Resolução n.º 60/2023
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| Período OND de 2023 1. Risco Baixo – Bacias Hidrográficas Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoè, Búzi, Pungoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, |
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| Período OND de 2023 1. Risco Baixo – Bacias Hidrográficas Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoè, Búzi, Pungoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, |
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| Período OND de 2023 1. Risco Baixo – Bacias Hidrográficas Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoè, Búzi, Pungoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, |
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| Período JFM de 2024 Sem ocorrência de actividade ciclónica 1. Baixo – Bacias Hidrográficas: Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoe, Búzi, Púngoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, |
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| Período JFM de 2024 Sem ocorrência de actividade ciclónica 1. Baixo – Bacias Hidrográficas: Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoe, Búzi, Púngoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, |
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| Período JFM de 2024 Sem ocorrência de actividade ciclónica 1. Baixo – Bacias Hidrográficas: Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoe, Búzi, Púngoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, |
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| 1. Risco Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Monapo, Lurio, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Província de Cabo Delgado e Nampula. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Risco Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo. 4. Risco Alto – Sub-bacia do Revubue e Luia. |
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| 1. Risco Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Monapo, Lurio, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Província de Cabo Delgado e Nampula. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Risco Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo. 4. Risco Alto – Sub-bacia do Revubue e Luia. |
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| 1. Risco Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Monapo, Lurio, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Província de Cabo Delgado e Nampula. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Risco Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo. 4. Risco Alto – Sub-bacia do Revubue e Luia. |
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| 1. Risco Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Monapo, Lurio, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Província de Cabo Delgado e Nampula. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Risco Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo. 4. Risco Alto – Sub-bacia do Revubue e Luia. |
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| RegiõesCidades | e VilasSulsusceptív | eis deCentroserem afec | tadasNortepelas |
|---|---|---|---|
| Vilas e Cidades Vulneráveis a inundações alistadas na tabe e Vilas vuln SUL a Xai-Xai Chókwe | Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Maputo Província Cidade de Inhambane Nova Mambone la 1. eráveis a inundaçõ CEN Zumbo Mutarara Beira | Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa es por região TRO NO Nacala Cuamb | Nacala Porto Cuamba Lichinga RTEPemba Porto a |
| Cidade | Bairros |
|---|---|
| Maputo Cidade | Costa do Sol, Muntanhane, Polana Caniço A e B, Central C, parte de Malanga, Chamanculo B e C, Luís Cabral, Micajuine, Magoanine Mafalala, Urbanização, Xipamanine, parte de Jorge Dimetrov. |
| Matola | Alto – Trevo, Matola, AC,D e F, Fomento, parte de Tsalala, Vale de Infulene, Machava A e Liberdade, Mussumbuluco, parte de Km15, Nkobe, Parte de Malhampsene. |
| Pemba | Chuiba, Eduardo Mondlane, Natite, Ingonane, Paquetequete e Sul e Norte de Carioca |
| Quelimane | Aeroporto, Santágua, Cança, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita |
| Beira | Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite, Maraza, Nhangau e Tchondja |
| a) Região Norte e Centro: Espera-se Índice Moderado (60 a 85%); b) Região Sul: Em geral espera-se índice Baixo (≤60 %). |
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| a) Região Norte e Centro: Espera-se Índice Moderado (60 a 85%); b) Região Sul: Em geral espera-se índice Baixo (≤60 %). |
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| a) Região Norte e Centro: Espera-se Índice Moderado (60 a 85%); b) Região Sul: Em geral espera-se índice Baixo (≤60 %). |
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| • Região Norte: Em geral, espera-se índice alto (85 à 100%). • Região Centro: Em geral espera-se índice Moderado (60 - 85%) e alto (85 a 100%) na Zambézia. • Região Sul: Espera-se índice Moderado (60 – 85%). |
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| Interpretação da previsão da época que tange a Malária, espera-se: de Outubro-Novembro-De | • Alto risco em toda extensão das províncias de Zambézia e Nampula, bem como a sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado, nordeste da província de Sofala e este de Inhambane. • Risco moderado em quase toda extensão das províncias de Manica, Sofala e a parte norte das províncias de Niassa e Cabo Delgado. chuvosa 2023/2024 na Saúde zembro (OND) de 2023: |
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| • Alto risco em toda extensão das províncias de Nampula, Zambézia, a parte sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado, bem como a área central da província de Manica. • Risco moderado em quase toda extensão das província Sofala, Manica e no norte das províncias de Niassa e Cabo Delgado, bem como a nordeste de Tete. • Alto risco em toda extensão das províncias de Nampula, Zambézia, a parte sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado, bem como a área central da província de Manica. • Risco moderado em quase toda extensão da província Sofala, Manica e no norte das província de Niassa e Cabo Delgado, bem como a nordeste de Tete. províncias |
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| 11: Interpretação para a saúde - diar | • Alto risco em quase toda extensão das províncias de Niassa,Tete e Maputo, a área central da província de Sofala, e parte das províncias de Zambézia e Nampula. • Risco moderado em quase toda extensão das províncias de Cabo Delgado, e parte consideravel das províncias de Sofala, Manica, Gaza e Inhambane. reia - OND de 2023 |
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| Para o período Janeiro-Fevereiro-M | arço (JFM) 2024: < 5 anos • Alto risco em toda extensão da província de Tete, Maputo e Nampula, Zambézia bem como na parte norte das províncias de Manica e Sofala. • Risco moderado no norte das províncias de Nampula, Zambézia, a sul das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e a noroeste da província de Maputo. • Alto risco em toda extensão das províncias de Tete, Maputo e Nampula e Zambézia bem como na parte norte das províncias de Manica e Sofala. • Risco moderado no norte das províncias de Nampula, Zambézia, a sul das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e a noroeste da província de Maputo. Nampula e , |
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| Provincia | Populacao em Risco | |||
|---|---|---|---|---|
| Ventos fortes | Inundacaoes (Cidades e Vilas) | Seca | Total do Cenario I | |
| Cabo Delgado | 23,140 | 1,720 | 24,860 | |
| Niassa | 7,412 | 9,730 | 3,494 | 20,636 |
| Nampula | 6,557 | 6,325 | 2,000 | 14,882 |
| Zambezia | 28,698 | 19,290 | 48,594 | 96,582 |
| Tete | 24,066 | 2,011 | 78,205 | 104,282 |
| Manica | 25,095 | 8,148 | 90,582 | 123,825 |
| Sofala | 70,003 | 46,580 | 41,295 | 157,878 |
| Inhambane | 80,355 | 53,260 | 153,561 | 287,176 |
| Gaza | 24,961 | 17,326 | 271,744 | 314,031 |
| Maputo Provincia | 24,407 | 12,654 | 36,282 | 73,343 |
| Maputo Cidade | 1,339 | 32,530 | 1207 | 35,076 |
| Total | 316,033 | 209,574 | 726,964 | 1,252,571 |
| risco, das quais c 990 pessoas em r Provincia Cabo Delgado | erca de isco de sismos Cenário II 75,168 | – Veja os deta Sismos | lhes na tabela Total do Cenário III |
|---|---|---|---|
| 1,070 | 76,238 | ||
| estimativaNiassa da pop | ulação em41,635risc | o de sismos2,690foi | feita com44,325base |
| Nampula | 180,040 | 1,280 | 181,320 |
| Zambeziaregistos e o perío | do de recorrên466,514 | cia de 502,878anos | dos sismos469,392em |
| registadosTete 32 sismos | significativos145,488 | no período1,398202 | 2-2023,146,886e o |
| Manica | 153,786 | 3,765 | 157,551 |
| Sofala | 574,669 | 1,204 | 575,873 |
| Inhambane | 371,006 | 1,276 | 372,282 |
| Gaza | 398,168 | 1,676 | 399,844 |
| Maputo Provincia | 90,331 | 1,985 | 92,316 |
| Maputo Cidade | 37,409 | 2,768 | 40,177 |
| Total | 2,534,214 | 21,990 | 2,556,204 |
| Província | Famílias Deslocadas | Pessoas Deslocadas (incluindo Crianças) | Pessoas nos Centros de Acomodação | Pessoas nos Bairros de Reassentamento | Pessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadas | Pessoas Assistidas | |||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Inhambane | 10 | 27 | 0 | 27 | 0 | 27 | |||||||
| Sofala | 673 | 3.361 | 0 | 3.361 | 0 | 3.361 | |||||||
| Manica | 45 | 209 | 0 | 198 | 11 | 209 | |||||||
| Zambézia | 263 | Nº de | 973 | Prov 0 | íncia | 668 | Em Risco 305 | 973 | |||||
| Nampula | 8.432O | rdem 4 | 3.642 | 0 | 16.464 | 27.178 | 43.642 | ||||||
| Niassa | 612 | 3.149 | 0 | Escolas 26 | 4S | alas | Alunos2.88 | 5P | rof. | 3.149 | |||
| Cabo Delgado | 153 | .552 | 1 61 | C.2.511De | lgado 62,907 | 184.5170 | 4 | 182 | 16259365.09 | 0 | 416 | 612.511 | |
| Total | 163 | .587 | 662 | Niass3.872 | a 62,907 | 205.49298 | 6 | 1147 | 53541395.46 | 9 | 982 | 663.872 | |
| Fonte: INGD A situação dos de dos esforços existe àquela que será dis época chuvosa. Fonte: INGD dos deslocados está de combinação dos e assistência humanitária, as familias vítimas do chuvosa. Impacto no Secto Educação conta com breve análise de ri climáticas, a distribui | 3 | Nampula | 1569 | 10811 | 534275 | 7657 | inação o com esente e 4 371 aulas em os em também as salas ia. As tam com s de | ||||||
| 4 | Zambézia | 630 | 1736 | 175290 | 2750 | ||||||||
| inclusa 5n | esteTetePlano pela prec | ariedade,407 | permitiu1476i | dentifi car185431 | um total4184d | ||||||||
| sforços ex em pararelo6 | istentes e para com àquela que situa Manica risco | das em áre ; 1 71141867 | as de risco 1 alunos2580q | , com 22 59 ue 254210poderão | 7 salas de ser afectad4821 | ||||||||
| sslocadoseventos7e | xtremosSofalaestá inclusadurante nesteunid | Planoades de243pen | elasinonecese36730 | 810sidade94918profed | ssorese comb1509que | ||||||||
| 8 | Inhambane ser | afectados.352 | 1862 | 145085 | 3310 | ||||||||
| ntes e p r da Educa 9 | ara assegurar a as ção Gaza N | sistênciaa tabela263a | baixohumani1543mo | tária,stra-se143171emas | escolaspararel3265e | ||||||||
| pensada10 | asP. Maputofamilias vítimasloca | doslizadaseven112em | tosáreasextrede775m | aiormos98484risco,dur | antepor provínc1682a pr | ||||||||
| 13 250 e sco no sec11 | stabelecimentos tor, tendo em a C. Maputo de N | ampula10e | Zambézia118 | são11007aquela | s que 234con | ||||||||
| ção espacial e o nivel de núm Total | ero de sal 4372 | as de aulas 22597 | localizada 1711671 | s em área 30810 |
| Província | Famílias Deslocadas | Pessoas Deslocadas (incluindo Crianças) | Pessoas nos Centros de Acomodação | Pessoas nos Bairros de Reassentamento | Pessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadas | Pessoas Assistidas |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Inhambane | 10 | 27 | 0 | 27 | 0 | 27 |
| Sofala | 673 | 3.361 | 0 | 3.361 | 0 | 3.361 |
| Manica | 45 | 209 | 0 | 198 | 11 | 209 |
| Zambézia | 263 | 973 | 0 | 668 | 305 | 973 |
| Nampula | 8.432 | 43.642 | 0 | 16.464 | 27.178 | 43.642 |
| Niassa | 612 | 3.149 | 0 | 264 | 2.885 | 3.149 |
| Cabo Delgado | 153.552 | 612.511 | 62.907 | 184.541 | 365.069 | 612.511 |
| Total | 163.587 | 663.872 | 62.907 | 205.496 | 395.469 | 663.872 |
| Prováve Educaçã Nº de OrdemSe | l Impacto no Sector o conta com 13 250 Província 4.7. Provável I gundo a interpreta | da Educação estabelecimentos de ensino. Uma Em Risco mpacto no Sector da Agricultura ção da previsão climática para | |||
|---|---|---|---|---|---|
| Escolas | Salas | Alunos | Prof. | ||
| sector,pe1te | C.rspectiva-sendoDelgadoem a asnoprevisger | al,õesumaclim70b | áticas,oa camp182a | distribuianha16259ag | rícola.ção 416 |
| 2 | Niassa | 298 | 1147 | 53541 | 982 |
| pere3 | Nampulacommitiudestaqueidentificarparaum | ototal1569períd | odoe 410811371JFM | escolas534275de 20 | 24,situadas7657 |
| 4 | Zambézia | 630 | 1736 | 175290 | 2750 |
| 22 597in5sa | undaçõesTetelas de aulaslocalizadaem zon | sasquede407pori | sco;derão14761 oc71 | orrer,1185431671coa | lunosm maior4184que |
| em diferene6 | baixasManicates unidadesem todasde ensas | inoregiões.e41830 | Assim,8102580pro | estima-sfessores254210 | equeque4821 |
| 7 | Sofala | 243 | 367 | 94918 | 1509 |
| fiq8 | Inhambaneuem afectados pel | os difere352 | ntes1862fen | ómenos145085 | e que3310 |
| di9 | versasGaza possam ser | erdidos263 | , sobretu1543 | do143171milho | , arroz3265 |
| baixo10m | ostra-seP. Maputoas escolas e | as salas112 | de aula775 | localizad98484 | as em1682 |
| 11ta | belaC. Maputo7. | 10 | 118 | 11007 | 234 |
| província. AsTotalprovincias de | ampula4372 | e22597Zamb | ézia1711671são | aquelas30810 |
| Fenómenolocalizad | Produtoresas que poderãoem RiscoÁoc | orrer,rea emcomRisco (ha) |
|---|---|---|
| Seca/Estiagemem todas a | s regiões. Assim,635.000 | estima-se571.000que |
| afectados pe Inundações/C heias | los diferentes90.150fen | ómenos108.180e que |
| Ciclonespossam ser | perdidos, sobretu60.500 | do milho,72.600arroz |
| Total | 785.650 | 751.780 |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; | a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; | a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
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|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
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|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
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|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: INGD | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. | g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) | f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
Fonte textual acessível e tabelas
- Texto do artigo, página 1: CONSELHO DE MINISTROS
- Texto do artigo, página 1: Resolução n.º 60/2023
- Texto do artigo, página 1: de 29 de Dezembro
- Texto do artigo, página 1: Tornando-se necessário aprovar o Plano Anual de Contingência 2023-2024 que serve de base para o processo de mitigação e gestão de desastres, ao abrigo do disposto no artigo 31 da Lei n.º 10/2020, de 24 de Agosto, Lei que aprova o regime jurídico de Redução de Risco de Desastres, o Conselho de Ministros determina:
- Número ou marcador, página 1: Artigo 1. É aprovado o Plano Anual de Contingência 20232024, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
- Número ou marcador, página 1: Art. 2. A presente Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
- Texto do artigo, página 1: Aprovada pelo Conselho de Ministros, aos 21 de Novembro
- Texto do artigo, página 1: de 2023. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Adriano Afonso Maleiane.
- Texto do artigo, página 1: Sumário Executivo
- Texto do artigo, página 1: Moçambique, devido à sua localização geográfica está exposto a várias ameaças1 de origem hidro-meteorológica, que ocorrem durante a época chuvosa e ciclónica que ocorre no período de Outubro a Março/Abril e que causam a interupção do funcionamento normal da sociedade e retardam o desenvolvimento socioeconómico sustentável.
- Texto do artigo, página 1: A preparação para a época chuvosa inicia com a elaboração e divulgação das previsões climáticas sazonais, tanto pela
- Texto do artigo, página 1: Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral (SADC) através do Fórum Regional de Previsão Climática para a África Austral (SARCOF), como internamente pelo Fórum Nacional de Antevisão Climática (FNAC).
- Texto do artigo, página 1: É neste sentido que, a 8 de Setembro de 2023, o 10.o FNAC divulgou a previsão climática sazonal nacional e provincial para a época chuvosa e ciclónica 2023-2024, elaborada com base nas condições oceano-atmostéricas iniciais do mês de Agosto e sob alerta de ocorrência de El-Ninõ, uma condição climatológica associada à ocorrência de chuvas abaixo do normal nas zonas sul e centro do pais e influencia para ocorrência de chuvas acima do normal na zona norte.
- Texto do artigo, página 1: Ao abrigo do disposto no Artigo 31 da Lei n.º 10/2020, de 24 de Agosto (Lei que estabelece o regime jurídico de Redução do Risco de Desastres), foi elaborado o actual Plano Nacional de Contingência para a época chuvosa e ciclónica 2023-2024 para responder a possíveis impactos dos riscos ou ameaças previsíveis assegurando a coordenação, a prontidão, a assistência humanitária e rápida recuperação a todos os níveis. A elaboração deste Plano de Contingência considerou como pressupostos, as previsões climáticas sazonais e a sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde, para além de análise do comportamento da época chuvosa anterior, os factores de vulnerabilidade e a capacidade de contenção dos possíveis impactos.
- Texto do artigo, página 1: Segundo as previsões climáticas sazonais, no geral, a época chuvosa 2023-2024 poderá se caracterizar por ocorrência de chuvas a baixo do normal nas zonas sul e parte sul do zona centro e chuvas normais com tendência para acima do normal, na zona norte e a norte da zona centro do país. Contudo, é importante considerar a análise feita por cada província, a qual considera as características climatológicas de cada uma delas.
- Texto do artigo, página 1: Em termos hidrológicos, prevê-se risco moderado de cheias nas Bacias Hidrográficas dos rios Maputo, Umbeluzi, Incomáti e Savane durante os dois períodos da época chuvosa. Entretanto, caso haja registo de ciclones, poderão aumentar as chances de ocorrência de cheias de risco moderado à alto na sub-bacia de Revúbwè durante o primeiro trimestre de 2024, ou seja, durante os meses de Janeiro, Fevereiro e Março de 2024.
- Texto do artigo, página 1: Para a Agricultura, perspectiva-se uma campanha agrícola boa, na zona norte incluindo a província da Zambézia,
- Texto do artigo, página 1: 1 A Lei n.º 10/2020 (Lei de Gestão e Redução do Risco de Desastres), de 24 de Agosto, no seu Artigo 12, considera Riscos ou Ameaças os seguintes fenómenos: Cheias, inundações, seca, ciclones, incêndios, queimadas, epidemias e pandemias, erosão, aluimentos de terras, derrames de hidrocarbonetos, terramotos ou maremotos e radiações nucleares, entre outros.
- Texto do artigo, página 2: considerando os índices de satisfação hídrica das culturas durante período Janeiro, Fevereiro e Março de 2024. Porém, há necessidade de monitoria permanente na região sul, onde o índice de satisfação hídrica provavelmente será baixo à moderado.
- Texto do artigo, página 2: No Sector da Saúde, perspectiva-se um alto risco de ocorrência de casos de malária em toda extensão das províncias de Zambézia e Nampula, bem como a sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado, nordeste da província de Sofala e este de Inhambane no período Outubro/Novembro/ Dezembro de 2023, sendo necessário prestar maior atenção nas zonas norte e Zambézia, onde se espera que o mesmo cenário prevaleça no período Janeiro, Fevereiro e Março de 2024.
- Texto do artigo, página 2: No Sector de Estradas e pontes, será necessário prestar maior atenção às províncias das zonas norte e centro, onde há previsão de queda de precipitação que pode condicionar a transitabilidade ou mesmo interrupção de algumas rodovias.
- Texto do artigo, página 2: A estimativa de pessoas em risco foi feita através da análise dos principais riscos ou ameaças, dos elementos de vulnerabilidades e da capacidades do País em conter o risco. Assim, foram projectados os seguintes cenários de população em risco:
- Texto do artigo, página 2: Cenário I – Um total de 1 252 571 pessoas em risco de serem afectadas por ventos fortes, secas e inundações nas cidades e vilas. Cenário II – Fenómenos do Cenário I (ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas) adicionados à probabilidade de ocorrência de cheias e de ciclones, elevando para 2 534 214, o número de pessoas em risco. Cenário III - Combinação do Cenário II acrescido da
- Texto do artigo, página 2: probabilidade de ocorrência de sismos, totalizando 2 556 204 o número de pessoas em risco.
- Texto do artigo, página 2: Com base em análises técnicas feitas, associadas às experiências dos anos anteriores, chegou-se a conclusão de que o Cenário II é o mais provável de ocorrer no Pais sem, contudo, descartar a possibilidade de ocorrência do cenário extremo.
- Texto do artigo, página 2: Outros aspectos a ter em conta, na época 2023-2024 são (i) a situação da insegurança alimentar e nutricional cujos dados projectados até Março de 2024 apontam para um total de 3.289.565 pessoas, das quais 863.237 na província de Cabo Delgado.
- Texto do artigo, página 2: O Orçamento Global projectado para responder aos eventos previstos no Cenário II, incluindo a Monitoria, Logística, Manuseamento e Transporte de bens para Assistência Humanitária é de cerca 14.3 mil milhões de meticais.
- Texto do artigo, página 2: A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie, está avaliada em cerca de 4.1 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente Plano Anual de Contingência é de 10.1 mil milhões de meticais.
- Número ou marcador, página 2: 1. Introdução
- Texto do artigo, página 2: O Plano Anual de Contingência é o documento oficial do Governo de Moçambique que orienta as actividades multissectoriais de prontidão, resposta e rápida recuperação pós-desastres em Moçambique. Este documento é elaborado anualmente pelo Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRRD)2, com o envolvimento da Equipa
- Texto do artigo, página 2: Humanitária Nacional (HCT)3 e é submetido ao Governo para a aprovação. Os pressupostos para a elaboração do Plano de Contingência são: o balanço da época chuvosa anterior, a previsão climática sazonal4 e a sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde, os dados sismológicos, os impactos da acção humana e a probabilidade de ocorrência de quaisquer outros fenómenos susceptíveis de causar interrupção ao funcionamento normal da sociedade.
- Texto do artigo, página 2: O Plano de Contingência para a época 2023-2024 tem como objectivo orientar as actividades multissectoriais de prontidão, resposta e rápida recuperação pós-desastres. Neste sentido, este Plano Anual de Contingência destaca os seguintes aspectos:
- Número ou marcador, página 2: a) Principais riscos ou ameaças capazes de causar uma emergência;
- Número ou marcador, página 2: b) População em risco;
- Número ou marcador, página 2: c) Actividades sectoriais de prontidão, resposta e recuperação pós-desastres;
- Número ou marcador, página 2: d) Recursos materiais e financeiros necessários e disponíveis, incluindo os geridos pela Equipa Humanitária Nacional.
- Texto do artigo, página 2: O Plano de Contingência é elaborado com base em dados colhidos e sistematizados a nível local que depois sãos globalizados a nível central, através do Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres. O documento é seguidamente validado pelo Conselho Coordenador de Gestão e Redução do Risco de Desastres e posteriormente aprovado pelo Conselho de Ministros.
- Número ou marcador, página 2: 2. Balanço da Época Chuvosa 2022-2023 em Moçambique 2.1 Balanço da Situação Meteorológica na época 2022-2023
- Texto do artigo, página 2: A época chuvosa e ciclónica 2022-2023 foi marcada, de forma distinta, pela ocorrência de múltiplas ameaças, entre eles chuvas intensas, cheias, inundações urbanas e periurbanas, ventos fortes, descargas atmosféricas e uma actividade ciclónica destacada pela ocorrência de 2 vagas do ciclone tropical FREDDY. Estas ameaças tiveram um impacto significativo sobre o tecido humano, infraestrutural e económico.
- Texto do artigo, página 2: As chuvas intensas, registadas na província de Maputo em Fevereiro de 2023, associadas às descargas nas barragens dos Pequenos Libombos e Corrumana, causaram cheias e inundações de alta magnitude nos distritos de Boane, Moamba e Magude e nas cidades de Maputo e Matola. Os distritos áridos e semi-áridos das províncias da zona Sul e Centro do país, registaram uma precipitação asinalável devido a passagem da Tempestade e Ciclone tropical FREDDY.
- Texto do artigo, página 2: Na época chuvosa e ciclónica em referência, formaram-se 9 (nove) sistemas tropicais na bacia do Sudoeste do Oceano índico, dos quais 1 (um), o ciclone, Freddy, atingiu a costa Moçambicana, causando chuvas e ventos fortes que provocaram inundações urbanas nas cidades de Quelimane, Cuamba, Beira, Dondo e o transbordo dos rios Buzi, Licungo, Zambeze (sub-bacia de Licuar).
- Texto do artigo, página 2: Importa salientar, que fazendo uma análise comparativa, os fenómenos registados no País ocorreram acertivamente, em quase 100 por cento, de acordo com as previsões climáticas
- Texto do artigo, página 2: 2 Integram o CTGRRD sectores ou instituições do Governo ligadas a prevenção, gestão e redução do risco de desastres 3 A HCT é constituída pelas Agências do Sistema das Nações Unidas e Organizações da Sociedade Civil que trabalham na área de redução do Risco de Desastres. 4 A previsão Climática Sazonal é feita anualmente em Agosto pelo Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática (SARCOF) e mostra a provável distribuição espacial da
- Texto do artigo, página 2: quantidade e queda de chuvas na SADC entre os meses de Outubro e Março.
- Texto do artigo, página 3: previamente projectadas pelos serviços nacionais de meteorologia, o que demonstram a existência de uma elevada capacidade técnica, interna, de análise e de previsăo do estado de tempo.
- Texto do artigo, página 3: A massificação da difusão de informações de alerta e aviso prévio, através dos CLGRD e de vários canais e meios de informação e comunicação, cobriu cerca de 3.8 milhões de pessoas nas províncias afectadas, contribuindo significativamente para redução dos casos de óbitos e de pessoas afectadas durante a época chuvosa e ciclónica.
- Texto do artigo, página 3: 2.2. Avaliação do Quadro Hidrológico 2022-2023
- Texto do artigo, página 3: As previsões hidrológicas para a época chuvosa e ciclónica 2022-2024 indicavam, para o período de Outubro, Novembro e Dezembro de 2022, um Risco Baixo de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas dos rios Inharrime, Govuro, Save, Púngoè, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado; Risco Moderado Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Savane, Zambeze e Licungo.
- Texto do artigo, página 3: O período de JFM do ano 2023 indicava um Risco Baixo de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas dos rios Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Subbacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula; Risco Moderado nas bacias hidrográficas dos rios Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, bacias costeiras das províncias de Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo; Risco Moderado a Alto nas bacias hidrográficas dos rios Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
- Texto do artigo, página 3: A chuva Acima do Normal registada durante o ano hidrológico 2022/2023 contribuiu para a ocorrência de Cheias de Magnitude Moderada à Alta nas bacias dos rios Maputo, Inhanombe, Mutamba, bacias costeiras das províncias de Nampula e Zambézia.
- Texto do artigo, página 3: No mesmo período registaram-se inundações de Magnitude Moderada à Alta nas cidades de Maputo, Matola, Inhambane, Maxixe, Beira, Quelimane e Pemba.
- Texto do artigo, página 3: De um modo geral, as barragens nacionais registaram, durante a época chuvosa 2022/23, um incremento no seu volume de armazenamento, em comparação com a época chuvosa 2021/22. Este incremento foi observado devido a precipitação registada no território nacional e a contribuição dos escomentos de montante.
- Texto do artigo, página 3: As barragens de montante do Limpopo, Elefantes, Incomáti, Maputo, Umbelúzi-Mnjoli, Incomáti-Maguga e ZambezeKariba registaram incremento do volume de armazenamento em comparação com o ano anterior, excepto a barragem de Kariba, no Rio Zambeze, que registou uma redução do volume de armazenamento.
- Texto do artigo, página 3: 2.3. Avaliação Geral da Campanha Agrícola 2022/23
- Texto do artigo, página 3: A Campanha Agrícola 2022/2023, devido as chuvas excessivas, o aumento dos caudais dos principais rios, a passagem de tempestade e ciclones, ficou afectada em quase todas as províncias do país com excepção da província de Nampula. Um total de 806 820 hectares de culturas diversas ficaram afectadas e 413 140 hectares foram consideradas perdidas, afectando 548 682 produtores.
- Texto do artigo, página 3: Por outro lado, devido a irregularidade e períodos longos de ausência de chuvas, os distritos semi-áridos das províncias da região Sul e Centro ficaram afectados pela estiagem. O destaque vai para as províncias de Gaza e Inhambane, onde a distribuição da precipitação no espaço e no tempo foi irregular nos meses de Janeiro e Fevereiro, na fase vegetativa das plantas, tendo afectado 103 725 hectares de culturas diversas, com destaque para milho, feijão nhemba e amendoim, considerados perdidos.
- Texto do artigo, página 3: No sector da Pecuária, como resultado de inudações devido ao aumento dos caudais do rios, foram afectadas extensas áreas de pastagem com destaque para a província de Maputo, onde cerca de 120.000 bovinos foram afectados.
- Texto do artigo, página 3: A passagem do ciclone Freddy nas provincias de Manica, Tete e Zambézia afectou cerca de 65.000 bovinos, 200.000 pequenos ruminantes, galinhas e aves de capoeira não contabilizadas. Foram destruídas Infraestruturas pecuárias como currais, tanques carracicidas, corredores de tratamento, capoeiras e pavilhões de aves.
- Texto do artigo, página 3: 2.4. Situação Epidemiológica durante a época 2022/2023
- Texto do artigo, página 3: No trimestre Outubro, Novembro e Dezembro de 2022 foi registada a ocorrência de casos de diarreias, caso de malária e cólera. No total foram registados 125 424 casos de diarreias e 15 óbitos (Taxa de letalidade=0,01%). Quanto a malária foram registados2 077 870 casos e 98 óbitos(taxa de letalidade=0,04%).
- Texto do artigo, página 3: O segundo trimestre Janeiro, Fevereiro e Março de 2023, foram registados um total de 159 853 casos de diarreia e 23 óbitos (taxa de letalidade de 0,01%) e um total de 2 882 610 casos de malária e 91 óbitos (taxa de letalidade de 0.03%).
- Texto do artigo, página 3: Relativamente a cólera, o país registou no trimestre Outubro, Novembro e Dezembro de 2022, um total de 804 casos e 04 Óbitos. No período de Janeiro, Fevereiro e Março de 2023, registou-se um total de 21.678 casos e 93 óbitos com uma taxa de letalidade de 0.4%, nas Províncias de Niassa, Cabo Delgado, Sofala, Manica, Zambézia,Tete e Gaza.
- Texto do artigo, página 3: 2.5. Impacto dos eventos extremos registados na época chuvosa e ciclónica 2022-2023
- Texto do artigo, página 3: As chuvas, ventos fortes e descargas atmosféricas registadas na época chuvosa e ciclónica 2022-2023, com destaque para a Tempestade e Ciclone Tropical Freddy, provocaram 314 óbitos a lamentar e afectaram 1 356 671 pessoas. Ficaram destruídas 317 125 casas, 5 446 47 km de estrada, 47 pontes, 282 aquedutos, 5 passagens molhadas, 23 pontões, 256 postes de media tensão, 235 postos de energia de baixa tensão, 36,4 linhas de média tensão, 9 Postos de Transformação, 235 postes de baixa tensão, 36,4 km de média tensão, 2 163 escolas, 5 363 salas de aula, afectando 698 396 alunos e 13 835 professores.
- Texto do artigo, página 3: Note-se que de acordo com os eventos descritos no cenário II do Plano Anual de Contingência 2022/2023, estimava-se que 2 249 410 pessoas estavam em risco de ser afectadas por chuvas fortes, inundações nas cidades e vilas, seca, cheias e ciclones. O número da população afectada até o final da época chuvosa foi de 1 356 671, correspondente a 61% do estimado no referido Cenário.
- Texto do artigo, página 3: A implementação de acções de prontidão, nomeadamente, a prévia divulgação dos avisos e alertas, o trabalho dos Comités Locais de Gestão do Risco de Desastres, na mobilização da população para a tomada de medidas de precaução, entre outras, contribuiu para a minimização dos impactos.
- Texto do artigo, página 3: 2.6. Nível de Resposta na época 2022-2023
- Texto do artigo, página 3: No período em referência, foram distribuídas 67.367 toneladas de bens alimentares e não alimentares para 1.252.482 pessoas, correspondentes a 250.496 famílias afectados pelas intempéries e deslocados internos.
- Texto do artigo, página 3: Importa referir que o Plano Anual de Contingência tinha previsto, no cenário II, um orçamento de aproximadamente 12.4 mil milhões de meticais. Deste montante, cerca de 5.1 mil milhões de meticais estavam disponíveis, tanto em termos monetários, bem como em espécie. O FGC recebeu um total de 639.691.500,00Mt, sendo que 326.000.000,00Mt do Orçamento do Estado, 304.204.000,00Mt do Banco Mundial e 9.487.500,00Mt de outras contribuições.
- Número ou marcador, página 4: 3. Previsão Climática Sazonal para a Época 2023/2024 e Interpretação para Hidrologia, Agricultura e Saúde
- Texto do artigo, página 4: 3.1. Previsão da Precipitação para o Período de Outubro de 2023 à Março de 2024
- Texto do artigo, página 4: Segundo o INAM, a previsão nacional para os meses de Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2023, indica a ocorrência de:
- Texto do artigo, página 4: Previsão Climática da Precipitação: OND 2023 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal Abaixo do normal para normal km 0 200 400
- Texto do artigo, página 4: ✔ Chuvas normais: para as províncias de Cabo Delgado, Niassa, Nampula e os distritos a norte da Zambézia e ao longo da faixa costeira da província da Zambézia; ✔ Chuvas normais com tendência para abaixo do normal: para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e grande extensão da província de Tete e a extensão a sudoeste da província da Zambézia.
- Texto do artigo, página 4: Figura 1: Antevisão da precipitação para o período OND
- Texto do artigo, página 4: de 2023 No que concerne aos meses de Janeiro-Fevereiro-Março de 2024 (JFM) prevê-se:
- Texto do artigo, página 4: Previsão Climática da Precipitação: JFM 2024 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal Abaixo do normal para normal km 0 200 400
- Texto do artigo, página 4: ✔ Chuvas normais com tendência para acima do normal: para as províncias de Niassa, Nampula, Zambézia e grande parte das províncias de Cabo Delgado e Tete; ✔ Chuvas normais: para o extremo nordeste da província de Cabo Delgado, e parte sul a oeste da província de Tete e o extremo norte de província de Manica e os distritos ao longo da faixa costeira da província de Sofala; ✔ Chuvas normais com tendência para abaixo do normal: para grande extensão da província de Manica e parte da província de Sofala e as províncias de Inhambane, Gaza e Maputo.
- Texto do artigo, página 5: Figura 2: Antevisão da precipitação para o período JFM de 2024 3.1.1. Antevisão Climática para Temperatura Máxima em Moçambique Para o período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2023, há uma grande probabilidade de ocorrência de:
- Texto do artigo, página 5: Previsão Climática da Temperatura Máxima: OND 2023 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal km 0 250 500 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E
- Texto do artigo, página 5: • Temperatura normal com tendência para acima do normal para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala, Tete e a extensão sul e centro da província da Zambézia; • Temperatura normal para as províncias de Niassa, Cabo Delgado, Nampula e os distritos a norte da província da Zambézia. • Temperatura normal com tendência para acima da normal para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane e parte sul a centro das províncias de Manica e Sofala; • Temperatura normal para as províncias de Cabo Delgado, Niassa, Nampula, Zambézia, Tete, os distritos a norte das províncias de Manica e Sofala.
- Texto do artigo, página 5: Figura 3: Antevisão da Temperatura para o período OND de 2023
- Texto do artigo, página 5: Previsão Climática da Temperatura Máxima: JFM 2024 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal km 0 250 500 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E
- Texto do artigo, página 5: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2024 há uma grande probabilidade de ocorrência de:
- Texto do artigo, página 6: Figura 4: Antevisão da Temperatura para o período JFM de 2024.
- Texto do artigo, página 6: 3.2. Previsão Hidrológica 2023/2024
- Texto do artigo, página 6: 3.2. Previsão Hidrológica 2023/2024
- Texto do artigo, página 6: Período OND de 2023
Período OND de 2023 1. Risco Baixo – Bacias Hidrográficas Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoè, Búzi, Pungoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, - Número ou marcador, página 6: 1. Risco Baixo – Bacias Hidrográficas Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoè, Búzi, Pungoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado.
Período OND de 2023 1. Risco Baixo – Bacias Hidrográficas Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoè, Búzi, Pungoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, - Número ou marcador, página 6: 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane.
Púngoè,
Período OND de 2023 1. Risco Baixo – Bacias Hidrográficas Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoè, Búzi, Pungoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, - Texto do artigo, página 6: Figura 5: Previsão Hidrológica para OND de 2023
- Texto do artigo, página 6: Período JFM de 2024 Sem ocorrência de actividade ciclónica
Período JFM de 2024 Sem ocorrência de actividade ciclónica 1. Baixo – Bacias Hidrográficas: Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoe, Búzi, Púngoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, - Número ou marcador, página 6: 1. Baixo – Bacias Hidrográficas: Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoe, Búzi, Púngoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado.
Período JFM de 2024 Sem ocorrência de actividade ciclónica 1. Baixo – Bacias Hidrográficas: Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoe, Búzi, Púngoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, - Número ou marcador, página 6: 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane.
Púngoè,
Período JFM de 2024 Sem ocorrência de actividade ciclónica 1. Baixo – Bacias Hidrográficas: Limpopo, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Govuro, Save, Púngoe, Búzi, Púngoè, Zambeze, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Licungo, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane. Púngoè, - Texto do artigo, página 6: 5
- Texto do artigo, página 6: Figura 6: Previsão Hidrológica para JFM de 2024
- Texto do artigo, página 7: 29 DE DEZEMBRO DE 2023 3822 — (263)
- Texto do artigo, página 7: Prognóstico Hidrológico JFM de 2024, Ajustado a Actividade Ciclónica
- Número ou marcador, página 7: 1. Risco Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Monapo, Lurio, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Província de Cabo Delgado e Nampula.
- Número ou marcador, página 7: 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo.
- Número ou marcador, página 7: 3. Risco Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo.
- Número ou marcador, página 7: 4. Risco Alto – Sub-bacia do Revbue e Luia.
- Número ou marcador, página 7: 1. Risco Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Monapo, Lurio, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Província de Cabo Delgado e Nampula.
1. Risco Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Monapo, Lurio, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Província de Cabo Delgado e Nampula. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Risco Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo. 4. Risco Alto – Sub-bacia do Revubue e Luia. - Número ou marcador, página 7: 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo.
1. Risco Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Monapo, Lurio, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Província de Cabo Delgado e Nampula. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Risco Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo. 4. Risco Alto – Sub-bacia do Revubue e Luia. - Número ou marcador, página 7: 3. Risco Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo.
1. Risco Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Monapo, Lurio, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Província de Cabo Delgado e Nampula. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Risco Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo. 4. Risco Alto – Sub-bacia do Revubue e Luia. - Número ou marcador, página 7: 4. Risco Alto – Sub-bacia do Revubue e Luia.
1. Risco Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Monapo, Lurio, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Província de Cabo Delgado e Nampula. 2. Risco Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Risco Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo. 4. Risco Alto – Sub-bacia do Revubue e Luia. - Texto do artigo, página 7: Figura 7: Prognóstico hidrológico JFM de 2024, ajustado a actividade ciclónica
- Texto do artigo, página 7: 3.2.1. Risco de Inundações Urbanas- OND-2023 &JFM-2024 As inundações constituem uma ameaça para as cidades moçambicanas, particularmente as densamente habitadas, e onde os sistemas
- Texto do artigo, página 7: 3.2.1. Risco de Inundações Urbanas- OND-2023 &JFM-2024
- Texto do artigo, página 7: de drenagem funcionam com alguma deficiência. Algumas Cidades e Vilas susceptíveis de serem afectadas pelas inundações urbanas estão alistadas na tabela 1.
- Texto do artigo, página 7: As inundações constituem uma ameaça para as cidades moçambicanas, particularmente as densamente habitadas, e onde os sistemas de drenagem funcionam com alguma deficiência. Algumas inundações urbanas estão a
- Texto do artigo, página 7: Tabela 1: Cidades e Vilas vulneráveis a inundações por região
- Texto do artigo, página 7: RegiõesCidades
e VilasSulsusceptív
eis deCentroserem afec
tadasNortepelas
Vilas e Cidades Vulneráveis a inundações
alistadas na tabe e Vilas vuln
SUL
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Xai-Xai Chókwe
Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Maputo Província Cidade de Inhambane Nova Mambone
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eráveis a inundaçõ CEN
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Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa
es por região TRO NO
Nacala Cuamb
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RTEPemba Porto a
RegiõesCidades e VilasSulsusceptív eis deCentroserem afec tadasNortepelas Vilas e Cidades Vulneráveis a inundações alistadas na tabe e Vilas vuln SUL a Xai-Xai Chókwe Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Maputo Província Cidade de Inhambane Nova Mambone la 1. eráveis a inundaçõ CEN Zumbo Mutarara Beira Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa es por região TRO NO Nacala Cuamb Nacala Porto Cuamba Lichinga RTEPemba Porto a - Texto do artigo, página 7: Tabela 1: Cidades
- Texto do artigo, página 7: REGIÕES Vilas e Cidades
- Texto do artigo, página 7: Vulneráveis
- Texto do artigo, página 7: 7
- Texto do artigo, página 7: Fonte: MOPHRH/DNRGH
- Texto do artigo, página 8: Para o controlo e gestão de inundações urbanas, para o ano 2023-2024 foram elaborados mapas de risco de inundação para as cidades de Maputo, Matola e Beira, tendo em conta o grau de vulnerabilidade e os seguintes pressupostos: (i) Interpretação quantitativa das previsões do SARCOF e do INAM, (ii) Topografia do terreno e (iii) Existência de infraestruturas de drenagem, (iv) Simulação de actividade ciclónica.
- Texto do artigo, página 8: Assim, no ano hidrológico 2023-2024 há Risco Alto de ocorrência de inundações urbanas nos Bairros a baixo indicados:
- Texto do artigo, página 8: Cidade
Bairros
Maputo Cidade
Costa do Sol, Muntanhane, Polana Caniço A e B, Central C, parte de Malanga, Chamanculo B e C, Luís Cabral, Micajuine, Magoanine Mafalala, Urbanização, Xipamanine, parte de Jorge Dimetrov.
Matola
Alto – Trevo, Matola, AC,D e F, Fomento, parte de Tsalala, Vale de Infulene, Machava A e Liberdade, Mussumbuluco, parte de Km15, Nkobe, Parte de Malhampsene.
Pemba
Chuiba, Eduardo Mondlane, Natite, Ingonane, Paquetequete e Sul e Norte de Carioca
Quelimane
Aeroporto, Santágua, Cança, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita
Beira
Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite, Maraza, Nhangau e Tchondja
Cidade Bairros Maputo Cidade Costa do Sol, Muntanhane, Polana Caniço A e B, Central C, parte de Malanga, Chamanculo B e C, Luís Cabral, Micajuine, Magoanine Mafalala, Urbanização, Xipamanine, parte de Jorge Dimetrov. Matola Alto – Trevo, Matola, AC,D e F, Fomento, parte de Tsalala, Vale de Infulene, Machava A e Liberdade, Mussumbuluco, parte de Km15, Nkobe, Parte de Malhampsene. Pemba Chuiba, Eduardo Mondlane, Natite, Ingonane, Paquetequete e Sul e Norte de Carioca Quelimane Aeroporto, Santágua, Cança, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita Beira Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite, Maraza, Nhangau e Tchondja - Texto do artigo, página 8: 3.3. Interpretação da Previsão da Época Chuvosa 2023-2024 para Agricultura
- Número ou marcador, página 8: i) Período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND de 2023)
Índice de Satisfação Hídrica das Culturas (ISNH) - Período de OND de 2023
a) Região Norte e Centro: Espera-se Índice Moderado (60 a 85%); b) Região Sul: Em geral espera-se índice Baixo (≤60 %). - Número ou marcador, página 8: a) Região Norte e Centro: Espera-se Índice Moderado (60 a 85%);
a) Região Norte e Centro: Espera-se Índice Moderado (60 a 85%); b) Região Sul: Em geral espera-se índice Baixo (≤60 %). - Número ou marcador, página 8: b) Região Sul: Em geral espera-se índice Baixo (≤60 %).
Figura 7: Previsão de ISNH - OND de 2023
ii) Período de Janeiro-Fevereiro-Marco (JFM de 2024) - ISNH
• Região Norte: Em geral, espera-se índice alto (85 à 100%).
a) Região Norte e Centro: Espera-se Índice Moderado (60 a 85%); b) Região Sul: Em geral espera-se índice Baixo (≤60 %). - Texto do artigo, página 8: Outubro-Novembro-Dezembro 2023 36°00'E 40°00'E 15°00'S 15°00'S 20°00'S 20°00'S 25°00'S 25°00'S Cabo Delgado Niassa Nampula Zambézia Tete Manica Sofala Inhambane Gaza Maputo Legenda ISNH (%) < 60 (Baixo) 60 - 85 (Moderado) > 85 (Alto) N 0 50 100 150 200 km
- Texto do artigo, página 9: • Região Norte: Em geral, espera-se índice alto (85 à 100%).
• Região Centro: Em geral espera-se índice Moderado (60 - 85%) e alto (85 a 100%) na Zambézia.
• Região Sul: Espera-se índice Moderado (60 – 85%).
• Região Norte: Em geral, espera-se índice alto (85 à 100%). • Região Centro: Em geral espera-se índice Moderado (60 - 85%) e alto (85 a 100%) na Zambézia. • Região Sul: Espera-se índice Moderado (60 – 85%). - Texto do artigo, página 9: Janeiro-Fevereiro-Março 2024 Legenda ISNH (%) < 60 (Baixo) 60 - 85 (Moderado) > 85 (Alto) Niassa Cabo Delgado Nampula Zambézia Tete Sofala Manica Inhambane Gaza Maputo 0 200 400 km
- Texto do artigo, página 9: Figura 8: Previsão de ISNH- JFM de 2024
- Texto do artigo, página 9: 3.4. Interpretação da previsão da época chuvosa 2023/2024 na Saúde
- Texto do artigo, página 9: 3.4.1 No que tange a Malária, espera-se: i) Período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2023:
- Texto do artigo, página 9: Interpretação da previsão da época
que tange a Malária, espera-se: de Outubro-Novembro-De
• Alto risco em toda extensão das províncias de Zambézia e Nampula, bem como a sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado, nordeste da província de Sofala e este de Inhambane.
• Risco moderado em quase toda extensão das províncias de Manica, Sofala e a parte norte das províncias de Niassa e Cabo Delgado.
chuvosa 2023/2024 na Saúde
zembro (OND) de 2023:
Interpretação da previsão da época que tange a Malária, espera-se: de Outubro-Novembro-De • Alto risco em toda extensão das províncias de Zambézia e Nampula, bem como a sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado, nordeste da província de Sofala e este de Inhambane. • Risco moderado em quase toda extensão das províncias de Manica, Sofala e a parte norte das províncias de Niassa e Cabo Delgado. chuvosa 2023/2024 na Saúde zembro (OND) de 2023: - Texto do artigo, página 9: Casos Prováveis Malária - OND 2023 Baixo Médio Alto 0 100 km
- Texto do artigo, página 9: 3.4. Inte
- Texto do artigo, página 9: 3.4.1 No q i) Período
- Texto do artigo, página 9: 10
- Texto do artigo, página 9: Figura 9: Interpretação para a saúde - Malária - OND de 2023
- Texto do artigo, página 10: Figura 9: Interpretação para a saúde - Malária - OND de 2023
- Texto do artigo, página 10: • Alto risco em toda extensão das províncias de Nampula, Zambézia, a parte sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado, bem como a área central da província de Manica.
• Risco moderado em quase toda extensão das província Sofala, Manica e no norte das províncias de Niassa e Cabo Delgado, bem como a nordeste de Tete.
• Alto risco em toda extensão das províncias de Nampula, Zambézia, a parte sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado, bem como a área central da província de Manica.
• Risco moderado em quase toda extensão da província Sofala, Manica e no norte das província de Niassa e Cabo Delgado, bem como a nordeste de Tete.
províncias
• Alto risco em toda extensão das províncias de Nampula, Zambézia, a parte sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado, bem como a área central da província de Manica. • Risco moderado em quase toda extensão das província Sofala, Manica e no norte das províncias de Niassa e Cabo Delgado, bem como a nordeste de Tete. • Alto risco em toda extensão das províncias de Nampula, Zambézia, a parte sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado, bem como a área central da província de Manica. • Risco moderado em quase toda extensão da província Sofala, Manica e no norte das província de Niassa e Cabo Delgado, bem como a nordeste de Tete. províncias - Texto do artigo, página 10: N 0 125 Km Casos Previstos Malária - JFM 2024 em % de SMSB Baixo Medio Alto
- Texto do artigo, página 10: Figura 10: Interpretação para a saúde - Malária - JFM de 2024
- Texto do artigo, página 10: 11
- Texto do artigo, página 10: 3.4.2 Previsão de ocorrência de caso de diarreias: i) Período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2023: < 5 anos
- Texto do artigo, página 11: 3.4.2 Previsão de ocorrência de caso de diarreias: i) Período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2023: < 5 anos
- Texto do artigo, página 11: 11: Interpretação para a saúde - diar
• Alto risco em quase toda extensão das províncias de Niassa,Tete e Maputo, a área central da província de Sofala, e parte das províncias de Zambézia e Nampula.
• Risco moderado em quase toda extensão das províncias de Cabo Delgado, e parte consideravel das províncias de Sofala, Manica, Gaza e Inhambane.
reia - OND de 2023
11: Interpretação para a saúde - diar • Alto risco em quase toda extensão das províncias de Niassa,Tete e Maputo, a área central da província de Sofala, e parte das províncias de Zambézia e Nampula. • Risco moderado em quase toda extensão das províncias de Cabo Delgado, e parte consideravel das províncias de Sofala, Manica, Gaza e Inhambane. reia - OND de 2023 - Texto do artigo, página 11: Casos Previstos Diarreia - OND 2023 < 5 anos Baixo Médio Alto 0 125 Km
- Texto do artigo, página 11: Figura
- Texto do artigo, página 11: Figura 11: Interpretação para a saúde - diarreia - OND de 2023
- Número ou marcador, página 11: i) Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) 2024: < 5 anos
- Texto do artigo, página 11: Para o período Janeiro-Fevereiro-M
arço (JFM) 2024: < 5 anos
• Alto risco em toda extensão da província de Tete, Maputo e Nampula, Zambézia bem como na parte norte das províncias de Manica e Sofala.
• Risco moderado no norte das províncias de Nampula, Zambézia, a sul das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e a noroeste da província de Maputo.
• Alto risco em toda extensão das províncias de Tete, Maputo e Nampula e Zambézia bem como na parte norte das províncias de Manica e Sofala.
• Risco moderado no norte das províncias de Nampula, Zambézia, a sul das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e a noroeste da província de Maputo.
Nampula e
,
Para o período Janeiro-Fevereiro-M arço (JFM) 2024: < 5 anos • Alto risco em toda extensão da província de Tete, Maputo e Nampula, Zambézia bem como na parte norte das províncias de Manica e Sofala. • Risco moderado no norte das províncias de Nampula, Zambézia, a sul das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e a noroeste da província de Maputo. • Alto risco em toda extensão das províncias de Tete, Maputo e Nampula e Zambézia bem como na parte norte das províncias de Manica e Sofala. • Risco moderado no norte das províncias de Nampula, Zambézia, a sul das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e a noroeste da província de Maputo. Nampula e , - Texto do artigo, página 11: Casos Previstos Diarreia - JFM 2024 < 5 anos Baixo Médio Alto 0 125 Km
- Texto do artigo, página 11: i)
- Texto do artigo, página 11: Figura 12: Interpretação para a saúde - diarreia - JFM de 2024
- Texto do artigo, página 11: Figura 12: Interpretação para a saúde - diarreia - JFM de 2024
- Número ou marcador, página 12: 4. Análise do Risco de Desastres
- Número ou marcador, página 12: 4. 1 Principais Ameaças
- Texto do artigo, página 12: A previsão climática sazonal para a época chuvosa e ciclónica 2023/2024 indica que, no geral, há uma previsão de ocorrência de chuvas normais com tendência para abaixo do normal nas regiões Sul e Centro do país, com uma grande probabilidade de ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal na região norte do país.
- Texto do artigo, página 12: As previsões indicam que, num cenário sem tomar em consideração a actividade ciclónica, nos dois períodos da epoca chuvosa, há risco moderado de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas dos rios Maputo, Umbelúzi, Incomáti e Savane.
- Texto do artigo, página 12: Tomando em consideração a actividade ciclónica as previsões para JFM de 2024 indicam risco moderado de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas dos rios Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, B. Costeiras das Províncias da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. Igualmente, há risco moderado a alto nas bacias hidrográficas dos rios Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane, Zambeze, Namacurra e Licungo, e risco alto nas subbacias do Revubue e Luia
- Texto do artigo, página 12: Relativamente à satisfação das necessidades hidrícas para as culturas, as previsoes indicam que, para as regiões Sul e Centro, em geral, o indice esperado é baixo a moderado, havendo necessidade de se efectuar o aproveitamento integral das chuvas no segundo período, JFM de 2024, e prestar atenção a ocorrência de estiagem localizada. Para as Zonas Aridas e Semi Aridas, nos dois períodos (OND de 2023 e JFM de 2024), haverá necessidade de prestar atenção a ocorrência de stress hídrico nas culturas em campo.
- Texto do artigo, página 12: Outras ameaças a ter em conta durante a época em análise, incluem a ocorrência de tempestades, ciclones, doenças de origem hídrica, pragas, queimadas descontradas, descargas atmosféficas, entre outras.
- Número ou marcador, página 12: 4. 2 Factores de Vulnerabilidade Os principais factores de vulnerabilidade identificados, são:
- Número ou marcador, página 12: a) Insuficiência de infra-estruturas hidráulicas para a regulação dos caudais dos rios;
- Número ou marcador, página 12: b) Ocorrência sucessiva de ciclones de grande magnitude, nas últimas épocas chuvosas e ciclónicas;
- Número ou marcador, página 12: c) Existência de zonas áridas e semiáridas com aglomerados populacionais dispersos e limitado acesso a recursos hídricos;
- Número ou marcador, página 12: d) Longa extensão do território nacional localizada na zona de convergência intertropical, com limitada capacidade de contenção ou resiliência humana e infraestrutural os eventos extremos;
- Número ou marcador, página 12: e) Existência de zonas sísmicas activas com elevados aglomerados populacionais sem conhecimento do risco a que estão sujeitos;
- Número ou marcador, página 12: f) Implantação de infraestruturas públicas, privadas, sociais e assentamento humanos em zonas de risco ou ameaças (descritas no Artigo 12 da Lei n.º 10/2020 de 24 de Agosto) sem observância de padrões técnicos de segurança;
- Número ou marcador, página 12: g) Infraestruturas e habitações precárias em zonas de risco;
- Número ou marcador, página 12: h) Limitada preparação das pessoas para enfrentarem eficazmente o risco de desastres na dimensão actual e influenciada pela variabilidade e mudanças climáticas;
- Número ou marcador, página 12: i) Fraca capacidade de adaptação e resiliência das comunidades os riscos ou ameaças, associado ao rápido crescimento demográfico e ocupação desordenada de zonas naturais de escoamento e de retenção temporária das águas das cheias ou inundações;
- Número ou marcador, página 12: j) Insuficiente implementação dos instrumentos de planeamento e ordenamento territorial;
- Número ou marcador, página 12: k) Falta de áreas demarcadas e reservadas a inundação em situação de cheias;
- Número ou marcador, página 12: l) Ineficiente implementação de medidas de redução do risco e aumento da resiliência nas infraestruturas públicas;
- Número ou marcador, página 12: m) Existência de pontes chave não reabilitadas; e
- Número ou marcador, página 12: n) Degradação dos diques de protecção ao longo das bacias mais vulneráveis a cheias.
- Número ou marcador, página 12: 4. 3 Factores de Contenção
- Texto do artigo, página 12: A necessidade de adopção de medidas de redução de risco de desastres em Moçambique é um imperativo devido aos múltiplos e recorrentes choques que afectam o país. Adicionalmente, a integração de medidas de gestão e redução de risco de desastres nas principais Políticas Públicas como o Programa Quinquenal do Governo 2019-2024 e o Plano Director para Redução do Risco de Desastres 2017-2030 refletem os avanços e a firmeza do Governo nesta direcção.
- Texto do artigo, página 12: Abaixo apresentam-se as principais medidas e acções (implementadas e em curso) que concorrem para a redução da vulnerabilidade:
- Número ou marcador, página 12: a) Activados e implementados planos distritais de acções antecipadas à seca;
- Número ou marcador, página 12: b) Melhorado o acesso à informação hidro-meteorológica e garantia da emissão de avisos e alertas com maior precisão e confiabilidade sobre a iminência de perigos, em tempo quase real para a tomada de decisão operacional a vários níveis;
- Número ou marcador, página 12: c) Desenvolvido um sistema de previsão de cheias/ inundações e modelos de monitoria e previsão de ciclones e secas hidrológicas com foco para as bacias hidrográficas propensas as cheia e inundações;
- Número ou marcador, página 12: d) Instalados sensores de alerta nas comunidades mais propensas aos eventos extremos;
- Número ou marcador, página 12: e) Operacionalizada a rede de estações do sistema de aviso de cheias, entre elas 30 pluviométricas e 33 hidrométricas, para a monitoria hidrológica;
- Número ou marcador, página 12: f) Existência de 100 rádios comunitárias que usam línguas locais para a divulgação de mensagens e medidas preventivas para eventos extremos;
- Número ou marcador, página 12: g) Capacitação contínua das comunidades através da criação e revitalização de Comités Locais de Gestão e Redução do Risco de Desastres em locais propensos a eventos extremos;
- Número ou marcador, página 12: h) Fortalecidos os sistemas de gestão de informação e comunicação, com recurso a tecnologias modernas de informação e comunicação;
- Número ou marcador, página 12: i) Disponibilidade de veículos aéreos não tripulados, drones, usados para avaliação rápida do impacto do desastre assim como mapeamento das zonas de risco;
- Número ou marcador, página 12: j) Realizadas actividades de controlo de focos de infecção de cólera;
- Número ou marcador, página 12: k) Realizadas campanhas de saúde e nutrição para o rastreio de crianças em situação de desnutrição aguda, suplementação com Vitamina A, desparasitação, vacinação e tratamento das doenças mais frequentes na infância;
- Número ou marcador, página 12: l) Estabelecimento da Plataforma Integrada de Disseminação e Comunicação de Informação de Aviso Prévio de Cheias e Ciclones, esperando-se que nesta época alcance pelo menos 700.000 pessoas;
- Texto do artigo, página 13: 4.4. Cenários da População em Risco
- Texto do artigo, página 13: Tomando como referência as previsões climáticas sazonais para a região e a sua interpretação para o contexto nacional nas componentes de meteorologia, hidrologia, agricultura e saúde, foram definidos três cenários de população em risco. No geral, a análise dos cenários teve em conta a influência do El Ninõ e os impactos prevalecentes do Ciclone tropical Freddy, cuja normalizacação dos meios de subsistência dos afectados e a reconstrução das infraestruturas danificadas ainda está em curso.
- Texto do artigo, página 13: 4.4.1. Cenário I
- Texto do artigo, página 13: O Cenário I é composto por ameaças de pequena magnitude e de curta duração, mas com impacto sobre as comunidades mais vulneráveis. Este cenário inclui (i) Ventos Fortes, (ii) Inundações urbanas e periurbanas e (iii) Seca que podem ocorrer em diferentes regiões do País. As descargas eléctricas atmosféricas
- Texto do artigo, página 13: enquadram-se, igualmente neste cenário.
- Texto do artigo, página 13: As cidades de Maputo Cidade, Xai-Xai, Chókwe, Cidade de Inhambane e as vilas de Xinavane, Ilha Josina Machel e de Nova Mambone no Sul do país; as cidades de Quelimane, Beira e as vilas de Zumbo, Mutarara, Dondo, Búzi, Marromeu, Caia, Machanga, Mopeia, Morrumbala e Maganja da Costa na região Centro; e as cidades de Nacala Porto, Lichinga e vila de Cuamba poderão registar inundações urbanas.
- Texto do artigo, página 13: Nas zonas áridas e semi áridas, durante em toda a época chuvosa 2023/2024, será necessário prestar maior atenção à irregularidade de precipitação que pode vir a causar stress hidrico nas culturas em campo, sobretudo nas Províncias de Maputo, Gaza, Inhambane.
- Texto do artigo, página 13: Assim, estima-se que 1 252 571 pessoas possam vir a estar em risco caso ocorram ventos fortes, inundações e seca, das quais 316 033 por ventos fortes, 209 574 por inundações nas cidades e vilas e 726 964 por seca (veja os detalhes na tabela 2).
- Texto do artigo, página 13: Tabela 2: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I
- Texto do artigo, página 13: Provincia
Populacao em Risco
Ventos fortes
Inundacaoes (Cidades e Vilas)
Seca
Total do Cenario I
Cabo Delgado
23,140
1,720
24,860
Niassa
7,412
9,730
3,494
20,636
Nampula
6,557
6,325
2,000
14,882
Zambezia
28,698
19,290
48,594
96,582
Tete
24,066
2,011
78,205
104,282
Manica
25,095
8,148
90,582
123,825
Sofala
70,003
46,580
41,295
157,878
Inhambane
80,355
53,260
153,561
287,176
Gaza
24,961
17,326
271,744
314,031
Maputo Provincia
24,407
12,654
36,282
73,343
Maputo Cidade
1,339
32,530
1207
35,076
Total
316,033
209,574
726,964
1,252,571
Provincia Populacao em Risco Ventos fortes Inundacaoes (Cidades e Vilas) Seca Total do Cenario I Cabo Delgado 23,140 1,720 24,860 Niassa 7,412 9,730 3,494 20,636 Nampula 6,557 6,325 2,000 14,882 Zambezia 28,698 19,290 48,594 96,582 Tete 24,066 2,011 78,205 104,282 Manica 25,095 8,148 90,582 123,825 Sofala 70,003 46,580 41,295 157,878 Inhambane 80,355 53,260 153,561 287,176 Gaza 24,961 17,326 271,744 314,031 Maputo Provincia 24,407 12,654 36,282 73,343 Maputo Cidade 1,339 32,530 1207 35,076 Total 316,033 209,574 726,964 1,252,571 - Texto do artigo, página 13: Fonte: INGD
- Texto do artigo, página 13: 4.4.2. Cenário II OCenário II é a combinação dos riscos ou ameaças do Cenário
- Texto do artigo, página 13: I (ventos fortes, inundações urbanas e periurbanas e Seca) com a probabilidade de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas e de ciclones. Neste cenário estima-se que 2 534 214 pessoas estejam em risco, das quais 506 864 pessoas em risco de cheias e 774 779 pessoas em risco de ciclones – (veja os detalhres na Tabela 3).
- Texto do artigo, página 13: Neste cenário é considerado a probabilidade de ocorrência de cheias de risco Moderado nas bacias hidrográficas dos rios Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Savane e Licungo, Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. Risco Moderado a alto de ocorrência de cheias na Sub-bacia Hidrográfica do Revubwe.
- Texto do artigo, página 14: Neste cenário é considerado a probabilidade de ocorrência de cheias de risco Moderado nas bacias hidrográficas dos rios Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Savane e Licungo, Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. Risco Moderado a alto de ocorrência de cheias na Sub-bacia Hidrográfica do Revubwe.
- Texto do artigo, página 14: Tabela 3: Cenário II - População em Risco
- Texto do artigo, página 14: Tabela 3: Cenário II - População em Risco
- Texto do artigo, página 14: Tabela 3: Cenário II - População em Risco Provincias Cenario I Rsco de Cheias Ciclones Total do Cenario II Cabo Delgado 24,860 21,008 29,300 75,168 Niassa 20,636 20,999 0 41,635 Nampula 14,882 4,933 160,225 180,040 Zambezia 96,582 66,866 303,066 466,514 Tete 104,282 41,206 0 145,488 Manica 123,825 11,275 18,688 153,786 Sofala 157,878 238,832 177,959 574,669 Inhambane 287,176 11,925 71,905 371,006 Gaza 314,031 77,937 6,620 398,168 Maputo Provincia 73,343 11,883 5,105 90,331 Maputo Cidade 35,076 0 2,333 37,409 Total 1,252,571 506,864 774,779 2,534,214
- Texto do artigo, página 14: Fonte: INGD
- Texto do artigo, página 14: Fonte: INGD
- Texto do artigo, página 14: 4.4.3. Cenário III O terceiro cenário (Cenário III) é a combinação do cenário
- Texto do artigo, página 14: A estimativa da população em risco de sismos foi feita com base nos dados históricos de registos e o período de recorrência de 50 anos dos sismos em Moçambique. Foram registados 32 sismos signifi cativos no período 2022-2023, e o intervalo de magnitude foi de 3,2 a 4,9 na escala de Richter, enquanto que no período 2021-2022 foram registados 15 sismos signifi cativos.
- Texto do artigo, página 14: II com a probabilidade de ocorrência de sismos. Assim, neste cenário estima-se que 2 556 204 pessoas estejam em risco, das quais cerca de 21 990 pessoas em risco de sismos – Veja os detalhes na tabela 4.
- Texto do artigo, página 14: 4.4.3. Cenário III
- Texto do artigo, página 14: O terceiro cenário (Cenário III) é a combinação do cenário II com a probabilidade de ocorrência de sismos. Assim, neste cenário estima-se que 2 556 204 pessoas estejam em
- Texto do artigo, página 14: Tabela 4: Cenário III – População em Risco
- Texto do artigo, página 14: risco, das quais c 990 pessoas em r
Provincia Cabo Delgado
erca de isco de sismos
Cenário II
75,168
– Veja os deta
Sismos
lhes na tabela
Total do Cenário III
1,070
76,238
estimativaNiassa da pop
ulação em41,635risc
o de sismos2,690foi
feita com44,325base
Nampula
180,040
1,280
181,320
Zambeziaregistos e o perío
do de recorrên466,514
cia de 502,878anos
dos sismos469,392em
registadosTete 32 sismos
significativos145,488
no período1,398202
2-2023,146,886e o
Manica
153,786
3,765
157,551
Sofala
574,669
1,204
575,873
Inhambane
371,006
1,276
372,282
Gaza
398,168
1,676
399,844
Maputo Provincia
90,331
1,985
92,316
Maputo Cidade
37,409
2,768
40,177
Total
2,534,214
21,990
2,556,204
risco, das quais c 990 pessoas em r Provincia Cabo Delgado erca de isco de sismos Cenário II 75,168 – Veja os deta Sismos lhes na tabela Total do Cenário III 1,070 76,238 estimativaNiassa da pop ulação em41,635risc o de sismos2,690foi feita com44,325base Nampula 180,040 1,280 181,320 Zambeziaregistos e o perío do de recorrên466,514 cia de 502,878anos dos sismos469,392em registadosTete 32 sismos significativos145,488 no período1,398202 2-2023,146,886e o Manica 153,786 3,765 157,551 Sofala 574,669 1,204 575,873 Inhambane 371,006 1,276 372,282 Gaza 398,168 1,676 399,844 Maputo Provincia 90,331 1,985 92,316 Maputo Cidade 37,409 2,768 40,177 Total 2,534,214 21,990 2,556,204 - Texto do artigo, página 14: 4.4.3.
- Texto do artigo, página 14: Cenário III
- Texto do artigo, página 14: 21 4.
- Texto do artigo, página 14: A nos dados históricos de Moçambique. Foram reg intervalo de magnitude
- Texto do artigo, página 14: Fonte: INGD
- Texto do artigo, página 14: em parte,
- Texto do artigo, página 14: Fonte: INGD
- Texto do artigo, página 14: 4.5. Situação Prevalecente dos Deslocados Internos em Moçambique
- Texto do artigo, página 14: em parte, ter impacto na operacionalização do presente Plano de Contingência, sobretudo na componente de assistência humanitária. Na altura da compilação dos dados (Outubro de 2023), o registo indicava um total de 663 872 deslocados (veja os detalhes na Tabela 5).
- Texto do artigo, página 14: O presente Plano de Contingência analisa igualmente, a situação de deslocados internos causados pelas incursões dos terroristas na região Norte do País. Esta situação poderão,
- Texto do artigo, página 15: Tabela 5: Deslocados internos devido aos ataques armados
- Texto do artigo, página 15: Tabela 5: Deslocados internos devido aos ataques armados
- Texto do artigo, página 15: Província
Famílias Deslocadas
Pessoas Deslocadas (incluindo Crianças)
Pessoas nos Centros de Acomodação
Pessoas nos Bairros de
Reassentamento
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casas alugadas
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Inhambane
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27
0
27
0
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0
3.361
0
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Manica
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209
0
198
11
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Prov 0
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Nampula
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0
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663.872
Fonte: INGD
A situação dos de dos esforços existe àquela que será dis época chuvosa.
Fonte: INGD
dos deslocados está de combinação dos e
assistência humanitária, as familias vítimas do chuvosa.
Impacto no Secto
Educação conta com breve análise de ri
climáticas, a distribui
3
Nampula
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10811
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e 4 371 aulas em os em também as salas ia. As
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4
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Província Famílias Deslocadas Pessoas Deslocadas (incluindo Crianças) Pessoas nos Centros de Acomodação Pessoas nos Bairros de Reassentamento Pessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadas Pessoas Assistidas Inhambane 10 27 0 27 0 27 Sofala 673 3.361 0 3.361 0 3.361 Manica 45 209 0 198 11 209 Zambézia 263 Nº de 973 Prov 0 íncia 668 Em Risco 305 973 Nampula 8.432O rdem 4 3.642 0 16.464 27.178 43.642 Niassa 612 3.149 0 Escolas 26 4S alas Alunos2.88 5P rof. 3.149 Cabo Delgado 153 .552 1 61 C.2.511De lgado 62,907 184.5170 4 182 16259365.09 0 416 612.511 Total 163 .587 662 Niass3.872 a 62,907 205.49298 6 1147 53541395.46 9 982 663.872 Fonte: INGD A situação dos de dos esforços existe àquela que será dis época chuvosa. Fonte: INGD dos deslocados está de combinação dos e assistência humanitária, as familias vítimas do chuvosa. Impacto no Secto Educação conta com breve análise de ri climáticas, a distribui 3 Nampula 1569 10811 534275 7657 inação o com esente e 4 371 aulas em os em também as salas ia. As tam com s de 4 Zambézia 630 1736 175290 2750 inclusa 5n esteTetePlano pela prec ariedade,407 permitiu1476i dentifi car185431 um total4184d sforços ex em pararelo6 istentes e para com àquela que situa Manica risco das em áre ; 1 71141867 as de risco 1 alunos2580q , com 22 59 ue 254210poderão 7 salas de ser afectad4821 sslocadoseventos7e xtremosSofalaestá inclusadurante nesteunid Planoades de243pen elasinonecese36730 810sidade94918profed ssorese comb1509que 8 Inhambane ser afectados.352 1862 145085 3310 ntes e p r da Educa 9 ara assegurar a as ção Gaza N sistênciaa tabela263a baixohumani1543mo tária,stra-se143171emas escolaspararel3265e pensada10 asP. Maputofamilias vítimasloca doslizadaseven112em tosáreasextrede775m aiormos98484risco,dur antepor provínc1682a pr 13 250 e sco no sec11 stabelecimentos tor, tendo em a C. Maputo de N ampula10e Zambézia118 são11007aquela s que 234con ção espacial e o nivel de núm Total ero de sal 4372 as de aulas 22597 localizada 1711671 s em área 30810 - Texto do artigo, página 15: Tabela 5: Deslocados internos devido aos ataques armados
Província Famílias Deslocadas Pessoas Deslocadas (incluindo Crianças) Pessoas nos Centros de Acomodação Pessoas nos Bairros de Reassentamento Pessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadas Pessoas Assistidas
Inhambane 10 27 0 27 0 27
Sofala 673 3.361 0 3.361 0 3.361
Manica 45 209 0 198 11 209
Zambézia 263 973 0 668 305 973
Nampula 8.432 43.642 0 16.464 27.178 43.642
Niassa 612 3.149 0 264 2.885 3.149
Cabo Delgado 153.552 612.511 62.907 184.541 365.069 612.511
Total 163.587 663.872 62.907 205.496 395.469 663.872
Fonte: INGD
A situação dos deslocados está inclusa neste Plano pela necessidade de combinação dos esforços existentes e para assegurar a assistência humanitária, em paralelo com aquela que será dispensada às famílias vítimas dos eventos extremos durante a presente época chuvosa.
4.6. Provável Impacto no Sector da Educação
O sector de Educação conta com 13 250 estabelecimentos de ensino. Uma breve análise de risco no sector, tendo em a as previsões climáticas, a distribuição espacial e o nível de precariedade, permitiu identificar um total de 4 371 escolas situadas em áreas de risco, com 22 597 salas de aulas em zonas de risco; 1 711 671 alunos que poderão ser afectados em diferentes unidades de ensino e 30 810 professores que também poderão ser afectados.
Na tabela a baixo mostra-se as escolas e as salas de aula localizadas em áreas de maior risco, por província. As províncias de Nampula e Zambézia são aquelas que contam com o maior número de salas de aulas localizadas em áreas de maior risco, tendo em conta a actual previsão climática sazonal.
Tabela 6: Provável impacto no sector da Educação
Fonte: INGD
4.7. Provável Impacto no Sector da Agricultura
Segundo a interpretação da previsão climática para a época chuvosa 2023 - 2024, perspectiva-se no geral, uma boa campanha agrícola. Entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM de 2024, esperam-se situações extremas de inundações localizadas que poderão ocorrer, com maior impacto, nas zonas ribeirinhas e baixas em todas as regiões. Assim, estima- se que pelo menos 785 650 produtores fiquem afectados pelos diferentes fenómenos e que 751 780 hectares com culturas diversas possam ser perdidos, sobretudo milho, arroz e feijões - Veja os detalhes na tabela 7.
Tabela 7: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2023 – 2024
Fonte: MADER
Província Famílias Deslocadas Pessoas Deslocadas (incluindo Crianças) Pessoas nos Centros de Acomodação Pessoas nos Bairros de Reassentamento Pessoas em casas de familiares, conhecidos e em casas alugadas Pessoas Assistidas Inhambane 10 27 0 27 0 27 Sofala 673 3.361 0 3.361 0 3.361 Manica 45 209 0 198 11 209 Zambézia 263 973 0 668 305 973 Nampula 8.432 43.642 0 16.464 27.178 43.642 Niassa 612 3.149 0 264 2.885 3.149 Cabo Delgado 153.552 612.511 62.907 184.541 365.069 612.511 Total 163.587 663.872 62.907 205.496 395.469 663.872 - Texto do artigo, página 15: F
- Texto do artigo, página 15: F
- Texto do artigo, página 15: A situação necessidade d assegurar a as será dispensada a presente época
- Texto do artigo, página 15: escolas zonas de
- Texto do artigo, página 15: diferentes poderão de aula
- Texto do artigo, página 15: A d à é
- Texto do artigo, página 15: 4.6. Provável O sector de
- Texto do artigo, página 15: províncias
- Texto do artigo, página 15: o maior maior risco,
- Texto do artigo, página 15: de ensino. Uma as previsões
- Texto do artigo, página 15: tendo em conta a actual previsão climática sazonal.
- Texto do artigo, página 15: Fonte: MINEDH
- Texto do artigo, página 15: Tabela 6: Provável impacto no sector da Educação Fonte: MINEDH 4.7. Provável Impacto no Sector da Agricultura Segundo a interpretação da previsão climática para a época chuvosa 2023 - 2024, perspectiva-se no geral, uma boa campanha agrícola. Entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM de 2024, esperam-se situações extremas de inundações maior impacto, nas zonas ribeirinhas e baixas pelo menos 785 650 produtores fiquem 751 780 hectares com culturas diversas z e feijões - Veja os detalhes na tabela 7.
- Texto do artigo, página 15: 4.6.
- Texto do artigo, página 15: Prováve Educaçã
Nº de OrdemSe
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Província
4.7. Provável I gundo a interpreta
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Prováve Educaçã Nº de OrdemSe l Impacto no Sector o conta com 13 250 Província 4.7. Provável I gundo a interpreta da Educação estabelecimentos de ensino. Uma Em Risco mpacto no Sector da Agricultura ção da previsão climática para Escolas Salas Alunos Prof. sector,pe1te C.rspectiva-sendoDelgadoem a asnoprevisger al,õesumaclim70b áticas,oa camp182a distribuianha16259ag rícola.ção 416 2 Niassa 298 1147 53541 982 pere3 Nampulacommitiudestaqueidentificarparaum ototal1569períd odoe 410811371JFM escolas534275de 20 24,situadas7657 4 Zambézia 630 1736 175290 2750 22 597in5sa undaçõesTetelas de aulaslocalizadaem zon sasquede407pori sco;derão14761 oc71 orrer,1185431671coa lunosm maior4184que em diferene6 baixasManicates unidadesem todasde ensas inoregiões.e41830 Assim,8102580pro estima-sfessores254210 equeque4821 7 Sofala 243 367 94918 1509 fiq8 Inhambaneuem afectados pel os difere352 ntes1862fen ómenos145085 e que3310 di9 versasGaza possam ser erdidos263 , sobretu1543 do143171milho , arroz3265 baixo10m ostra-seP. Maputoas escolas e as salas112 de aula775 localizad98484 as em1682 11ta belaC. Maputo7. 10 118 11007 234 província. AsTotalprovincias de ampula4372 e22597Zamb ézia1711671são aquelas30810 - Texto do artigo, página 15: O sector de breve análise de risco no espacial e o nivel de precariedade, em áreas de risco, com e poderão ser afectados e também poderão ser afectados.
- Texto do artigo, página 15: a época chuvosa 2023 - 2024, Entretanto, para os dois períodos
- Texto do artigo, página 15: esperam-se situações extremas de impacto, nas zonas ribeirinhas pelo menos 785 650 produtores 751 780 hectares com culturas e feijões - Veja os detalhes na
- Texto do artigo, página 15: Na tabela a áreas de maior risco, por p que contam com o maior número de salas de aulas localizadas em áreas de maior risco, tendo em conta a actual previsão climática sazonal.
- Texto do artigo, página 15: Fonte: INGD
- Texto do artigo, página 15: inundações localizadas que poderão ocorrer, com maior impacto, nas zonas ribeirinhas e baixas em todas as regiões. Assim, estimase que pelo menos 785 650 produtores fi quem afectados pelos diferentes fenómenos e que 751 780 hectares com culturas diversas possam ser perdidos, sobretudo milho, arroz e feijões Veja os detalhes na tabela 7.
- Texto do artigo, página 15: 4.7. Provável Impacto no Sector da Agricultura
- Texto do artigo, página 15: Segundo a interpretação da previsão climática para a época chuvosa 2023 - 2024, perspectiva-se no geral, uma boa campanha agrícola. Entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM de 2024, esperam-se situações extremas de
- Texto do artigo, página 15: Tabela 6: Provável impacto no sector da Educação
- Texto do artigo, página 15: Tabela 7: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2023 – 2024
- Texto do artigo, página 15: Tabela 7: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2023 – 2024
- Texto do artigo, página 15: Fenómenolocalizad
Produtoresas que poderãoem RiscoÁoc
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Fenómenolocalizad Produtoresas que poderãoem RiscoÁoc orrer,rea emcomRisco (ha) Seca/Estiagemem todas a s regiões. Assim,635.000 estima-se571.000que afectados pe Inundações/C heias los diferentes90.150fen ómenos108.180e que Ciclonespossam ser perdidos, sobretu60.500 do milho,72.600arroz Total 785.650 751.780 - Texto do artigo, página 15: Fonte: MADER
- Texto do artigo, página 16: O Sector de Estradas prevê que algumas estradas estejam em risco de interrupção ou funcionamento com o trânsito condicionado caso se concretizem as previsões climáticas avançadas pelo INAM, aliado ao nível de precariedade de algumas vias de acesso. As províncias de maior risco são Niassa, Cabo Delgado, Nampula, Zambézia e Tete.
- Texto do artigo, página 16: Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso das lajes de pavimento de estruturas, erosão da plataforma e taludes das estradas, poças de água nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nas figuras abaixo.
- Texto do artigo, página 16: 4.8. Provável Impacto no Sector de Estradas
- Texto do artigo, página 16: O Sector de Estradas prevê que algumas estradas estejam em risco de interrupção ou funcionamento com o trânsito condicionado caso se concretizem as previsões climáticas avançadas pelo INAM, aliado ao nível de precariedade de algumas vias de acesso. As províncias de maior risco são Niassa, Cabo Delgado, Nampula, Zambézia e Tete.
- Texto do artigo, página 16: Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso das lajes de pavimento de estruturas, erosão da plataforma e taludes das estradas, poças de água nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nas figuras abaixo.
- Texto do artigo, página 16: 4.8.1 Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Niassa. N13, Cuamba – Lurio; N360, Cuamba
- Texto do artigo, página 16: 4.8.1 Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Niassa.
- Texto do artigo, página 16: Vias de Acesso em risco na Província de Niassa Legenda
- Texto do artigo, página 16: – Marrupa; R657, Etatara – Cuamba; R720, Cuamba – Mecanhelas; R721, Chiuta – Mecanhelas; R732, Metarica – Nipepe; R731, Marrupa – Mecula Matondovela; R733, Unango – Matchedje; R734, Metangula - Cobue – Matchedje; R727, Lichinga – Meponda; NC, Majune – Mavago; R728, Itepela – Chimbonila; R729, Itepela – Majune e R1209, Metangula – Meluluca.
- Texto do artigo, página 16: 4.8.2. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Nampula.
- Texto do artigo, página 16: 4.8.2. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Nampula.
- Texto do artigo, página 16: Vias de Acesso em risco na Província de Nampula Legenda
- Texto do artigo, página 16: N104, Nametil – Angoche; N13, Malema – Cuamba; N324, Boila – Moma; R683, Nametil – Chalaua; R681, Mucuali – Larde; R682, Boila – Aube; R689, Monapo – Boila; R686, Corane – Liupo; R687, Meconta – Corane; R694, Ribaue – Lalaua; R696, Rapale – Muite; R1167, Namina – Mecuburi; R1169, Matibane – Nacala; R702, Nacala Nacala-a-Velha; R703, Nacala-a-Velha – Memba e R697, Memba – Nacaroa.
- Texto do artigo, página 16: 4.8.3. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Cabo Delgado.
- Texto do artigo, página 16: R760, Mecufi – Mazeze; R760, Mazeze
- Texto do artigo, página 16: – Chiure; R760, Chiure – Namuno; R760; Namuno – Balama; R762, Metuge – Mucojo; R767, Montepuez Meluco – Muaguide; R698, Montepuez
- Texto do artigo, página 17: N104, Nametil – Angoche; N13, Malema – Cuamba; N324, Boila – Moma; R683, Nametil – Chalaua; R681, Mucuali – Larde; R682, Boila – Aube; R689, Monapo – Boila; R686, Corane – Liupo; R687, Meconta – Corane; R694, Ribaue – Lalaua; R696, Rapale – Muite; R1167, Namina – Mecuburi; R1169, Matibane – Nacala; R702, Nacala Nacala-a-Velha; R703, Nacala-a-Velha – Memba e R697, Memba – Nacaroa.
- Texto do artigo, página 17: 29 DE DEZEMBRO DE 2023 3822 — (273)
- Texto do artigo, página 17: 4.8.3. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Cabo Delgado.
- Texto do artigo, página 17: Vias de acesso em risco na Província de Cabo Delgado Legenda
- Texto do artigo, página 17: R760, Mecufi – Mazeze; R760, Mazeze – Chiure; R760, Chiure – Namuno; R760; Namuno – Balama; R762, Metuge – Mucojo; R767, Montepuez Meluco – Muaguide; R698, Montepuez – Mueda; R767 Muaguide – Mahate; R766, Macomia – Mucojo; R768, Balama – Mavala e R2125, Mapupulo – Mirate.
- Texto do artigo, página 17: 4.8.4. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Zambézia.
- Texto do artigo, página 17: Vias de acesso em risco na Província da Zambezia Legenda
- Texto do artigo, página 17: N11, Milange Milosa; N103, Gurue – Magige; N320, Inhassunge – Chinde; N322, Chire – Morrumbala; N324, Malei - Maganja da Costa; N324, Maganja – Mocubela; N324, Mocubela – Pebane; N324, Pebane – Naburi; R640, Mopeia - Luabo – Chinde; R644, Maganja – Nante; R645, Maganja –
- Texto do artigo, página 17: Raraga; R646, Mugeba - Mulevala – Unturo; R647, Liciro – Munhamade; R648, Gilé – Naburi; R649, Majaua – Monge; R650, Molumbo - Milange – Chire; R652, Alto Benfica – Derre; R654, Namarroi – Ile; R1102, Regone – Gurue; R1104, Monge – Marega; R1108, Inchipia – Mualama; R1111, Substação – Uapé; R1115, Munhamade – Lipale e R1117, Tacuane – Muabanana.
- Texto do artigo, página 17: 4.8.5. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Sofala.
- Texto do artigo, página 17: Vias de acesso em risco na Província de Sofala Legenda
- Texto do artigo, página 17: N282, Dondo – Matondo; N283, Caia – Marromeu; N283, Caia – Chiramba; R566, Canxixe – Chiramba; R565, Canxixe – Chemba e R1005, Maringue – Sena.
- Número ou marcador, página 18: 5. Acções Sectoriais a Realizar nas Fases de Prontidão, Resposta e Recuperação
- Texto do artigo, página 18: O quadro de definição de acções sectoriais tem o objectivo de minimizar o impacto de desastres e compreende três fases: prontidão, resposta e recuperação.
- Número ou marcador, página 18: a) Prontidão: Capacidade técnica, material e financeira de preparação institucional, sectorial, comunitária e individual para reduzir o risco de desastres e os seus impactos.
- Número ou marcador, página 18: b) Resposta: Medidas que visam salvar vidas, assegurar assistência humanitária e a rápida funcionalidade socioeconómicas imediatamente a seguir ao desastre.
- Número ou marcador, página 18: c) Recuperação: Actividades que concorrem, para a reposição e funcionalidade dos serviços básicos e normalização da vida das pessoas afectadas pelos eventos extremos.
- Texto do artigo, página 18: As acções de prontidão, resposta e recuperação poderão ser realizadas ao longo do ano, contudo, no período de Outubro à Dezembro, poderão predominar as acções de prontidão e intervenções de resposta. Neste sentido, acções como (i) a elaboração do presente Plano Anual de Contingência, (ii) o preposicionamento estratégico de bens e suprimentos de emergência, (iii) revisão dos contratos abertos para a prestação da assistência humanitária, (iv) a coordenação e monitoria, incluindo a activação dos CLGRD, constituem algumas das actividades críticas a serem realizadas nestes períodos.
- Texto do artigo, página 18: No período de Janeiro à Março, a maior incidência poderá ser para as acções de resposta como (i) a operacionalização dos planos de contingência, (ii) realização das avaliações rápidas das necessidades para informar o plano de resposta, e (iii) a avaliação das necessidades de reconstrução e recuperação pós-emergência.
- Texto do artigo, página 18: O período de Abril à Setembro é reservado para as acções de resposta e recuperação, incluindo, entre outras, (i) a implementação da estratégia multissectorial de recuperação
- Texto do artigo, página 18: 5.2. Acções Sectoriais a Realizar nas Fases de Prontidão, Resposta e Recuperação
- Texto do artigo, página 18: e reconstrução (Ex: reassentamento, reconstrução, assistência alimentar, projectos de geração de renda); e (ii) monitoria da implementação das actividades e programas de recuperação. Algumas aquisições de materiais para o pré-posicionamento e que estejam nos parâmetros das normas de funcionamento do Fundo de Gestão de Calamidades, também poderão ocorrer nesse período.
- Texto do artigo, página 18: A implementação das acções de prontidão, resposta e recuperação poderá acontecer a todos os níveis, desde o central aos órgãos locais, incluindo os municípios, cabendo a cada um desses níveis garantir a planificação, monitoria, supervisão e assistência técnica e a implementação dos planos de resposta.
- Texto do artigo, página 18: 5.1. Mobilização de Recursos para Resposta à Emergência A Equipa Humanitária Nacional (HCT) participa através
- Texto do artigo, página 18: de sectores (clusters) de resposta humanitária em acções de prontidão e resposta a desastres com meios materiais e humanos para complementar os esforços do Governo. Assim, usando mecanismos acordados com o Governo, a Equipa Humanitária Nacional pode activar os dispositivos internos e internacionais de mobilização de recursos com base nos mandatos e instrumentos internacionais existentes. O processo de coordenação e gestão de resposta a emergência é liderado pelo Governo.
- Texto do artigo, página 18: A assistência humanitária atempada, eficaz e apropriada por parte da HCT depende da observância dos seguintes aspectos:
- Número ou marcador, página 18: a) Disponibilidade de informação sobre a avaliação da situação (magnitude, complexidade, urgência da emergência) com base em indicadores credíveis;
- Número ou marcador, página 18: b) Apresentação de dados sobre a área afectada, grupos vulneráveis; população afectada e pessoas necessitadas;
- Número ou marcador, página 18: c) Disponibilização de informação sobre os recursos preposicionados pelo Governo e défice de acordo com as necessidades locais e tipo de evento;
- Número ou marcador, página 18: d) Activação pelo governo dos níveis de alerta para facilitação da mobilização de recursos adicionais e operacionalização do Plano de Contingência.
- Texto do artigo, página 18: Instituição: INGD
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: a) Divulgar o Plano de Contingência;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas.
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: e) Aprovisionar água;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA);
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Número ou marcador, página 18: e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação a) Divulgar o Plano de Contingência; b) Realizar exercícios de simulação com o envolvimento equitativo e inclusivo nas comunidades localizadas nas zonas de risco tendo em conta o tipo de ameaça; c) Revitalizar e activar os CLGRD com inclusão de mulheres e pessoas com deficiência, e promover a coordenação com outros comités e voluntários da CVM; d) Identificar rotas de evacuação e locais seguros para acomodação temporária, centros de acomodação e zonas seguras para o reassentamento tendo em conta a capacidade adequada e auditoria de segurança; e) Estabelecer acordos com o sector privado e outras individualidades para o uso das suas infraestruturas como centros de acomodação alternativos a escolas. f) Pré-posicionar bens, materiais e equipamentos em locais estratégicos g) preparar e uniformizar as ferramentas de coleta de dados desagregados por sexo, idade e vulnerabilidade nos centros de acomodação e a resposta humanitária h) Preparar as equipes de resposta humanitária para uma intervenção rápida; a) Realizar avaliações rápidas das necessidades (de forma coordenada, equitativa e inclusiva) e reajustar o plano de resposta de acordo a magnitude do evento; b) Coordenar a provisão de assistência humanitária atempada; c) Preparar apelos de ajuda humanitária e mobilizar recursos adicionais; d) Prover apoio psicossocial para os afectados e assistência psicológica para as equipes humanitárias; e) Aprovisionar água; f) Garantir o distanciamento social entre os afectados principalmente na distribuição de artigos alimentares e não alimentares; a) Monitorar a implementação integrada das actividades e programas de recuperação pós desastre; b) Avaliar as actividades de resposta humanitária e colher as lições aprendidas; c) Elaborar o plano multissectorial de recuperação pós emergência com base nos resultados da Avaliação das Necessidades Pós Desastres (PDNA); d) Implementar actividades específicas de recuperação de meios de vida de forma inclusiva e equitativa; e) Prover apoio psicossocial para os/ as afectados/as e assistência psicológico para as equipes humanitárias - Texto do artigo, página 19: Instituição: INGD
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários.
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD.
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto.
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis.
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto.
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis.
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis);
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos
humanos dos afectados;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc)
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes;
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Número ou marcador, página 19: i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução
Instituição: INGD Prontidão Resposta Recuperação i) Formar os gestores dos centros de transito e equipas humanitárias sobre VBG e PEAS j) Assegurar a disseminação de mensagens de alerta para as comunidade em risco através dos CLGRD e pessoas influentes, de forma acessível (línguas locais, língua de sinais) e abrangente para diferentes grupos vulneráveis k) Assegurar o envolvimento de todos actores humanitários em todo o ciclo de gestão de desastres l) Disseminar o Código de Conduta para os actores humanitários. m) Intensificar as actividades de monitoria das previsões dos eventos extremes para a sua detenção precoce e mitigação do risco; n) Lançar concursos para aquisição de bens de emergência e assinatura de contractos; o) Sensibilizar as comunidades de forma equitativa e abrangente sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; p) Sensibilizar os jovens para fazerem parte dos CLGRD. q) Activar os protocolos e ferramentas de gestão de informação para todos actores e a todos níveis; r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. r) Preparar o apoio psicossocial para os afectados e apoio psicológico para as equipes humanitárias; s) Activar mecanismos de coordenação intersectorial a todos os níveis (incluídos a nível regional/ transfronteiriço) de acordo com a magnitude do evento previsto. t) Preparar fontes e tanques para aprovisionar água durante a emergência; t) Implementar Acções Antecipadas mediante a activação dos accionadores de previsão; u) Capacitar aos CLGRD e técnicos do INGD em PEAS, VBG, saúde sexual e reprodutiva, protecção a criança e outros grupos vulneráveis. g) Monitorar a segurança nos centros de acomodaçao; h) Envolver as mulheres e raparigas na implementação das actividades de resposta e nos mecanismos de monitoria das necessidades; i) Efetuar auditorias de segurança aos centros de acomodação e aos serviços estratégicos de acomodação; j) Garantir a desagregação de dados de afectados/beneficiários por género, idade, e necessidades especiais na implementação dos mecanismos de levantamento de danos e necessidades nas intervenções de resposta; k) Garantir a partilha de dados de afectados/beneficiários desagregados e a inclusão dos afectados no levantamento de danos e necessidades; l) Assegurar a monitoria do VBG e a segurança dos abrigos temporários; m) Aprovisionar materiais para a construção de abrigos; n) Adquirir e/ou alocar equipamentos de protecção individual, kits de primeiros socorros e de dignidade, para as equipes de assistência humanitária nas acções de emergência; o) Activar os mecanismos de queixas e reclamações e sugestões nas comunidades (VBG, PEAS, abuso de poder, protecção a criança e necessidades dos grupos vulneráveis); p) Activar mecanismos de comunicação com as comunidades em locais e s t r a t é g i c o s ( b a l c ã o de informação, vias de e n c a m i n h a m e n t o d e referência) que promovam a protecção dos direitos humanos dos afectados; q) Garantir a evacuação segura da população afectada com especial atenção às pessoas com necessidades especiais (mulheres grávidas, pessoas com deficiência, crianças, etc) f) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas de prevenção básicas contra doenças endêmicas nos centros de acomodação e bairros de reassentamento; g) Fortalecer a liderança, o engajamento feminino e inclusão de pessoas com deficiência nos comités locais de gestão de riscos e desastres; h) Aprovisionar materiais e locais para a reconstrução de casas resilientes; i) Garantir a desactivação dos centros de acomodação provisória e assegurar que os direitos humanos sejam salvaguardados em todo o processo de retorno as zonas de origem e de reconstrução - Texto do artigo, página 20: Instituição: GABINFO
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG.
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de
informações de alerta.
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco.
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação.
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução;
Instituição: MADER
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: b) Elaborar o plano de contingências;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários
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