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Texto do artigo · p. 49 nenteTexto do artigo · p. 49 Governoslocais,ONGTexto do artigo · p. 49 DIPOL,DEPI,Texto do artigo · p. 49 implementaçãoTexto do artigo · p. 49 RelatóriosdeTexto do artigo · p. 49 doPlanoTexto do artigo · p. 49 deTexto do artigo · p. 49 ãoTexto do artigo · p. 49 adTexto do artigo · p. 49 (sTexto do artigo · p. 49 locais 2021Texto do artigo · p. 49 ADNAPIDEPA,IIP,GovernosTexto do artigo · p. 49 Actas/Sínteses/Texto do artigo · p. 49 RelatóriosTexto do artigo · p. 49 eTexto do artigo · p. 49 14Texto do artigo · p. 49 pTexto do artigo · p. 49 dTexto do artigo · p. 49 cTexto do artigo · p. 49 tTexto do artigo · p. 49 sTexto do artigo · p. 49 (Texto do artigo · p. 49 3.4.Texto do artigo · p. 50 Objectivos operacionaisTexto do artigo · p. 50 bilidade IntervenientesPrazoTexto do artigo · p. 50 2021Texto do artigo · p. 50 ADNAPIDEPA,Indústria,Texto do artigo · p. 50 Verificação Responsa-Texto do artigo · p. 50 Acordosdeco-Texto do artigo · p. 50 ncia MeiosdeTexto do artigo · p. 50 CCPTexto do artigo · p. 50 Objectivo sdeTexto do artigo · p. 50 Prazo
2021
2021
Intervenientes
IDEPA,Indústria,
CCP,Associações,
governosprovinciaise
distritais
ADNAP,
DIPOL,
MJACR
Responsa-
bilidade
ADNAP
IDEPA
Meiosde
Verificação
Acordosdeco-
gestão,Planos
degestãolocais
Estatutodas
associações/co
operativas.
Pontosde
Referência
100%dosCCP
eCCG
abrangidos
pelosacordos
eplanosdeco-
gestao,com
clarezadoseu
papele
responsabilidad
e
Pelomenos
uma
associação/coo
perativapor
zona
operacional
Indicador
(1) Acordosde
Co-gestão
(2) Planosde
gestãodas
pescarias
locais
Númerode
associaçõesde
pescadores
artesanais,SIe
industriais
Medidasdegestão
3.4.2. Identificarasquestõesquedevem
serdescentralizadasparaaprovíncia
edistrito.
3.4.3. Reforçaro
associativismo/cooperativismodos
pescadoressemi-industriaise
industriaiscomvistaaumamelhor
abordagemdagestãodapescade
peixesdemersaisdefundos
rochosos.
Objectivosoperacionais
Texto do artigo · p. 50 2021Texto do artigo · p. 50 governosprovinciaiseTexto do artigo · p. 50 CCP,Associações,Texto do artigo · p. 50 distritaisTexto do artigo · p. 50 IDEPAADNAP,Texto do artigo · p. 50 DIPOL,Texto do artigo · p. 50 MJACRTexto do artigo · p. 50 degestãolocaisTexto do artigo · p. 50 associações/coTexto do artigo · p. 50 gestão,PlanosTexto do artigo · p. 50 EstatutodasTexto do artigo · p. 50 operativas.Texto do artigo · p. 50 eco-Texto do artigo · p. 50 ilidadTexto do artigo · p. 50 o/cooTexto do artigo · p. 50 rdosTexto do artigo · p. 50 seuTexto do artigo · p. 50 mTexto do artigo · p. 50 osTexto do artigo · p. 50 orTexto do artigo · p. 50 alTexto do artigo · p. 50 sTexto do artigo · p. 50 15Texto do artigo · p. 51 bilidade IntervenientesPrazoTexto do artigo · p. 51 PermanTexto do artigo · p. 51 Verificação Responsa-Texto do artigo · p. 51 ncia MeiosdeTexto do artigo · p. 51 Objec sdeTexto do artigo · p. 51 3.4.4.
3.4.5.
3.5.
3.5.1.Texto do artigo · p. 51 enteTexto do artigo · p. 51 INIP,DEPI,EntidadesTexto do artigo · p. 51 derepresentaçãodaTexto do artigo · p. 51 daADNAP ADNAPIDEPA,IIP,DNOP,Texto do artigo · p. 51 pescanaprovínciaTexto do artigo · p. 51 RelatórioAnualTexto do artigo · p. 51 izaçãoTexto do artigo · p. 51 daTexto do artigo · p. 51 ciaTexto do artigo · p. 51 õesTexto do artigo · p. 51 oTexto do artigo · p. 51 Prazo
Perman
ente
Perman
ente
2021e
preman
ente
Intervenientes
IDEPA,IIP,DNOP,
INIP,DEPI,Entidades
derepresentaçãoda
pescanaprovíncia
DNOP,IIP,DEPI,
entidadesde
representaçãodas
pescasnaProvíncia
CCP’s,IDEPA
ADNAP,IIP,DNOP
Responsa-
bilidade
ADNAP
DEPI
Meiosde
Verificação
RelatórioAnual
daADNAP
Relatórios
Anualda
ADNAP
Relatório
Pontosde
Referência
Aumento
gradualda
frequência
dasacções
de
sensibilização
100%dos
Governos
locaiseCCP
capacitados
25%da
receita
consignada
para
actividades
deMCS
Indicador
Acçõesde
consciencialização
(Palestras,spotsde
publicidadenarádio
comunitária,
Campanhas,
cartazes)
Governoslocaise
CCP’capacitados
emmatériade
legislação
Receitasdo
licenciamento
consignadasao
MCS
Medidasdegestão
3.4.4. Melhoraraconsciencializaçãoparaa
adopçãodemudançasde
comportamentoparaumapesca
responsável.
3.4.5. Melhoraracapacitaçãodos
Governoslocaisedascomunidades
pesqueirasemmatériasde
legislaçãopesqueira
3.5.1. Asseguraraalocaçãoderecursos
humanos,materiaisefinanceirospara
melhorarosistemadeMCS
(investigação,monitorizaçãoe
vigilância)
Objectivosoperacionais
3.5.Garantidosos
investimentos
necessáriosemrecursos
humanosemateriaisa
nívelinstitucionalpara
melhorarosistemade
MCS(Prob:3b)
Texto do artigo · p. 51 PermanTexto do artigo · p. 51 RelatórioDEPIADNAP,IIP,DNOP2021eTexto do artigo · p. 51 premanTexto do artigo · p. 51 enteTexto do artigo · p. 51 enteTexto do artigo · p. 51 pescasnaProvínciaTexto do artigo · p. 51 representaçãodasTexto do artigo · p. 51 DNOP,IIP,DEPI,Texto do artigo · p. 51 CCP’s,IDEPATexto do artigo · p. 51 entidadesdeTexto do artigo · p. 51 RelatóriosTexto do artigo · p. 51 AnualdaTexto do artigo · p. 51 ADNAPTexto do artigo · p. 51 CCPTexto do artigo · p. 51 dosTexto do artigo · p. 51 adaTexto do artigo · p. 51 desTexto do artigo · p. 51 osTexto do artigo · p. 51 osTexto do artigo · p. 51 16Texto do artigo · p. 51 3.5.GaraTexto do artigo · p. 51 invesTexto do artigo · p. 51 neceTexto do artigo · p. 51 humaTexto do artigo · p. 51 nívelTexto do artigo · p. 51 melhTexto do artigo · p. 51 MCSTexto do artigo · p. 52 bilidade IntervenientesPrazoTexto do artigo · p. 52 2021eTexto do artigo · p. 52 permanTexto do artigo · p. 52 enteTexto do artigo · p. 52 parceirosnacionaiseTexto do artigo · p. 52 internacionaisdeTexto do artigo · p. 52 RelatorioanualIIPUniversidades,Texto do artigo · p. 52 investigaçãoTexto do artigo · p. 52 Verificação Responsa-Texto do artigo · p. 52 Objectiv MeiosdeTexto do artigo · p. 52 eTexto do artigo · p. 52 eTexto do artigo · p. 52 Objectivos operacionaisTexto do artigo · p. 52 Prazo
2021e
perman
ente
2021e
Perma-
nente
2021e
Perma-
nente
2021e
Perma-
nente
Intervenientes
Universidades,
parceirosnacionaise
internacionaisde
investigação
DNOP,IIP,DEPI
DPprovinciais
Representaçõeslocais
doIIP
DNOP,ADNAP,
IDEPA,IIP
Responsa-
bilidade
IIP
ADNAP
IIP
DEPI
Meiosde
Verificação
Relatorioanual
RelatórioAnual
daADNAP
Relatórioanual
doIIP
Relatório
Pontosde
Referência
Formaçõese
admissões
realizadasde
acordocom
Planos
actualizados
100%de
coberturada
campanha
Pelomenos
10%de
coberturados
diasde
pesca/mês
75%de
cobertura
Indicador
(1) Nr.de
Capacita-ções
(2) Nrde
ingressos
DiáriodoBordo
%decoberturade
amostragem
%decoberturade
amostragempor
centrosdepescae
zonasdepesca
Medidasdegestão
3.5.2. Elaborareexecutarprograma
contínuoderecrutamentoe
treinamentoparaáreatécnico
científicoegestoresquetrabalham
compeixesdemersaisdefundos
rochosos.
3.5.3. Melhorarainformaçãoestatísticade
capturaedeesforçodepesca
georreferenciadaetendoemcontaa
batimétricadasoperaçõesdafrota
industrialesemi-industrial.
3.5.4. Asseguraracaptaçãodeinformação
biológicadosrecursospormeiode
amostragensabordonas
embarcaçõesdepescaindustriale
semi-industrial.
3.5.5. Melhorarasestatísticasdecapturae
deesforçodepescaartesanal.
Objectivosoperacionais
Texto do artigo · p. 52 daADNAP ADNAPDNOP,IIP,DEPI2021eTexto do artigo · p. 52 Perma-Texto do artigo · p. 52 2021eTexto do artigo · p. 52 Perma-Texto do artigo · p. 52 nenteTexto do artigo · p. 52 RepresentaçõeslocaisTexto do artigo · p. 52 doIIP IIPDPprovinciaisTexto do artigo · p. 52 RelatórioAnualTexto do artigo · p. 52 RelatórioanualTexto do artigo · p. 52 IDEPA,IIP 2021eTexto do artigo · p. 52 Perma-Texto do artigo · p. 52 nenteTexto do artigo · p. 52 nenteTexto do artigo · p. 52 RelatórioDEPI DNOP,ADNAP,Texto do artigo · p. 52 doIIPTexto do artigo · p. 52 sTexto do artigo · p. 52 17Texto do artigo · p. 53 Prazo
Intervenientes
Responsa-
bilidade
Meios de
Verificação
Pontos de
Referência
Indicador
Medidas de gestão
Objectivos operacionaisTexto do artigo · p. 53 bilidade IntervenientesPrazoTexto do artigo · p. 53 2022Texto do artigo · p. 53 estudos IIPADNAP,EntidadesdeTexto do artigo · p. 53 pescasnaprovínciaeTexto do artigo · p. 53 representaçãodasTexto do artigo · p. 53 locais;CCPTexto do artigo · p. 53 Verificação Responsa-Texto do artigo · p. 53 ência MeiosdeTexto do artigo · p. 53 osRelatóriosdosTexto do artigo · p. 53 Objectiv sdeTexto do artigo · p. 53 GarantidosTexto do artigo · p. 53 necessárioTexto do artigo · p. 53 humanoeTexto do artigo · p. 53 (cont.3.5)Texto do artigo · p. 53 Prazo
2022
2024
2021
Intervenientes
ADNAP,Entidadesde
representaçãodas
pescasnaprovínciae
locais;CCP
IIP,IDEPA,DEPI,
DNOP,entidadesde
representadaspescas
ClubesNáuticos,
representaçõesdas
pescasnaprovíncia,
IIP
Responsa-
bilidade
IIP
ADNAP
ADNAP
Meiosde
Verificação
Relatóriosdos
estudos
Relatóriosdos
PlanosLocais
Diploma
aprovado
Pontosde
Referência
3Estudos
3Planos(1
planopor
zonade
pesca)
Harmonização
com
Regulamento
daPesca
Recreativae
Desportiva
Indicador
Estudos
Nr.dePlanosde
Gestãodas
pescarias
artesanais
Diplomalegal
Medidasdegestão
3.5.6. Realizarestudosecológicos,por
zonasdepesca,parasubsidiaras
medidasdegestãoaplicáveisnas
pescariasartesanais,naperpectiva
deelaborçãodeplanosdegestão
daspescariasartesanais.
3.5.7. Elaborareimplementarplanosde
gestãolocaisdapescaartesanalcom
vistaaasseguraraconservaçãodos
ecossistemaseumapesca
sustentável.
3.6.1. Garantirqueasactividadesdepesca
recreativaedesportivasejamfeitas
medianteumprécastramentoem
umaagremiaçãodedesportonáutico.
Objectivosoperacionais
(cont.3.5)
Garantidososinvestimentos
necessáriosemrecursos
humanoemateriaisanível
institucionalparamelhoraro
sistemadeMCS(Prob:3e;
3b)
3.6. Melhoradaa
monitorizaçãoeo
controlodapesca
recreativa.(Prob:3f).
Texto do artigo · p. 53 2024Texto do artigo · p. 53 representadaspescasTexto do artigo · p. 53 DNOP,entidadesdeTexto do artigo · p. 53 PlanosLocais ADNAPIIP,IDEPA,DEPI,Texto do artigo · p. 53 or RelatóriosdosTexto do artigo · p. 53 s(1Texto do artigo · p. 53 institucionaTexto do artigo · p. 53 sistemadeTexto do artigo · p. 53 3b)Texto do artigo · p. 53 2021Texto do artigo · p. 53 representaçõesdasTexto do artigo · p. 53 pescasnaprovíncia,Texto do artigo · p. 53 aprovado ADNAPClubesNáuticos,Texto do artigo · p. 53 IIPTexto do artigo · p. 53 DiplomaTexto do artigo · p. 53 açãoTexto do artigo · p. 53 entoTexto do artigo · p. 53 aeTexto do artigo · p. 53 aTexto do artigo · p. 53 18Texto do artigo · p. 53 3.6.MelhoTexto do artigo · p. 53 monitTexto do artigo · p. 53 controTexto do artigo · p. 53 recreaTexto do artigo · p. 54 Prazo
2021
Intervenientes
IIP,DNOP,DIPOL,
OperadoresdePesca
Responsa-
bilidade
ADNAP
Meiosde
Verificação
Diploma/Regula
mento
Pontosde
Referência
Diploma/Reg
ulamento
aprovado
com
disposição
relativaao
controlodo
esforço
Indicador
Diploma/
Regulamento
Medidasdegestão
3.7.1. Nãopermitirolicenciamentoemzonas
comprofundidadeinferiora300metros
deembarcaçõesindustriaisesemi-
industriais,fazendousodeartesde
palangredemersal,armadilhaspara
peixeederedesdeemalhardefundo.
Objectivosoperacionais
3.7. Controladooesforçode
outraspescariasque
incidemsobreos
recursosdepeixes
demersaisdefundos
rochosos.(Prob:3f).
Prazo
2021
Intervenientes
IIP,DNOP,DIPOL,
OperadoresdePesca
Responsa-
bilidade
ADNAP
Meiosde
Verificação
Diploma/Regula
mento
Pontosde
Referência
Diploma/Reg
ulamento
aprovado
com
disposição
relativaao
controlodo
esforço
Texto do artigo · p. 54 bilidade IntervenientesPrazoTexto do artigo · p. 54 OperadoresdePesca 2021Texto do artigo · p. 54 mento ADNAPIIP,DNOP,DIPOL,Texto do artigo · p. 54 Verificação Responsa-Texto do artigo · p. 54 Diploma/RegulaTexto do artigo · p. 54 Referência MeiosdeTexto do artigo · p. 54 ObjectivosoperacionaisIndicador PontosdeTexto do artigo · p. 54 ulamento Diploma/RegTexto do artigo · p. 54 disposiçãoTexto do artigo · p. 54 relativaaoTexto do artigo · p. 54 controlodoTexto do artigo · p. 54 Diploma/RegulamentoTexto do artigo · p. 54 ulamentoTexto do artigo · p. 54 aprovadoTexto do artigo · p. 54 esforçoTexto do artigo · p. 54 comTexto do artigo · p. 54 3.7.1ma/Texto do artigo · p. 54 3.7.ControladooesforçodeTexto do artigo · p. 54 outraspescariasqueTexto do artigo · p. 54 demersaisdefundosTexto do artigo · p. 54 rochosos.(Prob:3f).Texto do artigo · p. 54 recursosdepeixesTexto do artigo · p. 54 incidemsobreosTexto do artigo · p. 55 Objectivo:MelhoradaacompreensãodosfactoresexternosqueimpactamnegativamentesobreaspescariadepeixesdemersaisTexto do artigo · p. 55 defundosrochososTexto do artigo · p. 55 FactoresexternosTexto do artigo · p. 55 Prazo
2024
2024
Intervenientes
ANAC,
Universidades,
Parceiros
regionais,
ONG
ANAC,
Universidades,
Parceiros
regionais,
ONG
Responsa-
bilidade
IIP
IIP
Verificação
Relatório
Relatórioda
avaliaçãoda
pescaria
Pontosde
referência
1estudo
1estudocom
efeitodas
variáveis
ambientais
considerado
Indicadores
Estudo
Estudo
Medidasdegestão
4.1.1.Mapearas
principaisáreasde
reproduçãoede
crescimentodospeixes
demersaiseavaliaro
impactodasalterações
climáticassobre
espéciesseleccionadas
depeixesdemersais
(eco).
4.1.2.Monitorizaroefeito
dasalteraçõesdas
variáveisambientaisnos
peixesdemersaisde
rochaeincluirnos
relatóriosdeavaliação
dapescaria.
Objectivos
operacionais
4.1.Melhoradaa
compreensãodos
factoresambientais
queinfluenciamos
recursosdos
demersaisea
incapacidadede
responderaos
impactosdas
mudanças
climáticas;(Prob:
4a)
Prazo
2024
2024
Intervenientes
ANAC,
Universidades,
Parceiros
regionais,
ONG
ANAC,
Universidades,
Parceiros
regionais,
ONG
Responsa-
bilidade
IIP
IIP
Verificação
Relatório
Relatórioda
avaliaçãoda
pescaria
Pontosde
referência
1estudo
1estudocom
efeitodas
variáveis
ambientais
considerado
Texto do artigo · p. 55 bilidade IntervenientesPrazoTexto do artigo · p. 55 2024Texto do artigo · p. 55 2024Texto do artigo · p. 55 2024
ANAC. Universidades, Parceiros regionais, ONG
IIP
Relatório
1 estudo
EstudoTexto do artigo · p. 55 Universidades,Texto do artigo · p. 55 Universidades,Texto do artigo · p. 55 ParceirosTexto do artigo · p. 55 regionais,Texto do artigo · p. 55 ParceirosTexto do artigo · p. 55 regionais,Texto do artigo · p. 55 ANAC,Texto do artigo · p. 55 ONGTexto do artigo · p. 55 ANAC,Texto do artigo · p. 55 ONGTexto do artigo · p. 55 Responsa-Texto do artigo · p. 55 IIPTexto do artigo · p. 55 IIPTexto do artigo · p. 55 20Texto do artigo · p. 55 operacionais MTexto do artigo · p. 55 4.Texto do artigo · p. 55 prTexto do artigo · p. 55 reTexto do artigo · p. 55 crTexto do artigo · p. 55 deTexto do artigo · p. 55 imTexto do artigo · p. 55 cliTexto do artigo · p. 55 esTexto do artigo · p. 55 deTexto do artigo · p. 55 (eTexto do artigo · p. 55 4.Texto do artigo · p. 55 daTexto do artigo · p. 55 vaTexto do artigo · p. 55 peTexto do artigo · p. 55 roTexto do artigo · p. 55 reTexto do artigo · p. 55 daTexto do artigo · p. 55 factoresambientaisTexto do artigo · p. 55 queinfluenciamosTexto do artigo · p. 55 compreensãodosTexto do artigo · p. 55 climáticas;(Prob:Texto do artigo · p. 55 ObjectivosTexto do artigo · p. 55 4.1.MelhoradaaTexto do artigo · p. 55 incapacidadedeTexto do artigo · p. 55 demersaiseaTexto do artigo · p. 55 responderaosTexto do artigo · p. 55 recursosdosTexto do artigo · p. 55 impactosdasTexto do artigo · p. 55 mudançasTexto do artigo · p. 55 4a)Texto do artigo · p. 56 2024
2021e
permanente
2024
ADNAP,DEPI,
Operadoresde
pesca,
Universidades,
Parceiros
nacionaise
internacionais
ProAzul
IDEPA
Governoslocais
ADNAP,
IIP
DEPI
IIP
Relatório
técnico
Relatórios
anuais
Relatórioda
1Estudo
1estudo
anual
1estudocom
Estudo
Estudo
Estudo
4.2.1.Monitorizadasas
actividadeshumanas
(turismo;mineração)que
constituemameaçaa
sustentabilidade
ecológica/económicada
pescariadepeixes
demersaisdefundos
rochosos;
4.3.1.Monitoraros
preçosdoscombustíveis
einsumosbemcomoos
mercadoscomvistaa
melhorararentabilidade
dapescaria
4.4.1.Incluirnos
4.2.Reduzidoo
níveldedegradação
dohabitatatravés
daacçãohumana
associadaaoutras
actividades
económicas
(poluição;
destruiçãode
corais;etc.)(Prob:
4b);
4.3. Monitorizados
oscustos
operacionais
(combustível,
insumos)e
mercadoscomvista
àmelhorara
viabilidade
económicadas
frotasdepescade
peixesdemersais
defundos(Prob:
4b);
4.4.Monitorizados
Texto do artigo · p. 56 permanenteTexto do artigo · p. 56 2024Texto do artigo · p. 56 2021eTexto do artigo · p. 56 4.4.MoIIPADNAP,2024Texto do artigo · p. 56 IIPADNAP,DEPI,Texto do artigo · p. 56 OperadoresdeTexto do artigo · p. 56 Universidades,Texto do artigo · p. 56 GovernoslocaisTexto do artigo · p. 56 internacionaisTexto do artigo · p. 56 nacionaiseTexto do artigo · p. 56 ParceirosTexto do artigo · p. 56 DEPI ProAzulTexto do artigo · p. 56 pesca,Texto do artigo · p. 56 IDEPATexto do artigo · p. 56 21Texto do artigo · p. 56 níveldeTexto do artigo · p. 56 daacçãTexto do artigo · p. 56 associaTexto do artigo · p. 56 actividaTexto do artigo · p. 56 económTexto do artigo · p. 56 (poluiçãTexto do artigo · p. 56 destruiçTexto do artigo · p. 56 4.3.MoTexto do artigo · p. 56 oscustoTexto do artigo · p. 56 (combuTexto do artigo · p. 56 mercadTexto do artigo · p. 56 àmelhoTexto do artigo · p. 56 viabilidaTexto do artigo · p. 56 económTexto do artigo · p. 56 frotasdTexto do artigo · p. 56 peixesdTexto do artigo · p. 56 defundTexto do artigo · p. 56 4.2.ReTexto do artigo · p. 56 dohabiTexto do artigo · p. 56 corais;Texto do artigo · p. 56 operaciTexto do artigo · p. 56 insumoTexto do artigo · p. 56 4b);Texto do artigo · p. 56 4b);Texto do artigo · p. 57 DNOP
DIPOL
INIP
avaliaçãoda
pescaria
aavaliação
doimpacto
deoutras
pescariasnos
recursose
habitats
considerado
relatóriosanuaisde
avaliaçãoinformação
sobreamagnitudedo
impactodapescacom
redesdearrastooude
emalhedefundosobre
ospeixesdemersaisde
rochaehabitats.
osimpactosda
pescacomredesde
arrastodefundoe
ouredesde
emalharsobreo
ambientemarinhoe
costeiro(usode
artesdepesca
inadequadas;
nocivas;pesca
fantasma).(Prob:
4d);
DNOP
DIPOL
INIP
avaliaçãoda
pescaria
aavaliação
doimpacto
deoutras
pescariasnos
recursose
habitats
considerado
Texto do artigo · p. 57 pescaria DNOPTexto do artigo · p. 57 DIPOLTexto do artigo · p. 57 INIPTexto do artigo · p. 57 avaliaçãodaTexto do artigo · p. 57 cariasnosTexto do artigo · p. 57 valiaçãoTexto do artigo · p. 57 sideradoTexto do artigo · p. 57 impactoTexto do artigo · p. 57 ursoseTexto do artigo · p. 57 outrasTexto do artigo · p. 57 itatsTexto do artigo · p. 57 reTexto do artigo · p. 57 soTexto do artigo · p. 57 imTexto do artigo · p. 57 reTexto do artigo · p. 57 roTexto do artigo · p. 57 aTexto do artigo · p. 57 eTexto do artigo · p. 57 oTexto do artigo · p. 57 pescacomredesdeTexto do artigo · p. 57 ambientemarinhoeTexto do artigo · p. 57 arrastodefundoeTexto do artigo · p. 57 fantasma).(Prob:Texto do artigo · p. 57 emalharsobreoTexto do artigo · p. 57 costeiro(usodeTexto do artigo · p. 57 osimpactosdaTexto do artigo · p. 57 artesdepescaTexto do artigo · p. 57 nocivas;pescaTexto do artigo · p. 57 inadequadas;Texto do artigo · p. 57 ouredesdeTexto do artigo · p. 57 4d);Texto do artigo · p. 58 AcrónimosTexto do artigo · p. 58 ADNAP
Administração Nacional das Pescas
AMP
Áreas Marinhas Protegidas
BMT
Ferramenta Comparativa e de Rastreamento
SNAPA
Sistema Nacional de Amostragem da Pesca Artesanal
CCP
Conselho Comunitário de Pesca
CNAP
Comissão Nacional de Administração Pesqueira
DEPI
Direcção de Estudos, Planificação e Infra-estruturas
DNEPP
Direcção Nacional de Economia e Políticas Pesqueiras
DNFP
Direcção Nacional de Fiscalização da Pesca
DNOP
Direcção Nacional de Operações
EAF
Abordagem Ecossistémica às Pescas
FAD
Dispositivo de Concentração de Peixes
FFP
Fundo de Fomento Pesqueiro
IDEPA
Instituto para o Desenvolvimento da Pesca e Aquacultura
IIP
Instituto Nacional de Investigação Pesqueira
INIP
Instituto Nacional de Inspecção do Pescado
MIMAIP
Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas
PGP-PL
Plano de Gestão das Pescarias de Linha
REPMAR
Regulamento Geral da Pesca Marítima
GT
Grupo Técnico do Sector
TAE
Total Admissível de Esforço
ADNAP
Administração Nacional das Pescas
AMP
Áreas Marinhas Protegidas
BMT
Ferramenta Comparativa e de Rastreamento
SNAPA
Sistema Nacional de Amostragem da Pesca Artesanal
CCP
Conselho Comunitário de Pesca
CNAP
Comissão Nacional de Administração Pesqueira
DEPI
Direcção de Estudos, Planificação e Infra-estruturas
DNEPP
Direcção Nacional de Economia e Políticas Pesqueiras
DNFP
Direcção Nacional de Fiscalização da Pesca
DNOP
Direcção Nacional de Operações
EAF
Abordagem Ecossistémica às Pescas
FAD
Dispositivo de Concentração de Peixes
FFP
Fundo de Fomento Pesqueiro
IDEPA
Instituto para o Desenvolvimento da Pesca e Aquacultura
IIP
Instituto Nacional de Investigação Pesqueira
INIP
Instituto Nacional de Inspecção do Pescado
MIMAIP
Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas
PGP-PL
Plano de Gestão das Pescarias de Linha
REPMAR
Regulamento Geral da Pesca Marítima
GT
Grupo Técnico do Sector
TAE
Total Admissível de Esforço
Texto do artigo · p. 58 Referências BibliográficasNúmero ou marcador · p. 58 1. Abdula, S., N. Dias and L. Zacarias 2018. Relatório do
Cruzeiro de Investigação do Camarão Realizado a Bordo do Navio Pescamar XII, de 15 de Fevereiro a 06 de Março de 2018. Instituto Nacional de Investigação Pesqueira. Maputo. 126pp.
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Robalo, Cheimerius nufar (VALENCIENNES, 1830) in Southern Mozambique. M.Sc. Thesis. Universidade APolitecnica. 64pp.
Número ou marcador · p. 59 20. Torres, R.G.A., van der Elst, R., Lichucha, I.D.L.T. &Texto do artigo · p. 59 Cuco, C.A. (2011). Relatório Interno de Investigação PesqueiraTexto do artigo · p. 59 n.º 1- The Industrial Trap Fishery in Southern Mozambique: Results of Experimental Phase 1997 – 1999. IIP, Maputo. 26pp.Número ou marcador · p. 59 21. Van der Elst R.P., Lichucha, I.D.L.T., Torres, R.G.A & Fenessy, S. (2003). Linefi sh Resource: Annual Report for the year 2000. Instituto Nacional de Investigação Pesqueira. Maputo. Boletim de Divulgação n.º 3Texto do artigo · p. 59 PLANO DE GESTÃO DA PESCARIA DE CAMARÃO DE SUPERFÍCIE DO BANCO DE SOFALA ~ (PGP-CBS) – 2021-2025Texto do artigo · p. 59 Plano de Gestão da Pescaria de Camarão de Superfície do Banco de Sofala ~ (PGP-CBS) – 2021-2025Texto do artigo · p. 59 PreâmbuloTexto do artigo · p. 59 É elaborado o Plano de Gestão da Pescaria de Camarão de Superfície do Banco De Sofala para o período de 2021-2025, que se segue:Texto do artigo · p. 59 Considerando o artigo 15.º da Lei n.º 22/2013, de 10 de Novembro, - Lei das Pescas, conjugado com o artigo 8.º do Regulamento Geral da Pesca Marítima - REPMAR, aprovado pelo Decreto n.º 43/2003, de 10 de Dezembro, nos quais se estabelece que o Governo, com vista a gerir, numa base sustentável, adopta planos de gestão para as pescarias,Texto do artigo · p. 59 Maputo, Outubro 2020Número ou marcador · p. 59 1. Introdução 1.1. Contribuição da pesca para a economia nacionalTexto do artigo · p. 59 Observando, na elaboração do plano de gestão, os princípios da gestão responsável das pescarias e do modelo participativo, com o envolvimento da administração das pescas e dos principais grupos de interesses com vista a melhorar a governação participativa e a fortalecer o envolvimento dos armadores e pescadores na planifi cação, na tomada de decisão e na implementação das medidas de gestão da pescaria,Texto do artigo · p. 59 Moçambique é um país cuja actividade pesqueira tem um impacto social significativo, uma vez que contribui para a segurança alimentar, para o aumento do emprego e da renda e para a arrecadação de divisas através das exportações.Texto do artigo · p. 59 1Texto do artigo · p. 59 O Plano Director das Pescas (PDP II), instrumento orientador a nível sectorial, identifi ca prioridades, estratégias e acções queTexto do artigo · p. 59 o Estado adopta para atingir os objectivos estabelecidos para
o sector das pescas a médio e longo prazo. Assim, a questão da segurança alimentar e da situação nutricional surge como prioridade, juntamente com a melhoria das condições de vida das comunidades pesqueiras artesanais e dos pequenos piscicultores.Texto do artigo · p. 59 Ciente da importância do sector das pescas para a economia nacional, para a segurança alimentar e para a melhoria das condições de vidas das comunidades,Texto do artigo · p. 59 Avaliando os resultados da implementação do Plano de Gestão da Pescaria de Camarão de Superfície do Banco de Sofala (20142018) que confi rmam a sua importância sócio-económica e que indicam a necessidade de melhorar a gestão desta importante pescaria,Texto do artigo · p. 59 Estima-se que o sector das pescas contribua com cerca de 2% do PIB (MIMAIP, 2018) e com uma produção global de cerca de 397,2 mil toneladas de produtos da pesca com origem na pesca marinha, nas águas interiores, incluindo a produção de aquacultura, com um valor de cerca de 26.635,6 mil milhões de Meticais, em 2018. As exportações de produtos pesqueiros em 2017 totalizaram 14.853 toneladas, o que rendeu ao país US$ 89.4 milhões, dos quais US$ 38.4 milhões (38,4%) vieram dasTexto do artigo · p. 59 Desejando que a pescaria de camarão de superfície do banco de Sofala seja uma fonte importante de proteína animal, renda, emprego para os moçambicanos e de contribuição para o PIB da República de Moçambique,Texto do artigo · p. 60 exportações de camarão de superfície. O banco de Sofala é o principal pesqueiro para camarões de superfície em Moçambique e onde este plano de gestão será aplicado. Actualmente existem três frotas muito distintas explorando este recurso, a saber:Texto do artigo · p. 60 (i) Uma frota artesanal usando redes de tresmalho e de arrasto para a praia com ou sem embarcações a motor, ao longo de toda a costa, junto das praias, com o uso de pequenas embarcações com menos de 10 m de comprimento;
(ii) Uma frota semi-industrial, com embarcações usando redes de arrasto de fundo com alagem mecanizada que permite puxar a captura para bordo, entre 10 a 20 m de comprimento, operando principalmente a sul do Banco de Sofala, ao sul da Beira, a partir de uma (1) milha náutica da costa, conservando-a a gelo, e;
(iii) Uma frota industrial, com embarcações com rede de arrasto de fundo mecanicamente alada para bordo e com capacidade de congelamento de captura a bordo, com mais de 20 m de comprimento que operam em todo o Banco de Sofala a partir de três (3) milhas náuticas da costa. Estão incluídas neste grupo as embarcações semi-industriais congeladoras.Texto do artigo · p. 60 Os três sub-sectores da pesca exploram os stocks da principal espécie Penaeus indicus – camarão branco, e de Metapenaeus monoceros - camarão castanho e da espécie menos abundante Penaeus monodon – jumbo, que são as predominantes na zona próxima da costa. Os camarões Penaeus japonicus - tigre e Penaeus latisulcatus - marfil, são mais comuns em águas mais profundas e são capturadas predominantemente pela frota industrial.Texto do artigo · p. 60 Desde 2013, tornou-se significativa nas capturas dos pescadores artesanais, a espécie invasora Parapenaeopsis sculptilis (inicialmente confundida com Penaeus monodon), que agora se estabeleceu em águas próximas à costa.Texto do artigo · p. 60 A pesca artesanal é agora cientificamente mais conhecida e até mesmo em termos de importância socio-económica como resultado dos programas de desenvolvimento que foram implementados depois de 1992.Texto do artigo · p. 60 Um sistema estatístico para amostragem da pesca artesanal tem sido implementado a cerca de duas décadas, denominado Sistema Nacional de Amostragem da Pesca Artesanal (SNAPA). Este sistema assegura a captação de dados de produção (Captura e esforço), dados económicos (preço da primeira venda do pescado) e dados biológicos (frequência de tamanhos de espécies indicadoras).Texto do artigo · p. 60 Em contrapartida, tanto a frota industrial quanto a semiindustrial operam desde os anos 70, são bem conhecidas e todas as embarcações são obrigadas a fornecer os registos de captura e de esforço de pesca com periodicidade decenal. As embarcações industriais também fornecem diários de bordo com informações mais detalhadas, necessárias para a avaliação dos stocks e para os modelos bio-económicos. Contudo, subsiste a necessidade de se elevar a qualidade dos dados fornecidos.Texto do artigo · p. 60 As informações sobre as actividades da frota industrial na década de 60 são escassas e pouco fiáveis pois tiveram origem em frotas que operavam à revelia de qualquer controlo por parte das autoridades coloniais. Apenas a partir de 1976, com a declaração pelo Governo de Moçambique de uma Zona Económica Exclusiva (ZEE) de200 milhas náuticas e com a regulação da pesca realizada por frota estrangeira nas águas jurisdicionais do país, foi possível ter acesso a alguma informação dessa actividade.Texto do artigo · p. 60 1.2. Justificativa para o plano de gestãoTexto do artigo · p. 60 A implementação de planos de gestão das pescarias é a forma mais adequada de as gerir, para delas se extraírem os melhores benefícios económicos, sociais e ambientais tanto para os pescadores como para o país. Neles se descrevem os passos necessários para se alcançarem os objectivos traçados e devem abordar a maioria das questões urgentes enfrentadas pela pescaria.Texto do artigo · p. 60 Tendo em conta os desafios da pescaria de camarão de superfície do banco de Sofala, para o período de 2014-2018 foi desenvolvido um plano de gestão que visava resolver os problemas de sustentabilidade biológica e da rentabilidade socio-económica através da redução do esforço de pesca usando o sistema TAE, num quadro de respeito pelo ecossistema, e de reforço da capacidade institucional das instituições do sector para a monitorização, controlo e vigilância, (MCV).Texto do artigo · p. 60 Feita a avaliação da implementação do Plano de Gestão das Pescarias de Camarão do Banco de Sofala (PGC/BS) do período 2014-2018, constata-se que persistem os problemas que dificultam que a pescaria garanta níveis máximos benefícios. Foi, prestada atenção ao esforço de pesca excessivo sobre o recurso, ao desempenho não satisfatório do sistema MCS e à necessidade de melhorar o conhecimento sobre os principais aspectos biológicos e sócio-económicos para o fortalecimento das medidas de gestão com vista a melhorar o estado do stock.Texto do artigo · p. 60 Existem causas internas na gestão empresarial que agravam a situação actual e que, a não existirem, colocariam os armadores de camarão de superfície em melhor situação para enfrentar a crise. Nada podendo fazer em relação aos factores externos, restará à administração pesqueira agir sobre as causas internas que afectam mais negativamente a pescaria industrial, semiindustrial e artesanal.Texto do artigo · p. 60 Assim, duas principais pré-condições devem ser cumpridas no acto da elaboração do novo Plano de Gestão das Pescarias de Camarão de Superfície do Banco de Sofala (PGC/BS) para o período 2021-2025, nomeadamente: (1) a redução do esforço de pesca e (2) o fortalecimento do sistema MCS.Número ou marcador · p. 60 2. Processo de elaboração do plano de gestãoTexto do artigo · p. 60 O presente Plano de Gestão da Pescaria de Camarão de Superfície do Banco de Sofala elaborado pela Intellica em coordenação com o grupo técnico1 do MIMAIP, tem em conta o levantamento, a avaliação e as conclusões espelhadas no relatório de avaliação.Texto do artigo · p. 60 O processo de elaboração do plano de gestão para a pescaria foi o resultado de um processo participativo que teve em conta os princípios de previsibilidade, o envolvimento das partes interessadas (administração das pescas e operadores), a consideração contextual da precaução e da racionalidade e obedeceu às seguintes fases:Texto do artigo · p. 60 1
Desenvolvimento dos termos de referência
2
Realização de oficinas de auscultação dos intervenientes na pescaria
3
Realização da avaliação do PGP 2014-2018 com o levantamento dos problemas e sua priorização
4
Apresentação da avaliação da implementação do PGP 2014-2018 e das linhas orientadoras para o PGP 2021-2025
5
Produção do ante-projecto de PGP 2021-2025 e sua discussão com os intervenientes na pescaria
6
Ajuste e apresentação do projecto de PGP 2021-2025 e do respectivo Plano de Acção
1
Desenvolvimento dos termos de referência
2
Realização de oficinas de auscultação dos intervenientes na pescaria
3
Realização da avaliação do PGP 2014-2018 com o levantamento dos problemas e sua priorização
4
Apresentação da avaliação da implementação do PGP 2014-2018 e das linhas orientadoras para o PGP 2021-2025
5
Produção do ante-projecto de PGP 2021-2025 e sua discussão com os intervenientes na pescaria
6
Ajuste e apresentação do projecto de PGP 2021-2025 e do respectivo Plano de Acção
Texto do artigo · p. 60 1 ADNAP: Lucinda Mangue, Hadija Mussagy, Samuel Sitoe, Verusca Maceta, Arnaldo Bernardo; IIP: Nilza Dias, Rui Mutombene, Osvaldo Filipe, Silvia Abdula, Ceiça Chioze; INIP: Hassanate Bengo; DEPI: Isabel GuilazeTexto do artigo · p. 61 2.1. Âmbito do plano de gestão da pescaria De acordo com o processo de formulação do plano, envolvendo múltiplos actores, o quadro geral deste instrumento é resumidoTexto do artigo · p. 61 na tabela 1, a seguir:Texto do artigo · p. 61 Tabela 1. Âmbito do plano de gestão da pescariaTexto do artigo · p. 61 Categoria
Detalhes
Pescaria
Pescaria de Camarão de Superfície do Banco Sofala
Sectores de actividade por tipo de frota
• Industrial (embarcações> 20m de comprimento);
• Semi-Industrial (embarcações> 10 <20m de comprimento);
• Artesanal (embarcações <10m de comprimento.
Artes e métodos de pesca permitidos
• Arrasto de fundo industrial e semi-industrial (tamanho mínimo de malha de 55mm);
• Arrasto para praia (tamanho mínimo de malha de 38 mm).
Artes e métodos de pesca que não são permitidos, mas com impacto na implementação do Plano e impacto nos recursos
• Redes com malhagem não recomendada (chicocota, rede mosquiteira);
• Envenenamento por substâncias tóxicas (por exemplo, com plantas).
Principais espécies capturadas (família e espécies)
▪ Espécies Alvo:
-Camarão Penaeideos
▪ Penaeus indicus (Camarão branco);
▪ Metapenaeus monoceros (Camarão castanho);
▪ Penaeus japonicus (Camarão flor);
▪ Penaeus monodon (Camarão tigre gigante);
▪ Peneus semisulcatus, (Camarão tigre);
▪ Penaeus latisulcatus (Camarão marfil).
Camarão exótico Parapenaeopsis sculptilis (Camarão arco íris)
-Fauna acompanhante:
-Peixes
▪ Otolithes ruber (corvina);
▪ Pomadasys kaakan (peixe pedra);
▪ Johnius dussumieri (macujana);
▪ Outros peixes.
- Cefalópodes:
▪ Capturas acidentais:
▪ Tartarugas marinhas
▪ Caretta caretta (tartaruga cabeçuda);
▪ Chelonia mydas (tartaruga verde);
▪ E outras espécies protegidas capturadas pelas artes de pesca
Localização geográfica
Banco de Sofala: 16' Sul e 21' Sul, com superfície de cerca de 45 mil km2; batimétricas até 200m; 64% da plataforma continental de Moçambique
Áreas não incluídas, mas que podem ter impacto sobre os recursos
Delta do Zambeze, numerosos rios, canais e estuários em cujas margens abundam florestas de mangal
Objectivos a atingir e a priorizar
• Sustentabilidade - manutenção dos níveis de esforço de pesca em limites definidos para a pesca sustentável;
• Sócio-económico - maximizar os benefícios económicos para minimizar os impactos sociais negativos.
• Exequibilidade - assegurar a melhoria dos arranjos institucionais e da capacidade de gestão;
• Segurança alimentar – minimizar as perdas pós-captura e a manutenção do acesso ao recurso a um nível suficiente para garantir a sobrevivência de quem dele depende.
Categoria
Detalhes
Pescaria
Pescaria de Camarão de Superfície do Banco Sofala
Sectores de actividade por tipo de frota
• Industrial (embarcações> 20m de comprimento);
• Semi-Industrial (embarcações> 10 <20m de comprimento);
• Artesanal (embarcações <10m de comprimento.
Artes e métodos de pesca permitidos
• Arrasto de fundo industrial e semi-industrial (tamanho mínimo de malha de 55mm);
• Arrasto para praia (tamanho mínimo de malha de 38 mm).
Artes e métodos de pesca que não são permitidos, mas com impacto na implementação do Plano e impacto nos recursos
• Redes com malhagem não recomendada (chicocota, rede mosquiteira);
• Envenenamento por substâncias tóxicas (por exemplo, com plantas).
Principais espécies capturadas (família e espécies)
Banco de Sofala: 16' Sul e 21' Sul, com superfície de cerca de 45 mil km2; batimétricas até 200m; 64% da plataforma continental de Moçambique
Áreas não incluídas, mas que podem ter impacto sobre os recursos
Delta do Zambeze, numerosos rios, canais e estuários em cujas margens abundam florestas de mangal
Objectivos a atingir e a priorizar
• Sustentabilidade - manutenção dos níveis de esforço de pesca em limites definidos para a pesca sustentável;
• Sócio-económico - maximizar os benefícios económicos para minimizar os impactos sociais negativos.
• Exequibilidade - assegurar a melhoria dos arranjos institucionais e da capacidade de gestão;
• Segurança alimentar – minimizar as perdas pós-captura e a manutenção do acesso ao recurso a um nível suficiente para garantir a sobrevivência de quem dele depende.
Texto do artigo · p. 62 Principais instituições de implementação e partes interessadas
• Ministério do Mar Águas Interiores e Pescas -MIMAIP;
• ADNAP-IP (Central, provincial e distrital);
• IIP (Central, provincial);
• DNOP (Central, provincial, distrital);
• INIP (Central, provincial);
• IDEPA (Central, provincial e distrital);
• Governo Local (Provincial, distrito);
• Pescadores e proprietários de embarcações;
• Órgãos do sistema de gestão participativa (Comités de Co-Gestão e Conselhos Comunitários de Pesca);
• Associações de armadores e de pescadores.
Outras instituições e actores
• Ministério Transportes e Comunicação - MTC;
• Ministério da Terra e Ambiente – MTA;
• Ministério de Cultura e Turismo – MICULTUR;
• Ministério dos Recursos Minerais e Energia –MIREME;
• Ministério da Industria a Comercio – MIC:
• Ministério da Defesa - MDN;
• Ministério do Trabalho e Segurança Social - MITESS;
• Ministério do Interior - MINT;
• INAMAR/ADMAR;
• ARA Centro;
• Universidades e Instituições de Investigação;
• Organizações Não Governamentais - ONGs;
Período
Anos 2021 - 2025 (Com ajustes necessários de acordo com a dinâmica da pescaria)
Periodicidade de monitorização e avaliação
• Monitorização anual;
• Duas avaliações intermédias (no 2.º e 4.º ano de implementação);
• Avaliação fi nal após o período de implementação.
Principais instituições de implementação e partes interessadas
• Ministério do Mar Águas Interiores e Pescas -MIMAIP;
• ADNAP-IP (Central, provincial e distrital);
• IIP (Central, provincial);
• DNOP (Central, provincial, distrital);
• INIP (Central, provincial);
• IDEPA (Central, provincial e distrital);
• Governo Local (Provincial, distrito);
• Pescadores e proprietários de embarcações;
• Órgãos do sistema de gestão participativa (Comités de Co-Gestão e Conselhos Comunitários de Pesca);
• Associações de armadores e de pescadores.
Outras instituições e actores
• Ministério Transportes e Comunicação - MTC;
• Ministério da Terra e Ambiente – MTA;
• Ministério de Cultura e Turismo – MICULTUR;
• Ministério dos Recursos Minerais e Energia –MIREME;
• Ministério da Industria a Comercio – MIC:
• Ministério da Defesa - MDN;
• Ministério do Trabalho e Segurança Social - MITESS;
• Ministério do Interior - MINT;
• INAMAR/ADMAR;
• ARA Centro;
• Universidades e Instituições de Investigação;
• Organizações Não Governamentais - ONGs;
Período
Anos 2021 - 2025 (Com ajustes necessários de acordo com a dinâmica da pescaria)
Periodicidade de monitorização e avaliação
• Monitorização anual;
• Duas avaliações intermédias (no 2.º e 4.º ano de implementação);
• Avaliação fi nal após o período de implementação.
Texto do artigo · p. 62 ecossistemas), destacando os problemas e impactos que advêm da pesca, e de outras actividades.Texto do artigo · p. 62 O pilar do bem-estar socio-económico, considera as questões relacionadas com a componente social e económica da pescaria (p.ex. segurança alimentar, desenvolvimento económico, mercados, emprego, conflitos, etc.).Texto do artigo · p. 62 Para ajudar a determinar as questões a arrolar, um leque de componentes em forma de árvore que abrange cada um dos três pilares principais do EAF foi empregue, (Figura 1).Texto do artigo · p. 62 O pilar do bem-estar socio-económico, considera as questões relacionadas com a componente social e económica da pescaria (p.ex. segurança alimentar, desenvolvimento económico, mercados, emprego, confl itos, etc.).Texto do artigo · p. 62 O pilar da capacidade de alcançar, considera a as questões relacionadas com a componente de governança (p.ex. sistemas de gestão e institucionais), e os factores externos (p.ex. mudanças climáticas, poluição, variação de preços de combustíveis).Texto do artigo · p. 62 O pilar do bem-estar ecológico, considera as questões relacionadas com a dimensão ecológica da pescaria (p.ex. espécies alvo, fauna acompanhante, habitats, ecossistemas), destacando os problemas e impactos que advêm da pesca, e de outras actividades.Texto do artigo · p. 62 O pilar da capacidade de alcançar, considera a as questões relacionadas com a componente de governança (p.ex. sistemas de gestão e institucionais), e os factores externos (p.ex. mudanças climáticas, poluição, variação de preços de combustíveis).Texto do artigo · p. 62 ABORDAGEM ECOSSISTEMICA DAS PESCARIAS
Bem-estar Ecológico
Espécies alvo
Fauna acompanhante
Ecossistema
Bem-estar Socio Economico
Sector pesqueiro e comunidade local
Comunidade Nacional
Capacidade de Alcançar
Governação
Factores externos
Fonte textual acessível e tabelas
Texto do artigo, página 49: nente
Texto do artigo, página 49: Governoslocais,ONG
Texto do artigo, página 49: DIPOL,DEPI,
Texto do artigo, página 49: implementação
Texto do artigo, página 49: Relatóriosde
Texto do artigo, página 49: doPlano
Texto do artigo, página 49: de
Texto do artigo, página 49: ão
Texto do artigo, página 49: ad
Texto do artigo, página 49: (s
Texto do artigo, página 49: locais 2021
Texto do artigo, página 49: ADNAPIDEPA,IIP,Governos
Texto do artigo, página 49: Actas/Sínteses/
Texto do artigo, página 49: Relatórios
Texto do artigo, página 49: e
Texto do artigo, página 49: 14
Texto do artigo, página 49: p
Texto do artigo, página 49: d
Texto do artigo, página 49: c
Texto do artigo, página 49: t
Texto do artigo, página 49: s
Texto do artigo, página 49: (
Texto do artigo, página 49: 3.4.
Texto do artigo, página 50: Objectivos operacionais
Texto do artigo, página 50: bilidade IntervenientesPrazo
Texto do artigo, página 52: daADNAP ADNAPDNOP,IIP,DEPI2021e
Texto do artigo, página 52: Perma-
Texto do artigo, página 52: 2021e
Texto do artigo, página 52: Perma-
Texto do artigo, página 52: nente
Texto do artigo, página 52: Representaçõeslocais
Texto do artigo, página 52: doIIP IIPDPprovinciais
Texto do artigo, página 52: RelatórioAnual
Texto do artigo, página 52: Relatórioanual
Texto do artigo, página 52: IDEPA,IIP 2021e
Texto do artigo, página 52: Perma-
Texto do artigo, página 52: nente
Texto do artigo, página 52: nente
Texto do artigo, página 52: RelatórioDEPI DNOP,ADNAP,
Texto do artigo, página 52: doIIP
Texto do artigo, página 52: s
Texto do artigo, página 52: 17
Texto do artigo, página 53: Prazo
Intervenientes
Responsa-
bilidade
Meios de
Verificação
Pontos de
Referência
Indicador
Medidas de gestão
Objectivos operacionais
Texto do artigo, página 53: bilidade IntervenientesPrazo
Texto do artigo, página 53: 2022
Texto do artigo, página 53: estudos IIPADNAP,Entidadesde
Texto do artigo, página 58: ADNAP
Administração Nacional das Pescas
AMP
Áreas Marinhas Protegidas
BMT
Ferramenta Comparativa e de Rastreamento
SNAPA
Sistema Nacional de Amostragem da Pesca Artesanal
CCP
Conselho Comunitário de Pesca
CNAP
Comissão Nacional de Administração Pesqueira
DEPI
Direcção de Estudos, Planificação e Infra-estruturas
DNEPP
Direcção Nacional de Economia e Políticas Pesqueiras
DNFP
Direcção Nacional de Fiscalização da Pesca
DNOP
Direcção Nacional de Operações
EAF
Abordagem Ecossistémica às Pescas
FAD
Dispositivo de Concentração de Peixes
FFP
Fundo de Fomento Pesqueiro
IDEPA
Instituto para o Desenvolvimento da Pesca e Aquacultura
IIP
Instituto Nacional de Investigação Pesqueira
INIP
Instituto Nacional de Inspecção do Pescado
MIMAIP
Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas
PGP-PL
Plano de Gestão das Pescarias de Linha
REPMAR
Regulamento Geral da Pesca Marítima
GT
Grupo Técnico do Sector
TAE
Total Admissível de Esforço
ADNAP
Administração Nacional das Pescas
AMP
Áreas Marinhas Protegidas
BMT
Ferramenta Comparativa e de Rastreamento
SNAPA
Sistema Nacional de Amostragem da Pesca Artesanal
CCP
Conselho Comunitário de Pesca
CNAP
Comissão Nacional de Administração Pesqueira
DEPI
Direcção de Estudos, Planificação e Infra-estruturas
DNEPP
Direcção Nacional de Economia e Políticas Pesqueiras
DNFP
Direcção Nacional de Fiscalização da Pesca
DNOP
Direcção Nacional de Operações
EAF
Abordagem Ecossistémica às Pescas
FAD
Dispositivo de Concentração de Peixes
FFP
Fundo de Fomento Pesqueiro
IDEPA
Instituto para o Desenvolvimento da Pesca e Aquacultura
IIP
Instituto Nacional de Investigação Pesqueira
INIP
Instituto Nacional de Inspecção do Pescado
MIMAIP
Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas
PGP-PL
Plano de Gestão das Pescarias de Linha
REPMAR
Regulamento Geral da Pesca Marítima
GT
Grupo Técnico do Sector
TAE
Total Admissível de Esforço
Texto do artigo, página 58: Referências Bibliográficas
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Texto do artigo, página 58: of Mozambican linefishes. Instituto Nacional de Investigação
Texto do artigo, página 59: República de Moçambique _________________ MINISTÉRIO DO MAR, ÁGUAS INTERIORES E PESCAS
Texto do artigo, página 59: Pesqueira. Maputo.24 pp.
Texto do artigo, página 59: 19.Torres, R. G. A., (2008). Biology and Stock Assessment of
Robalo, Cheimerius nufar (VALENCIENNES, 1830) in Southern Mozambique. M.Sc. Thesis. Universidade APolitecnica. 64pp.
Número ou marcador, página 59: 20. Torres, R.G.A., van der Elst, R., Lichucha, I.D.L.T. &
Texto do artigo, página 59: Cuco, C.A. (2011). Relatório Interno de Investigação Pesqueira
Texto do artigo, página 59: n.º 1- The Industrial Trap Fishery in Southern Mozambique: Results of Experimental Phase 1997 – 1999. IIP, Maputo. 26pp.
Número ou marcador, página 59: 21. Van der Elst R.P., Lichucha, I.D.L.T., Torres, R.G.A & Fenessy, S. (2003). Linefi sh Resource: Annual Report for the year 2000. Instituto Nacional de Investigação Pesqueira. Maputo. Boletim de Divulgação n.º 3
Texto do artigo, página 59: PLANO DE GESTÃO DA PESCARIA DE CAMARÃO DE SUPERFÍCIE DO BANCO DE SOFALA ~ (PGP-CBS) – 2021-2025
Texto do artigo, página 59: Plano de Gestão da Pescaria de Camarão de Superfície do Banco de Sofala ~ (PGP-CBS) – 2021-2025
Texto do artigo, página 59: Preâmbulo
Texto do artigo, página 59: É elaborado o Plano de Gestão da Pescaria de Camarão de Superfície do Banco De Sofala para o período de 2021-2025, que se segue:
Texto do artigo, página 59: Considerando o artigo 15.º da Lei n.º 22/2013, de 10 de Novembro, - Lei das Pescas, conjugado com o artigo 8.º do Regulamento Geral da Pesca Marítima - REPMAR, aprovado pelo Decreto n.º 43/2003, de 10 de Dezembro, nos quais se estabelece que o Governo, com vista a gerir, numa base sustentável, adopta planos de gestão para as pescarias,
Texto do artigo, página 59: Maputo, Outubro 2020
Número ou marcador, página 59: 1. Introdução 1.1. Contribuição da pesca para a economia nacional
Texto do artigo, página 59: Observando, na elaboração do plano de gestão, os princípios da gestão responsável das pescarias e do modelo participativo, com o envolvimento da administração das pescas e dos principais grupos de interesses com vista a melhorar a governação participativa e a fortalecer o envolvimento dos armadores e pescadores na planifi cação, na tomada de decisão e na implementação das medidas de gestão da pescaria,
Texto do artigo, página 59: Moçambique é um país cuja actividade pesqueira tem um impacto social significativo, uma vez que contribui para a segurança alimentar, para o aumento do emprego e da renda e para a arrecadação de divisas através das exportações.
Texto do artigo, página 59: 1
Texto do artigo, página 59: O Plano Director das Pescas (PDP II), instrumento orientador a nível sectorial, identifi ca prioridades, estratégias e acções que
Texto do artigo, página 59: o Estado adopta para atingir os objectivos estabelecidos para
o sector das pescas a médio e longo prazo. Assim, a questão da segurança alimentar e da situação nutricional surge como prioridade, juntamente com a melhoria das condições de vida das comunidades pesqueiras artesanais e dos pequenos piscicultores.
Texto do artigo, página 59: Ciente da importância do sector das pescas para a economia nacional, para a segurança alimentar e para a melhoria das condições de vidas das comunidades,
Texto do artigo, página 59: Avaliando os resultados da implementação do Plano de Gestão da Pescaria de Camarão de Superfície do Banco de Sofala (20142018) que confi rmam a sua importância sócio-económica e que indicam a necessidade de melhorar a gestão desta importante pescaria,
Texto do artigo, página 59: Estima-se que o sector das pescas contribua com cerca de 2% do PIB (MIMAIP, 2018) e com uma produção global de cerca de 397,2 mil toneladas de produtos da pesca com origem na pesca marinha, nas águas interiores, incluindo a produção de aquacultura, com um valor de cerca de 26.635,6 mil milhões de Meticais, em 2018. As exportações de produtos pesqueiros em 2017 totalizaram 14.853 toneladas, o que rendeu ao país US$ 89.4 milhões, dos quais US$ 38.4 milhões (38,4%) vieram das
Texto do artigo, página 59: Desejando que a pescaria de camarão de superfície do banco de Sofala seja uma fonte importante de proteína animal, renda, emprego para os moçambicanos e de contribuição para o PIB da República de Moçambique,
Texto do artigo, página 60: exportações de camarão de superfície. O banco de Sofala é o principal pesqueiro para camarões de superfície em Moçambique e onde este plano de gestão será aplicado. Actualmente existem três frotas muito distintas explorando este recurso, a saber:
Texto do artigo, página 60: (i) Uma frota artesanal usando redes de tresmalho e de arrasto para a praia com ou sem embarcações a motor, ao longo de toda a costa, junto das praias, com o uso de pequenas embarcações com menos de 10 m de comprimento;
(ii) Uma frota semi-industrial, com embarcações usando redes de arrasto de fundo com alagem mecanizada que permite puxar a captura para bordo, entre 10 a 20 m de comprimento, operando principalmente a sul do Banco de Sofala, ao sul da Beira, a partir de uma (1) milha náutica da costa, conservando-a a gelo, e;
(iii) Uma frota industrial, com embarcações com rede de arrasto de fundo mecanicamente alada para bordo e com capacidade de congelamento de captura a bordo, com mais de 20 m de comprimento que operam em todo o Banco de Sofala a partir de três (3) milhas náuticas da costa. Estão incluídas neste grupo as embarcações semi-industriais congeladoras.
Texto do artigo, página 60: Os três sub-sectores da pesca exploram os stocks da principal espécie Penaeus indicus – camarão branco, e de Metapenaeus monoceros - camarão castanho e da espécie menos abundante Penaeus monodon – jumbo, que são as predominantes na zona próxima da costa. Os camarões Penaeus japonicus - tigre e Penaeus latisulcatus - marfil, são mais comuns em águas mais profundas e são capturadas predominantemente pela frota industrial.
Texto do artigo, página 60: Desde 2013, tornou-se significativa nas capturas dos pescadores artesanais, a espécie invasora Parapenaeopsis sculptilis (inicialmente confundida com Penaeus monodon), que agora se estabeleceu em águas próximas à costa.
Texto do artigo, página 60: A pesca artesanal é agora cientificamente mais conhecida e até mesmo em termos de importância socio-económica como resultado dos programas de desenvolvimento que foram implementados depois de 1992.
Texto do artigo, página 60: Um sistema estatístico para amostragem da pesca artesanal tem sido implementado a cerca de duas décadas, denominado Sistema Nacional de Amostragem da Pesca Artesanal (SNAPA). Este sistema assegura a captação de dados de produção (Captura e esforço), dados económicos (preço da primeira venda do pescado) e dados biológicos (frequência de tamanhos de espécies indicadoras).
Texto do artigo, página 60: Em contrapartida, tanto a frota industrial quanto a semiindustrial operam desde os anos 70, são bem conhecidas e todas as embarcações são obrigadas a fornecer os registos de captura e de esforço de pesca com periodicidade decenal. As embarcações industriais também fornecem diários de bordo com informações mais detalhadas, necessárias para a avaliação dos stocks e para os modelos bio-económicos. Contudo, subsiste a necessidade de se elevar a qualidade dos dados fornecidos.
Texto do artigo, página 60: As informações sobre as actividades da frota industrial na década de 60 são escassas e pouco fiáveis pois tiveram origem em frotas que operavam à revelia de qualquer controlo por parte das autoridades coloniais. Apenas a partir de 1976, com a declaração pelo Governo de Moçambique de uma Zona Económica Exclusiva (ZEE) de200 milhas náuticas e com a regulação da pesca realizada por frota estrangeira nas águas jurisdicionais do país, foi possível ter acesso a alguma informação dessa actividade.
Texto do artigo, página 60: 1.2. Justificativa para o plano de gestão
Texto do artigo, página 60: A implementação de planos de gestão das pescarias é a forma mais adequada de as gerir, para delas se extraírem os melhores benefícios económicos, sociais e ambientais tanto para os pescadores como para o país. Neles se descrevem os passos necessários para se alcançarem os objectivos traçados e devem abordar a maioria das questões urgentes enfrentadas pela pescaria.
Texto do artigo, página 60: Tendo em conta os desafios da pescaria de camarão de superfície do banco de Sofala, para o período de 2014-2018 foi desenvolvido um plano de gestão que visava resolver os problemas de sustentabilidade biológica e da rentabilidade socio-económica através da redução do esforço de pesca usando o sistema TAE, num quadro de respeito pelo ecossistema, e de reforço da capacidade institucional das instituições do sector para a monitorização, controlo e vigilância, (MCV).
Texto do artigo, página 60: Feita a avaliação da implementação do Plano de Gestão das Pescarias de Camarão do Banco de Sofala (PGC/BS) do período 2014-2018, constata-se que persistem os problemas que dificultam que a pescaria garanta níveis máximos benefícios. Foi, prestada atenção ao esforço de pesca excessivo sobre o recurso, ao desempenho não satisfatório do sistema MCS e à necessidade de melhorar o conhecimento sobre os principais aspectos biológicos e sócio-económicos para o fortalecimento das medidas de gestão com vista a melhorar o estado do stock.
Texto do artigo, página 60: Existem causas internas na gestão empresarial que agravam a situação actual e que, a não existirem, colocariam os armadores de camarão de superfície em melhor situação para enfrentar a crise. Nada podendo fazer em relação aos factores externos, restará à administração pesqueira agir sobre as causas internas que afectam mais negativamente a pescaria industrial, semiindustrial e artesanal.
Texto do artigo, página 60: Assim, duas principais pré-condições devem ser cumpridas no acto da elaboração do novo Plano de Gestão das Pescarias de Camarão de Superfície do Banco de Sofala (PGC/BS) para o período 2021-2025, nomeadamente: (1) a redução do esforço de pesca e (2) o fortalecimento do sistema MCS.
Número ou marcador, página 60: 2. Processo de elaboração do plano de gestão
Texto do artigo, página 60: O presente Plano de Gestão da Pescaria de Camarão de Superfície do Banco de Sofala elaborado pela Intellica em coordenação com o grupo técnico1 do MIMAIP, tem em conta o levantamento, a avaliação e as conclusões espelhadas no relatório de avaliação.
Texto do artigo, página 60: O processo de elaboração do plano de gestão para a pescaria foi o resultado de um processo participativo que teve em conta os princípios de previsibilidade, o envolvimento das partes interessadas (administração das pescas e operadores), a consideração contextual da precaução e da racionalidade e obedeceu às seguintes fases:
Texto do artigo, página 60: 1
Desenvolvimento dos termos de referência
2
Realização de oficinas de auscultação dos intervenientes na pescaria
3
Realização da avaliação do PGP 2014-2018 com o levantamento dos problemas e sua priorização
4
Apresentação da avaliação da implementação do PGP 2014-2018 e das linhas orientadoras para o PGP 2021-2025
5
Produção do ante-projecto de PGP 2021-2025 e sua discussão com os intervenientes na pescaria
6
Ajuste e apresentação do projecto de PGP 2021-2025 e do respectivo Plano de Acção
1
Desenvolvimento dos termos de referência
2
Realização de oficinas de auscultação dos intervenientes na pescaria
3
Realização da avaliação do PGP 2014-2018 com o levantamento dos problemas e sua priorização
4
Apresentação da avaliação da implementação do PGP 2014-2018 e das linhas orientadoras para o PGP 2021-2025
5
Produção do ante-projecto de PGP 2021-2025 e sua discussão com os intervenientes na pescaria
6
Ajuste e apresentação do projecto de PGP 2021-2025 e do respectivo Plano de Acção
Texto do artigo, página 61: 2.1. Âmbito do plano de gestão da pescaria De acordo com o processo de formulação do plano, envolvendo múltiplos actores, o quadro geral deste instrumento é resumido
Texto do artigo, página 61: na tabela 1, a seguir:
Texto do artigo, página 61: Tabela 1. Âmbito do plano de gestão da pescaria
Texto do artigo, página 61: Categoria
Detalhes
Pescaria
Pescaria de Camarão de Superfície do Banco Sofala
Sectores de actividade por tipo de frota
• Industrial (embarcações> 20m de comprimento);
• Semi-Industrial (embarcações> 10 <20m de comprimento);
• Artesanal (embarcações <10m de comprimento.
Artes e métodos de pesca permitidos
• Arrasto de fundo industrial e semi-industrial (tamanho mínimo de malha de 55mm);
• Arrasto para praia (tamanho mínimo de malha de 38 mm).
Artes e métodos de pesca que não são permitidos, mas com impacto na implementação do Plano e impacto nos recursos
• Redes com malhagem não recomendada (chicocota, rede mosquiteira);
• Envenenamento por substâncias tóxicas (por exemplo, com plantas).
Principais espécies capturadas (família e espécies)
▪ Espécies Alvo:
-Camarão Penaeideos
▪ Penaeus indicus (Camarão branco);
▪ Metapenaeus monoceros (Camarão castanho);
▪ Penaeus japonicus (Camarão flor);
▪ Penaeus monodon (Camarão tigre gigante);
▪ Peneus semisulcatus, (Camarão tigre);
▪ Penaeus latisulcatus (Camarão marfil).
Camarão exótico Parapenaeopsis sculptilis (Camarão arco íris)
-Fauna acompanhante:
-Peixes
▪ Otolithes ruber (corvina);
▪ Pomadasys kaakan (peixe pedra);
▪ Johnius dussumieri (macujana);
▪ Outros peixes.
- Cefalópodes:
▪ Capturas acidentais:
▪ Tartarugas marinhas
▪ Caretta caretta (tartaruga cabeçuda);
▪ Chelonia mydas (tartaruga verde);
▪ E outras espécies protegidas capturadas pelas artes de pesca
Localização geográfica
Banco de Sofala: 16' Sul e 21' Sul, com superfície de cerca de 45 mil km2; batimétricas até 200m; 64% da plataforma continental de Moçambique
Áreas não incluídas, mas que podem ter impacto sobre os recursos
Delta do Zambeze, numerosos rios, canais e estuários em cujas margens abundam florestas de mangal
Objectivos a atingir e a priorizar
• Sustentabilidade - manutenção dos níveis de esforço de pesca em limites definidos para a pesca sustentável;
• Sócio-económico - maximizar os benefícios económicos para minimizar os impactos sociais negativos.
• Exequibilidade - assegurar a melhoria dos arranjos institucionais e da capacidade de gestão;
• Segurança alimentar – minimizar as perdas pós-captura e a manutenção do acesso ao recurso a um nível suficiente para garantir a sobrevivência de quem dele depende.
Categoria
Detalhes
Pescaria
Pescaria de Camarão de Superfície do Banco Sofala
Sectores de actividade por tipo de frota
• Industrial (embarcações> 20m de comprimento);
• Semi-Industrial (embarcações> 10 <20m de comprimento);
• Artesanal (embarcações <10m de comprimento.
Artes e métodos de pesca permitidos
• Arrasto de fundo industrial e semi-industrial (tamanho mínimo de malha de 55mm);
• Arrasto para praia (tamanho mínimo de malha de 38 mm).
Artes e métodos de pesca que não são permitidos, mas com impacto na implementação do Plano e impacto nos recursos
• Redes com malhagem não recomendada (chicocota, rede mosquiteira);
• Envenenamento por substâncias tóxicas (por exemplo, com plantas).
Principais espécies capturadas (família e espécies)
Banco de Sofala: 16' Sul e 21' Sul, com superfície de cerca de 45 mil km2; batimétricas até 200m; 64% da plataforma continental de Moçambique
Áreas não incluídas, mas que podem ter impacto sobre os recursos
Delta do Zambeze, numerosos rios, canais e estuários em cujas margens abundam florestas de mangal
Objectivos a atingir e a priorizar
• Sustentabilidade - manutenção dos níveis de esforço de pesca em limites definidos para a pesca sustentável;
• Sócio-económico - maximizar os benefícios económicos para minimizar os impactos sociais negativos.
• Exequibilidade - assegurar a melhoria dos arranjos institucionais e da capacidade de gestão;
• Segurança alimentar – minimizar as perdas pós-captura e a manutenção do acesso ao recurso a um nível suficiente para garantir a sobrevivência de quem dele depende.
Texto do artigo, página 62: Principais instituições de implementação e partes interessadas
• Ministério do Mar Águas Interiores e Pescas -MIMAIP;
• ADNAP-IP (Central, provincial e distrital);
• IIP (Central, provincial);
• DNOP (Central, provincial, distrital);
• INIP (Central, provincial);
• IDEPA (Central, provincial e distrital);
• Governo Local (Provincial, distrito);
• Pescadores e proprietários de embarcações;
• Órgãos do sistema de gestão participativa (Comités de Co-Gestão e Conselhos Comunitários de Pesca);
• Associações de armadores e de pescadores.
Outras instituições e actores
• Ministério Transportes e Comunicação - MTC;
• Ministério da Terra e Ambiente – MTA;
• Ministério de Cultura e Turismo – MICULTUR;
• Ministério dos Recursos Minerais e Energia –MIREME;
• Ministério da Industria a Comercio – MIC:
• Ministério da Defesa - MDN;
• Ministério do Trabalho e Segurança Social - MITESS;
• Ministério do Interior - MINT;
• INAMAR/ADMAR;
• ARA Centro;
• Universidades e Instituições de Investigação;
• Organizações Não Governamentais - ONGs;
Período
Anos 2021 - 2025 (Com ajustes necessários de acordo com a dinâmica da pescaria)
Periodicidade de monitorização e avaliação
• Monitorização anual;
• Duas avaliações intermédias (no 2.º e 4.º ano de implementação);
• Avaliação fi nal após o período de implementação.
Principais instituições de implementação e partes interessadas
• Ministério do Mar Águas Interiores e Pescas -MIMAIP;
• ADNAP-IP (Central, provincial e distrital);
• IIP (Central, provincial);
• DNOP (Central, provincial, distrital);
• INIP (Central, provincial);
• IDEPA (Central, provincial e distrital);
• Governo Local (Provincial, distrito);
• Pescadores e proprietários de embarcações;
• Órgãos do sistema de gestão participativa (Comités de Co-Gestão e Conselhos Comunitários de Pesca);
• Associações de armadores e de pescadores.
Outras instituições e actores
• Ministério Transportes e Comunicação - MTC;
• Ministério da Terra e Ambiente – MTA;
• Ministério de Cultura e Turismo – MICULTUR;
• Ministério dos Recursos Minerais e Energia –MIREME;
• Ministério da Industria a Comercio – MIC:
• Ministério da Defesa - MDN;
• Ministério do Trabalho e Segurança Social - MITESS;
• Ministério do Interior - MINT;
• INAMAR/ADMAR;
• ARA Centro;
• Universidades e Instituições de Investigação;
• Organizações Não Governamentais - ONGs;
Período
Anos 2021 - 2025 (Com ajustes necessários de acordo com a dinâmica da pescaria)
Periodicidade de monitorização e avaliação
• Monitorização anual;
• Duas avaliações intermédias (no 2.º e 4.º ano de implementação);
• Avaliação fi nal após o período de implementação.
Texto do artigo, página 62: ecossistemas), destacando os problemas e impactos que advêm da pesca, e de outras actividades.
Texto do artigo, página 62: O pilar do bem-estar socio-económico, considera as questões relacionadas com a componente social e económica da pescaria (p.ex. segurança alimentar, desenvolvimento económico, mercados, emprego, conflitos, etc.).
Texto do artigo, página 62: Para ajudar a determinar as questões a arrolar, um leque de componentes em forma de árvore que abrange cada um dos três pilares principais do EAF foi empregue, (Figura 1).
Texto do artigo, página 62: O pilar do bem-estar socio-económico, considera as questões relacionadas com a componente social e económica da pescaria (p.ex. segurança alimentar, desenvolvimento económico, mercados, emprego, confl itos, etc.).
Texto do artigo, página 62: O pilar da capacidade de alcançar, considera a as questões relacionadas com a componente de governança (p.ex. sistemas de gestão e institucionais), e os factores externos (p.ex. mudanças climáticas, poluição, variação de preços de combustíveis).
Texto do artigo, página 62: O pilar do bem-estar ecológico, considera as questões relacionadas com a dimensão ecológica da pescaria (p.ex. espécies alvo, fauna acompanhante, habitats, ecossistemas), destacando os problemas e impactos que advêm da pesca, e de outras actividades.
Texto do artigo, página 62: O pilar da capacidade de alcançar, considera a as questões relacionadas com a componente de governança (p.ex. sistemas de gestão e institucionais), e os factores externos (p.ex. mudanças climáticas, poluição, variação de preços de combustíveis).
Texto do artigo, página 62: ABORDAGEM ECOSSISTEMICA DAS PESCARIAS
Bem-estar Ecológico
Espécies alvo
Fauna acompanhante
Ecossistema
Bem-estar Socio Economico
Sector pesqueiro e comunidade local
Comunidade Nacional
Capacidade de Alcançar
Governação
Factores externos