Resolução n.º 53/2022

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Número ou marcador · p. 24 b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil);
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
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a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 e) emissão de comunicados de imprensa;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
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a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
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a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
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a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
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a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
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a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
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a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência);
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
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a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
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a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
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a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
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a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
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a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
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a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género;
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais;
Instituição: MOPHRH/DNGRH
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a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
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a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Número ou marcador · p. 24 d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Instituição: MOPHRH/DNGRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
Instituição: MOPHRH/DNAAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
Instituição: MPHRH
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Texto do artigo · p. 25 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (49)
Texto do artigo · p. 25 Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso;
Instituição: MOPHRH/ANE
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco;
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida;
Instituição: MOPHRH/ANE
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato;
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes;
Instituição: MOPHRH/ANE
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual;
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas;
Instituição: MOPHRH/ANE
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE;
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas;
Instituição: MOPHRH/ANE
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
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a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas;
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
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a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central;
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
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a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023;
Instituição: MOPHRH/ANE
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária;
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios;
Instituição: MOPHRH/ANE
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
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a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada;
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres;
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.
Instituição: MOPHRH/ANE
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
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a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária;
Instituição: MOPHRH/ANE
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres;
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
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a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia;
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
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a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Número ou marcador · p. 25 d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Instituição: MOPHRH/ANE
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a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MIREME/ENERGIA
ProntidãoRespostaRecuperação
a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
Texto do artigo · p. 26 Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres;
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo;
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
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a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES);
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
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a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos;
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo;
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
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a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes;
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
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a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções;
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
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a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
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a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta;
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
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a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo;
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
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a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais;
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação;
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
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a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
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a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento;
Instituição: MIREME/INAM
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a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas;
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Número ou marcador · p. 26 d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Instituição: MIREME/INAM
ProntidãoRespostaRecuperação
a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
Instituição: MICULTUR
ProntidãoRespostaRecuperação
a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
Instituição: SED
ProntidãoRespostaRecuperação
a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
Texto do artigo · p. 26 Em relação a iniciativa piloto de estabelecimento de um Sistema de Aviso Prévio à seca ligado a Acções Antecipadas, o Governo conta um apoio financeiros do Programa Mundial para Alimentação, no valor de 46.6 milhões de MZN (Quarenta e Seis Milhões e Seiscentos Mil Meticais), para a implementação dos Planos Distritais de Acções Antecipadas dos distritos piloto de Chibuto e Guijá, na província de Gaza, Marara e Changara, na província de Tete, bem como nos distritos de Caia e Chemba, na província de Sofala. Importa realçar que 68% do fundo disponível será destinado à programas de Protecção Social e 42% destina-se a actividades de promoção da segurança alimentar e nutricional.
Número ou marcador · p. 27 6. BENS DISPONÍVEIS E NECESSÁRIOS
Texto do artigo · p. 27 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (51)
Texto do artigo · p. 27 6.1. Operações de Busca e Salvamento
Número ou marcador · p. 27 6. Bens Disponíveis E Necessários 6.1. Operações de Busca e Salvamento As operações de busca e salvamento serão realizadas e coordenadas pela Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC)
Texto do artigo · p. 27 As operações de busca e salvamento serão realizadas e coordenadas pela Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) para salvaguardar a vida das populações e segurança das infraestruturas afectadas. A UNAPROC a nível central e nas Delegações provinciais tem disponíveis 76 barcos para as operações de busca e salvamento -Ver tabela 8
Texto do artigo · p. 27 para salvaguardar a vida das populações e segurança das infra-estruturas afectadas. A UNAPROC a nível central e nas Delegações provinciais tem disponíveis 76 barcos para as operações de busca e salvamento -Ver tabela 8
Texto do artigo · p. 27 Tabela 8: Operações de Busca e Salvamento
Texto do artigo · p. 27 Resumo - Meios de busca e salvamento PROVÍNCIA Barcos Motores Barcos Pontes Móveis Camiões cisterna Camiões Tratores Total Total 76 99 8 2 5 100 290
Texto do artigo · p. 27 6.2. Assistência alimentar As necessidades para assistência alimentar (cerais, feijões,
Texto do artigo · p. 27 6.2. Assistência alimentar
Texto do artigo · p. 27 óleo, sal e açúcar) descritas no presente plano consideram três contextos:
Texto do artigo · p. 27 As necessidades para assistência alimentar (cerais, feijões, óleo, sal e açúcar) descritas no presente plano consideram três contextos:
Número ou marcador · p. 27 a) assistência Alimentar a pessoas actualmente identificadas pelo SETAN como estando em situação de insegurança alimentar;
Número ou marcador · p. 27 b) assistência alimentar a possíveis afectados pelas intempéries descritas no Cenário II do presente Plano de Contigência; e
Número ou marcador · p. 27 c) assistência alimentar aos deslocados de guerra gerados pela instabilidade na zona norte do País.
Texto do artigo · p. 27 O último relatório do SETSAN indica que cerca de 511 mil pessoas se encontram em situação de insegurança alimentar até Novembro de 2022. A estimativa de necessidades alimentares,
Texto do artigo · p. 27 O último relatório do SETSAN indica que cerca de 511 mil pessoas se encontram em situação de insegurança alimentar até Novembro de 2022. A estimativa de necessidades alimentares, cereais, feiões, óleo alimentar, açúcar e sal, 42.178 toneladas para um período de 6 meses.
Texto do artigo · p. 27 Tabela 9: Assistência alimentar Para fazer face ao défice identificado, o Fundo de Gestão de Calamidades, FGC, iniciou o processo de aquisição de cerca de 2.600 toneladas de produtos diversos, conforme a tabela 10 Tabela 10: Aquisicoes em curso
Texto do artigo · p. 27 Resumo - Assistência alimentar Pessoas por assistir Risco Insan deslocados Total 295 166 511 244 1 122 440 1 928 850 Produtos Quantidade em Toneladas Total necessário (Ton) Disponível Aquisições em curso Défice Cereais 8 855 30 675 67 346 106 876 36 068 2 000 (70 808) Feijão Manteiga 1 771 6 135 13 469 21 375 7 008 200 (14 368) Óleo alimentar 664 2 301 5 051 8 016 2 696 200 (5 320) Açúcar 708 2 454 - 3 162 216 200 (2 946) Sal 177 613 - 791 28 20 (763) Total 12 176 42 178 85 867 140 220 46 016 - (94 204)
Texto do artigo · p. 27 cereais, feijões, óleo alimentar, açúcar e sal, 42.178 toneladas para um período de 6 meses.
Texto do artigo · p. 27 Foram igualmente projectadas cerca de 300 mil pessoas que poderão necessitar de assistência alimentar caso se confirme o Cenário II do presente Plano de Contingência. A estimativa alimentar é de cerca de 12 mil toneladas de produtos alimentares.
Número ou marcador · p. 27 a) Assistência Alimentar a pessoas actualmente identificadas pelo SETAN como estando em situação de insegurança alimentar;
Número ou marcador · p. 27 b) Assistência alimentar a possíveis afectados pelas intempéries descritas no Cenário II do presente Plano de Contigência;
Número ou marcador · p. 27 c) Assistência alimentar aos deslocados de guerra gerados pela instabilidade na zona norte do País.
Texto do artigo · p. 27 Finalmente, foi considerada a prevalecente situação dos actuais 1.122.440 deslocados de guerra e que mesmo com os sinais de melhoria do cenário no teatro operacional norte, os mesmos poderão necessitar de assistência alimentar por pelo menos 6 meses. Assim foram estimadas cerca de 85 mil toneladas de produtos alimentares.
Texto do artigo · p. 27 Finalmente, foi considerada a prevalecente situação dos actuais 1.122.440 deslocados de guerra e que mesmo com os sinais de melhoria do cenário no teatro operacional norte, os mesmos poderão necessitar de assistência alimentar por pelo menos 6 meses. Assim foram estimadas cerca de 85 mil toneladas de produtos alimentares.
Texto do artigo · p. 27 O total de produtos alimentares necessários é de cerca de 140 mil toneladas e até o início do mês de Outubro, a Equipa Humanitária Nacional reportava uma disponibilidade de cerca de 46 mil toneladas de produtos alimentares. Ver Tabela 9.
Texto do artigo · p. 27 O total de produtos alimentares necessários é de cerca de 140 mil toneladas e até o início do mês de Outubro, a Equipa Humanitária Nacional reportava uma disponibilidade de cerca de 46 mil toneladas de produtos alimentares. Ver Tabela 9.
Texto do artigo · p. 27 Foram igualmente projectadas cerca de 300 mil pessoas que poderão necessitar de assistência alimentar caso se confirme o Cenário II do presente Plano de Contingência. A estimativa alimentar é de cerca de 12 mil toneladas de produtos alimentares.
Texto do artigo · p. 27 53
Texto do artigo · p. 28 Para fazer face ao défice identificado, o Fundo de Gestão de Calamidades, FGC, iniciou o processo de aquisição de cerca de 2.600 toneladas de produtos diversos, conforme a tabela 10 Tabela 10: Aquisicoes em curso
Texto do artigo · p. 28 Para fazer face ao défice identificado, o Fundo de Gestão de Calamidades, FGC, iniciou o processo de aquisição de cerca de 2.600 toneladas de produtos diversos, conforme a tabela 10
Texto do artigo · p. 28 Tabela 10: Aquisições em curso
Texto do artigo · p. 28 Tabela 10: Aquisições em curso Resumo - Aquisições em curso ( em toneladas) Item Quantidades Valor estimado Feijão Manteiga 200 22 000 000 Óleo Vegetal (1l=900grs) 180 21 600 000 Sal de Cozinha 20 300 000 Açúcar Castanho 200 16 000 000 Arroz 1 000 60 000 000 Milho 1 000 60 000 000 Total 2 600 179 900 000
ItemQuantidadesValor estimado
Feijão Manteiga20022 000 000
Óleo Vegetal (1l=900grs)18021 600 000
Sal de Cozinha20300 000
Açúcar Castanho20016 000 000
Arroz1 00060 000 000
Milho1 00060 000 000
Total2 600179 900 000
Texto do artigo · p. 28 de abrigos seguros. Contudo, a coordenação com o sector de educação é de extrema importância para evitar a paralisação das aulas.
Texto do artigo · p. 28 6.3. Abrigo
Texto do artigo · p. 28 6.3. Abrigo
Texto do artigo · p. 28 Os principais materiais usados no sector do abrigo são as tendas, lonas e kit de ferramentas para instalação das tendas/ lonas. Outro recurso para o abrigo temporário são as salas de aulas localizadas em zonas seguras e que devem ser identificadas com antecedência como lugares de abrigos seguros. Contudo, a coordenação com o sector de educação é de extrema importância para evitar a paralisação das aulas.
Texto do artigo · p. 28 As estimativas de necessidades para o período em análise foram calculadas para cerca de 32 mil famílias, entre os que poderão ficar afectados pelos eventos do Cenário II e eventuais deslocados que ainda possam necessitar desse apoio. A componente de abrigo regista um défice de cerca de 3 mil tendas multiuso, 4 mil kits de ferramenta, 9 lonas familiares, entre outros - Ver tabela 11
Texto do artigo · p. 28 As estimativas de necessidades para o período em análise foram calculadas para cerca de 32 mil famílias, entre os que poderão ficar afectados pelos eventos do Cenário II e eventuais deslocados que ainda possam necessitar desse apoio. A componente de abrigo regista um défice de cerca de 3 mil tendas multiuso, 4 mil kits de ferramenta, 9 lonas familiares, entre outros - Ver tabela 11
Texto do artigo · p. 28 Os principais materiais usados no sector do abrigo são as tendas, lonas e kit de ferramentas para instalação das tendas/lonas. Outro recurso para o abrigo temporário são as salas de aulas localizadas em zonas seguras e que devem ser identificadas com antecedência como lugares
Texto do artigo · p. 28 54
Texto do artigo · p. 28 Tabela 11: Tabela de abrigo Para colmatar o défice identificado, o FGC esta em processo de aquisição dos materiais abaixo arrolados Tabela 12: Aquisicoes em pipeline
Texto do artigo · p. 28 Tabela 11: Tabela de abrigo Resumo - Abrigo (32222 familias) Item Total necessario Disponível Aquisições em curso Défice Tendas Comunitarias 242 359 55 Tendas Multi Uso 3 222 15 - (3 207) Tendas Familiares 4 833 3 148 4 000 - Kits de Abrigo 9 667 6 115 4 000 - Kits de Ferramenta 17 722 10 568 3 000 (4 154) Lonas Familiares 4x6m 35 444 10 510 50 000 - Lonas Familiares 7x12m 403 661 - - Lonas Comunitárias 12x50 m 81 72 - (9) Rolos Plastico 1x50 m 115 999 139 030 4 000 -
ItemTotal necessarioDisponívelAquisições em cursoDéfice
Tendas Comunitarias24235955
Tendas Multi Uso3 22215-(3 207)
Tendas Familiares4 8333 1484 000-
Kits de Abrigo9 6676 1154 000-
Kits de Ferramenta17 72210 5683 000(4 154)
Lonas Familiares 4x6m35 44410 51050 000-
Lonas Familiares 7x12m403661--
Lonas Comunitárias 12x50 m8172-(9)
Rolos Plastico 1x50 m115 999139 0304 000-
Texto do artigo · p. 28 Tabela 12: Aquisições em pipeline
Texto do artigo · p. 28 Tabela 12: Aquisições em pipeline Resumo - Aquisições em pipeline Item Quantidades Valor estimado Tendas Familiares 4 000 200 000 000 Kits de Abrigo e Acomodacao 4 000 11 400 000 Rolos plásticos (1x50m) 4 000 14 560 000 Kits de Ferramentas 3 000 5 400 000 Lonas de 4x6m 50 000 50 000 000 Tendas Comunitárias 55 6 050 000 Total 287 410 000
ItemQuantidadesValor estimado
Tendas Familiares4 000200 000 000
Kits de Abrigo e Acomodacao4 00011 400 000
Rolos plásticos (1x50m)4 00014 560 000
Kits de Ferramentas3 0005 400 000
Lonas de 4x6m50 00050 000 000
Tendas Comunitárias556 050 000
Total287 410 000
Texto do artigo · p. 28 6.4. Água e Saneamento
Texto do artigo · p. 28 De acordo com as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2022/23, o sector de Abastecimento de Água e Saneamento, prevê assistir cerca de 74 mil familias necessitadas, em centros de acomodação temporária e ou de trânsito provendo condições básicas de acesso água em quantidade e qualidade necessária e serviços de saneamento básico (latrinas/sanitários - lajes plásticas) e outros materiais indicados na tabela n˚ 13
Texto do artigo · p. 29 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (53)
Texto do artigo · p. 29 6.4. Água e Saneamento
Texto do artigo · p. 29 De acordo com as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2022/23, o sector de Abastecimento de Água e Saneamento, prevê assistir cerca de 74 mil famílias necessitadas, em centros de acomodação temporária e ou de trânsito provendo condições básicas de acesso água em quantidade e qualidade necessária e serviços de saneamento básico (latrinas/sanitários - lajes plásticas) e outros materiais indicados na tabela n.˚ 13.
Texto do artigo · p. 29 Tabela 13: Água e saneamento
Texto do artigo · p. 29 Tabela 13: Agua e saneamento Para colmatar o défice identificado, o FGC esta em processo de aquisição dos materiais abaixo arrolados Tabela 14: Aquisições em pipeline de água e saneamento
Texto do artigo · p. 29 Tabela 13: Água e saneamento Resumo - Água e Saneamento (74548 famílias) Item Quantidades em unidades Total necessário Disponível Aquisições em curso Défice Tanques Flexiveis 5000l 750 31 1 546 - Tanques Flexiveis 500 l 167 21 - (146) Tanques Rigidos 8 20 - - Estacao de Tratamento de Agua (ETA) 22 - - (22) Kits de Teste Rapido 110 131 - - Baldes Plasticos 41 687 25 980 30 000 - Jerricans 83 374 6 648 40 000 (36 726) Certeza (Frascos 150ml) 41 687 150 262 - - Certeza (caixas) - - - - Cloro em pacotes/kg 41 687 4 371 242 077 - Lajes 8 215 187 464 1 200 - Kit de Latrina 8 215 - - (8 215) Rolos Plastico 2x12 m 9 858 2 893 - (6 965) Rolos Plastico 4x50 m 39 433 - - (39 433) Sabao 131 049 128 - (130 921) Detergente em Po (Pacotes) 99 299 - - - Pás 8 215 37 600 - - Enxadas 8 215 143 - (8 072) Catanas 9 858 806 - (9 052)
ItemQuantidades em unidades
Total necessárioDisponívelAquisições em cursoDéfice
Tanques Flexiveis 5000l750311 546-
Tanques Flexiveis 500 l16721-(146)
Tanques Rigidos820--
Estacao de Tratamento de Agua (ETA)22--(22)
Kits de Teste Rapido110131--
Baldes Plasticos41 68725 98030 000-
Jerricans83 3746 64840 000(36 726)
Certeza (Frascos 150ml)41 687150 262--
Certeza (caixas)----
Cloro em pacotes/kg41 6874 371242 077-
Lajes8 215187 4641 200-
Kit de Latrina8 215--(8 215)
Rolos Plastico 2x12 m9 8582 893-(6 965)
Rolos Plastico 4x50 m39 433--(39 433)
Sabao131 049128-(130 921)
Detergente em Po (Pacotes)99 299---
Pás8 21537 600--
Enxadas8 215143-(8 072)
Catanas9 858806-(9 052)
Texto do artigo · p. 29 Tabela 14: Aquisições em pipeline de água e saneamento Resumo - Aquisições em pipeline Item Quantidades Valor estimado Tanques Flexíveis 5000 l 1 546 120 000 Lajes Plásticas 1 200 2 100 000 Jerricans 20 Litros 40 000 4 000 000 Cloro em pacotes/kg 242 077 4 841 540 Baldes Plásticos 10 000 2 000 000 Aquisição de Acessorios para a Reparação de Furos de 2 500 000
ItemQuantidadesValor estimado
Tanques Flexíveis 5000 l1 546120 000
Lajes Plásticas1 2002 100 000
Jerricans 20 Litros40 0004 000 000
Cloro em pacotes/kg242 0774 841 540
Baldes Plásticos10 0002 000 000
Aquisição de Acessorios para a Reparação de Furos de2 500 000
Texto do artigo · p. 29 6.5. Utensílios Domésticos Na componente de utensílios domésticos para apoio às famílias mais necessitadas e alojadas nos Centros de acomodação,
Texto do artigo · p. 29 6.5. Utensílios Domésticos
Texto do artigo · p. 29 foram arroladas as necessidades e disponibilidades tendo sido registados défices nas componentes de redes mosquiteiras, mantas, kits de dignidade, e outros, conforme a tabela 15.
Texto do artigo · p. 29 Na componente de utensílios domésticos para apoio às famílias mais necessitadas e alojadas nos Centros de acomodação, foram arroladas as necessidades e disponibilidades tendo sido registados défices nas componentes de redes mosquiteiras, mantas, kits de dignidade, e outros, conforme a tabela 15
Texto do artigo · p. 29 56
Texto do artigo · p. 30 Tabela 15: Utensílios domésticos Para colmatar o défice identificado, o FGC esta em processo de aquisição dos materiais abaixo arrolados Tabela 16: tabela resumo de bens de protecção e dignidade 6.6. Educação Em caso de cheias e ciclones, o sector da Educação é afectado pela destruição de salas de aula privando os alunos de continuar com o curso normal das aulas. Dada a tipologia das salas de aula (material convencional, misto, local), o sector da educação apresenta algumas fragilidades para lidar com eventos de cheias, ciclones e ventos. Por forma a garantir a continuidade das aulas em zonas afectadas por estes eventos, normalmente são necessárias, tendas escola, material para os alunos, professores e equipamentos escolar. O Sector planificou assistir pelo menos 1 milhão de crianças em idade escolar. Segundo a tabela abaixo, há uma disponibilidade significativa de tendas escola e kits dos alunos, mas por outro lado observa-se um défice em kits de professor, kit escolar, quadros portátil e lonas para cobertura. Tabela 17: Sector de Educação
Texto do artigo · p. 30 Resumo - Utensílios domésticos (32222 familias) Item Quantidades em unidades Total necessário Disponivel Aquisições em curso Défice Kits de Cozinha 32 222 11 145 - (21 077) Kits de Higiene 32 222 8 056 - (24 166) Pasta Dentifrica 3 222 1 872 - (1 350) Kits de dignidade 19 333 6 595 2 500 (10 238) Kit famíliar 25 778 1 155 - (24 623) Mantas 38 666 12 438 5 000 (21 228) Esteiras 38 666 13 557 - (25 109) Colchoes 3 222 299 - (2 923) Redes Mosquiteiras 96 666 - - (96 666) Roupa em sacos 2 578 2 291 - (287) Copos Plasticos 6 444 6 873 - - Pratos Plasticos 6 444 1 996 - (4 448) Panelas Comunitarias 129 33 - (96) Bacias Plasticas 81 313 - -
Texto do artigo · p. 30 Tabela 16: Tabela resumo de bens de protecção e dignidade 6.7. Apoio Psico-social Tabela 17: Sector de Educação
Texto do artigo · p. 30 Resumo - Aquisições em pipeline Item Quantidades Valor estimado Mantas 5000 7 500 000 Kits de Dignidade 2500 3 750 000
Texto do artigo · p. 30 6.6. Educação
Texto do artigo · p. 30 necessárias, tendas escola, material para os alunos, professores e equipamentos escolar.
Texto do artigo · p. 30 Em caso de cheias e ciclones, o sector da Educação é afectado pela destruição de salas de aula privando os alunos de continuar com o curso normal das aulas. Dada a tipologia das salas de aula (material convencional, misto, local), o sector da educação apresenta algumas fragilidades para lidar com eventos de cheias, ciclones e ventos. Por forma a garantir a continuidade das aulas em zonas afectadas por estes eventos, normalmente são
Texto do artigo · p. 30 O Sector planificou assistir pelo menos 1 milhão de crianças em idade escolar. Segundo a tabela abaixo, há uma disponibilidade significativa de tendas escola e kits dos alunos, mas por outro lado observa-se um défice em kits de professor, kit escolar, quadros portátil e lonas para cobertura.
Texto do artigo · p. 30 Resumo - Educação (1656964 alunos) Item Quantidades em unidades Total necessário Disponivel Aquisições em curso Défice Tendas Escola 7 788 42 - (7 746) Kit de Alunos 1 259 293 20 510 - (1 238 783) Kit de Professores 24 854 176 - (24 678) Kit Escola 21 541 154 - (21 387) Kit de Desenvolvimento da 1a Infancia 99 100 - - Quadros Portatil 5 799 176 - (5 623) Lona 5x60 m 1 574 28 - (1 546) Lona p Cobertura 8 451 1 244 - (7 207)
Texto do artigo · p. 30 57
Texto do artigo · p. 30 6.7. Apoio Psico-Social
Texto do artigo · p. 30 O Sector da Mulher género Criança e Acção Socia planificou prestar assistência psicossocial a cerca de 940 mil crianças que possam ser afectadas pelas intempéries prevista na presente época chuvosa bem como ao nível das famílias deslocadas que estejam em centros de acomodação ou Bairros de Reassentamento.
Texto do artigo · p. 30 Assim, foi identificada uma necessidade de cerca de mil Kits de recreação, dos quais mais de metades estão disponíveis e sob gestão dos parceiros de cooperação.
Texto do artigo · p. 30 Tabela 18: Apoio Psico social
Texto do artigo · p. 31 6.7. Apoio Psico-Social
Texto do artigo · p. 31 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (55)
Texto do artigo · p. 31 O Sector da Mulher género Criança e Acção Socia planificou prestar assistência psicossocial a cerca de 940 mil crianças que possam ser afectadas pelas intempéries prevista na presente época chuvosa bem como ao nível das famílias deslocadas que estejam em centros de acomodação ou Bairros de Reassentamento.
Texto do artigo · p. 31 O Sector da Mulher Género Criança e Acção Social planificou prestar assistência psicossocial a cerca de 940 mil crianças que possam ser afectadas pelas intempéries prevista na presente época chuvosa bem como ao nível das famílias deslocadas que estejam em centros de acomodação ou Bairros de Reassentamento.
Texto do artigo · p. 31 Assim, foi identificada uma necessidade de cerca de mil Kits de recreação, dos quais mais de metades estão disponíveis e sob gestão dos parceiros de cooperação.
Texto do artigo · p. 31 Assim, foi identificada uma necessidade de cerca de mil Kits de recreação, dos quais mais de metades estão disponíveis e sob gestão dos parceiros de cooperação.
Texto do artigo · p. 31 Tabela 18: Apoio Psico social 6.8. Agricultura O MADER, estima em cerca de 570 mil toneladas de semente diversa necessária para colmatar eventuais perdas de culturas devido a ocorrência de seca, cheias e ciclones Ver tabela 19. Tabela 19: Agricultura Tabela 18. Apoio psico-social Para colmatar parte do défice identificado, o FGC está em processo de aquisição de diversos insumos agrícolas, conforme a tabela 20. Tabela 20: Aquisicao em pipeline de insumos agricolas
Texto do artigo · p. 31 6.8. Agricultura O MADER, estima em cerca de 570 mil toneladas de semente diversa necessária para colmatar eventuais perdas de culturas devido
Texto do artigo · p. 31 a ocorrência de seca, cheias e ciclones. Ver tabela 19.
Texto do artigo · p. 31 Tabela 19: Agricultura
Texto do artigo · p. 31 58
Texto do artigo · p. 31 Para colmatar parte do défice identificado, o FGC está em processo de aquisição de diversos insumos agrícolas, conforme a tabela 20.
Texto do artigo · p. 31 Para colmatar parte do défice identificado, o FGC está em processo de aquisição de diversos insumos agrícolas, conforme a tabela 20.
Texto do artigo · p. 31 Tabela 20: Aquisição em pipeline de insumos agrícolas
Texto do artigo · p. 31 Tabela 20: Aquisicao em pipeline de insumos agricolas
Texto do artigo · p. 31 6.9. Materiais Necessários e disponíveis no Sector da Saúde
Texto do artigo · p. 31 A tabela abaixo apresenta os materiais necessários para fazer face a resposta no sector da saúde, nas componentes de Material e equipamento médico, suplementos alimentares e despesas com pessoal. Os materiais de saúde destinam-se a provisão de serviços de saúde aos afectados pelas ameaças identificadas neste plano.
Texto do artigo · p. 31 6.9. Materiais Necessários e disponíveis no Sector da Saúde
Texto do artigo · p. 32 6.10. Recursos Humanos
Texto do artigo · p. 32 O sistema de Gestão e Redução do Risco de Desastres no País conta com uma estrutura Desde o nível de base até ao nível central e que pode ser mobilizada, com a seguinte estrutura:
Texto do artigo · p. 32 6.9. Materiais Necessários e disponíveis no Sector da Saúde A tabela abaixo apresenta os materiais necessários para fazer
Texto do artigo · p. 32 a. O CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais. b. O CTGD é dirigido pelo Presidente do INGC e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD. c. A Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) é o órgão interventivo do CENOE em operações de emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária. d. O CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta à desastres. e. A Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial. f. Ao nível das comunidades mais vulneráveis existem em prontidão Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres que dinamizam as actividades de prontidão, resposta e recuperação junto da comunidade.
Texto do artigo · p. 32 emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária;
Número ou marcador · p. 32 d) o CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta à desastres;
Número ou marcador · p. 32 e) a Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial;
Número ou marcador · p. 32 f) ao nível das comunidades mais vulneráveis existem em prontidão Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres que dinamizam as actividades de prontidão, resposta e recuperação junto da comunidade.
Texto do artigo · p. 32 face a resposta no sector da saúde, nas componentes de Material e equipamento médico, suplementos alimentares e despesas com pessoal. Os materiais de saúde destinam-se a provisão de serviços de saúde aos afectados pelas ameaças identificadas neste plano.
Texto do artigo · p. 32 6.10. Recursos Humanos
Texto do artigo · p. 32 O sistema de Gestão e Redução do Risco de Desastres no País conta com uma estrutura
Texto do artigo · p. 32 Desde o nível de base até ao nível central e que pode ser mobilizada, com a seguinte estrutura:
Número ou marcador · p. 32 a) o CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais;
Número ou marcador · p. 32 b) o CTGD é dirigido pelo Presidente do INGC e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD;
Número ou marcador · p. 32 c) a Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) é o órgão interventivo do CENOE em operações de
Texto do artigo · p. 32 A tabela 22 apresenta o número de membros de cada órgão acima descrito
Texto do artigo · p. 32 A tabela 22 apresenta o número de membros de cada órgão acima descrito
Texto do artigo · p. 32 Tabela 21: Recursos Humanos disponíveis em caso de emergência
Texto do artigo · p. 32 Local CCGC CTGC COE Regiões do INGD UNAPROC (incluindo Desdobramento por Regiões Equipa Humanitária Nacional Total Nível central 17 14 28 59 Maputo Cidade 57 57 Maputo Província 27 54 81 Gaza 27 54 81 Inhambane 27 54 81 Sofala 27 54 81 Manica 27 54 81 Tete 27 54 81 Zambezia 27 54 81 Nampula 27 54 81 Niassa 27 54 81 Cabo Delgado 27 54 81 Total 17 341 568 30 925 900 2 781
LocalCCGCCTGCCOERegiões do INGDUNAPROC (incluindo Desdobramento por RegiõesEquipa Humanitária NacionalTotal
Nível central17142859
Maputo Cidade5757
Maputo Província275481
Gaza275481
Inhambane275481
Sofala275481
Manica275481
Tete275481
Zambezia275481
Nampula275481
Niassa275481
Cabo Delgado275481
Total17341568309259002 781
Texto do artigo · p. 32 operações de emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária;
Número ou marcador · p. 32 d) o CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta a desastres;
Número ou marcador · p. 32 e) a Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial;
Número ou marcador · p. 32 f) ao nível das comunidades mais vulneráveis existem em prontidão Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres que dinamizam as actividades de prontidão, resposta e recuperação junto da comunidade. A tabela 22 apresenta o número de membros de cada órgão acima descrito Tabela 21: Recursos Humanos disponíveis em caso de emergência
Texto do artigo · p. 32 Local
Texto do artigo · p. 32 568
Texto do artigo · p. 32 60
Texto do artigo · p. 33 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (57)
Texto do artigo · p. 33 Os 900 oficiais humanitários provenientes da equipa Humanitária Nacional provêm de 8 Agências das Nações Unidas, 33 Organizações Não-Governamentais Internacionais e 21 Organização Não-Governamentais Nacionais.
Número ou marcador · p. 33 7. Recursos Financeiros Necessários E Disponíveis As bases para o cálculo do orçamento deficitário são:
Texto do artigo · p. 33 • As actividades previstas nos períodos de prontidão, resposta e recuperação, sobretudo, aquelas que não coincidem com o curso normal do funcionamento das instituições; • A necessidade de aquisição de produtos e materiais diversos para cobrir défices arrolados no PC, incluindo a situação prevalecente dos deslocados de guerra;
Texto do artigo · p. 33 • A necessidade de cobrir as despesas com a logística, com as operações de busca e salvamento, a gestão de centros de acomodação temporária, o pré-posicionamento de meios, a monitoria permanente dos eventos, para além da operacionalização de todo o sistema de coordenação; e • A necessidade de cobrir as despesas para assistência aos deslocados causados pelos ataques armados nas zonas norte e centro do país.
Texto do artigo · p. 33 7.1 Orçamento por Cenários O Orçamento do PC está redistribuido por Sectores e por
Texto do artigo · p. 33 Cenários, conforme a tabela a baixo.
Texto do artigo · p. 33 Neste sentido, o Cenário I está orçado em 10.8 mil milhões, o Cenário II em cerca de 12.5 mil milhões e o cenário III, Cerca de 16.5 mil milhões.
Texto do artigo · p. 33 Tabela 223: Resumo do Orçamento Global por Cenários (103 MZN)
Texto do artigo · p. 33 Cenário I Cenário II Cenário III Distritos 41 737 48 684 199 921 SP 2 580 2 580 2 580 INGD 2 140 341 3 166 418 5 075 245 MADER 85 057 96 565 129 957 MOPHRH 2 131 762 2 646 982 4 257 706 MINEDH 51 920 70 585 183 450 MISAU 29 204 44 990 108 613 MGCAS 13 507 16 117 17 726 MITADER 17 383 26 048 28 877 GABINFO/ICS 1 996 3 105 3 209 MTC 13 436 19 338 31 597 MIC 5 588 9 104 10 329 MINT 1 186 34 546 124 767 MDN 3 424 2 491 3 489 MIREME 108 367 124 664 140 785 MMAIP 1 430 1 090 2 022 MICULTUR 1 1 300 1 300 MEF/INE 1 820 36 212 1 800 Sub Total 4 650 739 6 350 819 10 323 372 Deslocados vitimas dos insurgentes 6 128 522 6 128 522 6 128 522 Total Geral 10 779 262 12 479 342 16 451 895
Cenário ICenário IICenário III
Distritos41 73748 684199 921
SP2 5802 5802 580
INGD2 140 3413 166 4185 075 245
MADER85 05796 565129 957
MOPHRH2 131 7622 646 9824 257 706
MINEDH51 92070 585183 450
MISAU29 20444 990108 613
MGCAS13 50716 11717 726
MITADER17 38326 04828 877
GABINFO/ICS1 9963 1053 209
MTC13 43619 33831 597
MIC5 5889 10410 329
MINT1 18634 546124 767
MDN3 4242 4913 489
MIREME108 367124 664140 785
MMAIP1 4301 0902 022
MICULTUR11 3001 300
MEF/INE1 82036 2121 800
Sub Total4 650 7396 350 81910 323 372
Deslocados vitimas dos insurgentes6 128 5226 128 5226 128 522
Total Geral10 779 26212 479 34216 451 895
Texto do artigo · p. 33 Distritos SP INGD MADER MOPHRH MINEDH MISAU MGCAS MITADER GABINFO/ICS MTC MIC MINT MDN MIREME MMAIP MICULTUR MEF/INE Sub Total Deslocados vitimas dos insurgentes Total Geral
Texto do artigo · p. 33 Cenário I
Texto do artigo · p. 33 Cenário II
Texto do artigo · p. 33 Cenário III
Texto do artigo · p. 33 4 650 739
Texto do artigo · p. 33 6 350 819
Texto do artigo · p. 33 6 128 522
Texto do artigo · p. 33 6 128 522
Texto do artigo · p. 33 7.2 Orçamento do Cenário II por principais acçoes a cobrir
Texto do artigo · p. 33 7.2 Orçamento do Cenário II por principais acções a cobrir A redistribuição do orçamento pelas diferentes acções a serem cobertas indica uma grande necessidade de recursos para a assistencia
Texto do artigo · p. 33 A redistribuição do orçamento pelas diferentes acções a serem cobertas indica uma grande necessidade de recursos para a assistencia alimentar seguida da necessidade de reposição e vias e pontes através de obras de emergeência, para além e necessidades com o abrigo em caso de movimentação de familias para centros de acomodação temporária.
Texto do artigo · p. 33 alimentar seguida da necessidade de reposição e vias e pontes através de obras de emergeência, para além e necessidades com o abrigo em caso de movimentação de familias para centros de acomodação temporária.
Texto do artigo · p. 34 A tabela 22: Distribição do orçamento do Cénario II por acções a cobrir
Texto do artigo · p. 34 Total necessário Cenário II (103 Mzn)
Texto do artigo · p. 34 Item
Texto do artigo · p. 34 Responsável
Texto do artigo · p. 34 A tabela 22: Distribição do orçamento do Cénario II por acções a cobrir
Texto do artigo · p. 34 Abrigo e socorro ÁguaItem e saneamento 1 028 249.16 506 750.41 Total necessário Cenário II (103 Mzn) INGD MOPHRHResponsável Assistencia alimentar Abrigo e socorro 6 990 564.81 1 028 249.16 INGD INGD Saúde e higiene Água e saneamento 108 613.00 506 750.41 MISAU MOPHRH Utensílios domésticos Assistencia alimentar 363 648.31 6 990 564.81 INGD INGD Estradas Saúde e higiene 2 600 685.70 108 613.00 MOPHRH MISAU Educação ApoioUtensíliospsicossocial,domésticos 183 450.00 363 648.31 MINEDH INGD protecçãoEstradas e recreação 2 60017 726.00685.70 MGCASMOPHRH AgriculturaEducação 129183 957.00450.00 MADERMINEDH Monitoria/Aviso Previo/Logistica Apoio psicossocial, protecção e recreação 20117 726.00522.61 INGD/INAM/DNGRHMGCAS outrosAgriculturaserviços 348129 175.00957.00 DemaisMADERSectores Total Monitoria/Aviso Previo/Logistica 12 479 342.00 201 522.61 INGD/INAM/DNGRH Outrosoutros serviçosserviços 348 175.00 Demais Sectores 7.2. Orçamento Disponível Par Total a O Plano De Contingência 2021 12 479 342.00 -2022
Abrigo e socorro ÁguaItem e saneamento1 028 249.16 506 750.41 Total necessário Cenário II (103 Mzn)INGD MOPHRHResponsável
Assistencia alimentar Abrigo e socorro6 990 564.81 1 028 249.16INGD INGD
Saúde e higiene Água e saneamento108 613.00 506 750.41MISAU MOPHRH
Utensílios domésticos Assistencia alimentar363 648.31 6 990 564.81INGD INGD
Estradas Saúde e higiene2 600 685.70 108 613.00MOPHRH MISAU
Educação ApoioUtensíliospsicossocial,domésticos183 450.00 363 648.31MINEDH INGD
protecçãoEstradas e recreação2 60017 726.00685.70MGCASMOPHRH
AgriculturaEducação129183 957.00450.00MADERMINEDH
Monitoria/Aviso Previo/Logistica Apoio psicossocial, protecção e recreação20117 726.00522.61INGD/INAM/DNGRHMGCAS
outrosAgriculturaserviços348129 175.00957.00DemaisMADERSectores
Total Monitoria/Aviso Previo/Logistica12 479 342.00 201 522.61INGD/INAM/DNGRH
Outrosoutros serviçosserviços348 175.00Demais Sectores
7.2. Orçamento Disponível Par Totala O Plano De Contingência 2021 12 479 342.00-2022
Texto do artigo · p. 34 Total necessário Cenário II (10³ Mzn)
Texto do artigo · p. 34 Responsável
Texto do artigo · p. 34 Demais Sectores
Texto do artigo · p. 34 O valor total disponível para financiar o presente PC, resulta da combinação dos diversos esforços do Governo e parceiros de cooperação, isto é, foram contabilizados os fundos alocados ao FGC na proposta do Orçamento do Estado; a valoração dos materiais e equipamentos arrolados no PC. Assim, o valor disponível operacionalização do presente PC está estimado em cerca de 5.1 mil milhões de meticais.
Texto do artigo · p. 34 7.2. Orçamento Disponível Para O Plano De Contingência 2021-2022
Texto do artigo · p. 34 7.2. Orçamento Disponível Para O Plano De Contingência 2021-2022
Texto do artigo · p. 34 O valor total disponível para financiar o presente PC, resulta da combinação dos diversos esforços do Governo e parceiros de cooperação, isto é, foram contabilizados os fundos alocados ao FGC na proposta do Orçamento do Estado; a valoração dos materiais e equipamentos arrolados no PC. Assim, o valor disponível operacionalização do presente PC está estimado em cerca de 5.1 mil milhões de meticais.
Texto do artigo · p. 34 O valor total disponível para financiar o presente PC, resulta da combinação dos diversos esforços do Governo e parceiros de cooperação, isto é, foram contabilizados os fundos alocados ao FGC na proposta do Orçamento do Estado; a valoração dos materiais e equipamentos arrolados no PC. Assim, o valor disponível operacionalização do presente PC está estimado em cerca de 5.1 mil milhões de meticais.
Texto do artigo · p. 34 Tabela 23: Disponibilidade para a cobertura das necessidades do PC 2022 (103MZN)
Texto do artigo · p. 34 Fontes de financiamento - PC 2022/2023 Tabela 23: Disponibilidade para a cobertura das ne Valor disponível (103) cessidades do PC 2022 (103MZN) Saldo em Outubro de 2022 0.00 Orçamento Inscrito no OE 2023 326 000.00 Banco Mundial Fontes de financiamento - PC 2022/2023 322 500.00 Valor disponível (103) ValoraçãoSaldo em Outubrodos materiaisde 2022disponíveis no PC 4 429 790.500.00 ContribuiçãoOrçamento Inscritodo PMAnoparaOE 2023resposta a seca 32646 600.00000.00 TotalBanco Mundial 5 124322 890.50500.00
Fontes de financiamento - PC 2022/2023 Tabela 23: Disponibilidade para a cobertura das neValor disponível (103) cessidades do PC 2022 (103MZN)
Saldo em Outubro de 20220.00
Orçamento Inscrito no OE 2023326 000.00
Banco Mundial Fontes de financiamento - PC 2022/2023322 500.00 Valor disponível (103)
ValoraçãoSaldo em Outubrodos materiaisde 2022disponíveis no PC4 429 790.500.00
ContribuiçãoOrçamento Inscritodo PMAnoparaOE 2023resposta a seca32646 600.00000.00
TotalBanco Mundial5 124322 890.50500.00
Texto do artigo · p. 34 Fontes de financiamento - PC 2022/2023 Valor disponível (103)
Texto do artigo · p. 34 para resposta a seca 46 600.00
Texto do artigo · p. 34 Valoração dos materiais disponíveis no PC 4 429 790.50 Contribuição do PMA para resposta a seca 46 600.00 Total 5 124 890.50
Texto do artigo · p. 34 7.4. Análise do Orçamento adoptado A análise do Risco inicialmente feita no presente documento induziu a adopção do Cenário II como aquele que mais poderá
Texto do artigo · p. 34 63
Texto do artigo · p. 34 aproximar-se a eventuais acontecimentos. Orçamento Global projectado para responder aos eventos previstos no Cenário II, incluindo a Monitoria, Logística, Manuseamento e Transporte de bens para Assistência Humanitária é de cerca 12.5 mil milhões de meticais.
Texto do artigo · p. 34 63
Texto do artigo · p. 34 A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie esta avaliada em cerca de 5.1 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente PC é estimado em cerca de 7,4 mil milhões de meticais.
Texto do artigo · p. 35 A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie esta avaliada em cerca de 5.1 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente PC é estimado em cerca de cerca de 7,4 mil milhões de meticais. Tabela 24: Orçamento adoptado para o PC, disponível e Défice Descrição Orçamento (103 MZN) Orçamento do Cenário II 12 479 341.72 Recursos Disponíveis 5 124 890.50 Défice -7 354 451.22
DescriçãoOrçamento (103 MZN)
Orçamento do Cenário II12 479 341.72
Recursos Disponíveis5 124 890.50
Défice-7 354 451.22
Número ou marcador · p. 35 8. MECANISMOS DE COORDENAÇÃO, REVISÃO E MONITORIA
DescriçãoOrçamento (103 MZN)
Orçamento do Cenário II12 479 341.72
Recursos Disponíveis5 124 890.50
Défice-7 354 451.22
Texto do artigo · p. 35 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (59)
Número ou marcador · p. 35 8. Mecanismos de Coordenação, Revisão e Monitoria 8.1. Conselho Coordenador De Gestão e Redução do Risco
Texto do artigo · p. 35 de Desastres (CCGRD)
Texto do artigo · p. 35 O CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais. O CCGD tem como responsabilidade garantir a coordenação das operações de emergência e a implementação do Plano Director para a Redução do Risco de Desastres 2017-2030.
Texto do artigo · p. 35 8.1. Conselho Coordenador De Gestão e Redução do Risco de Desastres (CCGRD)
Texto do artigo · p. 35 O CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais. O CCGD tem como responsabilidade garantir a coordenação das operações de emergência e a implementação do Plano Director para a Redução do Risco de Desastres 2017-2030.
Texto do artigo · p. 35 8.2. Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD)
Texto do artigo · p. 35 O CTGD é dirigido pelo Presidente do INGD e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD. O CTGD tem como principal responsabilidade coordenar os sistemas sectoriais de aviso prévio sobre iminência de desastres de origem meteorológica, hidrológica, geológica, epidemias e segurança alimentar e garantir a implementação multissectorial dos diversos planos no âmbito da redução da vulnerabilidade e gestão do risco de desastres. Podem ser convidados para o CTGD representantes da HCT e do sector privado.
Texto do artigo · p. 35 8.2. Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD)
Texto do artigo · p. 35 O CTGD é dirigido pelo Presidente do INGD e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD. O CTGD tem como principal responsabilidade coordenar os sistemas sectoriais de aviso prévio sobre iminência de desastres de origem meteorológica, hidrológica, geológica, epidemias e segurança alimentar e garantir a implementação multissectorial dos diversos planos no âmbito da redução da
Texto do artigo · p. 35 8.3. Centro Nacional Operativo De Emergência (CENOE) O CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de
Texto do artigo · p. 35 tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta à desastres. O objectivo do CENOE é implementar acções de prevenção, mitigação e resposta aos desastres, incluindo monitoria dos eventos extremos e gestão das operações de emergência.
Texto do artigo · p. 35 O CENOE é coordenado pelo INGD e tem a sua sede em Maputo e representações operacionais em Vilanculos (Inhambane), Caia (Sofala) e Nacala (Nampula). Nas províncias, os Centros Operativos de Emergências (COEs) representam o desdobramento do CENOE.
Texto do artigo · p. 35 A Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) é o órgão interventivo do CENOE em operações de emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária.
Texto do artigo · p. 35 8.4. Sectores do CENOE: Papeis e Responsabilidades
Texto do artigo · p. 35 O CENOE está subdividido em quatro sectores principais: (i) Planificação e Informação, liderado pelo Ministério da Economia e Finanças (ii) Infra-estruturas, liderando pelo Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, (iii)Social, liderado pelo Ministério da Saúde e (iv)Comunicação, liderado pelo Gabinete de Informação. Cabe a cada um dos sectores:
Número ou marcador · p. 35 a) liderar os respectivos sectores em todo o processo de gestão e redução do risco de desastres;
Número ou marcador · p. 35 b) elaborar de forma atempada e operacionalizar os planos de respostas;
Número ou marcador · p. 35 c) assegurar a participação e colaboração activa das contrapartes sectoriais da HCT na coordenação e implementação da resposta;
Número ou marcador · p. 35 d) partilhar de informação entre os sectores sobre as acções de resposta as emergências;
Número ou marcador · p. 35 e) realizar avaliações multissectoriais das operações de emergência, assistência humanitária e reconstrução pós-emergência; e
Número ou marcador · p. 35 f) elaborar os relatórios balanços sectoriais pós emergência.
Texto do artigo · p. 35 8.5. Complementaridade Das Acções Da Equipe Humanitária Nacional (HCT)
Texto do artigo · p. 35 A Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial.
Texto do artigo · p. 35 Estes grupos estão integrados nos quatro sectores do CENOE (Planificação e Informação, Infra-estruturas, Social e Comunicação) e estão alinhados com as respectivas contrapartes ministeriais. O alinhamento contribui para redução da duplicação de esforços e de recursos bem como para maximização do uso eficiente dos recursos e a preservação dos direitos e dignidade das populações afectadas e sua participação ao longo de todo o processo de gestão e redução do risco de desastres.
Texto do artigo · p. 35 64
Texto do artigo · p. 35 A nível provincial, foi institucionalizado o papel do ponto focal da HCT como uma prática e um mecanismo de coordenação da resposta a este nível. O ponto focal provincial do HCT representa o coordenador da HCT a nível provincial e é responsável por apoiar e facilitar a coordenação com as autoridades do Governo na província através da coordenação sectorial/cluster, incluindo a coordenação com o INGD e entre os actores humanitários para complementar os esforços da resposta a emergência.
Texto do artigo · p. 35 A HCT, através dos seus sectores, tem providenciado apoio técnico, material e financeiro de modo a aumentar a capacidade de resposta dos sectores do Governo, observando os padrões internacionais e princípios humanitários que regem a gestão e resposta a situações de emergência.
Texto do artigo · p. 35 Na perspectiva de garantir um alinhamento entre as acções planificadas pelo Governo e o apoio dos parceiros de cooperação, foram integrados nos sectores do Governo os meios humanos e materiais existentes bem como o tipo de intervenção a ser efectuada nas fases de prontidão, resposta e recuperação.
Texto do artigo · p. 36 Organigrama do Mecanismo de Coordenação entre o Governo e Equipe Humanitária
Texto do artigo · p. 36 Organigrama do Mecanismo de Coordenação entre o Governo e Equipe Humanitária CCGD INGD CTGD CMT HCT CENOE HCTWG UNAPROC Comunicação Infraestrutura Informação e Planificação Serviços Sociais Abrigo Telecomunicacoes Logistica Protecção Recuperação Educação Saúde Nutrição Agua, Saneamento Segurança Alimentar
Texto do artigo · p. 36 Figura 13: Mecanismo de Coordenação entre o Governo e Equipe Humanitária
Texto do artigo · p. 36 67
Texto do artigo · p. 37 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (61)
Texto do artigo · p. 37 Glossário Assistência humanitária – ajuda prestada às populações
Texto do artigo · p. 37 afectadas pelos desastres.
Texto do artigo · p. 37 Avaliação de risco de desastre - uma abordagem qualitativa ou quantitativa para determinar a natureza e a extensão do risco de desastre, analisando os riscos potenciais e avaliando as condições existentes de exposição e vulnerabilidade que, em conjunto, podem prejudicar as pessoas, a propriedade, os serviços, os meios de subsistência e o ambiente de que dependem.
Texto do artigo · p. 37 Calamidade pública - evento anormal provocado por uma catástrofe de grande dimensão, causando danos e prejuízos que impliquem o comprometimento substancial de capacidade de resposta do poder público.
Texto do artigo · p. 37 Capacidade - combinação de todos as forças, atributos e recursos disponíveis dentro de uma organização, comunidade ou sociedade para gerir e reduzir o risco de desastres e reforçar a resiliência.
Texto do artigo · p. 37 Catástrofe – desastre que, pela sua duração e impacto extraordinários, provoca perturbações na vida das pessoas, no tecido económico e social do país e graves danos ao meio ambiente.
Texto do artigo · p. 37 Códigos de construção – conjunto de regulamentos e padrões destinados a regular aspectos de concepção de projectos, construção de infraestruturas para diversos fins e modificações de infraestruturas ou ocupação de solos, sem por em risco vidas humanas e o meio ambiente.
Texto do artigo · p. 37 Desastre – grave perturbação do funcionamento normal de uma comunidade ou sociedade, causado por um fenómeno de origem natural, tecnológico, biológico, geológico ou da acção humana sobre o meio ambiente.
Texto do artigo · p. 37 Emergência – ocorrência súbita ou progressiva de um desastre que afecta pessoas e bens, o meio ambiente e exige medidas urgentes e excepcionais para restabelecer a normalidade.
Texto do artigo · p. 37 Epidemia - é a manifestação, em uma colectividade ou região, de um corpo de casos de alguma enfermidade, que excede o número de casos esperados.
Texto do artigo · p. 37 Eventos extremos - podem ser de origem hidrológicos, geológicos ou geofísicos, meteorológicos e climatológicos, que ocorrem de diversas formas como, enchentes, inundações bruscas, secas prolongadas, queimadas e incêndios florestais, ondas de calor, tufões e tornados.
Texto do artigo · p. 37 Gestão de desastre - organização, planificação e gestão de recursos e responsabilidades para lidar com uma emergência.
Texto do artigo · p. 37 Gestão do risco de desastres – conjunto de decisões e conhecimentos técnicos, administrativas e operacionais para reduzir os impactos das vulnerabilidade e exposição aos eventos extremos.
Texto do artigo · p. 37 Infra-estruturas críticas – instalações, redes e outros activos que asseguram o funcionamento normal de serviços essenciais para uma comunidade ou sociedade.
Texto do artigo · p. 37 Mitigação – medidas que visam minimizar o impacto dos eventos extremos sobre uma comunidade ou sociedade.
Texto do artigo · p. 37 Mitigação dos efeitos da seca – conjunto de estratégias e medidas visando disponibilizar, racionalizar e utilizar recursos hídricos em ambientes com limitada precipitação ou disponibilidade de fontes de água.
Texto do artigo · p. 37 Mudanças climáticas- variação de longo termo das condições meteorológicas médias, causadas pela natureza ou pela actividade humana.
Texto do artigo · p. 37 Pandemia - ocorrência epidémica de uma doença transmissível, caracterizada por larga distribuição espacial, atingindo vários países e diversas regiões do planeta.
Texto do artigo · p. 37 Perigo - processo, fenómeno ou actividade humana que pode causar perda de vidas, lesões ou outros impactos na saúde, danos à propriedade, interrupções sociais e económicas ou degradação ambiental.
Texto do artigo · p. 37 Plano de resposta aos desastres – conjunto de instrumentos, estratégias e decisões operacionais padronizadas e harmonizadas para a gestão e resposta a um evento extremo.
Texto do artigo · p. 37 Planos previsionais – estratégias previamente elaboradas para a prevenção, mitigação e gestão e resposta de um evento extremo irreversível.
Texto do artigo · p. 37 Preparação - os conhecimentos e capacidades desenvolvidas, a todos os níveis, para gestão e resposta a um evento extremo.
Texto do artigo · p. 37 Prevenção – conjunto de medidas padronizadas que visam proteger pessoas e bens em caso de ocorrência de um evento extremo.
Texto do artigo · p. 37 Prontidão – é o estado de preparação técnica, material, financeira e humana para mitigar os efeitos dos desastres.
Texto do artigo · p. 37 Reconstrução ou recuperação – acções de médio e longo para a restauração sustentável de infra-estruturas.
Texto do artigo · p. 37 Redução do risco de desastres - marco conceitual de elementos (normas e procedimentos) que têm a função de minimizar a vulnerabilidade e limitar o impacto adverso de ameaças.
Texto do artigo · p. 37 Resiliência - é a capacidade de um sistema, comunidade ou sociedade exposta a perigos, resistir, absorver, acomodar, adaptar, transformar e recuperar dos efeitos de um perigo de forma oportuna e eficiente.
Texto do artigo · p. 37 Resposta – conjunto de medidas que visam salvar vidas, garantir saúde e segurança pública e satisfazer as necessidades básicas das pessoas afectadas antes, durante e após a ocorrência de um evento extremo.
Texto do artigo · p. 37 Risco – probabilidade de consequências prejudiciais ou perdas resultantes de interações entre fenómenos de origem natural ou antrópicos e as condições de vulnerabilidade.
Texto do artigo · p. 37 Risco de Desastre – potencial perda de vidas, lesões e destruição de bens que possam ocorrer numa comunidade ou sociedade por conta do impacto de um evento extremo.
Texto do artigo · p. 37 Seca – redução substancial da disponibilidade de recursos hídricos superficiais ou subterrâneos devido a escassez ou limitada de precipitação.
Texto do artigo · p. 37 Seguro paramétrico – pagamento pré-determinado, para efeitos de compensação, visando a salvaguarda de um bem susceptível de ser afectado por evento extremo.
Texto do artigo · p. 37 Sistema de aviso prévio – mecanismo integrado de monitoria, previsão de ameaças e disseminação de medidas preventivas contra eventos extremos.
Texto do artigo · p. 37 Socorro – conjunto de medidas imediatas padronizadas para salvar vidas e prestar assistência as vítimas de um evento extremo.
Texto do artigo · p. 37 Vulnerabilidade – condições determinadas por factores físicos, sociais, económicos e ambientais que aumentam a susceptibilidade das comunidades ao impacto dos perigos ou da ocorrência de desastres.
Texto do artigo · p. 37 Zonas áridas e semiáridas – conjunto de formações naturais complexas e dispersas com escassez de humidade.
Texto do artigo · p. 38 Acrónimos
Texto do artigo · p. 38 ANPS - Avaliação de Necessidade Pós-calamidades ANE – Administração Nacional de Estradas ARA – Administrações Regionais de Águas CCGD - Conselho Coordenador de Gestão e Redução do
Texto do artigo · p. 38 Risco de Desastres CVM - Cruz Vermelha de Moçambique CLGRD - Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres CTPGD - Conselho Técnico Provincial de Gestão e Redução
Texto do artigo · p. 38 do Risco de Desastres CTGD - Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco
Texto do artigo · p. 38 de Desastres CENOE - Centro Nacional Operativo de Emergência COEs – Centros Operativos de Emergência CA - Centro de Acomodação CEGC - Comités Escolares de Gestão de Calamidades DPEC – Direcção Provincial de Educação e Cultura DAG - Desnutrição Aguda Grave DAM - Desnutrição Aguda Moderada DNGRH - Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos DNSA – Direcção Nacional dos Serviços Agrários DPGCAS - Direcção Provincial do Género, Criança e Acção
Texto do artigo · p. 38 Social DRN - Direcção Regional Norte DRC – Direcção Regional Centro DRS – Direcção Regional Sul ENSO - El Niño Oscilação Sul FADM – Forças Armadas de Defensa de Moçambique FAO – Fundo das Nações Unidas para Agricultura
Texto do artigo · p. 38 e Alimentação FNUAP – Fundo das Nações Unidas para a População FORCOM - Fórum das Rádios Comunitárias GABINFO - Gabinete de Informação DICORD – Divisão de Coordenação do Reassentamento GRD - Gestão do Risco de Desastres HCB - Hidroeléctrica de Cahora Bassa HCT - Equipa Humanitária Nacional HCTWG – Grupo de Trabalho da Equipa Humanitária
Texto do artigo · p. 38 Nacional INAM – Instituto Nacional de Meteorologia
Texto do artigo · p. 38 ICS - Instituto de Comunicação Social INGD – Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco
Texto do artigo · p. 38 de Desastres JFM – Janeiro-Fevereiro-Março MIC – Ministério da Indústria e Comércio MTC – Ministério dos Transporte e Comunicações MOPHRH – Ministério das Obras Públicas, Habitação
Texto do artigo · p. 38 e Recursos Hídricos MTA – Ministério da Terra e Ambiente MADER - Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural MISAU – Ministério da Saúde MINEDH- Ministério de Educação e Desenvolvimento
Texto do artigo · p. 38 Humano MINT - Ministério do Interior MDN - Ministério da Defesa Nacional MGCAS - Ministério do Gênero, Criança e Acção Social OFDA – Gabinete para Assistência de Desastres no Exterior
Texto do artigo · p. 38 dos EUA OIM – Organização Internacional para as Migrações OND – Outubro-Novembro-Dezembro OMS – Organização Mundial da Saúde PRM – Polícia da República de Moçambique PQG - Programa Quinquenal do Governo PC - Plano de Contingência PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PMA – Programa Mundial de Alimentação SARCOF - Fórum Regional da África Austral para a Previsão
Texto do artigo · p. 38 Climática SAC - Sistema de Aviso de Cheias SSTs - Temperaturas da Superfície do Mar (sigla em inglesa) SADC – Comunidade para o Desenvolvimento da África
Texto do artigo · p. 38 Austral SETSAN - Secretariado Técnico de Segurança Alimentar SDSMAS -Serviços Distritais de Saúde, Mulher e Acção Social SMS - Serviço de Mensagens Curtas UNAPROC - Unidade Nacional de Protecção Civil UNHABITAT – Programa das Nações Unidas para
Texto do artigo · p. 38 Assentamentos Humanos UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância VBG - Violência Baseada no Género ZCIT - Zona de Convergência Intertropical
Número ou marcador · p. 39 ANEXOI:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVINCIAS-CENARIOI
Número ou marcador · p. 39 ANEXOI:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVÍNCIAS-CENÁRIOI
Número ou marcador · p. 39 ANEXO II: ORÇAMENTO POR SECTORES E PROVÍNCIAS - CENÁRIO I
Número ou marcador · p. 40 ANEXOII:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVINCIAS-CENARIOII
Número ou marcador · p. 40 ANEXOII:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVÍNCIAS-CENÁRIOII
Número ou marcador · p. 41 ANEXOIII:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVINCIAS-CENARIOIII
Número ou marcador · p. 41 ANEXOIII:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVÍNCIAS-CENÁRIOIII
Texto do artigo · p. 42 2022-2023 ... das Direcções Regionais do INGD
Texto do artigo · p. 42 sRegionaisdoINGD
Texto do artigo · p. 42 NomeEmail
Texto do artigo · p. 42 RegionaisdoINGD
Texto do artigo · p. 42 s2022-2023
Texto do artigo · p. 42 Lista de contactos para o Plano Anual de Contingências Lista de contactos dos Membros do CTGD Central e
Número ou marcador · p. 42 Anexo4.Listadecontactos
Texto do artigo · p. 42 ListadecontactosparaoPlanoAnualdeContingências2022-2023 ListadecontactosdosMembrosdoCTGDCentraledasDirecçõesRegionaisdoINGDListadecontactosdosMembrosdoCTGDCentraledaDirecçõesRegionaisdoINGD Email [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected]. nilza.joubert@gmail [email protected] Contacto 827035320 822882835 825816940 845950856 844202116/820889468 823091540 823216400 823115750 823071668 845008128 843015439 823106730/844516575 Função Presidente VicePresidente DirectorGeralINAM,IP DirectoraGeraldoINAS DirectoraGeraldo InstitutodeComunicação Social-MTC DirectoraNacional IDEPA-PESCAS DirectorGeralInstituto NacionaldeMinas (INAMI)-MIREME DirectordosServiços CentraisdePlanificação DirectorNacionalde PlanificaçãoeOrçamento DirectorNacionaldeAgua eSaneamento DirectoraNacional DNDAF-MASA DirectorNacional- DNGRH Instituição INGD INGD INAM-MTC INAS-MGCAS ICS-MTC Pescas-IDEPA INAMI-MIREME ANE-MOPHRH MEF DNAAS DNDAF-MASA DNGRH-MOPHRH Nome LuísaCelmaMeque BelémMonteiro AdéritoAramuge MariadaGloriaB.Siaca FáridadaCosta PaulaSantanaAfonso EliasXavierFelizDaudi CaladoOuana MomedJutha RaulMuntevuieJunior NilzaPaunde MessiasMacie
ListadecontactosparaoPlanoAnualdeContingências2022-2023ListadecontactosdosMembrosdoCTGDCentraledasDirecçõesRegionaisdoINGDListadecontactosdosMembrosdoCTGDCentraledaDirecçõesRegionaisdoINGDEmail[email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected].nilza.joubert@gmail[email protected]
Contacto827035320822882835825816940845950856844202116/820889468823091540823216400823115750823071668845008128843015439823106730/844516575
FunçãoPresidenteVicePresidenteDirectorGeralINAM,IPDirectoraGeraldoINASDirectoraGeraldo InstitutodeComunicação Social-MTCDirectoraNacional IDEPA-PESCASDirectorGeralInstituto NacionaldeMinas (INAMI)-MIREMEDirectordosServiços CentraisdePlanificaçãoDirectorNacionalde PlanificaçãoeOrçamentoDirectorNacionaldeAgua eSaneamentoDirectoraNacional DNDAF-MASADirectorNacional- DNGRH
InstituiçãoINGDINGDINAM-MTCINAS-MGCASICS-MTCPescas-IDEPAINAMI-MIREMEANE-MOPHRHMEFDNAASDNDAF-MASADNGRH-MOPHRH
NomeLuísaCelmaMequeBelémMonteiroAdéritoAramugeMariadaGloriaB.SiacaFáridadaCostaPaulaSantanaAfonsoEliasXavierFelizDaudiCaladoOuanaMomedJuthaRaulMuntevuieJuniorNilzaPaundeMessiasMacie
Texto do artigo · p. 42 NilzaPaunde39nilza.joubert@gmail
Texto do artigo · p. 43 [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] 824508100 843982479 849469370 844043655/825783568 823108870 840284825 872213780 844955022/864955020 843211903 861920920 865939090/847147786 823995140 ComandanteNacionaldo SENSAP DirectorNacionalde Infraestruturase EquipamentosEscolares- MINEDH DirectorNacionalAdjunto daIndústriaeComércio DirectorNacionalMIMAI- PESCAS DirectorNacionalEnregia- MIREME DirectordosServiçosde Informação SISAN/SETSAN DirectoraNacional FORCOM ArquitectoePlanificador Físico-MTA DirectoraNacionalDNHU -MOPHRH DirectorNacionalde InformaçõesdeDefesa- MinistériodaDefesa Directoraparaas Organizações Internacionaise Conferencias(DOIC)- MINEC DirectorNacionaldas Comunicações DirectoraNacionalda SENSAP-MINT MINEDH DNCI-MIC Pescas-MIMAI DNE-MIREME SETSAN/SISAN FORCOM MTA-Direcçãode MudançasClimáticas DNHU-MOPHRH MDN MINEC-DOIC MTC MISAU AbdulIssufo JoséColeteMutepua SimãoLeonardoChissano EugéniodeAmaranteAntónio PascoalBacela AntónioPachecoDiasLima FerosaZacariasChaúque FilipeDavidCarrelSamuel Nguenha SofiaSantos AnibalFernando AnaNembaUaiene HorácioParquinio QuinhasFernandes
[email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected]
824508100843982479849469370844043655/825783568823108870840284825872213780844955022/864955020843211903861920920865939090/847147786823995140
ComandanteNacionaldo SENSAPDirectorNacionalde Infraestruturase EquipamentosEscolares- MINEDHDirectorNacionalAdjunto daIndústriaeComércioDirectorNacionalMIMAI- PESCASDirectorNacionalEnregia- MIREMEDirectordosServiçosde Informação SISAN/SETSANDirectoraNacional FORCOMArquitectoePlanificador Físico-MTADirectoraNacionalDNHU -MOPHRHDirectorNacionalde InformaçõesdeDefesa- MinistériodaDefesaDirectoraparaas Organizações Internacionaise Conferencias(DOIC)- MINECDirectorNacionaldas ComunicaçõesDirectoraNacionalda
SENSAP-MINTMINEDHDNCI-MICPescas-MIMAIDNE-MIREMESETSAN/SISANFORCOMMTA-Direcçãode MudançasClimáticasDNHU-MOPHRHMDNMINEC-DOICMTCMISAU
AbdulIssufoJoséColeteMutepuaSimãoLeonardoChissanoEugéniodeAmaranteAntónioPascoalBacelaAntónioPachecoDiasLimaFerosaZacariasChaúqueFilipeDavidCarrelSamuel NguenhaSofiaSantosAnibalFernandoAnaNembaUaieneHorácioParquinioQuinhasFernandes
Texto do artigo · p. 43 Nguen 864955020
Texto do artigo · p. 43 Filipe
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Número ou marcador, página 24: b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  2. Número ou marcador, página 24: c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil);
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  3. Número ou marcador, página 24: d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  4. Número ou marcador, página 24: e) emissão de comunicados de imprensa;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  5. Número ou marcador, página 24: f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  6. Número ou marcador, página 24: a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  7. Número ou marcador, página 24: b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias. Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  8. Número ou marcador, página 24: a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  9. Número ou marcador, página 24: b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  10. Número ou marcador, página 24: c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água;
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    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  11. Número ou marcador, página 24: d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.
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    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  12. Número ou marcador, página 24: a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência);
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  13. Número ou marcador, página 24: b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  14. Número ou marcador, página 24: c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  15. Número ou marcador, página 24: d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  16. Número ou marcador, página 24: a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  17. Número ou marcador, página 24: b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  18. Número ou marcador, página 24: c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género). Instituição: MPHRH Prontidão Resposta Recuperação
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  19. Número ou marcador, página 24: a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  20. Número ou marcador, página 24: b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  21. Número ou marcador, página 24: c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  22. Número ou marcador, página 24: a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  23. Número ou marcador, página 24: b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  24. Número ou marcador, página 24: c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  25. Número ou marcador, página 24: d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  26. Número ou marcador, página 24: a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  27. Número ou marcador, página 24: b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  28. Número ou marcador, página 24: c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais;
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  29. Número ou marcador, página 24: d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
    Instituição: MOPHRH/DNGRH
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    a) realização da reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) divulgação do Plano de Contingência e coordenação das acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) actualização da lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) verificação dos meios de comunicação nomeadamente: Telefones e Rádios; e) aquisição de recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) realização de encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénera da Zâmbia; h) inspecção e manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) campanhas de medição de caudal; j) gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.a) permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAs-IPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro-meteorológicos; b) comunicação permanente com entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénera da Zâmbia; c) intensificação da monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) emissão e disseminação diária de Boletins Hidrológicos ao nível Regional (ARAsIPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2022 até 30 de Abril de 2023, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) emissão de comunicados de imprensa; f) continuação com a realização de campanhas de medição de caudal.a) preparação e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2022/23; b) realização da reunião de balanço da época chuvosa 2022/23. Inspecção e reabilitação da rede hidro-climatológica póscheias.
    Instituição: MOPHRH/DNAAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais e provinciais e necessidades para responder a emergência; b) pré-posicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência; c) pré-posicionar equipamentos e materiais para tratamento, conservação, transporte e distribuição de água; d) coordenar com os parceiros e outros sectores as ações de WASH a levar a cabo na emergência.a) coordenar com parceiros, o restabelecimento do abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) coordenar com parceiros em relação ao processo de fornecimento de equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água, etc) construção de latrinas; Assegurar o apoio técnico às pessoas afectadas na construção de latrinas; c) efectuar permanente troca de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; d) monitoria dos centros de acomodação e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).a) coordenar com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar informação sobre a avaliação da época chuvosa; b) implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; c) monitorar os bairros de reassentamento e garantir o acesso suficiente, seguro, digno e equitativo aos serviços WASH (água segura, sanitários com sensibilidade em relação ao género).
    Instituição: MPHRH
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas) ; c) avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros.a) participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos).a) participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
  30. Texto do artigo, página 25: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (49)
  31. Texto do artigo, página 25: Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  32. Número ou marcador, página 25: a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  33. Número ou marcador, página 25: b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  34. Número ou marcador, página 25: c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  35. Número ou marcador, página 25: d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  36. Número ou marcador, página 25: e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida;
    Instituição: MOPHRH/ANE
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  37. Número ou marcador, página 25: f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  38. Número ou marcador, página 25: g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  39. Número ou marcador, página 25: h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso;
    Instituição: MOPHRH/ANE
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  40. Número ou marcador, página 25: i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes;
    Instituição: MOPHRH/ANE
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  41. Número ou marcador, página 25: j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual;
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  42. Número ou marcador, página 25: k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
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    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  43. Número ou marcador, página 25: a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  44. Número ou marcador, página 25: b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  45. Número ou marcador, página 25: c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  46. Número ou marcador, página 25: d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE;
    Instituição: MOPHRH/ANE
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  47. Número ou marcador, página 25: e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas;
    Instituição: MOPHRH/ANE
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  48. Número ou marcador, página 25: f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas;
    Instituição: MOPHRH/ANE
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
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    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  49. Número ou marcador, página 25: g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  50. Número ou marcador, página 25: h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  51. Número ou marcador, página 25: a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional;
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    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  52. Número ou marcador, página 25: b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  53. Número ou marcador, página 25: c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  54. Número ou marcador, página 25: d) monitorar o processo de reconstrução. Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  55. Número ou marcador, página 25: a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  56. Número ou marcador, página 25: b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  57. Número ou marcador, página 25: c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  58. Número ou marcador, página 25: d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  59. Número ou marcador, página 25: a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  60. Número ou marcador, página 25: b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios;
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  61. Número ou marcador, página 25: c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  62. Número ou marcador, página 25: d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  63. Número ou marcador, página 25: e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  64. Número ou marcador, página 25: a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária;
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  65. Número ou marcador, página 25: b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres;
    Instituição: MOPHRH/ANE
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  66. Número ou marcador, página 25: c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia;
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    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
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    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  67. Número ou marcador, página 25: d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
    Instituição: MOPHRH/ANE
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mobilizar fundos para responder as actividades de emergência; b) realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) prover a sinalização de infra-estruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às Solicitações de emergências. (Em curso) Os Empreiteiros de Manutenção de Rotina estão avisados para responder nos troços onde tem contrato; g) garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; h) criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições-Em curso; i) reforçar as infra-estruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; j) formação dos transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; k) partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial.a) informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) divulgar, nos órgãos de informação, as vias alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.a) repor a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada; c) realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) monitorar o processo de reconstrução.
    Instituição: MIREME/ENERGIA
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2022/2023; b) pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; d) assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobre tudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.a) assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infra- -estruturas sociais básicas.
  68. Texto do artigo, página 26: Instituição: MIREME/INAM Prontidão Resposta Recuperação
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  69. Número ou marcador, página 26: a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  70. Número ou marcador, página 26: b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  71. Número ou marcador, página 26: c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  72. Número ou marcador, página 26: d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  73. Número ou marcador, página 26: e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  74. Número ou marcador, página 26: a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  75. Número ou marcador, página 26: b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  76. Número ou marcador, página 26: c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  77. Número ou marcador, página 26: d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  78. Número ou marcador, página 26: e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.
    Instituição: MIREME/INAM
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    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  79. Número ou marcador, página 26: a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico;
    Instituição: MIREME/INAM
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    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
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    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  80. Número ou marcador, página 26: b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos;
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    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
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    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  81. Número ou marcador, página 26: c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES);
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  82. Número ou marcador, página 26: d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional. Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  83. Número ou marcador, página 26: a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  84. Número ou marcador, página 26: b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  85. Número ou marcador, página 26: c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  86. Número ou marcador, página 26: d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  87. Número ou marcador, página 26: e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo;
    Instituição: MIREME/INAM
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    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  88. Número ou marcador, página 26: f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  89. Número ou marcador, página 26: g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  90. Número ou marcador, página 26: a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  91. Número ou marcador, página 26: b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  92. Número ou marcador, página 26: c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  93. Número ou marcador, página 26: d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  94. Número ou marcador, página 26: a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta;
    Instituição: MIREME/INAM
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    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  95. Número ou marcador, página 26: b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  96. Número ou marcador, página 26: c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  97. Número ou marcador, página 26: d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  98. Número ou marcador, página 26: e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc. Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  99. Número ou marcador, página 26: a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  100. Número ou marcador, página 26: a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  101. Número ou marcador, página 26: b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação;
    Instituição: MIREME/INAM
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    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  102. Número ou marcador, página 26: c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  103. Número ou marcador, página 26: a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  104. Número ou marcador, página 26: b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  105. Número ou marcador, página 26: c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas;
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  106. Número ou marcador, página 26: d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
    Instituição: MIREME/INAM
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) realizar campanhas de educação cívica e divulgar normas de evacuação e protecção sobre cuidados a ter antes, durante e após a ocorrência de sismos e tsunamis; b) difundir comunicados e avisos adaptados aos diferentes grupos de população; c) pré-posicionar meios para a resposta em casos de desastres; d) monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade do sistema de aviso prévio de sismos e tsunamis.a) produzir comunicados de imprensa, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do sismo; b) preparar informação sobre a ocorrência de eventos sísmicos com epicentro em Moçambique (parte continental e oceânica) ou nos países vizinhos, mas que se tenham sentido no território nacional; c) avaliação rápida do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; d) monitorar as réplicas dos eventos sísmicos; e) levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.a) levantamento do grau de erosão, aluimento, colapso, subsidência de solos nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) levantamento dos danos visíveis nas infra-estruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) monitor e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional.
    Instituição: MICULTUR
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infra-estruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) divulgar o plano de contingência junto dos Operadores Turísticos; c) sensibilizar os Operadores turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) disseminar informação sobre prevenção e mitigação da COVID-19, no sector da cultura e turismo; f) sensibilizar os fazedores das artes e cultura para se envolverem na divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.a) intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções; d) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.a) realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) elaborar plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) elaborar pacotes de isentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra o COVID-19, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc.
    Instituição: SED
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres.a) providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; b) promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; c) arolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.a) assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; d) assegurar a reconstrução das infra-estruturas pós-desastres.
  107. Texto do artigo, página 26: Em relação a iniciativa piloto de estabelecimento de um Sistema de Aviso Prévio à seca ligado a Acções Antecipadas, o Governo conta um apoio financeiros do Programa Mundial para Alimentação, no valor de 46.6 milhões de MZN (Quarenta e Seis Milhões e Seiscentos Mil Meticais), para a implementação dos Planos Distritais de Acções Antecipadas dos distritos piloto de Chibuto e Guijá, na província de Gaza, Marara e Changara, na província de Tete, bem como nos distritos de Caia e Chemba, na província de Sofala. Importa realçar que 68% do fundo disponível será destinado à programas de Protecção Social e 42% destina-se a actividades de promoção da segurança alimentar e nutricional.
  108. Número ou marcador, página 27: 6. BENS DISPONÍVEIS E NECESSÁRIOS
  109. Texto do artigo, página 27: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (51)
  110. Texto do artigo, página 27: 6.1. Operações de Busca e Salvamento
  111. Número ou marcador, página 27: 6. Bens Disponíveis E Necessários 6.1. Operações de Busca e Salvamento As operações de busca e salvamento serão realizadas e coordenadas pela Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC)
  112. Texto do artigo, página 27: As operações de busca e salvamento serão realizadas e coordenadas pela Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) para salvaguardar a vida das populações e segurança das infraestruturas afectadas. A UNAPROC a nível central e nas Delegações provinciais tem disponíveis 76 barcos para as operações de busca e salvamento -Ver tabela 8
  113. Texto do artigo, página 27: para salvaguardar a vida das populações e segurança das infra-estruturas afectadas. A UNAPROC a nível central e nas Delegações provinciais tem disponíveis 76 barcos para as operações de busca e salvamento -Ver tabela 8
  114. Texto do artigo, página 27: Tabela 8: Operações de Busca e Salvamento
  115. Texto do artigo, página 27: Resumo - Meios de busca e salvamento PROVÍNCIA Barcos Motores Barcos Pontes Móveis Camiões cisterna Camiões Tratores Total Total 76 99 8 2 5 100 290
  116. Texto do artigo, página 27: 6.2. Assistência alimentar As necessidades para assistência alimentar (cerais, feijões,
  117. Texto do artigo, página 27: 6.2. Assistência alimentar
  118. Texto do artigo, página 27: óleo, sal e açúcar) descritas no presente plano consideram três contextos:
  119. Texto do artigo, página 27: As necessidades para assistência alimentar (cerais, feijões, óleo, sal e açúcar) descritas no presente plano consideram três contextos:
  120. Número ou marcador, página 27: a) assistência Alimentar a pessoas actualmente identificadas pelo SETAN como estando em situação de insegurança alimentar;
  121. Número ou marcador, página 27: b) assistência alimentar a possíveis afectados pelas intempéries descritas no Cenário II do presente Plano de Contigência; e
  122. Número ou marcador, página 27: c) assistência alimentar aos deslocados de guerra gerados pela instabilidade na zona norte do País.
  123. Texto do artigo, página 27: O último relatório do SETSAN indica que cerca de 511 mil pessoas se encontram em situação de insegurança alimentar até Novembro de 2022. A estimativa de necessidades alimentares,
  124. Texto do artigo, página 27: O último relatório do SETSAN indica que cerca de 511 mil pessoas se encontram em situação de insegurança alimentar até Novembro de 2022. A estimativa de necessidades alimentares, cereais, feiões, óleo alimentar, açúcar e sal, 42.178 toneladas para um período de 6 meses.
  125. Texto do artigo, página 27: Tabela 9: Assistência alimentar Para fazer face ao défice identificado, o Fundo de Gestão de Calamidades, FGC, iniciou o processo de aquisição de cerca de 2.600 toneladas de produtos diversos, conforme a tabela 10 Tabela 10: Aquisicoes em curso
  126. Texto do artigo, página 27: Resumo - Assistência alimentar Pessoas por assistir Risco Insan deslocados Total 295 166 511 244 1 122 440 1 928 850 Produtos Quantidade em Toneladas Total necessário (Ton) Disponível Aquisições em curso Défice Cereais 8 855 30 675 67 346 106 876 36 068 2 000 (70 808) Feijão Manteiga 1 771 6 135 13 469 21 375 7 008 200 (14 368) Óleo alimentar 664 2 301 5 051 8 016 2 696 200 (5 320) Açúcar 708 2 454 - 3 162 216 200 (2 946) Sal 177 613 - 791 28 20 (763) Total 12 176 42 178 85 867 140 220 46 016 - (94 204)
  127. Texto do artigo, página 27: cereais, feijões, óleo alimentar, açúcar e sal, 42.178 toneladas para um período de 6 meses.
  128. Texto do artigo, página 27: Foram igualmente projectadas cerca de 300 mil pessoas que poderão necessitar de assistência alimentar caso se confirme o Cenário II do presente Plano de Contingência. A estimativa alimentar é de cerca de 12 mil toneladas de produtos alimentares.
  129. Número ou marcador, página 27: a) Assistência Alimentar a pessoas actualmente identificadas pelo SETAN como estando em situação de insegurança alimentar;
  130. Número ou marcador, página 27: b) Assistência alimentar a possíveis afectados pelas intempéries descritas no Cenário II do presente Plano de Contigência;
  131. Número ou marcador, página 27: c) Assistência alimentar aos deslocados de guerra gerados pela instabilidade na zona norte do País.
  132. Texto do artigo, página 27: Finalmente, foi considerada a prevalecente situação dos actuais 1.122.440 deslocados de guerra e que mesmo com os sinais de melhoria do cenário no teatro operacional norte, os mesmos poderão necessitar de assistência alimentar por pelo menos 6 meses. Assim foram estimadas cerca de 85 mil toneladas de produtos alimentares.
  133. Texto do artigo, página 27: Finalmente, foi considerada a prevalecente situação dos actuais 1.122.440 deslocados de guerra e que mesmo com os sinais de melhoria do cenário no teatro operacional norte, os mesmos poderão necessitar de assistência alimentar por pelo menos 6 meses. Assim foram estimadas cerca de 85 mil toneladas de produtos alimentares.
  134. Texto do artigo, página 27: O total de produtos alimentares necessários é de cerca de 140 mil toneladas e até o início do mês de Outubro, a Equipa Humanitária Nacional reportava uma disponibilidade de cerca de 46 mil toneladas de produtos alimentares. Ver Tabela 9.
  135. Texto do artigo, página 27: O total de produtos alimentares necessários é de cerca de 140 mil toneladas e até o início do mês de Outubro, a Equipa Humanitária Nacional reportava uma disponibilidade de cerca de 46 mil toneladas de produtos alimentares. Ver Tabela 9.
  136. Texto do artigo, página 27: Foram igualmente projectadas cerca de 300 mil pessoas que poderão necessitar de assistência alimentar caso se confirme o Cenário II do presente Plano de Contingência. A estimativa alimentar é de cerca de 12 mil toneladas de produtos alimentares.
  137. Texto do artigo, página 27: 53
  138. Texto do artigo, página 28: Para fazer face ao défice identificado, o Fundo de Gestão de Calamidades, FGC, iniciou o processo de aquisição de cerca de 2.600 toneladas de produtos diversos, conforme a tabela 10 Tabela 10: Aquisicoes em curso
  139. Texto do artigo, página 28: Para fazer face ao défice identificado, o Fundo de Gestão de Calamidades, FGC, iniciou o processo de aquisição de cerca de 2.600 toneladas de produtos diversos, conforme a tabela 10
  140. Texto do artigo, página 28: Tabela 10: Aquisições em curso
  141. Texto do artigo, página 28: Tabela 10: Aquisições em curso Resumo - Aquisições em curso ( em toneladas) Item Quantidades Valor estimado Feijão Manteiga 200 22 000 000 Óleo Vegetal (1l=900grs) 180 21 600 000 Sal de Cozinha 20 300 000 Açúcar Castanho 200 16 000 000 Arroz 1 000 60 000 000 Milho 1 000 60 000 000 Total 2 600 179 900 000
    ItemQuantidadesValor estimado
    Feijão Manteiga20022 000 000
    Óleo Vegetal (1l=900grs)18021 600 000
    Sal de Cozinha20300 000
    Açúcar Castanho20016 000 000
    Arroz1 00060 000 000
    Milho1 00060 000 000
    Total2 600179 900 000
  142. Texto do artigo, página 28: de abrigos seguros. Contudo, a coordenação com o sector de educação é de extrema importância para evitar a paralisação das aulas.
  143. Texto do artigo, página 28: 6.3. Abrigo
  144. Texto do artigo, página 28: 6.3. Abrigo
  145. Texto do artigo, página 28: Os principais materiais usados no sector do abrigo são as tendas, lonas e kit de ferramentas para instalação das tendas/ lonas. Outro recurso para o abrigo temporário são as salas de aulas localizadas em zonas seguras e que devem ser identificadas com antecedência como lugares de abrigos seguros. Contudo, a coordenação com o sector de educação é de extrema importância para evitar a paralisação das aulas.
  146. Texto do artigo, página 28: As estimativas de necessidades para o período em análise foram calculadas para cerca de 32 mil famílias, entre os que poderão ficar afectados pelos eventos do Cenário II e eventuais deslocados que ainda possam necessitar desse apoio. A componente de abrigo regista um défice de cerca de 3 mil tendas multiuso, 4 mil kits de ferramenta, 9 lonas familiares, entre outros - Ver tabela 11
  147. Texto do artigo, página 28: As estimativas de necessidades para o período em análise foram calculadas para cerca de 32 mil famílias, entre os que poderão ficar afectados pelos eventos do Cenário II e eventuais deslocados que ainda possam necessitar desse apoio. A componente de abrigo regista um défice de cerca de 3 mil tendas multiuso, 4 mil kits de ferramenta, 9 lonas familiares, entre outros - Ver tabela 11
  148. Texto do artigo, página 28: Os principais materiais usados no sector do abrigo são as tendas, lonas e kit de ferramentas para instalação das tendas/lonas. Outro recurso para o abrigo temporário são as salas de aulas localizadas em zonas seguras e que devem ser identificadas com antecedência como lugares
  149. Texto do artigo, página 28: 54
  150. Texto do artigo, página 28: Tabela 11: Tabela de abrigo Para colmatar o défice identificado, o FGC esta em processo de aquisição dos materiais abaixo arrolados Tabela 12: Aquisicoes em pipeline
  151. Texto do artigo, página 28: Tabela 11: Tabela de abrigo Resumo - Abrigo (32222 familias) Item Total necessario Disponível Aquisições em curso Défice Tendas Comunitarias 242 359 55 Tendas Multi Uso 3 222 15 - (3 207) Tendas Familiares 4 833 3 148 4 000 - Kits de Abrigo 9 667 6 115 4 000 - Kits de Ferramenta 17 722 10 568 3 000 (4 154) Lonas Familiares 4x6m 35 444 10 510 50 000 - Lonas Familiares 7x12m 403 661 - - Lonas Comunitárias 12x50 m 81 72 - (9) Rolos Plastico 1x50 m 115 999 139 030 4 000 -
    ItemTotal necessarioDisponívelAquisições em cursoDéfice
    Tendas Comunitarias24235955
    Tendas Multi Uso3 22215-(3 207)
    Tendas Familiares4 8333 1484 000-
    Kits de Abrigo9 6676 1154 000-
    Kits de Ferramenta17 72210 5683 000(4 154)
    Lonas Familiares 4x6m35 44410 51050 000-
    Lonas Familiares 7x12m403661--
    Lonas Comunitárias 12x50 m8172-(9)
    Rolos Plastico 1x50 m115 999139 0304 000-
  152. Texto do artigo, página 28: Tabela 12: Aquisições em pipeline
  153. Texto do artigo, página 28: Tabela 12: Aquisições em pipeline Resumo - Aquisições em pipeline Item Quantidades Valor estimado Tendas Familiares 4 000 200 000 000 Kits de Abrigo e Acomodacao 4 000 11 400 000 Rolos plásticos (1x50m) 4 000 14 560 000 Kits de Ferramentas 3 000 5 400 000 Lonas de 4x6m 50 000 50 000 000 Tendas Comunitárias 55 6 050 000 Total 287 410 000
    ItemQuantidadesValor estimado
    Tendas Familiares4 000200 000 000
    Kits de Abrigo e Acomodacao4 00011 400 000
    Rolos plásticos (1x50m)4 00014 560 000
    Kits de Ferramentas3 0005 400 000
    Lonas de 4x6m50 00050 000 000
    Tendas Comunitárias556 050 000
    Total287 410 000
  154. Texto do artigo, página 28: 6.4. Água e Saneamento
  155. Texto do artigo, página 28: De acordo com as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2022/23, o sector de Abastecimento de Água e Saneamento, prevê assistir cerca de 74 mil familias necessitadas, em centros de acomodação temporária e ou de trânsito provendo condições básicas de acesso água em quantidade e qualidade necessária e serviços de saneamento básico (latrinas/sanitários - lajes plásticas) e outros materiais indicados na tabela n˚ 13
  156. Texto do artigo, página 29: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (53)
  157. Texto do artigo, página 29: 6.4. Água e Saneamento
  158. Texto do artigo, página 29: De acordo com as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2022/23, o sector de Abastecimento de Água e Saneamento, prevê assistir cerca de 74 mil famílias necessitadas, em centros de acomodação temporária e ou de trânsito provendo condições básicas de acesso água em quantidade e qualidade necessária e serviços de saneamento básico (latrinas/sanitários - lajes plásticas) e outros materiais indicados na tabela n.˚ 13.
  159. Texto do artigo, página 29: Tabela 13: Água e saneamento
  160. Texto do artigo, página 29: Tabela 13: Agua e saneamento Para colmatar o défice identificado, o FGC esta em processo de aquisição dos materiais abaixo arrolados Tabela 14: Aquisições em pipeline de água e saneamento
  161. Texto do artigo, página 29: Tabela 13: Água e saneamento Resumo - Água e Saneamento (74548 famílias) Item Quantidades em unidades Total necessário Disponível Aquisições em curso Défice Tanques Flexiveis 5000l 750 31 1 546 - Tanques Flexiveis 500 l 167 21 - (146) Tanques Rigidos 8 20 - - Estacao de Tratamento de Agua (ETA) 22 - - (22) Kits de Teste Rapido 110 131 - - Baldes Plasticos 41 687 25 980 30 000 - Jerricans 83 374 6 648 40 000 (36 726) Certeza (Frascos 150ml) 41 687 150 262 - - Certeza (caixas) - - - - Cloro em pacotes/kg 41 687 4 371 242 077 - Lajes 8 215 187 464 1 200 - Kit de Latrina 8 215 - - (8 215) Rolos Plastico 2x12 m 9 858 2 893 - (6 965) Rolos Plastico 4x50 m 39 433 - - (39 433) Sabao 131 049 128 - (130 921) Detergente em Po (Pacotes) 99 299 - - - Pás 8 215 37 600 - - Enxadas 8 215 143 - (8 072) Catanas 9 858 806 - (9 052)
    ItemQuantidades em unidades
    Total necessárioDisponívelAquisições em cursoDéfice
    Tanques Flexiveis 5000l750311 546-
    Tanques Flexiveis 500 l16721-(146)
    Tanques Rigidos820--
    Estacao de Tratamento de Agua (ETA)22--(22)
    Kits de Teste Rapido110131--
    Baldes Plasticos41 68725 98030 000-
    Jerricans83 3746 64840 000(36 726)
    Certeza (Frascos 150ml)41 687150 262--
    Certeza (caixas)----
    Cloro em pacotes/kg41 6874 371242 077-
    Lajes8 215187 4641 200-
    Kit de Latrina8 215--(8 215)
    Rolos Plastico 2x12 m9 8582 893-(6 965)
    Rolos Plastico 4x50 m39 433--(39 433)
    Sabao131 049128-(130 921)
    Detergente em Po (Pacotes)99 299---
    Pás8 21537 600--
    Enxadas8 215143-(8 072)
    Catanas9 858806-(9 052)
  162. Texto do artigo, página 29: Tabela 14: Aquisições em pipeline de água e saneamento Resumo - Aquisições em pipeline Item Quantidades Valor estimado Tanques Flexíveis 5000 l 1 546 120 000 Lajes Plásticas 1 200 2 100 000 Jerricans 20 Litros 40 000 4 000 000 Cloro em pacotes/kg 242 077 4 841 540 Baldes Plásticos 10 000 2 000 000 Aquisição de Acessorios para a Reparação de Furos de 2 500 000
    ItemQuantidadesValor estimado
    Tanques Flexíveis 5000 l1 546120 000
    Lajes Plásticas1 2002 100 000
    Jerricans 20 Litros40 0004 000 000
    Cloro em pacotes/kg242 0774 841 540
    Baldes Plásticos10 0002 000 000
    Aquisição de Acessorios para a Reparação de Furos de2 500 000
  163. Texto do artigo, página 29: 6.5. Utensílios Domésticos Na componente de utensílios domésticos para apoio às famílias mais necessitadas e alojadas nos Centros de acomodação,
  164. Texto do artigo, página 29: 6.5. Utensílios Domésticos
  165. Texto do artigo, página 29: foram arroladas as necessidades e disponibilidades tendo sido registados défices nas componentes de redes mosquiteiras, mantas, kits de dignidade, e outros, conforme a tabela 15.
  166. Texto do artigo, página 29: Na componente de utensílios domésticos para apoio às famílias mais necessitadas e alojadas nos Centros de acomodação, foram arroladas as necessidades e disponibilidades tendo sido registados défices nas componentes de redes mosquiteiras, mantas, kits de dignidade, e outros, conforme a tabela 15
  167. Texto do artigo, página 29: 56
  168. Texto do artigo, página 30: Tabela 15: Utensílios domésticos Para colmatar o défice identificado, o FGC esta em processo de aquisição dos materiais abaixo arrolados Tabela 16: tabela resumo de bens de protecção e dignidade 6.6. Educação Em caso de cheias e ciclones, o sector da Educação é afectado pela destruição de salas de aula privando os alunos de continuar com o curso normal das aulas. Dada a tipologia das salas de aula (material convencional, misto, local), o sector da educação apresenta algumas fragilidades para lidar com eventos de cheias, ciclones e ventos. Por forma a garantir a continuidade das aulas em zonas afectadas por estes eventos, normalmente são necessárias, tendas escola, material para os alunos, professores e equipamentos escolar. O Sector planificou assistir pelo menos 1 milhão de crianças em idade escolar. Segundo a tabela abaixo, há uma disponibilidade significativa de tendas escola e kits dos alunos, mas por outro lado observa-se um défice em kits de professor, kit escolar, quadros portátil e lonas para cobertura. Tabela 17: Sector de Educação
  169. Texto do artigo, página 30: Resumo - Utensílios domésticos (32222 familias) Item Quantidades em unidades Total necessário Disponivel Aquisições em curso Défice Kits de Cozinha 32 222 11 145 - (21 077) Kits de Higiene 32 222 8 056 - (24 166) Pasta Dentifrica 3 222 1 872 - (1 350) Kits de dignidade 19 333 6 595 2 500 (10 238) Kit famíliar 25 778 1 155 - (24 623) Mantas 38 666 12 438 5 000 (21 228) Esteiras 38 666 13 557 - (25 109) Colchoes 3 222 299 - (2 923) Redes Mosquiteiras 96 666 - - (96 666) Roupa em sacos 2 578 2 291 - (287) Copos Plasticos 6 444 6 873 - - Pratos Plasticos 6 444 1 996 - (4 448) Panelas Comunitarias 129 33 - (96) Bacias Plasticas 81 313 - -
  170. Texto do artigo, página 30: Tabela 16: Tabela resumo de bens de protecção e dignidade 6.7. Apoio Psico-social Tabela 17: Sector de Educação
  171. Texto do artigo, página 30: Resumo - Aquisições em pipeline Item Quantidades Valor estimado Mantas 5000 7 500 000 Kits de Dignidade 2500 3 750 000
  172. Texto do artigo, página 30: 6.6. Educação
  173. Texto do artigo, página 30: necessárias, tendas escola, material para os alunos, professores e equipamentos escolar.
  174. Texto do artigo, página 30: Em caso de cheias e ciclones, o sector da Educação é afectado pela destruição de salas de aula privando os alunos de continuar com o curso normal das aulas. Dada a tipologia das salas de aula (material convencional, misto, local), o sector da educação apresenta algumas fragilidades para lidar com eventos de cheias, ciclones e ventos. Por forma a garantir a continuidade das aulas em zonas afectadas por estes eventos, normalmente são
  175. Texto do artigo, página 30: O Sector planificou assistir pelo menos 1 milhão de crianças em idade escolar. Segundo a tabela abaixo, há uma disponibilidade significativa de tendas escola e kits dos alunos, mas por outro lado observa-se um défice em kits de professor, kit escolar, quadros portátil e lonas para cobertura.
  176. Texto do artigo, página 30: Resumo - Educação (1656964 alunos) Item Quantidades em unidades Total necessário Disponivel Aquisições em curso Défice Tendas Escola 7 788 42 - (7 746) Kit de Alunos 1 259 293 20 510 - (1 238 783) Kit de Professores 24 854 176 - (24 678) Kit Escola 21 541 154 - (21 387) Kit de Desenvolvimento da 1a Infancia 99 100 - - Quadros Portatil 5 799 176 - (5 623) Lona 5x60 m 1 574 28 - (1 546) Lona p Cobertura 8 451 1 244 - (7 207)
  177. Texto do artigo, página 30: 57
  178. Texto do artigo, página 30: 6.7. Apoio Psico-Social
  179. Texto do artigo, página 30: O Sector da Mulher género Criança e Acção Socia planificou prestar assistência psicossocial a cerca de 940 mil crianças que possam ser afectadas pelas intempéries prevista na presente época chuvosa bem como ao nível das famílias deslocadas que estejam em centros de acomodação ou Bairros de Reassentamento.
  180. Texto do artigo, página 30: Assim, foi identificada uma necessidade de cerca de mil Kits de recreação, dos quais mais de metades estão disponíveis e sob gestão dos parceiros de cooperação.
  181. Texto do artigo, página 30: Tabela 18: Apoio Psico social
  182. Texto do artigo, página 31: 6.7. Apoio Psico-Social
  183. Texto do artigo, página 31: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (55)
  184. Texto do artigo, página 31: O Sector da Mulher género Criança e Acção Socia planificou prestar assistência psicossocial a cerca de 940 mil crianças que possam ser afectadas pelas intempéries prevista na presente época chuvosa bem como ao nível das famílias deslocadas que estejam em centros de acomodação ou Bairros de Reassentamento.
  185. Texto do artigo, página 31: O Sector da Mulher Género Criança e Acção Social planificou prestar assistência psicossocial a cerca de 940 mil crianças que possam ser afectadas pelas intempéries prevista na presente época chuvosa bem como ao nível das famílias deslocadas que estejam em centros de acomodação ou Bairros de Reassentamento.
  186. Texto do artigo, página 31: Assim, foi identificada uma necessidade de cerca de mil Kits de recreação, dos quais mais de metades estão disponíveis e sob gestão dos parceiros de cooperação.
  187. Texto do artigo, página 31: Assim, foi identificada uma necessidade de cerca de mil Kits de recreação, dos quais mais de metades estão disponíveis e sob gestão dos parceiros de cooperação.
  188. Texto do artigo, página 31: Tabela 18: Apoio Psico social 6.8. Agricultura O MADER, estima em cerca de 570 mil toneladas de semente diversa necessária para colmatar eventuais perdas de culturas devido a ocorrência de seca, cheias e ciclones Ver tabela 19. Tabela 19: Agricultura Tabela 18. Apoio psico-social Para colmatar parte do défice identificado, o FGC está em processo de aquisição de diversos insumos agrícolas, conforme a tabela 20. Tabela 20: Aquisicao em pipeline de insumos agricolas
  189. Texto do artigo, página 31: 6.8. Agricultura O MADER, estima em cerca de 570 mil toneladas de semente diversa necessária para colmatar eventuais perdas de culturas devido
  190. Texto do artigo, página 31: a ocorrência de seca, cheias e ciclones. Ver tabela 19.
  191. Texto do artigo, página 31: Tabela 19: Agricultura
  192. Texto do artigo, página 31: 58
  193. Texto do artigo, página 31: Para colmatar parte do défice identificado, o FGC está em processo de aquisição de diversos insumos agrícolas, conforme a tabela 20.
  194. Texto do artigo, página 31: Para colmatar parte do défice identificado, o FGC está em processo de aquisição de diversos insumos agrícolas, conforme a tabela 20.
  195. Texto do artigo, página 31: Tabela 20: Aquisição em pipeline de insumos agrícolas
  196. Texto do artigo, página 31: Tabela 20: Aquisicao em pipeline de insumos agricolas
  197. Texto do artigo, página 31: 6.9. Materiais Necessários e disponíveis no Sector da Saúde
  198. Texto do artigo, página 31: A tabela abaixo apresenta os materiais necessários para fazer face a resposta no sector da saúde, nas componentes de Material e equipamento médico, suplementos alimentares e despesas com pessoal. Os materiais de saúde destinam-se a provisão de serviços de saúde aos afectados pelas ameaças identificadas neste plano.
  199. Texto do artigo, página 31: 6.9. Materiais Necessários e disponíveis no Sector da Saúde
  200. Texto do artigo, página 32: 6.10. Recursos Humanos
  201. Texto do artigo, página 32: O sistema de Gestão e Redução do Risco de Desastres no País conta com uma estrutura Desde o nível de base até ao nível central e que pode ser mobilizada, com a seguinte estrutura:
  202. Texto do artigo, página 32: 6.9. Materiais Necessários e disponíveis no Sector da Saúde A tabela abaixo apresenta os materiais necessários para fazer
  203. Texto do artigo, página 32: a. O CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais. b. O CTGD é dirigido pelo Presidente do INGC e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD. c. A Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) é o órgão interventivo do CENOE em operações de emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária. d. O CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta à desastres. e. A Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial. f. Ao nível das comunidades mais vulneráveis existem em prontidão Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres que dinamizam as actividades de prontidão, resposta e recuperação junto da comunidade.
  204. Texto do artigo, página 32: emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária;
  205. Número ou marcador, página 32: d) o CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta à desastres;
  206. Número ou marcador, página 32: e) a Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial;
  207. Número ou marcador, página 32: f) ao nível das comunidades mais vulneráveis existem em prontidão Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres que dinamizam as actividades de prontidão, resposta e recuperação junto da comunidade.
  208. Texto do artigo, página 32: face a resposta no sector da saúde, nas componentes de Material e equipamento médico, suplementos alimentares e despesas com pessoal. Os materiais de saúde destinam-se a provisão de serviços de saúde aos afectados pelas ameaças identificadas neste plano.
  209. Texto do artigo, página 32: 6.10. Recursos Humanos
  210. Texto do artigo, página 32: O sistema de Gestão e Redução do Risco de Desastres no País conta com uma estrutura
  211. Texto do artigo, página 32: Desde o nível de base até ao nível central e que pode ser mobilizada, com a seguinte estrutura:
  212. Número ou marcador, página 32: a) o CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais;
  213. Número ou marcador, página 32: b) o CTGD é dirigido pelo Presidente do INGC e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD;
  214. Número ou marcador, página 32: c) a Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) é o órgão interventivo do CENOE em operações de
  215. Texto do artigo, página 32: A tabela 22 apresenta o número de membros de cada órgão acima descrito
  216. Texto do artigo, página 32: A tabela 22 apresenta o número de membros de cada órgão acima descrito
  217. Texto do artigo, página 32: Tabela 21: Recursos Humanos disponíveis em caso de emergência
  218. Texto do artigo, página 32: Local CCGC CTGC COE Regiões do INGD UNAPROC (incluindo Desdobramento por Regiões Equipa Humanitária Nacional Total Nível central 17 14 28 59 Maputo Cidade 57 57 Maputo Província 27 54 81 Gaza 27 54 81 Inhambane 27 54 81 Sofala 27 54 81 Manica 27 54 81 Tete 27 54 81 Zambezia 27 54 81 Nampula 27 54 81 Niassa 27 54 81 Cabo Delgado 27 54 81 Total 17 341 568 30 925 900 2 781
    LocalCCGCCTGCCOERegiões do INGDUNAPROC (incluindo Desdobramento por RegiõesEquipa Humanitária NacionalTotal
    Nível central17142859
    Maputo Cidade5757
    Maputo Província275481
    Gaza275481
    Inhambane275481
    Sofala275481
    Manica275481
    Tete275481
    Zambezia275481
    Nampula275481
    Niassa275481
    Cabo Delgado275481
    Total17341568309259002 781
  219. Texto do artigo, página 32: operações de emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária;
  220. Número ou marcador, página 32: d) o CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta a desastres;
  221. Número ou marcador, página 32: e) a Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial;
  222. Número ou marcador, página 32: f) ao nível das comunidades mais vulneráveis existem em prontidão Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres que dinamizam as actividades de prontidão, resposta e recuperação junto da comunidade. A tabela 22 apresenta o número de membros de cada órgão acima descrito Tabela 21: Recursos Humanos disponíveis em caso de emergência
  223. Texto do artigo, página 32: Local
  224. Texto do artigo, página 32: 568
  225. Texto do artigo, página 32: 60
  226. Texto do artigo, página 33: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (57)
  227. Texto do artigo, página 33: Os 900 oficiais humanitários provenientes da equipa Humanitária Nacional provêm de 8 Agências das Nações Unidas, 33 Organizações Não-Governamentais Internacionais e 21 Organização Não-Governamentais Nacionais.
  228. Número ou marcador, página 33: 7. Recursos Financeiros Necessários E Disponíveis As bases para o cálculo do orçamento deficitário são:
  229. Texto do artigo, página 33: • As actividades previstas nos períodos de prontidão, resposta e recuperação, sobretudo, aquelas que não coincidem com o curso normal do funcionamento das instituições; • A necessidade de aquisição de produtos e materiais diversos para cobrir défices arrolados no PC, incluindo a situação prevalecente dos deslocados de guerra;
  230. Texto do artigo, página 33: • A necessidade de cobrir as despesas com a logística, com as operações de busca e salvamento, a gestão de centros de acomodação temporária, o pré-posicionamento de meios, a monitoria permanente dos eventos, para além da operacionalização de todo o sistema de coordenação; e • A necessidade de cobrir as despesas para assistência aos deslocados causados pelos ataques armados nas zonas norte e centro do país.
  231. Texto do artigo, página 33: 7.1 Orçamento por Cenários O Orçamento do PC está redistribuido por Sectores e por
  232. Texto do artigo, página 33: Cenários, conforme a tabela a baixo.
  233. Texto do artigo, página 33: Neste sentido, o Cenário I está orçado em 10.8 mil milhões, o Cenário II em cerca de 12.5 mil milhões e o cenário III, Cerca de 16.5 mil milhões.
  234. Texto do artigo, página 33: Tabela 223: Resumo do Orçamento Global por Cenários (103 MZN)
  235. Texto do artigo, página 33: Cenário I Cenário II Cenário III Distritos 41 737 48 684 199 921 SP 2 580 2 580 2 580 INGD 2 140 341 3 166 418 5 075 245 MADER 85 057 96 565 129 957 MOPHRH 2 131 762 2 646 982 4 257 706 MINEDH 51 920 70 585 183 450 MISAU 29 204 44 990 108 613 MGCAS 13 507 16 117 17 726 MITADER 17 383 26 048 28 877 GABINFO/ICS 1 996 3 105 3 209 MTC 13 436 19 338 31 597 MIC 5 588 9 104 10 329 MINT 1 186 34 546 124 767 MDN 3 424 2 491 3 489 MIREME 108 367 124 664 140 785 MMAIP 1 430 1 090 2 022 MICULTUR 1 1 300 1 300 MEF/INE 1 820 36 212 1 800 Sub Total 4 650 739 6 350 819 10 323 372 Deslocados vitimas dos insurgentes 6 128 522 6 128 522 6 128 522 Total Geral 10 779 262 12 479 342 16 451 895
    Cenário ICenário IICenário III
    Distritos41 73748 684199 921
    SP2 5802 5802 580
    INGD2 140 3413 166 4185 075 245
    MADER85 05796 565129 957
    MOPHRH2 131 7622 646 9824 257 706
    MINEDH51 92070 585183 450
    MISAU29 20444 990108 613
    MGCAS13 50716 11717 726
    MITADER17 38326 04828 877
    GABINFO/ICS1 9963 1053 209
    MTC13 43619 33831 597
    MIC5 5889 10410 329
    MINT1 18634 546124 767
    MDN3 4242 4913 489
    MIREME108 367124 664140 785
    MMAIP1 4301 0902 022
    MICULTUR11 3001 300
    MEF/INE1 82036 2121 800
    Sub Total4 650 7396 350 81910 323 372
    Deslocados vitimas dos insurgentes6 128 5226 128 5226 128 522
    Total Geral10 779 26212 479 34216 451 895
  236. Texto do artigo, página 33: Distritos SP INGD MADER MOPHRH MINEDH MISAU MGCAS MITADER GABINFO/ICS MTC MIC MINT MDN MIREME MMAIP MICULTUR MEF/INE Sub Total Deslocados vitimas dos insurgentes Total Geral
  237. Texto do artigo, página 33: Cenário I
  238. Texto do artigo, página 33: Cenário II
  239. Texto do artigo, página 33: Cenário III
  240. Texto do artigo, página 33: 4 650 739
  241. Texto do artigo, página 33: 6 350 819
  242. Texto do artigo, página 33: 6 128 522
  243. Texto do artigo, página 33: 6 128 522
  244. Texto do artigo, página 33: 7.2 Orçamento do Cenário II por principais acçoes a cobrir
  245. Texto do artigo, página 33: 7.2 Orçamento do Cenário II por principais acções a cobrir A redistribuição do orçamento pelas diferentes acções a serem cobertas indica uma grande necessidade de recursos para a assistencia
  246. Texto do artigo, página 33: A redistribuição do orçamento pelas diferentes acções a serem cobertas indica uma grande necessidade de recursos para a assistencia alimentar seguida da necessidade de reposição e vias e pontes através de obras de emergeência, para além e necessidades com o abrigo em caso de movimentação de familias para centros de acomodação temporária.
  247. Texto do artigo, página 33: alimentar seguida da necessidade de reposição e vias e pontes através de obras de emergeência, para além e necessidades com o abrigo em caso de movimentação de familias para centros de acomodação temporária.
  248. Texto do artigo, página 34: A tabela 22: Distribição do orçamento do Cénario II por acções a cobrir
  249. Texto do artigo, página 34: Total necessário Cenário II (103 Mzn)
  250. Texto do artigo, página 34: Item
  251. Texto do artigo, página 34: Responsável
  252. Texto do artigo, página 34: A tabela 22: Distribição do orçamento do Cénario II por acções a cobrir
  253. Texto do artigo, página 34: Abrigo e socorro ÁguaItem e saneamento 1 028 249.16 506 750.41 Total necessário Cenário II (103 Mzn) INGD MOPHRHResponsável Assistencia alimentar Abrigo e socorro 6 990 564.81 1 028 249.16 INGD INGD Saúde e higiene Água e saneamento 108 613.00 506 750.41 MISAU MOPHRH Utensílios domésticos Assistencia alimentar 363 648.31 6 990 564.81 INGD INGD Estradas Saúde e higiene 2 600 685.70 108 613.00 MOPHRH MISAU Educação ApoioUtensíliospsicossocial,domésticos 183 450.00 363 648.31 MINEDH INGD protecçãoEstradas e recreação 2 60017 726.00685.70 MGCASMOPHRH AgriculturaEducação 129183 957.00450.00 MADERMINEDH Monitoria/Aviso Previo/Logistica Apoio psicossocial, protecção e recreação 20117 726.00522.61 INGD/INAM/DNGRHMGCAS outrosAgriculturaserviços 348129 175.00957.00 DemaisMADERSectores Total Monitoria/Aviso Previo/Logistica 12 479 342.00 201 522.61 INGD/INAM/DNGRH Outrosoutros serviçosserviços 348 175.00 Demais Sectores 7.2. Orçamento Disponível Par Total a O Plano De Contingência 2021 12 479 342.00 -2022
    Abrigo e socorro ÁguaItem e saneamento1 028 249.16 506 750.41 Total necessário Cenário II (103 Mzn)INGD MOPHRHResponsável
    Assistencia alimentar Abrigo e socorro6 990 564.81 1 028 249.16INGD INGD
    Saúde e higiene Água e saneamento108 613.00 506 750.41MISAU MOPHRH
    Utensílios domésticos Assistencia alimentar363 648.31 6 990 564.81INGD INGD
    Estradas Saúde e higiene2 600 685.70 108 613.00MOPHRH MISAU
    Educação ApoioUtensíliospsicossocial,domésticos183 450.00 363 648.31MINEDH INGD
    protecçãoEstradas e recreação2 60017 726.00685.70MGCASMOPHRH
    AgriculturaEducação129183 957.00450.00MADERMINEDH
    Monitoria/Aviso Previo/Logistica Apoio psicossocial, protecção e recreação20117 726.00522.61INGD/INAM/DNGRHMGCAS
    outrosAgriculturaserviços348129 175.00957.00DemaisMADERSectores
    Total Monitoria/Aviso Previo/Logistica12 479 342.00 201 522.61INGD/INAM/DNGRH
    Outrosoutros serviçosserviços348 175.00Demais Sectores
    7.2. Orçamento Disponível Par Totala O Plano De Contingência 2021 12 479 342.00-2022
  254. Texto do artigo, página 34: Total necessário Cenário II (10³ Mzn)
  255. Texto do artigo, página 34: Responsável
  256. Texto do artigo, página 34: Demais Sectores
  257. Texto do artigo, página 34: O valor total disponível para financiar o presente PC, resulta da combinação dos diversos esforços do Governo e parceiros de cooperação, isto é, foram contabilizados os fundos alocados ao FGC na proposta do Orçamento do Estado; a valoração dos materiais e equipamentos arrolados no PC. Assim, o valor disponível operacionalização do presente PC está estimado em cerca de 5.1 mil milhões de meticais.
  258. Texto do artigo, página 34: 7.2. Orçamento Disponível Para O Plano De Contingência 2021-2022
  259. Texto do artigo, página 34: 7.2. Orçamento Disponível Para O Plano De Contingência 2021-2022
  260. Texto do artigo, página 34: O valor total disponível para financiar o presente PC, resulta da combinação dos diversos esforços do Governo e parceiros de cooperação, isto é, foram contabilizados os fundos alocados ao FGC na proposta do Orçamento do Estado; a valoração dos materiais e equipamentos arrolados no PC. Assim, o valor disponível operacionalização do presente PC está estimado em cerca de 5.1 mil milhões de meticais.
  261. Texto do artigo, página 34: O valor total disponível para financiar o presente PC, resulta da combinação dos diversos esforços do Governo e parceiros de cooperação, isto é, foram contabilizados os fundos alocados ao FGC na proposta do Orçamento do Estado; a valoração dos materiais e equipamentos arrolados no PC. Assim, o valor disponível operacionalização do presente PC está estimado em cerca de 5.1 mil milhões de meticais.
  262. Texto do artigo, página 34: Tabela 23: Disponibilidade para a cobertura das necessidades do PC 2022 (103MZN)
  263. Texto do artigo, página 34: Fontes de financiamento - PC 2022/2023 Tabela 23: Disponibilidade para a cobertura das ne Valor disponível (103) cessidades do PC 2022 (103MZN) Saldo em Outubro de 2022 0.00 Orçamento Inscrito no OE 2023 326 000.00 Banco Mundial Fontes de financiamento - PC 2022/2023 322 500.00 Valor disponível (103) ValoraçãoSaldo em Outubrodos materiaisde 2022disponíveis no PC 4 429 790.500.00 ContribuiçãoOrçamento Inscritodo PMAnoparaOE 2023resposta a seca 32646 600.00000.00 TotalBanco Mundial 5 124322 890.50500.00
    Fontes de financiamento - PC 2022/2023 Tabela 23: Disponibilidade para a cobertura das neValor disponível (103) cessidades do PC 2022 (103MZN)
    Saldo em Outubro de 20220.00
    Orçamento Inscrito no OE 2023326 000.00
    Banco Mundial Fontes de financiamento - PC 2022/2023322 500.00 Valor disponível (103)
    ValoraçãoSaldo em Outubrodos materiaisde 2022disponíveis no PC4 429 790.500.00
    ContribuiçãoOrçamento Inscritodo PMAnoparaOE 2023resposta a seca32646 600.00000.00
    TotalBanco Mundial5 124322 890.50500.00
  264. Texto do artigo, página 34: Fontes de financiamento - PC 2022/2023 Valor disponível (103)
  265. Texto do artigo, página 34: para resposta a seca 46 600.00
  266. Texto do artigo, página 34: Valoração dos materiais disponíveis no PC 4 429 790.50 Contribuição do PMA para resposta a seca 46 600.00 Total 5 124 890.50
  267. Texto do artigo, página 34: 7.4. Análise do Orçamento adoptado A análise do Risco inicialmente feita no presente documento induziu a adopção do Cenário II como aquele que mais poderá
  268. Texto do artigo, página 34: 63
  269. Texto do artigo, página 34: aproximar-se a eventuais acontecimentos. Orçamento Global projectado para responder aos eventos previstos no Cenário II, incluindo a Monitoria, Logística, Manuseamento e Transporte de bens para Assistência Humanitária é de cerca 12.5 mil milhões de meticais.
  270. Texto do artigo, página 34: 63
  271. Texto do artigo, página 34: A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie esta avaliada em cerca de 5.1 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente PC é estimado em cerca de 7,4 mil milhões de meticais.
  272. Texto do artigo, página 35: A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie esta avaliada em cerca de 5.1 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente PC é estimado em cerca de cerca de 7,4 mil milhões de meticais. Tabela 24: Orçamento adoptado para o PC, disponível e Défice Descrição Orçamento (103 MZN) Orçamento do Cenário II 12 479 341.72 Recursos Disponíveis 5 124 890.50 Défice -7 354 451.22
    DescriçãoOrçamento (103 MZN)
    Orçamento do Cenário II12 479 341.72
    Recursos Disponíveis5 124 890.50
    Défice-7 354 451.22
  273. Número ou marcador, página 35: 8. MECANISMOS DE COORDENAÇÃO, REVISÃO E MONITORIA
    DescriçãoOrçamento (103 MZN)
    Orçamento do Cenário II12 479 341.72
    Recursos Disponíveis5 124 890.50
    Défice-7 354 451.22
  274. Texto do artigo, página 35: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (59)
  275. Número ou marcador, página 35: 8. Mecanismos de Coordenação, Revisão e Monitoria 8.1. Conselho Coordenador De Gestão e Redução do Risco
  276. Texto do artigo, página 35: de Desastres (CCGRD)
  277. Texto do artigo, página 35: O CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais. O CCGD tem como responsabilidade garantir a coordenação das operações de emergência e a implementação do Plano Director para a Redução do Risco de Desastres 2017-2030.
  278. Texto do artigo, página 35: 8.1. Conselho Coordenador De Gestão e Redução do Risco de Desastres (CCGRD)
  279. Texto do artigo, página 35: O CCGD é presidido pelo Primeiro-Ministro e integra todos os membros do Conselho de Ministros dos sectores que intervêm directamente na área de gestão e redução do risco de desastres naturais. O CCGD tem como responsabilidade garantir a coordenação das operações de emergência e a implementação do Plano Director para a Redução do Risco de Desastres 2017-2030.
  280. Texto do artigo, página 35: 8.2. Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD)
  281. Texto do artigo, página 35: O CTGD é dirigido pelo Presidente do INGD e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD. O CTGD tem como principal responsabilidade coordenar os sistemas sectoriais de aviso prévio sobre iminência de desastres de origem meteorológica, hidrológica, geológica, epidemias e segurança alimentar e garantir a implementação multissectorial dos diversos planos no âmbito da redução da vulnerabilidade e gestão do risco de desastres. Podem ser convidados para o CTGD representantes da HCT e do sector privado.
  282. Texto do artigo, página 35: 8.2. Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRD)
  283. Texto do artigo, página 35: O CTGD é dirigido pelo Presidente do INGD e é constituído pelos Directores Nacionais dos sectores relevantes, indicados pelos Ministros membros do CCGD. O CTGD tem como principal responsabilidade coordenar os sistemas sectoriais de aviso prévio sobre iminência de desastres de origem meteorológica, hidrológica, geológica, epidemias e segurança alimentar e garantir a implementação multissectorial dos diversos planos no âmbito da redução da
  284. Texto do artigo, página 35: 8.3. Centro Nacional Operativo De Emergência (CENOE) O CENOE é uma estrutura de coordenação multissectorial e de
  285. Texto do artigo, página 35: tomada de decisões onde convergem representantes de instituições do Governo, Sociedade Civil e grupos de actores que participam directamente nas operações de resposta à desastres. O objectivo do CENOE é implementar acções de prevenção, mitigação e resposta aos desastres, incluindo monitoria dos eventos extremos e gestão das operações de emergência.
  286. Texto do artigo, página 35: O CENOE é coordenado pelo INGD e tem a sua sede em Maputo e representações operacionais em Vilanculos (Inhambane), Caia (Sofala) e Nacala (Nampula). Nas províncias, os Centros Operativos de Emergências (COEs) representam o desdobramento do CENOE.
  287. Texto do artigo, página 35: A Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) é o órgão interventivo do CENOE em operações de emergência e tem como missão principal realizar operações de busca, salvamento e assistência humanitária.
  288. Texto do artigo, página 35: 8.4. Sectores do CENOE: Papeis e Responsabilidades
  289. Texto do artigo, página 35: O CENOE está subdividido em quatro sectores principais: (i) Planificação e Informação, liderado pelo Ministério da Economia e Finanças (ii) Infra-estruturas, liderando pelo Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos, (iii)Social, liderado pelo Ministério da Saúde e (iv)Comunicação, liderado pelo Gabinete de Informação. Cabe a cada um dos sectores:
  290. Número ou marcador, página 35: a) liderar os respectivos sectores em todo o processo de gestão e redução do risco de desastres;
  291. Número ou marcador, página 35: b) elaborar de forma atempada e operacionalizar os planos de respostas;
  292. Número ou marcador, página 35: c) assegurar a participação e colaboração activa das contrapartes sectoriais da HCT na coordenação e implementação da resposta;
  293. Número ou marcador, página 35: d) partilhar de informação entre os sectores sobre as acções de resposta as emergências;
  294. Número ou marcador, página 35: e) realizar avaliações multissectoriais das operações de emergência, assistência humanitária e reconstrução pós-emergência; e
  295. Número ou marcador, página 35: f) elaborar os relatórios balanços sectoriais pós emergência.
  296. Texto do artigo, página 35: 8.5. Complementaridade Das Acções Da Equipe Humanitária Nacional (HCT)
  297. Texto do artigo, página 35: A Equipa Humanitária Nacional (HCT), que complementa os esforços do Governo nas acções de planificação, coordenação, gestão e resposta aos desastres, está organizada em grupos especializados de trabalho, nomeadamente Educação, Protecção, Saúde, Nutrição, Água e Saneamento, Segurança Alimentar, Abrigo, Logística, Telecomunicações de Emergência e Recuperação Inicial.
  298. Texto do artigo, página 35: Estes grupos estão integrados nos quatro sectores do CENOE (Planificação e Informação, Infra-estruturas, Social e Comunicação) e estão alinhados com as respectivas contrapartes ministeriais. O alinhamento contribui para redução da duplicação de esforços e de recursos bem como para maximização do uso eficiente dos recursos e a preservação dos direitos e dignidade das populações afectadas e sua participação ao longo de todo o processo de gestão e redução do risco de desastres.
  299. Texto do artigo, página 35: 64
  300. Texto do artigo, página 35: A nível provincial, foi institucionalizado o papel do ponto focal da HCT como uma prática e um mecanismo de coordenação da resposta a este nível. O ponto focal provincial do HCT representa o coordenador da HCT a nível provincial e é responsável por apoiar e facilitar a coordenação com as autoridades do Governo na província através da coordenação sectorial/cluster, incluindo a coordenação com o INGD e entre os actores humanitários para complementar os esforços da resposta a emergência.
  301. Texto do artigo, página 35: A HCT, através dos seus sectores, tem providenciado apoio técnico, material e financeiro de modo a aumentar a capacidade de resposta dos sectores do Governo, observando os padrões internacionais e princípios humanitários que regem a gestão e resposta a situações de emergência.
  302. Texto do artigo, página 35: Na perspectiva de garantir um alinhamento entre as acções planificadas pelo Governo e o apoio dos parceiros de cooperação, foram integrados nos sectores do Governo os meios humanos e materiais existentes bem como o tipo de intervenção a ser efectuada nas fases de prontidão, resposta e recuperação.
  303. Texto do artigo, página 36: Organigrama do Mecanismo de Coordenação entre o Governo e Equipe Humanitária
  304. Texto do artigo, página 36: Organigrama do Mecanismo de Coordenação entre o Governo e Equipe Humanitária CCGD INGD CTGD CMT HCT CENOE HCTWG UNAPROC Comunicação Infraestrutura Informação e Planificação Serviços Sociais Abrigo Telecomunicacoes Logistica Protecção Recuperação Educação Saúde Nutrição Agua, Saneamento Segurança Alimentar
  305. Texto do artigo, página 36: Figura 13: Mecanismo de Coordenação entre o Governo e Equipe Humanitária
  306. Texto do artigo, página 36: 67
  307. Texto do artigo, página 37: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (61)
  308. Texto do artigo, página 37: Glossário Assistência humanitária – ajuda prestada às populações
  309. Texto do artigo, página 37: afectadas pelos desastres.
  310. Texto do artigo, página 37: Avaliação de risco de desastre - uma abordagem qualitativa ou quantitativa para determinar a natureza e a extensão do risco de desastre, analisando os riscos potenciais e avaliando as condições existentes de exposição e vulnerabilidade que, em conjunto, podem prejudicar as pessoas, a propriedade, os serviços, os meios de subsistência e o ambiente de que dependem.
  311. Texto do artigo, página 37: Calamidade pública - evento anormal provocado por uma catástrofe de grande dimensão, causando danos e prejuízos que impliquem o comprometimento substancial de capacidade de resposta do poder público.
  312. Texto do artigo, página 37: Capacidade - combinação de todos as forças, atributos e recursos disponíveis dentro de uma organização, comunidade ou sociedade para gerir e reduzir o risco de desastres e reforçar a resiliência.
  313. Texto do artigo, página 37: Catástrofe – desastre que, pela sua duração e impacto extraordinários, provoca perturbações na vida das pessoas, no tecido económico e social do país e graves danos ao meio ambiente.
  314. Texto do artigo, página 37: Códigos de construção – conjunto de regulamentos e padrões destinados a regular aspectos de concepção de projectos, construção de infraestruturas para diversos fins e modificações de infraestruturas ou ocupação de solos, sem por em risco vidas humanas e o meio ambiente.
  315. Texto do artigo, página 37: Desastre – grave perturbação do funcionamento normal de uma comunidade ou sociedade, causado por um fenómeno de origem natural, tecnológico, biológico, geológico ou da acção humana sobre o meio ambiente.
  316. Texto do artigo, página 37: Emergência – ocorrência súbita ou progressiva de um desastre que afecta pessoas e bens, o meio ambiente e exige medidas urgentes e excepcionais para restabelecer a normalidade.
  317. Texto do artigo, página 37: Epidemia - é a manifestação, em uma colectividade ou região, de um corpo de casos de alguma enfermidade, que excede o número de casos esperados.
  318. Texto do artigo, página 37: Eventos extremos - podem ser de origem hidrológicos, geológicos ou geofísicos, meteorológicos e climatológicos, que ocorrem de diversas formas como, enchentes, inundações bruscas, secas prolongadas, queimadas e incêndios florestais, ondas de calor, tufões e tornados.
  319. Texto do artigo, página 37: Gestão de desastre - organização, planificação e gestão de recursos e responsabilidades para lidar com uma emergência.
  320. Texto do artigo, página 37: Gestão do risco de desastres – conjunto de decisões e conhecimentos técnicos, administrativas e operacionais para reduzir os impactos das vulnerabilidade e exposição aos eventos extremos.
  321. Texto do artigo, página 37: Infra-estruturas críticas – instalações, redes e outros activos que asseguram o funcionamento normal de serviços essenciais para uma comunidade ou sociedade.
  322. Texto do artigo, página 37: Mitigação – medidas que visam minimizar o impacto dos eventos extremos sobre uma comunidade ou sociedade.
  323. Texto do artigo, página 37: Mitigação dos efeitos da seca – conjunto de estratégias e medidas visando disponibilizar, racionalizar e utilizar recursos hídricos em ambientes com limitada precipitação ou disponibilidade de fontes de água.
  324. Texto do artigo, página 37: Mudanças climáticas- variação de longo termo das condições meteorológicas médias, causadas pela natureza ou pela actividade humana.
  325. Texto do artigo, página 37: Pandemia - ocorrência epidémica de uma doença transmissível, caracterizada por larga distribuição espacial, atingindo vários países e diversas regiões do planeta.
  326. Texto do artigo, página 37: Perigo - processo, fenómeno ou actividade humana que pode causar perda de vidas, lesões ou outros impactos na saúde, danos à propriedade, interrupções sociais e económicas ou degradação ambiental.
  327. Texto do artigo, página 37: Plano de resposta aos desastres – conjunto de instrumentos, estratégias e decisões operacionais padronizadas e harmonizadas para a gestão e resposta a um evento extremo.
  328. Texto do artigo, página 37: Planos previsionais – estratégias previamente elaboradas para a prevenção, mitigação e gestão e resposta de um evento extremo irreversível.
  329. Texto do artigo, página 37: Preparação - os conhecimentos e capacidades desenvolvidas, a todos os níveis, para gestão e resposta a um evento extremo.
  330. Texto do artigo, página 37: Prevenção – conjunto de medidas padronizadas que visam proteger pessoas e bens em caso de ocorrência de um evento extremo.
  331. Texto do artigo, página 37: Prontidão – é o estado de preparação técnica, material, financeira e humana para mitigar os efeitos dos desastres.
  332. Texto do artigo, página 37: Reconstrução ou recuperação – acções de médio e longo para a restauração sustentável de infra-estruturas.
  333. Texto do artigo, página 37: Redução do risco de desastres - marco conceitual de elementos (normas e procedimentos) que têm a função de minimizar a vulnerabilidade e limitar o impacto adverso de ameaças.
  334. Texto do artigo, página 37: Resiliência - é a capacidade de um sistema, comunidade ou sociedade exposta a perigos, resistir, absorver, acomodar, adaptar, transformar e recuperar dos efeitos de um perigo de forma oportuna e eficiente.
  335. Texto do artigo, página 37: Resposta – conjunto de medidas que visam salvar vidas, garantir saúde e segurança pública e satisfazer as necessidades básicas das pessoas afectadas antes, durante e após a ocorrência de um evento extremo.
  336. Texto do artigo, página 37: Risco – probabilidade de consequências prejudiciais ou perdas resultantes de interações entre fenómenos de origem natural ou antrópicos e as condições de vulnerabilidade.
  337. Texto do artigo, página 37: Risco de Desastre – potencial perda de vidas, lesões e destruição de bens que possam ocorrer numa comunidade ou sociedade por conta do impacto de um evento extremo.
  338. Texto do artigo, página 37: Seca – redução substancial da disponibilidade de recursos hídricos superficiais ou subterrâneos devido a escassez ou limitada de precipitação.
  339. Texto do artigo, página 37: Seguro paramétrico – pagamento pré-determinado, para efeitos de compensação, visando a salvaguarda de um bem susceptível de ser afectado por evento extremo.
  340. Texto do artigo, página 37: Sistema de aviso prévio – mecanismo integrado de monitoria, previsão de ameaças e disseminação de medidas preventivas contra eventos extremos.
  341. Texto do artigo, página 37: Socorro – conjunto de medidas imediatas padronizadas para salvar vidas e prestar assistência as vítimas de um evento extremo.
  342. Texto do artigo, página 37: Vulnerabilidade – condições determinadas por factores físicos, sociais, económicos e ambientais que aumentam a susceptibilidade das comunidades ao impacto dos perigos ou da ocorrência de desastres.
  343. Texto do artigo, página 37: Zonas áridas e semiáridas – conjunto de formações naturais complexas e dispersas com escassez de humidade.
  344. Texto do artigo, página 38: Acrónimos
  345. Texto do artigo, página 38: ANPS - Avaliação de Necessidade Pós-calamidades ANE – Administração Nacional de Estradas ARA – Administrações Regionais de Águas CCGD - Conselho Coordenador de Gestão e Redução do
  346. Texto do artigo, página 38: Risco de Desastres CVM - Cruz Vermelha de Moçambique CLGRD - Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres CTPGD - Conselho Técnico Provincial de Gestão e Redução
  347. Texto do artigo, página 38: do Risco de Desastres CTGD - Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco
  348. Texto do artigo, página 38: de Desastres CENOE - Centro Nacional Operativo de Emergência COEs – Centros Operativos de Emergência CA - Centro de Acomodação CEGC - Comités Escolares de Gestão de Calamidades DPEC – Direcção Provincial de Educação e Cultura DAG - Desnutrição Aguda Grave DAM - Desnutrição Aguda Moderada DNGRH - Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos DNSA – Direcção Nacional dos Serviços Agrários DPGCAS - Direcção Provincial do Género, Criança e Acção
  349. Texto do artigo, página 38: Social DRN - Direcção Regional Norte DRC – Direcção Regional Centro DRS – Direcção Regional Sul ENSO - El Niño Oscilação Sul FADM – Forças Armadas de Defensa de Moçambique FAO – Fundo das Nações Unidas para Agricultura
  350. Texto do artigo, página 38: e Alimentação FNUAP – Fundo das Nações Unidas para a População FORCOM - Fórum das Rádios Comunitárias GABINFO - Gabinete de Informação DICORD – Divisão de Coordenação do Reassentamento GRD - Gestão do Risco de Desastres HCB - Hidroeléctrica de Cahora Bassa HCT - Equipa Humanitária Nacional HCTWG – Grupo de Trabalho da Equipa Humanitária
  351. Texto do artigo, página 38: Nacional INAM – Instituto Nacional de Meteorologia
  352. Texto do artigo, página 38: ICS - Instituto de Comunicação Social INGD – Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco
  353. Texto do artigo, página 38: de Desastres JFM – Janeiro-Fevereiro-Março MIC – Ministério da Indústria e Comércio MTC – Ministério dos Transporte e Comunicações MOPHRH – Ministério das Obras Públicas, Habitação
  354. Texto do artigo, página 38: e Recursos Hídricos MTA – Ministério da Terra e Ambiente MADER - Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural MISAU – Ministério da Saúde MINEDH- Ministério de Educação e Desenvolvimento
  355. Texto do artigo, página 38: Humano MINT - Ministério do Interior MDN - Ministério da Defesa Nacional MGCAS - Ministério do Gênero, Criança e Acção Social OFDA – Gabinete para Assistência de Desastres no Exterior
  356. Texto do artigo, página 38: dos EUA OIM – Organização Internacional para as Migrações OND – Outubro-Novembro-Dezembro OMS – Organização Mundial da Saúde PRM – Polícia da República de Moçambique PQG - Programa Quinquenal do Governo PC - Plano de Contingência PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PMA – Programa Mundial de Alimentação SARCOF - Fórum Regional da África Austral para a Previsão
  357. Texto do artigo, página 38: Climática SAC - Sistema de Aviso de Cheias SSTs - Temperaturas da Superfície do Mar (sigla em inglesa) SADC – Comunidade para o Desenvolvimento da África
  358. Texto do artigo, página 38: Austral SETSAN - Secretariado Técnico de Segurança Alimentar SDSMAS -Serviços Distritais de Saúde, Mulher e Acção Social SMS - Serviço de Mensagens Curtas UNAPROC - Unidade Nacional de Protecção Civil UNHABITAT – Programa das Nações Unidas para
  359. Texto do artigo, página 38: Assentamentos Humanos UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância VBG - Violência Baseada no Género ZCIT - Zona de Convergência Intertropical
  360. Número ou marcador, página 39: ANEXOI:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVINCIAS-CENARIOI
  361. Número ou marcador, página 39: ANEXOI:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVÍNCIAS-CENÁRIOI
  362. Número ou marcador, página 39: ANEXO II: ORÇAMENTO POR SECTORES E PROVÍNCIAS - CENÁRIO I
  363. Número ou marcador, página 40: ANEXOII:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVINCIAS-CENARIOII
  364. Número ou marcador, página 40: ANEXOII:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVÍNCIAS-CENÁRIOII
  365. Número ou marcador, página 41: ANEXOIII:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVINCIAS-CENARIOIII
  366. Número ou marcador, página 41: ANEXOIII:ORÇAMENTOPORSECTORESEPROVÍNCIAS-CENÁRIOIII
  367. Texto do artigo, página 42: 2022-2023 ... das Direcções Regionais do INGD
  368. Texto do artigo, página 42: Luí[email protected]
  369. Texto do artigo, página 42: sRegionaisdoINGD
  370. Texto do artigo, página 42: NomeEmail
  371. Texto do artigo, página 42: RegionaisdoINGD
  372. Texto do artigo, página 42: s2022-2023
  373. Texto do artigo, página 42: Lista de contactos para o Plano Anual de Contingências Lista de contactos dos Membros do CTGD Central e
  374. Número ou marcador, página 42: Anexo4.Listadecontactos
  375. Texto do artigo, página 42: ListadecontactosparaoPlanoAnualdeContingências2022-2023 ListadecontactosdosMembrosdoCTGDCentraledasDirecçõesRegionaisdoINGDListadecontactosdosMembrosdoCTGDCentraledaDirecçõesRegionaisdoINGD Email [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected]. nilza.joubert@gmail [email protected] Contacto 827035320 822882835 825816940 845950856 844202116/820889468 823091540 823216400 823115750 823071668 845008128 843015439 823106730/844516575 Função Presidente VicePresidente DirectorGeralINAM,IP DirectoraGeraldoINAS DirectoraGeraldo InstitutodeComunicação Social-MTC DirectoraNacional IDEPA-PESCAS DirectorGeralInstituto NacionaldeMinas (INAMI)-MIREME DirectordosServiços CentraisdePlanificação DirectorNacionalde PlanificaçãoeOrçamento DirectorNacionaldeAgua eSaneamento DirectoraNacional DNDAF-MASA DirectorNacional- DNGRH Instituição INGD INGD INAM-MTC INAS-MGCAS ICS-MTC Pescas-IDEPA INAMI-MIREME ANE-MOPHRH MEF DNAAS DNDAF-MASA DNGRH-MOPHRH Nome LuísaCelmaMeque BelémMonteiro AdéritoAramuge MariadaGloriaB.Siaca FáridadaCosta PaulaSantanaAfonso EliasXavierFelizDaudi CaladoOuana MomedJutha RaulMuntevuieJunior NilzaPaunde MessiasMacie
    ListadecontactosparaoPlanoAnualdeContingências2022-2023ListadecontactosdosMembrosdoCTGDCentraledasDirecçõesRegionaisdoINGDListadecontactosdosMembrosdoCTGDCentraledaDirecçõesRegionaisdoINGDEmail[email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected].nilza.joubert@gmail[email protected]
    Contacto827035320822882835825816940845950856844202116/820889468823091540823216400823115750823071668845008128843015439823106730/844516575
    FunçãoPresidenteVicePresidenteDirectorGeralINAM,IPDirectoraGeraldoINASDirectoraGeraldo InstitutodeComunicação Social-MTCDirectoraNacional IDEPA-PESCASDirectorGeralInstituto NacionaldeMinas (INAMI)-MIREMEDirectordosServiços CentraisdePlanificaçãoDirectorNacionalde PlanificaçãoeOrçamentoDirectorNacionaldeAgua eSaneamentoDirectoraNacional DNDAF-MASADirectorNacional- DNGRH
    InstituiçãoINGDINGDINAM-MTCINAS-MGCASICS-MTCPescas-IDEPAINAMI-MIREMEANE-MOPHRHMEFDNAASDNDAF-MASADNGRH-MOPHRH
    NomeLuísaCelmaMequeBelémMonteiroAdéritoAramugeMariadaGloriaB.SiacaFáridadaCostaPaulaSantanaAfonsoEliasXavierFelizDaudiCaladoOuanaMomedJuthaRaulMuntevuieJuniorNilzaPaundeMessiasMacie
  376. Texto do artigo, página 42: Belé[email protected]
  377. Texto do artigo, página 42: [email protected]
  378. Texto do artigo, página 42: FáridadaCosta16/[email protected]
  379. Texto do artigo, página 42: [email protected]
  380. Texto do artigo, página 42: Adé[email protected]
  381. Texto do artigo, página 42: EliasXavierFelizDau00 [email protected]
  382. Texto do artigo, página 42: [email protected]
  383. Texto do artigo, página 42: [email protected].
  384. Texto do artigo, página 42: MessiasMacie30/[email protected]
  385. Texto do artigo, página 42: [email protected]
  386. Texto do artigo, página 42: NilzaPaunde39nilza.joubert@gmail
  387. Texto do artigo, página 43: [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] [email protected] 824508100 843982479 849469370 844043655/825783568 823108870 840284825 872213780 844955022/864955020 843211903 861920920 865939090/847147786 823995140 ComandanteNacionaldo SENSAP DirectorNacionalde Infraestruturase EquipamentosEscolares- MINEDH DirectorNacionalAdjunto daIndústriaeComércio DirectorNacionalMIMAI- PESCAS DirectorNacionalEnregia- MIREME DirectordosServiçosde Informação SISAN/SETSAN DirectoraNacional FORCOM ArquitectoePlanificador Físico-MTA DirectoraNacionalDNHU -MOPHRH DirectorNacionalde InformaçõesdeDefesa- MinistériodaDefesa Directoraparaas Organizações Internacionaise Conferencias(DOIC)- MINEC DirectorNacionaldas Comunicações DirectoraNacionalda SENSAP-MINT MINEDH DNCI-MIC Pescas-MIMAI DNE-MIREME SETSAN/SISAN FORCOM MTA-Direcçãode MudançasClimáticas DNHU-MOPHRH MDN MINEC-DOIC MTC MISAU AbdulIssufo JoséColeteMutepua SimãoLeonardoChissano EugéniodeAmaranteAntónio PascoalBacela AntónioPachecoDiasLima FerosaZacariasChaúque FilipeDavidCarrelSamuel Nguenha SofiaSantos AnibalFernando AnaNembaUaiene HorácioParquinio QuinhasFernandes
    [email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected][email protected]
    824508100843982479849469370844043655/825783568823108870840284825872213780844955022/864955020843211903861920920865939090/847147786823995140
    ComandanteNacionaldo SENSAPDirectorNacionalde Infraestruturase EquipamentosEscolares- MINEDHDirectorNacionalAdjunto daIndústriaeComércioDirectorNacionalMIMAI- PESCASDirectorNacionalEnregia- MIREMEDirectordosServiçosde Informação SISAN/SETSANDirectoraNacional FORCOMArquitectoePlanificador Físico-MTADirectoraNacionalDNHU -MOPHRHDirectorNacionalde InformaçõesdeDefesa- MinistériodaDefesaDirectoraparaas Organizações Internacionaise Conferencias(DOIC)- MINECDirectorNacionaldas ComunicaçõesDirectoraNacionalda
    SENSAP-MINTMINEDHDNCI-MICPescas-MIMAIDNE-MIREMESETSAN/SISANFORCOMMTA-Direcçãode MudançasClimáticasDNHU-MOPHRHMDNMINEC-DOICMTCMISAU
    AbdulIssufoJoséColeteMutepuaSimãoLeonardoChissanoEugéniodeAmaranteAntónioPascoalBacelaAntónioPachecoDiasLimaFerosaZacariasChaúqueFilipeDavidCarrelSamuel NguenhaSofiaSantosAnibalFernandoAnaNembaUaieneHorácioParquinioQuinhasFernandes
  388. Texto do artigo, página 43: Eugé[email protected]
  389. Texto do artigo, página 43: [email protected]
  390. Texto do artigo, página 43: José[email protected]
  391. Texto do artigo, página 43: Simã[email protected]
  392. Texto do artigo, página 43: [email protected]
  393. Texto do artigo, página 43: Antó[email protected]
  394. Texto do artigo, página 43: Ferosa [email protected]
  395. Texto do artigo, página 43: [email protected]
  396. Texto do artigo, página 43: [email protected]
  397. Texto do artigo, página 43: [email protected]
  398. Texto do artigo, página 43: Nguen 864955020
  399. Texto do artigo, página 43: Filipe
  400. Texto do artigo, página 43: [email protected]
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