| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
Resolução n.º 60/2023
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| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
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| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
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| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
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| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
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|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| Instituição: GABINFO | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. | a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. | a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; |
| Instituição: MADER | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; | a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; | a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
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| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; | m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso | |
|---|---|---|
| Instituição: MINEDH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); | a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas | a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
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| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
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| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
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| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
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| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
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| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. | ||
|---|---|---|
| Instituição: INAM | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. | a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. | a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. |
| Instituição: MTA | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; | a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. | a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MIC | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; | a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. | a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. |
| Instituição: MIMAIP | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. | a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; | a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
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|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MGCAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. | a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; | a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| Instituição: MISAU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). | a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; | a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
|---|---|---|
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
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| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
|---|---|---|
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
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| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
|---|---|---|
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
|---|---|---|
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
|---|---|---|
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
|---|---|---|
| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. | r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. | |
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| Instituição: MOPHRH/DNGRH | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. | a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. | a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNAAS | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. | a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. | a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/DNU | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. | a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); | a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MOPHRH/ANE | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; | a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. | a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
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| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MIREME/ENERGIA | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. | a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. |
| Instituição: MIREME/INAMI | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. | a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. | a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Instituição: MICULTUR | ||
|---|---|---|
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. | a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc | a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc |
| Instituição: SED | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres | b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. | a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres |
| Instituição: MIMAIP-PESCAS | ||
| Prontidão | Resposta | Recuperação |
| a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas | a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados | a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades |
| Provincia | Barcos | Motores Barcos | Pontes Móveis |
|---|---|---|---|
| INGD Sede | 10 | 7 | 1 |
| Gaza | 11 | 11 | 0 |
| Inhambane | 3 | 4 | 0 |
| Tete | 4 | 4 | 0 |
| Manica | 4 | 4 | 0 |
| Sofala | 39 | 24 | 3 |
| Zambezia | 12 | 12 | 0 |
| Nampula | 8 | 8 | 4 |
| Niassa | 4 | 4 | 0 |
| Cabo Delgado | 3 | 3 | 0 |
| Total | 98 | 81 | 8 |
| Tabela 9: Assistência alimentar | ||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Risco | InSAN | Total necessário (Ton) | ||||||
| Pessoas por assistir | 698,370 | 985,655 | 1,684,025 | |||||
| Produtos | Quantidade em Toneladas | Quantidade em Toneladas | Total necessário (Ton) | Disponível (Ton) | Aquisições em curso | Importações em curso | Défice | |
| Cereais | 20,951 | 59,139 | 80,090 | 1,071 | 2,000 | 160 | 76,859 | |
| Feijão Manteiga | 4,190 | 11,828 | 16,018 | 44 | 300 | 724 | - | 14,950 |
| Óleo alimentar | 1,676 | 4,731 | 6,407 | 36 | 270 | 687 | - | 5,414 |
| Açúcar | 1,676 | 4,731 | 6,407 | 7 | 100 | - | - | 6,300 |
| Sal | 419 | 1,183 | 1,602 | 131 | 30 | - | - | 1,441 |
| Total | 28,912 | 81,611 | 110,523 | 1,289 | 2,700 | 1,571 | - | 104,963 |
| Fonte: INGD/SETSAN | ||||||||
| Tabela 10: Tabela de abrigo | ||||||||
| Resumo - Abrigo (139674 famílias) | ||||||||
| Quantidades em unidades | ||||||||
| Item | Total necessário | Disponível | Aquisições em curso | Importações em curso | Défice |
| Risco | InSAN | Total necessário (Ton) | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Pessoas por assistir | 698,370 | 985,655 | 1,684,025 | ||||
| Produtos | Quantidade em Toneladas | Quantidade em Toneladas | Total necessário (Ton) | Disponiv el (Ton) | Aquisiçõe s em curso | Importaçõe s em curso | Défice |
| Cereais | 20,951 | 59,139 | 80,090 | 1,071 | 2,000 | 160 | - 76,859 |
| Feijao Manteiga | 4,190 | 11,828 | 16,018 | 44 | 300 | 724 | - 14,950 |
| Oleo alimentar | 1,676 | 4,731 | 6,407 | 36 | 270 | 687 | - 5,414 |
| Açúcar | 1,676 | 4,731 | 6,407 | 7 | 100 | - | - 6,300 |
| Sal | 419 | 1,183 | 1,602 | 131 | 30 | - | - 1,441 |
| Total | 28,912 | 81,611 | 110,523 | 1,289 | 2,700 | 1,571 | - 104,963 |
| Resumo - Abrigo (139674 familias) | |||||
|---|---|---|---|---|---|
| Item | Quantidades em unidades | ||||
| Total necessário | Disponivel | Aquisições em curso | Importacoes em curso | Défice | |
| Tendas Comunitarias | 1,048 | 4 | - | - | (1,044) |
| Tendas Multi Uso | 13,967 | 97 | - | - | (13,870) |
| Tendas Familiares | 13,951 | 1,455 | - | (12,496) | |
| Kits de Abrigo | 83,230 | 1,581 | 10,000 | - | (71,649) |
| Kits de Ferramenta | 55,774 | 12,888 | 8,000 | - | (34,886) |
| Lonas Familiares 4x6m | 15,575 | 122,387 | 20,000 | - | - |
| Lonas Familiares 7x12m | 1,416 | 630 | - | - | (786) |
| Lonas Comunitárias 12x50 m | 349 | - | - | - | (349) |
| Rolos Plastico 1x50 m | 502,826 | 3,931 | 8,000 | 2,740 | (488,155) |
| Item | Quantidades em unidades | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Total necessário | Disponivel | Aquisições em curso | Importações em curso | Défice | |
| Tanques Flexiveis 5000 l | 2,514 | 63 | - | - | - 2,451 |
| Tanques Flexiveis 500 l | 559 | 30 | - | - | - 529 |
| Tanques Rigidos | 28 | 7 | - | - | - 21 |
| Estação de Tratamento de Agua (ETA) | 22 | 3 | - | - | - 19 |
| Kits de Teste Rapido | 110 | 516 | - | 70 | - |
| Baldes Plasticos | 139,674 | 22,504 | 6,000 | - | - 111,170 |
| Jerricans | 279,348 | 16,048 | - | - | - 263,300 |
| Certeza (Frascos 150ml) | 139,674 | 829,175 | - | - | - |
| Certeza (caixas) | - | - | - | - | - |
| Cloro em pacotes/kg | 139,674 | 5,300 | - | - | - 134,374 |
| Lajes | 34,919 | 873,646 | 2,400 | - | - |
| Kit de Latrina | 34,919 | - | - | - | - 34,919 |
| Rolos Plastico 2x12 m | 41,902 | 23,648 | - | - | - 18,254 |
| Rolos Plastico 4x50 m | 167,609 | - | 10,000 | - | - 157,609 |
| Sabao | 557,020 | - | 11,000 | - | - 546,020 |
| Detergente em Po (Pacotes) | 419 | 71,096 | - | - | - |
| Pás | 34,919 | 23,495 | - | - | - 11,424 |
| Enxadas | 34,919 | 9 | - | - | - 34,910 |
| Catanas | 41,902 | 1,529 | - | - | - 40,373 |
Fonte textual acessível e tabelas
- Número ou marcador, página 20: b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados;
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 20: l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários
Instituição: GABINFO Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar o grau de funcionamento e operacionalidade dos sistemas e meios de comunicação; b) Pré-posicionar material e equipamentos de comunicação; c) Produzir e disseminar informação baseada em impactos e atempada aos órgãos de comunicação social, acessível a todas as camadas sociais no contexto de gestão do risco de desastres; d) Disseminar informação sobre prevenção de doenças de importância para a saúde pública, em canais formais e informais; e) Utilizar estratégias de comunicação para mudança de comportamento para aumentar o conhecimento e a compreensão sobre as acções de prevenção e resposta à VBG e para promover mudanças positivas de comportamento que possam prevenir a VBG. f) implementar diferentes mecanismos de comunicação para a difusão de informações de alerta. a) Disseminar informação sobre o fenómeno em causa junto aos órgãos de comunicação; b) Intensificar os apelos para a mitigação do impacto às comunidades nas zonas de risco. c) Divulgar aos órgãos de comunicação o grau de implementação da acção humanitária do Governo e parceiros de cooperação. a) Divulgar o plano/estratégia de reconstrução/recuperação conjunta Governo e parceiros de cooperação; b) Avaliar o grau de alcance da informação de alerta e resposta à emergência aos diferentes grupos da população e propôr melhorias; c) Sensibilizar as comunidades incluindo mulheres, raparigas e pessoas com necessidades especia is para a sua participação activa no processo de recuperação e reconstrução; Instituição: MADER Prontidão Resposta Recuperação a) Elaborar e interpretar o prognóstico da época chuvosa e ciclónica, para agricultura e recomendações agrotécnicas; b) Elaborar o plano de contingências; c) Monitorar o comportamento da época chuvosa e o seu impacto na produção agrária; d) Monitorar e avaliar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; e) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas f) Monitorar e controlar as principais pragas e doenças das culturas g) Limpar as fontes de água, valas de drenagem, canais e reservatórios; h) Retirar antecipadamente os diversos equipamentos, dos locais inundáveis i) Pré-posicionar insumos agrícola, medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso; j) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; k) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; l) Reabilitar corredores de tratamento, chuveiros e pontos de abeberamento; m) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift; n) Identificar zonas seguras para o refúgio do gado; o) Deslocar as manadas de gado das zonas de risco de ocorrência de inundação e das zonas inundadas; p) Promover a conservação de forragens para época seca e a produção de suplementos para os animais; a) Realizar avaliação rápida de SAN pós choque nas zonas afetadas; b) Efetuar o levantamento preliminar dos produtores e áreas agrícolas afetadas; c) Reajustar os planos de aprovisionamento de insumos; d) Realizar monitorias regulares (com base no calendário de monitorias) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; e) Realizar monitorias regulares (com base no calendário) para deteção precoce de pragas e doenças e tomada de medidas de controlo atempadas; f) Disponibilizar vacinas e drogas carracicidas para a prevenção e controlo de doenças g) Promover a assistência técnica aos produtores familiares; h) Controlar a qualidade das sementes comercializadas e das variedades libertadas; i) Disponibilizar pesticidas para o controlo das pragas migratórias, pragas emergentes de importân-cia económica; a) Monitorar regularmente a situação da segurança alimentar e nutricional; b) Realizar feiras de insumos agrícolas e agropecuárias; c) Aproveitar as baixas e terras húmidas para o cultivo de culturas de ciclo curto; d) Ativar clínicas de plantas para apoio atempado aos produtores; e) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças f) Aproveitar a água nas áreas irrigadas através de práticas que promovam a preservação da humidade no solo; g) Ativar clinicas de plantas para apoio atempado aos produtores; h) Providenciar pesticidas aos armazéns regionais para intervenção rápida no controlo de pragas e doenças i) Adotar e usar tecnologias de captação e conservação de água; j) Fomentar e multiplicar culturas tolerantes a seca; k) Reabilitar as infraestruturas pecuárias e pontos de abeberamento afetados; l) Intensificar a vigilância epidemiológica e a Inspeção dos efetivos pecuários - Número ou marcador, página 21: q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso
Instituição: MINEDH
Prontidão
Resposta
Recuperação
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor);
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas);
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos.
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis);
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD);
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: m) Monitorar o apoio as escolas afectadas
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina);
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 21: m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento;
q) Incentivar a marcação de gado para o controlo de movimento de animais r) Monitorar permanentemente a situação sanitária com enfoque para a Febre Aftosa, Dermatose Nodular, Doença de Newcastle e Raiva; m) Promover e intensificar a realização de banhos carracicidas, desparasitações e o tratamento de animais nas zonas afetadas; n) Disponibilizar os medicamentos, drogas carracicidas, desinfetantes e suplementos para as zonas de difícil acesso Instituição: MINEDH Prontidão Resposta Recuperação a) Acompanhar a evolução da situação meteorológica e divulgar através das equipas dos distritos como Directores dos SDEJT, Pontos Focais, Directores de escolas, Coordenadores das Zips, Professores e líderes comunitários; b) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão do Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos; c) Monitorar os armazéns para fazer o inventário de todos os materiais pré- posicionados e avaliar as condições dos mesmos; d) Capacitar professores em matérias de Apoio Psicológico para acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Reforçar as coberturas das infraestruturas educacionais susceptíveis à destruição pelos eventos calamitosos; f) Alocar o material existente para a reposição de infraestruturas educacionais susceptíveis de destruição devido a eventos climáticos extremos; g) Preparar os materiais de prontidão Quadros, Lonas, Tendas e Kits (Escola, Recreação, Aluno, Professor); h) Preparar os materiais de prontidão (Kit Escola, Recreação, Aluno, Quadros, Lonas, kit professor, Lonas, Tendas); i) Capacitar os pontos focais da Educação em matérias de difusão de medidas de prevenção contra desastres; j) Mobilizar os professores CEGRD para a difusão de medidas de prevenção contra desastres; k) Realizar a monitoria da seguranças das escolas; l) Mapear as regiões e escolas vulneráveis a eventos hidrometeorológicos ao nível das províncias; m) Mapear as escolas seguras para garantir segurança no período dos eventos calamitosos; n) Monitorar o funcionamento dos Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres (CEGRD) nos distritos. o) Capacitar os responsáveis pelas escola-abrigo em matérias de gestão de emergências e mecanismos de protecção (estabelecimento de centros provisórios, questões de género, VBG, segurança, grupos sociais vulneráveis); a) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno; b) Fazer o registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na distribuição de materiais existentes; c) Criar/Implementar medidas de protecção de crianças no abrigo seguro; d) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; e) Promover o acompanhamento psicológico e supervisionar o processo de ensino e aprendizagem aos alunos e professores afectados; f) Garantir condições básicas para o retorno às aulas tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar; g) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; h) Assegurar a distribuição de kits de dignidade para raparigas em idade escolar; i) Activar os Comités Escolares de Gestão do Risco de Desastres (CEGRD); j) Fazer o levantamento dos danos causados pelo fenómeno ou evento calamitoso; k) Fazer um registo de alunos, professores e infra-estruturas afectadas, para maior eficácia na destribuição de materiais existentes; l) Proporcionar acções de resposta imediatas nas escolas afectadas; m) Monitorar o apoio as escolas afectadas a) Avaliaras necessidades de reabilitação escolar, construção de novas salas de aulas ou outras necessidades; b) Adquirir e disponibilizar salas provisórias (lonas e tendas escola) nas escolas afectadas; c) Fornecer kits escolares compostos por material didático aos alunos e professores; d) Promover o acompanhamento psicológico das crianças afectadas pelos desastres; e) Promover a reinserção escolar das raparigas e combater o abandono escolar; f) Monitorar acções de resposta dos parceiros no âmbito dos desastres; g) Reconstruir e reabilitar as infraestruturas escolares resilientes, tendo em conta questões de género (latrinas separadas, seguras e adequadas para a higiene feminina); h) Capacitar os professores em matéria sobre Apoio Psicossocial em situações de Emergência; i) Construir salas de aula mistas e temporárias resilientes; j) Formar e Capacitar Comités Escolares de Gestão de Riscos de Desastres; k) Distribuir de kits de abrigo e alimentar aos professores e funcionários que perderam os seus pertences durante o desastre natural; l) Alocar tendas escola nos bairros de reassentamento das famílias afectadas, para garantir o processo de ensino e aprendizagem aos alunos das classes iniciais; m) Mobilizar professores para assegurar a continuidade das aulas em salas anexas dos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis.
Instituição: INAM
Prontidão
Resposta
Recuperação
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação.
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos.
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência.
Instituição: MTA
Prontidão
Resposta
Recuperação
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários.
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA);
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Número ou marcador, página 22: m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento;
n) Mobilizar parceiros para a reposição das infraestruturas e equipamentos escolares danificados tendo em conta os resultados da avaliação de danos; o) Garantir condições básicas para o retorno das actividades escolares tendo em conta o impacto do evento sobre a comunidade escolar e de acordo com os recursos disponíveis. Instituição: INAM Prontidão Resposta Recuperação a) Interpretar e divulgar a previsão climática sazonal e implicações para os diversos pontos do país; b) Monitorar permanentemente os fenómenos meteorológicos e divulgar previsões de alerta com base em impactos; c) Reforçar a capacidade de observação nas estações meteorológicas; d) Repor os meios necessários para a comunicação e transmissão da informação. a) Intensificar a monitoria dos fenómenos meteorológicos; b) Divulgar os avisos e alertas com indicação da magnitude do fenómeno, seus impactos e zonas de risco; c) Divulgarr informações de acompanhamento da evolução dos fenómenos. a) Avaliar o comportamento dos fenómenos meteorológicos e seus impactos na planificação e execução dos planos/ estratégias de recuperação pós-emergências; b) Repor os equipamentos danificados durante a emergência. Instituição: MTA Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar as áreas para reassentamento em zonas seguras, com o envolvimento das comunidades locais e obedecendo os procedimentos sócioambientais; b) Mapear os centros de acomodação, de forma inclusiva e obedecendo os procedimentos sócio- ambientais; c) Sensibilizar as comunidades para se retirarem das zonas de risco de desastres; d) Mobilizar parceiros para apoiar no plano de resposta; e) Identificar e colocar placas de proibição nas áreas suscetíveis a desastres naturais; a) Mapear as áreas seguras para assentamentos humanos; b) Promover a elaboração dos instrumentos de Ordenamento Territorial e organizar os Centro de acomodação/ reassentamento tendo em conta o género e grupos vulneráveis; c) Identificar os instrumentos de ordenamento territorial áreas seguras para expansão urbana; d) Demarcar e atribuir talhões para o reassentamento; e) Prestar assistência técnica no processo de implantação dos abrigos temporários e centros de acomodação nos bairros de reassentamento, tendo em conta os procedimentos sócio-ambientais; f) Participar no levantamento sócioambiental das áreas afectadas pela seca e cheias; g) Assegurar a participação comunitária nos processos de reassentamentos tendo em conta os diferentes grupos da população; h) Estabelecer sistemas de monitoramento dos riscos de VBG e realizar auditorias de segurança dos abrigos temporários. a) Assegurar que o processo de expansão dos bairros de reassentamento seja feito de forma ordenada com uso do Manual de Técnicas Básicas de Planeamento Físico e procedimentos socio-ambientais; b) Incorporar os bairros de reassentamento no cadastro nacional de terras; c) Cadastrar as famílias e sua distribuição física; d) Prestar assistência técnica na elaboração do Plano de Acção de Resiliência; e) Participar activamente no processo de reassentamento das populações; f) Elaborar o plano de pormenor dos bairros de reassentamento; g) Elaborar o mapa de risco de modo a apoiar os planos de reconstrução/ recuperação e os planos locais de acção de resiliência; h) Incorporar a componente das mudanças climáticas e de género nos instrumentos de ordenamento territorial; i) Monitorar e implementar os Planos nos bairros de reassentamento; j) Apoiar os governos distritais e municipais na elaboração dos Planos Locais de Adaptação (PLA); k) Atribuir DUATs em áreas planificadas e demarcadas; l) Promover a realização de cadastro e atribuição do respectivo Direito de Uso e Aproveitamento de Terra (DUAT) nos bairros de reassentamento; m) Promover/sensibilizar o plantio de árvores de sombra e mudas nos bairros de reassentamento; - Texto do artigo, página 23: Instituição: MIC
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres.
Instituição: MIMAIP
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Número ou marcador, página 23: b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades;
Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação a) Avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) Elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco; c) Mobilizar e estabelecer acordos com potenciais fornecedores de bens e serviços; d) Identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; e) Promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; a) Comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) Emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) Participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) Monitorar as distribuições de produtos a todos os níveis para assegurar a proteção contra abusos e exploração sexual; e) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) Monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) Prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) Fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres. a) Emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; b) Apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; c) Repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) Participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) Prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) Monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) Avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) Mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) Promover feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas; j) Promover actividades de geração de renda, incluindo as mulheres. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; b) Identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; c) Identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) Sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades. a) Fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) Apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas (reabilitação, povoamento e alimentação do peixe), embarcações, artes de pesca, infraestruturas de apoio a pesca danificados; c) Prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros; a) Avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) Assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar as suas actividades; - Texto do artigo, página 24: Instituição: MGCAS
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência);
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS);
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção.
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes);
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual);
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação);
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri-
buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito;
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Número ou marcador, página 24: j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência.
Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis incluindo pessoas com necessidades especiais (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) Assegurar a colecta de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas tendo em conta as suas necessidades específicas; c) Treinar os coletores de dados nos princípios orientadores da VBG e capacitar os parceiros relevantes na coleta de dados seguros e ética; d) Coordenar a recolha, partilha e gestão segura e ética de informação quantitativa sobre VBG para melhorar a programação e advocacia em matéria de VBG (por exemplo, através da utilização do GBVIMS); e) Agrupar todos os dados secundários relevantes para identificar riscos potenciais para a VBG, incluindo grupos vulneráveis e medidas de mitigação de riscos; f) Sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; g) Reforçar a capacidade dos parceiros locais para realizar actividades de sensibilização sobre a disponibilidade e acessibilidade dos serviços de prevenção, mitigação e resposta a VBG; h) Sensibilizar aos actores humanitários para a implementação de programas de prevenção, mitigação e resposta à VBG eficazes, incluindo os que visam influenciar normas culturais que contribuem para a VBG; i) Revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra Covid-19, cólera, Malária e outras doenças de importância para saúde pública; j) Mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, máscaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; k) Pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de equipamento de proteção individual segundo o risco da doença; l) Mapear os serviços baseados na comunidade existentes nas áreas de risco, de resposta à VBG e a exploração e Abuso Sexual, assim como as suas capacidades e cobertura; m) Mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; n) Identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção. a) Realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas/lactantes); b) Realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) Conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados; d) onduzir auditorias de segurança de VBG para mapear os riscos que as mulheres e meninas podem estar expostas; e) Distribuir kits de assistência (kits de higiene, dignidade e outros) aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; f) Divulgar informações sobre os serviços de atendimento/ assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) Divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) Implementar actividades recreativas para adolescentes e crianças e prover serviços amigos do adolescente e jovens; i) Monitorar a assistência humanitária tendo em conta a Protecção a grupos vulneráveis (com especial atenção para os centros de acomodação); j) Operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) Prestar apoio psicossocial aos afectados; conduzir a distri- buição de kits de dignidade a mulheres e raparigas em situação de vulnerabilidade; a) Preposicionar activistas para a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ou bairros de reassentamento; b) Capacitar provedores de serviços para a gestão de casos de VBG usando abordagem centrada na sobrevivente; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais de protecção e saúde; d) Divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; e) Identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social; f) Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da reconstrução pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; g) Garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; h) Advogar para protecção e inclusão das pessoas com deficiência, mulheres e meninas chefes de famílias; i) Mapear e distribuir contactos de pontos focais de resposta a VBG em cada distrito; j) Incluir mulheres nas iniciativas dinheiro por trabalho para reduzir a sua vulnerabilidade e garantir a sua rápida autonomia e independência. - Texto do artigo, página 25: Instituição: MISAU
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares);
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: l) Criar equipas de emergências médicas;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó);
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras);
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó);
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 25: q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência;
Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação a) Melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) Preposicional vacinas essenciais (sarampo e polio) para a redução do risco de surtos na população abaixo de 5 anos; c) Identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos às comunidades em situação de risco; d) Melhorar a capacidade dos prestadores de cuidados de saúde, incluindo parteiras e enfermeiros, para prestarem cuidados de qualidade às pessoas sobreviventes; e) Através de formação, apoio e supervisão, incluindo em prevenção e resposta à VBG e gestão clínica de casos de violação sexual; f) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, e equidade de género; g) Pré-posicionar materiais mínimos para uma resposta imediata em casos de emergência, tendo em conta o tipo de evento e o acesso às regiões em risco; h) Divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com ciclones, cheias e seca; i) Aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Ácido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; j) Identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação às doenças crónicas; k) Reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares); l) Criar equipas de emergências médicas; m) Pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento, bem como redes mosquiteiras; n) Coordenar com parceiros e outros sectores do Governo para a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; o) Participar das reuniões de coordenação do CENOE; p) Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malária, cólera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ ou envenenamento; q) Identificar as barreiras e necessidades específicas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc). a) Alocar pessoal e meios de diagnóstico de laboratório, segundo a necessidade de resposta e o tipo de emergência, para a detecção das principais doenças epidêmicas; b) Vacinar, de acordo com o calendário Vacinal da criança; c) Montar tendas hospitalares alternativos as infraestruturas hospitalares destruídas, tendo em conta os requisitos mínimos necessários para atendimento dos doentes, bem como para o armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; d) Prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigáveis ao adolescente e jovens (SAAJ) nos centros de acomodação; e) Garantir que mulheres e meninas adolescentes tenham acesso imediato a serviços prioritários de saúde reprodutiva, conforme descrito no MISP, no início de uma emergência; f) Assegurar serviços acessíveis de qualidade tendo em conta as questões de género; g) Prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; h) Fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); i) Monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, hipertensão arterial, Diabetes e Epilepsia), assim como as suas profilaxias; j) Distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Género; k) Garantir que as pessoas sobreviventes da VBG, incluindo mulheres, raparigas, rapazes e homens, tenham acesso a serviços essenciais de saúde de qualidade, incluindo a gestão clínica da violação sexual; a) Manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência; b) Supervisionar e monitorar o grau de cumprimento da vacinação; c) Recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; d) Manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; e) Assegurar aderência ao tratamento de doenças crônicas (Hipertensão arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); f) Assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; g) Assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; h) Sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; i) Manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e micronutrientes em pó); j) Suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; k) Realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; l) Continuar com as actividades de promoção, proteção e alimentação infantil; m) Distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada; n) Formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; o) Promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional; p) Garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; q) Realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; - Número ou marcador, página 26: l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno.
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas);
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos.
Instituição: MOPHRH/DNGRH
Prontidão
Resposta
Recuperação
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC);
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC);
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: i) Realizar campanhas de medição de caudal;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica.
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil);
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: e) Emitir comunicados de imprensa;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal.
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Número ou marcador, página 26: c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias;
l) Realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; m) Adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; n) Destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico- cirúrgico; o) Implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; p) Monitorar os produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno. r) Monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19, malaria, colera, desnutrição, intoxicação alimentar e/ou envenenamento; s) Monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leite materno (leite artificial, biberões, chuchas); t) Sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; u) Garantir a desactivação dos centros de tratamento das doenças seguindo os mínimos requisitos para a mitigação ou prevenção de outros surtos. Instituição: MOPHRH/DNGRH Prontidão Resposta Recuperação a) Realizar a reunião de preparação da época chuvosa 2022/23; b) Divulgar o Plano de Contingência e coordenar as acções entre a DNGRH, Governos Provinciais e Distritais, ARAs-PIs e Parceiros de cooperação; c) Actualizar a lista de pontos focais nacionais e internacionais; d) Assegurar a disponibilidade de meios comunicação (Telefones e Rádios satélites) nas zonas de risco; e) Adquirir recargas de telefone para técnicos e Leitores das Estações do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); f) Realizar manutenção de meios circulantes (Viaturas) e embarcações; g) Realizar encontros com outras entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARACentro e Zinwa do Zimbabwe, ARA-Zambeze e a congénere da Zâmbia; h) Inspecionar a manutenção da rede hidrológica do Sistema de Aviso de Cheias (SAC); i) Realizar campanhas de medição de caudal; j) Assegurar a gestão das albufeiras tendo em conta os cenários dos caudais afluentes e a situação a jusante de cada bacia hidrográfica. a) Permanente troca de informação com as Administrações Regionais de Águas (ARAsIPs), Instituto Nacional de Meteorologia (INAM-IP), Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB), Barragem de Chicamba e outras entidades nacionais de recolha de dados hidro- meteorológicos; b) Comunicar permanentemente com as entidades gestoras dos recursos hídricos e de barragens nos países de montante, particularmente entre ARA-Centro-IP e ZINWA do Zimbabwe, e a congénere da Zâmbia; c) Intensificar a monitoria sistemática dos níveis de água/caudais bem como a previsão dos mesmos usando modelos já existentes (garantir informação em tempo útil); d) Emitir e disseminar Boletins Hidrológicos diária ao nível Regional (ARAs-IPs) e Nacional (DNGRH) a partir de 01 de Dezembro de 2023 até 30 de Abril de 2024, dependendo da situação hidrológica prevalecente; e) Emitir comunicados de imprensa; f) Realizar actividades contínuas de monitoria do caudal. a) Preparar e disseminação do relatório da avaliação da época chuvosa 2023/24 b) Realizar da reunião de balanço da época chuvosa 2023/24; c) Inspensionar e reabilitar da rede hidroclimatológica pós-cheias; - Texto do artigo, página 27: Instituição: MOPHRH/DNAAS
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis);
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas.
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência);
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência;
f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário);
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento.
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas;
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Número ou marcador, página 27: d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH);
Instituição: MOPHRH/DNAAS Prontidão Resposta Recuperação a) Em coordenação com as províncias e parceiros, elaborar o Plano de Contingência do nível provincial e distrital; b) Actualizar a lista dos pontos focais por distrito e sectores; c) Em coordenação com os parceiros Elaborar o Plano Nacional de Contingência; d) Identificar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento em zonas consideradas vulneráveis a ocorrência de eventos extremos, incluindo a seca; e) Actualizar os dados sobre materiais existentes nos armazéns regionais, provinciais e de necessidades para responder a emergência; f) Garantir o acesso à água potável, saneamento e higiene a população afectada; g) Em coordenação com parceiros, instalar sistemas de colecta de águas pluviais (caleiras e depósitos de água; h) Em coordenação com parceiros, garantir o acesso a água nas zonas de risco (fornecimento de água através de fontes convencionais e não convencionais as famílias vulneráveis); i) Em coordenação com parceiro (UNICEF), identificação de armazéns para fazer o préposicionamento de bens e materiais de WASH a serem adquiridos; j) Pré-posicionamento estratégico de bens e suplementos de emergência; k) Coordenação e monitoria multissectorial das actividades de emergência realizadas e em curso; l) Criar maior capacidade de coordenação a nível provincial e de ligação com as províncias a serem afectadas. a) Em coordenação com parceiros, restabelecer o abastecimento de água e saneamento (assegurando a disponibilidade de quantidades mínimas recomendadas em situação de emergência); b) Em coordenação com parceiros, fornecer equipamentos e materiais para tratamento e distribuição de água; c) Em coordenação com parceiros, fornecer materiais e apoio técnico as pessoas afectadas para a construção de latrinas; d) Em coordenação com parceiros e outros sectores, preparar e disseminar mensagens de higiene, água e saneamento; e) Estabelecer troca permanente de informação com as instituições responsáveis para a gestão de emergência; f ) I n t e n s i f i c a ç ã o d o a c o m p a n h a m e n t o e monitoramento dos centros de acomodação dos locais susceptíveis à ocorrência de calamidades naturais; g) Em coordenação com parceiros disponibilizar à comunidade afectadas Kits de WASH, de dignidade, familiares e de sobrevivência; Em coordenação com parceiros e outras Instituições, participar e tomar parte nas actividades de assistência às comunidades no que se refere à água, saneamento e higiene; h) Participar nos conselhos técnicos de gestão de desastres; i) Prestar apoio logístico aos locais afectados para uma resposta multissectorial rápida aos casos de doenças hídricas com a implementação sistemática da barreira sanitária (cinturão sanitário); j) Monitorar durante, pósintervenção e visita de fortalecimento. a) Em coordenação com parceiros fazer o levantamento das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas e danificadas; b) Reabilitar infraestruturas de abastecimento de água e saneamento afectadas pelas chuvas, inundações e outras ameaças; c) Implementar e monitorar o plano de recuperação das infraestruturas de abastecimento de água e saneamento danificadas; d) Prestar apoio integrado nos distritos para coordenação e monitorar (ponto focal distrital do Grupo WASH); - Texto do artigo, página 28: Instituição: MOPHRH/DNU
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais;
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas);
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros;
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe;
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento.
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação;
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco;
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género;
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos);
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas;
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente;
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais;
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Número ou marcador, página 28: d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais.
Instituição: MOPHRH/DNU Prontidão Resposta Recuperação a) Identificar, inventariar e inspecionar os locais seguros para acomodação provisória, obedecendo os procedimentos sócio ambientais; b) Identificar rotas de evacuação rápida com o envolvimento das comunidades visadas, incluindo os grupos vulneráveis e as necessidades dos diferentes grupos (sexo, idade, pessoas com deficiencia, mulheres grávidas); c) Avaliar o nível de capacidade de acomodar novas famílias nos Bairros; d) Mapear as áreas vulneráveis a inundações com habitação de adobe; e) Sensibilizar as comunidades identificadas para a retirada massiva antes de 24 horas do evento. a) Participar na inventariação preliminar dos danos em habitação; b) Participar sempre que necessário na coordenação, registo e controlo do número das famílias afectadas nos centros de acomodação provisória (CA), tendo em conta a desagregação por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; c) Participar na construção de abrigos provisórios (tendas) em áreas seguras para as populações afectadas, com medidas responsivas ao género; d) Coordenar a transferência das populações afectadas dos CA para os seus locais de residência ou para os BRs (existentes/novos); a) Participar na supervisão e prestar assistência técnica na construção/construção de casas; b) Divulgar a versão electrónica do guião de construção de habitação resiliente; c) Prestar assistência técnica na produção de materiais de construção com base nos recursos locais; d) Divulgar técnicas de construção de habitação resiliente, utilizando materiais locais. - Texto do artigo, página 29: Instituição: MOPHRH/ANE
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência.
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada.
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente;
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Número ou marcador, página 29: d) Monitorar o processo de reconstrução.
Instituição: MOPHRH/ANE Prontidão Resposta Recuperação a) Mobilizar fundos para responder às actividades de emergência; b) Realizar a Limpeza dos sistemas de drenagem em áreas de risco de inundações urbanas; c) Efectuar o reposicionamento de equipamentos e materiais para a continuidade da manutenção das principais vias de acesso da rede rodoviária durante o período chuvoso; d) Prover a sinalização de infraestruturas rodoviárias nas zonas de risco; e) Reforçar a educação cívica e consciencialização dos transportadores de carga, no sentido de cumprir com a interdição da circulação dos camiões durante o período chuvoso na rede de estradas não revestida; f) Identificar e alistar atempadamente os empreiteiros com capacidade de mobilização imediata (equipamento, pessoal, etc.), de modo a responder às solicitações de emergências; g) Manter empreiteiros de Manutenção de Rotina em alerta para responder nos troços onde tem contrato; h) Garantir que nos estaleiros de cada região (Sul, Centro e Norte), existam pelo menos 2.000m de pontes metálicas em prontidão para atender a situações de emergência; i) Criar Acampamentos de Estradas para servirem de Brigadas de Manutenção de Estradas e Reparação de Obras de Emergência com mínimas condições- Em curso; j) Reforçar as infraestruturas existentes nas zonas de risco, com a construção, reabilitação ou reforço dos órgãos de drenagem, para que se tornem resilientes; k) Capacitar transportadores e trabalhadores envolvidos na resposta humanitária sobre prevenção e proteção contra exploração e abuso sexual; l) Partilhar o plano de contingência sectorial com o nível provincial; a) Informar ao CTGRD do ponto de situação sobre transitabilidade das estradas; b) Divulgar, nos órgãos de i n f o r m a ç ã o , a s v i a s alternativas nas situações em que ocorra interrupção duma estrada devido ao corte e/ ou destruição dos órgãos de drenagem provocado pelas chuvas; c) Limitar a velocidade de circulação de Veículos (< 40Km/hora) durante o período chuvoso ao longo das estradas não revestidas e na travessia de estruturas hidráulicas e/ou obras de arte, de modo a evitar escorregamentos, despistes, capotamentos, danificação das estruturas; d) Monitorar a situação, através das comissões de emergência, que envolvem os Governos Distritais, os líderes comunitários, as comunidades residentes ao longo das vias, a Polícia de Trânsito, a equipe de Fiscalização e Técnicos da ANE; e) Monitorar diariamente as condições de transitabilidade na rede de Estradas das Províncias, contando para a materialização desta acção com a colaboração dos Governos Distritais, através dos Serviços Distritais de Planeamento e Infraestruturas; f) Mobilizar rapidamente empreiteiros para reparações de emergência (Reparação de estruturas de drenagem e algumas actividade de manutenção periódica ou de melhoramento localizados como abertura de valetas, abaulamentos, reparações de plataformas, ensaibramento, remoção de objectos estranhos nas estradas, etc.) com vista a garantir a reposição da transitabilidade cómoda e segura de estradas; g) Receber informações de danos que superem a capacidade de intervenção ao nível da Província com vista a garantir uma intervenção de nível central; h) Reforçar a sinalização de emergência de modo a evitar acidentes e outros transtornos que possam ser ocasionados pela situação de emergência. a) Repôr a rede rodoviária afectada tendo em conta os procedimentos de Higiene e Segurança Ocupacional; b) Mobilizar Pontes metálicas e peças pré-fabricadas a partir dos respectivos armazéns regionais (Sul, Centro e Norte) para a construção de passagens hidráulicas, em caso de corte de alguma estrada. c) Realizar um levantamento exaustivo de danos registados durante a emergência para a elaboração, orçamentação e implementação do plano de reconstrução resiliente; d) Monitorar o processo de reconstrução. - Texto do artigo, página 30: Instituição: MIREME/ENERGIA
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios.
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais.
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas.
Instituição: MIREME/INAMI
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes.
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: c) Monitorar as réplicas dos sismos;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos.
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES);
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Número ou marcador, página 30: d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional;
Instituição: MIREME/ENERGIA Prontidão Resposta Recuperação a) Criar equipas de avanço para as zonas de risco de desastre com base na previsão climática para época 2023/2024; b) Pré-posicionar os grupos geradores de emergência, combustível e logística de transporte em todas as cidades capitais para garantir serviços mínimos; c) Monitoria permanente do comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios. d) Assegurar stocks mínimos de materiais para intervenção de emergência, sobretudo nas zonas recônditas cujo acesso é facilmente afectado pelas intempéries; a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Monitorar permanentemente o comportamento da rede eléctrica, com incidência nas zonas de travessia de rios; c) Fazer o levantamento rápido das áreas com a rede eléctrica danificada; d) Repor a rede eléctrica nas zonas afectadas por desastres; e) Instalar sistemas de energia fotovoltaica para a prestação de serviços mínimos nos centros de acomodação e bairros de reassentamento e infraestruturas sociais. a) Assegurar a participação de todo o pessoal operativo nas induções sobre o código de conduta durante o período de assistência humanitária; b) Recuperar e repor rapidamente todo sistema eléctrico danificado por desastres; c) Monitorar os trabalhos de recuperação de todas infraestruturas do sector de energia; d) Garantir o fornecimento contínuo de energia aos centros de reassentamento e infraestruturas sociais básicas. Instituição: MIREME/INAMI Prontidão Resposta Recuperação b) Divulgar campanhas de educação cívica sobre regras de evacuação e salvaguarda, incluindo a protecção de grupos vulneráveis relativamente às precauções a tomar antes, durante e depois da ocorrência de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, seca e outros desastres; c) Pré-posicionar recursos de emergência relevantes para resposta em casos de desastres; d) Monitorar todos os eventos sísmicos com epicentro em Moçambique e no Canal de Moçambique ou nos países vizinhos que tenham impacto em Moçambique; e) Coordenar com o INAM, CENOE e INAHINA a funcionalidade dos sistemas de de aviso prévio de ciclones, inundações, terramotos, ‘tsunamis’, secas e outras catástrofes. a) Produzir comunicados de imprensa, sobre regras de evacuação e salvaguarda, em tempo útil, isto é, em menos de 2 horas após a ocorrência do desastre; b) Avaliação rápida do grau da destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; c) Monitorar as réplicas dos sismos; d) Fazer levantamento rápido dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos. a) Avaliação rápida do grau de destruição (impacto), nas regiões afectadas pelo desastre geológico; b) Levantamento dos danos visíveis nas infraestruturas sociais e habitacionais das regiões afectadas pelos desastres geológicos; c) Garantir o funcionamento da Rede Nacional de Estações Sismográficas (RNES); d) Monitorar e avaliar os impactos da campanhas de educação cívica no território nacional; - Texto do artigo, página 31: Instituição: MICULTUR
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres.
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc
Instituição: SED
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres.
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas;
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres
Instituição: MIMAIP-PESCAS
Prontidão
Resposta
Recuperação
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: a) Elaborar o Plano de Reposição
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: b) Mobilizar Fundos
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Número ou marcador, página 31: c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades
Instituição: MICULTUR Prontidão Resposta Recuperação a) Mapear as instâncias turísticas localizadas nas zonas de risco e cadastrar os recursos e infraestruturas disponíveis para a resposta a emergências; b) Divulgar o Plano de Contingência junto dos Operadores Turísticos; c) Sensibilizar os Operadores Turísticos localizados nas zonas de risco, sobre medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres; d) Disseminar mensagens de alerta junto dos Operadores Turísticos; e) Disseminar informação sobre prevenção e mitigação de doenças de saúde pública no sector da cultura e turismo; f) Sensibilizar os fazedores das artes e cultura para divulgação das medidas de prevenção, mitigação e resposta aos desastres através das artes; g) Produzir e divulgar cartazes e Sports publicitários orientados para a prevenção de desastres. a) Intensificar os apelos aos Operadores Turísticos, localizados nas zonas de risco; b) Fazer o levantamento dos danos registados nos empreendimentos turísticos e estabelecimentos de restauração durante a ocorrência dos desastres; c) Realizar visitas de monitoria as áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de prevenção e mitigação; d) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc a) Realizar visitas de monitoria nas áreas afectadas e avaliar o grau de cumprimento das acções de resposta; b) Elaborar um plano de recuperação pós desastre para o Sector da Cultura e Turismo; c) Avaliar as necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência das infraestruturas turísticas e culturais; d) Elaborar pacotes de incentivos fiscais para dinamizar a actividade cultural e turística; e) Sensibilizar os fazedores das artes para a difusão de mensagens de higiene e saneamento, Violência Baseada no Género (VBG), Protecção Contra Exploração e Abuso Sexual (PSEA), prevenção contra doenças de saúde pública, Mecanismos de Queixa e Reclamação (MQR) no âmbito da assistência humanitária, etc Instituição: SED Prontidão Resposta Recuperação a) Sensibilizar os fazedores do desporto sobre as medidas de prevenção e mitigação de desastres b) Providenciar infraestruturas desportivas locais para apoio transitório das populações afectadas; c) Promover actividades recreativas e desportivas nos centros de acomodação; d) Arrolar os danos nas infraestruturas desportivas ocorridos devido a ocorrência de desastres. a) Assegurar a inclusão de espaços recreativos e/ou desportivos nos planos dos bairros de reassentamento; b) Promover actividades recreativas e desportivas nos bairros de reassentamento; c) Elaborar um plano de reconstrução pós-desastres, das infraestruturas desportivas destruídas; a) Assegurar a reconstrução das infraestruturas pósd e s a s t r e s A s s e g u r a r a reconstrução das infraestruturas pós-desastres Instituição: MIMAIP-PESCAS Prontidão Resposta Recuperação a) Levantamento da Informação sobre as unidades de produção e infraestruturas de apoio localizadas na Zona de alto risco b) Mapear os locais seguros para abrigo e ancoragem das embarcações c) Sensibilizar aos Pescadores para a retirada das suas unidades de pesca para as zonas seguras e sensibilizarem os pescadores para não se fazerem ao Mar face a emissão dos alertas a) Avaliar os danos e perdas registadas durante a ocorrência dos eventos b) Repor parcialmente as unidades de produção e infraestruturas danificadas c) Prestar assistência técnica aos piscicultores e Pescadores afectados a) Elaborar o Plano de Reposição b) Mobilizar Fundos c) Assegurar que todos os Pescadores, piscicultores afectados tenham acesso a meios para continuar as suas actividades - Texto do artigo, página 32: 5.3. Acções Antecipadas para Resposta a Seca
- Texto do artigo, página 32: 2023/2024, conforme as previsões avançadas pelo INAM, os distritos de Chibuto, Guijá, Mabalane, Mapai e Massingir, poderão registar seca moderada a severa, factor que ditou a activação dos planos de AAs naqueles Distritos. Para fazer face a este cenário, o INGD conta com apoio do Programa Mundial para a Alimentação (PMA), Save the Children Internacional e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), e a Federação Internacional da Cruz Vermelha e Vermelho Crescente (IFRC).
- Texto do artigo, página 32: Acções antecipadas (AAs) consistem em medidas de prevenção e mitigação dos impactos negativos de um desastre, que são prédefinidas, com base em limiares de previsão e implementadas em antecipação à ameaça. Em Moçambique as AAs fazem parte do quadro nacional de gestão de risco de desastres, previsto no artigo 13 da Lei n.º 10/2020, de 24 de Agosto e no Objectivo Estratégico n.º 2 do Plano de Proteção Financeira contra Desastres.
- Texto do artigo, página 32: Com vista a responder aos desafios impostos pelo Artigo 36, da Lei n.º 10/2020, de 24 de Agosto, em relação a necessidade de estabelecimento de um mecanismos nacional de alertas apropriados para atempadamente detectar e responder à situação de emergência de eventos de progressão lenta, como é o caso da seca, foi aprovado pelo CTGD, o Manual de Procedimentos Operacionais Padrão para o Sistema de Aviso Prévio a Seca (SAP) ligado a Acções Antecipadas (AAs).
- Número ou marcador, página 32: 6. Bens Disponíveis e Necessários 6.1. Operações de Busca e Salvamento
- Texto do artigo, página 32: As operações de busca e salvamento são realizadas sob coordenadas pela Unidade Nacional de Protecção Civil (UNAPROC) para salvaguardar a vida das populações e segurança das infraestruturas afectadas. A UNAPROC, a nível central e nas Delegações provinciais tem disponíveis 98 barcos para as operações de busca e salvamento –Veja detalhes na Tabela 8
- Texto do artigo, página 32: Neste contexto, para a presente época Chuvosa e Ciclónica
- Texto do artigo, página 32: Tabela 8: Operações de Busca e Salvamento
- Texto do artigo, página 32: Provincia
Barcos
Motores Barcos
Pontes Móveis
INGD Sede
10
7
1
Gaza
11
11
0
Inhambane
3
4
0
Tete
4
4
0
Manica
4
4
0
Sofala
39
24
3
Zambezia
12
12
0
Nampula
8
8
4
Niassa
4
4
0
Cabo Delgado
3
3
0
Total
98
81
8
Provincia Barcos Motores Barcos Pontes Móveis INGD Sede 10 7 1 Gaza 11 11 0 Inhambane 3 4 0 Tete 4 4 0 Manica 4 4 0 Sofala 39 24 3 Zambezia 12 12 0 Nampula 8 8 4 Niassa 4 4 0 Cabo Delgado 3 3 0 Total 98 81 8 - Texto do artigo, página 32: a
- Texto do artigo, página 32: os
- Texto do artigo, página 32: 81
- Texto do artigo, página 32: 8
- Texto do artigo, página 32: Fonte: UNAPROC/INGD
- Texto do artigo, página 32: 6.2. Estimativa de necessidades para assistência
- Texto do artigo, página 32: A estimativa de necessidades para a assistência foi calculada tendo em conta as séries temporais dos últimos 05 anos relativas à pessoas que efectivamente acorrem aos centros de acomodação temporária, onde é necessário garantir todas as componentes de assistência humanitária, entre elas, bens alimentares, abrigo, água e saneamento, saúde e higiene e utensílios domésticos.
- Texto do artigo, página 32: Assim, foi considerada a percentagem de 30% da população em risco projectada no cenário II, como sendo aquela que poderá necessitar de assistência, sobretudo nos centros nos centros de acomodação.
- Texto do artigo, página 32: 6.2.1. Assistência alimentar Para a presente época chuvosa e ciclónica, estima-se uma
- Texto do artigo, página 32: necessidade de 28.912 toneladas de produtos alimentares para
- Texto do artigo, página 32: assistir 698.370 pessoas. Maior atenção deverá ser concentrada para as zonas centro e norte, onde há maior probabilidade de ocorrência de cheias e ciclónes e consequentemente necessidade de criação de centros de acomodação temporária.
- Texto do artigo, página 32: O último relatório do SETSAN de Agosto de 2023, indica que até Março de 2024 poderão estar em insegurança alimentar 3.289.565 de pessoas, das quais 663,872 contabilizadas como deslocadas devido aos ataques de terroristas no centro e norte do país.
- Texto do artigo, página 32: A população em INSAN é assistida atarvés de programas humanitários específicos, conduzidos em colaboração entre o Governo e parceiros de cooperação. Estima-se que 30% da população em situação de insegurança alimentar receba essa assistência por um período de 6 meses. A estimativa das necessidades consta da Tabela 9 abaixo.
- Texto do artigo, página 33: Tabela 9: Assistência alimentar
- Texto do artigo, página 33: Tabela 9: Assistência alimentar
Risco | InSAN | Total necessário (Ton)
Pessoas por assistir | 698,370 | 985,655 | 1,684,025
Produtos | Quantidade em Toneladas | Quantidade em Toneladas | Total necessário (Ton) | Disponível (Ton) | Aquisições em curso | Importações em curso | Défice
Cereais | 20,951 | 59,139 | 80,090 | 1,071 | 2,000 | 160 | 76,859
Feijão Manteiga | 4,190 | 11,828 | 16,018 | 44 | 300 | 724 | - | 14,950
Óleo alimentar | 1,676 | 4,731 | 6,407 | 36 | 270 | 687 | - | 5,414
Açúcar | 1,676 | 4,731 | 6,407 | 7 | 100 | - | - | 6,300
Sal | 419 | 1,183 | 1,602 | 131 | 30 | - | - | 1,441
Total | 28,912 | 81,611 | 110,523 | 1,289 | 2,700 | 1,571 | - | 104,963
Fonte: INGD/SETSAN
Tabela 10: Tabela de abrigo
Resumo - Abrigo (139674 famílias)
Quantidades em unidades
Item | Total necessário | Disponível | Aquisições em curso | Importações em curso | Défice
Tabela 9: Assistência alimentar Risco InSAN Total necessário (Ton) Pessoas por assistir 698,370 985,655 1,684,025 Produtos Quantidade em Toneladas Quantidade em Toneladas Total necessário (Ton) Disponível (Ton) Aquisições em curso Importações em curso Défice Cereais 20,951 59,139 80,090 1,071 2,000 160 76,859 Feijão Manteiga 4,190 11,828 16,018 44 300 724 - 14,950 Óleo alimentar 1,676 4,731 6,407 36 270 687 - 5,414 Açúcar 1,676 4,731 6,407 7 100 - - 6,300 Sal 419 1,183 1,602 131 30 - - 1,441 Total 28,912 81,611 110,523 1,289 2,700 1,571 - 104,963 Fonte: INGD/SETSAN Tabela 10: Tabela de abrigo Resumo - Abrigo (139674 famílias) Quantidades em unidades Item Total necessário Disponível Aquisições em curso Importações em curso Défice - Texto do artigo, página 33: Risco
InSAN
Total necessário (Ton)
Pessoas por assistir
698,370
985,655
1,684,025
Produtos
Quantidade em Toneladas
Quantidade em Toneladas
Total necessário (Ton)
Disponiv el (Ton)
Aquisiçõe s em curso
Importaçõe s em curso
Défice
Cereais
20,951
59,139
80,090
1,071
2,000
160
- 76,859
Feijao Manteiga
4,190
11,828
16,018
44
300
724
- 14,950
Oleo alimentar
1,676
4,731
6,407
36
270
687
- 5,414
Açúcar
1,676
4,731
6,407
7
100
-
- 6,300
Sal
419
1,183
1,602
131
30
-
- 1,441
Total
28,912
81,611
110,523
1,289
2,700
1,571
- 104,963
Risco InSAN Total necessário (Ton) Pessoas por assistir 698,370 985,655 1,684,025 Produtos Quantidade em Toneladas Quantidade em Toneladas Total necessário (Ton) Disponiv el (Ton) Aquisiçõe s em curso Importaçõe s em curso Défice Cereais 20,951 59,139 80,090 1,071 2,000 160 - 76,859 Feijao Manteiga 4,190 11,828 16,018 44 300 724 - 14,950 Oleo alimentar 1,676 4,731 6,407 36 270 687 - 5,414 Açúcar 1,676 4,731 6,407 7 100 - - 6,300 Sal 419 1,183 1,602 131 30 - - 1,441 Total 28,912 81,611 110,523 1,289 2,700 1,571 - 104,963 - Texto do artigo, página 33: Fonte: INGD/SETSAN
- Texto do artigo, página 33: 6.2.2. Bens de Abrigo
- Texto do artigo, página 33: Os principais materiais usados no sector do abrigo são tendas, lonas e kit de ferramentas para instalação das tendas/lonas. Outro recurso para o abrigo temporário são as salas de aula localizadas em zonas seguras e que devem ser identificadas com antecedência como lugares seguros de abrigos. Contudo, a coordenação com o sector de educação é de extrema importância para evitar a paralisação das aulas.
- Texto do artigo, página 33: As estimativas de necessidades para o período em análise foram calculadas para 139.674 famílias, entre os que poderão ficar afectados pelos eventos do Cenário II. A componente de abrigo regista um défice de 13.870 tendas multiuso, 34.886 mil kits de ferramenta,, entre outros – Veja detalhes na tabela 10.
- Texto do artigo, página 33: Tabela 10: Tabela de abrigo
- Texto do artigo, página 33: Resumo - Abrigo (139674 familias)
Item
Quantidades em unidades
Total necessário
Disponivel
Aquisições em curso
Importacoes em curso
Défice
Tendas Comunitarias
1,048
4
-
-
(1,044)
Tendas Multi Uso
13,967
97
-
-
(13,870)
Tendas Familiares
13,951
1,455
-
(12,496)
Kits de Abrigo
83,230
1,581
10,000
-
(71,649)
Kits de Ferramenta
55,774
12,888
8,000
-
(34,886)
Lonas Familiares 4x6m
15,575
122,387
20,000
-
-
Lonas Familiares 7x12m
1,416
630
-
-
(786)
Lonas Comunitárias 12x50 m
349
-
-
-
(349)
Rolos Plastico 1x50 m
502,826
3,931
8,000
2,740
(488,155)
Resumo - Abrigo (139674 familias) Item Quantidades em unidades Total necessário Disponivel Aquisições em curso Importacoes em curso Défice Tendas Comunitarias 1,048 4 - - (1,044) Tendas Multi Uso 13,967 97 - - (13,870) Tendas Familiares 13,951 1,455 - (12,496) Kits de Abrigo 83,230 1,581 10,000 - (71,649) Kits de Ferramenta 55,774 12,888 8,000 - (34,886) Lonas Familiares 4x6m 15,575 122,387 20,000 - - Lonas Familiares 7x12m 1,416 630 - - (786) Lonas Comunitárias 12x50 m 349 - - - (349) Rolos Plastico 1x50 m 502,826 3,931 8,000 2,740 (488,155) - Texto do artigo, página 33: Fonte: INGD
- Texto do artigo, página 33: 6.2.3. Água e Saneamento De acordo com as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2023/24, o sector de Abastecimento de Água e Saneamento, prevê assistir 139 674 famílias necessitadas, em centros de acomodação temporária
- Texto do artigo, página 33: e ou de trânsito provendo condições básicas de acesso água em quantidade e qualidade necessária e serviços de saneamento básico (latrinas/sanitários - lajes plásticas) e outros materiais indicados na tabela n.˚ 11.
- Texto do artigo, página 34: Tabela 11: Aquisições de materiais de abrigo em curso
- Texto do artigo, página 34: Item
Quantidades em unidades
Total necessário
Disponivel
Aquisições em curso
Importações em curso
Défice
Tanques Flexiveis 5000 l
2,514
63
-
-
- 2,451
Tanques Flexiveis 500 l
559
30
-
-
- 529
Tanques Rigidos
28
7
-
-
- 21
Estação de Tratamento de Agua (ETA)
22
3
-
-
- 19
Kits de Teste Rapido
110
516
-
70
-
Baldes Plasticos
139,674
22,504
6,000
-
- 111,170
Jerricans
279,348
16,048
-
-
- 263,300
Certeza (Frascos 150ml)
139,674
829,175
-
-
-
Certeza (caixas)
-
-
-
-
-
Cloro em pacotes/kg
139,674
5,300
-
-
- 134,374
Lajes
34,919
873,646
2,400
-
-
Kit de Latrina
34,919
-
-
-
- 34,919
Rolos Plastico 2x12 m
41,902
23,648
-
-
- 18,254
Rolos Plastico 4x50 m
167,609
-
10,000
-
- 157,609
Sabao
557,020
-
11,000
-
- 546,020
Detergente em Po (Pacotes)
419
71,096
-
-
-
Pás
34,919
23,495
-
-
- 11,424
Enxadas
34,919
9
-
-
- 34,910
Catanas
41,902
1,529
-
-
- 40,373
Item Quantidades em unidades Total necessário Disponivel Aquisições em curso Importações em curso Défice Tanques Flexiveis 5000 l 2,514 63 - - - 2,451 Tanques Flexiveis 500 l 559 30 - - - 529 Tanques Rigidos 28 7 - - - 21 Estação de Tratamento de Agua (ETA) 22 3 - - - 19 Kits de Teste Rapido 110 516 - 70 - Baldes Plasticos 139,674 22,504 6,000 - - 111,170 Jerricans 279,348 16,048 - - - 263,300 Certeza (Frascos 150ml) 139,674 829,175 - - - Certeza (caixas) - - - - - Cloro em pacotes/kg 139,674 5,300 - - - 134,374 Lajes 34,919 873,646 2,400 - - Kit de Latrina 34,919 - - - - 34,919 Rolos Plastico 2x12 m 41,902 23,648 - - - 18,254 Rolos Plastico 4x50 m 167,609 - 10,000 - - 157,609 Sabao 557,020 - 11,000 - - 546,020 Detergente em Po (Pacotes) 419 71,096 - - - Pás 34,919 23,495 - - - 11,424 Enxadas 34,919 9 - - - 34,910 Catanas 41,902 1,529 - - - 40,373 - Texto do artigo, página 34: Tabela 11: Aquisições de materiais de abrigo em curso
- Texto do artigo, página 34: Fonte: INGD/MOPHRH/DNAAS
- Texto do artigo, página 34: em
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