Resolução n.º 33/2020

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Resolução n.º 33/2020

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Texto do artigo · p. 1 CONSELHO DE MINISTROS
Texto do artigo · p. 1 Resolução n.º 33/2020
Texto do artigo · p. 1 de 18 de Maio
Texto do artigo · p. 1 A Política e a Estratégia do Mar, bem como a Agenda 2030 que aprova os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), preconizam a necessidade de o País proteger e gerir de forma sustentável os ecossistemas marinhos e costeiros para evitar impactos adversos significativos, bem como a tomada de medidas para a sua restauração, a fim de assegurar oceanos saudáveis e produtivos.
Texto do artigo · p. 1 Afigura-se, pois, pertinente estabelecer uma Estratégia de Gestão do Mangal que defina os mecanismos de coordenação para a gestão do mangal a diferentes níveis de organização territorial do Estado, com a finalidade de assegurar a sua protecção e preservação.
Texto do artigo · p. 1 Nestes termos e ao abrigo das disposições combinadas da alínea f) do n.º 1 e do n.º 2, ambas do artigo 79 da Lei n.º 20/2019, de 8 de Novembro, Lei de Revisão da Lei do Mar, o Conselho de Ministros determina:
Texto do artigo · p. 1 Único. É aprovada a Estratégia de Gestão do Mangal 20202024, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
Texto do artigo · p. 1 Aprovada pelo Conselho de Ministros, aos 14 de Abril
Texto do artigo · p. 1 de 2020. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
Texto do artigo · p. 1 Estratégia de Gestão do Mangal (Estratégia do Mangal) 2020 – 2024
Texto do artigo · p. 1 Contextualização Moçambique possui uma linha de costa de aproximadamente
Texto do artigo · p. 1 2.7001 Km e divide-se, ecologicamente, em três regiões distintas, a saber:
Texto do artigo · p. 1 • Zona Norte (ou costa de coral), que vai da foz do Rovuma (10o 20`S) até ao limite Norte do Arquipélago das Ilhas Primeiras e Segundas (17o 20`S), caracterizada por águas límpidas e existência de baías de águas profundas com destaque para as baías de Pemba, Memba e Nacala. Os fundos são rochosos e a extensão estimada é de 800 km de comprimento. • Zona Central (ou costa pantanosa), caracterizada pelo escoamento de vários rios importantes, com destaque para o Zambeze, Pungué e Save, com uma extensão de cerca de 900 km, que se estendem, desde o limite Norte do arquipélago das Ilhas Primeiras e Segundas (17 o 20`S), até ao limite Norte do Arquipélago do Bazaruto (21o 10`S). Nesta região existe uma zona húmida de importância internacional alberga a maior extensão de cobertura de mangais do país. Do ponto de vista sócio-económico, é a zona costeira onde existe maior concentração de população e consequentemente um elevado número de pescadores artesanais residentes. • Zona Sul (ou costa de dunas parabólicas), localizada entre o arquipélago de Bazaruto (21º 10`S) e a Ponta do Ouro, é caracterizada por extensas lagoas costeiras (Inharrime, Bilene), vários sistemas pantanosos e charcos criados pela água das chuvas.
Texto do artigo · p. 1 Mais de 60% da população moçambicana vive na zona costeira sendo altamente dependente dos recursos e ecossistemas costeiros e marinhos, principalmente pesqueiros, para subsistência e rendimento. Os mangais são o habitat natural e local de reprodução para estas espécies tornando-os cruciais para a segurança alimentar e geração de rendimento para grande parte da população. Apesar disto, o mangal em Moçambique, tem sido alvo de exploração elevada devido à pobreza e ao desenvolvimento das zonas costeiras, o que leva à sua degradação em alguns locais.
Texto do artigo · p. 1 As maiores taxas de degradação do mangal estão localizadas ao redor das principais cidades como Maputo, Beira, Quelimane e Pemba. As causas de degradação dos mangais são principalmente de carácter antropogénico e incluem o corte para combustível lenhoso, estabelecimento de salinas, áreas agrícolas, recolha de estacas para construção de casas e barcos e desenvolvimento urbano. Por outro lado, eventos extremos ou mudanças climáticas têm causado danos ao ecossistema de mangal.
Texto do artigo · p. 1 1
Texto do artigo · p. 1 Pag. 11 da Brochura Editada da Política e Estratégia do Mar (POLMAR), aprovada pela Resolução n.˚ 39/2017, de 14 de Setembro.
Texto do artigo · p. 2 Reconhecendo o valor social, económico e ecológico deste ecossistema, e a crescente preocupação da manutenção da biodiversidade biológica a nível internacional (14º Objectivo de Desenvolvimento Sustentável -ODS 14-), como a nível nacional, baseado no princípio da utilização e gestão racional dos recursos naturais, o Governo de Moçambique decidiu elaborar a Estratégia Nacional e Plano de Acção de Gestão do Mangal para o período 2020-2024.
Texto do artigo · p. 2 O objectivo central desta estratégia é de promover um desenvolvimento sustentável e contribuir para maior resiliência às mudanças climáticas, através de um conjunto de acções centradas nas comunidades locais, sociedade civil e no Governo.
Texto do artigo · p. 2 Justificação da Estratégia de Gestão do Mangal
Texto do artigo · p. 2 A Estratégia Gestão do Mangal, também é um documento que se constitue num instrumento de política concebida para combater e reverter a situação de degradação e destruição do ecossistema de mangal no País. Pretende-se, também, que este instrumento acrescente valor aos esforços que vêm sendo desenvolvidos para impulsionar e orientar a regulação dos direitos, deveres e obrigações quanto ao uso sustentável do ecossistema de mangal em Moçambique.
Texto do artigo · p. 2 O objectivo desta Estratégia é de manter ou aumentar a biodiversidade, os valores e a função do ecossistema do mangal, de modo a responder às necessidades de protecção ambiental em estuários e zonas costeiras. Pretende-se também que esta estratégia contribua para minimizar os efeitos do aquecimento global através do processo de sequestro e armazenamento de carbono, absorvendo dióxido de carbono da atmosfera e contribuir de forma significativa para o alcance do ODS 14. A implementação da estratégia pode também abrir novos caminhos para o auto-emprego, como o ecoturismo, restauração e replantio, a aquacultura e a apicultura, ajudando a melhorar as condições socio-económicas das comunidades costeiras.
Texto do artigo · p. 2 1. Estratégia de Gestão do Mangal
Texto do artigo · p. 2 A Estratégia de Gestão do Mangal consiste no conjunto de acções de mudança a empreender, de forma coordenada e integrada, a vários níveis, assente em valores e princípios, para o alcance da meta global, traduzida em visão.
Texto do artigo · p. 2 Nesta ordem de ideais, a Estratégia de Gestão do Mangal identifica prioridades a considerar e metas qualitativas nacionais a atingir em relação à gestão dos mangais em Moçambique, numa acção efectiva e inclusiva de todas as partes interessadas no ecossistema de mangal, rumo à sustentabilidade no uso deste meio.
Texto do artigo · p. 2 1.1. Valores e Princípios da Estratégia O Governo da República de Moçambique adopta a Estratégia
Texto do artigo · p. 2 de Gestão do Mangal, a qual assenta na observância dos valores e princípios que se descriminam abaixo:
Texto do artigo · p. 2 1.1.1. Valores
Texto do artigo · p. 2 a) Sustentabilidade. O uso racional do mangal e recursos associados, deve assentar na busca constante do equilíbrio entre a conservação da biodiversidade e as necessidades de desenvolvimento económico e social do País;
Texto do artigo · p. 2 b) Equidade. Na gestão sustentável do mangal promove-
Texto do artigo · p. 2 -se a distribuição justa dos benefícios do uso deste recurso, de modo a contribuir para o bem-estar das comunidades, superar as desigualdades ao nível do género, grupo etário e estrato social e promover a igualdade de oportunidades para todos os grupos interessados;
Texto do artigo · p. 2 c) Transparência. A gestão do mangal assenta em amálgama de informações, obtidas por via científica e ou empírica, a qual é partilhada entre as partes interessadas e sujeita à monitorização e avaliação, observando-se os princípios e procedimentos estatuítos;
Texto do artigo · p. 2 d) Participação. O sistema de gestão do mangal promove a integração e coordenação de acções de todos os actores interessados que devem ser envolvidos na utilização sustetável dos recursos do ecossistema do mangal.
Texto do artigo · p. 2 1.1.2 Princípios A gestão do mangal baseia-se em princípios de conservação do
Texto do artigo · p. 2 ambiente e uso sustentável dos recursos naturais, nomeadamente:
Texto do artigo · p. 2 a) Princípio de Utilização e Gestão Racional. Promove a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e a manutenção da biodiversidade e do ecossistema;
Texto do artigo · p. 2 b) Princípio de Reconhecimento do Conhecimento Local. Reconhece e respeita o conhecimento local e sua importância para a gestão. Promove o papel activo a ser desempenhado pelas comunidades locais e seus representantes bem como outros actores-chave;
Texto do artigo · p. 2 c) Princípio de Precaução. Considera o grau de incerteza do conhecimento científico e local existente, adopta medidas precaucionárias e preventivas relativas ao uso, protecção, conservação e sustentabilidade do ecossistema do mangal e estabelece sistemas de prevenção;
Texto do artigo · p. 2 d) Princípio de Equilíbrio. A gestão do mangal reconhece a necessidade da existência de um equilíbrio entre o desenvolvimento económico, a sociedade e a conservação do mangal e seus recursos. Este equilíbrio deve basear-se em parâmetros de planificação estratégica dos espaços para desenvolvimento rural e urbano;
Texto do artigo · p. 2 e) Princípio de Utilizador Pagador. Defende que o acesso e a utilização do mangal e seus recursos é pago pelos utilizadores e quem de qualquer forma degradar o mangal;
Texto do artigo · p. 2 f) Princípio de Poluidor Pagador. Reconhece a responsabilização de todas as pessoas singulares ou colectivas pela reparação e compensação na mesma proporção dos danos causados ao mangal;
Texto do artigo · p. 2 g) Princípio de Gestão Integrada do Mangal. Promove a gestão responsável e integrada, inter-sectorial, multi-disciplinar e transversal do mangal, garantindo a coordenação de todas as partes interessadas e afectadas;
Texto do artigo · p. 2 h) Princípio de Ampla Participação dos Cidadãos. Na gestão do mangal deve-se garantir a consulta e auscultação das comunidades locais e outras partes interessadas e afectadas no mangal. Garantir o acesso da informação e transparência;
Texto do artigo · p. 2 i) Princípio de Educação Ambiental. A gestão do mangal, reconhece a necessidade de educar de forma contínua e sistemática, diferentes utilizadores e gestores em matérias do ambiente e sustentabilidade deste escossistema;
Texto do artigo · p. 2 j) Princípio de Cooperação Internacional. O Estado e as partes interessadas poderão socorrer-se de entidades regionais e internacionais para partilha de experiências, capacitação técnica e formação de gestores excelentes de mangal a nível estatal e comunitário.
Texto do artigo · p. 3 1.2. Visão, Missão e Objectivo Visão
Texto do artigo · p. 3 Até 2024 ter um ecossistema de mangal saudável a desempenhar as funções ecológicas e ambientais com benefícios sociais e económicos para o bem-estar da sociedade, contribuindo para um desenvolvimento sustentável.
Texto do artigo · p. 3 Missão
Texto do artigo · p. 3 Promover a gestão sustentável e integrada do mangal através da implementação de medidas de gestão com a participação activa de todos os actores e sectores, de modo a garantir a biodiversidade, função e serviços do ecossistema, contribuindo para a melhoria das condições de vida das comunidades costeiras e promovendo o desenvolvimento sustentável do país.
Texto do artigo · p. 3 Objectivo A estratégia tem por objectivo estabelecer e enraizar um
Texto do artigo · p. 3 sistema participativo e eficaz de gestão do ecossistema de mangal. 1.3. Pilares de Intervenção A Estratégia está estruturada em cinco (5) áreas que constituem
Texto do artigo · p. 3 Pilares de Intervenção, nomeadamente:
Texto do artigo · p. 3 1. Gestão, protecção e uso sustentável do ecossistema de mangal;
Texto do artigo · p. 3 2. Fiscalização e Legislação;
Texto do artigo · p. 3 3. Capacitação e coordenação institucional;
Texto do artigo · p. 3 4. Educação e consciencialização ambiental;
Texto do artigo · p. 3 5. Pesquisa e gestão do conhecimento.
Texto do artigo · p. 3 Cada um destes pilares inclui objectivos estratégicos e acções prioritárias que irão guiar a implementação da Estratégia:
Texto do artigo · p. 3 Pilar 1. Gestão, Protecção e Uso Sustentável do Ecossistema de Mangal
Texto do artigo · p. 3 A gestão do mangal deve ser feita de forma integrada assegurando o envolvimento de todos os sectores e partes interessadas, incluindo as comunidades locais que devem ter um papel chave na conservação e uso sustentável dos recursos naturais. Uma gestão efectiva constitui uma importante intervenção estratégica para a conservação dos mangais e sua biodiversidade em Moçambique.
Texto do artigo · p. 3 Apesar de ser um dos ecossistemas mais produtivos, o mangal tem sido subvalorizado devido à fraca gestão, tornando-o num dos ecossistemas costeiros mais vulneráveis. Em Moçambique, o mangal está sob ameaça devido a pressões antropogénicas e naturais. A perda de mangal leva à redução dos recursos pesqueiros, perda de biodiversidade, redução da protecção costeira e erosão dos solos, com prejuízos sociais e económicos para a sociedade. A utilização do mangal deve ser sustentável mantendo a integridade funcional do ecossistema.
Texto do artigo · p. 3 Tendo em conta os factores acima descritos agravados pela vulnerabilidade do país a efeitos climáticos tais como os ciclones e cheias há necessidade de um plano para proteger, conservar e restaurar o ecossistema de mangal. São conhecidas algumas iniciativas bem-sucedidas de restauração de mangal no país, no entanto existe a necessidade de aperfeiçoar a metodologia de restauração tendo em conta a racionalização de recursos. Neste pilar propõe-se a criação de um modelo de gestão focado na protecção e uso sustentável do ecossistema de mangal com a integração efectiva dos diferentes sectores e respectivas responsabilidades.
Texto do artigo · p. 3 Pilar 2. Fiscalização e Legislação
Texto do artigo · p. 3 Em Moçambique embora existam vários instrumentos legais com aplicação sobre o mangal, estes usam os princípios fundamentais da protecção do meio ambiente e da utilização e gestão racional dos recursos naturais para o desenvolvimento
Texto do artigo · p. 3 sustentável e não existe legislação, política ou estratégia específica para a gestão e conservação do mangal. Além disso, existem lacunas e a implementação da legislação actualmente vigente é inadequada e deficiente, pelo que se revela de extrema importância a criação de uma legislação específica e que responda efectivamente as questões referentes a protecção de mangais
Texto do artigo · p. 3 O país assinou e/ou ratificou acordos multilaterais (convenções e protocolos internacionais) relacionados com a gestão da biodiversidade. A implementação destes acordos assim como de outros instrumentos legais não têm garantido uma gestão efectiva do mangal, pelo que se identificou a necessidede de se rever os instrumentos existentes e se criar uma legislação específica para o mangal e a sua divulgação.
Texto do artigo · p. 3 A protecção e uso sustentável do ecossistema de mangal requerem uma fiscalização efectiva com a devida aplicação dos instrumentos legais. É necessário assegurar o reforço e devida capacitação dos agentes responsáveis pela fiscalização para que estejam devidamente qualificados e equipados visando monitorar, disciplinar e orientar as actividades de protecção, conservação, utilização e exploração dos recursos.
Texto do artigo · p. 3 Pilar 3. Capacitação e Coordenação Institucional
Texto do artigo · p. 3 A responsabilidade de gestão e conservação do mangal revela alguma dispersão, fragilidade e pouca coordenação. A existência de sobreposição de atribuições em diferentes sectores e deficiente coordenação intra e inter-institucional pode duplicar e/ou diluir responsabilidades e esforços para a gestão e conservação do mangal tanto a nível central, provincial como distrital. Com uma coordenação efectiva, partilha de responsabilidades e de informação, é possível melhorar a gestão do mangal em Moçambique.
Texto do artigo · p. 3 A nível local verifica-se a existência de organizações da sociedade civil e de base comunitária de defesa e gestão do ambiente, com articulação limitada com instituições do estado. É necessário maior envolvimento e coordenação com os sectores governamentais.
Texto do artigo · p. 3 A existência de capacidade institucional constitui um factor determinante na gestão e protecção efectiva do mangal. A capacidade técnico-científica, financeira e material são considerados desafios institucionais que interferem na implementação das políticas, estratégias, programas e planos. O reforço da capacidade institucional nas áreas acimas descritas constitui prioridade para a implementação desta estratégia e plano de acção.
Texto do artigo · p. 3 Pilar 4. Educação e Consciencialização Ambiental É necessário melhorar a compreensão e entendimento sobre
Texto do artigo · p. 3 o valor do mangal e recursos associados incluindo serviços do ecossistema e, sobre os benefícios resultantes de uma gestão sustentável. A consciencialização pública de todos os actores- -chave incluindo o governo, organizações da sociedade civil, sector privado, instituições académicas, comunidades locais, entre outros, sobre a importância dos mangais e ameaças que os mesmos enfrentam, é crucial para a sua conservação a longo prazo.
Texto do artigo · p. 3 O sucesso dos esforços de gestão depende da compreensão e participação activa dos actores-chave. É importante a promoção da educação, consciencialização e sensibilização pública relacionada com a conservação e uso sustentável dos mangais. A sensibilização sobre a gestão sustentável deve ocorrer dentro dos sistemas educativos formais, mas também deve ser oferecida ao público em geral e a sectores específicos da população, como os decisores e as comunidades locais uma vez que são os principais utilizadores. É necessário melhorar a comunicação e o fluxo de conhecimento entre os investigadores, os gestores, os detentores de conhecimento tradicional e o público em geral.
Texto do artigo · p. 4 A conservação do mangal requer a compreensão do valor desse ecossistema e do apoio dos cidadãos a todos os níveis da sociedade. Para que todos os cidadãos possam compreender a importância ecológica, económica, social e cultural do mangal é importante que se desenvolvam actividades educativas e de sensibilização. Esta consciencialização deverá ser abordada usando métodos convencionais formais como inclusão do tema dos mangais no currículo escolar, mas também poderá ter inciativas inovadoras com linguagem adequada ao público-alvo. No caso das comunidades locais a comunicação pode ser em formato de banda desenhada e com recurso as línguas locais, para facilitar a disseminação de informação.
Texto do artigo · p. 4 Pilar 5. Pesquisa e Gestão do Conhecimento
Texto do artigo · p. 4 O insuficiente entendimento do valor e funções do ecossistema de mangal e escassa informação técnica, científica e local sobre os mangais são um factor limitante para os esforços de gestão e conservação. Neste sentido, a pesquisa e gestão do conhecimento são uma prioridade para o incremento do conhecimento, acesso e disseminação da informação.
Texto do artigo · p. 4 O papel ecológico, económico e social dos mangais incluindo a eficácia na protecção costeira, diversidade biológica, importância cultural e ligações com a pesca, só poderão ser melhor reconhecidos e compreendidos com maior disponibilidade de informação. A tomada de decisão pelos organismos de gestão deverá basear-se em informação integrada, actualizada e detalhada. É também necessário que a informação obtida através de acções de investigação sobre o mangal esteja largamente disponível e seja amplamente divulgada.
Texto do artigo · p. 4 A implementação das acções de investigação e de gestão dependem, da existência de recursos humanos e capacidade técnica dentro das instituições responsáveis. Todavia, a capacidade institucional em termos de recursos humanos e financeiros e capacidade técnica para intervenção efectiva na gestão dos mangais pelas instituições responsáveis envolvidas é de um modo geral fraca.
Texto do artigo · p. 4 1.4. Objectivos estratégicos Cada área estratégica ou Pilar de Intervenção inclui objectivos
Texto do artigo · p. 4 estratégicos que irão guiar a implementação da Estratégia. Assim os objectivos estratégicos por pilar são:
Texto do artigo · p. 4 Pilar 1. Gestão, protecção e uso sustentável do ecossistema
Texto do artigo · p. 4 de mangal
Texto do artigo · p. 4 1.1. Assegurar a gestão e o uso sustentável dos mangais de forma participativa. 1.2. Promover a protecção, conservação e restauração ecológica do mangal. 1.3. Diversificar os meios de subsistência das comunidades dependentes do ecossistema de mangal e seus recursos, atraves da promoção e dissiminação de tecnologias que promovem uma gestão efectiva deste ecossistema identificar e implementar mecanismos sustentáveis de financiamento para a conservação do mangal.
Texto do artigo · p. 4 Pilar 2. Fiscalização e legislação
Texto do artigo · p. 4 2.1. Rever a legislação existente e criar legislação específica sobre o mangal. 2.2. Disseminar a legislação específica sobre gestão e conservação do mangal. 2.3. Promover a fiscalização do ecossistema de mangal e seus recursos.
Texto do artigo · p. 4 Pilar 3. Capacitação e coordenação
Texto do artigo · p. 4 3.1. Reforçar a capacidade de intervenção a nível central e local para a gestão do mangal.
Texto do artigo · p. 4 3.2. Reforçar a coordenação multissectorial com envolvimento de todos os actores-chave, atraves de partilha de informação.
Texto do artigo · p. 4 Pilar 4. Educação e consciencialização ambiental
Texto do artigo · p. 4 4.1. Desenvolver o interesse dos estudantes pelo ecossistema de mangal. 4.2. Promover e realizar a consciencialização pública sobre o mangal.
Texto do artigo · p. 4 Pilar 5. Pesquisa e gestão do conhecimento
Texto do artigo · p. 4 5.1. Desenvolver pesquisa aplicada para reforçar o conhecimento sobre o mangal e apoiar a tomada de decisões. 5.2. Criar e divulgar uma base de dados sobre o mangal.
Texto do artigo · p. 4 2. Implementação da Estratégia. 2.1. Coordenação.
Texto do artigo · p. 4 A Estratégia de Gestão do Mangal é um instrumento da administração pública e, pela sua natureza transversal, a sua implementação é coordenada pelo ministério que superintende os assuntos do mar. Assim, para assegurar a implementação das acções preconizadas no presente instrumento bissêfalo, o MIMAIP irá designar um órgão interno que terá a função de coordenar, harmonizar, monitorar e avaliar a implementação da estratégia. Esta unidade coordenadora sempre que assuntos mais estruturantes o indicarem, irá apresentar as questões de coordenação ao CNM do Mar, entidade já criada e preconizada em regulamento específico.
Texto do artigo · p. 4 A nível provincial, a implementação das acções previstas na estratégia, serão coordenadas pelos órgãos provinciais que representam os sectores do mar, que terão as mesmas funções que o MIMAIP a nível central. Estes órgãos subordinam-se ao Conselho Executivo Provincial e Municipios e estarão sob orientação técnica e supervisão do MIMAIP. A equipe técnica deverá ser constituída pelo menos, pelos seguintes órgãos com representação e expressão na província:
Texto do artigo · p. 4 • Orgão Provincial que representa o Mar (Coordenador); • Orgão Provincial que representa o sector do Ambiente; • Orgão Provincial que representa o sector das Obras Públicas; • Orgão Provincial que representa o sector dos Recursos Minerais e Energia; • Orgão Provincial que representa o sector da Admnistração Estatal e Função Pública; • Orgão Provincial que representa o sector de Transportes e Comunicação; • Orgão Provincial que representa o sector da Agricultura e Desenvolvimento Rural; • Orgão Provincial que representa o sector do Turismo; • Orgão Provincial que representa o sector de Educação em coordenação com o Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação; • Instituições de Ensino Superior e ou de Pesquisa (existentes na província); • Representantes de ONGs com representação local; • Representantes das comunidades locais; • Sector Privado.
Texto do artigo · p. 4 No Distrito e Município, a coordenação da implementação da estratégia do mangal estará a cargo dos Serviços Distritais e Municipais que zelam pelos assuntos do ambiente e do mar, que terão como principal actividade coordenar e garantir que as acções de pesquisa, restauração e capacitação sejam abrangentes, inclusivas e integradas.
Texto do artigo · p. 4 A composição da equipe de coordenação distrital, pode ser ajustada de acordo com a realidade a nível local, no entanto, devem estar pelo menos, os seguintes representantes:
Texto do artigo · p. 4 • Orgão que superitende a área do Mar;
Texto do artigo · p. 5 • Orgão que superitende a área do Ambiente; • Municípios onde se aplicar; • Associações de base comunitária existentes no distrito (CCPs e/ou CGRNs, Associações Ambientais); • ONGs e OSC com representação e actividade no distrito; • Empresas privadas com interesse no distrito e no mangal.
Texto do artigo · p. 5 2.2. Institucionalização da implementação da Estratégia
Texto do artigo · p. 5 As actividades constantes nos planos de acção, devem estar inscritas nos Cenários Fiscais de Médio e Longo Prazo e no Plano Económico e Social (PES) de cada sector ou entidade, quer a nível central como local, de modo a garantir a planificação e disponibilização dos recursos, quer humanos, como materiais e financeiros, necessários à materialização da Estratégia e Plano de Acção de Gestão de Mangal.
Texto do artigo · p. 5 Sem prejuízo, da planificação pública, a implementação da estratégia e plano de acção pode ser realizada através de parceiros de cooperação, bem como de entidades privadas, comunitárias ou filantrópicas, desde que coordenados a nível central e monitorados pelo órgão local responsável.
Texto do artigo · p. 5 Será efectuado um manual de implementação da estratégia e plano de acção, que será o guião onde estarão descritos os processos, os procedimentos, as metodologias e os indicadores aplicáveis em cada local.
Texto do artigo · p. 5 2.3. Unidade de Gestão
Texto do artigo · p. 5 O órgão competente pela coordenação da estratégia deve indicar uma instituição a ele subordinado ou tutelado, que será responsável pela gestão da implementação da estratégia e plano de gestão dos mangais. A Unidade de Gestão dos Mangais terá entre outras funções de mobilizar financiamento para implementar as diversas actividades constantes no plano de acção, articular com os diferentes intervenientes de gestão do mangal a nível local e regional e estabelecer normas e critérios para o uso sustentável deste ecossistema.
Texto do artigo · p. 5 2.4. Monitoria e Avaliação
Texto do artigo · p. 5 A monitoria da implementação da estratégia é da responsabilidade do Governo, através do Ministério que superintende os assuntos do mar e deve ser feita semestralmente. Os procedimentos de monitoria devem ser iguais aos usados para
Texto do artigo · p. 5 o balanço do PES. Cabe à unidade encarregada por coordenar a implementação da estratégia, a responsabilidade de elaborar os respectivos relatórios de acompanhamento. A avaliação da estratégia e plano de acção sobre os mangais
Texto do artigo · p. 5 é feita anualmente. Será realizada uma avaliação intermédia da estratégia e sua implementação, dois anos e meio após o início da implementação. A Unidade de Gestão é responsável por elaborar os indicadores de aferição e os termos de referência para a avaliação intermédia em coordenação com o CNC para posterior aprovação pelo MIMAIP.
Texto do artigo · p. 5 As avaliações da implementação da estratégia serão realizadas por entidade independente e selecionada através de concurso público para o efeito.
Texto do artigo · p. 5 A presente estratégia de Gestão do Mangal será operacionalizada através do Plano de Accão, em anexo.
Número ou marcador · p. 5 Anexo I
Texto do artigo · p. 5 Plano de Acção de Gestão do Mangal
Texto do artigo · p. 5 O Plano de Acção de Gestão do Mangal é a parte que operacionaliza a Estratégia Nacional de Gestão do Mangal, de modo a que o objectivo final neste preconizado, sob a forma de visão, seja atingido.
Texto do artigo · p. 5 Para tanto, as acções a empreender, por pilar e objectivo estratégico, para se atingir as metas relativamente à sustentabilidade do ecossistema do mangal e seus recursos, são:
Texto do artigo · p. 5 Pilar 1. Gestão, protecção e uso sustentável do ecossistema de mangal
Texto do artigo · p. 5 a) Do objectivo estratégico 1.1.: Assegurar a gestão e o uso sustentável dos mangais de forma participativa. Acções I. Conceber um modelo de gestão participativa do mangal; II. Implementar o modelo de gestão participativa a nível provincial; III. Implementar o modelo de gestão participativa a nível distrital; IV. Elaborar um plano de gestão local que sirva de modelo a replicar; V. Elaborar e implementar planos de gestão locais; VI.Identificar mecanismos para melhorar a participação das comunidades na gestão do mangal.
Texto do artigo · p. 5 b) Do objectivo estratégico 1.2.: Promover a protecção, conservação e restauração do mangal. Acções I. Identificar áreas prioritárias para protecção e restauração do mangal; II. Propôr áreas para protecção total ou parcial do mangal; III.Envolver o sector privado em acções de conservação e restauração do mangal. IV. Produzir um guião com técnicas básicas para restauração do mangal (incluindo a tradução para línguas locais, que deve ser divulgado em rádios comunitárias e televisão); V. Restaurar áreas degradadas do mangal; VI. Estabelecer viveiros de mangal em locais de implementação de actividades de restauração.
Texto do artigo · p. 5 c) Do Objectivo estratégico 1.3.: Diversificar os meios de subsistência das comunidades dependentes do ecossistema de mangal e seus recursos, através da promoção e disseminação de tecnologias que promovem uma gestão efectiva deste ecossistema. Acções I. Criar e divulgar meios alternativos de subsistência para comunidades dependentes de mangal; II. Introduzir técnicas para melhoria da eficiência energética da lenha e carvão; III. Incentivar o uso de fontes de energia alternativas à madeira de mangal para carvão e lenha.
Texto do artigo · p. 5 d) Do objectivo estratégico 1.4.: Identificar e implementar mecanismos sustentáveis de financiamento para a conservação do mangal.
Texto do artigo · p. 5 Acções
Texto do artigo · p. 5 I.Aceder a programas de financiamento para pagamento pelo Serviço de Ecossistema, contrabalanços da biodiversidade, créditos de carbono através da implementação de REDD+, blue carbon, Fundo Climático Verde e abordagens afins; II. Estabelecer mecanismos e prioridades de financiamento do programa de investigação; III. Promover o eco-turismo comunitário, que incluem a construção de passadeiras e centros de informação sobre o ecossistema do mangal.
Texto do artigo · p. 6 Pilar 2. Reforço da fiscalização e legislação
Texto do artigo · p. 6 a) Do objectivo estratégico 2.1.: Rever a legislação existente, identificar lacunas e criar legislação específica sobre o mangal. Acções I. Rever o quadro legal aplicável ao mangal; II. Criar legislação específica para o mangal; III. Alinhar a legislação nacional com as convenções e protocolos regionais e internacionais, relacionados com a gestão e conservação dos mangais.
Texto do artigo · p. 6 b) Do objectivo estratégico 2.2.: Disseminar a legislação sobre a gestão e conservação do mangal. Acções I. Disseminar a legislação sobre a conservação e gestão sustentável do mangal a todos os níveis; II. Promover a participação das comunidades locais na disseminação da legislação.
Texto do artigo · p. 6 c) Do objectivo estratégico 2.3. : Promover a fiscalização do ecossistema de mangal e seus recursos.
Texto do artigo · p. 6 Acções
Texto do artigo · p. 6 I. Reforçar as acções de fiscalização e aplicação da lei; II. Envolver a comunidade na fiscalização do mangal.
Texto do artigo · p. 6 Pilar 3. Capacitação e coordenação
Texto do artigo · p. 6 a) Do objectivo estratégico 3.1.: Reforçar a capacidade de intervenção a nível central e local para gestão do mangal. Acções I. Implementar programas de treinamento em matéria de legislação do mangal para melhorar e facilitar a sua aplicação e implementação; II. Criar um programa de bolsas de estudo em gestão de recursos naturais/mangal para funcionários do estado afectos as províncias de Zambézia, Sofala e Nampula; III. Reforçar as capacidades dos diferentes intervenientes na gestão do mangal com destaque para as comunidades locais; IV. Treinar técnicos em monitoria e avaliação dos recursos de mangal usando técnicas simples e padronizadas; V. Capacitar diferentes intervenientes na restauração do mangal, com destaque para as comunidades locais; VI. Capacitar organizações de base comunitárias e outros intervenientes em técnicas para a construção de infraestruras de mangal e acesso as tecnologias de produção em viveiros.
Texto do artigo · p. 6 b) Do objectivo estratégico 3.2.: Reforçar a coordenação multissectorial com envolvimento de todos os actoreschave, através de partilha de informação.
Texto do artigo · p. 6 Acções
Texto do artigo · p. 6 I. Criar e operacionalizar um Conselho Nacional de Coordenação para implementação da estratégia; II. Criar e operacionalizar os Conselhos Provinciais de Coordenação para implementação da estratégia; III.Criar a Unidade de Implementação da Coordenação do mangal a nível distrital; IV. Elaborar o Manual de Implementação da estratégia.
Texto do artigo · p. 6 Pilar 4. Educação e consciencialização ambiental
Texto do artigo · p. 6 a) Do objectivo estratégico 4.1.: Desenvolver o interesse dos estudantes pelo ecossistema de mangal. Acções I. Desenvolver um programa de educação integrando conteúdos relacionados com o mangal no currículo escolar; II. Fomentar programas de visitas de estudo em zonas de mangal como forma de motivar o interesse dos estudantes por este ecossistema; III. Desenvolver a capacidade artística dos estudantes, através de competições escolares, para despertar o interesse pela conservação do mangal.
Texto do artigo · p. 6 b) Do objectivo estratégico 4.2.: Promover a consciencialização pública sobre mangal.
Texto do artigo · p. 6 Acções
Texto do artigo · p. 6 I. Realizar campanhas de sensibilização de boas práticas (Rádios comunitárias e Televisão) em linguagem adequada (Português e línguas locais) para o uso sustentável dos mangais, dirigida aos vários sectores da sociedade, incluindo escolas; II. Promover programas de consciencialização para decisores a diferentes níveis, sobre o valor do ecossistema de mangal.
Texto do artigo · p. 6 Pilar 5. Pesquisa e gestão do conhecimento
Texto do artigo · p. 6 a) Do objectivo estratégico 5.1.: Desenvolver pesquisa aplicada para apoio a tomada de decisão. Acções I. Elaborar um programa e prioridades de investigação em mangais; II. Realizar inventários do mangal (mapeamento, distribuição de espécies e estado de conservação do mangal, identificação de áreas degradadas e causas de degradação); III. Realizar pesquisa aplicada em ecologia e socioeconómica sobre os mangais, para melhor tomada de decisões; IV. Aumentar a cooperação entre instituições de pesquisa nacionais e internacionais sobre ecossistemas de mangal; V. Realizar estudos sobre pagamento pelos serviços de ecossistema; VI. Disseminar os resultados de estudos e pesquisas; VII. Elaborar planos de gestão dos recursos pesqueiros do mangal, baseado numa abordagem holística e integrada com destaque para o caranguejo e búzio do mangal; VIII.Realizar estudos sobre o impacto das mudanças climáticas para o ecossistema de mangal; IX. Monitorar o desmatamento e degradação ambiental por satélite e outras tecnologias recomendadas.
Texto do artigo · p. 6 b) Do objectivo estratégico 5.2. : Criar e divulgar uma base de dados sobre o mangal.
Texto do artigo · p. 6 Acções
Texto do artigo · p. 6 I. Criar bases de dados sobre os mangais em Moçambique; II. Criar uma plataforma digital de partilha de informação sobre o mangal.
Texto do artigo · p. 7 1,675,000.00
Texto do artigo · p. 7 prioritárias Custos
Texto do artigo · p. 7 (MZM)
Texto do artigo · p. 7 temporal Áreas
Texto do artigo · p. 7 indicador Horizonte
Texto do artigo · p. 7 Metaspor
Texto do artigo · p. 7 s Indicadores
Texto do artigo · p. 7 Nrde
Texto do artigo · p. 7 estratégicos os
Texto do artigo · p. 7 Tabela1:QuadroLógicodaEstratégiadoMangalPlanodeAcção
Texto do artigo · p. 7 Pilar Objectivos
Texto do artigo · p. 7 Custos (MZM) 1,675,000.00 6,700,000.00 Áreas prioritárias Nacional Nacional Nacional Horizonte temporal 3Meses 6meses 6meses Metaspor indicador 1 10 50 Indicadores Nrde instrumentos legaisaprovados paracriaçãode modelodegestão participativa Nrdeunidades degestãopor provínciacosteira Nrdeunidadesde gestãopordistrito costeirocom mangal Resultados esperados Modelo degestão participativa Criadas unidades degestão participativa domangal anível provincial Criadas unidades degestão participativa domangala níveldistrital Outros Intervenientes Governo localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGs,OSC, sectorprivado ecomunidades Governo localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Governo localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Responsabilidade MIMAIP DPMAIPs, Municipios SDAE Actividades/ acções I.Criarum modelodegestão participativado mangal II.Implementaro modelodegestão participativaa nívelprovincial III.Implementar omodelo degestão participativaa níveldistrital Prioridade Alta Média Alta Objectivos estratégicos 1.1.Assegurar agestãoeo usosustentável dosmangais deforma participativa Pilar Pilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
Custos (MZM)1,675,000.006,700,000.00
Áreas prioritáriasNacionalNacionalNacional
Horizonte temporal3Meses6meses6meses
Metaspor indicador11050
IndicadoresNrde instrumentos legaisaprovados paracriaçãode modelodegestão participativaNrdeunidades degestãopor provínciacosteiraNrdeunidadesde gestãopordistrito costeirocom mangal
Resultados esperadosModelo degestão participativaCriadas unidades degestão participativa domangal anível provincialCriadas unidades degestão participativa domangala níveldistrital
Outros IntervenientesGoverno localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGs,OSC, sectorprivado ecomunidadesGoverno localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidadesGoverno localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades
ResponsabilidadeMIMAIPDPMAIPs, MunicipiosSDAE
Actividades/ acçõesI.Criarum modelodegestão participativado mangalII.Implementaro modelodegestão participativaa nívelprovincialIII.Implementar omodelo degestão participativaa níveldistrital
PrioridadeAltaMédiaAlta
Objectivos estratégicos1.1.Assegurar agestãoeo usosustentável dosmangais deforma participativa
PilarPilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
Texto do artigo · p. 7 6,700,000.00
Texto do artigo · p. 7 participativa 13MesesNacional
Texto do artigo · p. 7 106mesesNacional
Texto do artigo · p. 7 506mesesNacional
Texto do artigo · p. 7 modelodegestão
Texto do artigo · p. 7 provínciacosteira
Texto do artigo · p. 7 Nrdeunidadesde
Texto do artigo · p. 7 gestãopordistrito
Texto do artigo · p. 7 legaisaprovados
Texto do artigo · p. 7 paracriaçãode
Texto do artigo · p. 7 Nrdeunidades
Texto do artigo · p. 7 instrumentos
Texto do artigo · p. 7 degestãopor
Texto do artigo · p. 7 costeirocom
Texto do artigo · p. 7 mangal
Texto do artigo · p. 7 a
Texto do artigo · p. 7 a
Texto do artigo · p. 7 a
Texto do artigo · p. 7 a
Texto do artigo · p. 7 al
Texto do artigo · p. 7 1.1.Assegurar
Texto do artigo · p. 7 usosustentável
Texto do artigo · p. 7 agestãoeo
Texto do artigo · p. 7 dosmangais
Texto do artigo · p. 7 participativa
Texto do artigo · p. 7 deforma
Texto do artigo · p. 7 Sustentável
Texto do artigo · p. 7 Ecossistema
Texto do artigo · p. 7 deMangal
Texto do artigo · p. 7 Protecção
Texto do artigo · p. 7 Pilar1.
Texto do artigo · p. 7 Gestão,
Texto do artigo · p. 7 eUso
Texto do artigo · p. 7 do
Texto do artigo · p. 8 Custos (MT) Áreas prioritárias Horizonte temporal Metas por
Texto do artigo · p. 8 1,340,000.00
Texto do artigo · p. 8 prioritárias Custos
Texto do artigo · p. 8 (MZM)
Texto do artigo · p. 8 temporal Áreas
Texto do artigo · p. 8 indicador Horizonte
Texto do artigo · p. 8 Metas
Texto do artigo · p. 8 por
Texto do artigo · p. 8 Indicadores Resultados esperados Outros Intervenções Responsabilidade Actividades/ acções Prioridade Objectivos estratégicos
Texto do artigo · p. 8 estratégico Indicadores
Texto do artigo · p. 8 Pilar Objectivo
Texto do artigo · p. 8 13,132,000.00
Texto do artigo · p. 8 Umdistrito
Texto do artigo · p. 8 costeiroa
Texto do artigo · p. 8 definir
Texto do artigo · p. 8 stãoelaborados 11Ano
Texto do artigo · p. 8 rdeplanosde
Texto do artigo · p. 8 Custos (MZM) 1,340,000.00 13,132,000.00 2,010,000.00 Áreas prioritárias Umdistrito costeiroa definir Nacional Zonas remotas comelevado nívelde degradação domangal Horizonte temporal 1Ano 2anos 1ano Metas por indicador 1 49 Pelomenos 50%das actividades Indicadores Nrdeplanosde gestãoelaborados Nrdeplanosde gestãoelaborados Nr.deactividades realizadaspela comunidade/com participaçãoda comunidade Resultados esperados Planode gestãodistrital Planosde gestãolocais comcausas dedegradação identificadase mitigadas Melhoradaa participação comunitária emmatéria degestãode mangais Outros Intervenientes Governolocal aníveldistrital, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Governolocal aníveldistrital emunicipal, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades SDAE,SDPI, Autarquias, ONGs, instituições académicase depesquisa Responsabilidade MIMAIP SDAEou municípios MIMAIP Actividades/ acções IV.Elaborarum planodegestão localquesirvade modeloareplicar V.Elaborar planosdegestão locais VI.Identificar mecanismos paramelhorara participaçãodas comunidadesna gestãolocaldos mangais Prioridade Alta Alta Objectivos estratégicos 1.1.Assegurar agestãoeo usosustentável dosmangais deforma participativa Pilar Pilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
Custos (MZM)1,340,000.0013,132,000.002,010,000.00
Áreas prioritáriasUmdistrito costeiroa definirNacionalZonas remotas comelevado nívelde degradação domangal
Horizonte temporal1Ano2anos1ano
Metas por indicador149Pelomenos 50%das actividades
IndicadoresNrdeplanosde gestãoelaboradosNrdeplanosde gestãoelaboradosNr.deactividades realizadaspela comunidade/com participaçãoda comunidade
Resultados esperadosPlanode gestãodistritalPlanosde gestãolocais comcausas dedegradação identificadase mitigadasMelhoradaa participação comunitária emmatéria degestãode mangais
Outros IntervenientesGovernolocal aníveldistrital, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidadesGovernolocal aníveldistrital emunicipal, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidadesSDAE,SDPI, Autarquias, ONGs, instituições académicase depesquisa
ResponsabilidadeMIMAIPSDAEou municípiosMIMAIP
Actividades/ acçõesIV.Elaborarum planodegestão localquesirvade modeloareplicarV.Elaborar planosdegestão locaisVI.Identificar mecanismos paramelhorara participaçãodas comunidadesna gestãolocaldos mangais
PrioridadeAltaAlta
Objectivos estratégicos1.1.Assegurar agestãoeo usosustentável dosmangais deforma participativa
PilarPilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
Texto do artigo · p. 8 2,010,000.00
Texto do artigo · p. 8 comelevado
Texto do artigo · p. 8 degradação
Texto do artigo · p. 8 domangal
Texto do artigo · p. 8 stãoelaborados 492anosNacional
Texto do artigo · p. 8 remotas
Texto do artigo · p. 8 nívelde
Texto do artigo · p. 8 Zonas
Texto do artigo · p. 8 actividades 1ano
Texto do artigo · p. 8 Pelomenos
Texto do artigo · p. 8 50%das
Texto do artigo · p. 8 r.deactividades
Texto do artigo · p. 8 munidade/com
Texto do artigo · p. 8 rdeplanosde
Texto do artigo · p. 8 alizadaspela
Texto do artigo · p. 8 rticipaçãoda
Texto do artigo · p. 8 munidade
Texto do artigo · p. 8 1.1.Assegur
Texto do artigo · p. 8 usosustentáv
Texto do artigo · p. 8 dosmangai
Texto do artigo · p. 8 participativ
Texto do artigo · p. 8 agestãoe
Texto do artigo · p. 8 deforma
Texto do artigo · p. 8 Sustentável
Texto do artigo · p. 8 Ecossistema
Texto do artigo · p. 8 deMangal
Texto do artigo · p. 8 Protecção
Texto do artigo · p. 8 Pilar1.
Texto do artigo · p. 8 Gestão,
Texto do artigo · p. 8 eUso
Texto do artigo · p. 8 do
Texto do artigo · p. 9 Relacionado
Texto do artigo · p. 9 comoPilar5,
Texto do artigo · p. 9 alíneaa)ponto
Texto do artigo · p. 9 prioritárias Custos
Texto do artigo · p. 9 (MZM)
Texto do artigo · p. 9 335,000.00
Texto do artigo · p. 9 II.
Texto do artigo · p. 9 temporal Áreas
Texto do artigo · p. 9 1mapapor distrito 2anosNacional
Texto do artigo · p. 9 indicador Horizonte
Texto do artigo · p. 9 PilarIndicadores Metaspor
Texto do artigo · p. 9 Mapa
Texto do artigo · p. 9 Custos (MZM) Relacionado comoPilar5, alíneaa)ponto II. 335,000.00 1,340,000.00 Áreas prioritárias Nacional Nacional Nacional Nacional Horizonte temporal 2anos 3Anos 3anos 6meses Metaspor indicador 1mapapor distrito Pelomenos 5áreas Pelomenos 1000 hectares 1 Indicadores Mapa Nrdeáreasde protecçãototal Hectares restauradoscom apoiodosector privado Guião Resultados esperados Mapadeáreas degradadas passíveisde reabilitação paratodoo país. Áreasde protecçãototal identificadase estabelecidas pelas comunidades locais Acçõesde conservação erestauração domangal realizadaspelo sectorprivado Guiãode técnicas básicasde restauração adoptadoe divulgado Outros Intervenientes Governolocal aníveldistrital, Autarquias ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Governo localanível provinciale distrital,ONGs eOSC,sector privadoe comunidades MIMAIPe MITA Academia Responsabilidade MIMAIP SDAE Sectorprivado MIMAIP Actividades/ acções I.Identificar áreasprioritárias paraprotecção erestauraçãodo mangal II.Propôráreas paraprotecção totaldomangal III.Envolvero sectorprivado emacçõesde conservaçãoe restauraçãodo mangal. IV.Produzir umguiãocom técnicasbásicas pararestauração domangal (incluindoa traduçãopara línguaslocais, quedeveser divulgado emrádios comunitáriase televisão Prioridade Alta Média Baixa Objectivos estratégicos 1.2.Promover aprotecção, conservaçãoe restauraçãodo mangal Pilar Pilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
Custos (MZM)Relacionado comoPilar5, alíneaa)ponto II.335,000.001,340,000.00
Áreas prioritáriasNacionalNacionalNacionalNacional
Horizonte temporal2anos3Anos3anos6meses
Metaspor indicador1mapapor distritoPelomenos 5áreasPelomenos 1000 hectares1
IndicadoresMapaNrdeáreasde protecçãototalHectares restauradoscom apoiodosector privadoGuião
Resultados esperadosMapadeáreas degradadas passíveisde reabilitação paratodoo país.Áreasde protecçãototal identificadase estabelecidas pelas comunidades locaisAcçõesde conservação erestauração domangal realizadaspelo sectorprivadoGuiãode técnicas básicasde restauração adoptadoe divulgado
Outros IntervenientesGovernolocal aníveldistrital, Autarquias ONGseOSC, sectorprivado ecomunidadesGoverno localanível provinciale distrital,ONGs eOSC,sector privadoe comunidadesMIMAIPe MITAAcademia
ResponsabilidadeMIMAIPSDAESectorprivadoMIMAIP
Actividades/ acçõesI.Identificar áreasprioritárias paraprotecção erestauraçãodo mangalII.Propôráreas paraprotecção totaldomangalIII.Envolvero sectorprivado emacçõesde conservaçãoe restauraçãodo mangal.IV.Produzir umguiãocom técnicasbásicas pararestauração domangal (incluindoa traduçãopara línguaslocais, quedeveser divulgado emrádios comunitáriase televisão
PrioridadeAltaMédiaBaixa
Objectivos estratégicos1.2.Promover aprotecção, conservaçãoe restauraçãodo mangal
PilarPilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
Texto do artigo · p. 9 5áreas 3AnosNacional
Texto do artigo · p. 9 hectares 3anosNacional
Texto do artigo · p. 9 protecçãototal Pelomenos
Texto do artigo · p. 9 Pelomenos
Texto do artigo · p. 9 1000
Texto do artigo · p. 9 restauradoscom
Texto do artigo · p. 9 apoiodosector
Texto do artigo · p. 9 Nrdeáreasde
Texto do artigo · p. 9 Hectares
Texto do artigo · p. 9 privado
Texto do artigo · p. 9 Pilar1
Texto do artigo · p. 9 Gestão
Texto do artigo · p. 9 Protecçã
Texto do artigo · p. 9 eUso
Texto do artigo · p. 9 Sustentá
Texto do artigo · p. 9 Ecossiste
Texto do artigo · p. 9 do
Texto do artigo · p. 9 1,340,000.00
Texto do artigo · p. 9 Guião16mesesNacional
Texto do artigo · p. 9 deMang
Texto do artigo · p. 10 67,000,000.00
Texto do artigo · p. 10 prioritárias Custos
Texto do artigo · p. 10 (MZM)
Texto do artigo · p. 10 temporal Áreas
Texto do artigo · p. 10 indicador Horizonte
Texto do artigo · p. 10 Metaspor
Texto do artigo · p. 10 esperados Indicadores
Texto do artigo · p. 10 Resultados
Texto do artigo · p. 10 estratégicos P
Texto do artigo · p. 10 Pilar Objectivos
Texto do artigo · p. 10 Custos (MZM) 67,000,000.00 16,750,000.00 Áreas prioritárias Nacional/por identificar Locaisa identificar nas provínciasda Zambézia, Sofala, Nampula eCabo Delgado Horizonte temporal 2anos 1ano Metaspor indicador *5000 Pelomenos 5viveiros nopaís Indicadores Hectares demangal restaurado Nrdeviveirosde mangal Resultados esperados Áreasde mangal restauradas Viveiros demangal estabelecidos Outros Intervenientes Governo localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Governo localanível provincial (DPMAIP, DPASAse Centroszonais) edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Responsabilidade SDAE SDAEou municípios Actividades/ acções V.Restauraráreas degradadasdo mangal VI.Estabelecer viveirosde mangalem locaisde implementação deactividadesde restauração Prioridade Alta Média Objectivos estratégicos 1.2.Promover aprotecção, conservaçãoe restauraçãodo mangal Pilar Pilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
Custos (MZM)67,000,000.0016,750,000.00
Áreas prioritáriasNacional/por identificarLocaisa identificar nas provínciasda Zambézia, Sofala, Nampula eCabo Delgado
Horizonte temporal2anos1ano
Metaspor indicador*5000Pelomenos 5viveiros nopaís
IndicadoresHectares demangal restauradoNrdeviveirosde mangal
Resultados esperadosÁreasde mangal restauradasViveiros demangal estabelecidos
Outros IntervenientesGoverno localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidadesGoverno localanível provincial (DPMAIP, DPASAse Centroszonais) edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades
ResponsabilidadeSDAESDAEou municípios
Actividades/ acçõesV.Restauraráreas degradadasdo mangalVI.Estabelecer viveirosde mangalem locaisde implementação deactividadesde restauração
PrioridadeAltaMédia
Objectivos estratégicos1.2.Promover aprotecção, conservaçãoe restauraçãodo mangal
PilarPilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
Texto do artigo · p. 10 16,750,000.00
Texto do artigo · p. 10 *50002anos Nacional/por
Texto do artigo · p. 10 identificar
Texto do artigo · p. 10 demangal
Texto do artigo · p. 10 restaurado
Texto do artigo · p. 10 Hectares
Texto do artigo · p. 10 restauradas
Texto do artigo · p. 10 A Áreasde
Texto do artigo · p. 10 mangal
Texto do artigo · p. 10 1.2.Promover
Texto do artigo · p. 10 aprotecção,
Texto do artigo · p. 10 Protecção
Texto do artigo · p. 10 Pilar1.
Texto do artigo · p. 10 Gestão,
Texto do artigo · p. 10 provínciasda
Texto do artigo · p. 10 identificar
Texto do artigo · p. 10 Zambézia,
Texto do artigo · p. 10 Locaisa
Texto do artigo · p. 10 Nampula
Texto do artigo · p. 10 Delgado
Texto do artigo · p. 10 Sofala,
Texto do artigo · p. 10 eCabo
Texto do artigo · p. 10 nas
Texto do artigo · p. 10 nopaís 1ano
Texto do artigo · p. 10 mangal Pelomenos
Texto do artigo · p. 10 5viveiros
Texto do artigo · p. 10 estabelecidos Nrdeviveirosde
Texto do artigo · p. 10 demangal
Texto do artigo · p. 10 M Viveiros
Texto do artigo · p. 10 conservaçãoe
Texto do artigo · p. 10 restauraçãodo
Texto do artigo · p. 10 mangal
Texto do artigo · p. 10 Sustentável
Texto do artigo · p. 10 Ecossistema
Texto do artigo · p. 10 deMangal
Texto do artigo · p. 10 eUso
Texto do artigo · p. 11 Custos (MZM) 3,350,000.00 1,340,000.00 Áreas prioritárias Áreasde grande pressãopela comunidade Províncias commaior incidência deusode mangalpara combustível lenhoso Províncias commaior incidência deusode mangalpara combustível lenhoso Horizonte temporal 4anos 4anos 4anos Metaspor indicador x%de utilizadores directos 50%de redução Aumento de50%de agregados familiares Indicadores %deutilizadores directosde mangalna comunidade comactividades desubsistência alternativas %deredução daquantidade demadeira demangal utilizadacomo combustível (lenhaecarvão) Nrdeagregados familiaresque usamfontes alternativasde energia Resultados esperados Reduçãodonr deutilizadores directosdos recursosde mangale alternativasde subsistência criadase implementadas Melhoriada eficiência energética Utilização defontes deenergia alternativas comopainéis solares,e outros Outros Intervenientes Governo localanível provincial edistrital, Autarquias, Academia, ONGseOSCe sectorprivado MIREME, FUNAE, ONGseOSCs, sectorprivado MITA, MIREME, FUNAE, ONGseOSCs Responsabilidade MIMAIP MIMAIP MIMAIP Actividades/ acções I.Criarmeios alternativosde subsistênciapara comunidades dependentesde mangal II.Introduzir técnicaspara melhoriada eficiência energéticada lenhaecarvão III.Incentivar ousodefontes deenergia alternativas àmadeirade mangalpara carvãoelenha Prioridade Média Média Média Objectivos estratégicos 1.3.Diversificar osmeiosde subsistênciadas comunidades dependentesdo ecossistemade mangaleseus recursos,atraves dapromoçãoe dissiminaçãode tecnologiasque promovemuma gestãoefectiva desteecossistema Pilar Pilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
Custos (MZM)3,350,000.001,340,000.00
Áreas prioritáriasÁreasde grande pressãopela comunidadeProvíncias commaior incidência deusode mangalpara combustível lenhosoProvíncias commaior incidência deusode mangalpara combustível lenhoso
Horizonte temporal4anos4anos4anos
Metaspor indicadorx%de utilizadores directos50%de reduçãoAumento de50%de agregados familiares
Indicadores%deutilizadores directosde mangalna comunidade comactividades desubsistência alternativas%deredução daquantidade demadeira demangal utilizadacomo combustível (lenhaecarvão)Nrdeagregados familiaresque usamfontes alternativasde energia
Resultados esperadosReduçãodonr deutilizadores directosdos recursosde mangale alternativasde subsistência criadase implementadasMelhoriada eficiência energéticaUtilização defontes deenergia alternativas comopainéis solares,e outros
Outros IntervenientesGoverno localanível provincial edistrital, Autarquias, Academia, ONGseOSCe sectorprivadoMIREME, FUNAE, ONGseOSCs, sectorprivadoMITA, MIREME, FUNAE, ONGseOSCs
ResponsabilidadeMIMAIPMIMAIPMIMAIP
Actividades/ acçõesI.Criarmeios alternativosde subsistênciapara comunidades dependentesde mangalII.Introduzir técnicaspara melhoriada eficiência energéticada lenhaecarvãoIII.Incentivar ousodefontes deenergia alternativas àmadeirade mangalpara carvãoelenha
PrioridadeMédiaMédiaMédia
Objectivos estratégicos1.3.Diversificar osmeiosde subsistênciadas comunidades dependentesdo ecossistemade mangaleseus recursos,atraves dapromoçãoe dissiminaçãode tecnologiasque promovemuma gestãoefectiva desteecossistema
PilarPilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
Texto do artigo · p. 11 3,350,000.00
Texto do artigo · p. 11 1,340,000.00
Texto do artigo · p. 11 prioritárias Custos
Texto do artigo · p. 11 (MZM)
Texto do artigo · p. 11 pressãopela
Texto do artigo · p. 11 comunidade
Texto do artigo · p. 11 mangalpara
Texto do artigo · p. 11 combustível
Texto do artigo · p. 11 mangalpara
Texto do artigo · p. 11 combustível
Texto do artigo · p. 11 temporal Áreas
Texto do artigo · p. 11 Províncias
Texto do artigo · p. 11 commaior
Texto do artigo · p. 11 incidência
Texto do artigo · p. 11 Províncias
Texto do artigo · p. 11 commaior
Texto do artigo · p. 11 incidência
Texto do artigo · p. 11 Áreasde
Texto do artigo · p. 11 deusode
Texto do artigo · p. 11 deusode
Texto do artigo · p. 11 grande
Texto do artigo · p. 11 lenhoso
Texto do artigo · p. 11 lenhoso
Texto do artigo · p. 11 indicador Horizonte
Texto do artigo · p. 11 directos 4anos
Texto do artigo · p. 11 redução 4anos
Texto do artigo · p. 11 familiares 4anos
Texto do artigo · p. 11 Metaspor
Texto do artigo · p. 11 utilizadores
Texto do artigo · p. 11 de50%de
Texto do artigo · p. 11 agregados
Texto do artigo · p. 11 Aumento
Texto do artigo · p. 11 50%de
Texto do artigo · p. 11 x%de
Texto do artigo · p. 11 %deutilizadores
Texto do artigo · p. 11 Nrdeagregados
Texto do artigo · p. 11 erados Indicadores
Texto do artigo · p. 11 comactividades
Texto do artigo · p. 11 desubsistência
Texto do artigo · p. 11 (lenhaecarvão)
Texto do artigo · p. 11 daquantidade
Texto do artigo · p. 11 utilizadacomo
Texto do artigo · p. 11 familiaresque
Texto do artigo · p. 11 alternativasde
Texto do artigo · p. 11 %deredução
Texto do artigo · p. 11 comunidade
Texto do artigo · p. 11 alternativas
Texto do artigo · p. 11 combustível
Texto do artigo · p. 11 usamfontes
Texto do artigo · p. 11 directosde
Texto do artigo · p. 11 mangalna
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Texto do artigo · p. 11 energia
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Texto do artigo · p. 11 tência
Texto do artigo · p. 11 oriada
Texto do artigo · p. 11 ativas
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Texto do artigo · p. 11 ética
Texto do artigo · p. 11 ação
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Fonte textual acessível e tabelas
  1. Texto do artigo, página 1: CONSELHO DE MINISTROS
  2. Texto do artigo, página 1: Resolução n.º 33/2020
  3. Texto do artigo, página 1: de 18 de Maio
  4. Texto do artigo, página 1: A Política e a Estratégia do Mar, bem como a Agenda 2030 que aprova os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), preconizam a necessidade de o País proteger e gerir de forma sustentável os ecossistemas marinhos e costeiros para evitar impactos adversos significativos, bem como a tomada de medidas para a sua restauração, a fim de assegurar oceanos saudáveis e produtivos.
  5. Texto do artigo, página 1: Afigura-se, pois, pertinente estabelecer uma Estratégia de Gestão do Mangal que defina os mecanismos de coordenação para a gestão do mangal a diferentes níveis de organização territorial do Estado, com a finalidade de assegurar a sua protecção e preservação.
  6. Texto do artigo, página 1: Nestes termos e ao abrigo das disposições combinadas da alínea f) do n.º 1 e do n.º 2, ambas do artigo 79 da Lei n.º 20/2019, de 8 de Novembro, Lei de Revisão da Lei do Mar, o Conselho de Ministros determina:
  7. Texto do artigo, página 1: Único. É aprovada a Estratégia de Gestão do Mangal 20202024, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
  8. Texto do artigo, página 1: Aprovada pelo Conselho de Ministros, aos 14 de Abril
  9. Texto do artigo, página 1: de 2020. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
  10. Texto do artigo, página 1: Estratégia de Gestão do Mangal (Estratégia do Mangal) 2020 – 2024
  11. Texto do artigo, página 1: Contextualização Moçambique possui uma linha de costa de aproximadamente
  12. Texto do artigo, página 1: 2.7001 Km e divide-se, ecologicamente, em três regiões distintas, a saber:
  13. Texto do artigo, página 1: • Zona Norte (ou costa de coral), que vai da foz do Rovuma (10o 20`S) até ao limite Norte do Arquipélago das Ilhas Primeiras e Segundas (17o 20`S), caracterizada por águas límpidas e existência de baías de águas profundas com destaque para as baías de Pemba, Memba e Nacala. Os fundos são rochosos e a extensão estimada é de 800 km de comprimento. • Zona Central (ou costa pantanosa), caracterizada pelo escoamento de vários rios importantes, com destaque para o Zambeze, Pungué e Save, com uma extensão de cerca de 900 km, que se estendem, desde o limite Norte do arquipélago das Ilhas Primeiras e Segundas (17 o 20`S), até ao limite Norte do Arquipélago do Bazaruto (21o 10`S). Nesta região existe uma zona húmida de importância internacional alberga a maior extensão de cobertura de mangais do país. Do ponto de vista sócio-económico, é a zona costeira onde existe maior concentração de população e consequentemente um elevado número de pescadores artesanais residentes. • Zona Sul (ou costa de dunas parabólicas), localizada entre o arquipélago de Bazaruto (21º 10`S) e a Ponta do Ouro, é caracterizada por extensas lagoas costeiras (Inharrime, Bilene), vários sistemas pantanosos e charcos criados pela água das chuvas.
  14. Texto do artigo, página 1: Mais de 60% da população moçambicana vive na zona costeira sendo altamente dependente dos recursos e ecossistemas costeiros e marinhos, principalmente pesqueiros, para subsistência e rendimento. Os mangais são o habitat natural e local de reprodução para estas espécies tornando-os cruciais para a segurança alimentar e geração de rendimento para grande parte da população. Apesar disto, o mangal em Moçambique, tem sido alvo de exploração elevada devido à pobreza e ao desenvolvimento das zonas costeiras, o que leva à sua degradação em alguns locais.
  15. Texto do artigo, página 1: As maiores taxas de degradação do mangal estão localizadas ao redor das principais cidades como Maputo, Beira, Quelimane e Pemba. As causas de degradação dos mangais são principalmente de carácter antropogénico e incluem o corte para combustível lenhoso, estabelecimento de salinas, áreas agrícolas, recolha de estacas para construção de casas e barcos e desenvolvimento urbano. Por outro lado, eventos extremos ou mudanças climáticas têm causado danos ao ecossistema de mangal.
  16. Texto do artigo, página 1: 1
  17. Texto do artigo, página 1: Pag. 11 da Brochura Editada da Política e Estratégia do Mar (POLMAR), aprovada pela Resolução n.˚ 39/2017, de 14 de Setembro.
  18. Texto do artigo, página 2: Reconhecendo o valor social, económico e ecológico deste ecossistema, e a crescente preocupação da manutenção da biodiversidade biológica a nível internacional (14º Objectivo de Desenvolvimento Sustentável -ODS 14-), como a nível nacional, baseado no princípio da utilização e gestão racional dos recursos naturais, o Governo de Moçambique decidiu elaborar a Estratégia Nacional e Plano de Acção de Gestão do Mangal para o período 2020-2024.
  19. Texto do artigo, página 2: O objectivo central desta estratégia é de promover um desenvolvimento sustentável e contribuir para maior resiliência às mudanças climáticas, através de um conjunto de acções centradas nas comunidades locais, sociedade civil e no Governo.
  20. Texto do artigo, página 2: Justificação da Estratégia de Gestão do Mangal
  21. Texto do artigo, página 2: A Estratégia Gestão do Mangal, também é um documento que se constitue num instrumento de política concebida para combater e reverter a situação de degradação e destruição do ecossistema de mangal no País. Pretende-se, também, que este instrumento acrescente valor aos esforços que vêm sendo desenvolvidos para impulsionar e orientar a regulação dos direitos, deveres e obrigações quanto ao uso sustentável do ecossistema de mangal em Moçambique.
  22. Texto do artigo, página 2: O objectivo desta Estratégia é de manter ou aumentar a biodiversidade, os valores e a função do ecossistema do mangal, de modo a responder às necessidades de protecção ambiental em estuários e zonas costeiras. Pretende-se também que esta estratégia contribua para minimizar os efeitos do aquecimento global através do processo de sequestro e armazenamento de carbono, absorvendo dióxido de carbono da atmosfera e contribuir de forma significativa para o alcance do ODS 14. A implementação da estratégia pode também abrir novos caminhos para o auto-emprego, como o ecoturismo, restauração e replantio, a aquacultura e a apicultura, ajudando a melhorar as condições socio-económicas das comunidades costeiras.
  23. Texto do artigo, página 2: 1. Estratégia de Gestão do Mangal
  24. Texto do artigo, página 2: A Estratégia de Gestão do Mangal consiste no conjunto de acções de mudança a empreender, de forma coordenada e integrada, a vários níveis, assente em valores e princípios, para o alcance da meta global, traduzida em visão.
  25. Texto do artigo, página 2: Nesta ordem de ideais, a Estratégia de Gestão do Mangal identifica prioridades a considerar e metas qualitativas nacionais a atingir em relação à gestão dos mangais em Moçambique, numa acção efectiva e inclusiva de todas as partes interessadas no ecossistema de mangal, rumo à sustentabilidade no uso deste meio.
  26. Texto do artigo, página 2: 1.1. Valores e Princípios da Estratégia O Governo da República de Moçambique adopta a Estratégia
  27. Texto do artigo, página 2: de Gestão do Mangal, a qual assenta na observância dos valores e princípios que se descriminam abaixo:
  28. Texto do artigo, página 2: 1.1.1. Valores
  29. Texto do artigo, página 2: a) Sustentabilidade. O uso racional do mangal e recursos associados, deve assentar na busca constante do equilíbrio entre a conservação da biodiversidade e as necessidades de desenvolvimento económico e social do País;
  30. Texto do artigo, página 2: b) Equidade. Na gestão sustentável do mangal promove-
  31. Texto do artigo, página 2: -se a distribuição justa dos benefícios do uso deste recurso, de modo a contribuir para o bem-estar das comunidades, superar as desigualdades ao nível do género, grupo etário e estrato social e promover a igualdade de oportunidades para todos os grupos interessados;
  32. Texto do artigo, página 2: c) Transparência. A gestão do mangal assenta em amálgama de informações, obtidas por via científica e ou empírica, a qual é partilhada entre as partes interessadas e sujeita à monitorização e avaliação, observando-se os princípios e procedimentos estatuítos;
  33. Texto do artigo, página 2: d) Participação. O sistema de gestão do mangal promove a integração e coordenação de acções de todos os actores interessados que devem ser envolvidos na utilização sustetável dos recursos do ecossistema do mangal.
  34. Texto do artigo, página 2: 1.1.2 Princípios A gestão do mangal baseia-se em princípios de conservação do
  35. Texto do artigo, página 2: ambiente e uso sustentável dos recursos naturais, nomeadamente:
  36. Texto do artigo, página 2: a) Princípio de Utilização e Gestão Racional. Promove a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e a manutenção da biodiversidade e do ecossistema;
  37. Texto do artigo, página 2: b) Princípio de Reconhecimento do Conhecimento Local. Reconhece e respeita o conhecimento local e sua importância para a gestão. Promove o papel activo a ser desempenhado pelas comunidades locais e seus representantes bem como outros actores-chave;
  38. Texto do artigo, página 2: c) Princípio de Precaução. Considera o grau de incerteza do conhecimento científico e local existente, adopta medidas precaucionárias e preventivas relativas ao uso, protecção, conservação e sustentabilidade do ecossistema do mangal e estabelece sistemas de prevenção;
  39. Texto do artigo, página 2: d) Princípio de Equilíbrio. A gestão do mangal reconhece a necessidade da existência de um equilíbrio entre o desenvolvimento económico, a sociedade e a conservação do mangal e seus recursos. Este equilíbrio deve basear-se em parâmetros de planificação estratégica dos espaços para desenvolvimento rural e urbano;
  40. Texto do artigo, página 2: e) Princípio de Utilizador Pagador. Defende que o acesso e a utilização do mangal e seus recursos é pago pelos utilizadores e quem de qualquer forma degradar o mangal;
  41. Texto do artigo, página 2: f) Princípio de Poluidor Pagador. Reconhece a responsabilização de todas as pessoas singulares ou colectivas pela reparação e compensação na mesma proporção dos danos causados ao mangal;
  42. Texto do artigo, página 2: g) Princípio de Gestão Integrada do Mangal. Promove a gestão responsável e integrada, inter-sectorial, multi-disciplinar e transversal do mangal, garantindo a coordenação de todas as partes interessadas e afectadas;
  43. Texto do artigo, página 2: h) Princípio de Ampla Participação dos Cidadãos. Na gestão do mangal deve-se garantir a consulta e auscultação das comunidades locais e outras partes interessadas e afectadas no mangal. Garantir o acesso da informação e transparência;
  44. Texto do artigo, página 2: i) Princípio de Educação Ambiental. A gestão do mangal, reconhece a necessidade de educar de forma contínua e sistemática, diferentes utilizadores e gestores em matérias do ambiente e sustentabilidade deste escossistema;
  45. Texto do artigo, página 2: j) Princípio de Cooperação Internacional. O Estado e as partes interessadas poderão socorrer-se de entidades regionais e internacionais para partilha de experiências, capacitação técnica e formação de gestores excelentes de mangal a nível estatal e comunitário.
  46. Texto do artigo, página 3: 1.2. Visão, Missão e Objectivo Visão
  47. Texto do artigo, página 3: Até 2024 ter um ecossistema de mangal saudável a desempenhar as funções ecológicas e ambientais com benefícios sociais e económicos para o bem-estar da sociedade, contribuindo para um desenvolvimento sustentável.
  48. Texto do artigo, página 3: Missão
  49. Texto do artigo, página 3: Promover a gestão sustentável e integrada do mangal através da implementação de medidas de gestão com a participação activa de todos os actores e sectores, de modo a garantir a biodiversidade, função e serviços do ecossistema, contribuindo para a melhoria das condições de vida das comunidades costeiras e promovendo o desenvolvimento sustentável do país.
  50. Texto do artigo, página 3: Objectivo A estratégia tem por objectivo estabelecer e enraizar um
  51. Texto do artigo, página 3: sistema participativo e eficaz de gestão do ecossistema de mangal. 1.3. Pilares de Intervenção A Estratégia está estruturada em cinco (5) áreas que constituem
  52. Texto do artigo, página 3: Pilares de Intervenção, nomeadamente:
  53. Texto do artigo, página 3: 1. Gestão, protecção e uso sustentável do ecossistema de mangal;
  54. Texto do artigo, página 3: 2. Fiscalização e Legislação;
  55. Texto do artigo, página 3: 3. Capacitação e coordenação institucional;
  56. Texto do artigo, página 3: 4. Educação e consciencialização ambiental;
  57. Texto do artigo, página 3: 5. Pesquisa e gestão do conhecimento.
  58. Texto do artigo, página 3: Cada um destes pilares inclui objectivos estratégicos e acções prioritárias que irão guiar a implementação da Estratégia:
  59. Texto do artigo, página 3: Pilar 1. Gestão, Protecção e Uso Sustentável do Ecossistema de Mangal
  60. Texto do artigo, página 3: A gestão do mangal deve ser feita de forma integrada assegurando o envolvimento de todos os sectores e partes interessadas, incluindo as comunidades locais que devem ter um papel chave na conservação e uso sustentável dos recursos naturais. Uma gestão efectiva constitui uma importante intervenção estratégica para a conservação dos mangais e sua biodiversidade em Moçambique.
  61. Texto do artigo, página 3: Apesar de ser um dos ecossistemas mais produtivos, o mangal tem sido subvalorizado devido à fraca gestão, tornando-o num dos ecossistemas costeiros mais vulneráveis. Em Moçambique, o mangal está sob ameaça devido a pressões antropogénicas e naturais. A perda de mangal leva à redução dos recursos pesqueiros, perda de biodiversidade, redução da protecção costeira e erosão dos solos, com prejuízos sociais e económicos para a sociedade. A utilização do mangal deve ser sustentável mantendo a integridade funcional do ecossistema.
  62. Texto do artigo, página 3: Tendo em conta os factores acima descritos agravados pela vulnerabilidade do país a efeitos climáticos tais como os ciclones e cheias há necessidade de um plano para proteger, conservar e restaurar o ecossistema de mangal. São conhecidas algumas iniciativas bem-sucedidas de restauração de mangal no país, no entanto existe a necessidade de aperfeiçoar a metodologia de restauração tendo em conta a racionalização de recursos. Neste pilar propõe-se a criação de um modelo de gestão focado na protecção e uso sustentável do ecossistema de mangal com a integração efectiva dos diferentes sectores e respectivas responsabilidades.
  63. Texto do artigo, página 3: Pilar 2. Fiscalização e Legislação
  64. Texto do artigo, página 3: Em Moçambique embora existam vários instrumentos legais com aplicação sobre o mangal, estes usam os princípios fundamentais da protecção do meio ambiente e da utilização e gestão racional dos recursos naturais para o desenvolvimento
  65. Texto do artigo, página 3: sustentável e não existe legislação, política ou estratégia específica para a gestão e conservação do mangal. Além disso, existem lacunas e a implementação da legislação actualmente vigente é inadequada e deficiente, pelo que se revela de extrema importância a criação de uma legislação específica e que responda efectivamente as questões referentes a protecção de mangais
  66. Texto do artigo, página 3: O país assinou e/ou ratificou acordos multilaterais (convenções e protocolos internacionais) relacionados com a gestão da biodiversidade. A implementação destes acordos assim como de outros instrumentos legais não têm garantido uma gestão efectiva do mangal, pelo que se identificou a necessidede de se rever os instrumentos existentes e se criar uma legislação específica para o mangal e a sua divulgação.
  67. Texto do artigo, página 3: A protecção e uso sustentável do ecossistema de mangal requerem uma fiscalização efectiva com a devida aplicação dos instrumentos legais. É necessário assegurar o reforço e devida capacitação dos agentes responsáveis pela fiscalização para que estejam devidamente qualificados e equipados visando monitorar, disciplinar e orientar as actividades de protecção, conservação, utilização e exploração dos recursos.
  68. Texto do artigo, página 3: Pilar 3. Capacitação e Coordenação Institucional
  69. Texto do artigo, página 3: A responsabilidade de gestão e conservação do mangal revela alguma dispersão, fragilidade e pouca coordenação. A existência de sobreposição de atribuições em diferentes sectores e deficiente coordenação intra e inter-institucional pode duplicar e/ou diluir responsabilidades e esforços para a gestão e conservação do mangal tanto a nível central, provincial como distrital. Com uma coordenação efectiva, partilha de responsabilidades e de informação, é possível melhorar a gestão do mangal em Moçambique.
  70. Texto do artigo, página 3: A nível local verifica-se a existência de organizações da sociedade civil e de base comunitária de defesa e gestão do ambiente, com articulação limitada com instituições do estado. É necessário maior envolvimento e coordenação com os sectores governamentais.
  71. Texto do artigo, página 3: A existência de capacidade institucional constitui um factor determinante na gestão e protecção efectiva do mangal. A capacidade técnico-científica, financeira e material são considerados desafios institucionais que interferem na implementação das políticas, estratégias, programas e planos. O reforço da capacidade institucional nas áreas acimas descritas constitui prioridade para a implementação desta estratégia e plano de acção.
  72. Texto do artigo, página 3: Pilar 4. Educação e Consciencialização Ambiental É necessário melhorar a compreensão e entendimento sobre
  73. Texto do artigo, página 3: o valor do mangal e recursos associados incluindo serviços do ecossistema e, sobre os benefícios resultantes de uma gestão sustentável. A consciencialização pública de todos os actores- -chave incluindo o governo, organizações da sociedade civil, sector privado, instituições académicas, comunidades locais, entre outros, sobre a importância dos mangais e ameaças que os mesmos enfrentam, é crucial para a sua conservação a longo prazo.
  74. Texto do artigo, página 3: O sucesso dos esforços de gestão depende da compreensão e participação activa dos actores-chave. É importante a promoção da educação, consciencialização e sensibilização pública relacionada com a conservação e uso sustentável dos mangais. A sensibilização sobre a gestão sustentável deve ocorrer dentro dos sistemas educativos formais, mas também deve ser oferecida ao público em geral e a sectores específicos da população, como os decisores e as comunidades locais uma vez que são os principais utilizadores. É necessário melhorar a comunicação e o fluxo de conhecimento entre os investigadores, os gestores, os detentores de conhecimento tradicional e o público em geral.
  75. Texto do artigo, página 4: A conservação do mangal requer a compreensão do valor desse ecossistema e do apoio dos cidadãos a todos os níveis da sociedade. Para que todos os cidadãos possam compreender a importância ecológica, económica, social e cultural do mangal é importante que se desenvolvam actividades educativas e de sensibilização. Esta consciencialização deverá ser abordada usando métodos convencionais formais como inclusão do tema dos mangais no currículo escolar, mas também poderá ter inciativas inovadoras com linguagem adequada ao público-alvo. No caso das comunidades locais a comunicação pode ser em formato de banda desenhada e com recurso as línguas locais, para facilitar a disseminação de informação.
  76. Texto do artigo, página 4: Pilar 5. Pesquisa e Gestão do Conhecimento
  77. Texto do artigo, página 4: O insuficiente entendimento do valor e funções do ecossistema de mangal e escassa informação técnica, científica e local sobre os mangais são um factor limitante para os esforços de gestão e conservação. Neste sentido, a pesquisa e gestão do conhecimento são uma prioridade para o incremento do conhecimento, acesso e disseminação da informação.
  78. Texto do artigo, página 4: O papel ecológico, económico e social dos mangais incluindo a eficácia na protecção costeira, diversidade biológica, importância cultural e ligações com a pesca, só poderão ser melhor reconhecidos e compreendidos com maior disponibilidade de informação. A tomada de decisão pelos organismos de gestão deverá basear-se em informação integrada, actualizada e detalhada. É também necessário que a informação obtida através de acções de investigação sobre o mangal esteja largamente disponível e seja amplamente divulgada.
  79. Texto do artigo, página 4: A implementação das acções de investigação e de gestão dependem, da existência de recursos humanos e capacidade técnica dentro das instituições responsáveis. Todavia, a capacidade institucional em termos de recursos humanos e financeiros e capacidade técnica para intervenção efectiva na gestão dos mangais pelas instituições responsáveis envolvidas é de um modo geral fraca.
  80. Texto do artigo, página 4: 1.4. Objectivos estratégicos Cada área estratégica ou Pilar de Intervenção inclui objectivos
  81. Texto do artigo, página 4: estratégicos que irão guiar a implementação da Estratégia. Assim os objectivos estratégicos por pilar são:
  82. Texto do artigo, página 4: Pilar 1. Gestão, protecção e uso sustentável do ecossistema
  83. Texto do artigo, página 4: de mangal
  84. Texto do artigo, página 4: 1.1. Assegurar a gestão e o uso sustentável dos mangais de forma participativa. 1.2. Promover a protecção, conservação e restauração ecológica do mangal. 1.3. Diversificar os meios de subsistência das comunidades dependentes do ecossistema de mangal e seus recursos, atraves da promoção e dissiminação de tecnologias que promovem uma gestão efectiva deste ecossistema identificar e implementar mecanismos sustentáveis de financiamento para a conservação do mangal.
  85. Texto do artigo, página 4: Pilar 2. Fiscalização e legislação
  86. Texto do artigo, página 4: 2.1. Rever a legislação existente e criar legislação específica sobre o mangal. 2.2. Disseminar a legislação específica sobre gestão e conservação do mangal. 2.3. Promover a fiscalização do ecossistema de mangal e seus recursos.
  87. Texto do artigo, página 4: Pilar 3. Capacitação e coordenação
  88. Texto do artigo, página 4: 3.1. Reforçar a capacidade de intervenção a nível central e local para a gestão do mangal.
  89. Texto do artigo, página 4: 3.2. Reforçar a coordenação multissectorial com envolvimento de todos os actores-chave, atraves de partilha de informação.
  90. Texto do artigo, página 4: Pilar 4. Educação e consciencialização ambiental
  91. Texto do artigo, página 4: 4.1. Desenvolver o interesse dos estudantes pelo ecossistema de mangal. 4.2. Promover e realizar a consciencialização pública sobre o mangal.
  92. Texto do artigo, página 4: Pilar 5. Pesquisa e gestão do conhecimento
  93. Texto do artigo, página 4: 5.1. Desenvolver pesquisa aplicada para reforçar o conhecimento sobre o mangal e apoiar a tomada de decisões. 5.2. Criar e divulgar uma base de dados sobre o mangal.
  94. Texto do artigo, página 4: 2. Implementação da Estratégia. 2.1. Coordenação.
  95. Texto do artigo, página 4: A Estratégia de Gestão do Mangal é um instrumento da administração pública e, pela sua natureza transversal, a sua implementação é coordenada pelo ministério que superintende os assuntos do mar. Assim, para assegurar a implementação das acções preconizadas no presente instrumento bissêfalo, o MIMAIP irá designar um órgão interno que terá a função de coordenar, harmonizar, monitorar e avaliar a implementação da estratégia. Esta unidade coordenadora sempre que assuntos mais estruturantes o indicarem, irá apresentar as questões de coordenação ao CNM do Mar, entidade já criada e preconizada em regulamento específico.
  96. Texto do artigo, página 4: A nível provincial, a implementação das acções previstas na estratégia, serão coordenadas pelos órgãos provinciais que representam os sectores do mar, que terão as mesmas funções que o MIMAIP a nível central. Estes órgãos subordinam-se ao Conselho Executivo Provincial e Municipios e estarão sob orientação técnica e supervisão do MIMAIP. A equipe técnica deverá ser constituída pelo menos, pelos seguintes órgãos com representação e expressão na província:
  97. Texto do artigo, página 4: • Orgão Provincial que representa o Mar (Coordenador); • Orgão Provincial que representa o sector do Ambiente; • Orgão Provincial que representa o sector das Obras Públicas; • Orgão Provincial que representa o sector dos Recursos Minerais e Energia; • Orgão Provincial que representa o sector da Admnistração Estatal e Função Pública; • Orgão Provincial que representa o sector de Transportes e Comunicação; • Orgão Provincial que representa o sector da Agricultura e Desenvolvimento Rural; • Orgão Provincial que representa o sector do Turismo; • Orgão Provincial que representa o sector de Educação em coordenação com o Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação; • Instituições de Ensino Superior e ou de Pesquisa (existentes na província); • Representantes de ONGs com representação local; • Representantes das comunidades locais; • Sector Privado.
  98. Texto do artigo, página 4: No Distrito e Município, a coordenação da implementação da estratégia do mangal estará a cargo dos Serviços Distritais e Municipais que zelam pelos assuntos do ambiente e do mar, que terão como principal actividade coordenar e garantir que as acções de pesquisa, restauração e capacitação sejam abrangentes, inclusivas e integradas.
  99. Texto do artigo, página 4: A composição da equipe de coordenação distrital, pode ser ajustada de acordo com a realidade a nível local, no entanto, devem estar pelo menos, os seguintes representantes:
  100. Texto do artigo, página 4: • Orgão que superitende a área do Mar;
  101. Texto do artigo, página 5: • Orgão que superitende a área do Ambiente; • Municípios onde se aplicar; • Associações de base comunitária existentes no distrito (CCPs e/ou CGRNs, Associações Ambientais); • ONGs e OSC com representação e actividade no distrito; • Empresas privadas com interesse no distrito e no mangal.
  102. Texto do artigo, página 5: 2.2. Institucionalização da implementação da Estratégia
  103. Texto do artigo, página 5: As actividades constantes nos planos de acção, devem estar inscritas nos Cenários Fiscais de Médio e Longo Prazo e no Plano Económico e Social (PES) de cada sector ou entidade, quer a nível central como local, de modo a garantir a planificação e disponibilização dos recursos, quer humanos, como materiais e financeiros, necessários à materialização da Estratégia e Plano de Acção de Gestão de Mangal.
  104. Texto do artigo, página 5: Sem prejuízo, da planificação pública, a implementação da estratégia e plano de acção pode ser realizada através de parceiros de cooperação, bem como de entidades privadas, comunitárias ou filantrópicas, desde que coordenados a nível central e monitorados pelo órgão local responsável.
  105. Texto do artigo, página 5: Será efectuado um manual de implementação da estratégia e plano de acção, que será o guião onde estarão descritos os processos, os procedimentos, as metodologias e os indicadores aplicáveis em cada local.
  106. Texto do artigo, página 5: 2.3. Unidade de Gestão
  107. Texto do artigo, página 5: O órgão competente pela coordenação da estratégia deve indicar uma instituição a ele subordinado ou tutelado, que será responsável pela gestão da implementação da estratégia e plano de gestão dos mangais. A Unidade de Gestão dos Mangais terá entre outras funções de mobilizar financiamento para implementar as diversas actividades constantes no plano de acção, articular com os diferentes intervenientes de gestão do mangal a nível local e regional e estabelecer normas e critérios para o uso sustentável deste ecossistema.
  108. Texto do artigo, página 5: 2.4. Monitoria e Avaliação
  109. Texto do artigo, página 5: A monitoria da implementação da estratégia é da responsabilidade do Governo, através do Ministério que superintende os assuntos do mar e deve ser feita semestralmente. Os procedimentos de monitoria devem ser iguais aos usados para
  110. Texto do artigo, página 5: o balanço do PES. Cabe à unidade encarregada por coordenar a implementação da estratégia, a responsabilidade de elaborar os respectivos relatórios de acompanhamento. A avaliação da estratégia e plano de acção sobre os mangais
  111. Texto do artigo, página 5: é feita anualmente. Será realizada uma avaliação intermédia da estratégia e sua implementação, dois anos e meio após o início da implementação. A Unidade de Gestão é responsável por elaborar os indicadores de aferição e os termos de referência para a avaliação intermédia em coordenação com o CNC para posterior aprovação pelo MIMAIP.
  112. Texto do artigo, página 5: As avaliações da implementação da estratégia serão realizadas por entidade independente e selecionada através de concurso público para o efeito.
  113. Texto do artigo, página 5: A presente estratégia de Gestão do Mangal será operacionalizada através do Plano de Accão, em anexo.
  114. Número ou marcador, página 5: Anexo I
  115. Texto do artigo, página 5: Plano de Acção de Gestão do Mangal
  116. Texto do artigo, página 5: O Plano de Acção de Gestão do Mangal é a parte que operacionaliza a Estratégia Nacional de Gestão do Mangal, de modo a que o objectivo final neste preconizado, sob a forma de visão, seja atingido.
  117. Texto do artigo, página 5: Para tanto, as acções a empreender, por pilar e objectivo estratégico, para se atingir as metas relativamente à sustentabilidade do ecossistema do mangal e seus recursos, são:
  118. Texto do artigo, página 5: Pilar 1. Gestão, protecção e uso sustentável do ecossistema de mangal
  119. Texto do artigo, página 5: a) Do objectivo estratégico 1.1.: Assegurar a gestão e o uso sustentável dos mangais de forma participativa. Acções I. Conceber um modelo de gestão participativa do mangal; II. Implementar o modelo de gestão participativa a nível provincial; III. Implementar o modelo de gestão participativa a nível distrital; IV. Elaborar um plano de gestão local que sirva de modelo a replicar; V. Elaborar e implementar planos de gestão locais; VI.Identificar mecanismos para melhorar a participação das comunidades na gestão do mangal.
  120. Texto do artigo, página 5: b) Do objectivo estratégico 1.2.: Promover a protecção, conservação e restauração do mangal. Acções I. Identificar áreas prioritárias para protecção e restauração do mangal; II. Propôr áreas para protecção total ou parcial do mangal; III.Envolver o sector privado em acções de conservação e restauração do mangal. IV. Produzir um guião com técnicas básicas para restauração do mangal (incluindo a tradução para línguas locais, que deve ser divulgado em rádios comunitárias e televisão); V. Restaurar áreas degradadas do mangal; VI. Estabelecer viveiros de mangal em locais de implementação de actividades de restauração.
  121. Texto do artigo, página 5: c) Do Objectivo estratégico 1.3.: Diversificar os meios de subsistência das comunidades dependentes do ecossistema de mangal e seus recursos, através da promoção e disseminação de tecnologias que promovem uma gestão efectiva deste ecossistema. Acções I. Criar e divulgar meios alternativos de subsistência para comunidades dependentes de mangal; II. Introduzir técnicas para melhoria da eficiência energética da lenha e carvão; III. Incentivar o uso de fontes de energia alternativas à madeira de mangal para carvão e lenha.
  122. Texto do artigo, página 5: d) Do objectivo estratégico 1.4.: Identificar e implementar mecanismos sustentáveis de financiamento para a conservação do mangal.
  123. Texto do artigo, página 5: Acções
  124. Texto do artigo, página 5: I.Aceder a programas de financiamento para pagamento pelo Serviço de Ecossistema, contrabalanços da biodiversidade, créditos de carbono através da implementação de REDD+, blue carbon, Fundo Climático Verde e abordagens afins; II. Estabelecer mecanismos e prioridades de financiamento do programa de investigação; III. Promover o eco-turismo comunitário, que incluem a construção de passadeiras e centros de informação sobre o ecossistema do mangal.
  125. Texto do artigo, página 6: Pilar 2. Reforço da fiscalização e legislação
  126. Texto do artigo, página 6: a) Do objectivo estratégico 2.1.: Rever a legislação existente, identificar lacunas e criar legislação específica sobre o mangal. Acções I. Rever o quadro legal aplicável ao mangal; II. Criar legislação específica para o mangal; III. Alinhar a legislação nacional com as convenções e protocolos regionais e internacionais, relacionados com a gestão e conservação dos mangais.
  127. Texto do artigo, página 6: b) Do objectivo estratégico 2.2.: Disseminar a legislação sobre a gestão e conservação do mangal. Acções I. Disseminar a legislação sobre a conservação e gestão sustentável do mangal a todos os níveis; II. Promover a participação das comunidades locais na disseminação da legislação.
  128. Texto do artigo, página 6: c) Do objectivo estratégico 2.3. : Promover a fiscalização do ecossistema de mangal e seus recursos.
  129. Texto do artigo, página 6: Acções
  130. Texto do artigo, página 6: I. Reforçar as acções de fiscalização e aplicação da lei; II. Envolver a comunidade na fiscalização do mangal.
  131. Texto do artigo, página 6: Pilar 3. Capacitação e coordenação
  132. Texto do artigo, página 6: a) Do objectivo estratégico 3.1.: Reforçar a capacidade de intervenção a nível central e local para gestão do mangal. Acções I. Implementar programas de treinamento em matéria de legislação do mangal para melhorar e facilitar a sua aplicação e implementação; II. Criar um programa de bolsas de estudo em gestão de recursos naturais/mangal para funcionários do estado afectos as províncias de Zambézia, Sofala e Nampula; III. Reforçar as capacidades dos diferentes intervenientes na gestão do mangal com destaque para as comunidades locais; IV. Treinar técnicos em monitoria e avaliação dos recursos de mangal usando técnicas simples e padronizadas; V. Capacitar diferentes intervenientes na restauração do mangal, com destaque para as comunidades locais; VI. Capacitar organizações de base comunitárias e outros intervenientes em técnicas para a construção de infraestruras de mangal e acesso as tecnologias de produção em viveiros.
  133. Texto do artigo, página 6: b) Do objectivo estratégico 3.2.: Reforçar a coordenação multissectorial com envolvimento de todos os actoreschave, através de partilha de informação.
  134. Texto do artigo, página 6: Acções
  135. Texto do artigo, página 6: I. Criar e operacionalizar um Conselho Nacional de Coordenação para implementação da estratégia; II. Criar e operacionalizar os Conselhos Provinciais de Coordenação para implementação da estratégia; III.Criar a Unidade de Implementação da Coordenação do mangal a nível distrital; IV. Elaborar o Manual de Implementação da estratégia.
  136. Texto do artigo, página 6: Pilar 4. Educação e consciencialização ambiental
  137. Texto do artigo, página 6: a) Do objectivo estratégico 4.1.: Desenvolver o interesse dos estudantes pelo ecossistema de mangal. Acções I. Desenvolver um programa de educação integrando conteúdos relacionados com o mangal no currículo escolar; II. Fomentar programas de visitas de estudo em zonas de mangal como forma de motivar o interesse dos estudantes por este ecossistema; III. Desenvolver a capacidade artística dos estudantes, através de competições escolares, para despertar o interesse pela conservação do mangal.
  138. Texto do artigo, página 6: b) Do objectivo estratégico 4.2.: Promover a consciencialização pública sobre mangal.
  139. Texto do artigo, página 6: Acções
  140. Texto do artigo, página 6: I. Realizar campanhas de sensibilização de boas práticas (Rádios comunitárias e Televisão) em linguagem adequada (Português e línguas locais) para o uso sustentável dos mangais, dirigida aos vários sectores da sociedade, incluindo escolas; II. Promover programas de consciencialização para decisores a diferentes níveis, sobre o valor do ecossistema de mangal.
  141. Texto do artigo, página 6: Pilar 5. Pesquisa e gestão do conhecimento
  142. Texto do artigo, página 6: a) Do objectivo estratégico 5.1.: Desenvolver pesquisa aplicada para apoio a tomada de decisão. Acções I. Elaborar um programa e prioridades de investigação em mangais; II. Realizar inventários do mangal (mapeamento, distribuição de espécies e estado de conservação do mangal, identificação de áreas degradadas e causas de degradação); III. Realizar pesquisa aplicada em ecologia e socioeconómica sobre os mangais, para melhor tomada de decisões; IV. Aumentar a cooperação entre instituições de pesquisa nacionais e internacionais sobre ecossistemas de mangal; V. Realizar estudos sobre pagamento pelos serviços de ecossistema; VI. Disseminar os resultados de estudos e pesquisas; VII. Elaborar planos de gestão dos recursos pesqueiros do mangal, baseado numa abordagem holística e integrada com destaque para o caranguejo e búzio do mangal; VIII.Realizar estudos sobre o impacto das mudanças climáticas para o ecossistema de mangal; IX. Monitorar o desmatamento e degradação ambiental por satélite e outras tecnologias recomendadas.
  143. Texto do artigo, página 6: b) Do objectivo estratégico 5.2. : Criar e divulgar uma base de dados sobre o mangal.
  144. Texto do artigo, página 6: Acções
  145. Texto do artigo, página 6: I. Criar bases de dados sobre os mangais em Moçambique; II. Criar uma plataforma digital de partilha de informação sobre o mangal.
  146. Texto do artigo, página 7: 1,675,000.00
  147. Texto do artigo, página 7: prioritárias Custos
  148. Texto do artigo, página 7: (MZM)
  149. Texto do artigo, página 7: temporal Áreas
  150. Texto do artigo, página 7: indicador Horizonte
  151. Texto do artigo, página 7: Metaspor
  152. Texto do artigo, página 7: s Indicadores
  153. Texto do artigo, página 7: Nrde
  154. Texto do artigo, página 7: estratégicos os
  155. Texto do artigo, página 7: Tabela1:QuadroLógicodaEstratégiadoMangalPlanodeAcção
  156. Texto do artigo, página 7: Pilar Objectivos
  157. Texto do artigo, página 7: Custos (MZM) 1,675,000.00 6,700,000.00 Áreas prioritárias Nacional Nacional Nacional Horizonte temporal 3Meses 6meses 6meses Metaspor indicador 1 10 50 Indicadores Nrde instrumentos legaisaprovados paracriaçãode modelodegestão participativa Nrdeunidades degestãopor provínciacosteira Nrdeunidadesde gestãopordistrito costeirocom mangal Resultados esperados Modelo degestão participativa Criadas unidades degestão participativa domangal anível provincial Criadas unidades degestão participativa domangala níveldistrital Outros Intervenientes Governo localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGs,OSC, sectorprivado ecomunidades Governo localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Governo localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Responsabilidade MIMAIP DPMAIPs, Municipios SDAE Actividades/ acções I.Criarum modelodegestão participativado mangal II.Implementaro modelodegestão participativaa nívelprovincial III.Implementar omodelo degestão participativaa níveldistrital Prioridade Alta Média Alta Objectivos estratégicos 1.1.Assegurar agestãoeo usosustentável dosmangais deforma participativa Pilar Pilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
    Custos (MZM)1,675,000.006,700,000.00
    Áreas prioritáriasNacionalNacionalNacional
    Horizonte temporal3Meses6meses6meses
    Metaspor indicador11050
    IndicadoresNrde instrumentos legaisaprovados paracriaçãode modelodegestão participativaNrdeunidades degestãopor provínciacosteiraNrdeunidadesde gestãopordistrito costeirocom mangal
    Resultados esperadosModelo degestão participativaCriadas unidades degestão participativa domangal anível provincialCriadas unidades degestão participativa domangala níveldistrital
    Outros IntervenientesGoverno localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGs,OSC, sectorprivado ecomunidadesGoverno localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidadesGoverno localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades
    ResponsabilidadeMIMAIPDPMAIPs, MunicipiosSDAE
    Actividades/ acçõesI.Criarum modelodegestão participativado mangalII.Implementaro modelodegestão participativaa nívelprovincialIII.Implementar omodelo degestão participativaa níveldistrital
    PrioridadeAltaMédiaAlta
    Objectivos estratégicos1.1.Assegurar agestãoeo usosustentável dosmangais deforma participativa
    PilarPilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
  158. Texto do artigo, página 7: 6,700,000.00
  159. Texto do artigo, página 7: participativa 13MesesNacional
  160. Texto do artigo, página 7: 106mesesNacional
  161. Texto do artigo, página 7: 506mesesNacional
  162. Texto do artigo, página 7: modelodegestão
  163. Texto do artigo, página 7: provínciacosteira
  164. Texto do artigo, página 7: Nrdeunidadesde
  165. Texto do artigo, página 7: gestãopordistrito
  166. Texto do artigo, página 7: legaisaprovados
  167. Texto do artigo, página 7: paracriaçãode
  168. Texto do artigo, página 7: Nrdeunidades
  169. Texto do artigo, página 7: instrumentos
  170. Texto do artigo, página 7: degestãopor
  171. Texto do artigo, página 7: costeirocom
  172. Texto do artigo, página 7: mangal
  173. Texto do artigo, página 7: a
  174. Texto do artigo, página 7: a
  175. Texto do artigo, página 7: a
  176. Texto do artigo, página 7: a
  177. Texto do artigo, página 7: al
  178. Texto do artigo, página 7: 1.1.Assegurar
  179. Texto do artigo, página 7: usosustentável
  180. Texto do artigo, página 7: agestãoeo
  181. Texto do artigo, página 7: dosmangais
  182. Texto do artigo, página 7: participativa
  183. Texto do artigo, página 7: deforma
  184. Texto do artigo, página 7: Sustentável
  185. Texto do artigo, página 7: Ecossistema
  186. Texto do artigo, página 7: deMangal
  187. Texto do artigo, página 7: Protecção
  188. Texto do artigo, página 7: Pilar1.
  189. Texto do artigo, página 7: Gestão,
  190. Texto do artigo, página 7: eUso
  191. Texto do artigo, página 7: do
  192. Texto do artigo, página 8: Custos (MT) Áreas prioritárias Horizonte temporal Metas por
  193. Texto do artigo, página 8: 1,340,000.00
  194. Texto do artigo, página 8: prioritárias Custos
  195. Texto do artigo, página 8: (MZM)
  196. Texto do artigo, página 8: temporal Áreas
  197. Texto do artigo, página 8: indicador Horizonte
  198. Texto do artigo, página 8: Metas
  199. Texto do artigo, página 8: por
  200. Texto do artigo, página 8: Indicadores Resultados esperados Outros Intervenções Responsabilidade Actividades/ acções Prioridade Objectivos estratégicos
  201. Texto do artigo, página 8: estratégico Indicadores
  202. Texto do artigo, página 8: Pilar Objectivo
  203. Texto do artigo, página 8: 13,132,000.00
  204. Texto do artigo, página 8: Umdistrito
  205. Texto do artigo, página 8: costeiroa
  206. Texto do artigo, página 8: definir
  207. Texto do artigo, página 8: stãoelaborados 11Ano
  208. Texto do artigo, página 8: rdeplanosde
  209. Texto do artigo, página 8: Custos (MZM) 1,340,000.00 13,132,000.00 2,010,000.00 Áreas prioritárias Umdistrito costeiroa definir Nacional Zonas remotas comelevado nívelde degradação domangal Horizonte temporal 1Ano 2anos 1ano Metas por indicador 1 49 Pelomenos 50%das actividades Indicadores Nrdeplanosde gestãoelaborados Nrdeplanosde gestãoelaborados Nr.deactividades realizadaspela comunidade/com participaçãoda comunidade Resultados esperados Planode gestãodistrital Planosde gestãolocais comcausas dedegradação identificadase mitigadas Melhoradaa participação comunitária emmatéria degestãode mangais Outros Intervenientes Governolocal aníveldistrital, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Governolocal aníveldistrital emunicipal, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades SDAE,SDPI, Autarquias, ONGs, instituições académicase depesquisa Responsabilidade MIMAIP SDAEou municípios MIMAIP Actividades/ acções IV.Elaborarum planodegestão localquesirvade modeloareplicar V.Elaborar planosdegestão locais VI.Identificar mecanismos paramelhorara participaçãodas comunidadesna gestãolocaldos mangais Prioridade Alta Alta Objectivos estratégicos 1.1.Assegurar agestãoeo usosustentável dosmangais deforma participativa Pilar Pilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
    Custos (MZM)1,340,000.0013,132,000.002,010,000.00
    Áreas prioritáriasUmdistrito costeiroa definirNacionalZonas remotas comelevado nívelde degradação domangal
    Horizonte temporal1Ano2anos1ano
    Metas por indicador149Pelomenos 50%das actividades
    IndicadoresNrdeplanosde gestãoelaboradosNrdeplanosde gestãoelaboradosNr.deactividades realizadaspela comunidade/com participaçãoda comunidade
    Resultados esperadosPlanode gestãodistritalPlanosde gestãolocais comcausas dedegradação identificadase mitigadasMelhoradaa participação comunitária emmatéria degestãode mangais
    Outros IntervenientesGovernolocal aníveldistrital, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidadesGovernolocal aníveldistrital emunicipal, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidadesSDAE,SDPI, Autarquias, ONGs, instituições académicase depesquisa
    ResponsabilidadeMIMAIPSDAEou municípiosMIMAIP
    Actividades/ acçõesIV.Elaborarum planodegestão localquesirvade modeloareplicarV.Elaborar planosdegestão locaisVI.Identificar mecanismos paramelhorara participaçãodas comunidadesna gestãolocaldos mangais
    PrioridadeAltaAlta
    Objectivos estratégicos1.1.Assegurar agestãoeo usosustentável dosmangais deforma participativa
    PilarPilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
  210. Texto do artigo, página 8: 2,010,000.00
  211. Texto do artigo, página 8: comelevado
  212. Texto do artigo, página 8: degradação
  213. Texto do artigo, página 8: domangal
  214. Texto do artigo, página 8: stãoelaborados 492anosNacional
  215. Texto do artigo, página 8: remotas
  216. Texto do artigo, página 8: nívelde
  217. Texto do artigo, página 8: Zonas
  218. Texto do artigo, página 8: actividades 1ano
  219. Texto do artigo, página 8: Pelomenos
  220. Texto do artigo, página 8: 50%das
  221. Texto do artigo, página 8: r.deactividades
  222. Texto do artigo, página 8: munidade/com
  223. Texto do artigo, página 8: rdeplanosde
  224. Texto do artigo, página 8: alizadaspela
  225. Texto do artigo, página 8: rticipaçãoda
  226. Texto do artigo, página 8: munidade
  227. Texto do artigo, página 8: 1.1.Assegur
  228. Texto do artigo, página 8: usosustentáv
  229. Texto do artigo, página 8: dosmangai
  230. Texto do artigo, página 8: participativ
  231. Texto do artigo, página 8: agestãoe
  232. Texto do artigo, página 8: deforma
  233. Texto do artigo, página 8: Sustentável
  234. Texto do artigo, página 8: Ecossistema
  235. Texto do artigo, página 8: deMangal
  236. Texto do artigo, página 8: Protecção
  237. Texto do artigo, página 8: Pilar1.
  238. Texto do artigo, página 8: Gestão,
  239. Texto do artigo, página 8: eUso
  240. Texto do artigo, página 8: do
  241. Texto do artigo, página 9: Relacionado
  242. Texto do artigo, página 9: comoPilar5,
  243. Texto do artigo, página 9: alíneaa)ponto
  244. Texto do artigo, página 9: prioritárias Custos
  245. Texto do artigo, página 9: (MZM)
  246. Texto do artigo, página 9: 335,000.00
  247. Texto do artigo, página 9: II.
  248. Texto do artigo, página 9: temporal Áreas
  249. Texto do artigo, página 9: 1mapapor distrito 2anosNacional
  250. Texto do artigo, página 9: indicador Horizonte
  251. Texto do artigo, página 9: PilarIndicadores Metaspor
  252. Texto do artigo, página 9: Mapa
  253. Texto do artigo, página 9: Custos (MZM) Relacionado comoPilar5, alíneaa)ponto II. 335,000.00 1,340,000.00 Áreas prioritárias Nacional Nacional Nacional Nacional Horizonte temporal 2anos 3Anos 3anos 6meses Metaspor indicador 1mapapor distrito Pelomenos 5áreas Pelomenos 1000 hectares 1 Indicadores Mapa Nrdeáreasde protecçãototal Hectares restauradoscom apoiodosector privado Guião Resultados esperados Mapadeáreas degradadas passíveisde reabilitação paratodoo país. Áreasde protecçãototal identificadase estabelecidas pelas comunidades locais Acçõesde conservação erestauração domangal realizadaspelo sectorprivado Guiãode técnicas básicasde restauração adoptadoe divulgado Outros Intervenientes Governolocal aníveldistrital, Autarquias ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Governo localanível provinciale distrital,ONGs eOSC,sector privadoe comunidades MIMAIPe MITA Academia Responsabilidade MIMAIP SDAE Sectorprivado MIMAIP Actividades/ acções I.Identificar áreasprioritárias paraprotecção erestauraçãodo mangal II.Propôráreas paraprotecção totaldomangal III.Envolvero sectorprivado emacçõesde conservaçãoe restauraçãodo mangal. IV.Produzir umguiãocom técnicasbásicas pararestauração domangal (incluindoa traduçãopara línguaslocais, quedeveser divulgado emrádios comunitáriase televisão Prioridade Alta Média Baixa Objectivos estratégicos 1.2.Promover aprotecção, conservaçãoe restauraçãodo mangal Pilar Pilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
    Custos (MZM)Relacionado comoPilar5, alíneaa)ponto II.335,000.001,340,000.00
    Áreas prioritáriasNacionalNacionalNacionalNacional
    Horizonte temporal2anos3Anos3anos6meses
    Metaspor indicador1mapapor distritoPelomenos 5áreasPelomenos 1000 hectares1
    IndicadoresMapaNrdeáreasde protecçãototalHectares restauradoscom apoiodosector privadoGuião
    Resultados esperadosMapadeáreas degradadas passíveisde reabilitação paratodoo país.Áreasde protecçãototal identificadase estabelecidas pelas comunidades locaisAcçõesde conservação erestauração domangal realizadaspelo sectorprivadoGuiãode técnicas básicasde restauração adoptadoe divulgado
    Outros IntervenientesGovernolocal aníveldistrital, Autarquias ONGseOSC, sectorprivado ecomunidadesGoverno localanível provinciale distrital,ONGs eOSC,sector privadoe comunidadesMIMAIPe MITAAcademia
    ResponsabilidadeMIMAIPSDAESectorprivadoMIMAIP
    Actividades/ acçõesI.Identificar áreasprioritárias paraprotecção erestauraçãodo mangalII.Propôráreas paraprotecção totaldomangalIII.Envolvero sectorprivado emacçõesde conservaçãoe restauraçãodo mangal.IV.Produzir umguiãocom técnicasbásicas pararestauração domangal (incluindoa traduçãopara línguaslocais, quedeveser divulgado emrádios comunitáriase televisão
    PrioridadeAltaMédiaBaixa
    Objectivos estratégicos1.2.Promover aprotecção, conservaçãoe restauraçãodo mangal
    PilarPilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
  254. Texto do artigo, página 9: 5áreas 3AnosNacional
  255. Texto do artigo, página 9: hectares 3anosNacional
  256. Texto do artigo, página 9: protecçãototal Pelomenos
  257. Texto do artigo, página 9: Pelomenos
  258. Texto do artigo, página 9: 1000
  259. Texto do artigo, página 9: restauradoscom
  260. Texto do artigo, página 9: apoiodosector
  261. Texto do artigo, página 9: Nrdeáreasde
  262. Texto do artigo, página 9: Hectares
  263. Texto do artigo, página 9: privado
  264. Texto do artigo, página 9: Pilar1
  265. Texto do artigo, página 9: Gestão
  266. Texto do artigo, página 9: Protecçã
  267. Texto do artigo, página 9: eUso
  268. Texto do artigo, página 9: Sustentá
  269. Texto do artigo, página 9: Ecossiste
  270. Texto do artigo, página 9: do
  271. Texto do artigo, página 9: 1,340,000.00
  272. Texto do artigo, página 9: Guião16mesesNacional
  273. Texto do artigo, página 9: deMang
  274. Texto do artigo, página 10: 67,000,000.00
  275. Texto do artigo, página 10: prioritárias Custos
  276. Texto do artigo, página 10: (MZM)
  277. Texto do artigo, página 10: temporal Áreas
  278. Texto do artigo, página 10: indicador Horizonte
  279. Texto do artigo, página 10: Metaspor
  280. Texto do artigo, página 10: esperados Indicadores
  281. Texto do artigo, página 10: Resultados
  282. Texto do artigo, página 10: estratégicos P
  283. Texto do artigo, página 10: Pilar Objectivos
  284. Texto do artigo, página 10: Custos (MZM) 67,000,000.00 16,750,000.00 Áreas prioritárias Nacional/por identificar Locaisa identificar nas provínciasda Zambézia, Sofala, Nampula eCabo Delgado Horizonte temporal 2anos 1ano Metaspor indicador *5000 Pelomenos 5viveiros nopaís Indicadores Hectares demangal restaurado Nrdeviveirosde mangal Resultados esperados Áreasde mangal restauradas Viveiros demangal estabelecidos Outros Intervenientes Governo localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Governo localanível provincial (DPMAIP, DPASAse Centroszonais) edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades Responsabilidade SDAE SDAEou municípios Actividades/ acções V.Restauraráreas degradadasdo mangal VI.Estabelecer viveirosde mangalem locaisde implementação deactividadesde restauração Prioridade Alta Média Objectivos estratégicos 1.2.Promover aprotecção, conservaçãoe restauraçãodo mangal Pilar Pilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
    Custos (MZM)67,000,000.0016,750,000.00
    Áreas prioritáriasNacional/por identificarLocaisa identificar nas provínciasda Zambézia, Sofala, Nampula eCabo Delgado
    Horizonte temporal2anos1ano
    Metaspor indicador*5000Pelomenos 5viveiros nopaís
    IndicadoresHectares demangal restauradoNrdeviveirosde mangal
    Resultados esperadosÁreasde mangal restauradasViveiros demangal estabelecidos
    Outros IntervenientesGoverno localanível provincial edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidadesGoverno localanível provincial (DPMAIP, DPASAse Centroszonais) edistrital, Autarquias, ONGseOSC, sectorprivado ecomunidades
    ResponsabilidadeSDAESDAEou municípios
    Actividades/ acçõesV.Restauraráreas degradadasdo mangalVI.Estabelecer viveirosde mangalem locaisde implementação deactividadesde restauração
    PrioridadeAltaMédia
    Objectivos estratégicos1.2.Promover aprotecção, conservaçãoe restauraçãodo mangal
    PilarPilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
  285. Texto do artigo, página 10: 16,750,000.00
  286. Texto do artigo, página 10: *50002anos Nacional/por
  287. Texto do artigo, página 10: identificar
  288. Texto do artigo, página 10: demangal
  289. Texto do artigo, página 10: restaurado
  290. Texto do artigo, página 10: Hectares
  291. Texto do artigo, página 10: restauradas
  292. Texto do artigo, página 10: A Áreasde
  293. Texto do artigo, página 10: mangal
  294. Texto do artigo, página 10: 1.2.Promover
  295. Texto do artigo, página 10: aprotecção,
  296. Texto do artigo, página 10: Protecção
  297. Texto do artigo, página 10: Pilar1.
  298. Texto do artigo, página 10: Gestão,
  299. Texto do artigo, página 10: provínciasda
  300. Texto do artigo, página 10: identificar
  301. Texto do artigo, página 10: Zambézia,
  302. Texto do artigo, página 10: Locaisa
  303. Texto do artigo, página 10: Nampula
  304. Texto do artigo, página 10: Delgado
  305. Texto do artigo, página 10: Sofala,
  306. Texto do artigo, página 10: eCabo
  307. Texto do artigo, página 10: nas
  308. Texto do artigo, página 10: nopaís 1ano
  309. Texto do artigo, página 10: mangal Pelomenos
  310. Texto do artigo, página 10: 5viveiros
  311. Texto do artigo, página 10: estabelecidos Nrdeviveirosde
  312. Texto do artigo, página 10: demangal
  313. Texto do artigo, página 10: M Viveiros
  314. Texto do artigo, página 10: conservaçãoe
  315. Texto do artigo, página 10: restauraçãodo
  316. Texto do artigo, página 10: mangal
  317. Texto do artigo, página 10: Sustentável
  318. Texto do artigo, página 10: Ecossistema
  319. Texto do artigo, página 10: deMangal
  320. Texto do artigo, página 10: eUso
  321. Texto do artigo, página 11: Custos (MZM) 3,350,000.00 1,340,000.00 Áreas prioritárias Áreasde grande pressãopela comunidade Províncias commaior incidência deusode mangalpara combustível lenhoso Províncias commaior incidência deusode mangalpara combustível lenhoso Horizonte temporal 4anos 4anos 4anos Metaspor indicador x%de utilizadores directos 50%de redução Aumento de50%de agregados familiares Indicadores %deutilizadores directosde mangalna comunidade comactividades desubsistência alternativas %deredução daquantidade demadeira demangal utilizadacomo combustível (lenhaecarvão) Nrdeagregados familiaresque usamfontes alternativasde energia Resultados esperados Reduçãodonr deutilizadores directosdos recursosde mangale alternativasde subsistência criadase implementadas Melhoriada eficiência energética Utilização defontes deenergia alternativas comopainéis solares,e outros Outros Intervenientes Governo localanível provincial edistrital, Autarquias, Academia, ONGseOSCe sectorprivado MIREME, FUNAE, ONGseOSCs, sectorprivado MITA, MIREME, FUNAE, ONGseOSCs Responsabilidade MIMAIP MIMAIP MIMAIP Actividades/ acções I.Criarmeios alternativosde subsistênciapara comunidades dependentesde mangal II.Introduzir técnicaspara melhoriada eficiência energéticada lenhaecarvão III.Incentivar ousodefontes deenergia alternativas àmadeirade mangalpara carvãoelenha Prioridade Média Média Média Objectivos estratégicos 1.3.Diversificar osmeiosde subsistênciadas comunidades dependentesdo ecossistemade mangaleseus recursos,atraves dapromoçãoe dissiminaçãode tecnologiasque promovemuma gestãoefectiva desteecossistema Pilar Pilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
    Custos (MZM)3,350,000.001,340,000.00
    Áreas prioritáriasÁreasde grande pressãopela comunidadeProvíncias commaior incidência deusode mangalpara combustível lenhosoProvíncias commaior incidência deusode mangalpara combustível lenhoso
    Horizonte temporal4anos4anos4anos
    Metaspor indicadorx%de utilizadores directos50%de reduçãoAumento de50%de agregados familiares
    Indicadores%deutilizadores directosde mangalna comunidade comactividades desubsistência alternativas%deredução daquantidade demadeira demangal utilizadacomo combustível (lenhaecarvão)Nrdeagregados familiaresque usamfontes alternativasde energia
    Resultados esperadosReduçãodonr deutilizadores directosdos recursosde mangale alternativasde subsistência criadase implementadasMelhoriada eficiência energéticaUtilização defontes deenergia alternativas comopainéis solares,e outros
    Outros IntervenientesGoverno localanível provincial edistrital, Autarquias, Academia, ONGseOSCe sectorprivadoMIREME, FUNAE, ONGseOSCs, sectorprivadoMITA, MIREME, FUNAE, ONGseOSCs
    ResponsabilidadeMIMAIPMIMAIPMIMAIP
    Actividades/ acçõesI.Criarmeios alternativosde subsistênciapara comunidades dependentesde mangalII.Introduzir técnicaspara melhoriada eficiência energéticada lenhaecarvãoIII.Incentivar ousodefontes deenergia alternativas àmadeirade mangalpara carvãoelenha
    PrioridadeMédiaMédiaMédia
    Objectivos estratégicos1.3.Diversificar osmeiosde subsistênciadas comunidades dependentesdo ecossistemade mangaleseus recursos,atraves dapromoçãoe dissiminaçãode tecnologiasque promovemuma gestãoefectiva desteecossistema
    PilarPilar1. Gestão, Protecção eUso Sustentável do Ecossistema deMangal
  322. Texto do artigo, página 11: 3,350,000.00
  323. Texto do artigo, página 11: 1,340,000.00
  324. Texto do artigo, página 11: prioritárias Custos
  325. Texto do artigo, página 11: (MZM)
  326. Texto do artigo, página 11: pressãopela
  327. Texto do artigo, página 11: comunidade
  328. Texto do artigo, página 11: mangalpara
  329. Texto do artigo, página 11: combustível
  330. Texto do artigo, página 11: mangalpara
  331. Texto do artigo, página 11: combustível
  332. Texto do artigo, página 11: temporal Áreas
  333. Texto do artigo, página 11: Províncias
  334. Texto do artigo, página 11: commaior
  335. Texto do artigo, página 11: incidência
  336. Texto do artigo, página 11: Províncias
  337. Texto do artigo, página 11: commaior
  338. Texto do artigo, página 11: incidência
  339. Texto do artigo, página 11: Áreasde
  340. Texto do artigo, página 11: deusode
  341. Texto do artigo, página 11: deusode
  342. Texto do artigo, página 11: grande
  343. Texto do artigo, página 11: lenhoso
  344. Texto do artigo, página 11: lenhoso
  345. Texto do artigo, página 11: indicador Horizonte
  346. Texto do artigo, página 11: directos 4anos
  347. Texto do artigo, página 11: redução 4anos
  348. Texto do artigo, página 11: familiares 4anos
  349. Texto do artigo, página 11: Metaspor
  350. Texto do artigo, página 11: utilizadores
  351. Texto do artigo, página 11: de50%de
  352. Texto do artigo, página 11: agregados
  353. Texto do artigo, página 11: Aumento
  354. Texto do artigo, página 11: 50%de
  355. Texto do artigo, página 11: x%de
  356. Texto do artigo, página 11: %deutilizadores
  357. Texto do artigo, página 11: Nrdeagregados
  358. Texto do artigo, página 11: erados Indicadores
  359. Texto do artigo, página 11: comactividades
  360. Texto do artigo, página 11: desubsistência
  361. Texto do artigo, página 11: (lenhaecarvão)
  362. Texto do artigo, página 11: daquantidade
  363. Texto do artigo, página 11: utilizadacomo
  364. Texto do artigo, página 11: familiaresque
  365. Texto do artigo, página 11: alternativasde
  366. Texto do artigo, página 11: %deredução
  367. Texto do artigo, página 11: comunidade
  368. Texto do artigo, página 11: alternativas
  369. Texto do artigo, página 11: combustível
  370. Texto do artigo, página 11: usamfontes
  371. Texto do artigo, página 11: directosde
  372. Texto do artigo, página 11: mangalna
  373. Texto do artigo, página 11: demadeira
  374. Texto do artigo, página 11: demangal
  375. Texto do artigo, página 11: energia
  376. Texto do artigo, página 11: çãodonr
  377. Texto do artigo, página 11: lizadores
  378. Texto do artigo, página 11: ativasde
  379. Texto do artigo, página 11: mentadas
  380. Texto do artigo, página 11: estratégico ultados
  381. Texto do artigo, página 11: painéis
  382. Texto do artigo, página 11: osdos
  383. Texto do artigo, página 11: osde
  384. Texto do artigo, página 11: tência
  385. Texto do artigo, página 11: oriada
  386. Texto do artigo, página 11: ativas
  387. Texto do artigo, página 11: ncia
  388. Texto do artigo, página 11: ética
  389. Texto do artigo, página 11: ação
  390. Texto do artigo, página 11: ergia
  391. Texto do artigo, página 11: s,e
  392. Texto do artigo, página 11: ale
  393. Texto do artigo, página 11: se
  394. Texto do artigo, página 11: tes
  395. Texto do artigo, página 11: s
  396. Texto do artigo, página 11: Pilar Objectivos
  397. Texto do artigo, página 11: 1.3.Diversific
  398. Texto do artigo, página 11: osmeiosde
  399. Texto do artigo, página 11: subsistênciad
  400. Texto do artigo, página 11: ecossistemad
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