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Texto do artigo · p. 51 atrair,recrutareTexto do artigo · p. 51 internacionalmeTexto do artigo · p. 51 efinanciarumTexto do artigo · p. 51 programaparaTexto do artigo · p. 51 nteparaI&DaTexto do artigo · p. 51 qualificadosTexto do artigo · p. 51 técnicosTexto do artigo · p. 51 Esperado AcçãoTexto do artigo · p. 51 tempoTexto do artigo · p. 51 Aumento do número do pessoal de I&D (se possível a dobrar)Texto do artigo · p. 51 possíveladobrar)Texto do artigo · p. 51 tempointeiro,emTexto do artigo · p. 51 centros,institutosTexto do artigo · p. 51 euniversidadesdeTexto do artigo · p. 51 investigação,aTexto do artigo · p. 51 dopessoaldeTexto do artigo · p. 51 AumentodoTexto do artigo · p. 51 ResultadoTexto do artigo · p. 51 númerodoTexto do artigo · p. 51 pessoal(seTexto do artigo · p. 51 I&DTexto do artigo · p. 52 IES
IIC
IIC
IES
FNI
MCTES
IES
IIC
IIC
IES
MCTES
MCTES
MEF
IBE
MCTES
63
63
63
63
63
63
63
1
63
63
1
Instrumento
Regulatório
revistoe
aprovado
Nr.de
mecanismos
estabelecidos
Nr.debolsasde
estudo
atribuídas
Nr.de
capacitações
realizadas
inteiro/períodos
específicos
22.2.Revere
melhoraros
termosde
referênciaparao
pessoaldeI&D
emtempointeiro
eminstituições
públicas.
22.3.Estabelecer
osmecanismos
paratornara
carreirade
investigação
científicamais
atractiva.
22.4.Estabelecer
programasde
formaçãodos
investigadores
paraonívelde
doutoramentoe
pós-
doutoramento
emáreas
prioritáriasde
I&D.
22.5.Capacitar
investigadores
emáreas
especializadas
oucompetências
necessáriaspara
agestãoda
investigaçãoe
utilizaçãode
Texto do artigo · p. 52 36363IBEMCTESTexto do artigo · p. 52 MCTESIESTexto do artigo · p. 52 IICTexto do artigo · p. 52 MEF IICTexto do artigo · p. 52 IESTexto do artigo · p. 52 FNITexto do artigo · p. 52 IESTexto do artigo · p. 52 IICTexto do artigo · p. 52 MCTESIICTexto do artigo · p. 52 IESTexto do artigo · p. 52 MCTESTexto do artigo · p. 53 INAGE
MTC
ENPCT
MCTES
INTIC
1
Academiade
Desenvolviment
odeRecursos
Humanosem
Segurança
Cibernética
estabelecida
tecnologias
digitais
modernascom
enfaseparaIA,
IoT,robótica
entreoutras.
22.6.Estabelecer
umaAcademia
de
Desenvolviment
odeRecursos
Humanosem
Segurança
Cibernética
Texto do artigo · p. 53 PRIORIDADE
BAIXA
PRIORIDADE
MEDIATexto do artigo · p. 53 Responsável
Interveniente
MCTES
MINEDH
SEETP
IES
IFP’s
SDEJT
IES
IIC
2033
—
2032
2031
2030
2029
2028
—
2027
2026
2025
1
2024Texto do artigo · p. 53 Estratégica IndicadoResponsávelIntervenienteTexto do artigo · p. 53 MICULTURTexto do artigo · p. 53 MCTESMINEDHTexto do artigo · p. 53 MINEDHTexto do artigo · p. 53 SociedadeTexto do artigo · p. 53 MGCASTexto do artigo · p. 53 IIC MCTESTexto do artigo · p. 53 INTIC INAGETexto do artigo · p. 53 ENPCTTexto do artigo · p. 53 SEETPTexto do artigo · p. 53 SDEJTTexto do artigo · p. 53 MGASTexto do artigo · p. 53 SEETPTexto do artigo · p. 53 MTCTexto do artigo · p. 53 IFP’sTexto do artigo · p. 53 SPASTexto do artigo · p. 53 IESTexto do artigo · p. 53 civilTexto do artigo · p. 53 IICTexto do artigo · p. 53 1MCTESTexto do artigo · p. 53 1IESTexto do artigo · p. 53 IORIDADETexto do artigo · p. 53 AIXATexto do artigo · p. 53 volvimentTexto do artigo · p. 53 miadeTexto do artigo · p. 53 ecursosTexto do artigo · p. 53 nosemTexto do artigo · p. 53 éticaTexto do artigo · p. 53 lecidaTexto do artigo · p. 53 ançaTexto do artigo · p. 53 IntervençãoEstratégica23:AumentodonúmerodTexto do artigo · p. 53 ProgramTexto do artigo · p. 53 desenvolTexto do artigo · p. 53 estabelecTexto do artigo · p. 53 Nr.dereTexto do artigo · p. 53 perceçõeTexto do artigo · p. 53 elaboradTexto do artigo · p. 53 sobreasTexto do artigo · p. 53 CTEMTexto do artigo · p. 53 popularizaçãodeTexto do artigo · p. 53 sobreasrelaçõesTexto do artigo · p. 53 degénerocomoTexto do artigo · p. 53 CTEMecolherTexto do artigo · p. 53 tecnológiconoTexto do artigo · p. 53 particularmenteTexto do artigo · p. 53 programaparaTexto do artigo · p. 53 aspercepçõesTexto do artigo · p. 53 DesenvolverTexto do artigo · p. 53 processodeTexto do artigo · p. 53 mundoeTexto do artigo · p. 53 nopaís.Texto do artigo · p. 53 Esperado AcçãoTexto do artigo · p. 53 avançoTexto do artigo · p. 53 23.1.Texto do artigo · p. 53 triplicadonúmeroTexto do artigo · p. 53 cursosdeCTEMTexto do artigo · p. 53 matriculadasemTexto do artigo · p. 53 DuplicadooTexto do artigo · p. 53 mulheresemTexto do artigo · p. 53 profissõesdeTexto do artigo · p. 53 deraparigasTexto do artigo · p. 53 ResultadoTexto do artigo · p. 53 númerodeTexto do artigo · p. 53 nadécadaTexto do artigo · p. 53 CTEMeTexto do artigo · p. 53 seguinteTexto do artigo · p. 54 MCTES
MEF
SEETP
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5000
5000
5000
5000
5000
5000
5000
50%
5000
Nr.debolsasde
estudo
atribuídas
%decurrículos
revistoscoma
inclusãode
mulherese
raparigasem
CTEM
23.2.Estabelecer
incentivos,
incluindofundos
especiais,para
apoiara
matrículade
raparigasem
cursosCTEMe
aparticipaçãode
mulheresem
profissõesde
CTEM.
23.3.Reveros
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escolas,ETPe
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paraincluira
questãodo
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particularmente
ocasodas
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raparigasem
CTEM.
Texto do artigo · p. 55 ObjafimdedesenvolveroSNCTIdeMoçambiqueeTexto do artigo · p. 55 1Texto do artigo · p. 55 PILTexto do artigo · p. 55 aproTexto do artigo · p. 55 InteTexto do artigo · p. 55 MetaTexto do artigo · p. 55 PRIORIDADE BAIXA
PRIORIDADE MEDIA
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MCTES
10
Nr.depontos
focais
designados
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cibernética
24.4.
Assegurara
indicaçãode
pontosfocais
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inovaçãoe
cibernéticaem
cinco
embaixadas
selecionadasde
Moçambique
naÁfrica,
Ásia,Europae
América.
Texto do artigo · p. 56 Estratégica IndicadorResponsávelIntervenienteTexto do artigo · p. 56 MINECMCTESTexto do artigo · p. 56 PRIORIDADE ALTA
PRIORIDADE MÉDIA
PRIORIDAD E BAIXA
2033
2032
2031
2030
2029
2028
2027
2026
2025
2024Texto do artigo · p. 56 Nr.deacordosTexto do artigo · p. 56 bilateraisouTexto do artigo · p. 56 multilateraisTexto do artigo · p. 56 assinadosTexto do artigo · p. 56 25.1.AumentarTexto do artigo · p. 56 onúmerodeTexto do artigo · p. 56 bilateraiseTexto do artigo · p. 56 acordosTexto do artigo · p. 56 Esperado AcçãoTexto do artigo · p. 56 IncrementadooTexto do artigo · p. 56 internacionaldeTexto do artigo · p. 56 financiamentoTexto do artigo · p. 56 ResultadoTexto do artigo · p. 56 I&IparaTexto do artigo · p. 56 candidaturas MCTESMINECTexto do artigo · p. 56 MEFTexto do artigo · p. 56 participaçãoem Nr.deTexto do artigo · p. 56 multilateraisdeTexto do artigo · p. 56 cooperaçãoouTexto do artigo · p. 56 CTIassinadosTexto do artigo · p. 56 Moçambique.Texto do artigo · p. 56 IncrementaraTexto do artigo · p. 56 parceriaemTexto do artigo · p. 56 investigadorese 25.2.Texto do artigo · p. 56 porTexto do artigo · p. 56 EnvolvidosmaisTexto do artigo · p. 56 activamenteosTexto do artigo · p. 56 MoçambiqueTexto do artigo · p. 57 MCTES
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FNI
10
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10
10
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investigadores
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deexcelência
internacionaise
regionaisem
CTI.
25.3.Reforçar
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financiamento
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de
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deI&D.
Moçambique
activona
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acordosde
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transferênciade
tecnologia
Texto do artigo · p. 57 10101010FNIMCTESTexto do artigo · p. 57 MEFTexto do artigo · p. 57 conTexto do artigo · p. 57 deeTexto do artigo · p. 57 inteTexto do artigo · p. 57 finaTexto do artigo · p. 57 atriTexto do artigo · p. 57 MoTexto do artigo · p. 57 conTexto do artigo · p. 57 proTexto do artigo · p. 57 inteTexto do artigo · p. 57 aloTexto do artigo · p. 57 regTexto do artigo · p. 57 CTTexto do artigo · p. 57 25.Texto do artigo · p. 57 aliTexto do artigo · p. 57 parTexto do artigo · p. 57 bolTexto do artigo · p. 57 moTexto do artigo · p. 57 parTexto do artigo · p. 57 invTexto do artigo · p. 57 deTexto do artigo · p. 57 parTexto do artigo · p. 57 emTexto do artigo · p. 57 invTexto do artigo · p. 57 técnicosdoPaísTexto do artigo · p. 57 e/ouprogramasTexto do artigo · p. 57 transferênciadeTexto do artigo · p. 57 internacionaisTexto do artigo · p. 57 prospecçãodeTexto do artigo · p. 57 emprojectosTexto do artigo · p. 57 MoçambiqueTexto do artigo · p. 57 tecnologiaeTexto do artigo · p. 57 acordosdeTexto do artigo · p. 57 aquisiçãoeTexto do artigo · p. 57 tecnologiaTexto do artigo · p. 57 activonaTexto do artigo · p. 57 deI&D.Número ou marcador · p. 58 5. Mecanismo de Implementação, Financiamento, Monitoria e AvaliaçãoTexto do artigo · p. 58 Para garantir a operacionalização da PCTI, através da sua Estratégia de Implementação, as seguintes acções devem ser realizadas:Texto do artigo · p. 58 a)desenvolvimento de planos e programas de implementação da PCTI;
Número ou marcador · p. 58 b) desenvolvimento de uma estrutura para monitorar e avaliar a implementação de políticas em cada plano e programas relacionados;
Número ou marcador · p. 58 c) formação dos funcionários da Unidade Orgânica do Ministério que superintende a área de Ciência e Tecnologia, que responde pelas políticas e estratégias de CTI, em Monitoria e Avaliação (M&A); e
Número ou marcador · p. 58 d) reforço da capacidade de análise e revisão de políticas do Ministério que superintende a área de Ciência e Tecnologia.Texto do artigo · p. 58 A implementação efectiva do presente PCTI e a sua Estratégia de Implementação dependerá em grande parte da disponibilidade e alocação de recursos financeiros adequados. De facto, sem um financiamento específico ou direcionado, as metas e resultados descritos nesta estrutura política permanecerão meras declarações de intenções. Assim, é fundamental que o GdM desenvolva uma estratégia explícita para mobilizar e alocar recursos financeiros adequados para a implementação desta política. Assim, espera-se que o GdM realize as seguintes acções:Número ou marcador · p. 58 a) desenvolvimento de um plano financeiro abrangente de longo prazo para mobilizar e alocar fundos para a implementação da PCTI e sua Estratégia de Implementação;
Número ou marcador · p. 58 b) estabelecimento de um fundo para apoiar o desenvolvimento de planos de implementação e alavancar recursos nacionais e internacionais, no Ministério que superintende a área de Ciência e Tecnologia.Texto do artigo · p. 58 5.1. Mecanismo de ImplementaçãoTexto do artigo · p. 58 A presente PCTI fornece um Quadro Estratégico básico para moldar o panorama do SNCTI, de modo a influenciar positivamente os esforços e comportamentos das suas partes interessadas. A PCTI e sua estratégia serão implementadas por todos os actores do SNCTI, através da coordenação do Ministério que tutela a área de Ciência e Tecnologia no país, sob aconselhamento do CNCT.Texto do artigo · p. 58 De modo a garantir a operacionalização efectiva da PCTI e sua Estratégia de Implementação, torna-se necessário definir o papel de cada um dos actores do SNCTI como interveniente-chave. A seguir são apresentados os papéis e as responsabilidades de cada um dos intervenientes-chave do SNCTI.Número ou marcador · p. 58 a) Governo Central: formulará políticas, promulgará regulamentações e fornecerá financiamento para a implementação de Políticas e Regulamentos de CTI. Também proporcionará um quadro institucional apropriado para a implementação de Políticas e Monitoria e Avaliação de desempenho. Deverá implementar as melhores práticas de gestão do SNCTI em Moçambique usando indicadores de relevância, acesso, qualidade, eficácia, eficiência e sustentabilidade das suas intervenções, programas e projectos.
Número ou marcador · p. 58 b) Instituições de Investigação e de Ensino Superior incluindo as Empresas de Desenvolvimento Tecnológico: implementarão a PCTI por meio de programas e projectos, conforme previsto nos seusTexto do artigo · p. 58 mandatos institucionais e à luz da Estratégia de CTI a ser aprovada para os próximos 10 anos.Texto do artigo · p. 58 c)Governos Locais: à luz da descentralização governamental em vigor no país, os Governos locais garantirão a participação dos distritos e das comunidades locais na formulação, implementação e monitoria das actividades de CTI e apropriação dos produtos tecnológicos derivados da implementação dos programas de desenvolvimento local.Número ou marcador · p. 58 d) Sector Privado: irá conceber e financiar programas e projectos para a implementação da PCTI em parceria com o Governo, ONG’s, Academia e Sociedade Civil para impulsionar a materialização do processo de transferência de tecnologia;
Número ou marcador · p. 58 e) Organizações da Sociedade Civil: as Organizações da Sociedade Civil (OSCs), incluindo as ONG’s, desenvolverão e financiarão programas e estratégias para a implementação de CTI de acordo com as suas missões e prioridades de desenvolvimento. Elas estimularão também, a participação de grupos de interesses especiais e grupos desfavorecidos;
Número ou marcador · p. 58 f) Comunidades Locais de CTI: participarão na concepção e implementação de programas de CTI ao nível comunitário e também fornecerão evidências sobre a adequação e eficácia dos programas na abordagem para soluções aos problemas locais;
Número ou marcador · p. 58 g) Parceiros de Desenvolvimento e Comunidade Internacional: contribuirão para o financiamento das acções estratégicas e actividades previstas para a implementação da Política de acordo com as suas prioridades de financiamento e a estratégia de desenvolvimento do Governo para a CTI. A comunidade internacional também deverá apoiar e incentivar as melhores práticas de gestão, monitoria e avaliação das iniciativas do SNCTI em Moçambique usando indicadores de relevância, acesso, qualidade, eficácia, eficiência e sustentabilidade das suas intervenções, programas e projectos.Texto do artigo · p. 58 5.2. Mecanismo de Financiamento da PCTI O financiamento da estratégia de implementação da PCTI deveTexto do artigo · p. 58 ser efectuado através de: (i) alocação de recursos internos e (ii) colaboração internacional.Texto do artigo · p. 58 i. Alocação de Recursos InternosNúmero ou marcador · p. 58 a) comprometimento do Governo para fazer uma dotação orçamental de pelo menos 1% do PIB para despesas em CTI.
b)desenvolvimento de mecanismos adequados para aumentar a canalização de mais alocações governamentais ou orçamentais para I&D por meio do FNI.
Número ou marcador · p. 58 c) estabelecimento de benefícios fiscais para empresas que canalizam recursos e doações para a realização de acções de I&D.
Número ou marcador · p. 58 d) mobilização de fundos, por parte dos actores do SNCTI, para o engajamento de diversas instituições nacionais em pesquisas de colaboração nacional, regional e internacional.Texto do artigo · p. 58 ii. Colaboração InternacionalNúmero ou marcador · p. 58 a) firmação pelo Governo para estabelecer parcerias/ acordos mutuamente benéficos com outros países e organizações multilaterais e adesão a protocolos de CTI para beneficiar a nação em investimentos e recursos.Número ou marcador · p. 59 b) busca activa à adesão a organismos internacionais distintos no âmbito de CTI pelas instituições nacionais de I&D e investigadores moçambicanos.
Número ou marcador · p. 59 c) criação de plataformas de ligação que possam facilitar o envolvimento de investigadores moçambicanos no exterior (incluindo os da diáspora) em actividades locais de I&D.
Número ou marcador · p. 59 d) ingresso de Moçambique em organismos internacionais distintos no âmbito de CTI e manutenção da qualidade de membro regular.
Número ou marcador · p. 59 e) criação de plataformas de ligação que possam facilitar o envolvimento de investigadores moçambicanos no exterior (incluindo os da diáspora) em actividades locais de I&D.Texto do artigo · p. 59 5.3. Mecanismo de Monitoria e AvaliaçãoTexto do artigo · p. 59 A Monitoria e Avaliação (M&A) será usada para identificar os desafios de implementação da PCTI e ajustar a intervenção política e os instrumentos de implementação da mesma. A M&A da PCTI será coordenada pelo Ministério que superintende a área de C&T, com a participação e contribuição de todos os actores do SNCTI.Texto do artigo · p. 59 Os conteúdos e procedimentos de M&A da PCTI serão harmonizados com os instrumentos operacionais de planificação, orçamentação e monitoria e avaliação, usados pelo GdM. Para permitir avaliar o progresso de forma consistente, em relação aos objectivos estabelecidos, será elaborada uma matriz de indicadores de produtos, metas anuais e indicadores de resultado. Para além da matriz de indicadores será estabelecido um fórum sectorial no qual serão elaborados os planos operacionais e relatórios anuais que irão demonstrar os progressos e o alcance das metas anualmente.Texto do artigo · p. 59 A Monitoria dependerá, em grande parte, dos dados de CTI que serão colectados no OCTIM proposto, enquanto a Avaliação se concentrará na eficácia dos instrumentos políticos, em programas e/ou projectos específicos.Texto do artigo · p. 59 A avaliação periódica da implementação da PCTI é feita de cinco em cinco anos. A avaliação de meio termo será feita nos primeiros três anos após a implementação efectiva.Número ou marcador · p. 59 6. Factores Críticos de Sucesso para a Implementação da PCTITexto do artigo · p. 59 O sucesso da implementação da PCTI depende da combinação de diversos factores críticos nomeadamente:Número ou marcador · p. 59 a) o comprometimento, o envolvimento e liderança política ao mais alto nível;
Número ou marcador · p. 59 b) estabelecimento de uma estrutura de coordenação e articulação entre os diferentes sectores do governo, sector privado, a academia e a sociedade civil;
Número ou marcador · p. 59 c) incremento do financiamento de investimento público em CTI bem como a mobilização de recursos no sector privado e parceiros de cooperação;
Número ou marcador · p. 59 d) a formação e retenção do capital humano qualificado e desenvolvimento de habilidades necessárias para a investigação científica, inovação e desenvolvimento tecnológico bem como monitoria e avaliação de políticas e estratégias de CTI;
Número ou marcador · p. 59 e) estabelecimento, adequação e modernização das infra- -estruturas de I&D e de tecnologias de ponta e emergentes;
Número ou marcador · p. 59 f) estabelecimento de um sistema de monitoria e avaliação para acompanhar o progresso da implementação dos programas e actividades de CTI;
Número ou marcador · p. 59 g) estabelecimento de um plano de divulgação e comunicação da PCTI para assegurar a apropriação e utilização dos benefícios da CTI.Número ou marcador · p. 59 h) estabelecimento de um mecanismo de mitigação de riscos associados a IA, com foco em aspectos éticos, de emprego e de sistemas de governação (IA pode constituir uma ameaça ao sistema democrático).Número ou marcador · p. 59 7. GlossárioTexto do artigo · p. 59 Bioinformática: refere-se a um ramo interdisciplinar que combina a biologia com a informática, tendo em vista a aplicação de métodos computacionais e análise de dados para resolver problemas e questões relacionadas à biologia molecular, genética, genómica e outras áreas da ciência da vida. A bioinformática utiliza técnicas computacionais e algoritmos para analisar, armazenar, visualizar e interpretar dados biológicos, particularmente dados de sequenciamento de Ácido Desoxirribonucleico (DNA), Ácido Ribonucleico (RNA) e proteínas.Texto do artigo · p. 59 Biotecnologia: refere-se a qualquer aplicação tecnológica que utilize sistemas biológicos, organismos vivos, ou seus derivados, para fabricar ou modificar produtos ou processos para utilização específica.Texto do artigo · p. 59 Centro de Excelência: é um centro de investigação, físico ou virtual, que concentra a excelência, a capacidade e os recursos de investigação existentes de modo a permitir aos investigadores colaborar entre diferentes áreas e instituições, em projectos de longo prazo, que sejam relevantes a nível nacional e competitivos a nível internacional, a fim de fortalecer a busca pela excelência na investigação e o desenvolvimento de capacidades.Texto do artigo · p. 59 Ciência: é um sistema de conhecimento que se preocupa com o mundo físico, natural e social, e com os seus fenómenos, e trabalha para revelar verdades gerais e o funcionamento das leis naturais fundamentais. A produção de conhecimento científico requer observações imparciais e a experimentação sistemática, usando métodos científicos.Texto do artigo · p. 59 Ciência aberta: refere-se a uma abordagem à investigação baseada num maior acesso aos dados da investigação pública, possibilitado por ferramentas e plataformas das tecnologias de informação e comunicação; uma colaboração mais ampla na ciência – incluindo a participação de não cientistas – e a utilização de ferramentas alternativas de direitos autorais para a divulgação dos resultados da investigação.Texto do artigo · p. 59 Diplomacia científica: refere-se a esforços diplomáticos e internacionais para promover a cooperação científica internacional e a Ciência para a Diplomacia, onde a cooperação científica internacional desempenha um papel na melhoria das relações governamentais e no fortalecimento dos mecanismos de governação global.Texto do artigo · p. 59 Ecossistema de Inovação: refere-se a uma rede colaborativa que envolve diversas entidades, como universidades, empresas, Governo, organizações não-governamentais (ONGs), investidores e empreendedores, trabalhando em conjunto para fomentar a inovação e o desenvolvimento económico. O ecossistema pode existir em várias escalas, desde um campus universitário ou um parque tecnológico até uma cidade inteira, uma região ou mesmo um país.Texto do artigo · p. 59 Genómica: refere-se à ciência que estuda o genoma dos organismos a partir do seu sequenciamento completo, com o objetivo de entender a sua estrutura, organização e função.Texto do artigo · p. 59 Inteligência Artificial: refere-se ao ramo da ciência da computação que se concentra no desenvolvimento de sistemas e algoritmos capazes de realizar tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana. Essas tarefas incluem o aprendizado, o raciocínio, o reconhecimento de padrões, a resolução de problemas, a compreensão da linguagem natural e a interação com o ambiente. O objectivo fundamental da IA é criar máquinas e programas de computador que possam simular e executar funções cognitivas humanas.Texto do artigo · p. 60 Internet das Coisas: refere-se à interconexão de dispositivos físicos e sistemas que são incorporados com sensores, software, e outras tecnologias para colectar e trocar dados em tempo real com outros dispositivos e sistemas conectados à Internet ou outras redes. A IoT amplia o alcance da Internet além dos computadores e smartphones tradicionais para abranger uma ampla gama de objectos do mundo real, desde eletrodomésticos inteligentes e carros conectados até infraestrutura urbana e dispositivos médicos.Texto do artigo · p. 60 Inovação: refere-se ao desenvolvimento e implementação (introdução, difusão e aplicação) de um produto (bem ou serviço) ou processo novo ou significativamente melhorado, ou um novo método de marketing, ou um novo modelo organizacional na prática empresarial, organização do local de trabalho ou relações externas.Texto do artigo · p. 60 Inovação Aberta: refere-se à adopção de estratégias e práticas que envolvem a colaboração e a partilha de conhecimentos entre diferentes organizações, como empresas, instituições de pesquisa, startups e comunidades, no processo de inovação. Ao contrário do modelo tradicional de inovação fechada, a inovação aberta procura aproveitar as ideias, tecnologias e competências externas para impulsionar o desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos.Texto do artigo · p. 60 Instituições de Investigação: refere-se a um grupo heterogéneo de organizações de investigação com diferentes graus de influência Governamental e do Sector Privado nas suas actividades de investigação e financiamento. As diferentes Instituições de Investigação, dependendo do seu perfil particular, desempenham uma variedade de funções e incluem a investigação básica e aplicada, apoio político, formação, transferência de conhecimento e tecnologia, e normalização e certificação.Texto do artigo · p. 60 Investigação: refere-se à análise sistemática de modo a recolher informações, estabelecer factos, princípios e conhecimentos, investigar problemas, e chegar a conclusões.Texto do artigo · p. 60 Investigação e Desenvolvimento (I&D): a I&D compreende o trabalho criativo e sistemático, realizado para aumentar o acervo de conhecimento – incluindo o conhecimento da humanidade, cultura e sociedade – e para conceber novas aplicações do conhecimento disponível.Texto do artigo · p. 60 Investigação e Inovação Responsável: consiste na produção de resultados de investigação e inovação que sejam eticamente aceitáveis, sustentáveis e socialmente desejáveis.Texto do artigo · p. 60 Infra-estruturas de Investigação: são instalações, recursos e serviços utilizados pela comunidade científica para realizar a investigação e fomentar a inovação.Texto do artigo · p. 60 Nanotecnologia: refere-se ao ramo multidisciplinar da ciência e da engenharia que se concentra na manipulação de materiais e sistemas em escalas nanométricas, ou seja, em níveis extremamente pequenos, na faixa de nanômetros (um nanômetro é um bilionésimo de metro). A nanotecnologia envolve o projecto, a fabricação e a aplicação de estruturas, dispositivos e sistemas com precisão à escala molecular e atómica.Texto do artigo · p. 60 Quarta Revolução Industrial (4RI): refere-se aos desenvolvimentos tecnológicos que fundem as esferas física, digital e biológica. É a integração de sistemas ciber-físicos e a Internet das Coisas, grandes volumes de dados e a computação em nuvem, a robótica, sistemas baseados em Inteligência Artificial (IA) e a manufactura aditiva.Texto do artigo · p. 60 Realidade aumentada: refere-se a uma experiência interativa que reforça o mundo real com informações perceptivas geradas por um computador. Com o uso de um software, aplicativos e hardware, como os óculos de RA, a realidade aumentada sobrepõe o conteúdo digital a ambientes e objectos da vida real. Este facto enriquece a experiência do usuário e transforma seu entorno imediato em um ambiente de aprendizagem interativa muito valioso nos processos de produção e da Indústria 4.0.Texto do artigo · p. 60 Realidade virtual: refere-se a uma tecnologia de interface entre um usuário e um sistema operacional através de recursos gráficos 3D ou imagens 360º cujo objectivo é criar a sensação de presença dentro do ambiente criado por técnicas computacionais diferente do real (um ambiente virtual 3D), com a interacção realizada em tempo real, com o uso de equipamentos computacionais, que ajudem na ampliação da sensação de presença do usuário neste ambiente, referida como imersão.Texto do artigo · p. 60 Robótica: refere-se ao ramo da engenharia e da ciência da computação que se dedica ao projecto, construção, operação e aplicação de robôs, bem como sistemas computacionais para o seu controle, feedback sensorial e processamento de informações. A Robótica combina áreas como mecânica, electrónica, inteligência artificial, visão computacional e muitas outras, tendo em vista criar máquinas capazes de executar tarefas de forma autónoma ou semiautónoma.Texto do artigo · p. 60 Sistema Nacional de Inovação: é uma rede de instituições dos sectores público e privado cujas actividades e interacções iniciam, desenvolvem, importam, modificam e difundem novas tecnologias.Texto do artigo · p. 60 Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação: é um conjunto integrado de componentes interrelacionados que tem por objectivo promover as actividades de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) e engloba os institutos de investigação científica ou de conhecimento, agências de desenvolvimento e comercialização de tecnologia, organizações de apoio tecnológico, agências de políticas e de financiamento que interagem de várias formas de modo a produzir novos conhecimentos, desenvolver tecnologias e inovar.Texto do artigo · p. 60 Tecnologia: é o conjunto de conhecimentos, técnicas, habilidades, processos, métodos e ferramentas utilizados para criar, modificar ou aprimorar produtos, serviços ou sistemas de forma a atender as necessidades socioeconómicos.Texto do artigo · p. 60 Tecnologia emergente: referem-se a recursos tecnológicos com grande potencial de transformação, mas que ainda estão em processo de evolução e crescimento.Texto do artigo · p. 60 Tecnologia de Ponta: refere-se à toda tecnologia desenvolvida recentemente e que seja avançada comparada com a já existente. Ela tem potencial no futuro e pode oferecer valor em um sector específico ou no campo mais amplo da ciência e da tecnologia.Número ou marcador · p. 60 8. Acrónimos e Siglas 4RI Quarta Revolução Industrial AAAA Agenda de Acção de Addis Ababa ACM Academia de Ciências de Moçambique ANEP Autoridade Nacional de Educação Profissional ASTII Iniciativa Africana para a Produção de IndicadoresTexto do artigo · p. 60 de Ciência, Tecnologia e InovaçãoTexto do artigo · p. 60 AUDA-NEPAD Agência de Desenvolvimento de África -Texto do artigo · p. 60 Nova Parceria para o Desenvolvimento de África C&T Ciência e Tecnologia CEAIC Conselho de Ética das Actividades de InvestigaçãoTexto do artigo · p. 60 Científica CERs Comunidades Económicas Regionais CGIAR Consortium of International Agricultural ResearchTexto do artigo · p. 60 Centers/Consórcio dos Centros Internacionais de Investigação AgráriaTexto do artigo · p. 60 CIDE Centro de Investigação e Desenvolvimento emTexto do artigo · p. 60 Etnobotânica CITD Centro de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico CITT Centro de Investigação e Transferência de TecnologiaTexto do artigo · p. 60 para o Desenvolvimento ComunitárioTexto do artigo · p. 60 CNAQ Conselho Nacional de Avaliação de Qualidade do Ensino SuperiorTexto do artigo · p. 60 CSH Ciências Sociais e HumanasTexto do artigo · p. 61 CNBB Centro Nacional de Biotecnologia e Biociências COMMONWEALTH Commonwealth of Nations/Comu-Texto do artigo · p. 61 nidade das Nações CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa CTA Confederação das Associações Económicas deTexto do artigo · p. 61 Moçambique CTEM Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática CTI Ciência, Tecnologia e Inovação DNA Deoxyribonucleic Acid / Ácido Desoxirribonucleico DNCTI Direcção Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação ECTIM Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação deTexto do artigo · p. 61 MoçambiqueTexto do artigo · p. 61 EDEA Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul emTexto do artigo · p. 61 Moçambique ENDE Estratégia Nacional de Desenvolvimento ENPCT Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia ETP Ensino Técnico Profissional FNI Fundo Nacional de Investigação FOFA Forças, Oportunidade, Fraquezas e Ameaças FRANCOFONIA Conjunto Político – Cultural de falantesTexto do artigo · p. 61 de Francês GABINFO Gabinete de Informação GdM Governo de Moçambique GERD Gross Domestic Expenditure on Research &Texto do artigo · p. 61 Development / Despesa Bruta em Investigação e DesenvolvimentoTexto do artigo · p. 61 GII Global Innovation Index / Índice Global de Inovação HIV Human Immunodeficiency Virus/Vírus da Imuno-Texto do artigo · p. 61 deficiência Humana I&D Investigação e Desenvolvimento I&I Investigação e Inovação IA Inteligência Artificial IBE Instituto de Bolsas de Estudo IDE Investimento Directo Estrangeiro IES Instituições de Ensino Superior IFP Instituto de Formação de Professores IGEPE Instituto de Gestão das Participações do Estado IIAM Instituto de Investigação Agrária de Moçambique IIC Instituições de Investigação Científica IICDTI Instituições de Investigação Científica,Texto do artigo · p. 61 Desenvolvimento Tenológico e Inovação INAGE Instituto Nacional de Governo Electrónico INCM Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique INDE Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação INE Instituto Nacional de Estatísticas INGD Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco deTexto do artigo · p. 61 DesastresTexto do artigo · p. 61 INTIC Instituto Nacional de Tecnologias de Informação eTexto do artigo · p. 61 Comunicação IoT Internet of Things / Internet das Coisas IPI Instituto da Propriedade Industrial M&A Monitoria e Avaliação MADER Ministério da Agricultura e Desenvolvimento RuralTexto do artigo · p. 61 MCTES Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior MDN Ministério da Defesa Nacional MEF Ministério da Economia e Finanças MESCT Ministério do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia MGCAS Ministério do Género, Criança e Acção Social MIC Ministério da Indústria e Comércio MICULTUR Ministério da Cultura e Turismo MIMAIP Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas MINEC Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação MINEDH Ministério da Educação e DesenvolvimentoTexto do artigo · p. 61 Humano MIREME Ministério dos Recursos Minerais e Energia MISAU Ministério da Saúde MOPHRH Ministério das Obras Públicas, HabitaçãoTexto do artigo · p. 61 e Recursos Hídricos MoRENet Rede de Educação e Pesquisa de Moçambique MTA Ministério da Terra e Ambiente MTC Ministério dos Transportes e Comunicações OCTIM Observatório de Ciência, Tecnologia e InovaçãoTexto do artigo · p. 61 de Moçambique ODS Objectivos de Desenvolvimento Sustentável OE Orçamento do Estado OMPI Organização Mundial da Propriedade Intelectual ONGs Organizações Não Governamentais OSCs Organizações da Sociedade Civil ONU Organização das Nações Unidas PCTI Política de Ciência, Tecnologia e Inovação PCT Política de Ciência e Tecnologia PIB Produto Interno Bruto PMEs Pequenas e Médias Empresas RNA Ribonucleic Acid / Ácido Ribonucleico SADC Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral SDEJT Serviço Distrital de Educação, Juventude e Tecnologia SEETP Secretaria de Estado do Ensino Técnico Professional SEJE Secretaria de Estado da Juventude e Emprego SGCI Science Granting Councils Initiative / Iniciativa dosTexto do artigo · p. 61 Conselhos de Financiamento a Ciência SNCTI Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação SPAS Serviço Provincial de Assuntos Sociais STISA Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação paraTexto do artigo · p. 61 África TIC Tecnologia de Informação e Comunicação UA União Africana UA/NEPAD União Africana / Nova Parceria para o Desen-Texto do artigo · p. 61 volvimento de África UEM Universidade Eduardo Mondlane UNESCO Organização das Nações Unidas para a Educação,Texto do artigo · p. 61 Ciência e CulturaTexto do artigo · p. 61 UNCSTD United Nations Commission on Science and Technology for Development / Comissão de Ciência e Tecnologia para o DesenvolvimentoTexto do artigo · p. 61 WoS Web of Science
Fonte textual acessível e tabelas
Texto do artigo, página 51: atrair,recrutare
Texto do artigo, página 51: internacionalme
Texto do artigo, página 51: efinanciarum
Texto do artigo, página 51: programapara
Texto do artigo, página 51: nteparaI&Da
Texto do artigo, página 51: qualificados
Texto do artigo, página 51: técnicos
Texto do artigo, página 51: Esperado Acção
Texto do artigo, página 51: tempo
Texto do artigo, página 51: Aumento do número do pessoal de I&D (se possível a dobrar)
Número ou marcador, página 58: 5. Mecanismo de Implementação, Financiamento, Monitoria e Avaliação
Texto do artigo, página 58: Para garantir a operacionalização da PCTI, através da sua Estratégia de Implementação, as seguintes acções devem ser realizadas:
Texto do artigo, página 58: a)desenvolvimento de planos e programas de implementação da PCTI;
Número ou marcador, página 58: b) desenvolvimento de uma estrutura para monitorar e avaliar a implementação de políticas em cada plano e programas relacionados;
Número ou marcador, página 58: c) formação dos funcionários da Unidade Orgânica do Ministério que superintende a área de Ciência e Tecnologia, que responde pelas políticas e estratégias de CTI, em Monitoria e Avaliação (M&A); e
Número ou marcador, página 58: d) reforço da capacidade de análise e revisão de políticas do Ministério que superintende a área de Ciência e Tecnologia.
Texto do artigo, página 58: A implementação efectiva do presente PCTI e a sua Estratégia de Implementação dependerá em grande parte da disponibilidade e alocação de recursos financeiros adequados. De facto, sem um financiamento específico ou direcionado, as metas e resultados descritos nesta estrutura política permanecerão meras declarações de intenções. Assim, é fundamental que o GdM desenvolva uma estratégia explícita para mobilizar e alocar recursos financeiros adequados para a implementação desta política. Assim, espera-se que o GdM realize as seguintes acções:
Número ou marcador, página 58: a) desenvolvimento de um plano financeiro abrangente de longo prazo para mobilizar e alocar fundos para a implementação da PCTI e sua Estratégia de Implementação;
Número ou marcador, página 58: b) estabelecimento de um fundo para apoiar o desenvolvimento de planos de implementação e alavancar recursos nacionais e internacionais, no Ministério que superintende a área de Ciência e Tecnologia.
Texto do artigo, página 58: 5.1. Mecanismo de Implementação
Texto do artigo, página 58: A presente PCTI fornece um Quadro Estratégico básico para moldar o panorama do SNCTI, de modo a influenciar positivamente os esforços e comportamentos das suas partes interessadas. A PCTI e sua estratégia serão implementadas por todos os actores do SNCTI, através da coordenação do Ministério que tutela a área de Ciência e Tecnologia no país, sob aconselhamento do CNCT.
Texto do artigo, página 58: De modo a garantir a operacionalização efectiva da PCTI e sua Estratégia de Implementação, torna-se necessário definir o papel de cada um dos actores do SNCTI como interveniente-chave. A seguir são apresentados os papéis e as responsabilidades de cada um dos intervenientes-chave do SNCTI.
Número ou marcador, página 58: a) Governo Central: formulará políticas, promulgará regulamentações e fornecerá financiamento para a implementação de Políticas e Regulamentos de CTI. Também proporcionará um quadro institucional apropriado para a implementação de Políticas e Monitoria e Avaliação de desempenho. Deverá implementar as melhores práticas de gestão do SNCTI em Moçambique usando indicadores de relevância, acesso, qualidade, eficácia, eficiência e sustentabilidade das suas intervenções, programas e projectos.
Número ou marcador, página 58: b) Instituições de Investigação e de Ensino Superior incluindo as Empresas de Desenvolvimento Tecnológico: implementarão a PCTI por meio de programas e projectos, conforme previsto nos seus
Texto do artigo, página 58: mandatos institucionais e à luz da Estratégia de CTI a ser aprovada para os próximos 10 anos.
Texto do artigo, página 58: c)Governos Locais: à luz da descentralização governamental em vigor no país, os Governos locais garantirão a participação dos distritos e das comunidades locais na formulação, implementação e monitoria das actividades de CTI e apropriação dos produtos tecnológicos derivados da implementação dos programas de desenvolvimento local.
Número ou marcador, página 58: d) Sector Privado: irá conceber e financiar programas e projectos para a implementação da PCTI em parceria com o Governo, ONG’s, Academia e Sociedade Civil para impulsionar a materialização do processo de transferência de tecnologia;
Número ou marcador, página 58: e) Organizações da Sociedade Civil: as Organizações da Sociedade Civil (OSCs), incluindo as ONG’s, desenvolverão e financiarão programas e estratégias para a implementação de CTI de acordo com as suas missões e prioridades de desenvolvimento. Elas estimularão também, a participação de grupos de interesses especiais e grupos desfavorecidos;
Número ou marcador, página 58: f) Comunidades Locais de CTI: participarão na concepção e implementação de programas de CTI ao nível comunitário e também fornecerão evidências sobre a adequação e eficácia dos programas na abordagem para soluções aos problemas locais;
Número ou marcador, página 58: g) Parceiros de Desenvolvimento e Comunidade Internacional: contribuirão para o financiamento das acções estratégicas e actividades previstas para a implementação da Política de acordo com as suas prioridades de financiamento e a estratégia de desenvolvimento do Governo para a CTI. A comunidade internacional também deverá apoiar e incentivar as melhores práticas de gestão, monitoria e avaliação das iniciativas do SNCTI em Moçambique usando indicadores de relevância, acesso, qualidade, eficácia, eficiência e sustentabilidade das suas intervenções, programas e projectos.
Texto do artigo, página 58: 5.2. Mecanismo de Financiamento da PCTI O financiamento da estratégia de implementação da PCTI deve
Texto do artigo, página 58: ser efectuado através de: (i) alocação de recursos internos e (ii) colaboração internacional.
Texto do artigo, página 58: i. Alocação de Recursos Internos
Número ou marcador, página 58: a) comprometimento do Governo para fazer uma dotação orçamental de pelo menos 1% do PIB para despesas em CTI.
b)desenvolvimento de mecanismos adequados para aumentar a canalização de mais alocações governamentais ou orçamentais para I&D por meio do FNI.
Número ou marcador, página 58: c) estabelecimento de benefícios fiscais para empresas que canalizam recursos e doações para a realização de acções de I&D.
Número ou marcador, página 58: d) mobilização de fundos, por parte dos actores do SNCTI, para o engajamento de diversas instituições nacionais em pesquisas de colaboração nacional, regional e internacional.
Texto do artigo, página 58: ii. Colaboração Internacional
Número ou marcador, página 58: a) firmação pelo Governo para estabelecer parcerias/ acordos mutuamente benéficos com outros países e organizações multilaterais e adesão a protocolos de CTI para beneficiar a nação em investimentos e recursos.
Número ou marcador, página 59: b) busca activa à adesão a organismos internacionais distintos no âmbito de CTI pelas instituições nacionais de I&D e investigadores moçambicanos.
Número ou marcador, página 59: c) criação de plataformas de ligação que possam facilitar o envolvimento de investigadores moçambicanos no exterior (incluindo os da diáspora) em actividades locais de I&D.
Número ou marcador, página 59: d) ingresso de Moçambique em organismos internacionais distintos no âmbito de CTI e manutenção da qualidade de membro regular.
Número ou marcador, página 59: e) criação de plataformas de ligação que possam facilitar o envolvimento de investigadores moçambicanos no exterior (incluindo os da diáspora) em actividades locais de I&D.
Texto do artigo, página 59: 5.3. Mecanismo de Monitoria e Avaliação
Texto do artigo, página 59: A Monitoria e Avaliação (M&A) será usada para identificar os desafios de implementação da PCTI e ajustar a intervenção política e os instrumentos de implementação da mesma. A M&A da PCTI será coordenada pelo Ministério que superintende a área de C&T, com a participação e contribuição de todos os actores do SNCTI.
Texto do artigo, página 59: Os conteúdos e procedimentos de M&A da PCTI serão harmonizados com os instrumentos operacionais de planificação, orçamentação e monitoria e avaliação, usados pelo GdM. Para permitir avaliar o progresso de forma consistente, em relação aos objectivos estabelecidos, será elaborada uma matriz de indicadores de produtos, metas anuais e indicadores de resultado. Para além da matriz de indicadores será estabelecido um fórum sectorial no qual serão elaborados os planos operacionais e relatórios anuais que irão demonstrar os progressos e o alcance das metas anualmente.
Texto do artigo, página 59: A Monitoria dependerá, em grande parte, dos dados de CTI que serão colectados no OCTIM proposto, enquanto a Avaliação se concentrará na eficácia dos instrumentos políticos, em programas e/ou projectos específicos.
Texto do artigo, página 59: A avaliação periódica da implementação da PCTI é feita de cinco em cinco anos. A avaliação de meio termo será feita nos primeiros três anos após a implementação efectiva.
Número ou marcador, página 59: 6. Factores Críticos de Sucesso para a Implementação da PCTI
Texto do artigo, página 59: O sucesso da implementação da PCTI depende da combinação de diversos factores críticos nomeadamente:
Número ou marcador, página 59: a) o comprometimento, o envolvimento e liderança política ao mais alto nível;
Número ou marcador, página 59: b) estabelecimento de uma estrutura de coordenação e articulação entre os diferentes sectores do governo, sector privado, a academia e a sociedade civil;
Número ou marcador, página 59: c) incremento do financiamento de investimento público em CTI bem como a mobilização de recursos no sector privado e parceiros de cooperação;
Número ou marcador, página 59: d) a formação e retenção do capital humano qualificado e desenvolvimento de habilidades necessárias para a investigação científica, inovação e desenvolvimento tecnológico bem como monitoria e avaliação de políticas e estratégias de CTI;
Número ou marcador, página 59: e) estabelecimento, adequação e modernização das infra- -estruturas de I&D e de tecnologias de ponta e emergentes;
Número ou marcador, página 59: f) estabelecimento de um sistema de monitoria e avaliação para acompanhar o progresso da implementação dos programas e actividades de CTI;
Número ou marcador, página 59: g) estabelecimento de um plano de divulgação e comunicação da PCTI para assegurar a apropriação e utilização dos benefícios da CTI.
Número ou marcador, página 59: h) estabelecimento de um mecanismo de mitigação de riscos associados a IA, com foco em aspectos éticos, de emprego e de sistemas de governação (IA pode constituir uma ameaça ao sistema democrático).
Número ou marcador, página 59: 7. Glossário
Texto do artigo, página 59: Bioinformática: refere-se a um ramo interdisciplinar que combina a biologia com a informática, tendo em vista a aplicação de métodos computacionais e análise de dados para resolver problemas e questões relacionadas à biologia molecular, genética, genómica e outras áreas da ciência da vida. A bioinformática utiliza técnicas computacionais e algoritmos para analisar, armazenar, visualizar e interpretar dados biológicos, particularmente dados de sequenciamento de Ácido Desoxirribonucleico (DNA), Ácido Ribonucleico (RNA) e proteínas.
Texto do artigo, página 59: Biotecnologia: refere-se a qualquer aplicação tecnológica que utilize sistemas biológicos, organismos vivos, ou seus derivados, para fabricar ou modificar produtos ou processos para utilização específica.
Texto do artigo, página 59: Centro de Excelência: é um centro de investigação, físico ou virtual, que concentra a excelência, a capacidade e os recursos de investigação existentes de modo a permitir aos investigadores colaborar entre diferentes áreas e instituições, em projectos de longo prazo, que sejam relevantes a nível nacional e competitivos a nível internacional, a fim de fortalecer a busca pela excelência na investigação e o desenvolvimento de capacidades.
Texto do artigo, página 59: Ciência: é um sistema de conhecimento que se preocupa com o mundo físico, natural e social, e com os seus fenómenos, e trabalha para revelar verdades gerais e o funcionamento das leis naturais fundamentais. A produção de conhecimento científico requer observações imparciais e a experimentação sistemática, usando métodos científicos.
Texto do artigo, página 59: Ciência aberta: refere-se a uma abordagem à investigação baseada num maior acesso aos dados da investigação pública, possibilitado por ferramentas e plataformas das tecnologias de informação e comunicação; uma colaboração mais ampla na ciência – incluindo a participação de não cientistas – e a utilização de ferramentas alternativas de direitos autorais para a divulgação dos resultados da investigação.
Texto do artigo, página 59: Diplomacia científica: refere-se a esforços diplomáticos e internacionais para promover a cooperação científica internacional e a Ciência para a Diplomacia, onde a cooperação científica internacional desempenha um papel na melhoria das relações governamentais e no fortalecimento dos mecanismos de governação global.
Texto do artigo, página 59: Ecossistema de Inovação: refere-se a uma rede colaborativa que envolve diversas entidades, como universidades, empresas, Governo, organizações não-governamentais (ONGs), investidores e empreendedores, trabalhando em conjunto para fomentar a inovação e o desenvolvimento económico. O ecossistema pode existir em várias escalas, desde um campus universitário ou um parque tecnológico até uma cidade inteira, uma região ou mesmo um país.
Texto do artigo, página 59: Genómica: refere-se à ciência que estuda o genoma dos organismos a partir do seu sequenciamento completo, com o objetivo de entender a sua estrutura, organização e função.
Texto do artigo, página 59: Inteligência Artificial: refere-se ao ramo da ciência da computação que se concentra no desenvolvimento de sistemas e algoritmos capazes de realizar tarefas que normalmente exigiriam inteligência humana. Essas tarefas incluem o aprendizado, o raciocínio, o reconhecimento de padrões, a resolução de problemas, a compreensão da linguagem natural e a interação com o ambiente. O objectivo fundamental da IA é criar máquinas e programas de computador que possam simular e executar funções cognitivas humanas.
Texto do artigo, página 60: Internet das Coisas: refere-se à interconexão de dispositivos físicos e sistemas que são incorporados com sensores, software, e outras tecnologias para colectar e trocar dados em tempo real com outros dispositivos e sistemas conectados à Internet ou outras redes. A IoT amplia o alcance da Internet além dos computadores e smartphones tradicionais para abranger uma ampla gama de objectos do mundo real, desde eletrodomésticos inteligentes e carros conectados até infraestrutura urbana e dispositivos médicos.
Texto do artigo, página 60: Inovação: refere-se ao desenvolvimento e implementação (introdução, difusão e aplicação) de um produto (bem ou serviço) ou processo novo ou significativamente melhorado, ou um novo método de marketing, ou um novo modelo organizacional na prática empresarial, organização do local de trabalho ou relações externas.
Texto do artigo, página 60: Inovação Aberta: refere-se à adopção de estratégias e práticas que envolvem a colaboração e a partilha de conhecimentos entre diferentes organizações, como empresas, instituições de pesquisa, startups e comunidades, no processo de inovação. Ao contrário do modelo tradicional de inovação fechada, a inovação aberta procura aproveitar as ideias, tecnologias e competências externas para impulsionar o desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos.
Texto do artigo, página 60: Instituições de Investigação: refere-se a um grupo heterogéneo de organizações de investigação com diferentes graus de influência Governamental e do Sector Privado nas suas actividades de investigação e financiamento. As diferentes Instituições de Investigação, dependendo do seu perfil particular, desempenham uma variedade de funções e incluem a investigação básica e aplicada, apoio político, formação, transferência de conhecimento e tecnologia, e normalização e certificação.
Texto do artigo, página 60: Investigação: refere-se à análise sistemática de modo a recolher informações, estabelecer factos, princípios e conhecimentos, investigar problemas, e chegar a conclusões.
Texto do artigo, página 60: Investigação e Desenvolvimento (I&D): a I&D compreende o trabalho criativo e sistemático, realizado para aumentar o acervo de conhecimento – incluindo o conhecimento da humanidade, cultura e sociedade – e para conceber novas aplicações do conhecimento disponível.
Texto do artigo, página 60: Investigação e Inovação Responsável: consiste na produção de resultados de investigação e inovação que sejam eticamente aceitáveis, sustentáveis e socialmente desejáveis.
Texto do artigo, página 60: Infra-estruturas de Investigação: são instalações, recursos e serviços utilizados pela comunidade científica para realizar a investigação e fomentar a inovação.
Texto do artigo, página 60: Nanotecnologia: refere-se ao ramo multidisciplinar da ciência e da engenharia que se concentra na manipulação de materiais e sistemas em escalas nanométricas, ou seja, em níveis extremamente pequenos, na faixa de nanômetros (um nanômetro é um bilionésimo de metro). A nanotecnologia envolve o projecto, a fabricação e a aplicação de estruturas, dispositivos e sistemas com precisão à escala molecular e atómica.
Texto do artigo, página 60: Quarta Revolução Industrial (4RI): refere-se aos desenvolvimentos tecnológicos que fundem as esferas física, digital e biológica. É a integração de sistemas ciber-físicos e a Internet das Coisas, grandes volumes de dados e a computação em nuvem, a robótica, sistemas baseados em Inteligência Artificial (IA) e a manufactura aditiva.
Texto do artigo, página 60: Realidade aumentada: refere-se a uma experiência interativa que reforça o mundo real com informações perceptivas geradas por um computador. Com o uso de um software, aplicativos e hardware, como os óculos de RA, a realidade aumentada sobrepõe o conteúdo digital a ambientes e objectos da vida real. Este facto enriquece a experiência do usuário e transforma seu entorno imediato em um ambiente de aprendizagem interativa muito valioso nos processos de produção e da Indústria 4.0.
Texto do artigo, página 60: Realidade virtual: refere-se a uma tecnologia de interface entre um usuário e um sistema operacional através de recursos gráficos 3D ou imagens 360º cujo objectivo é criar a sensação de presença dentro do ambiente criado por técnicas computacionais diferente do real (um ambiente virtual 3D), com a interacção realizada em tempo real, com o uso de equipamentos computacionais, que ajudem na ampliação da sensação de presença do usuário neste ambiente, referida como imersão.
Texto do artigo, página 60: Robótica: refere-se ao ramo da engenharia e da ciência da computação que se dedica ao projecto, construção, operação e aplicação de robôs, bem como sistemas computacionais para o seu controle, feedback sensorial e processamento de informações. A Robótica combina áreas como mecânica, electrónica, inteligência artificial, visão computacional e muitas outras, tendo em vista criar máquinas capazes de executar tarefas de forma autónoma ou semiautónoma.
Texto do artigo, página 60: Sistema Nacional de Inovação: é uma rede de instituições dos sectores público e privado cujas actividades e interacções iniciam, desenvolvem, importam, modificam e difundem novas tecnologias.
Texto do artigo, página 60: Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação: é um conjunto integrado de componentes interrelacionados que tem por objectivo promover as actividades de Ciência, Tecnologia e Inovação (CTI) e engloba os institutos de investigação científica ou de conhecimento, agências de desenvolvimento e comercialização de tecnologia, organizações de apoio tecnológico, agências de políticas e de financiamento que interagem de várias formas de modo a produzir novos conhecimentos, desenvolver tecnologias e inovar.
Texto do artigo, página 60: Tecnologia: é o conjunto de conhecimentos, técnicas, habilidades, processos, métodos e ferramentas utilizados para criar, modificar ou aprimorar produtos, serviços ou sistemas de forma a atender as necessidades socioeconómicos.
Texto do artigo, página 60: Tecnologia emergente: referem-se a recursos tecnológicos com grande potencial de transformação, mas que ainda estão em processo de evolução e crescimento.
Texto do artigo, página 60: Tecnologia de Ponta: refere-se à toda tecnologia desenvolvida recentemente e que seja avançada comparada com a já existente. Ela tem potencial no futuro e pode oferecer valor em um sector específico ou no campo mais amplo da ciência e da tecnologia.
Número ou marcador, página 60: 8. Acrónimos e Siglas 4RI Quarta Revolução Industrial AAAA Agenda de Acção de Addis Ababa ACM Academia de Ciências de Moçambique ANEP Autoridade Nacional de Educação Profissional ASTII Iniciativa Africana para a Produção de Indicadores
Texto do artigo, página 60: de Ciência, Tecnologia e Inovação
Texto do artigo, página 60: AUDA-NEPAD Agência de Desenvolvimento de África -
Texto do artigo, página 60: Nova Parceria para o Desenvolvimento de África C&T Ciência e Tecnologia CEAIC Conselho de Ética das Actividades de Investigação
Texto do artigo, página 60: Científica CERs Comunidades Económicas Regionais CGIAR Consortium of International Agricultural Research
Texto do artigo, página 60: Centers/Consórcio dos Centros Internacionais de Investigação Agrária
Texto do artigo, página 60: CIDE Centro de Investigação e Desenvolvimento em
Texto do artigo, página 60: Etnobotânica CITD Centro de Inovação e Desenvolvimento Tecnológico CITT Centro de Investigação e Transferência de Tecnologia
Texto do artigo, página 60: para o Desenvolvimento Comunitário
Texto do artigo, página 60: CNAQ Conselho Nacional de Avaliação de Qualidade do Ensino Superior
Texto do artigo, página 60: CSH Ciências Sociais e Humanas
Texto do artigo, página 61: CNBB Centro Nacional de Biotecnologia e Biociências COMMONWEALTH Commonwealth of Nations/Comu-
Texto do artigo, página 61: nidade das Nações CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa CTA Confederação das Associações Económicas de
Texto do artigo, página 61: Moçambique CTEM Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática CTI Ciência, Tecnologia e Inovação DNA Deoxyribonucleic Acid / Ácido Desoxirribonucleico DNCTI Direcção Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação ECTIM Estratégia de Ciência, Tecnologia e Inovação de
Texto do artigo, página 61: Moçambique
Texto do artigo, página 61: EDEA Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul em
Texto do artigo, página 61: Moçambique ENDE Estratégia Nacional de Desenvolvimento ENPCT Empresa Nacional de Parques de Ciência e Tecnologia ETP Ensino Técnico Profissional FNI Fundo Nacional de Investigação FOFA Forças, Oportunidade, Fraquezas e Ameaças FRANCOFONIA Conjunto Político – Cultural de falantes
Texto do artigo, página 61: de Francês GABINFO Gabinete de Informação GdM Governo de Moçambique GERD Gross Domestic Expenditure on Research &
Texto do artigo, página 61: Development / Despesa Bruta em Investigação e Desenvolvimento
Texto do artigo, página 61: GII Global Innovation Index / Índice Global de Inovação HIV Human Immunodeficiency Virus/Vírus da Imuno-
Texto do artigo, página 61: deficiência Humana I&D Investigação e Desenvolvimento I&I Investigação e Inovação IA Inteligência Artificial IBE Instituto de Bolsas de Estudo IDE Investimento Directo Estrangeiro IES Instituições de Ensino Superior IFP Instituto de Formação de Professores IGEPE Instituto de Gestão das Participações do Estado IIAM Instituto de Investigação Agrária de Moçambique IIC Instituições de Investigação Científica IICDTI Instituições de Investigação Científica,
Texto do artigo, página 61: Desenvolvimento Tenológico e Inovação INAGE Instituto Nacional de Governo Electrónico INCM Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique INDE Instituto Nacional de Desenvolvimento da Educação INE Instituto Nacional de Estatísticas INGD Instituto Nacional de Gestão e Redução do Risco de
Texto do artigo, página 61: Desastres
Texto do artigo, página 61: INTIC Instituto Nacional de Tecnologias de Informação e
Texto do artigo, página 61: Comunicação IoT Internet of Things / Internet das Coisas IPI Instituto da Propriedade Industrial M&A Monitoria e Avaliação MADER Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural
Texto do artigo, página 61: MCTES Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior MDN Ministério da Defesa Nacional MEF Ministério da Economia e Finanças MESCT Ministério do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia MGCAS Ministério do Género, Criança e Acção Social MIC Ministério da Indústria e Comércio MICULTUR Ministério da Cultura e Turismo MIMAIP Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas MINEC Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação MINEDH Ministério da Educação e Desenvolvimento
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Texto do artigo, página 61: e Recursos Hídricos MoRENet Rede de Educação e Pesquisa de Moçambique MTA Ministério da Terra e Ambiente MTC Ministério dos Transportes e Comunicações OCTIM Observatório de Ciência, Tecnologia e Inovação
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