua aprovação pelo Conselho de Ministros.
  41. Texto do artigo, página 2: 2 Integram o CTGRRD sectores ou instituições do Governo ligadas a prevenção, gestão e redução do risco de desastres 3 A HCT é constituída pelas Agências do Sistema das Nações Unidas e Organizações da Sociedade Civil que trabalham na área de redução do Risco de Desastres. 4 A previsão Climática Sazonal é feita anualmente em Agosto pelo Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática (SARCOF) e mostra a provável distribuição espacial da
  42. Texto do artigo, página 2: quantidade e queda de chuvas na SADC entre os meses de Outubro e Março.
  43. Número ou marcador, página 3: 2. Balanço da Época Chuvosa 2020-2021 em Moçambique 2.1 Balanço da Situação Meteorológica na época 2020-2021 A época chuvosa 2020-2021, no geral, foi caracterizada pelo
  44. Texto do artigo, página 3: início da tardio da queda de chuvas em todo o país e pela formação de sistemas tropicais (Depressões e Ciclones), alguns das quais com impacto significativo na zona costeira Moçambicana.
  45. Texto do artigo, página 3: O trimestre, Outubro, Novembro e Dezembro de 2020 registou chuvas abaixo do normal (menos de 40 % das chuvas esperadas em igual período da época anterior) nas províncias de Cabo Delgado, Nampula e Zambézia, grande extensão das províncias de Niassa e Maputo e parte dos distritos a sul de Tete, norte de Manica e Sofala.
  46. Texto do artigo, página 3: Por seu turno, o trimestre de Janeiro, Fevereiro, Março de 2021 registou chuvas abaixo do normal na grande extensão das províncias de Cabo Delgado, Nampula e Tete, parte dos distritos da província da Zambézia e a Norte de Manica e Sofala, enquanto que na zona sul, grande parte dos distritos de Manica, Sofala e Niassa ocorreram chuvas acima do normal climatológico.
  47. Texto do artigo, página 3: Em toda a época em análise, formaram-se de oito (08) sistemas tropicais na bacia do Sudoeste do indico (Depressões e Ciclones) dos 9 a 12 previstos. No mês de Dezembro formou-se a tempestade tropical moderada Chalane que afectou as províncias de Sofala e Manica. No mês de Janeiro formou-se o ciclone tropical Eloise que afectou as províncias da Zambézia, Sofala, Manica e Inhambane e finalmente no mês de Fevereiro formou-se o ciclone Guambe que afectou as províncias de Manica, Gaza e Inhambane. Todos estes sistemas trouxeram consigo ventos fortes e chuvas intensas acompanhadas por trovoadas severas. Os efeitos associados causaram inundações em algumas zonas do País.
  48. Texto do artigo, página 3: 2.2. Avaliação do quadro hidrológico 2020-2021
  49. Texto do artigo, página 3: As previsões climáticas para o período de Outubro, Novembro e Dezembro do ano 2020 indicavam a probabilidade de ocorrência de cheias de Risco Baixo nas bacias hidrográficas dos rios Limpopo, Inharrime, Govuro, Save, Zambeze, Ligonha, Lúrio, Lugenda, Megaruma, Umbeluzi-Principal;Risco Moderado para as bacias hidrográficas do Maputo, Umbelúzi-Movene, Incomáti, Mutamba, Inhanombe, Búzi, Púnguè e Licungo; eRisco Moderado a Alto na bacia hidrográfica do rio Savane.
  50. Texto do artigo, página 3: O balanço da época chuvosa indicou que o período Outubro, Novembro e Dezembro de 2020 foi caracterizado pelo registo de níveis Abaixo do Alerta em quase toda a rede de observação hidrométrica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC) excepto, nas bacias hidrográficas do Limpopo, Búzi, Púngué, Zambeze e Licungo que superaram o nível de Alerta no mês de Dezembro de 2020.
  51. Texto do artigo, página 3: Por outro lado, no mesmo período registaram-se inundações urbanas nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane e Pemba;
  52. Texto do artigo, página 3: Para o período de Janeiro, Fevereiro e Março/2021 do ano 2021, as previsões indicavam a probabilidade de ocorrência de cheias de Risco Alto nas bacias hidrográficas dos rios Savane, Namacurra, Licungo e Raraga.
  53. Texto do artigo, página 3: O período Janeiro, Fevereiro e Março/2021 de 2021 foi caracterizado por registo deCheias de Magnitude Moderada nas
  54. Texto do artigo, página 3: bacias hidrográficas do Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Zambeze e Rovuma. Cheias de Magnitude Moderada à alta nas bacias hidrográficas do Save, Búzi, Púngoè, Megaruma, Montepuez e Messalo.
  55. Texto do artigo, página 3: No mesmo período, registaram-se inundações urbanas de Magnitude Moderada à Alta nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Nacala Porto e Pemba.
  56. Texto do artigo, página 3: 2.3. Avaliação Geral da Campanha Agrícola 2020/21
  57. Texto do artigo, página 3: A campanha agrária 2020-2021, registou a perda de 650 881 hectares com culturas diversas, tendo afectado a 296 mil produtores, em 87 distritos.
  58. Texto do artigo, página 3: No sector da pecuária, ficaram afectados 46.281 animais, dos quais 9749 morreram e 48 pavilhões de produção de frango de corte ficaram danificados.
  59. Texto do artigo, página 3: 2.4. Situação Epidemiológica durante a época 2020/2021
  60. Texto do artigo, página 3: No primeiro trimestre Outubro, Novembro e Dezembro/2020 foi registada a ocorrência de casos de diarreias, caso de malaria e cólera. No total foram registados 145.568 casos diarreias e 103 óbitos. Quanto a malária foram registados 1.724.578 casos e 103 óbitos. A taxa de letalidade foi de 0.05% para as diarreias e de 0.01% para a malária.
  61. Texto do artigo, página 3: No período de Janeiro, Fevereiro e Março/2021, foram registados um total de 153.554 casos de diarreia e 138 óbitos (taxa de letalidade de 0,07) e um total de 1.906.952 casos de malária e 143 óbitos (taxa de letalidade de 0.01 %).
  62. Texto do artigo, página 3: Para a situação da cólera, o país registou no primeiro período deOutubro, Novembro e Dezembro/2020, um total de 867 casos e 08 Óbitos com uma taxa de letalidade de 0.9. No período de Janeiro, Fevereiro e Março/2021, registou-se um total de 3923 casos e 10 foram óbitos com uma taxa de letalidade de 0.3%, nas Províncias de Niassa, Cabo Delgado e Tete.
  63. Texto do artigo, página 3: 2.5. Impacto dos eventos extremos registados na época chuvosa e ciclónica 2020-2021
  64. Texto do artigo, página 3: As chuvas, ventos fortes e descargas atmosféricas registadas na época chuvosa e ciclónica 2020-2021 provocaram 104 óbitos e afectaram 691.312 pessoas. Ficaram destruídas de 37.816 casas, 319 fontes de água, 11 sistemas de abastecimento de água, 4.079 km de estrada, 155 aquedutos, 1084 postes de energia, 2295 escolas, 4 180 salas de aula, afectando 443.510 alunos e 10.167 professores
  65. Texto do artigo, página 3: 2.6. Nível de Resposta na época 2020-2021
  66. Texto do artigo, página 3: O Governo prestou assistência aos deslocados internos e as vítimas da COVID 19, além da assistência às pessoas afectadas pelas intempéries de origem natural. Assim, No período em referência, foram distribuídos bens alimentares e não alimentares para cerca de 900 mil pessoas entre os afectados pelas intempéries e deslocados internos.
  67. Texto do artigo, página 3: Considerando que o Plano de Contingência previa, no cenário II, um orçamento de cerca de 7.2 mil milhões de meticais, e as contribuições do Governo e parceiros (monetárias e em espécie) cobriram cerca de 2.7 Mil Milhões de meticais, o défice de cobertura do PC até Junho de 2021 era de cerca de 4.5 Mil Milhões de meticais.
  68. Número ou marcador, página 4: 3. Previsão Climática Sazonal 2021/2022 e Interpretação Para Hidrologia, Agricultura e Saúde
  69. Texto do artigo, página 4: 3.1. Previsão da Precipitação para o Período de Outubro
  70. Texto do artigo, página 4: 2021 à Março de 2022
  71. Texto do artigo, página 4: Para o trimestre Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2021, o INAM prevê a ocorrência de:
  72. Texto do artigo, página 4: iii. Chuvas normais, com tendência para abaixo do normal: parte dos distritos a sul e leste da província do Niassa, toda extensão da província de Cabo Delgado e os distritos a norte de Nampula.
  73. Texto do artigo, página 4: Figura 1: Antevisão da precipitação para o período OND 2021
  74. Texto do artigo, página 4: Previsão Climática da Precipitação: OND 2021 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal Abaixo do normal para normal km 0 250 500 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E
  75. Texto do artigo, página 4: i.Chuvas normais, com tendência para acima do normal: para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e grande extensão da província de Tete e os distritos a sul da província da Zambézia. ii. Chuvas normais: para os distritos a nordeste de Tete, centro e norte das províncias da Zambézia, parte ocidental de Niassa e sul a centro de Nampula;
  76. Texto do artigo, página 4: Previsão Climática da Precipitação: JFM 2022 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal Abaixo do normal para normal km 0 200 400 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E
  77. Texto do artigo, página 4: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2022 (JFM) prevê-se:
  78. Texto do artigo, página 4: i.Chuvas normais com tendência, para acima do normal: para as províncias de Tete, Zambézia, Manica, Sofala, parte sul a sudoeste de Niassa, sul de Cabo Delgado, grande extensão de Nampula, Inhambane e Gaza; ii. Chuvas normais: para os distritos ao longo da faixa costeira de Nampula, alguns distritos de Niassa, parte central de Cabo Delgado, faixa costeira de Inhambane, alguns distritos a sul de Gaza e partes da província de Maputo; iii. Chuvas normais com tendência para abaixo do normal: para os distritos a norte de Cabo Delgado, faixa costeira de Gaza e partes da província de Maputo.
  79. Texto do artigo, página 5: Figura 2: Antevisão da precipitação para o período JFM
  80. Texto do artigo, página 5: - 2022
  81. Texto do artigo, página 5: Figura 3: Antevisão da Temperatura para o período OND 2021
  82. Texto do artigo, página 5: Previsão Climática da Temperatura Máxima: JFM 2022 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E 0 250 500
  83. Texto do artigo, página 5: 3.1.1. Antevisão Climática para Temperatura Máxima em Moçambique
  84. Texto do artigo, página 5: Para o período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2021, há uma maior probabilidade de ocorrência de:
  85. Texto do artigo, página 5: i. Temperatura normal com tendência para abaixo do normal para os distritos a noroeste da província de Niassa e grande extensão de Cabo Delgado e o extremo nordeste de Nampula. ii. Temperatura normal para os distritos da parte central a sul de Niassa, as províncias de Nampula, Zambézia, Tete, Manica, Sofala, Inhambane e os distritos a norte da província de Gaza. iii. Temperatura normal com tendência para acima do normal nos distritos a sul da província de Gaza e a província de Maputo.
  86. Texto do artigo, página 5: Previsão Climática da Temperatura Máxima: OND 2021 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal km 0 250 500 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E
  87. Texto do artigo, página 5: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2022 (Figura 12), há uma maior probabilidade de ocorrência de:
  88. Texto do artigo, página 5: i. Temperatura normal com tendência para abaixo do normal a norte da província de Cabo Delgado e nordeste de Nampula. ii. Temperatura normal nos distritos centrais e sul de Cabo Delgado, norte a sudeste de Niassa, a maioria dos distritos da província de Nampula, os distritos a norte e faixa costeira da província da Zambézia, faixa costeira da província de Sofala, os distritos centrais a sul de Manica, as províncias de Inhambane, Gaza e Maputo. iii. Temperatura normal com tendência para acima do normal nos distritos a sudoeste de Niassa, centro a sudoeste da Zambézia, a província de Tete, os distritos centrais e norte de Manica e Sofala.
  89. Texto do artigo, página 6: Figura 4: Antevisão da Temperatura para o período JFM-2022. 3.2. Previsão Hidrológica 2021/2022
  90. Texto do artigo, página 6: Período OND 2021
  91. Número ou marcador, página 6: 1. Baixo -Bacias Hidrográfi cas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado.
  92. Número ou marcador, página 6: 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Zambeze e Savane
  93. Texto do artigo, página 6: Período OND 2021
  94. Número ou marcador, página 6: 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado.
  95. Número ou marcador, página 6: 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Zambeze e Savane
  96. Texto do artigo, página 6: Figura 5: Previsão Hidrológica para OND2021
  97. Texto do artigo, página 6: Figura 6: Previsão Hidrológica para JFM2022
  98. Texto do artigo, página 7: 3.2.1. Risco de Inundações Urbanas- OND-2021 &JFM-2022 As inundações constituem uma ameaça para as cidades moçambicanas, particularmente as densamente habitadas, e onde os sistemas
  99. Texto do artigo, página 7: de drenagem funcionam com alguma deficiência. Algumas Cidades e Vilas susceptíveis de serem afectadas pelas inundações urbanas estão alistadas na tabela 1.
  100. Texto do artigo, página 7: Tabela 1: Cidades e Vilas vulneráveis a inundações por região
  101. Texto do artigo, página 7: Regiões Sul Centro Norte Vilas e Cidades Vulneráveis a inundações Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova Mambone Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa Nacala Porto Cuamba Lichinga
    RegiõesSulCentroNorte
    Vilas e Cidades Vulneráveis a inundaçõesXai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova MamboneZumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da CostaNacala Porto Cuamba Lichinga
  102. Texto do artigo, página 7: Para o controlo e gestão de inundações urbanas, para o ano 2021-2022 foram elaborados mapas de risco de inundação para as cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane e Pemba, tendo em conta o grau de vulnerabilidade e os seguintes pressupostos: (i) Interpretação quantitativa das previsões do SARCOF e do INAM, (ii) Topografia do terreno e (iii) Existência de infra-estruturas de drenagem.
  103. Texto do artigo, página 7: No ano hidrológico 2021-2022 prevê-se a ocorrência de inundações urbanas de Risco Alto, nas cidades de (i) Maputo: Costa do Sol, Polana Caniço A e B, Central C, parte de Malanga, Chamanculo B e C, Luís Cabral, Micajuine, Mafalala, Urbanização, Xipamanine, parte de Jorge Dimetrov; (ii) Matola: Trevo, Matola, AC,D e F, Fomento, parte de Tsalala, Vale de Infulene, Machava A e Liberdade, Mussumbuluco, parte de Km15, Nkobe, Parte de Malhampsene; (iii) Beira: Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite, Maraza, Nhangau e Tchondja; (iv) Quelimane: Aeroporto, Santágua, Cança, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita, Torrone; e (v) Pemba: Chuiba, Eduardo Mondlane, Natite, Ingonane, Paquetequete e Sul e Norte de Carioca.
  104. Texto do artigo, página 7: 3.3. Interpretação da Previsão da Época Chuvosa 2021-
  105. Texto do artigo, página 7: 2022 para Agricultura
  106. Número ou marcador, página 7: i) Período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND-
  107. Texto do artigo, página 7: 2021) Índice de Satisfação Hídrica das Culturas (ISNH) - Período de OND-2021
  108. Número ou marcador, página 7: a) Região Norte: Províncias de Cabo Delgado e Nampula espera-se ISNH Baixo (<60%). ISNH moderado (60 à 85 %) em Niassa uma pequena faixa a oeste de C. Delgado e Nampula, ate a faixa Sul de Nampula.
  109. Número ou marcador, página 7: b) Região Centro: Nas províncias de Manica, Sofala, Tete, e numa pequena faixa a oeste da Zambézia espera-se ISNH Alto (85 a 100%). A província da Zambézia espera um ISNH moderado (60 -85%).
  110. Número ou marcador, página 7: c) Região Sul: Nas províncias de Gaza, Inhambane e Maputo espera-se ISNH Alto (85-100%), e um ISNH Moderado (60-85%), na faixa costeira a Sudeste de Inhambane e Sudoeste de Maputo.
  111. Texto do artigo, página 7: ISNH (%) <60 (Baixo) 60-85 (Moderado) 85-100 (Alto) N 100 200 400 km
  112. Texto do artigo, página 7: Figura 7: Previsão de ISNH - OND - 2021
  113. Texto do artigo, página 8: ii) Período de Janeiro-Fevereiro-Marco (JFM-2022) - ISNH
  114. Número ou marcador, página 8: d) Regiões Norte e Centro: Nas províncias do Norte do pais Niassa, Nampula e Cabo Delgado e Centro Tete, Zambézia, Manica, Sofala espera-se o ISNH alto (85 à 100%).
  115. Número ou marcador, página 8: e) Região Sul: Em geral nas províncias de Gaza e Inhambane, espera-se o ISNH Alto (85-100%). Em toda a província de Maputo, e na faixa Sul de Gaza com ISNH Moderado (60-85%).
  116. Texto do artigo, página 8: Janeiro-Fevereiro-Março 2022 ISNH (%) Baixo Moderado Alto Figura 8: Previsão de ISNH- JFM – 2022
  117. Texto do artigo, página 8: Figura 8: Previsão de ISNH- JFM – 2022
  118. Texto do artigo, página 8: 3.4. Interpretação da previsão da época chuvosa 2021/2022
  119. Texto do artigo, página 8: na Saúde
  120. Texto do artigo, página 8: 3.4.1 No que tange a Malária, espera-se:
  121. Número ou marcador, página 8: i) Período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2021:
  122. Texto do artigo, página 8: ▪ Região sul: risco moderado na Cidade e província de Maputo ▪ Região centro: risco moderado no norte de Sofala, Manica e Tete e alto risco no norte da Zambézia e região central de Tete.
  123. Texto do artigo, página 8: Ocorrência de Diarreia JFM 2022 Baixo Medio Alto 0 125 km
  124. Texto do artigo, página 8: ▪ Região norte: alto risco na província de Nampula e moderado no norte de Nampula e sul de Cabo Delgado e Niassa.
  125. Texto do artigo, página 8: ii) Período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2022:
  126. Texto do artigo, página 8: ▪ Região sul: risco moderado nas províncias de Maputo, Gaza e Cidade de Maputo. ▪ Região centro: risco moderado na província da Zambézia e Tete, e alto risco no norte da Zambézia. ▪ Região norte: risco moderado no sul de Cabo Delgado e Niassa e alto risco na província de Nampula.
  127. Texto do artigo, página 8: Ocorrência da Malária JFM 2022 Baixo Medio Alto 0 125 km Figura 9: Interpretação para a saúde (malária)
  128. Texto do artigo, página 8: Figura 9: Interpretação para a saúde (malária)
  129. Texto do artigo, página 8: 3.4.2 Previsão de ocorrência de caso de diarreias:
  130. Número ou marcador, página 8: i) Período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) 2021: ▪ Região sul: risco baixo em toda região. ▪ Região centro: risco moderado no sul da província da Zambézia. ▪ Região norte: risco moderado no norte da província da Nampula e sul das províncias de Cabo Delgado e Niassa; e alto risco na província de Nampula. ii) Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) 2022, prevê-se:
  131. Texto do artigo, página 8: ▪ Região sul: risco moderado na Cidade de Maputo e província de Maputo e litoral da província de Inhambane. ▪ Região Centro: risco moderado no centro da província de Manica, norte de Sofala, sul da Zambézia e este de Tete. ▪ Região norte: risco moderado no centro de Cabo Delgado e Niassa e alto risco em Nampula.
  132. Texto do artigo, página 9: N 0 120 km Ocorrência da Diarreia OND 2021 Baixo Médio Alto Figura 10: Interpretação para a saúde (diarreias)
  133. Texto do artigo, página 9: Figura 10: Interpretação para a saúde (diarreias)
  134. Número ou marcador, página 9: 4. Análise do Risco De Desastres
  135. Número ou marcador, página 9: 4. 1 Principais Riscos ou Ameaças
  136. Texto do artigo, página 9: A previsão climática sazonal para a época chuvosa e ciclónica 2021/2022 indica que, no geral, há uma previsão de ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal em todo o País, o que poderá resultar em inundações urbanas em algumas cidades e vilas. Igualmente, a intensidade das chuvas previstas poderá causar cheias em regime moderado ou moderado a alto nas bacias de Maputo, Umbeluzi, Incomati, Mutamba, Inhanambe, Buzi, Pungoé, Namacurra, Licungo, Raraga, Savane. Adicionalmente, poderão ocorrer vendavais, descargas atmosféricas e ciclones tropicais.
  137. Texto do artigo, página 9: A eclosão de epidemias, doenças de origem hídrica (com surtos de diarreias, cólera e malária), pragas e bolsas de seca e insegurança alimentar e nutricional (sobretudo nas zonas áridas e semiáridas), são outros factores a ter em conta durante toda a época chuvosa. Adicionalmente, a possível progressão de casos da COVID-19 poderá influenciar directa ou indirectamente o sistema de gestão e redução do risco de desastres durante a presente época.
  138. Número ou marcador, página 9: 4. 2 Factores de Vulnerabilidade Os principais factores de vulnerabilidade às ameaças acima
  139. Texto do artigo, página 9: identificadas, são:
  140. Número ou marcador, página 9: a) Insuficiência de infraestruturas para o controlo e gestão do fluxo de escoamentos de água de montante, sobretudo provenientes de nove rios internacionais;
  141. Número ou marcador, página 9: b) Existência de zonas áridas e semiáridas com aglomerados populacionais dispersos e limitado acesso a recursos hídricos;
  142. Número ou marcador, página 9: c) Longa extensão do território nacional localizada na zona de convergência intertropical, com limitada capacidade de contenção ou resiliência humana e infraestrutural ao impacto das depressões ou ciclones tropicais;
  143. Número ou marcador, página 9: d) Existência de zonas sísmicas activas com elevados aglomerados populacionais sem conhecimento do risco a que estão sujeitos;
  144. Número ou marcador, página 9: e) Implantação de infraestruturas públicas, privadas, sociais e assentamento humanos em zonas de risco ou ameaças (descritas no artigo 12 da Lei n.º 10/2020 de 24 de Agosto) sem observância de padrões técnicos de segurança;
  145. Número ou marcador, página 9: f) Insuficiente preparação do País e dos seus cidadãos para enfrentarem eficazmente o risco de desastres na dimensão actual;
  146. Número ou marcador, página 9: g) Fraca capacidade de adaptação das comunidades, associado ao rápido crescimento demográfico e ocupação desordenada de zonas naturais de escoamento e de retenção temporária das águas das cheias;
  147. Número ou marcador, página 9: h) Insuficiente implementação dos instrumentos de planeamento e ordenamento territorial;
  148. Número ou marcador, página 9: i) Falta de áreas demarcadas e reservadas a inundação em situação de cheias;
  149. Número ou marcador, página 9: j) Ineficiente implementação de medidas de redução do risco e aumento da resiliência nas infraestruturas públicas;
  150. Número ou marcador, página 9: k) Existência de pontes chave não reabilitadas;
  151. Número ou marcador, página 9: l) Degradação dos diques de protecção ao longo das bacias mais vulneráveis a cheias
  152. Número ou marcador, página 9: m) Instabilidade social devido a acção do insurgente na Província de Cabo Delgado e ataques armados na zona centro do país.
  153. Número ou marcador, página 9: n) A prevalência da pandemia da COVID-19.
  154. Número ou marcador, página 9: 4. 3. Factores de Contenção
  155. Texto do artigo, página 9: A necessidade de adopção de medidas de redução de risco de desastres em Moçambique é contextual e de carácter socioeconómico imperativo devido aos múltiplos e recorrentes choques que afectam o país, por um lado. Por outro, a integração de medidas de gestão e redução de risco de desastres nas principais Políticas Públicas como o Programa Quinquenal do Governo 2019-2024 e o Plano Director para Redução do Risco de Desastres 2017-2030 refletem os avanços e firmeza do Governo nesta direcção.
  156. Texto do artigo, página 10: Abaixo apresentam-se as principais medidas e acções (implementadas e em curso) que concorrem para a redução da vulnerabilidade:
  157. Número ou marcador, página 10: a) Melhorado o acesso à informação hidro-meteorológica e garantia da emissão de avisos e alertas com maior precisão e confiabilidade sobre a iminência de perigos, em tempo quase real para a tomada de decisão operacional a vários níveis.
  158. Número ou marcador, página 10: b) Desenvolvido um sistema de previsão de cheias/ inundações e modelos de monitoria e previsão de ciclones e secas hidrológicas com foco para as bacias hidrográficas, propensas as cheia e inundações.
  159. Número ou marcador, página 10: c) Instalados sensores de alerta nas comunidades mais propensas aos eventos extremos.
  160. Número ou marcador, página 10: d) Operacionalizada a rede de estações do sistema de aviso de cheias, entre elas 30 pluviométricas e 33 hidrométricas, para a monitoria hidrológica.
  161. Número ou marcador, página 10: e) Operacionalizado um Sistema de Aviso de cheias, baseado nas comunidades, que abarca 30 estações hidro-meteorológicas em 5 bacias hidrográficas (Limpopo, Save, Búzi, Licungo e Messalo) e que é gerido por 127 Comités Locais de Gestão e Redução do Risco de Desastres,
  162. Número ou marcador, página 10: f) Operacionalização de 100 rádios comunitárias que usam línguas locais para a divulgação de mensagens sobre as medidas preventivas sobre a probabilidade de ocorrência de eventos extremos;
  163. Número ou marcador, página 10: g) Capacitação contínua das comunidades através da criação e revitalização de Comités Locais de Gestão e Redução do Risco de Desastres em locais mais propensos a eventos extremos;
  164. Número ou marcador, página 10: h) Fortalecidos sistemas de gestão de informação e comunicação, com recurso a tecnologias modernas de informação e comunicação;
  165. Número ou marcador, página 10: i) Disponibilidade de veículos aéreos não tripulados, drones, usados para avaliação rápida do impacto do desastre assim como mapeamento das zonas de risco.
  166. Número ou marcador, página 10: j) Realizadas actividades de controlo de focos de infecção de cólera;
  167. Número ou marcador, página 10: k) Realizadas campanhas de saúde e nutrição para o rastreio de crianças em situação de desnutrição aguda, suplementação com Vitamina A, desparasitação, vacinação e tratamento das doenças mais frequentes na infância;
  168. Número ou marcador, página 10: l) Realização de campanhas de vacinação da contra a COVID 19 e implementação de medidas para a contenção do alastramento da pandemia.
  169. Texto do artigo, página 10: 4.4. Cenários
  170. Texto do artigo, página 10: Tomando como base as previsões as previsões climáticas sazonais para a região e a sua interpretação para o contexto nacional nas componentes de meteorologia, hidrologia, agricultura e saúde, foram desenvolvidos três possíveis cenários de população em risco descritos abaixo.
  171. Texto do artigo, página 10: 4.5. Cenário I
  172. Texto do artigo, página 10: O Cenário I é composto por ameaças localizadas de pequena magnitude e curta duração, mas com impacto sobre as comunidades mais vulneráveis. As possíveis ameaças que fazem parte deste cenário são (i) Ventos Fortes, (ii) Inundações localizadas nas Vilas e Cidades e (iii) Seca. Prognostica-se que, durante a época chuvosa e ciclónica 2021-2022, estas ameaças possam ocorrer em diferentes regiões do País. Em algumas situações há possibilidade de ocorrência de descargas atmosféricas. As previsões indicam que as inundações urbanas poderão ter maior incidência sobre as cidades de Maputo, Matola, Beira, Dondo, Quelimane, Cuamba e Pemba.
  173. Texto do artigo, página 10: Igualmente, espera-se a ocorrência de estiagem/stress hídrico, sobretudo nas províncias de Maputo, Gaza, Inhambane e Tete, colocando em risco o desenvolvimento das culturas.
  174. Texto do artigo, página 10: Deste modo, Neste contexto, estima-se que 953.087 pessoas possam vir a ser afectadas por ventos fortes, inundações e seca
  175. Texto do artigo, página 10: - ver tabela 2.
  176. Texto do artigo, página 10: Tabela 2: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I
  177. Texto do artigo, página 10: Províncias População em Risco Ventos fortes Inundações (Cidades e Vilas) Seca Total do Cenário I Cabo Delgado 28 500 4 820 0 33 320 Niassa 10 002 800 0 10 802 Nampula 7 508 2 775 0 10 283 Zambézia 28 347 16 651 20 632 65 630 Tete 15 326 7 690 134 956 157 972 Manica 19 741 10 342 24 659 54 742 Sofala 25 284 35 954 90 000 151 238 Inhambane 63 489 37 278 123 726 224 493 Gaza 21 173 14 328 135 887 171 388 Maputo Província 16 073 13 009 32 637 61 719 Maputo Cidade 1 014 10 143 343 11 500 Total 236 457 153 790 562 840 953 087
    ProvínciasPopulação em Risco
    Ventos fortesInundações (Cidades e Vilas)SecaTotal do Cenário I
    Cabo Delgado28 5004 820033 320
    Niassa10 002800010 802
    Nampula7 5082 775010 283
    Zambézia28 34716 65120 63265 630
    Tete15 3267 690134 956157 972
    Manica19 74110 34224 65954 742
    Sofala25 28435 95490 000151 238
    Inhambane63 48937 278123 726224 493
    Gaza21 17314 328135 887171 388
    Maputo Província16 07313 00932 63761 719
    Maputo Cidade1 01410 14334311 500
    Total236 457153 790562 840953 087
  178. Texto do artigo, página 11: 4.4.1. Cenário II
  179. Texto do artigo, página 11: O Cenário II é a combinação das ameaças do Cenário I (ventos fortes, inundações localizadas nas Vilas e Cidades e Seca) com a probabilidade de ocorrência de cheias e ciclones. Neste cenário estima-se que 1.498.384 pessoas possam estar em risco, das quais 304.532 em risco de cheias e 240.765 pessoas em risco de ciclones – Ver Tabela 3.
  180. Texto do artigo, página 11: Estima-se que as consequências do Ciclones possam ter impactos diminutos nas províncias de Gaza e Maputo (incluindo
  181. Texto do artigo, página 11: Cidade) apresentam um risco baixo de serem afectados por ciclones tropicais devido a sua localização.
  182. Texto do artigo, página 11: As bacias hidrográficas de Maputo, Umbelúzi (Província de Maputo), Limpopo (Província de Gaza, Búzi, Pungue e Savane (Províncias de Sofala e Manica) e Licungo (província da Zambézia) mostram-se com maior probabilidade de registarem cheias.
  183. Texto do artigo, página 11: Tabela 3: Cenário II - População em Risco
  184. Texto do artigo, página 11: Províncias Cenário I Risco de cheias Risco de ciclones Total do Cenário II Cabo Delgado 33 320 28 854 24 900 87 074 Niassa 10 802 11 075 0 21 877 Nampula 10 283 4 495 38 575 53 353 Zambézia 65 630 36 096 22 790 124 516 Tete 157 972 9 850 0 167 822 Manica 54 742 21 645 15 645 92 032 Sofala 151 238 74 486 69 706 295 430 Inhambane 224 493 7 070 58 371 289 934 Gaza 171 388 83 831 1 000 256 219 Maputo Província 61 719 27 130 3 646 92 495 Maputo Cidade 11 500 0 6 132 17 632 Total 953 087 304 532 240 765 1 498 384
    ProvínciasCenário IRisco de cheiasRisco de ciclonesTotal do Cenário II
    Cabo Delgado33 32028 85424 90087 074
    Niassa10 80211 075021 877
    Nampula10 2834 49538 57553 353
    Zambézia65 63036 09622 790124 516
    Tete157 9729 8500167 822
    Manica54 74221 64515 64592 032
    Sofala151 23874 48669 706295 430
    Inhambane224 4937 07058 371289 934
    Gaza171 38883 8311 000256 219
    Maputo Província61 71927 1303 64692 495
    Maputo Cidade11 50006 13217 632
    Total953 087304 532240 7651 498 384
  185. Texto do artigo, página 11: 4.4.2. Cenário III
  186. Texto do artigo, página 11: O terceiro cenário (Cenário III) é o resultado da combinação do cenário II acrescido a probabilidade de ocorrência de sismos. Deste modo, neste cenário estima-se que 1.578.085 pessoas
  187. Texto do artigo, página 11: possam estar em risco, das quais cerca de 79.701 em risco de sismos - Ver tabela 4.
  188. Texto do artigo, página 11: Para o Cenário III, a estimativa da população em risco de sismos foi feita com sismo com base nos dados históricos de registos de sismos em Moçambique.
  189. Texto do artigo, página 11: Tabela 4: Cenário III – População em Risco
  190. Texto do artigo, página 11: Províncias Cenário II População em Risco Total Cenário III Cabo Delgado 87 074 200 87 274 Niassa 21 877 650 22 527 Nampula 53 353 9 860 63 213 Zambézia 124 516 5 671 130 187 Tete 167 822 0 167 822 Manica 92 032 1 514 93 546 Sofala 295 430 23 200 318 630 Inhambane 289 934 2 674 292 608 Gaza 256 219 27 700 283 919 Maputo Província 92 495 6 468 98 963 Maputo Cidade 17 632 1 764 19 396 Total 1 498 384 79 701 1 578 085
    ProvínciasCenário IIPopulação em RiscoTotal Cenário III
    Cabo Delgado87 07420087 274
    Niassa21 87765022 527
    Nampula53 3539 86063 213
    Zambézia124 5165 671130 187
    Tete167 8220167 822
    Manica92 0321 51493 546
    Sofala295 43023 200318 630
    Inhambane289 9342 674292 608
    Gaza256 21927 700283 919
    Maputo Província92 4956 46898 963
    Maputo Cidade17 6321 76419 396
    Total1 498 38479 7011 578 085
  191. Texto do artigo, página 12: 4.4.3. Situação Prevalecente dos Deslocados Internos em Moçambique
  192. Texto do artigo, página 12: O presente Plano de Contingência inclui as situações de deslocados internos causados pela instabilidade militar na Zona Centro e perlas incursões dos insurgentes na Norte do País.
  193. Texto do artigo, página 12: Dados actualizados até 15 de Outubro de 2021, indicam um total de em865.271 pessoas, o correspondente a183.769 famílias, sendo que 856.545 pessoas são provenientes de Cabo Delgado e do número total estão contabilizadas 417.519 crianças -Ver Tabela 5.
  194. Texto do artigo, página 12: Tabela 5: Deslocados internos devido aos ataques armados
  195. Texto do artigo, página 12: Província Famílias Deslocadas Pessoas Deslocadas (incluindo Criançãs) Crianças Proveniência Pessoas nos Centros de Acomodação Pessoas nos Bairros de Reassentam ento Pessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadas Pessoas Assistidas Cabo Delgado Zona Centro Provincia do Maputo 28 82 0 82 0 0 0 82 82 Inhambane 21 84 15 84 0 0 52 32 84 Sofala 678 3,376 1,366 175 3,201 0 3,376 0 3,376 Manica 1,023 5,582 1,881 57 5,525 2,508 0 3,074 5,582 Zambézia 349 1,349 778 1,349 0 0 380 959 1,349 Nampula 14,700 64,780 35,027 64,780 0 0 3,773 61,006 64,780 Niassa 371 1,909 1,045 1,909 0 0 316 1,593 1,909 Cabo Delgado 166,599 788,109 377,407 788,109 0 54,367 89,274 644,468 788,109 Total 183,769 865,271 417,519 856,545 8,726 56,875 97,171 711,214 865,271
    ProvínciaFamílias DeslocadasPessoas Deslocadas (incluindo Criançãs)CriançasProveniênciaPessoas nos Centros de AcomodaçãoPessoas nos Bairros de Reassentam entoPessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadasPessoas Assistidas
    Cabo DelgadoZona Centro
    Provincia do Maputo28820820008282
    Inhambane2184158400523284
    Sofala6783,3761,3661753,20103,37603,376
    Manica1,0235,5821,881575,5252,50803,0745,582
    Zambézia3491,3497781,349003809591,349
    Nampula14,70064,78035,02764,780003,77361,00664,780
    Niassa3711,9091,0451,909003161,5931,909
    Cabo Delgado166,599788,109377,407788,109054,36789,274644,468788,109
    Total183,769865,271417,519856,5458,72656,87597,171711,214865,271
  196. Texto do artigo, página 12: Tabela 5: Deslocados internos devido aos ataques armados
    ProvínciaFamílias DeslocadasPessoas Deslocadas (incluindo Crianças)CriançasCabo DelgadoZona CentroPessoas nos Centros de AcomodaçãoPessoas nos Bairros de ReassentamentoPessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadasPessoas Assistidas
    Província do Maputo2882820008282
    Inhambane2184158400523284
    Sofala6783,3761,3661753,20103,37603,376
    Manica1,0235,5821,881575,5252,50803,0745,582
    Zambézia3491,3497781,349003809591,349
    Nampula14,70064,78035,02764,780003,77361,00664,780
    Niassa3711,9091,0451,909003161,5931,909
    Cabo Delgado166,599788,109377,407788,109054,36789,274644,468788,109
    Total183,769865,271417,519856,5458,72656,87597,171711,214865,271
  197. Texto do artigo, página 12: 4.4.4. Situação prevalecente da COVID-19
  198. Texto do artigo, página 12: A situação da pandemia da COVID-19 que igualmente afecta o país desde Março de 2020, é tomada em consideração no actual Plano de Contingência, como um assunto transversal. A COVID-19 terá igualmente impacto na operacionalização do actual Plano de Contingência, pois a fase de propagação comunitária requer um redobrar de esforços sectoriais a todos os níveis. A tabela 6 apresenta a situação prevalente até 07 de Outubro de 2021.
  199. Texto do artigo, página 12: Tabela 6: Casos de COVID-19 registados por Província do dia 7 de Outubro de 2021
  200. Texto do artigo, página 12: Província Casos Positivos Casos Recuperados Óbitos Casos Activos Cabo-Delgado 4.993 4.888 (136)** 15+1* 89 Niassa 7.478 7.401 52 25 Nampula 6.788 6.446 (51)** 41 301 Zambézia 8.131 8.076 39 16 Tete 8.636 8.584 50 2 Manica 6.371 6.338 31 2 Sofala 8.206 8.128 76 2 Inhambane 10.590 10.509 (13)** 49 32 Gaza 8.851 8.779 55 17 Maputo-Província 21.244 21.002 204 38 Maputo-Cidade 59.611 57.696 1.307+3* 605 Total 150.899 147.847 1.919 1.129
    ProvínciaCasos PositivosCasos RecuperadosÓbitosCasos Activos
    Cabo-Delgado4.9934.888 (136)**15+1*89
    Niassa7.4787.4015225
    Nampula6.7886.446 (51)**41301
    Zambézia8.1318.0763916
    Tete8.6368.584502
    Manica6.3716.338312
    Sofala8.2068.128762
    Inhambane10.59010.509 (13)**4932
    Gaza8.8518.7795517
    Maputo-Província21.24421.00220438
    Maputo-Cidade59.61157.6961.307+3*605
    Total150.899147.8471.9191.129
  201. Número ou marcador, página 12: 1. 4# Óbitos por outras causas
  202. Número ou marcador, página 12: 2. **Recuperados nas últimas 24 horas
  203. Texto do artigo, página 12: 4.4.5. Provável impacto no sector da Educação Caso ocorram os fenómenos previstos no actual Plano de Contingência, o sector da Educação prevê danos em cerca de 4.505
  204. Texto do artigo, página 12: escolas, 16803 Salas de aulas em todo o país
  205. Texto do artigo, página 13: Tabela 7: Provável impacto no sector da Educação
  206. Texto do artigo, página 13: Província Escolas em risco Salas de Aulas em risco Unidades Administrativas em risco Sanitários Cabo Delgado 114 102 67 Niassa 22 42 0 0 Nampula 964 2 310 Zambézia 1 000 1 736 460 200 Tete 344 1 412 154 184 Manica 278 1 763 278 785 Sofala 193 574 243 572 Inhambane 822 6 654 6 236 26 616 Gaza 759 4 416 567 1 477 Maputo Cidade 9 104 9 18 Total 4 505 16 803 8 014 32 162
    ProvínciaEscolas em riscoSalas de Aulas em riscoUnidades Administrativas em riscoSanitários
    Cabo Delgado11410267
    Niassa224200
    Nampula9642 310
    Zambézia1 0001 736460200
    Tete3441 412154184
    Manica2781 763278785
    Sofala193574243572
    Inhambane8226 6546 23626 616
    Gaza7594 4165671 477
    Maputo Cidade9104918
    Total4 50516 8038 01432 162
  207. Texto do artigo, página 13: 4.4.6. Provável Impacto no Sector da Agricultura Segundo a previsão climática 2021 - 22, perspetiva-se uma
  208. Texto do artigo, página 13: é baixo a moderado, no período (OND-2021), deve se ter atenção a ocorrência de estiagem localizadas.
  209. Texto do artigo, página 13: Para os dois períodos e com destaque para o período JFM2022, nas regiões Centro e Norte, espera-se situações extremas de inundações localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas. Estima-se que cerca de 317.076 produtores ficarão afetados por diversos fenómenos e 380.492 hectares perdidos com culturas diversas, sobretudo milho, arroz e feijões possam estar em risco de se perderem – Ver tabela 8.
  210. Texto do artigo, página 13: Campanha Agrícola boa;
  211. Texto do artigo, página 13: Para a região Sul, províncias de Maputo e Gaza, nos dois períodos (OND-2021 e JFM 2022), é esperado ISNH Moderado.
  212. Texto do artigo, página 13: Recomenda-se monitoria permanente e alerta a situação nos distritos das zonas áridas e semiáridas; Para a região Norte e parte o Centro (Tete e Zambézia), onde em geral o ISNH esperado
  213. Texto do artigo, página 13: Tabela 8: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2021 – 2022
  214. Texto do artigo, página 13: Fenómeno Área em Risco (ha) Produtores em Risco Seca/Estiagem 104 071 86 726 Inundações/Cheias 231 887 193 239 Ciclones 44 534 37 112 Total 380 492 317 076
    FenómenoÁrea em Risco (ha)Produtores em Risco
    Seca/Estiagem104 07186 726
    Inundações/Cheias231 887193 239
    Ciclones44 53437 112
    Total380 492317 076
  215. Texto do artigo, página 13: 4.5. Provável Impacto no Sector de Estradas
  216. Texto do artigo, página 13: 4.5.2. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Zambézia.
  217. Texto do artigo, página 13: O Sector de Estradas prevê que algumas estradas correm o risco de interrupção ou funcionarem com o trânsito condicionado caso ocorram chuvas intensas e também devido ao nível de precaridade de algumas vias de acesso. As províncias de maior risco são Maputo, Gaza, Sofala, Manica, Zambézia e Cabo Delgado.
  218. Texto do artigo, página 13: Na província da Zambézia as estradas em risco são: R640 Zero-Mopeia-Luabo-Nhacatiua, R650 Pinda-Megaza-Chire, R650 Chire-Milange, N322 Zero-Morrumbala-Pinda-Rio Chire, R644 Maganja-Nante-Cariua, R645 Maganja-Mabala, R643 Namacurra – Macuse, R1118 Namacurra – Forquia R654, Ragone – Namarroi, R1102 Ragone – Gurue, N/C Bive – Maganja da Costa, N/C Bive-Muaquiua.
  219. Texto do artigo, página 13: Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso das lajes de pavimento de estruturas, erosão da plataforma e taludes das estradas, poças de água nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nas figuras abaixo.
  220. Texto do artigo, página 13: As estradas de maior risco em Cabo Delgado são: N380 Macomia-Oasse; R698 Montepuez-Nairoto; R762 MuepaneMetuge-Mahate; R698 Montepuez-Namuno; R760 MecufiMazezi.
  221. Texto do artigo, página 13: Vias de Acesso em risco de inundação na província da Zambézia
  222. Texto do artigo, página 13: Vias de Acesso em risco na província de Cabo Delgado
  223. Texto do artigo, página 13: Figura 12: Mapa de estrada em risco de inundação na província da Zambézia
  224. Texto do artigo, página 13: 4.5.3. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Manica
  225. Texto do artigo, página 13: Na província de Manica deverá se prestar maior atenção nas seguintes vias de acesso: N260 CruzN6-espungabera, N260 Dombe-Rio Massapa, N260 CruzN6-Rio Búzi-Espungabera,
  226. Texto do artigo, página 13: Figura 11: Mapa de estrada em risco de inundação na província de Cabo Delgado
  227. Texto do artigo, página 14: R441 espungabera – Chaiva, N/C CruzR521-Garagua, Cruz N260-Cadeado, N/C Cruz260-Central Mavuzi, R952 CruzR441Mabzissanga, N/C CruzN7-Cagore, R963 Manica-Panhalonga, N/C CruzR963-Chua, N/C CruzR962-Machipanda, R950 CruzR529-Buzua, R529 CruzN7-Nhacolo/Fronteira com Sofala, N/C CruzR529-Buzua.
  228. Texto do artigo, página 14: Vias de Acesso em risco na Província de Manica Legenda Pontos Administrativos Vias de Acesso em risco Classificação de Vias de Acesso Primária Secundária Terciária Vicinal Outros Províncias Vizinhas Países Vizinhos
  229. Texto do artigo, página 14: Figura 13: Mapa de estradas em risco de inundação na província de Manica
  230. Texto do artigo, página 14: 4.5.4. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Gaza
  231. Texto do artigo, página 14: Na província de Gaza deve-se prestar maior atenção nas seguintes vias de acesso: N222 Mapai - Antiga Front. Chigubo; N222 Mapai – Pafuri; R441 Chinhacanine – Nalazi; R441 Chinhacanine – Nalazi; R455 Pafuri – Chicualacuala; R855 Maqueze – Chanhanine; R856 Chokwe – Thlawene; R442 Chibuto - Alto Changane – Maqueze; NC Massingir – Chibotana; R441 Machaila – Massangena.
  232. Texto do artigo, página 14: Vias de Acesso em risco na Província de Gaza Legenda Pontos Administrativos Vias de Acesso em risco Classificação de Vias de Acesso Primária Secundária Terciária Vicinal Outros Províncias Vizinhas Países Vizinhos
  233. Texto do artigo, página 14: Figura 14: Mapa de estradas em risco de inundação na província de Gaza
  234. Texto do artigo, página 14: 4.5.5. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Maputo
  235. Texto do artigo, página 14: Na província de Maputo deve-se prestar maior atenção nas seguintes vias de acesso R406: Catuane/Filipe; R408:
  236. Texto do artigo, página 14: CrzR407(Alto Enchissa)/Catuane; N200:Boane/Bela Vista; R401:Movene/Moamba; R413: Maragra/Calanga; R414: Crz. R413/Machubo; R402: Moamba/Sabie/ Magude; R405: Magude/ Mahele; R411: Magude/Panjane; R412: Magude/Motaze; R811: Moamba/Bondoia/Magude
  237. Texto do artigo, página 14: Vias de Acesso em risco na Província de Maputo Legenda Pontos Administrativos Vias de Acesso em risco Classificação de Vias de Acesso Primária Secundária Terciária Vicinal Outros Províncias Vizinhas Países Vizinhos
  238. Texto do artigo, página 14: Figura 15: Mapa de estradas em risco de inundação na província de Maputo
  239. Texto do artigo, página 14: 4.5.6. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Sofala
  240. Texto do artigo, página 14: Na província de Sofala deverá se prestar maior atenção nas seguintes vias de acesso: 1005 Maringue / Chauaua; N/CMuxungue/Chibabava; R561-Crz N1/ Machanga; R560+R562 Machanga/Divinhe; N280 Tica/ Guara Guara; R521 Crz N1 Casa Nova/ Crz. N280 Buzi; R564 Gorongosa/Piro; R1001 Casa Banana/Mazamba/ Inhaminga; R1003 Crz N6 / Savane; N/C Crz R1003 / Sengo; N261 Nhamapaza Macossa; R529 Chemba/ Tambara; N283-Caia/Chemba; R565-Maringue/Chemba; N282 Dondo/ Matondo; N283-Caia/Marrome.
  241. Texto do artigo, página 14: Vias de Acesso em risco na Província de Sofala Legenda Pontos Administrativos Vias de Acesso em risco Classificação de Vias de Acesso Primária Secundária Terciária Vicinal Outros Províncias Vizinhas Países Vizinhos
  242. Texto do artigo, página 14: Figura 16: Mapa de estradas em risco de inundação na província de Sofala
  243. Número ou marcador, página 15: 5. Acções Sectoriais a Realizar nas Fases de Prontidão, Resposta e Recuperação
  244. Texto do artigo, página 15: O quadro de definição de acções sectoriais tem o objectivo de minimizar o impacto de desastres e compreende três fases: prontidão, resposta e recuperação.
  245. Texto do artigo, página 15: a. Prontidão: técnica, material e financeira de preparação institucional, sectorial, comunitária e individual para reduzir o risco de desastres e os seus impactos. b. Resposta: Medidas que visam salvar vidas, assegurar assistência humanitária e rápida funcionalidade socioeconómicas imediatamente a seguir ao desastre. c. Recuperação: Actividades que concorrem, para a reposição e funcionalidade dos serviços básicos e normalização da vida das pessoas afectadas pelo desastre.
  246. Texto do artigo, página 15: As acções de prontidão, resposta, e recuperação poderão ser realizadas ao longo do ano. Contudo, no período de Outubro à Dezembro, poderão predominar as acções de prontidão e intervenções de resposta. Neste sentido, acções como (i) a elaboração do plano anual de contingência, (ii) a preposição estratégica de bens e suprimentos de emergência, (iii) importação de suprimentos de emergência adicionais para responder às necessidades prementes, e (iv) a coordenação e monitoria, constituem algumas das actividades críticas a serem realizadas nestes períodos.
  247. Texto do artigo, página 15: No período de Janeiro à Março, maior incidência poderá ser para as acções de resposta como (i) a operacionalização dos planos de contingência, (ii) realização das avaliações rápidas das necessidades para informar o plano de resposta, e (iii) a avaliação das necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência.
  248. Texto do artigo, página 15: O período de Abril à Setembro é reservado para as acções de recuperação e resposta, incluindo, entre outras, (i) a implementação da estratégia multissectorial de recuperação e reconstrução (Ex: reassentamento, reconstrução assistência alimentar, projecto de geração de renda); e (ii) monitoria da implementação das actividades e programas de recuperação. Algumas aquisições de materiais para pré-posicionamento e que estejam nos parâmetros das normas de funcionamento do Fundo de Gestão de Calamidades, também poderão ocorrer nesse período.
  249. Texto do artigo, página 15: A implementação das acções de prontidão, resposta e recuperação poderá acontecer a todos os níveis, desde o central aos órgãos locais, incluindo os municípios, cabendo a cada um desses níveis garantir a planificação, monitoria, supervisão e assistência técnica e a implementação dos planos de resposta.
  250. Texto do artigo, página 15: 5.1. Mobilização de Recursos para Resposta à Emergência A Equipa Humanitária Nacional (HCT) participa através
  251. Texto do artigo, página 15: de sectores (clusters) de resposta humanitária em acções de prontidão e resposta a desastres com meios materiais e humanos para complementar os esforços do Governo. Assim, usando mecanismos acordados com o Governo, a Equipa Humanitária Nacional pode activar os dispositivos internos e internacionais de mobilização de recursos com base nos mandatos e instrumentos internacionais existentes. O processo de coordenação e gestão de resposta a emergência é liderado pelo Governo.
  252. Texto do artigo, página 15: A assistência humanitária atempada, eficaz e apropriada por parte da HCT depende da observância dos seguintes aspectos:
  253. Número ou marcador, página 15: a) Disponibilidade de informação sobre a avaliação da situação (magnitude, complexidade, urgência da emergência) com base em indicadores credíveis;
  254. Número ou marcador, página 15: b) Apresentação de dados sobre a área afectada, grupos vulneráveis; população afectada e pessoas necessitadas
  255. Número ou marcador, página 15: c) Disponibilização de informação sobre os recursos preposicionados pelo Governo e défice de acordo com as necessidades locais e tipo de evento;
  256. Número ou marcador, página 15: d) Activação pelo governo dos níveis de alerta institucional para facilitação da mobilização de recursos adicionais e operacionalização do plano de contingência;
  257. Número ou marcador, página 15: e) Solicitação de apoio humanitário pelo Governo.
  258. Texto do artigo, página 15: 5.2. Activação e implementação dos Planos Distritais de Acções Antecipadas no âmbito da Seca
  259. Texto do artigo, página 15: O Plano Distrital de Acções Antecipadas no contexto da Seca é um instrumento orientador para a implementação de acções de mitigação dos efeitos negativos da seca com base em dados de previsão. Neste contexto, através dos esforços do Governo com o apoio do Programa Mundial para Alimentação (PMA), está em curso uma iniciativa piloto de estabelecimento de um Sistema de Aviso Prévio à Seca com base em Acções Antecipadas nos distritos de Guijá e Chibuto na província de Gaza, bem como nos distritos de Marara e Changara na província de Tete.
  260. Texto do artigo, página 15: Com base em mecanismos estabelecidos de coordenação interinstitucional, foram elaborados planos distritais das acções antecipadas nos distritos piloto, que poderão ser activados e implementados caso as previsões assim o justifiquem. Esta iniciativa poderá ser replicada para outros distritos mediante a priorização dos critérios de vulnerabilidade (previsão, factores socio económicos) a seca e a disponibilidade de fundos adicionais para o efeito.
  261. Texto do artigo, página 15: O quadro a baixo apresenta o resumo das actividades a serem implementadas no contexto do presente Plano de Contingência.
  262. Texto do artigo, página 16: Recuperação a)Implementaractividadesespecíficas derecuperaçãodemeiosdevida; b)Monitoraraimplementação integradadasactividadese programasderecuperaçãopós desastre; c)Avaliarasactividadesderesposta humanitáriaecolheraslições aprendidas; d)Elaboraroplanomultissectorialde recuperaçãopósemergênciacom basenosresultadosdaANPD; e)Proverapoiopsicossocialpara osafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; f)Monitorarecontinuaraimplementar todasasmedidasdeprevenção contraoCOVID; g)Continuaradisseminarmensagens deprevençãocontraaCOVID Resposta a)Operacionalizaroplanodecontingência; b)Realizaravaliaçõesrápidasdasnecessidadesereajustar oplanoderespostadeacordoamagnitudedoevento c)Coordenaraprovisãodeassistênciahumanitáriaatempada, d)Prepararosapelosdeajudahumanitáriaemobilizar recursosadicionais; e)Coordenaraavaliaçãorápidadenecessidadespósdesastres (ANPD); f)Proverapoiopsicossocialparaosafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; g)Activaroplanodecontinuidadedeactividadescaso sejamidentificadoscasospositivosnasinstalações dainstituição; h)Efectuaradistribuiçãodemascarasdepano/artesanais paraosafectadosemtodososcentrosdeacomodação ebairrosdereassentamento; i)Estabelecerpontosdelavagemdemãosemcoordenação comosectordeáguaseparceiros; j)Garantirodistanciamentosocialentreosafectados principalmentenadistribuiçãodeartigosalimentares enãoalimentares; Prontidão a)Realizarexercíciosdesimulação; b)Divulgaroplanodecontingência; c)RevitalizarosCLGRDevoluntáriosdaCVM; d)ActivarosCLGRDdaszonasderisco; e)Identificarrotasdeevacuaçãoelocaissegurosparaabrigos temporários; )Mapearoscentrosdeacomodaçãoezonassegurasparaf oreassentamento )Pré-posicionarbens,materiaiseequipamentosemlocaisg estratégicos )Prepararasequipesderespostahumanitáriaparaumah intervençãorápida; i)Disseminarmensagensdealerta; j)Intensificarasactividadesdemonitoria; )Lançarconcursosparaaquisiçãodebensdeemergênciak eassinaturadecontractos; )Sensibilizarascomunidadessobremedidasdeprevenção,l mitigaçãoerespostaaosdesastres; m)Identificarecelebraracordoscompersonalidadeselíderes influentesparadifusãodemensagensdealerta; n)Activarosprotocolosdegestãodeinformaçãoatodosníveis; )Identificareprepararáreassegurasparaaacomodaçãoo ereassentamentodasfamíliasafectadas; p)Cumprircomosprocedimentossócioambientais; q)Aprovisionarmateriaiselocaisparaaconstruçãodeabrigos ecasasdefinitivasresilientes; )Adquirirequipamentosdeprotecçãoindividual,kitsr deprimeirossocorrosededignidade,paraasequipes deassistênciahumanitárianasacçõesdeemergência; s)Prepararoapoiopsicossocialparaosafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; )Aprovisionarserviçosdeemergênciaparafornecimentot deágua; u)ActivaraimplementaçãodosPlanosDistritaisdeAcções Antecipadas v)PrepararplanodepreparaçãoerespostadaCOVID-19para osector; Instituições INGD
    Recuperaçãoa)Implementaractividadesespecíficas derecuperaçãodemeiosdevida; b)Monitoraraimplementação integradadasactividadese programasderecuperaçãopós desastre; c)Avaliarasactividadesderesposta humanitáriaecolheraslições aprendidas; d)Elaboraroplanomultissectorialde recuperaçãopósemergênciacom basenosresultadosdaANPD; e)Proverapoiopsicossocialpara osafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; f)Monitorarecontinuaraimplementar todasasmedidasdeprevenção contraoCOVID; g)Continuaradisseminarmensagens deprevençãocontraaCOVID
    Respostaa)Operacionalizaroplanodecontingência; b)Realizaravaliaçõesrápidasdasnecessidadesereajustar oplanoderespostadeacordoamagnitudedoevento c)Coordenaraprovisãodeassistênciahumanitáriaatempada, d)Prepararosapelosdeajudahumanitáriaemobilizar recursosadicionais; e)Coordenaraavaliaçãorápidadenecessidadespósdesastres (ANPD); f)Proverapoiopsicossocialparaosafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; g)Activaroplanodecontinuidadedeactividadescaso sejamidentificadoscasospositivosnasinstalações dainstituição; h)Efectuaradistribuiçãodemascarasdepano/artesanais paraosafectadosemtodososcentrosdeacomodação ebairrosdereassentamento; i)Estabelecerpontosdelavagemdemãosemcoordenação comosectordeáguaseparceiros; j)Garantirodistanciamentosocialentreosafectados principalmentenadistribuiçãodeartigosalimentares enãoalimentares;
    Prontidãoa)Realizarexercíciosdesimulação; b)Divulgaroplanodecontingência; c)RevitalizarosCLGRDevoluntáriosdaCVM; d)ActivarosCLGRDdaszonasderisco; e)Identificarrotasdeevacuaçãoelocaissegurosparaabrigos temporários; )Mapearoscentrosdeacomodaçãoezonassegurasparaf oreassentamento )Pré-posicionarbens,materiaiseequipamentosemlocaisg estratégicos )Prepararasequipesderespostahumanitáriaparaumah intervençãorápida; i)Disseminarmensagensdealerta; j)Intensificarasactividadesdemonitoria; )Lançarconcursosparaaquisiçãodebensdeemergênciak eassinaturadecontractos; )Sensibilizarascomunidadessobremedidasdeprevenção,l mitigaçãoerespostaaosdesastres; m)Identificarecelebraracordoscompersonalidadeselíderes influentesparadifusãodemensagensdealerta; n)Activarosprotocolosdegestãodeinformaçãoatodosníveis; )Identificareprepararáreassegurasparaaacomodaçãoo ereassentamentodasfamíliasafectadas; p)Cumprircomosprocedimentossócioambientais; q)Aprovisionarmateriaiselocaisparaaconstruçãodeabrigos ecasasdefinitivasresilientes; )Adquirirequipamentosdeprotecçãoindividual,kitsr deprimeirossocorrosededignidade,paraasequipes deassistênciahumanitárianasacçõesdeemergência; s)Prepararoapoiopsicossocialparaosafectadoseasequipes deassistênciahumanitária; )Aprovisionarserviçosdeemergênciaparafornecimentot deágua; u)ActivaraimplementaçãodosPlanosDistritaisdeAcções Antecipadas v)PrepararplanodepreparaçãoerespostadaCOVID-19para osector;
    InstituiçõesINGD
  263. Texto do artigo, página 16: a)Implementaractividadesespecíficas
  264. Texto do artigo, página 16: derecuperaçãodemeiosdevida;
  265. Texto do artigo, página 16: b)Monitoraraimplementação
  266. Texto do artigo, página 16: InstituRecuperação
  267. Texto do artigo, página 16: Tabela9:Actividadessectoriaisnocontextoderespostaegestãodeemergências
  268. Texto do artigo, página 16: sidadesereajustar
  269. Texto do artigo, página 16: gnitudedoevento
  270. Texto do artigo, página 16: cia;
  271. Texto do artigo, página 16: integradadasactividadese
  272. Texto do artigo, página 16: programasderecuperaçãopós
  273. Texto do artigo, página 16: c)Avaliarasactividadesderesposta
  274. Texto do artigo, página 16: humanitáriaecolheraslições
  275. Texto do artigo, página 16: d)Elaboraroplanomultissectorialde
  276. Texto do artigo, página 16: recuperaçãopósemergênciacom
  277. Texto do artigo, página 16: e)Proverapoiopsicossocialpara
  278. Texto do artigo, página 16: osafectadoseasequipes
  279. Texto do artigo, página 16: f)Monitorarecontinuaraimplementar
  280. Texto do artigo, página 16: todasasmedidasdeprevenção
  281. Texto do artigo, página 16: g)Continuaradisseminarmensagens
  282. Texto do artigo, página 16: basenosresultadosdaANPD;
  283. Texto do artigo, página 16: deprevençãocontraaCOVID
  284. Texto do artigo, página 16: deassistênciahumanitária;
  285. Texto do artigo, página 16: contraoCOVID;
  286. Texto do artigo, página 16: aprendidas;
  287. Texto do artigo, página 16: desastre;
  288. Texto do artigo, página 16: anitáriaatempada,
  289. Texto do artigo, página 16: itáriaemobilizar
  290. Texto do artigo, página 16: dadespósdesastres
  291. Texto do artigo, página 16: tadoseasequipes
  292. Texto do artigo, página 16: actividadescaso
  293. Texto do artigo, página 16: osnasinstalações
  294. Texto do artigo, página 16: depano/artesanais
  295. Texto do artigo, página 16: rosdeacomodação
  296. Texto do artigo, página 16: semcoordenação
  297. Texto do artigo, página 16: ntreosafectados
  298. Texto do artigo, página 16: rtigosalimentares
  299. Texto do artigo, página 16: INGD
  300. Texto do artigo, página 17: Recuperação a)Divulgaroplano/estratégia dereconstrução/recuperação conjunta,Governoeparceiros decooperação; b)Avaliarograudecumprimentodo planoderespostadeemergência; c)Mobilizarascomunidadespara participarnoprocessoderecupe- raçãoereconstrução; d)Avaliarepropormedidasparauma respostamelhorada. a)Monitorarregularmenteasituação dasegurançaalimentar enutricional; b)Realizarfeirasdeinsumosagrícolas eagropecuárias; c)Aproveitarasbaixaseterrashúmidas paraocultivodeculturasdeciclo curto; d)Aproveitaraáguanasáreasirrigadas atravésdepráticasquepromovam apreservaçãodahumidade nosolo; e)Adoptareusartecnologias decaptaçãoeconservação deágua; f)Fomentaremultiplicarculturas tolerantesaseca; g)Reabilitarasinfraestruturaspecuárias epontosdeabeberamento afectados; h)Intensificaravigilância epidemiológicaeaInspecção dosefectivospecuários i)Promovereintensificararealização debanhoscarracicidas, desparasitaçõeseotratamento deanimaisnaszonasafectadas; j)Disponibilizarosmedicamentos, drogas,carracicidas,desinfetantes esuplementosparaaszonas dedifícilacesso. Resposta a)Disseminarinformaçãosobreofenómenoemcausa; b)Geriradisseminaçãodeinformaçãopelosórgãos decomunicação; c)Intensificarosapelosàscomunidadesnaszonasderisco. d)Divulgaraosórgãosdecomunicaçãoograu deimplementaçãodaacçãohumanitária doGovernoeparceirosdecooperação a)RealizaravaliaçãorápidadeSANpóschoquenaszonas afetadas; b)Efetuarolevantamentopreliminardosprodutoreseáreas agropecuáriasafetadas; c)Reajustarosplanosdeaprovisionamentodeinsumos; d)Promoveraassistênciatécnicaaosprodutoresfamiliares; e)Controlaraqualidadedassementescomercializadasedas variedadeslibertadas; f)Disponibilizarpesticidasparaocontrolodaspragas migratórias; Prontidão a)Avaliarograudefuncionamentoeoperacionalidade dossistemasemeiosdecomunicação; b)Pré-posicionarmaterialeequipamentosdecomunicação; )Produziredisseminarinformaçãobaseadaemimpactosc eatempadaaosórgãosdecomunicaçãooficiais,acessível atodasascamadassociaisnocontextodegestãodorisco desastres; )Disseminarinformaçãosobreprevençãodacovid-19,d emcanaisformaiseinformais; )Elaborareinterpretaroprognósticodaépocachuvosaa eciclónica,paraagriculturaerecomendaçõesagrotécnicas; b)Elaboraroplanodecontingência; )Monitorarocomportamentodaépocachuvosaeoseuimpactoc naproduçãoagrária; )Monitorareavaliarregularmenteasituaçãod dasegurançaalimentarenutricional; e)Monitorarecontrolarasprincipaispragasedoençasdas culturas )Limparasfontesdeágua,valasdedrenagem,canaisf ereservatórios; )Retirarantecipadamenteosdiversosequipamentos,doslocaisg inundáveis )Pré-posicionarinsumosagrícola,medicamentos,drogash carracicidas,desinfetantesesuplementospara aszonasdedifícilacesso; i)Identificarzonassegurasparaorefúgiodogado; )Deslocarasmanadasdegadodaszonasderiscoj deocorrênciadeinundaçãoedaszonasinundadas; k)Promoveraconservaçãodeforragensparaépocasecaea produçãodesuplementosparaosanimais; )Reabilitarcorredoresdetratamento,chuveirosepontosl deabeberamento; )Monitorarpermanentementeasituaçãosanitáriacomenfoquem RiftedoençaparaaFebreAftosa,FebredoValedo deLínguaAzul. Instituições GABINFO MADER
    Recuperaçãoa)Divulgaroplano/estratégia dereconstrução/recuperação conjunta,Governoeparceiros decooperação; b)Avaliarograudecumprimentodo planoderespostadeemergência; c)Mobilizarascomunidadespara participarnoprocessoderecupe- raçãoereconstrução; d)Avaliarepropormedidasparauma respostamelhorada.a)Monitorarregularmenteasituação dasegurançaalimentar enutricional; b)Realizarfeirasdeinsumosagrícolas eagropecuárias; c)Aproveitarasbaixaseterrashúmidas paraocultivodeculturasdeciclo curto; d)Aproveitaraáguanasáreasirrigadas atravésdepráticasquepromovam apreservaçãodahumidade nosolo; e)Adoptareusartecnologias decaptaçãoeconservação deágua; f)Fomentaremultiplicarculturas tolerantesaseca; g)Reabilitarasinfraestruturaspecuárias epontosdeabeberamento afectados; h)Intensificaravigilância epidemiológicaeaInspecção dosefectivospecuários i)Promovereintensificararealização debanhoscarracicidas, desparasitaçõeseotratamento deanimaisnaszonasafectadas; j)Disponibilizarosmedicamentos, drogas,carracicidas,desinfetantes esuplementosparaaszonas dedifícilacesso.
    Respostaa)Disseminarinformaçãosobreofenómenoemcausa; b)Geriradisseminaçãodeinformaçãopelosórgãos decomunicação; c)Intensificarosapelosàscomunidadesnaszonasderisco. d)Divulgaraosórgãosdecomunicaçãoograu deimplementaçãodaacçãohumanitária doGovernoeparceirosdecooperaçãoa)RealizaravaliaçãorápidadeSANpóschoquenaszonas afetadas; b)Efetuarolevantamentopreliminardosprodutoreseáreas agropecuáriasafetadas; c)Reajustarosplanosdeaprovisionamentodeinsumos; d)Promoveraassistênciatécnicaaosprodutoresfamiliares; e)Controlaraqualidadedassementescomercializadasedas variedadeslibertadas; f)Disponibilizarpesticidasparaocontrolodaspragas migratórias;
    Prontidãoa)Avaliarograudefuncionamentoeoperacionalidade dossistemasemeiosdecomunicação; b)Pré-posicionarmaterialeequipamentosdecomunicação; )Produziredisseminarinformaçãobaseadaemimpactosc eatempadaaosórgãosdecomunicaçãooficiais,acessível atodasascamadassociaisnocontextodegestãodorisco desastres; )Disseminarinformaçãosobreprevençãodacovid-19,d emcanaisformaiseinformais;)Elaborareinterpretaroprognósticodaépocachuvosaa eciclónica,paraagriculturaerecomendaçõesagrotécnicas; b)Elaboraroplanodecontingência; )Monitorarocomportamentodaépocachuvosaeoseuimpactoc naproduçãoagrária; )Monitorareavaliarregularmenteasituaçãod dasegurançaalimentarenutricional; e)Monitorarecontrolarasprincipaispragasedoençasdas culturas )Limparasfontesdeágua,valasdedrenagem,canaisf ereservatórios; )Retirarantecipadamenteosdiversosequipamentos,doslocaisg inundáveis )Pré-posicionarinsumosagrícola,medicamentos,drogash carracicidas,desinfetantesesuplementospara aszonasdedifícilacesso; i)Identificarzonassegurasparaorefúgiodogado; )Deslocarasmanadasdegadodaszonasderiscoj deocorrênciadeinundaçãoedaszonasinundadas; k)Promoveraconservaçãodeforragensparaépocasecaea produçãodesuplementosparaosanimais; )Reabilitarcorredoresdetratamento,chuveirosepontosl deabeberamento; )Monitorarpermanentementeasituaçãosanitáriacomenfoquem RiftedoençaparaaFebreAftosa,FebredoValedo deLínguaAzul.
    InstituiçõesGABINFOMADER
  301. Texto do artigo, página 17: a)Divulgaroplano/estratégia
  302. Texto do artigo, página 17: dereconstrução/recuperação
  303. Texto do artigo, página 17: conjunta,Governoeparceiros
  304. Texto do artigo, página 17: b)Avaliarograudecumprimentodo
  305. Texto do artigo, página 17: planoderespostadeemergência;
  306. Texto do artigo, página 17: c)Mobilizarascomunidadespara
  307. Texto do artigo, página 17: participarnoprocessoderecupe-
  308. Texto do artigo, página 17: d)Avaliarepropormedidasparauma
  309. Texto do artigo, página 17: a)Monitorarregularmenteasituação
  310. Texto do artigo, página 17: raçãoereconstrução;
  311. Texto do artigo, página 17: respostamelhorada.
  312. Texto do artigo, página 17: Recuperação
  313. Texto do artigo, página 17: decooperação;
  314. Texto do artigo, página 17: sórgãos
  315. Texto do artigo, página 17: sderisco.
  316. Texto do artigo, página 17: ograu
  317. Texto do artigo, página 17: anitária
  318. Texto do artigo, página 17: naszonas
  319. Texto do artigo, página 17: ausa;
  320. Texto do artigo, página 17: dasegurançaalimentar
  321. Texto do artigo, página 17: b)Realizarfeirasdeinsumosagrícolas
  322. Texto do artigo, página 17: c)Aproveitarasbaixaseterrashúmidas
  323. Texto do artigo, página 17: paraocultivodeculturasdeciclo
  324. Texto do artigo, página 17: d)Aproveitaraáguanasáreasirrigadas
  325. Texto do artigo, página 17: atravésdepráticasquepromovam
  326. Texto do artigo, página 17: apreservaçãodahumidade
  327. Texto do artigo, página 17: e)Adoptareusartecnologias
  328. Texto do artigo, página 17: decaptaçãoeconservação
  329. Texto do artigo, página 17: f)Fomentaremultiplicarculturas
  330. Texto do artigo, página 17: eagropecuárias;
  331. Texto do artigo, página 17: tolerantesaseca;
  332. Texto do artigo, página 17: enutricional;
  333. Texto do artigo, página 17: nosolo;
  334. Texto do artigo, página 17: deágua;
  335. Texto do artigo, página 17: curto;
  336. Texto do artigo, página 17: eseáreas
  337. Texto do artigo, página 17: amiliares;
  338. Texto do artigo, página 17: adasedas
  339. Texto do artigo, página 17: aspragas
  340. Texto do artigo, página 17: umos;
  341. Texto do artigo, página 17: g)Reabilitarasinfraestruturaspecuárias
  342. Texto do artigo, página 17: epontosdeabeberamento
  343. Texto do artigo, página 17: h)Intensificaravigilância
  344. Texto do artigo, página 17: epidemiológicaeaInspecção
  345. Texto do artigo, página 17: i)Promovereintensificararealização
  346. Texto do artigo, página 17: debanhoscarracicidas,
  347. Texto do artigo, página 17: desparasitaçõeseotratamento
  348. Texto do artigo, página 17: deanimaisnaszonasafectadas;
  349. Texto do artigo, página 17: j)Disponibilizarosmedicamentos,
  350. Texto do artigo, página 17: drogas,carracicidas,desinfetantes
  351. Texto do artigo, página 17: esuplementosparaaszonas
  352. Texto do artigo, página 17: dosefectivospecuários
  353. Texto do artigo, página 17: dedifícilacesso.
  354. Texto do artigo, página 17: afectados;
  355. Texto do artigo, página 18: Recuperação a)Avaliarocomportamento dosfenómenosmeteorológicos eseusimpactosnaplanificação eexecuçãodosplanos/estratégias derecuperaçãopós-emergências. a)Cadastrarasfamíliasesua distribuiçãofísica; b)Mapearasáreasseguraspara assentamentoshumanos c)Prestarassistênciatécnicana elaboraçãodoPlanodeAcção deResiliência; d)Participaractivamentenoprocessode reassentamentodaspopulações; e)Assegurarqueoprocessode expansãodosbairrosde reassentamentosejadeforma ordenadacomusodoManualde TécnicasBásicasdePlaneamento FísicoResiliente; f)Realizarolevantamento socioambientaldasáreas afectadaspordesastres; g)Elaboraroplanodepormenordos bairrosdereassentamento; h)Elaboraromapaderiscodemodoa apoiarosplanosdereconstrução/ recuperaçãoeosplanoslocaisde acçãoderesiliência; i)Integraracomponentedasmudanças climáticasnosinstrumentosde ordenamentoterritorial; j)MonitorareimplementarosPlanos nosbairrosdereassentamento; k)AtribuirDUATemáreasdemarcadas parareassentamento; l)Discutircomaspopulações asalternativasdisponíveispara oreassentamento. Resposta a)Intensificaramonitoriadosfenómenosmeteorológicos; b)Divulgarosavisosealertascomindicaçãodamagnitude dofenómeno,seusimpactosezonasderisco; c)Produzirinformaçõesdeacompanhamentodaevolução dosfenómenos. a)PromoveraimplantaçãodeinstrumentosdeOrdenamento TerritorialeorganizarosCentrodeacomodação/ reassentamento; b)Demarcar,atribuireincorporarosbairrosdereassentamento nocadastronacionaldeterras; c)Participarnomapeamentoecolocaçãodeplacas deproibiçãonasáreassuscetíveisadesastresnaturais; d)Prestarassistênciatécnicanoprocessodeimplantação dosabrigostemporáriosecentrosdeacomodaçãonos bairrosdereassentamento; e)Participarnolevantamentosocio-ambientaldasáreas afectadaspelosdesastres. Prontidão a)Interpretaredivulgaraprevisãoclimáticasazonal eimplicaçõesparaosdiversospontosdopaís; b)Monitorarpermanentementeosfenómenosmeteorológicos edivulgarprevisõesdealertacombaseemimpactos; )Reforçaracapacidadedeobservaçãonasestaçõesc meteorológicas; )Reporosmeiosnecessáriosparaacomunicaçãoetransmissãod dainformação. a)Identificarasáreasparareassentamentoemzonasseguras; b)Mapearoscentrosdeacomodação; )Assegurarqueoprocessodeexpansãodosbairrosc dereassentamentosejadeformaordenadacomusodo ManualdeTécnicasBásicasdePlaneamentoFísico; d)Promoverarealizaçãodecadastroeatribuiçãodorespectivo DireitodeUsoeAproveitamentodeTerra(DUAT)nos bairrosdereassentamento; )SensibilizarosCLGRD,líderescomunitárioseseusassistentese emmatériadetécnicasbásicasdeplaneamentofísico eplantiodeárvoresdesombraemudasnosbairros dereassentamento; )Sensibilizaraspopulaçõesparaseretiraremdaszonasf deriscodedesastres; g)Sensibilizarosagenteslocaiselíderescomunitáriossobre boaspráticasparaaprevenção,controloemitigação àdesertificação,erosãoequeimadas; )Mapearparceiroscomcapacidadederespostaepreenchimentoh daslacunasidentificadasnaimplementaçãodosplanos;. Instituições INAM MTA
    Recuperaçãoa)Avaliarocomportamento dosfenómenosmeteorológicos eseusimpactosnaplanificação eexecuçãodosplanos/estratégias derecuperaçãopós-emergências.a)Cadastrarasfamíliasesua distribuiçãofísica; b)Mapearasáreasseguraspara assentamentoshumanos c)Prestarassistênciatécnicana elaboraçãodoPlanodeAcção deResiliência; d)Participaractivamentenoprocessode reassentamentodaspopulações; e)Assegurarqueoprocessode expansãodosbairrosde reassentamentosejadeforma ordenadacomusodoManualde TécnicasBásicasdePlaneamento FísicoResiliente; f)Realizarolevantamento socioambientaldasáreas afectadaspordesastres; g)Elaboraroplanodepormenordos bairrosdereassentamento; h)Elaboraromapaderiscodemodoa apoiarosplanosdereconstrução/ recuperaçãoeosplanoslocaisde acçãoderesiliência; i)Integraracomponentedasmudanças climáticasnosinstrumentosde ordenamentoterritorial; j)MonitorareimplementarosPlanos nosbairrosdereassentamento; k)AtribuirDUATemáreasdemarcadas parareassentamento; l)Discutircomaspopulações asalternativasdisponíveispara oreassentamento.
    Respostaa)Intensificaramonitoriadosfenómenosmeteorológicos; b)Divulgarosavisosealertascomindicaçãodamagnitude dofenómeno,seusimpactosezonasderisco; c)Produzirinformaçõesdeacompanhamentodaevolução dosfenómenos.a)PromoveraimplantaçãodeinstrumentosdeOrdenamento TerritorialeorganizarosCentrodeacomodação/ reassentamento; b)Demarcar,atribuireincorporarosbairrosdereassentamento nocadastronacionaldeterras; c)Participarnomapeamentoecolocaçãodeplacas deproibiçãonasáreassuscetíveisadesastresnaturais; d)Prestarassistênciatécnicanoprocessodeimplantação dosabrigostemporáriosecentrosdeacomodaçãonos bairrosdereassentamento; e)Participarnolevantamentosocio-ambientaldasáreas afectadaspelosdesastres.
    Prontidãoa)Interpretaredivulgaraprevisãoclimáticasazonal eimplicaçõesparaosdiversospontosdopaís; b)Monitorarpermanentementeosfenómenosmeteorológicos edivulgarprevisõesdealertacombaseemimpactos; )Reforçaracapacidadedeobservaçãonasestaçõesc meteorológicas; )Reporosmeiosnecessáriosparaacomunicaçãoetransmissãod dainformação.a)Identificarasáreasparareassentamentoemzonasseguras; b)Mapearoscentrosdeacomodação; )Assegurarqueoprocessodeexpansãodosbairrosc dereassentamentosejadeformaordenadacomusodo ManualdeTécnicasBásicasdePlaneamentoFísico; d)Promoverarealizaçãodecadastroeatribuiçãodorespectivo DireitodeUsoeAproveitamentodeTerra(DUAT)nos bairrosdereassentamento; )SensibilizarosCLGRD,líderescomunitárioseseusassistentese emmatériadetécnicasbásicasdeplaneamentofísico eplantiodeárvoresdesombraemudasnosbairros dereassentamento; )Sensibilizaraspopulaçõesparaseretiraremdaszonasf deriscodedesastres; g)Sensibilizarosagenteslocaiselíderescomunitáriossobre boaspráticasparaaprevenção,controloemitigação àdesertificação,erosãoequeimadas; )Mapearparceiroscomcapacidadederespostaepreenchimentoh daslacunasidentificadasnaimplementaçãodosplanos;.
    InstituiçõesINAMMTA
  356. Texto do artigo, página 18: a)Avaliarocomportamento
  357. Texto do artigo, página 18: dosfenómenosmeteorológicos
  358. Texto do artigo, página 18: eseusimpactosnaplanificação
  359. Texto do artigo, página 18: eexecuçãodosplanos/estratégias
  360. Texto do artigo, página 18: derecuperaçãopós-emergências.
  361. Texto do artigo, página 18: a)Cadastrarasfamíliasesua
  362. Texto do artigo, página 18: Recuperação
  363. Texto do artigo, página 18: eteorológicos;
  364. Texto do artigo, página 18: odamagnitude
  365. Texto do artigo, página 18: todaevolução
  366. Texto do artigo, página 18: eOrdenamento
  367. Texto do artigo, página 18: risco;
  368. Texto do artigo, página 18: b)Mapearasáreasseguraspara
  369. Texto do artigo, página 18: c)Prestarassistênciatécnicana
  370. Texto do artigo, página 18: elaboraçãodoPlanodeAcção
  371. Texto do artigo, página 18: d)Participaractivamentenoprocessode
  372. Texto do artigo, página 18: reassentamentodaspopulações;
  373. Texto do artigo, página 18: e)Assegurarqueoprocessode
  374. Texto do artigo, página 18: expansãodosbairrosde
  375. Texto do artigo, página 18: reassentamentosejadeforma
  376. Texto do artigo, página 18: ordenadacomusodoManualde
  377. Texto do artigo, página 18: TécnicasBásicasdePlaneamento
  378. Texto do artigo, página 18: assentamentoshumanos
  379. Texto do artigo, página 18: distribuiçãofísica;
  380. Texto do artigo, página 18: FísicoResiliente;
  381. Texto do artigo, página 18: deResiliência;
  382. Texto do artigo, página 18: acomodação/
  383. Texto do artigo, página 18: reassentamento
  384. Texto do artigo, página 18: ãodeplacas
  385. Texto do artigo, página 18: astresnaturais;
  386. Texto do artigo, página 18: eimplantação
  387. Texto do artigo, página 18: comodaçãonos
  388. Texto do artigo, página 18: ntaldasáreas
  389. Texto do artigo, página 18: f)Realizarolevantamento
  390. Texto do artigo, página 18: socioambientaldasáreas
  391. Texto do artigo, página 18: g)Elaboraroplanodepormenordos
  392. Texto do artigo, página 18: h)Elaboraromapaderiscodemodoa
  393. Texto do artigo, página 18: apoiarosplanosdereconstrução/
  394. Texto do artigo, página 18: recuperaçãoeosplanoslocaisde
  395. Texto do artigo, página 18: i)Integraracomponentedasmudanças
  396. Texto do artigo, página 18: climáticasnosinstrumentosde
  397. Texto do artigo, página 18: j)MonitorareimplementarosPlanos
  398. Texto do artigo, página 18: k)AtribuirDUATemáreasdemarcadas
  399. Texto do artigo, página 18: l)Discutircomaspopulações
  400. Texto do artigo, página 18: asalternativasdisponíveispara
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