Resolução n.º 44/2016

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Resolução n.º 44/2016

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Texto do artigo · p. 74 Unidade: 1.000 Milhões de Toneladas
Texto do artigo · p. 74 Cais/Terminal Privado
Texto do artigo · p. 74 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 74 Figura 5.3.2 Localização e Quantidade da Carga Manuseada nos Portos de Moçambique
Texto do artigo · p. 74 5.3.2 Porto de Nacala
Texto do artigo · p. 74 (1) Visão Geral
Texto do artigo · p. 75 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1073)
Texto do artigo · p. 75 5.3.2 Porto de Nacala
Texto do artigo · p. 75 e desenvolvimento da ZEE de Nacala. O Porto de Nacala, por ter a vantagem da profundidade das águas e por ser o segundo porto mais profundo do sudeste da África, contribui principalmente para a movimentação da carga no norte de Moçambique. Este porto também possui um grande potencial para o desenvolvimento de cais profundos sem grandes obras de dragagem.
Texto do artigo · p. 75 (1) Visão Geral
Texto do artigo · p. 75 O Porto de Nacala está localizado na baía de Nacala, na Província de Nampula, que é a mais populosa de Moçambique. Este porto localiza-se a cerca de 1.500km a nordeste de Maputo, 850km a nordeste da Beira e 860km a sul de Dar-es-Salaam. Localiza-se na costa leste da Baía de Nacala e é um porto natural de águas profundas. Um novo terminal de carvão em planificação pela Vale será construído na margem oposta, perto de Nacala-àVelha, onde a água está a 20m de profundidade.
Texto do artigo · p. 75 Actualmente, o volume de carga de trânsito de/para Malawi é pequeno devido às más condições do Corredor de Nacala, mas se espera que a quantidade venha a aumentar com a melhoria do Corredor através dos projectos em curso e em perspectiva. Além disso, espera-se que o desenvolvimento planeado e a expansão dos projectos de exploração do carvão na Província de Tete possam trazer um grande volume de carga ao Porto de Nacala. Juntamente aos outros projectos de transporte planificados para o Corredor de Nacala, o Porto de Nacala espera aumentar o seu volume de carga movimentada de forma significativa, e como resultado, contribuirá para a economia regional.
Texto do artigo · p. 75 O desenvolvimento das províncias do norte constitui uma das estratégias prioritárias do Governo de Moçambique, e uma série de projectos de desenvolvimento industrial está em curso ou em planificação, tais como, os de desenvolvimento agrícola em Nampula, desenvolvimento florestal em Niassa
Texto do artigo · p. 75 melhoria do Corredor através dos projectos em curso e em perspectiva. Além disso, espera-se que o desenvolvimento planeado e a expansão dos projectos de exploração do carvão na Província de Tete possam trazer um grande volume de carga ao Porto de Nacala. Juntamente aos outros projectos de transporte planificados para o Corredor de Nacala, o Porto de Nacala espera aumentar o seu volume de carga movimentada de forma significativa, e como resultado, contribuirá para a economia regional.
Texto do artigo · p. 75 Ministério de Moçambique, Canal de Porto de Nacala -Linha de contorno de 20m de profundidade Imagem do Google Earth de 2014 Porto de Nacala
Ministério de Moçambique, Canal de Porto de Nacala -Linha de contorno de 20m de profundidadeImagem do Google Earth de 2014 Porto de Nacala
Texto do artigo · p. 75 Porto de Nacala Ministério de Moçambique, Canal de Moçambique, Porto de Nacala, 49611-M
Texto do artigo · p. 75 Porto de Nacala Imagem Landsat Imagem do Google Earth de 2014
Texto do artigo · p. 75 Moçambique, Porto de Nacala, 49611-M
Texto do artigo · p. 75 Fonte: Carta de Navegação e Google Earth
Texto do artigo · p. 75 Figura 5.3.3 Baía de Nacala
Texto do artigo · p. 75 Terminal de carvão em obras de construção (Vale) Terminal de petróleo Cais do norte (Carga geral) Cais do sul (Contentor/Granel) 1000 m © DigitalGlobe Google
Texto do artigo · p. 75 Terminal de petróleo
Texto do artigo · p. 75 Terminal de carvão em obras de construção (Vale)
Texto do artigo · p. 75 Cais do norte (Carga geral)
Texto do artigo · p. 75 Cais do sul (Contentor/Granel)
Texto do artigo · p. 75 Fonte: Google Earth 2014
Texto do artigo · p. 75 Figura 5.3.4 Porto de Nacala
Texto do artigo · p. 75 15
Texto do artigo · p. 76 O Porto de Nacala consiste nos cais do sul e do norte com um terminal de contentores, um cais de carga geral, um cais de carga a granel, armazéns, uma instalação de tratamento da carga a granel líquida e uma rampa ferroviária. O cais do norte apresenta uma extensão de 620m da qual a parte do norte serve para o tratamento do granel líquido. Um gasoduto de 4km liga o terminal aos tanques de armazenamento. A parte norte do cais, de 312,5m, apresenta uma profundidade de água de 10m, e é usada para a atracação de petroleiros, graneleiros (para fertilizantes e gesso) e para embarcações convencionais. A parte restante do cais do norte apresenta uma profundidade de 7,5m para a atracação, principalmente, de navios convencionais que movimentam a carga geral. O cais do sul tem a extensão de 372m e tem a capacidade para ancorar dois porta-contentores ao mesmo tempo. Os graneleiros de grande escala são ocasionalmente atracados no cais do sul, uma vez que este apresenta uma profundidade de 14m. As especificações e a capacidade dos cais são indicadas na Tabela 5.3.1: Tabela 5.3.1 Especificações e Capacidade dos Cais do Sul e do Norte Item Cais do Norte Cais do Sul Extensão do Cais 620m (4 cais) 372m (2 cais) Calado 10m (312,5m) 7,5m (307,5m) 14m Tipo de Carga Carga geral Contentor/a Granel Capacidade de Manuseio 2,4 milhões de toneladas/ano 124.000 TEU Armazéns 8 Armazéns (50.000 toneladas cada) - Armazém de Contentores - 4.982 TEU 48 Reefer plugs Equipamento 4 Guindastes Eléctricos de Cais 3 Pás Carregadoras 3 Empilhadores (2,5 a 3,0 t) 4 Reachstackers (45 t) 3 Toplifters (45 t) 1 Sidelifter (9 t) 1 RMG (25 t) Fonte: CDN (3) Quantidade Tratada de Carga e Transporte Marítimo
ItemCais do NorteCais do Sul
Extensão do Cais620m (4 cais)372m (2 cais)
Calado10m (312,5m) 7,5m (307,5m)14m
Tipo de CargaCarga geralContentor/a Granel
Capacidade de Manuseio2,4 milhões de toneladas/ano124.000 TEU
Armazéns8 Armazéns (50.000 toneladas cada)-
Armazém de Contentores-4.982 TEU 48 Reefer plugs
Equipamento4 Guindastes Eléctricos de Cais 3 Pás Carregadoras 3 Empilhadores (2,5 a 3,0 t)4 Reachstackers (45 t) 3 Toplifters (45 t) 1 Sidelifter (9 t) 1 RMG (25 t)
Texto do artigo · p. 76 (2) Instalações Portuárias e Capacidade de Movimentação de Carga
Texto do artigo · p. 76 10m, e é usada para a atracação de petroleiros, graneleiros (para fertilizantes e gesso) e para embarcações convencionais. A parte restante do cais do norte apresenta uma profundidade de 7,5m para a atracação, principalmente, de navios convencionais que movimentam a carga geral.
Texto do artigo · p. 76 O Porto de Nacala consiste nos cais do sul e do norte com um terminal de contentores, um cais de carga geral, um cais de carga a granel, armazéns, uma instalação de tratamento da carga a granel líquida e uma rampa ferroviária.
Texto do artigo · p. 76 O cais do sul tem a extensão de 372m e tem a capacidade para ancorar dois porta-contentores ao mesmo tempo. Os graneleiros de grande escala são ocasionalmente atracados no cais do sul, uma vez que este apresenta uma profundidade de 14m.
Texto do artigo · p. 76 O cais do norte apresenta uma extensão de 620m da qual a parte do norte serve para o tratamento do granel líquido. Um gasoduto de 4km liga o terminal aos tanques de armazenamento. A parte norte do cais, de 312,5m, apresenta uma profundidade de água de
Texto do artigo · p. 76 As especificações e a capacidade dos cais são indicadas na Tabela 5.3.1:
Texto do artigo · p. 76 (3) Quantidade Tratada de Carga e Transporte Marítimo
Texto do artigo · p. 76 milho, fertilizantes, sucatas, máquinas, açúcar, gesso, cimento, arroz e peixe congelado. A evolução dos modos de transporte e das principais mercadorias movimentadas é indicada na Tabela 5.3.2.
Texto do artigo · p. 76 1) Quantidade Tratada de Carga
Texto do artigo · p. 76 1) Quantidade Tratada de Carga
Texto do artigo · p. 76 De acordo com as estatísticas do CDN, o Porto de Nacala movimentou 1.557.000 toneladas em 2011, contra as 1.376.000 toneladas no mesmo período em 2010, o que mostra um crescimento aproximado de 13%. A carga em contentor também aumentou, com uma taxa de crescimento aproximado em 20% para o período entre 2009 e 2010. Os principais itens que compõem a carga geral são o combustível, clínquer, trigo a granel,
Texto do artigo · p. 76 De acordo com as estatísticas do CDN, o Porto de Nacala movimentou 1.557.000 toneladas em 2011, contra as 1.376.000 toneladas no mesmo período em 2010, o que mostra um crescimento aproximado de 13%. A carga em contentor também aumentou, com uma taxa de crescimento aproximado em 20% para o período entre 2009 e 2010. Os principais itens que compõem a carga geral são o combustível, clínquer, trigo a granel, milho, fertilizantes, sucatas, máquinas, açúcar, gesso, cimento, arroz e peixe congelado. A evolução dos modos de transporte e das principais mercadorias movimentadas é indicada na Tabela 5.3.2.
Texto do artigo · p. 76 Mais de 95% da carga é de proveniência internacional, o que significa que a carga interna ocupa apenas 5% da carga total. A importação é maior que a exportação em termos de volume. O transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a exportação e a importação.
Texto do artigo · p. 76 importação.
Texto do artigo · p. 76 Mais de 95% da carga é de proveniência internacional, o que significa que a carga interna ocupa apenas termos de volume. O t exportação e a
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Texto do artigo · p. 76 5% da carga total. A importação é maior que a exportação em Cargo Total Container Total transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a
5% da carga total. A importação é maior que a exportação em
Cargo Total Container Total transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a
Texto do artigo · p. 76 100,000
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Texto do artigo · p. 76 TotaldeCargas(1,000toneladas)
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Texto do artigo · p. 76 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Year
Texto do artigo · p. 76 Ano
Texto do artigo · p. 76 Fonte: CDN
Texto do artigo · p. 76 Figura 5.3.5 Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala
Texto do artigo · p. 76 Tabela 5.3.2 Detalhes da Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala (2010 e 2011)
Texto do artigo · p. 76 Carga Interna Carga Internacional Trânsit - Malawi Transbordo e Transferência
Carga InternaCarga InternacionalTrânsit - MalawiTransbordo e Transferência
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Texto do artigo · p. 77 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Year
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Texto do artigo · p. 77 Fonte: CDN
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Texto do artigo · p. 77 Figura 5.3.5 Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala
Texto do artigo · p. 77 Tabela 5.3.2 Detalhes da Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala (2010 e 2011)
Texto do artigo · p. 77 Carga Interna Carga Internacional Trânsit - Malawi Transbordo e Transferência Item 2010 2011 Item 2010 2011 Item 2010 2011 Item 2010 2011 Carregamento (27,0) (29,6) Exportação (335,8) (333,2) Carregamento (48,9) (88,8) Transbordo (99,8) (138,8) Óleo 19,7 25,4 Milho 29,0 Contentor 40,7 74,4 Contentor 99,8 113,8 Contentor 7,3 4,2 Sucata Metálica 8,0 3,0 Açúcar 8,2 6,1 Trigo 0,0 25,0 Contentor 327,8 301,2 Sucata Metálica 0,0 8,3 Descarregamento (25,7) (8,5) Importação (654,4) (811,8) Descarregamento (185,0) (125,6) Transferência (0,0) (23,2) Combustível 3,0 0,7 Óleo 132,3 166,9 Óleo 12,3 0,0 Contentor 0,0 23,2 Contentor 21,4 7,8 Arroz 9,8 4,2 Fertilizantes 36,9 14,3 Diversos 1,3 0,0 Trigo 63,0 59,1 Óleo de Soja 0,0 2,7 Óleo de Soja 0,0 2,0 Trigo 97,6 70,9 Óleo de Palma 49,8 66,9 Contentor 38,2 37,7 Peixa Congelado 1,7 1,2 Material de Gesso 2,4 5,5 Clínquer 158,5 134,9 Cimento 4,6 5,0 Maquinaria 0,8 6,3 Contentor 229,5 359,2 Diversos 2,0 0,6 Total (52,7) (38,1) Total (990,2) (1.145,0) Total (233,9) (214,4) Total (99,8) (162,0) Total Geral 2010 1.376,6 (Unid.: x 1.000 toneladas) Total Geral 2011 1.559,5
Carga InternaCarga InternacionalTrânsit - MalawiTransbordo e Transferência
Item20102011Item20102011Item20102011Item20102011
Carregamento(27,0)(29,6)Exportação(335,8)(333,2)Carregamento(48,9)(88,8)Transbordo(99,8)(138,8)
Óleo19,725,4Milho29,0Contentor40,774,4Contentor99,8113,8
Contentor7,34,2Sucata Metálica8,03,0Açúcar8,26,1Trigo0,025,0
Contentor327,8301,2Sucata Metálica0,08,3
Descarregamento(25,7)(8,5)Importação(654,4)(811,8)Descarregamento(185,0)(125,6)Transferência(0,0)(23,2)
Combustível3,00,7Óleo132,3166,9Óleo12,30,0Contentor0,023,2
Contentor21,47,8Arroz9,84,2Fertilizantes36,914,3
Diversos1,30,0Trigo63,059,1Óleo de Soja0,02,7
Óleo de Soja0,02,0Trigo97,670,9
Óleo de Palma49,866,9Contentor38,237,7
Peixa Congelado1,71,2
Material de Gesso2,45,5
Clínquer158,5134,9
Cimento4,65,0
Maquinaria0,86,3
Contentor229,5359,2
Diversos2,00,6
Total(52,7)(38,1)Total(990,2)(1.145,0)Total(233,9)(214,4)Total(99,8)(162,0)
Total Geral 20101.376,6(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 20111.559,5
Texto do artigo · p. 77 Fonte: CFM
Texto do artigo · p. 77 2) Transporte Marítimo
Texto do artigo · p. 77 2) Transporte Marítimo
Texto do artigo · p. 77 Em 2011, o Porto de Nacala teve 287 entradas de embarcações, número este que inclui 155 porta-contentores e 23 graneleiros (ambos internacionais). As viagens internacionais e internas cresceram mais de 4% em 2011. O terminal teve 78 entradas de petroleiros, incluindo viagens internas. Desde 2011, o número de graneleiros internacionais aumentou mais de 53% comparado com o ano de 2010. O registo das entradas por tipo de viagem é ilustrado na
Texto do artigo · p. 77 Em 2011, o Porto de Nacala teve 287 entradas de embarcações, número este que inclui 155 porta-contentores e 23 graneleiros (ambos internacionais). As viagens internacionais e internas cresceram mais de 4% em 2011. O terminal teve 78 entradas de petroleiros, incluindo viagens internas. Desde 2011, o número de graneleiros internacionais aumentou mais de 53% comparado com o ano de 2010. O registo das entradas por tipo de viagem é ilustrado na Tabela 5.3.3:
Texto do artigo · p. 77 Tabela 5.3.3 Registo de Entradas de Embarcações por Tipo de Viagem
Texto do artigo · p. 77 Tab elaEmbarcação5.3.3: 2010 2011 Taxa de Aumento 1 Nacional 25 26 4% 1.1 Carga Geral 1 0 -100% 1.2 Porta-Contentor 0 0 0% 1.3 Outros 0 0 0% 1.4 Petroleiro 24 26 8% 2 Internacional 249 261 5% 2.1 Carga Geral 24 18 -25% 2.2 Graneleiro 15 23 53% 2.3 Outros 8 10 25% 2.4 Pesqueira 5 3 -40% 2.5 Porta-Contentor 145 155 7% 2.6 Petroleiro 52 52 0% Total 274 287 5%
TabelaEmbarcação5.3.3:20102011Taxa de Aumento
1Nacional25264%
1.1Carga Geral10-100%
1.2Porta-Contentor000%
1.3Outros000%
1.4Petroleiro24268%
2Internacional2492615%
2.1Carga Geral2418-25%
2.2Graneleiro152353%
2.3Outros81025%
2.4Pesqueira53-40%
2.5Porta-Contentor1451557%
2.6Petroleiro52520%
Total2742875%
Texto do artigo · p. 77 17
Texto do artigo · p. 77 Fonte : Relatório Anual do CDN 2011
Texto do artigo · p. 77 5.3.3 Porto de Pemba
Texto do artigo · p. 77 (1) Visão Geral
Texto do artigo · p. 77 O Porto de Pemba é localizado a 200km a norte do Porto de Nacala. O CFM tem sido directamente responsável pela operação e gestão do porto. O Porto de Pemba está devidamente protegido na parte interna da Baía de Pemba e tem uma profundidade de água de cerca de 20m, incluindo o canal de acesso ao porto.
Texto do artigo · p. 77 COSTA LESTE DE ÁFRICA– PLANTAS EM MOÇAMBIQUE das Cartas de Moçambique e dos EUA a 1986, 61182 Porto de Pemba Linha de contorno de 200m de profundidade Imagem de Google Earth de 2014 Porto de Pemba
COSTA LESTE DE ÁFRICA– PLANTAS EM MOÇAMBIQUE das Cartas de Moçambique e dos EUA a 1986, 61182 Porto de Pemba Linha de contorno de 200m de profundidadeImagem de Google Earth de 2014 Porto de Pemba
Texto do artigo · p. 77 Porto de Pemba contorno de 20m de profundidade
Texto do artigo · p. 77 Porto de Pemba
Texto do artigo · p. 77 Fonte: Cartas de Navegação e Google Earth
Texto do artigo · p. 77 Figura 5.3.6 Baía de Pemba
Texto do artigo · p. 77 (2) Instalações Portuárias e Capacidade de Movimentação de Carga
Texto do artigo · p. 78 (2) Instalações Portuárias e Capacidade de Movimentação de Carga
Texto do artigo · p. 78 O porto dispõe de um armazém (1.700m2), um pátio de contentores (que está a ser expandido a 7.000m2) e empilhadeiras para o carregamento e descarregamento de contentores no pátio. Não há nenhum guindaste de cais instalado.
Texto do artigo · p. 78 79m. A ponte-cais foi construída em 1957 e remodelada em 1996, e mesmo assim, os materiais de reforço estão parcialmente deteriorados.
Texto do artigo · p. 78 A estrutura (layout) das instalações portuárias estão ilustradas na Figura 5.3.7. O porto possui apenas uma ponte-cais cuja extensão e largura são de 185m e 70m respectivamente. A profundidade das águas ao longo da ponte-cais é de 7,5m (12m durante a maré alta). A diferença entre os níveis da maré é de 4,4m. A ponte-cais é ligada à terra por uma ponte de 79m. A ponte-cais foi construída em 1957 e remodelada em 1996, e mesmo assim, os materiais de reforço estão parcialmente deteriorados.
Texto do artigo · p. 78 O porto dispõe de um armazém (1.700m2), um pátio de contentores (que está a ser expandido a 7.000m2) e empilhadeiras para o carregamento e descarregamento de contentores no pátio. Não há nenhum guindaste de cais instalado.
Texto do artigo · p. 78 Além disso, a Bolloré, uma das empresas que actua na exploração offshore de gás, construiu uma ponte-cais para os barcos de serviço que trabalham para os equipamentos de perfuração/plataformas offshore (com 120m de comprimento e 40m de via de acesso).
Texto do artigo · p. 78 Além disso, a Bolloré, uma das empresas que actua na exploração offshore de gás, construiu uma ponte-cais para os barcos de serviço que trabalham para os equipamentos de perfuração/plataformas offshore (com 120m de comprimento e 40m de via de acesso).
Texto do artigo · p. 78 Pátio de Contentores Terminal do CFM Ponte-cais da Bolloré 12 ha Imagem © 2014 CNES / Astrium Google Earth
Texto do artigo · p. 78 Pátio de Contentores
Texto do artigo · p. 78 Terminal do CFM
Texto do artigo · p. 78 Ponte-cais da Bolloré
Texto do artigo · p. 78 Fonte: Google Earth 2014
Texto do artigo · p. 78 Figura 5.3.7 Porto de Pemba
Texto do artigo · p. 78 Em 2011, um total de 65 embarcações de carga comercial entraram no porto, todas de carga geral, excepto três petroleiros. Para além disso, a entrada de outras embarcações relativas ao projecto de exploração do gás na bacia de Rovuma tem crescido recentemente.
Texto do artigo · p. 78 Em 2011, um total de 65 embarcações de carga comercial entraram no porto, todas de carga geral, excepto três petroleiros. Para além disso, a entrada de outras embarcações relativas ao projecto de exploração do gás na bacia de Rovuma tem crescido recentemente.
Texto do artigo · p. 78 e 50.826, a carga não contentorizada. A carga internacional constitui a maioria, ocupando mais de 80%. A taxa de crescimento registada entre 2010 e 2011 foi de 29% devido ao aumento da exportação de madeira e da importação relativa à exploração de gás. O registo das mercadorias de carga bem como o peso movimentado são indicados na Tabela 5.3.4:
Texto do artigo · p. 78 A quantidade de carga manuseada cresceu para 169.659 toneladas, das quais 118.833 representam a carga em contentor e 50.826, a carga não contentorizada. A carga internacional constitui a maioria, ocupando mais de 80%. A taxa de crescimento registada entre 2010 e 2011 foi de 29% devido ao aumento da exportação de madeira e da importação relativa à exploração de gás. O registo das mercadorias de carga bem como o peso movimentado são indicados na Tabela 5.3.4:
Texto do artigo · p. 78 A quantidade de carga manuseada cresceu para 169.659 toneladas, das quais 118.833 representam a carga em contentor
Texto do artigo · p. 78 Tabela 5.3.4 Detalhes da Quantidade da Carga Manuseada no Porto de Pemba (2010 e 2011)
Texto do artigo · p. 78 Carga Interna Carga Internacional Item 2010 2011 Item 2010 2011 Carregamento (23,4) (18,9) Exportação (65,2) (89,3) Contentor 3,3 0,8 Contentor 65,2 88,8 Diversos 20,1 18,1 Diversos 0,0 0,5 Descarregamento (13,1) (10,4) Importação (29,2) (51,2) Combustível 4,9 3,3 Contentor 22,3 26,3 Contentor 0,6 0,8 Transporte M. 0,0 0,1 Diversos 7,6 6,3 Diversos 6,9 24,8 Total (36,5) (29,3) Total (94,4) (140,5) Total Geral 2010 130,9 (Unid.: x 1.000 toneladas) Total Geral 2011 169,8
Carga InternaCarga Internacional
Item20102011Item20102011
Carregamento(23,4)(18,9)Exportação(65,2)(89,3)
Contentor3,30,8Contentor65,288,8
Diversos20,118,1Diversos0,00,5
Descarregamento(13,1)(10,4)Importação(29,2)(51,2)
Combustível4,93,3Contentor22,326,3
Contentor0,60,8Transporte M.0,00,1
Diversos7,66,3Diversos6,924,8
Total(36,5)(29,3)Total(94,4)(140,5)
Total Geral 2010130,9(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011169,8
Texto do artigo · p. 78 Tabela 5.3.4 Detalhes da Quantidade da Carga Manuseada no Porto de Pemba (2010 e 2011) Carga Interna Carga Internacional Item 2010 2011 Item 2010 2011 Carregamento (23,4) (18,9) Exportação (65,2) (89,3) Contentor 3,3 0,8 Contentor 65,2 88,8 Diversos 20,1 18,1 Diversos 0,0 0,5 Descarregamento (13,1) (10,4) Importação (29,2) (51,2) Combustível 4,9 3,3 Contentor 22,3 26,3 Contentor 0,6 0,3 Transporte M. 0,0 0,1 Diversos 7,6 6,8 Diversos 6,9 24,8 Total (36,5) (29,3) Total (94,4) (140,5) Total Geral 2010 130,9 (Unid.: x 1.000 toneladas) Total Geral 2011 169,8 Fonte: CFM
Carga InternaCarga Internacional
Item20102011Item20102011
Carregamento(23,4)(18,9)Exportação(65,2)(89,3)
Contentor3,30,8Contentor65,288,8
Diversos20,118,1Diversos0,00,5
Descarregamento(13,1)(10,4)Importação(29,2)(51,2)
Combustível4,93,3Contentor22,326,3
Contentor0,60,3Transporte M.0,00,1
Diversos7,66,8Diversos6,924,8
Total(36,5)(29,3)Total(94,4)(140,5)
Total Geral 2010130,9(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011169,8
Fonte: CFM
Texto do artigo · p. 78 19
Texto do artigo · p. 78 Fonte: CFM
Texto do artigo · p. 78 5.3.4 Porto de Palma
Texto do artigo · p. 78 5.3.4 Porto de Palma
Texto do artigo · p. 78 pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.
Texto do artigo · p. 78 (1) Visão Geral
Texto do artigo · p. 78 (1) Visão Geral
Texto do artigo · p. 78 O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos
Texto do artigo · p. 78 O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.
Texto do artigo · p. 78 Tanzania
Texto do artigo · p. 79 O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.
Texto do artigo · p. 79 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1077)
Texto do artigo · p. 79 COSTA LESTE DE ÁFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE, Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180 Porto de Palma Linha de contorno da profundidade de 200m Imagem de Google Earth 2014 Porto de Palma Tanzania Moçambique Pista para aeronaves
COSTA LESTE DE ÁFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE, Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180 Porto de Palma Linha de contorno da profundidade de 200mImagem de Google Earth 2014 Porto de Palma Tanzania Moçambique Pista para aeronaves
Texto do artigo · p. 79 Porto de Palma Linha de contorno da profundidade de 200m COSTA LESTE DE AFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE, Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180 Fonte: Cartas de Navegação e Google Earth
Texto do artigo · p. 79 Tanzania Moçambique Porto de Palma Pista para aeronaves Imagem de Google Earth 2014
Texto do artigo · p. 79 Fonte: Cartas de Navegação e Google Earth
Texto do artigo · p. 79 Figura 5.3.8 Baía de Palma
Texto do artigo · p. 79 Conforme apresentado na Figura 5.3.8, a baía é profunda no centro. A linha que contorna a profundidade de 100m estende-se para dentro do centro da baía, e as águas imediatamente se tornam menos profundas na direcção à extremidade da baía. A linha de contorno de 10m
Texto do artigo · p. 79 Conforme apresentado na Figura 5.3.8, a baía é profunda no centro. A linha que contorna a profundidade de 100m estende-se para dentro do centro da baía, e as águas imediatamente se tornam menos profundas na direcção à extremidade da baía. A linha de contorno de 10m estende-se muito próxima à extremidade da baía, a 100 a 200m da linha de costa. Uma povoação é localizada no extremo oeste da baía.
Texto do artigo · p. 79 Está previsto o desenvolvimento de um novo porto na zona superficial da costa sul (6.000ha), para onde a empresa PCD (Portos de Cabo Delgado) obteve o contrato de concessão. O contrato de concessão da área terrestre (7.000ha) em frente a essa área do novo porto foi firmado com as exploradoras de gás natural, para a construção de instalações de produção de GNL.
Texto do artigo · p. 79 estende-se muito próxima à extremidade da baía, a 100 a 200m da linha de costa. Uma povoação é localizada no extremo oeste da baía.
Texto do artigo · p. 79 20
Texto do artigo · p. 79 Está previsto o desenvolvimento de um novo porto na zona superficial da costa sul (6.000ha), para onde a empresa PCD (Portos de Cabo Delgado) obteve o contrato de concessão. O contrato de concessão da área terrestre (7.000ha) em frente a essa área do novo porto foi firmado com as exploradoras de gás natural, para a construção de instalações de produção de GNL.
Texto do artigo · p. 79 Baía de Palma Povoação Área Industrial de Gás BAIA DE TUNGUE ~10m ~20m MAR 5.000m
Texto do artigo · p. 79 -10m
Texto do artigo · p. 79 -20m
Texto do artigo · p. 79 -50m -100m -200m
Texto do artigo · p. 79 Baía de Palma
Texto do artigo · p. 79 Povoação
Texto do artigo · p. 79 Área Portuária sob
Texto do artigo · p. 79 Área Concessão Industrial de Gás
Texto do artigo · p. 79 5.000m
Texto do artigo · p. 79 Fonte: ENH
Texto do artigo · p. 79 Figura 5.3.9 Profundidade das Águas da Baía de Palma
Texto do artigo · p. 80 5.4 Recursos Hídricos
Texto do artigo · p. 80 5.4.1 Condições Actuais dos Recursos Hídricos
Texto do artigo · p. 80 5.4 Recursos Hídricos 5.4.1 Condições Actuais dos Recursos Hídricos
Texto do artigo · p. 80 (1) Clima
Texto do artigo · p. 80 pela proximidade ao mar e pela latitude. Existem duas estações distintas: a quente e húmida que vai de Novembro a Abril, e a outra fresca e seca que vai de Maio a Outubro. A precipitação anual pode variar dramaticamente de ano para ano. A precipitação média anual da Região do Corredor de Nacala é apresentada na Figura 5.4.1:
Texto do artigo · p. 80 O padrão climático é claramente caracterizado pela estação chuvosa bem marcada, e fortemente influenciado pela altitude, pela proximidade ao mar e pela latitude. Existem duas estações distintas: a quente e húmida que vai de Novembro a Abril, e a outra fresca e seca que vai de Maio a Outubro. A precipitação anual pode variar dramaticamente de ano para ano. A precipitação média anual da Região do Corredor de Nacala é apresentada na Figura 5.4.1:
Texto do artigo · p. 80 (1) Clima O padrão climático é claramente caracterizado pela estação
Texto do artigo · p. 80 chuvosa bem marcada, e fortemente influenciado pela altitude,
Texto do artigo · p. 80 Precipitação Média Anual (mm/ano)
Texto do artigo · p. 80 Precipitação Média (mm/ano) NIASSA NAMPULA CABO DELGADO Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 80 Legenda
Texto do artigo · p. 80 Região do Corredor de Nacala Fronteira Nacional Limite Provincial Capital Provincial Capital Distrital Estrada Linha Férrea Lago e Reservatório
Texto do artigo · p. 80 Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 80 Figura 5.4.1 Precipitação Média Anual da Região do Corredor de Nacala (mm/ano)
Texto do artigo · p. 80 (2) Extensão das Bacias e Gestão de Recursos Hídricos
Texto do artigo · p. 80 (2) Extensão das Bacias e Gestão de Recursos Hídricos As bacias hidrográficas são geridas pelas cinco Administrações
Texto do artigo · p. 80 As bacias hidrográficas são geridas pelas cinco Administrações Regionais de Águas, estabelecidas pela Lei de Águas de 1991:
Texto do artigo · p. 80 A Região do Corredor de Nacala abrange as áreas sob controlo da ARA-Norte e da ARA-Centro Norte, e a parte norte da jurisdição da ARA-Zambeze. A ARA-Norte administra a área estendida entre a fronteira do norte do país e o limite da bacia do Rio Lúrio, enquanto a ARA-Centro Norte é responsável pela área que vai desde a bacia do Rio Lúrio até ao limite nordeste da bacia do Rio Zambeze e à ARA-Zambeze compete a bacia do Rio Zambeze, conforme apresentado na Figura 5.4.2:
Texto do artigo · p. 80 Regionais de Águas, estabelecidas pela Lei de Águas de 1991:
Texto do artigo · p. 80  ARA-Norte (ARA-N)  ARA-Centro Norte (ARA-CN)  ARA-Zambeze (ARA-Z)  ARA-Centro (ARA-C)  ARA-Sul (ARA-S)
Texto do artigo · p. 80 • ARA-Norte (ARA-N) • ARA-Centro Norte (ARA-CN) • ARA-Zambeze (ARA-Z) • ARA-Centro (ARA-C) • ARA-Sul (ARA-S)
Texto do artigo · p. 80 A Região do Corredor de Nacala abrange as áreas sob controlo da ARA-Norte e da ARA-Centro Norte, e a parte norte da jurisdição da ARA-Zambeze. A ARA-Norte administra a área estendida entre a fronteira do norte do país e o limite da bacia do Rio Lúrio, enquanto a ARA-Centro Norte é responsável pela área que vai desde a bacia do Rio Lúrio até ao limite nordeste da bacia do Rio Zambeze e à ARA-Zambeze compete a bacia do Rio Zambeze, conforme apresentado na Figura 5.4.2:
Texto do artigo · p. 80 Bacia 39: Zambeze 41: Lúrio 47: Ligonha 50: Meluli 61: Monapo 63: Sanhute 68: Mecuburi 73: Lúrio 74: Megaruma 81: Montepuez 88: Messalo 95: Rovuma ARA-N ARA-Z ARA-CN
Texto do artigo · p. 80 Bacia
Texto do artigo · p. 80 22
Texto do artigo · p. 80 63: Sanhute
Texto do artigo · p. 80 63
Texto do artigo · p. 80 Figura 5.4.2 Áreas da Gestão das ARAs e Principais Bacias Hidrológicas da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 80 (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfica na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 80 Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um mau funcionamento apesar do facto de que o percentual oficial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.
Texto do artigo · p. 81 (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfica na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 81 Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um mau funcionamento apesar do facto de que o percentual oficial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.
Texto do artigo · p. 81 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1079)
Texto do artigo · p. 81 (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfi ca na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 81 mau funcionamento apesar do facto de que o percentual ofi cial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.
Texto do artigo · p. 81 Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um
Texto do artigo · p. 81 Foram seleccionadas as estações de observação a montante, no meio e a jusante de cada bacia para a verifi cação dos relatórios existentes.
Texto do artigo · p. 81 Foram seleccionadas as estações de observação a montante, no meio e a jusante de cada bacia para a verificação dos relatórios existentes.
Texto do artigo · p. 81 Tabela 5.4.1 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 81 Área Nº de Bacia da DNA Área Total das Bacias (km2) Estações Meteorológicas (DNA) Estações Hidrológicas (DNA) ARA-Norte 74 a 98 156.012 104 (96) (70) ARA-Centro Norte 40 a 73 e 99 a 104 187.100 361 (337) (140) ARA-Zambeze 39 140.000 330 (262) (129) Total - 483.112 795 (695) (339)
ÁreaNº de Bacia da DNAÁrea Total das Bacias (km2)Estações Meteorológicas (DNA)Estações Hidrológicas (DNA)
ARA-Norte74 a 98156.012104 (96)(70)
ARA-Centro Norte40 a 73 e 99 a 104187.100361 (337)(140)
ARA-Zambeze39140.000330 (262)(129)
Total-483.112795 (695)(339)
Texto do artigo · p. 81 Tabela 5.4.1 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica na Região do Corredor de Nacala Área N° de Bacia da DNA Área Total das Bacias (km2) Estações Meteorológicas (DNA) Estações Hidrológicas (DNA) ARA-Norte 74 à 98 156.012 104 (96) (70) ARA-Centro Norte 40 a 73 e 99 a 104 187.100 361 (337) (140) ARA-Zambeze 39 140.000 330 (262) (129) Total 483.112 795 (695) (339) Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNA Área Estações Meteorológicas Estações Hidrológicas Observações ARA-Norte Coleta para análise 70 6* • pedidos: 7 ARA-Centro Norte Coleta para análise 337 140 44* • pedidos: 53 ARA-Zambeze Coleta para análise 262 129 1* • pedidos: 8 Estações em funcionamento em 1996 127 76 Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
ÁreaN° de Bacia da DNAÁrea Total das Bacias (km2)Estações Meteorológicas (DNA)Estações Hidrológicas (DNA)
ARA-Norte74 à 98156.012104 (96)(70)
ARA-Centro Norte40 a 73 e 99 a 104187.100361 (337)(140)
ARA-Zambeze39140.000330 (262)(129)
Total483.112795 (695)(339)
Texto do artigo · p. 81 Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 81 Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNA
Texto do artigo · p. 81 Estações Meteorológicas
Texto do artigo · p. 81 Estações Hidrológicas
Texto do artigo · p. 81 Observações ARA-Norte 96 70
Texto do artigo · p. 81 Área
Texto do artigo · p. 81 Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNA
Texto do artigo · p. 81 Coleta para análise 6 6* *: pedidos: 7 ARA-Centro Norte 337 140
Texto do artigo · p. 81 23
Texto do artigo · p. 81 ARA-Norte Coleta para análise 96 15 70 1* *: pedidos: 8 Estações em funcionamentoColeta para emanálise1996 127 6 76 6* *: pedidos: 7 ARA-CentroFonte: DNA,Nortedados reorganizados pela Equipa337 de Estudo da JICA 140 Coleta para análise 28 44* *: pedidos: 53 5.4.2ARA-Zambeze Demanda da Água 262 129 Coleta para análise 15 1* *: pedidos: 8 Estações(1) Metodologiaem funcionamentode Estimativaem 1996 da127Demanda da Água 76
ARA-Norte Coleta para análise96 1570 1* *:pedidos: 8
Estações em funcionamentoColeta para emanálise1996127 676 6**: pedidos: 7
ARA-CentroFonte: DNA,Nortedados reorganizados pelaEquipa337 de Estudo da JICA140
Coleta para análise2844**: pedidos: 53
5.4.2ARA-Zambeze Demanda da Água262129
Coleta para análise151**: pedidos: 8
Estações(1) Metodologiaem funcionamentode Estimativaem 1996da127Demanda da Água76
Texto do artigo · p. 81 Coleta para análise 28 44* *: pedidos: 53 ARA-Zambeze 262 129
Texto do artigo · p. 81 Estações Meteorológicas
Texto do artigo · p. 81 Estações Hidrológicas
Texto do artigo · p. 81 Área
Texto do artigo · p. 81 Observações
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Texto do artigo · p. 81 Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo · p. 81 A demanda da água é estimada pela seguinte equação: DT= DR+DS+DL+DO
Texto do artigo · p. 81 5.4.2 Demanda da Água
Texto do artigo · p. 81 5.4.2 Demanda da Água
Texto do artigo · p. 81 DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coefi ciente que varia do lugar e do ano.
Texto do artigo · p. 81 (1) Metodologia de Estimativa da Demanda da Água A demanda da água é estimada pela seguinte equação:
Texto do artigo · p. 81 DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende do
Texto do artigo · p. 81 (1) Metodologia de Estimativa da Demanda da Água
Texto do artigo · p. 81 DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de desenvolvimento específi cos a unidades básicas, ou seja, 400m3/ha para as fábricas de alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.
Texto do artigo · p. 81 DT= DR+DS+DL+DO DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende do sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.
Texto do artigo · p. 81 A demanda da água é estimada pela seguinte equação: DT= DR+DS+DL+DO
Texto do artigo · p. 81 sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.
Texto do artigo · p. 81 DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendo
Texto do artigo · p. 81 DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende do
Texto do artigo · p. 81 do lugar e do ano. DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia do lugar e do ano. DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de desenvolvimento específicos a unidades básicas, ou seja, 400m3/ha para as fábricas de alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.
Texto do artigo · p. 81 sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.
Texto do artigo · p. 81 DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendo do lugar e do ano.
Texto do artigo · p. 81 A fi gura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:
Texto do artigo · p. 81 DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendo
Texto do artigo · p. 81 do lugar e do ano. DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia do lugar e do ano. DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de
Texto do artigo · p. 81 A figura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:
Texto do artigo · p. 81 Legenda
Texto do artigo · p. 81 Legenda Barragens e Furos Existentes Limite de Bacia Rio Estrada Pemba Nacala Nampula Cuamba Rio Lúrio Rio Mecuburi Barragem de Monapo
Texto do artigo · p. 81 400m3/ha para as fábricas de Campo de Furos de Metuge
Texto do artigo · p. 81 desenvolvimento específicos a unidades básicas, ou seja,
Texto do artigo · p. 81 alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.
Texto do artigo · p. 81 Barragens e Furos Existentes Limite da Bacia Rio Estrada
Texto do artigo · p. 81 Pemba
Texto do artigo · p. 81 A figura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:
Texto do artigo · p. 81 Legenda
Texto do artigo · p. 81 Rio Lúrio
Texto do artigo · p. 81 Barragens e Furos Existentes Limite da Bacia Rio Estrada
Texto do artigo · p. 81 Campo de Furos de Metuge
Texto do artigo · p. 81 Barragem de Mepopole
Texto do artigo · p. 81 Rio Mecuburi
Texto do artigo · p. 81 Barragem de Monapo
Texto do artigo · p. 81 Nacala
Texto do artigo · p. 81 Pemba
Texto do artigo · p. 81 Cuamba
Texto do artigo · p. 81 Barragem de Muecula
Texto do artigo · p. 81 Nampula
Texto do artigo · p. 81 Rio Lúrio
Texto do artigo · p. 81 Rio Mecuburi
Texto do artigo · p. 81 Barragem de Mepopole
Texto do artigo · p. 81 Nacala
Texto do artigo · p. 81 24
Texto do artigo · p. 81 Barragem de Monapo
Texto do artigo · p. 82 N.º 61) A Barragem do Rio Monapo, que é a fonte de água para a Cidade de Nampula, é localizada no Rio Monapo, a 9km da cidade. A barragem tem abastecido a Cidade de Nampula com água num volume médio de 17.000m3/dia. Mas a cidade enfrentará em breve uma escassez de água. Consequentemente, as obras urgentes de reabilitação das instalações de captação e tratamento de água foram programadas a serem concluídas em Fevereiro de 2013. As obras finalmente foram concluídas no início de 2014. A capacidade deve ser ampliada para 20.000m3/ dia depois da conclusão da reabilitação. 25 Figura 5.4.3 Grandes Barragens e Furos Existentes Espera-se que a demanda total cresça em conformidade com o desenvolvimento dos sectores económicos e o aumento demográfico. As estimativas da demanda futura da água, com base nos projectos existentes, na Área da Grande Nampula, Área da Baía de Nacala, Cidade de Cuamba, Cidade de Pemba e Cidade de Lichinga para os anos 2020 e 2029, são apresentadas nas secções posteriores. (2) Cidade de Nampula – Bacia do Rio Monapo (Bacia Nº 61) A Barragem do Rio Monapo, que é a fonte de água para a Cidade de Nampula, é localizada no Rio Monapo, a 9km da cidade. A barragem tem abastecido a Cidade de Nampula com água num volume médio de 17.000m3/dia. Mas a cidade enfrentará em breve uma escassez de água. Consequentemente, as obras urgentes de reabilitação das instalações de captação e tratamento de água foram programadas a serem concluídas em Fevereiro de 2013. As obras finalmente foram concluídas no início de 2014. A capacidade deve ser ampliada para 20.000m3/dia depois da conclusão da reabilitação. Tabela 5.4.3 Fontes de Água para a Cidade de Nampula Fonte de água Distância da cidade Descrição Volume de captação depois da reabilitação Observação Barragem de Monapo existente 9km H=17,5m, L=330m Sv=3,3 millões de m3 EL=342m 2012: 17.000m3/dia 2013: 20.000m3/dia Em reabilitação (Instalações para captação e tratamento, etc.) Total existente 20.000m3/dia Ano População Demanda da água (Max. m3/dia) Cobertura 2009 538.523 (semi-rural: 61%) 21.318* 52% 2020 837.429 (semi-rural: 61%) 69.541 77% 2029 1.245.996 (semi-rural: 61%) 132.732 90% Sv=Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem Fonte: Draft do Relatório do Estudo de Viabilidade - Nampula, Julho de 2010, MCA e FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006 *Demanda da água em 2009: • Demanda residencial: 50,6%, 8.633m3/dia • Demanda industrial/comercial/institucional: 15,6%, 2.665m3/dia • Água desaparecida: 27,7%, 4.724m3/dia • Perda em operação: 6,1%, 1.032m3/dia • Média da demanda total diária: 17.054m3/dia • Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029 (3) Cidade de Nacala – em torno da Bacia do Rio Sanhute (Bacia Nº 63) A Barragem de Muecula (Barragem de Nacala), que é a fonte de água para a Cidade de Nacala, é localizada no Rio Muecula, a 28km do centro da cidade. A barragem chega a fornecer a água num volume diário de 7.200m3. Além dessa barragem, existem seis furos em operação, mas o volume total abastecido é inadequado para atender a demanda. Assim, a Barragem de Muecula está em obras de reabilitação para elevar a sua crista. O volume de abastecimento aumentará para cerca de 17.000m3/dia depois da reabilitação da barragem. Além disso, quatro furos adicionais em cada um dos dois campos de furos, estão a ser construídos para reforçar o abastecimento. Espera-se que o volume total abastecido de água possa a Tabela Fonte de Água tingir 33 5.4.4: Distância da cidade .000mDescrição3/dia, com aVolumereabilitaçãocaptado (m3/dia) Depoisconcluída.emda2013reabilitaçãoOs de (m3/dia) talhesObservaçãosão mostrados Barragem de Muecula existente 28km H=17,5m L=330m Sv=5,3 milhões de m3 EL=75,5m Aprox. 7.200 Captação média: 17.000 Sv=6,6 milhões de m3 Elevação da altura da barragem de 4m. (data de conclusão: Maio de 2013) Campo de furos de Mutuzi 6km 3 furos (EL=121m) 2.160 7.200 4 furos adicionais/campo de furos 6⇒8 polegadas Furo artesiano, teor de ferro Campo de furos de M‟paco 4km 3 furos (EL=118m) 1.512 8.400 Total existente 10.372 33.000 Ano População Demanda da água (Max. m3/dia) Cobertura 2009 220.757 (rural: 22%) 24.055* 79% 2019 309.161 (rural: 22%) 43.557 89% 2029 434.314 (rural: 22%) 61.133 93% na (3) Cidade de Nacala – em torno da Bacia do Rio Sanhute
Fonte de águaDistância da cidadeDescriçãoVolume de captação depois da reabilitaçãoObservação
Barragem de Monapo existente9kmH=17,5m, L=330m Sv=3,3 millões de m3 EL=342m2012: 17.000m3/dia 2013: 20.000m3/diaEm reabilitação (Instalações para captação e tratamento, etc.)
Total existente20.000m3/dia
AnoPopulaçãoDemanda da água (Max. m3/dia)Cobertura
2009538.523 (semi-rural: 61%)21.318*52%
2020837.429 (semi-rural: 61%)69.54177%
20291.245.996 (semi-rural: 61%)132.73290%
Texto do artigo · p. 82 Figura 5.4.3 Grandes Barragens e Furos Existentes
Texto do artigo · p. 82 Espera-se que a demanda total cresça em conformidade com o desenvolvimento dos sectores económicos e o aumento demográfico. As estimativas da demanda futura da água, com base nos projectos existentes, na Área da Grande Nampula, Área da Baía de Nacala, Cidade de Cuamba, Cidade de Pemba e Cidade de Lichinga para os anos 2020 e 2029, são apresentadas nas secções posteriores.
Texto do artigo · p. 82 Muecula está em obras de reabilitação para elevar a sua crista. O volume de abastecimento aumentará para cerca de 17.000m3/ dia depois da reabilitação da barragem. Além disso, quatro furos adicionais em cada um dos dois campos de furos, estão a ser construídos para reforçar o abastecimento. Espera-se que o volume total abastecido de água possa atingir 33.000m3/dia, com a reabilitação concluída. Os detalhes são mostrados na Tabela 5.4.4:
Texto do artigo · p. 82 (Bacia Nº 63)
Texto do artigo · p. 82 A Barragem de Muecula (Barragem de Nacala), que é a fonte de água para a Cidade de Nacala, é localizada no Rio Muecula, a 28km do centro da cidade. A barragem chega a fornecer a água num volume diário de 7.200m3. Além dessa barragem, existem seis furos em operação, mas o volume total abastecido é inadequado para atender a demanda. Assim, a Barragem de
Texto do artigo · p. 82 Tabela 5.4.4 Fontes de Água para a Cidade de Nacala
Texto do artigo · p. 82 Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: Relatório Final do Estudo de Viabilidade - Nacala, Dezembro de 2010, Maio de 2013, MCA e entrevistas com o FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo · p. 82 *Demanda da água em 2009:
Texto do artigo · p. 82 • Demanda residencial: 50%, 9.603m3/dia • Demanda industrial/comercial/institucional: 10%, 1.921m3/dia • Água desaparecida: 40%, 7.721m3/dia • Total (Demanda média diária): 19.244m3/dia, Demanda máxima diária: 24.055m3/dia (Factor máximo diário=1,25)
Texto do artigo · p. 82 (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73)
Texto do artigo · p. 82 A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:
Texto do artigo · p. 83 Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: Relatório Final do Estudo de Viabilidade - Nacala, Dezembro de 2010, Maio de 2013, MCA e entrevistas com o FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo · p. 83 *Demanda da água em 2009:
Texto do artigo · p. 83 • Demanda residencial: 50%, 9.603m3/dia • Demanda industrial/comercial/institucional: 10%, 1.921m3/dia • Água desaparecida: 40%, 7.721m3/dia • Total (Demanda média diária): 19.244m3/dia, Demanda máxima diária: 24.055m3/dia (Factor máximo diário=1,25)
Texto do artigo · p. 83 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1081)
Texto do artigo · p. 83 (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73)
Texto do artigo · p. 83 (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73) A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio
Texto do artigo · p. 83 A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:
Texto do artigo · p. 83 Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:
Texto do artigo · p. 83 Tabela 5.4.5 Fonte de Água para a Cidade de Cuamba
Texto do artigo · p. 83 Fonte de água Distância da cidade Descrição Volume captado (m3/dia) Depois da reabilitação (m3/dia) Observação Barragem de Mepopole 30km H=22m, L=330m Sv=2,9 milhões de m3 EL=994m 9.300 Captação: 10.800 Elevação da altura da barragem de 4m. Reforçada pelas águas subterrâneas. Total existente 11.000 Ano População Demanda da água (Max. m3/dia) Cobertura 2009 94.314 1.641 7% 2015 114.545 6.789 65% 2029 166.850 9.342 75%
Fonte de águaDistância da cidadeDescriçãoVolume captado (m3/dia)Depois da reabilitação (m3/dia)Observação
Barragem de Mepopole30kmH=22m, L=330m Sv=2,9 milhões de m3 EL=994m9.300Captação: 10.800Elevação da altura da barragem de 4m. Reforçada pelas águas subterrâneas.
Total existente11.000
AnoPopulaçãoDemanda da água (Max. m3/dia)Cobertura
200994.3141.6417%
2015114.5456.78965%
2029166.8509.34275%
Texto do artigo · p. 83 Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: ASNANI Study - Vol. V - Cuamba. Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006 Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2015 e 2029
Texto do artigo · p. 83 (5) Cidade de Tete – Bacia do Rio Zambeze (Bacia N.º 61)
Texto do artigo · p. 83 (5) Cidade de Tete – Bacia do Rio Zambeze (Bacia Nº 61)
Texto do artigo · p. 83 (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia N.º 78)
Texto do artigo · p. 83 A fonte de água para a Cidade de Tete é subterrânea, e é localizada no Vale de Nhartanda. Apresenta um volume suficiente de aproximadamente 19.000m3/dia para atender a demanda de Tete, com uma cobertura de serviço de cerca de 90%.
Texto do artigo · p. 83 informação foi divulgada até a presente data.
Texto do artigo · p. 83 A fonte de água para a Cidade de Tete é subterrânea, e é localizada no Vale de Nhartanda. Apresenta um volume suficiente de aproximadamente 19.000m3/dia para atender a demanda de Tete, com uma cobertura de serviço de cerca de 90%.
Texto do artigo · p. 83 As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/ dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:
Texto do artigo · p. 83 (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia Nº 78)
Texto do artigo · p. 83 informação foi divulgada até a presente data.
Texto do artigo · p. 83 Actualmente, um plano director para o desenvolvimento de fontes de água, com o ano-alvo previsto para 2037, está a ser implementado pelo FIPAG, financiado pela Vale Moçambique S.A. A Equipa de Estudo esteve a solicitar ao FIPAG informações acerca das descobertas iniciais e da data prevista para a conclusão do plano director, mas nenhuma
Texto do artigo · p. 83 As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:
Texto do artigo · p. 83 Actualmente, um plano director para o desenvolvimento de fontes de água, com o ano-alvo previsto para 2037, está a ser implementado pelo FIPAG, financiado pela Vale Moçambique S.A. A Equipa de Estudo esteve a solicitar ao FIPAG informações acerca das descobertas iniciais e da data prevista para a conclusão do plano director, mas nenhuma informação foi divulgada até a presente data.
Texto do artigo · p. 83 (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia Nº 78)
Texto do artigo · p. 83 As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:
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Texto do artigo · p. 83 Tabela 5.4.6 Fonte de Água para a Cidade de Pemba
Texto do artigo · p. 83 Fonte de água Rio Localização Descrição Volume de captação, etc. Campo de furos de Metuge
Texto do artigo · p. 83 Bacia do Rio 40km da 6 furos em funcionamento Max.:14.160m3/dia
Texto do artigo · p. 83 Tabela 5.4.6 Fonte de Água para a Cidade de Pemba
Texto do artigo · p. 83 Fonte de águaMuaguid e Rio cida deLocalizaçãoAlto teor de ferroDescrição VolumeMédia:de captação,9.600metc.3/dia Campo de furos de Metuge Bacia do Rio Muaguide 40km da cidade 6 furos em funcionamento Alto teor de ferro 3 Max.:14.160m3/dia Média:14.160m9.600m33/dia/dia Total existente População Dem anda da água (Max. m /dia) Cobertura14.160m3/dia Ano 153.029 População Demanda10.385*da água (Max. m3/dia) Cobertura66% 2009 262.622 153.029 23.49810.385* 80%66% 2020 408.547 262.622 40.44623.498 90%80% ligações residenciais2029 e de t orneiras exteriores408.547representam 34% para 202040.446e 41% para 2029. 90%
Fonte de águaMuaguide Rio cidadeLocalizaçãoAltoteor de ferroDescriçãoVolumeMédia:de captação,9.600metc.3/dia
Campo de furos de MetugeBacia do Rio Muaguide40km da cidade6 furos em funcionamento Alto teor de ferro 3Max.:14.160m3/dia Média:14.160m9.600m33/dia/dia
Total existentePopulação Demanda da água (Max. m /dia)Cobertura14.160m3/dia
Ano153.029 PopulaçãoDemanda10.385*da água (Max. m3/dia)Cobertura66%
2009262.622 153.02923.49810.385*80%66%
2020408.547 262.62240.44623.49890%80%
ligações residenciais2029 e de torneiras exteriores408.547representam34% para 202040.446e 41% para 2029.90%
Texto do artigo · p. 83 Total existente Ano 2009 2020 2029
Texto do artigo · p. 83 Cobertura: As li Fonte: Relatório do Estudo de Viabilidade - Pemba, Maio de 2010, MCA e FIPAG, e investigações adicionais sobre águas subterrâneas, Pemba, Janeiro de 2012 Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo · p. 83 Cobertura: As ligações residenciais e de torneiras exteriores representam 34% para 2020 e 41% para 2029. Fonte: Relatório do Estudo de Viabilidade - Pemba, Maio de 2010, MCA e FIPAG, e investigações adicionais sobre águas subterrâneas, Pemba, Janeiro de 2012 Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo · p. 83 *Demanda da água em 2009:
Texto do artigo · p. 83 *Demanda da água em 2009:
Texto do artigo · p. 83 • Demanda residencial: 42,5%, 4.415m3/dia • Demanda industrial/comercial/institucional: 15,8%, 1.645m3/dia • Água desaparecida: 38,8%, 4.029m3/dia • Perda operacional: 2,9%, 296m3/dia • Demanda total:10.385m3/dia • Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029
Texto do artigo · p. 83 • Demanda residencial: 42,5%, 4.415m3/dia • Demanda industrial/comercial/institucional: 15,8%, 1.645m3/dia • Água desaparecida: 38,8%, 4.029m3/dia • Perda operacional: 2,9%, 296m3/dia • Demanda total:10.385m3/dia • Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029
Texto do artigo · p. 83 (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia Nº 95)
Texto do artigo · p. 83 (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia Nº 95)
Texto do artigo · p. 83 (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia N.º 95)
Texto do artigo · p. 83 A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:
Texto do artigo · p. 83 Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:
Texto do artigo · p. 83 A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:
Texto do artigo · p. 83 A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio
Texto do artigo · p. 83 Tabela 5.4.7 Fonte de Água para a Cidade de Lichinga
Texto do artigo · p. 83 Fonte de água Rio Localização Descrição Volume de captação Mini Barragem de
Texto do artigo · p. 83 Tabela 5.4.7 Fonte de Água para a Cidade de Lichinga
Texto do artigo · p. 83 Rio 9km da H=17m, L=560m
Texto do artigo · p. 83 Max.: 5.000m3/dia
Texto do artigo · p. 83 Fonte de águaCabora existenteRio L ocumueLocalizaçãocid ade Sv=1,9 Descriçãomilhões de m Volume de captaçãopara 2009 Total ex A 2 Mini Barragem de Cabora existente istente no 009 Rio Locumue População 12.281 9km da cidade EL=1.318m Demanda da água (Max. m3/dia 2.265 H=17m, L=560m Sv=1,9 milhões de m3 EL=1.318m Max.: 5.000m3/dia ) Cobertura - Max.: 5.000m3/dia para 2009 Total existente 2 015 31.366 12.914 Max.:60%5.000m3/dia Ano 2 029 População 51.366 Demanda da água 22.831(Max. m3/dia) Cobertura75% 2009H: Altura da barragem,12.281L: Comprimento da crista da barragem,2.265Sv: Volume de armaze namento efectivo-do reservatório, 2015EL: Nível da crista da 31.366barragem 12.914 60% Fonte: Pro 2029Abastecim jecto Integrado de Abastecimento ento de Água51.366e Saneamento par de Água e Saneamento para as Províncias a as Quatro Cidades22.831- Relatório de Viab do Niassa e Nampula - Estudo sobre ilidade (Estudos75%ASNANI, Junho de
Fonte de águaCaboraexistenteRio LocumueLocalizaçãocidade Sv=1,9 Descriçãomilhões de mVolume de captaçãopara 2009
Total ex A 2 Mini Barragem de Cabora existenteistente no 009 Rio LocumuePopulação 12.281 9km da cidadeEL=1.318m Demanda da água (Max. m3/dia 2.265 H=17m, L=560m Sv=1,9 milhões de m3 EL=1.318mMax.: 5.000m3/dia ) Cobertura - Max.: 5.000m3/dia para 2009
Total existente 2015 31.36612.914Max.:60%5.000m3/dia
Ano 2029 População 51.366Demanda da água 22.831(Max. m3/dia)Cobertura75%
2009H: Alturada barragem,12.281L: Comprimento dacrista da barragem,2.265Sv: Volume de armazenamento efectivo-do reservatório,
2015EL: Nívelda crista da 31.366barragem12.91460%
Fonte: Pro 2029Abastecimjecto Integrado de Abastecimento ento de Água51.366e Saneamento parde Água e Saneamento para as Províncias a as Quatro Cidades22.831- Relatório de Viabdo Niassa e Nampula - Estudo sobre ilidade (Estudos75%ASNANI, Junho de
Texto do artigo · p. 83 3
Texto do artigo · p. 83 H: Altura da barragem, L: Comprimento da crista da barragem, Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem Fonte: Projecto Integrado de Abastecimento de Água e Saneamento para as Províncias do Niassa e Nampula - Estudo sobre Abastecimento de Água e Saneamento para as Quatro Cidades - Relatório de Viabilidade (Estudos ASNANI, Junho de 2008) - Vol. IV - Lichinga Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo · p. 83 2008) - Vol. IV - Lichinga Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo · p. 83 27
Texto do artigo · p. 84 5.5 Sector da Energia 5.5.1 Condições Actuais do Sector Energético
Texto do artigo · p. 84 (2) Órgãos Governamentais Responsáveis pela Energia Eléctrica
Texto do artigo · p. 84 A Electricidade de Moçambique (doravante designada a“EDM”) é a empresa pública responsável pela geração, transmissão e distribuição da energia eléctrica. O número total de seus funcionários é de 3.500 pessoas. A EDM é um órgão subordinado ao Ministério dos Recursos Minerais e Energia (o antigo Ministério da Energia (ME), que funcionou até Janeiro de 2015).
Texto do artigo · p. 84 (1) Visão Geral da Situação do Sector Energético da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo · p. 84 Devido à vasta área e à baixa densidade demográfica, é difícil estender a rede de energia nacional para a área rural. Como resultado, a área rural sem acesso à energia eléctrica continua a depender da lenha e do carvão vegetal como as principais fontes de energia.
Texto do artigo · p. 84 5.5 Sector da Energia
Texto do artigo · p. 84 5.5.1 Condições Actuais do Sector Energético
Texto do artigo · p. 84 (1) Visão Geral da Situação do Sector Energético da Região do Corredor de Nacala Devido à vasta área e à baixa densidade demográfica, é difícil estender a rede de energia nacional para a área rural. Como resultado, a área rural sem acesso à energia eléctrica continua a depender da lenha e do carvão vegetal como as principais fontes de energia. O Governo de Moçambique estabelece a meta de elevar a taxa de electrificação de domicílios para 15% em todas as províncias. No entanto, esta meta ainda não foi alcançada. A Tabela 5.5.1 mostra a taxa actual de electrificação nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala bem como a média nacional: Tabela 5.5.1 Taxa de Electrificação de Domicílios nas Cinco Províncias da Região do Corredor de Nacala Cabo Delgado 8,2% Niassa 9 % Nampula 13 % Zambézia 7,3 % Tete 10 % Média nacional 16 % Província Taxa de Electrificação Fonte: EDM, 2011, Relatório Anual O número de distritos electrificados estava previsto a aumentar de 104 em 2010 para 107 em 2011, e 125 para 2014. Em 2011, o número atingiu 107, correspondendo a 84% do número total de distritos (128) do país. (2) Órgãos Governamentais Responsáveis pela Energia Eléctrica A Electricidade de Moçambique (doravante designada a“EDM”) é a empresa pública responsável pela geração, transmissão e distribuição da energia eléctrica. O número total de seus funcionários é de 3.500 pessoas. A EDM é um órgão subordinado ao Ministério dos Recursos Minerais e Energia (o antigo Ministério da Energia (ME), que funcionou até Janeiro de 2015). (3) Situação Actual das Instalações de Geração e Transmissão de Energia
Cabo Delgado8,2%
Niassa9 %
Nampula13 %
Zambézia7,3 %
Tete10 %
Média nacional16 %
Texto do artigo · p. 84 O Governo de Moçambique estabelece a meta de elevar a taxa de electrificação de domicílios para 15% em todas as províncias. No entanto, esta meta ainda não foi alcançada. A Tabela 5.5.1 mostra a taxa actual de electrificação nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala bem como a média nacional:
Texto do artigo · p. 84 (3) Situação Actual das Instalações de Geração e Transmissão de Energia
Texto do artigo · p. 84 A capacidade instalada das usinas de energia da EDM no país foi de 28,4MW em 2012, dos quais 1,85MW originavam da geração hidroeléctrica e 26,57 da termoeléctrica. Esta capacidade não é suficiente para abastecer todo o país. O restante da energia consumida no país é adquirida da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (doravante designada a “HCB”), uma empresa de propriedade dos Governos de Moçambique e de Portugal. De forma a elevar o índice de autossuficiência energética, a EDM planifica construir novas usinas hidroeléctricas e colocar as termoelécticas em linha (IPP).
Texto do artigo · p. 84 Provincia
Texto do artigo · p. 84 Taxa de Electrificação
Texto do artigo · p. 84 Actualmente, as voltagens padrão das linhas de transmissão são de 220kV, 110kV e 33kV. A linha de 110kV tem uma extensão de 2.530km, que corresponde a 50% do total da linha de transmissão instalada no país. A voltagem da linha principal de distribuição é de 33kV e desce para 22kV, 11kV, 6,6KV e 0,4kV (a voltagem de 66kV também é usada, mas somente em Tete). Há uma tendência para estender essa linha de transmissão de 33kV para ampliar a área electrificada. Foi confirmado que algumas linhas de 33kV estão a ser estendidas em mais de 100km e, em tais casos a perda de energia constitui uma grande preocupação.
Texto do artigo · p. 84 Actualmente, as voltagens padrão das linhas de transmissão são de 220kV, 110kV e 33kV. A linha de 110kV tem uma extensão de 2.530km, que corresponde a 50% do total da linha de transmissão instalada no país. A voltagem da linha principal de distribuição é de 33kV e desce para 22kV, 11kV, 6,6KV e 0,4kV (a voltagem de 66kV também é usada, mas somente em Tete). Há uma tendência para estender essa linha de transmissão de 33kV para ampliar a área electrificada. Foi confirmado que algumas linhas de 33kV estão a ser estendidas em mais de 100km e, em tais casos a perda de energia constitui uma grande preocupação.
Texto do artigo · p. 84 O número de distritos electrificados estava previsto a aumentar de 104 em 2010 para 107 em 2011, e 125 para 2014. Em 2011, o número atingiu 107, correspondendo a 84% do número total de distritos (128) do país.
Texto do artigo · p. 84 TANZANIA ZAMBIA MALAWI Nacala Nampula HCB (hidroeléctrica) Caia Maputo OCEANO ÍNDICO
Texto do artigo · p. 84 A capacidade instalada das usinas de energia da EDM no país foi de 28,4MW em 2012, dos quais 1,85MW originavam da geração hidroeléctrica e 26,57 da termoeléctrica. Esta capacidade não é suficiente para abastecer todo o país. O restante da energia consumida no país é adquirida da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (doravante designada a “HCB”), uma empresa de propriedade dos Governos de Moçambique e de Portugal. De forma a elevar o índice de autossuficiência energética, a EDM planifica construir novas usinas hidroeléctricas e colocar as termoelécticas em linha (IPP).
Texto do artigo · p. 84 Nacala
Texto do artigo · p. 84 Nampula
Texto do artigo · p. 84 HCB (hidroeléctrica)
Texto do artigo · p. 84 28
Texto do artigo · p. 84 Caia
Texto do artigo · p. 84 Maputo
Texto do artigo · p. 84 Fonte: EDM, 2012, Rede Nacional de Transmissão 2
Texto do artigo · p. 84 Figura 5.5.1 Rede Nacional de Transmissão (2012)
Texto do artigo · p. 84 As instalações de geração de energia actuais e em planificação são indicadas nas Tabelas 5.5.2 e 5.5.3. O equilíbrio entre a demanda e a oferta de energia na actualidade e no futuro é apresentado no Capítulo 15.5.1 e na Figura 15.5.1.
Texto do artigo · p. 85 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1083)
Texto do artigo · p. 85 Hidroeléctrica Sub Total (Hidroeléctrica) Cuamba Lichinga 1989 1983 Em operação Em operação 1,1 0,75 1,85 Gás Sub Total (Gás) Gasóleo - Angoche - 1962 - Em operação 0 0 0,4 1979 Em operação 0,51 Central nova 1999 Em operação 2,4 Lichinga 1975 Em operação 0,56 1979 Em operação 0,52 2002 Em operação 0,204 Lionde 1974 Em operação 1,48 Tete 1991 Em operação 0,82 Mocuba 1979 Em operação 0,42 Cuamba 1979 Em operação 0,42 Nacala 1966 Em operação 1,5 Nampula 1965 Em operação 2,4 1971 Em operação 2 1971 Em operação 2 Pemba 1964 Em operação 0,92 2002 Em operação 1,46 1985 Em operação 5,12 Tipo de geração Usina Ano de instalação Estado Capacidade nominal (MW) Total 23,13 Fonte: EDM, Relatório Anual Tabela 5.5.3 Lista das Instalações Produtivas de Energia (fora da jurisdição da EDM)
Hidroeléctrica Sub Total (Hidroeléctrica)Cuamba Lichinga1989 1983Em operação Em operação1,1 0,75 1,85
Gás Sub Total (Gás) Gasóleo- Angoche- 1962- Em operação0 0 0,4
1979Em operação0,51
Central nova1999Em operação2,4
Lichinga1975Em operação0,56
1979Em operação0,52
2002Em operação0,204
Lionde1974Em operação1,48
Tete1991Em operação0,82
Mocuba1979Em operação0,42
Cuamba1979Em operação0,42
Nacala1966Em operação1,5
Nampula1965Em operação2,4
1971Em operação2
1971Em operação2
Pemba1964Em operação0,92
2002Em operação1,46
1985Em operação5,12
Texto do artigo · p. 85 Tabela 5.5.2 Lista das Instalações Produtivas de Energia (sob a jurisdição da EDM)
Texto do artigo · p. 85 Tipo de geração
Texto do artigo · p. 85 Usina
Texto do artigo · p. 85 Ano de instalação
Texto do artigo · p. 85 Estado
Texto do artigo · p. 85 Capacidade nominal (MW)
Texto do artigo · p. 85 Cahora Bassa (HCB) 1974 Em operação 2.075 Cahora Bassa Norte (HCB e CEZA)
Texto do artigo · p. 85 2017 Pré-EV 1.245
Texto do artigo · p. 85 Mphanda Nkuwa (Campbell e Corrêa)
Texto do artigo · p. 85 2017 Em implementação 1.500 (extensão) 2020 Em implementação 750 Lúrio (2) 2020 Em implementação 120
Texto do artigo · p. 85 Hidroeléctrica
Texto do artigo · p. 85 de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.
Texto do artigo · p. 85 Alto Malema (EDM+IPP)
Texto do artigo · p. 85 2020 Em implementação 120 Mugeba 2023 Pré-EV 100 Boroma 2023 Pré-EV 200 Lupata 2023 Pré-EV 600
Texto do artigo · p. 85 Tabela 5.5.4 Condições da Carga dos Transformadores das Subestações
Texto do artigo · p. 85 Centro de Operação do Sistema ATNO: condições de carga nas subestações (Pico)
Texto do artigo · p. 85 Subestação
Texto do artigo · p. 85 Número de Transformadores Potencial
Texto do artigo · p. 85 Razão de Carga
Texto do artigo · p. 85 Total (os projectos em planificação incluídos) 6.710 Nota: As instalações em itálico se encontram na fase de planificação. Fonte: EDM, Relatório Anual
Texto do artigo · p. 85 5.5.2 Situação de Abastecimento de Energia
Texto do artigo · p. 85 5.5.2 Situação de Abastecimento de Energia
Texto do artigo · p. 85 (2) Linhas de Transmissão As linhas de transmissão eléctrica da “Nampula 220”
Texto do artigo · p. 85 (1) Transformadores das Subestações
Texto do artigo · p. 85 (1) Transformadores das Subestações
Texto do artigo · p. 85 As condições de carga de pico das principais subestações nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala, excluindo Tete, são vistas na Tabela 5.5.4. A demanda de pico na “Nampula 220” foi registada como 84% da capacidade do transformador principal em Dezembro de 2012. A mesma demanda, na “Nampula Central”, já atingia a capacidade nominal do transformador. Existem, contudo, planos para expandir a área de distribuição
Texto do artigo · p. 85 à “Nampula Central” estão a ser carregadas a 80% da sua capacidade total.
Texto do artigo · p. 85 As condições de carga de pico das principais subestações nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala, excluindo Tete, são vistas na Tabela 5.5.4. A demanda de pico na “Nampula 220” foi registada como 84% da capacidade do transformador principal em Dezembro de 2012. A mesma demanda, na “Nampula Central”, já atingia a capacidade nominal do transformador. Existem, contudo, planos para expandir a área de distribuição de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.
Texto do artigo · p. 85 (3) Qualidade da Electricidade
Texto do artigo · p. 85 Fonte: EDM, Resultado do estudo sobre as subestações
Texto do artigo · p. 85 (2) Linhas de Transmissão As linhas de transmissão eléctrica da “Nampula 220” à “Nampula Central” estão a ser carregadas a 80% da sua capacidade total. (3) Qualidade da Electricidade
Texto do artigo · p. 85 A confiabilidade do sistema de abastecimento de energia eléctrica é avaliada pelos indicadores tais como “Duração Média das Interrupções do Sistema (SAIDI, System Average Interruption Duration Index)”, “Frequência Média de Interrupções do Sistema (SAIFI, System Average Interruption Frequency Index)” e “Tempo Médio de Reposição do Serviço do Sistema (SARI, System Average Restoration Index)”.
Texto do artigo · p. 85 30
Texto do artigo · p. 85 A confiabilidade do sistema de abastecimento de energia eléctrica é avaliada pelos indicadores tais como “Duração Média das Interrupções do Sistema (SAIDI, System Average Interruption Duration Index)”, “Frequência Média de Interrupções do Sistema (SAIFI, System Average Interruption Frequency Index)” e “Tempo Médio de Reposição do Serviço do Sistema (SARI, System Average Restoration Index)”.
Texto do artigo · p. 85 Os referidos índices para a Área de Distribuição Norte que cobre as cinco províncias da Região do Corredor de Nacala são de 47 minutos 7 segundos para SAIDI, 82 vezes para SAIFI e 34 segundos para SARI. Foi apresentado, durante o período do estudo de campo em Nampula (Maio de 2013), que havia a interrupção de electricidade, em média, uma vez a cada dois dias.
Texto do artigo · p. 85 de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.
Texto do artigo · p. 85 Os referidos índices para a Área de Distribuição Norte que cobre as cinco províncias da Região do Corredor de Nacala são de 47 minutos 7 segundos para SAIDI, 82 vezes para SAIFI e 34 segundos para SARI. Foi apresentado, durante o período do estudo de campo em Nampula (Maio de 2013), que havia a interrupção de electricidade, em média, uma vez a cada dois dias.
Texto do artigo · p. 85 Tabela 5.5.4 Condições da Carga dos Transformadores das Subestações
Texto do artigo · p. 85 Centro de Operação do Sistema ATNO: condições de carga nas subestações
Texto do artigo · p. 85 (Pico) Subestação Número de Transformadores Razão de Carga Potencial
(Pico) SubestaçãoNúmero de TransformadoresRazão de Carga
Potencial
Texto do artigo · p. 85 Electric Power Supply Quality Index in Northern Area
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Texto do artigo, página 74: Unidade: 1.000 Milhões de Toneladas
  2. Texto do artigo, página 74: Cais/Terminal Privado
  3. Texto do artigo, página 74: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  4. Texto do artigo, página 74: Figura 5.3.2 Localização e Quantidade da Carga Manuseada nos Portos de Moçambique
  5. Texto do artigo, página 74: 5.3.2 Porto de Nacala
  6. Texto do artigo, página 74: (1) Visão Geral
  7. Texto do artigo, página 75: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1073)
  8. Texto do artigo, página 75: 5.3.2 Porto de Nacala
  9. Texto do artigo, página 75: e desenvolvimento da ZEE de Nacala. O Porto de Nacala, por ter a vantagem da profundidade das águas e por ser o segundo porto mais profundo do sudeste da África, contribui principalmente para a movimentação da carga no norte de Moçambique. Este porto também possui um grande potencial para o desenvolvimento de cais profundos sem grandes obras de dragagem.
  10. Texto do artigo, página 75: (1) Visão Geral
  11. Texto do artigo, página 75: O Porto de Nacala está localizado na baía de Nacala, na Província de Nampula, que é a mais populosa de Moçambique. Este porto localiza-se a cerca de 1.500km a nordeste de Maputo, 850km a nordeste da Beira e 860km a sul de Dar-es-Salaam. Localiza-se na costa leste da Baía de Nacala e é um porto natural de águas profundas. Um novo terminal de carvão em planificação pela Vale será construído na margem oposta, perto de Nacala-àVelha, onde a água está a 20m de profundidade.
  12. Texto do artigo, página 75: Actualmente, o volume de carga de trânsito de/para Malawi é pequeno devido às más condições do Corredor de Nacala, mas se espera que a quantidade venha a aumentar com a melhoria do Corredor através dos projectos em curso e em perspectiva. Além disso, espera-se que o desenvolvimento planeado e a expansão dos projectos de exploração do carvão na Província de Tete possam trazer um grande volume de carga ao Porto de Nacala. Juntamente aos outros projectos de transporte planificados para o Corredor de Nacala, o Porto de Nacala espera aumentar o seu volume de carga movimentada de forma significativa, e como resultado, contribuirá para a economia regional.
  13. Texto do artigo, página 75: O desenvolvimento das províncias do norte constitui uma das estratégias prioritárias do Governo de Moçambique, e uma série de projectos de desenvolvimento industrial está em curso ou em planificação, tais como, os de desenvolvimento agrícola em Nampula, desenvolvimento florestal em Niassa
  14. Texto do artigo, página 75: melhoria do Corredor através dos projectos em curso e em perspectiva. Além disso, espera-se que o desenvolvimento planeado e a expansão dos projectos de exploração do carvão na Província de Tete possam trazer um grande volume de carga ao Porto de Nacala. Juntamente aos outros projectos de transporte planificados para o Corredor de Nacala, o Porto de Nacala espera aumentar o seu volume de carga movimentada de forma significativa, e como resultado, contribuirá para a economia regional.
  15. Texto do artigo, página 75: Ministério de Moçambique, Canal de Porto de Nacala -Linha de contorno de 20m de profundidade Imagem do Google Earth de 2014 Porto de Nacala
    Ministério de Moçambique, Canal de Porto de Nacala -Linha de contorno de 20m de profundidadeImagem do Google Earth de 2014 Porto de Nacala
  16. Texto do artigo, página 75: Porto de Nacala Ministério de Moçambique, Canal de Moçambique, Porto de Nacala, 49611-M
  17. Texto do artigo, página 75: Porto de Nacala Imagem Landsat Imagem do Google Earth de 2014
  18. Texto do artigo, página 75: Moçambique, Porto de Nacala, 49611-M
  19. Texto do artigo, página 75: Fonte: Carta de Navegação e Google Earth
  20. Texto do artigo, página 75: Figura 5.3.3 Baía de Nacala
  21. Texto do artigo, página 75: Terminal de carvão em obras de construção (Vale) Terminal de petróleo Cais do norte (Carga geral) Cais do sul (Contentor/Granel) 1000 m © DigitalGlobe Google
  22. Texto do artigo, página 75: Terminal de petróleo
  23. Texto do artigo, página 75: Terminal de carvão em obras de construção (Vale)
  24. Texto do artigo, página 75: Cais do norte (Carga geral)
  25. Texto do artigo, página 75: Cais do sul (Contentor/Granel)
  26. Texto do artigo, página 75: Fonte: Google Earth 2014
  27. Texto do artigo, página 75: Figura 5.3.4 Porto de Nacala
  28. Texto do artigo, página 75: 15
  29. Texto do artigo, página 76: O Porto de Nacala consiste nos cais do sul e do norte com um terminal de contentores, um cais de carga geral, um cais de carga a granel, armazéns, uma instalação de tratamento da carga a granel líquida e uma rampa ferroviária. O cais do norte apresenta uma extensão de 620m da qual a parte do norte serve para o tratamento do granel líquido. Um gasoduto de 4km liga o terminal aos tanques de armazenamento. A parte norte do cais, de 312,5m, apresenta uma profundidade de água de 10m, e é usada para a atracação de petroleiros, graneleiros (para fertilizantes e gesso) e para embarcações convencionais. A parte restante do cais do norte apresenta uma profundidade de 7,5m para a atracação, principalmente, de navios convencionais que movimentam a carga geral. O cais do sul tem a extensão de 372m e tem a capacidade para ancorar dois porta-contentores ao mesmo tempo. Os graneleiros de grande escala são ocasionalmente atracados no cais do sul, uma vez que este apresenta uma profundidade de 14m. As especificações e a capacidade dos cais são indicadas na Tabela 5.3.1: Tabela 5.3.1 Especificações e Capacidade dos Cais do Sul e do Norte Item Cais do Norte Cais do Sul Extensão do Cais 620m (4 cais) 372m (2 cais) Calado 10m (312,5m) 7,5m (307,5m) 14m Tipo de Carga Carga geral Contentor/a Granel Capacidade de Manuseio 2,4 milhões de toneladas/ano 124.000 TEU Armazéns 8 Armazéns (50.000 toneladas cada) - Armazém de Contentores - 4.982 TEU 48 Reefer plugs Equipamento 4 Guindastes Eléctricos de Cais 3 Pás Carregadoras 3 Empilhadores (2,5 a 3,0 t) 4 Reachstackers (45 t) 3 Toplifters (45 t) 1 Sidelifter (9 t) 1 RMG (25 t) Fonte: CDN (3) Quantidade Tratada de Carga e Transporte Marítimo
    ItemCais do NorteCais do Sul
    Extensão do Cais620m (4 cais)372m (2 cais)
    Calado10m (312,5m) 7,5m (307,5m)14m
    Tipo de CargaCarga geralContentor/a Granel
    Capacidade de Manuseio2,4 milhões de toneladas/ano124.000 TEU
    Armazéns8 Armazéns (50.000 toneladas cada)-
    Armazém de Contentores-4.982 TEU 48 Reefer plugs
    Equipamento4 Guindastes Eléctricos de Cais 3 Pás Carregadoras 3 Empilhadores (2,5 a 3,0 t)4 Reachstackers (45 t) 3 Toplifters (45 t) 1 Sidelifter (9 t) 1 RMG (25 t)
  30. Texto do artigo, página 76: (2) Instalações Portuárias e Capacidade de Movimentação de Carga
  31. Texto do artigo, página 76: 10m, e é usada para a atracação de petroleiros, graneleiros (para fertilizantes e gesso) e para embarcações convencionais. A parte restante do cais do norte apresenta uma profundidade de 7,5m para a atracação, principalmente, de navios convencionais que movimentam a carga geral.
  32. Texto do artigo, página 76: O Porto de Nacala consiste nos cais do sul e do norte com um terminal de contentores, um cais de carga geral, um cais de carga a granel, armazéns, uma instalação de tratamento da carga a granel líquida e uma rampa ferroviária.
  33. Texto do artigo, página 76: O cais do sul tem a extensão de 372m e tem a capacidade para ancorar dois porta-contentores ao mesmo tempo. Os graneleiros de grande escala são ocasionalmente atracados no cais do sul, uma vez que este apresenta uma profundidade de 14m.
  34. Texto do artigo, página 76: O cais do norte apresenta uma extensão de 620m da qual a parte do norte serve para o tratamento do granel líquido. Um gasoduto de 4km liga o terminal aos tanques de armazenamento. A parte norte do cais, de 312,5m, apresenta uma profundidade de água de
  35. Texto do artigo, página 76: As especificações e a capacidade dos cais são indicadas na Tabela 5.3.1:
  36. Texto do artigo, página 76: (3) Quantidade Tratada de Carga e Transporte Marítimo
  37. Texto do artigo, página 76: milho, fertilizantes, sucatas, máquinas, açúcar, gesso, cimento, arroz e peixe congelado. A evolução dos modos de transporte e das principais mercadorias movimentadas é indicada na Tabela 5.3.2.
  38. Texto do artigo, página 76: 1) Quantidade Tratada de Carga
  39. Texto do artigo, página 76: 1) Quantidade Tratada de Carga
  40. Texto do artigo, página 76: De acordo com as estatísticas do CDN, o Porto de Nacala movimentou 1.557.000 toneladas em 2011, contra as 1.376.000 toneladas no mesmo período em 2010, o que mostra um crescimento aproximado de 13%. A carga em contentor também aumentou, com uma taxa de crescimento aproximado em 20% para o período entre 2009 e 2010. Os principais itens que compõem a carga geral são o combustível, clínquer, trigo a granel,
  41. Texto do artigo, página 76: De acordo com as estatísticas do CDN, o Porto de Nacala movimentou 1.557.000 toneladas em 2011, contra as 1.376.000 toneladas no mesmo período em 2010, o que mostra um crescimento aproximado de 13%. A carga em contentor também aumentou, com uma taxa de crescimento aproximado em 20% para o período entre 2009 e 2010. Os principais itens que compõem a carga geral são o combustível, clínquer, trigo a granel, milho, fertilizantes, sucatas, máquinas, açúcar, gesso, cimento, arroz e peixe congelado. A evolução dos modos de transporte e das principais mercadorias movimentadas é indicada na Tabela 5.3.2.
  42. Texto do artigo, página 76: Mais de 95% da carga é de proveniência internacional, o que significa que a carga interna ocupa apenas 5% da carga total. A importação é maior que a exportação em termos de volume. O transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a exportação e a importação.
  43. Texto do artigo, página 76: importação.
  44. Texto do artigo, página 76: Mais de 95% da carga é de proveniência internacional, o que significa que a carga interna ocupa apenas termos de volume. O t exportação e a
  45. Texto do artigo, página 76: 1,800 2,000
  46. Texto do artigo, página 76: 5% da carga total. A importação é maior que a exportação em Cargo Total Container Total transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a
    5% da carga total. A importação é maior que a exportação em
    Cargo Total Container Total transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a
  47. Texto do artigo, página 76: 100,000
  48. Texto do artigo, página 76: 90,000
  49. Texto do artigo, página 76: 1,600
  50. Texto do artigo, página 76: 80,000
  51. Texto do artigo, página 76: TotaldeCargas(1,000toneladas)
  52. Texto do artigo, página 76: 16
  53. Texto do artigo, página 76: 1,400
  54. Texto do artigo, página 76: 70,000
  55. Texto do artigo, página 76: CargoTotal(1,000tons)
  56. Texto do artigo, página 76: ContainerTotal(TEU)
  57. Texto do artigo, página 76: TotaldeContentores(TEU)
  58. Texto do artigo, página 76: 1,200
  59. Texto do artigo, página 76: 60,000
  60. Texto do artigo, página 76: 1,000
  61. Texto do artigo, página 76: 50,000
  62. Texto do artigo, página 76: 800
  63. Texto do artigo, página 76: 40,000
  64. Texto do artigo, página 76: 600
  65. Texto do artigo, página 76: 30,000
  66. Texto do artigo, página 76: 400
  67. Texto do artigo, página 76: 20,000
  68. Texto do artigo, página 76: 200
  69. Texto do artigo, página 76: 10,000
  70. Texto do artigo, página 76: 0
  71. Texto do artigo, página 76: 0
  72. Texto do artigo, página 76: 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Year
  73. Texto do artigo, página 76: Ano
  74. Texto do artigo, página 76: Fonte: CDN
  75. Texto do artigo, página 76: Figura 5.3.5 Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala
  76. Texto do artigo, página 76: Tabela 5.3.2 Detalhes da Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala (2010 e 2011)
  77. Texto do artigo, página 76: Carga Interna Carga Internacional Trânsit - Malawi Transbordo e Transferência
    Carga InternaCarga InternacionalTrânsit - MalawiTransbordo e Transferência
  78. Texto do artigo, página 77: 0
  79. Texto do artigo, página 77: 0
  80. Texto do artigo, página 77: 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Year
  81. Texto do artigo, página 77: Ano
  82. Texto do artigo, página 77: Fonte: CDN
  83. Texto do artigo, página 77: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1075)
  84. Texto do artigo, página 77: Figura 5.3.5 Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala
  85. Texto do artigo, página 77: Tabela 5.3.2 Detalhes da Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala (2010 e 2011)
  86. Texto do artigo, página 77: Carga Interna Carga Internacional Trânsit - Malawi Transbordo e Transferência Item 2010 2011 Item 2010 2011 Item 2010 2011 Item 2010 2011 Carregamento (27,0) (29,6) Exportação (335,8) (333,2) Carregamento (48,9) (88,8) Transbordo (99,8) (138,8) Óleo 19,7 25,4 Milho 29,0 Contentor 40,7 74,4 Contentor 99,8 113,8 Contentor 7,3 4,2 Sucata Metálica 8,0 3,0 Açúcar 8,2 6,1 Trigo 0,0 25,0 Contentor 327,8 301,2 Sucata Metálica 0,0 8,3 Descarregamento (25,7) (8,5) Importação (654,4) (811,8) Descarregamento (185,0) (125,6) Transferência (0,0) (23,2) Combustível 3,0 0,7 Óleo 132,3 166,9 Óleo 12,3 0,0 Contentor 0,0 23,2 Contentor 21,4 7,8 Arroz 9,8 4,2 Fertilizantes 36,9 14,3 Diversos 1,3 0,0 Trigo 63,0 59,1 Óleo de Soja 0,0 2,7 Óleo de Soja 0,0 2,0 Trigo 97,6 70,9 Óleo de Palma 49,8 66,9 Contentor 38,2 37,7 Peixa Congelado 1,7 1,2 Material de Gesso 2,4 5,5 Clínquer 158,5 134,9 Cimento 4,6 5,0 Maquinaria 0,8 6,3 Contentor 229,5 359,2 Diversos 2,0 0,6 Total (52,7) (38,1) Total (990,2) (1.145,0) Total (233,9) (214,4) Total (99,8) (162,0) Total Geral 2010 1.376,6 (Unid.: x 1.000 toneladas) Total Geral 2011 1.559,5
    Carga InternaCarga InternacionalTrânsit - MalawiTransbordo e Transferência
    Item20102011Item20102011Item20102011Item20102011
    Carregamento(27,0)(29,6)Exportação(335,8)(333,2)Carregamento(48,9)(88,8)Transbordo(99,8)(138,8)
    Óleo19,725,4Milho29,0Contentor40,774,4Contentor99,8113,8
    Contentor7,34,2Sucata Metálica8,03,0Açúcar8,26,1Trigo0,025,0
    Contentor327,8301,2Sucata Metálica0,08,3
    Descarregamento(25,7)(8,5)Importação(654,4)(811,8)Descarregamento(185,0)(125,6)Transferência(0,0)(23,2)
    Combustível3,00,7Óleo132,3166,9Óleo12,30,0Contentor0,023,2
    Contentor21,47,8Arroz9,84,2Fertilizantes36,914,3
    Diversos1,30,0Trigo63,059,1Óleo de Soja0,02,7
    Óleo de Soja0,02,0Trigo97,670,9
    Óleo de Palma49,866,9Contentor38,237,7
    Peixa Congelado1,71,2
    Material de Gesso2,45,5
    Clínquer158,5134,9
    Cimento4,65,0
    Maquinaria0,86,3
    Contentor229,5359,2
    Diversos2,00,6
    Total(52,7)(38,1)Total(990,2)(1.145,0)Total(233,9)(214,4)Total(99,8)(162,0)
    Total Geral 20101.376,6(Unid.: x 1.000 toneladas)
    Total Geral 20111.559,5
  87. Texto do artigo, página 77: Fonte: CFM
  88. Texto do artigo, página 77: 2) Transporte Marítimo
  89. Texto do artigo, página 77: 2) Transporte Marítimo
  90. Texto do artigo, página 77: Em 2011, o Porto de Nacala teve 287 entradas de embarcações, número este que inclui 155 porta-contentores e 23 graneleiros (ambos internacionais). As viagens internacionais e internas cresceram mais de 4% em 2011. O terminal teve 78 entradas de petroleiros, incluindo viagens internas. Desde 2011, o número de graneleiros internacionais aumentou mais de 53% comparado com o ano de 2010. O registo das entradas por tipo de viagem é ilustrado na
  91. Texto do artigo, página 77: Em 2011, o Porto de Nacala teve 287 entradas de embarcações, número este que inclui 155 porta-contentores e 23 graneleiros (ambos internacionais). As viagens internacionais e internas cresceram mais de 4% em 2011. O terminal teve 78 entradas de petroleiros, incluindo viagens internas. Desde 2011, o número de graneleiros internacionais aumentou mais de 53% comparado com o ano de 2010. O registo das entradas por tipo de viagem é ilustrado na Tabela 5.3.3:
  92. Texto do artigo, página 77: Tabela 5.3.3 Registo de Entradas de Embarcações por Tipo de Viagem
  93. Texto do artigo, página 77: Tab elaEmbarcação5.3.3: 2010 2011 Taxa de Aumento 1 Nacional 25 26 4% 1.1 Carga Geral 1 0 -100% 1.2 Porta-Contentor 0 0 0% 1.3 Outros 0 0 0% 1.4 Petroleiro 24 26 8% 2 Internacional 249 261 5% 2.1 Carga Geral 24 18 -25% 2.2 Graneleiro 15 23 53% 2.3 Outros 8 10 25% 2.4 Pesqueira 5 3 -40% 2.5 Porta-Contentor 145 155 7% 2.6 Petroleiro 52 52 0% Total 274 287 5%
    TabelaEmbarcação5.3.3:20102011Taxa de Aumento
    1Nacional25264%
    1.1Carga Geral10-100%
    1.2Porta-Contentor000%
    1.3Outros000%
    1.4Petroleiro24268%
    2Internacional2492615%
    2.1Carga Geral2418-25%
    2.2Graneleiro152353%
    2.3Outros81025%
    2.4Pesqueira53-40%
    2.5Porta-Contentor1451557%
    2.6Petroleiro52520%
    Total2742875%
  94. Texto do artigo, página 77: 17
  95. Texto do artigo, página 77: Fonte : Relatório Anual do CDN 2011
  96. Texto do artigo, página 77: 5.3.3 Porto de Pemba
  97. Texto do artigo, página 77: (1) Visão Geral
  98. Texto do artigo, página 77: O Porto de Pemba é localizado a 200km a norte do Porto de Nacala. O CFM tem sido directamente responsável pela operação e gestão do porto. O Porto de Pemba está devidamente protegido na parte interna da Baía de Pemba e tem uma profundidade de água de cerca de 20m, incluindo o canal de acesso ao porto.
  99. Texto do artigo, página 77: COSTA LESTE DE ÁFRICA– PLANTAS EM MOÇAMBIQUE das Cartas de Moçambique e dos EUA a 1986, 61182 Porto de Pemba Linha de contorno de 200m de profundidade Imagem de Google Earth de 2014 Porto de Pemba
    COSTA LESTE DE ÁFRICA– PLANTAS EM MOÇAMBIQUE das Cartas de Moçambique e dos EUA a 1986, 61182 Porto de Pemba Linha de contorno de 200m de profundidadeImagem de Google Earth de 2014 Porto de Pemba
  100. Texto do artigo, página 77: Porto de Pemba contorno de 20m de profundidade
  101. Texto do artigo, página 77: Porto de Pemba
  102. Texto do artigo, página 77: Fonte: Cartas de Navegação e Google Earth
  103. Texto do artigo, página 77: Figura 5.3.6 Baía de Pemba
  104. Texto do artigo, página 77: (2) Instalações Portuárias e Capacidade de Movimentação de Carga
  105. Texto do artigo, página 78: (2) Instalações Portuárias e Capacidade de Movimentação de Carga
  106. Texto do artigo, página 78: O porto dispõe de um armazém (1.700m2), um pátio de contentores (que está a ser expandido a 7.000m2) e empilhadeiras para o carregamento e descarregamento de contentores no pátio. Não há nenhum guindaste de cais instalado.
  107. Texto do artigo, página 78: 79m. A ponte-cais foi construída em 1957 e remodelada em 1996, e mesmo assim, os materiais de reforço estão parcialmente deteriorados.
  108. Texto do artigo, página 78: A estrutura (layout) das instalações portuárias estão ilustradas na Figura 5.3.7. O porto possui apenas uma ponte-cais cuja extensão e largura são de 185m e 70m respectivamente. A profundidade das águas ao longo da ponte-cais é de 7,5m (12m durante a maré alta). A diferença entre os níveis da maré é de 4,4m. A ponte-cais é ligada à terra por uma ponte de 79m. A ponte-cais foi construída em 1957 e remodelada em 1996, e mesmo assim, os materiais de reforço estão parcialmente deteriorados.
  109. Texto do artigo, página 78: O porto dispõe de um armazém (1.700m2), um pátio de contentores (que está a ser expandido a 7.000m2) e empilhadeiras para o carregamento e descarregamento de contentores no pátio. Não há nenhum guindaste de cais instalado.
  110. Texto do artigo, página 78: Além disso, a Bolloré, uma das empresas que actua na exploração offshore de gás, construiu uma ponte-cais para os barcos de serviço que trabalham para os equipamentos de perfuração/plataformas offshore (com 120m de comprimento e 40m de via de acesso).
  111. Texto do artigo, página 78: Além disso, a Bolloré, uma das empresas que actua na exploração offshore de gás, construiu uma ponte-cais para os barcos de serviço que trabalham para os equipamentos de perfuração/plataformas offshore (com 120m de comprimento e 40m de via de acesso).
  112. Texto do artigo, página 78: Pátio de Contentores Terminal do CFM Ponte-cais da Bolloré 12 ha Imagem © 2014 CNES / Astrium Google Earth
  113. Texto do artigo, página 78: Pátio de Contentores
  114. Texto do artigo, página 78: Terminal do CFM
  115. Texto do artigo, página 78: Ponte-cais da Bolloré
  116. Texto do artigo, página 78: Fonte: Google Earth 2014
  117. Texto do artigo, página 78: Figura 5.3.7 Porto de Pemba
  118. Texto do artigo, página 78: Em 2011, um total de 65 embarcações de carga comercial entraram no porto, todas de carga geral, excepto três petroleiros. Para além disso, a entrada de outras embarcações relativas ao projecto de exploração do gás na bacia de Rovuma tem crescido recentemente.
  119. Texto do artigo, página 78: Em 2011, um total de 65 embarcações de carga comercial entraram no porto, todas de carga geral, excepto três petroleiros. Para além disso, a entrada de outras embarcações relativas ao projecto de exploração do gás na bacia de Rovuma tem crescido recentemente.
  120. Texto do artigo, página 78: e 50.826, a carga não contentorizada. A carga internacional constitui a maioria, ocupando mais de 80%. A taxa de crescimento registada entre 2010 e 2011 foi de 29% devido ao aumento da exportação de madeira e da importação relativa à exploração de gás. O registo das mercadorias de carga bem como o peso movimentado são indicados na Tabela 5.3.4:
  121. Texto do artigo, página 78: A quantidade de carga manuseada cresceu para 169.659 toneladas, das quais 118.833 representam a carga em contentor e 50.826, a carga não contentorizada. A carga internacional constitui a maioria, ocupando mais de 80%. A taxa de crescimento registada entre 2010 e 2011 foi de 29% devido ao aumento da exportação de madeira e da importação relativa à exploração de gás. O registo das mercadorias de carga bem como o peso movimentado são indicados na Tabela 5.3.4:
  122. Texto do artigo, página 78: A quantidade de carga manuseada cresceu para 169.659 toneladas, das quais 118.833 representam a carga em contentor
  123. Texto do artigo, página 78: Tabela 5.3.4 Detalhes da Quantidade da Carga Manuseada no Porto de Pemba (2010 e 2011)
  124. Texto do artigo, página 78: Carga Interna Carga Internacional Item 2010 2011 Item 2010 2011 Carregamento (23,4) (18,9) Exportação (65,2) (89,3) Contentor 3,3 0,8 Contentor 65,2 88,8 Diversos 20,1 18,1 Diversos 0,0 0,5 Descarregamento (13,1) (10,4) Importação (29,2) (51,2) Combustível 4,9 3,3 Contentor 22,3 26,3 Contentor 0,6 0,8 Transporte M. 0,0 0,1 Diversos 7,6 6,3 Diversos 6,9 24,8 Total (36,5) (29,3) Total (94,4) (140,5) Total Geral 2010 130,9 (Unid.: x 1.000 toneladas) Total Geral 2011 169,8
    Carga InternaCarga Internacional
    Item20102011Item20102011
    Carregamento(23,4)(18,9)Exportação(65,2)(89,3)
    Contentor3,30,8Contentor65,288,8
    Diversos20,118,1Diversos0,00,5
    Descarregamento(13,1)(10,4)Importação(29,2)(51,2)
    Combustível4,93,3Contentor22,326,3
    Contentor0,60,8Transporte M.0,00,1
    Diversos7,66,3Diversos6,924,8
    Total(36,5)(29,3)Total(94,4)(140,5)
    Total Geral 2010130,9(Unid.: x 1.000 toneladas)
    Total Geral 2011169,8
  125. Texto do artigo, página 78: Tabela 5.3.4 Detalhes da Quantidade da Carga Manuseada no Porto de Pemba (2010 e 2011) Carga Interna Carga Internacional Item 2010 2011 Item 2010 2011 Carregamento (23,4) (18,9) Exportação (65,2) (89,3) Contentor 3,3 0,8 Contentor 65,2 88,8 Diversos 20,1 18,1 Diversos 0,0 0,5 Descarregamento (13,1) (10,4) Importação (29,2) (51,2) Combustível 4,9 3,3 Contentor 22,3 26,3 Contentor 0,6 0,3 Transporte M. 0,0 0,1 Diversos 7,6 6,8 Diversos 6,9 24,8 Total (36,5) (29,3) Total (94,4) (140,5) Total Geral 2010 130,9 (Unid.: x 1.000 toneladas) Total Geral 2011 169,8 Fonte: CFM
    Carga InternaCarga Internacional
    Item20102011Item20102011
    Carregamento(23,4)(18,9)Exportação(65,2)(89,3)
    Contentor3,30,8Contentor65,288,8
    Diversos20,118,1Diversos0,00,5
    Descarregamento(13,1)(10,4)Importação(29,2)(51,2)
    Combustível4,93,3Contentor22,326,3
    Contentor0,60,3Transporte M.0,00,1
    Diversos7,66,8Diversos6,924,8
    Total(36,5)(29,3)Total(94,4)(140,5)
    Total Geral 2010130,9(Unid.: x 1.000 toneladas)
    Total Geral 2011169,8
    Fonte: CFM
  126. Texto do artigo, página 78: 19
  127. Texto do artigo, página 78: Fonte: CFM
  128. Texto do artigo, página 78: 5.3.4 Porto de Palma
  129. Texto do artigo, página 78: 5.3.4 Porto de Palma
  130. Texto do artigo, página 78: pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.
  131. Texto do artigo, página 78: (1) Visão Geral
  132. Texto do artigo, página 78: (1) Visão Geral
  133. Texto do artigo, página 78: O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos
  134. Texto do artigo, página 78: O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.
  135. Texto do artigo, página 78: Tanzania
  136. Texto do artigo, página 79: O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.
  137. Texto do artigo, página 79: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1077)
  138. Texto do artigo, página 79: COSTA LESTE DE ÁFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE, Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180 Porto de Palma Linha de contorno da profundidade de 200m Imagem de Google Earth 2014 Porto de Palma Tanzania Moçambique Pista para aeronaves
    COSTA LESTE DE ÁFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE, Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180 Porto de Palma Linha de contorno da profundidade de 200mImagem de Google Earth 2014 Porto de Palma Tanzania Moçambique Pista para aeronaves
  139. Texto do artigo, página 79: Porto de Palma Linha de contorno da profundidade de 200m COSTA LESTE DE AFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE, Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180 Fonte: Cartas de Navegação e Google Earth
  140. Texto do artigo, página 79: Tanzania Moçambique Porto de Palma Pista para aeronaves Imagem de Google Earth 2014
  141. Texto do artigo, página 79: Fonte: Cartas de Navegação e Google Earth
  142. Texto do artigo, página 79: Figura 5.3.8 Baía de Palma
  143. Texto do artigo, página 79: Conforme apresentado na Figura 5.3.8, a baía é profunda no centro. A linha que contorna a profundidade de 100m estende-se para dentro do centro da baía, e as águas imediatamente se tornam menos profundas na direcção à extremidade da baía. A linha de contorno de 10m
  144. Texto do artigo, página 79: Conforme apresentado na Figura 5.3.8, a baía é profunda no centro. A linha que contorna a profundidade de 100m estende-se para dentro do centro da baía, e as águas imediatamente se tornam menos profundas na direcção à extremidade da baía. A linha de contorno de 10m estende-se muito próxima à extremidade da baía, a 100 a 200m da linha de costa. Uma povoação é localizada no extremo oeste da baía.
  145. Texto do artigo, página 79: Está previsto o desenvolvimento de um novo porto na zona superficial da costa sul (6.000ha), para onde a empresa PCD (Portos de Cabo Delgado) obteve o contrato de concessão. O contrato de concessão da área terrestre (7.000ha) em frente a essa área do novo porto foi firmado com as exploradoras de gás natural, para a construção de instalações de produção de GNL.
  146. Texto do artigo, página 79: estende-se muito próxima à extremidade da baía, a 100 a 200m da linha de costa. Uma povoação é localizada no extremo oeste da baía.
  147. Texto do artigo, página 79: 20
  148. Texto do artigo, página 79: Está previsto o desenvolvimento de um novo porto na zona superficial da costa sul (6.000ha), para onde a empresa PCD (Portos de Cabo Delgado) obteve o contrato de concessão. O contrato de concessão da área terrestre (7.000ha) em frente a essa área do novo porto foi firmado com as exploradoras de gás natural, para a construção de instalações de produção de GNL.
  149. Texto do artigo, página 79: Baía de Palma Povoação Área Industrial de Gás BAIA DE TUNGUE ~10m ~20m MAR 5.000m
  150. Texto do artigo, página 79: -10m
  151. Texto do artigo, página 79: -20m
  152. Texto do artigo, página 79: -50m -100m -200m
  153. Texto do artigo, página 79: Baía de Palma
  154. Texto do artigo, página 79: Povoação
  155. Texto do artigo, página 79: Área Portuária sob
  156. Texto do artigo, página 79: Área Concessão Industrial de Gás
  157. Texto do artigo, página 79: 5.000m
  158. Texto do artigo, página 79: Fonte: ENH
  159. Texto do artigo, página 79: Figura 5.3.9 Profundidade das Águas da Baía de Palma
  160. Texto do artigo, página 80: 5.4 Recursos Hídricos
  161. Texto do artigo, página 80: 5.4.1 Condições Actuais dos Recursos Hídricos
  162. Texto do artigo, página 80: 5.4 Recursos Hídricos 5.4.1 Condições Actuais dos Recursos Hídricos
  163. Texto do artigo, página 80: (1) Clima
  164. Texto do artigo, página 80: pela proximidade ao mar e pela latitude. Existem duas estações distintas: a quente e húmida que vai de Novembro a Abril, e a outra fresca e seca que vai de Maio a Outubro. A precipitação anual pode variar dramaticamente de ano para ano. A precipitação média anual da Região do Corredor de Nacala é apresentada na Figura 5.4.1:
  165. Texto do artigo, página 80: O padrão climático é claramente caracterizado pela estação chuvosa bem marcada, e fortemente influenciado pela altitude, pela proximidade ao mar e pela latitude. Existem duas estações distintas: a quente e húmida que vai de Novembro a Abril, e a outra fresca e seca que vai de Maio a Outubro. A precipitação anual pode variar dramaticamente de ano para ano. A precipitação média anual da Região do Corredor de Nacala é apresentada na Figura 5.4.1:
  166. Texto do artigo, página 80: (1) Clima O padrão climático é claramente caracterizado pela estação
  167. Texto do artigo, página 80: chuvosa bem marcada, e fortemente influenciado pela altitude,
  168. Texto do artigo, página 80: Precipitação Média Anual (mm/ano)
  169. Texto do artigo, página 80: Precipitação Média (mm/ano) NIASSA NAMPULA CABO DELGADO Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  170. Texto do artigo, página 80: Legenda
  171. Texto do artigo, página 80: Região do Corredor de Nacala Fronteira Nacional Limite Provincial Capital Provincial Capital Distrital Estrada Linha Férrea Lago e Reservatório
  172. Texto do artigo, página 80: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
  173. Texto do artigo, página 80: Figura 5.4.1 Precipitação Média Anual da Região do Corredor de Nacala (mm/ano)
  174. Texto do artigo, página 80: (2) Extensão das Bacias e Gestão de Recursos Hídricos
  175. Texto do artigo, página 80: (2) Extensão das Bacias e Gestão de Recursos Hídricos As bacias hidrográficas são geridas pelas cinco Administrações
  176. Texto do artigo, página 80: As bacias hidrográficas são geridas pelas cinco Administrações Regionais de Águas, estabelecidas pela Lei de Águas de 1991:
  177. Texto do artigo, página 80: A Região do Corredor de Nacala abrange as áreas sob controlo da ARA-Norte e da ARA-Centro Norte, e a parte norte da jurisdição da ARA-Zambeze. A ARA-Norte administra a área estendida entre a fronteira do norte do país e o limite da bacia do Rio Lúrio, enquanto a ARA-Centro Norte é responsável pela área que vai desde a bacia do Rio Lúrio até ao limite nordeste da bacia do Rio Zambeze e à ARA-Zambeze compete a bacia do Rio Zambeze, conforme apresentado na Figura 5.4.2:
  178. Texto do artigo, página 80: Regionais de Águas, estabelecidas pela Lei de Águas de 1991:
  179. Texto do artigo, página 80:  ARA-Norte (ARA-N)  ARA-Centro Norte (ARA-CN)  ARA-Zambeze (ARA-Z)  ARA-Centro (ARA-C)  ARA-Sul (ARA-S)
  180. Texto do artigo, página 80: • ARA-Norte (ARA-N) • ARA-Centro Norte (ARA-CN) • ARA-Zambeze (ARA-Z) • ARA-Centro (ARA-C) • ARA-Sul (ARA-S)
  181. Texto do artigo, página 80: A Região do Corredor de Nacala abrange as áreas sob controlo da ARA-Norte e da ARA-Centro Norte, e a parte norte da jurisdição da ARA-Zambeze. A ARA-Norte administra a área estendida entre a fronteira do norte do país e o limite da bacia do Rio Lúrio, enquanto a ARA-Centro Norte é responsável pela área que vai desde a bacia do Rio Lúrio até ao limite nordeste da bacia do Rio Zambeze e à ARA-Zambeze compete a bacia do Rio Zambeze, conforme apresentado na Figura 5.4.2:
  182. Texto do artigo, página 80: Bacia 39: Zambeze 41: Lúrio 47: Ligonha 50: Meluli 61: Monapo 63: Sanhute 68: Mecuburi 73: Lúrio 74: Megaruma 81: Montepuez 88: Messalo 95: Rovuma ARA-N ARA-Z ARA-CN
  183. Texto do artigo, página 80: Bacia
  184. Texto do artigo, página 80: 22
  185. Texto do artigo, página 80: 63: Sanhute
  186. Texto do artigo, página 80: 63
  187. Texto do artigo, página 80: Figura 5.4.2 Áreas da Gestão das ARAs e Principais Bacias Hidrológicas da Região do Corredor de Nacala
  188. Texto do artigo, página 80: (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfica na Região do Corredor de Nacala
  189. Texto do artigo, página 80: Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um mau funcionamento apesar do facto de que o percentual oficial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.
  190. Texto do artigo, página 81: (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfica na Região do Corredor de Nacala
  191. Texto do artigo, página 81: Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um mau funcionamento apesar do facto de que o percentual oficial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.
  192. Texto do artigo, página 81: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1079)
  193. Texto do artigo, página 81: (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfi ca na Região do Corredor de Nacala
  194. Texto do artigo, página 81: mau funcionamento apesar do facto de que o percentual ofi cial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.
  195. Texto do artigo, página 81: Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um
  196. Texto do artigo, página 81: Foram seleccionadas as estações de observação a montante, no meio e a jusante de cada bacia para a verifi cação dos relatórios existentes.
  197. Texto do artigo, página 81: Foram seleccionadas as estações de observação a montante, no meio e a jusante de cada bacia para a verificação dos relatórios existentes.
  198. Texto do artigo, página 81: Tabela 5.4.1 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica na Região do Corredor de Nacala
  199. Texto do artigo, página 81: Área Nº de Bacia da DNA Área Total das Bacias (km2) Estações Meteorológicas (DNA) Estações Hidrológicas (DNA) ARA-Norte 74 a 98 156.012 104 (96) (70) ARA-Centro Norte 40 a 73 e 99 a 104 187.100 361 (337) (140) ARA-Zambeze 39 140.000 330 (262) (129) Total - 483.112 795 (695) (339)
    ÁreaNº de Bacia da DNAÁrea Total das Bacias (km2)Estações Meteorológicas (DNA)Estações Hidrológicas (DNA)
    ARA-Norte74 a 98156.012104 (96)(70)
    ARA-Centro Norte40 a 73 e 99 a 104187.100361 (337)(140)
    ARA-Zambeze39140.000330 (262)(129)
    Total-483.112795 (695)(339)
  200. Texto do artigo, página 81: Tabela 5.4.1 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica na Região do Corredor de Nacala Área N° de Bacia da DNA Área Total das Bacias (km2) Estações Meteorológicas (DNA) Estações Hidrológicas (DNA) ARA-Norte 74 à 98 156.012 104 (96) (70) ARA-Centro Norte 40 a 73 e 99 a 104 187.100 361 (337) (140) ARA-Zambeze 39 140.000 330 (262) (129) Total 483.112 795 (695) (339) Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNA Área Estações Meteorológicas Estações Hidrológicas Observações ARA-Norte Coleta para análise 70 6* • pedidos: 7 ARA-Centro Norte Coleta para análise 337 140 44* • pedidos: 53 ARA-Zambeze Coleta para análise 262 129 1* • pedidos: 8 Estações em funcionamento em 1996 127 76 Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
    ÁreaN° de Bacia da DNAÁrea Total das Bacias (km2)Estações Meteorológicas (DNA)Estações Hidrológicas (DNA)
    ARA-Norte74 à 98156.012104 (96)(70)
    ARA-Centro Norte40 a 73 e 99 a 104187.100361 (337)(140)
    ARA-Zambeze39140.000330 (262)(129)
    Total483.112795 (695)(339)
  201. Texto do artigo, página 81: Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
  202. Texto do artigo, página 81: Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNA
  203. Texto do artigo, página 81: Estações Meteorológicas
  204. Texto do artigo, página 81: Estações Hidrológicas
  205. Texto do artigo, página 81: Observações ARA-Norte 96 70
  206. Texto do artigo, página 81: Área
  207. Texto do artigo, página 81: Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNA
  208. Texto do artigo, página 81: Coleta para análise 6 6* *: pedidos: 7 ARA-Centro Norte 337 140
  209. Texto do artigo, página 81: 23
  210. Texto do artigo, página 81: ARA-Norte Coleta para análise 96 15 70 1* *: pedidos: 8 Estações em funcionamentoColeta para emanálise1996 127 6 76 6* *: pedidos: 7 ARA-CentroFonte: DNA,Nortedados reorganizados pela Equipa337 de Estudo da JICA 140 Coleta para análise 28 44* *: pedidos: 53 5.4.2ARA-Zambeze Demanda da Água 262 129 Coleta para análise 15 1* *: pedidos: 8 Estações(1) Metodologiaem funcionamentode Estimativaem 1996 da127Demanda da Água 76
    ARA-Norte Coleta para análise96 1570 1* *:pedidos: 8
    Estações em funcionamentoColeta para emanálise1996127 676 6**: pedidos: 7
    ARA-CentroFonte: DNA,Nortedados reorganizados pelaEquipa337 de Estudo da JICA140
    Coleta para análise2844**: pedidos: 53
    5.4.2ARA-Zambeze Demanda da Água262129
    Coleta para análise151**: pedidos: 8
    Estações(1) Metodologiaem funcionamentode Estimativaem 1996da127Demanda da Água76
  211. Texto do artigo, página 81: Coleta para análise 28 44* *: pedidos: 53 ARA-Zambeze 262 129
  212. Texto do artigo, página 81: Estações Meteorológicas
  213. Texto do artigo, página 81: Estações Hidrológicas
  214. Texto do artigo, página 81: Área
  215. Texto do artigo, página 81: Observações
  216. Texto do artigo, página 81: 5
  217. Texto do artigo, página 81: Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
  218. Texto do artigo, página 81: A demanda da água é estimada pela seguinte equação: DT= DR+DS+DL+DO
  219. Texto do artigo, página 81: 5.4.2 Demanda da Água
  220. Texto do artigo, página 81: 5.4.2 Demanda da Água
  221. Texto do artigo, página 81: DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coefi ciente que varia do lugar e do ano.
  222. Texto do artigo, página 81: (1) Metodologia de Estimativa da Demanda da Água A demanda da água é estimada pela seguinte equação:
  223. Texto do artigo, página 81: DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende do
  224. Texto do artigo, página 81: (1) Metodologia de Estimativa da Demanda da Água
  225. Texto do artigo, página 81: DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de desenvolvimento específi cos a unidades básicas, ou seja, 400m3/ha para as fábricas de alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.
  226. Texto do artigo, página 81: DT= DR+DS+DL+DO DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende do sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.
  227. Texto do artigo, página 81: A demanda da água é estimada pela seguinte equação: DT= DR+DS+DL+DO
  228. Texto do artigo, página 81: sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.
  229. Texto do artigo, página 81: DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendo
  230. Texto do artigo, página 81: DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende do
  231. Texto do artigo, página 81: do lugar e do ano. DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia do lugar e do ano. DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de desenvolvimento específicos a unidades básicas, ou seja, 400m3/ha para as fábricas de alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.
  232. Texto do artigo, página 81: sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.
  233. Texto do artigo, página 81: DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendo do lugar e do ano.
  234. Texto do artigo, página 81: A fi gura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:
  235. Texto do artigo, página 81: DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendo
  236. Texto do artigo, página 81: do lugar e do ano. DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia do lugar e do ano. DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de
  237. Texto do artigo, página 81: A figura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:
  238. Texto do artigo, página 81: Legenda
  239. Texto do artigo, página 81: Legenda Barragens e Furos Existentes Limite de Bacia Rio Estrada Pemba Nacala Nampula Cuamba Rio Lúrio Rio Mecuburi Barragem de Monapo
  240. Texto do artigo, página 81: 400m3/ha para as fábricas de Campo de Furos de Metuge
  241. Texto do artigo, página 81: desenvolvimento específicos a unidades básicas, ou seja,
  242. Texto do artigo, página 81: alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.
  243. Texto do artigo, página 81: Barragens e Furos Existentes Limite da Bacia Rio Estrada
  244. Texto do artigo, página 81: Pemba
  245. Texto do artigo, página 81: A figura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:
  246. Texto do artigo, página 81: Legenda
  247. Texto do artigo, página 81: Rio Lúrio
  248. Texto do artigo, página 81: Barragens e Furos Existentes Limite da Bacia Rio Estrada
  249. Texto do artigo, página 81: Campo de Furos de Metuge
  250. Texto do artigo, página 81: Barragem de Mepopole
  251. Texto do artigo, página 81: Rio Mecuburi
  252. Texto do artigo, página 81: Barragem de Monapo
  253. Texto do artigo, página 81: Nacala
  254. Texto do artigo, página 81: Pemba
  255. Texto do artigo, página 81: Cuamba
  256. Texto do artigo, página 81: Barragem de Muecula
  257. Texto do artigo, página 81: Nampula
  258. Texto do artigo, página 81: Rio Lúrio
  259. Texto do artigo, página 81: Rio Mecuburi
  260. Texto do artigo, página 81: Barragem de Mepopole
  261. Texto do artigo, página 81: Nacala
  262. Texto do artigo, página 81: 24
  263. Texto do artigo, página 81: Barragem de Monapo
  264. Texto do artigo, página 82: N.º 61) A Barragem do Rio Monapo, que é a fonte de água para a Cidade de Nampula, é localizada no Rio Monapo, a 9km da cidade. A barragem tem abastecido a Cidade de Nampula com água num volume médio de 17.000m3/dia. Mas a cidade enfrentará em breve uma escassez de água. Consequentemente, as obras urgentes de reabilitação das instalações de captação e tratamento de água foram programadas a serem concluídas em Fevereiro de 2013. As obras finalmente foram concluídas no início de 2014. A capacidade deve ser ampliada para 20.000m3/ dia depois da conclusão da reabilitação. 25 Figura 5.4.3 Grandes Barragens e Furos Existentes Espera-se que a demanda total cresça em conformidade com o desenvolvimento dos sectores económicos e o aumento demográfico. As estimativas da demanda futura da água, com base nos projectos existentes, na Área da Grande Nampula, Área da Baía de Nacala, Cidade de Cuamba, Cidade de Pemba e Cidade de Lichinga para os anos 2020 e 2029, são apresentadas nas secções posteriores. (2) Cidade de Nampula – Bacia do Rio Monapo (Bacia Nº 61) A Barragem do Rio Monapo, que é a fonte de água para a Cidade de Nampula, é localizada no Rio Monapo, a 9km da cidade. A barragem tem abastecido a Cidade de Nampula com água num volume médio de 17.000m3/dia. Mas a cidade enfrentará em breve uma escassez de água. Consequentemente, as obras urgentes de reabilitação das instalações de captação e tratamento de água foram programadas a serem concluídas em Fevereiro de 2013. As obras finalmente foram concluídas no início de 2014. A capacidade deve ser ampliada para 20.000m3/dia depois da conclusão da reabilitação. Tabela 5.4.3 Fontes de Água para a Cidade de Nampula Fonte de água Distância da cidade Descrição Volume de captação depois da reabilitação Observação Barragem de Monapo existente 9km H=17,5m, L=330m Sv=3,3 millões de m3 EL=342m 2012: 17.000m3/dia 2013: 20.000m3/dia Em reabilitação (Instalações para captação e tratamento, etc.) Total existente 20.000m3/dia Ano População Demanda da água (Max. m3/dia) Cobertura 2009 538.523 (semi-rural: 61%) 21.318* 52% 2020 837.429 (semi-rural: 61%) 69.541 77% 2029 1.245.996 (semi-rural: 61%) 132.732 90% Sv=Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem Fonte: Draft do Relatório do Estudo de Viabilidade - Nampula, Julho de 2010, MCA e FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006 *Demanda da água em 2009: • Demanda residencial: 50,6%, 8.633m3/dia • Demanda industrial/comercial/institucional: 15,6%, 2.665m3/dia • Água desaparecida: 27,7%, 4.724m3/dia • Perda em operação: 6,1%, 1.032m3/dia • Média da demanda total diária: 17.054m3/dia • Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029 (3) Cidade de Nacala – em torno da Bacia do Rio Sanhute (Bacia Nº 63) A Barragem de Muecula (Barragem de Nacala), que é a fonte de água para a Cidade de Nacala, é localizada no Rio Muecula, a 28km do centro da cidade. A barragem chega a fornecer a água num volume diário de 7.200m3. Além dessa barragem, existem seis furos em operação, mas o volume total abastecido é inadequado para atender a demanda. Assim, a Barragem de Muecula está em obras de reabilitação para elevar a sua crista. O volume de abastecimento aumentará para cerca de 17.000m3/dia depois da reabilitação da barragem. Além disso, quatro furos adicionais em cada um dos dois campos de furos, estão a ser construídos para reforçar o abastecimento. Espera-se que o volume total abastecido de água possa a Tabela Fonte de Água tingir 33 5.4.4: Distância da cidade .000mDescrição3/dia, com aVolumereabilitaçãocaptado (m3/dia) Depoisconcluída.emda2013reabilitaçãoOs de (m3/dia) talhesObservaçãosão mostrados Barragem de Muecula existente 28km H=17,5m L=330m Sv=5,3 milhões de m3 EL=75,5m Aprox. 7.200 Captação média: 17.000 Sv=6,6 milhões de m3 Elevação da altura da barragem de 4m. (data de conclusão: Maio de 2013) Campo de furos de Mutuzi 6km 3 furos (EL=121m) 2.160 7.200 4 furos adicionais/campo de furos 6⇒8 polegadas Furo artesiano, teor de ferro Campo de furos de M‟paco 4km 3 furos (EL=118m) 1.512 8.400 Total existente 10.372 33.000 Ano População Demanda da água (Max. m3/dia) Cobertura 2009 220.757 (rural: 22%) 24.055* 79% 2019 309.161 (rural: 22%) 43.557 89% 2029 434.314 (rural: 22%) 61.133 93% na (3) Cidade de Nacala – em torno da Bacia do Rio Sanhute
    Fonte de águaDistância da cidadeDescriçãoVolume de captação depois da reabilitaçãoObservação
    Barragem de Monapo existente9kmH=17,5m, L=330m Sv=3,3 millões de m3 EL=342m2012: 17.000m3/dia 2013: 20.000m3/diaEm reabilitação (Instalações para captação e tratamento, etc.)
    Total existente20.000m3/dia
    AnoPopulaçãoDemanda da água (Max. m3/dia)Cobertura
    2009538.523 (semi-rural: 61%)21.318*52%
    2020837.429 (semi-rural: 61%)69.54177%
    20291.245.996 (semi-rural: 61%)132.73290%
  265. Texto do artigo, página 82: Figura 5.4.3 Grandes Barragens e Furos Existentes
  266. Texto do artigo, página 82: Espera-se que a demanda total cresça em conformidade com o desenvolvimento dos sectores económicos e o aumento demográfico. As estimativas da demanda futura da água, com base nos projectos existentes, na Área da Grande Nampula, Área da Baía de Nacala, Cidade de Cuamba, Cidade de Pemba e Cidade de Lichinga para os anos 2020 e 2029, são apresentadas nas secções posteriores.
  267. Texto do artigo, página 82: Muecula está em obras de reabilitação para elevar a sua crista. O volume de abastecimento aumentará para cerca de 17.000m3/ dia depois da reabilitação da barragem. Além disso, quatro furos adicionais em cada um dos dois campos de furos, estão a ser construídos para reforçar o abastecimento. Espera-se que o volume total abastecido de água possa atingir 33.000m3/dia, com a reabilitação concluída. Os detalhes são mostrados na Tabela 5.4.4:
  268. Texto do artigo, página 82: (Bacia Nº 63)
  269. Texto do artigo, página 82: A Barragem de Muecula (Barragem de Nacala), que é a fonte de água para a Cidade de Nacala, é localizada no Rio Muecula, a 28km do centro da cidade. A barragem chega a fornecer a água num volume diário de 7.200m3. Além dessa barragem, existem seis furos em operação, mas o volume total abastecido é inadequado para atender a demanda. Assim, a Barragem de
  270. Texto do artigo, página 82: Tabela 5.4.4 Fontes de Água para a Cidade de Nacala
  271. Texto do artigo, página 82: Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: Relatório Final do Estudo de Viabilidade - Nacala, Dezembro de 2010, Maio de 2013, MCA e entrevistas com o FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
  272. Texto do artigo, página 82: *Demanda da água em 2009:
  273. Texto do artigo, página 82: • Demanda residencial: 50%, 9.603m3/dia • Demanda industrial/comercial/institucional: 10%, 1.921m3/dia • Água desaparecida: 40%, 7.721m3/dia • Total (Demanda média diária): 19.244m3/dia, Demanda máxima diária: 24.055m3/dia (Factor máximo diário=1,25)
  274. Texto do artigo, página 82: (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73)
  275. Texto do artigo, página 82: A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:
  276. Texto do artigo, página 83: Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: Relatório Final do Estudo de Viabilidade - Nacala, Dezembro de 2010, Maio de 2013, MCA e entrevistas com o FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
  277. Texto do artigo, página 83: *Demanda da água em 2009:
  278. Texto do artigo, página 83: • Demanda residencial: 50%, 9.603m3/dia • Demanda industrial/comercial/institucional: 10%, 1.921m3/dia • Água desaparecida: 40%, 7.721m3/dia • Total (Demanda média diária): 19.244m3/dia, Demanda máxima diária: 24.055m3/dia (Factor máximo diário=1,25)
  279. Texto do artigo, página 83: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1081)
  280. Texto do artigo, página 83: (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73)
  281. Texto do artigo, página 83: (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73) A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio
  282. Texto do artigo, página 83: A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:
  283. Texto do artigo, página 83: Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:
  284. Texto do artigo, página 83: Tabela 5.4.5 Fonte de Água para a Cidade de Cuamba
  285. Texto do artigo, página 83: Fonte de água Distância da cidade Descrição Volume captado (m3/dia) Depois da reabilitação (m3/dia) Observação Barragem de Mepopole 30km H=22m, L=330m Sv=2,9 milhões de m3 EL=994m 9.300 Captação: 10.800 Elevação da altura da barragem de 4m. Reforçada pelas águas subterrâneas. Total existente 11.000 Ano População Demanda da água (Max. m3/dia) Cobertura 2009 94.314 1.641 7% 2015 114.545 6.789 65% 2029 166.850 9.342 75%
    Fonte de águaDistância da cidadeDescriçãoVolume captado (m3/dia)Depois da reabilitação (m3/dia)Observação
    Barragem de Mepopole30kmH=22m, L=330m Sv=2,9 milhões de m3 EL=994m9.300Captação: 10.800Elevação da altura da barragem de 4m. Reforçada pelas águas subterrâneas.
    Total existente11.000
    AnoPopulaçãoDemanda da água (Max. m3/dia)Cobertura
    200994.3141.6417%
    2015114.5456.78965%
    2029166.8509.34275%
  286. Texto do artigo, página 83: Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: ASNANI Study - Vol. V - Cuamba. Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006 Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2015 e 2029
  287. Texto do artigo, página 83: (5) Cidade de Tete – Bacia do Rio Zambeze (Bacia N.º 61)
  288. Texto do artigo, página 83: (5) Cidade de Tete – Bacia do Rio Zambeze (Bacia Nº 61)
  289. Texto do artigo, página 83: (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia N.º 78)
  290. Texto do artigo, página 83: A fonte de água para a Cidade de Tete é subterrânea, e é localizada no Vale de Nhartanda. Apresenta um volume suficiente de aproximadamente 19.000m3/dia para atender a demanda de Tete, com uma cobertura de serviço de cerca de 90%.
  291. Texto do artigo, página 83: informação foi divulgada até a presente data.
  292. Texto do artigo, página 83: A fonte de água para a Cidade de Tete é subterrânea, e é localizada no Vale de Nhartanda. Apresenta um volume suficiente de aproximadamente 19.000m3/dia para atender a demanda de Tete, com uma cobertura de serviço de cerca de 90%.
  293. Texto do artigo, página 83: As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/ dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:
  294. Texto do artigo, página 83: (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia Nº 78)
  295. Texto do artigo, página 83: informação foi divulgada até a presente data.
  296. Texto do artigo, página 83: Actualmente, um plano director para o desenvolvimento de fontes de água, com o ano-alvo previsto para 2037, está a ser implementado pelo FIPAG, financiado pela Vale Moçambique S.A. A Equipa de Estudo esteve a solicitar ao FIPAG informações acerca das descobertas iniciais e da data prevista para a conclusão do plano director, mas nenhuma
  297. Texto do artigo, página 83: As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:
  298. Texto do artigo, página 83: Actualmente, um plano director para o desenvolvimento de fontes de água, com o ano-alvo previsto para 2037, está a ser implementado pelo FIPAG, financiado pela Vale Moçambique S.A. A Equipa de Estudo esteve a solicitar ao FIPAG informações acerca das descobertas iniciais e da data prevista para a conclusão do plano director, mas nenhuma informação foi divulgada até a presente data.
  299. Texto do artigo, página 83: (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia Nº 78)
  300. Texto do artigo, página 83: As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:
  301. Texto do artigo, página 83: 26
  302. Texto do artigo, página 83: Tabela 5.4.6 Fonte de Água para a Cidade de Pemba
  303. Texto do artigo, página 83: Fonte de água Rio Localização Descrição Volume de captação, etc. Campo de furos de Metuge
  304. Texto do artigo, página 83: Bacia do Rio 40km da 6 furos em funcionamento Max.:14.160m3/dia
  305. Texto do artigo, página 83: Tabela 5.4.6 Fonte de Água para a Cidade de Pemba
  306. Texto do artigo, página 83: Fonte de águaMuaguid e Rio cida deLocalizaçãoAlto teor de ferroDescrição VolumeMédia:de captação,9.600metc.3/dia Campo de furos de Metuge Bacia do Rio Muaguide 40km da cidade 6 furos em funcionamento Alto teor de ferro 3 Max.:14.160m3/dia Média:14.160m9.600m33/dia/dia Total existente População Dem anda da água (Max. m /dia) Cobertura14.160m3/dia Ano 153.029 População Demanda10.385*da água (Max. m3/dia) Cobertura66% 2009 262.622 153.029 23.49810.385* 80%66% 2020 408.547 262.622 40.44623.498 90%80% ligações residenciais2029 e de t orneiras exteriores408.547representam 34% para 202040.446e 41% para 2029. 90%
    Fonte de águaMuaguide Rio cidadeLocalizaçãoAltoteor de ferroDescriçãoVolumeMédia:de captação,9.600metc.3/dia
    Campo de furos de MetugeBacia do Rio Muaguide40km da cidade6 furos em funcionamento Alto teor de ferro 3Max.:14.160m3/dia Média:14.160m9.600m33/dia/dia
    Total existentePopulação Demanda da água (Max. m /dia)Cobertura14.160m3/dia
    Ano153.029 PopulaçãoDemanda10.385*da água (Max. m3/dia)Cobertura66%
    2009262.622 153.02923.49810.385*80%66%
    2020408.547 262.62240.44623.49890%80%
    ligações residenciais2029 e de torneiras exteriores408.547representam34% para 202040.446e 41% para 2029.90%
  307. Texto do artigo, página 83: Total existente Ano 2009 2020 2029
  308. Texto do artigo, página 83: Cobertura: As li Fonte: Relatório do Estudo de Viabilidade - Pemba, Maio de 2010, MCA e FIPAG, e investigações adicionais sobre águas subterrâneas, Pemba, Janeiro de 2012 Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
  309. Texto do artigo, página 83: Cobertura: As ligações residenciais e de torneiras exteriores representam 34% para 2020 e 41% para 2029. Fonte: Relatório do Estudo de Viabilidade - Pemba, Maio de 2010, MCA e FIPAG, e investigações adicionais sobre águas subterrâneas, Pemba, Janeiro de 2012 Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
  310. Texto do artigo, página 83: *Demanda da água em 2009:
  311. Texto do artigo, página 83: *Demanda da água em 2009:
  312. Texto do artigo, página 83: • Demanda residencial: 42,5%, 4.415m3/dia • Demanda industrial/comercial/institucional: 15,8%, 1.645m3/dia • Água desaparecida: 38,8%, 4.029m3/dia • Perda operacional: 2,9%, 296m3/dia • Demanda total:10.385m3/dia • Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029
  313. Texto do artigo, página 83: • Demanda residencial: 42,5%, 4.415m3/dia • Demanda industrial/comercial/institucional: 15,8%, 1.645m3/dia • Água desaparecida: 38,8%, 4.029m3/dia • Perda operacional: 2,9%, 296m3/dia • Demanda total:10.385m3/dia • Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029
  314. Texto do artigo, página 83: (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia Nº 95)
  315. Texto do artigo, página 83: (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia Nº 95)
  316. Texto do artigo, página 83: (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia N.º 95)
  317. Texto do artigo, página 83: A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:
  318. Texto do artigo, página 83: Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:
  319. Texto do artigo, página 83: A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:
  320. Texto do artigo, página 83: A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio
  321. Texto do artigo, página 83: Tabela 5.4.7 Fonte de Água para a Cidade de Lichinga
  322. Texto do artigo, página 83: Fonte de água Rio Localização Descrição Volume de captação Mini Barragem de
  323. Texto do artigo, página 83: Tabela 5.4.7 Fonte de Água para a Cidade de Lichinga
  324. Texto do artigo, página 83: Rio 9km da H=17m, L=560m
  325. Texto do artigo, página 83: Max.: 5.000m3/dia
  326. Texto do artigo, página 83: Fonte de águaCabora existenteRio L ocumueLocalizaçãocid ade Sv=1,9 Descriçãomilhões de m Volume de captaçãopara 2009 Total ex A 2 Mini Barragem de Cabora existente istente no 009 Rio Locumue População 12.281 9km da cidade EL=1.318m Demanda da água (Max. m3/dia 2.265 H=17m, L=560m Sv=1,9 milhões de m3 EL=1.318m Max.: 5.000m3/dia ) Cobertura - Max.: 5.000m3/dia para 2009 Total existente 2 015 31.366 12.914 Max.:60%5.000m3/dia Ano 2 029 População 51.366 Demanda da água 22.831(Max. m3/dia) Cobertura75% 2009H: Altura da barragem,12.281L: Comprimento da crista da barragem,2.265Sv: Volume de armaze namento efectivo-do reservatório, 2015EL: Nível da crista da 31.366barragem 12.914 60% Fonte: Pro 2029Abastecim jecto Integrado de Abastecimento ento de Água51.366e Saneamento par de Água e Saneamento para as Províncias a as Quatro Cidades22.831- Relatório de Viab do Niassa e Nampula - Estudo sobre ilidade (Estudos75%ASNANI, Junho de
    Fonte de águaCaboraexistenteRio LocumueLocalizaçãocidade Sv=1,9 Descriçãomilhões de mVolume de captaçãopara 2009
    Total ex A 2 Mini Barragem de Cabora existenteistente no 009 Rio LocumuePopulação 12.281 9km da cidadeEL=1.318m Demanda da água (Max. m3/dia 2.265 H=17m, L=560m Sv=1,9 milhões de m3 EL=1.318mMax.: 5.000m3/dia ) Cobertura - Max.: 5.000m3/dia para 2009
    Total existente 2015 31.36612.914Max.:60%5.000m3/dia
    Ano 2029 População 51.366Demanda da água 22.831(Max. m3/dia)Cobertura75%
    2009H: Alturada barragem,12.281L: Comprimento dacrista da barragem,2.265Sv: Volume de armazenamento efectivo-do reservatório,
    2015EL: Nívelda crista da 31.366barragem12.91460%
    Fonte: Pro 2029Abastecimjecto Integrado de Abastecimento ento de Água51.366e Saneamento parde Água e Saneamento para as Províncias a as Quatro Cidades22.831- Relatório de Viabdo Niassa e Nampula - Estudo sobre ilidade (Estudos75%ASNANI, Junho de
  327. Texto do artigo, página 83: 3
  328. Texto do artigo, página 83: H: Altura da barragem, L: Comprimento da crista da barragem, Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem Fonte: Projecto Integrado de Abastecimento de Água e Saneamento para as Províncias do Niassa e Nampula - Estudo sobre Abastecimento de Água e Saneamento para as Quatro Cidades - Relatório de Viabilidade (Estudos ASNANI, Junho de 2008) - Vol. IV - Lichinga Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
  329. Texto do artigo, página 83: 2008) - Vol. IV - Lichinga Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
  330. Texto do artigo, página 83: 27
  331. Texto do artigo, página 84: 5.5 Sector da Energia 5.5.1 Condições Actuais do Sector Energético
  332. Texto do artigo, página 84: (2) Órgãos Governamentais Responsáveis pela Energia Eléctrica
  333. Texto do artigo, página 84: A Electricidade de Moçambique (doravante designada a“EDM”) é a empresa pública responsável pela geração, transmissão e distribuição da energia eléctrica. O número total de seus funcionários é de 3.500 pessoas. A EDM é um órgão subordinado ao Ministério dos Recursos Minerais e Energia (o antigo Ministério da Energia (ME), que funcionou até Janeiro de 2015).
  334. Texto do artigo, página 84: (1) Visão Geral da Situação do Sector Energético da Região do Corredor de Nacala
  335. Texto do artigo, página 84: Devido à vasta área e à baixa densidade demográfica, é difícil estender a rede de energia nacional para a área rural. Como resultado, a área rural sem acesso à energia eléctrica continua a depender da lenha e do carvão vegetal como as principais fontes de energia.
  336. Texto do artigo, página 84: 5.5 Sector da Energia
  337. Texto do artigo, página 84: 5.5.1 Condições Actuais do Sector Energético
  338. Texto do artigo, página 84: (1) Visão Geral da Situação do Sector Energético da Região do Corredor de Nacala Devido à vasta área e à baixa densidade demográfica, é difícil estender a rede de energia nacional para a área rural. Como resultado, a área rural sem acesso à energia eléctrica continua a depender da lenha e do carvão vegetal como as principais fontes de energia. O Governo de Moçambique estabelece a meta de elevar a taxa de electrificação de domicílios para 15% em todas as províncias. No entanto, esta meta ainda não foi alcançada. A Tabela 5.5.1 mostra a taxa actual de electrificação nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala bem como a média nacional: Tabela 5.5.1 Taxa de Electrificação de Domicílios nas Cinco Províncias da Região do Corredor de Nacala Cabo Delgado 8,2% Niassa 9 % Nampula 13 % Zambézia 7,3 % Tete 10 % Média nacional 16 % Província Taxa de Electrificação Fonte: EDM, 2011, Relatório Anual O número de distritos electrificados estava previsto a aumentar de 104 em 2010 para 107 em 2011, e 125 para 2014. Em 2011, o número atingiu 107, correspondendo a 84% do número total de distritos (128) do país. (2) Órgãos Governamentais Responsáveis pela Energia Eléctrica A Electricidade de Moçambique (doravante designada a“EDM”) é a empresa pública responsável pela geração, transmissão e distribuição da energia eléctrica. O número total de seus funcionários é de 3.500 pessoas. A EDM é um órgão subordinado ao Ministério dos Recursos Minerais e Energia (o antigo Ministério da Energia (ME), que funcionou até Janeiro de 2015). (3) Situação Actual das Instalações de Geração e Transmissão de Energia
    Cabo Delgado8,2%
    Niassa9 %
    Nampula13 %
    Zambézia7,3 %
    Tete10 %
    Média nacional16 %
  339. Texto do artigo, página 84: O Governo de Moçambique estabelece a meta de elevar a taxa de electrificação de domicílios para 15% em todas as províncias. No entanto, esta meta ainda não foi alcançada. A Tabela 5.5.1 mostra a taxa actual de electrificação nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala bem como a média nacional:
  340. Texto do artigo, página 84: (3) Situação Actual das Instalações de Geração e Transmissão de Energia
  341. Texto do artigo, página 84: A capacidade instalada das usinas de energia da EDM no país foi de 28,4MW em 2012, dos quais 1,85MW originavam da geração hidroeléctrica e 26,57 da termoeléctrica. Esta capacidade não é suficiente para abastecer todo o país. O restante da energia consumida no país é adquirida da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (doravante designada a “HCB”), uma empresa de propriedade dos Governos de Moçambique e de Portugal. De forma a elevar o índice de autossuficiência energética, a EDM planifica construir novas usinas hidroeléctricas e colocar as termoelécticas em linha (IPP).
  342. Texto do artigo, página 84: Provincia
  343. Texto do artigo, página 84: Taxa de Electrificação
  344. Texto do artigo, página 84: Actualmente, as voltagens padrão das linhas de transmissão são de 220kV, 110kV e 33kV. A linha de 110kV tem uma extensão de 2.530km, que corresponde a 50% do total da linha de transmissão instalada no país. A voltagem da linha principal de distribuição é de 33kV e desce para 22kV, 11kV, 6,6KV e 0,4kV (a voltagem de 66kV também é usada, mas somente em Tete). Há uma tendência para estender essa linha de transmissão de 33kV para ampliar a área electrificada. Foi confirmado que algumas linhas de 33kV estão a ser estendidas em mais de 100km e, em tais casos a perda de energia constitui uma grande preocupação.
  345. Texto do artigo, página 84: Actualmente, as voltagens padrão das linhas de transmissão são de 220kV, 110kV e 33kV. A linha de 110kV tem uma extensão de 2.530km, que corresponde a 50% do total da linha de transmissão instalada no país. A voltagem da linha principal de distribuição é de 33kV e desce para 22kV, 11kV, 6,6KV e 0,4kV (a voltagem de 66kV também é usada, mas somente em Tete). Há uma tendência para estender essa linha de transmissão de 33kV para ampliar a área electrificada. Foi confirmado que algumas linhas de 33kV estão a ser estendidas em mais de 100km e, em tais casos a perda de energia constitui uma grande preocupação.
  346. Texto do artigo, página 84: O número de distritos electrificados estava previsto a aumentar de 104 em 2010 para 107 em 2011, e 125 para 2014. Em 2011, o número atingiu 107, correspondendo a 84% do número total de distritos (128) do país.
  347. Texto do artigo, página 84: TANZANIA ZAMBIA MALAWI Nacala Nampula HCB (hidroeléctrica) Caia Maputo OCEANO ÍNDICO
  348. Texto do artigo, página 84: A capacidade instalada das usinas de energia da EDM no país foi de 28,4MW em 2012, dos quais 1,85MW originavam da geração hidroeléctrica e 26,57 da termoeléctrica. Esta capacidade não é suficiente para abastecer todo o país. O restante da energia consumida no país é adquirida da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (doravante designada a “HCB”), uma empresa de propriedade dos Governos de Moçambique e de Portugal. De forma a elevar o índice de autossuficiência energética, a EDM planifica construir novas usinas hidroeléctricas e colocar as termoelécticas em linha (IPP).
  349. Texto do artigo, página 84: Nacala
  350. Texto do artigo, página 84: Nampula
  351. Texto do artigo, página 84: HCB (hidroeléctrica)
  352. Texto do artigo, página 84: 28
  353. Texto do artigo, página 84: Caia
  354. Texto do artigo, página 84: Maputo
  355. Texto do artigo, página 84: Fonte: EDM, 2012, Rede Nacional de Transmissão 2
  356. Texto do artigo, página 84: Figura 5.5.1 Rede Nacional de Transmissão (2012)
  357. Texto do artigo, página 84: As instalações de geração de energia actuais e em planificação são indicadas nas Tabelas 5.5.2 e 5.5.3. O equilíbrio entre a demanda e a oferta de energia na actualidade e no futuro é apresentado no Capítulo 15.5.1 e na Figura 15.5.1.
  358. Texto do artigo, página 85: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1083)
  359. Texto do artigo, página 85: Hidroeléctrica Sub Total (Hidroeléctrica) Cuamba Lichinga 1989 1983 Em operação Em operação 1,1 0,75 1,85 Gás Sub Total (Gás) Gasóleo - Angoche - 1962 - Em operação 0 0 0,4 1979 Em operação 0,51 Central nova 1999 Em operação 2,4 Lichinga 1975 Em operação 0,56 1979 Em operação 0,52 2002 Em operação 0,204 Lionde 1974 Em operação 1,48 Tete 1991 Em operação 0,82 Mocuba 1979 Em operação 0,42 Cuamba 1979 Em operação 0,42 Nacala 1966 Em operação 1,5 Nampula 1965 Em operação 2,4 1971 Em operação 2 1971 Em operação 2 Pemba 1964 Em operação 0,92 2002 Em operação 1,46 1985 Em operação 5,12 Tipo de geração Usina Ano de instalação Estado Capacidade nominal (MW) Total 23,13 Fonte: EDM, Relatório Anual Tabela 5.5.3 Lista das Instalações Produtivas de Energia (fora da jurisdição da EDM)
    Hidroeléctrica Sub Total (Hidroeléctrica)Cuamba Lichinga1989 1983Em operação Em operação1,1 0,75 1,85
    Gás Sub Total (Gás) Gasóleo- Angoche- 1962- Em operação0 0 0,4
    1979Em operação0,51
    Central nova1999Em operação2,4
    Lichinga1975Em operação0,56
    1979Em operação0,52
    2002Em operação0,204
    Lionde1974Em operação1,48
    Tete1991Em operação0,82
    Mocuba1979Em operação0,42
    Cuamba1979Em operação0,42
    Nacala1966Em operação1,5
    Nampula1965Em operação2,4
    1971Em operação2
    1971Em operação2
    Pemba1964Em operação0,92
    2002Em operação1,46
    1985Em operação5,12
  360. Texto do artigo, página 85: Tabela 5.5.2 Lista das Instalações Produtivas de Energia (sob a jurisdição da EDM)
  361. Texto do artigo, página 85: Tipo de geração
  362. Texto do artigo, página 85: Usina
  363. Texto do artigo, página 85: Ano de instalação
  364. Texto do artigo, página 85: Estado
  365. Texto do artigo, página 85: Capacidade nominal (MW)
  366. Texto do artigo, página 85: Cahora Bassa (HCB) 1974 Em operação 2.075 Cahora Bassa Norte (HCB e CEZA)
  367. Texto do artigo, página 85: 2017 Pré-EV 1.245
  368. Texto do artigo, página 85: Mphanda Nkuwa (Campbell e Corrêa)
  369. Texto do artigo, página 85: 2017 Em implementação 1.500 (extensão) 2020 Em implementação 750 Lúrio (2) 2020 Em implementação 120
  370. Texto do artigo, página 85: Hidroeléctrica
  371. Texto do artigo, página 85: de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.
  372. Texto do artigo, página 85: Alto Malema (EDM+IPP)
  373. Texto do artigo, página 85: 2020 Em implementação 120 Mugeba 2023 Pré-EV 100 Boroma 2023 Pré-EV 200 Lupata 2023 Pré-EV 600
  374. Texto do artigo, página 85: Tabela 5.5.4 Condições da Carga dos Transformadores das Subestações
  375. Texto do artigo, página 85: Centro de Operação do Sistema ATNO: condições de carga nas subestações (Pico)
  376. Texto do artigo, página 85: Subestação
  377. Texto do artigo, página 85: Número de Transformadores Potencial
  378. Texto do artigo, página 85: Razão de Carga
  379. Texto do artigo, página 85: Total (os projectos em planificação incluídos) 6.710 Nota: As instalações em itálico se encontram na fase de planificação. Fonte: EDM, Relatório Anual
  380. Texto do artigo, página 85: 5.5.2 Situação de Abastecimento de Energia
  381. Texto do artigo, página 85: 5.5.2 Situação de Abastecimento de Energia
  382. Texto do artigo, página 85: (2) Linhas de Transmissão As linhas de transmissão eléctrica da “Nampula 220”
  383. Texto do artigo, página 85: (1) Transformadores das Subestações
  384. Texto do artigo, página 85: (1) Transformadores das Subestações
  385. Texto do artigo, página 85: As condições de carga de pico das principais subestações nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala, excluindo Tete, são vistas na Tabela 5.5.4. A demanda de pico na “Nampula 220” foi registada como 84% da capacidade do transformador principal em Dezembro de 2012. A mesma demanda, na “Nampula Central”, já atingia a capacidade nominal do transformador. Existem, contudo, planos para expandir a área de distribuição
  386. Texto do artigo, página 85: à “Nampula Central” estão a ser carregadas a 80% da sua capacidade total.
  387. Texto do artigo, página 85: As condições de carga de pico das principais subestações nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala, excluindo Tete, são vistas na Tabela 5.5.4. A demanda de pico na “Nampula 220” foi registada como 84% da capacidade do transformador principal em Dezembro de 2012. A mesma demanda, na “Nampula Central”, já atingia a capacidade nominal do transformador. Existem, contudo, planos para expandir a área de distribuição de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.
  388. Texto do artigo, página 85: (3) Qualidade da Electricidade
  389. Texto do artigo, página 85: Fonte: EDM, Resultado do estudo sobre as subestações
  390. Texto do artigo, página 85: (2) Linhas de Transmissão As linhas de transmissão eléctrica da “Nampula 220” à “Nampula Central” estão a ser carregadas a 80% da sua capacidade total. (3) Qualidade da Electricidade
  391. Texto do artigo, página 85: A confiabilidade do sistema de abastecimento de energia eléctrica é avaliada pelos indicadores tais como “Duração Média das Interrupções do Sistema (SAIDI, System Average Interruption Duration Index)”, “Frequência Média de Interrupções do Sistema (SAIFI, System Average Interruption Frequency Index)” e “Tempo Médio de Reposição do Serviço do Sistema (SARI, System Average Restoration Index)”.
  392. Texto do artigo, página 85: 30
  393. Texto do artigo, página 85: A confiabilidade do sistema de abastecimento de energia eléctrica é avaliada pelos indicadores tais como “Duração Média das Interrupções do Sistema (SAIDI, System Average Interruption Duration Index)”, “Frequência Média de Interrupções do Sistema (SAIFI, System Average Interruption Frequency Index)” e “Tempo Médio de Reposição do Serviço do Sistema (SARI, System Average Restoration Index)”.
  394. Texto do artigo, página 85: Os referidos índices para a Área de Distribuição Norte que cobre as cinco províncias da Região do Corredor de Nacala são de 47 minutos 7 segundos para SAIDI, 82 vezes para SAIFI e 34 segundos para SARI. Foi apresentado, durante o período do estudo de campo em Nampula (Maio de 2013), que havia a interrupção de electricidade, em média, uma vez a cada dois dias.
  395. Texto do artigo, página 85: de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.
  396. Texto do artigo, página 85: Os referidos índices para a Área de Distribuição Norte que cobre as cinco províncias da Região do Corredor de Nacala são de 47 minutos 7 segundos para SAIDI, 82 vezes para SAIFI e 34 segundos para SARI. Foi apresentado, durante o período do estudo de campo em Nampula (Maio de 2013), que havia a interrupção de electricidade, em média, uma vez a cada dois dias.
  397. Texto do artigo, página 85: Tabela 5.5.4 Condições da Carga dos Transformadores das Subestações
  398. Texto do artigo, página 85: Centro de Operação do Sistema ATNO: condições de carga nas subestações
  399. Texto do artigo, página 85: (Pico) Subestação Número de Transformadores Razão de Carga Potencial
    (Pico) SubestaçãoNúmero de TransformadoresRazão de Carga
    Potencial
  400. Texto do artigo, página 85: Electric Power Supply Quality Index in Northern Area
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