Resolução n.º 44/2016

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Texto do artigo · p. 17 O PIB de Malawi tem estado a crescer (5,0% em 2013 e 6,1% em 2014) principalmente graças ao aumento da exportação de tabaco e ao crescimento contínuo dos sectores da agricultura, indústria e serviços. Por outro lado, o país é altamente dependente dos produtos importados.
Texto do artigo · p. 17 As exportações e importações de Malawi actualmente dependem do Porto da Beira, Porto de Durban, Porto de Dar-esSalaam e Porto de Nacala. O Porto da Beira é o mais próximo de Malawi e manuseia a maior quantidade de cargas em trânsito provenientes de Malawi. No entanto, o Porto da Beira atingirá a sua capacidade máxima num curto prazo. Desta forma, esperase que o Porto de Nacala, por ser o segundo mais próximo de Malawi, assuma uma grande parte da crescente demanda de carga de proveniência de Malawi no futuro.
Texto do artigo · p. 17 Visto que os principais parceiros comerciais de Malawi são, além de países da Europa, da América do Norte e da África, a Índia, a China e a Coreia do Sul, os portos localizados na costa leste da África apresentam um grande potencial para o comércio internacional com tais nações. Isto poder-se-á concretizar graças à melhoria da Linha Férrea do Corredor de Nacala que liga Malawi ao Porto de Nacala.
Texto do artigo · p. 17 (752.000km2) e aproximadamente sete vezes maior que a de Malawi (119.000km2). A densidade populacional de Malawi, de 125 habitantes por km2, é bem maior que a dos outros países, inclusive a de Moçambique que é de 29 habitantes por km2. A urbanização em Moçambique é relativamente elevada, com uma taxa de 38%.
Texto do artigo · p. 17 crescimento do PIB entre os sete países, de 7,8% ao ano no período de 2000 a 2010. O PIB per capita de Moçambique, de 394 dólares em 2010, é o segundo mais baixo, seguido de Malawi, com 339 dólares americanos.
Texto do artigo · p. 17 A África do Sul se destaca pelo tamanho da sua economia. O seu PIB, de 363 biliões de dólares americanos em 2010, é cerca de 38 vezes maior do que o de Moçambique, com 9,6 biliões de dólares americanos. Moçambique experimentou o maior crescimento do PIB entre os sete países, de 7,8% ao ano no período de 2000 a 2010. O PIB per capita de Moçambique, de 394 dólares em 2010, é o segundo mais baixo, seguido de Malawi, com 339 dólares americanos.
Texto do artigo · p. 17 O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Moçambique, de 0,327, foi o mais baixo, encontrando-se no 185º lugar entre os 187 países do mundo. A taxa de analfabetismo de 55% e a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos de idade, com 135 mortes entre 1.000 nascimentos, também foram os piores entre os sete países.
Texto do artigo · p. 17 O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Moçambique, de 0,327, foi o mais baixo, encontrando-se no 185º lugar entre os 187 países do mundo. A taxa de analfabetismo de 55% e a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos de idade, com 135 mortes entre 1.000 nascimentos, também foram os piores entre os sete países.
Texto do artigo · p. 17 2.3 Características Espaciais de Moçambique, Malawi e Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 17 Esta secção analisa com mais detalhes a situação espacial actual das áreas ao longo do Corredor de Nacala, em Moçambique, Malawi e Zâmbia.
Texto do artigo · p. 17 Esta secção analisa com mais detalhes a situação espacial actual das áreas ao longo do Corredor de Nacala, em Moçambique, Malawi e Zâmbia.
Texto do artigo · p. 17 O PIB de Malawi tem estado a crescer (5,0% em 2013 e 6,1% em 2014) principalmente
Texto do artigo · p. 17 2.3.2 Zâmbia e o Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 17 Com uma população urbana e um PIB muito maiores que Malawi, a Zâmbia tem um potencial ainda maior para desenvolver o Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem dependido pesadamente da mineração de cobre e do comércio internacional, em particular, com a Europa e a China. Os principais produtos de exportação da Zâmbia incluem cobre, produtos de processamento metalúrgico, açúcar, produtos químicos e cimento. Aproximadamente um terço das exportações da Zâmbia vai para a Europa (principalmente a Suíça), outro um terço, para países Africanos e o restante, para a China e nações do Oriente Médio, entre outros destinos. Os portos actualmente usados pela Zâmbia incluem o Porto de Dar-es-Salaam, o Porto de Durban e o Porto da Beira. A Zâmbia possui uma estratégia que visa a diversificação das rotas e portos para carga em trânsito, com o uso do Porto de Walvis Bay e do Porto de Nacala. No âmbito desta estratégia, foi construído um troço ferroviário ligando Chipata à linha férrea de Malawi. A Cidade de Chipata é a capital e o centro comercial da Província Oriental da Zâmbia, que é uma província agrícola dedicada à produção de tabaco e algodão bem como à criação suína. A referida linha férrea foi inaugurada em Maio de 2014 com a operação experimental de um comboio entre Chipata e o
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Texto do artigo · p. 18 Porto de Nacala. Localizado na costa leste da África, o Porto de Nacala apresenta a possibilidade de servir, para a Zâmbia, de portão importante para o Oriente Médio e a Ásia.
Texto do artigo · p. 18 2.3.3 Centros Urbano ao longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 18 A maior cidade ao longo do Corredor de Nacala é Lusaka, com mais de 1,7 milhões de habitantes em 2010. Outras grandes cidades são Lilongwe e Blantyre, no Malawi, e Nampula e Nacala, em Moçambique. Há também várias cidades menores ao longo do corredor. As cidades e os centros distritais mais próximos do Corredor de Nacala, em Moçambique, são relativamente mais povoados do que as outras áreas da Região do Corredor de Nacala. A densidade populacional das regiões central e sul de Malawi é alta com uma taxa de mais de 100 pessoas por quilómetro quadrado (Ver a Figura 2.3.2). Os números reais da população de cada cidade de Malawi e Zâmbia são mostrados na Tabela 2.4.2 e na Tabela 2.5.2, respectivamente.
Texto do artigo · p. 18 O Governo da Zâmbia também tem um plano para prosperar o processamento de produtos agrícolas, que inclui o plano de transformar Chipata num centro de processamento agrícola do país. Além do desenvolvimento de Chipata como centro de agro-processamento, a Zâmbia também possui um plano para estender a ferrovia entre Chipata e Mpika e ligá-la com a linha de Nacala através da Linha de Tazara. A extensão e a ligação da linha em questão poderão contribuir para a exportação de cobre da Província de Copperbelt e da República Democrática do Congo por via do Porto de Nacala, como uma rota alternativa para o Porto de Dar-es-Salaam.
Texto do artigo · p. 18 2.3.3 Centros Urbano ao longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 18 A maior cidade ao longo do Corredor de Nacala é Lusaka, com mais de 1,7 milhões de habitantes em 2010. Outras grandes cidades são Lilongwe e Blantyre, no Malawi, e Nampula e Nacala, em Moçambique. Há também várias cidades menores ao longo do corredor. As cidades e os centros distritais mais próximos do Corredor de Nacala, em Moçambique, são relativamente mais povoados do que as outras áreas da Região do Corredor de Nacala. A densidade populacional das regiões central e sul de Malawi é alta com uma taxa de mais de 100 pessoas por quilómetro quadrado (Ver a Figura 2.3.2). Os números reais da população de cada cidade de Malawi e Zâmbia são mostrados na Tabela 2.4.2 e na Tabela 2.5.2, respectivamente.
Texto do artigo · p. 18 Legenda Densidade Populacional (Moçambique ’07, Malawi ’08, Zâmbia ’10) 0.0-20.0 Pessoas/km2 20.1-40.0 40.1-80.0 80.1-120.0 120.1-160.0 160.1+ Zambia Malawi Mozambique Tanzania LILONGWE Blantyre Tete Nampula Nacala Quelimane Beira Chimoio N 0 50 100 200 300 km
Texto do artigo · p. 18 134 mil
Texto do artigo · p. 18 151 mil
Texto do artigo · p. 18 185 mil
Texto do artigo · p. 18 674 mil
Texto do artigo · p. 18 40 mil
Texto do artigo · p. 18 76 mil
Texto do artigo · p. 18 141 mil
Texto do artigo · p. 18 147 mil
Texto do artigo · p. 18 451 mil
Texto do artigo · p. 18 117 mil
Texto do artigo · p. 18 202 mil
Texto do artigo · p. 18 212 mil
Texto do artigo · p. 18 81 mil
Texto do artigo · p. 18 484 mil
Texto do artigo · p. 18 661 mil
Texto do artigo · p. 18 1.747 mil
Texto do artigo · p. 18 88 mil
Texto do artigo · p. 18 147 mil
Texto do artigo · p. 18 156 mil
Texto do artigo · p. 18 92 mil
Texto do artigo · p. 18 Legenda
Texto do artigo · p. 18 171 mil
Texto do artigo · p. 18 Densidade Populacional
Texto do artigo · p. 18 (Moçambique ’07, Malawi ’08, Zâmbia ’10)
Texto do artigo · p. 18 Pessoa/km2
Texto do artigo · p. 18 196 mil
Texto do artigo · p. 18 Fronteira Nacional
Texto do artigo · p. 18 Fronteira Provincial
Texto do artigo · p. 18 242 mil
Texto do artigo · p. 18 Capital do País
Texto do artigo · p. 18 443 mil
Texto do artigo · p. 18 Capital Provincial
Texto do artigo · p. 18 Cidade Grande (com população de mais de 30.000 habitantes)
Texto do artigo · p. 18 População da Cidade (0,1 milhão)
Texto do artigo · p. 18 Estrada Principal
Texto do artigo · p. 18 Fonte: Equipa de Estudo da JICA, com base no “Censo da População e Habitação de 2010” da Zâmbia, “Censo da População e Habitação de 2008” de Malawi e “Censo Geral da População e Habitação de 2007” de Moçambique
Texto do artigo · p. 18 Figura 2.3.2 Densidade Populacional por Distrito e População das Principais Cidades ao Redor do Corredor de Nacala
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Texto do artigo · p. 19 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 19 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 19 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1017)
Texto do artigo · p. 19 (1) Tendência Populacional de Malawi
Texto do artigo · p. 19 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 19 (1) Tendência Populacional de Malawi
Texto do artigo · p. 19 Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.
Texto do artigo · p. 19 (1) Tendência Populacional de Malawi Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa
Texto do artigo · p. 19 Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.
Texto do artigo · p. 19 de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.
Texto do artigo · p. 19 Tabela 2.4.1 Tendência Populacional de Malawi por Região
Texto do artigo · p. 19 Região Região População Tabela 2.4.1 Tendência Popu População Taxa de Crescimento Populacional Anual lacional de Malawi por Taxa de Crescimento Populacional Anual Área (km2) Região Área (km2) Densidade Populacion al (pessoa/km2 ) Densidade Populacion al (pessoa/km2 1987 1987 1998 1998 2008 2008 1987-199 1987-1998 1998-200 1998-2008 2008 ) 2008 Norte 911.787 1.233.560 1.708.930 82,8% 83,3% 26.931 63,5 NorteCentral 3.110.986911.787 1.233.5604.066.340 1.708.9305.510.195 2,8%2,5% 3,3%3,1% 26.93135.592 154,863,5 CentralSul 3.110.9863.965.734 4.066.3404.633.968 5.510.1955.858.035 2,5%1,4% 3,1%2,4% 35.59231.753 154,8184,7 SulMalawi Malawi 3.965.7347.988.507 7.988.507 4.633.9689.933.868 9.933.868 13.077.16 0 5.858.035 13.077.16 1,4%2,0% 2,0% 2,4%2,8% 2,8% 31.75394.276 94.276 184,7138,7 138,7
Região RegiãoPopulação Tabela 2.4.1 Tendência Popu PopulaçãoTaxa de Crescimento Populacional Anual lacional de Malawi por Taxa de Crescimento Populacional AnualÁrea (km2) Região Área (km2)Densidade Populacion al (pessoa/km2 ) Densidade Populacion al (pessoa/km2
1987 19871998 19982008 20081987-199 1987-19981998-200 1998-20082008 ) 2008
Norte911.7871.233.5601.708.93082,8%83,3%26.93163,5
NorteCentral3.110.986911.7871.233.5604.066.3401.708.9305.510.1952,8%2,5%3,3%3,1%26.93135.592154,863,5
CentralSul3.110.9863.965.7344.066.3404.633.9685.510.1955.858.0352,5%1,4%3,1%2,4%35.59231.753154,8184,7
SulMalawi Malawi3.965.7347.988.507 7.988.5074.633.9689.933.868 9.933.86813.077.16 0 5.858.035 13.077.161,4%2,0% 2,0%2,4%2,8% 2,8%31.75394.276 94.276184,7138,7 138,7
Texto do artigo · p. 19 0 Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
Texto do artigo · p. 19 Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
Texto do artigo · p. 19 As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.
Texto do artigo · p. 19 As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.
Texto do artigo · p. 19 As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as
Texto do artigo · p. 19 outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.
Texto do artigo · p. 19 Tabela 2.4.2 População das Principais Cidades de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala Taxa de
Texto do artigo · p. 19 Tabela 2.4.2 População das Principais Cidades de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 19 Cidade Lilongw Cidade Região Central Região População 1987 1998 2008 População Crescimento Populacional Anual 1987-199 1998-200 Taxa de Crescimento Populacional Anual 223.318 1987 440.471 1998 674.448 2008 8 6,4% 1987-199 8 8 4,4% 1998-200 8 e Blantyr Lilongw e Sul Central 333.120 223.318 502.053 440.471 661.256 674.448 3,8% 6,4% 2,8% 4,4% e Mzuzu Blantyr e Norte Sul 51.904 333.120 86.980 502.053 133.968 661.256 4,8% 3,8% 4,4% 2,8% MzuzuZomba NorteSul 51.90443.250 86.98065.915 133.96888.314 4,8%3,9% 4,4%3,0% ZombaKasung CentralSul 43.25011.591 65.91527.754 88.31439.640 3,9%8,3% 3,0%3,6% u Mangoc Kasung u Sul Central 14.758 11.591 26.570 27.754 39.575 39.640 5,5% 8,3% 4,1% 3,6% Mangochi hi Sul 14.758 26.570 39.575 5,5% 4,1%
Cidade Lilongw CidadeRegião Central RegiãoPopulação 1987 1998 2008 PopulaçãoCrescimento Populacional Anual 1987-199 1998-200 Taxa de Crescimento Populacional Anual
223.318 1987440.471 1998674.448 20088 6,4% 1987-199 88 4,4% 1998-200 8
e Blantyr Lilongw eSul Central333.120 223.318502.053 440.471661.256 674.4483,8% 6,4%2,8% 4,4%
e Mzuzu Blantyr eNorte Sul51.904 333.12086.980 502.053133.968 661.2564,8% 3,8%4,4% 2,8%
MzuzuZombaNorteSul51.90443.25086.98065.915133.96888.3144,8%3,9%4,4%3,0%
ZombaKasungCentralSul43.25011.59165.91527.75488.31439.6403,9%8,3%3,0%3,6%
u Mangoc Kasung uSul Central14.758 11.59126.570 27.75439.575 39.6405,5% 8,3%4,1% 3,6%
Mangochi hiSul14.75826.57039.5755,5%4,1%
Texto do artigo · p. 19 Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
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Texto do artigo · p. 19 9
Texto do artigo · p. 20 Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
Texto do artigo · p. 20 (2) Tendência do PIB de Malawi
Texto do artigo · p. 20 (2) Tendência do PIB de Malawi
Texto do artigo · p. 20 todo o mundo é considerada como causa de um impacto negativo sobre a economia.
Texto do artigo · p. 20 O PIB de Malawi tem aumentado, principalmente, com a exportação de tabaco. A economia do país também conta com a produção de chá e de cana-de-açúcar. Devido à dependência na agricultura, a economia de Malawi é muito vulnerável. Além das alterações das condições naturais, a tendência antitabagismo em todo o mundo é considerada como causa de um impacto negativo sobre a economia.
Texto do artigo · p. 20 O PIB de Malawi tem aumentado, principalmente, com a exportação de tabaco. A economia do país também conta com a produção de chá e de cana-de-açúcar. Devido à dependência na agricultura, a economia de Malawi é muito vulnerável. Além das alterações das condições naturais, a tendência antitabagismo em
Texto do artigo · p. 20 O PIB de Malawi cresceu lentamente, inclusive com períodos de declínio, até o início dos anos 2000. A partir de meados da década de 2000, o PIB tem se elevado de forma constante e deverse-á manter sem crescimento.
Texto do artigo · p. 20 O PIB de Malawi cresceu lentamente, inclusive com períodos de declínio, até o início dos anos 2000. A partir de meados da década de 2000, o PIB tem se elevado de forma constante e dever-se-á manter sem crescimento.
Texto do artigo · p. 20 1200 1000 800 600 400 200 0 Malawi PIB, Preços Constantes (bilhões de Kwacha Malawi) Year 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016
Texto do artigo · p. 20 0 200 400 600 800 1000 1200 199019921994199619982000200220042006200820102012201420162018 Year MalawiGDP,ConstantPrice(billion MalawiKwacha) Malawi PIB, Preços Constantes (biliões de Kwachas Malawi)
Texto do artigo · p. 20 i PIB, Preços Constantes (biliões
Texto do artigo · p. 20 alawiGDP,ConstantPrice(billion
Texto do artigo · p. 20 MalawiKwacha)
Texto do artigo · p. 20 de Kwachas Malawi)
Texto do artigo · p. 20 Fonte: Dados do Relatório sobre Perspectivas da Economia Mundial, do FMI, Edição de Abril de 2014
Texto do artigo · p. 20 Nota: Números estimados de 2009
Texto do artigo · p. 20 Figura 2.4.1 Tendências do PIB de Malawi
Texto do artigo · p. 20 (3) Principais Indústrias de Malawi e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 20 Conforme mencionado anteriormente, a maior indústria de Malawi é a de tabaco. Outros produtos importantes exportados de Malawi são açúcar, chá, café e urânio. Por outro lado, o país depende bastante de produtos importados, tais como o combustível e fertilizantes da África do Sul. Nestes últimos tempos, a importação do combustível tem sido efectuada principalmente através do Porto da Beira. Os portos da Tanzânia, bem como as vias de transporte terrestre pela África do Sul e Zâmbia, também têm sido utilizados. O comércio internacional de Malawi, que precisa contar com o transporte terrestre através de um terceiro país, é um grande factor potencial para o Corredor de Nacala.
Texto do artigo · p. 20 (3) Principais Indústrias de Malawi e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 20 Malawi eram os de Nacala e Beira. Essas rotas seriam uma escolha muito mais económica para Malawi se o país estivesse conectado com os referidos portos por caminho-de-ferro. Outros importantes parceiros comerciais de Malawi, além da Europa, América do Norte e países africanos, são a Índia, a China e a Coreia do Sul. Os portos do lado leste da África constituem um grande potencial para o desenvolvimento do comércio internacional com esses países.
Texto do artigo · p. 20 Conforme mencionado anteriormente, a maior indústria de Malawi é a de tabaco. Outros produtos importantes exportados de Malawi são açúcar, chá, café e urânio. Por outro lado, o país depende bastante de produtos importados, tais como o combustível e fertilizantes da África do Sul. Nestes últimos tempos, a importação do combustível tem sido efectuada principalmente através do Porto da Beira. Os portos da Tanzânia, bem como as vias de transporte terrestre pela África do Sul e Zâmbia, também têm sido utilizados. O comércio internacional de Malawi, que precisa contar com o transporte terrestre através de um terceiro país, é um grande factor potencial para o Corredor de Nacala.
Texto do artigo · p. 20 (4) Planos de Desenvolvimento para Malawi Os seguintes projectos são planos de desenvolvimento
Texto do artigo · p. 20 Actualmente, a maioria dos produtos, como o tabaco e o chá, é transportada para a África do Sul em contentores juntamente com outros produtos exportados para a Europa e Estados Unidos através de Durban, na África do Sul. As mercadorias são levadas por via terrestre, para/de Durban, através de Moçambique e Zimbabwe. No entanto, antes da guerra pela independência de Moçambique, os principais portos do comércio internacional de Malawi
Texto do artigo · p. 20 recomendáveis para Malawi no âmbito do Corredor de Nacala:
Texto do artigo · p. 20 • Reabilitação do Caminho-de-Ferro pela Vale (CuambaNayuchi): É recomendável que Malawi garanta uma rota de transporte para o mar através da reabilitação do caminho-de-ferro. Com esta medida, estima-se que haja desenvolvimento industrial, como parte do próprio desenvolvimento de Malawi. • Utilização do Transporte Hidroviário pelo Lago Malawi: Esta medida também pode ser considerada um factor de desenvolvimento de um parque de transporte multimodal composto de estradas, caminho-de-ferro e hidrovias (Centro Logístico).
Texto do artigo · p. 20 Actualmente, a maioria dos produtos, como o tabaco e o chá, é transportada para a África do Sul em contentores juntamente com outros produtos exportados para a Europa e Estados Unidos através de Durban, na África do Sul. As mercadorias são levadas por via terrestre, para/de Durban, através de Moçambique e Zimbabwe. No entanto, antes da guerra pela independência de Moçambique, os principais portos do comércio internacional de
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Texto do artigo · p. 21 Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas. Província População Taxa de Crescimento Populacional Anual Área (km2) Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 1990 2000 2010 1990-200 0 2000-201 0 2010 Central 13,8 Copperbel t 63,0 Leste 30,9 Lusaka 100,1 Muchinga 8,1 Zâmbia 17,3 Fonte: Censo Como Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes. Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano. Tabela 2.5.2 População das Principais Cidades das Províncias da Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012 (2) Tendência do PIB da Zâmbia
Texto do artigo · p. 21 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1019)
Texto do artigo · p. 21 2.5 Actuais Condições da Zâmbia no Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 21 2.5 Actuais Condições da Zâmbia no Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 21 (1) Tendência Populacional da Zâmbia
Texto do artigo · p. 21 (1) Tendência Populacional da Zâmbia Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas
Texto do artigo · p. 21 Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas.
Texto do artigo · p. 21 últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas.
Texto do artigo · p. 21 Província 771.818 1.458.459 949.521 991.226 População 1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317 Taxa de Crescimento Populacional Anual 2,7% 2,6% 0,8% 2,2% Área (km2)
Província 771.818 1.458.459 949.521 991.226População 1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317Taxa de Crescimento Populacional Anual 2,7% 2,6% 0,8% 2,2%Área (km2) 94. 31. 51. 21.Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 394 328
19901.231.2 1.391.38320001.59 29 2.192.6612010 1.2251990-200 0 2,6% 3,4%2000-201 0 2,6% 4,6%4762010 896
Central771.8181.012.2571.307.1112,7%2,6%94.39413,8
Copperbel t 400.492 7.759.1171.458.459524.1 9.960.41.581.22186 71 81 13.01.6571.972.317 92.662,7%0,8% 2,0%2,2%3,1% 2,8%31.32887. 752.806 63,0 612
Leste949.5211.231.2831.592.66162,6%2,6%51.47630,9
Lusaka991.2261.391.3292.191.2253,4%4,6%21.896100,1
Muchingada População400.492e Habitação524.186de711.6572010,da Agênc2,7%ia Central3,1%de87.806Estatística, 20128,1
naZâmbiamaioria7.759.117das cidades9.960.481do mu13.092.66 6 ndo, a urbanização2,0%também2,8%está752.612a ocorrer na17,3
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Província 771.818 1.458.459 949.521 991.226População 1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317Taxa de Crescimento Populacional Anual 2,7% 2,6% 0,8% 2,2%Área (km2) 94. 31. 51. 21.Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 394 328
19901.231.2 1.391.38320001.59 29 2.192.6612010 1.2251990-200 0 2,6% 3,4%2000-201 0 2,6% 4,6%4762010 896
Central771.8181.012.2571.307.1112,7%2,6%94.39413,8
Copperbel t 400.492 7.759.1171.458.459524.1 9.960.41.581.22186 71 81 13.01.6571.972.317 92.662,7%0,8% 2,0%2,2%3,1% 2,8%31.32887. 752.806 63,0 612
Leste949.5211.231.2831.592.66162,6%2,6%51.47630,9
Lusaka991.2261.391.3292.191.2253,4%4,6%21.896100,1
Muchingada População400.492e Habitação524.186de711.6572010,da Agênc2,7%ia Central3,1%de87.806Estatística, 20128,1
naZâmbiamaioria7.759.117das cidades9.960.481do mu13.092.66 6 ndo, a urbanização2,0%também2,8%está752.612a ocorrer na17,3
Texto do artigo · p. 21 51. 21. Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 394 328 19901.231.2 1.391.3 8320001.59 29 2.19 2.6612010 1.225 1990-200 0 2,6% 3,4% 2000-201 0 2,6% 4,6% 4762010 896 Central 771.818 1.012.257 1.307.111 2,7% 2,6% 94.394 13,8 Copperbel t 400.492 7.759.117 1.458.459524.1 9.960.4 1.581.22186 71 81 13.0 1.6571.972.317 92.66 2,7%0,8% 2,0% 2,2%3,1% 2,8% 31.32887. 752. 806 63,0 612 Leste 949.521 1.231.283 1.592.6616 2,6% 2,6% 51.476 30,9 Lusaka 991.226 1.391.329 2.191.225 3,4% 4,6% 21.896 100,1 Muchingada Popu lação400.492e H abitação524.186 de711.6572010, da Agênc2,7% ia Central3,1% de87.806Estat ística, 20128,1 naZâmbiamaioria 7.759.117das cida des9.960.481do mu 13.092.66 6 ndo, a ur banização2,0% também2,8% está752.612a oc orrer na17,3 Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012 Como na maioria das cidades do mundo, a urbanização também está a ocorrer na Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes. Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano. Tabela 2.5.2 População das Principais Cidades das Províncias da Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala
Província 771.818 1.458.459 949.521 991.226População 1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317Taxa de Crescimento Populacional Anual 2,7% 2,6% 0,8% 2,2%Área (km2) 94. 31. 51. 21.Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 394 328
19901.231.2 1.391.38320001.59 29 2.192.6612010 1.2251990-200 0 2,6% 3,4%2000-201 0 2,6% 4,6%4762010 896
Central771.8181.012.2571.307.1112,7%2,6%94.39413,8
Copperbel t 400.492 7.759.1171.458.459524.1 9.960.41.581.22186 71 81 13.01.6571.972.317 92.662,7%0,8% 2,0%2,2%3,1% 2,8%31.32887. 752.806 63,0 612
Leste949.5211.231.2831.592.66162,6%2,6%51.47630,9
Lusaka991.2261.391.3292.191.2253,4%4,6%21.896100,1
Muchingada População400.492e Habitação524.186de711.6572010,da Agênc2,7%ia Central3,1%de87.806Estatística, 20128,1
naZâmbiamaioria7.759.117das cidades9.960.481do mu13.092.66 6 ndo, a urbanização2,0%também2,8%está752.612a ocorrer na17,3
Texto do artigo · p. 21 Como na maioria das cidades do mundo, a urbanização também está a ocorrer na Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na
Texto do artigo · p. 21 Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes.
Texto do artigo · p. 21 Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano.
Texto do artigo · p. 21 Taxa de Crescimento
Texto do artigo · p. 21 Ci Cidades Pri Principais dades ncipais Proví Província ncia População Po 1990 População2000 2010 199 pulacional Anual 0-200 2000-201 Taxa de Crescimento Populacional Anual 1990 2000 2010 0 1990-2000 0 2000-201 0 Lusaka Lusaka 769.353 1.084.703 1.747.152 3,5% 12 4,9% Ndola Copperbelt 329.228 374.757 451.248 1,3% 1,9%12 Kabwe Central 154.318 176.758 202.360 1,4% 1,4% Chingola Copperbelt 142.383 147.448 185.246 0,4% 2,3% Mufulira Copperbelt 123.936 122.336 151.309 -0,1% 2,1% Chipata Oriental 52.213 73.110 116.627 3,4% 4,8% Mpika Muchinga 20.950 25.856 39.724 2,1% 4,4% Katete Oriental 7.165 10.413 21.459 3,8% 7,5% Mumbwa Central 11.015 15.949 20.390 3,8% 2,5% Mkushi Central 7.804 10.597 19.196 3,1% 6,1% Serenje Central 8.265 8.577 17.754 0,4% 7,5% Lundazi Central 5.590 9.159 15.902 5,1% 5,7% Chinsali Muchinga 7.509 11.507 15.198 4,4% 2,8%
Ci Cidades Pri Principaisdades ncipais Proví Provínciancia População Po 1990 População2000 2010 199pulacional Anual 0-200 2000-201 Taxa de Crescimento Populacional Anual
199020002010 01990-2000 02000-201 0
LusakaLusaka769.3531.084.7031.747.1523,5%12 4,9%
NdolaCopperbelt329.228374.757451.2481,3%1,9%12
KabweCentral154.318176.758202.3601,4%1,4%
ChingolaCopperbelt142.383147.448185.2460,4%2,3%
MufuliraCopperbelt123.936122.336151.309-0,1%2,1%
ChipataOriental52.21373.110116.6273,4%4,8%
MpikaMuchinga20.95025.85639.7242,1%4,4%
KateteOriental7.16510.41321.4593,8%7,5%
MumbwaCentral11.01515.94920.3903,8%2,5%
MkushiCentral7.80410.59719.1963,1%6,1%
SerenjeCentral8.2658.57717.7540,4%7,5%
LundaziCentral5.5909.15915.9025,1%5,7%
ChinsaliMuchinga7.50911.50715.1984,4%2,8%
Texto do artigo · p. 22 Lusaka Lusaka 769.353 1.084.703 1.747.152 3,5% 4,9% Ndola Copperbelt 329.228 374.757 451.248 1,3% 1,9% Kabwe Central 154.318 176.758 202.360 1,4% 1,4% Chingola Copperbelt 142.383 147.448 185.246 0,4% 2,3% Mufulira Copperbelt 123.936 122.336 151.309 -0,1% 2,1% Chipata Oriental 52.213 73.110 116.627 3,4% 4,8% Mpika Muchinga 20.950 25.856 39.724 2,1% 4,4% Katete Oriental 7.165 10.413 21.459 3,8% 7,5% Mumbwa Central 11.015 15.949 20.390 3,8% 2,5% Mkushi Central 7.804 10.597 19.196 3,1% 6,1% Serenje Central 8.265 8.577 17.754 0,4% 7,5% Lundazi Central 5.590 9.159 15.902 5,1% 5,7% Chinsali Muchinga 7.509 11.507 15.198 4,4% 2,8% Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012
Texto do artigo · p. 22 (2) Tendência do PIB da Zâmbia
Texto do artigo · p. 22 (2) Tendência do PIB da Zâmbia
Texto do artigo · p. 22 económica da Zâmbia na década de 1990. A partir de 2004, o aumento do preço do cobre impulsionou a elevação constante do PIB do país e também se estima que esse crescimento continue estável.
Texto do artigo · p. 22 A economia da Zâmbia sempre foi dependente da mineração de cobre. O declínio na produção de cobre, assim como o seu baixo preço causaram a estagnação
Texto do artigo · p. 22 A economia da Zâmbia sempre foi dependente da mineração de cobre. O declínio na produção de cobre, assim como o seu baixo preço causaram a estagnação económica da Zâmbia na década de 1990. A partir de 2004, o aumento do preço do cobre impulsionou a elevação constante do PIB do país e também se estima que esse crescimento continue estável.
Texto do artigo · p. 22 0 5 10 15 20 25 30 35 199019921994199619982000200220042006200820102012201420162018 Year Zambia GDP,ConstantPrice(billion ZambianKwacha) ZâmbiaPIB,Preços Constantes (biliões de Kwachas Zâmbia)
Texto do artigo · p. 22 Zambia PIB, Preços Constantes (bilhões de Kwachas Zambia) 35 30 25 20 15 10 5 0 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018 Year
Texto do artigo · p. 22 ZâmbiaPIB,Preços Constantes (biliões de
Texto do artigo · p. 22 Zambia GDP,ConstantPrice(billion
Texto do artigo · p. 22 ZambianKwacha)
Texto do artigo · p. 22 Kwachas Zâmbia)
Texto do artigo · p. 22 Fonte: Dados do Relatório sobre Perspectivas da Economia Mundial, do FMI, Edição de Abril de 2014
Texto do artigo · p. 22 Nota: Números estimados de 2013
Texto do artigo · p. 22 Figura 2.5.1 Tendências do PIB da Zâmbia
Texto do artigo · p. 22 (3) Principais Indústrias da Zâmbia e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 22 (3) Principais Indústrias da Zâmbia e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 22 Embora a proporção de exportação de produtos agrícolas seja bem menor em comparação com a da indústria de metal, que equivale a cerca de 77% do valor total em dólares americanos, actualmente, a Zâmbia está a exportar vários produtos agrícolas, tais como tabaco, açúcar, trigo e flores, principalmente para a China, outros países Africanos e países Europeus. O Governo da Zâmbia também tem intenção de aumentar os produtos agroprocessados, com o plano de transformar Chipata, a cidade capital da Província Oriental, num centro de processamento agrícola do país. Esta província é tipicamente da agropecuária, cujas principais actividades são a produção de tabaco e algodão e a suinocultura. Como parte do plano, o Governo deu início a um programa de desenvolvimento de terras que envolve a abertura de novos blocos agrícolas para a expansão comercial do sector agrícola. O Bloco Agrícola Mwase-Phangwe, no Distrito de Lundazi, na Província Oriental, é um dos blocos de exploração propostos 4.
Texto do artigo · p. 22 Com uma população urbana e PIB maiores do que os de Malawi, a Zâmbia tem um grande potencial para contribuir para o desenvolvimento do Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem estado altamente dependente da mineração e comercialização do cobre, principalmente com a Europa e a China. No entanto, com oito países vizinhos na África, a
Texto do artigo · p. 22 Com uma população urbana e PIB maiores do que os de Malawi, a Zâmbia tem um grande potencial para contribuir para o desenvolvimento do Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem estado altamente dependente da mineração e comercialização do cobre, principalmente com a Europa e a China. No entanto, com oito países vizinhos na África, a Zâmbia adoptou o seguinte slogan: “De um País Enclausurado por Terras Vizinhas para um País Conectado por Terras Vizinhas”, de forma a aumentar a exportação de outros produtos, além de cobre e produtos afins, para os países vizinhos da África.
Texto do artigo · p. 22 13
Texto do artigo · p. 22 Alguns dos principais produtos de exportação da Zâmbia são o cobre, produtos de metal processado, açúcar, produtos químicos e cimento. Cerca de um terço das exportações da Zâmbia vai para a Europa (principalmente para a Suíça, que importa cobre), outro terço para os países africanos, e o restante para a China e outros países, tais como do Oriente Médio. Originalmente, os produtos de exportação para a China eram transportados pelo Caminho-deFerro de TAZARA, que foi construído pela China, para o Porto de Dar-es-Salam, na Tanzânia. No entanto, actualmente, devido à condição desta linha, a maior parte do comércio internacional é feita através do Porto de Durban, na África do Sul. Embora haja planos de reabilitação da Linha Férrea de TAZARA, o Corredor de Nacala terá chances de captar alguma parcela do mercado de transporte, enquanto a referida linha permanecer inoperacional.
Texto do artigo · p. 22 Além do desenvolvimento de Chipata como um centro de processamento agrícola, a Zâmbia também conta com um plano para estender o caminho-de-ferro desde Chipata até Serenje, que vai ligar a Linha Férrea de Nacala à Linha de TAZARA. Existe, também, um plano para desenvolver um porto seco em Chipata. Vagões de carga ferroviários também serão adquiridos em breve para o transporte entre Chipata e Mchinji, em Malawi.
Texto do artigo · p. 22 4 “Blocos Agrícolas” são uma ferramenta para atrair investidores à área da agricultura comercial. O Governo da Zâmbia iniciou um programa de desenvolvimento de terras que fornece aos investidores potenciais novos blocos agrícolas para a agricultura comercial. Cada bloco agrícola é projectado para ter, no mínimo, uma área de grande escala com cerca de 10.000ha.
Texto do artigo · p. 23 Fonte: Perfil do Sector de Agricultura, Pecuária e Pesca de 2011, da Agência de Desenvolvimento da Zâmbia Figura 2.5.2 Blocos Agrícolas Propostos na Zâmbia
Texto do artigo · p. 23 Nansanga Farm Block Serenje, Central Province 100,000 ha
Texto do artigo · p. 23 Região Agroecológica Precipitação Anual Solo Menos de 700mm Argiloso 800 a 1.000mm Argiloso 800 a 1.000mm Arenoso 1,000 a 1.500mm Argiloso
Região AgroecológicaPrecipitação AnualSolo
Menos de 700mmArgiloso
800 a 1.000mmArgiloso
800 a 1.000mmArenoso
1,000 a 1.500mmArgiloso
Texto do artigo · p. 23 Fonte: Perfil do Sector de Agricultura, Pecuária e Pesca de 2011, da Agência de Desenvolvimento da Zâmbia
Texto do artigo · p. 23 Figura 2.5.2 Blocos Agrícolas Propostos na Zâmbia
Texto do artigo · p. 23 (4) Planos de Desenvolvimento para a Zâmbia
Texto do artigo · p. 23 Alguns dos principais planos de desenvolvimento na Zâmbia são os seguintes:
Texto do artigo · p. 23  Desenvolvimento do Caminho-de-Ferro (Serenje-Chipata): A conexão de Serenje, pelo Caminho-de-Ferro de TAZARA, a Chipata, na Província Oriental, no Corredor de Nacala, encontra-se, actualmente, a ser planeado juntamente com o desenvolvimento da indústria de processamento centrado na Província Oriental (Chipata).  Fronteira de Paragem Única (One Stop Border Post – OSBP): Os esforços dos OSBPs estão actualmente a serem realizados na Zâmbia.  Bloco Agrícola: Programa agrícola com área em grande escala iniciado pelo Governo para o desenvolvimento comercial e expansão do sector agrícola.
Texto do artigo · p. 23 (4) Planos de Desenvolvimento para a Zâmbia Alguns dos principais planos de desenvolvimento na Zâmbia
Texto do artigo · p. 23 A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) foi criada em 1992 para promover um crescimento económico sustentável e equitativo e o desenvolvimento socioeconómico. Em 1997, a SADC identificou os seguintes sete corredores que dão enfoque ao transporte na região:
Texto do artigo · p. 23 são os seguintes:
Texto do artigo · p. 23 • Desenvolvimento do Caminho-de-Ferro (SerenjeChipata): A conexão de Serenje, pelo Caminho-deFerro de TAZARA, a Chipata, na Província Oriental, no Corredor de Nacala, encontra-se, actualmente, a ser planeado juntamente com o desenvolvimento da indústria de processamento centrado na Província Oriental (Chipata); • Fronteira de Paragem Única (One Stop Border Post – OSBP): Os esforços dos OSBPs estão actualmente a serem realizados na Zâmbia; • Bloco Agrícola: Programa agrícola com área em grande escala iniciado pelo Governo para o desenvolvimento comercial e expansão do sector agrícola.
Texto do artigo · p. 23 • Corredor do Sul (África do Sul-Botswana-ZimbabweZâmbia-Congo); • Corredor de Maputo (Moçambique-África do Sul); • Corredor da Baía de Walvis (Botswana-Karahari-Cabribi); • Corredor da Beira (Moçambique-Zimbabwe); • Corredor de Nacala (Moçambique-Malawi-Zâmbia); • Corredor de Tazara (Tanzania-Zâmbia); • Corredor de Liboto (Angola-Congo-Zâmbia).
Texto do artigo · p. 23 Esses corredores faziam parte do programa de iniciativas regionalmente integradas com enfoque principalmente no tráfego e no transporte. Os governos e os doadores internacionais tinham como meta o desenvolvimento da infraestrutura de transporte, tais como portos, caminhos-de-ferro e estradas, ao invés de facilitar o desenvolvimento económico do sector privado.
Texto do artigo · p. 23 2.6 Desenvolvimento dos Corredores Internacionais
Texto do artigo · p. 23 15
Texto do artigo · p. 23 Iniciativas concernentes a vários corredores internacionais têm sido discutidas na África Austral desde a década de 1980, como, por exemplo, a Conferência de Coordenação para o Desenvolvimento da África Austral (SADCC), que mais tarde mudou seu nome para Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI) e Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD).
Texto do artigo · p. 23 (2) Corredores de Desenvolvimento segundo Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI)
Texto do artigo · p. 23 O Programa de Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI) foi lançado pelo Departamento do Comércio e Indústria (DTI) da África do Sul, em 1996. Ao contrário da abordagem da estratégia de desenvolvimento abrangente tradicional promovido com base nos programas e projectos do Governo, no programa de SDI, o Governo fornece um crédito de assistência técnica flexível para estabelecer uma série de medidas elaboradas para atrair investidores do sector privado e promover Parcerias Público-Privadas (PPPs) num pacote de projectos financeiramente fiáveis. O Programa Regional de SDI (RSDIP) deu início ao “Corredor de Desenvolvimento de Maputo” entre a África do Sul e Moçambique, em 1996.
Texto do artigo · p. 23 Nesta secção, indica-se um sumário das iniciativas referentes aos corredores internacionais na África Austral.
Texto do artigo · p. 23 (1) Corredores de Transporte segundo a Comunidade para
Texto do artigo · p. 23 o Desenvolvimento da África Austral (SADC) Na década de 1980, a Conferência de Coordenação para o Desenvolvimento da África Austral (SADCC) designou as principais rotas de transporte - que ligam localidades não banhadas por mar com os principais portos através de caminhosde-ferro, estradas e gasodutos - como corredores, e deu alta prioridade à implementação da infraestrutura necessária para a criação de tais corredores. Os objectivos para o desenvolvimento dos corredores de transporte são fornecer acesso eficiente para os países do interior do continente, de modo a reduzir os preços dos bens de consumo e dos bens intermediários, assim como integrar os países vizinhos em uma economia mais ampla.
Texto do artigo · p. 23 Na África Austral, existem até 19 corredores de desenvolvimento que foram identificados no RSDIP. No entanto, apenas oito desses estão actualmente definidos como corredores RSDIP activos (Figura 2.6.1). Além dos 19 corredores, Moçambique faz parte de oito programas de SDIs que incluem o Corredor de Nacala, actualmente classificado como um “futuro possível corredor”, juntamente com o Corredor da Beira e o Corredor de Zambeze.
Texto do artigo · p. 24 abordagem da estratégia de desenvolvimento abrangente tradicional promovido com base nos programas e projectos do Governo, no programa de SDI, o Governo fornece um crédito de assistência técnica flexível para estabelecer uma série de medidas elaboradas para atrair investidores do sector privado e promover Parcerias Público-Privadas (PPPs) num pacote de projectos financeiramente fiáveis. O Programa Regional de SDI (RSDIP) deu início ao “Corredor de Desenvolvimento de Maputo” entre a África do Sul e Moçambique, em 1996.
Texto do artigo · p. 24 Na África Austral, existem até 19 corredores de desenvolvimento que foram identificados no RSDIP. No entanto, apenas oito desses estão actualmente definidos como corredores RSDIP activos (Figura 2.6.1). Além dos 19 corredores, Moçambique faz parte de oito programas de SDIs que incluem o Corredor de Nacala, actualmente classificado como um “futuro possível corredor”, juntamente com o Corredor da Beira e o Corredor de Zambeze.
Texto do artigo · p. 24 Legenda
Texto do artigo · p. 24 Cidades Portos Rios Caminhos-de-ferro Corredores do RSDIP Activos Corredores Futuros Possíveis Localização dos Fornecedores de Serviços Localização de Futuros Fornecedores de Serviços Massas de Água Parques Nacionais
Texto do artigo · p. 24 Fonte: Programa Regional de SDI
Texto do artigo · p. 24 Figura 2.6.1 Actuais Corredores do Programa Regional de SDI
Texto do artigo · p. 24 17
Texto do artigo · p. 24 (3) Corredores de Desenvolvimento segundo o Programa de Desenvolvimento Espacial (SDP) da NEPAD
Texto do artigo · p. 24 Em 2002, a Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD) foi ratificada pela União Africana (UA) para lidar com os problemas de desenvolvimento da África, incluindo a redução da pobreza e o desenvolvimento sustentável da África. O objectivo da NEPAD é promover a integração económica regional através da eliminação das diferenças de infraestruturas na África. Para atingir esse objectivo, foi desenvolvida a Estrutura da NEPAD que também inclui o Programa de Desenvolvimento Espacial da NEPAD. Os objectivos deste Programa são os seguintes:
Texto do artigo · p. 24 • Estimular o investimento direccionado ao crescimento económico e desenvolvimento; • Catalisar outros sectores (sustentáveis); • Facilitar o comércio dentro e fora da África • Promover a cooperação económica e integração regionais; • Optimizar o fornecimento e a utilização de infraestrutura; • Incentivar o beneficiamento e a diversificação económica;
Texto do artigo · p. 24 • Reforçar a competitividade das economias africanas; e • Estimular a criação de empregos e de riquezas.
Texto do artigo · p. 24 (4) De Corredores de Transporte a Corredores de Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 24 Com a abordagem da SDI definida, bem como o sucesso do Corredor de Maputo, o Programa de SDI conseguiu mudar as atitudes e as políticas dos governos, assim como dos parceiros de desenvolvimento internacionais rumo às iniciativas do sector privado. Diferentemente da abordagem tradicional de desenvolvimento dos governos nacionais, a abordagem da SDI é mais viável quando os pacotes financiáveis 5 e os programas do Governo para a implementação estratégica de infraestrutura são ambos considerados em conjunto.
Texto do artigo · p. 24 No entanto, mesmo num país em desenvolvimento como Moçambique, os sectores privados estão sempre a enfrentar a concorrência global. Por isso, não é fácil para os sectores privados mobilizarem fundos suficientes para reabilitar caminhos-de-ferro ou portos para o desenvolvimento dos corredores. Na verdade, não há outros corredores, além do Corredor de Maputo, capazes de
Texto do artigo · p. 24 5 Pacote financiável é um pacote de projectos do sector económico e de infraestrutura que pode ser financiado por bancos.
Texto do artigo · p. 25 satisfazer a defi nição de um “corredor de desenvolvimento”. Em outras palavras, todos os outros corredores, excepto o Corredor de Maputo, ainda se encontram em condições subdesenvolvidas e não estão a funcionar nem mesmo como “corredores de transporte”.
Texto do artigo · p. 25 manutenção e operação de infraestrutura necessárias para dar início a um corredor de transporte.
Texto do artigo · p. 25 • Os ganhos fi nanceiros do desenvolvimento económico possíveis pela criação de um corredor de transporte devem ser sufi cientemente grandes para fi nanciar o desenvolvimento de infraestrutura de transporte para o corredor de transporte.
Texto do artigo · p. 25 (5) Desenvolvimento do Corredor de Nacala
Número ou marcador · p. 25 Capítulo 3 Condições Actuais da Região do Corredor de
Texto do artigo · p. 25 Para promover a implementação de “corredores de desenvolvimento” na África, os projectos do sector privado devem desempenhar um papel importante como uma força motriz inicial para expandir os “corredores de transporte” e, ao mesmo tempo, os investidores económicos privados devem ser capazes de obter lucros com os corredores de transporte. Desta forma, os corredores de transporte serão transformados para se tornarem em corredores de desenvolvimento.
Texto do artigo · p. 25 O Corredor de Nacala é um dos poucos corredores de desenvolvimento que podem satisfazer os referidos requisitos. O Corredor poderá ser exequível através da mineração de carvão em Tete e a necessidade de transportar o carvão de Tete ao Porto de Nacala, além do Porto da Beira.
Texto do artigo · p. 25 Nacala
Número ou marcador · p. 25 Capítulo 3 Condições Actuais da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 25 Para a implementação dos “corredores de desenvolvimento” são necessárias as seguintes condições de modo que um projecto do sector privado se torne numa força motriz inicial para o planeamento de “corredores de transporte”:
Texto do artigo · p. 25 3.1 Condições Naturais e Recursos Hídricos da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 25 3.1 Condições Naturais e Recursos Hídricos da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 25 • Há uma demanda relativamente grande de transporte na fase inicial logo após a conclusão da infraestrutura de transporte, tais como de caminhos-de-ferro, estradas e portos. Em outras palavras, o sector de transportes necessita de uma grande demanda desde o começo do desenvolvimento do corredor. (Por exemplo, o Corredor de Maputo teve uma demanda relativamente grande de transporte de produtos, tais como aço, alumínio, ligas de ferro, carvão, madeira e granito a partir da África do Sul.) • É possível que os sectores privados possuam ou mobilizem fundos suficientes para executar a construção,
Texto do artigo · p. 25 Moçambique é um país extenso que se estende entre as latitudes 10°27’ e 26°52’ sul e longitudes 30°12’ e 40°51’ leste, com uma área de 786.380km2. A Região do Corredor de Nacala está localizada na parte norte do país e cobre uma área de 444.458km2, com uma largura máxima de aproximadamente 900km na direcção norte-sul e cerca de 1.100km na direcção leste-oeste.
Texto do artigo · p. 25 Moçambique é um país extenso que se estende entre as latitudes 10°27’ e 26°52’ sul e longitudes 30°12’ e 40°51’ leste, com uma área de 786.380km2. A Região do Corredor de Nacala está localizada na parte norte do país e cobre uma área de 444.458km2, com uma largura máxima de aproximadamente 900km na direcção norte-sul e cerca de 1.100km na direcção leste-oeste.
Texto do artigo · p. 25 O país conta com duas estações distintas, uma quente e húmida entre Novembro e Abril, e outra, fria e seca, que vai de Maio a Outubro. A Figura 3.1.1 abaixo mostra as temperaturas médias mensais e a precipitação total mensal das capitais nas cinco províncias, e a média de todas as capitais provinciais no país para comparação
Texto do artigo · p. 25 O país conta com duas estações distintas, uma quente e húmida entre Novembro e Abril, e outra, fria e seca, que vai de Maio a Outubro. A Figura 3.1.1 abaixo mostra as temperaturas médias mensais e a precipitação total mensal das capitais nas cinco províncias, e a média de todas as capitais provinciais no país para comparação.
Texto do artigo · p. 25 (2010) (2011) (2011) (2011)
Texto do artigo · p. 25 °C (mm) Pemba (2011) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature °C (mm) Lichinga (2011) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature °C (mm) Nampula (2011) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature °C (mm) Quelimane (2011) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature °C (mm) Tete (2010) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature °C (mm) Province Capitais (Av.) (2011) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature
Texto do artigo · p. 25 (2011) (2011)
Texto do artigo · p. 25 Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia, 2010 para Tete e 2011 para outras cidades
Texto do artigo · p. 25 Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia, 2010 para Tete e 2011 para outras cidades
Texto do artigo · p. 25 Figura 3.1.1 Temperatura Média Mensal/Precipitação Total Mensal das Capitais das Províncias
Texto do artigo · p. 25 1
Texto do artigo · p. 26 Figura 3.1.1 Temperatura Média Mensal/Precipitação Total Mensal das Capitais das Províncias
Texto do artigo · p. 26 A Região do Corredor de Nacala está, em geral, situada em baixas altitudes das áreas costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. Planaltos de mais de 1.000m de altitude localizam-se no interior do país, a oeste de Niassa, e nas regiões ao norte das Províncias da Zambézia e Tete, conforme mostra a Figura 3.1.2. As altitudes mais altas nas províncias localizam-se: em Cabo Delgado, a 1.219m; em Niassa, a 1.848m; em Nampula, a 1.801m; na Zambézia, a 2.419m; e em Tete, a 2.095m.
Texto do artigo · p. 26 A Região do Corredor de Nacala está, em geral, situada em baixas altitudes das áreas costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. Planaltos de mais de 1.000m de altitude localizam-se no interior do país, a oeste de Niassa, e nas regiões ao norte das Províncias da Zambézia e Tete, conforme mostra a Figura 3.1.2. As altitudes mais altas nas províncias localizam-se: em Cabo Delgado, a 1.219m; em Niassa, a 1.848m; em Nampula, a 1.801m; na Zambézia, a 2.419m; e em Tete, a 2.095m.
Texto do artigo · p. 26 Rio Lago e Reservatório
Texto do artigo · p. 26 Rio Lago / Reservatório Elevação (m) 2713 2000 1000 0 N Lichinga Cuamba Pemba Nacala Nampula Ilha de Moçambique Quelimane NIASSA NAMPULA ZAMBEZIA Legenda Região do Corredor de Nacala Província Capital Provincial Capital Nacional Caminho-de-ferro Linha Fronteira 0 50 100 150 km Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 26 Elevação (m)
Texto do artigo · p. 26 Legenda
Texto do artigo · p. 26 Região do Corredor de Nacala Fronteira Nacional Fronteira Provincial Capital Provincial Capital Distrital Estrada Caminho-de-ferro Lago e Reservatório
Texto do artigo · p. 26 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 26 Figura 3.1.2 Altitudes da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 26 A Região do Corredor de Nacala é praticamente coberta pelo Complexo Granito-Gnaisse do Período Pré-Cambriano, da Era Proterozoica, conforme mostrado na Figura 3.1.3. As rochas sedimentares mais jovens e sedimentos dos Períodos Terciário e Quaternário, da Era Cenozoica, estão amplamente distribuídas nas regiões à jusante do Rio Zambezi, e nas áreas ao longo do litoral, as quais se tornaram num bom aquífero intergranular na Região do Corredor de Nacala.
Texto do artigo · p. 26 A Região do Corredor de Nacala é praticamente coberta pelo Complexo Granito-Gnaisse do Período Pré-Cambriano, da Era Proterozoica, conforme mostrado na Figura 3.1.3. As rochas sedimentares mais jovens e sedimentos dos Períodos Terciário
Texto do artigo · p. 26 e Quaternário, da Era Cenozoica, estão amplamente distribuídas nas regiões à jusante do Rio Zambezi, e nas áreas ao longo do litoral, as quais se tornaram num bom aquífero intergranular na Região do Corredor de Nacala.
Texto do artigo · p. 26 ROCHAS SEDIMENTARES Quaternário Terciário Cretáceo Karoo ROCHAS INTRUSIVAS E VULCÂNICAS Rochas ígneas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, Karoo Superior ROCHAS METAMÓRFICAS E ERUPTIVAS PRÉ-CAMBRIANAS Complexo Granito-Gnaisse do Cinturão de Moçambique com a direcção de foliação Metassedimentos dos Grupos de Unlomo e de Gairezi Complexo Gabro-Anortosítico de Tete Cráton do Zimbabwe Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA .
Texto do artigo · p. 26 2
Texto do artigo · p. 26 ROCHAS SEDIMENTARES ROCHAS INTRUSIVAS E VULCÂNICAS
Texto do artigo · p. 26 ROCHAS METAMÓRFICAS E ERUPTIVAS PRÉ-CAMBRIANAS
Texto do artigo · p. 26 15°S
Texto do artigo · p. 26 Figura 3.1.3 Mapa Geológico Esquemático da Região do Corredor de Nacala e Seus Arredores
Texto do artigo · p. 26 Quaternário Terciário Cretáceo Karoo
Texto do artigo · p. 26 Rochas ígneas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, Karoo Superior
Texto do artigo · p. 26 Complexo Granito-Gnaisse do Cinturão de Moçambique com a direcção de foliação
Texto do artigo · p. 26 Metassedimentos dos Grupos de Umkondo e de Gairezi Complexo Gabro-Anortosítico de Tete Cráton do Zimbábwè
Texto do artigo · p. 26 Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA ,1987
Texto do artigo · p. 26 Figura 3.1.3 Mapa Geológico Esquemático da Região do Corredor de Nacala e Seus Arredores
Texto do artigo · p. 26 Informações restritas sobre a meteorologia da Região do Corredor de Nacala indicam que a precipitação média anual varia de 900 a 1.100mm na bacia do Rio Rovuma, mas a mesma varia de 1.030mm na bacia do Rio Lúrio a 1.400mm na bacia do Rio Licungo. O volume de precipitação na sub-bacia de Luia, localizada na parte superior da bacia do Zambeze, é menor que o de outras regiões, com uma média de 615 a 753mm por ano, com excepção do volume máximo anual de 1.110mm registado em 2007.
Texto do artigo · p. 27 Informações restritas sobre a meteorologia da Região do Corredor de Nacala indicam que a precipitação média anual varia de 900 a 1.100mm na bacia do Rio Rovuma, mas a mesma varia de 1.030mm na bacia do Rio Lúrio a 1.400mm na bacia do Rio Licungo. O volume de precipitação na sub-bacia de Luia, localizada na parte superior da bacia do Zambeze, é menor que o de outras regiões, com uma média de 615 a 753mm por ano, com excepção do volume máximo anual de 1.110mm registado em 2007.
Texto do artigo · p. 27 Os seguintes principais rios e lagos de Moçambique estão localizados na Região do Corredor de Nacala.
Texto do artigo · p. 27 • Rio Zambeze: bacia hidrográfica de 1.390.000km2, com fluxo médio de 107.979 milhões de m3 por ano ou 3.424m3 por segundo • Rio Rovuma: bacia hidrográfica de 155.500km2, com fluxo médio de 14.980 milhões de m3 por ano ou 475m3 por segundo
Texto do artigo · p. 27 • Rio Lúrio: bacia hidrográfica de 61.423km2, com fluxo médio de 8.722 milhões de m3 por ano ou 277m3 por segundo • Lago Niassa: área superficial de 29.600km2 e volume de água de 8.400km3 • Cahora Bassa: área superficial de 2.600km2 e volume de água de 55,8km3
Texto do artigo · p. 27 As bacias fluviais em Moçambique são controladas por cinco administrações estabelecidas pela Lei de Águas em 1991. As que cobrem a Região do Corredor de Nacala são ARA-Norte (ARA-N), ARA-Centro Norte (ARA-CN) e ARA-Zambeze (ARA-Z). A Figura 3.1.4 mostra as fronteiras das bacias dos rios e as três ARAs.
Texto do artigo · p. 27 Bacia 39: Zambeze 41: Licungo 45: Melela 46: Mocubé 47: Ligonha 50: Meluli 61: Monapo 63: Sanhute 68: Mecuburi 73: Lurio 74: Megarruma 81: Montepuez 88: Messalo 95: Rovuma ARA-N ARA-CN ARA-Z Pemba Nacala 95 Rovuma 73 Lurio 39 Zambeze Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA, 1987
Texto do artigo · p. 27 Bacia
Texto do artigo · p. 27 63: Sanhute
Texto do artigo · p. 27 63
Texto do artigo · p. 27 Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA, 1987
Texto do artigo · p. 27 Figura 3.1.4 Áreas Administradas pelas ARAs e as Principais Bacias na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 27 3.2 Situação Socioeconómica da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 27 3.2.1 População
Texto do artigo · p. 27 (1) Tendência do Crescimento Populacional no Passado
Texto do artigo · p. 27 A população total de Moçambique era de 20.632 mil habitantes, segundo os resultados do Censo Geral da População e Habitação conduzido em 2007. Na Região do Corredor de Nacala, o número era de 10.548 mil habitantes. A percentagem da população na Região do Corredor de Nacala era de 51% do total em 2007.
Texto do artigo · p. 27 Entre as cinco províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, a população da Província de Nampula é a maior, com 4.085 mil habitantes, seguida pelas cifras das Províncias da Zambézia, Tete, Cabo Delgado e Niassa. Em termos de taxa de crescimento anual da população, a Província de Niassa apresenta o maior índice, de 4,14%, seguida pelas Províncias de Tete, Nampula, Zambézia e Cabo Delgado, entre 1997 e 2007 (Ver a Tabela 3.2.1).
Texto do artigo · p. 27 4
Texto do artigo · p. 28 Entre as cinco províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, a população da Província de Nampula é a maior, com 4.085 mil habitantes, seguida pelas cifras das Províncias da Zambézia, Tete, Cabo Delgado e Niassa. Em termos de taxa de crescimento anual da população, a Província de Niassa apresenta o maior índice, de 4,14%, seguida pelas Províncias de Tete, Nampula, Zambézia e Cabo Delgado, entre 1997 e 2007 (Ver a Tabela 3.2.1).
Texto do artigo · p. 28 Tabela 3.2.1 População e Taxa de Crescimento por Província em Moçambique
Texto do artigo · p. 28 População Taxa de Crescimento Anual (%) 1997 2007 1997-2007 Província de Niassa 808.572 1.213.398 4,14 Província de Cabo Delgado 1.380.202 1.634.162 1,70 Província de Nampula 3.063.456 4.084.656 2,92 Província da Zambézia 3.096.400 3.890.453 2,31 Somente sete distritos da Província da Zambézia 1.360.831 1.808.220 2,88 Província de Tete 1.226.008 1.807.485 3,96 Província de Manica 1.039.463 1.438.386 3,30 Província de Sofala 1.368.671 1.685.663 2,11 Província de Inhambane 1.157.182 1.304.820 1,21 Província de Gaza 1.116.903 1.236.284 1,02 Província de Maputo 830.908 1.225.489 3,96 Cidade de Maputo 987.943 1.111.638 1,19 Subtotal (Cinco Províncias) 9.574.638 12.630.154 2,81 Subtotal (Região do Corredor de Nacala) 7.839.069 10.547.921 3,01 Subtotal das Outras Áreas 8.236.639 10.084.513 2,04 Moçambique 16.075.708 20.632.434 2,53
PopulaçãoTaxa de Crescimento Anual (%)
199720071997-2007
Província de Niassa808.5721.213.3984,14
Província de Cabo Delgado1.380.2021.634.1621,70
Província de Nampula3.063.4564.084.6562,92
Província da Zambézia3.096.4003.890.4532,31
Somente sete distritos da Província da Zambézia1.360.8311.808.2202,88
Província de Tete1.226.0081.807.4853,96
Província de Manica1.039.4631.438.3863,30
Província de Sofala1.368.6711.685.6632,11
Província de Inhambane1.157.1821.304.8201,21
Província de Gaza1.116.9031.236.2841,02
Província de Maputo830.9081.225.4893,96
Cidade de Maputo987.9431.111.6381,19
Subtotal (Cinco Províncias)9.574.63812.630.1542,81
Subtotal (Região do Corredor de Nacala)7.839.06910.547.9213,01
Subtotal das Outras Áreas8.236.63910.084.5132,04
Moçambique16.075.70820.632.4342,53
Texto do artigo · p. 28 Fonte: Censo Geral da População e Habitação do INE, 1997 e 2007
Texto do artigo · p. 28 (2) População Urbana nas Cinco Províncias
Texto do artigo · p. 28 (2) População Urbana nas Cinco Províncias
Texto do artigo · p. 28 As taxas de urbanização na Zambézia e Tete eram consideravelmente inferiores em relação às outras províncias. As províncias ao norte de Moçambique são menos urbanizadas do que nas outras províncias (Ver a Tabela 3.2.2).
Texto do artigo · p. 28 Em 2007, a taxa de urbanização nas cinco províncias era de 21%, enquanto que o número em Moçambique era de 30%. A taxa variava desde os 14% registados na Província da Zambézia
Texto do artigo · p. 28 Em 2007, a taxa de urbanização nas cinco províncias era de 21%, enquanto que o número em Moçambique era de 30%. A taxa variava desde os 14% registados na Província da Zambézia até os 29% observados na Província de Nampula.
Texto do artigo · p. 28 até os 29% observados na Província de Nampula.
Texto do artigo · p. 28 As taxas de urbanização na Zambézia e Tete eram consideravelmente inferiores em relação às outras províncias. As províncias ao norte de Moçambique são menos urbanizadas do que nas outras províncias (Ver a Tabela 3.2.2).
Texto do artigo · p. 28 Tabela 3.2.2 População Urbana e Rural por Província em Moçambique em 2007
Texto do artigo · p. 28 Unidade: pessoas Unidade: % Urbana Rural Total Urbana Rural Total
Texto do artigo · p. 28 Província de Niassa 277.838 935.560 1.213.398 23% 77% 100% Província de Cabo Delgado 340.707 1.293.455 1.634.162 21% 79% 100% Província de Nampula 1.167.813 2.916.843 4.084.656 29% 71% 100% Província da Zambézia 679.073 3.211.380 3.890.453 17% 83% 100% Província de Tete 247.178 1.560.307 1.807.485 14% 86% 100% Província de Manica 363.844 1.074.542 1.438.386 25% 75% 100% Província de Sofala 645.413 1.040.250 1.685.663 38% 62% 100% Província de Inhambane 289.458 1.015.362 1.304.820 22% 78% 100% Província de Gaza 314.471 921.813 1.236.284 25% 75% 100% Província de Maputo 832.188 393.301 1.225.489 68% 32% 101% Cidade de Maputo 1.111.638 0 1.111.638 100% 0% 100% Subtotal (Cinco Províncias) 2.712.609 9.917.545 12.630.154 21% 79% 100% Subtotal das Outras Províncias 3.557.012 4.445.268 8.002.280 44% 56% 100% Moçambique 6.269.621 14.362.813 20.632.434 30% 70% 100%
Texto do artigo · p. 28 5
Texto do artigo · p. 28 Fonte: Censo Geral da População e Habitação do INE, 2007
Texto do artigo · p. 28 3.2.2 Tendência do Crescimento Económico no Passado
Texto do artigo · p. 28 3.2.2 Tendência do Crescimento Económico no Passado
Texto do artigo · p. 28 (1) PIB Regional
Texto do artigo · p. 28 (1) PIB Regional
Texto do artigo · p. 28 a taxa em Nampula era de 14,8%; Zambézia, 9,4%; Tete, 5,7%; Cabo Delgado, 4,7%; e Niassa, 3,0%.
Texto do artigo · p. 28 Em 2011, o PIB Regional das cinco províncias foi de 74.248 milhões de MT (a preços constantes de 2003), os quais correspondem a 38% do PIB de Moçambique. Em relação às proporções do PIB Regional de cada província no total do país, a taxa em Nampula era de 14,8%; Zambézia, 9,4%; Tete, 5,7%; Cabo Delgado, 4,7%; e Niassa, 3,0%.
Texto do artigo · p. 28 Em 2011, o PIB Regional das cinco províncias foi de 74.248 milhões de MT (a preços constantes de 2003), os quais correspondem a 38% do PIB de Moçambique. Em relação às proporções do PIB Regional de cada província no total do país,
Texto do artigo · p. 28 As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.
Texto do artigo · p. 28 As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.
Texto do artigo · p. 28 Tabela 3.2.3 PIB Regional e Taxa de Crescimento do PIB Reginal por Província em Moçambique
Texto do artigo · p. 29 As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.
Texto do artigo · p. 29 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1027)
Texto do artigo · p. 29 Tabela 3.2.3 PIB Regional e Taxa de Crescimento do PIB Reginal por Província em Moçambique
Texto do artigo · p. 29 PIB Regional (Milhões de MT, a Preços Constantes de 2003) Taxa de Crescimento Anual (%) 1997 2000 2007 2011 1997-2000 2000-2007 2007-2011 Província de Niassa 2.368,3 2.651,9 4.587,0 5.930,7 3,8 8,1 6,6 Província de Cabo Delgado 3.518,2 4.038,1 6.904,0 9.198,6 4,7 8,0 7,4 Província de Nampula 10.634,7 13.118,0 22.192,3 29.321,3 7,2 7,8 7,2 Província da Zambézia 7.250,0 8.102,3 13.977,4 18.505,8 3,8 8,1 7,3 Província de Tete 3.552,6 5.730,6 9.218,0 11.291,3 17,3 7,0 5,2 Província de Manica 2.826,8 3.285,0 5.538,4 7.490,5 5,1 7,7 7,8 Província de Sofala 7.456,5 9.077,9 15.852,5 20.875,1 6,8 8,3 7,1 Província de Inhambane 4.607,7 5.290,5 11.735,4 15.223,0 4,7 12,1 6,7 Província de Gaza 3.684,4 3.745,4 7.039,1 9.420,3 0,5 9,4 7,6 Província de Maputo 10.283,5 13.046,5 26.182,7 33.020,4 8,3 10,5 6,0 Cidade de Maputo 12.890,9 16.903,0 28.073,0 37.247,5 9,5 7,5 7,3 Subtotal (Cinco Províncias) 27.323,8 33.640,9 56..878,7 74.247,6 7,2 7,8 6,9 Outras Províncias 41.749,9 51.348,4 94.421,2 123.276,8 7,1 9,1 6,9 Moçambique 69.073,7 84.989,3 151.299,9 197.524,4 7,2 8,6 6,9
PIB Regional (Milhões de MT, a Preços Constantes de 2003)Taxa de Crescimento Anual (%)
19972000200720111997-20002000-20072007-2011
Província de Niassa2.368,32.651,94.587,05.930,73,88,16,6
Província de Cabo Delgado3.518,24.038,16.904,09.198,64,78,07,4
Província de Nampula10.634,713.118,022.192,329.321,37,27,87,2
Província da Zambézia7.250,08.102,313.977,418.505,83,88,17,3
Província de Tete3.552,65.730,69.218,011.291,317,37,05,2
Província de Manica2.826,83.285,05.538,47.490,55,17,77,8
Província de Sofala7.456,59.077,915.852,520.875,16,88,37,1
Província de Inhambane4.607,75.290,511.735,415.223,04,712,16,7
Província de Gaza3.684,43.745,47.039,19.420,30,59,47,6
Província de Maputo10.283,513.046,526.182,733.020,48,310,56,0
Cidade de Maputo12.890,916.903,028.073,037.247,59,57,57,3
Subtotal (Cinco Províncias)27.323,833.640,956..878,774.247,67,27,86,9
Outras Províncias41.749,951.348,494.421,2123.276,87,19,16,9
Moçambique69.073,784.989,3151.299,9197.524,47,28,66,9
Texto do artigo · p. 29 Fonte: INE
Texto do artigo · p. 29 Tabela 3.2.4 Proporção do PIB Regional por Província em Moçambique (1997-2011)
Texto do artigo · p. 29 6
Texto do artigo · p. 29 Proporção do PIB Regional em Moçambique (%) 1997 2000 2007 2011 Província de Niassa 3,4% 3,1% 3,0% 3,0% Província de Cabo Delgado 5,1% 4,8% 4,6% 4,7% Província de Nampula 15,4% 15,4% 14,7% 14,8% Província da Zambézia 10,5% 9,5% 9,2% 9,4% Província de Tete 5,1% 6,7% 6,1% 5,7% Província de Manica 4,1% 3,9% 3,7% 3,8% Província de Sofala 10,8% 10,7% 10,5% 10,6% Província de Inhambane 6,7% 6,2% 7,8% 7,7% Província de Gaza 5,3% 4,4% 4,7% 4,8% Província de Maputo 14,9% 15,4% 17,3% 16,7% Cidade de Maputo 18,7% 19,9% 18,6% 18,9% Subtotal (Cinco Províncias) 39,6% 39,6% 37,6% 37,6% Outras Províncias 60,4% 60,4% 62,4% 62,4% Moçambique 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%
Proporção do PIB Regional em Moçambique (%)
1997200020072011
Província de Niassa3,4%3,1%3,0%3,0%
Província de Cabo Delgado5,1%4,8%4,6%4,7%
Província de Nampula15,4%15,4%14,7%14,8%
Província da Zambézia10,5%9,5%9,2%9,4%
Província de Tete5,1%6,7%6,1%5,7%
Província de Manica4,1%3,9%3,7%3,8%
Província de Sofala10,8%10,7%10,5%10,6%
Província de Inhambane6,7%6,2%7,8%7,7%
Província de Gaza5,3%4,4%4,7%4,8%
Província de Maputo14,9%15,4%17,3%16,7%
Cidade de Maputo18,7%19,9%18,6%18,9%
Subtotal (Cinco Províncias)39,6%39,6%37,6%37,6%
Outras Províncias60,4%60,4%62,4%62,4%
Moçambique100,0%100,0%100,0%100,0%
Texto do artigo · p. 29 Fonte: INE
Texto do artigo · p. 29 (2) PIB per Capita
Texto do artigo · p. 29 consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.
Texto do artigo · p. 29 (2) PIB per Capita Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per
Texto do artigo · p. 29 Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.
Texto do artigo · p. 29 capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor
Texto do artigo · p. 29 Tabela 3.2.5 PIB Regional per Capita por Província
Texto do artigo · p. 29 PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003)
Texto do artigo · p. 29 Taxa de Crescimento Anual (%) 1997 2007 1997 2007 1997-2007
Texto do artigo · p. 29 Proporção do PIB Regional em Relação ao País
Texto do artigo · p. 29 Província de Niassa 2.929 3.780 0,68 0,52 2,6 Província de Cabo Delgado 2.549 4.225 0,59 0,58 5,2 Província de Nampula 3.471 5.433 0,81 0,74 4,6 Província da Zambézia 2.341 3.593 0,54 0,49 4,4 Província de Tete 2.898 5,100 0,67 0,70 5,8 Província de Manica 2.719 3.850 0,63 0,53 3,5 Província de Sofala 5.448 9.404 1,27 1,28 5,6 Província de Inhambane 3.982 8.994 0,93 1,23 8,5 Província de Gaza 3.299 5.694 0,77 0,78 5,6 Província de Maputo 12.376 21.365 2,88 2,91 5,6 Cidade de Maputo 13.048 25.254 3,04 3,44 6,8 Cinco Províncias 2.854 4.503 0,66 0,61 4,7 Outras Províncias 6.422 11.799 1,49 1,61 6,3 Moçambique 4.297 7.333 1,00 1,00 5,5
Texto do artigo · p. 30 Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.
Texto do artigo · p. 30 Tabela 3.2.5 PIB Regional per Capita por Província
Texto do artigo · p. 30 PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003) Proporção do PIB Regional em Relação ao País Taxa de Crescimento Anual (%) 1997 2007 1997 2007 1997-2007 Província de Niassa 2.929 3.780 0,68 0,52 2,6 Província de Cabo Delgado 2.549 4.225 0,59 0,58 5,2 Província de Nampula 3.471 5.433 0,81 0,74 4,6 Província da Zambézia 2.341 3.593 0,54 0,49 4,4 Província de Tete 2.898 5,100 0,67 0,70 5,8 Província de Manica 2.719 3.850 0,63 0,53 3,5 Província de Sofala 5.448 9.404 1,27 1,28 5,6 Província de Inhambane 3.982 8.994 0,93 1,23 8,5 Província de Gaza 3.299 5.694 0,77 0,78 5,6 Província de Maputo 12.376 21.365 2,88 2,91 5,6 Cidade de Maputo 13.048 25.254 3,04 3,44 6,8 Cinco Províncias 2.854 4.503 0,66 0,61 4,7 Outras Províncias 6.422 11.799 1,49 1,61 6,3 Moçambique 4.297 7.333 1,00 1,00 5,5
PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003)Proporção do PIB Regional em Relação ao PaísTaxa de Crescimento Anual (%)
19972007199720071997-2007
Província de Niassa2.9293.7800,680,522,6
Província de Cabo Delgado2.5494.2250,590,585,2
Província de Nampula3.4715.4330,810,744,6
Província da Zambézia2.3413.5930,540,494,4
Província de Tete2.8985,1000,670,705,8
Província de Manica2.7193.8500,630,533,5
Província de Sofala5.4489.4041,271,285,6
Província de Inhambane3.9828.9940,931,238,5
Província de Gaza3.2995.6940,770,785,6
Província de Maputo12.37621.3652,882,915,6
Cidade de Maputo13.04825.2543,043,446,8
Cinco Províncias2.8544.5030,660,614,7
Outras Províncias6.42211.7991,491,616,3
Moçambique4.2977.3331,001,005,5
Texto do artigo · p. 30 Fonte: Equipa de Estudo da JICA, com base nos dados do INE
Texto do artigo · p. 30 (3) Participação no Sector Económico
Texto do artigo · p. 30 (3) Participação no Sector Económico
Texto do artigo · p. 30 As cinco províncias, em termos de geração de valor agregado, são relativamente mais especializadas na agricultura, a qual perfaz 42% do PIB Regional total das cinco províncias. Entretanto, as Províncias de Nampula e de Tete são diferentes das outras três, com sua estrutura
Texto do artigo · p. 30 província, respectivamente). Adicionalmente, a Província de Tete possui os sectores de electricidade e de água totalizando 37% da PIB Regional da província. Esta situação de Tete se deve ao facto de a barragem de Cahora Bassa estar a fornecer energia para todo Moçambique. Esta estrutura do sector económico não tem mudado significativamente em mais de uma década nas cinco províncias (Ver a Tabela 3.2.6).
Texto do artigo · p. 30 As cinco províncias, em termos de geração de valor agregado, são relativamente mais especializadas na agricultura, a qual perfaz 42% do PIB Regional total das cinco províncias. Entretanto, as Províncias de Nampula e de Tete são diferentes das outras três, com sua estrutura económica caracterizada por uma proporção mais baixa da agricultura (40% e 20% do PIB Regional da
Texto do artigo · p. 30 económica caracterizada por uma proporção mais baixa da agricultura (40% e 20% do PIB Regional da província, respectivamente). Adicionalmente, a Província de Tete possui os sectores de electricidade e de água totalizando 37% da PIB Regional da província. Esta situação de Tete se deve ao facto de a barragem de Cahora Bassa estar a fornecer energia para todo Moçambique. Esta estrutura do sector económico não tem mudado significativamente em mais de uma década nas cinco províncias (Ver a Tabela 3.2.6).
Texto do artigo · p. 30 7
Texto do artigo · p. 30 Tabela 3.2.6 Proporção do PIB Regional por Sector Económico por Província em 2000 e 2011
Texto do artigo · p. 30 2000 2011 Agricultura Indústria Serviços Total Agricultura Indústria Serviços Total Província de Niassa 47,6% 10,2% 42,2% 100,0% 49,5% 7,2% 43,4% 100,0% Província de Cabo Delgado 49,5% 12,2% 38,3% 100,0% 51,2% 12,5% 36,2% 100,0% Província de Nampula 38,7% 15,4% 45,9% 100,0% 39,9% 17,0% 43,1% 100,0% Província da Zambézia 49,8% 11,4% 38,8% 100,0% 50,8% 12,3% 36,9% 100,0% Província de Tete 25,9% 40,2% 33,9% 100,0% 20,0% 43,3% 36,7% 100,0% Província de Manica 36,1% 22,0% 41,9% 100,0% 37,0% 21,7% 41,3% 100,0% Província de Sofala 22,8% 19,5% 57,7% 100,0% 22,7% 20,0% 57,3% 100,0% Província de Inhambane 41,2% 15,8% 43,0% 100,0% 31,7% 37,0% 31,3% 100,0% Província de Gaza 50,2% 12,3% 37,5% 100,0% 48,5% 13,2% 38,3% 100,0% Província de Maputo 15,2% 43,9% 40,9% 100,0% 17,5% 47,5% 35,0% 100,0% Cidade de Maputo 2,5% 15,8% 81,7% 100,0% 2,7% 11,7% 85,6% 100,0% Cinco Províncias 41,1% 18,0% 40,9% 100,0% 40,3% 19,3% 39,8% 100,0% Outras Províncias 19,1% 23,8% 57,1% 100,0% 21,7% 23,8% 53,8% 100,0% Moçambique 27,9% 21,5% 50,7% 100.0% 27,7% 23,7% 48,5% 100,0%
20002011
AgriculturaIndústriaServiçosTotalAgriculturaIndústriaServiçosTotal
Província de Niassa47,6%10,2%42,2%100,0%49,5%7,2%43,4%100,0%
Província de Cabo Delgado49,5%12,2%38,3%100,0%51,2%12,5%36,2%100,0%
Província de Nampula38,7%15,4%45,9%100,0%39,9%17,0%43,1%100,0%
Província da Zambézia49,8%11,4%38,8%100,0%50,8%12,3%36,9%100,0%
Província de Tete25,9%40,2%33,9%100,0%20,0%43,3%36,7%100,0%
Província de Manica36,1%22,0%41,9%100,0%37,0%21,7%41,3%100,0%
Província de Sofala22,8%19,5%57,7%100,0%22,7%20,0%57,3%100,0%
Província de Inhambane41,2%15,8%43,0%100,0%31,7%37,0%31,3%100,0%
Província de Gaza50,2%12,3%37,5%100,0%48,5%13,2%38,3%100,0%
Província de Maputo15,2%43,9%40,9%100,0%17,5%47,5%35,0%100,0%
Cidade de Maputo2,5%15,8%81,7%100,0%2,7%11,7%85,6%100,0%
Cinco Províncias41,1%18,0%40,9%100,0%40,3%19,3%39,8%100,0%
Outras Províncias19,1%23,8%57,1%100,0%21,7%23,8%53,8%100,0%
Moçambique27,9%21,5%50,7%100.0%27,7%23,7%48,5%100,0%
Texto do artigo · p. 30 Fonte: INE
Texto do artigo · p. 30 3.2.3 Mão-de-obra
Texto do artigo · p. 30 3.2.3 Mão-de-obra
Texto do artigo · p. 30 agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).
Texto do artigo · p. 30 (1) População Economicamente Activa (PEA) A população economicamente activa (PEA) das cinco
Texto do artigo · p. 30 (1) População Economicamente Activa (PEA)
Texto do artigo · p. 30 províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector
Texto do artigo · p. 30 A população economicamente activa (PEA) das cinco províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).
Texto do artigo · p. 30 Tabela 3.2.7 PEA por Sector Económico por Província em 2007
Texto do artigo · p. 31 (1) População Economicamente Activa (PEA)
Texto do artigo · p. 31 A população economicamente activa (PEA) das cinco províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).
Texto do artigo · p. 31 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1029)
Texto do artigo · p. 31 Tabela 3.2.7 PEA por Sector Económico por Província em 2007
Texto do artigo · p. 31 Agricultura Indústria Serviços Total Agricultura Indústria Serviços Total Província de Niassa 337.235 15.288 53.080 405.603 83,1% 3,8% 13,1% 100,0% Província de Cabo Delgado 584.853 22.489 62.908 670.250 87,3% 3,4% 9,4% 100,0% Província de Nampula 1.219.450 65.872 185.191 1.470.513 82,9% 4,5% 12,6% 100,0% Província da Zambézia 1.218.809 54.721 120.106 1.393.636 87,5% 3,9% 8,6% 100,0% Província de Tete 546.888 26.468 72.829 646.185 84,6% 4,1% 11,3% 100,0% Cinco Províncias 3.907.235 184.838 494.114 4.586.187 85,2% 4,0% 10,8% 100,0% Outras Províncias 1.636.693 304.460 843.619 2.784.772 58,8% 10,9% 30,3% 100,0% Moçambique 5.543.928 489.298 1.337.733 7.370.959 75,2% 6,6% 18,1% 100,0%
AgriculturaIndústriaServiçosTotalAgriculturaIndústriaServiçosTotal
Província de Niassa337.23515.28853.080405.60383,1%3,8%13,1%100,0%
Província de Cabo Delgado584.85322.48962.908670.25087,3%3,4%9,4%100,0%
Província de Nampula1.219.45065.872185.1911.470.51382,9%4,5%12,6%100,0%
Província da Zambézia1.218.80954.721120.1061.393.63687,5%3,9%8,6%100,0%
Província de Tete546.88826.46872.829646.18584,6%4,1%11,3%100,0%
Cinco Províncias3.907.235184.838494.1144.586.18785,2%4,0%10,8%100,0%
Outras Províncias1.636.693304.460843.6192.784.77258,8%10,9%30,3%100,0%
Moçambique5.543.928489.2981.337.7337.370.95975,2%6,6%18,1%100,0%
Texto do artigo · p. 31 Fonte: INE
Texto do artigo · p. 31 (2) Taxa de Desemprego
Texto do artigo · p. 31 (2) Taxa de Desemprego
Texto do artigo · p. 31 com excepção da Província de Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias
Texto do artigo · p. 31 As taxas de desemprego por província em 2004/05 são mostradas na Tabela 3.2.8. Os números em todas as províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala,
Texto do artigo · p. 31 Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias.
Texto do artigo · p. 31 As taxas de desemprego por província em 2004/05 são mostradas na Tabela 3.2.8. Os números em todas as províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, com excepção da Província de
Texto do artigo · p. 31 Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias.
Texto do artigo · p. 31 Tabela 3.2.8 Taxa de Desemprego por Província em 2004/5
Texto do artigo · p. 31 Taxa de Desemprego (%) Província de Niassa 31,7
Texto do artigo · p. 31 8
Texto do artigo · p. 31 Tabela 3.2.8 Taxa de Desemprego por Província em 2004/5
Texto do artigo · p. 31 Província de Cabo Delgado Taxa de10,9Desemprego (%) Província ProvínciadedeNiassaNampula 31,7 15,7 Província de Cabo Delgado Província da Zambézia Província de Tete 10,9 11,2 16,5 ProvínciaCinco Provínciasde Nampula 17,2 15,7 ProvínciaSubtotal dasda ZambéziaOutras Províncias 20,2 11,2 ProvínciaMoçambiquede Tete 18,7 16,5 CincoFonte:Províncias Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB) 2004-2005, INE, 2006 17,2 Subtotal das Outras Províncias 20,2 Moçambiquee Desigualdade 18,7
Província de Cabo DelgadoTaxa de10,9Desemprego (%)
Província ProvínciadedeNiassaNampula31,7 15,7
Província de Cabo Delgado Província da Zambézia Província de Tete10,9 11,2 16,5
ProvínciaCinco Provínciasde Nampula17,2 15,7
ProvínciaSubtotal dasda ZambéziaOutras Províncias20,2 11,2
ProvínciaMoçambiquede Tete18,7 16,5
CincoFonte:Províncias Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB)2004-2005, INE, 2006 17,2
Subtotal das Outras Províncias20,2
Moçambiquee Desigualdade18,7
Texto do artigo · p. 31 3.2.4 Pobreza
Texto do artigo · p. 31 Fonte: Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB) 2004-2005, INE, 2006
Texto do artigo · p. 31 (1) Taxa de Pobreza
Texto do artigo · p. 31 3.2.4 Pobreza e Desigualdade
Texto do artigo · p. 31 3.2.4 Pobreza e Desigualdade
Texto do artigo · p. 31 A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32% em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Nampula; e de 82% para 42% em Tete. O número na Zambézia subiu de 68% em 1997 para 71% em 2009.
Texto do artigo · p. 31 (1) Taxa de Pobreza A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e
Texto do artigo · p. 31 em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Nampula; e de 82% para 42% em Tete. O número na Zambézia subiu de 68% em 1997 para 71% em 2009.
Texto do artigo · p. 31 (1) Taxa de Pobreza
Texto do artigo · p. 31 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32%
Texto do artigo · p. 31 A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32% em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Na 71% em
Texto do artigo · p. 31 Tabela 3.2.9 Taxa de Pobreza por Província em Moçambique
Texto do artigo · p. 31 Nampula; e de 82% para 42% 2009. emTaxaTete.deOPobrezanúmero(%)na Z ambéziaDiferençasubiunadeTaxa68%deemPobreza1997 para 1997 2003 2009 1997-2003 2003-2009 1997-2009 Província de Niassa 70,6 52,1 31,9 -18,5 -20,2 -38,7 Província de Cabo TabelaDelgado3.2.9 Taxa57,4 de Pobreza63,2 por37,4Pro víncia+5,8em M oçambique-25,8 -20,0 Província de Nampula 68,9 52,6 54,7 -16,3 +2,1 -14,2 Província da Zambézia 68,1Tax a de44,6Pobr eza70,5(%) -23,5 Dif erença+25,9na Ta xa de+2,4Pobreza Província de Tete 82,31997 59,82003 42,02009 -22,51997-20 03 -17,82003-2 009-40,3 ProvínciaProvínciadedeNiassaManica 62,670,6 43,652,1 55,131,9 -19,0-18,5 +11,5 -20, 2 -7,5 ProvínciaProvínciadedeCaboSofalaDelgado 87,957,4 36,163,2 58,037,4 -51,8+5,8 +21,9 -25, 8 -29,9 ProvínciaProvínciadedeNampulaInhambane 82,668,9 80,752,6 57,954,7 -1,9-16,3 -22,8 +2, 1 -24,7 ProvínciaProvínciadadeZambéziaGaza 64,668,1 60,144,6 62,570,5 -4,5-23,5 +2,4 +25 ,9 -2,1 ProvínciaProvínciadedeTeteMaputo 65,682,3 69,359,8 67,442,0 +3,7-22,5 -1,9 -17, 8 +1,8 Província de Manica Cidade de Maputo 62,6 47,8 43,6 53,6 55,1 36,2 +5,8-19,0 +11 -17,4 ,5 -11,6 Cinco Províncias 69,5 54,5 53,3 -15,0 -1,2 -13,2 ProvínciaOutras Provínciasde Sofala 69,387,9 53,736,1 57,058,0 -15,6-51,8 +3,3 +21 ,9 -12,3 ProvínciaMoçambiquede Inhambane 69,482,6 54,180,7 54,757,9 -15,3-1,9 +0,6 -22, 8 -14,7
Nampula; e de 82% para 42% 2009.emTaxaTete.deOPobrezanúmero(%)na ZambéziaDiferençasubiunadeTaxa68%deemPobreza1997 para
1997200320091997-20032003-20091997-2009
Província de Niassa70,652,131,9-18,5-20,2-38,7
Província de Cabo TabelaDelgado3.2.9Taxa57,4 dePobreza63,2por37,4Província+5,8em Moçambique-25,8-20,0
Província de Nampula68,952,654,7-16,3+2,1-14,2
Província da Zambézia68,1Taxa de44,6Pobreza70,5(%)-23,5 Diferença+25,9na Taxa de+2,4Pobreza
Província de Tete82,3199759,8200342,02009-22,51997-2003 -17,82003-2009-40,3
ProvínciaProvínciadedeNiassaManica62,670,643,652,155,131,9-19,0-18,5+11,5 -20,2 -7,5
ProvínciaProvínciadedeCaboSofalaDelgado87,957,436,163,258,037,4-51,8+5,8+21,9 -25,8 -29,9
ProvínciaProvínciadedeNampulaInhambane82,668,980,752,657,954,7-1,9-16,3-22,8 +2,1 -24,7
ProvínciaProvínciadadeZambéziaGaza64,668,160,144,662,570,5-4,5-23,5+2,4 +25,9 -2,1
ProvínciaProvínciadedeTeteMaputo65,682,369,359,867,442,0+3,7-22,5-1,9 -17,8 +1,8
Província de Manica Cidade de Maputo62,6 47,843,6 53,655,1 36,2+5,8-19,0+11 -17,4,5 -11,6
Cinco Províncias69,554,553,3-15,0-1,2-13,2
ProvínciaOutras Provínciasde Sofala69,387,953,736,157,058,0-15,6-51,8+3,3 +21,9 -12,3
ProvínciaMoçambiquede Inhambane69,482,654,180,754,757,9-15,3-1,9+0,6 -22,8 -14,7
Texto do artigo · p. 31 a 1997-2009 Pro -38,7 Pro -20,0 Pro -14,2 Pro +2,4 Pro -40,3 Pro -7,5 Pro -29,9 Pro -24,7 Província de Gaza 64,6 60,1 62,5 -4,5 +2,4 -2,1 Província de Maputo 65,6 69,3 67,4 +3,7 -1,9 +1,8 Cidade de Maputo 47,8 53,6 36,2 +5,8 -17,4 -11,6 Cinco Províncias 69,5 54,5 53,3 -15,0 -1,2 -13,2 Outras Províncias 69,3 53,7 57,0 -15,6 +3,3 -12,3 Moçambique 69,4 54,1 54,7 -15,3 +0,6 -14,7
Texto do artigo · p. 31 Fonte: MPD/DNEAP com base nas IOF1997, IAF2003 e IOF2009
Texto do artigo · p. 31 (2) Desigualdade
Texto do artigo · p. 31 (2) Desigualdade
Texto do artigo · p. 31 os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.
Texto do artigo · p. 31 O coeficiente de Gini 1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia,
Texto do artigo · p. 31 O coeficiente de Gini1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia, os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.
Texto do artigo · p. 31 Fonte: MPD/DNEAP com base nas IOF1997, IAF2003 e IOF2009
Texto do artigo · p. 31 (2) Desigualdade
Texto do artigo · p. 31 O coeficiente de Gini1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia, os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.
Texto do artigo · p. 31 1 Um índice de Gini 0 representa igualdade perfeita, e um índice de Gini 1, desigualdade perfeita.
Texto do artigo · p. 31 1 Um índice de Gini 0 representa igualdade perfeita, e um índice de Gini 1, desigualdade perfeita.
Texto do artigo · p. 32 Tabela 3.2.10 Coeficiente de Gini por Província em Moçambique
Texto do artigo · p. 32 2003 2008 Diferença entre 2003 e 2008 Província de Niassa 0,357 0,427 +0,070 Província de Cabo Delgado 0,445 0,347 -0,098 Província de Nampula 0,361 0,419 +0,058 Província da Zambézia 0,351 0,365 +0,014 Província de Tete 0,399 0,323 -0,076 Província de Manica 0,400 0,345 -0,055 Província de Sofala 0,427 0,456 +0,029 Província de Inhambane 0,443 0,383 -0,060 Província de Gaza 0,406 0,427 +0,021 Província de Maputo 0,433 0,387 -0,046 Cidade de Maputo 0,524 0,512 -0,012 Cinco Províncias 0,383 0,376 -0,006 Outras Províncias 0,439 0,418 -0,021 Moçambique 0,415 0,414 -0,001
20032008Diferença entre 2003 e 2008
Província de Niassa0,3570,427+0,070
Província de Cabo Delgado0,4450,347-0,098
Província de Nampula0,3610,419+0,058
Província da Zambézia0,3510,365+0,014
Província de Tete0,3990,323-0,076
Província de Manica0,4000,345-0,055
Província de Sofala0,4270,456+0,029
Província de Inhambane0,4430,383-0,060
Província de Gaza0,4060,427+0,021
Província de Maputo0,4330,387-0,046
Cidade de Maputo0,5240,512-0,012
Cinco Províncias0,3830,376-0,006
Outras Províncias0,4390,418-0,021
Moçambique0,4150,414-0,001
Texto do artigo · p. 32 Fonte: DNEAP, 2010, “Understanding Poverty and Well-being Mozambique: Third National Poverty Assessment”, MPD
Texto do artigo · p. 32 3.3 Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala A maior cidade na Região do Corredor de Nacala é Nampula,
Texto do artigo · p. 32 3.3 Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 32 uma população superior a 500 mil habitantes. A Figura 3.3.1 mostra as populações de Blantyre com 661 mil; Lilongwe, 669 mil; Lusaka, 1,7 milhão; e Harare, 1,4 milhão de habitantes. A população da Cidade de Chipata, na Zâmbia, localizada próxima da fronteira com Malawi, é de 117 mil habitantes.
Texto do artigo · p. 32 com 484 mil habitantes em 2007, seguida por Nacala, com 212 mil, e por Tete, com 158 mil. Nos países vizinhos adjacentes à Região do Corredor de Nacala, há muitas cidades grandes com
Texto do artigo · p. 32 A maior cidade na Região do Corredor de Nacala é Nampula, com 484 mil habitantes em 2007, seguida por Nacala, com 212 mil, e por Tete, com 158 mil. Nos países vizinhos adjacentes à Região do Corredor de Nacala, há muitas cidades grandes com uma população superior a 500 mil habitantes. A Figura 3.3.1 mostra as populações de Blantyre com 661 mil; Lilongwe, 669 mil; Lusaka, 1,7 milhão; e Harare, 1,4 milhão de habitantes. A população da Cidade de Chipata, na Zâmbia, localizada próxima da fronteira com Malawi, é de 117 mil habitantes.
Texto do artigo · p. 32 N 0 50 100 200 300 Tanzania Zambia Malawi Zimbabwe Moçambique Fonte: Cidades em Moçambique: Censo Geral da População e Habitação de Moçambique 2007, INE Cidades em Malawi: Censo Geral da População e Habitação de Malawi 2008, NSO Cidades em Zâmbia: Censo Geral da População e Habitação da Zâmbia 2010, Escritório Central de Estatísticas Cidades em Zimbabwe: Censo Geral da População e Habitação do Zimbabwe 2012, Escritório Nacional de Estatísticas do Zimbabwe Cidades na Tanzânia: Censo Geral da População e Habitação da Tanzânia 2012, Departamento Nacional de Estatísticas Figura 3.3.1 Principais Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala e Países Vizinhos
Texto do artigo · p. 32 mais de 1 milhão 500 mil a 1 milhão
Texto do artigo · p. 32 400 a 500 mil 200 a 400 mil 100 a 200 mil 20 a 100 mil
Texto do artigo · p. 32 Fonte: Cidades em Moçambique; Censo Geral da População e Habitação de Moçambique 2007, INE Cidades em Malawi; Censo Geral da População e Habitação de Malawi 2008, NSO Cidades na Zâmbia; Censo Geral da População e Habitação da Zâmbia 2010, Escritório Central de Estatísticas Cidades no Zimbabwe; Censo Geral da População e Habitação do Zimbabwe 2012, Escritório Nacional de Estatísticas do Zimbabwe Cidades na Tanzânia; Censo Geral da População e Habitação da Tanzania 2012, Departamento Nacional de Estatísticas
Texto do artigo · p. 32 Figura 3.3.1 Principais Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala e Países Vizinhos
Texto do artigo · p. 32 Conforme mostrado na Tabela 3.3.1, o total da população urbana nas cinco províncias aumentou de 1,2 milhão em 1997 para 1,9 milhão em 2007, num crescimento de 4,8% por ano, em média. Como a taxa de crescimento anual da população nas áreas rurais no mesmo período foi de 3,2%, enquanto a taxa de urbanização subiu de 20,3% em 1997 para 21,6% em 2007.
Texto do artigo · p. 32 Conforme mostrado na Tabela 3.3.1, o total da população urbana nas cinco províncias aumentou de 1,2 milhão em 1997 para 1,9 milhão em 2007, num crescimento de 4,8% por ano, em média. Como a taxa de crescimento anual da população nas áreas rurais no mesmo período foi de 3,2%, enquanto a taxa de urbanização subiu de 20,3% em 1997 para 21,6% em 2007.
Texto do artigo · p. 32 A taxa de crescimento mais alta da população urbana, de 12,6% por ano, foi registada no Distrito de Nacala-à-Velha entre 1997 e 2007, seguido pelo Distrito de Mocuba, da Província da Zambézia, com 12% por ano. O crescimento da população urbana em outras áreas foi mais brando, variando entre 2,7% e 5,6% por ano.
Texto do artigo · p. 32 A taxa de crescimento mais alta da população urbana, de 12,6% por ano, foi registada no Distrito de Nacala-à-Velha entre 1997 e 2007, seguido pelo Distrito de Mocuba, da Província da Zambézia, com 12% por ano. O crescimento da população urbana em outras áreas foi mais brando, variando entre 2,7% e 5,6% por ano.
Texto do artigo · p. 32 10
Texto do artigo · p. 32 11
Texto do artigo · p. 33 TaxadeCrescimentoAnual (%/ano) Total 5.2% 3.0% 1.6% 4.8% 2.2% 5.6% 4.2% 4.3% 7.1% 4.3% 2.7% 3.5% Rural - - 0.3% 0.0% 1.2% - 4.7% - 8.0% 4.6% - -1.8% Urban 5.2% 3.0% 12.6% 4.8% 4.7% 5.6% 3.7% 4.3% 4.0% 4.0% 2.7% 12.0% 2007 Total 141,082 211,915 90,991 483,572 283,520 147,475 191,582 155,870 217,608 301,034 195,758 303,973 Rural 0 0 74,998 0 191,109 0 109,600 0 178,140 153,904 0 133,199 Urban 141,082 211,915 15,993 483,572 92,411 147,475 81,982 155,870 39,468 147,130 195,758 170,774 1997 Total 84,897 158,248 77,918 303,346 228,526 85,758 126,380 101,984 109,103 197,179 150,116 214,748 Rural 0 0 73,019 0 170,263 0 69,175 0 82,543 97,844 0 159,946 Urban 84,897 158,248 4,899 303,346 58,263 85,758 57,205 101,984 26,560 99,335 150,116 54,802 Cidade/Distrito CidadedePemba CidadedeNacalaPorto DistritodeNacalaaVelha CidadedeNampula DistritodeAngoche CidadedeLichinga DistritodeCuamba CidadedeTete DistritodeMoatize DistritodeGurue CidadedeQuelimane DistritodeMocuba ProvinceProvíncia CaboDelgado Nampula Niassa Tete Zambézia
TaxadeCrescimentoAnual (%/ano)Total5.2%3.0%1.6%4.8%2.2%5.6%4.2%4.3%7.1%4.3%2.7%3.5%
Rural--0.3%0.0%1.2%-4.7%-8.0%4.6%--1.8%
Urban5.2%3.0%12.6%4.8%4.7%5.6%3.7%4.3%4.0%4.0%2.7%12.0%
2007Total141,082211,91590,991483,572283,520147,475191,582155,870217,608301,034195,758303,973
Rural0074,9980191,1090109,6000178,140153,9040133,199
Urban141,082211,91515,993483,57292,411147,47581,982155,87039,468147,130195,758170,774
1997Total84,897158,24877,918303,346228,52685,758126,380101,984109,103197,179150,116214,748
Rural0073,0190170,263069,175082,54397,8440159,946
Urban84,897158,2484,899303,34658,26385,75857,205101,98426,56099,335150,11654,802
Cidade/DistritoCidadedePembaCidadedeNacalaPortoDistritodeNacalaaVelhaCidadedeNampulaDistritodeAngocheCidadedeLichingaDistritodeCuambaCidadedeTeteDistritodeMoatizeDistritodeGurueCidadedeQuelimaneDistritodeMocuba
ProvinceProvínciaCaboDelgadoNampulaNiassaTeteZambézia
Texto do artigo · p. 33 141,0820141,0825.2%-5.2%ePemba84,897084,897
Texto do artigo · p. 33 eNacalaPorto158,2480158,248211,9150211,9153.0%-3.0%
Texto do artigo · p. 33 deNacalaaVelha4,89973,01977,91815,99374,99890,99112.6%0.3%1.6%
Texto do artigo · p. 33 eNampula303,3460303,346483,5720483,5724.8%0.0%4.8%
Texto do artigo · p. 33 deAngoche58,263170,263228,52692,411191,109283,5204.7%1.2%2.2%
Texto do artigo · p. 33 eLichinga85,758085,758147,4750147,4755.6%-5.6%
Texto do artigo · p. 33 deCuamba57,20569,175126,38081,982109,600191,5823.7%4.7%4.2%
Texto do artigo · p. 33 eTete101,9840101,984155,8700155,8704.3%-4.3%
Texto do artigo · p. 33 deMoatize26,56082,543109,10339,468178,140217,6084.0%8.0%7.1%
Texto do artigo · p. 33 deGurue99,33597,844197,179147,130153,904301,0344.0%4.6%4.3%
Texto do artigo · p. 33 eQuelimane150,1160150,116195,7580195,7582.7%-2.7%
Texto do artigo · p. 33 deMocuba54,802159,946214,748170,774133,199303,97312.0%-1.8%3.5%
Texto do artigo · p. 33 TaxadeCrescimentoAnual
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Texto do artigo, página 17: O PIB de Malawi tem estado a crescer (5,0% em 2013 e 6,1% em 2014) principalmente graças ao aumento da exportação de tabaco e ao crescimento contínuo dos sectores da agricultura, indústria e serviços. Por outro lado, o país é altamente dependente dos produtos importados.
  2. Texto do artigo, página 17: As exportações e importações de Malawi actualmente dependem do Porto da Beira, Porto de Durban, Porto de Dar-esSalaam e Porto de Nacala. O Porto da Beira é o mais próximo de Malawi e manuseia a maior quantidade de cargas em trânsito provenientes de Malawi. No entanto, o Porto da Beira atingirá a sua capacidade máxima num curto prazo. Desta forma, esperase que o Porto de Nacala, por ser o segundo mais próximo de Malawi, assuma uma grande parte da crescente demanda de carga de proveniência de Malawi no futuro.
  3. Texto do artigo, página 17: Visto que os principais parceiros comerciais de Malawi são, além de países da Europa, da América do Norte e da África, a Índia, a China e a Coreia do Sul, os portos localizados na costa leste da África apresentam um grande potencial para o comércio internacional com tais nações. Isto poder-se-á concretizar graças à melhoria da Linha Férrea do Corredor de Nacala que liga Malawi ao Porto de Nacala.
  4. Texto do artigo, página 17: (752.000km2) e aproximadamente sete vezes maior que a de Malawi (119.000km2). A densidade populacional de Malawi, de 125 habitantes por km2, é bem maior que a dos outros países, inclusive a de Moçambique que é de 29 habitantes por km2. A urbanização em Moçambique é relativamente elevada, com uma taxa de 38%.
  5. Texto do artigo, página 17: crescimento do PIB entre os sete países, de 7,8% ao ano no período de 2000 a 2010. O PIB per capita de Moçambique, de 394 dólares em 2010, é o segundo mais baixo, seguido de Malawi, com 339 dólares americanos.
  6. Texto do artigo, página 17: A África do Sul se destaca pelo tamanho da sua economia. O seu PIB, de 363 biliões de dólares americanos em 2010, é cerca de 38 vezes maior do que o de Moçambique, com 9,6 biliões de dólares americanos. Moçambique experimentou o maior crescimento do PIB entre os sete países, de 7,8% ao ano no período de 2000 a 2010. O PIB per capita de Moçambique, de 394 dólares em 2010, é o segundo mais baixo, seguido de Malawi, com 339 dólares americanos.
  7. Texto do artigo, página 17: O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Moçambique, de 0,327, foi o mais baixo, encontrando-se no 185º lugar entre os 187 países do mundo. A taxa de analfabetismo de 55% e a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos de idade, com 135 mortes entre 1.000 nascimentos, também foram os piores entre os sete países.
  8. Texto do artigo, página 17: O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Moçambique, de 0,327, foi o mais baixo, encontrando-se no 185º lugar entre os 187 países do mundo. A taxa de analfabetismo de 55% e a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos de idade, com 135 mortes entre 1.000 nascimentos, também foram os piores entre os sete países.
  9. Texto do artigo, página 17: 2.3 Características Espaciais de Moçambique, Malawi e Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala
  10. Texto do artigo, página 17: Esta secção analisa com mais detalhes a situação espacial actual das áreas ao longo do Corredor de Nacala, em Moçambique, Malawi e Zâmbia.
  11. Texto do artigo, página 17: Esta secção analisa com mais detalhes a situação espacial actual das áreas ao longo do Corredor de Nacala, em Moçambique, Malawi e Zâmbia.
  12. Texto do artigo, página 17: O PIB de Malawi tem estado a crescer (5,0% em 2013 e 6,1% em 2014) principalmente
  13. Texto do artigo, página 17: 2.3.2 Zâmbia e o Corredor de Nacala
  14. Texto do artigo, página 17: Com uma população urbana e um PIB muito maiores que Malawi, a Zâmbia tem um potencial ainda maior para desenvolver o Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem dependido pesadamente da mineração de cobre e do comércio internacional, em particular, com a Europa e a China. Os principais produtos de exportação da Zâmbia incluem cobre, produtos de processamento metalúrgico, açúcar, produtos químicos e cimento. Aproximadamente um terço das exportações da Zâmbia vai para a Europa (principalmente a Suíça), outro um terço, para países Africanos e o restante, para a China e nações do Oriente Médio, entre outros destinos. Os portos actualmente usados pela Zâmbia incluem o Porto de Dar-es-Salaam, o Porto de Durban e o Porto da Beira. A Zâmbia possui uma estratégia que visa a diversificação das rotas e portos para carga em trânsito, com o uso do Porto de Walvis Bay e do Porto de Nacala. No âmbito desta estratégia, foi construído um troço ferroviário ligando Chipata à linha férrea de Malawi. A Cidade de Chipata é a capital e o centro comercial da Província Oriental da Zâmbia, que é uma província agrícola dedicada à produção de tabaco e algodão bem como à criação suína. A referida linha férrea foi inaugurada em Maio de 2014 com a operação experimental de um comboio entre Chipata e o
  15. Texto do artigo, página 17: 6
  16. Texto do artigo, página 18: Porto de Nacala. Localizado na costa leste da África, o Porto de Nacala apresenta a possibilidade de servir, para a Zâmbia, de portão importante para o Oriente Médio e a Ásia.
  17. Texto do artigo, página 18: 2.3.3 Centros Urbano ao longo do Corredor de Nacala
  18. Texto do artigo, página 18: A maior cidade ao longo do Corredor de Nacala é Lusaka, com mais de 1,7 milhões de habitantes em 2010. Outras grandes cidades são Lilongwe e Blantyre, no Malawi, e Nampula e Nacala, em Moçambique. Há também várias cidades menores ao longo do corredor. As cidades e os centros distritais mais próximos do Corredor de Nacala, em Moçambique, são relativamente mais povoados do que as outras áreas da Região do Corredor de Nacala. A densidade populacional das regiões central e sul de Malawi é alta com uma taxa de mais de 100 pessoas por quilómetro quadrado (Ver a Figura 2.3.2). Os números reais da população de cada cidade de Malawi e Zâmbia são mostrados na Tabela 2.4.2 e na Tabela 2.5.2, respectivamente.
  19. Texto do artigo, página 18: O Governo da Zâmbia também tem um plano para prosperar o processamento de produtos agrícolas, que inclui o plano de transformar Chipata num centro de processamento agrícola do país. Além do desenvolvimento de Chipata como centro de agro-processamento, a Zâmbia também possui um plano para estender a ferrovia entre Chipata e Mpika e ligá-la com a linha de Nacala através da Linha de Tazara. A extensão e a ligação da linha em questão poderão contribuir para a exportação de cobre da Província de Copperbelt e da República Democrática do Congo por via do Porto de Nacala, como uma rota alternativa para o Porto de Dar-es-Salaam.
  20. Texto do artigo, página 18: 2.3.3 Centros Urbano ao longo do Corredor de Nacala
  21. Texto do artigo, página 18: A maior cidade ao longo do Corredor de Nacala é Lusaka, com mais de 1,7 milhões de habitantes em 2010. Outras grandes cidades são Lilongwe e Blantyre, no Malawi, e Nampula e Nacala, em Moçambique. Há também várias cidades menores ao longo do corredor. As cidades e os centros distritais mais próximos do Corredor de Nacala, em Moçambique, são relativamente mais povoados do que as outras áreas da Região do Corredor de Nacala. A densidade populacional das regiões central e sul de Malawi é alta com uma taxa de mais de 100 pessoas por quilómetro quadrado (Ver a Figura 2.3.2). Os números reais da população de cada cidade de Malawi e Zâmbia são mostrados na Tabela 2.4.2 e na Tabela 2.5.2, respectivamente.
  22. Texto do artigo, página 18: Legenda Densidade Populacional (Moçambique ’07, Malawi ’08, Zâmbia ’10) 0.0-20.0 Pessoas/km2 20.1-40.0 40.1-80.0 80.1-120.0 120.1-160.0 160.1+ Zambia Malawi Mozambique Tanzania LILONGWE Blantyre Tete Nampula Nacala Quelimane Beira Chimoio N 0 50 100 200 300 km
  23. Texto do artigo, página 18: 134 mil
  24. Texto do artigo, página 18: 151 mil
  25. Texto do artigo, página 18: 185 mil
  26. Texto do artigo, página 18: 674 mil
  27. Texto do artigo, página 18: 40 mil
  28. Texto do artigo, página 18: 76 mil
  29. Texto do artigo, página 18: 141 mil
  30. Texto do artigo, página 18: 147 mil
  31. Texto do artigo, página 18: 451 mil
  32. Texto do artigo, página 18: 117 mil
  33. Texto do artigo, página 18: 202 mil
  34. Texto do artigo, página 18: 212 mil
  35. Texto do artigo, página 18: 81 mil
  36. Texto do artigo, página 18: 484 mil
  37. Texto do artigo, página 18: 661 mil
  38. Texto do artigo, página 18: 1.747 mil
  39. Texto do artigo, página 18: 88 mil
  40. Texto do artigo, página 18: 147 mil
  41. Texto do artigo, página 18: 156 mil
  42. Texto do artigo, página 18: 92 mil
  43. Texto do artigo, página 18: Legenda
  44. Texto do artigo, página 18: 171 mil
  45. Texto do artigo, página 18: Densidade Populacional
  46. Texto do artigo, página 18: (Moçambique ’07, Malawi ’08, Zâmbia ’10)
  47. Texto do artigo, página 18: Pessoa/km2
  48. Texto do artigo, página 18: 196 mil
  49. Texto do artigo, página 18: Fronteira Nacional
  50. Texto do artigo, página 18: Fronteira Provincial
  51. Texto do artigo, página 18: 242 mil
  52. Texto do artigo, página 18: Capital do País
  53. Texto do artigo, página 18: 443 mil
  54. Texto do artigo, página 18: Capital Provincial
  55. Texto do artigo, página 18: Cidade Grande (com população de mais de 30.000 habitantes)
  56. Texto do artigo, página 18: População da Cidade (0,1 milhão)
  57. Texto do artigo, página 18: Estrada Principal
  58. Texto do artigo, página 18: Fonte: Equipa de Estudo da JICA, com base no “Censo da População e Habitação de 2010” da Zâmbia, “Censo da População e Habitação de 2008” de Malawi e “Censo Geral da População e Habitação de 2007” de Moçambique
  59. Texto do artigo, página 18: Figura 2.3.2 Densidade Populacional por Distrito e População das Principais Cidades ao Redor do Corredor de Nacala
  60. Texto do artigo, página 18: 8
  61. Texto do artigo, página 19: 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
  62. Texto do artigo, página 19: 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
  63. Texto do artigo, página 19: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1017)
  64. Texto do artigo, página 19: (1) Tendência Populacional de Malawi
  65. Texto do artigo, página 19: 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
  66. Texto do artigo, página 19: (1) Tendência Populacional de Malawi
  67. Texto do artigo, página 19: Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.
  68. Texto do artigo, página 19: (1) Tendência Populacional de Malawi Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa
  69. Texto do artigo, página 19: Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.
  70. Texto do artigo, página 19: de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.
  71. Texto do artigo, página 19: Tabela 2.4.1 Tendência Populacional de Malawi por Região
  72. Texto do artigo, página 19: Região Região População Tabela 2.4.1 Tendência Popu População Taxa de Crescimento Populacional Anual lacional de Malawi por Taxa de Crescimento Populacional Anual Área (km2) Região Área (km2) Densidade Populacion al (pessoa/km2 ) Densidade Populacion al (pessoa/km2 1987 1987 1998 1998 2008 2008 1987-199 1987-1998 1998-200 1998-2008 2008 ) 2008 Norte 911.787 1.233.560 1.708.930 82,8% 83,3% 26.931 63,5 NorteCentral 3.110.986911.787 1.233.5604.066.340 1.708.9305.510.195 2,8%2,5% 3,3%3,1% 26.93135.592 154,863,5 CentralSul 3.110.9863.965.734 4.066.3404.633.968 5.510.1955.858.035 2,5%1,4% 3,1%2,4% 35.59231.753 154,8184,7 SulMalawi Malawi 3.965.7347.988.507 7.988.507 4.633.9689.933.868 9.933.868 13.077.16 0 5.858.035 13.077.16 1,4%2,0% 2,0% 2,4%2,8% 2,8% 31.75394.276 94.276 184,7138,7 138,7
    Região RegiãoPopulação Tabela 2.4.1 Tendência Popu PopulaçãoTaxa de Crescimento Populacional Anual lacional de Malawi por Taxa de Crescimento Populacional AnualÁrea (km2) Região Área (km2)Densidade Populacion al (pessoa/km2 ) Densidade Populacion al (pessoa/km2
    1987 19871998 19982008 20081987-199 1987-19981998-200 1998-20082008 ) 2008
    Norte911.7871.233.5601.708.93082,8%83,3%26.93163,5
    NorteCentral3.110.986911.7871.233.5604.066.3401.708.9305.510.1952,8%2,5%3,3%3,1%26.93135.592154,863,5
    CentralSul3.110.9863.965.7344.066.3404.633.9685.510.1955.858.0352,5%1,4%3,1%2,4%35.59231.753154,8184,7
    SulMalawi Malawi3.965.7347.988.507 7.988.5074.633.9689.933.868 9.933.86813.077.16 0 5.858.035 13.077.161,4%2,0% 2,0%2,4%2,8% 2,8%31.75394.276 94.276184,7138,7 138,7
  73. Texto do artigo, página 19: 0 Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
  74. Texto do artigo, página 19: Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
  75. Texto do artigo, página 19: As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.
  76. Texto do artigo, página 19: As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.
  77. Texto do artigo, página 19: As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as
  78. Texto do artigo, página 19: outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.
  79. Texto do artigo, página 19: Tabela 2.4.2 População das Principais Cidades de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala Taxa de
  80. Texto do artigo, página 19: Tabela 2.4.2 População das Principais Cidades de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
  81. Texto do artigo, página 19: Cidade Lilongw Cidade Região Central Região População 1987 1998 2008 População Crescimento Populacional Anual 1987-199 1998-200 Taxa de Crescimento Populacional Anual 223.318 1987 440.471 1998 674.448 2008 8 6,4% 1987-199 8 8 4,4% 1998-200 8 e Blantyr Lilongw e Sul Central 333.120 223.318 502.053 440.471 661.256 674.448 3,8% 6,4% 2,8% 4,4% e Mzuzu Blantyr e Norte Sul 51.904 333.120 86.980 502.053 133.968 661.256 4,8% 3,8% 4,4% 2,8% MzuzuZomba NorteSul 51.90443.250 86.98065.915 133.96888.314 4,8%3,9% 4,4%3,0% ZombaKasung CentralSul 43.25011.591 65.91527.754 88.31439.640 3,9%8,3% 3,0%3,6% u Mangoc Kasung u Sul Central 14.758 11.591 26.570 27.754 39.575 39.640 5,5% 8,3% 4,1% 3,6% Mangochi hi Sul 14.758 26.570 39.575 5,5% 4,1%
    Cidade Lilongw CidadeRegião Central RegiãoPopulação 1987 1998 2008 PopulaçãoCrescimento Populacional Anual 1987-199 1998-200 Taxa de Crescimento Populacional Anual
    223.318 1987440.471 1998674.448 20088 6,4% 1987-199 88 4,4% 1998-200 8
    e Blantyr Lilongw eSul Central333.120 223.318502.053 440.471661.256 674.4483,8% 6,4%2,8% 4,4%
    e Mzuzu Blantyr eNorte Sul51.904 333.12086.980 502.053133.968 661.2564,8% 3,8%4,4% 2,8%
    MzuzuZombaNorteSul51.90443.25086.98065.915133.96888.3144,8%3,9%4,4%3,0%
    ZombaKasungCentralSul43.25011.59165.91527.75488.31439.6403,9%8,3%3,0%3,6%
    u Mangoc Kasung uSul Central14.758 11.59126.570 27.75439.575 39.6405,5% 8,3%4,1% 3,6%
    Mangochi hiSul14.75826.57039.5755,5%4,1%
  82. Texto do artigo, página 19: Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
  83. Texto do artigo, página 19: 9
  84. Texto do artigo, página 19: 9
  85. Texto do artigo, página 20: Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
  86. Texto do artigo, página 20: (2) Tendência do PIB de Malawi
  87. Texto do artigo, página 20: (2) Tendência do PIB de Malawi
  88. Texto do artigo, página 20: todo o mundo é considerada como causa de um impacto negativo sobre a economia.
  89. Texto do artigo, página 20: O PIB de Malawi tem aumentado, principalmente, com a exportação de tabaco. A economia do país também conta com a produção de chá e de cana-de-açúcar. Devido à dependência na agricultura, a economia de Malawi é muito vulnerável. Além das alterações das condições naturais, a tendência antitabagismo em todo o mundo é considerada como causa de um impacto negativo sobre a economia.
  90. Texto do artigo, página 20: O PIB de Malawi tem aumentado, principalmente, com a exportação de tabaco. A economia do país também conta com a produção de chá e de cana-de-açúcar. Devido à dependência na agricultura, a economia de Malawi é muito vulnerável. Além das alterações das condições naturais, a tendência antitabagismo em
  91. Texto do artigo, página 20: O PIB de Malawi cresceu lentamente, inclusive com períodos de declínio, até o início dos anos 2000. A partir de meados da década de 2000, o PIB tem se elevado de forma constante e deverse-á manter sem crescimento.
  92. Texto do artigo, página 20: O PIB de Malawi cresceu lentamente, inclusive com períodos de declínio, até o início dos anos 2000. A partir de meados da década de 2000, o PIB tem se elevado de forma constante e dever-se-á manter sem crescimento.
  93. Texto do artigo, página 20: 1200 1000 800 600 400 200 0 Malawi PIB, Preços Constantes (bilhões de Kwacha Malawi) Year 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016
  94. Texto do artigo, página 20: 0 200 400 600 800 1000 1200 199019921994199619982000200220042006200820102012201420162018 Year MalawiGDP,ConstantPrice(billion MalawiKwacha) Malawi PIB, Preços Constantes (biliões de Kwachas Malawi)
  95. Texto do artigo, página 20: i PIB, Preços Constantes (biliões
  96. Texto do artigo, página 20: alawiGDP,ConstantPrice(billion
  97. Texto do artigo, página 20: MalawiKwacha)
  98. Texto do artigo, página 20: de Kwachas Malawi)
  99. Texto do artigo, página 20: Fonte: Dados do Relatório sobre Perspectivas da Economia Mundial, do FMI, Edição de Abril de 2014
  100. Texto do artigo, página 20: Nota: Números estimados de 2009
  101. Texto do artigo, página 20: Figura 2.4.1 Tendências do PIB de Malawi
  102. Texto do artigo, página 20: (3) Principais Indústrias de Malawi e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
  103. Texto do artigo, página 20: Conforme mencionado anteriormente, a maior indústria de Malawi é a de tabaco. Outros produtos importantes exportados de Malawi são açúcar, chá, café e urânio. Por outro lado, o país depende bastante de produtos importados, tais como o combustível e fertilizantes da África do Sul. Nestes últimos tempos, a importação do combustível tem sido efectuada principalmente através do Porto da Beira. Os portos da Tanzânia, bem como as vias de transporte terrestre pela África do Sul e Zâmbia, também têm sido utilizados. O comércio internacional de Malawi, que precisa contar com o transporte terrestre através de um terceiro país, é um grande factor potencial para o Corredor de Nacala.
  104. Texto do artigo, página 20: (3) Principais Indústrias de Malawi e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
  105. Texto do artigo, página 20: Malawi eram os de Nacala e Beira. Essas rotas seriam uma escolha muito mais económica para Malawi se o país estivesse conectado com os referidos portos por caminho-de-ferro. Outros importantes parceiros comerciais de Malawi, além da Europa, América do Norte e países africanos, são a Índia, a China e a Coreia do Sul. Os portos do lado leste da África constituem um grande potencial para o desenvolvimento do comércio internacional com esses países.
  106. Texto do artigo, página 20: Conforme mencionado anteriormente, a maior indústria de Malawi é a de tabaco. Outros produtos importantes exportados de Malawi são açúcar, chá, café e urânio. Por outro lado, o país depende bastante de produtos importados, tais como o combustível e fertilizantes da África do Sul. Nestes últimos tempos, a importação do combustível tem sido efectuada principalmente através do Porto da Beira. Os portos da Tanzânia, bem como as vias de transporte terrestre pela África do Sul e Zâmbia, também têm sido utilizados. O comércio internacional de Malawi, que precisa contar com o transporte terrestre através de um terceiro país, é um grande factor potencial para o Corredor de Nacala.
  107. Texto do artigo, página 20: (4) Planos de Desenvolvimento para Malawi Os seguintes projectos são planos de desenvolvimento
  108. Texto do artigo, página 20: Actualmente, a maioria dos produtos, como o tabaco e o chá, é transportada para a África do Sul em contentores juntamente com outros produtos exportados para a Europa e Estados Unidos através de Durban, na África do Sul. As mercadorias são levadas por via terrestre, para/de Durban, através de Moçambique e Zimbabwe. No entanto, antes da guerra pela independência de Moçambique, os principais portos do comércio internacional de Malawi
  109. Texto do artigo, página 20: recomendáveis para Malawi no âmbito do Corredor de Nacala:
  110. Texto do artigo, página 20: • Reabilitação do Caminho-de-Ferro pela Vale (CuambaNayuchi): É recomendável que Malawi garanta uma rota de transporte para o mar através da reabilitação do caminho-de-ferro. Com esta medida, estima-se que haja desenvolvimento industrial, como parte do próprio desenvolvimento de Malawi. • Utilização do Transporte Hidroviário pelo Lago Malawi: Esta medida também pode ser considerada um factor de desenvolvimento de um parque de transporte multimodal composto de estradas, caminho-de-ferro e hidrovias (Centro Logístico).
  111. Texto do artigo, página 20: Actualmente, a maioria dos produtos, como o tabaco e o chá, é transportada para a África do Sul em contentores juntamente com outros produtos exportados para a Europa e Estados Unidos através de Durban, na África do Sul. As mercadorias são levadas por via terrestre, para/de Durban, através de Moçambique e Zimbabwe. No entanto, antes da guerra pela independência de Moçambique, os principais portos do comércio internacional de
  112. Texto do artigo, página 20: 10
  113. Texto do artigo, página 21: Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas. Província População Taxa de Crescimento Populacional Anual Área (km2) Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 1990 2000 2010 1990-200 0 2000-201 0 2010 Central 13,8 Copperbel t 63,0 Leste 30,9 Lusaka 100,1 Muchinga 8,1 Zâmbia 17,3 Fonte: Censo Como Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes. Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano. Tabela 2.5.2 População das Principais Cidades das Províncias da Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012 (2) Tendência do PIB da Zâmbia
  114. Texto do artigo, página 21: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1019)
  115. Texto do artigo, página 21: 2.5 Actuais Condições da Zâmbia no Corredor de Nacala
  116. Texto do artigo, página 21: 2.5 Actuais Condições da Zâmbia no Corredor de Nacala
  117. Texto do artigo, página 21: (1) Tendência Populacional da Zâmbia
  118. Texto do artigo, página 21: (1) Tendência Populacional da Zâmbia Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas
  119. Texto do artigo, página 21: Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas.
  120. Texto do artigo, página 21: últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas.
  121. Texto do artigo, página 21: Província 771.818 1.458.459 949.521 991.226 População 1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317 Taxa de Crescimento Populacional Anual 2,7% 2,6% 0,8% 2,2% Área (km2)
    Província 771.818 1.458.459 949.521 991.226População 1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317Taxa de Crescimento Populacional Anual 2,7% 2,6% 0,8% 2,2%Área (km2) 94. 31. 51. 21.Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 394 328
    19901.231.2 1.391.38320001.59 29 2.192.6612010 1.2251990-200 0 2,6% 3,4%2000-201 0 2,6% 4,6%4762010 896
    Central771.8181.012.2571.307.1112,7%2,6%94.39413,8
    Copperbel t 400.492 7.759.1171.458.459524.1 9.960.41.581.22186 71 81 13.01.6571.972.317 92.662,7%0,8% 2,0%2,2%3,1% 2,8%31.32887. 752.806 63,0 612
    Leste949.5211.231.2831.592.66162,6%2,6%51.47630,9
    Lusaka991.2261.391.3292.191.2253,4%4,6%21.896100,1
    Muchingada População400.492e Habitação524.186de711.6572010,da Agênc2,7%ia Central3,1%de87.806Estatística, 20128,1
    naZâmbiamaioria7.759.117das cidades9.960.481do mu13.092.66 6 ndo, a urbanização2,0%também2,8%está752.612a ocorrer na17,3
  122. Texto do artigo, página 21: 94. 31.
    Província 771.818 1.458.459 949.521 991.226População 1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317Taxa de Crescimento Populacional Anual 2,7% 2,6% 0,8% 2,2%Área (km2) 94. 31. 51. 21.Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 394 328
    19901.231.2 1.391.38320001.59 29 2.192.6612010 1.2251990-200 0 2,6% 3,4%2000-201 0 2,6% 4,6%4762010 896
    Central771.8181.012.2571.307.1112,7%2,6%94.39413,8
    Copperbel t 400.492 7.759.1171.458.459524.1 9.960.41.581.22186 71 81 13.01.6571.972.317 92.662,7%0,8% 2,0%2,2%3,1% 2,8%31.32887. 752.806 63,0 612
    Leste949.5211.231.2831.592.66162,6%2,6%51.47630,9
    Lusaka991.2261.391.3292.191.2253,4%4,6%21.896100,1
    Muchingada População400.492e Habitação524.186de711.6572010,da Agênc2,7%ia Central3,1%de87.806Estatística, 20128,1
    naZâmbiamaioria7.759.117das cidades9.960.481do mu13.092.66 6 ndo, a urbanização2,0%também2,8%está752.612a ocorrer na17,3
  123. Texto do artigo, página 21: 51. 21. Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 394 328 19901.231.2 1.391.3 8320001.59 29 2.19 2.6612010 1.225 1990-200 0 2,6% 3,4% 2000-201 0 2,6% 4,6% 4762010 896 Central 771.818 1.012.257 1.307.111 2,7% 2,6% 94.394 13,8 Copperbel t 400.492 7.759.117 1.458.459524.1 9.960.4 1.581.22186 71 81 13.0 1.6571.972.317 92.66 2,7%0,8% 2,0% 2,2%3,1% 2,8% 31.32887. 752. 806 63,0 612 Leste 949.521 1.231.283 1.592.6616 2,6% 2,6% 51.476 30,9 Lusaka 991.226 1.391.329 2.191.225 3,4% 4,6% 21.896 100,1 Muchingada Popu lação400.492e H abitação524.186 de711.6572010, da Agênc2,7% ia Central3,1% de87.806Estat ística, 20128,1 naZâmbiamaioria 7.759.117das cida des9.960.481do mu 13.092.66 6 ndo, a ur banização2,0% também2,8% está752.612a oc orrer na17,3 Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012 Como na maioria das cidades do mundo, a urbanização também está a ocorrer na Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes. Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano. Tabela 2.5.2 População das Principais Cidades das Províncias da Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala
    Província 771.818 1.458.459 949.521 991.226População 1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317Taxa de Crescimento Populacional Anual 2,7% 2,6% 0,8% 2,2%Área (km2) 94. 31. 51. 21.Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 394 328
    19901.231.2 1.391.38320001.59 29 2.192.6612010 1.2251990-200 0 2,6% 3,4%2000-201 0 2,6% 4,6%4762010 896
    Central771.8181.012.2571.307.1112,7%2,6%94.39413,8
    Copperbel t 400.492 7.759.1171.458.459524.1 9.960.41.581.22186 71 81 13.01.6571.972.317 92.662,7%0,8% 2,0%2,2%3,1% 2,8%31.32887. 752.806 63,0 612
    Leste949.5211.231.2831.592.66162,6%2,6%51.47630,9
    Lusaka991.2261.391.3292.191.2253,4%4,6%21.896100,1
    Muchingada População400.492e Habitação524.186de711.6572010,da Agênc2,7%ia Central3,1%de87.806Estatística, 20128,1
    naZâmbiamaioria7.759.117das cidades9.960.481do mu13.092.66 6 ndo, a urbanização2,0%também2,8%está752.612a ocorrer na17,3
  124. Texto do artigo, página 21: Como na maioria das cidades do mundo, a urbanização também está a ocorrer na Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na
  125. Texto do artigo, página 21: Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes.
  126. Texto do artigo, página 21: Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano.
  127. Texto do artigo, página 21: Taxa de Crescimento
  128. Texto do artigo, página 21: Ci Cidades Pri Principais dades ncipais Proví Província ncia População Po 1990 População2000 2010 199 pulacional Anual 0-200 2000-201 Taxa de Crescimento Populacional Anual 1990 2000 2010 0 1990-2000 0 2000-201 0 Lusaka Lusaka 769.353 1.084.703 1.747.152 3,5% 12 4,9% Ndola Copperbelt 329.228 374.757 451.248 1,3% 1,9%12 Kabwe Central 154.318 176.758 202.360 1,4% 1,4% Chingola Copperbelt 142.383 147.448 185.246 0,4% 2,3% Mufulira Copperbelt 123.936 122.336 151.309 -0,1% 2,1% Chipata Oriental 52.213 73.110 116.627 3,4% 4,8% Mpika Muchinga 20.950 25.856 39.724 2,1% 4,4% Katete Oriental 7.165 10.413 21.459 3,8% 7,5% Mumbwa Central 11.015 15.949 20.390 3,8% 2,5% Mkushi Central 7.804 10.597 19.196 3,1% 6,1% Serenje Central 8.265 8.577 17.754 0,4% 7,5% Lundazi Central 5.590 9.159 15.902 5,1% 5,7% Chinsali Muchinga 7.509 11.507 15.198 4,4% 2,8%
    Ci Cidades Pri Principaisdades ncipais Proví Provínciancia População Po 1990 População2000 2010 199pulacional Anual 0-200 2000-201 Taxa de Crescimento Populacional Anual
    199020002010 01990-2000 02000-201 0
    LusakaLusaka769.3531.084.7031.747.1523,5%12 4,9%
    NdolaCopperbelt329.228374.757451.2481,3%1,9%12
    KabweCentral154.318176.758202.3601,4%1,4%
    ChingolaCopperbelt142.383147.448185.2460,4%2,3%
    MufuliraCopperbelt123.936122.336151.309-0,1%2,1%
    ChipataOriental52.21373.110116.6273,4%4,8%
    MpikaMuchinga20.95025.85639.7242,1%4,4%
    KateteOriental7.16510.41321.4593,8%7,5%
    MumbwaCentral11.01515.94920.3903,8%2,5%
    MkushiCentral7.80410.59719.1963,1%6,1%
    SerenjeCentral8.2658.57717.7540,4%7,5%
    LundaziCentral5.5909.15915.9025,1%5,7%
    ChinsaliMuchinga7.50911.50715.1984,4%2,8%
  129. Texto do artigo, página 22: Lusaka Lusaka 769.353 1.084.703 1.747.152 3,5% 4,9% Ndola Copperbelt 329.228 374.757 451.248 1,3% 1,9% Kabwe Central 154.318 176.758 202.360 1,4% 1,4% Chingola Copperbelt 142.383 147.448 185.246 0,4% 2,3% Mufulira Copperbelt 123.936 122.336 151.309 -0,1% 2,1% Chipata Oriental 52.213 73.110 116.627 3,4% 4,8% Mpika Muchinga 20.950 25.856 39.724 2,1% 4,4% Katete Oriental 7.165 10.413 21.459 3,8% 7,5% Mumbwa Central 11.015 15.949 20.390 3,8% 2,5% Mkushi Central 7.804 10.597 19.196 3,1% 6,1% Serenje Central 8.265 8.577 17.754 0,4% 7,5% Lundazi Central 5.590 9.159 15.902 5,1% 5,7% Chinsali Muchinga 7.509 11.507 15.198 4,4% 2,8% Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012
  130. Texto do artigo, página 22: (2) Tendência do PIB da Zâmbia
  131. Texto do artigo, página 22: (2) Tendência do PIB da Zâmbia
  132. Texto do artigo, página 22: económica da Zâmbia na década de 1990. A partir de 2004, o aumento do preço do cobre impulsionou a elevação constante do PIB do país e também se estima que esse crescimento continue estável.
  133. Texto do artigo, página 22: A economia da Zâmbia sempre foi dependente da mineração de cobre. O declínio na produção de cobre, assim como o seu baixo preço causaram a estagnação
  134. Texto do artigo, página 22: A economia da Zâmbia sempre foi dependente da mineração de cobre. O declínio na produção de cobre, assim como o seu baixo preço causaram a estagnação económica da Zâmbia na década de 1990. A partir de 2004, o aumento do preço do cobre impulsionou a elevação constante do PIB do país e também se estima que esse crescimento continue estável.
  135. Texto do artigo, página 22: 0 5 10 15 20 25 30 35 199019921994199619982000200220042006200820102012201420162018 Year Zambia GDP,ConstantPrice(billion ZambianKwacha) ZâmbiaPIB,Preços Constantes (biliões de Kwachas Zâmbia)
  136. Texto do artigo, página 22: Zambia PIB, Preços Constantes (bilhões de Kwachas Zambia) 35 30 25 20 15 10 5 0 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018 Year
  137. Texto do artigo, página 22: ZâmbiaPIB,Preços Constantes (biliões de
  138. Texto do artigo, página 22: Zambia GDP,ConstantPrice(billion
  139. Texto do artigo, página 22: ZambianKwacha)
  140. Texto do artigo, página 22: Kwachas Zâmbia)
  141. Texto do artigo, página 22: Fonte: Dados do Relatório sobre Perspectivas da Economia Mundial, do FMI, Edição de Abril de 2014
  142. Texto do artigo, página 22: Nota: Números estimados de 2013
  143. Texto do artigo, página 22: Figura 2.5.1 Tendências do PIB da Zâmbia
  144. Texto do artigo, página 22: (3) Principais Indústrias da Zâmbia e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
  145. Texto do artigo, página 22: (3) Principais Indústrias da Zâmbia e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
  146. Texto do artigo, página 22: Embora a proporção de exportação de produtos agrícolas seja bem menor em comparação com a da indústria de metal, que equivale a cerca de 77% do valor total em dólares americanos, actualmente, a Zâmbia está a exportar vários produtos agrícolas, tais como tabaco, açúcar, trigo e flores, principalmente para a China, outros países Africanos e países Europeus. O Governo da Zâmbia também tem intenção de aumentar os produtos agroprocessados, com o plano de transformar Chipata, a cidade capital da Província Oriental, num centro de processamento agrícola do país. Esta província é tipicamente da agropecuária, cujas principais actividades são a produção de tabaco e algodão e a suinocultura. Como parte do plano, o Governo deu início a um programa de desenvolvimento de terras que envolve a abertura de novos blocos agrícolas para a expansão comercial do sector agrícola. O Bloco Agrícola Mwase-Phangwe, no Distrito de Lundazi, na Província Oriental, é um dos blocos de exploração propostos 4.
  147. Texto do artigo, página 22: Com uma população urbana e PIB maiores do que os de Malawi, a Zâmbia tem um grande potencial para contribuir para o desenvolvimento do Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem estado altamente dependente da mineração e comercialização do cobre, principalmente com a Europa e a China. No entanto, com oito países vizinhos na África, a
  148. Texto do artigo, página 22: Com uma população urbana e PIB maiores do que os de Malawi, a Zâmbia tem um grande potencial para contribuir para o desenvolvimento do Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem estado altamente dependente da mineração e comercialização do cobre, principalmente com a Europa e a China. No entanto, com oito países vizinhos na África, a Zâmbia adoptou o seguinte slogan: “De um País Enclausurado por Terras Vizinhas para um País Conectado por Terras Vizinhas”, de forma a aumentar a exportação de outros produtos, além de cobre e produtos afins, para os países vizinhos da África.
  149. Texto do artigo, página 22: 13
  150. Texto do artigo, página 22: Alguns dos principais produtos de exportação da Zâmbia são o cobre, produtos de metal processado, açúcar, produtos químicos e cimento. Cerca de um terço das exportações da Zâmbia vai para a Europa (principalmente para a Suíça, que importa cobre), outro terço para os países africanos, e o restante para a China e outros países, tais como do Oriente Médio. Originalmente, os produtos de exportação para a China eram transportados pelo Caminho-deFerro de TAZARA, que foi construído pela China, para o Porto de Dar-es-Salam, na Tanzânia. No entanto, actualmente, devido à condição desta linha, a maior parte do comércio internacional é feita através do Porto de Durban, na África do Sul. Embora haja planos de reabilitação da Linha Férrea de TAZARA, o Corredor de Nacala terá chances de captar alguma parcela do mercado de transporte, enquanto a referida linha permanecer inoperacional.
  151. Texto do artigo, página 22: Além do desenvolvimento de Chipata como um centro de processamento agrícola, a Zâmbia também conta com um plano para estender o caminho-de-ferro desde Chipata até Serenje, que vai ligar a Linha Férrea de Nacala à Linha de TAZARA. Existe, também, um plano para desenvolver um porto seco em Chipata. Vagões de carga ferroviários também serão adquiridos em breve para o transporte entre Chipata e Mchinji, em Malawi.
  152. Texto do artigo, página 22: 4 “Blocos Agrícolas” são uma ferramenta para atrair investidores à área da agricultura comercial. O Governo da Zâmbia iniciou um programa de desenvolvimento de terras que fornece aos investidores potenciais novos blocos agrícolas para a agricultura comercial. Cada bloco agrícola é projectado para ter, no mínimo, uma área de grande escala com cerca de 10.000ha.
  153. Texto do artigo, página 23: Fonte: Perfil do Sector de Agricultura, Pecuária e Pesca de 2011, da Agência de Desenvolvimento da Zâmbia Figura 2.5.2 Blocos Agrícolas Propostos na Zâmbia
  154. Texto do artigo, página 23: Nansanga Farm Block Serenje, Central Province 100,000 ha
  155. Texto do artigo, página 23: Região Agroecológica Precipitação Anual Solo Menos de 700mm Argiloso 800 a 1.000mm Argiloso 800 a 1.000mm Arenoso 1,000 a 1.500mm Argiloso
    Região AgroecológicaPrecipitação AnualSolo
    Menos de 700mmArgiloso
    800 a 1.000mmArgiloso
    800 a 1.000mmArenoso
    1,000 a 1.500mmArgiloso
  156. Texto do artigo, página 23: Fonte: Perfil do Sector de Agricultura, Pecuária e Pesca de 2011, da Agência de Desenvolvimento da Zâmbia
  157. Texto do artigo, página 23: Figura 2.5.2 Blocos Agrícolas Propostos na Zâmbia
  158. Texto do artigo, página 23: (4) Planos de Desenvolvimento para a Zâmbia
  159. Texto do artigo, página 23: Alguns dos principais planos de desenvolvimento na Zâmbia são os seguintes:
  160. Texto do artigo, página 23:  Desenvolvimento do Caminho-de-Ferro (Serenje-Chipata): A conexão de Serenje, pelo Caminho-de-Ferro de TAZARA, a Chipata, na Província Oriental, no Corredor de Nacala, encontra-se, actualmente, a ser planeado juntamente com o desenvolvimento da indústria de processamento centrado na Província Oriental (Chipata).  Fronteira de Paragem Única (One Stop Border Post – OSBP): Os esforços dos OSBPs estão actualmente a serem realizados na Zâmbia.  Bloco Agrícola: Programa agrícola com área em grande escala iniciado pelo Governo para o desenvolvimento comercial e expansão do sector agrícola.
  161. Texto do artigo, página 23: (4) Planos de Desenvolvimento para a Zâmbia Alguns dos principais planos de desenvolvimento na Zâmbia
  162. Texto do artigo, página 23: A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) foi criada em 1992 para promover um crescimento económico sustentável e equitativo e o desenvolvimento socioeconómico. Em 1997, a SADC identificou os seguintes sete corredores que dão enfoque ao transporte na região:
  163. Texto do artigo, página 23: são os seguintes:
  164. Texto do artigo, página 23: • Desenvolvimento do Caminho-de-Ferro (SerenjeChipata): A conexão de Serenje, pelo Caminho-deFerro de TAZARA, a Chipata, na Província Oriental, no Corredor de Nacala, encontra-se, actualmente, a ser planeado juntamente com o desenvolvimento da indústria de processamento centrado na Província Oriental (Chipata); • Fronteira de Paragem Única (One Stop Border Post – OSBP): Os esforços dos OSBPs estão actualmente a serem realizados na Zâmbia; • Bloco Agrícola: Programa agrícola com área em grande escala iniciado pelo Governo para o desenvolvimento comercial e expansão do sector agrícola.
  165. Texto do artigo, página 23: • Corredor do Sul (África do Sul-Botswana-ZimbabweZâmbia-Congo); • Corredor de Maputo (Moçambique-África do Sul); • Corredor da Baía de Walvis (Botswana-Karahari-Cabribi); • Corredor da Beira (Moçambique-Zimbabwe); • Corredor de Nacala (Moçambique-Malawi-Zâmbia); • Corredor de Tazara (Tanzania-Zâmbia); • Corredor de Liboto (Angola-Congo-Zâmbia).
  166. Texto do artigo, página 23: Esses corredores faziam parte do programa de iniciativas regionalmente integradas com enfoque principalmente no tráfego e no transporte. Os governos e os doadores internacionais tinham como meta o desenvolvimento da infraestrutura de transporte, tais como portos, caminhos-de-ferro e estradas, ao invés de facilitar o desenvolvimento económico do sector privado.
  167. Texto do artigo, página 23: 2.6 Desenvolvimento dos Corredores Internacionais
  168. Texto do artigo, página 23: 15
  169. Texto do artigo, página 23: Iniciativas concernentes a vários corredores internacionais têm sido discutidas na África Austral desde a década de 1980, como, por exemplo, a Conferência de Coordenação para o Desenvolvimento da África Austral (SADCC), que mais tarde mudou seu nome para Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI) e Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD).
  170. Texto do artigo, página 23: (2) Corredores de Desenvolvimento segundo Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI)
  171. Texto do artigo, página 23: O Programa de Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI) foi lançado pelo Departamento do Comércio e Indústria (DTI) da África do Sul, em 1996. Ao contrário da abordagem da estratégia de desenvolvimento abrangente tradicional promovido com base nos programas e projectos do Governo, no programa de SDI, o Governo fornece um crédito de assistência técnica flexível para estabelecer uma série de medidas elaboradas para atrair investidores do sector privado e promover Parcerias Público-Privadas (PPPs) num pacote de projectos financeiramente fiáveis. O Programa Regional de SDI (RSDIP) deu início ao “Corredor de Desenvolvimento de Maputo” entre a África do Sul e Moçambique, em 1996.
  172. Texto do artigo, página 23: Nesta secção, indica-se um sumário das iniciativas referentes aos corredores internacionais na África Austral.
  173. Texto do artigo, página 23: (1) Corredores de Transporte segundo a Comunidade para
  174. Texto do artigo, página 23: o Desenvolvimento da África Austral (SADC) Na década de 1980, a Conferência de Coordenação para o Desenvolvimento da África Austral (SADCC) designou as principais rotas de transporte - que ligam localidades não banhadas por mar com os principais portos através de caminhosde-ferro, estradas e gasodutos - como corredores, e deu alta prioridade à implementação da infraestrutura necessária para a criação de tais corredores. Os objectivos para o desenvolvimento dos corredores de transporte são fornecer acesso eficiente para os países do interior do continente, de modo a reduzir os preços dos bens de consumo e dos bens intermediários, assim como integrar os países vizinhos em uma economia mais ampla.
  175. Texto do artigo, página 23: Na África Austral, existem até 19 corredores de desenvolvimento que foram identificados no RSDIP. No entanto, apenas oito desses estão actualmente definidos como corredores RSDIP activos (Figura 2.6.1). Além dos 19 corredores, Moçambique faz parte de oito programas de SDIs que incluem o Corredor de Nacala, actualmente classificado como um “futuro possível corredor”, juntamente com o Corredor da Beira e o Corredor de Zambeze.
  176. Texto do artigo, página 24: abordagem da estratégia de desenvolvimento abrangente tradicional promovido com base nos programas e projectos do Governo, no programa de SDI, o Governo fornece um crédito de assistência técnica flexível para estabelecer uma série de medidas elaboradas para atrair investidores do sector privado e promover Parcerias Público-Privadas (PPPs) num pacote de projectos financeiramente fiáveis. O Programa Regional de SDI (RSDIP) deu início ao “Corredor de Desenvolvimento de Maputo” entre a África do Sul e Moçambique, em 1996.
  177. Texto do artigo, página 24: Na África Austral, existem até 19 corredores de desenvolvimento que foram identificados no RSDIP. No entanto, apenas oito desses estão actualmente definidos como corredores RSDIP activos (Figura 2.6.1). Além dos 19 corredores, Moçambique faz parte de oito programas de SDIs que incluem o Corredor de Nacala, actualmente classificado como um “futuro possível corredor”, juntamente com o Corredor da Beira e o Corredor de Zambeze.
  178. Texto do artigo, página 24: Legenda
  179. Texto do artigo, página 24: Cidades Portos Rios Caminhos-de-ferro Corredores do RSDIP Activos Corredores Futuros Possíveis Localização dos Fornecedores de Serviços Localização de Futuros Fornecedores de Serviços Massas de Água Parques Nacionais
  180. Texto do artigo, página 24: Fonte: Programa Regional de SDI
  181. Texto do artigo, página 24: Figura 2.6.1 Actuais Corredores do Programa Regional de SDI
  182. Texto do artigo, página 24: 17
  183. Texto do artigo, página 24: (3) Corredores de Desenvolvimento segundo o Programa de Desenvolvimento Espacial (SDP) da NEPAD
  184. Texto do artigo, página 24: Em 2002, a Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD) foi ratificada pela União Africana (UA) para lidar com os problemas de desenvolvimento da África, incluindo a redução da pobreza e o desenvolvimento sustentável da África. O objectivo da NEPAD é promover a integração económica regional através da eliminação das diferenças de infraestruturas na África. Para atingir esse objectivo, foi desenvolvida a Estrutura da NEPAD que também inclui o Programa de Desenvolvimento Espacial da NEPAD. Os objectivos deste Programa são os seguintes:
  185. Texto do artigo, página 24: • Estimular o investimento direccionado ao crescimento económico e desenvolvimento; • Catalisar outros sectores (sustentáveis); • Facilitar o comércio dentro e fora da África • Promover a cooperação económica e integração regionais; • Optimizar o fornecimento e a utilização de infraestrutura; • Incentivar o beneficiamento e a diversificação económica;
  186. Texto do artigo, página 24: • Reforçar a competitividade das economias africanas; e • Estimular a criação de empregos e de riquezas.
  187. Texto do artigo, página 24: (4) De Corredores de Transporte a Corredores de Desenvolvimento
  188. Texto do artigo, página 24: Com a abordagem da SDI definida, bem como o sucesso do Corredor de Maputo, o Programa de SDI conseguiu mudar as atitudes e as políticas dos governos, assim como dos parceiros de desenvolvimento internacionais rumo às iniciativas do sector privado. Diferentemente da abordagem tradicional de desenvolvimento dos governos nacionais, a abordagem da SDI é mais viável quando os pacotes financiáveis 5 e os programas do Governo para a implementação estratégica de infraestrutura são ambos considerados em conjunto.
  189. Texto do artigo, página 24: No entanto, mesmo num país em desenvolvimento como Moçambique, os sectores privados estão sempre a enfrentar a concorrência global. Por isso, não é fácil para os sectores privados mobilizarem fundos suficientes para reabilitar caminhos-de-ferro ou portos para o desenvolvimento dos corredores. Na verdade, não há outros corredores, além do Corredor de Maputo, capazes de
  190. Texto do artigo, página 24: 5 Pacote financiável é um pacote de projectos do sector económico e de infraestrutura que pode ser financiado por bancos.
  191. Texto do artigo, página 25: satisfazer a defi nição de um “corredor de desenvolvimento”. Em outras palavras, todos os outros corredores, excepto o Corredor de Maputo, ainda se encontram em condições subdesenvolvidas e não estão a funcionar nem mesmo como “corredores de transporte”.
  192. Texto do artigo, página 25: manutenção e operação de infraestrutura necessárias para dar início a um corredor de transporte.
  193. Texto do artigo, página 25: • Os ganhos fi nanceiros do desenvolvimento económico possíveis pela criação de um corredor de transporte devem ser sufi cientemente grandes para fi nanciar o desenvolvimento de infraestrutura de transporte para o corredor de transporte.
  194. Texto do artigo, página 25: (5) Desenvolvimento do Corredor de Nacala
  195. Número ou marcador, página 25: Capítulo 3 Condições Actuais da Região do Corredor de
  196. Texto do artigo, página 25: Para promover a implementação de “corredores de desenvolvimento” na África, os projectos do sector privado devem desempenhar um papel importante como uma força motriz inicial para expandir os “corredores de transporte” e, ao mesmo tempo, os investidores económicos privados devem ser capazes de obter lucros com os corredores de transporte. Desta forma, os corredores de transporte serão transformados para se tornarem em corredores de desenvolvimento.
  197. Texto do artigo, página 25: O Corredor de Nacala é um dos poucos corredores de desenvolvimento que podem satisfazer os referidos requisitos. O Corredor poderá ser exequível através da mineração de carvão em Tete e a necessidade de transportar o carvão de Tete ao Porto de Nacala, além do Porto da Beira.
  198. Texto do artigo, página 25: Nacala
  199. Número ou marcador, página 25: Capítulo 3 Condições Actuais da Região do Corredor de Nacala
  200. Texto do artigo, página 25: Para a implementação dos “corredores de desenvolvimento” são necessárias as seguintes condições de modo que um projecto do sector privado se torne numa força motriz inicial para o planeamento de “corredores de transporte”:
  201. Texto do artigo, página 25: 3.1 Condições Naturais e Recursos Hídricos da Região do Corredor de Nacala
  202. Texto do artigo, página 25: 3.1 Condições Naturais e Recursos Hídricos da Região do Corredor de Nacala
  203. Texto do artigo, página 25: • Há uma demanda relativamente grande de transporte na fase inicial logo após a conclusão da infraestrutura de transporte, tais como de caminhos-de-ferro, estradas e portos. Em outras palavras, o sector de transportes necessita de uma grande demanda desde o começo do desenvolvimento do corredor. (Por exemplo, o Corredor de Maputo teve uma demanda relativamente grande de transporte de produtos, tais como aço, alumínio, ligas de ferro, carvão, madeira e granito a partir da África do Sul.) • É possível que os sectores privados possuam ou mobilizem fundos suficientes para executar a construção,
  204. Texto do artigo, página 25: Moçambique é um país extenso que se estende entre as latitudes 10°27’ e 26°52’ sul e longitudes 30°12’ e 40°51’ leste, com uma área de 786.380km2. A Região do Corredor de Nacala está localizada na parte norte do país e cobre uma área de 444.458km2, com uma largura máxima de aproximadamente 900km na direcção norte-sul e cerca de 1.100km na direcção leste-oeste.
  205. Texto do artigo, página 25: Moçambique é um país extenso que se estende entre as latitudes 10°27’ e 26°52’ sul e longitudes 30°12’ e 40°51’ leste, com uma área de 786.380km2. A Região do Corredor de Nacala está localizada na parte norte do país e cobre uma área de 444.458km2, com uma largura máxima de aproximadamente 900km na direcção norte-sul e cerca de 1.100km na direcção leste-oeste.
  206. Texto do artigo, página 25: O país conta com duas estações distintas, uma quente e húmida entre Novembro e Abril, e outra, fria e seca, que vai de Maio a Outubro. A Figura 3.1.1 abaixo mostra as temperaturas médias mensais e a precipitação total mensal das capitais nas cinco províncias, e a média de todas as capitais provinciais no país para comparação
  207. Texto do artigo, página 25: O país conta com duas estações distintas, uma quente e húmida entre Novembro e Abril, e outra, fria e seca, que vai de Maio a Outubro. A Figura 3.1.1 abaixo mostra as temperaturas médias mensais e a precipitação total mensal das capitais nas cinco províncias, e a média de todas as capitais provinciais no país para comparação.
  208. Texto do artigo, página 25: (2010) (2011) (2011) (2011)
  209. Texto do artigo, página 25: °C (mm) Pemba (2011) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature °C (mm) Lichinga (2011) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature °C (mm) Nampula (2011) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature °C (mm) Quelimane (2011) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature °C (mm) Tete (2010) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature °C (mm) Province Capitais (Av.) (2011) Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec Precipitation — Temperature
  210. Texto do artigo, página 25: (2011) (2011)
  211. Texto do artigo, página 25: Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia, 2010 para Tete e 2011 para outras cidades
  212. Texto do artigo, página 25: Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia, 2010 para Tete e 2011 para outras cidades
  213. Texto do artigo, página 25: Figura 3.1.1 Temperatura Média Mensal/Precipitação Total Mensal das Capitais das Províncias
  214. Texto do artigo, página 25: 1
  215. Texto do artigo, página 26: Figura 3.1.1 Temperatura Média Mensal/Precipitação Total Mensal das Capitais das Províncias
  216. Texto do artigo, página 26: A Região do Corredor de Nacala está, em geral, situada em baixas altitudes das áreas costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. Planaltos de mais de 1.000m de altitude localizam-se no interior do país, a oeste de Niassa, e nas regiões ao norte das Províncias da Zambézia e Tete, conforme mostra a Figura 3.1.2. As altitudes mais altas nas províncias localizam-se: em Cabo Delgado, a 1.219m; em Niassa, a 1.848m; em Nampula, a 1.801m; na Zambézia, a 2.419m; e em Tete, a 2.095m.
  217. Texto do artigo, página 26: A Região do Corredor de Nacala está, em geral, situada em baixas altitudes das áreas costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. Planaltos de mais de 1.000m de altitude localizam-se no interior do país, a oeste de Niassa, e nas regiões ao norte das Províncias da Zambézia e Tete, conforme mostra a Figura 3.1.2. As altitudes mais altas nas províncias localizam-se: em Cabo Delgado, a 1.219m; em Niassa, a 1.848m; em Nampula, a 1.801m; na Zambézia, a 2.419m; e em Tete, a 2.095m.
  218. Texto do artigo, página 26: Rio Lago e Reservatório
  219. Texto do artigo, página 26: Rio Lago / Reservatório Elevação (m) 2713 2000 1000 0 N Lichinga Cuamba Pemba Nacala Nampula Ilha de Moçambique Quelimane NIASSA NAMPULA ZAMBEZIA Legenda Região do Corredor de Nacala Província Capital Provincial Capital Nacional Caminho-de-ferro Linha Fronteira 0 50 100 150 km Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  220. Texto do artigo, página 26: Elevação (m)
  221. Texto do artigo, página 26: Legenda
  222. Texto do artigo, página 26: Região do Corredor de Nacala Fronteira Nacional Fronteira Provincial Capital Provincial Capital Distrital Estrada Caminho-de-ferro Lago e Reservatório
  223. Texto do artigo, página 26: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  224. Texto do artigo, página 26: Figura 3.1.2 Altitudes da Região do Corredor de Nacala
  225. Texto do artigo, página 26: A Região do Corredor de Nacala é praticamente coberta pelo Complexo Granito-Gnaisse do Período Pré-Cambriano, da Era Proterozoica, conforme mostrado na Figura 3.1.3. As rochas sedimentares mais jovens e sedimentos dos Períodos Terciário e Quaternário, da Era Cenozoica, estão amplamente distribuídas nas regiões à jusante do Rio Zambezi, e nas áreas ao longo do litoral, as quais se tornaram num bom aquífero intergranular na Região do Corredor de Nacala.
  226. Texto do artigo, página 26: A Região do Corredor de Nacala é praticamente coberta pelo Complexo Granito-Gnaisse do Período Pré-Cambriano, da Era Proterozoica, conforme mostrado na Figura 3.1.3. As rochas sedimentares mais jovens e sedimentos dos Períodos Terciário
  227. Texto do artigo, página 26: e Quaternário, da Era Cenozoica, estão amplamente distribuídas nas regiões à jusante do Rio Zambezi, e nas áreas ao longo do litoral, as quais se tornaram num bom aquífero intergranular na Região do Corredor de Nacala.
  228. Texto do artigo, página 26: ROCHAS SEDIMENTARES Quaternário Terciário Cretáceo Karoo ROCHAS INTRUSIVAS E VULCÂNICAS Rochas ígneas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, Karoo Superior ROCHAS METAMÓRFICAS E ERUPTIVAS PRÉ-CAMBRIANAS Complexo Granito-Gnaisse do Cinturão de Moçambique com a direcção de foliação Metassedimentos dos Grupos de Unlomo e de Gairezi Complexo Gabro-Anortosítico de Tete Cráton do Zimbabwe Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA .
  229. Texto do artigo, página 26: 2
  230. Texto do artigo, página 26: ROCHAS SEDIMENTARES ROCHAS INTRUSIVAS E VULCÂNICAS
  231. Texto do artigo, página 26: ROCHAS METAMÓRFICAS E ERUPTIVAS PRÉ-CAMBRIANAS
  232. Texto do artigo, página 26: 15°S
  233. Texto do artigo, página 26: Figura 3.1.3 Mapa Geológico Esquemático da Região do Corredor de Nacala e Seus Arredores
  234. Texto do artigo, página 26: Quaternário Terciário Cretáceo Karoo
  235. Texto do artigo, página 26: Rochas ígneas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, Karoo Superior
  236. Texto do artigo, página 26: Complexo Granito-Gnaisse do Cinturão de Moçambique com a direcção de foliação
  237. Texto do artigo, página 26: Metassedimentos dos Grupos de Umkondo e de Gairezi Complexo Gabro-Anortosítico de Tete Cráton do Zimbábwè
  238. Texto do artigo, página 26: Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA ,1987
  239. Texto do artigo, página 26: Figura 3.1.3 Mapa Geológico Esquemático da Região do Corredor de Nacala e Seus Arredores
  240. Texto do artigo, página 26: Informações restritas sobre a meteorologia da Região do Corredor de Nacala indicam que a precipitação média anual varia de 900 a 1.100mm na bacia do Rio Rovuma, mas a mesma varia de 1.030mm na bacia do Rio Lúrio a 1.400mm na bacia do Rio Licungo. O volume de precipitação na sub-bacia de Luia, localizada na parte superior da bacia do Zambeze, é menor que o de outras regiões, com uma média de 615 a 753mm por ano, com excepção do volume máximo anual de 1.110mm registado em 2007.
  241. Texto do artigo, página 27: Informações restritas sobre a meteorologia da Região do Corredor de Nacala indicam que a precipitação média anual varia de 900 a 1.100mm na bacia do Rio Rovuma, mas a mesma varia de 1.030mm na bacia do Rio Lúrio a 1.400mm na bacia do Rio Licungo. O volume de precipitação na sub-bacia de Luia, localizada na parte superior da bacia do Zambeze, é menor que o de outras regiões, com uma média de 615 a 753mm por ano, com excepção do volume máximo anual de 1.110mm registado em 2007.
  242. Texto do artigo, página 27: Os seguintes principais rios e lagos de Moçambique estão localizados na Região do Corredor de Nacala.
  243. Texto do artigo, página 27: • Rio Zambeze: bacia hidrográfica de 1.390.000km2, com fluxo médio de 107.979 milhões de m3 por ano ou 3.424m3 por segundo • Rio Rovuma: bacia hidrográfica de 155.500km2, com fluxo médio de 14.980 milhões de m3 por ano ou 475m3 por segundo
  244. Texto do artigo, página 27: • Rio Lúrio: bacia hidrográfica de 61.423km2, com fluxo médio de 8.722 milhões de m3 por ano ou 277m3 por segundo • Lago Niassa: área superficial de 29.600km2 e volume de água de 8.400km3 • Cahora Bassa: área superficial de 2.600km2 e volume de água de 55,8km3
  245. Texto do artigo, página 27: As bacias fluviais em Moçambique são controladas por cinco administrações estabelecidas pela Lei de Águas em 1991. As que cobrem a Região do Corredor de Nacala são ARA-Norte (ARA-N), ARA-Centro Norte (ARA-CN) e ARA-Zambeze (ARA-Z). A Figura 3.1.4 mostra as fronteiras das bacias dos rios e as três ARAs.
  246. Texto do artigo, página 27: Bacia 39: Zambeze 41: Licungo 45: Melela 46: Mocubé 47: Ligonha 50: Meluli 61: Monapo 63: Sanhute 68: Mecuburi 73: Lurio 74: Megarruma 81: Montepuez 88: Messalo 95: Rovuma ARA-N ARA-CN ARA-Z Pemba Nacala 95 Rovuma 73 Lurio 39 Zambeze Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA, 1987
  247. Texto do artigo, página 27: Bacia
  248. Texto do artigo, página 27: 63: Sanhute
  249. Texto do artigo, página 27: 63
  250. Texto do artigo, página 27: Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA, 1987
  251. Texto do artigo, página 27: Figura 3.1.4 Áreas Administradas pelas ARAs e as Principais Bacias na Região do Corredor de Nacala
  252. Texto do artigo, página 27: 3.2 Situação Socioeconómica da Região do Corredor de Nacala
  253. Texto do artigo, página 27: 3.2.1 População
  254. Texto do artigo, página 27: (1) Tendência do Crescimento Populacional no Passado
  255. Texto do artigo, página 27: A população total de Moçambique era de 20.632 mil habitantes, segundo os resultados do Censo Geral da População e Habitação conduzido em 2007. Na Região do Corredor de Nacala, o número era de 10.548 mil habitantes. A percentagem da população na Região do Corredor de Nacala era de 51% do total em 2007.
  256. Texto do artigo, página 27: Entre as cinco províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, a população da Província de Nampula é a maior, com 4.085 mil habitantes, seguida pelas cifras das Províncias da Zambézia, Tete, Cabo Delgado e Niassa. Em termos de taxa de crescimento anual da população, a Província de Niassa apresenta o maior índice, de 4,14%, seguida pelas Províncias de Tete, Nampula, Zambézia e Cabo Delgado, entre 1997 e 2007 (Ver a Tabela 3.2.1).
  257. Texto do artigo, página 27: 4
  258. Texto do artigo, página 28: Entre as cinco províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, a população da Província de Nampula é a maior, com 4.085 mil habitantes, seguida pelas cifras das Províncias da Zambézia, Tete, Cabo Delgado e Niassa. Em termos de taxa de crescimento anual da população, a Província de Niassa apresenta o maior índice, de 4,14%, seguida pelas Províncias de Tete, Nampula, Zambézia e Cabo Delgado, entre 1997 e 2007 (Ver a Tabela 3.2.1).
  259. Texto do artigo, página 28: Tabela 3.2.1 População e Taxa de Crescimento por Província em Moçambique
  260. Texto do artigo, página 28: População Taxa de Crescimento Anual (%) 1997 2007 1997-2007 Província de Niassa 808.572 1.213.398 4,14 Província de Cabo Delgado 1.380.202 1.634.162 1,70 Província de Nampula 3.063.456 4.084.656 2,92 Província da Zambézia 3.096.400 3.890.453 2,31 Somente sete distritos da Província da Zambézia 1.360.831 1.808.220 2,88 Província de Tete 1.226.008 1.807.485 3,96 Província de Manica 1.039.463 1.438.386 3,30 Província de Sofala 1.368.671 1.685.663 2,11 Província de Inhambane 1.157.182 1.304.820 1,21 Província de Gaza 1.116.903 1.236.284 1,02 Província de Maputo 830.908 1.225.489 3,96 Cidade de Maputo 987.943 1.111.638 1,19 Subtotal (Cinco Províncias) 9.574.638 12.630.154 2,81 Subtotal (Região do Corredor de Nacala) 7.839.069 10.547.921 3,01 Subtotal das Outras Áreas 8.236.639 10.084.513 2,04 Moçambique 16.075.708 20.632.434 2,53
    PopulaçãoTaxa de Crescimento Anual (%)
    199720071997-2007
    Província de Niassa808.5721.213.3984,14
    Província de Cabo Delgado1.380.2021.634.1621,70
    Província de Nampula3.063.4564.084.6562,92
    Província da Zambézia3.096.4003.890.4532,31
    Somente sete distritos da Província da Zambézia1.360.8311.808.2202,88
    Província de Tete1.226.0081.807.4853,96
    Província de Manica1.039.4631.438.3863,30
    Província de Sofala1.368.6711.685.6632,11
    Província de Inhambane1.157.1821.304.8201,21
    Província de Gaza1.116.9031.236.2841,02
    Província de Maputo830.9081.225.4893,96
    Cidade de Maputo987.9431.111.6381,19
    Subtotal (Cinco Províncias)9.574.63812.630.1542,81
    Subtotal (Região do Corredor de Nacala)7.839.06910.547.9213,01
    Subtotal das Outras Áreas8.236.63910.084.5132,04
    Moçambique16.075.70820.632.4342,53
  261. Texto do artigo, página 28: Fonte: Censo Geral da População e Habitação do INE, 1997 e 2007
  262. Texto do artigo, página 28: (2) População Urbana nas Cinco Províncias
  263. Texto do artigo, página 28: (2) População Urbana nas Cinco Províncias
  264. Texto do artigo, página 28: As taxas de urbanização na Zambézia e Tete eram consideravelmente inferiores em relação às outras províncias. As províncias ao norte de Moçambique são menos urbanizadas do que nas outras províncias (Ver a Tabela 3.2.2).
  265. Texto do artigo, página 28: Em 2007, a taxa de urbanização nas cinco províncias era de 21%, enquanto que o número em Moçambique era de 30%. A taxa variava desde os 14% registados na Província da Zambézia
  266. Texto do artigo, página 28: Em 2007, a taxa de urbanização nas cinco províncias era de 21%, enquanto que o número em Moçambique era de 30%. A taxa variava desde os 14% registados na Província da Zambézia até os 29% observados na Província de Nampula.
  267. Texto do artigo, página 28: até os 29% observados na Província de Nampula.
  268. Texto do artigo, página 28: As taxas de urbanização na Zambézia e Tete eram consideravelmente inferiores em relação às outras províncias. As províncias ao norte de Moçambique são menos urbanizadas do que nas outras províncias (Ver a Tabela 3.2.2).
  269. Texto do artigo, página 28: Tabela 3.2.2 População Urbana e Rural por Província em Moçambique em 2007
  270. Texto do artigo, página 28: Unidade: pessoas Unidade: % Urbana Rural Total Urbana Rural Total
  271. Texto do artigo, página 28: Província de Niassa 277.838 935.560 1.213.398 23% 77% 100% Província de Cabo Delgado 340.707 1.293.455 1.634.162 21% 79% 100% Província de Nampula 1.167.813 2.916.843 4.084.656 29% 71% 100% Província da Zambézia 679.073 3.211.380 3.890.453 17% 83% 100% Província de Tete 247.178 1.560.307 1.807.485 14% 86% 100% Província de Manica 363.844 1.074.542 1.438.386 25% 75% 100% Província de Sofala 645.413 1.040.250 1.685.663 38% 62% 100% Província de Inhambane 289.458 1.015.362 1.304.820 22% 78% 100% Província de Gaza 314.471 921.813 1.236.284 25% 75% 100% Província de Maputo 832.188 393.301 1.225.489 68% 32% 101% Cidade de Maputo 1.111.638 0 1.111.638 100% 0% 100% Subtotal (Cinco Províncias) 2.712.609 9.917.545 12.630.154 21% 79% 100% Subtotal das Outras Províncias 3.557.012 4.445.268 8.002.280 44% 56% 100% Moçambique 6.269.621 14.362.813 20.632.434 30% 70% 100%
  272. Texto do artigo, página 28: 5
  273. Texto do artigo, página 28: Fonte: Censo Geral da População e Habitação do INE, 2007
  274. Texto do artigo, página 28: 3.2.2 Tendência do Crescimento Económico no Passado
  275. Texto do artigo, página 28: 3.2.2 Tendência do Crescimento Económico no Passado
  276. Texto do artigo, página 28: (1) PIB Regional
  277. Texto do artigo, página 28: (1) PIB Regional
  278. Texto do artigo, página 28: a taxa em Nampula era de 14,8%; Zambézia, 9,4%; Tete, 5,7%; Cabo Delgado, 4,7%; e Niassa, 3,0%.
  279. Texto do artigo, página 28: Em 2011, o PIB Regional das cinco províncias foi de 74.248 milhões de MT (a preços constantes de 2003), os quais correspondem a 38% do PIB de Moçambique. Em relação às proporções do PIB Regional de cada província no total do país, a taxa em Nampula era de 14,8%; Zambézia, 9,4%; Tete, 5,7%; Cabo Delgado, 4,7%; e Niassa, 3,0%.
  280. Texto do artigo, página 28: Em 2011, o PIB Regional das cinco províncias foi de 74.248 milhões de MT (a preços constantes de 2003), os quais correspondem a 38% do PIB de Moçambique. Em relação às proporções do PIB Regional de cada província no total do país,
  281. Texto do artigo, página 28: As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.
  282. Texto do artigo, página 28: As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.
  283. Texto do artigo, página 28: Tabela 3.2.3 PIB Regional e Taxa de Crescimento do PIB Reginal por Província em Moçambique
  284. Texto do artigo, página 29: As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.
  285. Texto do artigo, página 29: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1027)
  286. Texto do artigo, página 29: Tabela 3.2.3 PIB Regional e Taxa de Crescimento do PIB Reginal por Província em Moçambique
  287. Texto do artigo, página 29: PIB Regional (Milhões de MT, a Preços Constantes de 2003) Taxa de Crescimento Anual (%) 1997 2000 2007 2011 1997-2000 2000-2007 2007-2011 Província de Niassa 2.368,3 2.651,9 4.587,0 5.930,7 3,8 8,1 6,6 Província de Cabo Delgado 3.518,2 4.038,1 6.904,0 9.198,6 4,7 8,0 7,4 Província de Nampula 10.634,7 13.118,0 22.192,3 29.321,3 7,2 7,8 7,2 Província da Zambézia 7.250,0 8.102,3 13.977,4 18.505,8 3,8 8,1 7,3 Província de Tete 3.552,6 5.730,6 9.218,0 11.291,3 17,3 7,0 5,2 Província de Manica 2.826,8 3.285,0 5.538,4 7.490,5 5,1 7,7 7,8 Província de Sofala 7.456,5 9.077,9 15.852,5 20.875,1 6,8 8,3 7,1 Província de Inhambane 4.607,7 5.290,5 11.735,4 15.223,0 4,7 12,1 6,7 Província de Gaza 3.684,4 3.745,4 7.039,1 9.420,3 0,5 9,4 7,6 Província de Maputo 10.283,5 13.046,5 26.182,7 33.020,4 8,3 10,5 6,0 Cidade de Maputo 12.890,9 16.903,0 28.073,0 37.247,5 9,5 7,5 7,3 Subtotal (Cinco Províncias) 27.323,8 33.640,9 56..878,7 74.247,6 7,2 7,8 6,9 Outras Províncias 41.749,9 51.348,4 94.421,2 123.276,8 7,1 9,1 6,9 Moçambique 69.073,7 84.989,3 151.299,9 197.524,4 7,2 8,6 6,9
    PIB Regional (Milhões de MT, a Preços Constantes de 2003)Taxa de Crescimento Anual (%)
    19972000200720111997-20002000-20072007-2011
    Província de Niassa2.368,32.651,94.587,05.930,73,88,16,6
    Província de Cabo Delgado3.518,24.038,16.904,09.198,64,78,07,4
    Província de Nampula10.634,713.118,022.192,329.321,37,27,87,2
    Província da Zambézia7.250,08.102,313.977,418.505,83,88,17,3
    Província de Tete3.552,65.730,69.218,011.291,317,37,05,2
    Província de Manica2.826,83.285,05.538,47.490,55,17,77,8
    Província de Sofala7.456,59.077,915.852,520.875,16,88,37,1
    Província de Inhambane4.607,75.290,511.735,415.223,04,712,16,7
    Província de Gaza3.684,43.745,47.039,19.420,30,59,47,6
    Província de Maputo10.283,513.046,526.182,733.020,48,310,56,0
    Cidade de Maputo12.890,916.903,028.073,037.247,59,57,57,3
    Subtotal (Cinco Províncias)27.323,833.640,956..878,774.247,67,27,86,9
    Outras Províncias41.749,951.348,494.421,2123.276,87,19,16,9
    Moçambique69.073,784.989,3151.299,9197.524,47,28,66,9
  288. Texto do artigo, página 29: Fonte: INE
  289. Texto do artigo, página 29: Tabela 3.2.4 Proporção do PIB Regional por Província em Moçambique (1997-2011)
  290. Texto do artigo, página 29: 6
  291. Texto do artigo, página 29: Proporção do PIB Regional em Moçambique (%) 1997 2000 2007 2011 Província de Niassa 3,4% 3,1% 3,0% 3,0% Província de Cabo Delgado 5,1% 4,8% 4,6% 4,7% Província de Nampula 15,4% 15,4% 14,7% 14,8% Província da Zambézia 10,5% 9,5% 9,2% 9,4% Província de Tete 5,1% 6,7% 6,1% 5,7% Província de Manica 4,1% 3,9% 3,7% 3,8% Província de Sofala 10,8% 10,7% 10,5% 10,6% Província de Inhambane 6,7% 6,2% 7,8% 7,7% Província de Gaza 5,3% 4,4% 4,7% 4,8% Província de Maputo 14,9% 15,4% 17,3% 16,7% Cidade de Maputo 18,7% 19,9% 18,6% 18,9% Subtotal (Cinco Províncias) 39,6% 39,6% 37,6% 37,6% Outras Províncias 60,4% 60,4% 62,4% 62,4% Moçambique 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%
    Proporção do PIB Regional em Moçambique (%)
    1997200020072011
    Província de Niassa3,4%3,1%3,0%3,0%
    Província de Cabo Delgado5,1%4,8%4,6%4,7%
    Província de Nampula15,4%15,4%14,7%14,8%
    Província da Zambézia10,5%9,5%9,2%9,4%
    Província de Tete5,1%6,7%6,1%5,7%
    Província de Manica4,1%3,9%3,7%3,8%
    Província de Sofala10,8%10,7%10,5%10,6%
    Província de Inhambane6,7%6,2%7,8%7,7%
    Província de Gaza5,3%4,4%4,7%4,8%
    Província de Maputo14,9%15,4%17,3%16,7%
    Cidade de Maputo18,7%19,9%18,6%18,9%
    Subtotal (Cinco Províncias)39,6%39,6%37,6%37,6%
    Outras Províncias60,4%60,4%62,4%62,4%
    Moçambique100,0%100,0%100,0%100,0%
  292. Texto do artigo, página 29: Fonte: INE
  293. Texto do artigo, página 29: (2) PIB per Capita
  294. Texto do artigo, página 29: consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.
  295. Texto do artigo, página 29: (2) PIB per Capita Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per
  296. Texto do artigo, página 29: Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.
  297. Texto do artigo, página 29: capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor
  298. Texto do artigo, página 29: Tabela 3.2.5 PIB Regional per Capita por Província
  299. Texto do artigo, página 29: PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003)
  300. Texto do artigo, página 29: Taxa de Crescimento Anual (%) 1997 2007 1997 2007 1997-2007
  301. Texto do artigo, página 29: Proporção do PIB Regional em Relação ao País
  302. Texto do artigo, página 29: Província de Niassa 2.929 3.780 0,68 0,52 2,6 Província de Cabo Delgado 2.549 4.225 0,59 0,58 5,2 Província de Nampula 3.471 5.433 0,81 0,74 4,6 Província da Zambézia 2.341 3.593 0,54 0,49 4,4 Província de Tete 2.898 5,100 0,67 0,70 5,8 Província de Manica 2.719 3.850 0,63 0,53 3,5 Província de Sofala 5.448 9.404 1,27 1,28 5,6 Província de Inhambane 3.982 8.994 0,93 1,23 8,5 Província de Gaza 3.299 5.694 0,77 0,78 5,6 Província de Maputo 12.376 21.365 2,88 2,91 5,6 Cidade de Maputo 13.048 25.254 3,04 3,44 6,8 Cinco Províncias 2.854 4.503 0,66 0,61 4,7 Outras Províncias 6.422 11.799 1,49 1,61 6,3 Moçambique 4.297 7.333 1,00 1,00 5,5
  303. Texto do artigo, página 30: Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.
  304. Texto do artigo, página 30: Tabela 3.2.5 PIB Regional per Capita por Província
  305. Texto do artigo, página 30: PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003) Proporção do PIB Regional em Relação ao País Taxa de Crescimento Anual (%) 1997 2007 1997 2007 1997-2007 Província de Niassa 2.929 3.780 0,68 0,52 2,6 Província de Cabo Delgado 2.549 4.225 0,59 0,58 5,2 Província de Nampula 3.471 5.433 0,81 0,74 4,6 Província da Zambézia 2.341 3.593 0,54 0,49 4,4 Província de Tete 2.898 5,100 0,67 0,70 5,8 Província de Manica 2.719 3.850 0,63 0,53 3,5 Província de Sofala 5.448 9.404 1,27 1,28 5,6 Província de Inhambane 3.982 8.994 0,93 1,23 8,5 Província de Gaza 3.299 5.694 0,77 0,78 5,6 Província de Maputo 12.376 21.365 2,88 2,91 5,6 Cidade de Maputo 13.048 25.254 3,04 3,44 6,8 Cinco Províncias 2.854 4.503 0,66 0,61 4,7 Outras Províncias 6.422 11.799 1,49 1,61 6,3 Moçambique 4.297 7.333 1,00 1,00 5,5
    PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003)Proporção do PIB Regional em Relação ao PaísTaxa de Crescimento Anual (%)
    19972007199720071997-2007
    Província de Niassa2.9293.7800,680,522,6
    Província de Cabo Delgado2.5494.2250,590,585,2
    Província de Nampula3.4715.4330,810,744,6
    Província da Zambézia2.3413.5930,540,494,4
    Província de Tete2.8985,1000,670,705,8
    Província de Manica2.7193.8500,630,533,5
    Província de Sofala5.4489.4041,271,285,6
    Província de Inhambane3.9828.9940,931,238,5
    Província de Gaza3.2995.6940,770,785,6
    Província de Maputo12.37621.3652,882,915,6
    Cidade de Maputo13.04825.2543,043,446,8
    Cinco Províncias2.8544.5030,660,614,7
    Outras Províncias6.42211.7991,491,616,3
    Moçambique4.2977.3331,001,005,5
  306. Texto do artigo, página 30: Fonte: Equipa de Estudo da JICA, com base nos dados do INE
  307. Texto do artigo, página 30: (3) Participação no Sector Económico
  308. Texto do artigo, página 30: (3) Participação no Sector Económico
  309. Texto do artigo, página 30: As cinco províncias, em termos de geração de valor agregado, são relativamente mais especializadas na agricultura, a qual perfaz 42% do PIB Regional total das cinco províncias. Entretanto, as Províncias de Nampula e de Tete são diferentes das outras três, com sua estrutura
  310. Texto do artigo, página 30: província, respectivamente). Adicionalmente, a Província de Tete possui os sectores de electricidade e de água totalizando 37% da PIB Regional da província. Esta situação de Tete se deve ao facto de a barragem de Cahora Bassa estar a fornecer energia para todo Moçambique. Esta estrutura do sector económico não tem mudado significativamente em mais de uma década nas cinco províncias (Ver a Tabela 3.2.6).
  311. Texto do artigo, página 30: As cinco províncias, em termos de geração de valor agregado, são relativamente mais especializadas na agricultura, a qual perfaz 42% do PIB Regional total das cinco províncias. Entretanto, as Províncias de Nampula e de Tete são diferentes das outras três, com sua estrutura económica caracterizada por uma proporção mais baixa da agricultura (40% e 20% do PIB Regional da
  312. Texto do artigo, página 30: económica caracterizada por uma proporção mais baixa da agricultura (40% e 20% do PIB Regional da província, respectivamente). Adicionalmente, a Província de Tete possui os sectores de electricidade e de água totalizando 37% da PIB Regional da província. Esta situação de Tete se deve ao facto de a barragem de Cahora Bassa estar a fornecer energia para todo Moçambique. Esta estrutura do sector económico não tem mudado significativamente em mais de uma década nas cinco províncias (Ver a Tabela 3.2.6).
  313. Texto do artigo, página 30: 7
  314. Texto do artigo, página 30: Tabela 3.2.6 Proporção do PIB Regional por Sector Económico por Província em 2000 e 2011
  315. Texto do artigo, página 30: 2000 2011 Agricultura Indústria Serviços Total Agricultura Indústria Serviços Total Província de Niassa 47,6% 10,2% 42,2% 100,0% 49,5% 7,2% 43,4% 100,0% Província de Cabo Delgado 49,5% 12,2% 38,3% 100,0% 51,2% 12,5% 36,2% 100,0% Província de Nampula 38,7% 15,4% 45,9% 100,0% 39,9% 17,0% 43,1% 100,0% Província da Zambézia 49,8% 11,4% 38,8% 100,0% 50,8% 12,3% 36,9% 100,0% Província de Tete 25,9% 40,2% 33,9% 100,0% 20,0% 43,3% 36,7% 100,0% Província de Manica 36,1% 22,0% 41,9% 100,0% 37,0% 21,7% 41,3% 100,0% Província de Sofala 22,8% 19,5% 57,7% 100,0% 22,7% 20,0% 57,3% 100,0% Província de Inhambane 41,2% 15,8% 43,0% 100,0% 31,7% 37,0% 31,3% 100,0% Província de Gaza 50,2% 12,3% 37,5% 100,0% 48,5% 13,2% 38,3% 100,0% Província de Maputo 15,2% 43,9% 40,9% 100,0% 17,5% 47,5% 35,0% 100,0% Cidade de Maputo 2,5% 15,8% 81,7% 100,0% 2,7% 11,7% 85,6% 100,0% Cinco Províncias 41,1% 18,0% 40,9% 100,0% 40,3% 19,3% 39,8% 100,0% Outras Províncias 19,1% 23,8% 57,1% 100,0% 21,7% 23,8% 53,8% 100,0% Moçambique 27,9% 21,5% 50,7% 100.0% 27,7% 23,7% 48,5% 100,0%
    20002011
    AgriculturaIndústriaServiçosTotalAgriculturaIndústriaServiçosTotal
    Província de Niassa47,6%10,2%42,2%100,0%49,5%7,2%43,4%100,0%
    Província de Cabo Delgado49,5%12,2%38,3%100,0%51,2%12,5%36,2%100,0%
    Província de Nampula38,7%15,4%45,9%100,0%39,9%17,0%43,1%100,0%
    Província da Zambézia49,8%11,4%38,8%100,0%50,8%12,3%36,9%100,0%
    Província de Tete25,9%40,2%33,9%100,0%20,0%43,3%36,7%100,0%
    Província de Manica36,1%22,0%41,9%100,0%37,0%21,7%41,3%100,0%
    Província de Sofala22,8%19,5%57,7%100,0%22,7%20,0%57,3%100,0%
    Província de Inhambane41,2%15,8%43,0%100,0%31,7%37,0%31,3%100,0%
    Província de Gaza50,2%12,3%37,5%100,0%48,5%13,2%38,3%100,0%
    Província de Maputo15,2%43,9%40,9%100,0%17,5%47,5%35,0%100,0%
    Cidade de Maputo2,5%15,8%81,7%100,0%2,7%11,7%85,6%100,0%
    Cinco Províncias41,1%18,0%40,9%100,0%40,3%19,3%39,8%100,0%
    Outras Províncias19,1%23,8%57,1%100,0%21,7%23,8%53,8%100,0%
    Moçambique27,9%21,5%50,7%100.0%27,7%23,7%48,5%100,0%
  316. Texto do artigo, página 30: Fonte: INE
  317. Texto do artigo, página 30: 3.2.3 Mão-de-obra
  318. Texto do artigo, página 30: 3.2.3 Mão-de-obra
  319. Texto do artigo, página 30: agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).
  320. Texto do artigo, página 30: (1) População Economicamente Activa (PEA) A população economicamente activa (PEA) das cinco
  321. Texto do artigo, página 30: (1) População Economicamente Activa (PEA)
  322. Texto do artigo, página 30: províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector
  323. Texto do artigo, página 30: A população economicamente activa (PEA) das cinco províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).
  324. Texto do artigo, página 30: Tabela 3.2.7 PEA por Sector Económico por Província em 2007
  325. Texto do artigo, página 31: (1) População Economicamente Activa (PEA)
  326. Texto do artigo, página 31: A população economicamente activa (PEA) das cinco províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).
  327. Texto do artigo, página 31: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1029)
  328. Texto do artigo, página 31: Tabela 3.2.7 PEA por Sector Económico por Província em 2007
  329. Texto do artigo, página 31: Agricultura Indústria Serviços Total Agricultura Indústria Serviços Total Província de Niassa 337.235 15.288 53.080 405.603 83,1% 3,8% 13,1% 100,0% Província de Cabo Delgado 584.853 22.489 62.908 670.250 87,3% 3,4% 9,4% 100,0% Província de Nampula 1.219.450 65.872 185.191 1.470.513 82,9% 4,5% 12,6% 100,0% Província da Zambézia 1.218.809 54.721 120.106 1.393.636 87,5% 3,9% 8,6% 100,0% Província de Tete 546.888 26.468 72.829 646.185 84,6% 4,1% 11,3% 100,0% Cinco Províncias 3.907.235 184.838 494.114 4.586.187 85,2% 4,0% 10,8% 100,0% Outras Províncias 1.636.693 304.460 843.619 2.784.772 58,8% 10,9% 30,3% 100,0% Moçambique 5.543.928 489.298 1.337.733 7.370.959 75,2% 6,6% 18,1% 100,0%
    AgriculturaIndústriaServiçosTotalAgriculturaIndústriaServiçosTotal
    Província de Niassa337.23515.28853.080405.60383,1%3,8%13,1%100,0%
    Província de Cabo Delgado584.85322.48962.908670.25087,3%3,4%9,4%100,0%
    Província de Nampula1.219.45065.872185.1911.470.51382,9%4,5%12,6%100,0%
    Província da Zambézia1.218.80954.721120.1061.393.63687,5%3,9%8,6%100,0%
    Província de Tete546.88826.46872.829646.18584,6%4,1%11,3%100,0%
    Cinco Províncias3.907.235184.838494.1144.586.18785,2%4,0%10,8%100,0%
    Outras Províncias1.636.693304.460843.6192.784.77258,8%10,9%30,3%100,0%
    Moçambique5.543.928489.2981.337.7337.370.95975,2%6,6%18,1%100,0%
  330. Texto do artigo, página 31: Fonte: INE
  331. Texto do artigo, página 31: (2) Taxa de Desemprego
  332. Texto do artigo, página 31: (2) Taxa de Desemprego
  333. Texto do artigo, página 31: com excepção da Província de Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias
  334. Texto do artigo, página 31: As taxas de desemprego por província em 2004/05 são mostradas na Tabela 3.2.8. Os números em todas as províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala,
  335. Texto do artigo, página 31: Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias.
  336. Texto do artigo, página 31: As taxas de desemprego por província em 2004/05 são mostradas na Tabela 3.2.8. Os números em todas as províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, com excepção da Província de
  337. Texto do artigo, página 31: Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias.
  338. Texto do artigo, página 31: Tabela 3.2.8 Taxa de Desemprego por Província em 2004/5
  339. Texto do artigo, página 31: Taxa de Desemprego (%) Província de Niassa 31,7
  340. Texto do artigo, página 31: 8
  341. Texto do artigo, página 31: Tabela 3.2.8 Taxa de Desemprego por Província em 2004/5
  342. Texto do artigo, página 31: Província de Cabo Delgado Taxa de10,9Desemprego (%) Província ProvínciadedeNiassaNampula 31,7 15,7 Província de Cabo Delgado Província da Zambézia Província de Tete 10,9 11,2 16,5 ProvínciaCinco Provínciasde Nampula 17,2 15,7 ProvínciaSubtotal dasda ZambéziaOutras Províncias 20,2 11,2 ProvínciaMoçambiquede Tete 18,7 16,5 CincoFonte:Províncias Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB) 2004-2005, INE, 2006 17,2 Subtotal das Outras Províncias 20,2 Moçambiquee Desigualdade 18,7
    Província de Cabo DelgadoTaxa de10,9Desemprego (%)
    Província ProvínciadedeNiassaNampula31,7 15,7
    Província de Cabo Delgado Província da Zambézia Província de Tete10,9 11,2 16,5
    ProvínciaCinco Provínciasde Nampula17,2 15,7
    ProvínciaSubtotal dasda ZambéziaOutras Províncias20,2 11,2
    ProvínciaMoçambiquede Tete18,7 16,5
    CincoFonte:Províncias Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB)2004-2005, INE, 2006 17,2
    Subtotal das Outras Províncias20,2
    Moçambiquee Desigualdade18,7
  343. Texto do artigo, página 31: 3.2.4 Pobreza
  344. Texto do artigo, página 31: Fonte: Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB) 2004-2005, INE, 2006
  345. Texto do artigo, página 31: (1) Taxa de Pobreza
  346. Texto do artigo, página 31: 3.2.4 Pobreza e Desigualdade
  347. Texto do artigo, página 31: 3.2.4 Pobreza e Desigualdade
  348. Texto do artigo, página 31: A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32% em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Nampula; e de 82% para 42% em Tete. O número na Zambézia subiu de 68% em 1997 para 71% em 2009.
  349. Texto do artigo, página 31: (1) Taxa de Pobreza A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e
  350. Texto do artigo, página 31: em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Nampula; e de 82% para 42% em Tete. O número na Zambézia subiu de 68% em 1997 para 71% em 2009.
  351. Texto do artigo, página 31: (1) Taxa de Pobreza
  352. Texto do artigo, página 31: 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32%
  353. Texto do artigo, página 31: A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32% em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Na 71% em
  354. Texto do artigo, página 31: Tabela 3.2.9 Taxa de Pobreza por Província em Moçambique
  355. Texto do artigo, página 31: Nampula; e de 82% para 42% 2009. emTaxaTete.deOPobrezanúmero(%)na Z ambéziaDiferençasubiunadeTaxa68%deemPobreza1997 para 1997 2003 2009 1997-2003 2003-2009 1997-2009 Província de Niassa 70,6 52,1 31,9 -18,5 -20,2 -38,7 Província de Cabo TabelaDelgado3.2.9 Taxa57,4 de Pobreza63,2 por37,4Pro víncia+5,8em M oçambique-25,8 -20,0 Província de Nampula 68,9 52,6 54,7 -16,3 +2,1 -14,2 Província da Zambézia 68,1Tax a de44,6Pobr eza70,5(%) -23,5 Dif erença+25,9na Ta xa de+2,4Pobreza Província de Tete 82,31997 59,82003 42,02009 -22,51997-20 03 -17,82003-2 009-40,3 ProvínciaProvínciadedeNiassaManica 62,670,6 43,652,1 55,131,9 -19,0-18,5 +11,5 -20, 2 -7,5 ProvínciaProvínciadedeCaboSofalaDelgado 87,957,4 36,163,2 58,037,4 -51,8+5,8 +21,9 -25, 8 -29,9 ProvínciaProvínciadedeNampulaInhambane 82,668,9 80,752,6 57,954,7 -1,9-16,3 -22,8 +2, 1 -24,7 ProvínciaProvínciadadeZambéziaGaza 64,668,1 60,144,6 62,570,5 -4,5-23,5 +2,4 +25 ,9 -2,1 ProvínciaProvínciadedeTeteMaputo 65,682,3 69,359,8 67,442,0 +3,7-22,5 -1,9 -17, 8 +1,8 Província de Manica Cidade de Maputo 62,6 47,8 43,6 53,6 55,1 36,2 +5,8-19,0 +11 -17,4 ,5 -11,6 Cinco Províncias 69,5 54,5 53,3 -15,0 -1,2 -13,2 ProvínciaOutras Provínciasde Sofala 69,387,9 53,736,1 57,058,0 -15,6-51,8 +3,3 +21 ,9 -12,3 ProvínciaMoçambiquede Inhambane 69,482,6 54,180,7 54,757,9 -15,3-1,9 +0,6 -22, 8 -14,7
    Nampula; e de 82% para 42% 2009.emTaxaTete.deOPobrezanúmero(%)na ZambéziaDiferençasubiunadeTaxa68%deemPobreza1997 para
    1997200320091997-20032003-20091997-2009
    Província de Niassa70,652,131,9-18,5-20,2-38,7
    Província de Cabo TabelaDelgado3.2.9Taxa57,4 dePobreza63,2por37,4Província+5,8em Moçambique-25,8-20,0
    Província de Nampula68,952,654,7-16,3+2,1-14,2
    Província da Zambézia68,1Taxa de44,6Pobreza70,5(%)-23,5 Diferença+25,9na Taxa de+2,4Pobreza
    Província de Tete82,3199759,8200342,02009-22,51997-2003 -17,82003-2009-40,3
    ProvínciaProvínciadedeNiassaManica62,670,643,652,155,131,9-19,0-18,5+11,5 -20,2 -7,5
    ProvínciaProvínciadedeCaboSofalaDelgado87,957,436,163,258,037,4-51,8+5,8+21,9 -25,8 -29,9
    ProvínciaProvínciadedeNampulaInhambane82,668,980,752,657,954,7-1,9-16,3-22,8 +2,1 -24,7
    ProvínciaProvínciadadeZambéziaGaza64,668,160,144,662,570,5-4,5-23,5+2,4 +25,9 -2,1
    ProvínciaProvínciadedeTeteMaputo65,682,369,359,867,442,0+3,7-22,5-1,9 -17,8 +1,8
    Província de Manica Cidade de Maputo62,6 47,843,6 53,655,1 36,2+5,8-19,0+11 -17,4,5 -11,6
    Cinco Províncias69,554,553,3-15,0-1,2-13,2
    ProvínciaOutras Provínciasde Sofala69,387,953,736,157,058,0-15,6-51,8+3,3 +21,9 -12,3
    ProvínciaMoçambiquede Inhambane69,482,654,180,754,757,9-15,3-1,9+0,6 -22,8 -14,7
  356. Texto do artigo, página 31: a 1997-2009 Pro -38,7 Pro -20,0 Pro -14,2 Pro +2,4 Pro -40,3 Pro -7,5 Pro -29,9 Pro -24,7 Província de Gaza 64,6 60,1 62,5 -4,5 +2,4 -2,1 Província de Maputo 65,6 69,3 67,4 +3,7 -1,9 +1,8 Cidade de Maputo 47,8 53,6 36,2 +5,8 -17,4 -11,6 Cinco Províncias 69,5 54,5 53,3 -15,0 -1,2 -13,2 Outras Províncias 69,3 53,7 57,0 -15,6 +3,3 -12,3 Moçambique 69,4 54,1 54,7 -15,3 +0,6 -14,7
  357. Texto do artigo, página 31: Fonte: MPD/DNEAP com base nas IOF1997, IAF2003 e IOF2009
  358. Texto do artigo, página 31: (2) Desigualdade
  359. Texto do artigo, página 31: (2) Desigualdade
  360. Texto do artigo, página 31: os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.
  361. Texto do artigo, página 31: O coeficiente de Gini 1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia,
  362. Texto do artigo, página 31: O coeficiente de Gini1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia, os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.
  363. Texto do artigo, página 31: Fonte: MPD/DNEAP com base nas IOF1997, IAF2003 e IOF2009
  364. Texto do artigo, página 31: (2) Desigualdade
  365. Texto do artigo, página 31: O coeficiente de Gini1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia, os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.
  366. Texto do artigo, página 31: 1 Um índice de Gini 0 representa igualdade perfeita, e um índice de Gini 1, desigualdade perfeita.
  367. Texto do artigo, página 31: 1 Um índice de Gini 0 representa igualdade perfeita, e um índice de Gini 1, desigualdade perfeita.
  368. Texto do artigo, página 32: Tabela 3.2.10 Coeficiente de Gini por Província em Moçambique
  369. Texto do artigo, página 32: 2003 2008 Diferença entre 2003 e 2008 Província de Niassa 0,357 0,427 +0,070 Província de Cabo Delgado 0,445 0,347 -0,098 Província de Nampula 0,361 0,419 +0,058 Província da Zambézia 0,351 0,365 +0,014 Província de Tete 0,399 0,323 -0,076 Província de Manica 0,400 0,345 -0,055 Província de Sofala 0,427 0,456 +0,029 Província de Inhambane 0,443 0,383 -0,060 Província de Gaza 0,406 0,427 +0,021 Província de Maputo 0,433 0,387 -0,046 Cidade de Maputo 0,524 0,512 -0,012 Cinco Províncias 0,383 0,376 -0,006 Outras Províncias 0,439 0,418 -0,021 Moçambique 0,415 0,414 -0,001
    20032008Diferença entre 2003 e 2008
    Província de Niassa0,3570,427+0,070
    Província de Cabo Delgado0,4450,347-0,098
    Província de Nampula0,3610,419+0,058
    Província da Zambézia0,3510,365+0,014
    Província de Tete0,3990,323-0,076
    Província de Manica0,4000,345-0,055
    Província de Sofala0,4270,456+0,029
    Província de Inhambane0,4430,383-0,060
    Província de Gaza0,4060,427+0,021
    Província de Maputo0,4330,387-0,046
    Cidade de Maputo0,5240,512-0,012
    Cinco Províncias0,3830,376-0,006
    Outras Províncias0,4390,418-0,021
    Moçambique0,4150,414-0,001
  370. Texto do artigo, página 32: Fonte: DNEAP, 2010, “Understanding Poverty and Well-being Mozambique: Third National Poverty Assessment”, MPD
  371. Texto do artigo, página 32: 3.3 Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala A maior cidade na Região do Corredor de Nacala é Nampula,
  372. Texto do artigo, página 32: 3.3 Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala
  373. Texto do artigo, página 32: uma população superior a 500 mil habitantes. A Figura 3.3.1 mostra as populações de Blantyre com 661 mil; Lilongwe, 669 mil; Lusaka, 1,7 milhão; e Harare, 1,4 milhão de habitantes. A população da Cidade de Chipata, na Zâmbia, localizada próxima da fronteira com Malawi, é de 117 mil habitantes.
  374. Texto do artigo, página 32: com 484 mil habitantes em 2007, seguida por Nacala, com 212 mil, e por Tete, com 158 mil. Nos países vizinhos adjacentes à Região do Corredor de Nacala, há muitas cidades grandes com
  375. Texto do artigo, página 32: A maior cidade na Região do Corredor de Nacala é Nampula, com 484 mil habitantes em 2007, seguida por Nacala, com 212 mil, e por Tete, com 158 mil. Nos países vizinhos adjacentes à Região do Corredor de Nacala, há muitas cidades grandes com uma população superior a 500 mil habitantes. A Figura 3.3.1 mostra as populações de Blantyre com 661 mil; Lilongwe, 669 mil; Lusaka, 1,7 milhão; e Harare, 1,4 milhão de habitantes. A população da Cidade de Chipata, na Zâmbia, localizada próxima da fronteira com Malawi, é de 117 mil habitantes.
  376. Texto do artigo, página 32: N 0 50 100 200 300 Tanzania Zambia Malawi Zimbabwe Moçambique Fonte: Cidades em Moçambique: Censo Geral da População e Habitação de Moçambique 2007, INE Cidades em Malawi: Censo Geral da População e Habitação de Malawi 2008, NSO Cidades em Zâmbia: Censo Geral da População e Habitação da Zâmbia 2010, Escritório Central de Estatísticas Cidades em Zimbabwe: Censo Geral da População e Habitação do Zimbabwe 2012, Escritório Nacional de Estatísticas do Zimbabwe Cidades na Tanzânia: Censo Geral da População e Habitação da Tanzânia 2012, Departamento Nacional de Estatísticas Figura 3.3.1 Principais Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala e Países Vizinhos
  377. Texto do artigo, página 32: mais de 1 milhão 500 mil a 1 milhão
  378. Texto do artigo, página 32: 400 a 500 mil 200 a 400 mil 100 a 200 mil 20 a 100 mil
  379. Texto do artigo, página 32: Fonte: Cidades em Moçambique; Censo Geral da População e Habitação de Moçambique 2007, INE Cidades em Malawi; Censo Geral da População e Habitação de Malawi 2008, NSO Cidades na Zâmbia; Censo Geral da População e Habitação da Zâmbia 2010, Escritório Central de Estatísticas Cidades no Zimbabwe; Censo Geral da População e Habitação do Zimbabwe 2012, Escritório Nacional de Estatísticas do Zimbabwe Cidades na Tanzânia; Censo Geral da População e Habitação da Tanzania 2012, Departamento Nacional de Estatísticas
  380. Texto do artigo, página 32: Figura 3.3.1 Principais Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala e Países Vizinhos
  381. Texto do artigo, página 32: Conforme mostrado na Tabela 3.3.1, o total da população urbana nas cinco províncias aumentou de 1,2 milhão em 1997 para 1,9 milhão em 2007, num crescimento de 4,8% por ano, em média. Como a taxa de crescimento anual da população nas áreas rurais no mesmo período foi de 3,2%, enquanto a taxa de urbanização subiu de 20,3% em 1997 para 21,6% em 2007.
  382. Texto do artigo, página 32: Conforme mostrado na Tabela 3.3.1, o total da população urbana nas cinco províncias aumentou de 1,2 milhão em 1997 para 1,9 milhão em 2007, num crescimento de 4,8% por ano, em média. Como a taxa de crescimento anual da população nas áreas rurais no mesmo período foi de 3,2%, enquanto a taxa de urbanização subiu de 20,3% em 1997 para 21,6% em 2007.
  383. Texto do artigo, página 32: A taxa de crescimento mais alta da população urbana, de 12,6% por ano, foi registada no Distrito de Nacala-à-Velha entre 1997 e 2007, seguido pelo Distrito de Mocuba, da Província da Zambézia, com 12% por ano. O crescimento da população urbana em outras áreas foi mais brando, variando entre 2,7% e 5,6% por ano.
  384. Texto do artigo, página 32: A taxa de crescimento mais alta da população urbana, de 12,6% por ano, foi registada no Distrito de Nacala-à-Velha entre 1997 e 2007, seguido pelo Distrito de Mocuba, da Província da Zambézia, com 12% por ano. O crescimento da população urbana em outras áreas foi mais brando, variando entre 2,7% e 5,6% por ano.
  385. Texto do artigo, página 32: 10
  386. Texto do artigo, página 32: 11
  387. Texto do artigo, página 33: TaxadeCrescimentoAnual (%/ano) Total 5.2% 3.0% 1.6% 4.8% 2.2% 5.6% 4.2% 4.3% 7.1% 4.3% 2.7% 3.5% Rural - - 0.3% 0.0% 1.2% - 4.7% - 8.0% 4.6% - -1.8% Urban 5.2% 3.0% 12.6% 4.8% 4.7% 5.6% 3.7% 4.3% 4.0% 4.0% 2.7% 12.0% 2007 Total 141,082 211,915 90,991 483,572 283,520 147,475 191,582 155,870 217,608 301,034 195,758 303,973 Rural 0 0 74,998 0 191,109 0 109,600 0 178,140 153,904 0 133,199 Urban 141,082 211,915 15,993 483,572 92,411 147,475 81,982 155,870 39,468 147,130 195,758 170,774 1997 Total 84,897 158,248 77,918 303,346 228,526 85,758 126,380 101,984 109,103 197,179 150,116 214,748 Rural 0 0 73,019 0 170,263 0 69,175 0 82,543 97,844 0 159,946 Urban 84,897 158,248 4,899 303,346 58,263 85,758 57,205 101,984 26,560 99,335 150,116 54,802 Cidade/Distrito CidadedePemba CidadedeNacalaPorto DistritodeNacalaaVelha CidadedeNampula DistritodeAngoche CidadedeLichinga DistritodeCuamba CidadedeTete DistritodeMoatize DistritodeGurue CidadedeQuelimane DistritodeMocuba ProvinceProvíncia CaboDelgado Nampula Niassa Tete Zambézia
    TaxadeCrescimentoAnual (%/ano)Total5.2%3.0%1.6%4.8%2.2%5.6%4.2%4.3%7.1%4.3%2.7%3.5%
    Rural--0.3%0.0%1.2%-4.7%-8.0%4.6%--1.8%
    Urban5.2%3.0%12.6%4.8%4.7%5.6%3.7%4.3%4.0%4.0%2.7%12.0%
    2007Total141,082211,91590,991483,572283,520147,475191,582155,870217,608301,034195,758303,973
    Rural0074,9980191,1090109,6000178,140153,9040133,199
    Urban141,082211,91515,993483,57292,411147,47581,982155,87039,468147,130195,758170,774
    1997Total84,897158,24877,918303,346228,52685,758126,380101,984109,103197,179150,116214,748
    Rural0073,0190170,263069,175082,54397,8440159,946
    Urban84,897158,2484,899303,34658,26385,75857,205101,98426,56099,335150,11654,802
    Cidade/DistritoCidadedePembaCidadedeNacalaPortoDistritodeNacalaaVelhaCidadedeNampulaDistritodeAngocheCidadedeLichingaDistritodeCuambaCidadedeTeteDistritodeMoatizeDistritodeGurueCidadedeQuelimaneDistritodeMocuba
    ProvinceProvínciaCaboDelgadoNampulaNiassaTeteZambézia
  388. Texto do artigo, página 33: 141,0820141,0825.2%-5.2%ePemba84,897084,897
  389. Texto do artigo, página 33: eNacalaPorto158,2480158,248211,9150211,9153.0%-3.0%
  390. Texto do artigo, página 33: deNacalaaVelha4,89973,01977,91815,99374,99890,99112.6%0.3%1.6%
  391. Texto do artigo, página 33: eNampula303,3460303,346483,5720483,5724.8%0.0%4.8%
  392. Texto do artigo, página 33: deAngoche58,263170,263228,52692,411191,109283,5204.7%1.2%2.2%
  393. Texto do artigo, página 33: eLichinga85,758085,758147,4750147,4755.6%-5.6%
  394. Texto do artigo, página 33: deCuamba57,20569,175126,38081,982109,600191,5823.7%4.7%4.2%
  395. Texto do artigo, página 33: eTete101,9840101,984155,8700155,8704.3%-4.3%
  396. Texto do artigo, página 33: deMoatize26,56082,543109,10339,468178,140217,6084.0%8.0%7.1%
  397. Texto do artigo, página 33: deGurue99,33597,844197,179147,130153,904301,0344.0%4.6%4.3%
  398. Texto do artigo, página 33: eQuelimane150,1160150,116195,7580195,7582.7%-2.7%
  399. Texto do artigo, página 33: deMocuba54,802159,946214,748170,774133,199303,97312.0%-1.8%3.5%
  400. Texto do artigo, página 33: TaxadeCrescimentoAnual
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