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Texto do artigo · p. 17 O PIB de Malawi tem estado a crescer (5,0% em 2013 e 6,1% em 2014) principalmente graças ao aumento da exportação de tabaco e ao crescimento contínuo dos sectores da agricultura, indústria e serviços. Por outro lado, o país é altamente dependente dos produtos importados.Texto do artigo · p. 17 As exportações e importações de Malawi actualmente dependem do Porto da Beira, Porto de Durban, Porto de Dar-esSalaam e Porto de Nacala. O Porto da Beira é o mais próximo de Malawi e manuseia a maior quantidade de cargas em trânsito provenientes de Malawi. No entanto, o Porto da Beira atingirá a sua capacidade máxima num curto prazo. Desta forma, esperase que o Porto de Nacala, por ser o segundo mais próximo de Malawi, assuma uma grande parte da crescente demanda de carga de proveniência de Malawi no futuro.Texto do artigo · p. 17 Visto que os principais parceiros comerciais de Malawi são, além de países da Europa, da América do Norte e da África, a Índia, a China e a Coreia do Sul, os portos localizados na costa leste da África apresentam um grande potencial para o comércio internacional com tais nações. Isto poder-se-á concretizar graças à melhoria da Linha Férrea do Corredor de Nacala que liga Malawi ao Porto de Nacala.Texto do artigo · p. 17 (752.000km2) e aproximadamente sete vezes maior que a de Malawi (119.000km2). A densidade populacional de Malawi, de 125 habitantes por km2, é bem maior que a dos outros países, inclusive a de Moçambique que é de 29 habitantes por km2. A urbanização em Moçambique é relativamente elevada, com uma taxa de 38%.Texto do artigo · p. 17 crescimento do PIB entre os sete países, de 7,8% ao ano no período de 2000 a 2010. O PIB per capita de Moçambique, de 394 dólares em 2010, é o segundo mais baixo, seguido de Malawi, com 339 dólares americanos.Texto do artigo · p. 17 A África do Sul se destaca pelo tamanho da sua economia. O seu PIB, de 363 biliões de dólares americanos em 2010, é cerca de 38 vezes maior do que o de Moçambique, com 9,6 biliões de dólares americanos. Moçambique experimentou o maior crescimento do PIB entre os sete países, de 7,8% ao ano no período de 2000 a 2010. O PIB per capita de Moçambique, de 394 dólares em 2010, é o segundo mais baixo, seguido de Malawi, com 339 dólares americanos.Texto do artigo · p. 17 O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Moçambique, de 0,327, foi o mais baixo, encontrando-se no 185º lugar entre os 187 países do mundo. A taxa de analfabetismo de 55% e a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos de idade, com 135 mortes entre 1.000 nascimentos, também foram os piores entre os sete países.Texto do artigo · p. 17 O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Moçambique, de 0,327, foi o mais baixo, encontrando-se no 185º lugar entre os 187 países do mundo. A taxa de analfabetismo de 55% e a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos de idade, com 135 mortes entre 1.000 nascimentos, também foram os piores entre os sete países.Texto do artigo · p. 17 2.3 Características Espaciais de Moçambique, Malawi e Zâmbia ao Longo do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 17 Esta secção analisa com mais detalhes a situação espacial actual das áreas ao longo do Corredor de Nacala, em Moçambique, Malawi e Zâmbia.Texto do artigo · p. 17 Esta secção analisa com mais detalhes a situação espacial actual das áreas ao longo do Corredor de Nacala, em Moçambique, Malawi e Zâmbia.Texto do artigo · p. 17 O PIB de Malawi tem estado a crescer (5,0% em 2013 e 6,1% em 2014) principalmenteTexto do artigo · p. 17 2.3.2 Zâmbia e o Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 17 Com uma população urbana e um PIB muito maiores que Malawi, a Zâmbia tem um potencial ainda maior para desenvolver o Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem dependido pesadamente da mineração de cobre e do comércio internacional, em particular, com a Europa e a China. Os principais produtos de exportação da Zâmbia incluem cobre, produtos de processamento metalúrgico, açúcar, produtos químicos e cimento. Aproximadamente um terço das exportações da Zâmbia vai para a Europa (principalmente a Suíça), outro um terço, para países Africanos e o restante, para a China e nações do Oriente Médio, entre outros destinos. Os portos actualmente usados pela Zâmbia incluem o Porto de Dar-es-Salaam, o Porto de Durban e o Porto da Beira. A Zâmbia possui uma estratégia que visa a diversificação das rotas e portos para carga em trânsito, com o uso do Porto de Walvis Bay e do Porto de Nacala. No âmbito desta estratégia, foi construído um troço ferroviário ligando Chipata à linha férrea de Malawi. A Cidade de Chipata é a capital e o centro comercial da Província Oriental da Zâmbia, que é uma província agrícola dedicada à produção de tabaco e algodão bem como à criação suína. A referida linha férrea foi inaugurada em Maio de 2014 com a operação experimental de um comboio entre Chipata e oTexto do artigo · p. 17 6Texto do artigo · p. 18 Porto de Nacala. Localizado na costa leste da África, o Porto de Nacala apresenta a possibilidade de servir, para a Zâmbia, de portão importante para o Oriente Médio e a Ásia.Texto do artigo · p. 18 2.3.3 Centros Urbano ao longo do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 18 A maior cidade ao longo do Corredor de Nacala é Lusaka, com mais de 1,7 milhões de habitantes em 2010. Outras grandes cidades são Lilongwe e Blantyre, no Malawi, e Nampula e Nacala, em Moçambique. Há também várias cidades menores ao longo do corredor. As cidades e os centros distritais mais próximos do Corredor de Nacala, em Moçambique, são relativamente mais povoados do que as outras áreas da Região do Corredor de Nacala. A densidade populacional das regiões central e sul de Malawi é alta com uma taxa de mais de 100 pessoas por quilómetro quadrado (Ver a Figura 2.3.2). Os números reais da população de cada cidade de Malawi e Zâmbia são mostrados na Tabela 2.4.2 e na Tabela 2.5.2, respectivamente.Texto do artigo · p. 18 O Governo da Zâmbia também tem um plano para prosperar o processamento de produtos agrícolas, que inclui o plano de transformar Chipata num centro de processamento agrícola do país. Além do desenvolvimento de Chipata como centro de agro-processamento, a Zâmbia também possui um plano para estender a ferrovia entre Chipata e Mpika e ligá-la com a linha de Nacala através da Linha de Tazara. A extensão e a ligação da linha em questão poderão contribuir para a exportação de cobre da Província de Copperbelt e da República Democrática do Congo por via do Porto de Nacala, como uma rota alternativa para o Porto de Dar-es-Salaam.Texto do artigo · p. 18 2.3.3 Centros Urbano ao longo do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 18 A maior cidade ao longo do Corredor de Nacala é Lusaka, com mais de 1,7 milhões de habitantes em 2010. Outras grandes cidades são Lilongwe e Blantyre, no Malawi, e Nampula e Nacala, em Moçambique. Há também várias cidades menores ao longo do corredor. As cidades e os centros distritais mais próximos do Corredor de Nacala, em Moçambique, são relativamente mais povoados do que as outras áreas da Região do Corredor de Nacala. A densidade populacional das regiões central e sul de Malawi é alta com uma taxa de mais de 100 pessoas por quilómetro quadrado (Ver a Figura 2.3.2). Os números reais da população de cada cidade de Malawi e Zâmbia são mostrados na Tabela 2.4.2 e na Tabela 2.5.2, respectivamente.Texto do artigo · p. 18 Legenda
Densidade Populacional
(Moçambique ’07, Malawi ’08, Zâmbia ’10)
0.0-20.0 Pessoas/km2
20.1-40.0
40.1-80.0
80.1-120.0
120.1-160.0
160.1+
Zambia
Malawi
Mozambique
Tanzania
LILONGWE
Blantyre
Tete
Nampula
Nacala
Quelimane
Beira
Chimoio
N 0 50 100 200 300 kmTexto do artigo · p. 18 134 milTexto do artigo · p. 18 151 milTexto do artigo · p. 18 185 milTexto do artigo · p. 18 674 milTexto do artigo · p. 18 40 milTexto do artigo · p. 18 76 milTexto do artigo · p. 18 141 milTexto do artigo · p. 18 147 milTexto do artigo · p. 18 451 milTexto do artigo · p. 18 117 milTexto do artigo · p. 18 202 milTexto do artigo · p. 18 212 milTexto do artigo · p. 18 81 milTexto do artigo · p. 18 484 milTexto do artigo · p. 18 661 milTexto do artigo · p. 18 1.747 milTexto do artigo · p. 18 88 milTexto do artigo · p. 18 147 milTexto do artigo · p. 18 156 milTexto do artigo · p. 18 92 milTexto do artigo · p. 18 LegendaTexto do artigo · p. 18 171 milTexto do artigo · p. 18 Densidade PopulacionalTexto do artigo · p. 18 (Moçambique ’07, Malawi ’08, Zâmbia ’10)Texto do artigo · p. 18 Pessoa/km2Texto do artigo · p. 18 196 milTexto do artigo · p. 18 Fronteira NacionalTexto do artigo · p. 18 Fronteira ProvincialTexto do artigo · p. 18 242 milTexto do artigo · p. 18 Capital do PaísTexto do artigo · p. 18 443 milTexto do artigo · p. 18 Capital ProvincialTexto do artigo · p. 18 Cidade Grande (com população de mais de 30.000 habitantes)Texto do artigo · p. 18 População da Cidade (0,1 milhão)Texto do artigo · p. 18 Estrada PrincipalTexto do artigo · p. 18 Fonte: Equipa de Estudo da JICA, com base no “Censo da População e Habitação de 2010” da Zâmbia, “Censo da População e Habitação de 2008” de Malawi e “Censo Geral da População e Habitação de 2007” de MoçambiqueTexto do artigo · p. 18 Figura 2.3.2 Densidade Populacional por Distrito e População das Principais Cidades ao Redor do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 18 8Texto do artigo · p. 19 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 19 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 19 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1017)Texto do artigo · p. 19 (1) Tendência Populacional de MalawiTexto do artigo · p. 19 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 19 (1) Tendência Populacional de MalawiTexto do artigo · p. 19 Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.Texto do artigo · p. 19 (1) Tendência Populacional de Malawi Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxaTexto do artigo · p. 19 Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.Texto do artigo · p. 19 de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.Texto do artigo · p. 19 Tabela 2.4.1 Tendência Populacional de Malawi por RegiãoTexto do artigo · p. 19 Região Região
População
Tabela 2.4.1 Tendência Popu
População
Taxa de Crescimento Populacional Anual
lacional de Malawi por
Taxa de Crescimento Populacional Anual
Área (km2)
Região
Área (km2)
Densidade Populacion al (pessoa/km2 )
Densidade Populacion al (pessoa/km2
1987 1987
1998 1998
2008 2008
1987-199 1987-1998
1998-200 1998-2008
2008 ) 2008
Norte
911.787
1.233.560
1.708.930
82,8%
83,3%
26.931
63,5
NorteCentral
3.110.986911.787
1.233.5604.066.340
1.708.9305.510.195
2,8%2,5%
3,3%3,1%
26.93135.592
154,863,5
CentralSul
3.110.9863.965.734
4.066.3404.633.968
5.510.1955.858.035
2,5%1,4%
3,1%2,4%
35.59231.753
154,8184,7
SulMalawi Malawi
3.965.7347.988.507 7.988.507
4.633.9689.933.868 9.933.868
13.077.16
0 5.858.035 13.077.16
1,4%2,0%
2,0%
2,4%2,8% 2,8%
31.75394.276 94.276
184,7138,7 138,7
Região Região
População
Tabela 2.4.1 Tendência Popu
População
Taxa de Crescimento Populacional Anual
lacional de Malawi por
Taxa de Crescimento Populacional Anual
Área (km2)
Região
Área (km2)
Densidade Populacion al (pessoa/km2 )
Densidade Populacion al (pessoa/km2
1987 1987
1998 1998
2008 2008
1987-199 1987-1998
1998-200 1998-2008
2008 ) 2008
Norte
911.787
1.233.560
1.708.930
82,8%
83,3%
26.931
63,5
NorteCentral
3.110.986911.787
1.233.5604.066.340
1.708.9305.510.195
2,8%2,5%
3,3%3,1%
26.93135.592
154,863,5
CentralSul
3.110.9863.965.734
4.066.3404.633.968
5.510.1955.858.035
2,5%1,4%
3,1%2,4%
35.59231.753
154,8184,7
SulMalawi Malawi
3.965.7347.988.507 7.988.507
4.633.9689.933.868 9.933.868
13.077.16
0 5.858.035 13.077.16
1,4%2,0%
2,0%
2,4%2,8% 2,8%
31.75394.276 94.276
184,7138,7 138,7
Texto do artigo · p. 19 0 Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de MalawiTexto do artigo · p. 19 Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de MalawiTexto do artigo · p. 19 As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.Texto do artigo · p. 19 As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.Texto do artigo · p. 19 As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas asTexto do artigo · p. 19 outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.Texto do artigo · p. 19 Tabela 2.4.2 População das Principais Cidades de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala Taxa deTexto do artigo · p. 19 Tabela 2.4.2 População das Principais Cidades de Malawi ao Longo do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 19 Cidade
Lilongw
Cidade
Região
Central
Região
População 1987 1998 2008 População
Crescimento Populacional Anual 1987-199 1998-200
Taxa de Crescimento Populacional Anual
223.318
1987
440.471
1998
674.448
2008
8 6,4%
1987-199 8
8 4,4%
1998-200 8
e Blantyr Lilongw e
Sul
Central
333.120
223.318
502.053
440.471
661.256
674.448
3,8%
6,4%
2,8%
4,4%
e Mzuzu
Blantyr e
Norte
Sul
51.904
333.120
86.980
502.053
133.968
661.256
4,8%
3,8%
4,4%
2,8%
MzuzuZomba
NorteSul
51.90443.250
86.98065.915
133.96888.314
4,8%3,9%
4,4%3,0%
ZombaKasung
CentralSul
43.25011.591
65.91527.754
88.31439.640
3,9%8,3%
3,0%3,6%
u Mangoc Kasung u
Sul
Central
14.758
11.591
26.570
27.754
39.575
39.640
5,5%
8,3%
4,1%
3,6%
Mangochi hi
Sul
14.758
26.570
39.575
5,5%
4,1%
Cidade
Lilongw
Cidade
Região
Central
Região
População 1987 1998 2008 População
Crescimento Populacional Anual 1987-199 1998-200
Taxa de Crescimento Populacional Anual
223.318
1987
440.471
1998
674.448
2008
8 6,4%
1987-199 8
8 4,4%
1998-200 8
e Blantyr Lilongw e
Sul
Central
333.120
223.318
502.053
440.471
661.256
674.448
3,8%
6,4%
2,8%
4,4%
e Mzuzu
Blantyr e
Norte
Sul
51.904
333.120
86.980
502.053
133.968
661.256
4,8%
3,8%
4,4%
2,8%
MzuzuZomba
NorteSul
51.90443.250
86.98065.915
133.96888.314
4,8%3,9%
4,4%3,0%
ZombaKasung
CentralSul
43.25011.591
65.91527.754
88.31439.640
3,9%8,3%
3,0%3,6%
u Mangoc Kasung u
Sul
Central
14.758
11.591
26.570
27.754
39.575
39.640
5,5%
8,3%
4,1%
3,6%
Mangochi hi
Sul
14.758
26.570
39.575
5,5%
4,1%
Texto do artigo · p. 19 Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de MalawiTexto do artigo · p. 19 9Texto do artigo · p. 19 9Texto do artigo · p. 20 Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de MalawiTexto do artigo · p. 20 (2) Tendência do PIB de MalawiTexto do artigo · p. 20 (2) Tendência do PIB de MalawiTexto do artigo · p. 20 todo o mundo é considerada como causa de um impacto negativo sobre a economia.Texto do artigo · p. 20 O PIB de Malawi tem aumentado, principalmente, com a exportação de tabaco. A economia do país também conta com a produção de chá e de cana-de-açúcar. Devido à dependência na agricultura, a economia de Malawi é muito vulnerável. Além das alterações das condições naturais, a tendência antitabagismo em todo o mundo é considerada como causa de um impacto negativo sobre a economia.Texto do artigo · p. 20 O PIB de Malawi tem aumentado, principalmente, com a exportação de tabaco. A economia do país também conta com a produção de chá e de cana-de-açúcar. Devido à dependência na agricultura, a economia de Malawi é muito vulnerável. Além das alterações das condições naturais, a tendência antitabagismo emTexto do artigo · p. 20 O PIB de Malawi cresceu lentamente, inclusive com períodos de declínio, até o início dos anos 2000. A partir de meados da década de 2000, o PIB tem se elevado de forma constante e deverse-á manter sem crescimento.Texto do artigo · p. 20 O PIB de Malawi cresceu lentamente, inclusive com períodos de declínio, até o início dos anos 2000. A partir de meados da década de 2000, o PIB tem se elevado de forma constante e dever-se-á manter sem crescimento.Texto do artigo · p. 20 1200 1000 800 600 400 200 0 Malawi PIB, Preços Constantes (bilhões de Kwacha Malawi) Year 1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016Texto do artigo · p. 20 0
200
400
600
800
1000
1200
199019921994199619982000200220042006200820102012201420162018
Year
MalawiGDP,ConstantPrice(billion
MalawiKwacha)
Malawi PIB, Preços Constantes (biliões
de Kwachas Malawi)Texto do artigo · p. 20 i PIB, Preços Constantes (biliõesTexto do artigo · p. 20 alawiGDP,ConstantPrice(billionTexto do artigo · p. 20 MalawiKwacha)Texto do artigo · p. 20 de Kwachas Malawi)Texto do artigo · p. 20 Fonte: Dados do Relatório sobre Perspectivas da Economia Mundial, do FMI, Edição de Abril de 2014Texto do artigo · p. 20 Nota: Números estimados de 2009Texto do artigo · p. 20 Figura 2.4.1 Tendências do PIB de MalawiTexto do artigo · p. 20 (3) Principais Indústrias de Malawi e Potenciais Factores para o Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 20 Conforme mencionado anteriormente, a maior indústria de Malawi é a de tabaco. Outros produtos importantes exportados de Malawi são açúcar, chá, café e urânio. Por outro lado, o país depende bastante de produtos importados, tais como o combustível e fertilizantes da África do Sul. Nestes últimos tempos, a importação do combustível tem sido efectuada principalmente através do Porto da Beira. Os portos da Tanzânia, bem como as vias de transporte terrestre pela África do Sul e Zâmbia, também têm sido utilizados. O comércio internacional de Malawi, que precisa contar com o transporte terrestre através de um terceiro país, é um grande factor potencial para o Corredor de Nacala.Texto do artigo · p. 20 (3) Principais Indústrias de Malawi e Potenciais Factores para o Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 20 Malawi eram os de Nacala e Beira. Essas rotas seriam uma escolha muito mais económica para Malawi se o país estivesse conectado com os referidos portos por caminho-de-ferro. Outros importantes parceiros comerciais de Malawi, além da Europa, América do Norte e países africanos, são a Índia, a China e a Coreia do Sul. Os portos do lado leste da África constituem um grande potencial para o desenvolvimento do comércio internacional com esses países.Texto do artigo · p. 20 Conforme mencionado anteriormente, a maior indústria de Malawi é a de tabaco. Outros produtos importantes exportados de Malawi são açúcar, chá, café e urânio. Por outro lado, o país depende bastante de produtos importados, tais como o combustível e fertilizantes da África do Sul. Nestes últimos tempos, a importação do combustível tem sido efectuada principalmente através do Porto da Beira. Os portos da Tanzânia, bem como as vias de transporte terrestre pela África do Sul e Zâmbia, também têm sido utilizados. O comércio internacional de Malawi, que precisa contar com o transporte terrestre através de um terceiro país, é um grande factor potencial para o Corredor de Nacala.Texto do artigo · p. 20 (4) Planos de Desenvolvimento para Malawi Os seguintes projectos são planos de desenvolvimentoTexto do artigo · p. 20 Actualmente, a maioria dos produtos, como o tabaco e o chá, é transportada para a África do Sul em contentores juntamente com outros produtos exportados para a Europa e Estados Unidos através de Durban, na África do Sul. As mercadorias são levadas por via terrestre, para/de Durban, através de Moçambique e Zimbabwe. No entanto, antes da guerra pela independência de Moçambique, os principais portos do comércio internacional de MalawiTexto do artigo · p. 20 recomendáveis para Malawi no âmbito do Corredor de Nacala:Texto do artigo · p. 20 • Reabilitação do Caminho-de-Ferro pela Vale (CuambaNayuchi): É recomendável que Malawi garanta uma rota de transporte para o mar através da reabilitação do caminho-de-ferro. Com esta medida, estima-se que haja desenvolvimento industrial, como parte do próprio desenvolvimento de Malawi.
• Utilização do Transporte Hidroviário pelo Lago Malawi: Esta medida também pode ser considerada um factor de desenvolvimento de um parque de transporte multimodal composto de estradas, caminho-de-ferro e hidrovias (Centro Logístico).Texto do artigo · p. 20 Actualmente, a maioria dos produtos, como o tabaco e o chá, é transportada para a África do Sul em contentores juntamente com outros produtos exportados para a Europa e Estados Unidos através de Durban, na África do Sul. As mercadorias são levadas por via terrestre, para/de Durban, através de Moçambique e Zimbabwe. No entanto, antes da guerra pela independência de Moçambique, os principais portos do comércio internacional deTexto do artigo · p. 20 10Texto do artigo · p. 21 Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas.
Província
População
Taxa de Crescimento
Populacional Anual Área (km2)
Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 1990 2000 2010 1990-200
0
2000-201 0
2010
Central 13,8 Copperbel t
63,0
Leste 30,9 Lusaka 100,1 Muchinga 8,1 Zâmbia 17,3
Fonte: Censo
Como Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes.
Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano.
Tabela 2.5.2 População das Principais Cidades das Províncias da Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala
Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012
(2) Tendência do PIB da ZâmbiaTexto do artigo · p. 21 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1019)Texto do artigo · p. 21 2.5 Actuais Condições da Zâmbia no Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 21 2.5 Actuais Condições da Zâmbia no Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 21 (1) Tendência Populacional da ZâmbiaTexto do artigo · p. 21 (1) Tendência Populacional da Zâmbia Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestasTexto do artigo · p. 21 Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas.Texto do artigo · p. 21 últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas.Texto do artigo · p. 21 Província
771.818 1.458.459
949.521 991.226
População
1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317
Taxa de Crescimento Populacional Anual
2,7% 2,6% 0,8% 2,2%
Área (km2)
Província
771.818 1.458.459
949.521 991.226
População
1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317
Taxa de Crescimento Populacional Anual
2,7% 2,6% 0,8% 2,2%
Área (km2)
94. 31.
51. 21.
Densidade Populacion al (pessoa/km 2)
394 328
19901.231.2 1.391.3
8320001.59 29 2.19
2.6612010 1.225
1990-200 0
2,6%
3,4%
2000-201 0
2,6% 4,6%
4762010 896
Central
771.818
1.012.257
1.307.111
2,7%
2,6%
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13,8
Copperbel t
400.492 7.759.117
1.458.459524.1 9.960.4
1.581.22186 71 81 13.0
1.6571.972.317 92.66
2,7%0,8% 2,0%
2,2%3,1% 2,8%
31.32887. 752.
806 63,0 612
Leste
949.521
1.231.283
1.592.6616
2,6%
2,6%
51.476
30,9
Lusaka
991.226
1.391.329
2.191.225
3,4%
4,6%
21.896
100,1
Muchingada Popu
lação400.492e H
abitação524.186
de711.6572010,
da Agênc2,7%
ia Central3,1%
de87.806Estat
ística, 20128,1
naZâmbiamaioria
7.759.117das cida
des9.960.481do mu
13.092.66 6
ndo, a ur
banização2,0%
também2,8%
está752.612a oc
orrer na17,3
Texto do artigo · p. 21 94. 31.
Província
771.818 1.458.459
949.521 991.226
População
1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317
Taxa de Crescimento Populacional Anual
2,7% 2,6% 0,8% 2,2%
Área (km2)
94. 31.
51. 21.
Densidade Populacion al (pessoa/km 2)
394 328
19901.231.2 1.391.3
8320001.59 29 2.19
2.6612010 1.225
1990-200 0
2,6%
3,4%
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2,6% 4,6%
4762010 896
Central
771.818
1.012.257
1.307.111
2,7%
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94.394
13,8
Copperbel t
400.492 7.759.117
1.458.459524.1 9.960.4
1.581.22186 71 81 13.0
1.6571.972.317 92.66
2,7%0,8% 2,0%
2,2%3,1% 2,8%
31.32887. 752.
806 63,0 612
Leste
949.521
1.231.283
1.592.6616
2,6%
2,6%
51.476
30,9
Lusaka
991.226
1.391.329
2.191.225
3,4%
4,6%
21.896
100,1
Muchingada Popu
lação400.492e H
abitação524.186
de711.6572010,
da Agênc2,7%
ia Central3,1%
de87.806Estat
ística, 20128,1
naZâmbiamaioria
7.759.117das cida
des9.960.481do mu
13.092.66 6
ndo, a ur
banização2,0%
também2,8%
está752.612a oc
orrer na17,3
Texto do artigo · p. 21 51. 21.
Densidade Populacion al (pessoa/km 2)
394 328
19901.231.2 1.391.3
8320001.59 29 2.19
2.6612010 1.225
1990-200 0
2,6%
3,4%
2000-201 0
2,6% 4,6%
4762010 896
Central
771.818
1.012.257
1.307.111
2,7%
2,6%
94.394
13,8
Copperbel t
400.492 7.759.117
1.458.459524.1 9.960.4
1.581.22186 71 81 13.0
1.6571.972.317 92.66
2,7%0,8% 2,0%
2,2%3,1% 2,8%
31.32887. 752.
806 63,0 612
Leste
949.521
1.231.283
1.592.6616
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2,6%
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30,9
Lusaka
991.226
1.391.329
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100,1
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de711.6572010,
da Agênc2,7%
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de87.806Estat
ística, 20128,1
naZâmbiamaioria
7.759.117das cida
des9.960.481do mu
13.092.66 6
ndo, a ur
banização2,0%
também2,8%
está752.612a oc
orrer na17,3
Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012
Como na maioria das cidades do mundo, a urbanização também está a ocorrer na Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes.
Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano.
Tabela 2.5.2 População das Principais Cidades das Províncias da Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala
Província
771.818 1.458.459
949.521 991.226
População
1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317
Taxa de Crescimento Populacional Anual
2,7% 2,6% 0,8% 2,2%
Área (km2)
94. 31.
51. 21.
Densidade Populacion al (pessoa/km 2)
394 328
19901.231.2 1.391.3
8320001.59 29 2.19
2.6612010 1.225
1990-200 0
2,6%
3,4%
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2,6% 4,6%
4762010 896
Central
771.818
1.012.257
1.307.111
2,7%
2,6%
94.394
13,8
Copperbel t
400.492 7.759.117
1.458.459524.1 9.960.4
1.581.22186 71 81 13.0
1.6571.972.317 92.66
2,7%0,8% 2,0%
2,2%3,1% 2,8%
31.32887. 752.
806 63,0 612
Leste
949.521
1.231.283
1.592.6616
2,6%
2,6%
51.476
30,9
Lusaka
991.226
1.391.329
2.191.225
3,4%
4,6%
21.896
100,1
Muchingada Popu
lação400.492e H
abitação524.186
de711.6572010,
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de87.806Estat
ística, 20128,1
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7.759.117das cida
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ndo, a ur
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está752.612a oc
orrer na17,3
Texto do artigo · p. 21 Como na maioria das cidades do mundo, a urbanização também está a ocorrer na Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente naTexto do artigo · p. 21 Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes.Texto do artigo · p. 21 Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano.Texto do artigo · p. 21 Taxa de CrescimentoTexto do artigo · p. 21 Ci Cidades Pri
Principais
dades ncipais
Proví
Província
ncia
População
Po 1990 População2000 2010 199
pulacional Anual 0-200 2000-201
Taxa de Crescimento Populacional Anual
1990
2000
2010 0
1990-2000 0
2000-201 0
Lusaka
Lusaka
769.353
1.084.703
1.747.152
3,5%
12 4,9%
Ndola
Copperbelt
329.228
374.757
451.248
1,3%
1,9%12
Kabwe
Central
154.318
176.758
202.360
1,4%
1,4%
Chingola
Copperbelt
142.383
147.448
185.246
0,4%
2,3%
Mufulira
Copperbelt
123.936
122.336
151.309
-0,1%
2,1%
Chipata
Oriental
52.213
73.110
116.627
3,4%
4,8%
Mpika
Muchinga
20.950
25.856
39.724
2,1%
4,4%
Katete
Oriental
7.165
10.413
21.459
3,8%
7,5%
Mumbwa
Central
11.015
15.949
20.390
3,8%
2,5%
Mkushi
Central
7.804
10.597
19.196
3,1%
6,1%
Serenje
Central
8.265
8.577
17.754
0,4%
7,5%
Lundazi
Central
5.590
9.159
15.902
5,1%
5,7%
Chinsali
Muchinga
7.509
11.507
15.198
4,4%
2,8%
Ci Cidades Pri
Principais
dades ncipais
Proví
Província
ncia
População
Po 1990 População2000 2010 199
pulacional Anual 0-200 2000-201
Taxa de Crescimento Populacional Anual
1990
2000
2010 0
1990-2000 0
2000-201 0
Lusaka
Lusaka
769.353
1.084.703
1.747.152
3,5%
12 4,9%
Ndola
Copperbelt
329.228
374.757
451.248
1,3%
1,9%12
Kabwe
Central
154.318
176.758
202.360
1,4%
1,4%
Chingola
Copperbelt
142.383
147.448
185.246
0,4%
2,3%
Mufulira
Copperbelt
123.936
122.336
151.309
-0,1%
2,1%
Chipata
Oriental
52.213
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116.627
3,4%
4,8%
Mpika
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20.950
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2,1%
4,4%
Katete
Oriental
7.165
10.413
21.459
3,8%
7,5%
Mumbwa
Central
11.015
15.949
20.390
3,8%
2,5%
Mkushi
Central
7.804
10.597
19.196
3,1%
6,1%
Serenje
Central
8.265
8.577
17.754
0,4%
7,5%
Lundazi
Central
5.590
9.159
15.902
5,1%
5,7%
Chinsali
Muchinga
7.509
11.507
15.198
4,4%
2,8%
Texto do artigo · p. 22 Lusaka Lusaka 769.353 1.084.703 1.747.152 3,5% 4,9% Ndola Copperbelt 329.228 374.757 451.248 1,3% 1,9% Kabwe Central 154.318 176.758 202.360 1,4% 1,4% Chingola Copperbelt 142.383 147.448 185.246 0,4% 2,3% Mufulira Copperbelt 123.936 122.336 151.309 -0,1% 2,1% Chipata Oriental 52.213 73.110 116.627 3,4% 4,8% Mpika Muchinga 20.950 25.856 39.724 2,1% 4,4% Katete Oriental 7.165 10.413 21.459 3,8% 7,5% Mumbwa Central 11.015 15.949 20.390 3,8% 2,5% Mkushi Central 7.804 10.597 19.196 3,1% 6,1% Serenje Central 8.265 8.577 17.754 0,4% 7,5% Lundazi Central 5.590 9.159 15.902 5,1% 5,7% Chinsali Muchinga 7.509 11.507 15.198 4,4% 2,8% Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012Texto do artigo · p. 22 (2) Tendência do PIB da ZâmbiaTexto do artigo · p. 22 (2) Tendência do PIB da ZâmbiaTexto do artigo · p. 22 económica da Zâmbia na década de 1990. A partir de 2004, o aumento do preço do cobre impulsionou a elevação constante do PIB do país e também se estima que esse crescimento continue estável.Texto do artigo · p. 22 A economia da Zâmbia sempre foi dependente da mineração de cobre. O declínio na produção de cobre, assim como o seu baixo preço causaram a estagnaçãoTexto do artigo · p. 22 A economia da Zâmbia sempre foi dependente da mineração de cobre. O declínio na produção de cobre, assim como o seu baixo preço causaram a estagnação económica da Zâmbia na década de 1990. A partir de 2004, o aumento do preço do cobre impulsionou a elevação constante do PIB do país e também se estima que esse crescimento continue estável.Texto do artigo · p. 22 0
5
10
15
20
25
30
35
199019921994199619982000200220042006200820102012201420162018
Year
Zambia GDP,ConstantPrice(billion
ZambianKwacha)
ZâmbiaPIB,Preços Constantes (biliões de
Kwachas Zâmbia)Texto do artigo · p. 22 Zambia PIB, Preços Constantes (bilhões de Kwachas Zambia)
35 30 25 20 15 10 5 0
1990 1992 1994 1996 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018
YearTexto do artigo · p. 22 ZâmbiaPIB,Preços Constantes (biliões deTexto do artigo · p. 22 Zambia GDP,ConstantPrice(billionTexto do artigo · p. 22 ZambianKwacha)Texto do artigo · p. 22 Kwachas Zâmbia)Texto do artigo · p. 22 Fonte: Dados do Relatório sobre Perspectivas da Economia Mundial, do FMI, Edição de Abril de 2014Texto do artigo · p. 22 Nota: Números estimados de 2013Texto do artigo · p. 22 Figura 2.5.1 Tendências do PIB da ZâmbiaTexto do artigo · p. 22 (3) Principais Indústrias da Zâmbia e Potenciais Factores para o Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 22 (3) Principais Indústrias da Zâmbia e Potenciais Factores para o Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 22 Embora a proporção de exportação de produtos agrícolas seja bem menor em comparação com a da indústria de metal, que equivale a cerca de 77% do valor total em dólares americanos, actualmente, a Zâmbia está a exportar vários produtos agrícolas, tais como tabaco, açúcar, trigo e flores, principalmente para a China, outros países Africanos e países Europeus. O Governo da Zâmbia também tem intenção de aumentar os produtos agroprocessados, com o plano de transformar Chipata, a cidade capital da Província Oriental, num centro de processamento agrícola do país. Esta província é tipicamente da agropecuária, cujas principais actividades são a produção de tabaco e algodão e a suinocultura. Como parte do plano, o Governo deu início a um programa de desenvolvimento de terras que envolve a abertura de novos blocos agrícolas para a expansão comercial do sector agrícola. O Bloco Agrícola Mwase-Phangwe, no Distrito de Lundazi, na Província Oriental, é um dos blocos de exploração propostos 4.Texto do artigo · p. 22 Com uma população urbana e PIB maiores do que os de Malawi, a Zâmbia tem um grande potencial para contribuir para o desenvolvimento do Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem estado altamente dependente da mineração e comercialização do cobre, principalmente com a Europa e a China. No entanto, com oito países vizinhos na África, aTexto do artigo · p. 22 Com uma população urbana e PIB maiores do que os de Malawi, a Zâmbia tem um grande potencial para contribuir para o desenvolvimento do Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem estado altamente dependente da mineração e comercialização do cobre, principalmente com a Europa e a China. No entanto, com oito países vizinhos na África, a Zâmbia adoptou o seguinte slogan: “De um País Enclausurado por Terras Vizinhas para um País Conectado por Terras Vizinhas”, de forma a aumentar a exportação de outros produtos, além de cobre e produtos afins, para os países vizinhos da África.Texto do artigo · p. 22 13Texto do artigo · p. 22 Alguns dos principais produtos de exportação da Zâmbia são o cobre, produtos de metal processado, açúcar, produtos químicos e cimento. Cerca de um terço das exportações da Zâmbia vai para a Europa (principalmente para a Suíça, que importa cobre), outro terço para os países africanos, e o restante para a China e outros países, tais como do Oriente Médio. Originalmente, os produtos de exportação para a China eram transportados pelo Caminho-deFerro de TAZARA, que foi construído pela China, para o Porto de Dar-es-Salam, na Tanzânia. No entanto, actualmente, devido à condição desta linha, a maior parte do comércio internacional é feita através do Porto de Durban, na África do Sul. Embora haja planos de reabilitação da Linha Férrea de TAZARA, o Corredor de Nacala terá chances de captar alguma parcela do mercado de transporte, enquanto a referida linha permanecer inoperacional.Texto do artigo · p. 22 Além do desenvolvimento de Chipata como um centro de processamento agrícola, a Zâmbia também conta com um plano para estender o caminho-de-ferro desde Chipata até Serenje, que vai ligar a Linha Férrea de Nacala à Linha de TAZARA. Existe, também, um plano para desenvolver um porto seco em Chipata. Vagões de carga ferroviários também serão adquiridos em breve para o transporte entre Chipata e Mchinji, em Malawi.Texto do artigo · p. 22 4 “Blocos Agrícolas” são uma ferramenta para atrair investidores à área da agricultura comercial. O Governo da Zâmbia iniciou um programa de desenvolvimento de terras que fornece aos investidores potenciais novos blocos agrícolas para a agricultura comercial. Cada bloco agrícola é projectado para ter, no mínimo, uma área de grande escala com cerca de 10.000ha.Texto do artigo · p. 23 Fonte: Perfil do Sector de Agricultura, Pecuária e Pesca de 2011, da Agência de Desenvolvimento da Zâmbia
Figura 2.5.2 Blocos Agrícolas Propostos na ZâmbiaTexto do artigo · p. 23 Nansanga Farm Block Serenje, Central Province 100,000 haTexto do artigo · p. 23 Região Agroecológica
Precipitação Anual
Solo
Menos de 700mm
Argiloso
800 a 1.000mm
Argiloso
800 a 1.000mm
Arenoso
1,000 a 1.500mm
Argiloso
Região Agroecológica
Precipitação Anual
Solo
Menos de 700mm
Argiloso
800 a 1.000mm
Argiloso
800 a 1.000mm
Arenoso
1,000 a 1.500mm
Argiloso
Texto do artigo · p. 23 Fonte: Perfil do Sector de Agricultura, Pecuária e Pesca de 2011, da Agência de Desenvolvimento da ZâmbiaTexto do artigo · p. 23 Figura 2.5.2 Blocos Agrícolas Propostos na ZâmbiaTexto do artigo · p. 23 (4) Planos de Desenvolvimento para a ZâmbiaTexto do artigo · p. 23 Alguns dos principais planos de desenvolvimento na Zâmbia são os seguintes:Texto do artigo · p. 23 Desenvolvimento do Caminho-de-Ferro (Serenje-Chipata): A conexão de Serenje, pelo Caminho-de-Ferro de TAZARA, a Chipata, na Província Oriental, no Corredor de Nacala, encontra-se, actualmente, a ser planeado juntamente com o desenvolvimento da indústria de processamento centrado na Província Oriental (Chipata).
Fronteira de Paragem Única (One Stop Border Post – OSBP): Os esforços dos OSBPs estão actualmente a serem realizados na Zâmbia.
Bloco Agrícola: Programa agrícola com área em grande escala iniciado pelo Governo para o desenvolvimento comercial e expansão do sector agrícola.Texto do artigo · p. 23 (4) Planos de Desenvolvimento para a Zâmbia Alguns dos principais planos de desenvolvimento na ZâmbiaTexto do artigo · p. 23 A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) foi criada em 1992 para promover um crescimento económico sustentável e equitativo e o desenvolvimento socioeconómico. Em 1997, a SADC identificou os seguintes sete corredores que dão enfoque ao transporte na região:Texto do artigo · p. 23 são os seguintes:Texto do artigo · p. 23 • Desenvolvimento do Caminho-de-Ferro (SerenjeChipata): A conexão de Serenje, pelo Caminho-deFerro de TAZARA, a Chipata, na Província Oriental, no Corredor de Nacala, encontra-se, actualmente, a ser planeado juntamente com o desenvolvimento da indústria de processamento centrado na Província Oriental (Chipata);
• Fronteira de Paragem Única (One Stop Border Post – OSBP): Os esforços dos OSBPs estão actualmente a serem realizados na Zâmbia;
• Bloco Agrícola: Programa agrícola com área em grande escala iniciado pelo Governo para o desenvolvimento comercial e expansão do sector agrícola.Texto do artigo · p. 23 • Corredor do Sul (África do Sul-Botswana-ZimbabweZâmbia-Congo);
• Corredor de Maputo (Moçambique-África do Sul);
• Corredor da Baía de Walvis (Botswana-Karahari-Cabribi);
• Corredor da Beira (Moçambique-Zimbabwe);
• Corredor de Nacala (Moçambique-Malawi-Zâmbia);
• Corredor de Tazara (Tanzania-Zâmbia);
• Corredor de Liboto (Angola-Congo-Zâmbia).Texto do artigo · p. 23 Esses corredores faziam parte do programa de iniciativas regionalmente integradas com enfoque principalmente no tráfego e no transporte. Os governos e os doadores internacionais tinham como meta o desenvolvimento da infraestrutura de transporte, tais como portos, caminhos-de-ferro e estradas, ao invés de facilitar o desenvolvimento económico do sector privado.Texto do artigo · p. 23 2.6 Desenvolvimento dos Corredores InternacionaisTexto do artigo · p. 23 15Texto do artigo · p. 23 Iniciativas concernentes a vários corredores internacionais têm sido discutidas na África Austral desde a década de 1980, como, por exemplo, a Conferência de Coordenação para o Desenvolvimento da África Austral (SADCC), que mais tarde mudou seu nome para Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI) e Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD).Texto do artigo · p. 23 (2) Corredores de Desenvolvimento segundo Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI)Texto do artigo · p. 23 O Programa de Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI) foi lançado pelo Departamento do Comércio e Indústria (DTI) da África do Sul, em 1996. Ao contrário da abordagem da estratégia de desenvolvimento abrangente tradicional promovido com base nos programas e projectos do Governo, no programa de SDI, o Governo fornece um crédito de assistência técnica flexível para estabelecer uma série de medidas elaboradas para atrair investidores do sector privado e promover Parcerias Público-Privadas (PPPs) num pacote de projectos financeiramente fiáveis. O Programa Regional de SDI (RSDIP) deu início ao “Corredor de Desenvolvimento de Maputo” entre a África do Sul e Moçambique, em 1996.Texto do artigo · p. 23 Nesta secção, indica-se um sumário das iniciativas referentes aos corredores internacionais na África Austral.Texto do artigo · p. 23 (1) Corredores de Transporte segundo a Comunidade paraTexto do artigo · p. 23 o Desenvolvimento da África Austral (SADC) Na década de 1980, a Conferência de Coordenação para
o Desenvolvimento da África Austral (SADCC) designou
as principais rotas de transporte - que ligam localidades não banhadas por mar com os principais portos através de caminhosde-ferro, estradas e gasodutos - como corredores, e deu alta prioridade à implementação da infraestrutura necessária para a criação de tais corredores. Os objectivos para o desenvolvimento dos corredores de transporte são fornecer acesso eficiente para os países do interior do continente, de modo a reduzir os preços dos bens de consumo e dos bens intermediários, assim como integrar
os países vizinhos em uma economia mais ampla.Texto do artigo · p. 23 Na África Austral, existem até 19 corredores de desenvolvimento que foram identificados no RSDIP. No entanto, apenas oito desses estão actualmente definidos como corredores RSDIP activos (Figura 2.6.1). Além dos 19 corredores, Moçambique faz parte de oito programas de SDIs que incluem o Corredor de Nacala, actualmente classificado como um “futuro possível corredor”, juntamente com o Corredor da Beira e o Corredor de Zambeze.Texto do artigo · p. 24 abordagem da estratégia de desenvolvimento abrangente tradicional promovido com base nos programas e projectos do Governo, no programa de SDI, o Governo fornece um crédito de assistência técnica flexível para estabelecer uma série de medidas elaboradas para atrair investidores do sector privado e promover Parcerias Público-Privadas (PPPs) num pacote de projectos financeiramente fiáveis. O Programa Regional de SDI (RSDIP) deu início ao “Corredor de Desenvolvimento de Maputo” entre a África do Sul e Moçambique, em 1996.Texto do artigo · p. 24 Na África Austral, existem até 19 corredores de desenvolvimento que foram identificados no RSDIP. No entanto, apenas oito desses estão actualmente definidos como corredores RSDIP activos (Figura 2.6.1). Além dos 19 corredores, Moçambique faz parte de oito programas de SDIs que incluem o Corredor de Nacala, actualmente classificado como um “futuro possível corredor”, juntamente com o Corredor da Beira e o Corredor de Zambeze.Texto do artigo · p. 24 LegendaTexto do artigo · p. 24 Cidades Portos Rios Caminhos-de-ferro Corredores do RSDIP Activos Corredores Futuros Possíveis Localização dos Fornecedores de Serviços Localização de Futuros Fornecedores de Serviços Massas de Água Parques NacionaisTexto do artigo · p. 24 Fonte: Programa Regional de SDITexto do artigo · p. 24 Figura 2.6.1 Actuais Corredores do Programa Regional de SDITexto do artigo · p. 24 17Texto do artigo · p. 24 (3) Corredores de Desenvolvimento segundo o Programa de Desenvolvimento Espacial (SDP) da NEPADTexto do artigo · p. 24 Em 2002, a Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD) foi ratificada pela União Africana (UA) para lidar com os problemas de desenvolvimento da África, incluindo a redução da pobreza e o desenvolvimento sustentável da África. O objectivo da NEPAD é promover a integração económica regional através da eliminação das diferenças de infraestruturas na África. Para atingir esse objectivo, foi desenvolvida a Estrutura da NEPAD que também inclui o Programa de Desenvolvimento Espacial da NEPAD. Os objectivos deste Programa são os seguintes:Texto do artigo · p. 24 • Estimular o investimento direccionado ao crescimento económico e desenvolvimento;
• Catalisar outros sectores (sustentáveis);
• Facilitar o comércio dentro e fora da África
• Promover a cooperação económica e integração regionais;
• Optimizar o fornecimento e a utilização de infraestrutura;
• Incentivar o beneficiamento e a diversificação económica;Texto do artigo · p. 24 • Reforçar a competitividade das economias africanas; e
• Estimular a criação de empregos e de riquezas.Texto do artigo · p. 24 (4) De Corredores de Transporte a Corredores de DesenvolvimentoTexto do artigo · p. 24 Com a abordagem da SDI definida, bem como o sucesso do Corredor de Maputo, o Programa de SDI conseguiu mudar as atitudes e as políticas dos governos, assim como dos parceiros de desenvolvimento internacionais rumo às iniciativas do sector privado. Diferentemente da abordagem tradicional de desenvolvimento dos governos nacionais, a abordagem da SDI é mais viável quando os pacotes financiáveis 5 e os programas do Governo para a implementação estratégica de infraestrutura são ambos considerados em conjunto.Texto do artigo · p. 24 No entanto, mesmo num país em desenvolvimento como Moçambique, os sectores privados estão sempre a enfrentar a concorrência global. Por isso, não é fácil para os sectores privados mobilizarem fundos suficientes para reabilitar caminhos-de-ferro ou portos para o desenvolvimento dos corredores. Na verdade, não há outros corredores, além do Corredor de Maputo, capazes deTexto do artigo · p. 24 5 Pacote financiável é um pacote de projectos do sector económico e de infraestrutura que pode ser financiado por bancos.Texto do artigo · p. 25 satisfazer a defi nição de um “corredor de desenvolvimento”. Em outras palavras, todos os outros corredores, excepto o Corredor de Maputo, ainda se encontram em condições subdesenvolvidas e não estão a funcionar nem mesmo como “corredores de transporte”.Texto do artigo · p. 25 manutenção e operação de infraestrutura necessárias para dar início a um corredor de transporte.Texto do artigo · p. 25 • Os ganhos fi nanceiros do desenvolvimento económico possíveis pela criação de um corredor de transporte devem ser sufi cientemente grandes para fi nanciar o desenvolvimento de infraestrutura de transporte para o corredor de transporte.Texto do artigo · p. 25 (5) Desenvolvimento do Corredor de NacalaNúmero ou marcador · p. 25 Capítulo 3 Condições Actuais da Região do Corredor deTexto do artigo · p. 25 Para promover a implementação de “corredores de desenvolvimento” na África, os projectos do sector privado devem desempenhar um papel importante como uma força motriz inicial para expandir os “corredores de transporte” e, ao mesmo tempo, os investidores económicos privados devem ser capazes de obter lucros com os corredores de transporte. Desta forma, os corredores de transporte serão transformados para se tornarem em corredores de desenvolvimento.Texto do artigo · p. 25 O Corredor de Nacala é um dos poucos corredores de desenvolvimento que podem satisfazer os referidos requisitos. O Corredor poderá ser exequível através da mineração de carvão em Tete e a necessidade de transportar o carvão de Tete ao Porto de Nacala, além do Porto da Beira.Texto do artigo · p. 25 NacalaNúmero ou marcador · p. 25 Capítulo 3 Condições Actuais da Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 25 Para a implementação dos “corredores de desenvolvimento” são necessárias as seguintes condições de modo que um projecto do sector privado se torne numa força motriz inicial para o planeamento de “corredores de transporte”:Texto do artigo · p. 25 3.1 Condições Naturais e Recursos Hídricos da Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 25 3.1 Condições Naturais e Recursos Hídricos da Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 25 • Há uma demanda relativamente grande de transporte na fase inicial logo após a conclusão da infraestrutura de transporte, tais como de caminhos-de-ferro, estradas e portos. Em outras palavras, o sector de transportes necessita de uma grande demanda desde o começo do desenvolvimento do corredor. (Por exemplo, o Corredor de Maputo teve uma demanda relativamente grande de transporte de produtos, tais como aço, alumínio, ligas de ferro, carvão, madeira e granito a partir da África do Sul.)
• É possível que os sectores privados possuam ou mobilizem fundos suficientes para executar a construção,Texto do artigo · p. 25 Moçambique é um país extenso que se estende entre as latitudes 10°27’ e 26°52’ sul e longitudes 30°12’ e 40°51’ leste, com uma área de 786.380km2. A Região do Corredor de Nacala está localizada na parte norte do país e cobre uma área de 444.458km2, com uma largura máxima de aproximadamente 900km na direcção norte-sul e cerca de 1.100km na direcção leste-oeste.Texto do artigo · p. 25 Moçambique é um país extenso que se estende entre as latitudes 10°27’ e 26°52’ sul e longitudes 30°12’ e 40°51’ leste, com uma área de 786.380km2. A Região do Corredor de Nacala está localizada na parte norte do país e cobre uma área de 444.458km2, com uma largura máxima de aproximadamente 900km na direcção norte-sul e cerca de 1.100km na direcção leste-oeste.Texto do artigo · p. 25 O país conta com duas estações distintas, uma quente e húmida entre Novembro e Abril, e outra, fria e seca, que vai de Maio a Outubro. A Figura 3.1.1 abaixo mostra as temperaturas médias mensais e a precipitação total mensal das capitais nas cinco províncias, e a média de todas as capitais provinciais no país para comparaçãoTexto do artigo · p. 25 O país conta com duas estações distintas, uma quente e húmida entre Novembro e Abril, e outra, fria e seca, que vai de Maio a Outubro. A Figura 3.1.1 abaixo mostra as temperaturas médias mensais e a precipitação total mensal das capitais nas cinco províncias, e a média de todas as capitais provinciais no país para comparação.Texto do artigo · p. 25 (2010) (2011)
(2011) (2011)Texto do artigo · p. 25 °C (mm)
Pemba (2011)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
°C (mm)
Lichinga (2011)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
°C (mm)
Nampula (2011)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
°C (mm)
Quelimane (2011)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
°C (mm)
Tete (2010)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
°C (mm)
Province Capitais (Av.) (2011)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — TemperatureTexto do artigo · p. 25 (2011) (2011)Texto do artigo · p. 25 Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia, 2010 para Tete e 2011 para outras cidadesTexto do artigo · p. 25 Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia, 2010 para Tete e 2011 para outras cidadesTexto do artigo · p. 25 Figura 3.1.1 Temperatura Média Mensal/Precipitação Total Mensal das Capitais das ProvínciasTexto do artigo · p. 25 1Texto do artigo · p. 26 Figura 3.1.1 Temperatura Média Mensal/Precipitação Total Mensal das Capitais das ProvínciasTexto do artigo · p. 26 A Região do Corredor de Nacala está, em geral, situada em baixas altitudes das áreas costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. Planaltos de mais de 1.000m de altitude localizam-se no interior do país, a oeste de Niassa, e nas regiões ao norte das Províncias da Zambézia e Tete, conforme mostra a Figura 3.1.2. As altitudes mais altas nas províncias localizam-se: em Cabo Delgado, a 1.219m; em Niassa, a 1.848m; em Nampula, a 1.801m; na Zambézia, a 2.419m; e em Tete, a 2.095m.Texto do artigo · p. 26 A Região do Corredor de Nacala está, em geral, situada em baixas altitudes das áreas costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. Planaltos de mais de 1.000m de altitude localizam-se no interior do país, a oeste de Niassa, e nas regiões ao norte das Províncias da Zambézia e Tete, conforme mostra a Figura 3.1.2. As altitudes mais altas nas províncias localizam-se: em Cabo Delgado, a 1.219m; em Niassa, a 1.848m; em Nampula, a 1.801m; na Zambézia, a 2.419m; e em Tete, a 2.095m.Texto do artigo · p. 26 Rio Lago e ReservatórioTexto do artigo · p. 26 Rio
Lago / Reservatório
Elevação (m)
2713
2000
1000
0
N
Lichinga
Cuamba
Pemba
Nacala
Nampula
Ilha de Moçambique
Quelimane
NIASSA
NAMPULA
ZAMBEZIA
Legenda
Região do Corredor de Nacala
Província
Capital Provincial
Capital Nacional
Caminho-de-ferro
Linha Fronteira
0 50 100 150 km
Fonte: Equipa de Estudo da JICATexto do artigo · p. 26 Elevação (m)Texto do artigo · p. 26 LegendaTexto do artigo · p. 26 Região do Corredor de Nacala Fronteira Nacional Fronteira Provincial Capital Provincial Capital Distrital Estrada Caminho-de-ferro Lago e ReservatórioTexto do artigo · p. 26 Fonte: Equipa de Estudo da JICATexto do artigo · p. 26 Figura 3.1.2 Altitudes da Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 26 A Região do Corredor de Nacala é praticamente coberta pelo Complexo Granito-Gnaisse do Período Pré-Cambriano, da Era Proterozoica, conforme mostrado na Figura 3.1.3. As rochas sedimentares mais jovens e sedimentos dos Períodos Terciário e Quaternário, da Era Cenozoica, estão amplamente distribuídas nas regiões à jusante do Rio Zambezi, e nas áreas ao longo do litoral, as quais se tornaram num bom aquífero intergranular na Região do Corredor de Nacala.Texto do artigo · p. 26 A Região do Corredor de Nacala é praticamente coberta pelo Complexo Granito-Gnaisse do Período Pré-Cambriano, da Era Proterozoica, conforme mostrado na Figura 3.1.3. As rochas sedimentares mais jovens e sedimentos dos Períodos TerciárioTexto do artigo · p. 26 e Quaternário, da Era Cenozoica, estão amplamente distribuídas nas regiões à jusante do Rio Zambezi, e nas áreas ao longo do litoral, as quais se tornaram num bom aquífero intergranular na Região do Corredor de Nacala.Texto do artigo · p. 26 ROCHAS SEDIMENTARES
Quaternário
Terciário
Cretáceo
Karoo
ROCHAS INTRUSIVAS E VULCÂNICAS
Rochas ígneas, pós-Karoo
Rochas vulcânicas, pós-Karoo
Rochas vulcânicas, Karoo Superior
ROCHAS METAMÓRFICAS E ERUPTIVAS PRÉ-CAMBRIANAS
Complexo Granito-Gnaisse do Cinturão de Moçambique com a direcção de foliação
Metassedimentos dos Grupos de Unlomo e de Gairezi
Complexo Gabro-Anortosítico de Tete
Cráton do Zimbabwe
Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA .Texto do artigo · p. 26 2Texto do artigo · p. 26 ROCHAS SEDIMENTARES ROCHAS INTRUSIVAS E VULCÂNICASTexto do artigo · p. 26 ROCHAS METAMÓRFICAS E ERUPTIVAS PRÉ-CAMBRIANASTexto do artigo · p. 26 15°STexto do artigo · p. 26 Figura 3.1.3 Mapa Geológico Esquemático da Região do Corredor de Nacala e Seus ArredoresTexto do artigo · p. 26 Quaternário Terciário Cretáceo KarooTexto do artigo · p. 26 Rochas ígneas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, Karoo SuperiorTexto do artigo · p. 26 Complexo Granito-Gnaisse do Cinturão de Moçambique com a direcção de foliaçãoTexto do artigo · p. 26 Metassedimentos dos Grupos de Umkondo e de Gairezi Complexo Gabro-Anortosítico de Tete Cráton do ZimbábwèTexto do artigo · p. 26 Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA ,1987Texto do artigo · p. 26 Figura 3.1.3 Mapa Geológico Esquemático da Região do Corredor de Nacala e Seus ArredoresTexto do artigo · p. 26 Informações restritas sobre a meteorologia da Região do Corredor de Nacala indicam que a precipitação média anual varia de 900 a 1.100mm na bacia do Rio Rovuma, mas a mesma varia de 1.030mm na bacia do Rio Lúrio a 1.400mm na bacia do Rio Licungo. O volume de precipitação na sub-bacia de Luia, localizada na parte superior da bacia do Zambeze, é menor que o de outras regiões, com uma média de 615 a 753mm por ano, com excepção do volume máximo anual de 1.110mm registado em 2007.Texto do artigo · p. 27 Informações restritas sobre a meteorologia da Região do Corredor de Nacala indicam que a precipitação média anual varia de 900 a 1.100mm na bacia do Rio Rovuma, mas a mesma varia de 1.030mm na bacia do Rio Lúrio a 1.400mm na bacia do Rio Licungo. O volume de precipitação na sub-bacia de Luia, localizada na parte superior da bacia do Zambeze, é menor que o de outras regiões, com uma média de 615 a 753mm por ano, com excepção do volume máximo anual de 1.110mm registado em 2007.Texto do artigo · p. 27 Os seguintes principais rios e lagos de Moçambique estão localizados na Região do Corredor de Nacala.Texto do artigo · p. 27 • Rio Zambeze: bacia hidrográfica de 1.390.000km2, com fluxo médio de 107.979 milhões de m3 por ano ou 3.424m3 por segundo
• Rio Rovuma: bacia hidrográfica de 155.500km2, com fluxo médio de 14.980 milhões de m3 por ano ou 475m3 por segundoTexto do artigo · p. 27 • Rio Lúrio: bacia hidrográfica de 61.423km2, com fluxo médio de 8.722 milhões de m3 por ano ou 277m3 por segundo
• Lago Niassa: área superficial de 29.600km2 e volume de água de 8.400km3
• Cahora Bassa: área superficial de 2.600km2 e volume de água de 55,8km3Texto do artigo · p. 27 As bacias fluviais em Moçambique são controladas por cinco administrações estabelecidas pela Lei de Águas em 1991. As que cobrem a Região do Corredor de Nacala são ARA-Norte (ARA-N), ARA-Centro Norte (ARA-CN) e ARA-Zambeze (ARA-Z). A Figura 3.1.4 mostra as fronteiras das bacias dos rios e as três ARAs.Texto do artigo · p. 27 Bacia
39: Zambeze
41: Licungo
45: Melela
46: Mocubé
47: Ligonha
50: Meluli
61: Monapo
63: Sanhute
68: Mecuburi
73: Lurio
74: Megarruma
81: Montepuez
88: Messalo
95: Rovuma
ARA-N
ARA-CN
ARA-Z
Pemba
Nacala
95 Rovuma
73 Lurio
39 Zambeze
Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA, 1987Texto do artigo · p. 27 BaciaTexto do artigo · p. 27 63: SanhuteTexto do artigo · p. 27 63Texto do artigo · p. 27 Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA, 1987Texto do artigo · p. 27 Figura 3.1.4 Áreas Administradas pelas ARAs e as Principais Bacias na Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 27 3.2 Situação Socioeconómica da Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 27 3.2.1 PopulaçãoTexto do artigo · p. 27 (1) Tendência do Crescimento Populacional no PassadoTexto do artigo · p. 27 A população total de Moçambique era de 20.632 mil habitantes, segundo os resultados do Censo Geral da População e Habitação conduzido em 2007. Na Região do Corredor de Nacala, o número era de 10.548 mil habitantes. A percentagem da população na Região do Corredor de Nacala era de 51% do total em 2007.Texto do artigo · p. 27 Entre as cinco províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, a população da Província de Nampula é a maior, com 4.085 mil habitantes, seguida pelas cifras das Províncias da Zambézia, Tete, Cabo Delgado e Niassa. Em termos de taxa de crescimento anual da população, a Província de Niassa apresenta o maior índice, de 4,14%, seguida pelas Províncias de Tete, Nampula, Zambézia e Cabo Delgado, entre 1997 e 2007 (Ver a Tabela 3.2.1).Texto do artigo · p. 27 4Texto do artigo · p. 28 Entre as cinco províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, a população da Província de Nampula é a maior, com 4.085 mil habitantes, seguida pelas cifras das Províncias da Zambézia, Tete, Cabo Delgado e Niassa. Em termos de taxa de crescimento anual da população, a Província de Niassa apresenta o maior índice, de 4,14%, seguida pelas Províncias de Tete, Nampula, Zambézia e Cabo Delgado, entre 1997 e 2007 (Ver a Tabela 3.2.1).Texto do artigo · p. 28 Tabela 3.2.1 População e Taxa de Crescimento por Província em MoçambiqueTexto do artigo · p. 28 População
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2007
1997-2007
Província de Niassa
808.572
1.213.398
4,14
Província de Cabo Delgado
1.380.202
1.634.162
1,70
Província de Nampula
3.063.456
4.084.656
2,92
Província da Zambézia
3.096.400
3.890.453
2,31
Somente sete distritos da Província da Zambézia
1.360.831
1.808.220
2,88
Província de Tete
1.226.008
1.807.485
3,96
Província de Manica
1.039.463
1.438.386
3,30
Província de Sofala
1.368.671
1.685.663
2,11
Província de Inhambane
1.157.182
1.304.820
1,21
Província de Gaza
1.116.903
1.236.284
1,02
Província de Maputo
830.908
1.225.489
3,96
Cidade de Maputo
987.943
1.111.638
1,19
Subtotal (Cinco Províncias)
9.574.638
12.630.154
2,81
Subtotal (Região do Corredor de Nacala)
7.839.069
10.547.921
3,01
Subtotal das Outras Áreas
8.236.639
10.084.513
2,04
Moçambique
16.075.708
20.632.434
2,53
População
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2007
1997-2007
Província de Niassa
808.572
1.213.398
4,14
Província de Cabo Delgado
1.380.202
1.634.162
1,70
Província de Nampula
3.063.456
4.084.656
2,92
Província da Zambézia
3.096.400
3.890.453
2,31
Somente sete distritos da Província da Zambézia
1.360.831
1.808.220
2,88
Província de Tete
1.226.008
1.807.485
3,96
Província de Manica
1.039.463
1.438.386
3,30
Província de Sofala
1.368.671
1.685.663
2,11
Província de Inhambane
1.157.182
1.304.820
1,21
Província de Gaza
1.116.903
1.236.284
1,02
Província de Maputo
830.908
1.225.489
3,96
Cidade de Maputo
987.943
1.111.638
1,19
Subtotal (Cinco Províncias)
9.574.638
12.630.154
2,81
Subtotal (Região do Corredor de Nacala)
7.839.069
10.547.921
3,01
Subtotal das Outras Áreas
8.236.639
10.084.513
2,04
Moçambique
16.075.708
20.632.434
2,53
Texto do artigo · p. 28 Fonte: Censo Geral da População e Habitação do INE, 1997 e 2007Texto do artigo · p. 28 (2) População Urbana nas Cinco ProvínciasTexto do artigo · p. 28 (2) População Urbana nas Cinco ProvínciasTexto do artigo · p. 28 As taxas de urbanização na Zambézia e Tete eram consideravelmente inferiores em relação às outras províncias. As províncias ao norte de Moçambique são menos urbanizadas do que nas outras províncias (Ver a Tabela 3.2.2).Texto do artigo · p. 28 Em 2007, a taxa de urbanização nas cinco províncias era de 21%, enquanto que o número em Moçambique era de 30%. A taxa variava desde os 14% registados na Província da ZambéziaTexto do artigo · p. 28 Em 2007, a taxa de urbanização nas cinco províncias era de 21%, enquanto que o número em Moçambique era de 30%. A taxa variava desde os 14% registados na Província da Zambézia até os 29% observados na Província de Nampula.Texto do artigo · p. 28 até os 29% observados na Província de Nampula.Texto do artigo · p. 28 As taxas de urbanização na Zambézia e Tete eram consideravelmente inferiores em relação às outras províncias. As províncias ao norte de Moçambique são menos urbanizadas do que nas outras províncias (Ver a Tabela 3.2.2).Texto do artigo · p. 28 Tabela 3.2.2 População Urbana e Rural por Província em Moçambique em 2007Texto do artigo · p. 28 Unidade: pessoas Unidade: % Urbana Rural Total Urbana Rural TotalTexto do artigo · p. 28 Província de Niassa 277.838 935.560 1.213.398 23% 77% 100% Província de Cabo Delgado 340.707 1.293.455 1.634.162 21% 79% 100% Província de Nampula 1.167.813 2.916.843 4.084.656 29% 71% 100% Província da Zambézia 679.073 3.211.380 3.890.453 17% 83% 100% Província de Tete 247.178 1.560.307 1.807.485 14% 86% 100% Província de Manica 363.844 1.074.542 1.438.386 25% 75% 100% Província de Sofala 645.413 1.040.250 1.685.663 38% 62% 100% Província de Inhambane 289.458 1.015.362 1.304.820 22% 78% 100% Província de Gaza 314.471 921.813 1.236.284 25% 75% 100% Província de Maputo 832.188 393.301 1.225.489 68% 32% 101% Cidade de Maputo 1.111.638 0 1.111.638 100% 0% 100% Subtotal (Cinco Províncias) 2.712.609 9.917.545 12.630.154 21% 79% 100% Subtotal das Outras Províncias 3.557.012 4.445.268 8.002.280 44% 56% 100% Moçambique 6.269.621 14.362.813 20.632.434 30% 70% 100%Texto do artigo · p. 28 5Texto do artigo · p. 28 Fonte: Censo Geral da População e Habitação do INE, 2007Texto do artigo · p. 28 3.2.2 Tendência do Crescimento Económico no PassadoTexto do artigo · p. 28 3.2.2 Tendência do Crescimento Económico no PassadoTexto do artigo · p. 28 (1) PIB RegionalTexto do artigo · p. 28 (1) PIB RegionalTexto do artigo · p. 28 a taxa em Nampula era de 14,8%; Zambézia, 9,4%; Tete, 5,7%; Cabo Delgado, 4,7%; e Niassa, 3,0%.Texto do artigo · p. 28 Em 2011, o PIB Regional das cinco províncias foi de 74.248 milhões de MT (a preços constantes de 2003), os quais correspondem a 38% do PIB de Moçambique. Em relação às proporções do PIB Regional de cada província no total do país, a taxa em Nampula era de 14,8%; Zambézia, 9,4%; Tete, 5,7%; Cabo Delgado, 4,7%; e Niassa, 3,0%.Texto do artigo · p. 28 Em 2011, o PIB Regional das cinco províncias foi de 74.248 milhões de MT (a preços constantes de 2003), os quais correspondem a 38% do PIB de Moçambique. Em relação às proporções do PIB Regional de cada província no total do país,Texto do artigo · p. 28 As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.Texto do artigo · p. 28 As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.Texto do artigo · p. 28 Tabela 3.2.3 PIB Regional e Taxa de Crescimento do PIB Reginal por Província em MoçambiqueTexto do artigo · p. 29 As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.Texto do artigo · p. 29 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1027)Texto do artigo · p. 29 Tabela 3.2.3 PIB Regional e Taxa de Crescimento do PIB Reginal por Província em MoçambiqueTexto do artigo · p. 29 PIB Regional (Milhões de MT, a Preços Constantes de 2003)
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2000
2007
2011
1997-2000
2000-2007
2007-2011
Província de Niassa
2.368,3
2.651,9
4.587,0
5.930,7
3,8
8,1
6,6
Província de Cabo Delgado
3.518,2
4.038,1
6.904,0
9.198,6
4,7
8,0
7,4
Província de Nampula
10.634,7
13.118,0
22.192,3
29.321,3
7,2
7,8
7,2
Província da Zambézia
7.250,0
8.102,3
13.977,4
18.505,8
3,8
8,1
7,3
Província de Tete
3.552,6
5.730,6
9.218,0
11.291,3
17,3
7,0
5,2
Província de Manica
2.826,8
3.285,0
5.538,4
7.490,5
5,1
7,7
7,8
Província de Sofala
7.456,5
9.077,9
15.852,5
20.875,1
6,8
8,3
7,1
Província de Inhambane
4.607,7
5.290,5
11.735,4
15.223,0
4,7
12,1
6,7
Província de Gaza
3.684,4
3.745,4
7.039,1
9.420,3
0,5
9,4
7,6
Província de Maputo
10.283,5
13.046,5
26.182,7
33.020,4
8,3
10,5
6,0
Cidade de Maputo
12.890,9
16.903,0
28.073,0
37.247,5
9,5
7,5
7,3
Subtotal (Cinco Províncias)
27.323,8
33.640,9
56..878,7
74.247,6
7,2
7,8
6,9
Outras Províncias
41.749,9
51.348,4
94.421,2
123.276,8
7,1
9,1
6,9
Moçambique
69.073,7
84.989,3
151.299,9
197.524,4
7,2
8,6
6,9
PIB Regional (Milhões de MT, a Preços Constantes de 2003)
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2000
2007
2011
1997-2000
2000-2007
2007-2011
Província de Niassa
2.368,3
2.651,9
4.587,0
5.930,7
3,8
8,1
6,6
Província de Cabo Delgado
3.518,2
4.038,1
6.904,0
9.198,6
4,7
8,0
7,4
Província de Nampula
10.634,7
13.118,0
22.192,3
29.321,3
7,2
7,8
7,2
Província da Zambézia
7.250,0
8.102,3
13.977,4
18.505,8
3,8
8,1
7,3
Província de Tete
3.552,6
5.730,6
9.218,0
11.291,3
17,3
7,0
5,2
Província de Manica
2.826,8
3.285,0
5.538,4
7.490,5
5,1
7,7
7,8
Província de Sofala
7.456,5
9.077,9
15.852,5
20.875,1
6,8
8,3
7,1
Província de Inhambane
4.607,7
5.290,5
11.735,4
15.223,0
4,7
12,1
6,7
Província de Gaza
3.684,4
3.745,4
7.039,1
9.420,3
0,5
9,4
7,6
Província de Maputo
10.283,5
13.046,5
26.182,7
33.020,4
8,3
10,5
6,0
Cidade de Maputo
12.890,9
16.903,0
28.073,0
37.247,5
9,5
7,5
7,3
Subtotal (Cinco Províncias)
27.323,8
33.640,9
56..878,7
74.247,6
7,2
7,8
6,9
Outras Províncias
41.749,9
51.348,4
94.421,2
123.276,8
7,1
9,1
6,9
Moçambique
69.073,7
84.989,3
151.299,9
197.524,4
7,2
8,6
6,9
Texto do artigo · p. 29 Fonte: INETexto do artigo · p. 29 Tabela 3.2.4 Proporção do PIB Regional por Província em Moçambique (1997-2011)Texto do artigo · p. 29 6Texto do artigo · p. 29 Proporção do PIB Regional em Moçambique (%)
1997
2000
2007
2011
Província de Niassa
3,4%
3,1%
3,0%
3,0%
Província de Cabo Delgado
5,1%
4,8%
4,6%
4,7%
Província de Nampula
15,4%
15,4%
14,7%
14,8%
Província da Zambézia
10,5%
9,5%
9,2%
9,4%
Província de Tete
5,1%
6,7%
6,1%
5,7%
Província de Manica
4,1%
3,9%
3,7%
3,8%
Província de Sofala
10,8%
10,7%
10,5%
10,6%
Província de Inhambane
6,7%
6,2%
7,8%
7,7%
Província de Gaza
5,3%
4,4%
4,7%
4,8%
Província de Maputo
14,9%
15,4%
17,3%
16,7%
Cidade de Maputo
18,7%
19,9%
18,6%
18,9%
Subtotal (Cinco Províncias)
39,6%
39,6%
37,6%
37,6%
Outras Províncias
60,4%
60,4%
62,4%
62,4%
Moçambique
100,0%
100,0%
100,0%
100,0%
Proporção do PIB Regional em Moçambique (%)
1997
2000
2007
2011
Província de Niassa
3,4%
3,1%
3,0%
3,0%
Província de Cabo Delgado
5,1%
4,8%
4,6%
4,7%
Província de Nampula
15,4%
15,4%
14,7%
14,8%
Província da Zambézia
10,5%
9,5%
9,2%
9,4%
Província de Tete
5,1%
6,7%
6,1%
5,7%
Província de Manica
4,1%
3,9%
3,7%
3,8%
Província de Sofala
10,8%
10,7%
10,5%
10,6%
Província de Inhambane
6,7%
6,2%
7,8%
7,7%
Província de Gaza
5,3%
4,4%
4,7%
4,8%
Província de Maputo
14,9%
15,4%
17,3%
16,7%
Cidade de Maputo
18,7%
19,9%
18,6%
18,9%
Subtotal (Cinco Províncias)
39,6%
39,6%
37,6%
37,6%
Outras Províncias
60,4%
60,4%
62,4%
62,4%
Moçambique
100,0%
100,0%
100,0%
100,0%
Texto do artigo · p. 29 Fonte: INETexto do artigo · p. 29 (2) PIB per CapitaTexto do artigo · p. 29 consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.Texto do artigo · p. 29 (2) PIB per Capita Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional perTexto do artigo · p. 29 Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.Texto do artigo · p. 29 capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valorTexto do artigo · p. 29 Tabela 3.2.5 PIB Regional per Capita por ProvínciaTexto do artigo · p. 29 PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003)Texto do artigo · p. 29 Taxa de Crescimento Anual (%) 1997 2007 1997 2007 1997-2007Texto do artigo · p. 29 Proporção do PIB Regional em Relação ao PaísTexto do artigo · p. 29 Província de Niassa 2.929 3.780 0,68 0,52 2,6 Província de Cabo Delgado 2.549 4.225 0,59 0,58 5,2 Província de Nampula 3.471 5.433 0,81 0,74 4,6 Província da Zambézia 2.341 3.593 0,54 0,49 4,4 Província de Tete 2.898 5,100 0,67 0,70 5,8 Província de Manica 2.719 3.850 0,63 0,53 3,5 Província de Sofala 5.448 9.404 1,27 1,28 5,6 Província de Inhambane 3.982 8.994 0,93 1,23 8,5 Província de Gaza 3.299 5.694 0,77 0,78 5,6 Província de Maputo 12.376 21.365 2,88 2,91 5,6 Cidade de Maputo 13.048 25.254 3,04 3,44 6,8 Cinco Províncias 2.854 4.503 0,66 0,61 4,7 Outras Províncias 6.422 11.799 1,49 1,61 6,3 Moçambique 4.297 7.333 1,00 1,00 5,5Texto do artigo · p. 30 Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.Texto do artigo · p. 30 Tabela 3.2.5 PIB Regional per Capita por ProvínciaTexto do artigo · p. 30 PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003)
Proporção do PIB Regional em Relação ao País
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2007
1997
2007
1997-2007
Província de Niassa
2.929
3.780
0,68
0,52
2,6
Província de Cabo Delgado
2.549
4.225
0,59
0,58
5,2
Província de Nampula
3.471
5.433
0,81
0,74
4,6
Província da Zambézia
2.341
3.593
0,54
0,49
4,4
Província de Tete
2.898
5,100
0,67
0,70
5,8
Província de Manica
2.719
3.850
0,63
0,53
3,5
Província de Sofala
5.448
9.404
1,27
1,28
5,6
Província de Inhambane
3.982
8.994
0,93
1,23
8,5
Província de Gaza
3.299
5.694
0,77
0,78
5,6
Província de Maputo
12.376
21.365
2,88
2,91
5,6
Cidade de Maputo
13.048
25.254
3,04
3,44
6,8
Cinco Províncias
2.854
4.503
0,66
0,61
4,7
Outras Províncias
6.422
11.799
1,49
1,61
6,3
Moçambique
4.297
7.333
1,00
1,00
5,5
PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003)
Proporção do PIB Regional em Relação ao País
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2007
1997
2007
1997-2007
Província de Niassa
2.929
3.780
0,68
0,52
2,6
Província de Cabo Delgado
2.549
4.225
0,59
0,58
5,2
Província de Nampula
3.471
5.433
0,81
0,74
4,6
Província da Zambézia
2.341
3.593
0,54
0,49
4,4
Província de Tete
2.898
5,100
0,67
0,70
5,8
Província de Manica
2.719
3.850
0,63
0,53
3,5
Província de Sofala
5.448
9.404
1,27
1,28
5,6
Província de Inhambane
3.982
8.994
0,93
1,23
8,5
Província de Gaza
3.299
5.694
0,77
0,78
5,6
Província de Maputo
12.376
21.365
2,88
2,91
5,6
Cidade de Maputo
13.048
25.254
3,04
3,44
6,8
Cinco Províncias
2.854
4.503
0,66
0,61
4,7
Outras Províncias
6.422
11.799
1,49
1,61
6,3
Moçambique
4.297
7.333
1,00
1,00
5,5
Texto do artigo · p. 30 Fonte: Equipa de Estudo da JICA, com base nos dados do INETexto do artigo · p. 30 (3) Participação no Sector EconómicoTexto do artigo · p. 30 (3) Participação no Sector EconómicoTexto do artigo · p. 30 As cinco províncias, em termos de geração de valor agregado, são relativamente mais especializadas na agricultura, a qual perfaz 42% do PIB Regional total das cinco províncias. Entretanto, as Províncias de Nampula e de Tete são diferentes das outras três, com sua estruturaTexto do artigo · p. 30 província, respectivamente). Adicionalmente, a Província de Tete possui os sectores de electricidade e de água totalizando 37% da PIB Regional da província. Esta situação de Tete se deve ao facto de a barragem de Cahora Bassa estar a fornecer energia para todo Moçambique. Esta estrutura do sector económico não tem mudado significativamente em mais de uma década nas cinco províncias (Ver a Tabela 3.2.6).Texto do artigo · p. 30 As cinco províncias, em termos de geração de valor agregado, são relativamente mais especializadas na agricultura, a qual perfaz 42% do PIB Regional total das cinco províncias. Entretanto, as Províncias de Nampula e de Tete são diferentes das outras três, com sua estrutura económica caracterizada por uma proporção mais baixa da agricultura (40% e 20% do PIB Regional daTexto do artigo · p. 30 económica caracterizada por uma proporção mais baixa da agricultura (40% e 20% do PIB Regional da província, respectivamente). Adicionalmente, a Província de Tete possui os sectores de electricidade e de água totalizando 37% da PIB Regional da província. Esta situação de Tete se deve ao facto de a barragem de Cahora Bassa estar a fornecer energia para todo Moçambique. Esta estrutura do sector económico não tem mudado significativamente em mais de uma década nas cinco províncias (Ver a Tabela 3.2.6).Texto do artigo · p. 30 7Texto do artigo · p. 30 Tabela 3.2.6 Proporção do PIB Regional por Sector Económico por Província em 2000 e 2011Texto do artigo · p. 30 2000
2011
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Província de Niassa
47,6%
10,2%
42,2%
100,0%
49,5%
7,2%
43,4%
100,0%
Província de Cabo Delgado
49,5%
12,2%
38,3%
100,0%
51,2%
12,5%
36,2%
100,0%
Província de Nampula
38,7%
15,4%
45,9%
100,0%
39,9%
17,0%
43,1%
100,0%
Província da Zambézia
49,8%
11,4%
38,8%
100,0%
50,8%
12,3%
36,9%
100,0%
Província de Tete
25,9%
40,2%
33,9%
100,0%
20,0%
43,3%
36,7%
100,0%
Província de Manica
36,1%
22,0%
41,9%
100,0%
37,0%
21,7%
41,3%
100,0%
Província de Sofala
22,8%
19,5%
57,7%
100,0%
22,7%
20,0%
57,3%
100,0%
Província de Inhambane
41,2%
15,8%
43,0%
100,0%
31,7%
37,0%
31,3%
100,0%
Província de Gaza
50,2%
12,3%
37,5%
100,0%
48,5%
13,2%
38,3%
100,0%
Província de Maputo
15,2%
43,9%
40,9%
100,0%
17,5%
47,5%
35,0%
100,0%
Cidade de Maputo
2,5%
15,8%
81,7%
100,0%
2,7%
11,7%
85,6%
100,0%
Cinco Províncias
41,1%
18,0%
40,9%
100,0%
40,3%
19,3%
39,8%
100,0%
Outras Províncias
19,1%
23,8%
57,1%
100,0%
21,7%
23,8%
53,8%
100,0%
Moçambique
27,9%
21,5%
50,7%
100.0%
27,7%
23,7%
48,5%
100,0%
2000
2011
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Província de Niassa
47,6%
10,2%
42,2%
100,0%
49,5%
7,2%
43,4%
100,0%
Província de Cabo Delgado
49,5%
12,2%
38,3%
100,0%
51,2%
12,5%
36,2%
100,0%
Província de Nampula
38,7%
15,4%
45,9%
100,0%
39,9%
17,0%
43,1%
100,0%
Província da Zambézia
49,8%
11,4%
38,8%
100,0%
50,8%
12,3%
36,9%
100,0%
Província de Tete
25,9%
40,2%
33,9%
100,0%
20,0%
43,3%
36,7%
100,0%
Província de Manica
36,1%
22,0%
41,9%
100,0%
37,0%
21,7%
41,3%
100,0%
Província de Sofala
22,8%
19,5%
57,7%
100,0%
22,7%
20,0%
57,3%
100,0%
Província de Inhambane
41,2%
15,8%
43,0%
100,0%
31,7%
37,0%
31,3%
100,0%
Província de Gaza
50,2%
12,3%
37,5%
100,0%
48,5%
13,2%
38,3%
100,0%
Província de Maputo
15,2%
43,9%
40,9%
100,0%
17,5%
47,5%
35,0%
100,0%
Cidade de Maputo
2,5%
15,8%
81,7%
100,0%
2,7%
11,7%
85,6%
100,0%
Cinco Províncias
41,1%
18,0%
40,9%
100,0%
40,3%
19,3%
39,8%
100,0%
Outras Províncias
19,1%
23,8%
57,1%
100,0%
21,7%
23,8%
53,8%
100,0%
Moçambique
27,9%
21,5%
50,7%
100.0%
27,7%
23,7%
48,5%
100,0%
Texto do artigo · p. 30 Fonte: INETexto do artigo · p. 30 3.2.3 Mão-de-obraTexto do artigo · p. 30 3.2.3 Mão-de-obraTexto do artigo · p. 30 agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).Texto do artigo · p. 30 (1) População Economicamente Activa (PEA) A população economicamente activa (PEA) das cincoTexto do artigo · p. 30 (1) População Economicamente Activa (PEA)Texto do artigo · p. 30 províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sectorTexto do artigo · p. 30 A população economicamente activa (PEA) das cinco províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).Texto do artigo · p. 30 Tabela 3.2.7 PEA por Sector Económico por Província em 2007Texto do artigo · p. 31 (1) População Economicamente Activa (PEA)Texto do artigo · p. 31 A população economicamente activa (PEA) das cinco províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).Texto do artigo · p. 31 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1029)Texto do artigo · p. 31 Tabela 3.2.7 PEA por Sector Económico por Província em 2007Texto do artigo · p. 31 Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Província de Niassa
337.235
15.288
53.080
405.603
83,1%
3,8%
13,1%
100,0%
Província de Cabo Delgado
584.853
22.489
62.908
670.250
87,3%
3,4%
9,4%
100,0%
Província de Nampula
1.219.450
65.872
185.191
1.470.513
82,9%
4,5%
12,6%
100,0%
Província da Zambézia
1.218.809
54.721
120.106
1.393.636
87,5%
3,9%
8,6%
100,0%
Província de Tete
546.888
26.468
72.829
646.185
84,6%
4,1%
11,3%
100,0%
Cinco Províncias
3.907.235
184.838
494.114
4.586.187
85,2%
4,0%
10,8%
100,0%
Outras Províncias
1.636.693
304.460
843.619
2.784.772
58,8%
10,9%
30,3%
100,0%
Moçambique
5.543.928
489.298
1.337.733
7.370.959
75,2%
6,6%
18,1%
100,0%
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Província de Niassa
337.235
15.288
53.080
405.603
83,1%
3,8%
13,1%
100,0%
Província de Cabo Delgado
584.853
22.489
62.908
670.250
87,3%
3,4%
9,4%
100,0%
Província de Nampula
1.219.450
65.872
185.191
1.470.513
82,9%
4,5%
12,6%
100,0%
Província da Zambézia
1.218.809
54.721
120.106
1.393.636
87,5%
3,9%
8,6%
100,0%
Província de Tete
546.888
26.468
72.829
646.185
84,6%
4,1%
11,3%
100,0%
Cinco Províncias
3.907.235
184.838
494.114
4.586.187
85,2%
4,0%
10,8%
100,0%
Outras Províncias
1.636.693
304.460
843.619
2.784.772
58,8%
10,9%
30,3%
100,0%
Moçambique
5.543.928
489.298
1.337.733
7.370.959
75,2%
6,6%
18,1%
100,0%
Texto do artigo · p. 31 Fonte: INETexto do artigo · p. 31 (2) Taxa de DesempregoTexto do artigo · p. 31 (2) Taxa de DesempregoTexto do artigo · p. 31 com excepção da Província de Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras provínciasTexto do artigo · p. 31 As taxas de desemprego por província em 2004/05 são mostradas na Tabela 3.2.8. Os números em todas as províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala,Texto do artigo · p. 31 Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias.Texto do artigo · p. 31 As taxas de desemprego por província em 2004/05 são mostradas na Tabela 3.2.8. Os números em todas as províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, com excepção da Província deTexto do artigo · p. 31 Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias.Texto do artigo · p. 31 Tabela 3.2.8 Taxa de Desemprego por Província em 2004/5Texto do artigo · p. 31 Taxa de Desemprego (%) Província de Niassa 31,7Texto do artigo · p. 31 8Texto do artigo · p. 31 Tabela 3.2.8 Taxa de Desemprego por Província em 2004/5Texto do artigo · p. 31 Província de Cabo Delgado
Taxa de10,9Desemprego (%)
Província ProvínciadedeNiassaNampula
31,7
15,7
Província de Cabo Delgado
Província da Zambézia Província de Tete
10,9
11,2 16,5
ProvínciaCinco Provínciasde Nampula
17,2 15,7
ProvínciaSubtotal dasda ZambéziaOutras Províncias
20,2 11,2
ProvínciaMoçambiquede Tete
18,7 16,5
CincoFonte:Províncias Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB)
2004-2005, INE, 2006 17,2
Subtotal das Outras Províncias
20,2
Moçambiquee Desigualdade
18,7
Província de Cabo Delgado
Taxa de10,9Desemprego (%)
Província ProvínciadedeNiassaNampula
31,7
15,7
Província de Cabo Delgado
Província da Zambézia Província de Tete
10,9
11,2 16,5
ProvínciaCinco Provínciasde Nampula
17,2 15,7
ProvínciaSubtotal dasda ZambéziaOutras Províncias
20,2 11,2
ProvínciaMoçambiquede Tete
18,7 16,5
CincoFonte:Províncias Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB)
2004-2005, INE, 2006 17,2
Subtotal das Outras Províncias
20,2
Moçambiquee Desigualdade
18,7
Texto do artigo · p. 31 3.2.4 PobrezaTexto do artigo · p. 31 Fonte: Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB) 2004-2005, INE, 2006Texto do artigo · p. 31 (1) Taxa de PobrezaTexto do artigo · p. 31 3.2.4 Pobreza e DesigualdadeTexto do artigo · p. 31 3.2.4 Pobreza e DesigualdadeTexto do artigo · p. 31 A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32% em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Nampula; e de 82% para 42% em Tete. O número na Zambézia subiu de 68% em 1997 para 71% em 2009.Texto do artigo · p. 31 (1) Taxa de Pobreza A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 eTexto do artigo · p. 31 em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Nampula; e de 82% para 42% em Tete. O número na Zambézia subiu de 68% em 1997 para 71% em 2009.Texto do artigo · p. 31 (1) Taxa de PobrezaTexto do artigo · p. 31 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32%Texto do artigo · p. 31 A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32% em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Na 71% emTexto do artigo · p. 31 Tabela 3.2.9 Taxa de Pobreza por Província em MoçambiqueTexto do artigo · p. 31 Nampula; e de 82% para 42% 2009.
emTaxaTete.deOPobrezanúmero(%)na Z
ambéziaDiferençasubiunadeTaxa68%deemPobreza1997 para
1997
2003
2009
1997-2003
2003-2009
1997-2009
Província de Niassa
70,6
52,1
31,9
-18,5
-20,2
-38,7
Província de Cabo TabelaDelgado3.2.9
Taxa57,4 de
Pobreza63,2
por37,4Pro
víncia+5,8em M
oçambique-25,8
-20,0
Província de Nampula
68,9
52,6
54,7
-16,3
+2,1
-14,2
Província da Zambézia
68,1Tax
a de44,6Pobr
eza70,5(%)
-23,5 Dif
erença+25,9na Ta
xa de+2,4Pobreza
Província de Tete
82,31997
59,82003
42,02009
-22,51997-20
03 -17,82003-2
009-40,3
ProvínciaProvínciadedeNiassaManica
62,670,6
43,652,1
55,131,9
-19,0-18,5
+11,5 -20,
2 -7,5
ProvínciaProvínciadedeCaboSofalaDelgado
87,957,4
36,163,2
58,037,4
-51,8+5,8
+21,9 -25,
8 -29,9
ProvínciaProvínciadedeNampulaInhambane
82,668,9
80,752,6
57,954,7
-1,9-16,3
-22,8 +2,
1 -24,7
ProvínciaProvínciadadeZambéziaGaza
64,668,1
60,144,6
62,570,5
-4,5-23,5
+2,4 +25
,9 -2,1
ProvínciaProvínciadedeTeteMaputo
65,682,3
69,359,8
67,442,0
+3,7-22,5
-1,9 -17,
8 +1,8
Província de Manica
Cidade de Maputo
62,6
47,8
43,6
53,6
55,1
36,2
+5,8-19,0
+11
-17,4
,5
-11,6
Cinco Províncias
69,5
54,5
53,3
-15,0
-1,2
-13,2
ProvínciaOutras Provínciasde Sofala
69,387,9
53,736,1
57,058,0
-15,6-51,8
+3,3 +21
,9 -12,3
ProvínciaMoçambiquede Inhambane
69,482,6
54,180,7
54,757,9
-15,3-1,9
+0,6 -22,
8 -14,7
Nampula; e de 82% para 42% 2009.
emTaxaTete.deOPobrezanúmero(%)na Z
ambéziaDiferençasubiunadeTaxa68%deemPobreza1997 para
1997
2003
2009
1997-2003
2003-2009
1997-2009
Província de Niassa
70,6
52,1
31,9
-18,5
-20,2
-38,7
Província de Cabo TabelaDelgado3.2.9
Taxa57,4 de
Pobreza63,2
por37,4Pro
víncia+5,8em M
oçambique-25,8
-20,0
Província de Nampula
68,9
52,6
54,7
-16,3
+2,1
-14,2
Província da Zambézia
68,1Tax
a de44,6Pobr
eza70,5(%)
-23,5 Dif
erença+25,9na Ta
xa de+2,4Pobreza
Província de Tete
82,31997
59,82003
42,02009
-22,51997-20
03 -17,82003-2
009-40,3
ProvínciaProvínciadedeNiassaManica
62,670,6
43,652,1
55,131,9
-19,0-18,5
+11,5 -20,
2 -7,5
ProvínciaProvínciadedeCaboSofalaDelgado
87,957,4
36,163,2
58,037,4
-51,8+5,8
+21,9 -25,
8 -29,9
ProvínciaProvínciadedeNampulaInhambane
82,668,9
80,752,6
57,954,7
-1,9-16,3
-22,8 +2,
1 -24,7
ProvínciaProvínciadadeZambéziaGaza
64,668,1
60,144,6
62,570,5
-4,5-23,5
+2,4 +25
,9 -2,1
ProvínciaProvínciadedeTeteMaputo
65,682,3
69,359,8
67,442,0
+3,7-22,5
-1,9 -17,
8 +1,8
Província de Manica
Cidade de Maputo
62,6
47,8
43,6
53,6
55,1
36,2
+5,8-19,0
+11
-17,4
,5
-11,6
Cinco Províncias
69,5
54,5
53,3
-15,0
-1,2
-13,2
ProvínciaOutras Provínciasde Sofala
69,387,9
53,736,1
57,058,0
-15,6-51,8
+3,3 +21
,9 -12,3
ProvínciaMoçambiquede Inhambane
69,482,6
54,180,7
54,757,9
-15,3-1,9
+0,6 -22,
8 -14,7
Texto do artigo · p. 31 a 1997-2009 Pro -38,7 Pro -20,0 Pro -14,2 Pro +2,4 Pro -40,3 Pro -7,5 Pro -29,9 Pro -24,7 Província de Gaza 64,6 60,1 62,5 -4,5 +2,4 -2,1 Província de Maputo 65,6 69,3 67,4 +3,7 -1,9 +1,8 Cidade de Maputo 47,8 53,6 36,2 +5,8 -17,4 -11,6 Cinco Províncias 69,5 54,5 53,3 -15,0 -1,2 -13,2 Outras Províncias 69,3 53,7 57,0 -15,6 +3,3 -12,3 Moçambique 69,4 54,1 54,7 -15,3 +0,6 -14,7Texto do artigo · p. 31 Fonte: MPD/DNEAP com base nas IOF1997, IAF2003 e IOF2009Texto do artigo · p. 31 (2) DesigualdadeTexto do artigo · p. 31 (2) DesigualdadeTexto do artigo · p. 31 os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.Texto do artigo · p. 31 O coeficiente de Gini 1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia,Texto do artigo · p. 31 O coeficiente de Gini1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia, os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.Texto do artigo · p. 31 Fonte: MPD/DNEAP com base nas IOF1997, IAF2003 e IOF2009Texto do artigo · p. 31 (2) DesigualdadeTexto do artigo · p. 31 O coeficiente de Gini1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia, os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.Texto do artigo · p. 31 1 Um índice de Gini 0 representa igualdade perfeita, e um índice de Gini 1, desigualdade perfeita.Texto do artigo · p. 31 1 Um índice de Gini 0 representa igualdade perfeita, e um índice de Gini 1, desigualdade perfeita.Texto do artigo · p. 32 Tabela 3.2.10 Coeficiente de Gini por Província em MoçambiqueTexto do artigo · p. 32 2003
2008
Diferença entre 2003 e 2008
Província de Niassa
0,357
0,427
+0,070
Província de Cabo Delgado
0,445
0,347
-0,098
Província de Nampula
0,361
0,419
+0,058
Província da Zambézia
0,351
0,365
+0,014
Província de Tete
0,399
0,323
-0,076
Província de Manica
0,400
0,345
-0,055
Província de Sofala
0,427
0,456
+0,029
Província de Inhambane
0,443
0,383
-0,060
Província de Gaza
0,406
0,427
+0,021
Província de Maputo
0,433
0,387
-0,046
Cidade de Maputo
0,524
0,512
-0,012
Cinco Províncias
0,383
0,376
-0,006
Outras Províncias
0,439
0,418
-0,021
Moçambique
0,415
0,414
-0,001
2003
2008
Diferença entre 2003 e 2008
Província de Niassa
0,357
0,427
+0,070
Província de Cabo Delgado
0,445
0,347
-0,098
Província de Nampula
0,361
0,419
+0,058
Província da Zambézia
0,351
0,365
+0,014
Província de Tete
0,399
0,323
-0,076
Província de Manica
0,400
0,345
-0,055
Província de Sofala
0,427
0,456
+0,029
Província de Inhambane
0,443
0,383
-0,060
Província de Gaza
0,406
0,427
+0,021
Província de Maputo
0,433
0,387
-0,046
Cidade de Maputo
0,524
0,512
-0,012
Cinco Províncias
0,383
0,376
-0,006
Outras Províncias
0,439
0,418
-0,021
Moçambique
0,415
0,414
-0,001
Texto do artigo · p. 32 Fonte: DNEAP, 2010, “Understanding Poverty and Well-being Mozambique: Third National Poverty Assessment”, MPDTexto do artigo · p. 32 3.3 Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala A maior cidade na Região do Corredor de Nacala é Nampula,Texto do artigo · p. 32 3.3 Centros Urbanos na Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 32 uma população superior a 500 mil habitantes. A Figura 3.3.1 mostra as populações de Blantyre com 661 mil; Lilongwe, 669 mil; Lusaka, 1,7 milhão; e Harare, 1,4 milhão de habitantes. A população da Cidade de Chipata, na Zâmbia, localizada próxima da fronteira com Malawi, é de 117 mil habitantes.Texto do artigo · p. 32 com 484 mil habitantes em 2007, seguida por Nacala, com 212 mil, e por Tete, com 158 mil. Nos países vizinhos adjacentes à Região do Corredor de Nacala, há muitas cidades grandes comTexto do artigo · p. 32 A maior cidade na Região do Corredor de Nacala é Nampula, com 484 mil habitantes em 2007, seguida por Nacala, com 212 mil, e por Tete, com 158 mil. Nos países vizinhos adjacentes à Região do Corredor de Nacala, há muitas cidades grandes com uma população superior a 500 mil habitantes. A Figura 3.3.1 mostra as populações de Blantyre com 661 mil; Lilongwe, 669 mil; Lusaka, 1,7 milhão; e Harare, 1,4 milhão de habitantes. A população da Cidade de Chipata, na Zâmbia, localizada próxima da fronteira com Malawi, é de 117 mil habitantes.Texto do artigo · p. 32 N 0 50 100 200 300
Tanzania
Zambia
Malawi
Zimbabwe
Moçambique
Fonte: Cidades em Moçambique: Censo Geral da População e Habitação de Moçambique 2007, INE
Cidades em Malawi: Censo Geral da População e Habitação de Malawi 2008, NSO
Cidades em Zâmbia: Censo Geral da População e Habitação da Zâmbia 2010, Escritório Central de Estatísticas
Cidades em Zimbabwe: Censo Geral da População e Habitação do Zimbabwe 2012, Escritório Nacional de Estatísticas do Zimbabwe
Cidades na Tanzânia: Censo Geral da População e Habitação da Tanzânia 2012, Departamento Nacional de Estatísticas
Figura 3.3.1 Principais Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala e Países VizinhosTexto do artigo · p. 32 mais de 1 milhão 500 mil a 1 milhãoTexto do artigo · p. 32 400 a 500 mil 200 a 400 mil 100 a 200 mil 20 a 100 milTexto do artigo · p. 32 Fonte: Cidades em Moçambique; Censo Geral da População e Habitação de Moçambique 2007, INE Cidades em Malawi; Censo Geral da População e Habitação de Malawi 2008, NSO Cidades na Zâmbia; Censo Geral da População e Habitação da Zâmbia 2010, Escritório Central de Estatísticas Cidades no Zimbabwe; Censo Geral da População e Habitação do Zimbabwe 2012, Escritório Nacional de Estatísticas do Zimbabwe Cidades na Tanzânia; Censo Geral da População e Habitação da Tanzania 2012, Departamento Nacional de EstatísticasTexto do artigo · p. 32 Figura 3.3.1 Principais Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala e Países VizinhosTexto do artigo · p. 32 Conforme mostrado na Tabela 3.3.1, o total da população urbana nas cinco províncias aumentou de 1,2 milhão em 1997 para 1,9 milhão em 2007, num crescimento de 4,8% por ano, em média. Como a taxa de crescimento anual da população nas áreas rurais no mesmo período foi de 3,2%, enquanto a taxa de urbanização subiu de 20,3% em 1997 para 21,6% em 2007.Texto do artigo · p. 32 Conforme mostrado na Tabela 3.3.1, o total da população urbana nas cinco províncias aumentou de 1,2 milhão em 1997 para 1,9 milhão em 2007, num crescimento de 4,8% por ano, em média. Como a taxa de crescimento anual da população nas áreas rurais no mesmo período foi de 3,2%, enquanto a taxa de urbanização subiu de 20,3% em 1997 para 21,6% em 2007.Texto do artigo · p. 32 A taxa de crescimento mais alta da população urbana, de 12,6% por ano, foi registada no Distrito de Nacala-à-Velha entre 1997 e 2007, seguido pelo Distrito de Mocuba, da Província da Zambézia, com 12% por ano. O crescimento da população urbana em outras áreas foi mais brando, variando entre 2,7% e 5,6% por ano.Texto do artigo · p. 32 A taxa de crescimento mais alta da população urbana, de 12,6% por ano, foi registada no Distrito de Nacala-à-Velha entre 1997 e 2007, seguido pelo Distrito de Mocuba, da Província da Zambézia, com 12% por ano. O crescimento da população urbana em outras áreas foi mais brando, variando entre 2,7% e 5,6% por ano.Texto do artigo · p. 32 10Texto do artigo · p. 32 11Texto do artigo · p. 33 TaxadeCrescimentoAnual
(%/ano)
Total
5.2%
3.0%
1.6%
4.8%
2.2%
5.6%
4.2%
4.3%
7.1%
4.3%
2.7%
3.5%
Rural
-
-
0.3%
0.0%
1.2%
-
4.7%
-
8.0%
4.6%
-
-1.8%
Urban
5.2%
3.0%
12.6%
4.8%
4.7%
5.6%
3.7%
4.3%
4.0%
4.0%
2.7%
12.0%
2007
Total
141,082
211,915
90,991
483,572
283,520
147,475
191,582
155,870
217,608
301,034
195,758
303,973
Rural
0
0
74,998
0
191,109
0
109,600
0
178,140
153,904
0
133,199
Urban
141,082
211,915
15,993
483,572
92,411
147,475
81,982
155,870
39,468
147,130
195,758
170,774
1997
Total
84,897
158,248
77,918
303,346
228,526
85,758
126,380
101,984
109,103
197,179
150,116
214,748
Rural
0
0
73,019
0
170,263
0
69,175
0
82,543
97,844
0
159,946
Urban
84,897
158,248
4,899
303,346
58,263
85,758
57,205
101,984
26,560
99,335
150,116
54,802
Cidade/Distrito
CidadedePemba
CidadedeNacalaPorto
DistritodeNacalaaVelha
CidadedeNampula
DistritodeAngoche
CidadedeLichinga
DistritodeCuamba
CidadedeTete
DistritodeMoatize
DistritodeGurue
CidadedeQuelimane
DistritodeMocuba
ProvinceProvíncia
CaboDelgado
Nampula
Niassa
Tete
Zambézia
TaxadeCrescimentoAnual
(%/ano)
Total
5.2%
3.0%
1.6%
4.8%
2.2%
5.6%
4.2%
4.3%
7.1%
4.3%
2.7%
3.5%
Rural
-
-
0.3%
0.0%
1.2%
-
4.7%
-
8.0%
4.6%
-
-1.8%
Urban
5.2%
3.0%
12.6%
4.8%
4.7%
5.6%
3.7%
4.3%
4.0%
4.0%
2.7%
12.0%
2007
Total
141,082
211,915
90,991
483,572
283,520
147,475
191,582
155,870
217,608
301,034
195,758
303,973
Rural
0
0
74,998
0
191,109
0
109,600
0
178,140
153,904
0
133,199
Urban
141,082
211,915
15,993
483,572
92,411
147,475
81,982
155,870
39,468
147,130
195,758
170,774
1997
Total
84,897
158,248
77,918
303,346
228,526
85,758
126,380
101,984
109,103
197,179
150,116
214,748
Rural
0
0
73,019
0
170,263
0
69,175
0
82,543
97,844
0
159,946
Urban
84,897
158,248
4,899
303,346
58,263
85,758
57,205
101,984
26,560
99,335
150,116
54,802
Cidade/Distrito
CidadedePemba
CidadedeNacalaPorto
DistritodeNacalaaVelha
CidadedeNampula
DistritodeAngoche
CidadedeLichinga
DistritodeCuamba
CidadedeTete
DistritodeMoatize
DistritodeGurue
CidadedeQuelimane
DistritodeMocuba
ProvinceProvíncia
CaboDelgado
Nampula
Niassa
Tete
Zambézia
Texto do artigo · p. 33 141,0820141,0825.2%-5.2%ePemba84,897084,897Texto do artigo · p. 33 eNacalaPorto158,2480158,248211,9150211,9153.0%-3.0%Texto do artigo · p. 33 deNacalaaVelha4,89973,01977,91815,99374,99890,99112.6%0.3%1.6%Texto do artigo · p. 33 eNampula303,3460303,346483,5720483,5724.8%0.0%4.8%Texto do artigo · p. 33 deAngoche58,263170,263228,52692,411191,109283,5204.7%1.2%2.2%Texto do artigo · p. 33 eLichinga85,758085,758147,4750147,4755.6%-5.6%Texto do artigo · p. 33 deCuamba57,20569,175126,38081,982109,600191,5823.7%4.7%4.2%Texto do artigo · p. 33 eTete101,9840101,984155,8700155,8704.3%-4.3%Texto do artigo · p. 33 deMoatize26,56082,543109,10339,468178,140217,6084.0%8.0%7.1%Texto do artigo · p. 33 deGurue99,33597,844197,179147,130153,904301,0344.0%4.6%4.3%Texto do artigo · p. 33 eQuelimane150,1160150,116195,7580195,7582.7%-2.7%Texto do artigo · p. 33 deMocuba54,802159,946214,748170,774133,199303,97312.0%-1.8%3.5%Texto do artigo · p. 33 TaxadeCrescimentoAnual
Fonte textual acessível e tabelas
Texto do artigo, página 17: O PIB de Malawi tem estado a crescer (5,0% em 2013 e 6,1% em 2014) principalmente graças ao aumento da exportação de tabaco e ao crescimento contínuo dos sectores da agricultura, indústria e serviços. Por outro lado, o país é altamente dependente dos produtos importados.
Texto do artigo, página 17: As exportações e importações de Malawi actualmente dependem do Porto da Beira, Porto de Durban, Porto de Dar-esSalaam e Porto de Nacala. O Porto da Beira é o mais próximo de Malawi e manuseia a maior quantidade de cargas em trânsito provenientes de Malawi. No entanto, o Porto da Beira atingirá a sua capacidade máxima num curto prazo. Desta forma, esperase que o Porto de Nacala, por ser o segundo mais próximo de Malawi, assuma uma grande parte da crescente demanda de carga de proveniência de Malawi no futuro.
Texto do artigo, página 17: Visto que os principais parceiros comerciais de Malawi são, além de países da Europa, da América do Norte e da África, a Índia, a China e a Coreia do Sul, os portos localizados na costa leste da África apresentam um grande potencial para o comércio internacional com tais nações. Isto poder-se-á concretizar graças à melhoria da Linha Férrea do Corredor de Nacala que liga Malawi ao Porto de Nacala.
Texto do artigo, página 17: (752.000km2) e aproximadamente sete vezes maior que a de Malawi (119.000km2). A densidade populacional de Malawi, de 125 habitantes por km2, é bem maior que a dos outros países, inclusive a de Moçambique que é de 29 habitantes por km2. A urbanização em Moçambique é relativamente elevada, com uma taxa de 38%.
Texto do artigo, página 17: crescimento do PIB entre os sete países, de 7,8% ao ano no período de 2000 a 2010. O PIB per capita de Moçambique, de 394 dólares em 2010, é o segundo mais baixo, seguido de Malawi, com 339 dólares americanos.
Texto do artigo, página 17: A África do Sul se destaca pelo tamanho da sua economia. O seu PIB, de 363 biliões de dólares americanos em 2010, é cerca de 38 vezes maior do que o de Moçambique, com 9,6 biliões de dólares americanos. Moçambique experimentou o maior crescimento do PIB entre os sete países, de 7,8% ao ano no período de 2000 a 2010. O PIB per capita de Moçambique, de 394 dólares em 2010, é o segundo mais baixo, seguido de Malawi, com 339 dólares americanos.
Texto do artigo, página 17: O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Moçambique, de 0,327, foi o mais baixo, encontrando-se no 185º lugar entre os 187 países do mundo. A taxa de analfabetismo de 55% e a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos de idade, com 135 mortes entre 1.000 nascimentos, também foram os piores entre os sete países.
Texto do artigo, página 17: O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Moçambique, de 0,327, foi o mais baixo, encontrando-se no 185º lugar entre os 187 países do mundo. A taxa de analfabetismo de 55% e a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos de idade, com 135 mortes entre 1.000 nascimentos, também foram os piores entre os sete países.
Texto do artigo, página 17: 2.3 Características Espaciais de Moçambique, Malawi e Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 17: Esta secção analisa com mais detalhes a situação espacial actual das áreas ao longo do Corredor de Nacala, em Moçambique, Malawi e Zâmbia.
Texto do artigo, página 17: Esta secção analisa com mais detalhes a situação espacial actual das áreas ao longo do Corredor de Nacala, em Moçambique, Malawi e Zâmbia.
Texto do artigo, página 17: O PIB de Malawi tem estado a crescer (5,0% em 2013 e 6,1% em 2014) principalmente
Texto do artigo, página 17: 2.3.2 Zâmbia e o Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 17: Com uma população urbana e um PIB muito maiores que Malawi, a Zâmbia tem um potencial ainda maior para desenvolver o Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem dependido pesadamente da mineração de cobre e do comércio internacional, em particular, com a Europa e a China. Os principais produtos de exportação da Zâmbia incluem cobre, produtos de processamento metalúrgico, açúcar, produtos químicos e cimento. Aproximadamente um terço das exportações da Zâmbia vai para a Europa (principalmente a Suíça), outro um terço, para países Africanos e o restante, para a China e nações do Oriente Médio, entre outros destinos. Os portos actualmente usados pela Zâmbia incluem o Porto de Dar-es-Salaam, o Porto de Durban e o Porto da Beira. A Zâmbia possui uma estratégia que visa a diversificação das rotas e portos para carga em trânsito, com o uso do Porto de Walvis Bay e do Porto de Nacala. No âmbito desta estratégia, foi construído um troço ferroviário ligando Chipata à linha férrea de Malawi. A Cidade de Chipata é a capital e o centro comercial da Província Oriental da Zâmbia, que é uma província agrícola dedicada à produção de tabaco e algodão bem como à criação suína. A referida linha férrea foi inaugurada em Maio de 2014 com a operação experimental de um comboio entre Chipata e o
Texto do artigo, página 17: 6
Texto do artigo, página 18: Porto de Nacala. Localizado na costa leste da África, o Porto de Nacala apresenta a possibilidade de servir, para a Zâmbia, de portão importante para o Oriente Médio e a Ásia.
Texto do artigo, página 18: 2.3.3 Centros Urbano ao longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 18: A maior cidade ao longo do Corredor de Nacala é Lusaka, com mais de 1,7 milhões de habitantes em 2010. Outras grandes cidades são Lilongwe e Blantyre, no Malawi, e Nampula e Nacala, em Moçambique. Há também várias cidades menores ao longo do corredor. As cidades e os centros distritais mais próximos do Corredor de Nacala, em Moçambique, são relativamente mais povoados do que as outras áreas da Região do Corredor de Nacala. A densidade populacional das regiões central e sul de Malawi é alta com uma taxa de mais de 100 pessoas por quilómetro quadrado (Ver a Figura 2.3.2). Os números reais da população de cada cidade de Malawi e Zâmbia são mostrados na Tabela 2.4.2 e na Tabela 2.5.2, respectivamente.
Texto do artigo, página 18: O Governo da Zâmbia também tem um plano para prosperar o processamento de produtos agrícolas, que inclui o plano de transformar Chipata num centro de processamento agrícola do país. Além do desenvolvimento de Chipata como centro de agro-processamento, a Zâmbia também possui um plano para estender a ferrovia entre Chipata e Mpika e ligá-la com a linha de Nacala através da Linha de Tazara. A extensão e a ligação da linha em questão poderão contribuir para a exportação de cobre da Província de Copperbelt e da República Democrática do Congo por via do Porto de Nacala, como uma rota alternativa para o Porto de Dar-es-Salaam.
Texto do artigo, página 18: 2.3.3 Centros Urbano ao longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 18: A maior cidade ao longo do Corredor de Nacala é Lusaka, com mais de 1,7 milhões de habitantes em 2010. Outras grandes cidades são Lilongwe e Blantyre, no Malawi, e Nampula e Nacala, em Moçambique. Há também várias cidades menores ao longo do corredor. As cidades e os centros distritais mais próximos do Corredor de Nacala, em Moçambique, são relativamente mais povoados do que as outras áreas da Região do Corredor de Nacala. A densidade populacional das regiões central e sul de Malawi é alta com uma taxa de mais de 100 pessoas por quilómetro quadrado (Ver a Figura 2.3.2). Os números reais da população de cada cidade de Malawi e Zâmbia são mostrados na Tabela 2.4.2 e na Tabela 2.5.2, respectivamente.
Texto do artigo, página 18: Legenda
Densidade Populacional
(Moçambique ’07, Malawi ’08, Zâmbia ’10)
0.0-20.0 Pessoas/km2
20.1-40.0
40.1-80.0
80.1-120.0
120.1-160.0
160.1+
Zambia
Malawi
Mozambique
Tanzania
LILONGWE
Blantyre
Tete
Nampula
Nacala
Quelimane
Beira
Chimoio
N 0 50 100 200 300 km
Texto do artigo, página 18: 134 mil
Texto do artigo, página 18: 151 mil
Texto do artigo, página 18: 185 mil
Texto do artigo, página 18: 674 mil
Texto do artigo, página 18: 40 mil
Texto do artigo, página 18: 76 mil
Texto do artigo, página 18: 141 mil
Texto do artigo, página 18: 147 mil
Texto do artigo, página 18: 451 mil
Texto do artigo, página 18: 117 mil
Texto do artigo, página 18: 202 mil
Texto do artigo, página 18: 212 mil
Texto do artigo, página 18: 81 mil
Texto do artigo, página 18: 484 mil
Texto do artigo, página 18: 661 mil
Texto do artigo, página 18: 1.747 mil
Texto do artigo, página 18: 88 mil
Texto do artigo, página 18: 147 mil
Texto do artigo, página 18: 156 mil
Texto do artigo, página 18: 92 mil
Texto do artigo, página 18: Legenda
Texto do artigo, página 18: 171 mil
Texto do artigo, página 18: Densidade Populacional
Texto do artigo, página 18: Cidade Grande (com população de mais de 30.000 habitantes)
Texto do artigo, página 18: População da Cidade (0,1 milhão)
Texto do artigo, página 18: Estrada Principal
Texto do artigo, página 18: Fonte: Equipa de Estudo da JICA, com base no “Censo da População e Habitação de 2010” da Zâmbia, “Censo da População e Habitação de 2008” de Malawi e “Censo Geral da População e Habitação de 2007” de Moçambique
Texto do artigo, página 18: Figura 2.3.2 Densidade Populacional por Distrito e População das Principais Cidades ao Redor do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 18: 8
Texto do artigo, página 19: 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 19: 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 19: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1017)
Texto do artigo, página 19: (1) Tendência Populacional de Malawi
Texto do artigo, página 19: 2.4 Condições Actuais de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 19: (1) Tendência Populacional de Malawi
Texto do artigo, página 19: Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.
Texto do artigo, página 19: (1) Tendência Populacional de Malawi Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa
Texto do artigo, página 19: Nas últimas décadas, a população de Malawi tem aumentado, especialmente na Região Norte e na Região Central, com uma taxa de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.
Texto do artigo, página 19: de crescimento anual superior a 2%. Por outro lado, a densidade populacional da Região Sul é mais alta do que a das outras duas regiões, com 184,7 habitantes/km2. A densidade populacional da Região Norte é bem inferior à média nacional.
Texto do artigo, página 19: Tabela 2.4.1 Tendência Populacional de Malawi por Região
Texto do artigo, página 19: Região Região
População
Tabela 2.4.1 Tendência Popu
População
Taxa de Crescimento Populacional Anual
lacional de Malawi por
Taxa de Crescimento Populacional Anual
Área (km2)
Região
Área (km2)
Densidade Populacion al (pessoa/km2 )
Densidade Populacion al (pessoa/km2
1987 1987
1998 1998
2008 2008
1987-199 1987-1998
1998-200 1998-2008
2008 ) 2008
Norte
911.787
1.233.560
1.708.930
82,8%
83,3%
26.931
63,5
NorteCentral
3.110.986911.787
1.233.5604.066.340
1.708.9305.510.195
2,8%2,5%
3,3%3,1%
26.93135.592
154,863,5
CentralSul
3.110.9863.965.734
4.066.3404.633.968
5.510.1955.858.035
2,5%1,4%
3,1%2,4%
35.59231.753
154,8184,7
SulMalawi Malawi
3.965.7347.988.507 7.988.507
4.633.9689.933.868 9.933.868
13.077.16
0 5.858.035 13.077.16
1,4%2,0%
2,0%
2,4%2,8% 2,8%
31.75394.276 94.276
184,7138,7 138,7
Região Região
População
Tabela 2.4.1 Tendência Popu
População
Taxa de Crescimento Populacional Anual
lacional de Malawi por
Taxa de Crescimento Populacional Anual
Área (km2)
Região
Área (km2)
Densidade Populacion al (pessoa/km2 )
Densidade Populacion al (pessoa/km2
1987 1987
1998 1998
2008 2008
1987-199 1987-1998
1998-200 1998-2008
2008 ) 2008
Norte
911.787
1.233.560
1.708.930
82,8%
83,3%
26.931
63,5
NorteCentral
3.110.986911.787
1.233.5604.066.340
1.708.9305.510.195
2,8%2,5%
3,3%3,1%
26.93135.592
154,863,5
CentralSul
3.110.9863.965.734
4.066.3404.633.968
5.510.1955.858.035
2,5%1,4%
3,1%2,4%
35.59231.753
154,8184,7
SulMalawi Malawi
3.965.7347.988.507 7.988.507
4.633.9689.933.868 9.933.868
13.077.16
0 5.858.035 13.077.16
1,4%2,0%
2,0%
2,4%2,8% 2,8%
31.75394.276 94.276
184,7138,7 138,7
Texto do artigo, página 19: 0 Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
Texto do artigo, página 19: Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
Texto do artigo, página 19: As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.
Texto do artigo, página 19: As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.
Texto do artigo, página 19: As grandes cidades de Malawi também estão localizadas principalmente nas Regiões Central e Sul, incluindo Lilongwe e Blantyre, cujas populações são bem maiores que as de todas as
Texto do artigo, página 19: outras cidades do país. No entanto, a população de Mzuzu, capital da Região Norte, tem vindo a crescer rapidamente há mais de duas décadas.
Texto do artigo, página 19: Tabela 2.4.2 População das Principais Cidades de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala Taxa de
Texto do artigo, página 19: Tabela 2.4.2 População das Principais Cidades de Malawi ao Longo do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 19: Cidade
Lilongw
Cidade
Região
Central
Região
População 1987 1998 2008 População
Crescimento Populacional Anual 1987-199 1998-200
Taxa de Crescimento Populacional Anual
223.318
1987
440.471
1998
674.448
2008
8 6,4%
1987-199 8
8 4,4%
1998-200 8
e Blantyr Lilongw e
Sul
Central
333.120
223.318
502.053
440.471
661.256
674.448
3,8%
6,4%
2,8%
4,4%
e Mzuzu
Blantyr e
Norte
Sul
51.904
333.120
86.980
502.053
133.968
661.256
4,8%
3,8%
4,4%
2,8%
MzuzuZomba
NorteSul
51.90443.250
86.98065.915
133.96888.314
4,8%3,9%
4,4%3,0%
ZombaKasung
CentralSul
43.25011.591
65.91527.754
88.31439.640
3,9%8,3%
3,0%3,6%
u Mangoc Kasung u
Sul
Central
14.758
11.591
26.570
27.754
39.575
39.640
5,5%
8,3%
4,1%
3,6%
Mangochi hi
Sul
14.758
26.570
39.575
5,5%
4,1%
Cidade
Lilongw
Cidade
Região
Central
Região
População 1987 1998 2008 População
Crescimento Populacional Anual 1987-199 1998-200
Taxa de Crescimento Populacional Anual
223.318
1987
440.471
1998
674.448
2008
8 6,4%
1987-199 8
8 4,4%
1998-200 8
e Blantyr Lilongw e
Sul
Central
333.120
223.318
502.053
440.471
661.256
674.448
3,8%
6,4%
2,8%
4,4%
e Mzuzu
Blantyr e
Norte
Sul
51.904
333.120
86.980
502.053
133.968
661.256
4,8%
3,8%
4,4%
2,8%
MzuzuZomba
NorteSul
51.90443.250
86.98065.915
133.96888.314
4,8%3,9%
4,4%3,0%
ZombaKasung
CentralSul
43.25011.591
65.91527.754
88.31439.640
3,9%8,3%
3,0%3,6%
u Mangoc Kasung u
Sul
Central
14.758
11.591
26.570
27.754
39.575
39.640
5,5%
8,3%
4,1%
3,6%
Mangochi hi
Sul
14.758
26.570
39.575
5,5%
4,1%
Texto do artigo, página 19: Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
Texto do artigo, página 19: 9
Texto do artigo, página 19: 9
Texto do artigo, página 20: Fonte: Censo da População e Habitação de 2008 da Agência Nacional de Estatísticas de Malawi
Texto do artigo, página 20: (2) Tendência do PIB de Malawi
Texto do artigo, página 20: (2) Tendência do PIB de Malawi
Texto do artigo, página 20: todo o mundo é considerada como causa de um impacto negativo sobre a economia.
Texto do artigo, página 20: O PIB de Malawi tem aumentado, principalmente, com a exportação de tabaco. A economia do país também conta com a produção de chá e de cana-de-açúcar. Devido à dependência na agricultura, a economia de Malawi é muito vulnerável. Além das alterações das condições naturais, a tendência antitabagismo em todo o mundo é considerada como causa de um impacto negativo sobre a economia.
Texto do artigo, página 20: O PIB de Malawi tem aumentado, principalmente, com a exportação de tabaco. A economia do país também conta com a produção de chá e de cana-de-açúcar. Devido à dependência na agricultura, a economia de Malawi é muito vulnerável. Além das alterações das condições naturais, a tendência antitabagismo em
Texto do artigo, página 20: O PIB de Malawi cresceu lentamente, inclusive com períodos de declínio, até o início dos anos 2000. A partir de meados da década de 2000, o PIB tem se elevado de forma constante e deverse-á manter sem crescimento.
Texto do artigo, página 20: O PIB de Malawi cresceu lentamente, inclusive com períodos de declínio, até o início dos anos 2000. A partir de meados da década de 2000, o PIB tem se elevado de forma constante e dever-se-á manter sem crescimento.
Texto do artigo, página 20: 0
200
400
600
800
1000
1200
199019921994199619982000200220042006200820102012201420162018
Year
MalawiGDP,ConstantPrice(billion
MalawiKwacha)
Malawi PIB, Preços Constantes (biliões
de Kwachas Malawi)
Texto do artigo, página 20: i PIB, Preços Constantes (biliões
Texto do artigo, página 20: alawiGDP,ConstantPrice(billion
Texto do artigo, página 20: MalawiKwacha)
Texto do artigo, página 20: de Kwachas Malawi)
Texto do artigo, página 20: Fonte: Dados do Relatório sobre Perspectivas da Economia Mundial, do FMI, Edição de Abril de 2014
Texto do artigo, página 20: Nota: Números estimados de 2009
Texto do artigo, página 20: Figura 2.4.1 Tendências do PIB de Malawi
Texto do artigo, página 20: (3) Principais Indústrias de Malawi e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 20: Conforme mencionado anteriormente, a maior indústria de Malawi é a de tabaco. Outros produtos importantes exportados de Malawi são açúcar, chá, café e urânio. Por outro lado, o país depende bastante de produtos importados, tais como o combustível e fertilizantes da África do Sul. Nestes últimos tempos, a importação do combustível tem sido efectuada principalmente através do Porto da Beira. Os portos da Tanzânia, bem como as vias de transporte terrestre pela África do Sul e Zâmbia, também têm sido utilizados. O comércio internacional de Malawi, que precisa contar com o transporte terrestre através de um terceiro país, é um grande factor potencial para o Corredor de Nacala.
Texto do artigo, página 20: (3) Principais Indústrias de Malawi e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 20: Malawi eram os de Nacala e Beira. Essas rotas seriam uma escolha muito mais económica para Malawi se o país estivesse conectado com os referidos portos por caminho-de-ferro. Outros importantes parceiros comerciais de Malawi, além da Europa, América do Norte e países africanos, são a Índia, a China e a Coreia do Sul. Os portos do lado leste da África constituem um grande potencial para o desenvolvimento do comércio internacional com esses países.
Texto do artigo, página 20: Conforme mencionado anteriormente, a maior indústria de Malawi é a de tabaco. Outros produtos importantes exportados de Malawi são açúcar, chá, café e urânio. Por outro lado, o país depende bastante de produtos importados, tais como o combustível e fertilizantes da África do Sul. Nestes últimos tempos, a importação do combustível tem sido efectuada principalmente através do Porto da Beira. Os portos da Tanzânia, bem como as vias de transporte terrestre pela África do Sul e Zâmbia, também têm sido utilizados. O comércio internacional de Malawi, que precisa contar com o transporte terrestre através de um terceiro país, é um grande factor potencial para o Corredor de Nacala.
Texto do artigo, página 20: (4) Planos de Desenvolvimento para Malawi Os seguintes projectos são planos de desenvolvimento
Texto do artigo, página 20: Actualmente, a maioria dos produtos, como o tabaco e o chá, é transportada para a África do Sul em contentores juntamente com outros produtos exportados para a Europa e Estados Unidos através de Durban, na África do Sul. As mercadorias são levadas por via terrestre, para/de Durban, através de Moçambique e Zimbabwe. No entanto, antes da guerra pela independência de Moçambique, os principais portos do comércio internacional de Malawi
Texto do artigo, página 20: recomendáveis para Malawi no âmbito do Corredor de Nacala:
Texto do artigo, página 20: • Reabilitação do Caminho-de-Ferro pela Vale (CuambaNayuchi): É recomendável que Malawi garanta uma rota de transporte para o mar através da reabilitação do caminho-de-ferro. Com esta medida, estima-se que haja desenvolvimento industrial, como parte do próprio desenvolvimento de Malawi.
• Utilização do Transporte Hidroviário pelo Lago Malawi: Esta medida também pode ser considerada um factor de desenvolvimento de um parque de transporte multimodal composto de estradas, caminho-de-ferro e hidrovias (Centro Logístico).
Texto do artigo, página 20: Actualmente, a maioria dos produtos, como o tabaco e o chá, é transportada para a África do Sul em contentores juntamente com outros produtos exportados para a Europa e Estados Unidos através de Durban, na África do Sul. As mercadorias são levadas por via terrestre, para/de Durban, através de Moçambique e Zimbabwe. No entanto, antes da guerra pela independência de Moçambique, os principais portos do comércio internacional de
Texto do artigo, página 20: 10
Texto do artigo, página 21: Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas.
Província
População
Taxa de Crescimento
Populacional Anual Área (km2)
Densidade Populacion al (pessoa/km 2) 1990 2000 2010 1990-200
0
2000-201 0
2010
Central 13,8 Copperbel t
63,0
Leste 30,9 Lusaka 100,1 Muchinga 8,1 Zâmbia 17,3
Fonte: Censo
Como Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes.
Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano.
Tabela 2.5.2 População das Principais Cidades das Províncias da Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala
Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012
(2) Tendência do PIB da Zâmbia
Texto do artigo, página 21: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1019)
Texto do artigo, página 21: 2.5 Actuais Condições da Zâmbia no Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 21: 2.5 Actuais Condições da Zâmbia no Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 21: (1) Tendência Populacional da Zâmbia
Texto do artigo, página 21: (1) Tendência Populacional da Zâmbia Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas
Texto do artigo, página 21: Na Província de Lusaka, onde se localiza a Cidade de Lusaka, capital da Zâmbia, a população tem aumentado rapidamente nestas últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas.
Texto do artigo, página 21: últimas décadas. Nas outras províncias, com excepção da Província de Copperbelt, a população também apresentou um alto crescimento de mais de 2,5% ao ano nas últimas duas décadas.
Texto do artigo, página 21: Província
771.818 1.458.459
949.521 991.226
População
1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317
Taxa de Crescimento Populacional Anual
2,7% 2,6% 0,8% 2,2%
Área (km2)
Província
771.818 1.458.459
949.521 991.226
População
1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317
Taxa de Crescimento Populacional Anual
2,7% 2,6% 0,8% 2,2%
Área (km2)
94. 31.
51. 21.
Densidade Populacion al (pessoa/km 2)
394 328
19901.231.2 1.391.3
8320001.59 29 2.19
2.6612010 1.225
1990-200 0
2,6%
3,4%
2000-201 0
2,6% 4,6%
4762010 896
Central
771.818
1.012.257
1.307.111
2,7%
2,6%
94.394
13,8
Copperbel t
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2,7%0,8% 2,0%
2,2%3,1% 2,8%
31.32887. 752.
806 63,0 612
Leste
949.521
1.231.283
1.592.6616
2,6%
2,6%
51.476
30,9
Lusaka
991.226
1.391.329
2.191.225
3,4%
4,6%
21.896
100,1
Muchingada Popu
lação400.492e H
abitação524.186
de711.6572010,
da Agênc2,7%
ia Central3,1%
de87.806Estat
ística, 20128,1
naZâmbiamaioria
7.759.117das cida
des9.960.481do mu
13.092.66 6
ndo, a ur
banização2,0%
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está752.612a oc
orrer na17,3
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Província
771.818 1.458.459
949.521 991.226
População
1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317
Taxa de Crescimento Populacional Anual
2,7% 2,6% 0,8% 2,2%
Área (km2)
94. 31.
51. 21.
Densidade Populacion al (pessoa/km 2)
394 328
19901.231.2 1.391.3
8320001.59 29 2.19
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1990-200 0
2,6%
3,4%
2000-201 0
2,6% 4,6%
4762010 896
Central
771.818
1.012.257
1.307.111
2,7%
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94.394
13,8
Copperbel t
400.492 7.759.117
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2,7%0,8% 2,0%
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Lusaka
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ística, 20128,1
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Densidade Populacion al (pessoa/km 2)
394 328
19901.231.2 1.391.3
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Central
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13,8
Copperbel t
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806 63,0 612
Leste
949.521
1.231.283
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Lusaka
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Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012
Como na maioria das cidades do mundo, a urbanização também está a ocorrer na Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes.
Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano.
Tabela 2.5.2 População das Principais Cidades das Províncias da Zâmbia ao Longo do Corredor de Nacala
Província
771.818 1.458.459
949.521 991.226
População
1.012.257 1.307.111 1.581.221 1.972.317
Taxa de Crescimento Populacional Anual
2,7% 2,6% 0,8% 2,2%
Área (km2)
94. 31.
51. 21.
Densidade Populacion al (pessoa/km 2)
394 328
19901.231.2 1.391.3
8320001.59 29 2.19
2.6612010 1.225
1990-200 0
2,6%
3,4%
2000-201 0
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4762010 896
Central
771.818
1.012.257
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2,7%
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94.394
13,8
Copperbel t
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31.32887. 752.
806 63,0 612
Leste
949.521
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2,6%
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30,9
Lusaka
991.226
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4,6%
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100,1
Muchingada Popu
lação400.492e H
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da Agênc2,7%
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de87.806Estat
ística, 20128,1
naZâmbiamaioria
7.759.117das cida
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ndo, a ur
banização2,0%
também2,8%
está752.612a oc
orrer na17,3
Texto do artigo, página 21: Como na maioria das cidades do mundo, a urbanização também está a ocorrer na Zâmbia e a Cidade de Lusaka, sua capital, não foge à excepção. A população de Lusaka vem crescendo rapidamente a uma taxa de crescimento anual de cerca de 5% durante a última década e a sua população chegou a 1.747.152 habitantes em 2010. Outras cidades que têm mostrado um notável crescimento na última década localizam-se principalmente na
Texto do artigo, página 21: Província Oriental e na Província de Muchinga. No entanto, as populações dessas cidades ainda são relativamente pequenas quando comparadas com a da maior cidade Chipata, na Província Oriental, que conta com 116.627 habitantes.
Texto do artigo, página 21: Por outro lado, o número de habitantes das cidades da Província de Copperbelt, que é o centro da indústria de mineração, tem aumentado de forma constante, com crescimento em torno de 2% ao ano.
Texto do artigo, página 21: Taxa de Crescimento
Texto do artigo, página 21: Ci Cidades Pri
Principais
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Proví
Província
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População
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Taxa de Crescimento Populacional Anual
1990
2000
2010 0
1990-2000 0
2000-201 0
Lusaka
Lusaka
769.353
1.084.703
1.747.152
3,5%
12 4,9%
Ndola
Copperbelt
329.228
374.757
451.248
1,3%
1,9%12
Kabwe
Central
154.318
176.758
202.360
1,4%
1,4%
Chingola
Copperbelt
142.383
147.448
185.246
0,4%
2,3%
Mufulira
Copperbelt
123.936
122.336
151.309
-0,1%
2,1%
Chipata
Oriental
52.213
73.110
116.627
3,4%
4,8%
Mpika
Muchinga
20.950
25.856
39.724
2,1%
4,4%
Katete
Oriental
7.165
10.413
21.459
3,8%
7,5%
Mumbwa
Central
11.015
15.949
20.390
3,8%
2,5%
Mkushi
Central
7.804
10.597
19.196
3,1%
6,1%
Serenje
Central
8.265
8.577
17.754
0,4%
7,5%
Lundazi
Central
5.590
9.159
15.902
5,1%
5,7%
Chinsali
Muchinga
7.509
11.507
15.198
4,4%
2,8%
Ci Cidades Pri
Principais
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Proví
Província
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População
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Taxa de Crescimento Populacional Anual
1990
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2000-201 0
Lusaka
Lusaka
769.353
1.084.703
1.747.152
3,5%
12 4,9%
Ndola
Copperbelt
329.228
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Central
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Copperbelt
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Central
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Chinsali
Muchinga
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Texto do artigo, página 22: Lusaka Lusaka 769.353 1.084.703 1.747.152 3,5% 4,9% Ndola Copperbelt 329.228 374.757 451.248 1,3% 1,9% Kabwe Central 154.318 176.758 202.360 1,4% 1,4% Chingola Copperbelt 142.383 147.448 185.246 0,4% 2,3% Mufulira Copperbelt 123.936 122.336 151.309 -0,1% 2,1% Chipata Oriental 52.213 73.110 116.627 3,4% 4,8% Mpika Muchinga 20.950 25.856 39.724 2,1% 4,4% Katete Oriental 7.165 10.413 21.459 3,8% 7,5% Mumbwa Central 11.015 15.949 20.390 3,8% 2,5% Mkushi Central 7.804 10.597 19.196 3,1% 6,1% Serenje Central 8.265 8.577 17.754 0,4% 7,5% Lundazi Central 5.590 9.159 15.902 5,1% 5,7% Chinsali Muchinga 7.509 11.507 15.198 4,4% 2,8% Fonte: Censo da População e Habitação de 2010, da Agência Central de Estatística, 2012
Texto do artigo, página 22: (2) Tendência do PIB da Zâmbia
Texto do artigo, página 22: (2) Tendência do PIB da Zâmbia
Texto do artigo, página 22: económica da Zâmbia na década de 1990. A partir de 2004, o aumento do preço do cobre impulsionou a elevação constante do PIB do país e também se estima que esse crescimento continue estável.
Texto do artigo, página 22: A economia da Zâmbia sempre foi dependente da mineração de cobre. O declínio na produção de cobre, assim como o seu baixo preço causaram a estagnação
Texto do artigo, página 22: A economia da Zâmbia sempre foi dependente da mineração de cobre. O declínio na produção de cobre, assim como o seu baixo preço causaram a estagnação económica da Zâmbia na década de 1990. A partir de 2004, o aumento do preço do cobre impulsionou a elevação constante do PIB do país e também se estima que esse crescimento continue estável.
Texto do artigo, página 22: 0
5
10
15
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199019921994199619982000200220042006200820102012201420162018
Year
Zambia GDP,ConstantPrice(billion
ZambianKwacha)
ZâmbiaPIB,Preços Constantes (biliões de
Kwachas Zâmbia)
Texto do artigo, página 22: ZâmbiaPIB,Preços Constantes (biliões de
Texto do artigo, página 22: Zambia GDP,ConstantPrice(billion
Texto do artigo, página 22: ZambianKwacha)
Texto do artigo, página 22: Kwachas Zâmbia)
Texto do artigo, página 22: Fonte: Dados do Relatório sobre Perspectivas da Economia Mundial, do FMI, Edição de Abril de 2014
Texto do artigo, página 22: Nota: Números estimados de 2013
Texto do artigo, página 22: Figura 2.5.1 Tendências do PIB da Zâmbia
Texto do artigo, página 22: (3) Principais Indústrias da Zâmbia e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 22: (3) Principais Indústrias da Zâmbia e Potenciais Factores para o Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 22: Embora a proporção de exportação de produtos agrícolas seja bem menor em comparação com a da indústria de metal, que equivale a cerca de 77% do valor total em dólares americanos, actualmente, a Zâmbia está a exportar vários produtos agrícolas, tais como tabaco, açúcar, trigo e flores, principalmente para a China, outros países Africanos e países Europeus. O Governo da Zâmbia também tem intenção de aumentar os produtos agroprocessados, com o plano de transformar Chipata, a cidade capital da Província Oriental, num centro de processamento agrícola do país. Esta província é tipicamente da agropecuária, cujas principais actividades são a produção de tabaco e algodão e a suinocultura. Como parte do plano, o Governo deu início a um programa de desenvolvimento de terras que envolve a abertura de novos blocos agrícolas para a expansão comercial do sector agrícola. O Bloco Agrícola Mwase-Phangwe, no Distrito de Lundazi, na Província Oriental, é um dos blocos de exploração propostos 4.
Texto do artigo, página 22: Com uma população urbana e PIB maiores do que os de Malawi, a Zâmbia tem um grande potencial para contribuir para o desenvolvimento do Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem estado altamente dependente da mineração e comercialização do cobre, principalmente com a Europa e a China. No entanto, com oito países vizinhos na África, a
Texto do artigo, página 22: Com uma população urbana e PIB maiores do que os de Malawi, a Zâmbia tem um grande potencial para contribuir para o desenvolvimento do Corredor de Nacala. A economia da Zâmbia tem estado altamente dependente da mineração e comercialização do cobre, principalmente com a Europa e a China. No entanto, com oito países vizinhos na África, a Zâmbia adoptou o seguinte slogan: “De um País Enclausurado por Terras Vizinhas para um País Conectado por Terras Vizinhas”, de forma a aumentar a exportação de outros produtos, além de cobre e produtos afins, para os países vizinhos da África.
Texto do artigo, página 22: 13
Texto do artigo, página 22: Alguns dos principais produtos de exportação da Zâmbia são o cobre, produtos de metal processado, açúcar, produtos químicos e cimento. Cerca de um terço das exportações da Zâmbia vai para a Europa (principalmente para a Suíça, que importa cobre), outro terço para os países africanos, e o restante para a China e outros países, tais como do Oriente Médio. Originalmente, os produtos de exportação para a China eram transportados pelo Caminho-deFerro de TAZARA, que foi construído pela China, para o Porto de Dar-es-Salam, na Tanzânia. No entanto, actualmente, devido à condição desta linha, a maior parte do comércio internacional é feita através do Porto de Durban, na África do Sul. Embora haja planos de reabilitação da Linha Férrea de TAZARA, o Corredor de Nacala terá chances de captar alguma parcela do mercado de transporte, enquanto a referida linha permanecer inoperacional.
Texto do artigo, página 22: Além do desenvolvimento de Chipata como um centro de processamento agrícola, a Zâmbia também conta com um plano para estender o caminho-de-ferro desde Chipata até Serenje, que vai ligar a Linha Férrea de Nacala à Linha de TAZARA. Existe, também, um plano para desenvolver um porto seco em Chipata. Vagões de carga ferroviários também serão adquiridos em breve para o transporte entre Chipata e Mchinji, em Malawi.
Texto do artigo, página 22: 4 “Blocos Agrícolas” são uma ferramenta para atrair investidores à área da agricultura comercial. O Governo da Zâmbia iniciou um programa de desenvolvimento de terras que fornece aos investidores potenciais novos blocos agrícolas para a agricultura comercial. Cada bloco agrícola é projectado para ter, no mínimo, uma área de grande escala com cerca de 10.000ha.
Texto do artigo, página 23: Fonte: Perfil do Sector de Agricultura, Pecuária e Pesca de 2011, da Agência de Desenvolvimento da Zâmbia
Figura 2.5.2 Blocos Agrícolas Propostos na Zâmbia
Texto do artigo, página 23: Nansanga Farm Block Serenje, Central Province 100,000 ha
Texto do artigo, página 23: Região Agroecológica
Precipitação Anual
Solo
Menos de 700mm
Argiloso
800 a 1.000mm
Argiloso
800 a 1.000mm
Arenoso
1,000 a 1.500mm
Argiloso
Região Agroecológica
Precipitação Anual
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800 a 1.000mm
Argiloso
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1,000 a 1.500mm
Argiloso
Texto do artigo, página 23: Fonte: Perfil do Sector de Agricultura, Pecuária e Pesca de 2011, da Agência de Desenvolvimento da Zâmbia
Texto do artigo, página 23: Figura 2.5.2 Blocos Agrícolas Propostos na Zâmbia
Texto do artigo, página 23: (4) Planos de Desenvolvimento para a Zâmbia
Texto do artigo, página 23: Alguns dos principais planos de desenvolvimento na Zâmbia são os seguintes:
Texto do artigo, página 23: Desenvolvimento do Caminho-de-Ferro (Serenje-Chipata): A conexão de Serenje, pelo Caminho-de-Ferro de TAZARA, a Chipata, na Província Oriental, no Corredor de Nacala, encontra-se, actualmente, a ser planeado juntamente com o desenvolvimento da indústria de processamento centrado na Província Oriental (Chipata).
Fronteira de Paragem Única (One Stop Border Post – OSBP): Os esforços dos OSBPs estão actualmente a serem realizados na Zâmbia.
Bloco Agrícola: Programa agrícola com área em grande escala iniciado pelo Governo para o desenvolvimento comercial e expansão do sector agrícola.
Texto do artigo, página 23: (4) Planos de Desenvolvimento para a Zâmbia Alguns dos principais planos de desenvolvimento na Zâmbia
Texto do artigo, página 23: A Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) foi criada em 1992 para promover um crescimento económico sustentável e equitativo e o desenvolvimento socioeconómico. Em 1997, a SADC identificou os seguintes sete corredores que dão enfoque ao transporte na região:
Texto do artigo, página 23: são os seguintes:
Texto do artigo, página 23: • Desenvolvimento do Caminho-de-Ferro (SerenjeChipata): A conexão de Serenje, pelo Caminho-deFerro de TAZARA, a Chipata, na Província Oriental, no Corredor de Nacala, encontra-se, actualmente, a ser planeado juntamente com o desenvolvimento da indústria de processamento centrado na Província Oriental (Chipata);
• Fronteira de Paragem Única (One Stop Border Post – OSBP): Os esforços dos OSBPs estão actualmente a serem realizados na Zâmbia;
• Bloco Agrícola: Programa agrícola com área em grande escala iniciado pelo Governo para o desenvolvimento comercial e expansão do sector agrícola.
Texto do artigo, página 23: • Corredor do Sul (África do Sul-Botswana-ZimbabweZâmbia-Congo);
• Corredor de Maputo (Moçambique-África do Sul);
• Corredor da Baía de Walvis (Botswana-Karahari-Cabribi);
• Corredor da Beira (Moçambique-Zimbabwe);
• Corredor de Nacala (Moçambique-Malawi-Zâmbia);
• Corredor de Tazara (Tanzania-Zâmbia);
• Corredor de Liboto (Angola-Congo-Zâmbia).
Texto do artigo, página 23: Esses corredores faziam parte do programa de iniciativas regionalmente integradas com enfoque principalmente no tráfego e no transporte. Os governos e os doadores internacionais tinham como meta o desenvolvimento da infraestrutura de transporte, tais como portos, caminhos-de-ferro e estradas, ao invés de facilitar o desenvolvimento económico do sector privado.
Texto do artigo, página 23: 2.6 Desenvolvimento dos Corredores Internacionais
Texto do artigo, página 23: 15
Texto do artigo, página 23: Iniciativas concernentes a vários corredores internacionais têm sido discutidas na África Austral desde a década de 1980, como, por exemplo, a Conferência de Coordenação para o Desenvolvimento da África Austral (SADCC), que mais tarde mudou seu nome para Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC), Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI) e Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD).
Texto do artigo, página 23: (2) Corredores de Desenvolvimento segundo Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI)
Texto do artigo, página 23: O Programa de Iniciativas de Desenvolvimento Espacial (SDI) foi lançado pelo Departamento do Comércio e Indústria (DTI) da África do Sul, em 1996. Ao contrário da abordagem da estratégia de desenvolvimento abrangente tradicional promovido com base nos programas e projectos do Governo, no programa de SDI, o Governo fornece um crédito de assistência técnica flexível para estabelecer uma série de medidas elaboradas para atrair investidores do sector privado e promover Parcerias Público-Privadas (PPPs) num pacote de projectos financeiramente fiáveis. O Programa Regional de SDI (RSDIP) deu início ao “Corredor de Desenvolvimento de Maputo” entre a África do Sul e Moçambique, em 1996.
Texto do artigo, página 23: Nesta secção, indica-se um sumário das iniciativas referentes aos corredores internacionais na África Austral.
Texto do artigo, página 23: (1) Corredores de Transporte segundo a Comunidade para
Texto do artigo, página 23: o Desenvolvimento da África Austral (SADC) Na década de 1980, a Conferência de Coordenação para
o Desenvolvimento da África Austral (SADCC) designou
as principais rotas de transporte - que ligam localidades não banhadas por mar com os principais portos através de caminhosde-ferro, estradas e gasodutos - como corredores, e deu alta prioridade à implementação da infraestrutura necessária para a criação de tais corredores. Os objectivos para o desenvolvimento dos corredores de transporte são fornecer acesso eficiente para os países do interior do continente, de modo a reduzir os preços dos bens de consumo e dos bens intermediários, assim como integrar
os países vizinhos em uma economia mais ampla.
Texto do artigo, página 23: Na África Austral, existem até 19 corredores de desenvolvimento que foram identificados no RSDIP. No entanto, apenas oito desses estão actualmente definidos como corredores RSDIP activos (Figura 2.6.1). Além dos 19 corredores, Moçambique faz parte de oito programas de SDIs que incluem o Corredor de Nacala, actualmente classificado como um “futuro possível corredor”, juntamente com o Corredor da Beira e o Corredor de Zambeze.
Texto do artigo, página 24: abordagem da estratégia de desenvolvimento abrangente tradicional promovido com base nos programas e projectos do Governo, no programa de SDI, o Governo fornece um crédito de assistência técnica flexível para estabelecer uma série de medidas elaboradas para atrair investidores do sector privado e promover Parcerias Público-Privadas (PPPs) num pacote de projectos financeiramente fiáveis. O Programa Regional de SDI (RSDIP) deu início ao “Corredor de Desenvolvimento de Maputo” entre a África do Sul e Moçambique, em 1996.
Texto do artigo, página 24: Na África Austral, existem até 19 corredores de desenvolvimento que foram identificados no RSDIP. No entanto, apenas oito desses estão actualmente definidos como corredores RSDIP activos (Figura 2.6.1). Além dos 19 corredores, Moçambique faz parte de oito programas de SDIs que incluem o Corredor de Nacala, actualmente classificado como um “futuro possível corredor”, juntamente com o Corredor da Beira e o Corredor de Zambeze.
Texto do artigo, página 24: Legenda
Texto do artigo, página 24: Cidades Portos Rios Caminhos-de-ferro Corredores do RSDIP Activos Corredores Futuros Possíveis Localização dos Fornecedores de Serviços Localização de Futuros Fornecedores de Serviços Massas de Água Parques Nacionais
Texto do artigo, página 24: Fonte: Programa Regional de SDI
Texto do artigo, página 24: Figura 2.6.1 Actuais Corredores do Programa Regional de SDI
Texto do artigo, página 24: 17
Texto do artigo, página 24: (3) Corredores de Desenvolvimento segundo o Programa de Desenvolvimento Espacial (SDP) da NEPAD
Texto do artigo, página 24: Em 2002, a Nova Parceria para o Desenvolvimento da África (NEPAD) foi ratificada pela União Africana (UA) para lidar com os problemas de desenvolvimento da África, incluindo a redução da pobreza e o desenvolvimento sustentável da África. O objectivo da NEPAD é promover a integração económica regional através da eliminação das diferenças de infraestruturas na África. Para atingir esse objectivo, foi desenvolvida a Estrutura da NEPAD que também inclui o Programa de Desenvolvimento Espacial da NEPAD. Os objectivos deste Programa são os seguintes:
Texto do artigo, página 24: • Estimular o investimento direccionado ao crescimento económico e desenvolvimento;
• Catalisar outros sectores (sustentáveis);
• Facilitar o comércio dentro e fora da África
• Promover a cooperação económica e integração regionais;
• Optimizar o fornecimento e a utilização de infraestrutura;
• Incentivar o beneficiamento e a diversificação económica;
Texto do artigo, página 24: • Reforçar a competitividade das economias africanas; e
• Estimular a criação de empregos e de riquezas.
Texto do artigo, página 24: (4) De Corredores de Transporte a Corredores de Desenvolvimento
Texto do artigo, página 24: Com a abordagem da SDI definida, bem como o sucesso do Corredor de Maputo, o Programa de SDI conseguiu mudar as atitudes e as políticas dos governos, assim como dos parceiros de desenvolvimento internacionais rumo às iniciativas do sector privado. Diferentemente da abordagem tradicional de desenvolvimento dos governos nacionais, a abordagem da SDI é mais viável quando os pacotes financiáveis 5 e os programas do Governo para a implementação estratégica de infraestrutura são ambos considerados em conjunto.
Texto do artigo, página 24: No entanto, mesmo num país em desenvolvimento como Moçambique, os sectores privados estão sempre a enfrentar a concorrência global. Por isso, não é fácil para os sectores privados mobilizarem fundos suficientes para reabilitar caminhos-de-ferro ou portos para o desenvolvimento dos corredores. Na verdade, não há outros corredores, além do Corredor de Maputo, capazes de
Texto do artigo, página 24: 5 Pacote financiável é um pacote de projectos do sector económico e de infraestrutura que pode ser financiado por bancos.
Texto do artigo, página 25: satisfazer a defi nição de um “corredor de desenvolvimento”. Em outras palavras, todos os outros corredores, excepto o Corredor de Maputo, ainda se encontram em condições subdesenvolvidas e não estão a funcionar nem mesmo como “corredores de transporte”.
Texto do artigo, página 25: manutenção e operação de infraestrutura necessárias para dar início a um corredor de transporte.
Texto do artigo, página 25: • Os ganhos fi nanceiros do desenvolvimento económico possíveis pela criação de um corredor de transporte devem ser sufi cientemente grandes para fi nanciar o desenvolvimento de infraestrutura de transporte para o corredor de transporte.
Texto do artigo, página 25: (5) Desenvolvimento do Corredor de Nacala
Número ou marcador, página 25: Capítulo 3 Condições Actuais da Região do Corredor de
Texto do artigo, página 25: Para promover a implementação de “corredores de desenvolvimento” na África, os projectos do sector privado devem desempenhar um papel importante como uma força motriz inicial para expandir os “corredores de transporte” e, ao mesmo tempo, os investidores económicos privados devem ser capazes de obter lucros com os corredores de transporte. Desta forma, os corredores de transporte serão transformados para se tornarem em corredores de desenvolvimento.
Texto do artigo, página 25: O Corredor de Nacala é um dos poucos corredores de desenvolvimento que podem satisfazer os referidos requisitos. O Corredor poderá ser exequível através da mineração de carvão em Tete e a necessidade de transportar o carvão de Tete ao Porto de Nacala, além do Porto da Beira.
Texto do artigo, página 25: Nacala
Número ou marcador, página 25: Capítulo 3 Condições Actuais da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 25: Para a implementação dos “corredores de desenvolvimento” são necessárias as seguintes condições de modo que um projecto do sector privado se torne numa força motriz inicial para o planeamento de “corredores de transporte”:
Texto do artigo, página 25: 3.1 Condições Naturais e Recursos Hídricos da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 25: 3.1 Condições Naturais e Recursos Hídricos da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 25: • Há uma demanda relativamente grande de transporte na fase inicial logo após a conclusão da infraestrutura de transporte, tais como de caminhos-de-ferro, estradas e portos. Em outras palavras, o sector de transportes necessita de uma grande demanda desde o começo do desenvolvimento do corredor. (Por exemplo, o Corredor de Maputo teve uma demanda relativamente grande de transporte de produtos, tais como aço, alumínio, ligas de ferro, carvão, madeira e granito a partir da África do Sul.)
• É possível que os sectores privados possuam ou mobilizem fundos suficientes para executar a construção,
Texto do artigo, página 25: Moçambique é um país extenso que se estende entre as latitudes 10°27’ e 26°52’ sul e longitudes 30°12’ e 40°51’ leste, com uma área de 786.380km2. A Região do Corredor de Nacala está localizada na parte norte do país e cobre uma área de 444.458km2, com uma largura máxima de aproximadamente 900km na direcção norte-sul e cerca de 1.100km na direcção leste-oeste.
Texto do artigo, página 25: Moçambique é um país extenso que se estende entre as latitudes 10°27’ e 26°52’ sul e longitudes 30°12’ e 40°51’ leste, com uma área de 786.380km2. A Região do Corredor de Nacala está localizada na parte norte do país e cobre uma área de 444.458km2, com uma largura máxima de aproximadamente 900km na direcção norte-sul e cerca de 1.100km na direcção leste-oeste.
Texto do artigo, página 25: O país conta com duas estações distintas, uma quente e húmida entre Novembro e Abril, e outra, fria e seca, que vai de Maio a Outubro. A Figura 3.1.1 abaixo mostra as temperaturas médias mensais e a precipitação total mensal das capitais nas cinco províncias, e a média de todas as capitais provinciais no país para comparação
Texto do artigo, página 25: O país conta com duas estações distintas, uma quente e húmida entre Novembro e Abril, e outra, fria e seca, que vai de Maio a Outubro. A Figura 3.1.1 abaixo mostra as temperaturas médias mensais e a precipitação total mensal das capitais nas cinco províncias, e a média de todas as capitais provinciais no país para comparação.
Texto do artigo, página 25: (2010) (2011)
(2011) (2011)
Texto do artigo, página 25: °C (mm)
Pemba (2011)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
°C (mm)
Lichinga (2011)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
°C (mm)
Nampula (2011)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
°C (mm)
Quelimane (2011)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
°C (mm)
Tete (2010)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
°C (mm)
Province Capitais (Av.) (2011)
Jan Feb Mar Apr May Jun Jul Aug Sep Oct Nov Dec
Precipitation — Temperature
Texto do artigo, página 25: (2011) (2011)
Texto do artigo, página 25: Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia, 2010 para Tete e 2011 para outras cidades
Texto do artigo, página 25: Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia, 2010 para Tete e 2011 para outras cidades
Texto do artigo, página 25: Figura 3.1.1 Temperatura Média Mensal/Precipitação Total Mensal das Capitais das Províncias
Texto do artigo, página 25: 1
Texto do artigo, página 26: Figura 3.1.1 Temperatura Média Mensal/Precipitação Total Mensal das Capitais das Províncias
Texto do artigo, página 26: A Região do Corredor de Nacala está, em geral, situada em baixas altitudes das áreas costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. Planaltos de mais de 1.000m de altitude localizam-se no interior do país, a oeste de Niassa, e nas regiões ao norte das Províncias da Zambézia e Tete, conforme mostra a Figura 3.1.2. As altitudes mais altas nas províncias localizam-se: em Cabo Delgado, a 1.219m; em Niassa, a 1.848m; em Nampula, a 1.801m; na Zambézia, a 2.419m; e em Tete, a 2.095m.
Texto do artigo, página 26: A Região do Corredor de Nacala está, em geral, situada em baixas altitudes das áreas costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. Planaltos de mais de 1.000m de altitude localizam-se no interior do país, a oeste de Niassa, e nas regiões ao norte das Províncias da Zambézia e Tete, conforme mostra a Figura 3.1.2. As altitudes mais altas nas províncias localizam-se: em Cabo Delgado, a 1.219m; em Niassa, a 1.848m; em Nampula, a 1.801m; na Zambézia, a 2.419m; e em Tete, a 2.095m.
Texto do artigo, página 26: Rio Lago e Reservatório
Texto do artigo, página 26: Rio
Lago / Reservatório
Elevação (m)
2713
2000
1000
0
N
Lichinga
Cuamba
Pemba
Nacala
Nampula
Ilha de Moçambique
Quelimane
NIASSA
NAMPULA
ZAMBEZIA
Legenda
Região do Corredor de Nacala
Província
Capital Provincial
Capital Nacional
Caminho-de-ferro
Linha Fronteira
0 50 100 150 km
Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo, página 26: Elevação (m)
Texto do artigo, página 26: Legenda
Texto do artigo, página 26: Região do Corredor de Nacala Fronteira Nacional Fronteira Provincial Capital Provincial Capital Distrital Estrada Caminho-de-ferro Lago e Reservatório
Texto do artigo, página 26: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo, página 26: Figura 3.1.2 Altitudes da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 26: A Região do Corredor de Nacala é praticamente coberta pelo Complexo Granito-Gnaisse do Período Pré-Cambriano, da Era Proterozoica, conforme mostrado na Figura 3.1.3. As rochas sedimentares mais jovens e sedimentos dos Períodos Terciário e Quaternário, da Era Cenozoica, estão amplamente distribuídas nas regiões à jusante do Rio Zambezi, e nas áreas ao longo do litoral, as quais se tornaram num bom aquífero intergranular na Região do Corredor de Nacala.
Texto do artigo, página 26: A Região do Corredor de Nacala é praticamente coberta pelo Complexo Granito-Gnaisse do Período Pré-Cambriano, da Era Proterozoica, conforme mostrado na Figura 3.1.3. As rochas sedimentares mais jovens e sedimentos dos Períodos Terciário
Texto do artigo, página 26: e Quaternário, da Era Cenozoica, estão amplamente distribuídas nas regiões à jusante do Rio Zambezi, e nas áreas ao longo do litoral, as quais se tornaram num bom aquífero intergranular na Região do Corredor de Nacala.
Texto do artigo, página 26: ROCHAS SEDIMENTARES
Quaternário
Terciário
Cretáceo
Karoo
ROCHAS INTRUSIVAS E VULCÂNICAS
Rochas ígneas, pós-Karoo
Rochas vulcânicas, pós-Karoo
Rochas vulcânicas, Karoo Superior
ROCHAS METAMÓRFICAS E ERUPTIVAS PRÉ-CAMBRIANAS
Complexo Granito-Gnaisse do Cinturão de Moçambique com a direcção de foliação
Metassedimentos dos Grupos de Unlomo e de Gairezi
Complexo Gabro-Anortosítico de Tete
Cráton do Zimbabwe
Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA .
Texto do artigo, página 26: 2
Texto do artigo, página 26: ROCHAS SEDIMENTARES ROCHAS INTRUSIVAS E VULCÂNICAS
Texto do artigo, página 26: ROCHAS METAMÓRFICAS E ERUPTIVAS PRÉ-CAMBRIANAS
Texto do artigo, página 26: 15°S
Texto do artigo, página 26: Figura 3.1.3 Mapa Geológico Esquemático da Região do Corredor de Nacala e Seus Arredores
Texto do artigo, página 26: Quaternário Terciário Cretáceo Karoo
Texto do artigo, página 26: Rochas ígneas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, pós-Karoo Rochas vulcânicas, Karoo Superior
Texto do artigo, página 26: Complexo Granito-Gnaisse do Cinturão de Moçambique com a direcção de foliação
Texto do artigo, página 26: Metassedimentos dos Grupos de Umkondo e de Gairezi Complexo Gabro-Anortosítico de Tete Cráton do Zimbábwè
Texto do artigo, página 26: Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA ,1987
Texto do artigo, página 26: Figura 3.1.3 Mapa Geológico Esquemático da Região do Corredor de Nacala e Seus Arredores
Texto do artigo, página 26: Informações restritas sobre a meteorologia da Região do Corredor de Nacala indicam que a precipitação média anual varia de 900 a 1.100mm na bacia do Rio Rovuma, mas a mesma varia de 1.030mm na bacia do Rio Lúrio a 1.400mm na bacia do Rio Licungo. O volume de precipitação na sub-bacia de Luia, localizada na parte superior da bacia do Zambeze, é menor que o de outras regiões, com uma média de 615 a 753mm por ano, com excepção do volume máximo anual de 1.110mm registado em 2007.
Texto do artigo, página 27: Informações restritas sobre a meteorologia da Região do Corredor de Nacala indicam que a precipitação média anual varia de 900 a 1.100mm na bacia do Rio Rovuma, mas a mesma varia de 1.030mm na bacia do Rio Lúrio a 1.400mm na bacia do Rio Licungo. O volume de precipitação na sub-bacia de Luia, localizada na parte superior da bacia do Zambeze, é menor que o de outras regiões, com uma média de 615 a 753mm por ano, com excepção do volume máximo anual de 1.110mm registado em 2007.
Texto do artigo, página 27: Os seguintes principais rios e lagos de Moçambique estão localizados na Região do Corredor de Nacala.
Texto do artigo, página 27: • Rio Zambeze: bacia hidrográfica de 1.390.000km2, com fluxo médio de 107.979 milhões de m3 por ano ou 3.424m3 por segundo
• Rio Rovuma: bacia hidrográfica de 155.500km2, com fluxo médio de 14.980 milhões de m3 por ano ou 475m3 por segundo
Texto do artigo, página 27: • Rio Lúrio: bacia hidrográfica de 61.423km2, com fluxo médio de 8.722 milhões de m3 por ano ou 277m3 por segundo
• Lago Niassa: área superficial de 29.600km2 e volume de água de 8.400km3
• Cahora Bassa: área superficial de 2.600km2 e volume de água de 55,8km3
Texto do artigo, página 27: As bacias fluviais em Moçambique são controladas por cinco administrações estabelecidas pela Lei de Águas em 1991. As que cobrem a Região do Corredor de Nacala são ARA-Norte (ARA-N), ARA-Centro Norte (ARA-CN) e ARA-Zambeze (ARA-Z). A Figura 3.1.4 mostra as fronteiras das bacias dos rios e as três ARAs.
Texto do artigo, página 27: Fonte: Notas explicativas sobre mapa hidrogeológico de Moçambique, DNA, 1987
Texto do artigo, página 27: Figura 3.1.4 Áreas Administradas pelas ARAs e as Principais Bacias na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 27: 3.2 Situação Socioeconómica da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 27: 3.2.1 População
Texto do artigo, página 27: (1) Tendência do Crescimento Populacional no Passado
Texto do artigo, página 27: A população total de Moçambique era de 20.632 mil habitantes, segundo os resultados do Censo Geral da População e Habitação conduzido em 2007. Na Região do Corredor de Nacala, o número era de 10.548 mil habitantes. A percentagem da população na Região do Corredor de Nacala era de 51% do total em 2007.
Texto do artigo, página 27: Entre as cinco províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, a população da Província de Nampula é a maior, com 4.085 mil habitantes, seguida pelas cifras das Províncias da Zambézia, Tete, Cabo Delgado e Niassa. Em termos de taxa de crescimento anual da população, a Província de Niassa apresenta o maior índice, de 4,14%, seguida pelas Províncias de Tete, Nampula, Zambézia e Cabo Delgado, entre 1997 e 2007 (Ver a Tabela 3.2.1).
Texto do artigo, página 27: 4
Texto do artigo, página 28: Entre as cinco províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, a população da Província de Nampula é a maior, com 4.085 mil habitantes, seguida pelas cifras das Províncias da Zambézia, Tete, Cabo Delgado e Niassa. Em termos de taxa de crescimento anual da população, a Província de Niassa apresenta o maior índice, de 4,14%, seguida pelas Províncias de Tete, Nampula, Zambézia e Cabo Delgado, entre 1997 e 2007 (Ver a Tabela 3.2.1).
Texto do artigo, página 28: Tabela 3.2.1 População e Taxa de Crescimento por Província em Moçambique
Texto do artigo, página 28: População
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2007
1997-2007
Província de Niassa
808.572
1.213.398
4,14
Província de Cabo Delgado
1.380.202
1.634.162
1,70
Província de Nampula
3.063.456
4.084.656
2,92
Província da Zambézia
3.096.400
3.890.453
2,31
Somente sete distritos da Província da Zambézia
1.360.831
1.808.220
2,88
Província de Tete
1.226.008
1.807.485
3,96
Província de Manica
1.039.463
1.438.386
3,30
Província de Sofala
1.368.671
1.685.663
2,11
Província de Inhambane
1.157.182
1.304.820
1,21
Província de Gaza
1.116.903
1.236.284
1,02
Província de Maputo
830.908
1.225.489
3,96
Cidade de Maputo
987.943
1.111.638
1,19
Subtotal (Cinco Províncias)
9.574.638
12.630.154
2,81
Subtotal (Região do Corredor de Nacala)
7.839.069
10.547.921
3,01
Subtotal das Outras Áreas
8.236.639
10.084.513
2,04
Moçambique
16.075.708
20.632.434
2,53
População
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2007
1997-2007
Província de Niassa
808.572
1.213.398
4,14
Província de Cabo Delgado
1.380.202
1.634.162
1,70
Província de Nampula
3.063.456
4.084.656
2,92
Província da Zambézia
3.096.400
3.890.453
2,31
Somente sete distritos da Província da Zambézia
1.360.831
1.808.220
2,88
Província de Tete
1.226.008
1.807.485
3,96
Província de Manica
1.039.463
1.438.386
3,30
Província de Sofala
1.368.671
1.685.663
2,11
Província de Inhambane
1.157.182
1.304.820
1,21
Província de Gaza
1.116.903
1.236.284
1,02
Província de Maputo
830.908
1.225.489
3,96
Cidade de Maputo
987.943
1.111.638
1,19
Subtotal (Cinco Províncias)
9.574.638
12.630.154
2,81
Subtotal (Região do Corredor de Nacala)
7.839.069
10.547.921
3,01
Subtotal das Outras Áreas
8.236.639
10.084.513
2,04
Moçambique
16.075.708
20.632.434
2,53
Texto do artigo, página 28: Fonte: Censo Geral da População e Habitação do INE, 1997 e 2007
Texto do artigo, página 28: (2) População Urbana nas Cinco Províncias
Texto do artigo, página 28: (2) População Urbana nas Cinco Províncias
Texto do artigo, página 28: As taxas de urbanização na Zambézia e Tete eram consideravelmente inferiores em relação às outras províncias. As províncias ao norte de Moçambique são menos urbanizadas do que nas outras províncias (Ver a Tabela 3.2.2).
Texto do artigo, página 28: Em 2007, a taxa de urbanização nas cinco províncias era de 21%, enquanto que o número em Moçambique era de 30%. A taxa variava desde os 14% registados na Província da Zambézia
Texto do artigo, página 28: Em 2007, a taxa de urbanização nas cinco províncias era de 21%, enquanto que o número em Moçambique era de 30%. A taxa variava desde os 14% registados na Província da Zambézia até os 29% observados na Província de Nampula.
Texto do artigo, página 28: até os 29% observados na Província de Nampula.
Texto do artigo, página 28: As taxas de urbanização na Zambézia e Tete eram consideravelmente inferiores em relação às outras províncias. As províncias ao norte de Moçambique são menos urbanizadas do que nas outras províncias (Ver a Tabela 3.2.2).
Texto do artigo, página 28: Tabela 3.2.2 População Urbana e Rural por Província em Moçambique em 2007
Texto do artigo, página 28: Unidade: pessoas Unidade: % Urbana Rural Total Urbana Rural Total
Texto do artigo, página 28: Província de Niassa 277.838 935.560 1.213.398 23% 77% 100% Província de Cabo Delgado 340.707 1.293.455 1.634.162 21% 79% 100% Província de Nampula 1.167.813 2.916.843 4.084.656 29% 71% 100% Província da Zambézia 679.073 3.211.380 3.890.453 17% 83% 100% Província de Tete 247.178 1.560.307 1.807.485 14% 86% 100% Província de Manica 363.844 1.074.542 1.438.386 25% 75% 100% Província de Sofala 645.413 1.040.250 1.685.663 38% 62% 100% Província de Inhambane 289.458 1.015.362 1.304.820 22% 78% 100% Província de Gaza 314.471 921.813 1.236.284 25% 75% 100% Província de Maputo 832.188 393.301 1.225.489 68% 32% 101% Cidade de Maputo 1.111.638 0 1.111.638 100% 0% 100% Subtotal (Cinco Províncias) 2.712.609 9.917.545 12.630.154 21% 79% 100% Subtotal das Outras Províncias 3.557.012 4.445.268 8.002.280 44% 56% 100% Moçambique 6.269.621 14.362.813 20.632.434 30% 70% 100%
Texto do artigo, página 28: 5
Texto do artigo, página 28: Fonte: Censo Geral da População e Habitação do INE, 2007
Texto do artigo, página 28: 3.2.2 Tendência do Crescimento Económico no Passado
Texto do artigo, página 28: 3.2.2 Tendência do Crescimento Económico no Passado
Texto do artigo, página 28: (1) PIB Regional
Texto do artigo, página 28: (1) PIB Regional
Texto do artigo, página 28: a taxa em Nampula era de 14,8%; Zambézia, 9,4%; Tete, 5,7%; Cabo Delgado, 4,7%; e Niassa, 3,0%.
Texto do artigo, página 28: Em 2011, o PIB Regional das cinco províncias foi de 74.248 milhões de MT (a preços constantes de 2003), os quais correspondem a 38% do PIB de Moçambique. Em relação às proporções do PIB Regional de cada província no total do país, a taxa em Nampula era de 14,8%; Zambézia, 9,4%; Tete, 5,7%; Cabo Delgado, 4,7%; e Niassa, 3,0%.
Texto do artigo, página 28: Em 2011, o PIB Regional das cinco províncias foi de 74.248 milhões de MT (a preços constantes de 2003), os quais correspondem a 38% do PIB de Moçambique. Em relação às proporções do PIB Regional de cada província no total do país,
Texto do artigo, página 28: As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.
Texto do artigo, página 28: As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.
Texto do artigo, página 28: Tabela 3.2.3 PIB Regional e Taxa de Crescimento do PIB Reginal por Província em Moçambique
Texto do artigo, página 29: As taxas de crescimento económico para os três períodos (1997-2000, 2000-2007, 2007-2011) são apresentadas na Tabela 3.2.3. Conforme mostrado na tabela, a maioria das províncias tem observado, de forma constante, altas taxas de crescimento entre 7 e 8% desde 2000, a seguir a mesma tendência de Moçambique como um todo.
Texto do artigo, página 29: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1027)
Texto do artigo, página 29: Tabela 3.2.3 PIB Regional e Taxa de Crescimento do PIB Reginal por Província em Moçambique
Texto do artigo, página 29: PIB Regional (Milhões de MT, a Preços Constantes de 2003)
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2000
2007
2011
1997-2000
2000-2007
2007-2011
Província de Niassa
2.368,3
2.651,9
4.587,0
5.930,7
3,8
8,1
6,6
Província de Cabo Delgado
3.518,2
4.038,1
6.904,0
9.198,6
4,7
8,0
7,4
Província de Nampula
10.634,7
13.118,0
22.192,3
29.321,3
7,2
7,8
7,2
Província da Zambézia
7.250,0
8.102,3
13.977,4
18.505,8
3,8
8,1
7,3
Província de Tete
3.552,6
5.730,6
9.218,0
11.291,3
17,3
7,0
5,2
Província de Manica
2.826,8
3.285,0
5.538,4
7.490,5
5,1
7,7
7,8
Província de Sofala
7.456,5
9.077,9
15.852,5
20.875,1
6,8
8,3
7,1
Província de Inhambane
4.607,7
5.290,5
11.735,4
15.223,0
4,7
12,1
6,7
Província de Gaza
3.684,4
3.745,4
7.039,1
9.420,3
0,5
9,4
7,6
Província de Maputo
10.283,5
13.046,5
26.182,7
33.020,4
8,3
10,5
6,0
Cidade de Maputo
12.890,9
16.903,0
28.073,0
37.247,5
9,5
7,5
7,3
Subtotal (Cinco Províncias)
27.323,8
33.640,9
56..878,7
74.247,6
7,2
7,8
6,9
Outras Províncias
41.749,9
51.348,4
94.421,2
123.276,8
7,1
9,1
6,9
Moçambique
69.073,7
84.989,3
151.299,9
197.524,4
7,2
8,6
6,9
PIB Regional (Milhões de MT, a Preços Constantes de 2003)
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2000
2007
2011
1997-2000
2000-2007
2007-2011
Província de Niassa
2.368,3
2.651,9
4.587,0
5.930,7
3,8
8,1
6,6
Província de Cabo Delgado
3.518,2
4.038,1
6.904,0
9.198,6
4,7
8,0
7,4
Província de Nampula
10.634,7
13.118,0
22.192,3
29.321,3
7,2
7,8
7,2
Província da Zambézia
7.250,0
8.102,3
13.977,4
18.505,8
3,8
8,1
7,3
Província de Tete
3.552,6
5.730,6
9.218,0
11.291,3
17,3
7,0
5,2
Província de Manica
2.826,8
3.285,0
5.538,4
7.490,5
5,1
7,7
7,8
Província de Sofala
7.456,5
9.077,9
15.852,5
20.875,1
6,8
8,3
7,1
Província de Inhambane
4.607,7
5.290,5
11.735,4
15.223,0
4,7
12,1
6,7
Província de Gaza
3.684,4
3.745,4
7.039,1
9.420,3
0,5
9,4
7,6
Província de Maputo
10.283,5
13.046,5
26.182,7
33.020,4
8,3
10,5
6,0
Cidade de Maputo
12.890,9
16.903,0
28.073,0
37.247,5
9,5
7,5
7,3
Subtotal (Cinco Províncias)
27.323,8
33.640,9
56..878,7
74.247,6
7,2
7,8
6,9
Outras Províncias
41.749,9
51.348,4
94.421,2
123.276,8
7,1
9,1
6,9
Moçambique
69.073,7
84.989,3
151.299,9
197.524,4
7,2
8,6
6,9
Texto do artigo, página 29: Fonte: INE
Texto do artigo, página 29: Tabela 3.2.4 Proporção do PIB Regional por Província em Moçambique (1997-2011)
Texto do artigo, página 29: 6
Texto do artigo, página 29: Proporção do PIB Regional em Moçambique (%)
1997
2000
2007
2011
Província de Niassa
3,4%
3,1%
3,0%
3,0%
Província de Cabo Delgado
5,1%
4,8%
4,6%
4,7%
Província de Nampula
15,4%
15,4%
14,7%
14,8%
Província da Zambézia
10,5%
9,5%
9,2%
9,4%
Província de Tete
5,1%
6,7%
6,1%
5,7%
Província de Manica
4,1%
3,9%
3,7%
3,8%
Província de Sofala
10,8%
10,7%
10,5%
10,6%
Província de Inhambane
6,7%
6,2%
7,8%
7,7%
Província de Gaza
5,3%
4,4%
4,7%
4,8%
Província de Maputo
14,9%
15,4%
17,3%
16,7%
Cidade de Maputo
18,7%
19,9%
18,6%
18,9%
Subtotal (Cinco Províncias)
39,6%
39,6%
37,6%
37,6%
Outras Províncias
60,4%
60,4%
62,4%
62,4%
Moçambique
100,0%
100,0%
100,0%
100,0%
Proporção do PIB Regional em Moçambique (%)
1997
2000
2007
2011
Província de Niassa
3,4%
3,1%
3,0%
3,0%
Província de Cabo Delgado
5,1%
4,8%
4,6%
4,7%
Província de Nampula
15,4%
15,4%
14,7%
14,8%
Província da Zambézia
10,5%
9,5%
9,2%
9,4%
Província de Tete
5,1%
6,7%
6,1%
5,7%
Província de Manica
4,1%
3,9%
3,7%
3,8%
Província de Sofala
10,8%
10,7%
10,5%
10,6%
Província de Inhambane
6,7%
6,2%
7,8%
7,7%
Província de Gaza
5,3%
4,4%
4,7%
4,8%
Província de Maputo
14,9%
15,4%
17,3%
16,7%
Cidade de Maputo
18,7%
19,9%
18,6%
18,9%
Subtotal (Cinco Províncias)
39,6%
39,6%
37,6%
37,6%
Outras Províncias
60,4%
60,4%
62,4%
62,4%
Moçambique
100,0%
100,0%
100,0%
100,0%
Texto do artigo, página 29: Fonte: INE
Texto do artigo, página 29: (2) PIB per Capita
Texto do artigo, página 29: consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.
Texto do artigo, página 29: (2) PIB per Capita Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per
Texto do artigo, página 29: Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.
Texto do artigo, página 29: capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor
Texto do artigo, página 29: Tabela 3.2.5 PIB Regional per Capita por Província
Texto do artigo, página 29: PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003)
Texto do artigo, página 29: Taxa de Crescimento Anual (%) 1997 2007 1997 2007 1997-2007
Texto do artigo, página 29: Proporção do PIB Regional em Relação ao País
Texto do artigo, página 29: Província de Niassa 2.929 3.780 0,68 0,52 2,6 Província de Cabo Delgado 2.549 4.225 0,59 0,58 5,2 Província de Nampula 3.471 5.433 0,81 0,74 4,6 Província da Zambézia 2.341 3.593 0,54 0,49 4,4 Província de Tete 2.898 5,100 0,67 0,70 5,8 Província de Manica 2.719 3.850 0,63 0,53 3,5 Província de Sofala 5.448 9.404 1,27 1,28 5,6 Província de Inhambane 3.982 8.994 0,93 1,23 8,5 Província de Gaza 3.299 5.694 0,77 0,78 5,6 Província de Maputo 12.376 21.365 2,88 2,91 5,6 Cidade de Maputo 13.048 25.254 3,04 3,44 6,8 Cinco Províncias 2.854 4.503 0,66 0,61 4,7 Outras Províncias 6.422 11.799 1,49 1,61 6,3 Moçambique 4.297 7.333 1,00 1,00 5,5
Texto do artigo, página 30: Conforme mostrado na Tabela 3.2.5, o PIB Regional per capita das cinco províncias era de 4.503 MT em 2007, valor consideravelmente inferior à média nacional de cerca de 7.333 MT. Isso indica que a actividade económica por pessoa na parte norte de Moçambique é ainda menor do que em outras províncias ao sul do país.
Texto do artigo, página 30: Tabela 3.2.5 PIB Regional per Capita por Província
Texto do artigo, página 30: PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003)
Proporção do PIB Regional em Relação ao País
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2007
1997
2007
1997-2007
Província de Niassa
2.929
3.780
0,68
0,52
2,6
Província de Cabo Delgado
2.549
4.225
0,59
0,58
5,2
Província de Nampula
3.471
5.433
0,81
0,74
4,6
Província da Zambézia
2.341
3.593
0,54
0,49
4,4
Província de Tete
2.898
5,100
0,67
0,70
5,8
Província de Manica
2.719
3.850
0,63
0,53
3,5
Província de Sofala
5.448
9.404
1,27
1,28
5,6
Província de Inhambane
3.982
8.994
0,93
1,23
8,5
Província de Gaza
3.299
5.694
0,77
0,78
5,6
Província de Maputo
12.376
21.365
2,88
2,91
5,6
Cidade de Maputo
13.048
25.254
3,04
3,44
6,8
Cinco Províncias
2.854
4.503
0,66
0,61
4,7
Outras Províncias
6.422
11.799
1,49
1,61
6,3
Moçambique
4.297
7.333
1,00
1,00
5,5
PIB Regional per Capita (MT a Preços Constantes de 2003)
Proporção do PIB Regional em Relação ao País
Taxa de Crescimento Anual (%)
1997
2007
1997
2007
1997-2007
Província de Niassa
2.929
3.780
0,68
0,52
2,6
Província de Cabo Delgado
2.549
4.225
0,59
0,58
5,2
Província de Nampula
3.471
5.433
0,81
0,74
4,6
Província da Zambézia
2.341
3.593
0,54
0,49
4,4
Província de Tete
2.898
5,100
0,67
0,70
5,8
Província de Manica
2.719
3.850
0,63
0,53
3,5
Província de Sofala
5.448
9.404
1,27
1,28
5,6
Província de Inhambane
3.982
8.994
0,93
1,23
8,5
Província de Gaza
3.299
5.694
0,77
0,78
5,6
Província de Maputo
12.376
21.365
2,88
2,91
5,6
Cidade de Maputo
13.048
25.254
3,04
3,44
6,8
Cinco Províncias
2.854
4.503
0,66
0,61
4,7
Outras Províncias
6.422
11.799
1,49
1,61
6,3
Moçambique
4.297
7.333
1,00
1,00
5,5
Texto do artigo, página 30: Fonte: Equipa de Estudo da JICA, com base nos dados do INE
Texto do artigo, página 30: (3) Participação no Sector Económico
Texto do artigo, página 30: (3) Participação no Sector Económico
Texto do artigo, página 30: As cinco províncias, em termos de geração de valor agregado, são relativamente mais especializadas na agricultura, a qual perfaz 42% do PIB Regional total das cinco províncias. Entretanto, as Províncias de Nampula e de Tete são diferentes das outras três, com sua estrutura
Texto do artigo, página 30: província, respectivamente). Adicionalmente, a Província de Tete possui os sectores de electricidade e de água totalizando 37% da PIB Regional da província. Esta situação de Tete se deve ao facto de a barragem de Cahora Bassa estar a fornecer energia para todo Moçambique. Esta estrutura do sector económico não tem mudado significativamente em mais de uma década nas cinco províncias (Ver a Tabela 3.2.6).
Texto do artigo, página 30: As cinco províncias, em termos de geração de valor agregado, são relativamente mais especializadas na agricultura, a qual perfaz 42% do PIB Regional total das cinco províncias. Entretanto, as Províncias de Nampula e de Tete são diferentes das outras três, com sua estrutura económica caracterizada por uma proporção mais baixa da agricultura (40% e 20% do PIB Regional da
Texto do artigo, página 30: económica caracterizada por uma proporção mais baixa da agricultura (40% e 20% do PIB Regional da província, respectivamente). Adicionalmente, a Província de Tete possui os sectores de electricidade e de água totalizando 37% da PIB Regional da província. Esta situação de Tete se deve ao facto de a barragem de Cahora Bassa estar a fornecer energia para todo Moçambique. Esta estrutura do sector económico não tem mudado significativamente em mais de uma década nas cinco províncias (Ver a Tabela 3.2.6).
Texto do artigo, página 30: 7
Texto do artigo, página 30: Tabela 3.2.6 Proporção do PIB Regional por Sector Económico por Província em 2000 e 2011
Texto do artigo, página 30: 2000
2011
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Província de Niassa
47,6%
10,2%
42,2%
100,0%
49,5%
7,2%
43,4%
100,0%
Província de Cabo Delgado
49,5%
12,2%
38,3%
100,0%
51,2%
12,5%
36,2%
100,0%
Província de Nampula
38,7%
15,4%
45,9%
100,0%
39,9%
17,0%
43,1%
100,0%
Província da Zambézia
49,8%
11,4%
38,8%
100,0%
50,8%
12,3%
36,9%
100,0%
Província de Tete
25,9%
40,2%
33,9%
100,0%
20,0%
43,3%
36,7%
100,0%
Província de Manica
36,1%
22,0%
41,9%
100,0%
37,0%
21,7%
41,3%
100,0%
Província de Sofala
22,8%
19,5%
57,7%
100,0%
22,7%
20,0%
57,3%
100,0%
Província de Inhambane
41,2%
15,8%
43,0%
100,0%
31,7%
37,0%
31,3%
100,0%
Província de Gaza
50,2%
12,3%
37,5%
100,0%
48,5%
13,2%
38,3%
100,0%
Província de Maputo
15,2%
43,9%
40,9%
100,0%
17,5%
47,5%
35,0%
100,0%
Cidade de Maputo
2,5%
15,8%
81,7%
100,0%
2,7%
11,7%
85,6%
100,0%
Cinco Províncias
41,1%
18,0%
40,9%
100,0%
40,3%
19,3%
39,8%
100,0%
Outras Províncias
19,1%
23,8%
57,1%
100,0%
21,7%
23,8%
53,8%
100,0%
Moçambique
27,9%
21,5%
50,7%
100.0%
27,7%
23,7%
48,5%
100,0%
2000
2011
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Província de Niassa
47,6%
10,2%
42,2%
100,0%
49,5%
7,2%
43,4%
100,0%
Província de Cabo Delgado
49,5%
12,2%
38,3%
100,0%
51,2%
12,5%
36,2%
100,0%
Província de Nampula
38,7%
15,4%
45,9%
100,0%
39,9%
17,0%
43,1%
100,0%
Província da Zambézia
49,8%
11,4%
38,8%
100,0%
50,8%
12,3%
36,9%
100,0%
Província de Tete
25,9%
40,2%
33,9%
100,0%
20,0%
43,3%
36,7%
100,0%
Província de Manica
36,1%
22,0%
41,9%
100,0%
37,0%
21,7%
41,3%
100,0%
Província de Sofala
22,8%
19,5%
57,7%
100,0%
22,7%
20,0%
57,3%
100,0%
Província de Inhambane
41,2%
15,8%
43,0%
100,0%
31,7%
37,0%
31,3%
100,0%
Província de Gaza
50,2%
12,3%
37,5%
100,0%
48,5%
13,2%
38,3%
100,0%
Província de Maputo
15,2%
43,9%
40,9%
100,0%
17,5%
47,5%
35,0%
100,0%
Cidade de Maputo
2,5%
15,8%
81,7%
100,0%
2,7%
11,7%
85,6%
100,0%
Cinco Províncias
41,1%
18,0%
40,9%
100,0%
40,3%
19,3%
39,8%
100,0%
Outras Províncias
19,1%
23,8%
57,1%
100,0%
21,7%
23,8%
53,8%
100,0%
Moçambique
27,9%
21,5%
50,7%
100.0%
27,7%
23,7%
48,5%
100,0%
Texto do artigo, página 30: Fonte: INE
Texto do artigo, página 30: 3.2.3 Mão-de-obra
Texto do artigo, página 30: 3.2.3 Mão-de-obra
Texto do artigo, página 30: agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).
Texto do artigo, página 30: (1) População Economicamente Activa (PEA) A população economicamente activa (PEA) das cinco
Texto do artigo, página 30: (1) População Economicamente Activa (PEA)
Texto do artigo, página 30: províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector
Texto do artigo, página 30: A população economicamente activa (PEA) das cinco províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).
Texto do artigo, página 30: Tabela 3.2.7 PEA por Sector Económico por Província em 2007
Texto do artigo, página 31: (1) População Economicamente Activa (PEA)
Texto do artigo, página 31: A população economicamente activa (PEA) das cinco províncias totalizava 4.586 mil habitantes em 2007. O sector agrícola empregava a maior porção da mão-de-obra, ou seja, 85%, com uma pequena variação entre as províncias, como Nampula, com 82,9%, e Zambézia, com 87,5%, enquanto que o número em Moçambique como um todo era de 75,2% (Ver a Tabela 3.2.7).
Texto do artigo, página 31: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1029)
Texto do artigo, página 31: Tabela 3.2.7 PEA por Sector Económico por Província em 2007
Texto do artigo, página 31: Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Província de Niassa
337.235
15.288
53.080
405.603
83,1%
3,8%
13,1%
100,0%
Província de Cabo Delgado
584.853
22.489
62.908
670.250
87,3%
3,4%
9,4%
100,0%
Província de Nampula
1.219.450
65.872
185.191
1.470.513
82,9%
4,5%
12,6%
100,0%
Província da Zambézia
1.218.809
54.721
120.106
1.393.636
87,5%
3,9%
8,6%
100,0%
Província de Tete
546.888
26.468
72.829
646.185
84,6%
4,1%
11,3%
100,0%
Cinco Províncias
3.907.235
184.838
494.114
4.586.187
85,2%
4,0%
10,8%
100,0%
Outras Províncias
1.636.693
304.460
843.619
2.784.772
58,8%
10,9%
30,3%
100,0%
Moçambique
5.543.928
489.298
1.337.733
7.370.959
75,2%
6,6%
18,1%
100,0%
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Agricultura
Indústria
Serviços
Total
Província de Niassa
337.235
15.288
53.080
405.603
83,1%
3,8%
13,1%
100,0%
Província de Cabo Delgado
584.853
22.489
62.908
670.250
87,3%
3,4%
9,4%
100,0%
Província de Nampula
1.219.450
65.872
185.191
1.470.513
82,9%
4,5%
12,6%
100,0%
Província da Zambézia
1.218.809
54.721
120.106
1.393.636
87,5%
3,9%
8,6%
100,0%
Província de Tete
546.888
26.468
72.829
646.185
84,6%
4,1%
11,3%
100,0%
Cinco Províncias
3.907.235
184.838
494.114
4.586.187
85,2%
4,0%
10,8%
100,0%
Outras Províncias
1.636.693
304.460
843.619
2.784.772
58,8%
10,9%
30,3%
100,0%
Moçambique
5.543.928
489.298
1.337.733
7.370.959
75,2%
6,6%
18,1%
100,0%
Texto do artigo, página 31: Fonte: INE
Texto do artigo, página 31: (2) Taxa de Desemprego
Texto do artigo, página 31: (2) Taxa de Desemprego
Texto do artigo, página 31: com excepção da Província de Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias
Texto do artigo, página 31: As taxas de desemprego por província em 2004/05 são mostradas na Tabela 3.2.8. Os números em todas as províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala,
Texto do artigo, página 31: Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias.
Texto do artigo, página 31: As taxas de desemprego por província em 2004/05 são mostradas na Tabela 3.2.8. Os números em todas as províncias relacionadas à Região do Corredor de Nacala, com excepção da Província de
Texto do artigo, página 31: Niassa, estão abaixo da média do país, que é de 18,7%. A taxa da Província de Niassa (31,7%) é consideravelmente alta em comparação com as taxas das outras províncias.
Texto do artigo, página 31: Tabela 3.2.8 Taxa de Desemprego por Província em 2004/5
Texto do artigo, página 31: Taxa de Desemprego (%) Província de Niassa 31,7
Texto do artigo, página 31: 8
Texto do artigo, página 31: Tabela 3.2.8 Taxa de Desemprego por Província em 2004/5
Texto do artigo, página 31: Província de Cabo Delgado
Taxa de10,9Desemprego (%)
Província ProvínciadedeNiassaNampula
31,7
15,7
Província de Cabo Delgado
Província da Zambézia Província de Tete
10,9
11,2 16,5
ProvínciaCinco Provínciasde Nampula
17,2 15,7
ProvínciaSubtotal dasda ZambéziaOutras Províncias
20,2 11,2
ProvínciaMoçambiquede Tete
18,7 16,5
CincoFonte:Províncias Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB)
2004-2005, INE, 2006 17,2
Subtotal das Outras Províncias
20,2
Moçambiquee Desigualdade
18,7
Província de Cabo Delgado
Taxa de10,9Desemprego (%)
Província ProvínciadedeNiassaNampula
31,7
15,7
Província de Cabo Delgado
Província da Zambézia Província de Tete
10,9
11,2 16,5
ProvínciaCinco Provínciasde Nampula
17,2 15,7
ProvínciaSubtotal dasda ZambéziaOutras Províncias
20,2 11,2
ProvínciaMoçambiquede Tete
18,7 16,5
CincoFonte:Províncias Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB)
2004-2005, INE, 2006 17,2
Subtotal das Outras Províncias
20,2
Moçambiquee Desigualdade
18,7
Texto do artigo, página 31: 3.2.4 Pobreza
Texto do artigo, página 31: Fonte: Inquérito Integrado à Força de Trabalho (IFTRAB) 2004-2005, INE, 2006
Texto do artigo, página 31: (1) Taxa de Pobreza
Texto do artigo, página 31: 3.2.4 Pobreza e Desigualdade
Texto do artigo, página 31: 3.2.4 Pobreza e Desigualdade
Texto do artigo, página 31: A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32% em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Nampula; e de 82% para 42% em Tete. O número na Zambézia subiu de 68% em 1997 para 71% em 2009.
Texto do artigo, página 31: (1) Taxa de Pobreza A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e
Texto do artigo, página 31: em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Nampula; e de 82% para 42% em Tete. O número na Zambézia subiu de 68% em 1997 para 71% em 2009.
Texto do artigo, página 31: (1) Taxa de Pobreza
Texto do artigo, página 31: 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32%
Texto do artigo, página 31: A taxa de pobreza diminuiu significativamente entre 1997 e 2009, excepto na Zambézia. Os índices foram: de 71% para 32% em Niassa; de 57% para 37% em Cabo Delgado; de 69% para 55% em Na 71% em
Texto do artigo, página 31: Tabela 3.2.9 Taxa de Pobreza por Província em Moçambique
Texto do artigo, página 31: Nampula; e de 82% para 42% 2009.
emTaxaTete.deOPobrezanúmero(%)na Z
ambéziaDiferençasubiunadeTaxa68%deemPobreza1997 para
1997
2003
2009
1997-2003
2003-2009
1997-2009
Província de Niassa
70,6
52,1
31,9
-18,5
-20,2
-38,7
Província de Cabo TabelaDelgado3.2.9
Taxa57,4 de
Pobreza63,2
por37,4Pro
víncia+5,8em M
oçambique-25,8
-20,0
Província de Nampula
68,9
52,6
54,7
-16,3
+2,1
-14,2
Província da Zambézia
68,1Tax
a de44,6Pobr
eza70,5(%)
-23,5 Dif
erença+25,9na Ta
xa de+2,4Pobreza
Província de Tete
82,31997
59,82003
42,02009
-22,51997-20
03 -17,82003-2
009-40,3
ProvínciaProvínciadedeNiassaManica
62,670,6
43,652,1
55,131,9
-19,0-18,5
+11,5 -20,
2 -7,5
ProvínciaProvínciadedeCaboSofalaDelgado
87,957,4
36,163,2
58,037,4
-51,8+5,8
+21,9 -25,
8 -29,9
ProvínciaProvínciadedeNampulaInhambane
82,668,9
80,752,6
57,954,7
-1,9-16,3
-22,8 +2,
1 -24,7
ProvínciaProvínciadadeZambéziaGaza
64,668,1
60,144,6
62,570,5
-4,5-23,5
+2,4 +25
,9 -2,1
ProvínciaProvínciadedeTeteMaputo
65,682,3
69,359,8
67,442,0
+3,7-22,5
-1,9 -17,
8 +1,8
Província de Manica
Cidade de Maputo
62,6
47,8
43,6
53,6
55,1
36,2
+5,8-19,0
+11
-17,4
,5
-11,6
Cinco Províncias
69,5
54,5
53,3
-15,0
-1,2
-13,2
ProvínciaOutras Provínciasde Sofala
69,387,9
53,736,1
57,058,0
-15,6-51,8
+3,3 +21
,9 -12,3
ProvínciaMoçambiquede Inhambane
69,482,6
54,180,7
54,757,9
-15,3-1,9
+0,6 -22,
8 -14,7
Nampula; e de 82% para 42% 2009.
emTaxaTete.deOPobrezanúmero(%)na Z
ambéziaDiferençasubiunadeTaxa68%deemPobreza1997 para
1997
2003
2009
1997-2003
2003-2009
1997-2009
Província de Niassa
70,6
52,1
31,9
-18,5
-20,2
-38,7
Província de Cabo TabelaDelgado3.2.9
Taxa57,4 de
Pobreza63,2
por37,4Pro
víncia+5,8em M
oçambique-25,8
-20,0
Província de Nampula
68,9
52,6
54,7
-16,3
+2,1
-14,2
Província da Zambézia
68,1Tax
a de44,6Pobr
eza70,5(%)
-23,5 Dif
erença+25,9na Ta
xa de+2,4Pobreza
Província de Tete
82,31997
59,82003
42,02009
-22,51997-20
03 -17,82003-2
009-40,3
ProvínciaProvínciadedeNiassaManica
62,670,6
43,652,1
55,131,9
-19,0-18,5
+11,5 -20,
2 -7,5
ProvínciaProvínciadedeCaboSofalaDelgado
87,957,4
36,163,2
58,037,4
-51,8+5,8
+21,9 -25,
8 -29,9
ProvínciaProvínciadedeNampulaInhambane
82,668,9
80,752,6
57,954,7
-1,9-16,3
-22,8 +2,
1 -24,7
ProvínciaProvínciadadeZambéziaGaza
64,668,1
60,144,6
62,570,5
-4,5-23,5
+2,4 +25
,9 -2,1
ProvínciaProvínciadedeTeteMaputo
65,682,3
69,359,8
67,442,0
+3,7-22,5
-1,9 -17,
8 +1,8
Província de Manica
Cidade de Maputo
62,6
47,8
43,6
53,6
55,1
36,2
+5,8-19,0
+11
-17,4
,5
-11,6
Cinco Províncias
69,5
54,5
53,3
-15,0
-1,2
-13,2
ProvínciaOutras Provínciasde Sofala
69,387,9
53,736,1
57,058,0
-15,6-51,8
+3,3 +21
,9 -12,3
ProvínciaMoçambiquede Inhambane
69,482,6
54,180,7
54,757,9
-15,3-1,9
+0,6 -22,
8 -14,7
Texto do artigo, página 31: a 1997-2009 Pro -38,7 Pro -20,0 Pro -14,2 Pro +2,4 Pro -40,3 Pro -7,5 Pro -29,9 Pro -24,7 Província de Gaza 64,6 60,1 62,5 -4,5 +2,4 -2,1 Província de Maputo 65,6 69,3 67,4 +3,7 -1,9 +1,8 Cidade de Maputo 47,8 53,6 36,2 +5,8 -17,4 -11,6 Cinco Províncias 69,5 54,5 53,3 -15,0 -1,2 -13,2 Outras Províncias 69,3 53,7 57,0 -15,6 +3,3 -12,3 Moçambique 69,4 54,1 54,7 -15,3 +0,6 -14,7
Texto do artigo, página 31: Fonte: MPD/DNEAP com base nas IOF1997, IAF2003 e IOF2009
Texto do artigo, página 31: (2) Desigualdade
Texto do artigo, página 31: (2) Desigualdade
Texto do artigo, página 31: os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.
Texto do artigo, página 31: O coeficiente de Gini 1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia,
Texto do artigo, página 31: O coeficiente de Gini1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia, os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.
Texto do artigo, página 31: Fonte: MPD/DNEAP com base nas IOF1997, IAF2003 e IOF2009
Texto do artigo, página 31: (2) Desigualdade
Texto do artigo, página 31: O coeficiente de Gini1, um indicador para medir a distribuição de renda, mostrou tendências mistas de expansão e redução na disparidade. Nas Províncias de Niassa, Nampula e Zambézia, os coeficientes subiram indicando que houve um aumento na disparidade de renda, enquanto os números em Cabo Delgado e Tete diminuíram e mostraram que a disparidade de renda apresentou um declínio na região.
Texto do artigo, página 31: 1 Um índice de Gini 0 representa igualdade perfeita, e um índice de Gini 1, desigualdade perfeita.
Texto do artigo, página 31: 1 Um índice de Gini 0 representa igualdade perfeita, e um índice de Gini 1, desigualdade perfeita.
Texto do artigo, página 32: Tabela 3.2.10 Coeficiente de Gini por Província em Moçambique
Texto do artigo, página 32: 2003
2008
Diferença entre 2003 e 2008
Província de Niassa
0,357
0,427
+0,070
Província de Cabo Delgado
0,445
0,347
-0,098
Província de Nampula
0,361
0,419
+0,058
Província da Zambézia
0,351
0,365
+0,014
Província de Tete
0,399
0,323
-0,076
Província de Manica
0,400
0,345
-0,055
Província de Sofala
0,427
0,456
+0,029
Província de Inhambane
0,443
0,383
-0,060
Província de Gaza
0,406
0,427
+0,021
Província de Maputo
0,433
0,387
-0,046
Cidade de Maputo
0,524
0,512
-0,012
Cinco Províncias
0,383
0,376
-0,006
Outras Províncias
0,439
0,418
-0,021
Moçambique
0,415
0,414
-0,001
2003
2008
Diferença entre 2003 e 2008
Província de Niassa
0,357
0,427
+0,070
Província de Cabo Delgado
0,445
0,347
-0,098
Província de Nampula
0,361
0,419
+0,058
Província da Zambézia
0,351
0,365
+0,014
Província de Tete
0,399
0,323
-0,076
Província de Manica
0,400
0,345
-0,055
Província de Sofala
0,427
0,456
+0,029
Província de Inhambane
0,443
0,383
-0,060
Província de Gaza
0,406
0,427
+0,021
Província de Maputo
0,433
0,387
-0,046
Cidade de Maputo
0,524
0,512
-0,012
Cinco Províncias
0,383
0,376
-0,006
Outras Províncias
0,439
0,418
-0,021
Moçambique
0,415
0,414
-0,001
Texto do artigo, página 32: Fonte: DNEAP, 2010, “Understanding Poverty and Well-being Mozambique: Third National Poverty Assessment”, MPD
Texto do artigo, página 32: 3.3 Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala A maior cidade na Região do Corredor de Nacala é Nampula,
Texto do artigo, página 32: 3.3 Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 32: uma população superior a 500 mil habitantes. A Figura 3.3.1 mostra as populações de Blantyre com 661 mil; Lilongwe, 669 mil; Lusaka, 1,7 milhão; e Harare, 1,4 milhão de habitantes. A população da Cidade de Chipata, na Zâmbia, localizada próxima da fronteira com Malawi, é de 117 mil habitantes.
Texto do artigo, página 32: com 484 mil habitantes em 2007, seguida por Nacala, com 212 mil, e por Tete, com 158 mil. Nos países vizinhos adjacentes à Região do Corredor de Nacala, há muitas cidades grandes com
Texto do artigo, página 32: A maior cidade na Região do Corredor de Nacala é Nampula, com 484 mil habitantes em 2007, seguida por Nacala, com 212 mil, e por Tete, com 158 mil. Nos países vizinhos adjacentes à Região do Corredor de Nacala, há muitas cidades grandes com uma população superior a 500 mil habitantes. A Figura 3.3.1 mostra as populações de Blantyre com 661 mil; Lilongwe, 669 mil; Lusaka, 1,7 milhão; e Harare, 1,4 milhão de habitantes. A população da Cidade de Chipata, na Zâmbia, localizada próxima da fronteira com Malawi, é de 117 mil habitantes.
Texto do artigo, página 32: N 0 50 100 200 300
Tanzania
Zambia
Malawi
Zimbabwe
Moçambique
Fonte: Cidades em Moçambique: Censo Geral da População e Habitação de Moçambique 2007, INE
Cidades em Malawi: Censo Geral da População e Habitação de Malawi 2008, NSO
Cidades em Zâmbia: Censo Geral da População e Habitação da Zâmbia 2010, Escritório Central de Estatísticas
Cidades em Zimbabwe: Censo Geral da População e Habitação do Zimbabwe 2012, Escritório Nacional de Estatísticas do Zimbabwe
Cidades na Tanzânia: Censo Geral da População e Habitação da Tanzânia 2012, Departamento Nacional de Estatísticas
Figura 3.3.1 Principais Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala e Países Vizinhos
Texto do artigo, página 32: mais de 1 milhão 500 mil a 1 milhão
Texto do artigo, página 32: 400 a 500 mil 200 a 400 mil 100 a 200 mil 20 a 100 mil
Texto do artigo, página 32: Fonte: Cidades em Moçambique; Censo Geral da População e Habitação de Moçambique 2007, INE Cidades em Malawi; Censo Geral da População e Habitação de Malawi 2008, NSO Cidades na Zâmbia; Censo Geral da População e Habitação da Zâmbia 2010, Escritório Central de Estatísticas Cidades no Zimbabwe; Censo Geral da População e Habitação do Zimbabwe 2012, Escritório Nacional de Estatísticas do Zimbabwe Cidades na Tanzânia; Censo Geral da População e Habitação da Tanzania 2012, Departamento Nacional de Estatísticas
Texto do artigo, página 32: Figura 3.3.1 Principais Centros Urbanos na Região do Corredor de Nacala e Países Vizinhos
Texto do artigo, página 32: Conforme mostrado na Tabela 3.3.1, o total da população urbana nas cinco províncias aumentou de 1,2 milhão em 1997 para 1,9 milhão em 2007, num crescimento de 4,8% por ano, em média. Como a taxa de crescimento anual da população nas áreas rurais no mesmo período foi de 3,2%, enquanto a taxa de urbanização subiu de 20,3% em 1997 para 21,6% em 2007.
Texto do artigo, página 32: Conforme mostrado na Tabela 3.3.1, o total da população urbana nas cinco províncias aumentou de 1,2 milhão em 1997 para 1,9 milhão em 2007, num crescimento de 4,8% por ano, em média. Como a taxa de crescimento anual da população nas áreas rurais no mesmo período foi de 3,2%, enquanto a taxa de urbanização subiu de 20,3% em 1997 para 21,6% em 2007.
Texto do artigo, página 32: A taxa de crescimento mais alta da população urbana, de 12,6% por ano, foi registada no Distrito de Nacala-à-Velha entre 1997 e 2007, seguido pelo Distrito de Mocuba, da Província da Zambézia, com 12% por ano. O crescimento da população urbana em outras áreas foi mais brando, variando entre 2,7% e 5,6% por ano.
Texto do artigo, página 32: A taxa de crescimento mais alta da população urbana, de 12,6% por ano, foi registada no Distrito de Nacala-à-Velha entre 1997 e 2007, seguido pelo Distrito de Mocuba, da Província da Zambézia, com 12% por ano. O crescimento da população urbana em outras áreas foi mais brando, variando entre 2,7% e 5,6% por ano.