I SÉRIE — n.º 142
BOLETIM DA REPÚBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
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Edição I Série n.º 142/2024
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| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. | 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. | 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. | 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. | 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
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| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Questão/Tema | Forças | Fraquezas |
|---|---|---|
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. | 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. |
| C o o p e r a ç ã o internacional em STI | 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; | 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. | 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. | 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. |
| Oportunidades | Ameaças | |
| P a n o r a m a institucional | 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. | 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. |
| Quadros políticos e implementação de políticas | 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. | 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. |
| Mecanismos e instrumentos financeiros | 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). | 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. |
| E d u c a ç ã o , competências e formação | 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. | 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. |
| Engajamento do sector privado no SNCTI | 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. | 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. |
| Oportunidades | Ameaças | |
|---|---|---|
| C o o p e r a ç ã o internacional em CTI | 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. | 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. | 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D | 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. |
| Oportunidades | Ameaças | |
|---|---|---|
| C o o p e r a ç ã o internacional em CTI | 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. | 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. | 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D | 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. |
| Oportunidades | Ameaças | |
|---|---|---|
| C o o p e r a ç ã o internacional em CTI | 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. | 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. | 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D | 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. |
| Oportunidades | Ameaças | |
|---|---|---|
| C o o p e r a ç ã o internacional em CTI | 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. | 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. | 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D | 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. |
| Oportunidades | Ameaças | |
|---|---|---|
| C o o p e r a ç ã o internacional em CTI | 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. | 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. | 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D | 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. |
| Oportunidades | Ameaças | |
|---|---|---|
| C o o p e r a ç ã o internacional em CTI | 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. | 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. | 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D | 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. |
| Oportunidades | Ameaças | |
|---|---|---|
| C o o p e r a ç ã o internacional em CTI | 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. | 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. | 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D | 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. |
| Oportunidades | Ameaças | |
|---|---|---|
| C o o p e r a ç ã o internacional em CTI | 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. | 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). |
| Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia | 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. | 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. |
| Infra-estruturas d e I & D e produtividade | 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D | 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. |
| Pilares | Objectivos Específicos | Intervenções Estratégicas | |
|---|---|---|---|
| Fortalecimento do Sistema Nacional de CTI | Fortalecer a estrutura de Governação da CTI de modo a facilitar a coordenação do SNCTI em todos os sectores de desenvolvimento | 1 | Fortalecimento da coordenação e das ligações institucionais |
| 2 | Fortalecimento dos mecanismos e instrumentos financeiros | ||
| 3 | Desenvolvimento da compreensão e o apoio do público para a CTI | ||
| 4 | Fortalecimento dos órgãos de consulta e assessoria do Governo em CTI | ||
| 5 | Melhoria das políticas e do quadro regulatório | ||
| 6 | Estabelecimento de um Observatório Nacional de CTI | ||
| 7 | Fortalecimento das infra-estruturas de I&D | ||
| Fortalecimento da aptidão para utilizar Tecnologias de Ponta | Promover a utilização de tecnologias avançadas e digitais, em sectores chave da economia, para aumentar a produtividade, a eficiência e a competitividade das empresas Moçambicanas. | 8 | Desenvolvimento de uma estratégia nacional para a 4IR (Quarta Revolução Industrial) |
| 9 | Desenvolvimento de uma estratégia nacional para biotecnologia e biociências modernas | ||
| 10 | Fortalecimento das capacidades em nanotecnologia e nanociência | ||
| 11 | Desenvolvimento de uma estratégia nacional para a IA alinhada com a Ética | ||
| 12 | Desenvolvimento e fortalecimento das capacidades interventivas das Ciências Sociais e Humanas na I&D | ||
| Promoção da CTI para a Transformação Digital da Sociedade | Alavancar e conduzir a I&I de modo a resolver os desafios sociais prementes e atingir a transformação social e digital, concentrando-se nas prioridades nacionais. | 13 | Fortalecimento da I&I agrária para erradicar a fome e a desnutrição |
| 14 | Fomento da Investigação e Inovação em Saúde | ||
| 15 | Promoção da Transferência e Adopção de Tecnologias Limpas e Resilientes às Mudanças Climáticas | ||
| 16 | Construção de uma Economia Azul e de uma Economia Circular | ||
| 17 | Fortalecimento das capacidades de I&I para gestão de recursos naturais | ||
| 18 | Melhoria ou promoção da inovação inclusiva | ||
| Fortalecimento do Ecossistema de Inovação | Fortalecer a inovação e o empreendedorismo tecnológico e digital, para o aumento da produção e industrialização, com ênfase na capacitação das PME’s a nível nacional. | 19 | Fortalecimento dos Parques Científicos e Tecnológicos nacionais para empresas de Base Tecnologia |
| 20 | Apoio às PME’s na prospecção e inovação tecnológica | ||
| Fortalecimento do Capital Humano Nacional | Fortalecer a capacidade científica e tecnológica do país por meio da formação do capital humano, com ênfase para o aumento de mulheres e raparigas nos cursos de CTEM. | 21 | Educação e Formação em CTEM |
| 22 | Aumento do pessoal de I&D a tempo inteiro | ||
| 23 | Aumento do número de mulheres e raparigas em CTEM | ||
| Promoção de Parcerias Internacionais em CTI | Fortalecer e potenciar a cooperação bilateral, regional, continental e internacional, em CTI, de modo a promover os interesses nacionais de Moçambique, cumprindo, simultaneamente, as obrigações externas. | 24 | Desenvolvimento da capacidade nacional de diplomacia científica |
| 25 | Fortalecimento da cooperação em CTI |
| PILAR1:FortalecimentodoSistemaNacionaldeCTI | Objectivo:DesenvolveroSNCTIdemodoatorná-lomaisinclusivo,departicipaçãoequitativa,dinâmico,resilienteeprodutivo,afimdepotenciaraCTIcom vistaaodesenvolvimentosustentável. | IntervençãoEstratégica1:Fortalecimentodacoordenaçãoedasligaçõesinstitucionais | Interveniente | Ministérios Sectoriais | MIC Câmarade Comércio MISAU MIREME MTA | SEETP MEF MIC SEJE | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Responsável | MCTES DNCTI | MCTES | MCTES | |||||
| Meta | PRIORIDADE BAIXA | 2033 | 1 | |||||
| 2032 | ||||||||
| 2031 | 1 | |||||||
| PRIORIDADEMÉDIA | 2030 | |||||||
| 2029 | 1 | |||||||
| 2028 | ||||||||
| 2027 | 1 | |||||||
| PRIORIDADE ALTA | 2026 | |||||||
| 2025 | 1 | 1 | ||||||
| 2024 | 1 | |||||||
| Indicador | Comité Interministerial estabelecido | Nr.desessões realizadas | Programade parceria estabelecido | |||||
| Acção Estratégica | 1.1.Estabelecer umcomité interministerial, relativoaCTI, demodoa conseguiruma maiorcoesão entresectorese assegurarquea CTIseja integradaebem coordenadano Governo. | 1.2.Realizar mesasredondas bianuaisdo sectorpúblico- privado,sobrea CTI,em colaboraçãocom outras Instituições | 1.3.Estabelecer umprogramade parceria,emI&I, entreIES- | |||||
| Resultado Esperado | UmSNCTI bem conectadoe articulado comtodos actoresde investigação einovaçãoe suas actividades ligadaseem redede formaeficaz |
| IES Sector privado | MCTES MINEDH IES IIC SEETP MTC | MCTES MTC INTIC |
|---|---|---|
| INAGE | INAGE | |
| 250 | 20% | |
| 250 | 0% | |
| 250 | 0% | |
| 250 | 0% | |
| 245 | 25% | |
| 240 | 0% | |
| 235 | 0% | |
| 230 | 20% | |
| 220 | 0% | |
| 208 | 100% | |
| Nr.decampus deinstituições deensino superior,IIC conectadas; | %de incrementoda larguradebanda (Gbps) | |
| Indústria-ETP, paraqueas empresas privadas financiemas actividadesde I&Ieaformação emIESpúblicas eprivadas,IICe ETP,atravésde incentivose benefícios fiscais. | 1.4.Consolidara MoRENet (expansãoe aumentode bandalarga) | |
| IntervençãoEstratégica2:Fortalecimentodosmecanismoseinstrumentosfinanceiros | Interveniente | MEF Sector Produtivo Parceirosde Cooperação | MEF Sector Produtivo Parceirosde Cooperação | MEF MIC MICULTUR | MINEC MEF | ||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Responsável | FNI | FNI | MCTES | MCTES | |||
| Meta | PRIORIDADE BAIXA | 2033 | |||||
| 2032 | |||||||
| 2031 | |||||||
| PRIORIDADE MÉDIA | 2030 | ||||||
| 2029 | 10% | ||||||
| 2028 | |||||||
| 2027 | |||||||
| PRIORIDADE ALTA | 2026 | 1 | 10% | ||||
| 2025 | 1 | ||||||
| 2024 | 1 | ||||||
| Indicador | Quadroinstitucional revistoeaprovado | Estratégiade mobilizaçãoe financiamento desenvolvida | Quadrolegalde incentivosfiscaise subsídiosestabelecido | %deincrementode participaçõesem programaspor Moçambique | |||
| AcçãoEstratégica | 2.1.Reveroquadro institucionaldoFNI comvistaa desenvolveruma estratégiade mobilizaçãode financiamentopúblico eprivadoanívellocal einternacionalpara CTI | 2.2.Estabelecerum quadrolegalde incentivosfiscaise subsídiosà Investigaçãoe Desenvolvimento (I&D)empresarial, comrealceparaaIAe tecnologiasdigitais emergentes. | 2.3.Incrementara participaçãode Moçambiqueem programaspan- africanose internacionaisdeCTI paraalavancar recursospara | ||||
| Resultado Esperado | Pelomenos 1%doPIBe investidoem I&D |
Fonte textual acessível e tabelas
- Parágrafo, página 1: Terça-feira, 23 de Julho de 2024 I SÉRIE — Número 142
- Título de secção, página 1: BOLETIM DA REPÚBLICA
- Título de secção, página 1: PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
- Título de secção, página 1: IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E.P.
- Parágrafo, página 1: A V I S O
- Parágrafo, página 1: A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser remetida em cópia devidamente autenticada, uma por cada assunto, donde conste, além das indicações necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no «Boletim da República».
- Parágrafo, página 1: SUMÁRIO
- Parágrafo, página 1: Conselho de Ministros:
- Parágrafo, página 1: Resolução n.º 39/2024:
- Parágrafo, página 1: Aprova a Política de Ciência, Tecnologia e Inovação e a Estratégia de Implementação e revoga a Resolução n.º 23/2003, de 22 de Julho.
- Texto do artigo, página 1: CONSELHO DE MINISTROS
- Texto do artigo, página 1: Resolução n.º 39/2024
- Texto do artigo, página 1: de 23 de Julho
- Texto do artigo, página 1: Tornando-se necessário estabelecer políticas que orientam a acção do Governo e da sociedade civil para o fortalecimento da gestão do conhecimento científico, tecnológico e o desenvolvimento de uma cultura de inovação na Era Digital e numa visão mais sistémica, urge aprovar uma Política de Ciência, Tecnologia e Inovação e a Estratégia de Implementação, ao abrigo da alínea f) do n.º 1 do artigo 203 da Constituição da República de Moçambique, o Conselho de Ministros determina:
- Número ou marcador, página 1: Artigo 1. É aprovada a Política de Ciência, Tecnologia e Inovação e a Estratégia de Implementação, que é parte integrante da presente Resolução.
- Número ou marcador, página 1: Art. 2. É revogada a Resolução n.º 23/2003, de 22 de Julho, que aprova a Política de Ciência e Tecnologia e a Estratégia de sua Implementação.
- Número ou marcador, página 1: Art. 3. A presente Resolução entra em vigor a partir da data
- Texto do artigo, página 1: da sua publicação. Aprovada pelo Conselho de Ministros, aos 21 de Maio
- Texto do artigo, página 1: de 2024. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Adriano Afonso Maleiane.
- Texto do artigo, página 1: Política de Ciência, Tecnologia e Inovacão e a Estratégia de Implementacão
- Número ou marcador, página 1: 1. Introdução
- Texto do artigo, página 1: A Ciência, Tecnologia e Inovação tem acelerado o desenvolvimento científico e tecnológico a nível global e Moçambique não pode ser uma excepção a esse processo. Ciente da importância e do impacto económico e social da Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI), o Governo de Moçambique aprovou, no ano de 2003, a Política de Ciência e Tecnologia (PCT) e, em 2006, a Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação (ECTIM) com um horizonte de dez (10) anos. Estes instrumentos permitiram, o avanço na institucionalização e organização do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI) de diversas formas, a criação de uma base legal e regulamentar do sector de CTI e das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), estabelecimento de instituições-chave que promovem a CTI (Fundo Nacional de Investigação, Instituições de Investigação), a criação de órgãos colegiais consultivos e de assessoria (Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, Conselho de Ética das Actividades de Investigação Científica, Conselhos Científicos Temáticos), entre outras acções que permitiram assegurar que actualmente Moçambique esteja em melhores condições de implementação das actividades de CTI.
- Texto do artigo, página 1: Contudo, alguns desafios prevalecem no SNCTI, tais como as fracas ligações institucionais entre instituições públicas de Investigação e Desenvolvimento (I&D) e entre os sectores público e privado; infra-estruturas de investigação e inovação (I&I) relativamente fracas e/ou obsoletas; falta de prioridades de I&D articuladas, insuficientes recursos financeiros e materiais; fraco envolvimento do sector privado em actividades de I&D e inovação; e falta de capacidade de monitoria e avaliação (M&A) das actividades.
- Texto do artigo, página 1: O Governo de Moçambique reconhece ainda que, desde 2003, quando foi aprovada a PCT, por um lado, foram aprovados e adoptados vários instrumentos orientadores e de desenvolvimento, nomeadamente, a nível nacional (Agenda 2025 e Estratégia Nacional de Desenvolvimento 2015-2035); a nível continental (Agenda 2063, Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação para África - STISA-2024 e Protocolo de CTI de 2008); e a nível mundial (Objectivos de Desenvolvimento Sustentável - ODS 2015-2030 e o Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas 2015) e, por outro lado, ocorreram grandes avanços científicos e tecnológicos tais como a Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT), robótica, drones, nanotecnologias, biotecnologia e genómica, que tornam a Política de Ciência e Tecnologia de 2003 desactualizada para enfrentar os desafios actuais de
- Texto do artigo, página 2: crescimento económico, industrial e da era da transformação digital do País. Ademais, importa salientar que os impactos advindos das tecnologias novas e emergentes nos sistemas sociais e económicos serão omnipresentes e irreversíveis. Por isso, urge a necessidade de os países investirem estrategicamente na promoção dessas tecnologias e nos conhecimentos científicos relacionados com as mesmas, rumo à Quarta Revolução Industrial (4RI) e Moçambique não é uma excepção.
- Texto do artigo, página 2: Nesse contexto, Moçambique aspira agora, mais do que nunca, ter uma economia baseada no conhecimento científico e na inovação assente no uso massivo das TIC (Plataformas e serviços digitais incluindo a IA, robótica, IoT e drones), como a maioria dos países do mundo. É neste sentido que, a Política de Ciência e Tecnologia revista, agora denominada Política de Ciência, Tecnologia e Inovação (PCTI), coloca mais ênfase na inovação e na necessidade de desenvolver as capacidades do país tendo em vista a inovação tecnológica. Ao contrário da política e estratégia anterior, a presente PCTI possui uma visão sistémica e está mais coerentemente focalizada na abordagem das fraquezas centrais do SNCTI, enquanto explora diversas oportunidades emergentes, como as TIC e seus serviços incluindo a IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada entre outras.
- Texto do artigo, página 2: A presente PCTI surge como resultado de um trabalho consistente e metodológico da Equipa Técnica Multisectorial, da Equipa Técnica de Trabalho do MCTES, com o apoio de diversas partes interessadas e parceiros de cooperação. A mesma surge ainda como resultado de diversas reuniões, a vários níveis e com diversas partes interessadas da CTI, incluindo Seminários Regionais de Consulta no Norte, Centro e Sul do país, reuniões com parceiros de cooperação e o Seminário Nacional para a apresentação e consulta da Proposta Preliminar da Política de CTI, e a consequente harmonização do documento da Política de CTI, bem como a aplicação dos questionários para a recolha das métricas de avaliação dos instrumentos acima referidos.
- Texto do artigo, página 2: Portanto, a PCTI tem como objectivo geral fortalecer o SNCTI através do desenvolvimento e promoção da CTI em Moçambique, de modo a impulsionar o crescimento económico, a sustentabilidade, bem como o bem-estar social, a estabilidade e a competitividade do país na era digital. Esta Política também vai permitir que o Governo disponha de um instrumento que sirva de base para mobilizar recursos nacionais e internacionais para a implementação da mesma, bem como para a planificação, gestão, monitoria e avaliação das actividades, programas e projectos desenvolvidos.
- Texto do artigo, página 2: A operacionalização da presente política é realizada através da Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação (ECTI), complementada com um Plano Operacional, e o envolvimento de todos os actores do SNCTI e partes interessadas. A coordenação é atribuída ao Ministério que tutela a área de Ciência, Tecnologia e Inovação e a supervisão é feita pelo Conselho de Ministros.
- Texto do artigo, página 2: Nos capítulos que se seguem, é descrita a contextualização actual de CTI a nível global, continental e nacional, seguida da apresentação da Visão, Missão, Objectivos, Princípios, Alinhamento, Pilares, Mecanismos de Implementação, de Financiamento, de Monitoria e de Avaliação da PCTI.
- Número ou marcador, página 2: 2. O Contexto Actual da Ciência, Tecnologia e Inovação 2.1. O Contexto Global
- Texto do artigo, página 2: As actividades de CTI estão a tornar-se cada vez mais importantes para o desenvolvimento social, económico e sustentável ao nível global. Nos últimos 60 anos, tanto os países desenvolvidos quanto os países em desenvolvimento reconheceram esse facto aumentando o número de órgãos governamentais de CTI, estabelecendo novos quadros legais de CTI e implementando um conjunto diversificado de novos instrumentos de políticas de
- Texto do artigo, página 2: CTI. Essas acções resultaram na expansão do investimento em pesquisa científica, no desenvolvimento tecnológico e inovação, no aumento do número de cientistas e engenheiros e ainda num crescimento exponencial do número de novos artigos científicos e patentes em todo o mundo.
- Texto do artigo, página 2: Em Setembro de 2015, as Nações Unidas concordaram com uma nova Agenda Global para se levar o mundo por um caminho sustentável de desenvolvimento, a Agenda “2030” e os correspondentes Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os ODS abrangem uma ampla gama de tópicos, desde sociais (saúde, pobreza, educação, migração, equilíbrio de género) passando pela economia (produção e consumo, emprego, energia, resiliência), pelo meio ambiente (mudanças climáticas, água, ecossistemas) e indo ao estado de direito e governação (instituições responsáveis, coordenação de políticas, transparência, eficácia, redução da corrupção e violência). Também os direitos humanos e o equilíbrio de género estão agora integrados na “Agenda 2030”.
- Texto do artigo, página 2: A Agenda 2030 e os seus ODS representam uma nova perspectiva de longo prazo sobre o desenvolvimento que precisa de ser reflectido numa estrutura de políticas que englobe todas as dimensões de desenvolvimento sustentável e que precisa ser fortemente incorporado na tomada de decisões dos governos, empresas e pessoas. A CTI são ingredientes fundamentais dessa mudança, elas permitem melhorar a eficiência nos aspectos económico e ambiental, desenvolvendo novas e mais sustentáveis formas de satisfazer as necessidades humanas, superando as divisões históricas, bem como capacitar as pessoas a tomar conta do seu próprio futuro.
- Texto do artigo, página 2: Este é de facto o novo quadro legal global para as actividades de ciência, tecnologia e inovação. O ODS 9 é sobre “Construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e promover a inovação”. A meta 9.5 recomenda melhorar a investigação científica, melhorar as capacidades tecnológicas dos sectores industriais em todos os países, em particular nos países em vias de desenvolvimento, até 2030. A recomendação inclui ainda incentivar a inovação e aumentar substancialmente o número de trabalhadores de investigação e desenvolvimento em cada milhão de pessoas e aumentar
- Texto do artigo, página 2: o financiamento público e privado para actividades de investigação e de desenvolvimento. O ODS 17 considera “fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável”, o que é válido para todos os ODS.
- Texto do artigo, página 2: 2.2. O Contexto Continental
- Texto do artigo, página 2: A nível do Continente Africano, a Agenda de Acção de Addis Ababa (AAAA), que é uma parte integrante da Agenda 2030, afigura-se como o documento mais importante e identifica políticas e acções concretas - incluindo acções de CTI – como medidas de apoio para se alcançar os ODS. Em particular, a AAAA reconhece que “a criação, desenvolvimento e difusão de inovações, tecnologias e "know-how" associado, incluindo a transferência de tecnologia em termos mutuamente acordados, são impulsionadores do crescimento económico e do desenvolvimento sustentável”. Ela ressalta que as estratégias de CTI devem ser “elementos integrais de estratégias nacionais de desenvolvimento sustentável para ajudar a fortalecer a partilha de conhecimentos e a colaboração”. Outras acções que são sublinhadas incluem:
- Texto do artigo, página 2: • O compromisso de promover a inovação social para apoiar o bem-estar social e a subsistência sustentável; • A partilha de conhecimentos e promoção da cooperação e parcerias entre partes interessadas, incluindo entre governos, empresas, universidades e sociedade civil, em sectores que contribuem para a realização dos ODS; • A necessidade de intensificar a cooperação e colaboração internacional em ciência, pesquisa, tecnologia e inovação, por meio de parcerias entre os sectores
- Texto do artigo, página 3: público e privado e parcerias que englobam várias partes interessadas (stakeholders), na base de interesse comum e benefícios mútuos, focalizando as necessidades dos países em vias de desenvolvimento e o alcance dos ODS.
- Texto do artigo, página 3: As áreas que merecem atenção especial são as de Investigação e Desenvolvimento de vacinas e medicamentos, de medidas preventivas e tratamentos para as doenças transmissíveis e não transmissíveis, de segurança alimentar, de incremento da capacidade produtiva agrícola nos países em vias de desenvolvimento, e de tecnologia marinha para melhorar a saúde dos oceanos, entre outras.
- Texto do artigo, página 3: O papel estratégico da CTI no desenvolvimento da África foi elaborado na STISA-2024, com a qual os Chefes de Estado da África se comprometeram em 2014 a orientar o desenvolvimento e aplicação de CTI em África no período 2014-2024. A missão da STISA-2024 é acelerar a transição de África para uma economia liderada pela inovação e baseada no conhecimento, em linha com a Agenda da União Africana (UA) 2063. Isto deve ser alcançado melhorando a prontidão da CTI em África em termos de infraestruturas, competência profissional e técnica e capacidade empreendedora, incluindo a promoção de políticas e programas específicos em CTI. Com a adopção da STISA-2024, os líderes africanos enfatizaram o papel crucial da CTI na abordagem dos desafios de desenvolvimento enfrentados pelos países membros.
- Texto do artigo, página 3: A STISA-2024 está firmemente ancorada em seis áreas prioritárias distintas que contribuem para a realização da Visão da UA. Essas áreas prioritárias são: (i) Erradicação da fome e alcance de segurança alimentar; (ii) Prevenção e Controle de Doenças; (iii) Comunicação (Mobilidade Física e Intelectual); (iv) Protecção do nosso espaço; (v) Viver Juntos - Construir a Sociedade; e (vi) Criação de Riqueza.
- Texto do artigo, página 3: A estratégia define ainda quatro pilares que se reforçam mutuamente e que são condições essenciais para o seu sucesso. Estes pilares são: (i) construção e/ou modernização de infraestruturas de investigação; (ii) reforçar as competências profissionais e técnicas; (iii) promover o empreendedorismo e a inovação; e (iv) proporcionar um ambiente propício para o desenvolvimento de CTI no Continente Africano.
- Texto do artigo, página 3: A maioria dos países africanos ainda está a lutar para cumprir com o compromisso mínimo de gastos de 1% do produto interno bruto (PIB) em Investigação e Desenvolvimento (I&D). A STISA-2024 sugere que a África precisa de uma mudança de mentalidade para acabar com a abordagem tradicional de angariar fundos para a pesquisa. Pelo que, os países devem agir de forma inteligente e eficaz para garantir os recursos necessários para a pesquisa e desenvolvimento sem depender de recursos externos.
- Texto do artigo, página 3: 2.3. Contexto Nacional
- Texto do artigo, página 3: Em 2000, o GdM criou o primeiro Ministério do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia (MESCT). Uma das primeiras tarefas do MESCT foi desenvolver um quadro político explícito para a Ciência e Tecnologia (C&T). Em 2003, foi aprovada a primeira Política de Ciência e Tecnologia pelo Conselho de Ministros do GdM. A Política de Ciência e Tecnologia estabeleceu as políticas para a construção de um sistema nacional de CTI, com ênfase no aumento da despesa pública em I&D, no estabelecimento de novas Instituições de Investigação Científica (IIC), no fortalecimento e/ou expansão das universidades em I&D, no aumento dos recursos humanos envolvidos na I&D e no fortalecimento da capacidade nacional para a exploração comercial da I&D.
- Texto do artigo, página 3: Em 2006, três anos após a aprovação da Política de C&T, o GdM aprovou a Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação de Moçambique (ECTIM), cujo objectivo geral era “estabelecer um quadro favorável, incluindo objectivos e programas estratégicos, que permite o aproveitamento da CTI, aumentando
- Texto do artigo, página 3: assim a sua contribuição para a redução da pobreza, para o crescimento económico e para o bem-estar social dos cidadãos de Moçambique”. Em 2013, a ECTIM teve uma avaliação de meio termo na qual constatou-se que, enquanto o sistema de I&D estava em franca expansão, com a criação de novas universidades e instituições de investigação, os resultados da tecnologia e da inovação no país eram muito baixos e não existia um impacto significativo para a economia, por parte dos programas de I&D.
- Texto do artigo, página 3: Em 2020 e 2021, a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) realizou uma revisão do panorama de Investigação e Inovação (I&I) no país e concluiu que a Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 estavam desactualizadas. A referida revisão mostrou que, embora a política e a estratégia tivessem, em certa medida, conduzido à ampliação do sistema de I&D, as mesmas foram enquadradas, em grande parte, em torno de uma abordagem linear à inovação e não estavam a contribuir adequadamente para a transformação digital da economia, que na era digital tem uma grande relação com o desenvolvimento de plataformas e serviços digitais incluindo as tecnologias digitais emergentes como a IA, drones, robótica e IoT na realização das actividades económicas e sociais em todos os sectores incluindo as actividades dos processos de inovação e investigação científica.
- Texto do artigo, página 3: 2.3.1. Panorama Institucional e os Quadros Políticos
- Texto do artigo, página 3: Desde a aprovação da primeira Política de C&T, em 2003, houve um aumento considerável do número de instituições públicas envolvidas em CTI. O aumento do número de actores institucionais do SNCTI colocou, ao longo dos anos, pelo menos, dois desafios no país. O primeiro desafio está relacionado à coordenação, assegurando que existem sinergias ou ligações entre as diversas instituições e que não haja uma duplicação desnecessária de actividades de I&I, no SNCTI. O segundo desafio diz respeito ao financiamento do número crescente de instituições de I&D. De ressaltar que os desafios prevalecem e que o MCTES não tem sido adequadamente financiado e as suas respectivas capacidades administrativas, de igual modo, não têm sido reforçadas por forma a coordenar eficazmente o SNCTI. Desta feita, o orçamento do país para a CTI não cresceu de modo a corresponder a expansão do SNCTI.
- Texto do artigo, página 3: Para além dos desenvolvimentos institucionais, existiu ainda um aumento considerável do número de quadros políticos, implícitos e explícitos, que cobrem diferentes aspectos da CTI. Desde que a política nacional de C&T e a ECTIM foram aprovadas, o Governo elaborou diversos planos e quadros políticos para as Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), segurança cibernética, protecção de dados, biotecnologia e para o desenvolvimento de recursos humanos. O Plano Estratégico de Formação e Desenvolvimento de Recursos Humanos para a Área de Ciência e Tecnologia, de 2006, é um desses quadros políticos fundamentais que visa aumentar o número de indivíduos pós-graduados (com mestrado e/ou doutoramento) para um número igual ou superior a 6.500 até 2025. O desafio de ter diferentes quadros políticos, implícitos e explícitos, de CTI é garantir a coerência das políticas. Embora possam não existir conflitos articulados entre a política nacional de C&T de 2003 e as políticas adoptadas mais recentemente, foi observado que a política de C&T está desactualizada e pode ser a base ou o quadro global para orientar a CTI de modo a enfrentar os desafios contemporâneos do país.
- Texto do artigo, página 3: 2.3.2. Recursos Humanos na CTI
- Texto do artigo, página 3: Conforme referido anteriormente, um dos objectivos da Política de C&T de 2003 e da ECTIM de 2006 passa pela formação de recursos humanos para a investigação e desenvolvimento (I&D) em particular, e para a CTI em geral. Tem havido progressos na prossecução deste objectivo, uma vez que nas últimas décadas o número de graduados nas áreas
- Texto do artigo, página 4: da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (CTEM) tem aumentado em Moçambique. De acordo com o Mapeamento da investigação e inovação na República de Moçambique, realizado em 2020/2021 pela UNESCO, o número de graduados no ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes desde 2003, registando uma subida de 30% nas áreas de CTEM, significando que o sistema de ensino superior no país está largamente centrado nos estudos ao nível da graduação.
- Texto do artigo, página 4: Foram identificados 1.588 investigadores em 2010 e este número aumentou para 2.677 investigadores em 2020. Do total de 2.677 investigadores identificados em 2020, 67% eram do sexo masculino e 33% do sexo feminino, sendo que apenas de 19% (504) possuíam o nível de doutoramento, 44% (1182) o nível de mestrado, 36% (958) o nível de licenciatura e os restantes 1% (33) o nível de bacharelato ou médio. Estes resultados representam um aumento de mais de duas vezes, em relação aos níveis de Pós-graduação, quando comparado ao número de Investigadores que possuíam o nível de doutoramento que era de 13% (281), o nível de Mestrado que era de 33% (530), o nível de licenciatura 44% (705) e o nível de Bacharelato ou médio que era de 9% (72) em 2010.
- Texto do artigo, página 4: Nas áreas de CTEM, foram identificados 495 investigadores em 2010 e 1.836 investigadores em 2020, o que representa um aumento de mais de duas vezes no período em referência. O crescimento no número de investigadores na CTEM deveu-se ao rápido crescimento do Ensino Superior Moçambicano e a implementação de medidas de políticas voltadas ao aumento de estudantes nas áreas do CTEM.
- Texto do artigo, página 4: A ASTII (African Science Technology Innovation and Indicators), da União Africana (UA), realizou em 2019 a pesquisa “African Innovation Outlook III” e os resultados da pesquisa, em relação ao número de investigadores, entre os países analisados, indicam que as Seychelles tiveram o maior número de recursos humanos (pessoal) disponível para as actividades de CTI, com uma densidade de pesquisadores de 1568 por milhão de habitantes, seguida da África do Sul com uma densidade de investigadores de 855 por milhão de habitantes. Por outro lado, destacam-se os países com menor densidade como a Namíbia com 345, Botswana com 366 e Moçambique com 92.
- Texto do artigo, página 4: 2.3.3. Despesas e Resultados Nacionais de Investigação Científica e Desenvolvimento Experimental
- Texto do artigo, página 4: Moçambique realiza inquéritos anuais de investigação científica e desenvolvimento experimental (I&D) desde o ano de 2008, em coordenação com o Instituto Nacional de Estatística (INE) e a Iniciativa Africana para a Produção de Indicadores de Ciência, Tecnologia e Inovação (ASTII), que é parte integrante da Agência de Desenvolvimento de África (AUDA-NEPAD).
- Texto do artigo, página 4: Os resultados dos indicadores de I&D referentes ao ano 2020 indicam que, a Despesa Bruta em I&D, avaliada a preços correntes, foi de 1.996,96 milhões de Meticais em 2015 e 2.900,72 milhões de Meticais em 2020, representando um acréscimo em 45,26%. A Despesa Bruta na I&D como percentagem do PIB foi 0,3% em 2020, representando um ligeiro decréscimo em 0,04% quando comparado com o ano de 2015. Todavia, os valores deste indicador continuam aquém da meta de 1% fixada na STISA-2024.
- Texto do artigo, página 4: A distribuição da despesa bruta na I&D por áreas científicas foi desproporcional no ano de 2020, pois as ciências da saúde e biomédicas beneficiaram da maior parte dos recursos (39%), seguida das ciências naturais (22%), das ciências sociais e humanas (20%), das ciências agrárias (11%) e das Ciência de Engenharia e Tecnologia (8%). A concentração relativamente elevada nas ciências da saúde e biomédicas deve-se aos ensaios
- Texto do artigo, página 4: clínicos, em larga escala, em doenças infeciosas, particularmente o HIV, tuberculose e malária.
- Texto do artigo, página 4: Segundo o relatório da UNESCO intitulado “UNESCO Science Report: The race against time for smarter development” de 2021, verifica-se que o investimento em Investigação e Desenvolvimento, reportado nos 54 países avaliados do Continente Africano, variou entre 0,01% e 0,83% do Produto Interno Bruto (PIB), com a África do Sul tendo 0,83 %, o Egipto 0,72% e Moçambique 0,35 %, sendo que nenhum país atingiu 1% do seu PIB, conforme preconiza a União Africana.
- Texto do artigo, página 4: A produção da I&D de Moçambique, medida por publicações científicas, aumentou consideravelmente nas últimas duas décadas. Em 1995, existiam apenas cerca de 50 publicações indexadas na Web of Science (WoS). Em 2019, a contagem total de publicações indexadas era de cerca de 500. Durante o período de 2014-2018, um total de 2.105 publicações completas, com pelo menos um endereço em Moçambique, foram indexadas na WoS. Das referidas publicações, 1400 eram da área de saúde, 199 da área de agricultura e 48 da área de engenharias.
- Texto do artigo, página 4: Em termos de publicações relativas a SADC, segundo o relatório da UNESCO intitulado “Science Report: The race against time for smarter development” de 2021, verifica-se que a África do Sul registou o maior número de publicações em 2019, comparativamente a outros países da região. Em 2019 a África do Sul teve 21.062 publicações, a Tanzânia com 1.736, o Zimbabwe com 760, o Malawi com 713, o Botswana com 627, a Zâmbia com 573 e Moçambique com cerca de 460 publicações.
- Texto do artigo, página 4: 2.3.4. Resultados Nacionais de Inovação e Empreendedorismo
- Texto do artigo, página 4: Em termos dos resultados de inovação, medida através dos Direitos de Propriedade Intelectual (DPI) - patentes, marcas registadas, direitos de autor, desenhos industriais e variedades de plantas - existe um crescimento notável em Moçambique. Este facto é particularmente notório para o número de patentes concedidas aos residentes em Moçambique e para aquelas registadas no país. Em 2006, foram concedidas um total de 323 patentes, sendo 1 nacional e 322 estrangeiras (Convenção de Paris, Tratado Internacional de Cooperação em Patente e Protocolo de Harare). O número de patentes concedidas por ano aumentou sendo que até 2022 foram concedidas um total de 285 nacionais e 8327 estrangeiras. Em termos de marcas registadas em 2006 existiram 566 nacionais e 2.125 estrangeiras (Convenção de Paris, Sistema de Madrid e Protocolo de Banjul) e houve um aumento em 2022 para 20.039 nacionais e 57.617 estrangeiras.
- Texto do artigo, página 4: O Índice Global de Inovação 2022 (GII-2022), publicado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), classificou Moçambique no número 123 de uma lista de 132 países, em termos de desempenho em inovação. O país foi classificado em 129º lugar em termos da qualidade das suas instituições, 114º lugar em termos de recursos humanos e investigação, 91º lugar em termos de infra-estruturas, e 120º lugar em termos dos seus resultados do conhecimento e da tecnologia. Estas classificações afiguram-se como preocupantes para o país pois em relação a qualidade das suas instituições apenas Angola, Burundi, Mauritânia e o Mali estão piores classificados que Moçambique a nível Mundial.
- Texto do artigo, página 4: 2.3.5. Análise FOFA
- Texto do artigo, página 4: A avaliação do contexto nacional incluiu ainda a realização de uma análise FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças), baseada em questionários, entrevistas com diferentes "stakeholders" do sistema de ciência, tecnologia e inovação, e reuniões da equipa técnica multisectorial. Deste levantamento resultou a informação apresentada abaixo.
- Texto do artigo, página 5: Questão/Tema
Forças
Fraquezas
P a n o r a m a institucional
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE).
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I;
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D.
Quadros políticos e implementação de políticas
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015-
2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada.
Mecanismos e instrumentos financeiros
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento.
E d u c a ç ã o , competências e formação
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura).
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Número ou marcador, página 5: 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros.
Questão/Tema Forças Fraquezas P a n o r a m a institucional 1. Existe uma liderança executiva de alto nível para a política de CTI, encabeçada pelo MCTES e pela sua Direcção Nacional de CTI. 2. O Governo de Moçambique criou instituições nacionais de I&D (por exemplo, o CNBB, o CITT e o CIDE), bem como, instituições responsáveis pela regulamentação e implementação das TIC (como por exemplo, INTIC, INAGE). 3. Um número crescente de universidades públicas possui programas e centros de I&D, por exemplo, o Centro de Biotecnologia da UEM. 4. Centros internacionais tais como o CGIAR estão presentes e possuem programas em Moçambique. 1. Existe uma coordenação institucional relativamente fraca e fracas sinergias em todo o SNCTI. 2. A autoridade legislativa e política do MCTES, para coordenar os ministérios sectoriais e as suas respectivas direcções nacionais, é relativamente fraca. 3. As ligações entre os institutos ou centros nacionais de I&D e as universidades são fracas, existindo alguma duplicação em termos de I&D. 4. Fraco acesso e cobertura das TIC a nível nacional em particular ao nível I&I; 5. Elevados custos no que concerne ao estabelecimento de laboratórios de TIC, formação de Recursos Humanos especializados em TIC e aquisição de equipamento de ponta ao nível das TIC para a I&D. Quadros políticos e implementação de políticas 1. Moçambique possui uma Política de C&T explícita, aprovada em 2003, e a ECTIM, aprovada em 2006, bem como quadros políticos implícitos de CTI, que cobrem áreas ou sectores como a protecção da propriedade intelectual, TIC, comércio e investimento, e contratos públicos. 2. A Agenda 2025, de âmbito nacional, e a Estratégia Nacional de Desenvolvimento (ENDE, 2015- 2035) reconhecem que a CTI é crítica para atingir o desenvolvimento sustentável. 3. Moçambique aprovou vários instrumentos orientadores e regulatórios do sector das TIC a destacar a Política para a Sociedade da Informação e sua Estratégia de Implementação, a Lei de Transações Electrónicas, a Política e Estratégia de Segurança Cibernética. 1. A Política de C&T de 2003 e a ECTIM de 2006 foram parcialmente implementadas e não tiveram um impacto significativo no fortalecimento do SNCTI. 2. A maioria dos quadros políticos actuais estão desactualizados e apoiam ou promovem de forma inadequada a CTI. 3. A consciencialização do público sobre a CTI e a literacia política em matéria de CTI é ainda relativamente baixa no país. 4. Ausência de quadros regulamentares adequados para tecnologias novas e emergentes como a IA, nanotecnologia e para a bioeconomia. 5. Falta de legislação relacionada com as tecnologias emergentes como é o caso da IA, IoT, drones, realidade virtual e aumentada. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) está estabelecido e é a principal agência de financiamento da CTI, e tem vindo a acumular experiência e capacidade administrativa. 2. A GERD aumentou de menos de 0,2% em 1990 para cerca de 0,34% em 2019/2020. 1. O FNI não dispõe de recursos suficientes, tendo uma baixa dotação orçamental e está largamente centrado na I&D, com poucos investimentos nas actividades de desenvolvimento tecnológico e inovação. 2. Existe um financiamento muito limitado, por parte do sector empresarial/privado, para a CTI 3. O país depende fortemente de financiamento externo para a I&D, e o total anual da GERD é inferior a 0,5% do PIB. 4. Existe uma dependência excessiva de uma gama muito estreita de fontes e instrumentos de financiamento. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. O sistema de educação como um todo expandiu-se consideravelmente nos últimos 20 anos, com o aumento do número de universidades, instituições de Ensino Técnico Profissional (ETP) e escolas em todo o país. 2. O número de graduados do ensino superior aumentou em pelo menos cinco vezes, desde 2003, com 30% do aumento sendo proveniente das áreas de CTEM. 3. A despesa bruta com a educação aumentou nas últimas duas décadas. 4. Existência de um número significativo de IES e de ETP especializadas nas TIC de uma forma geral. 1. A expansão do sistema de educação não foi acompanhada por melhorias qualitativas no ensino, formação e desenvolvimento de competências 2. O país possui escassez de competências críticas, particularmente nas áreas de CTEM. A maior parte do aumento do número de graduados nas áreas de CTEM foi a nível da graduação (Licenciatura). 3. O número de mulheres e raparigas matriculadas nos cursos de CTEM é ainda consideravelmente baixo 4. Falta de cursos de especialização, nas IES, relacionados com as tecnologias emergentes como a IA, segurança cibernética, IoT, realidade virtual e aumentada, entre outros. - Texto do artigo, página 6: Questão/Tema
Forças
Fraquezas
Engajamento do sector privado no SNCTI
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC;
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal.
C o o p e r a ç ã o internacional em STI
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética;
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia.
Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais.
Infra-estruturas d e I & D e produtividade
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos;
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede;
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D.
Oportunidades
Ameaças
P a n o r a m a institucional
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional.
Quadros políticos e implementação de políticas
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI.
Mecanismos e instrumentos financeiros
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI).
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais.
E d u c a ç ã o , competências e formação
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país.
Engajamento do sector privado no SNCTI
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Número ou marcador, página 6: 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país.
Questão/Tema Forças Fraquezas Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Existência de um sector privado em crescimento, particularmente ao nível das Pequenas e Médias Empresas (PME’s) em todo o país. 2. Existência do Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e centros de transferência de tecnologia. 3. Existência de instituições do sector privado que actuam como provedores de serviços na vertente das TIC; 4. Existência de plataformas digitais que são adoptadas pelo Sector Privado em apoio ao SNCTI. 1. O sector privado em geral e as PME’s em particular não estão adequadamente envolvidos no SNCTI, e possuem ligações fracas com as universidades e institutos de I&D. 2. Os parques de ciência e tecnologia e os centros de transferência de tecnologia possuem poucos recursos e não estão bem conectados às PME’s em particular as do sector informal. C o o p e r a ç ã o internacional em STI 1. Moçambique tem participação activa em vários programas internacionais, continentais e regionais de CTI, por exemplo, ASTII, SGCI e UNCSTD. 2. Moçambique ratificou o Protocolo de CTI da SADC e assinou acordos bilaterais de cooperação em CTI com diversos países, por exemplo, a África do Sul. 3. Existência de Acordos Internacionais ao nível da Segurança Cibernética; 1. Está disponível e/ou foi atribuído um financiamento limitado à cooperação internacional em CTI 2. Não existem planos estratégicos claros ou explícitos para o engajamento ou cooperação internacional em CTI. 3. A capacidade nacional para a diplomacia em CTI é relativamente fraca. 4. Fraca capacidade nacional ao nível da Ciberdiplomacia. Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Foram estabelecidos parques de ciência e tecnologia e centros de transferência de tecnologia. 1. Existem ligações fracas entre os institutos de I&D, universidades e empresas privadas. 2. As empresas estrangeiras não têm incentivos para transferir tecnologias e know-how para as PME’s nacionais. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Existem infra-estruturas de I&D, relativamente boas, em algumas universidades e institutos públicos; 2. Existência da MoRENet que visa ligar as Instituições de Ensino Superior e de Investigação de Moçambique em rede; 3. Existência de infra-estrutura e técnicos qualificados ao nível da Computação de Alto Desempenho no âmbito da MoRENet. 1. Muitos institutos e universidades carecem de infra-estruturas de I&D modernas e bem conservadas. 2. Ausência de uma estratégia nacional de desenvolvimento de infra-estruturas de I&D. Oportunidades Ameaças P a n o r a m a institucional 1. Existe um reconhecimento ao mais alto nível, por parte do Conselho de Ministros, para a necessidade de fortalecer o SNCTI como um todo e a coordenação e as sinergias institucionais. 1. A rigidez e/ou ciúmes institucionais podem minar a reforma. 2. O fraco desempenho económico pode minar o fortalecimento institucional. Quadros políticos e implementação de políticas 1. A PCTI actualiza a política de CTI de 2003 e assegura a coerência política, com o objectivo de integrar a CTI nos quadros sectoriais. 2. Existência de oportunidades de formação crescentes, em políticas de CTI, para os funcionários governamentais através da Iniciativa dos Conselhos de Financiamento a Ciência (SGCI) e outras iniciativas. 1. Fracos círculos políticos e cívicos para a CTI. 2. Fraca análise de políticas de CTI e fraca capacidade de M&A, o que muitas vezes retarda a implementação da PCTI. Mecanismos e instrumentos financeiros 1. Interesse crescente ou compromisso por parte dos financiadores internacionais em apoiar a CTI no país. 2. Participação do FNI na Iniciativa dos Conselhos de Financiamento à Ciência (SGCI). 1. A crise económica ou financeira global pode abrandar ou reduzir o apoio internacional à CTI em Moçambique e aos países de baixo rendimento em geral. 2. Fraca capacidade do FNI e ausência de uma estratégia nacional para a mobilização de recursos internacionais. E d u c a ç ã o , competências e formação 1. Reconhecimento, por parte do Governo, da necessidade de reformar o sistema de educação, e os esforços de reforma, em curso, no ETP. 1. O fraco ou deficiente desempenho económico poderá atrasar as reformas e os investimentos, tendo em vista o fortalecimento do sistema de educação no país. Engajamento do sector privado no SNCTI 1. Descoberta de grandes depósitos de gás natural, com potencial de atrair Investimento Directo Estrangeiro (IDE) que pode ser utilizado de forma inovadora para promover investimentos privados em CTI. 1. Guerras civis ou conflitos em certas regiões do país. - Texto do artigo, página 7: Oportunidades
Ameaças
C o o p e r a ç ã o internacional em CTI
Oportunidades Ameaças C o o p e r a ç ã o internacional em CTI 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. - Número ou marcador, página 7: 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI.
Oportunidades Ameaças C o o p e r a ç ã o internacional em CTI 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. - Número ou marcador, página 7: 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI.
Oportunidades Ameaças C o o p e r a ç ã o internacional em CTI 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. - Número ou marcador, página 7: 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo).
Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia
Oportunidades Ameaças C o o p e r a ç ã o internacional em CTI 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. - Número ou marcador, página 7: 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital.
Oportunidades Ameaças C o o p e r a ç ã o internacional em CTI 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. - Número ou marcador, página 7: 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional.
Infra-estruturas d e I & D e produtividade
Oportunidades Ameaças C o o p e r a ç ã o internacional em CTI 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. - Número ou marcador, página 7: 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D
Oportunidades Ameaças C o o p e r a ç ã o internacional em CTI 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. - Número ou marcador, página 7: 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade.
Oportunidades Ameaças C o o p e r a ç ã o internacional em CTI 1. Reconhecimento crescente, por parte do Governo, da importância da cooperação internacional em CTI. 2. Novos quadros globais para a cooperação em CTI e interesse global crescente na diplomacia em matéria da CTI. 1. Crises económicas e geopolíticas globais (propagação do nacionalismo). Comercialização, a q u i s i ç ã o e transferência de tecnologia 1. Maior demanda no mercado de soluções tecnológicas para impulsionar o sector produtivo sobretudo no contexto da era digital. 1. Concorrência desleal no mercado tendo em consideração a globalização e as políticas de integração regional. Infra-estruturas d e I & D e produtividade 1. Formação em muitas IES a nível nacional e no exterior de recursos humanos qualificados em áreas relevantes para I&D 1. Efeitos das mudanças climáticas e instabilidade política e militar podem afectar as infraestruturas de I&D bem como a produtividade. - Texto do artigo, página 7: 2.3.6. Principais Progressos Alcançados e Desafios
- Texto do artigo, página 7: Durante os anos que passaram após a aprovação da Política de Ciência e Tecnologia, de 2003, e da ECTIM, 2006, alguns passos significativos foram dados, havendo também desafios que subsistem, em conformidade com a Avaliação de Meio-termo da ECTIM, realizada em 2013, e o Mapeamento da Investigação e Inovação em Moçambique, realizado em 2021.
- Texto do artigo, página 7: 2.3.7. Principais progressos Os principais avanços registados na implementação da política
- Texto do artigo, página 7: de 2003 resumem-se nos seguintes:
- Número ou marcador, página 7: a) desenvolvimento de legislação diversa para a operacionalização do sistema de CTI, incluindo as TIC; b)estabelecimento de instituições de CTI, nomeadamente de Investigação Científica, Desenvolvimento Tecnológico e de Inovação;
- Número ou marcador, página 7: c) criação de órgãos colegiais e consultivos de assessoria, gestão e coordenação da CTI, como o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CNCT) e o Conselho de Ética das Actividades de Investigação Científica (CEAIC);
- Número ou marcador, página 7: d) realização de intervenções de base comunitária, como a criação de Vilas do Milénio e Centros Multimédia Comunitários que prestam apoio aos inovadores rurais, entre outros;
- Número ou marcador, página 7: e) estabelecimento do Fundo Nacional de Investigação para financiar actividades de CTI, nas Instituições de Investigação Científica (IIC), Instituições de Ensino Superior (IES) e outros actores públicos e privados do SNCTI;
- Número ou marcador, página 7: f) estabelecimento da Rede Nacional de IES e de IIC de Moçambique (MoRENet);
- Número ou marcador, página 7: g) realização de actividades de disseminação e de advocacia de CTI, como Mostras de Ciência e Tecnologia, organização de eventos científicos, Feiras Nacionais, Provinciais, Distritais e escolares de Ciência e Tecnologia, competições de robótica e Olimpíadas de Matemática, Informática e de ciências naturais, para os alunos do Ensino Secundário Geral (ESG) e Ensino Técnico Profissional (ETP);
- Número ou marcador, página 7: h) implementação de diversos planos e quadros políticos para as TIC, segurança cibernética, protecção de dados e para o desenvolvimento de recursos humanos;
- Número ou marcador, página 7: i) estabelecimento do Programa “Criando Cientista Moçambicano do Amanhã”, com vista a promover o gosto pelas ciências e identificar alunos talentosos no ESG e ETP;
- Número ou marcador, página 7: j) incremento de número de investigadores a todos os níveis (Licenciatura, mestrado e doutoramento);
- Número ou marcador, página 7: k) implantação de infraestruturas de Ciência, Tecnologia e Inovação, tais como o Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana e Laboratórios de Investigação Científica, nas IES e nas IIC.
- Texto do artigo, página 7: 2.3.8. Principais Desafios Entretanto prevalecem ainda alguns desafios que devem ser
- Texto do artigo, página 7: tomados em linha de conta na presente Política. Os referidos desafios podem ser formulados do seguinte modo:
- Número ou marcador, página 7: a) fortalecimento de um mecanismo operacional para a coordenação e funcionamento do Sistema de Ciência, Tecnologia e Inovação; b)fortalecimento de um mecanismo de coordenação entre os Ministérios intervenientes e outros actores do sistema, por forma a reduzir a duplicação de esforços e evitar a ambiguidade de papéis;
- Número ou marcador, página 7: c) reforço da componente do investimento para as actividades de CTI no SNCTI;
- Número ou marcador, página 7: d) fortalecimento de um quadro regulador de CTI e para as tecnologias emergentes como a IA, IoT, drones realidade virtual e aumentada;
- Número ou marcador, página 7: e) criação de um instrumento legal que promova a inovação para as Micro Pequenas e Médias Empresas (MPME’s) através de incentivos;
- Número ou marcador, página 7: f) criação de um instrumento legal de modo a criar incentivos para os técnicos de ciência, tecnologia e inovação;
- Número ou marcador, página 7: g) criação de indicadores básicos para medir o desempenho do sistema CTI, na vertente económica e social;
- Número ou marcador, página 7: h) estabelecimento de um Sistema de Monitoria e Avaliação (M&A), para aferir o impacto das actividades do SNCT a nível sócio económico bem como melhorar a definição de um quadro de indicadores de CTI;
- Número ou marcador, página 7: i) criação de um Sistema Nacional de Inovação que estabeleça directrizes para a incubação de ideias e o apoio às startups;
- Número ou marcador, página 7: j) reforço do mecanismo de acesso e cobertura das TIC a nível nacional, particularmente ao nível da I&D e da I&I;
- Número ou marcador, página 7: k) promoção das tecnologias emergentes e digitais em sectores chave da economia.
- Texto do artigo, página 7: 2.3.9. Importância da Ciência, Tecnologia e Inovação para Moçambique
- Texto do artigo, página 7: Existem pelo menos seis razões pelas quais Moçambique deve investir na I&I.:
- Texto do artigo, página 7: i. melhorar a qualidade de vida dos cidadãos de modo a responder aos desafios sociais. O advento de novos medicamentos, alimentos nutritivos, uma melhor higiene e saneamento, e água e energia cada vez
- Texto do artigo, página 8: mais limpas são alguns dos benefícios que advêm do investimento na CTI em geral, e na I&I em particular. De modo a alcançar os ODS e os objectivos de desenvolvimento social, articulados nos planos e programas de desenvolvimento do país, é importante investir em I&I.
- Texto do artigo, página 8: ii. aumentar o investimento em I&I no desenvolvimento e/ ou acumulação de competências científicas e técnicas. Os países desenvolvem capacidades de modo a produzir e utilizar o conhecimento, investindo em programas de I&I, nos quais se realizam formações a nível de pós-graduação e pós-doutoramento. Em áreas como a medicina e a engenharia, a maior parte da capacitação ou formação de novos peritos realiza-se através da I&D em laboratórios ou estações de campo. Os investimentos em I&D produzem competências humanas especializadas (tais como funcionários na área de investigação científica a tempo inteiro), que constituem o cerne das capacidades de investigação de um determinado país. iii. investir em I&I a fim de criar novos instrumentos e metodologias científicas. Muitas das novas tecnologias utilizadas na indústria, na economia e na sociedade em geral são resultados dos instrumentos e das agendas de investigação. Os instrumentos científicos (dispositivos utilizados para fins científicos) e as metodologias (procedimentos) são vitais para a I&I. Por exemplo, o desenvolvimento de técnicas de RNA mensageiro (mRNA) tornou possível detectar variantes da COVID-19 e desenvolver diversas vacinas. iv. investir em I&I de modo a gerar evidências científicas para a elaboração de políticas públicas. A aquisição e a utilização da ciência nas políticas públicas dependem de uma investigação que gera factos científicos sobre problemas públicos específicos e sobre opções políticas. A tomada de decisões informadas sobre problemas públicos tais como as pandemias, a insegurança alimentar e as alterações climáticas requerem uma investigação científica de qualidade. A investigação é ainda muito útil para orientar os esforços internacionais no sentido de abordar as alterações climáticas e os problemas relacionados com a perda de diversidade biológica e a poluição dos ecossistemas marinhos e de água doce, bem como para abordar outras questões globais. v. investir na I&I para o desenvolvimento das TIC, em particular as tecnologias de ponta, com impacto nas actividades económicas e sociais como IA, robótica, drones, realidade virtual e aumentada, afigura-se como sendo necessário pois as mesmas têm um papel importante como catalisadores dos processos de modernização e transformação digital, e servem de plataformas de suporte para um maior desenvolvimento e aplicação de tecnologias emergentes, como os drones, biotecnologia, nanotecnologia, plataformas de serviços digitais, em várias áreas de desenvolvimento económico e social como agricultura, educação, saúde, energia, turismo, exploração de recursos naturais, economia e finanças, entre outras. vi. elevar o investimento na I&I, em particular na criação de capital social. A investigação e inovação são esforços sociais que reúnem várias pessoas, instituições e mesmo redes para co-produzir e utilizar novos conhecimentos. A abordagem de problemas públicos requer conhecimentos multidisciplinares
- Texto do artigo, página 8: especializados, que nenhum investigador ou instituição individual possuem. Deste modo, o país deve investir em I&I a fim de estimular o trabalho em redes de investigação, e de modo a ligar os seus cientistas aos seus pares internacionais, e forjar uma cooperação internacional em CTI.
- Número ou marcador, página 8: 3. Política de Ciência Tecnologia e Inovação (PCTI)
- Texto do artigo, página 8: Para responder aos desafios actuais dos avanços científicos e tecnológicos assim como da transformação digital da sociedade, foram definidos a visão, missão e objectivos abaixo apresentados.
- Texto do artigo, página 8: 3.1. Visão
- Texto do artigo, página 8: Fazer de Moçambique um país desenvolvido e sustentável, com uma economia baseada no conhecimento, impulsionado pela inovação e o uso massivo de tecnologias de ponta e emergentes, nas actividades económicas e sociais, na era digital.
- Texto do artigo, página 8: 3.2. Missão
- Texto do artigo, página 8: Garantir a excelência em Ciência, Tecnologia e Inovação, como catalisadores fundamentais para um país competitivo, rumo ao desenvolvimento sustentável, assente na promoção da transformação digital, para a modernização da economia e da sociedade.
- Texto do artigo, página 8: 3.3. Objectivos 3.3.1. Objectivo Geral
- Texto do artigo, página 8: Fortalecer o SNCTI através do desenvolvimento e promoção da Ciência, Tecnologia e Inovação em Moçambique, de modo a impulsionar o crescimento económico, a sustentabilidade, bem como, o bem-estar social, a estabilidade e a competitividade do país na era digital.
- Texto do artigo, página 8: 3.3.2. Objectivos Específicos
- Número ou marcador, página 8: a) fortalecer a estrutura de Governação da CTI de modo a facilitar a coordenação do SNCTI em todos os sectores de desenvolvimento; b)promover a utilização de tecnologias avançadas e digitais, em sectores-chave da economia e da sociedade, para aumentar a produtividade, a eficiência e a competitividade das empresas moçambicanas;
- Número ou marcador, página 8: c) alavancar e conduzir a I&I de modo a resolver os desafios sociais prementes e atingir a transformação social e digital, concentrando-se nas prioridades nacionais; d)fortalecer a inovação e o empreendedorismo tecnológico e digital, para o aumento da produção e industrialização, com ênfase na capacitação das PME’s a nível nacional;
- Número ou marcador, página 8: e) fortalecer a capacidade científica e tecnológica do país por meio da formação do capital humano, com ênfase para o aumento de mulheres e raparigas nos cursos de CTEM;
- Número ou marcador, página 8: f) fortalecer e potenciar a cooperação bilateral, regional, continental e internacional, em CTI, de modo a promover os interesses nacionais de Moçambique, cumprindo, simultaneamente, as obrigações externas. 3.4. Princípios e Alinhamento da Política 3.4.1. Princípios da Política
- Número ou marcador, página 8: a) excelência e qualidade: a Política fundamenta-se na convicção de que o desenvolvimento científico e tecnológico deve basear-se na garantia de uma capacidade científica e tecnológica nacional com excelência e qualidade capaz de competir e colaborar com as de outros países, principalmente na região, tendo em conta a era digital. b)respeito pela propriedade intelectual: a Política assenta na necessidade de assegurar que os vários actores do
- Texto do artigo, página 9: sistema obtenham os benefícios proporcionados pela propriedade intelectual, incluindo a protecção dos meios da Propriedade Intelectual nos novos desafios e riscos que a sociedade digital apresenta.
- Número ou marcador, página 9: c) ciência aberta: os actores devem pautar pela promoção do uso das TIC e da ciência aberta, para um acesso livre e aberto do público à produção científica, promovendo o envolvimento e a interacção com a sociedade.
- Número ou marcador, página 9: d) ética: a Política baseia-se no respeito às normas e procedimentos, os valores socioeconómicos, históricos e culturais, e garante aspectos de segurança, transparência e credibilidade, incluindo o uso ético da IA.
- Número ou marcador, página 9: e) igualdade, inclusão e equidade de género: a Política baseia-se na convicção de que os benefícios dos resultados da CTI deverão ser obtidos por todos os cidadãos moçambicanos, sem qualquer tipo de discriminação, incluindo maior representação das mulheres nas actividades de CTI.
- Número ou marcador, página 9: f) cooperação nacional e internacional: buscar a colaboração entre diferentes regiões e actores do país e promover a cooperação com outros países e organizações internacionais para alcançar objectivos comuns de desenvolvimento na era digital.
- Texto do artigo, página 9: 3.4.2. Alinhamento da Política Para que a Política esteja em consonância com os seus
- Texto do artigo, página 9: princípios, deve estar alinhada com outros quadros políticos nacionais, regionais e internacionais, através de:
- Número ou marcador, página 9: a) colaboração e parceria — a Política foi elaborada com o espírito forte de promover a colaboração e parceria das partes interessadas aos níveis nacional, regional, e internacional para uma óptima utilização das infraestruturas e competências científico-tecnológicas, incluindo a promoção do uso de plataformas digitais.
- Número ou marcador, página 9: b) complementaridade — a Política foi elaborada de modo a complementar e a adicionar valor aos planos sectoriais dos diversos ministérios e agências do GdM, e basear-se-á nos progressos realizados no processo de integração da Investigação e Inovação nos vários sectores de desenvolvimento, uma vez que não é um quadro político autónomo.
- Número ou marcador, página 9: c) concentração em áreas estratégicas — as intervenções ou acções da presente Política são concebidas e sequenciadas de modo a concentrarem-se em áreas com ganhos rápidos e/ou desafios que podem ser abordados a curto e médio prazo, sem comprometer a necessidade de se investir em oportunidades de I&I a longo prazo.
- Número ou marcador, página 9: d) viabilidade fiscal — as prioridades estratégicas e as acções relacionadas foram escolhidas com base no reconhecimento de que a economia do país não pode sustentar muitos investimentos desejáveis em I&I, e assim o foco da mesma estará nas áreas que podem ser financiadas utilizando recursos nacionais e o financiamento internacional potenciado.
- Número ou marcador, página 9: e) fexibilidade para ajustar os instrumentos da política
- Texto do artigo, página 9: — a Política será ajustada e informada através de uma M&A contínua e de vários desenvolvimentos em termos dos avanços económicos, científicos e tecnológicos, e das tendências globais.
- Texto do artigo, página 9: 3.5. Pilares da Política de CTI
- Texto do artigo, página 9: A Política de Ciência, Tecnologia e Inovação está assente em 6 pilares que refletem os resultados sobre os pontos fortes, fracos, as oportunidades e ameaças do sector de Ciência, Tecnologia e Inovação, assim como os desafios actuais dos avanços científicos e tecnológicos:
- Texto do artigo, página 9: i. fortalecimento do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação; ii. fortalecimento da Aptidão para Utilizar Tecnologias de Ponta e Emergentes; iii. promoção da Ciência, Tecnologia e Inovação para a Transformação Digital da Sociedade; iv. fortalecimento do Ecossistema de Inovação; v. fortalecimento do Capital Humano; e vi. promoção de Parcerias Internacionais em CTI.
- Texto do artigo, página 9: 3.5.1. Pilar 1. Fortalecimento do Sistema Nacional de CTI O objectivo do pilar é desenvolver o SNCTI de modo a torná-lo
- Texto do artigo, página 9: mais inclusivo, de participação equitativa, dinâmico, resiliente e produtivo, a fim de potenciar a CTI com vista ao desenvolvimento sustentável. Os resultados esperados das intervenções que serão realizadas no âmbito deste pilar incluem:
- Número ou marcador, página 9: a) um SNCTI robusto, bem conectado e articulado, com todos os actores de I&I e suas respectivas actividades ligadas e em rede, de forma eficaz;
- Número ou marcador, página 9: b) aumento da Despesa Bruta em Investigação e Desenvolvimento/Gross Domestic Expenditure on Research & Development (GERD) em pelo menos 1% do PIB;
- Número ou marcador, página 9: c) aumento dos resultados da I&D e, assim, da contribuição de Moçambique para o conjunto global de conhecimentos científicos;
- Número ou marcador, página 9: d) sociedade Moçambicana com literacia científica e possuindo uma rica cultura de inovação; e)o GdM com uma cultura e capacidade para a elaboração de políticas públicas baseadas em evidências científicas;
- Número ou marcador, página 9: f) melhorada a capacidade para produzir e usar dados de CTI na planificação e na elaboração de políticas; e
- Número ou marcador, página 9: g) reforçadas as infra-estruturas nacionais de I&D.
- Texto do artigo, página 9: De modo a atingir os resultados acima enumerados, serão implementadas as seguintes intervenções estratégicas:
- Texto do artigo, página 9: i. fortalecimento da coordenação e das ligações institucionais; ii. fortalecimento dos mecanismos e instrumentos financeiros; iii. desenvolvimento da compreensão e do apoio público para a CTI; iv. fortalecimento dos órgãos de consulta e assessoria do Governo em CTI; v. melhoria das políticas e do quadro regulatório; vi. estabelecimento de um observatório Nacional de CTI; vii. fortalecimento das Infra-estruturas de Investigação e Desenvolvimento (I&D).
- Texto do artigo, página 9: i. Fortalecimento da coordenação e das ligações institucionais
- Texto do artigo, página 9: Uma das principais fraquezas do SNCTI de Moçambique está relacionada com as ligações relativamente fracas existentes entre as diversas instituições públicas e entre o sector público e privado, relativas à CTI. Contudo, um SNCTI dinâmico e produtivo é caracterizado por uma intensa colaboração entre as diversas instituições e as suas respectivas actividades. As fracas ligações institucionais ou de interligação devem-se a uma série de factores, incluindo a ausência de instrumentos de política, explícitos e apropriados, que encorajem tal articulação a ocorrer e a perdurar;
- Texto do artigo, página 10: a competitividade para os escassos orçamentos nacionais; e a fraca coordenação entre os sectores. De modo a potenciar eficazmente a CTI tendo em vista o desenvolvimento sustentável, o SNCTI de Moçambique precisa ser reforçado através da criação de ligações institucionais duradouras e do estabelecimento de sinergias entre os sectores, particularmente entre o sector público e privado.
- Texto do artigo, página 10: ii. Fortalecimento dos mecanismos e instrumentos financeiros
- Texto do artigo, página 10: Moçambique depende de uma gama muito restrita de mecanismos e instrumentos para o financiamento da CTI. O Fundo Nacional de Investigação (FNI) é relativamente reduzido e não é adequadamente financiado, de modo a ser uma agência sustentável de financiamento da ciência, tecnologia e inovação. A GERD do país está abaixo do objectivo de 1% do PIB e uma grande parte do financiamento é proveniente de fontes externas. A contribuição do sector privado ou das empresas para a GERD é relativamente pequena. As recentes revisões e os inquéritos revelam que a GERD de Moçambique, entre 2015 e 2020, manteve-se abaixo de 0,5% do PIB. Deste modo, o GdM deverá garantir que pelo menos 1% do PIB seja atribuído à I&D e que seja fornecido financiamento adequado para outras actividades de CTI, em consonância com o estabelecido na presente Política e na STISA-2024.
- Texto do artigo, página 10: iii. Desenvolvimento da compreensão e do apoio do público para a CTI
- Texto do artigo, página 10: A compreensão e o apoio do público à CTI são fundamentais para a promoção da I&I em Moçambique. Este facto justificase principalmente porque a CTI precisa ser incorporada na sociedade, a fim de reduzir barreiras à I&I e maximizar os impactos da CTI. Para além de que, a compreensão e o apoio do público à CTI são importantes para assegurar que haja uma ampla base de apropriação e implementação das políticas de CTI. A fim de criar uma ampla base de consciencialização e apoio do público para a CTI, o GdM deverá, entre outras, implementar accões de advocacia destinas a melhorar a compreensão da comunidade e dos cidadãos sobre CTI, através de estabelecimentos de unidades de demostração, plataformas científicas digitais bem como a capacitação dos jornalistas e/ou comunicadores científicos a nível das instituições chave.
- Texto do artigo, página 10: iv. Fortalecimento dos órgãos de consulta e assessoria do Governo em CTI
- Texto do artigo, página 10: Muitos dos desafios globais e locais, como as pandemias, as mudanças climáticas e a perda da diversidade biológica, dinâmicas populacionais, diversidade linguística e cultural são inter-relacionados e complexos. Para resolver esses problemas está a tornar-se, cada vez mais intensivo, o uso de informação e conhecimento. Os formuladores de políticas ou entidades de tomada de decisão precisam de evidências e conselhos científicos adequados. Os Governos precisam de mecanismos estratégicos para obter e usar adequadamente as evidências científicas para formular políticas públicas fundamentadas. É neste sentido que o GdM apoia entidades académicas e associações profissionais nas mais diversas áreas do conhecimento. O fortalecimento dos órgãos de consulta e assessoria do Governo em CTI vai permitir que os mesmos desempenhem um papel ainda mais relevante no desenvolvimento científico e tecnológico de Moçambique, contribuindo para o progresso social e económico do país.
- Texto do artigo, página 10: v. Melhoria das políticas e do quadro regulatório
- Texto do artigo, página 10: Com vista a garantir que as condições políticas e regulamentares sejam favoráveis ao avanço da CTI em Moçambique, é fundamental que muitos dos quadros regulatórios actuais sejam revistos e, sempre que necessário, novas políticas e medidas regulamentares sejam implementadas. Isso ocorre pelo menos em duas vertentes. A primeira refere-se às reformas que garantirão
- Texto do artigo, página 10: que o país tenha políticas coerentes, quadros legislativos e regulamentares necessários para a boa governação do SNCTI. A segunda refere-se às condições favoráveis ao fortalecimento de estruturas políticas e regulatórias para padrões éticos para I&I e desenvolvimento tecnológico, particularmente em áreas como IA, genómica e edição de genes e Internet das Coisas (IoT).
- Texto do artigo, página 10: As dimensões éticas da CTI que abrangem a privacidade dos sujeitos e a protecção dos direitos dos investigadores e técnicos já fazem parte das normas internacionais da CTI. Os estados-membros da UNESCO adoptaram várias recomendações e declarações sobre ética em CTI. Moçambique, como estadomembro da UNESCO, é obrigado a adoptar estas recomendações e declarações através de políticas e regulamentos nacionais. Deste modo, o GdM deverá melhorar e reforçar o quadro legal de governação do Sistema de CTI de forma que contribua para a eficácia e eficiência da articulação e coordenação entre os diferentes actores do SNCTI e realização dos programas e actividades de CTI incluindo as áreas emergentes da era digital.
- Texto do artigo, página 10: vi. Estabelecimento de um Observatório Nacional de CTI Moçambique participou em vários inquéritos de I&D e
- Texto do artigo, página 10: inovação no âmbito da ASTII da UA e da AUDA-NEPAD. O país acumulou algumas capacidades de gestão de dados de CTI e precisa desenvolvê-las ainda mais para melhorar a produção e o uso de indicadores ou estatísticas de CTI.
- Texto do artigo, página 10: Para criar ainda mais capacidades nacionais para o desenvolvimento e uso de indicadores de CTI, o GdM estabelecerá o Observatório de CTI de Moçambique (OCTIM) como um órgão do Ministério que superintende a área de Ciência e Tecnologia e com fortes ligações com o Instituto Nacional de Estatística. O OCTIM também estará em rede com o Observatório Africano de Ciência, Tecnologia e Inovação (AOSTI). Sua missão geral será desenvolver um sistema de gestão de dados e informações de CTI para facilitar a produção, recolha, análise, armazenamento e disseminação de dados e informações precisos, oportunos e actualizados sobre as actividades da CTI que irá contribuir para a formulação de políticas públicas e programas mais eficientes.
- Texto do artigo, página 10: vii. Fortalecimento da infra-estrutura de CTI
- Texto do artigo, página 10: A infra-estrutura, incluindo equipamentos, instalações, redes e padrões de tecnologia, é bastante crítica para a CTI. É parte importante do SNCTI e requer um investimento considerável. Isso é particularmente notório com novos campos de I&D e tecnologias como biotecnologia, IA, robótica, Tecnologias Avançadas de Fabrico (AMT’s), bioinformática, nanotecnologia e ciências de materiais.
- Texto do artigo, página 10: Em Moçambique, ainda existe pouca informação sobre o estado das infra-estruturas de CTI. A observação geral é que o país carece de uma infra-estrutura moderna de CTI e de capacidade para desenvolvê-la e mantê-la. Especificamente, o país precisa mobilizar e investir recursos adequados em infra-estrutura de I&D bem como em plataformas e serviços digitais com impacto nas actividades económicas e sociais tais como a computação de alto desempenho (estabelecimento de centros de excelência, laboratórios), MoRENet (largura de banda), IA e os Parques Temáticos de TIC emergentes.
- Texto do artigo, página 10: 3.5.2. Pilar 2: Fortalecimento da aptidão para utilizar Tecnologias de Ponta e Emergentes
- Texto do artigo, página 10: O objectivo geral deste pilar é elevar a aptidão de Moçambique para se envolver em e com as novas tecnologias e campos científicos. Os resultados esperados são:
- Número ou marcador, página 10: a) articuladas, de forma clara, as estratégias e políticas para entrada e governação de novas tecnologias de ponta e emergentes.
- Número ou marcador, página 11: b) desenvolvidos recursos humanos e institucionais mínimos críticos para novas tecnologias e campos científicos relacionados.
- Texto do artigo, página 11: De modo a atingir os resultados acima enumerados, serão implementadas as seguintes intervenções estratégicas:
- Texto do artigo, página 11: i. desenvolvimento de uma estratégia nacional para a 4IR (Quarta Revolução Industrial); ii. desenvolvimento de uma estratégia nacional para a biotecnologia e biociências modernas; iii. fortalecimento das capacidades em nanotecnologias e nanociência; iv. desenvolvimento de uma estratégia nacional para a IA alinhada com a Ética; v. desenvolvimento e fortalecimento das capacidades interventivas das Ciências Sociais e Humanas na I&D.
- Texto do artigo, página 11: i. desenvolvimento de uma estratégia nacional para a 4IR (Quarta Revolução Industrial)
- Texto do artigo, página 11: Moçambique aspira aproveitar as tecnologias da 4RI para alcançar a transformação económica e os ODS. Conforme declarado anteriormente, o país identifica a IA, robótica, ciência de dados, internet das coisas, computação em nuvem, drones e tecnologias digitais como áreas prioritárias de inovação. O desenvolvimento de uma estratégia nacional para a 4IR é crucial para que Moçambique possa aproveitar ao máximo as oportunidades das referidas tecnologias emergentes e minimizar os desafios actuais do país. Fortalecimento e a aptidão da população para utilizar essas tecnologias exige um esforço multifacetado que envolve a educação, formação, infraestruturas e políticas públicas adequadas. De modo a aproveitar as referidas tecnologias emergentes, tendo em vista uma mudança transformadora, o GdM deverá efectuar um esforço considerável no sentido de estar na vanguarda do desenvolvimento sócio-económico na era digital.
- Texto do artigo, página 11: ii. Desenvolvimento de uma estratégia nacional para biotecnologia e biociências modernas
- Texto do artigo, página 11: A biotecnologia moderna (incluindo engenharia genética e genómica) é uma das tecnologias que oferece novas oportunidades para enfrentar desafios em diversas áreas ou sectores, como agricultura, saúde, meio ambiente e produção industrial. É uma tecnologia difundida com aplicações nestes e noutros sectores. No entanto, a biotecnologia moderna também levanta questões sociais, éticas e ambientais. Há resistência a alguns dos seus produtos, como culturas e alimentos geneticamente modificados, em algumas sociedades ou países. Moçambique requer uma estratégia que lhe permita aproveitar e maximizar os benefícios desta tecnologia e, ao mesmo tempo, reduzir ou controlar quaisquer impactos negativos. A fim de construir a capacidade nacional para se engajar efectivamente na biotecnologia moderna,
- Texto do artigo, página 11: o GdM deverá promover a biotecnologia como forma de mitigar os efeitos adversos das mudanças climáticas, rumo ao aumento da produtividade e ao alcance da segurança alimentar no país.
- Texto do artigo, página 11: iii. Fortalecimento das capacidades em nanotecnologia e nanociência
- Texto do artigo, página 11: A nanotecnologia e a nanociência também são campos novos e emergentes críticos com grande potencial para aplicação em saúde, água, agricultura, energia e mineração. Há pouca informação sobre o estado da nanotecnologia e nanociência em Moçambique. O País não possui uma estratégia e um programa nacional para promover a nanotecnologia e a nanociência, e suas capacidades científicas e tecnológicas são relativamente fracas. Para fortalecer as capacidades científicas e tecnológicas de Moçambique em nanotecnologia e nanociência, o GdM deverá elaborar uma proposta de lei de nanotecnologia e nanociência e o seu respectivo quadro regulatório.
- Texto do artigo, página 11: iv. Desenvolvimento de uma estratégia nacional para a IA alinhada com a Ética
- Texto do artigo, página 11: A IA é uma das tecnologias disruptivas deste século. É aplicada numa ampla gama de sectores, como saúde, agricultura, manufactura, serviços, infra-estrutura, conservação e energia. O desenvolvimento e a aplicação da IA levantam várias questões ou preocupações sociais, económicas e éticas. Alguns dos problemas são o potencial de redução de postos do trabalho, violação da privacidade (dados) pessoais e aumento da criminalidade cibernética. A governação da IA é, portanto, uma questão crítica de política pública para todos os Governos do mundo. A fim de garantir que Moçambique esteja preparado para aproveitar a IA de forma eficaz e responsável, o GdM deverá assegurar que os aspectos de segurança, transparência e credibilidade, incluindo o uso ético da IA, sejam efectivamente adoptados na Estratégia Nacional para a IA.
- Texto do artigo, página 11: v. Desenvolvimento e fortalecimento das capacidades interventivas das Ciências Sociais e Humanas na I&D
- Texto do artigo, página 11: Desde a eclosão da primeira Revolução Industrial e o desenvolvimento tecnológico a ela associado, emergiram nas sociedades consequências sociais e culturais, positivas e negativas. As sociedades humanas aprenderam a lidar com
- Texto do artigo, página 11: o novo e o diferente. Nesse processo, os povos e comunidades desenvolvem mecanismos de aceitação e resistência às tecnologias, além das várias questões e/ou preocupações culturais, sociais, económicas e éticas relacionadas. Nesta senda, o GdM deverá dotar o País de conhecimentos e competências comunicativos, interdependentes e complementares entre as Ciências Sociais e Humanas (CSH), com a introdução da IA, com o desenvolvimento da nanotecnologia, nanociência, biotecnologia e biociências modernas, e com o advento da 4RI.
- Texto do artigo, página 11: 3.5.3. Pilar 3: Promoção da CTI para a Transformação Digital da Sociedade
- Texto do artigo, página 11: O principal objectivo do pilar é promover e orientar a CTI para enfrentar os desafios sociais do país e atingir os ODS. Os resultados esperados das intervenções estratégicas deste pilar são:
- Número ou marcador, página 11: a) aumentada a segurança alimentar (redução da pobreza, fome e desnutrição);
- Número ou marcador, página 11: b) melhorada a saúde e bem-estar (e maior resiliência ao sistema nacional de saúde e capacidade de lidar com epidemias e pandemias);
- Número ou marcador, página 11: c) promovidas políticas públicas orientadas para a paz, igualdade de género e respeito à diversidade linguística e cultural do país;
- Número ou marcador, página 11: d) geridos, de forma sustentável, os recursos naturais do país;
- Número ou marcador, página 11: e) uma transição justa para a energia limpa e uma economia inteligente para o clima;
- Número ou marcador, página 11: f) atingida a prosperidade da Economia Azul e Economia Circular;
- Número ou marcador, página 11: g) melhorada ou promovida a inovação inclusiva;
- Número ou marcador, página 11: h) realizadas actividades de Investigação Científica para melhorar a segurança cibernética e a confiança do cidadão no uso de plataformas e serviços digitais.
- Texto do artigo, página 11: De modo a atingir os resultados acima enumerados, serão implementadas as seguintes intervenções estratégicas:
- Texto do artigo, página 11: i. fortalecimento da I&I agrária para erradicar a fome e a desnutrição; ii. fomento da investigação e inovação em saúde; iii. promoção da transferência e adopção de tecnologias limpas e resilientes às mudanças climáticas; iv. construção de uma Economia Azul e uma Economia Circular;
- Texto do artigo, página 12: v. Fortalecimento das capacidades de I&I para gestão de recursos naturais; e vi. Melhoria ou promoção da inovação inclusiva.
- Texto do artigo, página 12: i. Fortalecimento da I&I agrária para erradicar a fome e a desnutrição
- Texto do artigo, página 12: A Agenda 2025 de Moçambique, a ENDE 2015-2035 e o plano de desenvolvimento agrário identificam a fome e a desnutrição como ameaças existenciais para o país e as principais fontes de pobreza e subprodução. Aumentar os investimentos em agricultura sustentável e inteligente para o clima por meio de I&I é considerado um dos principais caminhos para acabar com a fome, a desnutrição, a pobreza e a exclusão socioeconómica. O aumento da produtividade agrícola também é considerado pelo GdM como crítico para a criação de empregos e desenvolvimento regional do país bem como para reduzir a dependência excessiva da ajuda alimentar. Assim sendo, o GdM deve realizar acções que visem o incremento do investimento em investigação agrária, formação de recursos humanos, transferência de tecnologias e extensão rural, promoção digital da inovação e empreendedorismo e cooperação internacional para que o país possa alcançar a segurança alimentar e nutricional para todos e garantir um futuro sustentável.
- Texto do artigo, página 12: ii. Fomento da Investigação e Inovação em Saúde
- Texto do artigo, página 12: A saúde e o bem-estar (ODS 3) são os principais determinantes da prosperidade económica a longo prazo de Moçambique e do desenvolvimento sustentável em geral. O Plano Estratégico do Sector da Saúde (PESS) 2014-2019 reconheceu o papel da CTI na abordagem dos desafios de saúde do país, que incluem um sistema nacional de saúde fraco e um elevado fardo de doenças, incluindo Malária, Tuberculose, HIV e SIDA, e muitas outras doenças. A COVID-19 exacerbou a fraqueza do sistema nacional de saúde e minou a resiliência do país como um todo. Para enfrentar estes desafios, Moçambique precisa de priorizar e fortalecer a I&I na saúde bem como alavancar os avanços científicos e tecnológicos para combater doenças e proteger a saúde humana em geral.
- Texto do artigo, página 12: iii. Promoção da Transferência e Adopção de Tecnologias Limpas e Resilientes às Mudanças Climáticas
- Texto do artigo, página 12: As mudanças climáticas são um desafio global para o desenvolvimento sustentável. No entanto, os seus impactos serão mais severos em Moçambique e outros países de baixa renda. O país enfrenta condições climáticas extremas e inundações e secas perenes. Como afirmado anteriormente, a sua economia é fortemente dependente de recursos naturais e, portanto, é susceptível à variabilidade climática. A Agenda 2025 e a ENDE 2015-2035 reconhecem que a variabilidade climática irá afectar o potencial de desenvolvimento social e económico de Moçambique.
- Texto do artigo, página 12: Relacionada às mudanças climáticas, está a insegurança energética. Pelo menos 60% da população do país não tem acesso à energia limpa, apesar de Moçambique ser dotado de potencial hidroeléctrico e ser rico em recursos energéticos modernos. Para diversificar as fontes e aumentar o acesso à energia limpa, o GdM precisa aumentar os investimentos em I&I, com ênfase para o desenvolvimento de energia renovável e para a melhoria da infra-estrutura para acesso à energia.
- Texto do artigo, página 12: iv. Construção de uma Economia Azul e uma Economia Circular
- Texto do artigo, página 12: Moçambique possui enormes recursos costeiros – vastos recursos marinhos e outros recursos aquáticos – com grande potencial para uma Economia Azul. Actualmente, o país não está a explorar este potencial de forma sustentável devido aos baixos investimentos em I&I na aquacultura, pescas, mineração
- Texto do artigo, página 12: costeira e turismo costeiro. A informação sobre o estado da Economia Azul em Moçambique é muito escassa, embora haja um crescente interesse internacional e atenção política para aumentar os investimentos neste sector. Para o efeito, o GdM deverá promover acções estratégicas com vista a fortalecer as capacidades científicas e tecnológicas do país para a Economia Azul e Economia Circular.
- Texto do artigo, página 12: v. Fortalecimento das capacidades de I&I para gestão de recursos naturais
- Texto do artigo, página 12: A diversidade biológica é um dos pilares da economia de Moçambique e do seu tecido sócio-cultural. Cerca de 70% da população do país depende directamente da biodiversidade para a sua subsistência. A diversidade biológica também faz parte do património sociocultural das comunidades em Moçambique. No entanto, o País está perdendo a sua diversidade biológica em taxas relativamente altas. O rápido desenvolvimento económico do país nos últimos cinco anos ditou uma forte pressão sobre a biodiversidade. O investimento nos sectores de infra-estrutura, mineração (carvão e minerais), agricultura (principalmente comercial em grande escala), florestas (plantações florestais de espécies exóticas e extracção selectiva de espécies nativas) e pesca ilegal e comércio de animais selvagens resultaram em perda considerável da diversidade biológica.
- Texto do artigo, página 12: Reconhecendo os valores da biodiversidade, Moçambique ratificou a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB, Resolução 2/94) e assinou o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança (Resolução nº 11/2001) e o Protocolo de Nagoya sobre Acesso a Recursos Genéticos e a Partilha Justa e Equitativa dos Benefícios Decorrentes da sua Utilização (ABS). No centro deste reconhecimento, tem havido um progresso constante de desenvolvimento de instrumentos legais nacional, expressos em leis, regulamentos, estratégias e planos de acção de conservação da biodiversidade em várias áreas, tais como: a Lei do Ambiente (Lei n. 20/1997), Lei de Protecção, Conservação e Uso Sustentável da Diversidade Biológica (Lei n. 5/2017), Lei de Florestas e Fauna Bravia (Lei n. 10/99), Estratégia e Plano de Acção para a Conservação da Diversidade Biológica em Moçambique (20152035), e o Regulamento de Avaliação do Impacto Ambiental (Decreto n.o 45/2004) entre outros instrumentos. Para melhorar a conservação e o uso sustentável da diversidade biológica em Moçambique, o GdM deve entre outras acções, realizar monitoria e avaliação dos programas nacionais, incrementar o investimento para a investigação em ciência e tecnologias de conservação e estabelecer uma rede de bancos genéticos com equipamentos modernos.
- Texto do artigo, página 12: vi. Melhoria ou promoção da inovação inclusiva
- Texto do artigo, página 12: Uma das grandes prioridades do GdM é aumentar a participação de mulheres, raparigas, comunidades excluídas e pessoas com várias deficiências na CTI. O GdM sempre se preocupou com o facto de o SNCTI ter sido historicamente configurado para ser uma elite que atende aos interesses de poucos pesquisadores e de não estar alinhado a diversidade linguística e cultural do país, dinâmicas populacionais, promoção da paz, equidade de género.
- Texto do artigo, página 12: Portanto, o SNCTI não se concentra adequadamente nos problemas de comunidades e grupos sociais marginalizados. Além disso, o conhecimento e as tecnologias das comunidades locais e indígenas não foram devidamente integrados no SNCTI. Investimentos muito limitados em I&I servem para buscar soluções para problemas de pessoas com deficiência, necessidades especiais de mulheres, raparigas e idosos. Para promover a inovação inclusiva, o GdM deve tomar medidas de envolvimento da sociedade civil e os grupos excluídos na política e no planeamento de CTI, para que as suas necessidades e preocupações estejam reflectidas nos investimentos em I&I incluindo infraestruturas digitais e de comunicação para facilitar o acesso à informação e ao conhecimento.
- Texto do artigo, página 13: 3.5.4. Pilar 4: Fortalecimento do Ecossistema de Inovação O objectivo geral deste pilar é construir e usar as capacidades
- Texto do artigo, página 13: de inovação de Moçambique para estimular a industrialização sustentável e inclusiva de acordo com o ODS 9. Os resultados esperados são:
- Número ou marcador, página 13: a) criada uma rede dinâmica e fortemente conectada de empresas (startups), particularmente PME’s, produzindo, comercializando e exportando produtos, processos e serviços intensivos em tecnologia de alta qualidade;
- Número ou marcador, página 13: b) estabelecidas fortes ligações entre empresas estrangeiras e PME’s locais, que estão activamente envolvidas em acordos de transferência e/ou aquisição de tecnologia; e
- Número ou marcador, página 13: c) melhorado o ecossistema de starups inovadoras, incubadas e transformadas em PME´s, e grandes empresas a criar empregos e a contribuir para o PIB do país.
- Texto do artigo, página 13: De modo a atingir os resultados acima enumerados, serão implementadas as seguintes intervenções estratégicas:
- Texto do artigo, página 13: i. fortalecimento dos parques científicos e tecnológicos nacionais; e ii. apoio às PME’s na prospecção e inovação tecnológica.
- Texto do artigo, página 13: i. Fortalecimento dos Parques Científicos e Tecnológicos Nacionais
- Texto do artigo, página 13: Em 2008, o GdM lançou o processo de criação de quatro parques de Ciência e Tecnologia no País. O primeiro Parque de Ciência e Tecnologia foi criado pelo Decreto n° 6/2012, de 10 de Maio, em Maluana, distrito de Manhiça, para incubar empresas (startups), dotando-as de infra-estruturas, conhecimento e serviços de gestão. O Parque de Ciência e Tecnologia de Maluana abriga o Centro de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico (CITD) que é apoiado pelo Governo da Índia. O CITD é um centro de dados e uma incubadora de startups, e a sua infra-estrutura precisa ser reformada e modernizada. Nesta senda, o GdM precisa de prosseguir com o plano de criação de mais três dos referidos Parques de C&T, estabelecer um mecanismo que garanta a sustentabilidade dos Parques de C&T, com ênfase na incubação de empresas de base tecnológica.
- Texto do artigo, página 13: ii. Apoio às PME’s na prospecção e inovação tecnológica
- Texto do artigo, página 13: As empresas, em particular as PME’s, são o lugar da inovação tecnológica e actores-chave na diversificação da economia de Moçambique. As empresas (privadas e estatais) são agências importantes para aquisição e introdução de novas tecnologias na economia, bem como para actualização de tecnologias antigas. O GdM introduziu uma vasta gama de medidas de apoio à criação e desenvolvimento de empresas. Com vista a apoiar as empresas na aquisição e utilização de novas tecnologias, o GdM deverá estabelecer um quadro legal para apoiar os startups e tecnologias locais, e estabelecer incentivos fiscais para a prospecção e posterior adopção, pelas PME’s, de tecnologias modernas e inovadoras.
- Texto do artigo, página 13: 3.5.5. Pilar 5: Fortalecimento do Capital Humano Nacional O Objectivo deste pilar é expandir as capacidades humanas
- Texto do artigo, página 13: para I&I e aumentar significativamente a produtividade dos investigadores. Os resultados esperados são:
- Número ou marcador, página 13: a) educação e formação em CTEM reconfiguradas e bem alinhadas com as necessidades nacionais;
- Número ou marcador, página 13: b) aumentado o número do pessoal de investigação, a tempo inteiro, em institutos, centros e universidades de I&D; e
- Número ou marcador, página 13: c) incrementado o número de mulheres em profissões de CTEM e triplicado número de raparigas matriculadas em cursos de CTEM.
- Texto do artigo, página 13: De modo a atingir os resultados acima enumerados, serão implementadas as seguintes intervenções estratégicas:
- Texto do artigo, página 13: i. revisão e expansão da educação e formação em CTEM; ii. aumento do pessoal de I&D a tempo inteiro; e iii. aumento do número de mulheres e raparigas em CTEM.
- Texto do artigo, página 13: i. Revisão e Expansão da Educação e formação em CTEM O crescimento do SNCTI de Moçambique e a transição
- Texto do artigo, página 13: para uma economia orientada para a inovação são limitados pela escassez de competências essenciais e investigadores a tempo inteiro em disciplinas ou domínios de CTEM. Embora tenha havido uma expansão da educação básica e superior nas últimas duas décadas, esta não resultou na criação de habilidades adequadas para o mercado do País. Há também a necessidade de treinamento ou formação adicional dos investigadores do SNCTI para equipá-los com novas habilidades necessárias para a realização da investigação científica e desenvolvimento do empreendedorismo, tendo em conta a era digital. Para enfrentar os desafios associados ao desenvolvimento de habilidades,
- Texto do artigo, página 13: o GdM deverá desenvolver uma estratégia de revisão, integração e expansão da CTEM nos programas educacionais e de formação nos diferentes subsistemas de ensino, garantir a formação de quadros especializados a todos os níveis do conhecimento técnicocientífico e dotá-los com competências e habilidades adequadas para o desenvolvimento da CTI, com ênfase para as disciplinas ou domínios de CTEM. ii. Aumento do pessoal de I&D a tempo inteiro
- Texto do artigo, página 13: Conforme afirmado anteriormente, Moçambique precisa aumentar consideravelmente a quantidade de pessoal a tempo inteiro em I&D em vários domínios ou na CTI. A maior parte do pessoal envolvido em I&D também se dedica ao ensino em universidades públicas e, em alguns casos, presta consultoria privada que não está directamente ligada às prioridades nacionais de I&D. Também há poucas informações sobre a distribuição do pessoal de investigação em diferentes campos de I&D. Isso dificulta o planeamento ou a priorização do desenvolvimento de recursos humanos. De forma a elevar a quantidade de pessoal de investigação a tempo inteiro, o GdM deverá garantir a retenção de quadros especializados na Função Pública, através da criação de um instrumento legal que cria incentivos para o pessoal de I&D e outros mecanismos de valorização dos investigadores científicos.
- Texto do artigo, página 13: iii. Aumento do número de mulheres e raparigas em CTEM A população de mulheres envolvidas em actividades
- Texto do artigo, página 13: de CTEM e de raparigas inscritas em cursos de CTEM é relativamente reduzida quando comparada com a de homens e rapazes em Moçambique. Em geral, mulheres e raparigas carecem desproporcionalmente de acesso ao ensino superior no País, embora a situação tenha melhorado na última década. O baixo acesso à educação deve-se em grande parte a factores socioculturais que incentivam as raparigas ao casamento prematuro e a maioria das mulheres a ficar em casa cuidando da casa. De acordo com estatísticas recentes, as mulheres constituem menos de 30% da força de trabalho em CTEM e menos de 25% da população de estudantes matriculados em CTEM são raparigas. Esta é uma grande fonte de preocupação, uma vez que o País está atrasado no cumprimento dos ODS 4 e 5. Deste modo, com vista a aumentar a participação de mulheres e raparigas em CTEM, o GdM deve implementar programas de educação e sensibilização para combater os estereótipos de género que associam a CTEM aos homens, programas de mentoria e de apoio à carreira para mulheres e raparigas em CTEM, incentivos para mulheres e raparigas que desejam estudar CTEM bem como promover uma cultura de inclusão e respeito nas escolas e instituições de ensino para que as mulheres e raparigas se sintam acolhidas e encorajadas a seguir carreiras em CTEM.
- Texto do artigo, página 14: 3.5.6. Pilar 6: Promoção de Parcerias Internacionais em CTI
- Texto do artigo, página 14: O objectivo geral deste pilar é fortalecer e usar parcerias (ou cooperação) internacionais (bilaterais, regionais, continentais e globais) em CTI, a fim de desenvolver o SNCTI de Moçambique e aproveitar a CTI para o desenvolvimento nacional sustentável. Os resultados esperados são:
- Número ou marcador, página 14: a) melhorada a capacidade nacional para participar nas negociações multilaterais de CTI;
- Número ou marcador, página 14: b) incrementado o financiamento internacional de I&I para Moçambique;
- Número ou marcador, página 14: c) envolvidos mais activamente os investigadores e técnicos do País em projectos e/ou programas internacionais de I&D; e
- Número ou marcador, página 14: d) moçambique activo na prospecção de tecnologia e acordos de aquisição e transferência de tecnologia.
- Texto do artigo, página 14: De modo a atingir os resultados acima enumerados, serão implementadas as seguintes intervenções estratégicas:
- Texto do artigo, página 14: i. desenvolvimento da capacidade nacional de diplomacia científica; e ii. fortalecimento da cooperação em CTI.
- Texto do artigo, página 14: i. Desenvolvimento da capacidade nacional de diplomacia científica
- Texto do artigo, página 14: A diplomacia científica (ou em CTI em geral) emergiu como um campo-chave na cooperação internacional e na política externa. Cada vez mais, as questões de CTI estão a tornar-se proeminentes nas negociações e relações internacionais em áreas como comércio, meio ambiente, saúde, mudança climática e segurança, para além de que a política externa também está moldando a política de CTI de várias maneiras. Devido a esses desenvolvimentos, os países precisam de medidas e capacidades deliberadas para a diplomacia de CTI. Para o efeito, o GdM deverá aprimorar as estratégias existentes para elevar a capacidade nacional de diplomacia ao nível da CTI.
- Texto do artigo, página 14: ii. Fortalecimento da cooperação em CTI
- Texto do artigo, página 14: As colaborações regionais e internacionais e as parcerias estratégicas de pesquisa e inovação relacionadas são importantes para o crescimento do SNCTI de Moçambique. As colaborações internacionais permitem que os países e seus cientistas tenham acesso a fontes globais de conhecimentos científicos e técnicos, desenvolvam capacidades e tenham acesso a novas tecnologias. Permitem ainda que os países explorem economias de escala compartilhando recursos, instalações e perícia.
- Texto do artigo, página 14: Moçambique participa na Comunidade de Desenvolvimento da Africa Austral (SADC), União Africana (UA), Organização das Nações Unidas (ONU), Comunidade dos Países da Língua Portuguesa (CPLP), Comunidade das Nações (COMMONWEALTH), Conjunto Político-Cultural de Falantes de Francês (FRANCOFONIA), e outros programas internacionais de CTI. Moçambique também é um país membro do Banco Islâmico de Desenvolvimento, que possui um Programa de Cooperação para a Implantação de Tecnologias (TDCP), de modo a ajudar os países membros a aproveitar as soluções tecnológicas através da cooperação, para enfrentar os desafios do desenvolvimento, através da combinação de subvenções tendo
- Texto do artigo, página 14: em conta o financiamento disponível, de modo a reduzir o custo do financiamento.
- Texto do artigo, página 14: Neste contexto, o país incorre em obrigações ao abrigo do Protocolo de CTI da SADC, do STISA-2024 da UA, dos ODS e várias convenções e programas da ONU. No entanto, não alavancou estratégica e adequadamente as colaborações ou a cooperação regional e internacional para fortalecer o SNCTI e aproveitar a CTI para o desenvolvimento sustentável. Para o efeito, o GdM deverá fortalecer os mecanismos de operacionalização das parcerias regionais e internacionais, tendo em vista o crescimento do SNCTI de Moçambique. Através de uma abordagem integrada, Moçambique pode fortalecer a sua posição no cenário internacional de CTI e contribuir para o desenvolvimento económico e social do país.
- Número ou marcador, página 14: 4. Estratégia de Implementação (2024-2033)
- Texto do artigo, página 14: A Estratégia de Implementação, com horizonte de 10 anos, resulta da necessidade de materialização e de desenvolvimento das intervenções e acções estratégicas resultantes da PCTI. A mesma assenta em seis pilares apresentando os respectivos objectivos estratégicos que, por sua vez, se desdobram em intervenções pelas quais se concretizam as acções estratégicas.
- Texto do artigo, página 14: A Estratégia será implementada por todos os actores do SNCTI, sob a coordenação da Unidade Orgânica do MCTES, que responde pelas políticas e estratégias de CTI, e a orientação geral do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia.
- Texto do artigo, página 14: A Estratégia para a implementação da PCTI será realizada por meio de uma Matriz Estratégica, que será da responsabilidade conjunta de vários actores do SNCTI. Para o efeito, será elaborado um Plano Anual de Actividades e Orçamento (PdAO), de forma integrada, de acordo com as directrizes do GdM.
- Texto do artigo, página 14: A Estratégia para a Implementação da PCTI está enunciada numa matriz estratégica, desenhada para cada um dos seus seis (6) Pilares. A matriz apresenta as intervenções estratégicas e as respectivas acções. Para cada uma das acções estratégicas é apresentado o órgão do Governo responsável pela execução e harmonização da mesma e o respectivo grau de prioridade.
- Texto do artigo, página 14: O grau de prioridade das acções que constam da matriz possui três escalões:
- Texto do artigo, página 14: a)prioridade Alta: a acção estratégica deve ser implementada nos três primeiros anos de implementação da Política de CTI (2024-2026);
- Número ou marcador, página 14: b) prioridade Média: a acção estratégica deve ser implementada entre o quarto e o sétimo ano de implementação da Política de CTI (2027-2030), c)prioridade Baixa: a acção estratégica deve ser implementada do oitavo ao décimo ano de implementação da Política de CTI (2031-2033).
- Texto do artigo, página 14: 4.1. Alinhamento entre os Pilares, Objectivos Específicos e Intervenções Estratégicas
- Texto do artigo, página 14: A tabela 1 apresenta o alinhamento entre os Pilares, Objectivos Específicos e Intervenções Estratégicas. Para cada pilar são identificadas várias intervenções estratégicas, num total de 25, que concorrem para materialização dos objectivos específicos da PCTI.
- Texto do artigo, página 15: Tabela 1: Alinhamento entre os Pilares, Objectivos Específicos e Intervenções Estratégicas
- Texto do artigo, página 15: Pilares
Objectivos Específicos
Intervenções Estratégicas
Fortalecimento do Sistema Nacional de CTI
Fortalecer a estrutura de Governação da CTI de modo a facilitar a coordenação do SNCTI em todos os sectores de desenvolvimento
1
Fortalecimento da coordenação e das ligações institucionais
2
Fortalecimento dos mecanismos e instrumentos financeiros
3
Desenvolvimento da compreensão e o apoio do público para a CTI
4
Fortalecimento dos órgãos de consulta e assessoria do Governo em CTI
5
Melhoria das políticas e do quadro regulatório
6
Estabelecimento de um Observatório Nacional de CTI
7
Fortalecimento das infra-estruturas de I&D
Fortalecimento da aptidão para utilizar Tecnologias de Ponta
Promover a utilização de tecnologias avançadas e digitais, em sectores chave da economia, para aumentar a produtividade, a eficiência e a competitividade das empresas Moçambicanas.
8
Desenvolvimento de uma estratégia nacional para a 4IR (Quarta Revolução Industrial)
9
Desenvolvimento de uma estratégia nacional para biotecnologia e biociências modernas
10
Fortalecimento das capacidades em nanotecnologia e nanociência
11
Desenvolvimento de uma estratégia nacional para a IA alinhada com a Ética
12
Desenvolvimento e fortalecimento das capacidades interventivas das Ciências Sociais e Humanas na I&D
Promoção da CTI para a Transformação Digital da Sociedade
Alavancar e conduzir a I&I de modo a resolver os desafios sociais prementes e atingir a transformação social e digital, concentrando-se nas prioridades nacionais.
13
Fortalecimento da I&I agrária para erradicar a fome e a desnutrição
14
Fomento da Investigação e Inovação em Saúde
15
Promoção da Transferência e Adopção de Tecnologias Limpas e Resilientes às Mudanças Climáticas
16
Construção de uma Economia Azul e de uma Economia Circular
17
Fortalecimento das capacidades de I&I para gestão de recursos naturais
18
Melhoria ou promoção da inovação inclusiva
Fortalecimento do Ecossistema de Inovação
Fortalecer a inovação e o empreendedorismo tecnológico e digital, para o aumento da produção e industrialização, com ênfase na capacitação das PME’s a nível nacional.
19
Fortalecimento dos Parques Científicos e Tecnológicos nacionais para empresas de Base Tecnologia
20
Apoio às PME’s na prospecção e inovação tecnológica
Fortalecimento do Capital Humano Nacional
Fortalecer a capacidade científica e tecnológica do país por meio da formação do capital humano, com ênfase para o aumento de mulheres e raparigas nos cursos de CTEM.
21
Educação e Formação em CTEM
22
Aumento do pessoal de I&D a tempo inteiro
23
Aumento do número de mulheres e raparigas em CTEM
Promoção de Parcerias Internacionais em CTI
Fortalecer e potenciar a cooperação bilateral, regional, continental e internacional, em CTI, de modo a promover os interesses nacionais de Moçambique, cumprindo, simultaneamente, as obrigações externas.
24
Desenvolvimento da capacidade nacional de diplomacia científica
25
Fortalecimento da cooperação em CTI
Pilares Objectivos Específicos Intervenções Estratégicas Fortalecimento do Sistema Nacional de CTI Fortalecer a estrutura de Governação da CTI de modo a facilitar a coordenação do SNCTI em todos os sectores de desenvolvimento 1 Fortalecimento da coordenação e das ligações institucionais 2 Fortalecimento dos mecanismos e instrumentos financeiros 3 Desenvolvimento da compreensão e o apoio do público para a CTI 4 Fortalecimento dos órgãos de consulta e assessoria do Governo em CTI 5 Melhoria das políticas e do quadro regulatório 6 Estabelecimento de um Observatório Nacional de CTI 7 Fortalecimento das infra-estruturas de I&D Fortalecimento da aptidão para utilizar Tecnologias de Ponta Promover a utilização de tecnologias avançadas e digitais, em sectores chave da economia, para aumentar a produtividade, a eficiência e a competitividade das empresas Moçambicanas. 8 Desenvolvimento de uma estratégia nacional para a 4IR (Quarta Revolução Industrial) 9 Desenvolvimento de uma estratégia nacional para biotecnologia e biociências modernas 10 Fortalecimento das capacidades em nanotecnologia e nanociência 11 Desenvolvimento de uma estratégia nacional para a IA alinhada com a Ética 12 Desenvolvimento e fortalecimento das capacidades interventivas das Ciências Sociais e Humanas na I&D Promoção da CTI para a Transformação Digital da Sociedade Alavancar e conduzir a I&I de modo a resolver os desafios sociais prementes e atingir a transformação social e digital, concentrando-se nas prioridades nacionais. 13 Fortalecimento da I&I agrária para erradicar a fome e a desnutrição 14 Fomento da Investigação e Inovação em Saúde 15 Promoção da Transferência e Adopção de Tecnologias Limpas e Resilientes às Mudanças Climáticas 16 Construção de uma Economia Azul e de uma Economia Circular 17 Fortalecimento das capacidades de I&I para gestão de recursos naturais 18 Melhoria ou promoção da inovação inclusiva Fortalecimento do Ecossistema de Inovação Fortalecer a inovação e o empreendedorismo tecnológico e digital, para o aumento da produção e industrialização, com ênfase na capacitação das PME’s a nível nacional. 19 Fortalecimento dos Parques Científicos e Tecnológicos nacionais para empresas de Base Tecnologia 20 Apoio às PME’s na prospecção e inovação tecnológica Fortalecimento do Capital Humano Nacional Fortalecer a capacidade científica e tecnológica do país por meio da formação do capital humano, com ênfase para o aumento de mulheres e raparigas nos cursos de CTEM. 21 Educação e Formação em CTEM 22 Aumento do pessoal de I&D a tempo inteiro 23 Aumento do número de mulheres e raparigas em CTEM Promoção de Parcerias Internacionais em CTI Fortalecer e potenciar a cooperação bilateral, regional, continental e internacional, em CTI, de modo a promover os interesses nacionais de Moçambique, cumprindo, simultaneamente, as obrigações externas. 24 Desenvolvimento da capacidade nacional de diplomacia científica 25 Fortalecimento da cooperação em CTI - Texto do artigo, página 15: 4.2 Matriz Estratégica para implementação da PCTI
- Texto do artigo, página 15: A tabela 2 apresenta a matriz estratégica para implementação da Política de CTI, que reflecte o desdobramento dos seis (6) pilares em 25 intervenções estratégicas e 133 acções. Em cada pilar apresenta-se o objectivo estratégico, a intervenção estratégica, as acções correspondentes e o resultado esperado, com a indicação dos indicadores, metas, num um horizonte temporal de dez anos, e incluindo as responsabilidades de cada interveniente-chave do SNCTI.
- Texto do artigo, página 16: PILAR 1: Fortalecimento do Sistema Nacional de CTI Objectivo de desenvolvimento sustentável Visão de modo a tornar ... inclusivo, de participação equitativa, dinâmico, resiliente e produtivo, a fim de potenciar a CTI com Intervenção Estratégica 1: Fortalecimento da coordenação e das ligações institucionais Meta
- Texto do artigo, página 16: PILAR1:FortalecimentodoSistemaNacionaldeCTI
Objectivo:DesenvolveroSNCTIdemodoatorná-lomaisinclusivo,departicipaçãoequitativa,dinâmico,resilienteeprodutivo,afimdepotenciaraCTIcom
vistaaodesenvolvimentosustentável.
IntervençãoEstratégica1:Fortalecimentodacoordenaçãoedasligaçõesinstitucionais
Interveniente
Ministérios
Sectoriais
MIC
Câmarade
Comércio
MISAU
MIREME
MTA
SEETP
MEF
MIC
SEJE
Responsável
MCTES
DNCTI
MCTES
MCTES
Meta
PRIORIDADE
BAIXA
2033
1
2032
2031
1
PRIORIDADEMÉDIA
2030
2029
1
2028
2027
1
PRIORIDADE
ALTA
2026
2025
1
1
2024
1
Indicador
Comité
Interministerial
estabelecido
Nr.desessões
realizadas
Programade
parceria
estabelecido
Acção
Estratégica
1.1.Estabelecer
umcomité
interministerial,
relativoaCTI,
demodoa
conseguiruma
maiorcoesão
entresectorese
assegurarquea
CTIseja
integradaebem
coordenadano
Governo.
1.2.Realizar
mesasredondas
bianuaisdo
sectorpúblico-
privado,sobrea
CTI,em
colaboraçãocom
outras
Instituições
1.3.Estabelecer
umprogramade
parceria,emI&I,
entreIES-
Resultado
Esperado
UmSNCTI
bem
conectadoe
articulado
comtodos
actoresde
investigação
einovaçãoe
suas
actividades
ligadaseem
redede
formaeficaz
PILAR1:FortalecimentodoSistemaNacionaldeCTI Objectivo:DesenvolveroSNCTIdemodoatorná-lomaisinclusivo,departicipaçãoequitativa,dinâmico,resilienteeprodutivo,afimdepotenciaraCTIcom vistaaodesenvolvimentosustentável. IntervençãoEstratégica1:Fortalecimentodacoordenaçãoedasligaçõesinstitucionais Interveniente Ministérios Sectoriais MIC Câmarade Comércio MISAU MIREME MTA SEETP MEF MIC SEJE Responsável MCTES DNCTI MCTES MCTES Meta PRIORIDADE BAIXA 2033 1 2032 2031 1 PRIORIDADEMÉDIA 2030 2029 1 2028 2027 1 PRIORIDADE ALTA 2026 2025 1 1 2024 1 Indicador Comité Interministerial estabelecido Nr.desessões realizadas Programade parceria estabelecido Acção Estratégica 1.1.Estabelecer umcomité interministerial, relativoaCTI, demodoa conseguiruma maiorcoesão entresectorese assegurarquea CTIseja integradaebem coordenadano Governo. 1.2.Realizar mesasredondas bianuaisdo sectorpúblico- privado,sobrea CTI,em colaboraçãocom outras Instituições 1.3.Estabelecer umprogramade parceria,emI&I, entreIES- Resultado Esperado UmSNCTI bem conectadoe articulado comtodos actoresde investigação einovaçãoe suas actividades ligadaseem redede formaeficaz - Texto do artigo, página 16: Interveniente Responsável PRIORIDADE BAIXA PRIORIDADE MÉDIA PRIORIDADE ALTA 2033 2032 2031 2030 2029 2028 2027 2026 2025 2024 Indicador
- Texto do artigo, página 16: Objesilienteeprodutivo,afimdepotenciaraCTIcom
- Texto do artigo, página 16: Esp ResponsávelInterveniente
- Texto do artigo, página 16: DNCTI Ministérios
- Texto do artigo, página 16: Câmarade
- Texto do artigo, página 16: Sectoriais
- Texto do artigo, página 16: Comércio
- Texto do artigo, página 16: MIREME
- Texto do artigo, página 16: MISAU
- Texto do artigo, página 16: MCTESSEETP
- Texto do artigo, página 16: 11MCTESMIC
- Texto do artigo, página 16: MTA
- Texto do artigo, página 16: MEF
- Texto do artigo, página 16: MIC
- Texto do artigo, página 16: SEJE
- Texto do artigo, página 16: MCTES
- Texto do artigo, página 16: PRIORIDADE
- Texto do artigo, página 16: BAIXA
- Texto do artigo, página 16: Tabela2:MatrizEstratégicadeImplementaçãodaPCTI
- Texto do artigo, página 16: bem
- Texto do artigo, página 16: artic
- Texto do artigo, página 16: com
- Texto do artigo, página 16: acto
- Texto do artigo, página 16: inve
- Texto do artigo, página 16: suas
- Texto do artigo, página 16: rede
- Texto do artigo, página 16: form
- Texto do artigo, página 16: PIL
- Texto do artigo, página 16: vist
- Texto do artigo, página 16: Inte
- Texto do artigo, página 16: Res
- Texto do artigo, página 16: Um
- Texto do artigo, página 16: con
- Texto do artigo, página 16: ein
- Texto do artigo, página 16: acti
- Texto do artigo, página 16: liga
- Texto do artigo, página 17: IES
Sector
privado
MCTES
MINEDH
IES
IIC
SEETP
MTC
MCTES
MTC
INTIC
INAGE
INAGE
250
20%
250
0%
250
0%
250
0%
245
25%
240
0%
235
0%
230
20%
220
0%
208
100%
Nr.decampus
deinstituições
deensino
superior,IIC
conectadas;
%de
incrementoda
larguradebanda
(Gbps)
Indústria-ETP,
paraqueas
empresas
privadas
financiemas
actividadesde
I&Ieaformação
emIESpúblicas
eprivadas,IICe
ETP,atravésde
incentivose
benefícios
fiscais.
1.4.Consolidara
MoRENet
(expansãoe
aumentode
bandalarga)
IES Sector privado MCTES MINEDH IES IIC SEETP MTC MCTES MTC INTIC INAGE INAGE 250 20% 250 0% 250 0% 250 0% 245 25% 240 0% 235 0% 230 20% 220 0% 208 100% Nr.decampus deinstituições deensino superior,IIC conectadas; %de incrementoda larguradebanda (Gbps) Indústria-ETP, paraqueas empresas privadas financiemas actividadesde I&Ieaformação emIESpúblicas eprivadas,IICe ETP,atravésde incentivose benefícios fiscais. 1.4.Consolidara MoRENet (expansãoe aumentode bandalarga) - Texto do artigo, página 17: MINEDH
- Texto do artigo, página 17: privado
- Texto do artigo, página 17: 250250250250INAGEMCTES
- Texto do artigo, página 17: 0%0%0%20%INAGEMCTES
- Texto do artigo, página 17: SEETP
- Texto do artigo, página 17: INTIC
- Texto do artigo, página 17: Sector
- Texto do artigo, página 17: MTC
- Texto do artigo, página 17: MTC
- Texto do artigo, página 17: IES
- Texto do artigo, página 17: IES
- Texto do artigo, página 17: IIC
- Texto do artigo, página 18: IntervençãoEstratégica2:Fortalecimentodosmecanismoseinstrumentosfinanceiros
Interveniente
MEF
Sector
Produtivo
Parceirosde
Cooperação
MEF
Sector
Produtivo
Parceirosde
Cooperação
MEF
MIC
MICULTUR
MINEC
MEF
Responsável
FNI
FNI
MCTES
MCTES
Meta
PRIORIDADE
BAIXA
2033
2032
2031
PRIORIDADE
MÉDIA
2030
2029
10%
2028
2027
PRIORIDADE
ALTA
2026
1
10%
2025
1
2024
1
Indicador
Quadroinstitucional
revistoeaprovado
Estratégiade
mobilizaçãoe
financiamento
desenvolvida
Quadrolegalde
incentivosfiscaise
subsídiosestabelecido
%deincrementode
participaçõesem
programaspor
Moçambique
AcçãoEstratégica
2.1.Reveroquadro
institucionaldoFNI
comvistaa
desenvolveruma
estratégiade
mobilizaçãode
financiamentopúblico
eprivadoanívellocal
einternacionalpara
CTI
2.2.Estabelecerum
quadrolegalde
incentivosfiscaise
subsídiosà
Investigaçãoe
Desenvolvimento
(I&D)empresarial,
comrealceparaaIAe
tecnologiasdigitais
emergentes.
2.3.Incrementara
participaçãode
Moçambiqueem
programaspan-
africanose
internacionaisdeCTI
paraalavancar
recursospara
Resultado
Esperado
Pelomenos
1%doPIBe
investidoem
I&D
IntervençãoEstratégica2:Fortalecimentodosmecanismoseinstrumentosfinanceiros Interveniente MEF Sector Produtivo Parceirosde Cooperação MEF Sector Produtivo Parceirosde Cooperação MEF MIC MICULTUR MINEC MEF Responsável FNI FNI MCTES MCTES Meta PRIORIDADE BAIXA 2033 2032 2031 PRIORIDADE MÉDIA 2030 2029 10% 2028 2027 PRIORIDADE ALTA 2026 1 10% 2025 1 2024 1 Indicador Quadroinstitucional revistoeaprovado Estratégiade mobilizaçãoe financiamento desenvolvida Quadrolegalde incentivosfiscaise subsídiosestabelecido %deincrementode participaçõesem programaspor Moçambique AcçãoEstratégica 2.1.Reveroquadro institucionaldoFNI comvistaa desenvolveruma estratégiade mobilizaçãode financiamentopúblico eprivadoanívellocal einternacionalpara CTI 2.2.Estabelecerum quadrolegalde incentivosfiscaise subsídiosà Investigaçãoe Desenvolvimento (I&D)empresarial, comrealceparaaIAe tecnologiasdigitais emergentes. 2.3.Incrementara participaçãode Moçambiqueem programaspan- africanose internacionaisdeCTI paraalavancar recursospara Resultado Esperado Pelomenos 1%doPIBe investidoem I&D - Texto do artigo, página 18: Intervenção Estratégica 2: Fortalecimento dos mecanismos e instrumentos financeiros
- Texto do artigo, página 18: Interv
- Texto do artigo, página 18: Resultado Esperado Acção Estratégica Indicador 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033 Responsável Interveniente
- Texto do artigo, página 18: Espera ResponsávelInterveniente
- Texto do artigo, página 18: Parceirosde
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- Resolução n.º 39/2024 CONSELHO DE MINISTROS