Resolução n.º 59/2022
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Resolução n.º 59/2022
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| Indicador | Ano base 2022 | 2026 |
|---|---|---|
| Número de centros de incubação revitalizados/estabelecidos e em funcionamento | - | 11 |
| Empresas de prestação de serviços incubados | - | 20 |
| Empresas de prestação de serviços financiados | - | 15 |
| Empresas de prestação de serviços operacionais | - | 15 |
| Número de actores incubados em exercício | - | 375.000 |
| Acções estratégicas | |
|---|---|
| 4.4.1 | Desenvolver e operacionalizar um sistema electrónico e integrado de monitoria e avaliação do sector agrário |
| 4.4.2 | Fortalecer a capacidade de colecta e análise de dados estatísticos agrários assim como a disseminação dos respectivos resultados |
| 4.4.3 | Fortalecer a capacidade de realização da pesquisa agrária e a disseminação e uso dos respectivos resultados |
| Indicador | Ano base 2022 | 2026 |
|---|---|---|
| Sistema eletrónico integrado de monitoria e avaliação estabelecido e operacional | - | 1 |
| Número de técnicos treinados no uso do sistema integrado de monitoria e avaliação | - | 500 |
| Relatórios de avaliação do sector agrário | - | 25 |
| Indicador | Ano base 2022 | 2026 |
|---|---|---|
| Unidade de estatísticas agrárias | - | 1 |
| Plano director das estatísticas agrárias desenvolvido, aprovado e disseminado | - | 1 |
| Metodologia de colecta de dados administrativos produzido e em implementação | - | 1 |
| Número de técnicos treinados em colecta e análise de dados | - | 500 |
| Inquéritos agrários realizados | - | 10 |
| Plataforma eletrónica de disseminação de dados estatísticos e os respectivos resultados estabelecido e operacional | - | 1 |
| Anuários estatísticos produzidos e publicados | - | 5 |
| Indicador | Ano base 2022 | 2026 |
|---|---|---|
| Plataforma de Pesquisa reativada e operacional | - | 1 |
| Número de técnicos treinados na análise, reporte e disseminação de dados | - | 50 |
| Número de estudos temáticos produzidos e publicados | - | 20 |
| Número de resumo de políticas produzidas e publicados | - | 20 |
| Número de reuniões da plataforma de pesquisa agrária organizadas | - | 10 |
| Pilar | Programa | Coordenador |
|---|---|---|
| 1 | 1.1 Investigação e Inovação Agrária | MADER, MIMAIP, MCTES, SEETP |
| 1.2 Mecanização Agrária | MADER | |
| 1.3 Sanidade e Biossegurança Agrária | MADER e MIMAIP | |
| 1.4 Irrigação | MADER | |
| 1.5 Segurança Alimentar e Nutricional | MADER | |
| 2 | 2.1. Mitigação e Adaptação as Mudanças Climáticas | MITA |
| 2.2 Georeferenciamento e Planeamento Produtivo | MITA | |
| 2.3 Promover a Resiliência dos Actores aos Choques e Desastres | MADER e MTA | |
| 2.4 Promover o Maneio Sustentável dos Recursos Naturais e Resiliência dos Sistemas de Produção | MTA | |
| 3 | 3.1 Mercados de Insumos | MIC |
| 3.2 Mercado de Produtos- | MEF | |
| 3.3 Cadeias de Valor Estratégicas | M A D E R , M I M A I P e MTA | |
| 3.4 Vias de Acesso, Transporte e Comunicação | MOPHRH | |
| 3.5 Infraestruturas Agrárias | MOPHRH e MIREME | |
| 3.6 Financiamento Agrário | MEF | |
| 4 | 4.1 Fortalecimento das Instituições Agrárias Públicas | MEF |
| 4.2 Fortalecimento das Organizações Agrárias | MADER | |
| 4.3 Desenvolvimento empresarial | MIC | |
| 4.4 Monitoria e Avaliação | MADER, MIMAIP e MIC |
| Pilares estratégico | Objectivo estratégico | Orçamento (Milhões MZN) |
|---|---|---|
| Produção, produtividade e competitividade agrária | Aumentar a produtividade agrária de forma sustentável e resiliente às mudanças climáticas | 46 952,50 |
| Gestão sustentável de recursos naturais | Promover a gestão integrada, sustentável e resiliente dos recursos naturais | 69 750,90 |
| Agronegócio | Fortalecer e facilitar o acesso de produtos agrários ao mercado doméstico, regional e internacional, de forma inclusiva e competitiva, maximizando o envolvimento inclusivo do sector privado | 115 411,51 |
| Fortalecimento e desenvolvimento institucional | Fortalecer a eficiência e eficácia das instituições agrárias públicas e privadas e da sociedade civil no desempenho dos seus papeis no desenvolvimento do sector agrário. | 17 756,63 |
| Total Geral (milhões MZN) | 249 871,54 | |
| Total Geral (milhões USD) | 4 036,70 |
| Indicador | Unidade de Medida | Meta | ||
|---|---|---|---|---|
| Ano base 2022 | 2026 | 2031 | ||
| Taxa mínima de crescimento anual da produção pecuária | % | 5% | 10% | |
| Volume de Produção de pescado em regime de aquacultura | Mil Ton | 200 | 400 | |
| Taxa de Crescimento do Valor acrescentado | ||||
| Taxa de redução de Perdas Pós captura | % | 25% | 50% | |
| Área reflorestada | ha | 1 milhão | ||
| Taxa de redução de Desflorestamento | % | 25% | 50% | |
| Número de pequenos produtores com acesso aos serviços de extensão agrária | Número | |||
| Percentagem de terra arável beneficie de práticas de maneio sustentável e resiliente ao clima | % | 15% | 30% | |
| Proporção de Florestas restauradas | % | 0.025% | 0.05% | |
| Proporção de recursos marinhos biologicamente sustentáveis | % | 5% | 10% | |
| Número de pescadores licenciados | Unidade | |||
| Artesanais | Unidade | 19000 | 29000 | |
| Semi-industriais | Unidade | 384 | 576 | |
| Industriais | Unidade | 155 | 233 | |
| Percentagem de produtores resilientes às mudanças climáticas e efeitos adversos relacionados | % | 15% | 30% | |
| Percentagem de explorações agrárias resistentes aos choques e desastres. | % | 15% | 30% | |
| Taxa de crescimento de produtores que usam insumos agrários melhorados | % | 50% | 100% | |
| Taxa de crescimento de produtores que comercializam a sua produção agrária nas cadeias de valor agrárias estratégica | % | 50% | 100% | |
| Taxa de variação de importações do Arroz | % | -13% | -25% | |
| Taxa de variação de importações do Frango | % | -13% | -25% | |
| Taxa de crescimento do valor do comércio agrário de produtos de origem nacional no mercado doméstico | % | 13% | 25% | |
| Taxa de crescimento do valor de produtos agrários exportado | % | 13% | 25% | |
| Taxa de crescimento do investimento público e privado na comercialização agrária; | % | 15% | 30% | |
| Percentagem dos produtores agrários com acesso ao crédito | % | 15% | 30. % | |
| Proporção das despesas públicas no OE, alocadas ao sector agrário | % | 8% | 10% | |
| Proporção de recursos destinados a Investigação e inovação como percentagem do PIB | % | 0.05% | 1% | |
| Percentagem de produtores agrários no sistema digital | % | 40% | 80% | |
| Taxa de uso de meios inovadores de comunicação iterativa dos produtores agrários cadastrados | % | 50% | 100% |
| Indicador | Unidade de Medida | Meta | ||
|---|---|---|---|---|
| Ano base 2022 | 2026 | 2031 | ||
| Taxa mínima de crescimento anual da produção pecuária | % | 5% | 10% | |
| Volume de Produção de pescado em regime de aquacultura | Mil Ton | 200 | 400 | |
| Taxa de Crescimento do Valor acrescentado | ||||
| Taxa de redução de Perdas Pós captura | % | 25% | 50% | |
| Área reflorestada | ha | 1 milhão | ||
| Taxa de redução de Desflorestamento | % | 25% | 50% | |
| Número de pequenos produtores com acesso aos serviços de extensão agrária | Número | |||
| Percentagem de terra arável beneficie de práticas de maneio sustentável e resiliente ao clima | % | 15% | 30% | |
| Proporção de Florestas restauradas | % | 0.025% | 0.05% | |
| Proporção de recursos marinhos biologicamente sustentáveis | % | 5% | 10% | |
| Número de pescadores licenciados | Unidade | |||
| Artesanais | Unidade | 19000 | 29000 | |
| Semi-industriais | Unidade | 384 | 576 | |
| Industriais | Unidade | 155 | 233 | |
| Percentagem de produtores resilientes às mudanças climáticas e efeitos adversos relacionados | % | 15% | 30% | |
| Percentagem de explorações agrárias resistentes aos choques e desastres. | % | 15% | 30% | |
| Taxa de crescimento de produtores que usam insumos agrários melhorados | % | 50% | 100% | |
| Taxa de crescimento de produtores que comercializam a sua produção agrária nas cadeias de valor agrárias estratégica | % | 50% | 100% | |
| Taxa de variação de importações do Arroz | % | -13% | -25% | |
| Taxa de variação de importações do Frango | % | -13% | -25% | |
| Taxa de crescimento do valor do comércio agrário de produtos de origem nacional no mercado doméstico | % | 13% | 25% | |
| Taxa de crescimento do valor de produtos agrários exportado | % | 13% | 25% | |
| Taxa de crescimento do investimento público e privado na comercialização agrária; | % | 15% | 30% | |
| Percentagem dos produtores agrários com acesso ao crédito | % | 15% | 30. % | |
| Proporção das despesas públicas no OE, alocadas ao sector agrário | % | 8% | 10% | |
| Proporção de recursos destinados a Investigação e inovação como percentagem do PIB | % | 0.05% | 1% | |
| Percentagem de produtores agrários no sistema digital | % | 40% | 80% | |
| Taxa de uso de meios inovadores de comunicação iterativa dos produtores agrários cadastrados | % | 50% | 100% |
| Cadeias estratégicas | Uniadde | 2022 | 2026 | 2031 |
|---|---|---|---|---|
| Milho | tons/ha | 1.0 | 1.5 | 2.0 |
| Arroz | tons/ha | 1.1 | 1.6 | 2.2 |
| Gergelim | tons/ha | 0.8 | 1.2 | 1.6 |
| Soja | tons/ha | 1.5 | 2.3 | 3.0 |
| Algodão | tons/ha | 0.6 | 0.9 | 1.3 |
| Castanha de caju | tons | 177,000 | 183,500 | 190,000 |
| Tomate | tons/ha | 22 | 33 | 44 |
| Batata reno | tons/ha | 17 | 21 | 25 |
| Banana | tons | tbd | tbd | tbd |
| Peso médio carcaça bovino | kg | 130 | 150 | 170 |
| Peso médio carcaça caprino | kg | 12 | 12 | 15 |
| Taxa de Extração (bovinos) | % | 7 | 15 | 30 |
| Produtividade pecuária: Taxa de crescimento | ||||
| Carne bovina | % | 9.3 | 11.6 | 13.9 |
| Frango | % | 20.2 | 25.3 | 30.3 |
| Ovos | % | 20.1 | 25.1 | 30.2 |
| Carne caprina | % | 11.9 | 14.9 | 17.9 |
| Produção de aquacultura | ||||
| Camarão | ||||
| Tilápia | mil tons | 4 | 200 | 400 |
| Plantações florestais: Reflorestamento | ||||
| Pinho (anual) | mil ha | 21 | 31.5 | 42 |
| Eucalipto | mil ha | 49 | 73.5 | 98 |
| Pilar e Programa | Orçamento (milhões MZN) |
|---|---|
| Pilar Estratégico 1 Produção, Produtividade e Competitividade Agrária | 46 952,50 |
| 1.1 Investigação e Inovação Agrária | 7 479,92 |
| 1.2 Extensão Agrária | 17 385,06 |
| 1.3 Mecanização Agrária | 616,88 |
| 1.4 Sanidade e Biossegurança Agrária | 2 605,12 |
| 1.5 Irrigação | 6 995,00 |
| 1.6 Integração dos Pequenos Agricultores nas Cadeias de Valores Sustentáveis e Competitivas | 129,45 |
| 1.7 Segurança Alimentar e Nutricional | 11 741,07 |
| Pilar Estratético 2 Gestão Sustentável de Recursos Naturais | 69 750,90 |
| 2.1 Mitigação e Adaptação as Mudanças Climáticas | 1 881,25 |
| 2.2 Georeferenciamento e Planeamento Produtivo | 65 913,30 |
| 2.3 Promover a Resiliência dos Actores aos Choques e Desastres | 528,62 |
| 2.4 Promover o Maneio Sustentável dos Recursos Naturais e Resiliência dos Sistemas de Produção | 1 427,73 |
| Pilar Estratégico 3 Ambiente de Negócios | 115 411,51 |
| 3.1 Mercados de Insumos Agrários | 641,22 |
| 3.2 Mercados de Produtos Agrários | 166,89 |
| 3.3 Cadeias de Valor Estratégicas | 1 659,32 |
| 3.4 Vias de Acesso, Transporte e Comunicação | 5 180,00 |
| 3.5 Infra-estruturas Agrárias | 95 785,68 |
| 3.6 Financiamento Agrário | 11 978,40 |
| Pilar Estratégico 4 Fortalecimento e Desenvolvimento Institucional | 17 756,63 |
| 4.1 Fortalecimento das Instituições Agrárias Públicas | 5 292,88 |
| 4.2 Fortalecimento das Organizações Agrárias | 3 539,28 |
| 4.3 Desenvolvimento Empresarial | 6 657,28 |
| 4.4 Monitoria e Avaliação | 2 267,19 |
| Total (Milhões de Mts) | 249 871,54 |
| Total (Milhões de USD) | 4 036,70 |
| Pilar | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | Total |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Pilar 1 | 9 472,73 | 9 238,51 | 9 360,16 | 10 317,99 | 8 563,22 | 46 952,50 |
| Pilar 2 | 14 248,98 | 13 500,61 | 13 803,78 | 13 934,88 | 14 262,64 | 69 750,90 |
| Pilar 3 | 23 133,24 | 23 297,78 | 22 909,25 | 23 123,67 | 22 947,54 | 115 411,51 |
| Pilar 4 | 3 554,33 | 3 489,70 | 3 494,66 | 3 576,54 | 3 641,41 | 17 756,63 |
| Total (milhões de Mts) | 50 409,28 | 49 526,61 | 49 567,86 | 50 953,08 | 49 414,80 | 249 871,54 |
| Total (milhões de USD) | 814,37 | 800,11 | 800,77 | 823,15 | 798,30 | 4 036,70 |
| Pilar | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 | 2026 | Total |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Pilar 1 | 9 472,73 | 9 238,51 | 9 360,16 | 10 317,99 | 8 563,22 | 46 952,50 |
| Pilar 2 | 14 248,98 | 13 500,61 | 13 803,78 | 13 934,88 | 14 262,64 | 69 750,90 |
| Pilar 3 | 23 133,24 | 23 297,78 | 22 909,25 | 23 123,67 | 22 947,54 | 115 411,51 |
| Pilar 4 | 3 554,33 | 3 489,70 | 3 494,66 | 3 576,54 | 3 641,41 | 17 756,63 |
| Total (milhões de Mts) | 50 409,28 | 49 526,61 | 49 567,86 | 50 953,08 | 49 414,80 | 249 871,54 |
| Total (milhões de USD) | 814,37 | 800,11 | 800,77 | 823,15 | 798,30 | 4 036,70 |
| Total | 46 952,50 | 7 479,92 | 17 385,06 | 616,88 | 2 605,12 | 6 995,00 | 129,45 | 11 741,07 | 69 750,90 | 1 881,25 | 65 913,30 | 528,62 | 1 427,73 | 115 411,51 | 641,22 | 166,89 | 1 659,32 | 5 180,00 | 95 785,68 | 11 978,40 | 17 756,63 | 5 292,88 | 3 539,28 | 6 657,28 | 2 267,19 | 249 871,54 | 4 036,70 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | 8 563,22 | 1 364,19 | 3 170,69 | 112,51 | 475,12 | 1 275,75 | 23,61 | 2 141,34 | 14 262,64 | 384,68 | 13 477,93 | 108,09 | 291,94 | 22 947,54 | 127,50 | 33,18 | 329,93 | 1 029,95 | 19 045,29 | 2 381,69 | 3 641,41 | 1 085,43 | 725,81 | 1 365,23 | 464,94 | 49 414,80 | 798,30 |
| 2025 | 10 317,99 | 1 643,74 | 3 820,43 | 135,56 | 572,48 | 1 537,18 | 28,45 | 2 580,14 | 13 934,88 | 375,84 | 13 168,21 | 105,61 | 285,23 | 23 123,67 | 128,47 | 33,44 | 332,46 | 1 037,86 | 19 191,47 | 2 399,97 | 3 576,54 | 1 066,09 | 712,88 | 1 340,91 | 456,66 | 50 953,08 | 823,15 |
| 2024 | 9 360,16 | 1 491,15 | 3 465,78 | 122,98 | 519,34 | 1 394,48 | 25,81 | 2 340,63 | 13 803,78 | 372,30 | 13 044,32 | 104,61 | 282,55 | 22 909,25 | 127,28 | 33,13 | 329,38 | 1 028,23 | 19 013,51 | 2 377,72 | 3 494,66 | 1 041,68 | 696,56 | 1 310,21 | 446,20 | 49 567,86 | 800,77 |
| 2023 | 9 238,51 | 1 471,77 | 3 420,74 | 121,38 | 512,59 | 1 376,36 | 25,47 | 2 310,21 | 13 500,61 | 364,12 | 12 757,83 | 102,32 | 276,34 | 23 297,78 | 129,44 | 33,69 | 334,96 | 1 045,67 | 19 335,97 | 2 418,04 | 3 489,70 | 1 040,21 | 695,57 | 1 308,35 | 445,57 | 49 526,61 | 800,11 |
| 2022 | 9 472,73 | 1 509,08 | 3 507,46 | 124,46 | 525,59 | 1 411,25 | 26,12 | 2 368,78 | 14 248,98 | 384,31 | 13 465,02 | 107,99 | 291,66 | 23 133,24 | 128,53 | 33,45 | 332,60 | 1 038,29 | 19 199,41 | 2 400,97 | 3 554,33 | 1 059,47 | 708,45 | 1 332,58 | 453,82 | 50 409,28 | 814,37 |
| Pilar e Programa | PILAR ESTRATÉGICO 1 PRODUÇÃO, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE AGRÁRIA | 1.1 Investigação e Inovação Agrária | 1.2 Extensão Agrária | 1.3 Mecanização Agrária | 1.4 Sanidade e Biossegurança Agrária | 1.5 Irrigação | 1.6 Integração dos Pequenos Agricultores nas Cadeias de Valores Sustentáveis e Competitivas | 1.7 Segurança Alimentar e Nutricional | PILAR ESTRATÉTICO 2 GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS NATURAIS | 2.1 Mitigação e Adaptação as Mudanças Climáticas | 2.2 Georreferenciamento e Planeamento Produtivo | 2.3 Promover a Resiliência dos Actores aos Choques e Desastres | 2.4 Promover o Maneio Sustentável dos Recursos Naturais e Resiliência dos Sistemas de Produção | PILAR ESTRATÉGICO 3 AMBIENTE DE NEGÓCIOS | 3.1 Mercados de Insumos Agrários | 3.2 Mercados de Produtos Agrários | 3.3 Cadeias de Valor Estratégicas | 3.4 Vias de Acesso, Transporte e Comunicação | 3.5 Infraestruturas Agrárias | 3.6 Financiamento Agrário | PILAR ESTRATÉGICO 4 FORTALECIMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL | 4.1 Fortalecimento das Instituições Agrarias Públicas | 4.2 Fortalecimento das Organizações Agrárias | 4.3 Desenvolvimento Empresarial | 4.4 Monitoria e Avaliação | Total (Milhões de Mts) | Total (Milhões de USD) |
| AE | Acção Estratégica |
|---|---|
| BM | Banco de Moçambique |
| BMM | Bolsa de Mercadorias de Moçambique |
| CAADP | Comprehensive Africa Agriculture Development Program |
| CCGRRD | Conselho de Gestão e Redução de Risco de Desastres |
| CCSA | Comité de Coordenação do Sector Agrário |
| CEPAQ | Centro de Pesquisa em Aquacultura |
| CDR | Campo de Demonstração de Resultados |
| CFMP | Cenário Fiscal de Médio Prazo |
| CGRN | Comités de Gestão dos Recursos Naturais |
| CLGRD | Comité Local de Gestão de Risco de Desastres |
| COMFAM | Comité de Fortificação de Alimentos de Moçambique |
| CONSAN | Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional |
| COVID-19 | Coronavirus disease 2019 |
| CQNUMC | Convenção Quadro das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas |
| CTPGRRD | Conselho Técnico Provincial de Gestão e Redução de Risco de Desastres |
| CUT | Conta Única do Tesouro |
| DUAT | Direito de Uso e Aproveitamento da Terra |
| EDR | Estratégia de Desenvolvimento Rural |
| ENDE | Estratégia Nacional de Desenvolvimento |
| ESAN | Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional |
| FAO | Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura |
| GdM | Governo de Moçambique |
| GIIMC | Grupo Interinstitucional para as Mudanças Climáticas |
| IAI | Inquérito Agrário Integrado |
| ICM | Instituto de Cereais de Moçambique |
| IES | Instituições de Ensino Superior |
| IDE | Investimento Directo Estrangeiro |
| IIAM | Instituto de Investigação Agrária de Moçambique |
| IIP | Instituto Nacional de Investigação Pesqueira |
| INE | Instituto Nacional de Estatísticas |
| INIR | Instituto Nacional de Irrigação |
| INGD | Instituto Nacional de Gestão e de Redução do Risco de Desastres |
| INNOQ | Instituto Nacional de Normalização e Qualidade |
| IOF | Inquérito sobre Orçamento Familiar |
| IPCC | Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas |
| M&A | Monitoria e Avaliação |
| MADER | Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural |
| MASA | Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar |
| MC | Mudanças Climáticas |
| MCTES | Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior |
| MEF | Ministério da Economia e Finanças |
| MIC | Ministério da Indústria e Comércio |
| MGCAS | Ministério do Género, Criança e Acção Social |
| MIMAIP | Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas |
| MINEDH | Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano |
| MITADER | Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural |
| MIREME | Ministério dos Recursos Minerais e Energia |
| MOPHRH | Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos |
|---|---|
| MPME | Micro Pequenas e Médias Empresas |
| MTA | Ministério da Terra e Ambiente |
| NUIA | Número Único de Identificação do Actor Agrário |
| ODS | Objectivos de Desenvolvimento Sustentável |
| OE | Orçamento de Estado |
| PACE | Pequeno Agricultor Comercial Emergente |
| PAEI | Política Agrária e Estratégia de Implementação |
| PAMRDO | Plano de Acção Multissectorial para a Redução da Desnutrição Crónica |
| PCR | Poupança e Crédito Rotativo |
| PEA | População Economicamente Activa |
| PEDSA | Plano Estratégico de Desenvolvimento do Sector Agrário |
| PES | Plano Económico e Social |
| PESOE | Plano Económico e Social e Orçamento do Estado |
| PD | Parceiros de Desenvolvimento |
| PIB | Produto Interno Bruto |
| PNFA | Programa Nacional de Fortificação Alimentar |
| PNISA | Plano Nacional de Investimento do Sector Agrário |
| POLMAR | Política e Estratégia do Mar |
| PQG | Plano Quinquenal do Governo |
| PROAGRI | Programa Nacional de Desenvolvimento Agrário |
| PRONAE | Programa Nacional de Alimentação Escolar |
| RGPH | Recenseamento Geral da População e Habitação |
| RMD | Rendimento Médio Diário |
| REPETE | Revisão Periódica de Tecnologias |
| RISDP | Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional |
| SADC | Southern Africa Development Community |
| SAN | Segurança Alimentar e Nutricional |
| SEJE | Secretaria de Estado da Juventude e Emprego |
| SETSAN | Secretariado Técnico de Segurança Alimentar e Nutricional |
| SIF | Sistema de Informação Florestal |
| SPO | Sistema de Planificação e Orçamentação |
| SUE | Sistema Unificado de Extensão |
| TIC | Tecnologia de Informação e Comunicação |
| UGP | Unidade de Gestão de Projecto |
Fonte textual acessível e tabelas
- Número ou marcador, página 86: a) Custos de incentivos fiscais para a revitalização e ou estabelecimento de centros de incubação empresarial agrário;
- Número ou marcador, página 86: b) Custos de subsidiar a aquisição de equipamento para os centros de incubação;
- Número ou marcador, página 86: c) Custos de facilitação do estabelecimento e formalização das empresas de prestação de serviços incubados; e
- Número ou marcador, página 86: d) Custos de facilitar o acesso a terra para o estabelecimento das empresas de prestação de serviços e de financiar as mesmas no primeiro ano do início da actividade.
- Texto do artigo, página 86: O investimento estimado para esta AE é de MZN 1,456.14 milhões e os beneficiários desta AE são os jovens e outras camadas sociais que participam nos programas de incubação. Os responsáveis pela incubação empresarial são os centros de incubação em coordenação com o Ministério que responde pela agricultura, pescas, pecuária e florestas; ministério que responde pela ciência, tecnologia, ensino técnico profissional, ensino superior e as instituições de ensino agrário. As metas para esta AE são apresentados na taTela abaixo.
- Texto do artigo, página 87: Indicador
Ano base 2022
2026
Número de centros de incubação revitalizados/estabelecidos e em funcionamento
-
11
Empresas de prestação de serviços incubados
-
20
Empresas de prestação de serviços financiados
-
15
Empresas de prestação de serviços operacionais
-
15
Número de actores incubados em exercício
-
375.000
Indicador Ano base 2022 2026 Número de centros de incubação revitalizados/estabelecidos e em funcionamento - 11 Empresas de prestação de serviços incubados - 20 Empresas de prestação de serviços financiados - 15 Empresas de prestação de serviços operacionais - 15 Número de actores incubados em exercício - 375.000 - Texto do artigo, página 87: 6.4 Programa Prioritário 4.4: Monitoria e Avaliação Resultado desejado: estabelecido e operacionalizado um sistema electrónico e integrado de monitoria e avaliação do sector agrário.
- Texto do artigo, página 87: Este programa prioritário será composto pelas seguintes AEs:
- Texto do artigo, página 87: Acções estratégicas
4.4.1
Desenvolver e operacionalizar um sistema electrónico e integrado de monitoria e avaliação do sector agrário
4.4.2
Fortalecer a capacidade de colecta e análise de dados estatísticos agrários assim como a disseminação dos respectivos resultados
4.4.3
Fortalecer a capacidade de realização da pesquisa agrária e a disseminação e uso dos respectivos resultados
Acções estratégicas 4.4.1 Desenvolver e operacionalizar um sistema electrónico e integrado de monitoria e avaliação do sector agrário 4.4.2 Fortalecer a capacidade de colecta e análise de dados estatísticos agrários assim como a disseminação dos respectivos resultados 4.4.3 Fortalecer a capacidade de realização da pesquisa agrária e a disseminação e uso dos respectivos resultados - Texto do artigo, página 87: AE 4.4.1 Desenvolver e operacionalizar um sistema
- Texto do artigo, página 87: electrónico e integrado de monitoria e avaliação: O alcance das metas do sector agrário é influenciado pela existência de um sistema de monitoria e avaliação que possa informar os resultados a curto e médio prazo que possam orientar o desenvolvimento das acções subsequentes. O objectivo desta acção estratégica é de estabelecer e operacionalizar um sistema integrado de monitoria e avaliação. Para o alcance deste objectivo, o orçamento deve ser direcionado para:
- Número ou marcador, página 87: a) Custos de serviços de consultoria do desenho de um protótipo de um sistema integrado de monitoria e avaliação;
- Número ou marcador, página 87: b) Custo de aquisição de computadores (hardware) e software para o sistema de monitoria e avaliação;
- Número ou marcador, página 87: c) Custo de treinamento de operadores do sistema de monitoria e avaliação; e
- Número ou marcador, página 87: d) Custo de operacionalização do sistema e produção dos respectivos relatórios trimestrais, semestrais e anuais.
- Texto do artigo, página 87: O investimento estimado para esta AE é de MZN 2,147.05 milhões e os beneficiários desta AE são todos os actores do sector agrário (governo, sector privado, parceiros de cooperação e desenvolvimento, academia, e sociedade civil). As agências implementadoras desta acção estratégica incluem (i) provedores de serviços apropriados; (ii) agências de serviço público relevantes; (iii) instituições de pesquisa e investigação; (iv) Ministérios do sector agrário incluindo o Ministério responsável pela economia e finanças (v) Assembleia da República; e (vii) representantes do sector privado; e parceiros de cooperação e desenvolvimento. As metas desta AE estão apresentadas na tabela abaixo:
- Texto do artigo, página 87: Indicador
Ano base 2022
2026
Sistema eletrónico integrado de monitoria e avaliação estabelecido e operacional
-
1
Número de técnicos treinados no uso do sistema integrado de monitoria e avaliação
-
500
Relatórios de avaliação do sector agrário
-
25
Indicador Ano base 2022 2026 Sistema eletrónico integrado de monitoria e avaliação estabelecido e operacional - 1 Número de técnicos treinados no uso do sistema integrado de monitoria e avaliação - 500 Relatórios de avaliação do sector agrário - 25 - Texto do artigo, página 87: AE 4.4.2 Fortalecer a capacidade de colecta e análise
- Texto do artigo, página 87: de dados estatísticos agrários assim como a disseminação dos respectivos resultados: As estatísticas agrarias são cruciais no fornecimento de evidências para a tomada de decisão informada e para a formulação e implementação de instrumentos orientadores do sector agrário. O objectivo desta AE é de ter as estatísticas agrárias fiáveis disponíveis e disseminadas aos actores do sector agrário e outros interessados para tomada de decisões informadas. O orçamento deve ser direcionado para:
- Número ou marcador, página 87: a) Custos de elaborar, aprovar e disseminar o plano director das estatísticas agrárias;
- Número ou marcador, página 87: b) Custos de estabelecimento e operacionalização de uma unidade de estatísticas agrárias para a agregação, limpeza e divulgação das estatísticas agrárias (agrícola, pecuária, florestal, pesca e aquacultura);
- Número ou marcador, página 87: c) Custos de treinamento de técnicos do sector agrário na colecta, análise de dados, e a respectiva disseminação dos resultados para os actores do sector agrário e outros interessados;
- Número ou marcador, página 87: d) Custos de colecta e análise regular de dados estatísticos no sector agrário e produção dos respectivos relatórios, estudos temáticos, e resumo de políticas;
- Número ou marcador, página 87: e) Custos de criação e operacionalização de plataformas electrónicas de disseminação de dados estatísticos e os respectivos resultados para todos os actores do sector agrário e outros interessados; e
- Número ou marcador, página 87: f) Custos de desenvolver e implementar uma metodologia para a colecta de dados estatísticos administrativos
- Texto do artigo, página 88: O investimento estimado desta AE é de MZN 24.87 milhões e os beneficiários desta AE incluem os vários actores do sector agrário (planificadores, investigadores, produtores, comerciantes, etc.). A população em geral se beneficiará com a melhoria geral da informação estatística do sector agrário. As agências
- Texto do artigo, página 88: implementadoras desta AE são a Direcção de Planificação e Políticas, Departamento de estatísticas agrárias do MADER em coordenação com os departamentos de estatística dos Ministérios do sector agrário e Instituto Nacional de Estatística (INE). As metas desta AE estão apresentadas na Tabela abaixo.
- Texto do artigo, página 88: Indicador
Ano base 2022
2026
Unidade de estatísticas agrárias
-
1
Plano director das estatísticas agrárias desenvolvido, aprovado e disseminado
-
1
Metodologia de colecta de dados administrativos produzido e em implementação
-
1
Número de técnicos treinados em colecta e análise de dados
-
500
Inquéritos agrários realizados
-
10
Plataforma eletrónica de disseminação de dados estatísticos e os respectivos resultados estabelecido e operacional
-
1
Anuários estatísticos produzidos e publicados
-
5
Indicador Ano base 2022 2026 Unidade de estatísticas agrárias - 1 Plano director das estatísticas agrárias desenvolvido, aprovado e disseminado - 1 Metodologia de colecta de dados administrativos produzido e em implementação - 1 Número de técnicos treinados em colecta e análise de dados - 500 Inquéritos agrários realizados - 10 Plataforma eletrónica de disseminação de dados estatísticos e os respectivos resultados estabelecido e operacional - 1 Anuários estatísticos produzidos e publicados - 5 - Texto do artigo, página 88: AE 4.4.3 Fortalecer a capacidade de realização da pesquisa agrária e a disseminação e uso dos respectivos resultados: O melhoramento do desempenho do sector agrário é de um lado condicionado pelo processo de tomada de decisão baseada em evidências científicas. Assim, o objectivo desta AE é de produzir evidências científicas para alimentar o processo de tomada de decisão no sector agrário. Para o alcance deste objectivo, o orçamento deve ser direccionado para:
- Número ou marcador, página 88: a) Custos de reativação da plataforma de pesquisa agrária para as análises temáticas do sector agrário e disseminação dos respectivos resultados;
- Número ou marcador, página 88: b) Custos de treinamento dos actores do sector agrário e em especial do sector público na análise, reporte e disseminação de dados do sector agrário;
- Número ou marcador, página 88: c) Custos de análises temáticas e disseminação dos respectivos estudos e resumos de políticas;
- Número ou marcador, página 88: d) Custos para a organização de pelo menos duas reuniões anualmente de divulgação dos resultados de pesquisa; e
- Número ou marcador, página 88: e) Custos do engajamento activo dos actores agrários em especial o governo e o sector privado no uso do conhecimento gerado pelos estudos de análise temáticas no processo de tomada de decisão.
- Texto do artigo, página 88: O investimento por financiar para esta AE é de MZN 95.27 milhões e estas actividades devem ser coordenadas pela Direcção de Planificação e Políticas, Departamento de Estudos do MADER em coordenação com o Comité de Coordenação do Sector Agrário (CCSA). As metas desta AE estão apresentadas na tabela abaixo.
- Texto do artigo, página 88: Indicador
Ano base 2022
2026
Plataforma de Pesquisa reativada e operacional
-
1
Número de técnicos treinados na análise, reporte e disseminação de dados
-
50
Número de estudos temáticos produzidos e publicados
-
20
Número de resumo de políticas produzidas e publicados
-
20
Número de reuniões da plataforma de pesquisa agrária organizadas
-
10
Indicador Ano base 2022 2026 Plataforma de Pesquisa reativada e operacional - 1 Número de técnicos treinados na análise, reporte e disseminação de dados - 50 Número de estudos temáticos produzidos e publicados - 20 Número de resumo de políticas produzidas e publicados - 20 Número de reuniões da plataforma de pesquisa agrária organizadas - 10 - Texto do artigo, página 88: 7 Financiamento, Cenário Fiscal, Mobilização de Recursos
- Texto do artigo, página 88: O processo de planificação e orçamentação em Moçambique é regulado pelo Sistema de Administração Financeira do Estado (SISTAFE), Lei, n.º 14/2020, de 23 de Dezembro. O PNISA II respeitará o preceituado pelo Subsistema de Planificação e Orçamentação (SPO). O SPO define o ciclo de planificação, os seus instrumentos e a responsabilidade pela sua elaboração e aprovação.
- Texto do artigo, página 88: 7.1 Financiamento Esta secção apresenta as diferentes fontes e mecanismos de
- Texto do artigo, página 88: financiamento do PNISA II. 7.1.1 Fontes de financiamento Três fontes diferentes de financiamento do PNISAII são
- Texto do artigo, página 88: consideradas:
- Número ou marcador, página 88: a) Financiamento do Governo de Moçambique (GdM) para os objectivos do sector agrário nos Ministérios
- Texto do artigo, página 88: da Agricultura e Desenvolvimento Rural (MADER), Ministério de Terra e Ambiente (MTA); Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas (MIMAIP) Ministério da Indústria e Comércio (MIC), Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos (MOPHRH); e apoio orçamentário proveniente de agências (por exemplo, projetos financiados pelo Banco Mundial, Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrário, Banco Africano de Desenvolvimento e União Europeia;
- Número ou marcador, página 88: b) Fontes fora do orçamento: financiamento de doadores, financiamento CGIAR; ONGs; e
- Número ou marcador, página 88: c) Fontes não tradicionais que não estão alinhadas ao PNISA II, mas ainda podem contribuir para o seu objetivo. Isso inclui financiamento do setor privado (de agricultores, sector privado doméstico e investimentos estrangeiros), doações de fundos de desenvolvimento, fundos de mudanças climáticas ou similares, bem
- Texto do artigo, página 89: como financiamento de outros sectores que apoiam os objetivos do PNISA II, por exemplo, serviços humanitários resposta a desastres.
- Texto do artigo, página 89: 7.1.2 Mecanismos de financiamento Existem diferentes mecanismos de financiamento que a seguir
- Texto do artigo, página 89: se descrevem:
- Número ou marcador, página 89: 1. O apoio ao orçamento sectorial é uma forma de apoio
- Texto do artigo, página 89: orçamental geral destinado ao sector agrário. Esta modalidade está totalmente dentro do orçamento, na Conta Única do Tesouro (CUT) e pode ser usado pelo Governo de Moçambique para qualquer actividade relacionada ao PNISA II.
- Número ou marcador, página 89: 2. O Financiamento Conjunto do Programa permite que os
- Texto do artigo, página 89: parceiros de desenvolvimento (PDs) financiem conjuntamente partes do PNISA. Dentro dos acordos de financiamento conjunto, o DP podem destinar o seu financiamento a determinados Programas ou AEs ou a actividades e resultados específicos dos mesmos. A implementação seria através de instituições e sistemas governamentais. O compromisso de financiamento conjunto seria regido por um acordo de financiamento conjunto assinado por vários PDs.
- Número ou marcador, página 89: 3. O cofinanciamento envolve o compromisso de vários
- Texto do artigo, página 89: PDs com um plano de trabalho e orçamento únicos e comuns. Os planos de trabalho cofinanciados sejam identificáveis dentro do plano geral de investimento do PNISA, e que estarão dentro do orçamento e farão pleno uso de sistemas governamentais, particularmente o Sistema de Planificação e Orçamento (SPO).
- Número ou marcador, página 89: 4. O Financiamento Paralelo é outro passo intermediário
- Texto do artigo, página 89: de projetos discretos para apoio programático, por meio do qual dois ou mais PDs alinham seu financiamento a planos de trabalho estreitamente vinculados. Esses planos de trabalho e financiamento relacionado serão estreitamente relacionados a Programas e Acções estratégicas do PNISA. A planificação, implementação e supervisão conjunta, e o uso de indicadores comuns reduzem podem reduzir os custos e fortalecer a harmonização do PD e alinhamento com o PNISA.
- Número ou marcador, página 89: 5. Os Projetos ainda são a principal modalidade de
- Texto do artigo, página 89: financiamento e implementação do sector agrário. Ainda assim, os projetos variam em seu grau de alinhamento e uso dos sistemas nacionais. Projetos de Instituições Financeiras Internacionais são financiados através do orçamento nacional, mas implementado através de Unidades de Gestão de Projectos (UGPs) sediadas em Ministérios sectoriais. Os projetos bilaterais tendem a estar fora do orçamento e fazer uso limitado de sistemas governamentais para implementação. Espera-se que com o PNISA II haja uma redução de projetos autónomos e maior alinhamento com os instrumentos de política do PNISA II.
- Texto do artigo, página 89: 7.1.3 Programas e projectos em curso
- Texto do artigo, página 89: Vários programas e projectos no sector agrário encontrem-se em implementação ou a serem desenhados. Estes programas encontram-se alinhados ou serão alinhados à visão e missão do PNISA II.
- Texto do artigo, página 89: Entre os programas em curso apontam-se:
- Número ou marcador, página 89: 1. PROMOVE AGRIBIZ: o projecto PROMOVE AGRIBIZ tem a duração de cinco anos (2020-2024) e é implementado em 10 distritos das províncias de Nampula e Zambézia e centrase na criação de um ambiente favorável a cadeias de valor agro-alimentares e na promoção da agricultura sustentável e orientada para o mercado. O PROMOVE AGRIBIZ vai garantir o desenvolvimento da agricultura de pequena escala, de forma sustentável e orientada para o mercado e o aumento da produção e produtividade.
- Número ou marcador, página 89: 2. PROMOVE TRANSPORTE: Que tem como objectivo o melhoramento de infraestrutura de transpores.
- Número ou marcador, página 89: 3. Projecto de Desenvolvimento da Aquacultura de Pequena Escala (PRODAPE):O PRODAPE será implementando em 23 distritos do centro e norte do país e se espera, depois de cinco anos, a produção de cerca de 24 mil toneladas de pescado. O projecto, a beneficiar cerca de 90 mil pessoas, poderá igualmente gerar cerca de 17 mil empregos.
- Número ou marcador, página 89: 4. PROCAVA- O programa de desenvolvimento de cadeias
- Texto do artigo, página 89: de valor agro-alimentares – É um programa de 10 anos (20202025) visa aumentar a resiliência dos sistemas agro-alimentares.
- Texto do artigo, página 89: 7.1.4 Financiamento privado
- Texto do artigo, página 89: Quantificar os investimentos privados no sector agrário é um enorme desafio devido à falta de dados. Embora não se tenha dados fiáveis, o valor de investimento no sector tem vindo a crescer particularmente nas cadeias de valor de cana sacarina, amêndoas, plantações florestais, oleaginosas, carnes vermelhas, horticultura e fruticultura; aves e ovos e piscicultura. Futuros investimentos de outros atores privados, incluindo empresas e agricultores de diferentes portes, são desconhecidos e difíceis de projectar a nível nacional.
- Texto do artigo, página 89: No entanto, evidências internacionais mostram que os agricultores são os principais financiadores do sectore espera-se que façam contribuições importantes através do co-financiamento da maioria das actividades do PNISA II. Espera-se que o setor privado, incluindo os agricultores, cofinancie actividades no valor de MZN 280mil milhões (40 por cento do orçamento total do PNISA II). Esse financiamento seria em dinheiro ou em espécie para um gama de investimentos e serviços. As empresas do sector do Agronegócio privado e PMEs recebendo subsídios equivalentes ou participando de PPPs também farão contribuições. Assumindo uma quota média de cofinanciamento de 20 por cento, isso resultaria na mobilização de MZN 105 mil milhões pelo sector privado. Assim, contribuição total do sector privado alcançaria o valor de MZN 385 mil milhões, o equivalente a USD 6,2 mil milhões.
- Texto do artigo, página 89: 7.2 Cenário Fiscal de Médio Prazo
- Texto do artigo, página 89: O Cenário Fiscal de Médio Prazo (CFMP) apresenta o quadro macroeconómico e fiscal para um período de 3 anos. O mais recente CFMP cobre o período de 2022-2024. O CFMP enquadra-se nos n.º 1 a 4 do artigo 18 da Lei n.º 14/2020, de 23 de Dezembro do Sistema deAdministração Financeira do Estado (SISTAFE), no seu Subsistema de Planificação e Orçamentação (SPO), que prevê o CFMP como um instrumento base no processo Planificação e Orçamentação. O PNISA II alimentará os próximos cenários fiscais, particularmente partir do CFMP 2023-2025.
- Texto do artigo, página 89: O CFMP marca o início do ciclo de planificação e orçamentação e visa introduzir uma visão de médio prazo que permitirá: (i) destacar as grandes linhas da política e da estratégia do Governo, que serão detalhadas e operacionalizadas pelo Plano Económico e Social e Orçamento do Estado(PESOE); e (ii) efectuar mudanças estruturais na despesa e aumentar o grau de previsibilidade dos recursos, contribuindo para uma planificação estratégica, coerente e compatível com os recursos disponíveis tendo em conta a conjuntura e aspectos estruturais.
- Texto do artigo, página 89: De Acordo com o CFMP 2022-2024, o sector agrário tem sido resiliente e não foi significativamente afectado directamente pela pandemia da COVID-19, tendo apresentado um crescimento positivo de 2,8% em 2020, impulsionado pela produção de cereais (milho, mapira e arroz), pela produção de tubérculos (mandioca e batata-doce) e pelo aumento da produção de feijões. Para 2021, mantem-se a perspectiva de crescimento inicial de 4 por cento,
- Texto do artigo, página 90: que será sustentado pelo aumento da produção de cereais, raízes e tubérculos, como resultado dos investimentos a serem feitos na provisão de sementes melhoradas e assistência técnica aos produtores e actores do sector agrário.
- Texto do artigo, página 90: O CFMP 2022-2024 perspectiva a continuidade de um bom desempenho do sector agrário, particularmente o subsector agrícola, no triénio (2022-2024), variando de 4,5% para 6%, respectivamente, sendo impulsionado pelo incremento de tecnologias para assistência integral aos pequenos produtores de modo a garantir uma maior expansão da rede agraria até 2024. Espera-se que este cenário moderado se estenda até ao final do PNISA II em 2026.
- Texto do artigo, página 90: 8 Arranjos de Implementação Este capítulo apresenta os arranjos institucionais, o papel
- Texto do artigo, página 90: dos actores públicos e privados e os mecanismos de responsabilização na implementação do PNISA II.
- Texto do artigo, página 90: 8.1 Arranjos institucionais
- Texto do artigo, página 90: Os programas do PNISA II devem ser coordenados pelos Ministérios, Direcções Provinciais e Direcções Distritais responsáveis pela coordenação da maioria das actividades dos programas ao nível da estrutura do governo nos diferentes níveis de governação e implementados pelos respectivos actores (produtores pequenos, médios e grandes, provedores de insumos, processadores, agentes de comercialização e comerciantes) suportados pelos parceiros de cooperação e de desenvolvimento, instituições financeiras, académicas, ensino e de investigação. A Tabela 8.1 abaixo indica a distribuição da coordenação dos diferentes programas do PNISA II pelos Ministérios do sector agrário. Cada Ministério coordenador através do respectivo
- Texto do artigo, página 90: Secretário Permanente deverá identificar as unidades específicas dentro ou fora do Ministério que tem a responsabilidade de desenvolver acções estratégicas específicas de cada programa e delegar essas unidades pela coordenação das mesmas. O arranjo estabelecido do nível central deve descer para os níveis provinciais e distritais engajando as instituições respectivas desses níveis para coordenar a execução das actividades do PNISA II.
- Texto do artigo, página 90: Para promover o engajamento dos actores agrários fora da estrutura governamental, a coordenação geral da implementação do PNISA II deve ser feita pelo Comité de Coordenação do Sector Agrário (CCSA) com representação ao nível central, provincial e distrital e cuja estrutura compreende Grupos de Trabalho do Sector Agrário, Comité Técnico e o Comité de Coordenação apoiados pelo Secretariado do CCSA. Os Comités de Coordenação devem-se reunir duas vezes ao ano sendo a primeira reunião de planificação e a outra de avaliação do PEDSA II e PNISA II enquanto os Comités Técnicos reúnem-se quatro vezes ao ano num intervalo trimestral e os grupos de trabalho reúnem oito vezes ao ano. Para garantir a implementação efectiva do PEDSA II e PNISA II, os Comités Técnicos e de Coordenação do sector agrário a vários níveis serão apoiados pelos Comités Operativos e de Direcção do PEDSA II e PNISA II, respectivamente.
- Texto do artigo, página 90: Os Comités Operativos devem ser constituídos pelos directores nacionais, chefes dos departamentos de planificação do nível provincial e distrital das unidades que implementam PEDSA II e PNISA II nos níveis central, provincial e distrital, respectivamente. Estes reúnem-se quatro vezes ao ano. Os Comités de Direcção do PEDSA II e PNISA II devem ser compostos pelos ministros, directores do governo executivo e de representação do estado ao nível provincial e pelos directores distritais que superintende os subsectores de economia e finanças, agrícola, pecuária, pescas, florestas e ambiente, indústria e comercio e obras públicas.
- Texto do artigo, página 90: Tabela 8.1 Distribuição dos programas prioritarios do PEDSA II por entidade coordenadora
- Texto do artigo, página 90: Pilar
Programa
Coordenador
1
1.1 Investigação e Inovação Agrária
MADER, MIMAIP, MCTES, SEETP
1.2 Mecanização Agrária
MADER
1.3 Sanidade e Biossegurança Agrária
MADER e MIMAIP
1.4 Irrigação
MADER
1.5 Segurança Alimentar e Nutricional
MADER
2
2.1. Mitigação e Adaptação as Mudanças Climáticas
MITA
2.2 Georeferenciamento e Planeamento Produtivo
MITA
2.3 Promover a Resiliência dos Actores aos Choques e Desastres
MADER e MTA
2.4 Promover o Maneio Sustentável dos Recursos Naturais e Resiliência dos Sistemas de Produção
MTA
3
3.1 Mercados de Insumos
MIC
3.2 Mercado de Produtos-
MEF
3.3 Cadeias de Valor Estratégicas
M A D E R , M I M A I P e MTA
3.4 Vias de Acesso, Transporte e Comunicação
MOPHRH
3.5 Infraestruturas Agrárias
MOPHRH e MIREME
3.6 Financiamento Agrário
MEF
4
4.1 Fortalecimento das Instituições Agrárias Públicas
MEF
4.2 Fortalecimento das Organizações Agrárias
MADER
4.3 Desenvolvimento empresarial
MIC
4.4 Monitoria e Avaliação
MADER, MIMAIP e MIC
Pilar Programa Coordenador 1 1.1 Investigação e Inovação Agrária MADER, MIMAIP, MCTES, SEETP 1.2 Mecanização Agrária MADER 1.3 Sanidade e Biossegurança Agrária MADER e MIMAIP 1.4 Irrigação MADER 1.5 Segurança Alimentar e Nutricional MADER 2 2.1. Mitigação e Adaptação as Mudanças Climáticas MITA 2.2 Georeferenciamento e Planeamento Produtivo MITA 2.3 Promover a Resiliência dos Actores aos Choques e Desastres MADER e MTA 2.4 Promover o Maneio Sustentável dos Recursos Naturais e Resiliência dos Sistemas de Produção MTA 3 3.1 Mercados de Insumos MIC 3.2 Mercado de Produtos- MEF 3.3 Cadeias de Valor Estratégicas M A D E R , M I M A I P e MTA 3.4 Vias de Acesso, Transporte e Comunicação MOPHRH 3.5 Infraestruturas Agrárias MOPHRH e MIREME 3.6 Financiamento Agrário MEF 4 4.1 Fortalecimento das Instituições Agrárias Públicas MEF 4.2 Fortalecimento das Organizações Agrárias MADER 4.3 Desenvolvimento empresarial MIC 4.4 Monitoria e Avaliação MADER, MIMAIP e MIC - Texto do artigo, página 91: 8.2 Papéis dos actores agrários
- Texto do artigo, página 91: Os produtores pequenos, médios e grandes, provedores de insumos, processadores, agentes de comercialização e comerciantes têm a função de investirnas actividades do PNISA II para produzir os resultados desejados concorrentes para o alcance dos objectivos preconizados no Plano de Investimento. Para tal, estes devem conhecer o conteúdo do PNISA II incluindo as oportunidades que tem em termos de recursos e incentivos para a realização das actividades do PNISA II.
- Texto do artigo, página 91: Os ministérios, direcções provinciais do governo executivo e de representação do estado e distritais coordenadores de cada programa têm a responsabilidade de fazer a planificação, monitoria e avaliação das actividades do PNISA II executadas pelos implementadores incluindo as da sua responsabilidade e produzir os respectivos relatórios para os programas que coordenam e submeter ao Secretariado do CCSA dos respectivos níveis para compilação.
- Texto do artigo, página 91: Os Grupos de Trabalho do Sector Agrário, Comités Operativos, Comités Técnicos e Comités de Direcção têm o papel de fazer a coordenação, planificação, monitoria e avaliação conjunta do PEDSA II e PNISA II e tecer as respectivas recomendações para o alcance dos objectivos e metas do PNISA II nos respectivos níveis através da discussão e aprovação dos relatórios referentes a implementação do PNISA II. O Comité de Direcção tem também um papel de: (i) engajar o governo e parceiros de cooperação e desenvolvimento na mobilização dos recursos para a implementação do PNISA II; (ii) engajar os parceiros de cooperação e desenvolvimento e o governo para priorizar a implementação das actividades plasmadas no PNISA II; e (iii) rever as actividades a serem desenvolvidas e as respectivas metas e orçamentos.
- Texto do artigo, página 91: Especificamente, os relatórios compilados pelos Secretariados do CCSA devem ser apresentados aos Grupos de Trabalho do Sector Agrário e depois aos Comités Operativos e aos Comités Técnico do CCSA dos respectivos níveis de governação para a respectiva discussão e aprovação. Os relatórios aprovados pelos Comités Técnicos do CCSA são em seguida apresentados aos Comités de Direcção do PEDSA II e PNISA II para discussão e aprovação e os relatórios aprovados por estes Comités são apresentados nos Comités de Coordenação do Sector Agrário nos respectivos níveis. Os relatórios anuais aprovados pelos Comités de Coordenação do Sector Agrário deverão em seguida serem apresentados ao Conselho de Ministros pelo Ministro que superintende a área de agricultura. Os Grupos de Trabalho, Comités Operativos, Comités Técnicos do CCSA, Comités de Direcção e o Comité de Coordenação do CCSA são apoiados na organização dos encontros e produção dos respectivos documentos pelos secretariados do CCSA nos respectivos níveis.
- Texto do artigo, página 91: 8.3 Mecanismos de responsabilização
- Texto do artigo, página 91: A responsabilização da implementação do PNISA II deve ser centrada nos respectivos resultados. Por isso, o Secretariado do CCSA deve produzir uma proposta de ficha de avaliação períodica referente a implementação de cada programa e submeter a aprovação pelos Grupos de Trabalho do Sector Agrário, Comités de Operação, Comités Técnicos do CCSA, Comités de Direcção e Comités de Coordenação do CCSA. A ficha de avaliação periódica deve ser preenchida por cada unidade implementadora e analisada pelo Secretariado do CCSA e produzir o respectivo relatório no nível de cumprimento da execução das tarefas e metas das diferentes unidades e tecer as respectivas recomendações para ser apresentado aos Grupos de Trabalho do Sector Agrário, Comités de Operação, Comités Técnicos do CCSA, Comités de Direcção e Comités de Coordenação do CCSA. Para as unidades que tiverem desempenho baixo em três períodos consecutivos
- Texto do artigo, página 91: sem justificação plausível devem ser arroladas e serem objectos de discussão do Comité de Direcção onde as respectivas penalizações serão emanadas.
- Texto do artigo, página 91: De referir que as causas do incumprimento no desenvolvimento das actividades e ou das metas pode ser da responsabilidade dos implementadores e assim, as penalizações podem também recair sobre estes principalmente quando recursos do estado estiverem envolvidos na implementação das actividades. Para tal, recomenda-se a produção e assinatura de Contratos de Desempenho para institucionalizar as avaliações de desempenho e as respectivas penalizações. Os contratos de desempenha devem indicar claramente as actividades a serem desenvolvidas e as respectivas metas nos diferentes períodos. Os implementadores que recebem apoio técnico e em recursos do estado recomendase que assinem contratos de desempenho com as unidades coordenadoras e as unidades coordenadoras por sua vez com os respectivos directores provinciais, governador e Secretário de Estado da Província e com o Ministro que superintende a área para os níveis distritais, provinciais e central, respectivamente.
- Texto do artigo, página 91: 8.4 Mecanismos de responsabilidade 8.4.1 Harmonização e alinhamento de intervenções
- Texto do artigo, página 91: Há várias intervenções em curso no sector agrário. Estas intervenções em curso serão mapeadas com um ou mais pilares e áreas de intervenção do PNISAII. Além disso, serão explicitados os instrumentos de política que a área de intervenção está implementando, a contribuição financeira para o instrumento de política e as metas a serem contabilizadas. Para novas operações financiadas por governos e doadores, a formulação deve posicionar claramente a intervenção dentro da estrutura do PNISA II.
- Texto do artigo, página 91: Harmonização das intervenções. O Governo de Moçambique garantirá que todas as intervenções no sector agrário sejam harmonizadas com a política do Governo. Em segundo lugar, o Governo assegurará que as várias intervenções financiadas pelo Governo e pelos Doadores sejam complementares, contribuindo para alcançar as metas estabelecidas em ferramentas políticas específicas.
- Texto do artigo, página 91: 8.4.2 Gestão financeira
- Texto do artigo, página 91: O PNISA II alimentará o Cenário Fiscal de Médio Prazo (CFMP). Assim, anualmente, o orçamento reflectirá a quantidade de recursos alocados a cada Pilar, Programa e Acção estratégica. Da mesma forma, a execução orçamentária informará o percentual de despesas e o nível de metas alcançadas em cada instrumento de política. Além disso, a mesma informação (número de recursos para cada instrumento de política, percentagem de despesas e nível de meta alcançado) será disponibilizada para cada governo e intervenção financiada pelos doadores. Tudo isso será definido como um sistema de gestão financeira projetado para garantir transparência e prestação de contas. Embora o sistema de gestão financeira esteja em conformidade com as normas internacionais, os subsistemas de contabilidade e auditoria serão definidos para satisfazer os requisitos dos ministérios das finanças e dos departamentos sectoriais de auditoria, bem como dos doadores.
- Texto do artigo, página 91: 8.4.3 Planificação, monitoria, avaliação e gestão do conhecimento
- Texto do artigo, página 91: A principal função da monitoria e avaliação e do PNISA II é de avaliar a relevância, eficácia, eficiência, a sustentabilidade e o impacto das intervenções bem como aprender e adaptar os programas, as acções estratégicas e os instrumentos de implementação. Todos os Ministérios do sector agrário terão funções de monitoria operacional e estatísticas baseadas em metodologias sólidas para garantir a produção contínua de dados
- Texto do artigo, página 92: relevantes, oportunos, precisos e fiáveis sobre os indicadores de desempenho do PNISA II; alimentando o sistema integrado de M&A do sector agrário. Estas funções serão guiadas por uma Estratégia e Plano de M&A durante a vigência do PNISA II. A implementação do PNISA II deve:
- Número ou marcador, página 92: a) Garantir o desenvolvimento, funcionamento eficaz e eficiente, e o fortalecimento do sistema electronico e integrado de M&A do sector agrário aos níveis nacional, provincial e distrital em todos Ministérios do sector agrário. Os indicadores de desempenho devem ser monitorados e avaliados regularmente para promover maior eficiência, eficácia e valor para o dinheiro, assim como para apoiar a implementação efectiva e oportuna e a coordenação aprimorada das despesas públicas priorizadas (incluindo ajustes de meio do ano e planos de três anos);
- Número ou marcador, página 92: b) Assegurar melhorias na qualidade e fiabilidade dos dados de despesas na base de dados de despesas do e-SISTAFE;
- Número ou marcador, página 92: c) Garantir que os resultados do sistema de M&A sejam usados como insumos estratégicos para o ciclo de planificação (planos anuais e trienais) dos Ministérios do sector agrário nos níveis nacional, provincial e distrital; e
- Número ou marcador, página 92: d) Identificar estudos estratégicos relevantes a serem realizados para avaliar questões de despesas estratégicas (por exemplo, impacto dos subsídios no sector agrário, eficiência de uso de recursos financeiros nos programas agrários, elasticidades de despesas em investigação agrária em relação à produtividade agrária, renda percapita e pobreza, dentre outros).
- Texto do artigo, página 92: O sistema integrado de M, A &A do sector agrário será:
- Número ou marcador, página 92: a) Baseado uma estrutura sólida de resultados;
- Número ou marcador, página 92: b) Focado nos indicadores mais estratégicos na fase inicial, cobrindo uma combinação de indicadores relevantes de impacto, resultado e produção agrária;
- Número ou marcador, página 92: c) Apoiado por análises anuais de alta qualidade (por exemplo, avaliações conjuntas do desempenho do sector agrário e revisão bienal dos indicadores da Declaração de Malabo);
- Número ou marcador, página 92: d) Utilizado de forma eficaz pelos tomadores de decisão; no processo de planificação, na gestão financeira e na alocação de recursos com base nos resultados; e pelos mecanismos de coordenação relevantes e fóruns/plataformas de múltiplas partes interessadas para ajudar a reforçar o acompanhamento e a responsabilidade mútua.
- Texto do artigo, página 92: A realização de revisões dos programas, acções estratégicas e instrumentos de implementação será parte integrante do processo de implementação do PEDSAII e PNISAII. Este processo deve garantir a qualidade das análises e a ampla divulgação de suas conclusões, especialmente ao nível local e para todos os actores do sector agrário (público e privados). Para assegurar melhor acompanhamento, prestação de contas, responsabilização mútua e transparência, o GdM e os parceiros de desenvolvimento e cooperação ligados à agricultura e desenvolvimento rural (AgRED) farão revisões conjuntas e, se eles precisarem de revisões separadas. As revisões podem incluir a revisão de meio termo “mid-term review” e avaliações de desempenho do sector agrário.
- Texto do artigo, página 92: É de realçar que a eficácia e eficiência do sistema integrado de M&A do sector agrário dependem da capacidade institucional para:
- Número ou marcador, página 92: a) Monitorar e avaliar o PNISA II;
- Número ou marcador, página 92: b) Gerar informação fiável e atempada de modo que esta informação possa ser usada na planificação e orçamentação anual dos diferentes actores do sector agrário;
- Número ou marcador, página 92: c) Coordenar os diferentes actores estratégicos do sector agrário, incluindo o sector privado, para a implementação das Acçãos estratégicas;
- Número ou marcador, página 92: d) Desenhar uma abordagem holística de M&A que inclua todos os actores estratégicos do sector agrário.
- Texto do artigo, página 92: Quadro baseado em resultados
- Texto do artigo, página 92: O Quadro de Resultados é parte integrante dos processos de implementação do CAADP do país, pelo que os actores e partes interessadas a nível nacional assumem, portanto, a responsabilidade central pela sua implementação. O Quadro será útil na ligação dentro e em níveis, sectores e áreas temáticas, bem como em instituições estatais e não estatais, incluindo a sociedade civil, as organizações do sector privado e os parceiros de desenvolvimento.
- Texto do artigo, página 92: Nível 1: Apresenta resultados de nível de impacto para os quais o sector agrícola contribuirá. Este nível destaca as mudanças socioeconómicas e de transformação de alto nível em Moçambique, exibidas em objectivos de crescimento e desenvolvimento inclusivo, nomeadamente: a criação de riqueza e (b) segurança alimentar e nutricional; c Oportunidades económicas, erradicação da pobreza e prosperidade partilhada; e (d) resiliência e sustentabilidade. É a importância do contributo agrícola para estas áreas de resultados que demonstrará a expressão "crescimento e desenvolvimento orientados para a agricultura". Espera-se que um melhor desempenho agrícola contribua para atingir estes objectivos, reconhecendo simultânea que outros sectores da economia também contribuem para estes objectivos. Nível 2: Descreve os resultados desejados do desempenho
- Texto do artigo, página 92: agrícola, em termos de produção, produtividade e competitividade, bem como eficácia e eficiência em todos os sistemas de produção relacionados. Descreve os resultados intermédios prioritários necessários para dar o melhor contributo do sector agrário para os resultados do nível 1. A este respeito, é o sucesso e o melhor desempenho nas áreas prioritárias identificadas a este nível que determinarão a extensão da contribuição agrário para os resultados e impactos do nível 1.
- Texto do artigo, página 92: Os objectivos nos níveis 1 e 2 apresentam objectivos e metas a nível nacional. O nível 3 descreve como uma combinação de várias capacidades vai acelerar o crescimento agrário e alargar
- Texto do artigo, página 92: o seu impacto. Apresenta os principais resultados da política, institucional e de capacidade necessários para desencadear alterações no nível 2; a obtenção de resultados nas áreas prioritárias definidas permitirá ao País alcançar um desempenho adequado, eficaz e eficiente no sector agrário (ou seja, nível 2). Este nível define especificamente os resultados em termos de capacidades sistémicas para conceber e implementar eficazmente políticas e programas agrários a nível nacional. Define as áreas de resultados prioritários que constituem o "apoio à implementação do PEDSA II" a nível nacional. A tabela no Anexo 1: Quadro de resultados apresenta os objectivos estratégicos e os correspondentes indicadores e metas estratégicas que devem ser monitorados e avaliados anualmente. Para além das monitorias anuais para efeito de planificação,
- Texto do artigo, página 93: seguindo as boas praticas internacionais, devem ser feitas dois estudos de avaliação do PEDSA II, nomeadamente o de Avaliação de Meio Termo a ser realizado em 2026 e de Avaliação Final a ser feito em 2030.
- Texto do artigo, página 93: 8.5 Riscos e medidas de mitigação O PNISA está sujeito a uma série de riscos genéricos que
- Texto do artigo, página 93: podem afectar todos os programas de desenvolvimento do País. Estes incluem:
- Número ou marcador, página 93: a) Limitada capacidade nas instituições governamentais e recursos humanos;
- Número ou marcador, página 93: b) O desafio de coordenar o PNISA investimentos dentro e entre instituições; c)Garantir que o grupo-alvo primário (pequenos produtores) participem plenamente e que as mulheres, jovens e outros grupos desfavorecidos sejam incluídos;
- Número ou marcador, página 93: d) Gestão riscos ambientais e climáticos;
- Número ou marcador, página 93: e) A vontade do sector privado de participar;
- Número ou marcador, página 93: f) Instabilidade devido a acção de terrorismo em algumas partes do País; e
- Número ou marcador, página 93: g) Coordenar múltiplas modalidades de financiamento
- Texto do artigo, página 93: Esses desafios precisam ser enfrentados numa situação em que todas as partes interessadas, especialmente pequenos agricultores, são rotineiramente confrontados com uma série de riscos que trazem reveses em seus esforços para alcançar melhores condições de vida. Esses riscos incluem eventos climáticos extremos (cheias, ciclone, inundações), flutuações de preços de mercadorias; posse insegurança da terra e dos recursos hídricos; deficiência ou doenças; surtos de pragas e doenças, incertezas sobre a disponibilidade e preço de insumos agrários entre outros. O PNISA II reconhece a forte dependência do cultivo de sequeiro, e a baixa capacidade dos agregados familiares agrários para gerir os riscos e, consequentemente, a necessidade de fazer investimentos em resiliência.
- Texto do artigo, página 93: Todos os riscos mencionados acima são considerados “riscos de fundo” que devem ser confrontados e geridos com ou sem o PNISA II. O PNISA II inclui muitas iniciativas que são destinadas a mitigar esses riscos. Espera-se que os pacotes de boas práticas agrárias melhorem a resiliência dos sistemas agroalimentares à variabilidade climática e às mudanças climáticas. Os investimentos no desenvolvimento da irrigação também são uma medida de adaptação útil. A comercialização e a agregação de valor reduzirão a exposição à flutuações de preços das principais mercadorias, a segurança da posse da terra será melhorada e a capacidade de manejar pragas e os desafios da doença serão reforçados. Por meio dessas e de outras medidas, o PNISA II trará uma redução progressiva da exposição ao risco dos actores agrários Moçambicanos. Assim, os riscos associados com a implementação do PNISA II são menores do que as de não o implementar. Sem o PNISA II, a possibilidade de uma rápida transformação agrária será adiada.
- Texto do artigo, página 93: A capacidade institucional é um risco bem conhecido para as iniciativas de desenvolvimento agrário em Moçambique. O PNISA II reconhece o papel crítico que as instituições desempenharão e incorporamedidas de capacitação em cada Programa e acção estratégica. A implementação bem-sucedida também dependerá sobre a disponibilidade de gestão competente e pessoal técnico ao nível central, Provincial e distrital.
- Texto do artigo, página 93: O processo de descentralização acentua os riscos de capacidade institucional. Há ainda um longo processo de aprendizagem e aperfeiçoamento do processo de descentralização em curso. Isso representa um desafio para o sector agrário em termos de influência directa sobre o pessoal da linha de frente, mas também é uma oportunidade para garantir que a planificação
- Texto do artigo, página 93: seja mais sensível às necessidades locais. No entanto, ainda não está definido como a descentralização administrativa e fiscal acontecerá e em que medida.
- Texto do artigo, página 93: A participação do sector privado é um elemento chave do PNISA II. A teoria de mudança foca particularmente na importância de se criar um ambiente de negócio favorável à participação do sector privado na actividade agrária. Consequentemente, o PNISA II inclue medidas específicas para motivar o investimento por pequenos proprietários e agricultores comerciais facilitando o acesso a insumos, tecnologias, mercados e serviços financeiros, e criando um ambiente propício e atraente para o investimento privado no sector. O sector privado vai estar representado nos órgãos consultivos e de governança do CCSA.
- Texto do artigo, página 93: Existe um risco de degradação ambiental devido a praticas insustentáveis de gestão de recursos naturais. Prevê-se que o PNISA II estimule o aumento da actividade agrária empregando os princípios da intensificação agrícola sustentável com base em tecnologias que são mais produtivos e mais resilientes e sustentáveis. No entanto, a mitigação de possíveis efeitos adversos também será considerada quando necessário. O PNISA II também implementará programas de formação em práticas agrárias inteligentes para o clima, incluindo agricultura de conservação, agrossilvicultura, e gestão sustentável de recursos naturais.
- Texto do artigo, página 93: A existência de um défice de financiamento e a necessidade de mobilizar financiamento de múltiplos fontes (nacionais e internacionais) apresenta um desafio significativo. Há, no País, uma luta contínua pelos escassos recursos que, às vezes, dificulta a tomada de decisões estratégicas e os processos de priorização. A disponibilidade de financiamento tende a influenciar a definição de prioridades tanto quanto (ou mais do que) as considerações estratégicas. Factores externos a Moçambique também pode afectar o setor, por exemplo, redução do financiamento ou mudança prioridades dos parceiros de desenvolvimento.
- Texto do artigo, página 93: 8.6 Salvaguardas
- Texto do artigo, página 93: A implementação do PNISA II envolve vários actores e partes interessadas, de diferentes esferas de actuação. O processo implica implementar programas, projectos e acções que, para além de gerar benefícios como espelhados nos objectivos e metas, podem gerar danos, tanto para as comunidades onde estas acções vão ter lugar, assim como o ambiente socio económico e biológico. Num contexto em que os efeitos das mudanças climáticas fazem presentes e evidentes, toda acção humana é sensível para o próprio homem e o habitat onde este se encontra. Há necessidade, por disso de definir regras e códigos de conduta, por forma a garantir que os diferentes actores envolvidos na implementação do PNISA II, através de seus programas, projectos e investimentos, não prejudiquem as pessoas e o meio ambiente. Daí a necessidade de considerar uma estratégia que define as normas e medidas de salvaguarda.
- Texto do artigo, página 93: 8.6.1 Filosofia das salvaguardas
- Texto do artigo, página 93: As salvaguardas a serem consideradas para a implementação dos programas do PNISAII devem considerar os campos, ambiental e social. Portanto, na implementação dos programas, o Estado define regras e normas, de tal forma que todos os actores (entre privados, públicos, incluindo parceiros) envolvidos na implementação do PNISAII possam identificar os possíveis danos da sua actuação, e desta forma adotar medidas para evitar e/ou reduzir os impactos negativos. Essa é a função do Estado que esta patente na teoria de mudança que indica a necessidade de criar dum ambiente favorável para o sucesso e efectiva implementação.
- Texto do artigo, página 93: O estabelecimento de salvaguardas no desenho e implementação de programas e projectos no âmbito do PEDSA II pretende garantir que sejam considerados todos os actores relevantes
- Texto do artigo, página 94: na implementação da estratégia, assegurando que todas as comunidades e interessados nos locais ou regiões onde os programas serão implementados gozem e exerçam seus direitos sociais e económico. Ademais, todos os processos de implementação sigam os padrões de produção e prestação de serviços, tendo em conta os impactos ambientais, incluindo a consideração dos aspectos de vulnerabilidade e condicionalismos da realidade local onde estas intervenções serão introduzidas.
- Texto do artigo, página 94: 8.6.2 Formato geral das salvaguardas
- Texto do artigo, página 94: As abordagens das Salvaguardas Socio ambientais seguirão a política do Banco Mundial sobre a matéria, considerando o uso dos sistemas nacionais (todo o sistema legal que obriga ao projecto de média dimensão, a realização de EAIA)
- Texto do artigo, página 94: As salvaguardas integrarão todas as fases da implementação dos programas, ou seja, desde fase da programação (processos participativos no desenho dos programas), avaliação e Implementação e reavaliação no final da implementação do programa em referência.
- Texto do artigo, página 94: As áreas de conformidade das salvaguardas incluem:
- Número ou marcador, página 94: a) Avaliação Ambiental
- Número ou marcador, página 94: b) Avaliação do Habitats Naturais
- Número ou marcador, página 94: c) Análise de Sistemas controle de Pragas
- Número ou marcador, página 94: d) Analise das condições das populações nativas e seus hábitos e costumes
- Número ou marcador, página 94: e) Recursos Culturais Físicos, incluindo os meios de vida sustentáveis
- Número ou marcador, página 94: f) Reassentamento Involuntário -
- Número ou marcador, página 94: g) Analise e Gestão de Florestas – recursos e sistemas de aproveitamento de recursos
- Número ou marcador, página 94: h) Analise (Capacidades, sustentabilidade e Impactos) dos Sistemas de segurança na construção de sistemas de irrigação.
- Texto do artigo, página 94: As definições dos termos das salvaguardas integrarão, para alem de actores do Governo, os actores dos parceiros de cooperação e financiadores e a sociedade civil. O Governo definirá e introduzira um mecanismo e dispositivos para implementação das salvaguardas necessárias para o sector, sob gestão das salvaguardas.
- Texto do artigo, página 94: 9 Resumo do Orçamento O orçamento total estimado para o PNISA II (2022-2026)
- Texto do artigo, página 94: é de MZN 249,871.54, o equivalente a aproximadamente USD 4,037 milhões. O orçamento é distribuído como se indica:
- Texto do artigo, página 94: Pilares estratégico
Objectivo estratégico
Orçamento (Milhões MZN)
Produção, produtividade e competitividade agrária
Aumentar a produtividade agrária de forma sustentável e resiliente às mudanças climáticas
46 952,50
Gestão sustentável de recursos naturais
Promover a gestão integrada, sustentável e resiliente dos recursos naturais
69 750,90
Agronegócio
Fortalecer e facilitar o acesso de produtos agrários ao mercado doméstico, regional e internacional, de forma inclusiva e competitiva, maximizando o envolvimento inclusivo do sector privado
115 411,51
Fortalecimento e desenvolvimento institucional
Fortalecer a eficiência e eficácia das instituições agrárias públicas e privadas e da sociedade civil no desempenho dos seus papeis no desenvolvimento do sector agrário.
17 756,63
Total Geral (milhões MZN)
249 871,54
Total Geral (milhões USD)
4 036,70
Pilares estratégico Objectivo estratégico Orçamento (Milhões MZN) Produção, produtividade e competitividade agrária Aumentar a produtividade agrária de forma sustentável e resiliente às mudanças climáticas 46 952,50 Gestão sustentável de recursos naturais Promover a gestão integrada, sustentável e resiliente dos recursos naturais 69 750,90 Agronegócio Fortalecer e facilitar o acesso de produtos agrários ao mercado doméstico, regional e internacional, de forma inclusiva e competitiva, maximizando o envolvimento inclusivo do sector privado 115 411,51 Fortalecimento e desenvolvimento institucional Fortalecer a eficiência e eficácia das instituições agrárias públicas e privadas e da sociedade civil no desempenho dos seus papeis no desenvolvimento do sector agrário. 17 756,63 Total Geral (milhões MZN) 249 871,54 Total Geral (milhões USD) 4 036,70 - Texto do artigo, página 94: 10 Sustentabilidade
- Número ou marcador, página 94: 1. Em primeiro lugar, com a abordagem baseada em ferramentas (políticas), a implementação do PNISA II transcende a ação e a duração de simples projetos. As ferramentas de política propostas são as ferramentas técnicas e financeiras que o Governo irá implementar a longo prazo para contribuir para a: a) produção e produtividade e competitividade agrária sustentável, b) a segurança alimentar e integração regional, c) maior competitividade e melhores mercados e comércio de produtos agrários (produtos agrícolas, pecuários, pesqueiros
- Texto do artigo, página 94: e florestais). O financiamento dos doadores será então direcionado para ajudar o Governo a implementar as suas próprias ferramentas. Avaliações periódicas ajudarão a reajustar essas medidas de política operacional e melhorar seu desempenho.
- Número ou marcador, página 94: 2. Em segundo lugar, a responsabilidade dos beneficiários e seu compromisso com a implementação de mecanismos de sustentabilidade é um princípio orientador das ferramentas de política L-IB-NAIP.
- Número ou marcador, página 94: 3. Terceiro, a abordagem da cadeia de valor com foco em
- Texto do artigo, página 94: clusters regionais favorece a sustentabilidade da produção, processamento e comercialização de commodities de interesse regional
- Número ou marcador, página 95: Anexos Anexo 1: Quadro de resultados Tabela xx. Indicadores, Linha de Base e Metas do Nível de Resultados
- Texto do artigo, página 95: Indicador
Unidade de Medida
Meta
Ano base 2022
2026
2031
Taxa mínima de crescimento anual da produção pecuária
%
5%
10%
Volume de Produção de pescado em regime de aquacultura
Mil Ton
200
400
Taxa de Crescimento do Valor acrescentado
Taxa de redução de Perdas Pós captura
%
25%
50%
Área reflorestada
ha
1 milhão
Taxa de redução de Desflorestamento
%
25%
50%
Número de pequenos produtores com acesso aos serviços de extensão agrária
Número
Percentagem de terra arável beneficie de práticas de maneio sustentável e resiliente ao clima
%
15%
30%
Proporção de Florestas restauradas
%
0.025%
0.05%
Proporção de recursos marinhos biologicamente sustentáveis
%
5%
10%
Número de pescadores licenciados
Unidade
Artesanais
Unidade
19000
29000
Semi-industriais
Unidade
384
576
Industriais
Unidade
155
233
Percentagem de produtores resilientes às mudanças climáticas e efeitos adversos relacionados
%
15%
30%
Percentagem de explorações agrárias resistentes aos choques e desastres.
%
15%
30%
Taxa de crescimento de produtores que usam insumos agrários melhorados
%
50%
100%
Taxa de crescimento de produtores que comercializam a sua produção agrária nas cadeias de valor agrárias estratégica
%
50%
100%
Taxa de variação de importações do Arroz
%
-13%
-25%
Taxa de variação de importações do Frango
%
-13%
-25%
Taxa de crescimento do valor do comércio agrário de produtos de origem nacional no mercado doméstico
%
13%
25%
Taxa de crescimento do valor de produtos agrários exportado
%
13%
25%
Taxa de crescimento do investimento público e privado na comercialização agrária;
%
15%
30%
Percentagem dos produtores agrários com acesso ao crédito
%
15%
Indicador Unidade de Medida Meta Ano base 2022 2026 2031 Taxa mínima de crescimento anual da produção pecuária % 5% 10% Volume de Produção de pescado em regime de aquacultura Mil Ton 200 400 Taxa de Crescimento do Valor acrescentado Taxa de redução de Perdas Pós captura % 25% 50% Área reflorestada ha 1 milhão Taxa de redução de Desflorestamento % 25% 50% Número de pequenos produtores com acesso aos serviços de extensão agrária Número Percentagem de terra arável beneficie de práticas de maneio sustentável e resiliente ao clima % 15% 30% Proporção de Florestas restauradas % 0.025% 0.05% Proporção de recursos marinhos biologicamente sustentáveis % 5% 10% Número de pescadores licenciados Unidade Artesanais Unidade 19000 29000 Semi-industriais Unidade 384 576 Industriais Unidade 155 233 Percentagem de produtores resilientes às mudanças climáticas e efeitos adversos relacionados % 15% 30% Percentagem de explorações agrárias resistentes aos choques e desastres. % 15% 30% Taxa de crescimento de produtores que usam insumos agrários melhorados % 50% 100% Taxa de crescimento de produtores que comercializam a sua produção agrária nas cadeias de valor agrárias estratégica % 50% 100% Taxa de variação de importações do Arroz % -13% -25% Taxa de variação de importações do Frango % -13% -25% Taxa de crescimento do valor do comércio agrário de produtos de origem nacional no mercado doméstico % 13% 25% Taxa de crescimento do valor de produtos agrários exportado % 13% 25% Taxa de crescimento do investimento público e privado na comercialização agrária; % 15% 30% Percentagem dos produtores agrários com acesso ao crédito % 15% 30. % Proporção das despesas públicas no OE, alocadas ao sector agrário % 8% 10% Proporção de recursos destinados a Investigação e inovação como percentagem do PIB % 0.05% 1% Percentagem de produtores agrários no sistema digital % 40% 80% Taxa de uso de meios inovadores de comunicação iterativa dos produtores agrários cadastrados % 50% 100% - Texto do artigo, página 95: 30. %
Proporção das despesas públicas no OE, alocadas ao sector agrário
%
8%
10%
Proporção de recursos destinados a Investigação e inovação como percentagem do PIB
%
0.05%
1%
Percentagem de produtores agrários no sistema digital
%
40%
80%
Taxa de uso de meios inovadores de comunicação iterativa dos produtores agrários cadastrados
%
50%
100%
Indicador Unidade de Medida Meta Ano base 2022 2026 2031 Taxa mínima de crescimento anual da produção pecuária % 5% 10% Volume de Produção de pescado em regime de aquacultura Mil Ton 200 400 Taxa de Crescimento do Valor acrescentado Taxa de redução de Perdas Pós captura % 25% 50% Área reflorestada ha 1 milhão Taxa de redução de Desflorestamento % 25% 50% Número de pequenos produtores com acesso aos serviços de extensão agrária Número Percentagem de terra arável beneficie de práticas de maneio sustentável e resiliente ao clima % 15% 30% Proporção de Florestas restauradas % 0.025% 0.05% Proporção de recursos marinhos biologicamente sustentáveis % 5% 10% Número de pescadores licenciados Unidade Artesanais Unidade 19000 29000 Semi-industriais Unidade 384 576 Industriais Unidade 155 233 Percentagem de produtores resilientes às mudanças climáticas e efeitos adversos relacionados % 15% 30% Percentagem de explorações agrárias resistentes aos choques e desastres. % 15% 30% Taxa de crescimento de produtores que usam insumos agrários melhorados % 50% 100% Taxa de crescimento de produtores que comercializam a sua produção agrária nas cadeias de valor agrárias estratégica % 50% 100% Taxa de variação de importações do Arroz % -13% -25% Taxa de variação de importações do Frango % -13% -25% Taxa de crescimento do valor do comércio agrário de produtos de origem nacional no mercado doméstico % 13% 25% Taxa de crescimento do valor de produtos agrários exportado % 13% 25% Taxa de crescimento do investimento público e privado na comercialização agrária; % 15% 30% Percentagem dos produtores agrários com acesso ao crédito % 15% 30. % Proporção das despesas públicas no OE, alocadas ao sector agrário % 8% 10% Proporção de recursos destinados a Investigação e inovação como percentagem do PIB % 0.05% 1% Percentagem de produtores agrários no sistema digital % 40% 80% Taxa de uso de meios inovadores de comunicação iterativa dos produtores agrários cadastrados % 50% 100% - Texto do artigo, página 96: Produtividade das cadeias de valor estratégicas
- Texto do artigo, página 96: Cadeias estratégicas
Uniadde
2022
2026
2031
Milho
tons/ha
1.0
1.5
2.0
Arroz
tons/ha
1.1
1.6
2.2
Gergelim
tons/ha
0.8
1.2
1.6
Soja
tons/ha
1.5
2.3
3.0
Algodão
tons/ha
0.6
0.9
1.3
Castanha de caju
tons
177,000
183,500
190,000
Tomate
tons/ha
22
33
44
Batata reno
tons/ha
17
21
25
Banana
tons
tbd
tbd
tbd
Peso médio carcaça bovino
kg
130
150
170
Peso médio carcaça caprino
kg
12
12
15
Taxa de Extração (bovinos)
%
7
15
30
Produtividade pecuária: Taxa de crescimento
Carne bovina
%
9.3
11.6
13.9
Frango
%
20.2
25.3
30.3
Ovos
%
20.1
25.1
30.2
Carne caprina
%
11.9
14.9
17.9
Produção de aquacultura
Camarão
Tilápia
mil tons
4
200
400
Plantações florestais: Reflorestamento
Pinho (anual)
mil ha
21
31.5
42
Eucalipto
mil ha
49
73.5
98
Cadeias estratégicas Uniadde 2022 2026 2031 Milho tons/ha 1.0 1.5 2.0 Arroz tons/ha 1.1 1.6 2.2 Gergelim tons/ha 0.8 1.2 1.6 Soja tons/ha 1.5 2.3 3.0 Algodão tons/ha 0.6 0.9 1.3 Castanha de caju tons 177,000 183,500 190,000 Tomate tons/ha 22 33 44 Batata reno tons/ha 17 21 25 Banana tons tbd tbd tbd Peso médio carcaça bovino kg 130 150 170 Peso médio carcaça caprino kg 12 12 15 Taxa de Extração (bovinos) % 7 15 30 Produtividade pecuária: Taxa de crescimento Carne bovina % 9.3 11.6 13.9 Frango % 20.2 25.3 30.3 Ovos % 20.1 25.1 30.2 Carne caprina % 11.9 14.9 17.9 Produção de aquacultura Camarão Tilápia mil tons 4 200 400 Plantações florestais: Reflorestamento Pinho (anual) mil ha 21 31.5 42 Eucalipto mil ha 49 73.5 98 - Número ou marcador, página 97: Anexo 2: Orçamento detalhado Orçamento por pilar estratégico e programa prioritário (milhões MZN)
- Texto do artigo, página 97: Pilar e Programa
Orçamento (milhões MZN)
Pilar Estratégico 1 Produção, Produtividade e Competitividade Agrária
46 952,50
1.1 Investigação e Inovação Agrária
7 479,92
1.2 Extensão Agrária
17 385,06
1.3 Mecanização Agrária
616,88
1.4 Sanidade e Biossegurança Agrária
2 605,12
1.5 Irrigação
6 995,00
1.6 Integração dos Pequenos Agricultores nas Cadeias de Valores Sustentáveis e Competitivas
129,45
1.7 Segurança Alimentar e Nutricional
11 741,07
Pilar Estratético 2 Gestão Sustentável de Recursos Naturais
69 750,90
2.1 Mitigação e Adaptação as Mudanças Climáticas
1 881,25
2.2 Georeferenciamento e Planeamento Produtivo
65 913,30
2.3 Promover a Resiliência dos Actores aos Choques e Desastres
528,62
2.4 Promover o Maneio Sustentável dos Recursos Naturais e Resiliência dos Sistemas de Produção
1 427,73
Pilar Estratégico 3 Ambiente de Negócios
115 411,51
3.1 Mercados de Insumos Agrários
641,22
3.2 Mercados de Produtos Agrários
166,89
3.3 Cadeias de Valor Estratégicas
1 659,32
3.4 Vias de Acesso, Transporte e Comunicação
5 180,00
3.5 Infra-estruturas Agrárias
95 785,68
3.6 Financiamento Agrário
11 978,40
Pilar Estratégico 4 Fortalecimento e Desenvolvimento Institucional
17 756,63
4.1 Fortalecimento das Instituições Agrárias Públicas
5 292,88
4.2 Fortalecimento das Organizações Agrárias
3 539,28
4.3 Desenvolvimento Empresarial
6 657,28
4.4 Monitoria e Avaliação
2 267,19
Total (Milhões de Mts)
249 871,54
Total (Milhões de USD)
4 036,70
Pilar e Programa Orçamento (milhões MZN) Pilar Estratégico 1 Produção, Produtividade e Competitividade Agrária 46 952,50 1.1 Investigação e Inovação Agrária 7 479,92 1.2 Extensão Agrária 17 385,06 1.3 Mecanização Agrária 616,88 1.4 Sanidade e Biossegurança Agrária 2 605,12 1.5 Irrigação 6 995,00 1.6 Integração dos Pequenos Agricultores nas Cadeias de Valores Sustentáveis e Competitivas 129,45 1.7 Segurança Alimentar e Nutricional 11 741,07 Pilar Estratético 2 Gestão Sustentável de Recursos Naturais 69 750,90 2.1 Mitigação e Adaptação as Mudanças Climáticas 1 881,25 2.2 Georeferenciamento e Planeamento Produtivo 65 913,30 2.3 Promover a Resiliência dos Actores aos Choques e Desastres 528,62 2.4 Promover o Maneio Sustentável dos Recursos Naturais e Resiliência dos Sistemas de Produção 1 427,73 Pilar Estratégico 3 Ambiente de Negócios 115 411,51 3.1 Mercados de Insumos Agrários 641,22 3.2 Mercados de Produtos Agrários 166,89 3.3 Cadeias de Valor Estratégicas 1 659,32 3.4 Vias de Acesso, Transporte e Comunicação 5 180,00 3.5 Infra-estruturas Agrárias 95 785,68 3.6 Financiamento Agrário 11 978,40 Pilar Estratégico 4 Fortalecimento e Desenvolvimento Institucional 17 756,63 4.1 Fortalecimento das Instituições Agrárias Públicas 5 292,88 4.2 Fortalecimento das Organizações Agrárias 3 539,28 4.3 Desenvolvimento Empresarial 6 657,28 4.4 Monitoria e Avaliação 2 267,19 Total (Milhões de Mts) 249 871,54 Total (Milhões de USD) 4 036,70 - Texto do artigo, página 97: Orçamento anual por pilar estratégico (milhões MZN)
- Texto do artigo, página 97: Pilar
2022
2023
2024
2025
2026
Total
Pilar 1
9 472,73
9 238,51
9 360,16
10 317,99
8 563,22
46 952,50
Pilar 2
14 248,98
13 500,61
13 803,78
13 934,88
14 262,64
69 750,90
Pilar 3
23 133,24
23 297,78
22 909,25
23 123,67
22 947,54
115 411,51
Pilar 4
3 554,33
3 489,70
3 494,66
3 576,54
3 641,41
17 756,63
Total (milhões de Mts)
50 409,28
49 526,61
49 567,86
50 953,08
49 414,80
249 871,54
Total (milhões de USD)
814,37
800,11
800,77
823,15
798,30
4 036,70
Pilar 2022 2023 2024 2025 2026 Total Pilar 1 9 472,73 9 238,51 9 360,16 10 317,99 8 563,22 46 952,50 Pilar 2 14 248,98 13 500,61 13 803,78 13 934,88 14 262,64 69 750,90 Pilar 3 23 133,24 23 297,78 22 909,25 23 123,67 22 947,54 115 411,51 Pilar 4 3 554,33 3 489,70 3 494,66 3 576,54 3 641,41 17 756,63 Total (milhões de Mts) 50 409,28 49 526,61 49 567,86 50 953,08 49 414,80 249 871,54 Total (milhões de USD) 814,37 800,11 800,77 823,15 798,30 4 036,70 - Texto do artigo, página 97: Pilar 2022 2023 2024 2025 2026 Total
Pilar 1 9 472,73 9 238,51 9 360,16 10 317,99 8 563,22 46 952,50
Pilar 2 14 248,98 13 500,61 13 803,78 13 934,88 14 262,64 69 750,90
Pilar 3 23 133,24 23 297,78 22 909,25 23 123,67 22 947,54 115 411,51
Pilar 4 3 554,33 3 489,70 3 494,66 3 576,54 3 641,41 17 756,63
Total (milhões de Mts) 50 409,28 49 526,61 49 567,86 50 953,08 49 414,80 249 871,54
Total (milhões de USD) 814,37 800,11 800,77 823,15 798,30 4 036,70
Pilar 2022 2023 2024 2025 2026 Total Pilar 1 9 472,73 9 238,51 9 360,16 10 317,99 8 563,22 46 952,50 Pilar 2 14 248,98 13 500,61 13 803,78 13 934,88 14 262,64 69 750,90 Pilar 3 23 133,24 23 297,78 22 909,25 23 123,67 22 947,54 115 411,51 Pilar 4 3 554,33 3 489,70 3 494,66 3 576,54 3 641,41 17 756,63 Total (milhões de Mts) 50 409,28 49 526,61 49 567,86 50 953,08 49 414,80 249 871,54 Total (milhões de USD) 814,37 800,11 800,77 823,15 798,30 4 036,70 - Texto do artigo, página 98: Total
46 952,50
7 479,92
17 385,06
616,88
2 605,12
6 995,00
129,45
11 741,07
69 750,90
1 881,25
65 913,30
528,62
1 427,73
115 411,51
641,22
166,89
1 659,32
5 180,00
95 785,68
11 978,40
17 756,63
5 292,88
3 539,28
6 657,28
2 267,19
249 871,54
4 036,70
2026
8 563,22
1 364,19
3 170,69
112,51
475,12
1 275,75
23,61
2 141,34
14 262,64
384,68
13 477,93
108,09
291,94
22 947,54
127,50
33,18
329,93
1 029,95
19 045,29
2 381,69
3 641,41
1 085,43
725,81
1 365,23
464,94
49 414,80
798,30
2025
10 317,99
1 643,74
3 820,43
135,56
572,48
1 537,18
28,45
2 580,14
13 934,88
375,84
13 168,21
105,61
285,23
23 123,67
128,47
33,44
332,46
1 037,86
19 191,47
2 399,97
3 576,54
1 066,09
712,88
1 340,91
456,66
50 953,08
823,15
2024
9 360,16
1 491,15
3 465,78
122,98
519,34
1 394,48
25,81
2 340,63
13 803,78
372,30
13 044,32
104,61
282,55
22 909,25
127,28
33,13
329,38
1 028,23
19 013,51
2 377,72
3 494,66
1 041,68
696,56
1 310,21
446,20
49 567,86
800,77
2023
9 238,51
1 471,77
3 420,74
121,38
512,59
1 376,36
25,47
2 310,21
13 500,61
364,12
12 757,83
102,32
276,34
23 297,78
129,44
33,69
334,96
1 045,67
19 335,97
2 418,04
3 489,70
1 040,21
695,57
1 308,35
445,57
49 526,61
800,11
2022
9 472,73
1 509,08
3 507,46
124,46
525,59
1 411,25
26,12
2 368,78
14 248,98
384,31
13 465,02
107,99
291,66
23 133,24
128,53
33,45
332,60
1 038,29
19 199,41
2 400,97
3 554,33
1 059,47
708,45
1 332,58
453,82
50 409,28
814,37
Pilar e Programa
PILAR ESTRATÉGICO 1 PRODUÇÃO, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE AGRÁRIA
1.1 Investigação e Inovação Agrária
1.2 Extensão Agrária
1.3 Mecanização Agrária
1.4 Sanidade e Biossegurança Agrária
1.5 Irrigação
1.6 Integração dos Pequenos Agricultores nas Cadeias de Valores Sustentáveis e Competitivas
1.7 Segurança Alimentar e Nutricional
PILAR ESTRATÉTICO 2 GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS NATURAIS
2.1 Mitigação e Adaptação as Mudanças Climáticas
2.2 Georreferenciamento e Planeamento Produtivo
2.3 Promover a Resiliência dos Actores aos Choques e Desastres
2.4 Promover o Maneio Sustentável dos Recursos Naturais e Resiliência dos Sistemas de Produção
PILAR ESTRATÉGICO 3 AMBIENTE DE NEGÓCIOS
3.1 Mercados de Insumos Agrários
3.2 Mercados de Produtos Agrários
3.3 Cadeias de Valor Estratégicas
3.4 Vias de Acesso, Transporte e Comunicação
3.5 Infraestruturas Agrárias
3.6 Financiamento Agrário
PILAR ESTRATÉGICO 4 FORTALECIMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL
4.1 Fortalecimento das Instituições Agrarias Públicas
4.2 Fortalecimento das Organizações Agrárias
4.3 Desenvolvimento Empresarial
4.4 Monitoria e Avaliação
Total (Milhões de Mts)
Total (Milhões de USD)
Total 46 952,50 7 479,92 17 385,06 616,88 2 605,12 6 995,00 129,45 11 741,07 69 750,90 1 881,25 65 913,30 528,62 1 427,73 115 411,51 641,22 166,89 1 659,32 5 180,00 95 785,68 11 978,40 17 756,63 5 292,88 3 539,28 6 657,28 2 267,19 249 871,54 4 036,70 2026 8 563,22 1 364,19 3 170,69 112,51 475,12 1 275,75 23,61 2 141,34 14 262,64 384,68 13 477,93 108,09 291,94 22 947,54 127,50 33,18 329,93 1 029,95 19 045,29 2 381,69 3 641,41 1 085,43 725,81 1 365,23 464,94 49 414,80 798,30 2025 10 317,99 1 643,74 3 820,43 135,56 572,48 1 537,18 28,45 2 580,14 13 934,88 375,84 13 168,21 105,61 285,23 23 123,67 128,47 33,44 332,46 1 037,86 19 191,47 2 399,97 3 576,54 1 066,09 712,88 1 340,91 456,66 50 953,08 823,15 2024 9 360,16 1 491,15 3 465,78 122,98 519,34 1 394,48 25,81 2 340,63 13 803,78 372,30 13 044,32 104,61 282,55 22 909,25 127,28 33,13 329,38 1 028,23 19 013,51 2 377,72 3 494,66 1 041,68 696,56 1 310,21 446,20 49 567,86 800,77 2023 9 238,51 1 471,77 3 420,74 121,38 512,59 1 376,36 25,47 2 310,21 13 500,61 364,12 12 757,83 102,32 276,34 23 297,78 129,44 33,69 334,96 1 045,67 19 335,97 2 418,04 3 489,70 1 040,21 695,57 1 308,35 445,57 49 526,61 800,11 2022 9 472,73 1 509,08 3 507,46 124,46 525,59 1 411,25 26,12 2 368,78 14 248,98 384,31 13 465,02 107,99 291,66 23 133,24 128,53 33,45 332,60 1 038,29 19 199,41 2 400,97 3 554,33 1 059,47 708,45 1 332,58 453,82 50 409,28 814,37 Pilar e Programa PILAR ESTRATÉGICO 1 PRODUÇÃO, PRODUTIVIDADE E COMPETITIVIDADE AGRÁRIA 1.1 Investigação e Inovação Agrária 1.2 Extensão Agrária 1.3 Mecanização Agrária 1.4 Sanidade e Biossegurança Agrária 1.5 Irrigação 1.6 Integração dos Pequenos Agricultores nas Cadeias de Valores Sustentáveis e Competitivas 1.7 Segurança Alimentar e Nutricional PILAR ESTRATÉTICO 2 GESTÃO SUSTENTÁVEL DE RECURSOS NATURAIS 2.1 Mitigação e Adaptação as Mudanças Climáticas 2.2 Georreferenciamento e Planeamento Produtivo 2.3 Promover a Resiliência dos Actores aos Choques e Desastres 2.4 Promover o Maneio Sustentável dos Recursos Naturais e Resiliência dos Sistemas de Produção PILAR ESTRATÉGICO 3 AMBIENTE DE NEGÓCIOS 3.1 Mercados de Insumos Agrários 3.2 Mercados de Produtos Agrários 3.3 Cadeias de Valor Estratégicas 3.4 Vias de Acesso, Transporte e Comunicação 3.5 Infraestruturas Agrárias 3.6 Financiamento Agrário PILAR ESTRATÉGICO 4 FORTALECIMENTO E DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 4.1 Fortalecimento das Instituições Agrarias Públicas 4.2 Fortalecimento das Organizações Agrárias 4.3 Desenvolvimento Empresarial 4.4 Monitoria e Avaliação Total (Milhões de Mts) Total (Milhões de USD) - Texto do artigo, página 98: 9 238,519 360,1610 317,998 563,2246 952,50
- Texto do artigo, página 98: 1 471,771 491,151 643,741 364,197 479,92
- Texto do artigo, página 98: 3 420,743 465,783 820,433 170,6917 385,06
- Texto do artigo, página 98: 121,38122,98135,56112,51616,88
- Texto do artigo, página 98: 512,59519,34572,48475,122 605,12
- Texto do artigo, página 98: 1 376,361 394,481 537,181 275,756 995,00
- Texto do artigo, página 98: 25,4725,8128,4523,61129,45
- Texto do artigo, página 98: 2 310,212 340,632 580,142 141,3411 741,07
- Texto do artigo, página 98: 13 500,6113 803,7813 934,8814 262,6469 750,90
- Texto do artigo, página 98: 364,12372,30375,84384,681 881,25
- Texto do artigo, página 98: 12 757,8313 044,3213 168,2113 477,9365 913,30
- Texto do artigo, página 98: 102,32104,61105,61108,09528,62
- Texto do artigo, página 98: 276,34282,55285,23291,941 427,73
- Texto do artigo, página 98: 23 297,7822 909,2523 123,6722 947,54115 411,51
- Texto do artigo, página 98: 129,44127,28128,47127,50641,22
- Texto do artigo, página 98: 33,6933,1333,4433,18166,89
- Texto do artigo, página 98: 334,96329,38332,46329,931 659,32
- Texto do artigo, página 98: 1 045,671 028,231 037,861 029,955 180,00
- Texto do artigo, página 98: 19 335,9719 013,5119 191,4719 045,2995 785,68
- Texto do artigo, página 98: 2 418,042 377,722 399,972 381,6911 978,40 3 489,703 494,663 576,543 641,4117 756,63
- Texto do artigo, página 98: 1 040,211 041,681 066,091 085,435 292,88
- Texto do artigo, página 98: 695,57696,56712,88725,813 539,28
- Texto do artigo, página 98: 1 308,351 310,211 340,911 365,236 657,28
- Texto do artigo, página 98: 445,57446,20456,66464,942 267,19
- Texto do artigo, página 98: 49 526,6149 567,8650 953,0849 414,80249 871,54
- Texto do artigo, página 98: 800,11800,77823,15798,304 036,70
- Texto do artigo, página 98: 2023202420252026Total
- Texto do artigo, página 98: Orçamentoporpilarestratégicoeprogramaprioritário(milhõesMZN)
- Texto do artigo, página 99: Acrónimos e Abreviaturas
- Texto do artigo, página 99: AE
Acção Estratégica
BM
Banco de Moçambique
BMM
Bolsa de Mercadorias de Moçambique
CAADP
Comprehensive Africa Agriculture Development Program
CCGRRD
Conselho de Gestão e Redução de Risco de Desastres
CCSA
Comité de Coordenação do Sector Agrário
CEPAQ
Centro de Pesquisa em Aquacultura
CDR
Campo de Demonstração de Resultados
CFMP
Cenário Fiscal de Médio Prazo
CGRN
Comités de Gestão dos Recursos Naturais
CLGRD
Comité Local de Gestão de Risco de Desastres
COMFAM
Comité de Fortificação de Alimentos de Moçambique
CONSAN
Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional
COVID-19
Coronavirus disease 2019
CQNUMC
Convenção Quadro das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas
CTPGRRD
Conselho Técnico Provincial de Gestão e Redução de Risco de Desastres
CUT
Conta Única do Tesouro
DUAT
Direito de Uso e Aproveitamento da Terra
EDR
Estratégia de Desenvolvimento Rural
ENDE
Estratégia Nacional de Desenvolvimento
ESAN
Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional
FAO
Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura
GdM
Governo de Moçambique
GIIMC
Grupo Interinstitucional para as Mudanças Climáticas
IAI
Inquérito Agrário Integrado
ICM
Instituto de Cereais de Moçambique
IES
Instituições de Ensino Superior
IDE
Investimento Directo Estrangeiro
IIAM
Instituto de Investigação Agrária de Moçambique
IIP
Instituto Nacional de Investigação Pesqueira
INE
Instituto Nacional de Estatísticas
INIR
Instituto Nacional de Irrigação
INGD
Instituto Nacional de Gestão e de Redução do Risco de Desastres
INNOQ
Instituto Nacional de Normalização e Qualidade
IOF
Inquérito sobre Orçamento Familiar
IPCC
Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas
M&A
Monitoria e Avaliação
MADER
Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural
MASA
Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar
MC
Mudanças Climáticas
MCTES
Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
MEF
Ministério da Economia e Finanças
MIC
Ministério da Indústria e Comércio
MGCAS
Ministério do Género, Criança e Acção Social
MIMAIP
Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas
MINEDH
Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano
MITADER
Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural
MIREME
Ministério dos Recursos Minerais e Energia
AE Acção Estratégica BM Banco de Moçambique BMM Bolsa de Mercadorias de Moçambique CAADP Comprehensive Africa Agriculture Development Program CCGRRD Conselho de Gestão e Redução de Risco de Desastres CCSA Comité de Coordenação do Sector Agrário CEPAQ Centro de Pesquisa em Aquacultura CDR Campo de Demonstração de Resultados CFMP Cenário Fiscal de Médio Prazo CGRN Comités de Gestão dos Recursos Naturais CLGRD Comité Local de Gestão de Risco de Desastres COMFAM Comité de Fortificação de Alimentos de Moçambique CONSAN Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional COVID-19 Coronavirus disease 2019 CQNUMC Convenção Quadro das Nações Unidas para as Mudanças Climáticas CTPGRRD Conselho Técnico Provincial de Gestão e Redução de Risco de Desastres CUT Conta Única do Tesouro DUAT Direito de Uso e Aproveitamento da Terra EDR Estratégia de Desenvolvimento Rural ENDE Estratégia Nacional de Desenvolvimento ESAN Estratégia de Segurança Alimentar e Nutricional FAO Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura GdM Governo de Moçambique GIIMC Grupo Interinstitucional para as Mudanças Climáticas IAI Inquérito Agrário Integrado ICM Instituto de Cereais de Moçambique IES Instituições de Ensino Superior IDE Investimento Directo Estrangeiro IIAM Instituto de Investigação Agrária de Moçambique IIP Instituto Nacional de Investigação Pesqueira INE Instituto Nacional de Estatísticas INIR Instituto Nacional de Irrigação INGD Instituto Nacional de Gestão e de Redução do Risco de Desastres INNOQ Instituto Nacional de Normalização e Qualidade IOF Inquérito sobre Orçamento Familiar IPCC Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas M&A Monitoria e Avaliação MADER Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural MASA Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar MC Mudanças Climáticas MCTES Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior MEF Ministério da Economia e Finanças MIC Ministério da Indústria e Comércio MGCAS Ministério do Género, Criança e Acção Social MIMAIP Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas MINEDH Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano MITADER Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural MIREME Ministério dos Recursos Minerais e Energia - Texto do artigo, página 100: MOPHRH
Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos
MPME
Micro Pequenas e Médias Empresas
MTA
Ministério da Terra e Ambiente
NUIA
Número Único de Identificação do Actor Agrário
ODS
Objectivos de Desenvolvimento Sustentável
OE
Orçamento de Estado
PACE
Pequeno Agricultor Comercial Emergente
PAEI
Política Agrária e Estratégia de Implementação
PAMRDO
Plano de Acção Multissectorial para a Redução da Desnutrição Crónica
PCR
Poupança e Crédito Rotativo
PEA
População Economicamente Activa
PEDSA
Plano Estratégico de Desenvolvimento do Sector Agrário
PES
Plano Económico e Social
PESOE
Plano Económico e Social e Orçamento do Estado
PD
Parceiros de Desenvolvimento
PIB
Produto Interno Bruto
PNFA
Programa Nacional de Fortificação Alimentar
PNISA
Plano Nacional de Investimento do Sector Agrário
POLMAR
Política e Estratégia do Mar
PQG
Plano Quinquenal do Governo
PROAGRI
Programa Nacional de Desenvolvimento Agrário
PRONAE
Programa Nacional de Alimentação Escolar
RGPH
Recenseamento Geral da População e Habitação
RMD
Rendimento Médio Diário
REPETE
Revisão Periódica de Tecnologias
RISDP
Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional
SADC
Southern Africa Development Community
SAN
Segurança Alimentar e Nutricional
SEJE
Secretaria de Estado da Juventude e Emprego
SETSAN
Secretariado Técnico de Segurança Alimentar e Nutricional
SIF
Sistema de Informação Florestal
SPO
Sistema de Planificação e Orçamentação
SUE
Sistema Unificado de Extensão
TIC
Tecnologia de Informação e Comunicação
UGP
Unidade de Gestão de Projecto
MOPHRH Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos MPME Micro Pequenas e Médias Empresas MTA Ministério da Terra e Ambiente NUIA Número Único de Identificação do Actor Agrário ODS Objectivos de Desenvolvimento Sustentável OE Orçamento de Estado PACE Pequeno Agricultor Comercial Emergente PAEI Política Agrária e Estratégia de Implementação PAMRDO Plano de Acção Multissectorial para a Redução da Desnutrição Crónica PCR Poupança e Crédito Rotativo PEA População Economicamente Activa PEDSA Plano Estratégico de Desenvolvimento do Sector Agrário PES Plano Económico e Social PESOE Plano Económico e Social e Orçamento do Estado PD Parceiros de Desenvolvimento PIB Produto Interno Bruto PNFA Programa Nacional de Fortificação Alimentar PNISA Plano Nacional de Investimento do Sector Agrário POLMAR Política e Estratégia do Mar PQG Plano Quinquenal do Governo PROAGRI Programa Nacional de Desenvolvimento Agrário PRONAE Programa Nacional de Alimentação Escolar RGPH Recenseamento Geral da População e Habitação RMD Rendimento Médio Diário REPETE Revisão Periódica de Tecnologias RISDP Plano Estratégico Indicativo de Desenvolvimento Regional SADC Southern Africa Development Community SAN Segurança Alimentar e Nutricional SEJE Secretaria de Estado da Juventude e Emprego SETSAN Secretariado Técnico de Segurança Alimentar e Nutricional SIF Sistema de Informação Florestal SPO Sistema de Planificação e Orçamentação SUE Sistema Unificado de Extensão TIC Tecnologia de Informação e Comunicação UGP Unidade de Gestão de Projecto - Texto do artigo, página 101: Glossário de Termos Seleccionados
- Texto do artigo, página 101: Agregado Familiar: Conjunto de pessoas que residem na mesma habitação ou conjunto de habitações que se encontram no mesmo espaço habitacional, tenham ou não relações de parentesco, podendo ocupar a totalidade ou parte da habitação e cujas despesas para a satisfação das necessidades essenciais são suportadas parcial ou totalmente em conjunto.
- Texto do artigo, página 101: Agricultura: Ciência e a prática de actividades relacionadas à produção, processamento, embalagem, transporte, comércio, marketing, consumo e uso de alimentos, rações e fibras, incluindo aquacultura, agricultura, pesca selvagem, silvicultura e pecuária.
- Texto do artigo, página 101: Cadeias de Valor: Conjunto de actores e actividades necessárias para levar os produtos agrários da produção ao consumo, incluindo processamento, armazenamento, transporte, marketing e retalho.
- Texto do artigo, página 101: Parceria Público Privado: Modelo de delegação, por uma entidade pública numa entidade privada, da responsabilidade de execução ou prestação, manutenção e financiamento de uma obra, infraestrutura ou serviço público, por um período temporal suficientemente longo para que se torne possível a amortização do investimento privado.
- Texto do artigo, página 101: Produtor(a): Pessoa que possui, trabalha ou opera uma exploração agrícola que cultiva terras ou plantações, e/ou pratica a actividade pecuária incluindo a captura de produtos da pesca. Sempre que este documento se refere a “produtor”, ele assume produtores de culturas, criadores de animais e pescadores.
- Texto do artigo, página 101: Sector Agrário: na presente estratégia, abrange as actividades de criação de valor nas actividades: agrícolas, pecuária, florestas e pescas. Esta definição de “sector agrário” está em linha com
- Texto do artigo, página 101: a definição acordada pela União Africana e pela Nova Parceria para o Desenvolvimento de África e gravita em torno da Classificação das Funções das Administrações Públicas, revista pelas Nações Unidas em 1989 e aprovada pelos Ministros da Southern African Development Community (SADC) em Junho de 2007, em Lusaca, Zâmbia.
- Texto do artigo, página 101: Sector Privado: Conjunto de actividades e organizações cuja propriedade ou gestão pertence a pessoas singulares ou colectivas privadas. O sector privado é organizado em: 1) Empresas individuais, 2) Parcerias 3) Micro, pequenas e médias empresas, 4) Grandes corporações e multinacionais, 5) Associações profissionais e comerciais, e 6) Sindicatos.
- Texto do artigo, página 101: Sector Público: Conjunto de actividades e organizações cuja propriedade e gestão pertence ao Estado ou a outras entidades governamentais.
- Texto do artigo, página 101: Semente melhorada: Semente resultante da multiplicação de material parental visando incorporar elementos que enriquecem o material inicial com objectivo de dotar a semente de resistência a seca, doença, praga e aumento da produtividade.
- Texto do artigo, página 101: Transformação Agrária. Um processo de mudança de um estágio para outro caracterizado por quatro mudanças principais, incluindo: a) modernização da produção agrária e de mercados de insumos agrários servindo o mercado doméstico, regional e internacional; b) acréscimo de valor monetário ao longo da cadeia de valor passando da produção primária para o processamento e retalho; c) criação de empregos agrários mais produtivos; e d) mudança de procura (devido particularmente a alteração dos gostos e preferências) pelo que as pessoas consomem (por exemplo, mais alimentos processados, proteínas animais) e onde comprá-los (por exemplo, retalho formal).
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