PDF da publicação oficial associado a esta edição. LexIndicia não é o portal oficial.
Conteúdo derivado
Texto, estrutura e localizações extraídos do PDF; podem conter erros e não substituem a fonte.
Conteúdo gerado
Não faz parte deste texto. Quando usado na pesquisa assistida, aparece separado e identificado.
Conferência humana
O texto extraído é publicado sem conferência prévia por uma pessoa — o PDF ao lado é a fonte a confirmar.
Texto do artigo · p. 74 Unidade: 1.000 Milhões de ToneladasTexto do artigo · p. 74 Cais/Terminal PrivadoTexto do artigo · p. 74 Fonte: Equipa de Estudo da JICATexto do artigo · p. 74 Figura 5.3.2 Localização e Quantidade da Carga Manuseada nos Portos de MoçambiqueTexto do artigo · p. 74 5.3.2 Porto de NacalaTexto do artigo · p. 74 (1) Visão GeralTexto do artigo · p. 75 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1073)Texto do artigo · p. 75 5.3.2 Porto de NacalaTexto do artigo · p. 75 e desenvolvimento da ZEE de Nacala. O Porto de Nacala, por ter a vantagem da profundidade das águas e por ser o segundo porto mais profundo do sudeste da África, contribui principalmente para a movimentação da carga no norte de Moçambique. Este porto também possui um grande potencial para o desenvolvimento de cais profundos sem grandes obras de dragagem.Texto do artigo · p. 75 (1) Visão GeralTexto do artigo · p. 75 O Porto de Nacala está localizado na baía de Nacala, na Província de Nampula, que é a mais populosa de Moçambique. Este porto localiza-se a cerca de 1.500km a nordeste de Maputo, 850km a nordeste da Beira e 860km a sul de Dar-es-Salaam. Localiza-se na costa leste da Baía de Nacala e é um porto natural de águas profundas. Um novo terminal de carvão em planificação pela Vale será construído na margem oposta, perto de Nacala-àVelha, onde a água está a 20m de profundidade.Texto do artigo · p. 75 Actualmente, o volume de carga de trânsito de/para Malawi é pequeno devido às más condições do Corredor de Nacala, mas se espera que a quantidade venha a aumentar com a melhoria do Corredor através dos projectos em curso e em perspectiva. Além disso, espera-se que o desenvolvimento planeado e a expansão dos projectos de exploração do carvão na Província de Tete possam trazer um grande volume de carga ao Porto de Nacala. Juntamente aos outros projectos de transporte planificados para o Corredor de Nacala, o Porto de Nacala espera aumentar o seu volume de carga movimentada de forma significativa, e como resultado, contribuirá para a economia regional.Texto do artigo · p. 75 O desenvolvimento das províncias do norte constitui uma das estratégias prioritárias do Governo de Moçambique, e uma série de projectos de desenvolvimento industrial está em curso ou em planificação, tais como, os de desenvolvimento agrícola em Nampula, desenvolvimento florestal em NiassaTexto do artigo · p. 75 melhoria do Corredor através dos projectos em curso e em perspectiva. Além disso, espera-se que o desenvolvimento planeado e a expansão dos projectos de exploração do carvão na Província de Tete possam trazer um grande volume de carga ao Porto de Nacala. Juntamente aos outros projectos de transporte planificados para o Corredor de Nacala, o Porto de Nacala espera aumentar o seu volume de carga movimentada de forma significativa, e como resultado, contribuirá para a economia regional.Texto do artigo · p. 75 Ministério de Moçambique, Canal de
Porto de Nacala
-Linha de contorno de 20m de profundidade
Imagem do Google Earth de 2014
Porto de Nacala
Ministério de Moçambique, Canal de
Porto de Nacala
-Linha de contorno de 20m de profundidade
Texto do artigo · p. 76 (2) Instalações Portuárias e Capacidade de Movimentação de CargaTexto do artigo · p. 76 10m, e é usada para a atracação de petroleiros, graneleiros (para fertilizantes e gesso) e para embarcações convencionais. A parte restante do cais do norte apresenta uma profundidade de 7,5m para a atracação, principalmente, de navios convencionais que movimentam a carga geral.Texto do artigo · p. 76 O Porto de Nacala consiste nos cais do sul e do norte com um terminal de contentores, um cais de carga geral, um cais de carga a granel, armazéns, uma instalação de tratamento da carga a granel líquida e uma rampa ferroviária.Texto do artigo · p. 76 O cais do sul tem a extensão de 372m e tem a capacidade para ancorar dois porta-contentores ao mesmo tempo. Os graneleiros de grande escala são ocasionalmente atracados no cais do sul, uma vez que este apresenta uma profundidade de 14m.Texto do artigo · p. 76 O cais do norte apresenta uma extensão de 620m da qual a parte do norte serve para o tratamento do granel líquido. Um gasoduto de 4km liga o terminal aos tanques de armazenamento. A parte norte do cais, de 312,5m, apresenta uma profundidade de água deTexto do artigo · p. 76 As especificações e a capacidade dos cais são indicadas na Tabela 5.3.1:Texto do artigo · p. 76 (3) Quantidade Tratada de Carga e Transporte MarítimoTexto do artigo · p. 76 milho, fertilizantes, sucatas, máquinas, açúcar, gesso, cimento, arroz e peixe congelado. A evolução dos modos de transporte e das principais mercadorias movimentadas é indicada na Tabela 5.3.2.Texto do artigo · p. 76 1) Quantidade Tratada de CargaTexto do artigo · p. 76 1) Quantidade Tratada de CargaTexto do artigo · p. 76 De acordo com as estatísticas do CDN, o Porto de Nacala movimentou 1.557.000 toneladas em 2011, contra as 1.376.000 toneladas no mesmo período em 2010, o que mostra um crescimento aproximado de 13%. A carga em contentor também aumentou, com uma taxa de crescimento aproximado em 20% para o período entre 2009 e 2010. Os principais itens que compõem a carga geral são o combustível, clínquer, trigo a granel,Texto do artigo · p. 76 De acordo com as estatísticas do CDN, o Porto de Nacala movimentou 1.557.000 toneladas em 2011, contra as 1.376.000 toneladas no mesmo período em 2010, o que mostra um crescimento aproximado de 13%. A carga em contentor também aumentou, com uma taxa de crescimento aproximado em 20% para o período entre 2009 e 2010. Os principais itens que compõem a carga geral são o combustível, clínquer, trigo a granel, milho, fertilizantes, sucatas, máquinas, açúcar, gesso, cimento, arroz e peixe congelado. A evolução dos modos de transporte e das principais mercadorias movimentadas é indicada na Tabela 5.3.2.Texto do artigo · p. 76 Mais de 95% da carga é de proveniência internacional, o que significa que a carga interna ocupa apenas 5% da carga total. A importação é maior que a exportação em termos de volume. O transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a exportação e a importação.Texto do artigo · p. 76 importação.Texto do artigo · p. 76 Mais de 95% da carga é de proveniência internacional, o que significa que a carga interna ocupa apenas termos de volume. O t exportação e aTexto do artigo · p. 76 1,800
2,000Texto do artigo · p. 76 5% da carga total. A importação é maior que a exportação em
Cargo Total
Container Total
transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a
5% da carga total. A importação é maior que a exportação em
Cargo Total
Container Total
transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a
Texto do artigo · p. 76 100,000Texto do artigo · p. 76 90,000Texto do artigo · p. 76 1,600Texto do artigo · p. 76 80,000Texto do artigo · p. 76 TotaldeCargas(1,000toneladas)Texto do artigo · p. 76 16Texto do artigo · p. 76 1,400Texto do artigo · p. 76 70,000Texto do artigo · p. 76 CargoTotal(1,000tons)Texto do artigo · p. 76 ContainerTotal(TEU)Texto do artigo · p. 76 TotaldeContentores(TEU)Texto do artigo · p. 76 1,200Texto do artigo · p. 76 60,000Texto do artigo · p. 76 1,000Texto do artigo · p. 76 50,000Texto do artigo · p. 76 800Texto do artigo · p. 76 40,000Texto do artigo · p. 76 600Texto do artigo · p. 76 30,000Texto do artigo · p. 76 400Texto do artigo · p. 76 20,000Texto do artigo · p. 76 200Texto do artigo · p. 76 10,000Texto do artigo · p. 76 0Texto do artigo · p. 76 0Texto do artigo · p. 76 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 YearTexto do artigo · p. 76 AnoTexto do artigo · p. 76 Fonte: CDNTexto do artigo · p. 76 Figura 5.3.5 Quantidade Manuseada de Carga no Porto de NacalaTexto do artigo · p. 76 Tabela 5.3.2 Detalhes da Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala (2010 e 2011)Texto do artigo · p. 76 Carga Interna
Carga Internacional
Trânsit - Malawi
Transbordo e Transferência
Carga Interna
Carga Internacional
Trânsit - Malawi
Transbordo e Transferência
Texto do artigo · p. 77 0Texto do artigo · p. 77 0Texto do artigo · p. 77 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 YearTexto do artigo · p. 77 AnoTexto do artigo · p. 77 Fonte: CDNTexto do artigo · p. 77 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1075)Texto do artigo · p. 77 Figura 5.3.5 Quantidade Manuseada de Carga no Porto de NacalaTexto do artigo · p. 77 Tabela 5.3.2 Detalhes da Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala (2010 e 2011)Texto do artigo · p. 77 Carga Interna
Carga Internacional
Trânsit - Malawi
Transbordo e Transferência
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Carregamento
(27,0)
(29,6)
Exportação
(335,8)
(333,2)
Carregamento
(48,9)
(88,8)
Transbordo
(99,8)
(138,8)
Óleo
19,7
25,4
Milho
29,0
Contentor
40,7
74,4
Contentor
99,8
113,8
Contentor
7,3
4,2
Sucata Metálica
8,0
3,0
Açúcar
8,2
6,1
Trigo
0,0
25,0
Contentor
327,8
301,2
Sucata Metálica
0,0
8,3
Descarregamento
(25,7)
(8,5)
Importação
(654,4)
(811,8)
Descarregamento
(185,0)
(125,6)
Transferência
(0,0)
(23,2)
Combustível
3,0
0,7
Óleo
132,3
166,9
Óleo
12,3
0,0
Contentor
0,0
23,2
Contentor
21,4
7,8
Arroz
9,8
4,2
Fertilizantes
36,9
14,3
Diversos
1,3
0,0
Trigo
63,0
59,1
Óleo de Soja
0,0
2,7
Óleo de Soja
0,0
2,0
Trigo
97,6
70,9
Óleo de Palma
49,8
66,9
Contentor
38,2
37,7
Peixa Congelado
1,7
1,2
Material de Gesso
2,4
5,5
Clínquer
158,5
134,9
Cimento
4,6
5,0
Maquinaria
0,8
6,3
Contentor
229,5
359,2
Diversos
2,0
0,6
Total
(52,7)
(38,1)
Total
(990,2)
(1.145,0)
Total
(233,9)
(214,4)
Total
(99,8)
(162,0)
Total Geral 2010
1.376,6
(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011
1.559,5
Carga Interna
Carga Internacional
Trânsit - Malawi
Transbordo e Transferência
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Carregamento
(27,0)
(29,6)
Exportação
(335,8)
(333,2)
Carregamento
(48,9)
(88,8)
Transbordo
(99,8)
(138,8)
Óleo
19,7
25,4
Milho
29,0
Contentor
40,7
74,4
Contentor
99,8
113,8
Contentor
7,3
4,2
Sucata Metálica
8,0
3,0
Açúcar
8,2
6,1
Trigo
0,0
25,0
Contentor
327,8
301,2
Sucata Metálica
0,0
8,3
Descarregamento
(25,7)
(8,5)
Importação
(654,4)
(811,8)
Descarregamento
(185,0)
(125,6)
Transferência
(0,0)
(23,2)
Combustível
3,0
0,7
Óleo
132,3
166,9
Óleo
12,3
0,0
Contentor
0,0
23,2
Contentor
21,4
7,8
Arroz
9,8
4,2
Fertilizantes
36,9
14,3
Diversos
1,3
0,0
Trigo
63,0
59,1
Óleo de Soja
0,0
2,7
Óleo de Soja
0,0
2,0
Trigo
97,6
70,9
Óleo de Palma
49,8
66,9
Contentor
38,2
37,7
Peixa Congelado
1,7
1,2
Material de Gesso
2,4
5,5
Clínquer
158,5
134,9
Cimento
4,6
5,0
Maquinaria
0,8
6,3
Contentor
229,5
359,2
Diversos
2,0
0,6
Total
(52,7)
(38,1)
Total
(990,2)
(1.145,0)
Total
(233,9)
(214,4)
Total
(99,8)
(162,0)
Total Geral 2010
1.376,6
(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011
1.559,5
Texto do artigo · p. 77 Fonte: CFMTexto do artigo · p. 77 2) Transporte MarítimoTexto do artigo · p. 77 2) Transporte MarítimoTexto do artigo · p. 77 Em 2011, o Porto de Nacala teve 287 entradas de embarcações, número este que inclui 155 porta-contentores e 23 graneleiros (ambos internacionais). As viagens internacionais e internas cresceram mais de 4% em 2011. O terminal teve 78 entradas de petroleiros, incluindo viagens internas. Desde 2011, o número de graneleiros internacionais aumentou mais de 53% comparado com o ano de 2010. O registo das entradas por tipo de viagem é ilustrado naTexto do artigo · p. 77 Em 2011, o Porto de Nacala teve 287 entradas de embarcações, número este que inclui 155 porta-contentores e 23 graneleiros (ambos internacionais). As viagens internacionais e internas cresceram mais de 4% em 2011. O terminal teve 78 entradas de petroleiros, incluindo viagens internas. Desde 2011, o número de graneleiros internacionais aumentou mais de 53% comparado com o ano de 2010. O registo das entradas por tipo de viagem é ilustrado na Tabela 5.3.3:Texto do artigo · p. 77 Tabela 5.3.3 Registo de Entradas de Embarcações por Tipo de ViagemTexto do artigo · p. 77 Tab
elaEmbarcação5.3.3:
2010
2011
Taxa de Aumento
1
Nacional
25
26
4%
1.1
Carga Geral
1
0
-100%
1.2
Porta-Contentor
0
0
0%
1.3
Outros
0
0
0%
1.4
Petroleiro
24
26
8%
2
Internacional
249
261
5%
2.1
Carga Geral
24
18
-25%
2.2
Graneleiro
15
23
53%
2.3
Outros
8
10
25%
2.4
Pesqueira
5
3
-40%
2.5
Porta-Contentor
145
155
7%
2.6
Petroleiro
52
52
0%
Total
274
287
5%
Tab
elaEmbarcação5.3.3:
2010
2011
Taxa de Aumento
1
Nacional
25
26
4%
1.1
Carga Geral
1
0
-100%
1.2
Porta-Contentor
0
0
0%
1.3
Outros
0
0
0%
1.4
Petroleiro
24
26
8%
2
Internacional
249
261
5%
2.1
Carga Geral
24
18
-25%
2.2
Graneleiro
15
23
53%
2.3
Outros
8
10
25%
2.4
Pesqueira
5
3
-40%
2.5
Porta-Contentor
145
155
7%
2.6
Petroleiro
52
52
0%
Total
274
287
5%
Texto do artigo · p. 77 17Texto do artigo · p. 77 Fonte : Relatório Anual do CDN 2011Texto do artigo · p. 77 5.3.3 Porto de PembaTexto do artigo · p. 77 (1) Visão GeralTexto do artigo · p. 77 O Porto de Pemba é localizado a 200km a norte do Porto de Nacala. O CFM tem sido directamente responsável pela operação e gestão do porto. O Porto de Pemba está devidamente protegido na parte interna da Baía de Pemba e tem uma profundidade de água de cerca de 20m, incluindo o canal de acesso ao porto.Texto do artigo · p. 77 COSTA LESTE DE ÁFRICA– PLANTAS EM MOÇAMBIQUE das Cartas de Moçambique e dos EUA a 1986, 61182
Porto de Pemba
Linha de contorno de 200m de profundidade
Imagem de Google Earth de 2014
Porto de Pemba
COSTA LESTE DE ÁFRICA– PLANTAS EM MOÇAMBIQUE das Cartas de Moçambique e dos EUA a 1986, 61182
Porto de Pemba
Linha de contorno de 200m de profundidade
Texto do artigo · p. 78 Tabela 5.3.4 Detalhes da Quantidade da Carga Manuseada no Porto de Pemba (2010 e 2011)
Carga Interna Carga Internacional
Item 2010 2011 Item 2010 2011
Carregamento (23,4) (18,9) Exportação (65,2) (89,3)
Contentor 3,3 0,8 Contentor 65,2 88,8
Diversos 20,1 18,1 Diversos 0,0 0,5
Descarregamento (13,1) (10,4) Importação (29,2) (51,2)
Combustível 4,9 3,3 Contentor 22,3 26,3
Contentor 0,6 0,3 Transporte M. 0,0 0,1
Diversos 7,6 6,8 Diversos 6,9 24,8
Total (36,5) (29,3) Total (94,4) (140,5)
Total Geral 2010 130,9 (Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011 169,8
Fonte: CFM
Carga Interna
Carga Internacional
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Carregamento
(23,4)
(18,9)
Exportação
(65,2)
(89,3)
Contentor
3,3
0,8
Contentor
65,2
88,8
Diversos
20,1
18,1
Diversos
0,0
0,5
Descarregamento
(13,1)
(10,4)
Importação
(29,2)
(51,2)
Combustível
4,9
3,3
Contentor
22,3
26,3
Contentor
0,6
0,3
Transporte M.
0,0
0,1
Diversos
7,6
6,8
Diversos
6,9
24,8
Total
(36,5)
(29,3)
Total
(94,4)
(140,5)
Total Geral 2010
130,9
(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011
169,8
Fonte: CFM
Texto do artigo · p. 78 19Texto do artigo · p. 78 Fonte: CFMTexto do artigo · p. 78 5.3.4 Porto de PalmaTexto do artigo · p. 78 5.3.4 Porto de PalmaTexto do artigo · p. 78 pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.Texto do artigo · p. 78 (1) Visão GeralTexto do artigo · p. 78 (1) Visão GeralTexto do artigo · p. 78 O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcosTexto do artigo · p. 78 O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.Texto do artigo · p. 78 TanzaniaTexto do artigo · p. 79 O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.Texto do artigo · p. 79 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1077)Texto do artigo · p. 79 COSTA LESTE DE ÁFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE, Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180
Porto de Palma
Linha de contorno da profundidade de 200m
Imagem de Google Earth 2014
Porto de Palma
Tanzania
Moçambique
Pista para aeronaves
COSTA LESTE DE ÁFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE, Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180
Porto de Palma
Linha de contorno da profundidade de 200m
Imagem de Google Earth 2014
Porto de Palma
Tanzania
Moçambique
Pista para aeronaves
Texto do artigo · p. 79 Porto de Palma
Linha de contorno da profundidade de 200m
COSTA LESTE DE AFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE,
Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180
Fonte: Cartas de Navegação e Google EarthTexto do artigo · p. 79 Tanzania
Moçambique
Porto de Palma
Pista para aeronaves
Imagem de Google Earth 2014Texto do artigo · p. 79 Fonte: Cartas de Navegação e Google EarthTexto do artigo · p. 79 Figura 5.3.8 Baía de PalmaTexto do artigo · p. 79 Conforme apresentado na Figura 5.3.8, a baía é profunda no centro. A linha que contorna a profundidade de 100m estende-se para dentro do centro da baía, e as águas imediatamente se tornam menos profundas na direcção à extremidade da baía. A linha de contorno de 10mTexto do artigo · p. 79 Conforme apresentado na Figura 5.3.8, a baía é profunda no centro. A linha que contorna a profundidade de 100m estende-se para dentro do centro da baía, e as águas imediatamente se tornam menos profundas na direcção à extremidade da baía. A linha de contorno de 10m estende-se muito próxima à extremidade da baía, a 100 a 200m da linha de costa. Uma povoação é localizada no extremo oeste da baía.Texto do artigo · p. 79 Está previsto o desenvolvimento de um novo porto na zona superficial da costa sul (6.000ha), para onde a empresa PCD (Portos de Cabo Delgado) obteve o contrato de concessão. O contrato de concessão da área terrestre (7.000ha) em frente a essa área do novo porto foi firmado com as exploradoras de gás natural, para a construção de instalações de produção de GNL.Texto do artigo · p. 79 estende-se muito próxima à extremidade da baía, a 100 a 200m da linha de costa. Uma povoação é localizada no extremo oeste da baía.Texto do artigo · p. 79 20Texto do artigo · p. 79 Está previsto o desenvolvimento de um novo porto na zona superficial da costa sul (6.000ha), para onde a empresa PCD (Portos de Cabo Delgado) obteve o contrato de concessão. O contrato de concessão da área terrestre (7.000ha) em frente a essa área do novo porto foi firmado com as exploradoras de gás natural, para a construção de instalações de produção de GNL.Texto do artigo · p. 79 Baía de Palma
Povoação
Área Industrial de Gás
BAIA DE TUNGUE
~10m
~20m
MAR
5.000mTexto do artigo · p. 79 -10mTexto do artigo · p. 79 -20mTexto do artigo · p. 79 -50m
-100m -200mTexto do artigo · p. 79 Baía de PalmaTexto do artigo · p. 79 PovoaçãoTexto do artigo · p. 79 Área Portuária sobTexto do artigo · p. 79 Área Concessão Industrial de GásTexto do artigo · p. 79 5.000mTexto do artigo · p. 79 Fonte: ENHTexto do artigo · p. 79 Figura 5.3.9 Profundidade das Águas da Baía de PalmaTexto do artigo · p. 80 5.4 Recursos HídricosTexto do artigo · p. 80 5.4.1 Condições Actuais dos Recursos HídricosTexto do artigo · p. 80 5.4 Recursos Hídricos 5.4.1 Condições Actuais dos Recursos HídricosTexto do artigo · p. 80 (1) ClimaTexto do artigo · p. 80 pela proximidade ao mar e pela latitude. Existem duas estações distintas: a quente e húmida que vai de Novembro a Abril, e a outra fresca e seca que vai de Maio a Outubro. A precipitação anual pode variar dramaticamente de ano para ano. A precipitação média anual da Região do Corredor de Nacala é apresentada na Figura 5.4.1:Texto do artigo · p. 80 O padrão climático é claramente caracterizado pela estação chuvosa bem marcada, e fortemente influenciado pela altitude, pela proximidade ao mar e pela latitude. Existem duas estações distintas: a quente e húmida que vai de Novembro a Abril, e a outra fresca e seca que vai de Maio a Outubro. A precipitação anual pode variar dramaticamente de ano para ano. A precipitação média anual da Região do Corredor de Nacala é apresentada na Figura 5.4.1:Texto do artigo · p. 80 (1) Clima O padrão climático é claramente caracterizado pela estaçãoTexto do artigo · p. 80 chuvosa bem marcada, e fortemente influenciado pela altitude,Texto do artigo · p. 80 Precipitação Média Anual (mm/ano)Texto do artigo · p. 80 Precipitação Média
(mm/ano)
NIASSA
NAMPULA
CABO DELGADO
Fonte: Equipa de Estudo da JICATexto do artigo · p. 80 LegendaTexto do artigo · p. 80 Região do Corredor de Nacala Fronteira Nacional Limite Provincial Capital Provincial Capital Distrital Estrada Linha Férrea Lago e ReservatórioTexto do artigo · p. 80 Fonte: Equipa de Estudo da JICATexto do artigo · p. 80 Figura 5.4.1 Precipitação Média Anual da Região do Corredor de Nacala (mm/ano)Texto do artigo · p. 80 (2) Extensão das Bacias e Gestão de Recursos HídricosTexto do artigo · p. 80 (2) Extensão das Bacias e Gestão de Recursos Hídricos As bacias hidrográficas são geridas pelas cinco AdministraçõesTexto do artigo · p. 80 As bacias hidrográficas são geridas pelas cinco Administrações Regionais de Águas, estabelecidas pela Lei de Águas de 1991:Texto do artigo · p. 80 A Região do Corredor de Nacala abrange as áreas sob controlo da ARA-Norte e da ARA-Centro Norte, e a parte norte da jurisdição da ARA-Zambeze. A ARA-Norte administra a área estendida entre a fronteira do norte do país e o limite da bacia do Rio Lúrio, enquanto a ARA-Centro Norte é responsável pela área que vai desde a bacia do Rio Lúrio até ao limite nordeste da bacia do Rio Zambeze e à ARA-Zambeze compete a bacia do Rio Zambeze, conforme apresentado na Figura 5.4.2:Texto do artigo · p. 80 Regionais de Águas, estabelecidas pela Lei de Águas de 1991:Texto do artigo · p. 80 ARA-Norte (ARA-N)
ARA-Centro Norte (ARA-CN)
ARA-Zambeze (ARA-Z)
ARA-Centro (ARA-C)
ARA-Sul (ARA-S)Texto do artigo · p. 80 • ARA-Norte (ARA-N)
• ARA-Centro Norte (ARA-CN)
• ARA-Zambeze (ARA-Z)
• ARA-Centro (ARA-C)
• ARA-Sul (ARA-S)Texto do artigo · p. 80 A Região do Corredor de Nacala abrange as áreas sob controlo da ARA-Norte e da ARA-Centro Norte, e a parte norte da jurisdição da ARA-Zambeze. A ARA-Norte administra a área estendida entre a fronteira do norte do país e o limite da bacia do Rio Lúrio, enquanto a ARA-Centro Norte é responsável pela área que vai desde a bacia do Rio Lúrio até ao limite nordeste da bacia do Rio Zambeze e à ARA-Zambeze compete a bacia do Rio Zambeze, conforme apresentado na Figura 5.4.2:Texto do artigo · p. 80 Bacia
39: Zambeze
41: Lúrio
47: Ligonha
50: Meluli
61: Monapo
63: Sanhute
68: Mecuburi
73: Lúrio
74: Megaruma
81: Montepuez
88: Messalo
95: Rovuma
ARA-N
ARA-Z
ARA-CNTexto do artigo · p. 80 BaciaTexto do artigo · p. 80 22Texto do artigo · p. 80 63: SanhuteTexto do artigo · p. 80 63Texto do artigo · p. 80 Figura 5.4.2 Áreas da Gestão das ARAs e Principais Bacias Hidrológicas da Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 80 (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfica na Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 80 Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um mau funcionamento apesar do facto de que o percentual oficial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.Texto do artigo · p. 81 (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfica na Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 81 Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um mau funcionamento apesar do facto de que o percentual oficial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.Texto do artigo · p. 81 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1079)Texto do artigo · p. 81 (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfi ca na Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 81 mau funcionamento apesar do facto de que o percentual ofi cial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.Texto do artigo · p. 81 Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta umTexto do artigo · p. 81 Foram seleccionadas as estações de observação a montante, no meio e a jusante de cada bacia para a verifi cação dos relatórios existentes.Texto do artigo · p. 81 Foram seleccionadas as estações de observação a montante, no meio e a jusante de cada bacia para a verificação dos relatórios existentes.Texto do artigo · p. 81 Tabela 5.4.1 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica na Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 81 Área
Nº de Bacia da DNA
Área Total das Bacias (km2)
Estações Meteorológicas (DNA)
Estações Hidrológicas (DNA)
ARA-Norte
74 a 98
156.012
104 (96)
(70)
ARA-Centro Norte
40 a 73 e 99 a 104
187.100
361 (337)
(140)
ARA-Zambeze
39
140.000
330 (262)
(129)
Total
-
483.112
795 (695)
(339)
Área
Nº de Bacia da DNA
Área Total das Bacias (km2)
Estações Meteorológicas (DNA)
Estações Hidrológicas (DNA)
ARA-Norte
74 a 98
156.012
104 (96)
(70)
ARA-Centro Norte
40 a 73 e 99 a 104
187.100
361 (337)
(140)
ARA-Zambeze
39
140.000
330 (262)
(129)
Total
-
483.112
795 (695)
(339)
Texto do artigo · p. 81 Tabela 5.4.1 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica na Região do Corredor de Nacala
Área N° de Bacia da DNA Área Total das Bacias (km2) Estações Meteorológicas (DNA) Estações Hidrológicas (DNA)
ARA-Norte 74 à 98 156.012 104 (96) (70)
ARA-Centro Norte 40 a 73 e 99 a 104 187.100 361 (337) (140)
ARA-Zambeze 39 140.000 330 (262) (129)
Total 483.112 795 (695) (339)
Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNA
Área Estações Meteorológicas Estações Hidrológicas Observações
ARA-Norte Coleta para análise 70 6* • pedidos: 7
ARA-Centro Norte Coleta para análise 337 140 44* • pedidos: 53
ARA-Zambeze Coleta para análise 262 129 1* • pedidos: 8
Estações em funcionamento em 1996 127 76
Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
Área
N° de Bacia da DNA
Área Total das Bacias (km2)
Estações Meteorológicas (DNA)
Estações Hidrológicas (DNA)
ARA-Norte
74 à 98
156.012
104 (96)
(70)
ARA-Centro Norte
40 a 73 e 99 a 104
187.100
361 (337)
(140)
ARA-Zambeze
39
140.000
330 (262)
(129)
Total
483.112
795 (695)
(339)
Texto do artigo · p. 81 Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICATexto do artigo · p. 81 Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNATexto do artigo · p. 81 Estações MeteorológicasTexto do artigo · p. 81 Estações HidrológicasTexto do artigo · p. 81 Observações ARA-Norte 96 70Texto do artigo · p. 81 ÁreaTexto do artigo · p. 81 Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNATexto do artigo · p. 81 Coleta para análise 6 6* *: pedidos: 7 ARA-Centro Norte 337 140Texto do artigo · p. 81 23Texto do artigo · p. 81 ARA-Norte Coleta para análise
96 15
70 1* *:
pedidos: 8
Estações em funcionamentoColeta para emanálise1996
127 6
76 6*
*: pedidos: 7
ARA-CentroFonte: DNA,Nortedados reorganizados pela
Equipa337 de Estudo da JICA
140
Coleta para análise
28
44*
*: pedidos: 53
5.4.2ARA-Zambeze Demanda da Água
262
129
Coleta para análise
15
1*
*: pedidos: 8
Estações(1) Metodologiaem funcionamentode Estimativaem 1996
da127Demanda da Água
76
ARA-Norte Coleta para análise
96 15
70 1* *:
pedidos: 8
Estações em funcionamentoColeta para emanálise1996
127 6
76 6*
*: pedidos: 7
ARA-CentroFonte: DNA,Nortedados reorganizados pela
Texto do artigo · p. 81 Coleta para análise 28 44* *: pedidos: 53 ARA-Zambeze 262 129Texto do artigo · p. 81 Estações MeteorológicasTexto do artigo · p. 81 Estações HidrológicasTexto do artigo · p. 81 ÁreaTexto do artigo · p. 81 ObservaçõesTexto do artigo · p. 81 5Texto do artigo · p. 81 Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICATexto do artigo · p. 81 A demanda da água é estimada pela seguinte equação: DT= DR+DS+DL+DOTexto do artigo · p. 81 5.4.2 Demanda da ÁguaTexto do artigo · p. 81 5.4.2 Demanda da ÁguaTexto do artigo · p. 81 DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coefi ciente que varia do lugar e do ano.Texto do artigo · p. 81 (1) Metodologia de Estimativa da Demanda da Água A demanda da água é estimada pela seguinte equação:Texto do artigo · p. 81 DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende doTexto do artigo · p. 81 (1) Metodologia de Estimativa da Demanda da ÁguaTexto do artigo · p. 81 DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de desenvolvimento específi cos a unidades básicas, ou seja, 400m3/ha para as fábricas de alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.Texto do artigo · p. 81 DT= DR+DS+DL+DO DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende do sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.Texto do artigo · p. 81 A demanda da água é estimada pela seguinte equação: DT= DR+DS+DL+DOTexto do artigo · p. 81 sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.Texto do artigo · p. 81 DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendoTexto do artigo · p. 81 DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende doTexto do artigo · p. 81 do lugar e do ano. DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia do lugar e do ano. DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de desenvolvimento específicos a unidades básicas, ou seja, 400m3/ha para as fábricas de alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.Texto do artigo · p. 81 sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.Texto do artigo · p. 81 DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendo do lugar e do ano.Texto do artigo · p. 81 A fi gura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:Texto do artigo · p. 81 DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendoTexto do artigo · p. 81 do lugar e do ano. DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia do lugar e do ano. DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos deTexto do artigo · p. 81 A figura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:Texto do artigo · p. 81 LegendaTexto do artigo · p. 81 Legenda
Barragens e Furos Existentes
Limite de Bacia
Rio
Estrada
Pemba
Nacala
Nampula
Cuamba
Rio Lúrio
Rio Mecuburi
Barragem de MonapoTexto do artigo · p. 81 400m3/ha para as fábricas de
Campo de Furos de MetugeTexto do artigo · p. 81 desenvolvimento específicos a unidades básicas, ou seja,Texto do artigo · p. 81 alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.Texto do artigo · p. 81 Barragens e Furos Existentes Limite da Bacia Rio EstradaTexto do artigo · p. 81 PembaTexto do artigo · p. 81 A figura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:Texto do artigo · p. 81 LegendaTexto do artigo · p. 81 Rio LúrioTexto do artigo · p. 81 Barragens e Furos Existentes Limite da Bacia Rio EstradaTexto do artigo · p. 81 Campo de Furos de MetugeTexto do artigo · p. 81 Barragem de MepopoleTexto do artigo · p. 81 Rio MecuburiTexto do artigo · p. 81 Barragem de MonapoTexto do artigo · p. 81 NacalaTexto do artigo · p. 81 PembaTexto do artigo · p. 81 CuambaTexto do artigo · p. 81 Barragem de MueculaTexto do artigo · p. 81 NampulaTexto do artigo · p. 81 Rio LúrioTexto do artigo · p. 81 Rio MecuburiTexto do artigo · p. 81 Barragem de MepopoleTexto do artigo · p. 81 NacalaTexto do artigo · p. 81 24Texto do artigo · p. 81 Barragem de MonapoTexto do artigo · p. 82 N.º 61)
A Barragem do Rio Monapo, que é a fonte de água para
a Cidade de Nampula, é localizada no Rio Monapo, a 9km da cidade. A barragem tem abastecido a Cidade de Nampula com água num volume médio de 17.000m3/dia. Mas a cidade enfrentará em breve uma escassez de água. Consequentemente, as obras urgentes de reabilitação das instalações de captação e tratamento de água foram programadas a serem concluídas em Fevereiro de 2013. As obras finalmente foram concluídas no início de 2014. A capacidade deve ser ampliada para 20.000m3/ dia depois da conclusão da reabilitação.
25
Figura 5.4.3 Grandes Barragens e Furos Existentes
Espera-se que a demanda total cresça em conformidade com o desenvolvimento dos sectores económicos e o aumento demográfico. As estimativas da demanda futura da água, com base nos projectos existentes, na Área da Grande Nampula, Área da Baía de Nacala, Cidade de Cuamba, Cidade de Pemba e Cidade de Lichinga para os anos 2020 e 2029, são apresentadas nas secções posteriores.
(2) Cidade de Nampula – Bacia do Rio Monapo (Bacia Nº 61)
A Barragem do Rio Monapo, que é a fonte de água para a Cidade de Nampula, é localizada no Rio Monapo, a 9km da cidade. A barragem tem abastecido a Cidade de Nampula com água num volume médio de 17.000m3/dia. Mas a cidade enfrentará em breve uma escassez de água. Consequentemente, as obras urgentes de reabilitação das instalações de captação e tratamento de água foram programadas a serem concluídas em Fevereiro de 2013. As obras finalmente foram concluídas no início de 2014. A capacidade deve ser ampliada para 20.000m3/dia depois da conclusão da reabilitação.
Tabela 5.4.3 Fontes de Água para a Cidade de Nampula
Fonte de água
Distância da cidade
Descrição
Volume de captação depois da reabilitação
Observação
Barragem de Monapo existente
9km
H=17,5m, L=330m Sv=3,3 millões de m3 EL=342m
2012: 17.000m3/dia
2013: 20.000m3/dia
Em reabilitação (Instalações para captação e tratamento, etc.)
Total existente
20.000m3/dia
Ano
População
Demanda da água (Max. m3/dia)
Cobertura
2009
538.523 (semi-rural: 61%)
21.318*
52%
2020
837.429 (semi-rural: 61%)
69.541
77%
2029
1.245.996 (semi-rural: 61%)
132.732
90%
Sv=Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem Fonte: Draft do Relatório do Estudo de Viabilidade - Nampula, Julho de 2010, MCA e FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
*Demanda da água em 2009:
• Demanda residencial: 50,6%, 8.633m3/dia
• Demanda industrial/comercial/institucional: 15,6%, 2.665m3/dia
• Água desaparecida: 27,7%, 4.724m3/dia
• Perda em operação: 6,1%, 1.032m3/dia
• Média da demanda total diária: 17.054m3/dia
• Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029
(3) Cidade de Nacala – em torno da Bacia do Rio Sanhute (Bacia Nº 63)
A Barragem de Muecula (Barragem de Nacala), que é a fonte de água para a Cidade de Nacala, é localizada no Rio Muecula, a 28km do centro da cidade. A barragem chega a fornecer a água num volume diário de 7.200m3. Além dessa barragem, existem seis furos em operação, mas o volume total abastecido é inadequado para atender a demanda. Assim, a Barragem de Muecula está em obras de reabilitação para elevar a sua crista. O volume de abastecimento aumentará para cerca de 17.000m3/dia depois da reabilitação da barragem. Além disso, quatro furos adicionais em cada um dos dois campos de furos, estão a ser construídos para reforçar o abastecimento. Espera-se que o volume total abastecido de água
possa a Tabela
Fonte de Água
tingir 33 5.4.4:
Distância da cidade
.000mDescrição3/dia, com
aVolumereabilitaçãocaptado
(m3/dia)
Depoisconcluída.emda2013reabilitaçãoOs de
(m3/dia)
talhesObservaçãosão mostrados
Barragem de Muecula existente
28km
H=17,5m L=330m Sv=5,3 milhões de m3 EL=75,5m
Aprox. 7.200
Captação média: 17.000 Sv=6,6 milhões de m3
Elevação da altura da barragem de 4m. (data de conclusão: Maio de 2013)
Campo de furos de Mutuzi
6km
3 furos (EL=121m)
2.160
7.200
4 furos adicionais/campo de furos 6⇒8 polegadas Furo artesiano, teor de ferro
Campo de furos de M‟paco
4km
3 furos (EL=118m)
1.512
8.400
Total existente
10.372
33.000
Ano
População
Demanda da água (Max. m3/dia)
Cobertura
2009
220.757 (rural: 22%)
24.055*
79%
2019
309.161 (rural: 22%)
43.557
89%
2029
434.314 (rural: 22%)
61.133
93%
na
(3) Cidade de Nacala – em torno da Bacia do Rio Sanhute
Fonte de água
Distância da cidade
Descrição
Volume de captação depois da reabilitação
Observação
Barragem de Monapo existente
9km
H=17,5m, L=330m Sv=3,3 millões de m3 EL=342m
2012: 17.000m3/dia
2013: 20.000m3/dia
Em reabilitação (Instalações para captação e tratamento, etc.)
Total existente
20.000m3/dia
Ano
População
Demanda da água (Max. m3/dia)
Cobertura
2009
538.523 (semi-rural: 61%)
21.318*
52%
2020
837.429 (semi-rural: 61%)
69.541
77%
2029
1.245.996 (semi-rural: 61%)
132.732
90%
Texto do artigo · p. 82 Figura 5.4.3 Grandes Barragens e Furos ExistentesTexto do artigo · p. 82 Espera-se que a demanda total cresça em conformidade com o desenvolvimento dos sectores económicos e o aumento demográfico. As estimativas da demanda futura da água, com base nos projectos existentes, na Área da Grande Nampula, Área da Baía de Nacala, Cidade de Cuamba, Cidade de Pemba e Cidade de Lichinga para os anos 2020 e 2029, são apresentadas nas secções posteriores.Texto do artigo · p. 82 Muecula está em obras de reabilitação para elevar a sua crista. O volume de abastecimento aumentará para cerca de 17.000m3/ dia depois da reabilitação da barragem. Além disso, quatro furos adicionais em cada um dos dois campos de furos, estão a ser construídos para reforçar o abastecimento. Espera-se que o volume total abastecido de água possa atingir 33.000m3/dia, com a reabilitação concluída. Os detalhes são mostrados na Tabela 5.4.4:Texto do artigo · p. 82 (Bacia Nº 63)Texto do artigo · p. 82 A Barragem de Muecula (Barragem de Nacala), que é a fonte de água para a Cidade de Nacala, é localizada no Rio Muecula, a 28km do centro da cidade. A barragem chega a fornecer a água num volume diário de 7.200m3. Além dessa barragem, existem seis furos em operação, mas o volume total abastecido é inadequado para atender a demanda. Assim, a Barragem deTexto do artigo · p. 82 Tabela 5.4.4 Fontes de Água para a Cidade de NacalaTexto do artigo · p. 82 Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: Relatório Final do Estudo de Viabilidade - Nacala, Dezembro de 2010, Maio de 2013, MCA e entrevistas com o FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006Texto do artigo · p. 82 *Demanda da água em 2009:Texto do artigo · p. 82 • Demanda residencial: 50%, 9.603m3/dia
• Demanda industrial/comercial/institucional: 10%, 1.921m3/dia
• Água desaparecida: 40%, 7.721m3/dia
• Total (Demanda média diária): 19.244m3/dia, Demanda máxima diária: 24.055m3/dia (Factor máximo diário=1,25)Texto do artigo · p. 82 (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73)Texto do artigo · p. 82 A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:Texto do artigo · p. 83 Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: Relatório Final do Estudo de Viabilidade - Nacala, Dezembro de 2010, Maio de 2013, MCA e entrevistas com o FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006Texto do artigo · p. 83 *Demanda da água em 2009:Texto do artigo · p. 83 • Demanda residencial: 50%, 9.603m3/dia
• Demanda industrial/comercial/institucional: 10%, 1.921m3/dia
• Água desaparecida: 40%, 7.721m3/dia
• Total (Demanda média diária): 19.244m3/dia, Demanda máxima diária: 24.055m3/dia (Factor máximo diário=1,25)Texto do artigo · p. 83 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1081)Texto do artigo · p. 83 (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73)Texto do artigo · p. 83 (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73) A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do RioTexto do artigo · p. 83 A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:Texto do artigo · p. 83 Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:Texto do artigo · p. 83 Tabela 5.4.5 Fonte de Água para a Cidade de CuambaTexto do artigo · p. 83 Fonte de água
Distância da cidade
Descrição
Volume captado (m3/dia)
Depois da reabilitação (m3/dia)
Observação
Barragem de Mepopole
30km
H=22m, L=330m Sv=2,9 milhões de m3 EL=994m
9.300
Captação: 10.800
Elevação da altura da barragem de 4m. Reforçada pelas águas subterrâneas.
Total existente
11.000
Ano
População
Demanda da água (Max. m3/dia)
Cobertura
2009
94.314
1.641
7%
2015
114.545
6.789
65%
2029
166.850
9.342
75%
Fonte de água
Distância da cidade
Descrição
Volume captado (m3/dia)
Depois da reabilitação (m3/dia)
Observação
Barragem de Mepopole
30km
H=22m, L=330m Sv=2,9 milhões de m3 EL=994m
9.300
Captação: 10.800
Elevação da altura da barragem de 4m. Reforçada pelas águas subterrâneas.
Total existente
11.000
Ano
População
Demanda da água (Max. m3/dia)
Cobertura
2009
94.314
1.641
7%
2015
114.545
6.789
65%
2029
166.850
9.342
75%
Texto do artigo · p. 83 Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: ASNANI Study - Vol. V - Cuamba. Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006 Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2015 e 2029Texto do artigo · p. 83 (5) Cidade de Tete – Bacia do Rio Zambeze (Bacia N.º 61)Texto do artigo · p. 83 (5) Cidade de Tete – Bacia do Rio Zambeze (Bacia Nº 61)Texto do artigo · p. 83 (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia N.º 78)Texto do artigo · p. 83 A fonte de água para a Cidade de Tete é subterrânea, e é localizada no Vale de Nhartanda. Apresenta um volume suficiente de aproximadamente 19.000m3/dia para atender a demanda de Tete, com uma cobertura de serviço de cerca de 90%.Texto do artigo · p. 83 informação foi divulgada até a presente data.Texto do artigo · p. 83 A fonte de água para a Cidade de Tete é subterrânea, e é localizada no Vale de Nhartanda. Apresenta um volume suficiente de aproximadamente 19.000m3/dia para atender a demanda de Tete, com uma cobertura de serviço de cerca de 90%.Texto do artigo · p. 83 As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/ dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:Texto do artigo · p. 83 (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia Nº 78)Texto do artigo · p. 83 informação foi divulgada até a presente data.Texto do artigo · p. 83 Actualmente, um plano director para o desenvolvimento de fontes de água, com o ano-alvo previsto para 2037, está a ser implementado pelo FIPAG, financiado pela Vale Moçambique S.A. A Equipa de Estudo esteve a solicitar ao FIPAG informações acerca das descobertas iniciais e da data prevista para a conclusão do plano director, mas nenhumaTexto do artigo · p. 83 As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:Texto do artigo · p. 83 Actualmente, um plano director para o desenvolvimento de fontes de água, com o ano-alvo previsto para 2037, está a ser implementado pelo FIPAG, financiado pela Vale Moçambique S.A. A Equipa de Estudo esteve a solicitar ao FIPAG informações acerca das descobertas iniciais e da data prevista para a conclusão do plano director, mas nenhuma informação foi divulgada até a presente data.Texto do artigo · p. 83 (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia Nº 78)Texto do artigo · p. 83 As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:Texto do artigo · p. 83 26Texto do artigo · p. 83 Tabela 5.4.6 Fonte de Água para a Cidade de PembaTexto do artigo · p. 83 Fonte de água Rio Localização Descrição Volume de captação, etc. Campo de furos de MetugeTexto do artigo · p. 83 Bacia do Rio 40km da 6 furos em funcionamento Max.:14.160m3/diaTexto do artigo · p. 83 Tabela 5.4.6 Fonte de Água para a Cidade de PembaTexto do artigo · p. 83 Fonte de águaMuaguid
e Rio cida
deLocalizaçãoAlto
teor de ferroDescrição
VolumeMédia:de captação,9.600metc.3/dia
Campo de furos de Metuge
Bacia do Rio Muaguide
40km da cidade
6 furos em funcionamento Alto teor de ferro 3
Max.:14.160m3/dia Média:14.160m9.600m33/dia/dia
Total existente
População Dem
anda da água (Max. m /dia)
Cobertura14.160m3/dia
Ano
153.029 População
Demanda10.385*da água (Max. m3/dia)
Cobertura66%
2009
262.622 153.029
23.49810.385*
80%66%
2020
408.547 262.622
40.44623.498
90%80%
ligações residenciais2029 e de t
orneiras exteriores408.547representam
34% para 202040.446e 41% para 2029.
90%
Fonte de águaMuaguid
e Rio cida
deLocalizaçãoAlto
teor de ferroDescrição
VolumeMédia:de captação,9.600metc.3/dia
Campo de furos de Metuge
Bacia do Rio Muaguide
40km da cidade
6 furos em funcionamento Alto teor de ferro 3
Max.:14.160m3/dia Média:14.160m9.600m33/dia/dia
Total existente
População Dem
anda da água (Max. m /dia)
Cobertura14.160m3/dia
Ano
153.029 População
Demanda10.385*da água (Max. m3/dia)
Cobertura66%
2009
262.622 153.029
23.49810.385*
80%66%
2020
408.547 262.622
40.44623.498
90%80%
ligações residenciais2029 e de t
orneiras exteriores408.547representam
34% para 202040.446e 41% para 2029.
90%
Texto do artigo · p. 83 Total existente Ano 2009 2020 2029Texto do artigo · p. 83 Cobertura: As li Fonte: Relatório do Estudo de Viabilidade - Pemba, Maio de 2010, MCA e FIPAG, e investigações adicionais sobre águas subterrâneas, Pemba, Janeiro de 2012 Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006Texto do artigo · p. 83 Cobertura: As ligações residenciais e de torneiras exteriores representam 34% para 2020 e 41% para 2029. Fonte: Relatório do Estudo de Viabilidade - Pemba, Maio de 2010, MCA e FIPAG, e investigações adicionais sobre águas subterrâneas, Pemba, Janeiro de 2012 Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006Texto do artigo · p. 83 *Demanda da água em 2009:Texto do artigo · p. 83 *Demanda da água em 2009:Texto do artigo · p. 83 • Demanda residencial: 42,5%, 4.415m3/dia
• Demanda industrial/comercial/institucional: 15,8%, 1.645m3/dia
• Água desaparecida: 38,8%, 4.029m3/dia
• Perda operacional: 2,9%, 296m3/dia
• Demanda total:10.385m3/dia
• Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029Texto do artigo · p. 83 • Demanda residencial: 42,5%, 4.415m3/dia
• Demanda industrial/comercial/institucional: 15,8%, 1.645m3/dia
• Água desaparecida: 38,8%, 4.029m3/dia
• Perda operacional: 2,9%, 296m3/dia
• Demanda total:10.385m3/dia
• Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029Texto do artigo · p. 83 (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia Nº 95)Texto do artigo · p. 83 (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia Nº 95)Texto do artigo · p. 83 (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia N.º 95)Texto do artigo · p. 83 A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:Texto do artigo · p. 83 Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:Texto do artigo · p. 83 A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:Texto do artigo · p. 83 A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no RioTexto do artigo · p. 83 Tabela 5.4.7 Fonte de Água para a Cidade de LichingaTexto do artigo · p. 83 Fonte de água Rio Localização Descrição Volume de captação Mini Barragem deTexto do artigo · p. 83 Tabela 5.4.7 Fonte de Água para a Cidade de LichingaTexto do artigo · p. 83 Rio 9km da H=17m, L=560mTexto do artigo · p. 83 Max.: 5.000m3/diaTexto do artigo · p. 83 Fonte de águaCabora
existenteRio L
ocumueLocalizaçãocid
ade Sv=1,9 Descriçãomilhões de m
Volume de captaçãopara 2009
Total ex A 2
Mini Barragem de Cabora existente
istente
no 009
Rio Locumue
População 12.281
9km da cidade
EL=1.318m
Demanda da água (Max. m3/dia 2.265
H=17m, L=560m Sv=1,9 milhões de m3 EL=1.318m
Max.: 5.000m3/dia ) Cobertura
-
Max.: 5.000m3/dia para 2009
Total existente 2
015 31.366
12.914
Max.:60%5.000m3/dia
Ano 2
029 População 51.366
Demanda da água 22.831(Max. m3/dia)
Cobertura75%
2009H: Altura
da barragem,12.281L: Comprimento da
crista da barragem,2.265Sv: Volume de armaze
namento efectivo-do reservatório,
2015EL: Nível
da crista da 31.366barragem
12.914
60%
Fonte: Pro 2029Abastecim
jecto Integrado de Abastecimento ento de Água51.366e Saneamento par
de Água e Saneamento para as Províncias a as Quatro Cidades22.831- Relatório de Viab
do Niassa e Nampula - Estudo sobre ilidade (Estudos75%ASNANI, Junho de
Fonte de águaCabora
existenteRio L
ocumueLocalizaçãocid
ade Sv=1,9 Descriçãomilhões de m
Volume de captaçãopara 2009
Total ex A 2
Mini Barragem de Cabora existente
istente
no 009
Rio Locumue
População 12.281
9km da cidade
EL=1.318m
Demanda da água (Max. m3/dia 2.265
H=17m, L=560m Sv=1,9 milhões de m3 EL=1.318m
Max.: 5.000m3/dia ) Cobertura
-
Max.: 5.000m3/dia para 2009
Total existente 2
015 31.366
12.914
Max.:60%5.000m3/dia
Ano 2
029 População 51.366
Demanda da água 22.831(Max. m3/dia)
Cobertura75%
2009H: Altura
da barragem,12.281L: Comprimento da
crista da barragem,2.265Sv: Volume de armaze
namento efectivo-do reservatório,
2015EL: Nível
da crista da 31.366barragem
12.914
60%
Fonte: Pro 2029Abastecim
jecto Integrado de Abastecimento ento de Água51.366e Saneamento par
de Água e Saneamento para as Províncias a as Quatro Cidades22.831- Relatório de Viab
do Niassa e Nampula - Estudo sobre ilidade (Estudos75%ASNANI, Junho de
Texto do artigo · p. 83 3Texto do artigo · p. 83 H: Altura da barragem, L: Comprimento da crista da barragem, Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem Fonte: Projecto Integrado de Abastecimento de Água e Saneamento para as Províncias do Niassa e Nampula - Estudo sobre Abastecimento de Água e Saneamento para as Quatro Cidades - Relatório de Viabilidade (Estudos ASNANI, Junho de 2008) - Vol. IV - Lichinga Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006Texto do artigo · p. 83 2008) - Vol. IV - Lichinga Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006Texto do artigo · p. 83 27Texto do artigo · p. 84 5.5 Sector da Energia 5.5.1 Condições Actuais do Sector EnergéticoTexto do artigo · p. 84 (2) Órgãos Governamentais Responsáveis pela Energia EléctricaTexto do artigo · p. 84 A Electricidade de Moçambique (doravante designada a“EDM”) é a empresa pública responsável pela geração, transmissão e distribuição da energia eléctrica. O número total de seus funcionários é de 3.500 pessoas. A EDM é um órgão subordinado ao Ministério dos Recursos Minerais e Energia (o antigo Ministério da Energia (ME), que funcionou até Janeiro de 2015).Texto do artigo · p. 84 (1) Visão Geral da Situação do Sector Energético da Região do Corredor de NacalaTexto do artigo · p. 84 Devido à vasta área e à baixa densidade demográfica, é difícil estender a rede de energia nacional para a área rural. Como resultado, a área rural sem acesso à energia eléctrica continua a depender da lenha e do carvão vegetal como as principais fontes de energia.Texto do artigo · p. 84 5.5 Sector da EnergiaTexto do artigo · p. 84 5.5.1 Condições Actuais do Sector EnergéticoTexto do artigo · p. 84 (1) Visão Geral da Situação do Sector Energético da Região do Corredor de Nacala
Devido à vasta área e à baixa densidade demográfica, é difícil estender a rede de energia nacional para a área rural. Como resultado, a área rural sem acesso à energia eléctrica continua a depender da lenha e do carvão vegetal como as principais fontes de energia.
O Governo de Moçambique estabelece a meta de elevar a taxa de electrificação de domicílios para 15% em todas as províncias. No entanto, esta meta ainda não foi alcançada. A Tabela 5.5.1 mostra a taxa actual de electrificação nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala bem como a média nacional:
Tabela 5.5.1 Taxa de Electrificação de Domicílios nas Cinco Províncias da Região do Corredor de Nacala
Cabo Delgado
8,2%
Niassa
9 %
Nampula
13 %
Zambézia
7,3 %
Tete
10 %
Média nacional
16 %
Província Taxa de Electrificação
Fonte: EDM, 2011, Relatório Anual
O número de distritos electrificados estava previsto a aumentar de 104 em 2010 para 107 em 2011, e 125 para 2014. Em 2011, o número atingiu 107, correspondendo a 84% do número total de distritos (128) do país.
(2) Órgãos Governamentais Responsáveis pela Energia Eléctrica
A Electricidade de Moçambique (doravante designada a“EDM”) é a empresa pública responsável pela geração, transmissão e distribuição da energia eléctrica. O número total de seus funcionários é de 3.500 pessoas. A EDM é um órgão subordinado ao Ministério dos Recursos Minerais e Energia (o antigo Ministério da Energia (ME), que funcionou até Janeiro de 2015).
(3) Situação Actual das Instalações de Geração e Transmissão de Energia
Cabo Delgado
8,2%
Niassa
9 %
Nampula
13 %
Zambézia
7,3 %
Tete
10 %
Média nacional
16 %
Texto do artigo · p. 84 O Governo de Moçambique estabelece a meta de elevar a taxa de electrificação de domicílios para 15% em todas as províncias. No entanto, esta meta ainda não foi alcançada. A Tabela 5.5.1 mostra a taxa actual de electrificação nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala bem como a média nacional:Texto do artigo · p. 84 (3) Situação Actual das Instalações de Geração e Transmissão de EnergiaTexto do artigo · p. 84 A capacidade instalada das usinas de energia da EDM no país foi de 28,4MW em 2012, dos quais 1,85MW originavam da geração hidroeléctrica e 26,57 da termoeléctrica. Esta capacidade não é suficiente para abastecer todo o país. O restante da energia consumida no país é adquirida da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (doravante designada a “HCB”), uma empresa de propriedade dos Governos de Moçambique e de Portugal. De forma a elevar o índice de autossuficiência energética, a EDM planifica construir novas usinas hidroeléctricas e colocar as termoelécticas em linha (IPP).Texto do artigo · p. 84 ProvinciaTexto do artigo · p. 84 Taxa de ElectrificaçãoTexto do artigo · p. 84 Actualmente, as voltagens padrão das linhas de transmissão são de 220kV, 110kV e 33kV. A linha de 110kV tem uma extensão de 2.530km, que corresponde a 50% do total da linha de transmissão instalada no país. A voltagem da linha principal de distribuição é de 33kV e desce para 22kV, 11kV, 6,6KV e 0,4kV (a voltagem de 66kV também é usada, mas somente em Tete). Há uma tendência para estender essa linha de transmissão de 33kV para ampliar a área electrificada. Foi confirmado que algumas linhas de 33kV estão a ser estendidas em mais de 100km e, em tais casos a perda de energia constitui uma grande preocupação.Texto do artigo · p. 84 Actualmente, as voltagens padrão das linhas de transmissão são de 220kV, 110kV e 33kV. A linha de 110kV tem uma extensão de 2.530km, que corresponde a 50% do total da linha de transmissão instalada no país. A voltagem da linha principal de distribuição é de 33kV e desce para 22kV, 11kV, 6,6KV e 0,4kV (a voltagem de 66kV também é usada, mas somente em Tete). Há uma tendência para estender essa linha de transmissão de 33kV para ampliar a área electrificada. Foi confirmado que algumas linhas de 33kV estão a ser estendidas em mais de 100km e, em tais casos a perda de energia constitui uma grande preocupação.Texto do artigo · p. 84 O número de distritos electrificados estava previsto a aumentar de 104 em 2010 para 107 em 2011, e 125 para 2014. Em 2011, o número atingiu 107, correspondendo a 84% do número total de distritos (128) do país.Texto do artigo · p. 84 TANZANIA
ZAMBIA
MALAWI
Nacala
Nampula
HCB (hidroeléctrica)
Caia
Maputo
OCEANO ÍNDICOTexto do artigo · p. 84 A capacidade instalada das usinas de energia da EDM no país foi de 28,4MW em 2012, dos quais 1,85MW originavam da geração hidroeléctrica e 26,57 da termoeléctrica. Esta capacidade não é suficiente para abastecer todo o país. O restante da energia consumida no país é adquirida da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (doravante designada a “HCB”), uma empresa de propriedade dos Governos de Moçambique e de Portugal. De forma a elevar o índice de autossuficiência energética, a EDM planifica construir novas usinas hidroeléctricas e colocar as termoelécticas em linha (IPP).Texto do artigo · p. 84 NacalaTexto do artigo · p. 84 NampulaTexto do artigo · p. 84 HCB (hidroeléctrica)Texto do artigo · p. 84 28Texto do artigo · p. 84 CaiaTexto do artigo · p. 84 MaputoTexto do artigo · p. 84 Fonte: EDM, 2012, Rede Nacional de Transmissão 2Texto do artigo · p. 84 Figura 5.5.1 Rede Nacional de Transmissão (2012)Texto do artigo · p. 84 As instalações de geração de energia actuais e em planificação são indicadas nas Tabelas 5.5.2 e 5.5.3. O equilíbrio entre a demanda e a oferta de energia na actualidade e no futuro é apresentado no Capítulo 15.5.1 e na Figura 15.5.1.Texto do artigo · p. 85 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1083)Texto do artigo · p. 85 Hidroeléctrica
Sub Total (Hidroeléctrica)
Cuamba Lichinga
1989 1983
Em operação Em operação
1,1
0,75
1,85
Gás Sub Total (Gás)
Gasóleo
-
Angoche
-
1962
-
Em operação
0 0
0,4
1979
Em operação
0,51
Central nova
1999
Em operação
2,4
Lichinga
1975
Em operação
0,56
1979
Em operação
0,52
2002
Em operação
0,204
Lionde
1974
Em operação
1,48
Tete
1991
Em operação
0,82
Mocuba
1979
Em operação
0,42
Cuamba
1979
Em operação
0,42
Nacala
1966
Em operação
1,5
Nampula
1965
Em operação
2,4
1971
Em operação
2
1971
Em operação
2
Pemba
1964
Em operação
0,92
2002
Em operação
1,46
1985
Em operação
5,12
Tipo de geração Usina
Ano de instalação
Estado
Capacidade nominal (MW)
Total 23,13
Fonte: EDM, Relatório Anual
Tabela 5.5.3 Lista das Instalações Produtivas de Energia (fora da jurisdição da EDM)
Hidroeléctrica
Sub Total (Hidroeléctrica)
Cuamba Lichinga
1989 1983
Em operação Em operação
1,1
0,75
1,85
Gás Sub Total (Gás)
Gasóleo
-
Angoche
-
1962
-
Em operação
0 0
0,4
1979
Em operação
0,51
Central nova
1999
Em operação
2,4
Lichinga
1975
Em operação
0,56
1979
Em operação
0,52
2002
Em operação
0,204
Lionde
1974
Em operação
1,48
Tete
1991
Em operação
0,82
Mocuba
1979
Em operação
0,42
Cuamba
1979
Em operação
0,42
Nacala
1966
Em operação
1,5
Nampula
1965
Em operação
2,4
1971
Em operação
2
1971
Em operação
2
Pemba
1964
Em operação
0,92
2002
Em operação
1,46
1985
Em operação
5,12
Texto do artigo · p. 85 Tabela 5.5.2 Lista das Instalações Produtivas de Energia (sob a jurisdição da EDM)Texto do artigo · p. 85 Tipo de geraçãoTexto do artigo · p. 85 UsinaTexto do artigo · p. 85 Ano de instalaçãoTexto do artigo · p. 85 EstadoTexto do artigo · p. 85 Capacidade nominal (MW)Texto do artigo · p. 85 Cahora Bassa (HCB) 1974 Em operação 2.075 Cahora Bassa Norte (HCB e CEZA)Texto do artigo · p. 85 2017 Pré-EV 1.245Texto do artigo · p. 85 Mphanda Nkuwa (Campbell e Corrêa)Texto do artigo · p. 85 2017 Em implementação 1.500 (extensão) 2020 Em implementação 750 Lúrio (2) 2020 Em implementação 120Texto do artigo · p. 85 HidroeléctricaTexto do artigo · p. 85 de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.Texto do artigo · p. 85 Alto Malema (EDM+IPP)Texto do artigo · p. 85 2020 Em implementação 120 Mugeba 2023 Pré-EV 100 Boroma 2023 Pré-EV 200 Lupata 2023 Pré-EV 600Texto do artigo · p. 85 Tabela 5.5.4 Condições da Carga dos Transformadores das SubestaçõesTexto do artigo · p. 85 Centro de Operação do Sistema ATNO: condições de carga nas subestações (Pico)Texto do artigo · p. 85 SubestaçãoTexto do artigo · p. 85 Número de Transformadores PotencialTexto do artigo · p. 85 Razão de CargaTexto do artigo · p. 85 Total (os projectos em planificação incluídos) 6.710 Nota: As instalações em itálico se encontram na fase de planificação. Fonte: EDM, Relatório AnualTexto do artigo · p. 85 5.5.2 Situação de Abastecimento de EnergiaTexto do artigo · p. 85 5.5.2 Situação de Abastecimento de EnergiaTexto do artigo · p. 85 (2) Linhas de Transmissão As linhas de transmissão eléctrica da “Nampula 220”Texto do artigo · p. 85 (1) Transformadores das SubestaçõesTexto do artigo · p. 85 (1) Transformadores das SubestaçõesTexto do artigo · p. 85 As condições de carga de pico das principais subestações nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala, excluindo Tete, são vistas na Tabela 5.5.4. A demanda de pico na “Nampula 220” foi registada como 84% da capacidade do transformador principal em Dezembro de 2012. A mesma demanda, na “Nampula Central”, já atingia a capacidade nominal do transformador. Existem, contudo, planos para expandir a área de distribuiçãoTexto do artigo · p. 85 à “Nampula Central” estão a ser carregadas a 80% da sua capacidade total.Texto do artigo · p. 85 As condições de carga de pico das principais subestações nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala, excluindo Tete, são vistas na Tabela 5.5.4. A demanda de pico na “Nampula 220” foi registada como 84% da capacidade do transformador principal em Dezembro de 2012. A mesma demanda, na “Nampula Central”, já atingia a capacidade nominal do transformador. Existem, contudo, planos para expandir a área de distribuição de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.Texto do artigo · p. 85 (3) Qualidade da ElectricidadeTexto do artigo · p. 85 Fonte: EDM, Resultado do estudo sobre as subestaçõesTexto do artigo · p. 85 (2) Linhas de Transmissão As linhas de transmissão eléctrica da “Nampula 220” à “Nampula Central” estão a ser carregadas a 80% da sua capacidade total.
(3) Qualidade da ElectricidadeTexto do artigo · p. 85 A confiabilidade do sistema de abastecimento de energia eléctrica é avaliada pelos indicadores tais como “Duração Média das Interrupções do Sistema (SAIDI, System Average Interruption Duration Index)”, “Frequência Média de Interrupções do Sistema (SAIFI, System Average Interruption Frequency Index)” e “Tempo Médio de Reposição do Serviço do Sistema (SARI, System Average Restoration Index)”.Texto do artigo · p. 85 30Texto do artigo · p. 85 A confiabilidade do sistema de abastecimento de energia eléctrica é avaliada pelos indicadores tais como “Duração Média das Interrupções do Sistema (SAIDI, System Average Interruption Duration Index)”, “Frequência Média de Interrupções do Sistema (SAIFI, System Average Interruption Frequency Index)” e “Tempo Médio de Reposição do Serviço do Sistema (SARI, System Average Restoration Index)”.Texto do artigo · p. 85 Os referidos índices para a Área de Distribuição Norte que cobre as cinco províncias da Região do Corredor de Nacala são de 47 minutos 7 segundos para SAIDI, 82 vezes para SAIFI e 34 segundos para SARI. Foi apresentado, durante o período do estudo de campo em Nampula (Maio de 2013), que havia a interrupção de electricidade, em média, uma vez a cada dois dias.Texto do artigo · p. 85 de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.Texto do artigo · p. 85 Os referidos índices para a Área de Distribuição Norte que cobre as cinco províncias da Região do Corredor de Nacala são de 47 minutos 7 segundos para SAIDI, 82 vezes para SAIFI e 34 segundos para SARI. Foi apresentado, durante o período do estudo de campo em Nampula (Maio de 2013), que havia a interrupção de electricidade, em média, uma vez a cada dois dias.Texto do artigo · p. 85 Tabela 5.5.4 Condições da Carga dos Transformadores das SubestaçõesTexto do artigo · p. 85 Centro de Operação do Sistema ATNO: condições de carga nas subestações
Texto do artigo · p. 85 (Pico)
Subestação
Número de Transformadores
Razão de Carga
Potencial
(Pico)
Subestação
Número de Transformadores
Razão de Carga
Potencial
Texto do artigo · p. 85 Electric Power Supply Quality Index in Northern Area
Fonte textual acessível e tabelas
Texto do artigo, página 74: Unidade: 1.000 Milhões de Toneladas
Texto do artigo, página 74: Cais/Terminal Privado
Texto do artigo, página 74: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo, página 74: Figura 5.3.2 Localização e Quantidade da Carga Manuseada nos Portos de Moçambique
Texto do artigo, página 74: 5.3.2 Porto de Nacala
Texto do artigo, página 74: (1) Visão Geral
Texto do artigo, página 75: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1073)
Texto do artigo, página 75: 5.3.2 Porto de Nacala
Texto do artigo, página 75: e desenvolvimento da ZEE de Nacala. O Porto de Nacala, por ter a vantagem da profundidade das águas e por ser o segundo porto mais profundo do sudeste da África, contribui principalmente para a movimentação da carga no norte de Moçambique. Este porto também possui um grande potencial para o desenvolvimento de cais profundos sem grandes obras de dragagem.
Texto do artigo, página 75: (1) Visão Geral
Texto do artigo, página 75: O Porto de Nacala está localizado na baía de Nacala, na Província de Nampula, que é a mais populosa de Moçambique. Este porto localiza-se a cerca de 1.500km a nordeste de Maputo, 850km a nordeste da Beira e 860km a sul de Dar-es-Salaam. Localiza-se na costa leste da Baía de Nacala e é um porto natural de águas profundas. Um novo terminal de carvão em planificação pela Vale será construído na margem oposta, perto de Nacala-àVelha, onde a água está a 20m de profundidade.
Texto do artigo, página 75: Actualmente, o volume de carga de trânsito de/para Malawi é pequeno devido às más condições do Corredor de Nacala, mas se espera que a quantidade venha a aumentar com a melhoria do Corredor através dos projectos em curso e em perspectiva. Além disso, espera-se que o desenvolvimento planeado e a expansão dos projectos de exploração do carvão na Província de Tete possam trazer um grande volume de carga ao Porto de Nacala. Juntamente aos outros projectos de transporte planificados para o Corredor de Nacala, o Porto de Nacala espera aumentar o seu volume de carga movimentada de forma significativa, e como resultado, contribuirá para a economia regional.
Texto do artigo, página 75: O desenvolvimento das províncias do norte constitui uma das estratégias prioritárias do Governo de Moçambique, e uma série de projectos de desenvolvimento industrial está em curso ou em planificação, tais como, os de desenvolvimento agrícola em Nampula, desenvolvimento florestal em Niassa
Texto do artigo, página 75: melhoria do Corredor através dos projectos em curso e em perspectiva. Além disso, espera-se que o desenvolvimento planeado e a expansão dos projectos de exploração do carvão na Província de Tete possam trazer um grande volume de carga ao Porto de Nacala. Juntamente aos outros projectos de transporte planificados para o Corredor de Nacala, o Porto de Nacala espera aumentar o seu volume de carga movimentada de forma significativa, e como resultado, contribuirá para a economia regional.
Texto do artigo, página 75: Ministério de Moçambique, Canal de
Porto de Nacala
-Linha de contorno de 20m de profundidade
Imagem do Google Earth de 2014
Porto de Nacala
Ministério de Moçambique, Canal de
Porto de Nacala
-Linha de contorno de 20m de profundidade
Imagem do Google Earth de 2014
Porto de Nacala
Texto do artigo, página 75: Porto de Nacala
Ministério de Moçambique, Canal de Moçambique, Porto de Nacala, 49611-M
Texto do artigo, página 75: Porto de Nacala
Imagem Landsat
Imagem do Google Earth de 2014
Texto do artigo, página 75: Moçambique, Porto de Nacala, 49611-M
Texto do artigo, página 75: Fonte: Carta de Navegação e Google Earth
Texto do artigo, página 75: Figura 5.3.3 Baía de Nacala
Texto do artigo, página 75: Terminal de carvão em obras de construção (Vale)
Texto do artigo, página 75: Cais do norte (Carga geral)
Texto do artigo, página 75: Cais do sul (Contentor/Granel)
Texto do artigo, página 75: Fonte: Google Earth 2014
Texto do artigo, página 75: Figura 5.3.4 Porto de Nacala
Texto do artigo, página 75: 15
Texto do artigo, página 76: O Porto de Nacala consiste nos cais do sul e do norte com um terminal de contentores, um cais de carga geral, um cais de carga a granel, armazéns, uma instalação de tratamento da carga a granel líquida e uma rampa ferroviária.
O cais do norte apresenta uma extensão de 620m da qual a parte do norte serve para o tratamento do granel líquido. Um gasoduto de 4km liga o terminal aos tanques de armazenamento. A parte norte do cais, de 312,5m, apresenta uma profundidade de água de 10m, e é usada para a atracação de petroleiros, graneleiros (para fertilizantes e gesso) e para embarcações convencionais. A parte restante do cais do norte apresenta uma profundidade de 7,5m para a atracação, principalmente, de navios convencionais que movimentam a carga geral.
O cais do sul tem a extensão de 372m e tem a capacidade para ancorar dois porta-contentores ao mesmo tempo. Os graneleiros de grande escala são ocasionalmente atracados no cais do sul, uma vez que este apresenta uma profundidade de 14m.
As especificações e a capacidade dos cais são indicadas na Tabela 5.3.1:
Tabela 5.3.1 Especificações e Capacidade dos Cais do Sul e do Norte
Item
Cais do Norte
Cais do Sul
Extensão do Cais
620m (4 cais)
372m (2 cais)
Calado
10m (312,5m) 7,5m (307,5m)
14m
Tipo de Carga
Carga geral
Contentor/a Granel
Capacidade de Manuseio
2,4 milhões de toneladas/ano
124.000 TEU
Armazéns
8 Armazéns (50.000 toneladas cada)
-
Armazém de Contentores
-
4.982 TEU 48 Reefer plugs
Equipamento
4 Guindastes Eléctricos de Cais 3 Pás Carregadoras 3 Empilhadores (2,5 a 3,0 t)
4 Reachstackers (45 t) 3 Toplifters (45 t) 1 Sidelifter (9 t) 1 RMG (25 t)
Fonte: CDN
(3) Quantidade Tratada de Carga e Transporte Marítimo
Item
Cais do Norte
Cais do Sul
Extensão do Cais
620m (4 cais)
372m (2 cais)
Calado
10m (312,5m) 7,5m (307,5m)
14m
Tipo de Carga
Carga geral
Contentor/a Granel
Capacidade de Manuseio
2,4 milhões de toneladas/ano
124.000 TEU
Armazéns
8 Armazéns (50.000 toneladas cada)
-
Armazém de Contentores
-
4.982 TEU 48 Reefer plugs
Equipamento
4 Guindastes Eléctricos de Cais 3 Pás Carregadoras 3 Empilhadores (2,5 a 3,0 t)
Texto do artigo, página 76: (2) Instalações Portuárias e Capacidade de Movimentação de Carga
Texto do artigo, página 76: 10m, e é usada para a atracação de petroleiros, graneleiros (para fertilizantes e gesso) e para embarcações convencionais. A parte restante do cais do norte apresenta uma profundidade de 7,5m para a atracação, principalmente, de navios convencionais que movimentam a carga geral.
Texto do artigo, página 76: O Porto de Nacala consiste nos cais do sul e do norte com um terminal de contentores, um cais de carga geral, um cais de carga a granel, armazéns, uma instalação de tratamento da carga a granel líquida e uma rampa ferroviária.
Texto do artigo, página 76: O cais do sul tem a extensão de 372m e tem a capacidade para ancorar dois porta-contentores ao mesmo tempo. Os graneleiros de grande escala são ocasionalmente atracados no cais do sul, uma vez que este apresenta uma profundidade de 14m.
Texto do artigo, página 76: O cais do norte apresenta uma extensão de 620m da qual a parte do norte serve para o tratamento do granel líquido. Um gasoduto de 4km liga o terminal aos tanques de armazenamento. A parte norte do cais, de 312,5m, apresenta uma profundidade de água de
Texto do artigo, página 76: As especificações e a capacidade dos cais são indicadas na Tabela 5.3.1:
Texto do artigo, página 76: (3) Quantidade Tratada de Carga e Transporte Marítimo
Texto do artigo, página 76: milho, fertilizantes, sucatas, máquinas, açúcar, gesso, cimento, arroz e peixe congelado. A evolução dos modos de transporte e das principais mercadorias movimentadas é indicada na Tabela 5.3.2.
Texto do artigo, página 76: 1) Quantidade Tratada de Carga
Texto do artigo, página 76: 1) Quantidade Tratada de Carga
Texto do artigo, página 76: De acordo com as estatísticas do CDN, o Porto de Nacala movimentou 1.557.000 toneladas em 2011, contra as 1.376.000 toneladas no mesmo período em 2010, o que mostra um crescimento aproximado de 13%. A carga em contentor também aumentou, com uma taxa de crescimento aproximado em 20% para o período entre 2009 e 2010. Os principais itens que compõem a carga geral são o combustível, clínquer, trigo a granel,
Texto do artigo, página 76: De acordo com as estatísticas do CDN, o Porto de Nacala movimentou 1.557.000 toneladas em 2011, contra as 1.376.000 toneladas no mesmo período em 2010, o que mostra um crescimento aproximado de 13%. A carga em contentor também aumentou, com uma taxa de crescimento aproximado em 20% para o período entre 2009 e 2010. Os principais itens que compõem a carga geral são o combustível, clínquer, trigo a granel, milho, fertilizantes, sucatas, máquinas, açúcar, gesso, cimento, arroz e peixe congelado. A evolução dos modos de transporte e das principais mercadorias movimentadas é indicada na Tabela 5.3.2.
Texto do artigo, página 76: Mais de 95% da carga é de proveniência internacional, o que significa que a carga interna ocupa apenas 5% da carga total. A importação é maior que a exportação em termos de volume. O transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a exportação e a importação.
Texto do artigo, página 76: importação.
Texto do artigo, página 76: Mais de 95% da carga é de proveniência internacional, o que significa que a carga interna ocupa apenas termos de volume. O t exportação e a
Texto do artigo, página 76: 1,800
2,000
Texto do artigo, página 76: 5% da carga total. A importação é maior que a exportação em
Cargo Total
Container Total
transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a
5% da carga total. A importação é maior que a exportação em
Cargo Total
Container Total
transporte de contentores mostra-se equilibrado entre a
Texto do artigo, página 76: 100,000
Texto do artigo, página 76: 90,000
Texto do artigo, página 76: 1,600
Texto do artigo, página 76: 80,000
Texto do artigo, página 76: TotaldeCargas(1,000toneladas)
Texto do artigo, página 76: 16
Texto do artigo, página 76: 1,400
Texto do artigo, página 76: 70,000
Texto do artigo, página 76: CargoTotal(1,000tons)
Texto do artigo, página 76: ContainerTotal(TEU)
Texto do artigo, página 76: TotaldeContentores(TEU)
Texto do artigo, página 76: 1,200
Texto do artigo, página 76: 60,000
Texto do artigo, página 76: 1,000
Texto do artigo, página 76: 50,000
Texto do artigo, página 76: 800
Texto do artigo, página 76: 40,000
Texto do artigo, página 76: 600
Texto do artigo, página 76: 30,000
Texto do artigo, página 76: 400
Texto do artigo, página 76: 20,000
Texto do artigo, página 76: 200
Texto do artigo, página 76: 10,000
Texto do artigo, página 76: 0
Texto do artigo, página 76: 0
Texto do artigo, página 76: 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Year
Texto do artigo, página 76: Ano
Texto do artigo, página 76: Fonte: CDN
Texto do artigo, página 76: Figura 5.3.5 Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala
Texto do artigo, página 76: Tabela 5.3.2 Detalhes da Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala (2010 e 2011)
Texto do artigo, página 76: Carga Interna
Carga Internacional
Trânsit - Malawi
Transbordo e Transferência
Carga Interna
Carga Internacional
Trânsit - Malawi
Transbordo e Transferência
Texto do artigo, página 77: 0
Texto do artigo, página 77: 0
Texto do artigo, página 77: 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 Year
Texto do artigo, página 77: Ano
Texto do artigo, página 77: Fonte: CDN
Texto do artigo, página 77: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1075)
Texto do artigo, página 77: Figura 5.3.5 Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala
Texto do artigo, página 77: Tabela 5.3.2 Detalhes da Quantidade Manuseada de Carga no Porto de Nacala (2010 e 2011)
Texto do artigo, página 77: Carga Interna
Carga Internacional
Trânsit - Malawi
Transbordo e Transferência
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Carregamento
(27,0)
(29,6)
Exportação
(335,8)
(333,2)
Carregamento
(48,9)
(88,8)
Transbordo
(99,8)
(138,8)
Óleo
19,7
25,4
Milho
29,0
Contentor
40,7
74,4
Contentor
99,8
113,8
Contentor
7,3
4,2
Sucata Metálica
8,0
3,0
Açúcar
8,2
6,1
Trigo
0,0
25,0
Contentor
327,8
301,2
Sucata Metálica
0,0
8,3
Descarregamento
(25,7)
(8,5)
Importação
(654,4)
(811,8)
Descarregamento
(185,0)
(125,6)
Transferência
(0,0)
(23,2)
Combustível
3,0
0,7
Óleo
132,3
166,9
Óleo
12,3
0,0
Contentor
0,0
23,2
Contentor
21,4
7,8
Arroz
9,8
4,2
Fertilizantes
36,9
14,3
Diversos
1,3
0,0
Trigo
63,0
59,1
Óleo de Soja
0,0
2,7
Óleo de Soja
0,0
2,0
Trigo
97,6
70,9
Óleo de Palma
49,8
66,9
Contentor
38,2
37,7
Peixa Congelado
1,7
1,2
Material de Gesso
2,4
5,5
Clínquer
158,5
134,9
Cimento
4,6
5,0
Maquinaria
0,8
6,3
Contentor
229,5
359,2
Diversos
2,0
0,6
Total
(52,7)
(38,1)
Total
(990,2)
(1.145,0)
Total
(233,9)
(214,4)
Total
(99,8)
(162,0)
Total Geral 2010
1.376,6
(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011
1.559,5
Carga Interna
Carga Internacional
Trânsit - Malawi
Transbordo e Transferência
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Carregamento
(27,0)
(29,6)
Exportação
(335,8)
(333,2)
Carregamento
(48,9)
(88,8)
Transbordo
(99,8)
(138,8)
Óleo
19,7
25,4
Milho
29,0
Contentor
40,7
74,4
Contentor
99,8
113,8
Contentor
7,3
4,2
Sucata Metálica
8,0
3,0
Açúcar
8,2
6,1
Trigo
0,0
25,0
Contentor
327,8
301,2
Sucata Metálica
0,0
8,3
Descarregamento
(25,7)
(8,5)
Importação
(654,4)
(811,8)
Descarregamento
(185,0)
(125,6)
Transferência
(0,0)
(23,2)
Combustível
3,0
0,7
Óleo
132,3
166,9
Óleo
12,3
0,0
Contentor
0,0
23,2
Contentor
21,4
7,8
Arroz
9,8
4,2
Fertilizantes
36,9
14,3
Diversos
1,3
0,0
Trigo
63,0
59,1
Óleo de Soja
0,0
2,7
Óleo de Soja
0,0
2,0
Trigo
97,6
70,9
Óleo de Palma
49,8
66,9
Contentor
38,2
37,7
Peixa Congelado
1,7
1,2
Material de Gesso
2,4
5,5
Clínquer
158,5
134,9
Cimento
4,6
5,0
Maquinaria
0,8
6,3
Contentor
229,5
359,2
Diversos
2,0
0,6
Total
(52,7)
(38,1)
Total
(990,2)
(1.145,0)
Total
(233,9)
(214,4)
Total
(99,8)
(162,0)
Total Geral 2010
1.376,6
(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011
1.559,5
Texto do artigo, página 77: Fonte: CFM
Texto do artigo, página 77: 2) Transporte Marítimo
Texto do artigo, página 77: 2) Transporte Marítimo
Texto do artigo, página 77: Em 2011, o Porto de Nacala teve 287 entradas de embarcações, número este que inclui 155 porta-contentores e 23 graneleiros (ambos internacionais). As viagens internacionais e internas cresceram mais de 4% em 2011. O terminal teve 78 entradas de petroleiros, incluindo viagens internas. Desde 2011, o número de graneleiros internacionais aumentou mais de 53% comparado com o ano de 2010. O registo das entradas por tipo de viagem é ilustrado na
Texto do artigo, página 77: Em 2011, o Porto de Nacala teve 287 entradas de embarcações, número este que inclui 155 porta-contentores e 23 graneleiros (ambos internacionais). As viagens internacionais e internas cresceram mais de 4% em 2011. O terminal teve 78 entradas de petroleiros, incluindo viagens internas. Desde 2011, o número de graneleiros internacionais aumentou mais de 53% comparado com o ano de 2010. O registo das entradas por tipo de viagem é ilustrado na Tabela 5.3.3:
Texto do artigo, página 77: Tabela 5.3.3 Registo de Entradas de Embarcações por Tipo de Viagem
Texto do artigo, página 77: Tab
elaEmbarcação5.3.3:
2010
2011
Taxa de Aumento
1
Nacional
25
26
4%
1.1
Carga Geral
1
0
-100%
1.2
Porta-Contentor
0
0
0%
1.3
Outros
0
0
0%
1.4
Petroleiro
24
26
8%
2
Internacional
249
261
5%
2.1
Carga Geral
24
18
-25%
2.2
Graneleiro
15
23
53%
2.3
Outros
8
10
25%
2.4
Pesqueira
5
3
-40%
2.5
Porta-Contentor
145
155
7%
2.6
Petroleiro
52
52
0%
Total
274
287
5%
Tab
elaEmbarcação5.3.3:
2010
2011
Taxa de Aumento
1
Nacional
25
26
4%
1.1
Carga Geral
1
0
-100%
1.2
Porta-Contentor
0
0
0%
1.3
Outros
0
0
0%
1.4
Petroleiro
24
26
8%
2
Internacional
249
261
5%
2.1
Carga Geral
24
18
-25%
2.2
Graneleiro
15
23
53%
2.3
Outros
8
10
25%
2.4
Pesqueira
5
3
-40%
2.5
Porta-Contentor
145
155
7%
2.6
Petroleiro
52
52
0%
Total
274
287
5%
Texto do artigo, página 77: 17
Texto do artigo, página 77: Fonte : Relatório Anual do CDN 2011
Texto do artigo, página 77: 5.3.3 Porto de Pemba
Texto do artigo, página 77: (1) Visão Geral
Texto do artigo, página 77: O Porto de Pemba é localizado a 200km a norte do Porto de Nacala. O CFM tem sido directamente responsável pela operação e gestão do porto. O Porto de Pemba está devidamente protegido na parte interna da Baía de Pemba e tem uma profundidade de água de cerca de 20m, incluindo o canal de acesso ao porto.
Texto do artigo, página 77: COSTA LESTE DE ÁFRICA– PLANTAS EM MOÇAMBIQUE das Cartas de Moçambique e dos EUA a 1986, 61182
Porto de Pemba
Linha de contorno de 200m de profundidade
Imagem de Google Earth de 2014
Porto de Pemba
COSTA LESTE DE ÁFRICA– PLANTAS EM MOÇAMBIQUE das Cartas de Moçambique e dos EUA a 1986, 61182
Porto de Pemba
Linha de contorno de 200m de profundidade
Imagem de Google Earth de 2014
Porto de Pemba
Texto do artigo, página 77: Porto de Pemba
contorno de 20m de profundidade
Texto do artigo, página 77: Porto de Pemba
Texto do artigo, página 77: Fonte: Cartas de Navegação e Google Earth
Texto do artigo, página 77: Figura 5.3.6 Baía de Pemba
Texto do artigo, página 77: (2) Instalações Portuárias e Capacidade de Movimentação de Carga
Texto do artigo, página 78: (2) Instalações Portuárias e Capacidade de Movimentação de Carga
Texto do artigo, página 78: O porto dispõe de um armazém (1.700m2), um pátio de contentores (que está a ser expandido a 7.000m2) e empilhadeiras para o carregamento e descarregamento de contentores no pátio. Não há nenhum guindaste de cais instalado.
Texto do artigo, página 78: 79m. A ponte-cais foi construída em 1957 e remodelada em 1996, e mesmo assim, os materiais de reforço estão parcialmente deteriorados.
Texto do artigo, página 78: A estrutura (layout) das instalações portuárias estão ilustradas na Figura 5.3.7. O porto possui apenas uma ponte-cais cuja extensão e largura são de 185m e 70m respectivamente. A profundidade das águas ao longo da ponte-cais é de 7,5m (12m durante a maré alta). A diferença entre os níveis da maré é de 4,4m. A ponte-cais é ligada à terra por uma ponte de 79m. A ponte-cais foi construída em 1957 e remodelada em 1996, e mesmo assim, os materiais de reforço estão parcialmente deteriorados.
Texto do artigo, página 78: O porto dispõe de um armazém (1.700m2), um pátio de contentores (que está a ser expandido a 7.000m2) e empilhadeiras para o carregamento e descarregamento de contentores no pátio. Não há nenhum guindaste de cais instalado.
Texto do artigo, página 78: Além disso, a Bolloré, uma das empresas que actua na exploração offshore de gás, construiu uma ponte-cais para os barcos de serviço que trabalham para os equipamentos de perfuração/plataformas offshore (com 120m de comprimento e 40m de via de acesso).
Texto do artigo, página 78: Além disso, a Bolloré, uma das empresas que actua na exploração offshore de gás, construiu uma ponte-cais para os barcos de serviço que trabalham para os equipamentos de perfuração/plataformas offshore (com 120m de comprimento e 40m de via de acesso).
Texto do artigo, página 78: Fonte: Google Earth 2014
Texto do artigo, página 78: Figura 5.3.7 Porto de Pemba
Texto do artigo, página 78: Em 2011, um total de 65 embarcações de carga comercial entraram no porto, todas de carga geral, excepto três petroleiros. Para além disso, a entrada de outras embarcações relativas ao projecto de exploração do gás na bacia de Rovuma tem crescido recentemente.
Texto do artigo, página 78: Em 2011, um total de 65 embarcações de carga comercial entraram no porto, todas de carga geral, excepto três petroleiros. Para além disso, a entrada de outras embarcações relativas ao projecto de exploração do gás na bacia de Rovuma tem crescido recentemente.
Texto do artigo, página 78: e 50.826, a carga não contentorizada. A carga internacional constitui a maioria, ocupando mais de 80%. A taxa de crescimento registada entre 2010 e 2011 foi de 29% devido ao aumento da exportação de madeira e da importação relativa à exploração de gás. O registo das mercadorias de carga bem como o peso movimentado são indicados na Tabela 5.3.4:
Texto do artigo, página 78: A quantidade de carga manuseada cresceu para 169.659 toneladas, das quais 118.833 representam a carga em contentor e 50.826, a carga não contentorizada. A carga internacional constitui a maioria, ocupando mais de 80%. A taxa de crescimento registada entre 2010 e 2011 foi de 29% devido ao aumento da exportação de madeira e da importação relativa à exploração de gás. O registo das mercadorias de carga bem como o peso movimentado são indicados na Tabela 5.3.4:
Texto do artigo, página 78: A quantidade de carga manuseada cresceu para 169.659 toneladas, das quais 118.833 representam a carga em contentor
Texto do artigo, página 78: Tabela 5.3.4 Detalhes da Quantidade da Carga Manuseada no Porto de Pemba (2010 e 2011)
Texto do artigo, página 78: Carga Interna
Carga Internacional
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Carregamento
(23,4)
(18,9)
Exportação
(65,2)
(89,3)
Contentor
3,3
0,8
Contentor
65,2
88,8
Diversos
20,1
18,1
Diversos
0,0
0,5
Descarregamento
(13,1)
(10,4)
Importação
(29,2)
(51,2)
Combustível
4,9
3,3
Contentor
22,3
26,3
Contentor
0,6
0,8
Transporte M.
0,0
0,1
Diversos
7,6
6,3
Diversos
6,9
24,8
Total
(36,5)
(29,3)
Total
(94,4)
(140,5)
Total Geral 2010
130,9
(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011
169,8
Carga Interna
Carga Internacional
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Carregamento
(23,4)
(18,9)
Exportação
(65,2)
(89,3)
Contentor
3,3
0,8
Contentor
65,2
88,8
Diversos
20,1
18,1
Diversos
0,0
0,5
Descarregamento
(13,1)
(10,4)
Importação
(29,2)
(51,2)
Combustível
4,9
3,3
Contentor
22,3
26,3
Contentor
0,6
0,8
Transporte M.
0,0
0,1
Diversos
7,6
6,3
Diversos
6,9
24,8
Total
(36,5)
(29,3)
Total
(94,4)
(140,5)
Total Geral 2010
130,9
(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011
169,8
Texto do artigo, página 78: Tabela 5.3.4 Detalhes da Quantidade da Carga Manuseada no Porto de Pemba (2010 e 2011)
Carga Interna Carga Internacional
Item 2010 2011 Item 2010 2011
Carregamento (23,4) (18,9) Exportação (65,2) (89,3)
Contentor 3,3 0,8 Contentor 65,2 88,8
Diversos 20,1 18,1 Diversos 0,0 0,5
Descarregamento (13,1) (10,4) Importação (29,2) (51,2)
Combustível 4,9 3,3 Contentor 22,3 26,3
Contentor 0,6 0,3 Transporte M. 0,0 0,1
Diversos 7,6 6,8 Diversos 6,9 24,8
Total (36,5) (29,3) Total (94,4) (140,5)
Total Geral 2010 130,9 (Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011 169,8
Fonte: CFM
Carga Interna
Carga Internacional
Item
2010
2011
Item
2010
2011
Carregamento
(23,4)
(18,9)
Exportação
(65,2)
(89,3)
Contentor
3,3
0,8
Contentor
65,2
88,8
Diversos
20,1
18,1
Diversos
0,0
0,5
Descarregamento
(13,1)
(10,4)
Importação
(29,2)
(51,2)
Combustível
4,9
3,3
Contentor
22,3
26,3
Contentor
0,6
0,3
Transporte M.
0,0
0,1
Diversos
7,6
6,8
Diversos
6,9
24,8
Total
(36,5)
(29,3)
Total
(94,4)
(140,5)
Total Geral 2010
130,9
(Unid.: x 1.000 toneladas)
Total Geral 2011
169,8
Fonte: CFM
Texto do artigo, página 78: 19
Texto do artigo, página 78: Fonte: CFM
Texto do artigo, página 78: 5.3.4 Porto de Palma
Texto do artigo, página 78: 5.3.4 Porto de Palma
Texto do artigo, página 78: pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.
Texto do artigo, página 78: (1) Visão Geral
Texto do artigo, página 78: (1) Visão Geral
Texto do artigo, página 78: O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos
Texto do artigo, página 78: O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.
Texto do artigo, página 78: Tanzania
Texto do artigo, página 79: O Porto de Palma é localizado a 400km a norte do Porto de Nacala e 30km a sul da fronteira com Tanzania. Actualmente não existe nenhuma instalação portuária, mas alguns barcos pertencentes aos pequenos pescadores são observados ao longo da costa nas proximidades de uma povoação, onde existe uma pista (não-pavimentada) com cerca de 1.000m de extensão para pequenas aeronaves. Não há, porém, edifícios de aeroporto junto à pista.
Texto do artigo, página 79: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1077)
Texto do artigo, página 79: COSTA LESTE DE ÁFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE, Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180
Porto de Palma
Linha de contorno da profundidade de 200m
Imagem de Google Earth 2014
Porto de Palma
Tanzania
Moçambique
Pista para aeronaves
COSTA LESTE DE ÁFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE, Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180
Porto de Palma
Linha de contorno da profundidade de 200m
Imagem de Google Earth 2014
Porto de Palma
Tanzania
Moçambique
Pista para aeronaves
Texto do artigo, página 79: Porto de Palma
Linha de contorno da profundidade de 200m
COSTA LESTE DE AFICA, OCEANO ÍNDICO – CANAL DE MOÇAMBIQUE,
Baía de Muchinga no Porto de Ibo, 61180
Fonte: Cartas de Navegação e Google Earth
Texto do artigo, página 79: Tanzania
Moçambique
Porto de Palma
Pista para aeronaves
Imagem de Google Earth 2014
Texto do artigo, página 79: Fonte: Cartas de Navegação e Google Earth
Texto do artigo, página 79: Figura 5.3.8 Baía de Palma
Texto do artigo, página 79: Conforme apresentado na Figura 5.3.8, a baía é profunda no centro. A linha que contorna a profundidade de 100m estende-se para dentro do centro da baía, e as águas imediatamente se tornam menos profundas na direcção à extremidade da baía. A linha de contorno de 10m
Texto do artigo, página 79: Conforme apresentado na Figura 5.3.8, a baía é profunda no centro. A linha que contorna a profundidade de 100m estende-se para dentro do centro da baía, e as águas imediatamente se tornam menos profundas na direcção à extremidade da baía. A linha de contorno de 10m estende-se muito próxima à extremidade da baía, a 100 a 200m da linha de costa. Uma povoação é localizada no extremo oeste da baía.
Texto do artigo, página 79: Está previsto o desenvolvimento de um novo porto na zona superficial da costa sul (6.000ha), para onde a empresa PCD (Portos de Cabo Delgado) obteve o contrato de concessão. O contrato de concessão da área terrestre (7.000ha) em frente a essa área do novo porto foi firmado com as exploradoras de gás natural, para a construção de instalações de produção de GNL.
Texto do artigo, página 79: estende-se muito próxima à extremidade da baía, a 100 a 200m da linha de costa. Uma povoação é localizada no extremo oeste da baía.
Texto do artigo, página 79: 20
Texto do artigo, página 79: Está previsto o desenvolvimento de um novo porto na zona superficial da costa sul (6.000ha), para onde a empresa PCD (Portos de Cabo Delgado) obteve o contrato de concessão. O contrato de concessão da área terrestre (7.000ha) em frente a essa área do novo porto foi firmado com as exploradoras de gás natural, para a construção de instalações de produção de GNL.
Texto do artigo, página 79: Baía de Palma
Povoação
Área Industrial de Gás
BAIA DE TUNGUE
~10m
~20m
MAR
5.000m
Texto do artigo, página 79: -10m
Texto do artigo, página 79: -20m
Texto do artigo, página 79: -50m
-100m -200m
Texto do artigo, página 79: Baía de Palma
Texto do artigo, página 79: Povoação
Texto do artigo, página 79: Área Portuária sob
Texto do artigo, página 79: Área Concessão Industrial de Gás
Texto do artigo, página 79: 5.000m
Texto do artigo, página 79: Fonte: ENH
Texto do artigo, página 79: Figura 5.3.9 Profundidade das Águas da Baía de Palma
Texto do artigo, página 80: 5.4 Recursos Hídricos
Texto do artigo, página 80: 5.4.1 Condições Actuais dos Recursos Hídricos
Texto do artigo, página 80: 5.4 Recursos Hídricos 5.4.1 Condições Actuais dos Recursos Hídricos
Texto do artigo, página 80: (1) Clima
Texto do artigo, página 80: pela proximidade ao mar e pela latitude. Existem duas estações distintas: a quente e húmida que vai de Novembro a Abril, e a outra fresca e seca que vai de Maio a Outubro. A precipitação anual pode variar dramaticamente de ano para ano. A precipitação média anual da Região do Corredor de Nacala é apresentada na Figura 5.4.1:
Texto do artigo, página 80: O padrão climático é claramente caracterizado pela estação chuvosa bem marcada, e fortemente influenciado pela altitude, pela proximidade ao mar e pela latitude. Existem duas estações distintas: a quente e húmida que vai de Novembro a Abril, e a outra fresca e seca que vai de Maio a Outubro. A precipitação anual pode variar dramaticamente de ano para ano. A precipitação média anual da Região do Corredor de Nacala é apresentada na Figura 5.4.1:
Texto do artigo, página 80: (1) Clima O padrão climático é claramente caracterizado pela estação
Texto do artigo, página 80: chuvosa bem marcada, e fortemente influenciado pela altitude,
Texto do artigo, página 80: Precipitação Média Anual (mm/ano)
Texto do artigo, página 80: Precipitação Média
(mm/ano)
NIASSA
NAMPULA
CABO DELGADO
Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo, página 80: Legenda
Texto do artigo, página 80: Região do Corredor de Nacala Fronteira Nacional Limite Provincial Capital Provincial Capital Distrital Estrada Linha Férrea Lago e Reservatório
Texto do artigo, página 80: Fonte: Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo, página 80: Figura 5.4.1 Precipitação Média Anual da Região do Corredor de Nacala (mm/ano)
Texto do artigo, página 80: (2) Extensão das Bacias e Gestão de Recursos Hídricos
Texto do artigo, página 80: (2) Extensão das Bacias e Gestão de Recursos Hídricos As bacias hidrográficas são geridas pelas cinco Administrações
Texto do artigo, página 80: As bacias hidrográficas são geridas pelas cinco Administrações Regionais de Águas, estabelecidas pela Lei de Águas de 1991:
Texto do artigo, página 80: A Região do Corredor de Nacala abrange as áreas sob controlo da ARA-Norte e da ARA-Centro Norte, e a parte norte da jurisdição da ARA-Zambeze. A ARA-Norte administra a área estendida entre a fronteira do norte do país e o limite da bacia do Rio Lúrio, enquanto a ARA-Centro Norte é responsável pela área que vai desde a bacia do Rio Lúrio até ao limite nordeste da bacia do Rio Zambeze e à ARA-Zambeze compete a bacia do Rio Zambeze, conforme apresentado na Figura 5.4.2:
Texto do artigo, página 80: Regionais de Águas, estabelecidas pela Lei de Águas de 1991:
Texto do artigo, página 80: A Região do Corredor de Nacala abrange as áreas sob controlo da ARA-Norte e da ARA-Centro Norte, e a parte norte da jurisdição da ARA-Zambeze. A ARA-Norte administra a área estendida entre a fronteira do norte do país e o limite da bacia do Rio Lúrio, enquanto a ARA-Centro Norte é responsável pela área que vai desde a bacia do Rio Lúrio até ao limite nordeste da bacia do Rio Zambeze e à ARA-Zambeze compete a bacia do Rio Zambeze, conforme apresentado na Figura 5.4.2:
Texto do artigo, página 80: Figura 5.4.2 Áreas da Gestão das ARAs e Principais Bacias Hidrológicas da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 80: (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfica na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 80: Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um mau funcionamento apesar do facto de que o percentual oficial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.
Texto do artigo, página 81: (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfica na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 81: Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um mau funcionamento apesar do facto de que o percentual oficial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.
Texto do artigo, página 81: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1079)
Texto do artigo, página 81: (3) Estações de Observação Meteorológica e Hidrográfi ca na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 81: mau funcionamento apesar do facto de que o percentual ofi cial das estações inoperacionais é de aproximadamente 35%. De acordo com a DNA, as estações de observação em funcionamento são menos de 100 para a meteorologia e 70 para a hidrometria. A DNA iniciou em 2010 a implementação do sistema de observação pela rede telemétrica “HADSTRA” com base na comunicação via satélite.
Texto do artigo, página 81: Consta que existe um total de 795 estações de observação meteorológica e 339 estações de observação hidrológica das ARAs Norte, Centro Norte e Zambeze. A Direcção Nacional de Águas (DNA), geralmente apresentava 695 estações meteorológicas e 339 hidrológicas. Outros órgãos, incluindo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), possuem suas estações somente nas áreas urbanas. No entanto, a maioria destas instalações apresenta um
Texto do artigo, página 81: Foram seleccionadas as estações de observação a montante, no meio e a jusante de cada bacia para a verifi cação dos relatórios existentes.
Texto do artigo, página 81: Foram seleccionadas as estações de observação a montante, no meio e a jusante de cada bacia para a verificação dos relatórios existentes.
Texto do artigo, página 81: Tabela 5.4.1 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica na Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 81: Área
Nº de Bacia da DNA
Área Total das Bacias (km2)
Estações Meteorológicas (DNA)
Estações Hidrológicas (DNA)
ARA-Norte
74 a 98
156.012
104 (96)
(70)
ARA-Centro Norte
40 a 73 e 99 a 104
187.100
361 (337)
(140)
ARA-Zambeze
39
140.000
330 (262)
(129)
Total
-
483.112
795 (695)
(339)
Área
Nº de Bacia da DNA
Área Total das Bacias (km2)
Estações Meteorológicas (DNA)
Estações Hidrológicas (DNA)
ARA-Norte
74 a 98
156.012
104 (96)
(70)
ARA-Centro Norte
40 a 73 e 99 a 104
187.100
361 (337)
(140)
ARA-Zambeze
39
140.000
330 (262)
(129)
Total
-
483.112
795 (695)
(339)
Texto do artigo, página 81: Tabela 5.4.1 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica na Região do Corredor de Nacala
Área N° de Bacia da DNA Área Total das Bacias (km2) Estações Meteorológicas (DNA) Estações Hidrológicas (DNA)
ARA-Norte 74 à 98 156.012 104 (96) (70)
ARA-Centro Norte 40 a 73 e 99 a 104 187.100 361 (337) (140)
ARA-Zambeze 39 140.000 330 (262) (129)
Total 483.112 795 (695) (339)
Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNA
Área Estações Meteorológicas Estações Hidrológicas Observações
ARA-Norte Coleta para análise 70 6* • pedidos: 7
ARA-Centro Norte Coleta para análise 337 140 44* • pedidos: 53
ARA-Zambeze Coleta para análise 262 129 1* • pedidos: 8
Estações em funcionamento em 1996 127 76
Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
Área
N° de Bacia da DNA
Área Total das Bacias (km2)
Estações Meteorológicas (DNA)
Estações Hidrológicas (DNA)
ARA-Norte
74 à 98
156.012
104 (96)
(70)
ARA-Centro Norte
40 a 73 e 99 a 104
187.100
361 (337)
(140)
ARA-Zambeze
39
140.000
330 (262)
(129)
Total
483.112
795 (695)
(339)
Texto do artigo, página 81: Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo, página 81: Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNA
Texto do artigo, página 81: Estações Meteorológicas
Texto do artigo, página 81: Estações Hidrológicas
Texto do artigo, página 81: Observações ARA-Norte 96 70
Texto do artigo, página 81: Área
Texto do artigo, página 81: Tabela 5.4.2 Estações de Observação Meteorológica e Hidrológica Geridas pela DNA
Texto do artigo, página 81: Coleta para análise 6 6* *: pedidos: 7 ARA-Centro Norte 337 140
Texto do artigo, página 81: 23
Texto do artigo, página 81: ARA-Norte Coleta para análise
96 15
70 1* *:
pedidos: 8
Estações em funcionamentoColeta para emanálise1996
127 6
76 6*
*: pedidos: 7
ARA-CentroFonte: DNA,Nortedados reorganizados pela
Equipa337 de Estudo da JICA
140
Coleta para análise
28
44*
*: pedidos: 53
5.4.2ARA-Zambeze Demanda da Água
262
129
Coleta para análise
15
1*
*: pedidos: 8
Estações(1) Metodologiaem funcionamentode Estimativaem 1996
da127Demanda da Água
76
ARA-Norte Coleta para análise
96 15
70 1* *:
pedidos: 8
Estações em funcionamentoColeta para emanálise1996
127 6
76 6*
*: pedidos: 7
ARA-CentroFonte: DNA,Nortedados reorganizados pela
Texto do artigo, página 81: Coleta para análise 28 44* *: pedidos: 53 ARA-Zambeze 262 129
Texto do artigo, página 81: Estações Meteorológicas
Texto do artigo, página 81: Estações Hidrológicas
Texto do artigo, página 81: Área
Texto do artigo, página 81: Observações
Texto do artigo, página 81: 5
Texto do artigo, página 81: Fonte: DNA, dados reorganizados pela Equipa de Estudo da JICA
Texto do artigo, página 81: A demanda da água é estimada pela seguinte equação: DT= DR+DS+DL+DO
Texto do artigo, página 81: 5.4.2 Demanda da Água
Texto do artigo, página 81: 5.4.2 Demanda da Água
Texto do artigo, página 81: DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coefi ciente que varia do lugar e do ano.
Texto do artigo, página 81: (1) Metodologia de Estimativa da Demanda da Água A demanda da água é estimada pela seguinte equação:
Texto do artigo, página 81: DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende do
Texto do artigo, página 81: (1) Metodologia de Estimativa da Demanda da Água
Texto do artigo, página 81: DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de desenvolvimento específi cos a unidades básicas, ou seja, 400m3/ha para as fábricas de alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.
Texto do artigo, página 81: DT= DR+DS+DL+DO DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende do sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.
Texto do artigo, página 81: A demanda da água é estimada pela seguinte equação: DT= DR+DS+DL+DO
Texto do artigo, página 81: sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.
Texto do artigo, página 81: DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendo
Texto do artigo, página 81: DT: Demanda Total DR: Demanda Residencial da Água, calculada multiplicando a população pela demanda per capita, que depende do
Texto do artigo, página 81: do lugar e do ano. DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia do lugar e do ano. DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de desenvolvimento específicos a unidades básicas, ou seja, 400m3/ha para as fábricas de alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.
Texto do artigo, página 81: sistema de água, tais como 150 litros/dia para conexões residenciais, 90 litros/dia para torneiras exteriores e 30 litros/dia para fontenárias públicas.
Texto do artigo, página 81: DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendo do lugar e do ano.
Texto do artigo, página 81: A fi gura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:
Texto do artigo, página 81: DS: Demanda da Água das Pequenas Empresas, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia dependendo
Texto do artigo, página 81: do lugar e do ano. DL: Perda Operacional, calculada multiplicando DR pelo coeficiente que varia do lugar e do ano. DO: Outras Demandas de Água de Grande Escala, calculadas pela área necessária para os projectos de
Texto do artigo, página 81: A figura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:
Texto do artigo, página 81: Legenda
Texto do artigo, página 81: Legenda
Barragens e Furos Existentes
Limite de Bacia
Rio
Estrada
Pemba
Nacala
Nampula
Cuamba
Rio Lúrio
Rio Mecuburi
Barragem de Monapo
Texto do artigo, página 81: 400m3/ha para as fábricas de
Campo de Furos de Metuge
Texto do artigo, página 81: desenvolvimento específicos a unidades básicas, ou seja,
Texto do artigo, página 81: alimento/bebidas, 100m3/ha para as fábricas de metal/máquinas, 50m3/ha para a produção de madeira/móveis e 150m3/ha para a indústria hoteleira.
Texto do artigo, página 81: Barragens e Furos Existentes Limite da Bacia Rio Estrada
Texto do artigo, página 81: Pemba
Texto do artigo, página 81: A figura a seguir mostra as principais barragens e furos na Região do Corredor de Nacala:
Texto do artigo, página 81: Legenda
Texto do artigo, página 81: Rio Lúrio
Texto do artigo, página 81: Barragens e Furos Existentes Limite da Bacia Rio Estrada
Texto do artigo, página 81: Campo de Furos de Metuge
Texto do artigo, página 81: Barragem de Mepopole
Texto do artigo, página 81: Rio Mecuburi
Texto do artigo, página 81: Barragem de Monapo
Texto do artigo, página 81: Nacala
Texto do artigo, página 81: Pemba
Texto do artigo, página 81: Cuamba
Texto do artigo, página 81: Barragem de Muecula
Texto do artigo, página 81: Nampula
Texto do artigo, página 81: Rio Lúrio
Texto do artigo, página 81: Rio Mecuburi
Texto do artigo, página 81: Barragem de Mepopole
Texto do artigo, página 81: Nacala
Texto do artigo, página 81: 24
Texto do artigo, página 81: Barragem de Monapo
Texto do artigo, página 82: N.º 61)
A Barragem do Rio Monapo, que é a fonte de água para
a Cidade de Nampula, é localizada no Rio Monapo, a 9km da cidade. A barragem tem abastecido a Cidade de Nampula com água num volume médio de 17.000m3/dia. Mas a cidade enfrentará em breve uma escassez de água. Consequentemente, as obras urgentes de reabilitação das instalações de captação e tratamento de água foram programadas a serem concluídas em Fevereiro de 2013. As obras finalmente foram concluídas no início de 2014. A capacidade deve ser ampliada para 20.000m3/ dia depois da conclusão da reabilitação.
25
Figura 5.4.3 Grandes Barragens e Furos Existentes
Espera-se que a demanda total cresça em conformidade com o desenvolvimento dos sectores económicos e o aumento demográfico. As estimativas da demanda futura da água, com base nos projectos existentes, na Área da Grande Nampula, Área da Baía de Nacala, Cidade de Cuamba, Cidade de Pemba e Cidade de Lichinga para os anos 2020 e 2029, são apresentadas nas secções posteriores.
(2) Cidade de Nampula – Bacia do Rio Monapo (Bacia Nº 61)
A Barragem do Rio Monapo, que é a fonte de água para a Cidade de Nampula, é localizada no Rio Monapo, a 9km da cidade. A barragem tem abastecido a Cidade de Nampula com água num volume médio de 17.000m3/dia. Mas a cidade enfrentará em breve uma escassez de água. Consequentemente, as obras urgentes de reabilitação das instalações de captação e tratamento de água foram programadas a serem concluídas em Fevereiro de 2013. As obras finalmente foram concluídas no início de 2014. A capacidade deve ser ampliada para 20.000m3/dia depois da conclusão da reabilitação.
Tabela 5.4.3 Fontes de Água para a Cidade de Nampula
Fonte de água
Distância da cidade
Descrição
Volume de captação depois da reabilitação
Observação
Barragem de Monapo existente
9km
H=17,5m, L=330m Sv=3,3 millões de m3 EL=342m
2012: 17.000m3/dia
2013: 20.000m3/dia
Em reabilitação (Instalações para captação e tratamento, etc.)
Total existente
20.000m3/dia
Ano
População
Demanda da água (Max. m3/dia)
Cobertura
2009
538.523 (semi-rural: 61%)
21.318*
52%
2020
837.429 (semi-rural: 61%)
69.541
77%
2029
1.245.996 (semi-rural: 61%)
132.732
90%
Sv=Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem Fonte: Draft do Relatório do Estudo de Viabilidade - Nampula, Julho de 2010, MCA e FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
*Demanda da água em 2009:
• Demanda residencial: 50,6%, 8.633m3/dia
• Demanda industrial/comercial/institucional: 15,6%, 2.665m3/dia
• Água desaparecida: 27,7%, 4.724m3/dia
• Perda em operação: 6,1%, 1.032m3/dia
• Média da demanda total diária: 17.054m3/dia
• Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029
(3) Cidade de Nacala – em torno da Bacia do Rio Sanhute (Bacia Nº 63)
A Barragem de Muecula (Barragem de Nacala), que é a fonte de água para a Cidade de Nacala, é localizada no Rio Muecula, a 28km do centro da cidade. A barragem chega a fornecer a água num volume diário de 7.200m3. Além dessa barragem, existem seis furos em operação, mas o volume total abastecido é inadequado para atender a demanda. Assim, a Barragem de Muecula está em obras de reabilitação para elevar a sua crista. O volume de abastecimento aumentará para cerca de 17.000m3/dia depois da reabilitação da barragem. Além disso, quatro furos adicionais em cada um dos dois campos de furos, estão a ser construídos para reforçar o abastecimento. Espera-se que o volume total abastecido de água
possa a Tabela
Fonte de Água
tingir 33 5.4.4:
Distância da cidade
.000mDescrição3/dia, com
aVolumereabilitaçãocaptado
(m3/dia)
Depoisconcluída.emda2013reabilitaçãoOs de
(m3/dia)
talhesObservaçãosão mostrados
Barragem de Muecula existente
28km
H=17,5m L=330m Sv=5,3 milhões de m3 EL=75,5m
Aprox. 7.200
Captação média: 17.000 Sv=6,6 milhões de m3
Elevação da altura da barragem de 4m. (data de conclusão: Maio de 2013)
Campo de furos de Mutuzi
6km
3 furos (EL=121m)
2.160
7.200
4 furos adicionais/campo de furos 6⇒8 polegadas Furo artesiano, teor de ferro
Campo de furos de M‟paco
4km
3 furos (EL=118m)
1.512
8.400
Total existente
10.372
33.000
Ano
População
Demanda da água (Max. m3/dia)
Cobertura
2009
220.757 (rural: 22%)
24.055*
79%
2019
309.161 (rural: 22%)
43.557
89%
2029
434.314 (rural: 22%)
61.133
93%
na
(3) Cidade de Nacala – em torno da Bacia do Rio Sanhute
Fonte de água
Distância da cidade
Descrição
Volume de captação depois da reabilitação
Observação
Barragem de Monapo existente
9km
H=17,5m, L=330m Sv=3,3 millões de m3 EL=342m
2012: 17.000m3/dia
2013: 20.000m3/dia
Em reabilitação (Instalações para captação e tratamento, etc.)
Total existente
20.000m3/dia
Ano
População
Demanda da água (Max. m3/dia)
Cobertura
2009
538.523 (semi-rural: 61%)
21.318*
52%
2020
837.429 (semi-rural: 61%)
69.541
77%
2029
1.245.996 (semi-rural: 61%)
132.732
90%
Texto do artigo, página 82: Figura 5.4.3 Grandes Barragens e Furos Existentes
Texto do artigo, página 82: Espera-se que a demanda total cresça em conformidade com o desenvolvimento dos sectores económicos e o aumento demográfico. As estimativas da demanda futura da água, com base nos projectos existentes, na Área da Grande Nampula, Área da Baía de Nacala, Cidade de Cuamba, Cidade de Pemba e Cidade de Lichinga para os anos 2020 e 2029, são apresentadas nas secções posteriores.
Texto do artigo, página 82: Muecula está em obras de reabilitação para elevar a sua crista. O volume de abastecimento aumentará para cerca de 17.000m3/ dia depois da reabilitação da barragem. Além disso, quatro furos adicionais em cada um dos dois campos de furos, estão a ser construídos para reforçar o abastecimento. Espera-se que o volume total abastecido de água possa atingir 33.000m3/dia, com a reabilitação concluída. Os detalhes são mostrados na Tabela 5.4.4:
Texto do artigo, página 82: (Bacia Nº 63)
Texto do artigo, página 82: A Barragem de Muecula (Barragem de Nacala), que é a fonte de água para a Cidade de Nacala, é localizada no Rio Muecula, a 28km do centro da cidade. A barragem chega a fornecer a água num volume diário de 7.200m3. Além dessa barragem, existem seis furos em operação, mas o volume total abastecido é inadequado para atender a demanda. Assim, a Barragem de
Texto do artigo, página 82: Tabela 5.4.4 Fontes de Água para a Cidade de Nacala
Texto do artigo, página 82: Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: Relatório Final do Estudo de Viabilidade - Nacala, Dezembro de 2010, Maio de 2013, MCA e entrevistas com o FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo, página 82: *Demanda da água em 2009:
Texto do artigo, página 82: • Demanda residencial: 50%, 9.603m3/dia
• Demanda industrial/comercial/institucional: 10%, 1.921m3/dia
• Água desaparecida: 40%, 7.721m3/dia
• Total (Demanda média diária): 19.244m3/dia, Demanda máxima diária: 24.055m3/dia (Factor máximo diário=1,25)
Texto do artigo, página 82: (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73)
Texto do artigo, página 82: A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:
Texto do artigo, página 83: Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: Relatório Final do Estudo de Viabilidade - Nacala, Dezembro de 2010, Maio de 2013, MCA e entrevistas com o FIPAG Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo, página 83: *Demanda da água em 2009:
Texto do artigo, página 83: • Demanda residencial: 50%, 9.603m3/dia
• Demanda industrial/comercial/institucional: 10%, 1.921m3/dia
• Água desaparecida: 40%, 7.721m3/dia
• Total (Demanda média diária): 19.244m3/dia, Demanda máxima diária: 24.055m3/dia (Factor máximo diário=1,25)
Texto do artigo, página 83: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1081)
Texto do artigo, página 83: (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73)
Texto do artigo, página 83: (4) Cidade de Cuamba – Bacia do Rio Lúrio (Bacia Nº 73) A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio
Texto do artigo, página 83: A Barragem de Mepopole, que é a fonte de água para a Cidade de Cuamba, localiza-se no Rio Mepopole, um dos afluentes do Rio Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:
Texto do artigo, página 83: Lúrio, a cerca de 30km do centro da cidade. A barragem tem a capacidade para abastecer a cidade a um volume diário de 9.300m3 de água, mas o volume é insuficiente para a demanda futura. Os detalhes são ilustrados na Tabela 5.4.5:
Texto do artigo, página 83: Tabela 5.4.5 Fonte de Água para a Cidade de Cuamba
Texto do artigo, página 83: Fonte de água
Distância da cidade
Descrição
Volume captado (m3/dia)
Depois da reabilitação (m3/dia)
Observação
Barragem de Mepopole
30km
H=22m, L=330m Sv=2,9 milhões de m3 EL=994m
9.300
Captação: 10.800
Elevação da altura da barragem de 4m. Reforçada pelas águas subterrâneas.
Total existente
11.000
Ano
População
Demanda da água (Max. m3/dia)
Cobertura
2009
94.314
1.641
7%
2015
114.545
6.789
65%
2029
166.850
9.342
75%
Fonte de água
Distância da cidade
Descrição
Volume captado (m3/dia)
Depois da reabilitação (m3/dia)
Observação
Barragem de Mepopole
30km
H=22m, L=330m Sv=2,9 milhões de m3 EL=994m
9.300
Captação: 10.800
Elevação da altura da barragem de 4m. Reforçada pelas águas subterrâneas.
Total existente
11.000
Ano
População
Demanda da água (Max. m3/dia)
Cobertura
2009
94.314
1.641
7%
2015
114.545
6.789
65%
2029
166.850
9.342
75%
Texto do artigo, página 83: Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem, (EL): Nível da superfície do campo de furos Fonte: ASNANI Study - Vol. V - Cuamba. Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006 Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2015 e 2029
Texto do artigo, página 83: (5) Cidade de Tete – Bacia do Rio Zambeze (Bacia N.º 61)
Texto do artigo, página 83: (5) Cidade de Tete – Bacia do Rio Zambeze (Bacia Nº 61)
Texto do artigo, página 83: (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia N.º 78)
Texto do artigo, página 83: A fonte de água para a Cidade de Tete é subterrânea, e é localizada no Vale de Nhartanda. Apresenta um volume suficiente de aproximadamente 19.000m3/dia para atender a demanda de Tete, com uma cobertura de serviço de cerca de 90%.
Texto do artigo, página 83: informação foi divulgada até a presente data.
Texto do artigo, página 83: A fonte de água para a Cidade de Tete é subterrânea, e é localizada no Vale de Nhartanda. Apresenta um volume suficiente de aproximadamente 19.000m3/dia para atender a demanda de Tete, com uma cobertura de serviço de cerca de 90%.
Texto do artigo, página 83: As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/ dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:
Texto do artigo, página 83: (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia Nº 78)
Texto do artigo, página 83: informação foi divulgada até a presente data.
Texto do artigo, página 83: Actualmente, um plano director para o desenvolvimento de fontes de água, com o ano-alvo previsto para 2037, está a ser implementado pelo FIPAG, financiado pela Vale Moçambique S.A. A Equipa de Estudo esteve a solicitar ao FIPAG informações acerca das descobertas iniciais e da data prevista para a conclusão do plano director, mas nenhuma
Texto do artigo, página 83: As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:
Texto do artigo, página 83: Actualmente, um plano director para o desenvolvimento de fontes de água, com o ano-alvo previsto para 2037, está a ser implementado pelo FIPAG, financiado pela Vale Moçambique S.A. A Equipa de Estudo esteve a solicitar ao FIPAG informações acerca das descobertas iniciais e da data prevista para a conclusão do plano director, mas nenhuma informação foi divulgada até a presente data.
Texto do artigo, página 83: (6) Cidade de Pemba – Bacia do Rio Muaguide (Bacia Nº 78)
Texto do artigo, página 83: As águas subterrâneas do campo de furos de Metuge são a fonte de água para a Cidade de Pemba, e actualmente 9.600m3/dia de água são bombeados a partir dos furos. No entanto, os furos não são suficientes para atender a demanda actual nem a futura. De acordo com o volume de recarga, estima-se que as águas subterrâneas poderão ser captadas a um volume aproximado de 60.000m3/dia, assim que a infraestrutura estiver pronta. A Tabela 5.4.6 mostra os detalhes:
Texto do artigo, página 83: 26
Texto do artigo, página 83: Tabela 5.4.6 Fonte de Água para a Cidade de Pemba
Texto do artigo, página 83: Fonte de água Rio Localização Descrição Volume de captação, etc. Campo de furos de Metuge
Texto do artigo, página 83: Bacia do Rio 40km da 6 furos em funcionamento Max.:14.160m3/dia
Texto do artigo, página 83: Tabela 5.4.6 Fonte de Água para a Cidade de Pemba
Texto do artigo, página 83: Fonte de águaMuaguid
e Rio cida
deLocalizaçãoAlto
teor de ferroDescrição
VolumeMédia:de captação,9.600metc.3/dia
Campo de furos de Metuge
Bacia do Rio Muaguide
40km da cidade
6 furos em funcionamento Alto teor de ferro 3
Max.:14.160m3/dia Média:14.160m9.600m33/dia/dia
Total existente
População Dem
anda da água (Max. m /dia)
Cobertura14.160m3/dia
Ano
153.029 População
Demanda10.385*da água (Max. m3/dia)
Cobertura66%
2009
262.622 153.029
23.49810.385*
80%66%
2020
408.547 262.622
40.44623.498
90%80%
ligações residenciais2029 e de t
orneiras exteriores408.547representam
34% para 202040.446e 41% para 2029.
90%
Fonte de águaMuaguid
e Rio cida
deLocalizaçãoAlto
teor de ferroDescrição
VolumeMédia:de captação,9.600metc.3/dia
Campo de furos de Metuge
Bacia do Rio Muaguide
40km da cidade
6 furos em funcionamento Alto teor de ferro 3
Max.:14.160m3/dia Média:14.160m9.600m33/dia/dia
Total existente
População Dem
anda da água (Max. m /dia)
Cobertura14.160m3/dia
Ano
153.029 População
Demanda10.385*da água (Max. m3/dia)
Cobertura66%
2009
262.622 153.029
23.49810.385*
80%66%
2020
408.547 262.622
40.44623.498
90%80%
ligações residenciais2029 e de t
orneiras exteriores408.547representam
34% para 202040.446e 41% para 2029.
90%
Texto do artigo, página 83: Total existente Ano 2009 2020 2029
Texto do artigo, página 83: Cobertura: As li Fonte: Relatório do Estudo de Viabilidade - Pemba, Maio de 2010, MCA e FIPAG, e investigações adicionais sobre águas subterrâneas, Pemba, Janeiro de 2012 Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo, página 83: Cobertura: As ligações residenciais e de torneiras exteriores representam 34% para 2020 e 41% para 2029. Fonte: Relatório do Estudo de Viabilidade - Pemba, Maio de 2010, MCA e FIPAG, e investigações adicionais sobre águas subterrâneas, Pemba, Janeiro de 2012 Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo, página 83: *Demanda da água em 2009:
Texto do artigo, página 83: *Demanda da água em 2009:
Texto do artigo, página 83: • Demanda residencial: 42,5%, 4.415m3/dia
• Demanda industrial/comercial/institucional: 15,8%, 1.645m3/dia
• Água desaparecida: 38,8%, 4.029m3/dia
• Perda operacional: 2,9%, 296m3/dia
• Demanda total:10.385m3/dia
• Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029
Texto do artigo, página 83: • Demanda residencial: 42,5%, 4.415m3/dia
• Demanda industrial/comercial/institucional: 15,8%, 1.645m3/dia
• Água desaparecida: 38,8%, 4.029m3/dia
• Perda operacional: 2,9%, 296m3/dia
• Demanda total:10.385m3/dia
• Demanda máxima diária=Demanda média diária x 1,25 (factor máximo diário) em 2020 e 2029
Texto do artigo, página 83: (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia Nº 95)
Texto do artigo, página 83: (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia Nº 95)
Texto do artigo, página 83: (7) Cidade de Lichinga – Bacia do Rio Rovuma (Bacia N.º 95)
Texto do artigo, página 83: A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:
Texto do artigo, página 83: Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:
Texto do artigo, página 83: A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio Locumue, a cerca de 8km do centro da cidade, e é insuficiente para atender a demanda futura. Espera-se que nenhum lençol de água subterrâneo seja encontrado dentro ou nas proximidades da Cidade de Lichinga. A Tabela 5.4.7 ilustra os detalhes:
Texto do artigo, página 83: A fonte de água da Cidade de Lichinga é a Barragem de Locumue (Mini Barragem de Cabora), cuja capacidade de abastecimento é de 5.000m3/dia. A barragem localiza-se no Rio
Texto do artigo, página 83: Tabela 5.4.7 Fonte de Água para a Cidade de Lichinga
Texto do artigo, página 83: Fonte de água Rio Localização Descrição Volume de captação Mini Barragem de
Texto do artigo, página 83: Tabela 5.4.7 Fonte de Água para a Cidade de Lichinga
Texto do artigo, página 83: Rio 9km da H=17m, L=560m
Texto do artigo, página 83: Max.: 5.000m3/dia
Texto do artigo, página 83: Fonte de águaCabora
existenteRio L
ocumueLocalizaçãocid
ade Sv=1,9 Descriçãomilhões de m
Volume de captaçãopara 2009
Total ex A 2
Mini Barragem de Cabora existente
istente
no 009
Rio Locumue
População 12.281
9km da cidade
EL=1.318m
Demanda da água (Max. m3/dia 2.265
H=17m, L=560m Sv=1,9 milhões de m3 EL=1.318m
Max.: 5.000m3/dia ) Cobertura
-
Max.: 5.000m3/dia para 2009
Total existente 2
015 31.366
12.914
Max.:60%5.000m3/dia
Ano 2
029 População 51.366
Demanda da água 22.831(Max. m3/dia)
Cobertura75%
2009H: Altura
da barragem,12.281L: Comprimento da
crista da barragem,2.265Sv: Volume de armaze
namento efectivo-do reservatório,
2015EL: Nível
da crista da 31.366barragem
12.914
60%
Fonte: Pro 2029Abastecim
jecto Integrado de Abastecimento ento de Água51.366e Saneamento par
de Água e Saneamento para as Províncias a as Quatro Cidades22.831- Relatório de Viab
do Niassa e Nampula - Estudo sobre ilidade (Estudos75%ASNANI, Junho de
Fonte de águaCabora
existenteRio L
ocumueLocalizaçãocid
ade Sv=1,9 Descriçãomilhões de m
Volume de captaçãopara 2009
Total ex A 2
Mini Barragem de Cabora existente
istente
no 009
Rio Locumue
População 12.281
9km da cidade
EL=1.318m
Demanda da água (Max. m3/dia 2.265
H=17m, L=560m Sv=1,9 milhões de m3 EL=1.318m
Max.: 5.000m3/dia ) Cobertura
-
Max.: 5.000m3/dia para 2009
Total existente 2
015 31.366
12.914
Max.:60%5.000m3/dia
Ano 2
029 População 51.366
Demanda da água 22.831(Max. m3/dia)
Cobertura75%
2009H: Altura
da barragem,12.281L: Comprimento da
crista da barragem,2.265Sv: Volume de armaze
namento efectivo-do reservatório,
2015EL: Nível
da crista da 31.366barragem
12.914
60%
Fonte: Pro 2029Abastecim
jecto Integrado de Abastecimento ento de Água51.366e Saneamento par
de Água e Saneamento para as Províncias a as Quatro Cidades22.831- Relatório de Viab
do Niassa e Nampula - Estudo sobre ilidade (Estudos75%ASNANI, Junho de
Texto do artigo, página 83: 3
Texto do artigo, página 83: H: Altura da barragem, L: Comprimento da crista da barragem, Sv: Volume de armazenamento efectivo do reservatório, EL: Nível da crista da barragem Fonte: Projecto Integrado de Abastecimento de Água e Saneamento para as Províncias do Niassa e Nampula - Estudo sobre Abastecimento de Água e Saneamento para as Quatro Cidades - Relatório de Viabilidade (Estudos ASNANI, Junho de 2008) - Vol. IV - Lichinga Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo, página 83: 2008) - Vol. IV - Lichinga Fonte para a previsão da demanda da água: MCC Baker Report, 2006
Texto do artigo, página 83: 27
Texto do artigo, página 84: 5.5 Sector da Energia 5.5.1 Condições Actuais do Sector Energético
Texto do artigo, página 84: (2) Órgãos Governamentais Responsáveis pela Energia Eléctrica
Texto do artigo, página 84: A Electricidade de Moçambique (doravante designada a“EDM”) é a empresa pública responsável pela geração, transmissão e distribuição da energia eléctrica. O número total de seus funcionários é de 3.500 pessoas. A EDM é um órgão subordinado ao Ministério dos Recursos Minerais e Energia (o antigo Ministério da Energia (ME), que funcionou até Janeiro de 2015).
Texto do artigo, página 84: (1) Visão Geral da Situação do Sector Energético da Região do Corredor de Nacala
Texto do artigo, página 84: Devido à vasta área e à baixa densidade demográfica, é difícil estender a rede de energia nacional para a área rural. Como resultado, a área rural sem acesso à energia eléctrica continua a depender da lenha e do carvão vegetal como as principais fontes de energia.
Texto do artigo, página 84: 5.5 Sector da Energia
Texto do artigo, página 84: 5.5.1 Condições Actuais do Sector Energético
Texto do artigo, página 84: (1) Visão Geral da Situação do Sector Energético da Região do Corredor de Nacala
Devido à vasta área e à baixa densidade demográfica, é difícil estender a rede de energia nacional para a área rural. Como resultado, a área rural sem acesso à energia eléctrica continua a depender da lenha e do carvão vegetal como as principais fontes de energia.
O Governo de Moçambique estabelece a meta de elevar a taxa de electrificação de domicílios para 15% em todas as províncias. No entanto, esta meta ainda não foi alcançada. A Tabela 5.5.1 mostra a taxa actual de electrificação nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala bem como a média nacional:
Tabela 5.5.1 Taxa de Electrificação de Domicílios nas Cinco Províncias da Região do Corredor de Nacala
Cabo Delgado
8,2%
Niassa
9 %
Nampula
13 %
Zambézia
7,3 %
Tete
10 %
Média nacional
16 %
Província Taxa de Electrificação
Fonte: EDM, 2011, Relatório Anual
O número de distritos electrificados estava previsto a aumentar de 104 em 2010 para 107 em 2011, e 125 para 2014. Em 2011, o número atingiu 107, correspondendo a 84% do número total de distritos (128) do país.
(2) Órgãos Governamentais Responsáveis pela Energia Eléctrica
A Electricidade de Moçambique (doravante designada a“EDM”) é a empresa pública responsável pela geração, transmissão e distribuição da energia eléctrica. O número total de seus funcionários é de 3.500 pessoas. A EDM é um órgão subordinado ao Ministério dos Recursos Minerais e Energia (o antigo Ministério da Energia (ME), que funcionou até Janeiro de 2015).
(3) Situação Actual das Instalações de Geração e Transmissão de Energia
Cabo Delgado
8,2%
Niassa
9 %
Nampula
13 %
Zambézia
7,3 %
Tete
10 %
Média nacional
16 %
Texto do artigo, página 84: O Governo de Moçambique estabelece a meta de elevar a taxa de electrificação de domicílios para 15% em todas as províncias. No entanto, esta meta ainda não foi alcançada. A Tabela 5.5.1 mostra a taxa actual de electrificação nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala bem como a média nacional:
Texto do artigo, página 84: (3) Situação Actual das Instalações de Geração e Transmissão de Energia
Texto do artigo, página 84: A capacidade instalada das usinas de energia da EDM no país foi de 28,4MW em 2012, dos quais 1,85MW originavam da geração hidroeléctrica e 26,57 da termoeléctrica. Esta capacidade não é suficiente para abastecer todo o país. O restante da energia consumida no país é adquirida da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (doravante designada a “HCB”), uma empresa de propriedade dos Governos de Moçambique e de Portugal. De forma a elevar o índice de autossuficiência energética, a EDM planifica construir novas usinas hidroeléctricas e colocar as termoelécticas em linha (IPP).
Texto do artigo, página 84: Provincia
Texto do artigo, página 84: Taxa de Electrificação
Texto do artigo, página 84: Actualmente, as voltagens padrão das linhas de transmissão são de 220kV, 110kV e 33kV. A linha de 110kV tem uma extensão de 2.530km, que corresponde a 50% do total da linha de transmissão instalada no país. A voltagem da linha principal de distribuição é de 33kV e desce para 22kV, 11kV, 6,6KV e 0,4kV (a voltagem de 66kV também é usada, mas somente em Tete). Há uma tendência para estender essa linha de transmissão de 33kV para ampliar a área electrificada. Foi confirmado que algumas linhas de 33kV estão a ser estendidas em mais de 100km e, em tais casos a perda de energia constitui uma grande preocupação.
Texto do artigo, página 84: Actualmente, as voltagens padrão das linhas de transmissão são de 220kV, 110kV e 33kV. A linha de 110kV tem uma extensão de 2.530km, que corresponde a 50% do total da linha de transmissão instalada no país. A voltagem da linha principal de distribuição é de 33kV e desce para 22kV, 11kV, 6,6KV e 0,4kV (a voltagem de 66kV também é usada, mas somente em Tete). Há uma tendência para estender essa linha de transmissão de 33kV para ampliar a área electrificada. Foi confirmado que algumas linhas de 33kV estão a ser estendidas em mais de 100km e, em tais casos a perda de energia constitui uma grande preocupação.
Texto do artigo, página 84: O número de distritos electrificados estava previsto a aumentar de 104 em 2010 para 107 em 2011, e 125 para 2014. Em 2011, o número atingiu 107, correspondendo a 84% do número total de distritos (128) do país.
Texto do artigo, página 84: TANZANIA
ZAMBIA
MALAWI
Nacala
Nampula
HCB (hidroeléctrica)
Caia
Maputo
OCEANO ÍNDICO
Texto do artigo, página 84: A capacidade instalada das usinas de energia da EDM no país foi de 28,4MW em 2012, dos quais 1,85MW originavam da geração hidroeléctrica e 26,57 da termoeléctrica. Esta capacidade não é suficiente para abastecer todo o país. O restante da energia consumida no país é adquirida da Hidroeléctrica de Cahora Bassa (doravante designada a “HCB”), uma empresa de propriedade dos Governos de Moçambique e de Portugal. De forma a elevar o índice de autossuficiência energética, a EDM planifica construir novas usinas hidroeléctricas e colocar as termoelécticas em linha (IPP).
Texto do artigo, página 84: Nacala
Texto do artigo, página 84: Nampula
Texto do artigo, página 84: HCB (hidroeléctrica)
Texto do artigo, página 84: 28
Texto do artigo, página 84: Caia
Texto do artigo, página 84: Maputo
Texto do artigo, página 84: Fonte: EDM, 2012, Rede Nacional de Transmissão 2
Texto do artigo, página 84: Figura 5.5.1 Rede Nacional de Transmissão (2012)
Texto do artigo, página 84: As instalações de geração de energia actuais e em planificação são indicadas nas Tabelas 5.5.2 e 5.5.3. O equilíbrio entre a demanda e a oferta de energia na actualidade e no futuro é apresentado no Capítulo 15.5.1 e na Figura 15.5.1.
Texto do artigo, página 85: 30 DE DEZEMBRO DE 2016 1426 — (1083)
Texto do artigo, página 85: Hidroeléctrica
Sub Total (Hidroeléctrica)
Cuamba Lichinga
1989 1983
Em operação Em operação
1,1
0,75
1,85
Gás Sub Total (Gás)
Gasóleo
-
Angoche
-
1962
-
Em operação
0 0
0,4
1979
Em operação
0,51
Central nova
1999
Em operação
2,4
Lichinga
1975
Em operação
0,56
1979
Em operação
0,52
2002
Em operação
0,204
Lionde
1974
Em operação
1,48
Tete
1991
Em operação
0,82
Mocuba
1979
Em operação
0,42
Cuamba
1979
Em operação
0,42
Nacala
1966
Em operação
1,5
Nampula
1965
Em operação
2,4
1971
Em operação
2
1971
Em operação
2
Pemba
1964
Em operação
0,92
2002
Em operação
1,46
1985
Em operação
5,12
Tipo de geração Usina
Ano de instalação
Estado
Capacidade nominal (MW)
Total 23,13
Fonte: EDM, Relatório Anual
Tabela 5.5.3 Lista das Instalações Produtivas de Energia (fora da jurisdição da EDM)
Hidroeléctrica
Sub Total (Hidroeléctrica)
Cuamba Lichinga
1989 1983
Em operação Em operação
1,1
0,75
1,85
Gás Sub Total (Gás)
Gasóleo
-
Angoche
-
1962
-
Em operação
0 0
0,4
1979
Em operação
0,51
Central nova
1999
Em operação
2,4
Lichinga
1975
Em operação
0,56
1979
Em operação
0,52
2002
Em operação
0,204
Lionde
1974
Em operação
1,48
Tete
1991
Em operação
0,82
Mocuba
1979
Em operação
0,42
Cuamba
1979
Em operação
0,42
Nacala
1966
Em operação
1,5
Nampula
1965
Em operação
2,4
1971
Em operação
2
1971
Em operação
2
Pemba
1964
Em operação
0,92
2002
Em operação
1,46
1985
Em operação
5,12
Texto do artigo, página 85: Tabela 5.5.2 Lista das Instalações Produtivas de Energia (sob a jurisdição da EDM)
Texto do artigo, página 85: Tipo de geração
Texto do artigo, página 85: Usina
Texto do artigo, página 85: Ano de instalação
Texto do artigo, página 85: Estado
Texto do artigo, página 85: Capacidade nominal (MW)
Texto do artigo, página 85: Cahora Bassa (HCB) 1974 Em operação 2.075 Cahora Bassa Norte (HCB e CEZA)
Texto do artigo, página 85: 2017 Pré-EV 1.245
Texto do artigo, página 85: Mphanda Nkuwa (Campbell e Corrêa)
Texto do artigo, página 85: 2017 Em implementação 1.500 (extensão) 2020 Em implementação 750 Lúrio (2) 2020 Em implementação 120
Texto do artigo, página 85: Hidroeléctrica
Texto do artigo, página 85: de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.
Texto do artigo, página 85: Tabela 5.5.4 Condições da Carga dos Transformadores das Subestações
Texto do artigo, página 85: Centro de Operação do Sistema ATNO: condições de carga nas subestações (Pico)
Texto do artigo, página 85: Subestação
Texto do artigo, página 85: Número de Transformadores Potencial
Texto do artigo, página 85: Razão de Carga
Texto do artigo, página 85: Total (os projectos em planificação incluídos) 6.710 Nota: As instalações em itálico se encontram na fase de planificação. Fonte: EDM, Relatório Anual
Texto do artigo, página 85: 5.5.2 Situação de Abastecimento de Energia
Texto do artigo, página 85: 5.5.2 Situação de Abastecimento de Energia
Texto do artigo, página 85: (2) Linhas de Transmissão As linhas de transmissão eléctrica da “Nampula 220”
Texto do artigo, página 85: (1) Transformadores das Subestações
Texto do artigo, página 85: (1) Transformadores das Subestações
Texto do artigo, página 85: As condições de carga de pico das principais subestações nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala, excluindo Tete, são vistas na Tabela 5.5.4. A demanda de pico na “Nampula 220” foi registada como 84% da capacidade do transformador principal em Dezembro de 2012. A mesma demanda, na “Nampula Central”, já atingia a capacidade nominal do transformador. Existem, contudo, planos para expandir a área de distribuição
Texto do artigo, página 85: à “Nampula Central” estão a ser carregadas a 80% da sua capacidade total.
Texto do artigo, página 85: As condições de carga de pico das principais subestações nas cinco províncias da Região do Corredor de Nacala, excluindo Tete, são vistas na Tabela 5.5.4. A demanda de pico na “Nampula 220” foi registada como 84% da capacidade do transformador principal em Dezembro de 2012. A mesma demanda, na “Nampula Central”, já atingia a capacidade nominal do transformador. Existem, contudo, planos para expandir a área de distribuição de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.
Texto do artigo, página 85: (3) Qualidade da Electricidade
Texto do artigo, página 85: Fonte: EDM, Resultado do estudo sobre as subestações
Texto do artigo, página 85: (2) Linhas de Transmissão As linhas de transmissão eléctrica da “Nampula 220” à “Nampula Central” estão a ser carregadas a 80% da sua capacidade total.
(3) Qualidade da Electricidade
Texto do artigo, página 85: A confiabilidade do sistema de abastecimento de energia eléctrica é avaliada pelos indicadores tais como “Duração Média das Interrupções do Sistema (SAIDI, System Average Interruption Duration Index)”, “Frequência Média de Interrupções do Sistema (SAIFI, System Average Interruption Frequency Index)” e “Tempo Médio de Reposição do Serviço do Sistema (SARI, System Average Restoration Index)”.
Texto do artigo, página 85: 30
Texto do artigo, página 85: A confiabilidade do sistema de abastecimento de energia eléctrica é avaliada pelos indicadores tais como “Duração Média das Interrupções do Sistema (SAIDI, System Average Interruption Duration Index)”, “Frequência Média de Interrupções do Sistema (SAIFI, System Average Interruption Frequency Index)” e “Tempo Médio de Reposição do Serviço do Sistema (SARI, System Average Restoration Index)”.
Texto do artigo, página 85: Os referidos índices para a Área de Distribuição Norte que cobre as cinco províncias da Região do Corredor de Nacala são de 47 minutos 7 segundos para SAIDI, 82 vezes para SAIFI e 34 segundos para SARI. Foi apresentado, durante o período do estudo de campo em Nampula (Maio de 2013), que havia a interrupção de electricidade, em média, uma vez a cada dois dias.
Texto do artigo, página 85: de energia, o que poderá causar sobrecarga nas subestações em Nampula.
Texto do artigo, página 85: Os referidos índices para a Área de Distribuição Norte que cobre as cinco províncias da Região do Corredor de Nacala são de 47 minutos 7 segundos para SAIDI, 82 vezes para SAIFI e 34 segundos para SARI. Foi apresentado, durante o período do estudo de campo em Nampula (Maio de 2013), que havia a interrupção de electricidade, em média, uma vez a cada dois dias.
Texto do artigo, página 85: Tabela 5.5.4 Condições da Carga dos Transformadores das Subestações
Texto do artigo, página 85: Centro de Operação do Sistema ATNO: condições de carga nas subestações
Texto do artigo, página 85: (Pico)
Subestação
Número de Transformadores
Razão de Carga
Potencial
(Pico)
Subestação
Número de Transformadores
Razão de Carga
Potencial
Texto do artigo, página 85: Electric Power Supply Quality Index in Northern Area