I SÉRIE — n.º 199
BOLETIM DA REPÚBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
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Edição I Série n.º 199/2024
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| Prevalência das PerdasIndicadorespós-Colheita | 30% (FAO,Metas2022) < 10% | |
|---|---|---|
| Prevalência da Insegurança Alimentar Crónica | Situação24% (SETSAN,Actual 2014) | Alcance 2030 < 14% |
| PrevalênciaPrevalência dasde DesnutriçãoPerdas pós-ColheitaCrónica nas crianças dos 0-5 anos de idade | 30%37%(FAO,(IDS 2023)2022) | <<30%10% |
| Prevalência da Insegurança Alimentar Crónica Prevalência de Desnutrição Aguda nas crianças dos 0-5 anos de idade | 24% (SETSAN, 3,8% (IDS,2014)2023) | <<2.5%14% |
| Prevalência de Desnutrição Crónica nas crianças dos 0-5 anos de idade Prevalência da Anemia em mulheres em idade reprodutiva | 52%37%(IDS,(IDS 2023)2023) | <25%<30% |
| Prevalência de Desnutrição Aguda nas crianças dos 0-5 anos de idade Prevalência do Sobrepeso nas crianças | 3,8%3% (IOF,(IDS,2020)2023) | <2.5%<2.5% |
| Prevalência da Anemia em mulheres em idade reprodutiva Orçamento | 52% (IDS, 2023) | <25% |
| Prevalênciaimplementaçãodo daSobrepesoPESAN dependenas criançasdo OE e de | recursos3% (IOF,externos2020)de | parceiros<2.5% |
| nessa estimativa. Sectores | Proposta de orçamento |
|---|---|
| Estimativa de investimento dos sectores • Agricultura e pequenos produtores | 16.303.091.621,00 |
| • Saúde e nutrição | Proposta de 19.572.000.000,00 |
| Sectores• Terra, Ambiente e Desenvolvimento. Rural | orçamento 930.091.450,00 |
| •• Agricultura Educação e Desenvolvimentoe pequenos produtoresHumano | 16.303.091.621,0020.500.000.000,00 |
| •• Saúde Indústriae nutriçãoe Comércio | 19.572.000.000,0032.447.725,00 |
| •• Terra, Género,AmbienteCriança ee AcçãoDesenvolvimento.Social Rural | 2.212.324.233,00930.091.450,00 |
| •• Educação Pescas e aquaculturaAquaculturae Desenvolvimento Humano | 20.500.000.000,001.327.184.000,00 |
| •• Indústria Obras Públicase Comércio | 485.580.216.444,0032.447.725,00 |
| •• Género, JuventudeCriançae Desportoe Acção Social | 2.212.324.233,00115.462.400,00 |
| •• Pescas Coordenaçãoe aquacultura | 1.327.184.000,001.300.000.000,00 |
| TOTAL• (MZN) | 535.220.726.423,00485.580.216.444,00 |
Fonte textual acessível e tabelas
- Texto do artigo, página 14: as várias dimensões da SAN. Para além dos sectores do Governo, participam ainda no CONSAN representantes da sociedade civil, do sector privado e da academia. As principais competências incluem: i) Aconselhar o Governo na coordenação interministerial para a SAN; ii) Propôr legislação, políticas, estratégias, programas e acções para a SAN; iii) Assegurar a planificação, orçamentação, mobilização de recursos, monitoria e avaliação para a SAN; iv) Garantir a disseminação de informação sobre SAN no país; entre outras. Ao nível nacional, estão já criadas estruturas similares (COPSAN) em todas as províncias e Cidade de Maputo. Actualmente o Governo está a avançar com a criação de CODSANs nos distritos, a fim de promover uma maior coordenação e diálogo político para a SAN a nível descentralizado. O Secretariado Técnico de Segurança Alimentar e Nutricional (SETSAN) foi constituído em 1998 para coordenar a implementação da ESAN I e monitorar a situação de insegurança alimentar e vulnerabilidade no país. No entanto, a sua institucionalização ocorreu apenas em 2010 . Em 2012 e 2013 o SETSAN foi reformulado como órgão de coordenação técnica tutelado pelo Ministro que superintende a área de Agricultura tendo adquirido personalidade jurídica e autonomia administrativa. Representantes de outros Ministérios com responsabilidades na promoção da SAN colaboram regularmente com o SETSAN, juntamente com a sociedade civil, sector privado e parceiros de desenvolvimento que actuam no país. As principais actividades do SETSAN incluem: i) Coordenar as actividades dos diferentes sectores no âmbito da SAN; ii) Coordenar a elaboração de planos de SAN; iii) Propor legislação, políticas e programas na área da SAN; iv) Produzir estudos e diagnósticos e coordenar a monitoria, informação e avaliação da SAN; v) Promover a advocacia, sensibilização e capacitação dos diferentes actores na área da SAN. No âmbito da PESAN é fundamental avançar com o reforço da institucionalização da SAN no país, tanto a nível central como descentralizado. Para isso é necessário assumir o CONSAN como órgão de coordenação e supervisão política e como espaço privilegiado para a promoção do diálogo, geração de consensos e prestação de contas entre o Governo e os diferentes actores. É também fundamental fortalecer o papel do SETSAN como órgão de coordenação e supervisão de nível técnico através de recursos (humanos, financeiros, materiais) adequados para exercer o seu mandato. Isso deve incluir, inter alia, dotar o SETSAN de autonomia financeira e vinculá-lo institucionalmente ao Gabinete do Primeiro-Ministro a fim de tornar a arquitectura institucional para a SAN coerente com a criação e funcionamento do CONSAN. A nível distrital será difícil conseguir criar ou manter funcionais SETSAN-D pois isso implicará recursos significativos difíceis de suportar e justificar incluindo salários e custos operacionais. No entanto será essencial garantir que em cada Distrito (ou se possível até nos Postos Administrativos e Localidades) exista pelo menos um funcionário que apoia a análise da situação e a formulação
- Texto do artigo, página 14: de planos locais de SAN (SETSAN D). Estas pessoas podem ser funcionários já existentes a nível local que vão receber formação específica na área da SAN e assumem as funções de Ponto Focal do SETSAN a nível local.
- Texto do artigo, página 14: A estratégia inclui os seguintes vectores de operacionalização: 4.1. Vector 1 - Operacionalização através dos Instrumentos
- Texto do artigo, página 14: de Planificação Estratégica Distrital e Provincial:
- Texto do artigo, página 14: Este deve ser o mecanismo privilegiado para a operacionalização da PESAN. No âmbito do processo de descentralização os distritos foram constituídos como “unidades orçamentais” e são considerados a unidade básica do sistema de planificação do Estado, relacionando-se de forma estreita na estrutura do poder executivo nacional com o nível superior (Governos Provinciais) e inferior (Postos Administrativos, Localidades e Povoações). A integração de acções de SAN nos planos e orçamentos das províncias e distritos será um passo fundamental para reforçar o processo de descentralização, garantir a implementação da PESAN a nível local, designadamente através dos Planos Estratégicos de Desenvolvimento Provincial e Distrital (PEDP e PEDD, respectivamente) os quais têm um horizonte quinquenal e dos Planos Económicos Sociais e Orçamentais das Províncias e Distritos (PESOP e PESOD, respectivamente) os quais têm um horizonte anual. Deste modo, pretende-se avançar com a planificação de acções estratégicas de curto e médio prazo a nível local, bem como assegurar progressivamente recursos financeiros para as intervenções prioritárias junto dos beneficiários a cada ano. Para isso propõe-se integrar a SAN no processo de planificação e finanças descentralizado como parte do sistema de planificação e gestão da PESAN.
- Texto do artigo, página 14: 4.2. Vector 2 - Operacionalização através dos Instrumentos Sectoriais dos Ministérios:
- Texto do artigo, página 14: Alcançar a SAN é uma responsabilidade colectiva e os diferentes Ministérios envolvidos têm responsabilidades na implementação da PESAN em função das suas áreas de competência e mandatos específicos. Deste modo, é importante que a SAN seja claramente incluída como prioridade nas políticas, estratégicas, programas e planos de cada Ministério. Em termos operacionais, cada Ministério deve incorporar as prioridades definidas na Visão Estratégica da PESAN por forma a materializar em acções concretas as suas responsabilidades para alcançar a SAN.
- Texto do artigo, página 14: 4.3. Vector 3 - Operacionalização através de Projectos e Acções da Sociedade Civil:
- Texto do artigo, página 14: A sociedade civil dispõe de significativas competências em diferentes áreas relacionadas com a SAN e possui uma forte capacidade de intervenção territorial desempenhando um papel fundamental no apoio directo às comunidades. No seu conjunto, a sociedade civil dispõe de recursos importantes em termos humanos, físicos, técnicos e financeiros. Os seus projectos no terreno derivam, na maior parte dos casos, da mobilização e captação de financiamentos internacionais bem como de outras fontes. É por isso fundamental garantir uma maior convergência e alinhamento das acções da sociedade civil com a PESAN. Isso pode ser alcançado através da inclusão de acções prioritárias identificadas na Visão Estratégica nos seus projectos e focando as suas intervenções nas áreas geográficas e comunidades mais vulneráveis. Pode também ser alcançado através de
- Texto do artigo, página 14: 1 Decreto nº 69/2017 de 6 de Dezembro (Criação do CONSAN) 2 Decreto nº 24/2010 de 14 de Julho (Criação do SETSAN) 3 Resolução Nº 7/2012 de 17 de Maio (Estatuto Orgânico do SETSAN) e Diploma Ministerial Nº 136/2013 de 20 de Setembro (Regulamento Interno do SETSAN)
- Texto do artigo, página 15: parcerias e acordos de cooperação com os Governos Distritais, Provinciais e Ministérios para a implementação conjunta e coordenada de actividades no marco da PESAN numa lógica de complementaridade e utilização mais eficiente dos recursos disponíveis no país.
- Texto do artigo, página 15: 4.4. Vector 4 - Operacionalização através de Programas e Acções das Nações Unidas e dos Parceiros de Desenvolvimento:
- Texto do artigo, página 15: As Nações Unidas, União Europeia e outras instituições de cooperação bilateral e multilateral são parceiros fundamentais do Governo no apoio ao desenvolvimento do País. Para além da sua importante contribuição financeira, estes parceiros aportam assistência técnica específica em diferentes áreas relacionadas com a SAN, contribuindo para a construção de capacidades e competências a nível nacional. É por isso desejável alcançar uma maior convergência e alinhamento dos programas e acções destes actores com as prioridades e objectivos nacionais. Para tal, convidam-se estes actores a adoptar a PESAN como marco de referência para a definição dos seus programas no país bem como das suas demais acções de cooperação de apoio ao Governo de Moçambique. Pretende-se deste modo diminuir o risco de dispersão territorial de acções e aumentar a complementaridade e sinergia com o Governo na utilização dos meios e recursos colocados à disposição do país.
- Texto do artigo, página 15: 4.5. Vector 5 - Sinergias e Parcerias com o Sector Privado: O sector privado desempenha um papel fundamental para o
- Texto do artigo, página 15: desenvolvimento económico do país, gerando oportunidades de emprego e geração de renda para as comunidades e criando novas oportunidades através de modelos mais inclusivos de negócio e de investimento. Sempre que possível devem ser fomentadas sinergias com o sector privado, em particular a nível local e priorizando o envolvimento da população como actores e parceiros activos, procurando assim direccionar os seus investimentos para áreas prioritárias que contribuam para a SAN em cada território.
- Número ou marcador, página 15: 5. Monitoria e Avaliação da Política
- Texto do artigo, página 15: A M&A da PESAN visa colectar, analisar e sistematizar informação relevante para aferir o estado da sua implementação de forma contínua (monitoria) e o alcance dos seus objectivos e metas (avaliação).
- Texto do artigo, página 15: 5.1. Níveis de Análise e Colecta de Informação O processo de M&A proposto para a PESAN contempla três
- Texto do artigo, página 15: níveis de análise e colecta de informação:
- Texto do artigo, página 15: • Nível 1 (Performance) - Inputs, processos e actividades: exercício centrado no seguimento operacional e monitoria da performance da PESAN ao longo do tempo, em particular no que se refere aos inputs, actividades-chave, processos e mecanismos de gestão. Este nível foca também os principais aspectos que se relacionam com a criação de um “ambiente favorável” para promover a SAN no país. Este nível inclui visitas de monitoria regulares do SETSAN-C às Províncias e do SETSAN-P aos distritos para apoiar a elaboração dos planos locais de SAN e acompanhar a sua implementação a nível local. • Nível 2 (Resultados intermédios sectoriais) – Linhas estratégicas sectoriais: exercício centrado no seguimento das realizações e contribuições sectoriais através da implementação das prioridades estratégicas da PESAN que se relacionam com diferentes dimensões e aspectos da SAN e que, no seu conjunto, contribuirão para alcançar os objectivos e metas nacionais definidos pela PESAN. • Nível 3 (Impacto) - Objectivos e metas da PESAN: exercício centrado na medição do impacto da PESAN na luta contra a fome e promoção da SAN através do cumprimento das metas estabelecidas.
- Texto do artigo, página 16: 5.2. Indicadores de Monitoria
- Parágrafo, página 16: 3820 I SÉRIE — NÚMERO 199
- Texto do artigo, página 16: Indicadores Metas Situação Actual Alcance 2030
- Texto do artigo, página 16: 5.2. Indicadores de Monitoria
- Texto do artigo, página 16: Prevalência das PerdasIndicadorespós-Colheita
30% (FAO,Metas2022) < 10%
Prevalência da Insegurança Alimentar Crónica
Situação24% (SETSAN,Actual 2014)
Alcance 2030 < 14%
PrevalênciaPrevalência dasde DesnutriçãoPerdas pós-ColheitaCrónica nas crianças dos 0-5 anos de idade
30%37%(FAO,(IDS 2023)2022)
<<30%10%
Prevalência da Insegurança Alimentar Crónica Prevalência de Desnutrição Aguda nas crianças dos 0-5 anos de idade
24% (SETSAN, 3,8% (IDS,2014)2023)
<<2.5%14%
Prevalência de Desnutrição Crónica nas crianças dos 0-5 anos de idade Prevalência da Anemia em mulheres em idade reprodutiva
52%37%(IDS,(IDS 2023)2023)
<25%<30%
Prevalência de Desnutrição Aguda nas crianças dos 0-5 anos de idade Prevalência do Sobrepeso nas crianças
3,8%3% (IOF,(IDS,2020)2023)
<2.5%<2.5%
Prevalência da Anemia em mulheres em idade reprodutiva Orçamento
52% (IDS, 2023)
<25%
Prevalênciaimplementaçãodo daSobrepesoPESAN dependenas criançasdo OE e de
recursos3% (IOF,externos2020)de
parceiros<2.5%
Prevalência das PerdasIndicadorespós-Colheita 30% (FAO,Metas2022) < 10% Prevalência da Insegurança Alimentar Crónica Situação24% (SETSAN,Actual 2014) Alcance 2030 < 14% PrevalênciaPrevalência dasde DesnutriçãoPerdas pós-ColheitaCrónica nas crianças dos 0-5 anos de idade 30%37%(FAO,(IDS 2023)2022) <<30%10% Prevalência da Insegurança Alimentar Crónica Prevalência de Desnutrição Aguda nas crianças dos 0-5 anos de idade 24% (SETSAN, 3,8% (IDS,2014)2023) <<2.5%14% Prevalência de Desnutrição Crónica nas crianças dos 0-5 anos de idade Prevalência da Anemia em mulheres em idade reprodutiva 52%37%(IDS,(IDS 2023)2023) <25%<30% Prevalência de Desnutrição Aguda nas crianças dos 0-5 anos de idade Prevalência do Sobrepeso nas crianças 3,8%3% (IOF,(IDS,2020)2023) <2.5%<2.5% Prevalência da Anemia em mulheres em idade reprodutiva Orçamento 52% (IDS, 2023) <25% Prevalênciaimplementaçãodo daSobrepesoPESAN dependenas criançasdo OE e de recursos3% (IOF,externos2020)de parceiros<2.5% - Texto do artigo, página 16: Indicadores
- Texto do artigo, página 16: Metas Situação Actual
- Número ou marcador, página 16: 6. A e doadores que serão canalizados para os Sectores, como por exemplo por via dos diferentes programas sectoriais. O quadro seguinte resume os custos globais com base nessa estimativa. Estimativa de investimento dos sectores
- Número ou marcador, página 16: 6. Orçamento A implementação da PESAN depende do OE e de recursos externos de parceiros e doadores que serão canalizados para os Sectores,
- Número ou marcador, página 16: 6. Orçamento A implementação da PESAN depende do OE e de recursos externos de parceiros e doadores que serão canalizados para os Sectores, como por exemplo por via dos diferentes programas sectoriais. O quadro seguinte resume os custos globais com base E
- Texto do artigo, página 16: como por exemplo por via dos diferentes programas sectoriais. O quadro seguinte resume os custos globais com base nessa estimativa. Estimativa de investimento dos sectores
- Texto do artigo, página 16: nessa estimativa. Sectores
Proposta de orçamento
Estimativa de investimento dos sectores
• Agricultura e pequenos produtores
16.303.091.621,00
• Saúde e nutrição
Proposta de
19.572.000.000,00
Sectores• Terra, Ambiente e Desenvolvimento. Rural
orçamento 930.091.450,00
•• Agricultura Educação e Desenvolvimentoe pequenos produtoresHumano
16.303.091.621,0020.500.000.000,00
•• Saúde Indústriae nutriçãoe Comércio
19.572.000.000,0032.447.725,00
•• Terra, Género,AmbienteCriança ee AcçãoDesenvolvimento.Social Rural
2.212.324.233,00930.091.450,00
•• Educação Pescas e aquaculturaAquaculturae Desenvolvimento Humano
20.500.000.000,001.327.184.000,00
•• Indústria Obras Públicase Comércio
485.580.216.444,0032.447.725,00
•• Género, JuventudeCriançae Desportoe Acção Social
2.212.324.233,00115.462.400,00
•• Pescas Coordenaçãoe aquacultura
1.327.184.000,001.300.000.000,00
TOTAL• (MZN)
535.220.726.423,00485.580.216.444,00
nessa estimativa. Sectores Proposta de orçamento Estimativa de investimento dos sectores • Agricultura e pequenos produtores 16.303.091.621,00 • Saúde e nutrição Proposta de 19.572.000.000,00 Sectores• Terra, Ambiente e Desenvolvimento. Rural orçamento 930.091.450,00 •• Agricultura Educação e Desenvolvimentoe pequenos produtoresHumano 16.303.091.621,0020.500.000.000,00 •• Saúde Indústriae nutriçãoe Comércio 19.572.000.000,0032.447.725,00 •• Terra, Género,AmbienteCriança ee AcçãoDesenvolvimento.Social Rural 2.212.324.233,00930.091.450,00 •• Educação Pescas e aquaculturaAquaculturae Desenvolvimento Humano 20.500.000.000,001.327.184.000,00 •• Indústria Obras Públicase Comércio 485.580.216.444,0032.447.725,00 •• Género, JuventudeCriançae Desportoe Acção Social 2.212.324.233,00115.462.400,00 •• Pescas Coordenaçãoe aquacultura 1.327.184.000,001.300.000.000,00 TOTAL• (MZN) 535.220.726.423,00485.580.216.444,00 - Texto do artigo, página 16: Obras Públicas
- Texto do artigo, página 16: • Juventude e Desporto 115.462.400,00 • Coordenação 1.300.000.000,00
- Texto do artigo, página 16: Acrónimos e Abreviaturas APIEX Agência de Promoção para o Investimento e
- Texto do artigo, página 16: TOTAL (MZN) 535.220.726.423,00
- Texto do artigo, página 16: CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa DEPROS Departamento de Promoção da Saúde do MISAU DHAA Direito Humano à Alimentação Adequada DNCE Direcção Nacional de Comércio Externo DNCI Direcção Nacional de Comércio Interno DNI Direcção Nacional da Indústria DVDHAA Directrizes Voluntárias em apoio à realização
- Texto do artigo, página 16: 35
- Texto do artigo, página 16: Exportação BPA Boas Práticas Agrícolas BPF Boas Práticas de Fabrico CAADP Programa Integrado para o Desenvolvimento da
- Texto do artigo, página 16: Agricultura em África CIN2 Segunda Conferência Internacional sobre Nutrição CODSAN Conselho Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional CONSAN Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional COPSAN Conselho Provincial de Segurança Alimentar e Nutricional
- Texto do artigo, página 16: progressiva do Direito Humano à Alimentação Adequada
- Texto do artigo, página 16: 35
- Texto do artigo, página 16: DVGT Directrizes Voluntárias sobre a Governança Responsável da Terra, dos Recursos Pesqueiros e Florestais
- Texto do artigo, página 16: END Estratégica Nacional de Desenvolvimento ESAN Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional FAO Organização das Nações Unidas para a Alimen-
- Texto do artigo, página 16: tação e a Agricultura
- Texto do artigo, página 17: GNT Metas Globais de Nutrição IDH Índice de Desenvolvimento Humano IDPEA Instituto para o Desenvolvimento das Pescas
- Texto do artigo, página 17: e Aquacultura INAE Inspecção Nacional de Actividades Económicas ICM Instituto de Cereais de Moçambique INGD Instituto Nacional de Gestão de Desastres INIP Instituto Nacional de Inspecção das Pescas INNOQ Instituto Nacional de Normalização e Qualidade M&A Monitoria & Avaliação MADER Ministério de Agricultura e Desenvolvi-
- Texto do artigo, página 17: mento Rural MGCAS Ministério de Género, Criança e Acção Social MIC Ministério da Indústria e Comércio MIMAIP Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas MINEDH Ministério de Educação e Desenvolvimento
- Texto do artigo, página 17: Humano MISAU Ministério da Saúde MICTES Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino
- Texto do artigo, página 17: Superior MOPHRH Ministério das Obras Públicas, Habitação
- Texto do artigo, página 17: e Recursos Hídricos ODM Objectivos de Desenvolvimento do Milénio ODS Objectivos de Desenvolvimento Sustentável OGM Organismos Geneticamente Modificados ONG Organização Não-Governamental ONU Organização das Nações Unidas PMA Programa Alimentar Mundial
- Texto do artigo, página 17: PAMRDC Plano de Acção Multissectorial para a Redução
- Texto do artigo, página 17: da Desnutrição Crónica PEDD Planos Estratégicos de Desenvolvimento Distrital PEDP Planos Estratégicos de Desenvolvimento
- Texto do artigo, página 17: Provincial PES Programa Económico e Social PESAN Política de Segurança Alimentar e Nutricional
- Texto do artigo, página 17: e Estratégia da Sua Implementação
- Texto do artigo, página 17: PESOD Plano Económico Social e Orçamental do Distrito PESOP Plano Económico Social e Orçamental
- Texto do artigo, página 17: da Província PIB Produto Interno Bruto PIDESC Pacto Internacional dos Direitos Económicos,
- Texto do artigo, página 17: Sociais e Culturais PLSAN-D Plano SAN Distrital PLSAN-P Plano SAN Provincial PPE Pesca em Pequena Escala PQG Programa Quinquenal do Governo PRONAE Programa Nacional de Alimentação Escolar RAI Princípios de Investimento Responsável
- Texto do artigo, página 17: na Agricultura RDH Relatório de Desenvolvimento Humano SAN Segurança Alimentar e Nutricional SEJE Secretaria do Estado para Juventude e Emprego SETSAN Secretariado Técnico de Segurança Alimentar
- Texto do artigo, página 17: e Nutricional SUN Scaling Up Nutrition UNICEF Fundo das Nações Unidas para a Infância USAID Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional
- Parágrafo, página 18: Preço — 90,00 MT
- Parágrafo, página 18: IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E.P.
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