Diploma Ministerial n.º 127/2025

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Texto do artigo · p. 16 2.3.10 DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS
Texto do artigo · p. 16 O Ministério, no desempenho das suas funções, conta com um quadro de pessoal jovem e minimamente capacitado, na sua maioria com nível médio a superior. O CFJJ tem sido fundamental na formação dos operadores da justiça com particular destaque para as carreiras de Conservador e Notário e Defensores Públicos, contribuindo na qualidade e desenvolvimento do capital humano para melhoria da prestação de serviço ao cidadão no sector, com destaque para o Ministério
Texto do artigo · p. 16 No entanto, ainda é necessário reforçar o Ministério em recursos humanos qualificados para responder a demanda pelos serviços de justiça a nível nacional, o que inclui a contínua aposta no desenvolvimento de programas de formação estruturados
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Texto do artigo · p. 17 2.3.10 Desenvolvimento de Recursos Humanos
Texto do artigo · p. 17 O Ministério, no desempenho das suas funções, conta com um quadro de pessoal jovem e minimamente capacitado, na sua maioria com nível médio a superior. O CFJJ tem sido fundamental na formação dos operadores da justiça com particular destaque para as carreiras de Conservador e Notário e Defensores Públicos, contribuindo na qualidade e desenvolvimento do capital humano para melhoria da prestação de serviço ao cidadão no sector, com destaque para o Ministério
Texto do artigo · p. 17 O Quadro do Pessoal do Ministério apresentava uma ocupação de 61% dos 434 lugares previstos ate finais de 2024, cujo o aumento no numero do pessoal esteve na ordem de 9%, no entanto o sector ainda recentesse da exiguidade quadros principalmente para as áreas de especialização. Nas instituições tuteladas e subordinadas, apenas 50% estavam ocupados até finais de 2021, um indicador que revela a exiguidade de pessoal para uma melhor prestação de serviços de justiça à população.
Texto do artigo · p. 17 No entanto, ainda é necessário reforçar o Ministério em recursos humanos qualificados para responder a demanda pelos
Texto do artigo · p. 17 serviços de justiça a nível nacional, o que inclui a contínua aposta no desenvolvimento de programas de formação estruturados
Texto do artigo · p. 17 O Quadro do Pessoal do Ministério apresentava uma ocupação de 61% dos 434 lugares previstos ate finais de 2024, cujo o aumento no numero do pessoal esteve na ordem de 9%, no entanto o sector ainda recentesse da exiguidade quadros principalmente para as áreas de especialização. Nas instituições tuteladas e subordinadas, apenas 50% estavam ocupados até finais de 2021, um indicador que revela a exiguidade de pessoal para uma melhor prestação de serviços de justiça à população.
Texto do artigo · p. 17 61% 56% 51% 51% 52% 2020 2021 2022 2023 2024 Gráfico 2 Quadro de Pessoal O MJCR apoia o género, juventude e pessoas com deficiências na implementação do seu mandato. Masculino Feminino 37% 38% 63% 62% 2020 2024 Funcionários por faixa etária 40,0% 35,0% 30,0% 25,0% 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% 2015 2022 18 a 25 26 a 32 33 a 39 40 a 46 47 a 53 54 a 60 61 a 65 65+
Texto do artigo · p. 17 52% 51% 51% 56% 61% 2020 2021 2022 2023 2024
Texto do artigo · p. 17 Gráfico 5 Quadro de Pessoal O MJCR apoia o género, juventude e pessoas com deficiências na implementação do seu mandato. Gráfico 6 Género e Faixa Etária
Texto do artigo · p. 17 Gráfico 2 Quadro de Pessoal Gráfico 3 Género e Faixa Etária
Texto do artigo · p. 17 63% 62% 37% 38% 2020 2024 Masculino Femenino
Texto do artigo · p. 17 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 35,0% 40,0% 2015 2022 Funcionários por faixa etária 18 a 25 26 a 32 33 a 39 40 a 46 47 a 53 54 a 60 61 a 65 65+
Texto do artigo · p. 17 Fonte: MJCR
Texto do artigo · p. 17 Não obstante o congelamento dos recrutamentos ao nível da função pública, o peso significativo de funcionários entre os 32 e 46 anos sugere a existência de um ambiente que mistura a experiência dos colaboradores com mais tempo no Ministério, que representam 56% , e vontade de crescimento, própria da juventude, com potencial para a melhoria contínua do serviço público, com particular destaque para a
Texto do artigo · p. 17 adopção das tecnologias de informação e comunicação, intervenção do Ministério na consolidação do Estado Democrático de Direito, respeito pelos Direitos Humanos e desenvolvimento económico e social.
Texto do artigo · p. 17 31
Texto do artigo · p. 17 Constituem constrangimentos e desafios os seguintes:
Texto do artigo · p. 17 N. Ord Constrangimentos Desafios
Texto do artigo · p. 18 adopção das tecnologias de informação e comunicação, intervenção do Ministério na consolidação do Estado Democrático de Direito, respeito pelos Direitos Humanos e desenvolvimento económico e social.
Texto do artigo · p. 18 Constituem constrangimentos e desafios os seguintes:
Texto do artigo · p. 18 N. Ord Constrangimentos Desafios 1 Inexistência de um Programa Nacional de indução e reciclagem aos quadros recémadmitidos e existentes Desenvolver um Programa Nacional de indução e reciclagem aos quadros recém-admitidos e existentes sobre o Papel e Serviços do MJCR e sua interligação com os Sectores da Administração da Justiça; 2 Inexistência de um Programa Nacional de rotatividade dos Quadros do regime geral do MJCR com enfase para os afectos as Conservatórias e Cartórios Desenvolver um Programa Nacional de rotatividade dos Quadros do regime geral do MJCR com enfase para os afectos as Conservatórias e Cartórios 3 Quadro Pessoal do MJCR desajustado Revisão do Quadro de Pessoal do Ministério 4 Inexistência para as Conservatórias e Cartórios Desenvolver o Quadro de Pessoal das Conservatórias e Cartórios 5 Insuficiência de recursos qualificados Dotar o MJRC com recursos humanos qualificados para responder os actuais desafios; 6 Inexistência de um Plano de desenvolvimento de Recursos Humanos Desenvolver um Plano de desenvolvimento de Recursos Humanos 7 Fuga de quadros para outras Instituições Criação pacote de incentivo de retenção dos quadros;
N. OrdConstrangimentosDesafios
1Inexistência de um Programa Nacional de indução e reciclagem aos quadros recémadmitidos e existentesDesenvolver um Programa Nacional de indução e reciclagem aos quadros recém-admitidos e existentes sobre o Papel e Serviços do MJCR e sua interligação com os Sectores da Administração da Justiça;
2Inexistência de um Programa Nacional de rotatividade dos Quadros do regime geral do MJCR com enfase para os afectos as Conservatórias e CartóriosDesenvolver um Programa Nacional de rotatividade dos Quadros do regime geral do MJCR com enfase para os afectos as Conservatórias e Cartórios
3Quadro Pessoal do MJCR desajustadoRevisão do Quadro de Pessoal do Ministério
4Inexistência para as Conservatórias e CartóriosDesenvolver o Quadro de Pessoal das Conservatórias e Cartórios
5Insuficiência de recursos qualificadosDotar o MJRC com recursos humanos qualificados para responder os actuais desafios;
6Inexistência de um Plano de desenvolvimento de Recursos HumanosDesenvolver um Plano de desenvolvimento de Recursos Humanos
7Fuga de quadros para outras InstituiçõesCriação pacote de incentivo de retenção dos quadros;
Texto do artigo · p. 18 N. Ord
Texto do artigo · p. 18 Constrangimentos
Texto do artigo · p. 18 Desafios
Texto do artigo · p. 18 Tabela 10 Constrangimentos e desafios no âmbito de desenvolvimento de recursos humanos
Texto do artigo · p. 18 2.3.11 INFRAESTRUTURAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO
Texto do artigo · p. 18 2.3.11 Infraestruturas e Tecnologias de Informação
Texto do artigo · p. 18 De 2020 a 2024 houve progressos assinaláveis na área de infraestruturas físicas e tecnológicas. Novas infraestruturas, incluindo tribunais, delegações do IPAJ, novos edifícios para cartórios foram inaugurados. O momento mais alto deste processo foi a transferência do MJCR do antigo edifício para o novo, dotado de espaço e equipamentos que vieram dignificar as condições de trabalho do pessoal afecto aos órgãos centrais. O mesmo sucedeu com a sede do IPAJ.
Texto do artigo · p. 18 certamente, irão gerar novas dinâmicas na materialização do mandato do MJCR e nas melhorias desejadas no acesso à justiça. Mas permanecem desafios associados ao quadro de quase generalizada falta de recursos para o investimento público por parte do Estado e a distribuição desigual das infraestruturas da justiça entre as áreas urbana e rural, entre regiões relativamente desenvolvidas e regiões menos desenvolvidas. Embora esta não seja uma situação particular do MJCR, dada a sua dimensão e responsabilidades, estas deficiências constituem, provavelmente, um dos maiores desafios do sector.
Texto do artigo · p. 18 De 2020 a 2024 houve progressos assinaláveis na área de infraestruturas físicas e tecnológicas. Novas infraestruturas, incluindo tribunais, delegações do IPAJ, novos edifícios para cartórios foram inaugurados. O momento mais alto deste processo foi a transferência do MJCR do antigo edifício para o novo, dotado de espaço e equipamentos que vieram dignificar as condições de trabalho do pessoal afecto aos órgãos centrais. O mesmo sucedeu com a sede do IPAJ.
Texto do artigo · p. 18 O programa um distrito um tribunal judicial condigno e os investimentos planificados para os diferentes sectores de justiça, certamente, irão gerar novas dinâmicas na materialização do mandato do MJCR e nas melhorias desejadas no acesso à justiça. Mas permanecem desafios associados ao quadro de quase generalizada falta de recursos para o investimento público por parte do Estado e a distribuição desigual das infraestruturas da justiça entre as áreas urbana e rural, entre regiões relativamente desenvolvidas e regiões menos desenvolvidas. Embora esta não seja uma situação particular do MJCR, dada a sua dimensão e responsabilidades, estas deficiências constituem, provavelmente, um dos maiores desafios do sector.
Texto do artigo · p. 18 O programa um distrito um tribunal judicial condigno e os investimentos planificados para os diferentes sectores de justiça,
Texto do artigo · p. 18 Constituem constrangimentos e desafios os seguintes:
Texto do artigo · p. 18 32
Texto do artigo · p. 19 Constituem constrangimentos e desafios os seguintes:
Texto do artigo · p. 19 N.Ord Constrangimento Desafios 1 Défice de infraestruturas, Construir e Reabilitar infraestruturas condignas para o funcionamento dos diversos órgãos do Sistema de Administração de Justiça, das unidades orgânicas do MJCR incluindo as tuteladas e subordinadas, a nível nacional; Consolidar a construção de instituições integradas (palácios da justiça); Construir infraestruturas para albergar os diferentes contextos do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários. 2 Inexistência de um Plano Director de Infraestrutura do Sector Justiça Elaboração do Plano Director de Infraestrutura do Sector Justiça Mobilização de Recursos para Construção, reabilitação e manutenção de Infraestruturas do Sector da Justiça 3 Deficiente apetrechamento em meios circulantes, mobiliário de escritório e equipamento informático, Apetrechar as Infraestruturas com meios circulantes, mobiliário de escritório e equipamento informático, 4 Investimento ainda baixo nas TICs incluindo baixo nível de redundâncias, o que leva a persistentes problemas de falta de sistema nos cartórios, entre outros; Reforçar o investimento nas TICs e criar equipamentos de redundância para garantir que o sistema esteja sempre activo 5 Inexistência de um Plano Director de Desenvolvimento de TIC´s Elaboração do Plano Director de Tecnologia de Informação e Comunicação 6 Inexistência de um sistema de Gestão de informação informatizada sobre os actos praticados pelas Instituições do MJCR com maior destaque para as áreas dos Direitos Humanos, Assuntos Religiosos, Parlamentares e Jurídicos, Tribunais Comunitários, insolvência, Recursos Humanos, Patrocínio e Assistência Jurídica, e Documentação de Informação; Desenvolver um sistema de Gestão de informação informatizada sobre os actos praticados pelas Instituições do MJCR com maior destaque para as áreas dos Direitos Humanos, Assuntos Religiosos, Parlamentares e Jurídicos, Tribunais Comunitários, insolvência, Recursos Humanos, Patrocínio e Assistência Jurídica, e Documentação de Informação;
N.OrdConstrangimentoDesafios
1Défice de infraestruturas,Construir e Reabilitar infraestruturas condignas para o funcionamento dos diversos órgãos do Sistema de Administração de Justiça, das unidades orgânicas do MJCR incluindo as tuteladas e subordinadas, a nível nacional;
Consolidar a construção de instituições integradas (palácios da justiça);
Construir infraestruturas para albergar os diferentes contextos do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários.
2Inexistência de um Plano Director de Infraestrutura do Sector JustiçaElaboração do Plano Director de Infraestrutura do Sector Justiça
Mobilização de Recursos para Construção, reabilitação e manutenção de Infraestruturas do Sector da Justiça
3Deficiente apetrechamento em meios circulantes, mobiliário de escritório e equipamento informático,Apetrechar as Infraestruturas com meios circulantes, mobiliário de escritório e equipamento informático,
4Investimento ainda baixo nas TICs incluindo baixo nível de redundâncias, o que leva a persistentes problemas de falta de sistema nos cartórios, entre outros;Reforçar o investimento nas TICs e criar equipamentos de redundância para garantir que o sistema esteja sempre activo
5Inexistência de um Plano Director de Desenvolvimento de TIC´sElaboração do Plano Director de Tecnologia de Informação e Comunicação
6Inexistência de um sistema de Gestão de informação informatizada sobre os actos praticados pelas Instituições do MJCR com maior destaque para as áreas dos Direitos Humanos, Assuntos Religiosos, Parlamentares e Jurídicos, Tribunais Comunitários, insolvência, Recursos Humanos, Patrocínio e Assistência Jurídica, e Documentação de Informação;Desenvolver um sistema de Gestão de informação informatizada sobre os actos praticados pelas Instituições do MJCR com maior destaque para as áreas dos Direitos Humanos, Assuntos Religiosos, Parlamentares e Jurídicos, Tribunais Comunitários, insolvência, Recursos Humanos, Patrocínio e Assistência Jurídica, e Documentação de Informação;
Texto do artigo · p. 19 Tabela 11 Constrangimentos e desafios de Infraestruturas e Técnologias de Informação
Texto do artigo · p. 19 33
Texto do artigo · p. 20 2.3.12 DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO
Texto do artigo · p. 20 2.3.12 Documentação e Informação O Departamento de Documentação e informação é responsável pela assistência e monitoria em matérias de gestão de documentos,
Texto do artigo · p. 20 2.3.12 DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO
Texto do artigo · p. 20 O Departamento de Documentação e informação é responsável pela assistência e monitoria em matérias de gestão de documentos, arquivos e informação de natureza jurídica, compilando, tratando e arquivando documentação jurídica nacional e estrangeira, bem como documentos de arquivo e de biblioteca do Ministério e demais atribuições.
Texto do artigo · p. 20 O Departamento de Documentação e informação é responsável pela assistência e monitoria em matérias de gestão de documentos, arquivos e informação de natureza jurídica, compilando, tratando e arquivando documentação jurídica nacional e estrangeira, bem como documentos de arquivo e de biblioteca do Ministério e demais atribuições.
Texto do artigo · p. 20 arquivos e informação de natureza jurídica, compilando, tratando e arquivando documentação jurídica nacional e estrangeira, bem como documentos de arquivo e de biblioteca do Ministério e demais atribuições.
Texto do artigo · p. 20 N.Ord N.Ord Constrangimentos Constrangimentos Desafios Desafios 1 1 Falta de informatização de documentos e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. Falta de informatização de documentos e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. Desenvolver um sistema de documentação e informação e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. Desenvolver um sistema de documentação e informação e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. 2 2 Existência do acervo bibliográfico e documental significativo em formato físico Existência do acervo bibliográfico e documental significativo em formato físico Digitalizar e recuperar o Histórico: Necessidade de digitalização do arquivo das unidades orgânicas, por forma a estabelecer uma plataforma electrónica de dados acessíveis ao arquivo do MJCR. Digitalizar e recuperar o Histórico: Necessidade de digitalização do arquivo das unidades orgânicas, por forma a estabelecer uma plataforma electrónica de dados acessíveis ao arquivo do MJCR. 3 3 Falta de um mecanismo de registo da memória institucional Falta de um mecanismo de registo da memória institucional Estabelecer um mecanismo de registo da memoria institucional Estabelecer um mecanismo de registo da memoria institucional 4 4 Tabela 12 Co Fraca divulgação de matérias relevantes sobre o Ministério Fraca divulgação de matérias relevantes sobre o Ministério nstrangimentos e desafios no âmbito da doc Realizar programas de disseminação da informação (radiofónicos, televisivos, revistas, redes sociais) Realizar programas de disseminação da informação (radiofónicos, televisivos, revistas, redes sociais) umentação e informação
N.Ord N.OrdConstrangimentos ConstrangimentosDesafios Desafios
1 1Falta de informatização de documentos e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. Falta de informatização de documentos e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital.Desenvolver um sistema de documentação e informação e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. Desenvolver um sistema de documentação e informação e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital.
2 2Existência do acervo bibliográfico e documental significativo em formato físico Existência do acervo bibliográfico e documental significativo em formato físicoDigitalizar e recuperar o Histórico: Necessidade de digitalização do arquivo das unidades orgânicas, por forma a estabelecer uma plataforma electrónica de dados acessíveis ao arquivo do MJCR. Digitalizar e recuperar o Histórico: Necessidade de digitalização do arquivo das unidades orgânicas, por forma a estabelecer uma plataforma electrónica de dados acessíveis ao arquivo do MJCR.
3 3Falta de um mecanismo de registo da memória institucional Falta de um mecanismo de registo da memória institucionalEstabelecer um mecanismo de registo da memoria institucional Estabelecer um mecanismo de registo da memoria institucional
4 4 Tabela 12 CoFraca divulgação de matérias relevantes sobre o Ministério Fraca divulgação de matérias relevantes sobre o Ministério nstrangimentos e desafios no âmbito da docRealizar programas de disseminação da informação (radiofónicos, televisivos, revistas, redes sociais) Realizar programas de disseminação da informação (radiofónicos, televisivos, revistas, redes sociais) umentação e informação
Texto do artigo · p. 20 Tabela 12 Constrangimentos e desafios no âmbito da documentação e informação
Texto do artigo · p. 20 2.3.13 COMUNICAÇÃO E IMAGEM O Departamento de Comunicação e Imagem tem, dentre várias atribuições, as seguintes funções:
Texto do artigo · p. 20 2.3.13 COMUNICAÇÃO E IMAGEM O Departamento de Comunicação e Imagem tem, dentre várias atribuições, as seguintes funções:
Texto do artigo · p. 20 2.3.13 Comunicação e Imagem O Departamento de Comunicação e Imagem tem, dentre várias atribuições, as seguintes funções:
Texto do artigo · p. 20 • Comunicar efectivamente as actividades, políticas e iniciativas do Ministério da Justiça para o público em geral; • Gerir as relações com os meios de comunicação para garantir uma cobertura precisa e equilibrada das actividades do ministério; • Facilitar a comunicação efectiva dentro do ministério, garantindo que as informações importantes sejam compartilhadas entre os diferentes departamentos e funcionários;
Texto do artigo · p. 20 • Comunicar efectivamente as actividades, políticas e iniciativas do Ministério da Justiça para o público em geral; • Gerir as relações com os meios de comunicação para garantir uma cobertura precisa e equilibrada das actividades do ministério; • Facilitar a comunicação efectiva dentro do ministério, garantindo que as informações importantes sejam compartilhadas entre os diferentes departamentos e funcionários;
Texto do artigo · p. 20 • Comunicar efectivamente as actividades, políticas e iniciativas do Ministério da Justiça para o público em geral; • Gerir as relações com os meios de comunicação para garantir uma cobertura precisa e equilibrada das actividades do ministério; • Facilitar a comunicação efectiva dentro do ministério, garantindo que as informações importantes sejam compartilhadas entre os diferentes departamentos e funcionários;
Texto do artigo · p. 20 No exercício das suas actividades o Departamento de Comunicação e Imagem, depara-se com os seguintes constrangimentos e desafios que afectam negativamente a realização e alcance dos seus objectivos:
Texto do artigo · p. 20 No exercício das suas actividades o Departamento de Comunicação e Imagem, depara-se com os seguintes constrangimentos e desafios que afectam negativamente a realização e alcance dos seus objectivos:
Texto do artigo · p. 20 No exercício das suas actividades o Departamento de Comunicação e Imagem, depara-se com os seguintes constrangimentos e desafios que afectam negativamente a realização e alcance dos seus objectivos:
Texto do artigo · p. 20 N.Ord N.Ord Constrangimentos Constrangimentos Desafios Desafios 1 1 Escassez de informação relevante sobre as realizações do MJCR; Escassez de informação relevante sobre as realizações do MJCR; Criar (Intranet, boletim de notícias interno) e/ou melhorar as vias e plataformas de comunicação interpessoal no Ministério da Justiça, com vista a optimizar a comunicação horizontal e vertical entre os funcionários. Criar (Intranet, boletim de notícias interno) e/ou melhorar as vias e plataformas de comunicação interpessoal no Ministério da Justiça, com vista a optimizar a comunicação horizontal e vertical entre os funcionários. 2 2 Défice na articulação entre os sectores do MJCR na partilha e divulgação de Défice na articulação entre os sectores do MJCR na partilha e divulgação de informação de interesse público; Desenvolver um mecanismo de articulação entre as unidades orgânicas, subordinadas e Tutelas do Desenvolver um mecanismo de articulação entre as unidades orgânicas, subordinadas e Tutelas do
N.Ord N.OrdConstrangimentos ConstrangimentosDesafios Desafios
1 1Escassez de informação relevante sobre as realizações do MJCR; Escassez de informação relevante sobre as realizações do MJCR;Criar (Intranet, boletim de notícias interno) e/ou melhorar as vias e plataformas de comunicação interpessoal no Ministério da Justiça, com vista a optimizar a comunicação horizontal e vertical entre os funcionários. Criar (Intranet, boletim de notícias interno) e/ou melhorar as vias e plataformas de comunicação interpessoal no Ministério da Justiça, com vista a optimizar a comunicação horizontal e vertical entre os funcionários.
2 2Défice na articulação entre os sectores do MJCR na partilha e divulgação de Défice na articulação entre os sectores do MJCR na partilha e divulgação de informação de interesse público;Desenvolver um mecanismo de articulação entre as unidades orgânicas, subordinadas e Tutelas do Desenvolver um mecanismo de articulação entre as unidades orgânicas, subordinadas e Tutelas do
Texto do artigo · p. 20 informação de interesse público;
Texto do artigo · p. 20 MJCR para a partilha e divulgação de informação de interesse público
Texto do artigo · p. 20 Tabela 13 Constrangimentos e desafios Comunicação e Imagem 2.3.14 CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DO ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA Apesar de os debates sobre o papel dos órgãos de justiça na resolução de matérias ligadas à insolvência remontar aos anos 90 em Moçambique, o Departamento de insolvência na orgânica do Ministério da Justiça é recente. Surge no âmbito das reformas do ambiente de negócios no país. Este departamento é o órgão do Ministério de justiça com responsabilidades de garantir que os processos de insolvência decorram dentro do quadro legal instituído pelo Governo, com respeito dos princípios de justiça e dos legítimos interesses das partes. No exercício das suas funções, o Departamento de Insolvência pode realizar estudos, propor a aprovação superior, normas e procedimentos facilitadores da resolução dos litígios associados a resolução de insolvência. Cabe ainda ao Departamento de Insolvência a certificação dos administradores ligados aos processos de insolvência e fiscalizar o exercício das actividades nesta área. A participação do MJCR no tratamento de matérias ligadas à insolvência, no modelo proposto no seu novo regulamento e na legislação recentemente aprovada pelo Governo, veio preencher um enorme vazio na materialização da justiça, na protecção de direitos de propriedade, transparência nos negócios e, certamente, vai melhorar o ambiente de investimentos em Moçambique. Vai colocar o MJCR como um importante parceiro do sector privado, podendo contribuir para o alargamento da base de receitas do Estado, em geral, e do MJCR, em particular.
Texto do artigo · p. 20 34
Texto do artigo · p. 20 34
Texto do artigo · p. 20 2.3.14 Certificação e Registro do Administrador de Insolvência
Texto do artigo · p. 20 Cabe ainda ao Departamento de Insolvência a certificação dos administradores ligados aos processos de insolvência e fiscalizar o exercício das actividades nesta área.
Texto do artigo · p. 20 Apesar de os debates sobre o papel dos órgãos de justiça na resolução de matérias ligadas à insolvência remontar aos anos 90 em Moçambique, o Departamento de insolvência na orgânica do Ministério da Justiça é recente. Surge no âmbito das reformas do ambiente de negócios no país. Este departamento é o órgão do Ministério de justiça com responsabilidades de garantir que os processos de insolvência decorram dentro do quadro legal instituído pelo Governo, com respeito dos princípios de justiça e dos legítimos interesses das partes. No exercício das suas funções, o Departamento de Insolvência pode realizar estudos, propor a aprovação superior, normas e procedimentos facilitadores da resolução dos litígios associados a resolução de insolvência.
Texto do artigo · p. 20 A participação do MJCR no tratamento de matérias ligadas à insolvência, no modelo proposto no seu novo regulamento e na legislação recentemente aprovada pelo Governo, veio preencher um enorme vazio na materialização da justiça, na protecção de direitos de propriedade, transparência nos negócios e, certamente, vai melhorar o ambiente de investimentos em Moçambique. Vai colocar o MJCR como um importante parceiro do sector privado, podendo contribuir para o alargamento da base de receitas do Estado, em geral, e do MJCR, em particular.
Texto do artigo · p. 20 Apesar da sua relevância no quadro da administração da justiça, do ambiente de negócios e potencial mobilização de
Texto do artigo · p. 21 A participação do MJCR no tratamento de matérias ligadas à insolvência, no modelo proposto no seu novo regulamento e na legislação recentemente aprovada pelo Governo, veio preencher um enorme vazio na materialização da justiça, na protecção de direitos de propriedade, transparência nos negócios e, certamente, vai melhorar o ambiente de investimentos em Moçambique. Vai colocar o MJCR como um importante parceiro do sector privado, podendo contribuir para o alargamento da base de receitas do Estado, em geral, e do MJCR, em particular. Apesar da sua relevância no quadro da administração da justiça, do ambiente de negócios e potencial mobilização de receitas públicas para o Estado, o Departamento de Insolvência ainda tem uma posição distante do que seria o seu potencial para os desafios do MJCR. Conta apenas com quatro colaboradores, incluindo o Chefe de Departamento. Além das necessidades de novas contratações, os desafios da Direcção incluem: N.Ord Constrangimentos Desafios 1 Fraca divulgação sobre o papel Certificação e Registro do Administrador de insolvência Melhorar a divulgação sobre o papel ao nível do Governo, Tribunais e sector privado; 2 Inexistência de um programa de certificação de administradores de insolvência e formas de resolução de litígios associados às suas práticas; Elaborar o programa de certificação de administradores de insolvência e formas de resolução de litígios associados às suas práticas; Tabela 14 Constrangimentos e desafios no âmbito de Certificação e registro do Administrador de Insolvência 2.3.15 COFRE GERAL DOS REGISTOS E NOTARIADO
N.OrdConstrangimentosDesafios
1Fraca divulgação sobre o papel Certificação e Registro do Administrador de insolvênciaMelhorar a divulgação sobre o papel ao nível do Governo, Tribunais e sector privado;
2Inexistência de um programa de certificação de administradores de insolvência e formas de resolução de litígios associados às suas práticas;Elaborar o programa de certificação de administradores de insolvência e formas de resolução de litígios associados às suas práticas;
Texto do artigo · p. 21 receitas públicas para o Estado, o Departamento de Insolvência ainda tem uma posição distante do que seria o seu potencial para os desafios do MJCR. Conta apenas com quatro colaboradores, incluindo o Chefe de Departamento.
Texto do artigo · p. 21 Além das necessidades de novas contratações, os desafios da Direcção incluem:
Texto do artigo · p. 21 N.Ord Constrangimentos Desafios
Texto do artigo · p. 21 2.3.15 Cofre Geral dos Registos e Notariado
Texto do artigo · p. 21 Por forma a assegurar a gestão de parte da receita consignada, proveniente das cobranças de taxas emolumentares pelas conservatórias e cartórios, o Governo criou, através do Decreto 23/89, de 5 de Agosto o Cofre Geral dos Registos e Notariado, abreviadamente (CGRN). A entidade é dotada de personalidade jurídica e autonomia administrativa e financeira, com jurisdição em todo o território nacional.
Texto do artigo · p. 21 Destacam-se como condições de melhorias providas pela instituição, o reforço da capacidade institucional, como seja, o desenvolvimento de infraestruturas na componente de construção e reabilitação de conservatórias, cartórios, aquisição de imóveis para funcionamento dos serviços, residências dos directores das conservatórias e dos cartórios, apetrechamento em mobiliário, meios circulantes, e materiais diversos.
Texto do artigo · p. 21 Por forma a assegurar a gestão de parte da receita consignada, proveniente das cobranças de taxas emolumentares pelas conservatórias e cartórios, o Governo criou, através do Decreto 23/89, de 5 de Agosto o Cofre Geral dos Registos e Notariado, abreviadamente (CGRN). A entidade é dotada de personalidade jurídica e autonomia administrativa e financeira, com jurisdição em todo o território nacional.
Texto do artigo · p. 21 A instituição tem, de entre várias atribuições, a responsabilidade de garantir a criação de melhores condições de trabalho nos serviços dos registos e notariado, de modo a assegurar a satisfação das necessidades impostas pelo seu crescimento, permitindo, assim, maior produtividade e eficiência.
Texto do artigo · p. 21 Destacam-se como condições de melhorias providas pela instituição, o reforço da capacidade institucional, como seja, o desenvolvimento de infraestruturas na componente de construção e reabilitação de conservatórias, cartórios, aquisição de imóveis para funcionamento dos serviços, residências dos directores das conservatórias e dos cartórios, apetrechamento em mobiliário, meios circulantes, e materiais diversos.
Texto do artigo · p. 21 O CGRN possui 189 delegações distribuídas pelas Conservatória dos Registos Central, Repartição Central do Registo Criminal e as Conservatórias e cartórios nas capitais provinciais e de distrito.
Texto do artigo · p. 21 A instituição tem, de entre várias atribuições, a responsabilidade de garantir a criação de melhores condições de trabalho nos serviços dos registos e notariado, de modo a assegurar a satisfação das necessidades impostas pelo seu crescimento, permitindo, assim, maior produtividade e eficiência.
Texto do artigo · p. 21 O CGRN possui 189 delegações distribuídas pelas Conservatória dos Registos Central, Repartição Central do Registo Criminal e as Conservatórias e cartórios nas capitais provinciais e de distrito.
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Texto do artigo · p. 21 Constituem os constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
Texto do artigo · p. 21 Constituem os constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
Texto do artigo · p. 21 N.Ord Constragimento Desafios 1 Desajustada da realidade a legislação da criação do CGRN,, visto que a mesma data de 1989; Revisão do Decreto da criação do CGRN e legislação complementar 2 Ausência de quadro de pessoal, o que propicia a fuga de quadros. Actualmente, a instituição promoveu, internamente, a criação de áreas, para garantir a execução das actividades planificadas; Criação do quadro de pessoal do CGRN 3 Reduzido número de funcionários, derivado da falta de Quadro de Pessoal; Criação do quadro pessoal e reforço de número de funcionários para fazer face aos desafios do CGRN 4 Redução significativa da receita colectada nas conservatórias e cartórios, o que se reflecte na limitação da melhoria de condições de trabalho dos funcionários, na componente de investimento (construções, reabilitações, aquisição de imóveis, apetrechamento) e funcionamento. Consolidar os mecanismos de colecta da receita com vista a consolidar as Construções e reabilitações de infraestruturas para os serviços registais, visto que, as existentes são herdadas do tempo colonial e encontram-se em estado de degradação crescente 5 Circulação e pagamento de valores em numerário nas conservatórias e cartórios Automatizar os sistemas de pagamento nas conservatórias e cartórios; Diversificar os investimentos por via de aumento da receita canalizada pelas Conservatórias e Cartórios para o CGRN; 6 Exiguidade de recursos para a construção de infraestruturas dos serviços dos registos e notariado Construir três edifícios multiusos nomeadamente, a sede do Cofre Geral dos Registos e Notariado (onde serão instalada as Conservatórias de Registo Automóvel, Predial, Entidades Legais ) na cidade de Maputo, na Matola Província de Maputo e Cidade de Quelimane e conservatórias e cartórios singulares modernos em varias regiões do pais ; 7 Reduzida capacidade de acumulação de recursos deriva da redução da receita canalizada 36 Aumentar a capacidade e rentabilizar os recursos disponíveis e património existente;
N.OrdConstragimentoDesafios
1Desajustada da realidade a legislação da criação do CGRN,, visto que a mesma data de 1989;Revisão do Decreto da criação do CGRN e legislação complementar
2Ausência de quadro de pessoal, o que propicia a fuga de quadros. Actualmente, a instituição promoveu, internamente, a criação de áreas, para garantir a execução das actividades planificadas;Criação do quadro de pessoal do CGRN
3Reduzido número de funcionários, derivado da falta de Quadro de Pessoal;Criação do quadro pessoal e reforço de número de funcionários para fazer face aos desafios do CGRN
4Redução significativa da receita colectada nas conservatórias e cartórios, o que se reflecte na limitação da melhoria de condições de trabalho dos funcionários, na componente de investimento (construções, reabilitações, aquisição de imóveis, apetrechamento) e funcionamento.Consolidar os mecanismos de colecta da receita com vista a consolidar as Construções e reabilitações de infraestruturas para os serviços registais, visto que, as existentes são herdadas do tempo colonial e encontram-se em estado de degradação crescente
5Circulação e pagamento de valores em numerário nas conservatórias e cartóriosAutomatizar os sistemas de pagamento nas conservatórias e cartórios;
Diversificar os investimentos por via de aumento da receita canalizada pelas Conservatórias e Cartórios para o CGRN;
6Exiguidade de recursos para a construção de infraestruturas dos serviços dos registos e notariadoConstruir três edifícios multiusos nomeadamente, a sede do Cofre Geral dos Registos e Notariado (onde serão instalada as Conservatórias de Registo Automóvel, Predial, Entidades Legais ) na cidade de Maputo, na Matola Província de Maputo e Cidade de
Quelimane e conservatórias e cartórios singulares modernos em varias regiões do pais ;
7Reduzida capacidade de acumulação de recursos deriva da redução da receita canalizada36 Aumentar a capacidade e rentabilizar os recursos disponíveis e património existente;
Texto do artigo · p. 21 N.Ord Constrangimento Desafios
Texto do artigo · p. 21 Tabela 15 Constrangimentos e desafios no âmbito do Cofre Geral dos Registos e Notariado
Texto do artigo · p. 21 2.3.16 ASSISTÊNCIA JURÍDICA E PATROCÍNIO JUDICIÁRIO
Texto do artigo · p. 22 2.3.16 Assistência Jurídica e Patrocínio Judiciário
Texto do artigo · p. 22 A assistência jurídica e patrocínio judiciário4 em Moçambique estão a cargo do Instituto de Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ), ao qual compete a promoção e divulgação dos direitos e deveres de cidadania, bem como o respeito pela legalidade e pelo Estado de direito democrático.
Texto do artigo · p. 22 Para beneficiar da assistência judiciária do IPAJ, os utentes têm de ser elegíveis segundo o procedimento de inscrição e qualificação. Portanto, importa escrutinar os procedimentos e avaliar a sua eficácia e justiça. A dificuldade deriva de lacunas na lei e da ausência de me¬canismos regulamentares definidos. Embora tenha sido adstrita ao ministério que superintende a área da assistência social a competência para atestar a situação de carência económica, nunca foi objecto de regulamentação.
Texto do artigo · p. 22 Diante deste quadro, abre-se campo para interpretações dúbias e conflitos entre as instituições visto que, para suplantar esta indefinição, o IPAJ tem pugnado por considerar como carenciado o cidadão com um rendimento abaixo de três salários mínimos. Assim, para garantir a isenção dos encargos e a concretização do princípio da gratuidade na sua máxima amplitude nos processos em que o utente esteja envolvido, o cidadão é acompanhado de um certificado de pobreza.
Texto do artigo · p. 22 Assim, há necessidade de uma intervenção legislativa ou regulamentar e estabelecimento de normas de procedimento interno para que tal como sucede noutros sistemas públicos de prestação de as¬sistência judiciária gratuita, os critérios de elegibilidade estejam relacionados com o princípio da neces¬sária comprovação do estado de insuficiência financeira de quem dela precisa, a fim de evitar a má dis-tribuição da administração da justiça, aumento da litigiosidade e diminuição de arrecadação de receitas.
Texto do artigo · p. 22 Os serviços prestados pelo IPAJ são limitados pelo número de funcionários, que é exíguo para responder à demanda, tendo em conta que o rácio técnico de assistência jurídica por 100 mil habitantes, estimado em 0,8, continua muito abaixo do ideal, o que é agravado pela elevada incidência de pobreza e desigualdade. Neste contexto socioeconómico em que uma boa parte da população moçambicana está abaixo do limiar da pobreza e onde faltam recursos financeiros para a satisfação de necessidades
Texto do artigo · p. 22 básicas de sobrevivência, os cidadãos nessa situação não podem suportar os encargos judiciais inerentes a um processo judicial, o que propicia situação de privilégio de acesso à justiça para indivíduos e grupos sociais que possuem recursos financeiros para contratar advogados e mobilizar o direito.
Texto do artigo · p. 22 A necessidade de expansão da rede de assistência judiciária não é acompanhada pela previsão orçamental correspondente às necessidades para criação das dele¬gações do IPAJ. Esta escassez de recursos retrai o ritmo, quando não implica a existência meramente formal e simbólica, face à inexistência de condições objectivas para a realização das actividades incum¬bidas à instituição. Ademais, as dificuldades afligem as delegações distritais, em virtude de, por exemplo, ter um úni¬co defensor público e este sem um corpo administrativo para o apoiar. Assim, surgindo um litígio judicial onde as partes litigantes careçam de assistência jurídica, uma delas, ainda que desprovida de condições económicas, deverá conseguir um advogado, sob pena da sua pretensão não lograr sucesso.
Texto do artigo · p. 22 Nos últimos anos, as reformas profundas na organização judiciária dos tribunais judiciais e procuradorias afectaram o IPAJ, que viu o alargamento da rede judiciária e do Instituto de Assis¬tência Jurídica e o surgimento de novos provedores de assistência jurídica e judiciária da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM), embora a sua actividade esteja confinada na sua sede, enquanto o IPAJ tem uma abrangência nacional. Contudo, o figurino institucional mantém-se essencialmente o mesmo desde a sua criação em 1994, tornando-se urgente reformar o seu estatuto orgânico para o adequar aos novos desafios da actual realidade social e judiciária do país.
Texto do artigo · p. 22 2.3.16.1 Instituições de Defesa Privada (incluindo a relação com a Ordem dos Advogados)
Texto do artigo · p. 22 Embora o IPAJ ocupe lugar cimeiro no “sistema de assistência jurídica e judiciária”, várias instituições concorrem com o IPAJ para prestar assistência jurídica e judiciária aos ci¬dadãos carenciados, tais como o Centro de Práticas Jurídicas da Faculdade de Direito da Universidade Eduardo Mondlane, a Liga dos Direitos Humanos, a Associação Moçambicana de Mulheres de Carreira Jurídica e, muito recentemente, o Instituto do Acesso à Justiça sob a alçada da Ordem dos Advogados de Moçambique.
Texto do artigo · p. 22 4 Apesar de os termos assistência jurídica e patrocínio judiciário parecerem indistintos, elas conservam diferenças materiais. Assistência jurídica tem uma dimensão mais lata, uma vez que “é ampla e gratuita e envolve não somente a assistência judiciária, mas também a consultoria e a orientação jurídica”. Patrocínio jurídico remete essencialmente para ideia de dispensa das despesas processuais e extraprocessuais desde que as últimas sejam necessárias para o andamento do processo e engloba o serviço gratuito de representação em juízo, da parte que requer a assistência (Bennert, 2018).
Texto do artigo · p. 23 Embora o IPAJ ocupe lugar cimeiro no “sistema de assistência jurídica e judiciária”, várias instituições concorrem com o IPAJ para prestar assistência jurídica e judiciária aos cidadãos carenciados, tais como o Centro de Práticas Jurídicas da Faculdade de Direito da Universidade Eduardo Mondlane, a Liga dos Direitos Humanos, a Associação Moçambicana de Mulheres de Carreira Jurídica e, muito recentemente, o Instituto do Acesso à Justiça sob a alçada da Ordem dos Advogados de Moçambique.
Texto do artigo · p. 23 Em geral, os constrangimentos e desafios na área de assistência jurídica e patrocínio jurídico são:
Texto do artigo · p. 23 Em geral, os constrangimentos e desafios na área de assistência jurídica e patrocínio jurídico são:
Texto do artigo · p. 23 N.Ord Constrangimento Desafios 1 Exiguidade do número de defensores públicos Incrementar o número de defensores públicos para fazer face às necessidades do País. 2 Dificuldades na Identificação dos reais beneficiários (elegíveis por falta de uniformidade ou de uma lei que define os critérios de qualificação do cidadão beneficiário dos serviços do IPAJ Aprimorar os mecanismos de Identificação dos reais beneficiários (elegíveis) da assistência Jurídica e patrocínio jurídico. 3 Deficitária cobertura geográfica Expandir territorialmente o IPAJ aos distritos. 4 Proliferação de Instituições de assistência jurídica desregulada o que demanda um novo impulso no papel institucional do IPAJ, tributando-lhe responsabilidade de gestão, regulação e fiscalização de todo o sistema de assistência jurídica, não somente um mero provedor de serviços judiciários. Melhorar a fiscalização de Instituições de assistência jurídica no País; 5 Exiguidade de orçamento, aquisição de meios com vista a dinamizar melhor as campanhas de educação cívica e as feiras jurídicas, principalmente em zonas de difícil acesso, o que, para além de implicar, por vezes, o uso de meios próprios dos Adquirir meios para dinamizar melhor as campanhas de educação cívica e as feiras jurídicas, principalmente em zonas de difícil acesso, funcionários e agentes do IPAJ, bloqueia a possibilidade de mais cidadãos conhecerem os seus direitos e deveres. 38 6 Fraca abrangência da assistência do IPAJ aos grupos vulneráveis pelo que importa traçar planos de intervenção acompanhada do necessário treinamento jurídico e processual para melhorar a prestação da assistência jurídica a tais cidadãos Capacitar quadros do IPAJ em matérias jurídicas e processuais, para melhorar a prestação da assistência jurídica aos cidadãos. 7 Restrições nos investimentos que contribui para reduzido numero de infraestruturas adequadas; 8 Concorrência desregulada com outras entidades provedoras de assistência jurídica, particularmente a OAM. 9 Reforço dos mecanismos de compensação dos mesmos, através da restruturação do sistema de progressão nas carreiras, formação e capacitações contínuas e mais ajustadas. Reforçar os mecanismos de incentivo e compensação dos defensores públicos, através da restruturação do sistema de progressão nas carreiras, formação e capacitações contínuas e mais ajustadas.
N.OrdConstrangimentoDesafios
1Exiguidade do número de defensores públicosIncrementar o número de defensores públicos para fazer face às necessidades do País.
2Dificuldades na Identificação dos reais beneficiários (elegíveis por falta de uniformidade ou de uma lei que define os critérios de qualificação do cidadão beneficiário dos serviços do IPAJAprimorar os mecanismos de Identificação dos reais beneficiários (elegíveis) da assistência Jurídica e patrocínio jurídico.
3Deficitária cobertura geográficaExpandir territorialmente o IPAJ aos distritos.
4Proliferação de Instituições de assistência jurídica desregulada o que demanda um novo impulso no papel institucional do IPAJ, tributando-lhe responsabilidade de gestão, regulação e fiscalização de todo o sistema de assistência jurídica, não somente um mero provedor de serviços judiciários.Melhorar a fiscalização de Instituições de assistência jurídica no País;
5Exiguidade de orçamento, aquisição de meios com vista a dinamizar melhor as campanhas de educação cívica e as feiras jurídicas, principalmente em zonas de difícil acesso, o que, para além de implicar, por vezes, o uso de meios próprios dosAdquirir meios para dinamizar melhor as campanhas de educação cívica e as feiras jurídicas, principalmente em zonas de difícil acesso,
funcionários e agentes do IPAJ, bloqueia a possibilidade de mais cidadãos conhecerem os seus direitos e deveres.38
6Fraca abrangência da assistência do IPAJ aos grupos vulneráveis pelo que importa traçar planos de intervenção acompanhada do necessário treinamento jurídico e processual para melhorar a prestação da assistência jurídica a tais cidadãosCapacitar quadros do IPAJ em matérias jurídicas e processuais, para melhorar a prestação da assistência jurídica aos cidadãos.
7Restrições nos investimentos que contribui para reduzido numero de infraestruturas adequadas;
8Concorrência desregulada com outras entidades provedoras de assistência jurídica, particularmente a OAM.
9Reforço dos mecanismos de compensação dos mesmos, através da restruturação do sistema de progressão nas carreiras, formação e capacitações contínuas e mais ajustadas.Reforçar os mecanismos de incentivo e compensação dos defensores públicos, através da restruturação do sistema de progressão nas carreiras, formação e capacitações contínuas e mais ajustadas.
Texto do artigo · p. 23 Em geral, os constrangimentos e desafios na área de assistência jurídica e patrocínio jurídico são:
Texto do artigo · p. 23 Tabela 16 Constrangimentos e desafios Patrocinio e Assistência Juridica e Judiciaria
Texto do artigo · p. 23 2.3.17 Formação Jurídica e Judiciária
Texto do artigo · p. 23 2.3.17 FORMAÇÃO JURÍDICA E JUDICIÁRIA
Texto do artigo · p. 23 áreas transversais de actuação ou de actividades que cruzam estes eixos temáticos: Formação, Estudos e Investigação, e Documentação e Informação. Na sua acção focaliza a: (i) formação, capacitação e qualificação profissional de Magistrados Judiciais e do Ministério Público, Oficiais de Justiça, Conservadores e Notários, Defensores Públicos e Assistentes Jurídicos do IPAJ e outros profissionais do sector da justiça, de governação e das comunidades locais; (ii) realização de conferências, seminários, palestras; (iii) investigação e realização de estudos na área do direito, tais como sociologia jurídica, ambiente e recursos naturais para o seu uso sustentável; (iv) organização de documentação e informação jurídica, dispondo de um Centro de Documentação e Informação Jurídica e Judiciária, onde é compilada, tratada e arquivada toda a documentação jurídica nacional e estrangeira
Texto do artigo · p. 23 Dada a necessidade de dotar o sector da justiça de recursos humanos qualificados, como um dos pressupostos elementares para a eficiente administração da justiça e consolidação do Estado de Direito, o Governo criou o Centro de Formação Jurídica e Judiciária (CFJJ) que apoia o sector dotando-o de recursos humanos qualificados, um dos requisitos elementares para a eficiente administração da justiça e consolidação do Estado de Direito.
Texto do artigo · p. 23 Dada a necessidade de dotar o sector da justiça de recursos humanos qualificados, como um dos pressupostos elementares para a eficiente administração da justiça e consolidação do Estado de Direito, o Governo criou o Centro de Formação Jurídica e Judiciária (CFJJ) que apoia o sector dotando-o de recursos humanos qualificados, um dos requisitos elementares para a eficiente administração da justiça e consolidação do Estado de Direito.
Texto do artigo · p. 23 O CFJJ opera em quatro eixos ou pilares fundamentais: Desenvolvimento Institucional; Direito Do Ambiente, Terra e Recursos Naturais; Direitos Humanos: HIV/SIDA, Género e Criança; Combate à Corrupção e Crimes Económicos; e Consolidação da Paz e Avanço Democrático. Existem três grandes áreas transversais de actuação ou de actividades que cruzam estes eixos temáticos: Formação, Estudos e Investigação, e Documentação e Informação. Na sua acção focaliza a: (i) formação, capacitação e qualificação profissional de Magistrados Judiciais e do Ministério Público, Oficiais de Justiça, Conservadores e Notários, Defensores Públicos e Assistentes Jurídicos do IPAJ e outros profissionais do sector da justiça, de governação e das comunidades locais; (ii) realização de conferências, seminários, palestras; (iii) investigação e realização de estudos na área do direito, tais como sociologia jurídica, ambiente e recursos naturais para o seu uso sustentável; (iv) organização de documentação e informação jurídica, dispondo de um Centro de Documentação e Informação Jurídica e Judiciária, onde é compilada, tratada e arquivada toda a documentação jurídica nacional e estrangeira e onde são publicadas obras especializadas de direito, revistas, brochuras e boletins de informação jurídica e; (v) participação na educação legal do cidadão, promovendo e disseminando uma cultura jurídica democrática e educação cívica e legal dos cidadãos e outras pessoas jurídicas.
Texto do artigo · p. 23 O CFJJ opera em quatro eixos ou pilares fundamentais: Desenvolvimento Institucional; Direito Do Ambiente, Terra e Recursos Naturais; Direitos Humanos: HIV/SIDA, Género e Criança; Combate à Corrupção e Crimes Económicos; e Consolidação da Paz e Avanço Democrático. Existem três grandes
Texto do artigo · p. 24 e onde são publicadas obras especializadas de direito, revistas, brochuras e boletins de informação jurídica e; (v) participação na educação legal do cidadão, promovendo e disseminando uma cultura jurídica democrática e educação cívica e legal dos cidadãos e outras pessoas jurídicas.
Texto do artigo · p. 24 a formação inicial, respectivos processos e procedimentos de admissão no âmbito do recrutamento e selecção dos candidatos aos cursos para o ingresso, bem como na formação contínua .
Texto do artigo · p. 24 A formação profissional das diversas carreiras do Sector de Administração da Justiça na responsabilidade do CFJJ abrange a formação inicial, respectivos processos e procedimentos de admissão no âmbito do recrutamento e selecção dos candidatos aos cursos para o ingresso, bem como na formação contínua5.
Texto do artigo · p. 24 A formação tem contribuído para o reforço da capacidade técnica dos magistrados, investigadores criminais e advogados, no tratamento de matérias relacionadas com corrupção, branqueamento de capitais e crimes cibernéticos.
Texto do artigo · p. 24 A formação tem contribuído para o reforço da capacidade técnica dos magistrados, investigadores criminais e advogados, no tratamento de matérias relacionadas com corrupção, branqueamento de capitais e crimes cibernéticos.
Texto do artigo · p. 24 A formação profissional das diversas carreiras do Sector de Administração da Justiça na responsabilidade do CFJJ abrange
Texto do artigo · p. 24 Constituem constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
Texto do artigo · p. 24 Constituem constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
Texto do artigo · p. 24 N.Ord Constrangimentos Desafios
Texto do artigo · p. 24 N.Ord Constrangimentos Desafios 1 A formaçã do CFJJ a ecrutamen A formaçã criminais capitais e onstituem Falta de currículo-padrão que melhor fortaleça as capacidades específicas dos operadores da justiça no geral introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas. o profissional das diversas carreiras do Sec brange a formação inicial, respectivos pro to e selecção dos candidatos aos cursos o tem contribuído para o reforço da ca e advogados, no tratamento de matérias crimes cibernéticos. constrangimentos e desafios desta área Assegurar que o CFJJ se mantenha como instituição de excelência na formação dos operadores da justiça, tendo em conta a necessidade de adopção de um currículo-padrão e fortalecimento de capacidades específicas dos operadores da justiça, introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas; tor de Administração da Justiça na responsabilidade cessos e procedimentos de admissão no âmbito do para o ingresso, bem como na formação contínua5. pacidade técnica dos magistrados, investigadores relacionadas com corrupção, branqueamento de os seguintes: 2 N.Ord 1 Modelo de formação por conteúdos, completamente desajustado aos fundamentos e princípios de formação técnico-profissional, oque em nada contribui para a criação de capacidades técnicas e de saber fazer pelos profissionais das instituições do sistema de administração da justiça, tais como tribunais, procuradorias e os respectivos cartórios, IPAJ, conservatórias, notários, ETC. Constrangimentos Falta de currículo-padrão que melhor fortaleça as capacidades específicas dos operadores da justiça no geral introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes Apostar na formação profissionalizante, baseada no conhecimento prático, adoptando, por exemplo, um Modelo de Organização Curricular Baseado em Competências – uma abordagem de ensino centrado no estudante em combinação com a relevância do currículo relativamente ao mercado do trabalho, ou seja, uma formação de operadores judiciários e da justiça concentrada nas competências dos mesmos, tendo em conta três elementos fundamentais: conhecimento, habilidade e atitude. Desafios Assegurar que o CFJJ se mantenha como instituição de excelência na formação dos operadores da justiça, tendo em conta a necessidade de adopção de um currículo-padrão e fortalecimento de capacidades específicas dos operadores da justiça, introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina 3 Deficiente actuação nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária por limitação de recursos humanos e materiais; económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas. Garantir padrões de excelência nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária através do reforço da perspectiva multidisciplinar das ciências sociais, na sua relação complementar com o direito; legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas; 4 2 Fraca capacidade institucional interna em termos de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ, actualmente funciona com menos de 50% do número de funcionários projectado. Modelo de formação por conteúdos, completamente desajustado aos fundamentos e princípios de formação técnico-profissional, oque em nada contribui para a criação de capacidades técnicas e de saber fazer pelos profissionais das instituições do sistema de administração da justiça, tais como tribunais, procuradorias e os respectivos cartórios, IPAJ, conservatórias, notários, ETC. Consolidar o fortalecimento da capacidade institucional interna, em termos de governação interna, planificação e prestação de contas, estabelecimento de parcerias, bem como de criação de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ: actualmente: -funciona com cerca de 50% do número de funcionários projectado; - Não possui um quadro de formadores efectivos Apostar na formação profissionalizante, baseada no conhecimento prático, adoptando, por exemplo, um Modelo de Organização Curricular Baseado em Competências – uma abordagem de ensino centrado no estudante em combinação com a relevância do currículo relativamente ao mercado do trabalho, ou seja, uma formação de operadores judiciários e da justiça concentrada nas competências dos mesmos, tendo em conta três elementos fundamentais: conhecimento, habilidade e atitude.
N.OrdConstrangimentosDesafios
1 A formaçã do CFJJ a ecrutamen A formaçã criminais capitais e onstituemFalta de currículo-padrão que melhor fortaleça as capacidades específicas dos operadores da justiça no geral introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas. o profissional das diversas carreiras do Sec brange a formação inicial, respectivos pro to e selecção dos candidatos aos cursos o tem contribuído para o reforço da ca e advogados, no tratamento de matérias crimes cibernéticos. constrangimentos e desafios desta áreaAssegurar que o CFJJ se mantenha como instituição de excelência na formação dos operadores da justiça, tendo em conta a necessidade de adopção de um currículo-padrão e fortalecimento de capacidades específicas dos operadores da justiça, introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas; tor de Administração da Justiça na responsabilidade cessos e procedimentos de admissão no âmbito do para o ingresso, bem como na formação contínua5. pacidade técnica dos magistrados, investigadores relacionadas com corrupção, branqueamento de os seguintes:
2 N.Ord 1Modelo de formação por conteúdos, completamente desajustado aos fundamentos e princípios de formação técnico-profissional, oque em nada contribui para a criação de capacidades técnicas e de saber fazer pelos profissionais das instituições do sistema de administração da justiça, tais como tribunais, procuradorias e os respectivos cartórios, IPAJ, conservatórias, notários, ETC. Constrangimentos Falta de currículo-padrão que melhor fortaleça as capacidades específicas dos operadores da justiça no geral introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimesApostar na formação profissionalizante, baseada no conhecimento prático, adoptando, por exemplo, um Modelo de Organização Curricular Baseado em Competências – uma abordagem de ensino centrado no estudante em combinação com a relevância do currículo relativamente ao mercado do trabalho, ou seja, uma formação de operadores judiciários e da justiça concentrada nas competências dos mesmos, tendo em conta três elementos fundamentais: conhecimento, habilidade e atitude. Desafios Assegurar que o CFJJ se mantenha como instituição de excelência na formação dos operadores da justiça, tendo em conta a necessidade de adopção de um currículo-padrão e fortalecimento de capacidades específicas dos operadores da justiça, introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina
3Deficiente actuação nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária por limitação de recursos humanos e materiais; económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas.Garantir padrões de excelência nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária através do reforço da perspectiva multidisciplinar das ciências sociais, na sua relação complementar com o direito; legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas;
4 2Fraca capacidade institucional interna em termos de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ, actualmente funciona com menos de 50% do número de funcionários projectado. Modelo de formação por conteúdos, completamente desajustado aos fundamentos e princípios de formação técnico-profissional, oque em nada contribui para a criação de capacidades técnicas e de saber fazer pelos profissionais das instituições do sistema de administração da justiça, tais como tribunais, procuradorias e os respectivos cartórios, IPAJ, conservatórias, notários, ETC.Consolidar o fortalecimento da capacidade institucional interna, em termos de governação interna, planificação e prestação de contas, estabelecimento de parcerias, bem como de criação de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ: actualmente: -funciona com cerca de 50% do número de funcionários projectado; - Não possui um quadro de formadores efectivos Apostar na formação profissionalizante, baseada no conhecimento prático, adoptando, por exemplo, um Modelo de Organização Curricular Baseado em Competências – uma abordagem de ensino centrado no estudante em combinação com a relevância do currículo relativamente ao mercado do trabalho, ou seja, uma formação de operadores judiciários e da justiça concentrada nas competências dos mesmos, tendo em conta três elementos fundamentais: conhecimento, habilidade e atitude.
Texto do artigo · p. 24 3 Deficiente actuação nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária por limitação de recursos humanos e materiais; Garantir padrões de excelência nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária através do reforço da perspectiva multidisciplinar das ciências sociais, na sua relação complementar com o direito; 4 Fraca capacidade institucional interna em termos de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ, actualmente funciona com menos de 50% do número de funcionários projectado. Consolidar o fortalecimento da capacidade institucional interna, em termos de governação interna, planificação e prestação de contas, estabelecimento de parcerias, bem como de criação de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ: actualmente: -funciona com cerca de 50% do número de funcionários projectado; - Não possui um quadro de formadores efectivos 5 Previsto no número 2 do Artigo 2 do Decreto 55/2021 de 30 de Julho.
Texto do artigo · p. 24 5 Previsto no número 2 do Artigo 2 do Decreto 55/2021 de 30 de Julho.
Texto do artigo · p. 24 40
Texto do artigo · p. 24 40
Texto do artigo · p. 25 - Apresenta baixa dotação orçamental para assegurar o mínimo da missão que lhe é adstrita por lei, de formar operadores jurídicos e judiciários essenciais para a administração eficaz e eficiente da justiça – Orçamentos baixos ou inexistentes para as áreas de formação, investigação e documentação. - Precisa de melhorar a sua capacidade de planificação, monitoria e avaliação de resultados; Precisa de reforçar a capacidade de mobilização de recursos e parcerias estratégicas 5 Infraestruturas inadequadas e sem capacidade para responder à demanda, as necessidades e exigências do sector – embora o contexto tenha mudado desde a sua criação (há cerca de 26 anos) o CFJJ funciona com apenas 4 salas de formação, com capacidades distintas: 2 com capacidade para albergar 25 formandos cada, 1 para 20 e 1 para 15, o que significa que em condições normais, no limite das suas capacidades, podem, as salas do CFJJ, albergar, no máximo, 85 formandos simultaneamente. No entanto, actualmente se exige uma entrega de mais de 300 operadores jurídicos e judiciários/ano. Garantir a expansão do CFJJ à escala nacional, criando delegações regionais Centro e Norte, nas províncias de Nampula e Sofala e delegação-sede na Província de Maputo, para reforçar, consolidar e ampliar a sua actuação e intervenção nos domínios da formação dos operadores da justiça em matérias técnico-jurídicas, estudos e documentação jurídica e judiciária, bem como para contribuir no fortalecimento do sistema judiciário e no acesso à justiça em Moçambique. 6 Fraca articulação institucional para uma planificação e actuação/intervenção integrada e coordenada entre as instituições da justiça, principalmente no que se refere à acções de formação, capacitação e qualificação profissional. Criar mecanismos de articulação e intervenção integradas das instituições da justiça, no âmbito do reforço das capacidades técnicas dos operadores jurídicos e judiciários. 7 Pouco envolvimento na promoção da cultura de legalidade e na educação legal do cidadão, de modo a garantir maior acesso à justiça e ao direito. Participar, de forma activa e efectiva, na promoção da cultura de legalidade e da educação legal do cidadão para garantir maior acesso à justiça e ao direito.
- Apresenta baixa dotação orçamental para assegurar o mínimo da missão que lhe é adstrita por lei, de formar operadores jurídicos e judiciários essenciais para a administração eficaz e eficiente da justiça – Orçamentos baixos ou inexistentes para as áreas de formação, investigação e documentação. - Precisa de melhorar a sua capacidade de planificação, monitoria e avaliação de resultados; Precisa de reforçar a capacidade de mobilização de recursos e parcerias estratégicas
5Infraestruturas inadequadas e sem capacidade para responder à demanda, as necessidades e exigências do sector – embora o contexto tenha mudado desde a sua criação (há cerca de 26 anos) o CFJJ funciona com apenas 4 salas de formação, com capacidades distintas: 2 com capacidade para albergar 25 formandos cada, 1 para 20 e 1 para 15, o que significa que em condições normais, no limite das suas capacidades, podem, as salas do CFJJ, albergar, no máximo, 85 formandos simultaneamente. No entanto, actualmente se exige uma entrega de mais de 300 operadores jurídicos e judiciários/ano.Garantir a expansão do CFJJ à escala nacional, criando delegações regionais Centro e Norte, nas províncias de Nampula e Sofala e delegação-sede na Província de Maputo, para reforçar, consolidar e ampliar a sua actuação e intervenção nos domínios da formação dos operadores da justiça em matérias técnico-jurídicas, estudos e documentação jurídica e judiciária, bem como para contribuir no fortalecimento do sistema judiciário e no acesso à justiça em Moçambique.
6Fraca articulação institucional para uma planificação e actuação/intervenção integrada e coordenada entre as instituições da justiça, principalmente no que se refere à acções de formação, capacitação e qualificação profissional.Criar mecanismos de articulação e intervenção integradas das instituições da justiça, no âmbito do reforço das capacidades técnicas dos operadores jurídicos e judiciários.
7Pouco envolvimento na promoção da cultura de legalidade e na educação legal do cidadão, de modo a garantir maior acesso à justiça e ao direito.Participar, de forma activa e efectiva, na promoção da cultura de legalidade e da educação legal do cidadão para garantir maior acesso à justiça e ao direito.
Texto do artigo · p. 25 Tabela 17 Constrangimentos e desafios - Formação Jurídica e Judiciaria
Texto do artigo · p. 25 2.3.18 SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS
Texto do artigo · p. 25 2.3.18 Serviços Penitenciários
Texto do artigo · p. 25 Os serviços penitenciários estão sob responsabilidade do Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP), criado pela Lei n˚ 3/2013, de 16 de Janeiro, como uma força de segurança interna, com natureza de serviço público, que garante a execução das decisões judiciais em matérias de privação de liberdade e das penas alternativas, assegurando as condições de reabilitação e reinserção social dos condenados.
Texto do artigo · p. 25 Os serviços penitenciários estão sob responsabilidade do Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP), criado pela Lei n.˚ 3/2013, de 16 de Janeiro, como uma força de segurança interna, com natureza de serviço público, que garante a execução das decisões judiciais em matérias de privação de liberdade e das penas alternativas, assegurando as condições de reabilitação e reinserção social dos condenados.
Texto do artigo · p. 25 O SERNAP tem autonomia administrativa e é tutelada pela MJCR.
Texto do artigo · p. 25 O SERNAP tem autonomia administrativa e é tutelada pela MJCR.
Texto do artigo · p. 26 Constituem constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
Texto do artigo · p. 26 Constituem constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
Texto do artigo · p. 26 Constituem constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
Texto do artigo · p. 26 N.Ord Constrangimentos Desafios 1 Aumento da taxa de superlotação nos estabelecimentos penitenciários Construir mais estabelecimentos penitenciários a nível regional, provincial e distrital; Criar condições para aplicação de medidas alternativas a pena de prisão 2 Défice de infra-estruturas prisionais tipificadas tendo em conta os contextos actuais do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários. Construir infraestruturas para albergar os diferentes contextos do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários. Criar centros de reabilitação para os menores infractores 3 Sistema de justiça ainda com registo de alta percentagem de cidadãos em prisão preventiva expirada em relação ao total da população penitenciária, Estabelecer uma plataforma de comunicação com sector judiciário para melhorar a eficiência e garantir que os processos judiciais sejam céleres, permitindo a redução da percentagem elevada de cidadãos em prisão preventiva expirada; 4 Baixo nível de formação do pessoal nos estabelecimentos prisionais, incluindo membros da Direcção e serviços de apoio e agentes correccionais; Promover a formação e capacitação do pessoal nos estabelecimentos prisionais, especialmente em matérias de Direitos Humanos; 5 Fraca monitoria da situação dos reclusos nos estabelecimentos prisionais; Reforçar os mecanismos de fiscalização da situação legal dos reclusos Deficientes condições materiais, financeiras e humanas para a expansão e execução dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão; Criar condições materiais, financeiras e humanas para a expansão e execução dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão; 6 Acumulação de processos judiciais. A questão da superlotação não se resolve apenas com a construção de novas infraestruturas, mas também na flexibilização dos processos judiciais e na aplicação de penas alternativas. Recrutar e formar guardas prisionais suficientes para os estabelecimentos prisionais 7 Falta de actividades produtivas de prisioneiros, o que não é compatível com os custos operacionais variáveis ligados alimentação dos mesmos. Desenvolver programas e pacotes que garantam que a população prisional seja produtiva, a fim de cobrir os
N.OrdConstrangimentosDesafios
1Aumento da taxa de superlotação nos estabelecimentos penitenciáriosConstruir mais estabelecimentos penitenciários a nível regional, provincial e distrital; Criar condições para aplicação de medidas alternativas a pena de prisão
2Défice de infra-estruturas prisionais tipificadas tendo em conta os contextos actuais do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários.Construir infraestruturas para albergar os diferentes contextos do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários.
Criar centros de reabilitação para os menores infractores
3Sistema de justiça ainda com registo de alta percentagem de cidadãos em prisão preventiva expirada em relação ao total da população penitenciária,Estabelecer uma plataforma de comunicação com sector judiciário para melhorar a eficiência e garantir que os processos judiciais sejam céleres, permitindo a redução da percentagem elevada de cidadãos em prisão preventiva expirada;
4Baixo nível de formação do pessoal nos estabelecimentos prisionais, incluindo membros da Direcção e serviços de apoio e agentes correccionais;Promover a formação e capacitação do pessoal nos estabelecimentos prisionais, especialmente em matérias de Direitos Humanos;
5Fraca monitoria da situação dos reclusos nos estabelecimentos prisionais;Reforçar os mecanismos de fiscalização da situação legal dos reclusos
Deficientes condições materiais, financeiras e humanas para a expansão e execução dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão;Criar condições materiais, financeiras e humanas para a expansão e execução dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão;
6Acumulação de processos judiciais. A questão da superlotação não se resolve apenas com a construção de novas infraestruturas, mas também na flexibilização dos processos judiciais e na aplicação de penas alternativas.Recrutar e formar guardas prisionais suficientes para os estabelecimentos prisionais
7Falta de actividades produtivas de prisioneiros, o que não é compatível com os custos operacionais variáveis ligados alimentação dos mesmos.Desenvolver programas e pacotes que garantam que a população prisional seja produtiva, a fim de cobrir os
Texto do artigo · p. 26 42
Texto do artigo · p. 27 8 Falta de uma componente forte de educação ou capacitação profissional dos reclusos no processo de reabilitação para que desempenhem as actividades produtivas. custos operacionais dos estabelecimentos penitenciários e, até, do sistema da Administração da Justiça como um todo; 9 Falta de residência fixa e localização deficiente dos condenados dificultando a implementação das medidas (Penas alternativa, liberdade condicional); Os Tribunais devem aplicar a lei promovendo a libertação dos cidadãos que são detidos ilegalmente e aplicar medidas de coacção menos gravosas durante a instrução dos processos, como Termo de Identidade e Residência, pagamento de caução; 10 Falta de meios circulantes que facilitem a deslocação dos agentes para a realização das diligências para a confrontação da informação prestada pelos condenados durante a entrevista psicossocial e a monitoria dos condenados nas entidades receptoras de trabalho; Prover meios circulantes para a deslocação dos agentes para a realização das diligencias. 11 Falta de representação dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão em Distritos que já aplicam pena de prestação de trabalho socialmente útil. Construir mais estabelecimentos penitenciários a nível regional, provincial e distrital; 12 Cuidados de Saúde: Nesta componente com a superlotação nos Estabelecimentos Penitenciários constitui um desafio minimizar a propagação de enfermidades devido ao número de Postos de Saúde e respectiva medicação nos EP´s, bem como o pessoal médico e meios circulantes para atender à demanda em casos de transferências para as unidades sanitárias ou em caso de cuidados especializados. Criação de condições financeiras para prover meios circulantes para atender à demanda em casos de transferências para as unidades sanitárias ou em caso de cuidados especializados
8Falta de uma componente forte de educação ou capacitação profissional dos reclusos no processo de reabilitação para que desempenhem as actividades produtivas.custos operacionais dos estabelecimentos penitenciários e, até, do sistema da Administração da Justiça como um todo;
9Falta de residência fixa e localização deficiente dos condenados dificultando a implementação das medidas (Penas alternativa, liberdade condicional);Os Tribunais devem aplicar a lei promovendo a libertação dos cidadãos que são detidos ilegalmente e aplicar medidas de coacção menos gravosas durante a instrução dos processos, como Termo de Identidade e Residência, pagamento de caução;
10Falta de meios circulantes que facilitem a deslocação dos agentes para a realização das diligências para a confrontação da informação prestada pelos condenados durante a entrevista psicossocial e a monitoria dos condenados nas entidades receptoras de trabalho;Prover meios circulantes para a deslocação dos agentes para a realização das diligencias.
11Falta de representação dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão em Distritos que já aplicam pena de prestação de trabalho socialmente útil.Construir mais estabelecimentos penitenciários a nível regional, provincial e distrital;
12Cuidados de Saúde: Nesta componente com a superlotação nos Estabelecimentos Penitenciários constitui um desafio minimizar a propagação de enfermidades devido ao número de Postos de Saúde e respectiva medicação nos EP´s, bem como o pessoal médico e meios circulantes para atender à demanda em casos de transferências para as unidades sanitárias ou em caso de cuidados especializados.Criação de condições financeiras para prover meios circulantes para atender à demanda em casos de transferências para as unidades sanitárias ou em caso de cuidados especializados
Texto do artigo · p. 27 Tabela 18 Constrangimentos e desafios - Serviços Penitenciarios
Texto do artigo · p. 27 2.4 ANÁLISE DAS FORÇAS, OPORTUNIDADES, FRAQUEZAS E AMEAÇAS (FOFA)
Texto do artigo · p. 27 2.4 Análise das Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças (FOFA)
Texto do artigo · p. 27 A análise exaustiva da situação actual do sector da Justiça remete a pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças (FOFA). A realização dos objectivos do plano dependerá, em grande medida, da forma como o MJCR irá explorar os seus pontos fortes e as oportunidades existentes e da forma de gerir os pontos fracos em todas as suas acções, bem como do controlo dos factores que constituem uma ameaça à realização dos programas e actividades planificados.
Texto do artigo · p. 27 Os pontos fortes mostram que o sector da justiça é resiliente para registar progressos diante das várias vicissitudes que possam surgir, enquanto na execução do presente plano estratégico, o MJCR explorará as potenciais oportunidades e minimizar o impacto de outros factores externos adversos, a fim de melhorar a sua capacidade de atingir metas e objectivos. O quadro abaixo resume os pontos fortes e fracos e as oportunidades e desafios que têm influência na implementação do presente Plano Estratégico.
Texto do artigo · p. 27 Os pontos fortes mostram que o sector da justiça é resiliente para registar progressos diante das várias vicissitudes que possam surgir, enquanto na execução do presente plano estratégico, o MJCR explorará as potenciais oportunidades e minimizar o impacto de outros factores externos adversos, a fim de melhorar a sua capacidade de atingir metas e objectivos. O quadro abaixo resume os pontos fortes e fracos e as oportunidades e desafios que têm influência na implementação do presente Plano Estratégico.
Texto do artigo · p. 27 A análise exaustiva da situação actual do sector da Justiça remete a pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças (FOFA). A realização dos objectivos do plano dependerá, em grande medida, da forma como o MJCR irá explorar os seus pontos fortes e as oportunidades existentes e da forma de gerir os pontos fracos em todas as suas acções, bem como do controlo dos factores que constituem uma ameaça à realização dos programas e actividades planificados.
Texto do artigo · p. 28 Tabela 19: Análise SWOT
Texto do artigo · p. 28 Pontes Fortes Pontos Fracos ▪ Existência da Constituição da República que consagra Moçambique como um Estado de Direito Democrático, o princípio da separação de poderes, o pluralismo jurídico e acesso a justiça; ▪ Existência de estruturas legais abrangentes e diversas, que cobrem diferentes aspectos da justiça, incluindo direito penal, civil, tributário, comercial e de família. ▪ Engajamento do Governo na promoção e protecção de Direitos Humanos e Justiça em Moçambique ▪ Quadro de Pessoal relativamente jovem. ▪ Progressos assinaláveis na informatização dos serviços Existência de um Centro de Formação para formação de operadores de justiça Instituição com mandato para lidar com assuntos transversais Existência de Parceiros de Cooperação para apoiar o Sector Existência de um mecanismo de coordenação e articulação com os Órgãos da Administração da Justiça Representação a nível territorial dos Serviços dos Registos e Notariado, delegação do IPAJ, Estabelecimentos dos Pais O Governo demonstra vontade politica na reforma do sector/sistema de Justiça consentânea com as reformas do Sector Público O Estado tem vindo a ractificar as convenções internacionais adptadas em organismos internacionais Aproximação dos Serviços Integrados através dos Palácios de Justiça Assegurado a construção de infraestruturas necessárias ao adequado funcionamento dos Tribunais Revitalização dos mecanismos extra-judiciais nos Tribunais Comunitários Promoção e aplicação das Penas Alternativas a Pena de Prisão Existência da Lei de Probidade Pública: oportunidade para controle da corrupção, Iniciativas de implementação da lei de Insolvência ▪ Prevalência de casos de corrupção no sector, o que leva a decisões parciais e injustas e falta de confiança dos cidadãos ao sistema de justiça. ▪ Existência de Longas distâncias entre as instituições da justiça e os cidadãos o que dificulta o acesso a justiça pelos cidadãos ▪ Pouca cultura jurídica dos cidadãos o que dificulta o acesso a justiça ▪ Inexistência de um instrumento normativo para elaboração legislativa; ▪ Exiguidade de recursos financeiros e materiais para o pleno funcionamento dos órgãos da administração da justiça, (tribunais, procuradores, MJCR, IPAJ, SERNAP, SPJT, Conservatórias e Cartórios Notariais, o que leva a dificuldade de execução de actividade ▪ Limitado acesso da Justiça para as camadas desfavorecidas ▪ Inexistência de uma Política Nacional, atinente aos Direitos Humanos; ▪ Morosidade na aprovação da legislação revista atinente aos Assuntos Religiosos e Tribunais Comunitários; ▪ Superlotação dos estabelecimentos penitenciários e alta percentagem de cidadãos em prisão preventiva expirada em relação ao total da população penitenciária. ▪ Demora no processo de informatização das Instituições do MJCR e fraca aderência dos profissionais a estes processos ▪ Dificuldades para reforçar a capacidade de resposta das atribuições do sector (recursos humanos, materiais e infraestrutura) ▪ Insuficiência de pessoal nas áreas de especialização e de apoio ▪ Prevalência de pagamento em numerário dos actos registais nas conservatórias e cartório notariais o que contribui em certa medida na redução da receita colectada o que propicia facilidades para o descaminho; ▪ Maior número de conservadores e notários superior baseados na capital do país em detrimento das provinciais e distritos; ▪ Falta de um plano de mobilização de recursos para responder os desafios do Ministério ▪ Inexistência de um mecanismo de articulação e harmonização de forma holística das prioridades do Ministério face aos recursos financeiros disponibilizados pelos parceiros de cooperação ▪ Desajustada da realidade a legislação da criação do CGRN,, visto que a mesma data de 1989; ▪ Quadro Pessoal desajustada e inexistência para as Conservatórias e Cartórios:
Pontes FortesPontos Fracos
▪ Existência da Constituição da República que consagra Moçambique como um Estado de Direito Democrático, o princípio da separação de poderes, o pluralismo jurídico e acesso a justiça; ▪ Existência de estruturas legais abrangentes e diversas, que cobrem diferentes aspectos da justiça, incluindo direito penal, civil, tributário, comercial e de família. ▪ Engajamento do Governo na promoção e protecção de Direitos Humanos e Justiça em Moçambique ▪ Quadro de Pessoal relativamente jovem. ▪ Progressos assinaláveis na informatização dos serviços Existência de um Centro de Formação para formação de operadores de justiça Instituição com mandato para lidar com assuntos transversais Existência de Parceiros de Cooperação para apoiar o Sector Existência de um mecanismo de coordenação e articulação com os Órgãos da Administração da Justiça Representação a nível territorial dos Serviços dos Registos e Notariado, delegação do IPAJ, Estabelecimentos dos Pais O Governo demonstra vontade politica na reforma do sector/sistema de Justiça consentânea com as reformas do Sector Público O Estado tem vindo a ractificar as convenções internacionais adptadas em organismos internacionais Aproximação dos Serviços Integrados através dos Palácios de Justiça Assegurado a construção de infraestruturas necessárias ao adequado funcionamento dos Tribunais Revitalização dos mecanismos extra-judiciais nos Tribunais Comunitários Promoção e aplicação das Penas Alternativas a Pena de Prisão Existência da Lei de Probidade Pública: oportunidade para controle da corrupção, Iniciativas de implementação da lei de Insolvência▪ Prevalência de casos de corrupção no sector, o que leva a decisões parciais e injustas e falta de confiança dos cidadãos ao sistema de justiça. ▪ Existência de Longas distâncias entre as instituições da justiça e os cidadãos o que dificulta o acesso a justiça pelos cidadãos ▪ Pouca cultura jurídica dos cidadãos o que dificulta o acesso a justiça ▪ Inexistência de um instrumento normativo para elaboração legislativa; ▪ Exiguidade de recursos financeiros e materiais para o pleno funcionamento dos órgãos da administração da justiça, (tribunais, procuradores, MJCR, IPAJ, SERNAP, SPJT, Conservatórias e Cartórios Notariais, o que leva a dificuldade de execução de actividade ▪ Limitado acesso da Justiça para as camadas desfavorecidas ▪ Inexistência de uma Política Nacional, atinente aos Direitos Humanos; ▪ Morosidade na aprovação da legislação revista atinente aos Assuntos Religiosos e Tribunais Comunitários; ▪ Superlotação dos estabelecimentos penitenciários e alta percentagem de cidadãos em prisão preventiva expirada em relação ao total da população penitenciária. ▪ Demora no processo de informatização das Instituições do MJCR e fraca aderência dos profissionais a estes processos ▪ Dificuldades para reforçar a capacidade de resposta das atribuições do sector (recursos humanos, materiais e infraestrutura) ▪ Insuficiência de pessoal nas áreas de especialização e de apoio ▪ Prevalência de pagamento em numerário dos actos registais nas conservatórias e cartório notariais o que contribui em certa medida na redução da receita colectada o que propicia facilidades para o descaminho; ▪ Maior número de conservadores e notários superior baseados na capital do país em detrimento das provinciais e distritos; ▪ Falta de um plano de mobilização de recursos para responder os desafios do Ministério ▪ Inexistência de um mecanismo de articulação e harmonização de forma holística das prioridades do Ministério face aos recursos financeiros disponibilizados pelos parceiros de cooperação ▪ Desajustada da realidade a legislação da criação do CGRN,, visto que a mesma data de 1989; ▪ Quadro Pessoal desajustada e inexistência para as Conservatórias e Cartórios:
Texto do artigo · p. 28 Oportunidades Ameaças ● Melhoria da dinâmica económica do país que se prevê para o médio prazo que pode levar a um aumento da demanda por serviços jurídicos ● Existência de pressão política ou interferência política sobre o sistema judicial, o que pode prejudicar ou comprometer a sua independência e imparcialidade
OportunidadesAmeaças
● Melhoria da dinâmica económica do país que se prevê para o médio prazo que pode levar a um aumento da demanda por serviços jurídicos● Existência de pressão política ou interferência política sobre o sistema judicial, o que pode prejudicar ou comprometer a sua independência e imparcialidade
Texto do artigo · p. 28 44
Texto do artigo · p. 29 ● O melhoramento e incremento de uso de novas tecnologias de informação e comunicação concorrem para a melhoria da simplificação de procedimentos, prestação de serviços e reforço dos mecanismos de monitoria ● Moçambique tem a oportunidade de reforçar o seu quadro legal, preenchendo as lacunas e resolvendo as fraquezas das leis existentes que já foram identificados por diversos instrumentos de avaliação disponíveis ● Com o crescimento económico e das receitas do país, Moçambique tem a oportunidade de investir nas infraestruturas do sistema de justiça, tais como edifícios de tribunais e tecnologia, poderia melhorar a eficiência e reduzir os atrasos. ● O sistema de justiça pode ser reforçado através desenvolvimento das capacidades dos juízes, Defensores públicos, Assistentes Jurídicos, Conservadores e Notariado, Guardas penitenciários, e outros profissionais da justiça. ● Moçambique pode beneficiar da cooperação e apoio internacional para melhorar o seu sistema de justiça. ● Apoio dos parceiros de cooperação ao sector de justiça ● Sector Justiça como prioridade do Governo ● Crescimento das escolas de formação na área das TICs, do direito e áreas afins ● Preocupação do sector privado com diferentes aspectos do sector da justiça que afectam o ambiente de negócios ● O cometimento dos Parceiros de Cooperação Internacional no apoio a área da Justiça oferece a possibilidade de reforço da capacidade institucional em vários domínios ● A instabilidade e os conflitos políticos que podem perturbar a administração da justiça e dificultar o funcionamento eficaz do sistema judicial. A falta de segurança pública em algumas regiões do país (Cabo Delgado) prejudica a eficiência do sistema judicial. ● Ciclos económicos podem levar a cortes orçamentários que prejudicam o funcionamento do MJCR-Central, IPAJ, SERNAP, Serviços Provinciais da Justiça e Trabalho (SPJT), CFJJ, Penitenciárias, entre outros órgãos da Administração da Justiça. ● Crises Pandémicas, a pandemia de COVID-19 perturbou o funcionamento dos tribunais, provocando mais atrasos na administração da justiça que pode continuar a -se ainda por algum tempo ● Aumento dos níveis de criminalidade e o sistema de justiça tem dificuldade em lidar com a carga de trabalho. Isto pode resultar numa acumulação de casos e em atrasos no cumprimento da justiça. ● Aumento do crime organizado (raptos) que ainda não encontram resposta do sistema de justiça moçambicano ● Surgimento e aumento de crimes cibernéticos, envolvendo uso de TICS associados a globalização e digitalização da sociedade ● A alta taxa de crescimento populacional que demanda o aumento da formação de juízes. ● Proliferação de congregações religiosas o que dificulta o seu controlo dado que estas podem estar expostas a fluxo ilícito de capitais, branqueamento de capitais e financiamento a actividade ilegais como terrorismo ● Competição com o sector privado no recrutamento de pessoal especializado, com destaque para as TICs, a área da insolvência e defensória. ● A prevalência de várias doenças endémicas, incluindo o HIV & SIDA, e o crescimento de doenças cárdeo vasculares e ligadas a saúde mental ● Dependência de Financiamento de Parceiros de Cooperação na implementação de acções estratégicas do Ministério e Instituições Tuteladas
● O melhoramento e incremento de uso de novas tecnologias de informação e comunicação concorrem para a melhoria da simplificação de procedimentos, prestação de serviços e reforço dos mecanismos de monitoria ● Moçambique tem a oportunidade de reforçar o seu quadro legal, preenchendo as lacunas e resolvendo as fraquezas das leis existentes que já foram identificados por diversos instrumentos de avaliação disponíveis ● Com o crescimento económico e das receitas do país, Moçambique tem a oportunidade de investir nas infraestruturas do sistema de justiça, tais como edifícios de tribunais e tecnologia, poderia melhorar a eficiência e reduzir os atrasos. ● O sistema de justiça pode ser reforçado através desenvolvimento das capacidades dos juízes, Defensores públicos, Assistentes Jurídicos, Conservadores e Notariado, Guardas penitenciários, e outros profissionais da justiça. ● Moçambique pode beneficiar da cooperação e apoio internacional para melhorar o seu sistema de justiça. ● Apoio dos parceiros de cooperação ao sector de justiça ● Sector Justiça como prioridade do Governo ● Crescimento das escolas de formação na área das TICs, do direito e áreas afins ● Preocupação do sector privado com diferentes aspectos do sector da justiça que afectam o ambiente de negócios ● O cometimento dos Parceiros de Cooperação Internacional no apoio a área da Justiça oferece a possibilidade de reforço da capacidade institucional em vários domínios● A instabilidade e os conflitos políticos que podem perturbar a administração da justiça e dificultar o funcionamento eficaz do sistema judicial. A falta de segurança pública em algumas regiões do país (Cabo Delgado) prejudica a eficiência do sistema judicial. ● Ciclos económicos podem levar a cortes orçamentários que prejudicam o funcionamento do MJCR-Central, IPAJ, SERNAP, Serviços Provinciais da Justiça e Trabalho (SPJT), CFJJ, Penitenciárias, entre outros órgãos da Administração da Justiça. ● Crises Pandémicas, a pandemia de COVID-19 perturbou o funcionamento dos tribunais, provocando mais atrasos na administração da justiça que pode continuar a -se ainda por algum tempo ● Aumento dos níveis de criminalidade e o sistema de justiça tem dificuldade em lidar com a carga de trabalho. Isto pode resultar numa acumulação de casos e em atrasos no cumprimento da justiça. ● Aumento do crime organizado (raptos) que ainda não encontram resposta do sistema de justiça moçambicano ● Surgimento e aumento de crimes cibernéticos, envolvendo uso de TICS associados a globalização e digitalização da sociedade ● A alta taxa de crescimento populacional que demanda o aumento da formação de juízes. ● Proliferação de congregações religiosas o que dificulta o seu controlo dado que estas podem estar expostas a fluxo ilícito de capitais, branqueamento de capitais e financiamento a actividade ilegais como terrorismo ● Competição com o sector privado no recrutamento de pessoal especializado, com destaque para as TICs, a área da insolvência e defensória. ● A prevalência de várias doenças endémicas, incluindo o HIV & SIDA, e o crescimento de doenças cárdeo vasculares e ligadas a saúde mental ● Dependência de Financiamento de Parceiros de Cooperação na implementação de acções estratégicas do Ministério e Instituições Tuteladas
Texto do artigo · p. 29 Fonte: Adaptado com base na análise situacional
Texto do artigo · p. 29 Considerando as fraquezas e os desafios que se impõem sobre o MJCR, será importante, para a implementação do presente Plano Estratégico, a execução do seguinte: a. Criar condições para a contínua formação e especialização dos quadros, incluindo em matérias de crimes cibernéticos e ambientais, para expandir o acesso à justiça e assegurar os direitos colectivos difusos; b. Ampliar os recursos financeiros, considerando as fontes internas e externas; c. Expandir as infraestruturas prisionais e executar penas alternativas para a redução da superlotação nas prisões; d. Aprovar legislação estruturante tendo em conta os desafios de desenvolvimento económico e social, garantindo a observância dos direitos fundamentais dos cidadãos, incluindo aspectos ligados à liberdade religiosa; e. Prosseguir com a modernização do sistema de justiça através da implementação de sistemas informáticos para aumentar a eficiência na prestação dos serviços aos cidadãos.
Texto do artigo · p. 29 45
Texto do artigo · p. 30 3 DEFINIÇÃO DE LINHAS ESTRATÉGICAS
Texto do artigo · p. 30 3.1 MISSÃO, VISÃO E VALORES.
Texto do artigo · p. 30 VISÃO: Ser reconhecida pela sociedade como referência na promoção de uma Justiça mais célere e acessível ao cidadão, assente nos princípios democráticos, respeito pelos direitos humanos e pela legalidade.
Texto do artigo · p. 30 3
Texto do artigo · p. 30 MISSÃO: Garantir o respeito pela lei, direitos e liberdades dos cidadãos, através da excelência na realização das suas accões, em coordenação com os órgãos da Administração da Justiça, com objectivo de assegurar um Estado de Direito e Democrático.
Texto do artigo · p. 30 VALORES
Texto do artigo · p. 30 Legalidade Observância estrita à legislação, garantindo a integridade e responsabilidade institucional. Eficácia Realizar os principais objectivos do Sistema de justiça nacional Equidade Compromisso com a promoção da justiça, igualdade perante a lei e tratamento equitativo para todos os cidadãos. Celeridade Busca pela eficiência na tramitação dos processos administrativos Transparência Informações legais e processuais acessíveis e compreensíveis para o público em geral. Imparcialidade Decisões baseadas em princípios justos garantindo a equidade e confiança nas instituições do Sistema de Justiça Nacional. Integridade Compromisso com altos padrões éticos, honestidade e responsabilidade em todas as actividades. Colaboração Trabalho conjunto com os outros órgãos do sistema de administração da justiça, outras instituições do governo e partes interessadas para alcançar objectivos comuns. Inovação Adopção de tecnologias e práticas inovadoras para aprimorar o sistema de justiça e melhoria contínua dos serviços prestados. Respeito pelos Direitos Humanos Protecção dos direitos fundamentais e liberdades individuais incluindo na aplicação da lei.
LegalidadeObservância estrita à legislação, garantindo a integridade e responsabilidade institucional.
EficáciaRealizar os principais objectivos do Sistema de justiça nacional
EquidadeCompromisso com a promoção da justiça, igualdade perante a lei e tratamento equitativo para todos os cidadãos.
CeleridadeBusca pela eficiência na tramitação dos processos administrativos
TransparênciaInformações legais e processuais acessíveis e compreensíveis para o público em geral.
ImparcialidadeDecisões baseadas em princípios justos garantindo a equidade e confiança nas instituições do Sistema de Justiça Nacional.
IntegridadeCompromisso com altos padrões éticos, honestidade e responsabilidade em todas as actividades.
ColaboraçãoTrabalho conjunto com os outros órgãos do sistema de administração da justiça, outras instituições do governo e partes interessadas para alcançar objectivos comuns.
InovaçãoAdopção de tecnologias e práticas inovadoras para aprimorar o sistema de justiça e melhoria contínua dos serviços prestados.
Respeito pelos Direitos HumanosProtecção dos direitos fundamentais e liberdades individuais incluindo na aplicação da lei.
Texto do artigo · p. 30 Tabela 20 Valores da Estratégia
Texto do artigo · p. 31 3.2 PILARES E OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS
Texto do artigo · p. 31 O presente Plano Estratégico orienta o MJCR no cumprimento das suas atribuições e garantia do acesso à justiça a todos os moçambicanos. Este plano foi elaborado para o período 2025-2034 tendo em consideração a visão e missão do MJCR, em que pretende ser reconhecido pela sociedade como referência na promoção de uma justiça mais célere e acessível ao cidadão, assente nos princípios democráticos, respeito pelos direitos humanos e pela legalidade.
Texto do artigo · p. 31 O Plano Estratégico do MJCR está estruturado em três pilares estratégicos concebidos na base das suas atribuições e competências e dos principais desafios actuais do sector. Estes pilares tomam igualmente em consideração os principais resultados que se esperam alcançar no período de implementação deste Plano Estratégico nas seguintes vertentes: expansão do acesso à justiça, fortalecimento das instituições e do sistema da justiça, para melhoria na prestação dos serviços aos cidadãos, reforço do Estado de Direito, segurança jurídica e protecção dos direitos humanos.
Texto do artigo · p. 31 3.2.1 PILAR I. ACESSO à JUSTIÇA
Texto do artigo · p. 31 Neste pilar, o objectivo é o de garantir que todos os cidadãos tenham igual acesso à justiça e promover a igualdade perante a Lei, garantindo que todos os membros da sociedade tenham a oportunidade de buscar justiça e proteger seus direitos.
Texto do artigo · p. 31 Objectivo Estrategico 1 • Promover a eficiência e eficácia na tramitação dos
Texto do artigo · p. 31 Objectivo Estrategico 2 Instituições Públicas, Privadas e Organizações da
Texto do artigo · p. 31 Figura 4 Acesso à Justiça
Texto do artigo · p. 31 •Promover a eficiência e eficácia na tramitação dos processos administrativos garantindo a celeridade, simplicidade e adequação nos Órgãos do Sistema da Administração da Justiça
Texto do artigo · p. 31 processos administrativos garantindo a celeridade, simplicidade e adequação nos Órgãos do Sistema da Administração da Justiça • Fortalecer os mecanismos de coordenação com as
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Texto do artigo · p. 31 !
Texto do artigo · p. 31 Objectivo Estrategico 1 •Fortalecer os mecanismos de coordenação com as Instituições Públicas, Privadas e Organizações da Sociedade Civil para assegurar a promoção e proteção dos direitos humanos e da criança Objectivo Estrategico 2 •Garantir o fortalecimento de mecanismos extrajudiciais de resolução de conflitos Objectivo Estrategico 3 •Assegurar uma justiça ao alcance de todos, mais próxima e mais justa, com enfoque na efectividade dos Direitos, Deveres e Liberdades fundamentais dos cidadãos Objectivo Estrategico 4
Texto do artigo · p. 31 Sociedade Civil para assegurar a promoção e proteção dos direitos humanos e da criança • Garantir o fortalecimento de mecanismos extrajudiciais de resolução de conflitos
Texto do artigo · p. 31 Objectivo Estrategico 3 • Assegurar uma justiça ao alcance de todos, mais próxima e mais justa, com enfoque na efectividade dos Objectivo Estrategico 4 Direitos, Deveres e Liberdades fundamentais dos cidadãos
Texto do artigo · p. 31 3.2.2 PILAR II. SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS
Texto do artigo · p. 31 O pilar II tem como objectivo melhorar as condições nos estabelecimentos penitenciários com foco na realização de actividades produtivas, reabilitação e reintegração dos infractores na sociedade.
Texto do artigo · p. 32 •Assegurar uma justiça ao alcance de todos, mais próxima e mais justa, com enfoque na efectividade dos Direitos, Deveres e Liberdades fundamentais dos cidadãos Objectivo Estrategico 4
Texto do artigo · p. 32 Figura 4 Acesso à Justiça
Texto do artigo · p. 32 3.2.2 PILAR II. SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS
Texto do artigo · p. 32 O pilar II tem como objectivo melhorar as condições nos estabelecimentos penitenciários com foco na realização de actividades produtivas, reabilitação e reintegração dos infractores na sociedade.
Texto do artigo · p. 32 Objectivo Estratégico 5 Objectivo Estratégico 6
Texto do artigo · p. 32 •Melhorar a Segurança e Eficiência da Vigilância Prisional Objectivo Estrategico 5 •Garantir um sistema Penitenciário que respeite a dignidade humana e os direitos dos reclusos tendo em vista a sua reabilitação e consequente reintegração junto às comunidades Objectivo Estrategico 6 47
Texto do artigo · p. 32 •Melhorar a Segurança e Eficiência da Vigilância Prisional •Garantir um sistema Penitenciário que respeite a dignidade humana e os direitos dos reclusos tendo em vista a sua reabilitação e consequente reintegração junto às comunidades
Texto do artigo · p. 32 Figura 5 Serviços Penitenciários 3.2.3 PILAR III. REFORÇO DA CAPACIDADE INSTITUCIONAL/ DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Este pilar visa fortalecer a capacidade das instituições do sistema de administração da justiça com recursos humanos adequados, infraestruturas, e meios materiais necessários para melhoria do acesso e qualidade dos serviços prestados aos cidadãos. Figura 6 Reforço da Capacidade Institucional
Texto do artigo · p. 32 Objectivo Estratégico 7 Objectivo Estratégico 8 Objectivo Estratégico 9 Objectivo Estratégico 10 Objectivo Estratégico 11 Objectivo Estratégico 12 Objectivo Estratégico 13 Objectivo Estratégico 14
Texto do artigo · p. 32 •Reforçar mecanismos de prevenção, dissuasão e Objectivo Estrategico 7 combate à corrupção •Garantir a segurança jurídica e previsibilidade do Objectivo Estrategico 8 quadro legal •Promover acções de melhoria da articulação e comunicação com o Poder Legislativo, instituições do Sistema da Administração da Justiça, Públicas, Privadas e Organizações da Sociedade Civil Objectivo Estrategico 9 •Promover políticas institucional de desenvolvimento e Objectivo Estrategico 10 profissionalização de Recursos dos Humanos •Desenvolver acções de expansão de Infraestruturas dos Objectivo Estratégico 11 Órgãos do Sistema da Administração da Justiça •Informatizar, interoperar as Instituições do MJCR e garantir a comunicação e gestão de informação junto dos orgãos da justiça, sectores públicos, privados, organizações da sociedade civil e parceiros de cooperação. Objectivo Estratégico 12 •Fortalecer os modelos e Instrumentos de Gestão Estratégica do MJCR Objectivo Estratégico 13 •Promover a simplificação de procedimentos de registos e melhoria na prestação de serviços públicos Objectivo Estratégico 14
Texto do artigo · p. 32 •Reforçar mecanismos de prevenção, dissuasão e combate à corrupção •Garantir a segurança jurídica e previsibilidade do quadro legal •Promover acções de melhoria da articulação e comunicação com o Poder Legislativo, instituições do Sistema da Administração da Justiça, Públicas, Privadas e Organizações da Sociedade Civil •Promover políticas institucional de desenvolvimento e profissionalização de Recursos dos Humanos •Desenvolver acções de expansão de Infraestruturas dos Órgãos do Sistema da Administração da Justiça •Informatizar, interoperar as Instituições do MJCR e garantir a comunicação e gestão de informação junto dos orgãos da justiça, sectores públicos, privados, organizações da sociedade civil e parceiros de cooperação. •Fortalecer os modelos e Instrumentos de Gestão Estratégica do MJCR •Promover a simplificação de procedimentos de registos e melhoria na prestação de serviços públicos
Texto do artigo · p. 32 48
Texto do artigo · p. 33 3.3 Assuntos Transversais
Texto do artigo · p. 33 Nos próximos cinco anos, o MJCR continuará a envidar esforços para o empoderamento das mulheres, jovens e pessoas com deficiência no seu processo de procurement e recrutamento. Neste âmbito, o foco será direccionado para: (i) alargar a participação da mulher, dos jovens e pessoas com deficiência, a todos os níveis dos órgãos de administração da justiça, em particular nas províncias, distritos e instituições tuteladas, (ii) recrutamento de mulheres e jovens para os sub-sectores de administração da justiça com maiores desequilíbrios de género e de composição demográfica, (iii) aumentar as oportunidades de formação nas áreas de especialidade contínua e de curto prazo,
Texto do artigo · p. 33 descentralizando as unidades com responsabilidades de formação para os níveis sub-nacionais, recorrendo sempre que possível a acções afirmativas de promoção da mulher e dos jovens nos cursos frequentados para melhor aproveitamento do potencial representado por um número considerável dos jovens.
Texto do artigo · p. 33 O MJCR continuará a divulgar os instrumentos legais relacionados com o género, direitos das pessoas com deficiência e HIV-SIDA a nível central, local e nas instituições tuteladas.
Texto do artigo · p. 33 3.4 Quadro de Indicadores de Resultado Com a implementação do plano de acção do plano estratégico
Texto do artigo · p. 33 espera-se que no final do ano de 2034 sejam alcançados os resultados, de acordo com a tabela a seguir
Texto do artigo · p. 34 PILAR: ACESSO A JUSTIÇA
Texto do artigo · p. 34 Responsável
Texto do artigo · p. 34 DNDHC
Texto do artigo · p. 34 Relatório de
Texto do artigo · p. 34 Humanos
Texto do artigo · p. 34 028202920302031203220332034
Texto do artigo · p. 34 Direitos
Texto do artigo · p. 34 em
Texto do artigo · p. 34 Relatório de
Texto do artigo · p. 34 Humanos
Texto do artigo · p. 34 Direitos
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Texto do artigo · p. 34 Relatório de
Texto do artigo · p. 34 Humanos
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Texto do artigo · p. 34 Relatório de
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Texto do artigo · p. 34 Relatório de
Texto do artigo · p. 34 Humanos
Texto do artigo · p. 34 Direitos
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Texto do artigo · p. 34 Relatório de
Texto do artigo · p. 34 Humanos
Texto do artigo · p. 34 Direitos
Texto do artigo · p. 34 Objectivo Metas
Texto do artigo · p. 34 em
Texto do artigo · p. 34 tório de
Texto do artigo · p. 34 anos
Texto do artigo · p. 34 reitos
Texto do artigo · p. 34 m
Texto do artigo · p. 34 Fortalecer os - meca
Texto do artigo · p. 34 coordenação com as
Texto do artigo · p. 34 Publicas, privadas e
Texto do artigo · p. 34 Sociedade Civil para
Texto do artigo · p. 34 PILAR I. ACESSO A JUSTIÇA Responsável DNDHC DNAJ/SPJT IPAJ IPAJ/CFJJ TS/CFJJ Metas 2034 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 86,60% 42,4% 8,48 5,2 2033 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 84,72% 39,2% 7,71 4,84 2032 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 82,84% 36,0% 6,94 4,48 2031 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 80,96% 32,8% 6,17 4,12 2030 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 79,08% 29,6% 5,4 3,76 2029 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 77,20% 26,4% 4,63 3,4 2028 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 75,32% 23,2% 3,86 3,04 2027 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 73,44% 20,0% 3,09 2,68 2026 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 71,56% 16,8% 2,32 2,32 2025 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 69,68% 13,6% 5,4 1,96 Ano Base 2024 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 67,8% 10,4% 1,55 1.8 Indicador de Resultado Publicação dos Realtórios Anuais do Estágio de Direitos Humanos emMoçambique Taxa de resolução de Casos estra-judiciais mediados nos Tribunais Comunitáriois Taxa de cidadãos carenciados que se beneficiam de assistência e patrocínio judiciário gratuito; Rácio Técnico de Assistência Jurídica por 100 mil Habitantes Rácio Juiz por 100 mil Habitantes Objectivo Estratégico Fortalecer os - mecanismosde coordenação com as Instituicoes Publicas, privadas e Organizações da Sociedade Civil para assegurar a promoção e proteção dos direitos humanos e da criança -2 Garantir o fortalecimento de mecanismos extrajudiciais de resolucao de conflitos - 3 Assegurar uma Justiça ao alcance de todos, mais proxima e mais justa, com enfoque na efectividade dos Direitos, Deveres e Liberdadesfundamentais dos cidadãos - 4
PILAR I. ACESSO A JUSTIÇAResponsávelDNDHCDNAJ/SPJTIPAJIPAJ/CFJJTS/CFJJ
Metas2034Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado86,60%42,4%8,485,2
2033Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado84,72%39,2%7,714,84
2032Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado82,84%36,0%6,944,48
2031Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado80,96%32,8%6,174,12
2030Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado79,08%29,6%5,43,76
2029Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado77,20%26,4%4,633,4
2028Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado75,32%23,2%3,863,04
2027Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado73,44%20,0%3,092,68
2026Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado71,56%16,8%2,322,32
2025Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado69,68%13,6%5,41,96
Ano Base 2024Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado67,8%10,4%1,551.8
Indicador de ResultadoPublicação dos Realtórios Anuais do Estágio de Direitos Humanos emMoçambiqueTaxa de resolução de Casos estra-judiciais mediados nos Tribunais ComunitárioisTaxa de cidadãos carenciados que se beneficiam de assistência e patrocínio judiciário gratuito;Rácio Técnico de Assistência Jurídica por 100 mil HabitantesRácio Juiz por 100 mil Habitantes
Objectivo EstratégicoFortalecer os - mecanismosde coordenação com as Instituicoes Publicas, privadas e Organizações da Sociedade Civil para assegurar a promoção e proteção dos direitos humanos e da criança -2Garantir o fortalecimento de mecanismos extrajudiciais de resolucao de conflitos - 3Assegurar uma Justiça ao alcance de todos, mais proxima e mais justa, com enfoque na efectividade dos Direitos, Deveres e Liberdadesfundamentais dos cidadãos - 4
Texto do artigo · p. 34 de conflitos - 3 ,32%77,20%79,08%80,96%82,84%84,72%86,60%DNAJ/SPJT
Texto do artigo · p. 34 Moçambique
Texto do artigo · p. 34 Publicado
Texto do artigo · p. 34 Moçambique
Texto do artigo · p. 34 Publicado
Texto do artigo · p. 34 Moçambique
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Texto do artigo · p. 34 Moçambique
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Texto do artigo · p. 34 Moçambique
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Texto do artigo · p. 34 Moçambique
Texto do artigo · p. 34 Publicado
Texto do artigo · p. 34 mbique
Texto do artigo · p. 34 licado
Texto do artigo · p. 34 promoção e proteçã
Texto do artigo · p. 34 humanos e da crianç
Texto do artigo · p. 34 Garantir o fortalecim
Texto do artigo · p. 34 mecanismos extraju
Texto do artigo · p. 34 ,864,635,46,176,947,718,48IPAJ/CFJJ
Texto do artigo · p. 34 ,043,43,764,124,484,845,2TS/CFJJ
Texto do artigo · p. 34 ,2%26,4%29,6%32,8%36,0%39,2%42,4%IPAJ
Texto do artigo · p. 34 50
Texto do artigo · p. 34 Tabela21IndicadoresdosResultados-1
Texto do artigo · p. 34 Assegurar uma Just
Texto do artigo · p. 34 todos, mais proxima
Texto do artigo · p. 34 enfoque na efectivid
Texto do artigo · p. 34 Deveres e Liberdade
Texto do artigo · p. 34 dos cidadãos - 4
Texto do artigo · p. 35 PILARII.REFORMADOSSERVIÇOSPENETENCIARIOS Responsável SERNAP SERNAP SERNAP SERNAP SERNAP PILARIII.REFORÇODACAPACIDADEINSTITUCIONAL/DESENVOLVIMENTOINSTITUCIONAL Responsável IG DNAJC DRH/Todos Sectores 64% SERNAP/CFJJ/C GRN/SPJT SERNAP DTIC/Sectotres DNRN/CGRN/SPJ T DNRN/CGRN/SPJ T DNRN/CGRN/SPJ T DNRN/CGRN/SPJ T DNAR/SPJT Metas 2034 50% 71% 2% 7% 98% Metas 2034 1 100% 100% 70% 18 103% 93% 70% 75% 69% 85% 80% 2033 50% 69% 3% 8% 98% 2033 1 100% 100% 68% 18 107% 88% 68% 73% 68% 78% 75% 2032 50% 68% 3% 8% 98% 2032 1 100% 100% 66% 16 111% 83% 66% 71% 66% 71% 70% 2031 50% 67% 4% 9% 98% 2031 1 100% 100% 65% 15 115% 78% 64% 69% 64% 65% 65% 2030 50% 66% 4% 9% 98% 2030 1 100% 100% 63% 15 120% 73% 62% 67% 62% 58% 60% 2029 45% 65% 5% 10% 98% 2029 1 100% 100% 61% 24 129,5% 68% 60% 64,5% 61% 51% 55% 2028 40% 64% 7% 11% 98% 2028 1 100% 100% 59% 21 134% 63% 54% 54% 51% 45% 50% 2027 38% 63% 9% 12% 94% 2027 1 100% 100% 57% 22 139% 58% 49% 44% 41% 38% 45% 2026 36% 61% 10% 13% 90% 2026 1 100% 100% 56% 20 145% 53% 43% 34% 31% 31% 30% 2025 12% 60% 12% 14% 80% 2025 1 100% 100% 54% 11 150% 48% 37% 24% 21% 24% AnoBase2024 28% 54% 15% 15% 94% AnoBase2024 1 100% 60% 52% 20 156% 46% 31% 14,1% 10,5% 18% N/A IndicadordeResultado PesodoorçamentodoEstadoemelhoriada dietaalimentardorecluso(atravesdapraticade actividadesagropecuárias) Percentagemdedistritosabrangidospelos serviçosdepenasnãoprivativasdeliberdade Índicedereincidênciapenitenciária Índicedeevasõeseactividadescriminosasnos estabelecimentospenitenciários PercentagemdeCondenadosquebeneficiram deprogramasdeensinoeformaçãoprofissional IndicadordeResultado PublicaçãodeRealtóriosdecorrentesdeActos deCorrupção Instrumentosnormativossubmetidosa aprovação PercentagemdeProfissionaisdeJustiça formadoseCapacitados TaxadeocupaçãodoslugaresnoQuadrode PessoaldoMJCR Númerodeinfra-estruturasConstruidas Taxadesuperlotaçãodos EstabelecimentosPenitenciàrios PercentagemdeProcessostramitadospormeio deSistemasInformatizados AumentaraTaxadecoberturadoregistode nascimento Completudederegistosdenascimentocom basenoe-SIRCEV Completudederegistosdeóbitocombasenoe- SIRCEV TaxadecoberturadePostosdeRegistosCivil criadosnasUnidadesSanitarias PercentagemdeConfissõesReligiosas existentesemconformidadecomoRegime Juridicoporano ObjectivoEstratégico GarantirumsistemaPenitenciárioque respeiteadignidadehumanaeos direitosdosreclusostendoemvistaa suareabilitaçãoeconsequente reintegraçãojuntoascomunidades-7 ObjectivoEstratégico Reforçarmecanismosdeprevenção, dissuasãoecombateàcorrupção-7 Garantirasegurançajurídica,liberdade eprevisibilidadedoquadrolegal-8 Promoverpolíticasinstitucionalde desenvolvimentoeprofissionalização deRecursosHumanos-10 DesenvolveraccoesdeExpansao InfraestruturasdosÓrgãosdoSistema daAdministraçãodaJustiça-12 Informatizar,interoperarasInstituições doMJCRegarantiracomunicaçãoe gestãodeinformaçãojuntodosorgaos daJustica,sectorespublicos,privados, organizacoesdasociedadecivile parceirosdecooperacao.-12 Promoverasimplificaçãode procedimentosdeRegistosemelhoria naprestaçãodeserviçospúblicos-14
PILARII.REFORMADOSSERVIÇOSPENETENCIARIOSResponsávelSERNAPSERNAPSERNAPSERNAPSERNAPPILARIII.REFORÇODACAPACIDADEINSTITUCIONAL/DESENVOLVIMENTOINSTITUCIONALResponsávelIGDNAJCDRH/Todos Sectores64%SERNAP/CFJJ/C GRN/SPJTSERNAPDTIC/SectotresDNRN/CGRN/SPJ TDNRN/CGRN/SPJ TDNRN/CGRN/SPJ TDNRN/CGRN/SPJ TDNAR/SPJT
Metas203450%71%2%7%98%Metas20341100%100%70%18103%93%70%75%69%85%80%
203350%69%3%8%98%20331100%100%68%18107%88%68%73%68%78%75%
203250%68%3%8%98%20321100%100%66%16111%83%66%71%66%71%70%
203150%67%4%9%98%20311100%100%65%15115%78%64%69%64%65%65%
203050%66%4%9%98%20301100%100%63%15120%73%62%67%62%58%60%
202945%65%5%10%98%20291100%100%61%24129,5%68%60%64,5%61%51%55%
202840%64%7%11%98%20281100%100%59%21134%63%54%54%51%45%50%
202738%63%9%12%94%20271100%100%57%22139%58%49%44%41%38%45%
202636%61%10%13%90%20261100%100%56%20145%53%43%34%31%31%30%
202512%60%12%14%80%20251100%100%54%11150%48%37%24%21%24%
AnoBase202428%54%15%15%94%AnoBase20241100%60%52%20156%46%31%14,1%10,5%18%N/A
IndicadordeResultadoPesodoorçamentodoEstadoemelhoriada dietaalimentardorecluso(atravesdapraticade actividadesagropecuárias)Percentagemdedistritosabrangidospelos serviçosdepenasnãoprivativasdeliberdadeÍndicedereincidênciapenitenciáriaÍndicedeevasõeseactividadescriminosasnos estabelecimentospenitenciáriosPercentagemdeCondenadosquebeneficiram deprogramasdeensinoeformaçãoprofissionalIndicadordeResultadoPublicaçãodeRealtóriosdecorrentesdeActos deCorrupçãoInstrumentosnormativossubmetidosa aprovaçãoPercentagemdeProfissionaisdeJustiça formadoseCapacitadosTaxadeocupaçãodoslugaresnoQuadrode PessoaldoMJCRNúmerodeinfra-estruturasConstruidasTaxadesuperlotaçãodos EstabelecimentosPenitenciàriosPercentagemdeProcessostramitadospormeio deSistemasInformatizadosAumentaraTaxadecoberturadoregistode nascimentoCompletudederegistosdenascimentocom basenoe-SIRCEVCompletudederegistosdeóbitocombasenoe- SIRCEVTaxadecoberturadePostosdeRegistosCivil criadosnasUnidadesSanitariasPercentagemdeConfissõesReligiosas existentesemconformidadecomoRegime Juridicoporano
ObjectivoEstratégicoGarantirumsistemaPenitenciárioque respeiteadignidadehumanaeos direitosdosreclusostendoemvistaa suareabilitaçãoeconsequente reintegraçãojuntoascomunidades-7ObjectivoEstratégicoReforçarmecanismosdeprevenção, dissuasãoecombateàcorrupção-7Garantirasegurançajurídica,liberdade eprevisibilidadedoquadrolegal-8Promoverpolíticasinstitucionalde desenvolvimentoeprofissionalização deRecursosHumanos-10DesenvolveraccoesdeExpansao InfraestruturasdosÓrgãosdoSistema daAdministraçãodaJustiça-12Informatizar,interoperarasInstituições doMJCRegarantiracomunicaçãoe gestãodeinformaçãojuntodosorgaos daJustica,sectorespublicos,privados, organizacoesdasociedadecivile parceirosdecooperacao.-12Promoverasimplificaçãode procedimentosdeRegistosemelhoria naprestaçãodeserviçospúblicos-14
Texto do artigo · p. 35 Responsável 2034 2033 2032 2031 2030 2029 2028 2027 2026 2025 2024 Objectivo Estratégico
Texto do artigo · p. 35 ResponsávelObj
Texto do artigo · p. 35 50%50%50%50%50%SERNAP
Texto do artigo · p. 35 66%67%68%69%71%SERNAP
Texto do artigo · p. 35 4%4%3%3%2%SERNAP
Texto do artigo · p. 35 9%9%8%8%7%SERNAP
Texto do artigo · p. 35 98%98%98%98%98%SERNAP
Texto do artigo · p. 35 20302031203220332034
Texto do artigo · p. 35 Garantirums
Texto do artigo · p. 35 respeiteadig
Texto do artigo · p. 35 direitosdosr
Texto do artigo · p. 35 suareabilitaç
Texto do artigo · p. 35 reintegração
Texto do artigo · p. 35 Responsável 2034 2033 2032 2031 2030
Texto do artigo · p. 35 1515161818 SERNAP/CFJJ/C
Texto do artigo · p. 35 73%78%83%88%93%DTIC/Sectotres
Texto do artigo · p. 35 ObjResponsável
Texto do artigo · p. 35 100%100%100%100%100% DRH/Todos
Texto do artigo · p. 35 GRN/SPJT
Texto do artigo · p. 35 eprevisibilida 100%100%100%100%100%DNAJC
Texto do artigo · p. 35 Sectores
Texto do artigo · p. 35 120%115%111%107%103%SERNAP
Texto do artigo · p. 35 dissuasãoec 11111IG
Texto do artigo · p. 35 63%65%66%68%70%64%
Texto do artigo · p. 35 20302031203220332034
Texto do artigo · p. 35 CIONAL
Texto do artigo · p. 35 2028 2027 2026 2025 2024 Indicador de Resultado
Texto do artigo · p. 35 Reforçarmec
Texto do artigo · p. 35 Garantiraseg
Texto do artigo · p. 35 Promoverpol
Texto do artigo · p. 35 desenvolvime
Texto do artigo · p. 35 Desenvolvera
Texto do artigo · p. 35 Infraestrutura
Texto do artigo · p. 35 daAdministra
Texto do artigo · p. 35 doMJCRega
Texto do artigo · p. 35 gestãodeinfo
Texto do artigo · p. 35 deRecursos
Texto do artigo · p. 35 Informatizar,
Texto do artigo · p. 35 62%64%66%68%70% DNRN/CGRN/SPJ
Texto do artigo · p. 35 67%69%71%73%75% DNRN/CGRN/SPJ
Texto do artigo · p. 35 62%64%66%68%69% DNRN/CGRN/SPJ
Texto do artigo · p. 35 58%65%71%78%85% DNRN/CGRN/SPJ
Texto do artigo · p. 35 60%65%70%75%80%DNAR/SPJT
Texto do artigo · p. 35 T
Texto do artigo · p. 35 T
Texto do artigo · p. 35 T
Texto do artigo · p. 35 T
Texto do artigo · p. 35 51
Texto do artigo · p. 35 Tabela22IndicadoresdeResultados-2
Texto do artigo · p. 35 daJustica,se
Texto do artigo · p. 35 organizacoes
Texto do artigo · p. 35 parceirosdec
Texto do artigo · p. 35 Promoveras
Texto do artigo · p. 35 procedimento
Texto do artigo · p. 35 naprestação
Texto do artigo · p. 36 Oplanodeacçãodescreveasacçõesouactividadesaseremimplementadosparacadaobjectivoestratégicoepilar,comindicaçãodosindicadoresemetasparaoscincosanosde
Texto do artigo · p. 36 Oplanodeacçãodescreveasacçõesouactividadesaseremimplementadosparacadaobjectivoestratégicoepilar,comindicaçãodos
Texto do artigo · p. 36 4PLANODEACÇÃO,QUADROLÓGICOEMECANISMOSDEMONITORIA
Texto do artigo · p. 36 indicadoresemetasparaoscincosanosdeimplementaçãodoPlanoEstratégico.
Texto do artigo · p. 36 4PlanodeAcção,QuadroLógicoeMecanismosdeMonitoria
Texto do artigo · p. 36 4.1PLANODEACÇÃO
Texto do artigo · p. 36 implementaçãodoPlanoEstratégico.
Texto do artigo · p. 36 4.1PlanodeAcção
Texto do artigo · p. 36 Responsável 2034 2033 2032 2031 2030 2029 2028 2027 2026 2025 Ano Base (2024) Indicador de Produto Acção Objectivo Estratégico
Texto do artigo · p. 36 Responsáv
Texto do artigo · p. 36 el272028202920302031203220332034
Texto do artigo · p. 36 Metas
Texto do artigo · p. 36 Tabela23:PlanodeAcção
Texto do artigo · p. 36 PILARI.ACESSOAJUSTIÇA
Texto do artigo · p. 36 Estratégico Acç
Texto do artigo · p. 36 Objectivo
Texto do artigo · p. 36 Responsáv el DNAJ DNAJ PILARI.ACESSOAJUSTIÇA Metas 2034 2 2033 2 2032 2 2031 2 2030 2 2029 2 2028 2 2027 2 2026 2 1 2025 2 Ano Base (2024) 2 N/A IndicadordeProduto Númerodesessõesde mensaisde articulação/mecanismos entreostitularesdoSAJ realizadas PlanoDirectorde implantaçãode infraestruturas estabelecidodoSAJ Acção Fortalecerosmecanismos dearticulaçãocomos ÓrgãodoSistemada AdministraçãodaJustiça Estabelecerum mecanismode coordenaçãode implantaçãode infraestruturadosistema daadministraçãodajustiça Objectivo Estratégico Promovera eficiênciae eficáciana tramitaçãodos processos administrativos garantindoa celeridade, simplicidadee adequaçãonos Órgãosdo Sistemada Administração daJustiça–1
Responsáv elDNAJDNAJ
PILARI.ACESSOAJUSTIÇAMetas20342
20332
20322
20312
20302
20292
20282
20272
202621
20252
Ano Base (2024)2N/A
IndicadordeProdutoNúmerodesessõesde mensaisde articulação/mecanismos entreostitularesdoSAJ realizadasPlanoDirectorde implantaçãode infraestruturas estabelecidodoSAJ
AcçãoFortalecerosmecanismos dearticulaçãocomos ÓrgãodoSistemada AdministraçãodaJustiçaEstabelecerum mecanismode coordenaçãode implantaçãode infraestruturadosistema daadministraçãodajustiça
Objectivo EstratégicoPromovera eficiênciae eficáciana tramitaçãodos processos administrativos garantindoa celeridade, simplicidadee adequaçãonos Órgãosdo Sistemada Administração daJustiça–1
Texto do artigo · p. 36 Administração 22222222DNAJ
Texto do artigo · p. 36 DNAJ
Texto do artigo · p. 36 52
Texto do artigo · p. 36 Fortalecerosm
Texto do artigo · p. 36 ÓrgãodoSiste
Texto do artigo · p. 36 Estabelecerum
Texto do artigo · p. 36 coordenaçãod
Texto do artigo · p. 36 implantaçãode
Texto do artigo · p. 36 infraestruturad
Texto do artigo · p. 36 dearticulação
Texto do artigo · p. 36 mecanismode
Texto do artigo · p. 36 daadministraç
Texto do artigo · p. 36 tramitaçãodos
Texto do artigo · p. 36 administrativos
Texto do artigo · p. 36 adequaçãonos
Texto do artigo · p. 36 simplicidadee
Texto do artigo · p. 36 Administração
Texto do artigo · p. 36 daJustiça–1
Texto do artigo · p. 36 Promovera
Texto do artigo · p. 36 garantindoa
Texto do artigo · p. 36 eficiênciae
Texto do artigo · p. 36 eficáciana
Texto do artigo · p. 36 celeridade,
Texto do artigo · p. 36 Órgãosdo
Texto do artigo · p. 36 Sistemada
Texto do artigo · p. 36 processos
Texto do artigo · p. 37 DEPC DEPC DNAJ/DRH DNAJ DNDHC DNDHC/Sec tores 2500 2500 2500 2500 2500 2500 2500 2500 1 1 1 1 1 2500 2500 N/A N/A N/A Plano Estrat égico Integr ado da Justiç a 2009- 2014 N/A 51900 Planodemobilizaçãode recursosconcebido SistemaEstatísticodos ÓrgãosdaAdministração daJustiçaestabelecido Planodedesenvolvimento deRecursosHumanos concebido PlanoEstratégico IntegradoElaborado ElaboraroPlanode negócioseDireitos Humanos Númerodeactoreschaves treinadas Desenvolverumplanode mobilizaçãoderecursos pararesponderas necessidadesdoSistema daAdministraçãoda Justiça Estabelecerumsistema EstatísticoIntegradode gestãodeinformaçãodos órgãosdoSistemada AdministraçãodaJustiça ElaborarumPlanode desenvolvimentode RecursosHumanosdos ÓrgãosdoSistemada AdministraçãoJustiça ElaboraroPlano EstratégicoIntegradodo SistemadeAdministração daJustiça ElaboraroPlanode negócioseDireitos HumanosdeMoçambique Promoveracçõesde treinamentoaosactores chavesemmatériasde direitoshumanosem Moçambique Promovera eficiênciae eficáciana tramitaçãodos processos administrativos garantindoa celeridade, simplicidadee adequaçãonos Órgãosdo Sistemada Administração daJustiça–1 Fortaleceros- mecanismos de coordenação comas
DEPCDEPCDNAJ/DRHDNAJDNDHCDNDHC/Sec tores
2500
2500
2500
2500
2500
2500
2500
2500
111112500
2500
N/AN/AN/APlano Estrat égico Integr ado da Justiç a 2009- 2014N/A51900
Planodemobilizaçãode recursosconcebidoSistemaEstatísticodos ÓrgãosdaAdministração daJustiçaestabelecidoPlanodedesenvolvimento deRecursosHumanos concebidoPlanoEstratégico IntegradoElaboradoElaboraroPlanode negócioseDireitos HumanosNúmerodeactoreschaves treinadas
Desenvolverumplanode mobilizaçãoderecursos pararesponderas necessidadesdoSistema daAdministraçãoda JustiçaEstabelecerumsistema EstatísticoIntegradode gestãodeinformaçãodos órgãosdoSistemada AdministraçãodaJustiçaElaborarumPlanode desenvolvimentode RecursosHumanosdos ÓrgãosdoSistemada AdministraçãoJustiçaElaboraroPlano EstratégicoIntegradodo SistemadeAdministração daJustiçaElaboraroPlanode negócioseDireitos HumanosdeMoçambiquePromoveracçõesde treinamentoaosactores chavesemmatériasde direitoshumanosem Moçambique
Promovera eficiênciae eficáciana tramitaçãodos processos administrativos garantindoa celeridade, simplicidadee adequaçãonos Órgãosdo Sistemada Administração daJustiça–1Fortaleceros- mecanismos de coordenação comas
Texto do artigo · p. 37 DNAJ/DRH
Texto do artigo · p. 37 DNDHC/Sec
Texto do artigo · p. 37 DEPC
Texto do artigo · p. 37 DEPC
Texto do artigo · p. 37 DNDHC
Texto do artigo · p. 37 DNAJ
Texto do artigo · p. 37 tores
Texto do artigo · p. 37 53
Texto do artigo · p. 37 250025002500250025002500
Texto do artigo · p. 37 tr
Texto do artigo · p. 37 s
Texto do artigo · p. 37 ad
Texto do artigo · p. 37 A
Texto do artigo · p. 37 d
Texto do artigo · p. 37 F
Texto do artigo · p. 37 c
Texto do artigo · p. 37 a
Texto do artigo · p. 38 DNDHC DNDHC/DE PC/Sectores DEPC DNDHC/Sec tores DEPC DNDHC DNDHC/DE PC/DNAJC DNDHC/DE PC 1 X 1 X 1 25 1 X 1 X 1 25 1 X 1 X 1 25 1 X 1 X 1 25 1 X 1 X 1 3 25 1 X 1 X 1 2 25 1 X 1 1 X 1 1 25 1 X 1 X 1 23 1 X 1 X 1 2 22 1 X 1 X 1 N/A N/A 1 33 N/A 1 N/A Númerodepublicações Anuaisdeavaliaçãodos sobreDiretosHumanosem Moçambiqueproduzidos Númerodezonascom elevadoíndicedeviolação deDireitosHumanos mapeados EstudosobreaSituação deDireitos HumanosemMoçambique realizado PlanodeAcçãodo MecanismodeRevisão PeriódicaUniversal NúmeroParcerias estabelecidas NúmerodeRelatórios PeriódicosdeDireitos HumanosProduzidos Númerodeinstrumentos Internacionaiseregionais deDireitosHumanos ratificados Númerodemonitoriasem locaiscríticosepropensos aviolaçãodedireitos Humanos PublicarrelatóriosAnuais deavaliaçãodossobre DiretosHumanosem Moçambique Mapearzonascom elevadoíndicedeviolação deDireitosHumanos Realizardeum“Estudo sobreaSituaçãode Direitos Humanosem Moçambique” ElaboraroPlanodeAcção doMecanismodeRevisão PeriódicaUniversal implementado Desenvolverparceriascom instituiçõesdeensinoe outrasentidadesnacionais eInternacionais ProduzirRelatórios PeriódicosdeDireitos Humanos Ratificarinstrumentos Internacionaiseregionais deDireitosHumanos Realizaracçõesde monitoriasemlocais críticosepropensosa violaçãodedireitos Humanos Instituições Publicas, privadase Organizações daSociedade Civilpara assegurara promoçãoe proteçãodos direitos humanoseda criança-2
DNDHCDNDHC/DE PC/SectoresDEPCDNDHC/Sec toresDEPCDNDHCDNDHC/DE PC/DNAJCDNDHC/DE PC
1X1X125
1X1X125
1X1X125
1X1X125
1X1X1325
1X1X1225
1X11X1125
1X1X123
1X1X1222
1X1X
1N/AN/A133N/A1N/A
Númerodepublicações Anuaisdeavaliaçãodos sobreDiretosHumanosem MoçambiqueproduzidosNúmerodezonascom elevadoíndicedeviolação deDireitosHumanos mapeadosEstudosobreaSituação deDireitos HumanosemMoçambique realizadoPlanodeAcçãodo MecanismodeRevisão PeriódicaUniversalNúmeroParcerias estabelecidasNúmerodeRelatórios PeriódicosdeDireitos HumanosProduzidosNúmerodeinstrumentos Internacionaiseregionais deDireitosHumanos ratificadosNúmerodemonitoriasem locaiscríticosepropensos aviolaçãodedireitos Humanos
PublicarrelatóriosAnuais deavaliaçãodossobre DiretosHumanosem MoçambiqueMapearzonascom elevadoíndicedeviolação deDireitosHumanosRealizardeum“Estudo sobreaSituaçãode Direitos Humanosem Moçambique”ElaboraroPlanodeAcção doMecanismodeRevisão PeriódicaUniversal implementadoDesenvolverparceriascom instituiçõesdeensinoe outrasentidadesnacionais eInternacionaisProduzirRelatórios PeriódicosdeDireitos HumanosRatificarinstrumentos Internacionaiseregionais deDireitosHumanosRealizaracçõesde monitoriasemlocais críticosepropensosa violaçãodedireitos Humanos
Instituições Publicas, privadase Organizações daSociedade Civilpara assegurara promoçãoe proteçãodos direitos humanoseda criança-2
Texto do artigo · p. 38 XXXXX DNDHC/DE
Texto do artigo · p. 38 PC/Sectores
Texto do artigo · p. 38 11111 DNDHC/Sec
Texto do artigo · p. 38 3 DNDHC/DE
Texto do artigo · p. 38 PC/DNAJC
Texto do artigo · p. 38 52525252525 DNDHC/DE
Texto do artigo · p. 38 11111DNDHC
Texto do artigo · p. 38 DEPC
Texto do artigo · p. 38 XXXXXDEPC
Texto do artigo · p. 38 11111DNDHC
Texto do artigo · p. 38 tores
Texto do artigo · p. 38 PC
Texto do artigo · p. 38 54
Texto do artigo · p. 38 P
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Texto do artigo, página 16: 2.3.10 DESENVOLVIMENTO DE RECURSOS HUMANOS
  2. Texto do artigo, página 16: O Ministério, no desempenho das suas funções, conta com um quadro de pessoal jovem e minimamente capacitado, na sua maioria com nível médio a superior. O CFJJ tem sido fundamental na formação dos operadores da justiça com particular destaque para as carreiras de Conservador e Notário e Defensores Públicos, contribuindo na qualidade e desenvolvimento do capital humano para melhoria da prestação de serviço ao cidadão no sector, com destaque para o Ministério
  3. Texto do artigo, página 16: No entanto, ainda é necessário reforçar o Ministério em recursos humanos qualificados para responder a demanda pelos serviços de justiça a nível nacional, o que inclui a contínua aposta no desenvolvimento de programas de formação estruturados
  4. Texto do artigo, página 16: 30
  5. Texto do artigo, página 17: 2.3.10 Desenvolvimento de Recursos Humanos
  6. Texto do artigo, página 17: O Ministério, no desempenho das suas funções, conta com um quadro de pessoal jovem e minimamente capacitado, na sua maioria com nível médio a superior. O CFJJ tem sido fundamental na formação dos operadores da justiça com particular destaque para as carreiras de Conservador e Notário e Defensores Públicos, contribuindo na qualidade e desenvolvimento do capital humano para melhoria da prestação de serviço ao cidadão no sector, com destaque para o Ministério
  7. Texto do artigo, página 17: O Quadro do Pessoal do Ministério apresentava uma ocupação de 61% dos 434 lugares previstos ate finais de 2024, cujo o aumento no numero do pessoal esteve na ordem de 9%, no entanto o sector ainda recentesse da exiguidade quadros principalmente para as áreas de especialização. Nas instituições tuteladas e subordinadas, apenas 50% estavam ocupados até finais de 2021, um indicador que revela a exiguidade de pessoal para uma melhor prestação de serviços de justiça à população.
  8. Texto do artigo, página 17: No entanto, ainda é necessário reforçar o Ministério em recursos humanos qualificados para responder a demanda pelos
  9. Texto do artigo, página 17: serviços de justiça a nível nacional, o que inclui a contínua aposta no desenvolvimento de programas de formação estruturados
  10. Texto do artigo, página 17: O Quadro do Pessoal do Ministério apresentava uma ocupação de 61% dos 434 lugares previstos ate finais de 2024, cujo o aumento no numero do pessoal esteve na ordem de 9%, no entanto o sector ainda recentesse da exiguidade quadros principalmente para as áreas de especialização. Nas instituições tuteladas e subordinadas, apenas 50% estavam ocupados até finais de 2021, um indicador que revela a exiguidade de pessoal para uma melhor prestação de serviços de justiça à população.
  11. Texto do artigo, página 17: 61% 56% 51% 51% 52% 2020 2021 2022 2023 2024 Gráfico 2 Quadro de Pessoal O MJCR apoia o género, juventude e pessoas com deficiências na implementação do seu mandato. Masculino Feminino 37% 38% 63% 62% 2020 2024 Funcionários por faixa etária 40,0% 35,0% 30,0% 25,0% 20,0% 15,0% 10,0% 5,0% 0,0% 2015 2022 18 a 25 26 a 32 33 a 39 40 a 46 47 a 53 54 a 60 61 a 65 65+
  12. Texto do artigo, página 17: 52% 51% 51% 56% 61% 2020 2021 2022 2023 2024
  13. Texto do artigo, página 17: Gráfico 5 Quadro de Pessoal O MJCR apoia o género, juventude e pessoas com deficiências na implementação do seu mandato. Gráfico 6 Género e Faixa Etária
  14. Texto do artigo, página 17: Gráfico 2 Quadro de Pessoal Gráfico 3 Género e Faixa Etária
  15. Texto do artigo, página 17: 63% 62% 37% 38% 2020 2024 Masculino Femenino
  16. Texto do artigo, página 17: 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 35,0% 40,0% 2015 2022 Funcionários por faixa etária 18 a 25 26 a 32 33 a 39 40 a 46 47 a 53 54 a 60 61 a 65 65+
  17. Texto do artigo, página 17: Fonte: MJCR
  18. Texto do artigo, página 17: Não obstante o congelamento dos recrutamentos ao nível da função pública, o peso significativo de funcionários entre os 32 e 46 anos sugere a existência de um ambiente que mistura a experiência dos colaboradores com mais tempo no Ministério, que representam 56% , e vontade de crescimento, própria da juventude, com potencial para a melhoria contínua do serviço público, com particular destaque para a
  19. Texto do artigo, página 17: adopção das tecnologias de informação e comunicação, intervenção do Ministério na consolidação do Estado Democrático de Direito, respeito pelos Direitos Humanos e desenvolvimento económico e social.
  20. Texto do artigo, página 17: 31
  21. Texto do artigo, página 17: Constituem constrangimentos e desafios os seguintes:
  22. Texto do artigo, página 17: N. Ord Constrangimentos Desafios
  23. Texto do artigo, página 18: adopção das tecnologias de informação e comunicação, intervenção do Ministério na consolidação do Estado Democrático de Direito, respeito pelos Direitos Humanos e desenvolvimento económico e social.
  24. Texto do artigo, página 18: Constituem constrangimentos e desafios os seguintes:
  25. Texto do artigo, página 18: N. Ord Constrangimentos Desafios 1 Inexistência de um Programa Nacional de indução e reciclagem aos quadros recémadmitidos e existentes Desenvolver um Programa Nacional de indução e reciclagem aos quadros recém-admitidos e existentes sobre o Papel e Serviços do MJCR e sua interligação com os Sectores da Administração da Justiça; 2 Inexistência de um Programa Nacional de rotatividade dos Quadros do regime geral do MJCR com enfase para os afectos as Conservatórias e Cartórios Desenvolver um Programa Nacional de rotatividade dos Quadros do regime geral do MJCR com enfase para os afectos as Conservatórias e Cartórios 3 Quadro Pessoal do MJCR desajustado Revisão do Quadro de Pessoal do Ministério 4 Inexistência para as Conservatórias e Cartórios Desenvolver o Quadro de Pessoal das Conservatórias e Cartórios 5 Insuficiência de recursos qualificados Dotar o MJRC com recursos humanos qualificados para responder os actuais desafios; 6 Inexistência de um Plano de desenvolvimento de Recursos Humanos Desenvolver um Plano de desenvolvimento de Recursos Humanos 7 Fuga de quadros para outras Instituições Criação pacote de incentivo de retenção dos quadros;
    N. OrdConstrangimentosDesafios
    1Inexistência de um Programa Nacional de indução e reciclagem aos quadros recémadmitidos e existentesDesenvolver um Programa Nacional de indução e reciclagem aos quadros recém-admitidos e existentes sobre o Papel e Serviços do MJCR e sua interligação com os Sectores da Administração da Justiça;
    2Inexistência de um Programa Nacional de rotatividade dos Quadros do regime geral do MJCR com enfase para os afectos as Conservatórias e CartóriosDesenvolver um Programa Nacional de rotatividade dos Quadros do regime geral do MJCR com enfase para os afectos as Conservatórias e Cartórios
    3Quadro Pessoal do MJCR desajustadoRevisão do Quadro de Pessoal do Ministério
    4Inexistência para as Conservatórias e CartóriosDesenvolver o Quadro de Pessoal das Conservatórias e Cartórios
    5Insuficiência de recursos qualificadosDotar o MJRC com recursos humanos qualificados para responder os actuais desafios;
    6Inexistência de um Plano de desenvolvimento de Recursos HumanosDesenvolver um Plano de desenvolvimento de Recursos Humanos
    7Fuga de quadros para outras InstituiçõesCriação pacote de incentivo de retenção dos quadros;
  26. Texto do artigo, página 18: N. Ord
  27. Texto do artigo, página 18: Constrangimentos
  28. Texto do artigo, página 18: Desafios
  29. Texto do artigo, página 18: Tabela 10 Constrangimentos e desafios no âmbito de desenvolvimento de recursos humanos
  30. Texto do artigo, página 18: 2.3.11 INFRAESTRUTURAS E TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO
  31. Texto do artigo, página 18: 2.3.11 Infraestruturas e Tecnologias de Informação
  32. Texto do artigo, página 18: De 2020 a 2024 houve progressos assinaláveis na área de infraestruturas físicas e tecnológicas. Novas infraestruturas, incluindo tribunais, delegações do IPAJ, novos edifícios para cartórios foram inaugurados. O momento mais alto deste processo foi a transferência do MJCR do antigo edifício para o novo, dotado de espaço e equipamentos que vieram dignificar as condições de trabalho do pessoal afecto aos órgãos centrais. O mesmo sucedeu com a sede do IPAJ.
  33. Texto do artigo, página 18: certamente, irão gerar novas dinâmicas na materialização do mandato do MJCR e nas melhorias desejadas no acesso à justiça. Mas permanecem desafios associados ao quadro de quase generalizada falta de recursos para o investimento público por parte do Estado e a distribuição desigual das infraestruturas da justiça entre as áreas urbana e rural, entre regiões relativamente desenvolvidas e regiões menos desenvolvidas. Embora esta não seja uma situação particular do MJCR, dada a sua dimensão e responsabilidades, estas deficiências constituem, provavelmente, um dos maiores desafios do sector.
  34. Texto do artigo, página 18: De 2020 a 2024 houve progressos assinaláveis na área de infraestruturas físicas e tecnológicas. Novas infraestruturas, incluindo tribunais, delegações do IPAJ, novos edifícios para cartórios foram inaugurados. O momento mais alto deste processo foi a transferência do MJCR do antigo edifício para o novo, dotado de espaço e equipamentos que vieram dignificar as condições de trabalho do pessoal afecto aos órgãos centrais. O mesmo sucedeu com a sede do IPAJ.
  35. Texto do artigo, página 18: O programa um distrito um tribunal judicial condigno e os investimentos planificados para os diferentes sectores de justiça, certamente, irão gerar novas dinâmicas na materialização do mandato do MJCR e nas melhorias desejadas no acesso à justiça. Mas permanecem desafios associados ao quadro de quase generalizada falta de recursos para o investimento público por parte do Estado e a distribuição desigual das infraestruturas da justiça entre as áreas urbana e rural, entre regiões relativamente desenvolvidas e regiões menos desenvolvidas. Embora esta não seja uma situação particular do MJCR, dada a sua dimensão e responsabilidades, estas deficiências constituem, provavelmente, um dos maiores desafios do sector.
  36. Texto do artigo, página 18: O programa um distrito um tribunal judicial condigno e os investimentos planificados para os diferentes sectores de justiça,
  37. Texto do artigo, página 18: Constituem constrangimentos e desafios os seguintes:
  38. Texto do artigo, página 18: 32
  39. Texto do artigo, página 19: Constituem constrangimentos e desafios os seguintes:
  40. Texto do artigo, página 19: N.Ord Constrangimento Desafios 1 Défice de infraestruturas, Construir e Reabilitar infraestruturas condignas para o funcionamento dos diversos órgãos do Sistema de Administração de Justiça, das unidades orgânicas do MJCR incluindo as tuteladas e subordinadas, a nível nacional; Consolidar a construção de instituições integradas (palácios da justiça); Construir infraestruturas para albergar os diferentes contextos do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários. 2 Inexistência de um Plano Director de Infraestrutura do Sector Justiça Elaboração do Plano Director de Infraestrutura do Sector Justiça Mobilização de Recursos para Construção, reabilitação e manutenção de Infraestruturas do Sector da Justiça 3 Deficiente apetrechamento em meios circulantes, mobiliário de escritório e equipamento informático, Apetrechar as Infraestruturas com meios circulantes, mobiliário de escritório e equipamento informático, 4 Investimento ainda baixo nas TICs incluindo baixo nível de redundâncias, o que leva a persistentes problemas de falta de sistema nos cartórios, entre outros; Reforçar o investimento nas TICs e criar equipamentos de redundância para garantir que o sistema esteja sempre activo 5 Inexistência de um Plano Director de Desenvolvimento de TIC´s Elaboração do Plano Director de Tecnologia de Informação e Comunicação 6 Inexistência de um sistema de Gestão de informação informatizada sobre os actos praticados pelas Instituições do MJCR com maior destaque para as áreas dos Direitos Humanos, Assuntos Religiosos, Parlamentares e Jurídicos, Tribunais Comunitários, insolvência, Recursos Humanos, Patrocínio e Assistência Jurídica, e Documentação de Informação; Desenvolver um sistema de Gestão de informação informatizada sobre os actos praticados pelas Instituições do MJCR com maior destaque para as áreas dos Direitos Humanos, Assuntos Religiosos, Parlamentares e Jurídicos, Tribunais Comunitários, insolvência, Recursos Humanos, Patrocínio e Assistência Jurídica, e Documentação de Informação;
    N.OrdConstrangimentoDesafios
    1Défice de infraestruturas,Construir e Reabilitar infraestruturas condignas para o funcionamento dos diversos órgãos do Sistema de Administração de Justiça, das unidades orgânicas do MJCR incluindo as tuteladas e subordinadas, a nível nacional;
    Consolidar a construção de instituições integradas (palácios da justiça);
    Construir infraestruturas para albergar os diferentes contextos do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários.
    2Inexistência de um Plano Director de Infraestrutura do Sector JustiçaElaboração do Plano Director de Infraestrutura do Sector Justiça
    Mobilização de Recursos para Construção, reabilitação e manutenção de Infraestruturas do Sector da Justiça
    3Deficiente apetrechamento em meios circulantes, mobiliário de escritório e equipamento informático,Apetrechar as Infraestruturas com meios circulantes, mobiliário de escritório e equipamento informático,
    4Investimento ainda baixo nas TICs incluindo baixo nível de redundâncias, o que leva a persistentes problemas de falta de sistema nos cartórios, entre outros;Reforçar o investimento nas TICs e criar equipamentos de redundância para garantir que o sistema esteja sempre activo
    5Inexistência de um Plano Director de Desenvolvimento de TIC´sElaboração do Plano Director de Tecnologia de Informação e Comunicação
    6Inexistência de um sistema de Gestão de informação informatizada sobre os actos praticados pelas Instituições do MJCR com maior destaque para as áreas dos Direitos Humanos, Assuntos Religiosos, Parlamentares e Jurídicos, Tribunais Comunitários, insolvência, Recursos Humanos, Patrocínio e Assistência Jurídica, e Documentação de Informação;Desenvolver um sistema de Gestão de informação informatizada sobre os actos praticados pelas Instituições do MJCR com maior destaque para as áreas dos Direitos Humanos, Assuntos Religiosos, Parlamentares e Jurídicos, Tribunais Comunitários, insolvência, Recursos Humanos, Patrocínio e Assistência Jurídica, e Documentação de Informação;
  41. Texto do artigo, página 19: Tabela 11 Constrangimentos e desafios de Infraestruturas e Técnologias de Informação
  42. Texto do artigo, página 19: 33
  43. Texto do artigo, página 20: 2.3.12 DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO
  44. Texto do artigo, página 20: 2.3.12 Documentação e Informação O Departamento de Documentação e informação é responsável pela assistência e monitoria em matérias de gestão de documentos,
  45. Texto do artigo, página 20: 2.3.12 DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO
  46. Texto do artigo, página 20: O Departamento de Documentação e informação é responsável pela assistência e monitoria em matérias de gestão de documentos, arquivos e informação de natureza jurídica, compilando, tratando e arquivando documentação jurídica nacional e estrangeira, bem como documentos de arquivo e de biblioteca do Ministério e demais atribuições.
  47. Texto do artigo, página 20: O Departamento de Documentação e informação é responsável pela assistência e monitoria em matérias de gestão de documentos, arquivos e informação de natureza jurídica, compilando, tratando e arquivando documentação jurídica nacional e estrangeira, bem como documentos de arquivo e de biblioteca do Ministério e demais atribuições.
  48. Texto do artigo, página 20: arquivos e informação de natureza jurídica, compilando, tratando e arquivando documentação jurídica nacional e estrangeira, bem como documentos de arquivo e de biblioteca do Ministério e demais atribuições.
  49. Texto do artigo, página 20: N.Ord N.Ord Constrangimentos Constrangimentos Desafios Desafios 1 1 Falta de informatização de documentos e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. Falta de informatização de documentos e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. Desenvolver um sistema de documentação e informação e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. Desenvolver um sistema de documentação e informação e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. 2 2 Existência do acervo bibliográfico e documental significativo em formato físico Existência do acervo bibliográfico e documental significativo em formato físico Digitalizar e recuperar o Histórico: Necessidade de digitalização do arquivo das unidades orgânicas, por forma a estabelecer uma plataforma electrónica de dados acessíveis ao arquivo do MJCR. Digitalizar e recuperar o Histórico: Necessidade de digitalização do arquivo das unidades orgânicas, por forma a estabelecer uma plataforma electrónica de dados acessíveis ao arquivo do MJCR. 3 3 Falta de um mecanismo de registo da memória institucional Falta de um mecanismo de registo da memória institucional Estabelecer um mecanismo de registo da memoria institucional Estabelecer um mecanismo de registo da memoria institucional 4 4 Tabela 12 Co Fraca divulgação de matérias relevantes sobre o Ministério Fraca divulgação de matérias relevantes sobre o Ministério nstrangimentos e desafios no âmbito da doc Realizar programas de disseminação da informação (radiofónicos, televisivos, revistas, redes sociais) Realizar programas de disseminação da informação (radiofónicos, televisivos, revistas, redes sociais) umentação e informação
    N.Ord N.OrdConstrangimentos ConstrangimentosDesafios Desafios
    1 1Falta de informatização de documentos e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. Falta de informatização de documentos e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital.Desenvolver um sistema de documentação e informação e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital. Desenvolver um sistema de documentação e informação e arquivos em plataformas electrónicas para emigração para era digital.
    2 2Existência do acervo bibliográfico e documental significativo em formato físico Existência do acervo bibliográfico e documental significativo em formato físicoDigitalizar e recuperar o Histórico: Necessidade de digitalização do arquivo das unidades orgânicas, por forma a estabelecer uma plataforma electrónica de dados acessíveis ao arquivo do MJCR. Digitalizar e recuperar o Histórico: Necessidade de digitalização do arquivo das unidades orgânicas, por forma a estabelecer uma plataforma electrónica de dados acessíveis ao arquivo do MJCR.
    3 3Falta de um mecanismo de registo da memória institucional Falta de um mecanismo de registo da memória institucionalEstabelecer um mecanismo de registo da memoria institucional Estabelecer um mecanismo de registo da memoria institucional
    4 4 Tabela 12 CoFraca divulgação de matérias relevantes sobre o Ministério Fraca divulgação de matérias relevantes sobre o Ministério nstrangimentos e desafios no âmbito da docRealizar programas de disseminação da informação (radiofónicos, televisivos, revistas, redes sociais) Realizar programas de disseminação da informação (radiofónicos, televisivos, revistas, redes sociais) umentação e informação
  50. Texto do artigo, página 20: Tabela 12 Constrangimentos e desafios no âmbito da documentação e informação
  51. Texto do artigo, página 20: 2.3.13 COMUNICAÇÃO E IMAGEM O Departamento de Comunicação e Imagem tem, dentre várias atribuições, as seguintes funções:
  52. Texto do artigo, página 20: 2.3.13 COMUNICAÇÃO E IMAGEM O Departamento de Comunicação e Imagem tem, dentre várias atribuições, as seguintes funções:
  53. Texto do artigo, página 20: 2.3.13 Comunicação e Imagem O Departamento de Comunicação e Imagem tem, dentre várias atribuições, as seguintes funções:
  54. Texto do artigo, página 20: • Comunicar efectivamente as actividades, políticas e iniciativas do Ministério da Justiça para o público em geral; • Gerir as relações com os meios de comunicação para garantir uma cobertura precisa e equilibrada das actividades do ministério; • Facilitar a comunicação efectiva dentro do ministério, garantindo que as informações importantes sejam compartilhadas entre os diferentes departamentos e funcionários;
  55. Texto do artigo, página 20: • Comunicar efectivamente as actividades, políticas e iniciativas do Ministério da Justiça para o público em geral; • Gerir as relações com os meios de comunicação para garantir uma cobertura precisa e equilibrada das actividades do ministério; • Facilitar a comunicação efectiva dentro do ministério, garantindo que as informações importantes sejam compartilhadas entre os diferentes departamentos e funcionários;
  56. Texto do artigo, página 20: • Comunicar efectivamente as actividades, políticas e iniciativas do Ministério da Justiça para o público em geral; • Gerir as relações com os meios de comunicação para garantir uma cobertura precisa e equilibrada das actividades do ministério; • Facilitar a comunicação efectiva dentro do ministério, garantindo que as informações importantes sejam compartilhadas entre os diferentes departamentos e funcionários;
  57. Texto do artigo, página 20: No exercício das suas actividades o Departamento de Comunicação e Imagem, depara-se com os seguintes constrangimentos e desafios que afectam negativamente a realização e alcance dos seus objectivos:
  58. Texto do artigo, página 20: No exercício das suas actividades o Departamento de Comunicação e Imagem, depara-se com os seguintes constrangimentos e desafios que afectam negativamente a realização e alcance dos seus objectivos:
  59. Texto do artigo, página 20: No exercício das suas actividades o Departamento de Comunicação e Imagem, depara-se com os seguintes constrangimentos e desafios que afectam negativamente a realização e alcance dos seus objectivos:
  60. Texto do artigo, página 20: N.Ord N.Ord Constrangimentos Constrangimentos Desafios Desafios 1 1 Escassez de informação relevante sobre as realizações do MJCR; Escassez de informação relevante sobre as realizações do MJCR; Criar (Intranet, boletim de notícias interno) e/ou melhorar as vias e plataformas de comunicação interpessoal no Ministério da Justiça, com vista a optimizar a comunicação horizontal e vertical entre os funcionários. Criar (Intranet, boletim de notícias interno) e/ou melhorar as vias e plataformas de comunicação interpessoal no Ministério da Justiça, com vista a optimizar a comunicação horizontal e vertical entre os funcionários. 2 2 Défice na articulação entre os sectores do MJCR na partilha e divulgação de Défice na articulação entre os sectores do MJCR na partilha e divulgação de informação de interesse público; Desenvolver um mecanismo de articulação entre as unidades orgânicas, subordinadas e Tutelas do Desenvolver um mecanismo de articulação entre as unidades orgânicas, subordinadas e Tutelas do
    N.Ord N.OrdConstrangimentos ConstrangimentosDesafios Desafios
    1 1Escassez de informação relevante sobre as realizações do MJCR; Escassez de informação relevante sobre as realizações do MJCR;Criar (Intranet, boletim de notícias interno) e/ou melhorar as vias e plataformas de comunicação interpessoal no Ministério da Justiça, com vista a optimizar a comunicação horizontal e vertical entre os funcionários. Criar (Intranet, boletim de notícias interno) e/ou melhorar as vias e plataformas de comunicação interpessoal no Ministério da Justiça, com vista a optimizar a comunicação horizontal e vertical entre os funcionários.
    2 2Défice na articulação entre os sectores do MJCR na partilha e divulgação de Défice na articulação entre os sectores do MJCR na partilha e divulgação de informação de interesse público;Desenvolver um mecanismo de articulação entre as unidades orgânicas, subordinadas e Tutelas do Desenvolver um mecanismo de articulação entre as unidades orgânicas, subordinadas e Tutelas do
  61. Texto do artigo, página 20: informação de interesse público;
  62. Texto do artigo, página 20: MJCR para a partilha e divulgação de informação de interesse público
  63. Texto do artigo, página 20: Tabela 13 Constrangimentos e desafios Comunicação e Imagem 2.3.14 CERTIFICAÇÃO E REGISTRO DO ADMINISTRADOR DE INSOLVÊNCIA Apesar de os debates sobre o papel dos órgãos de justiça na resolução de matérias ligadas à insolvência remontar aos anos 90 em Moçambique, o Departamento de insolvência na orgânica do Ministério da Justiça é recente. Surge no âmbito das reformas do ambiente de negócios no país. Este departamento é o órgão do Ministério de justiça com responsabilidades de garantir que os processos de insolvência decorram dentro do quadro legal instituído pelo Governo, com respeito dos princípios de justiça e dos legítimos interesses das partes. No exercício das suas funções, o Departamento de Insolvência pode realizar estudos, propor a aprovação superior, normas e procedimentos facilitadores da resolução dos litígios associados a resolução de insolvência. Cabe ainda ao Departamento de Insolvência a certificação dos administradores ligados aos processos de insolvência e fiscalizar o exercício das actividades nesta área. A participação do MJCR no tratamento de matérias ligadas à insolvência, no modelo proposto no seu novo regulamento e na legislação recentemente aprovada pelo Governo, veio preencher um enorme vazio na materialização da justiça, na protecção de direitos de propriedade, transparência nos negócios e, certamente, vai melhorar o ambiente de investimentos em Moçambique. Vai colocar o MJCR como um importante parceiro do sector privado, podendo contribuir para o alargamento da base de receitas do Estado, em geral, e do MJCR, em particular.
  64. Texto do artigo, página 20: 34
  65. Texto do artigo, página 20: 34
  66. Texto do artigo, página 20: 2.3.14 Certificação e Registro do Administrador de Insolvência
  67. Texto do artigo, página 20: Cabe ainda ao Departamento de Insolvência a certificação dos administradores ligados aos processos de insolvência e fiscalizar o exercício das actividades nesta área.
  68. Texto do artigo, página 20: Apesar de os debates sobre o papel dos órgãos de justiça na resolução de matérias ligadas à insolvência remontar aos anos 90 em Moçambique, o Departamento de insolvência na orgânica do Ministério da Justiça é recente. Surge no âmbito das reformas do ambiente de negócios no país. Este departamento é o órgão do Ministério de justiça com responsabilidades de garantir que os processos de insolvência decorram dentro do quadro legal instituído pelo Governo, com respeito dos princípios de justiça e dos legítimos interesses das partes. No exercício das suas funções, o Departamento de Insolvência pode realizar estudos, propor a aprovação superior, normas e procedimentos facilitadores da resolução dos litígios associados a resolução de insolvência.
  69. Texto do artigo, página 20: A participação do MJCR no tratamento de matérias ligadas à insolvência, no modelo proposto no seu novo regulamento e na legislação recentemente aprovada pelo Governo, veio preencher um enorme vazio na materialização da justiça, na protecção de direitos de propriedade, transparência nos negócios e, certamente, vai melhorar o ambiente de investimentos em Moçambique. Vai colocar o MJCR como um importante parceiro do sector privado, podendo contribuir para o alargamento da base de receitas do Estado, em geral, e do MJCR, em particular.
  70. Texto do artigo, página 20: Apesar da sua relevância no quadro da administração da justiça, do ambiente de negócios e potencial mobilização de
  71. Texto do artigo, página 21: A participação do MJCR no tratamento de matérias ligadas à insolvência, no modelo proposto no seu novo regulamento e na legislação recentemente aprovada pelo Governo, veio preencher um enorme vazio na materialização da justiça, na protecção de direitos de propriedade, transparência nos negócios e, certamente, vai melhorar o ambiente de investimentos em Moçambique. Vai colocar o MJCR como um importante parceiro do sector privado, podendo contribuir para o alargamento da base de receitas do Estado, em geral, e do MJCR, em particular. Apesar da sua relevância no quadro da administração da justiça, do ambiente de negócios e potencial mobilização de receitas públicas para o Estado, o Departamento de Insolvência ainda tem uma posição distante do que seria o seu potencial para os desafios do MJCR. Conta apenas com quatro colaboradores, incluindo o Chefe de Departamento. Além das necessidades de novas contratações, os desafios da Direcção incluem: N.Ord Constrangimentos Desafios 1 Fraca divulgação sobre o papel Certificação e Registro do Administrador de insolvência Melhorar a divulgação sobre o papel ao nível do Governo, Tribunais e sector privado; 2 Inexistência de um programa de certificação de administradores de insolvência e formas de resolução de litígios associados às suas práticas; Elaborar o programa de certificação de administradores de insolvência e formas de resolução de litígios associados às suas práticas; Tabela 14 Constrangimentos e desafios no âmbito de Certificação e registro do Administrador de Insolvência 2.3.15 COFRE GERAL DOS REGISTOS E NOTARIADO
    N.OrdConstrangimentosDesafios
    1Fraca divulgação sobre o papel Certificação e Registro do Administrador de insolvênciaMelhorar a divulgação sobre o papel ao nível do Governo, Tribunais e sector privado;
    2Inexistência de um programa de certificação de administradores de insolvência e formas de resolução de litígios associados às suas práticas;Elaborar o programa de certificação de administradores de insolvência e formas de resolução de litígios associados às suas práticas;
  72. Texto do artigo, página 21: receitas públicas para o Estado, o Departamento de Insolvência ainda tem uma posição distante do que seria o seu potencial para os desafios do MJCR. Conta apenas com quatro colaboradores, incluindo o Chefe de Departamento.
  73. Texto do artigo, página 21: Além das necessidades de novas contratações, os desafios da Direcção incluem:
  74. Texto do artigo, página 21: N.Ord Constrangimentos Desafios
  75. Texto do artigo, página 21: 2.3.15 Cofre Geral dos Registos e Notariado
  76. Texto do artigo, página 21: Por forma a assegurar a gestão de parte da receita consignada, proveniente das cobranças de taxas emolumentares pelas conservatórias e cartórios, o Governo criou, através do Decreto 23/89, de 5 de Agosto o Cofre Geral dos Registos e Notariado, abreviadamente (CGRN). A entidade é dotada de personalidade jurídica e autonomia administrativa e financeira, com jurisdição em todo o território nacional.
  77. Texto do artigo, página 21: Destacam-se como condições de melhorias providas pela instituição, o reforço da capacidade institucional, como seja, o desenvolvimento de infraestruturas na componente de construção e reabilitação de conservatórias, cartórios, aquisição de imóveis para funcionamento dos serviços, residências dos directores das conservatórias e dos cartórios, apetrechamento em mobiliário, meios circulantes, e materiais diversos.
  78. Texto do artigo, página 21: Por forma a assegurar a gestão de parte da receita consignada, proveniente das cobranças de taxas emolumentares pelas conservatórias e cartórios, o Governo criou, através do Decreto 23/89, de 5 de Agosto o Cofre Geral dos Registos e Notariado, abreviadamente (CGRN). A entidade é dotada de personalidade jurídica e autonomia administrativa e financeira, com jurisdição em todo o território nacional.
  79. Texto do artigo, página 21: A instituição tem, de entre várias atribuições, a responsabilidade de garantir a criação de melhores condições de trabalho nos serviços dos registos e notariado, de modo a assegurar a satisfação das necessidades impostas pelo seu crescimento, permitindo, assim, maior produtividade e eficiência.
  80. Texto do artigo, página 21: Destacam-se como condições de melhorias providas pela instituição, o reforço da capacidade institucional, como seja, o desenvolvimento de infraestruturas na componente de construção e reabilitação de conservatórias, cartórios, aquisição de imóveis para funcionamento dos serviços, residências dos directores das conservatórias e dos cartórios, apetrechamento em mobiliário, meios circulantes, e materiais diversos.
  81. Texto do artigo, página 21: O CGRN possui 189 delegações distribuídas pelas Conservatória dos Registos Central, Repartição Central do Registo Criminal e as Conservatórias e cartórios nas capitais provinciais e de distrito.
  82. Texto do artigo, página 21: A instituição tem, de entre várias atribuições, a responsabilidade de garantir a criação de melhores condições de trabalho nos serviços dos registos e notariado, de modo a assegurar a satisfação das necessidades impostas pelo seu crescimento, permitindo, assim, maior produtividade e eficiência.
  83. Texto do artigo, página 21: O CGRN possui 189 delegações distribuídas pelas Conservatória dos Registos Central, Repartição Central do Registo Criminal e as Conservatórias e cartórios nas capitais provinciais e de distrito.
  84. Texto do artigo, página 21: 35
  85. Texto do artigo, página 21: Constituem os constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
  86. Texto do artigo, página 21: Constituem os constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
  87. Texto do artigo, página 21: N.Ord Constragimento Desafios 1 Desajustada da realidade a legislação da criação do CGRN,, visto que a mesma data de 1989; Revisão do Decreto da criação do CGRN e legislação complementar 2 Ausência de quadro de pessoal, o que propicia a fuga de quadros. Actualmente, a instituição promoveu, internamente, a criação de áreas, para garantir a execução das actividades planificadas; Criação do quadro de pessoal do CGRN 3 Reduzido número de funcionários, derivado da falta de Quadro de Pessoal; Criação do quadro pessoal e reforço de número de funcionários para fazer face aos desafios do CGRN 4 Redução significativa da receita colectada nas conservatórias e cartórios, o que se reflecte na limitação da melhoria de condições de trabalho dos funcionários, na componente de investimento (construções, reabilitações, aquisição de imóveis, apetrechamento) e funcionamento. Consolidar os mecanismos de colecta da receita com vista a consolidar as Construções e reabilitações de infraestruturas para os serviços registais, visto que, as existentes são herdadas do tempo colonial e encontram-se em estado de degradação crescente 5 Circulação e pagamento de valores em numerário nas conservatórias e cartórios Automatizar os sistemas de pagamento nas conservatórias e cartórios; Diversificar os investimentos por via de aumento da receita canalizada pelas Conservatórias e Cartórios para o CGRN; 6 Exiguidade de recursos para a construção de infraestruturas dos serviços dos registos e notariado Construir três edifícios multiusos nomeadamente, a sede do Cofre Geral dos Registos e Notariado (onde serão instalada as Conservatórias de Registo Automóvel, Predial, Entidades Legais ) na cidade de Maputo, na Matola Província de Maputo e Cidade de Quelimane e conservatórias e cartórios singulares modernos em varias regiões do pais ; 7 Reduzida capacidade de acumulação de recursos deriva da redução da receita canalizada 36 Aumentar a capacidade e rentabilizar os recursos disponíveis e património existente;
    N.OrdConstragimentoDesafios
    1Desajustada da realidade a legislação da criação do CGRN,, visto que a mesma data de 1989;Revisão do Decreto da criação do CGRN e legislação complementar
    2Ausência de quadro de pessoal, o que propicia a fuga de quadros. Actualmente, a instituição promoveu, internamente, a criação de áreas, para garantir a execução das actividades planificadas;Criação do quadro de pessoal do CGRN
    3Reduzido número de funcionários, derivado da falta de Quadro de Pessoal;Criação do quadro pessoal e reforço de número de funcionários para fazer face aos desafios do CGRN
    4Redução significativa da receita colectada nas conservatórias e cartórios, o que se reflecte na limitação da melhoria de condições de trabalho dos funcionários, na componente de investimento (construções, reabilitações, aquisição de imóveis, apetrechamento) e funcionamento.Consolidar os mecanismos de colecta da receita com vista a consolidar as Construções e reabilitações de infraestruturas para os serviços registais, visto que, as existentes são herdadas do tempo colonial e encontram-se em estado de degradação crescente
    5Circulação e pagamento de valores em numerário nas conservatórias e cartóriosAutomatizar os sistemas de pagamento nas conservatórias e cartórios;
    Diversificar os investimentos por via de aumento da receita canalizada pelas Conservatórias e Cartórios para o CGRN;
    6Exiguidade de recursos para a construção de infraestruturas dos serviços dos registos e notariadoConstruir três edifícios multiusos nomeadamente, a sede do Cofre Geral dos Registos e Notariado (onde serão instalada as Conservatórias de Registo Automóvel, Predial, Entidades Legais ) na cidade de Maputo, na Matola Província de Maputo e Cidade de
    Quelimane e conservatórias e cartórios singulares modernos em varias regiões do pais ;
    7Reduzida capacidade de acumulação de recursos deriva da redução da receita canalizada36 Aumentar a capacidade e rentabilizar os recursos disponíveis e património existente;
  88. Texto do artigo, página 21: N.Ord Constrangimento Desafios
  89. Texto do artigo, página 21: Tabela 15 Constrangimentos e desafios no âmbito do Cofre Geral dos Registos e Notariado
  90. Texto do artigo, página 21: 2.3.16 ASSISTÊNCIA JURÍDICA E PATROCÍNIO JUDICIÁRIO
  91. Texto do artigo, página 22: 2.3.16 Assistência Jurídica e Patrocínio Judiciário
  92. Texto do artigo, página 22: A assistência jurídica e patrocínio judiciário4 em Moçambique estão a cargo do Instituto de Patrocínio e Assistência Jurídica (IPAJ), ao qual compete a promoção e divulgação dos direitos e deveres de cidadania, bem como o respeito pela legalidade e pelo Estado de direito democrático.
  93. Texto do artigo, página 22: Para beneficiar da assistência judiciária do IPAJ, os utentes têm de ser elegíveis segundo o procedimento de inscrição e qualificação. Portanto, importa escrutinar os procedimentos e avaliar a sua eficácia e justiça. A dificuldade deriva de lacunas na lei e da ausência de me¬canismos regulamentares definidos. Embora tenha sido adstrita ao ministério que superintende a área da assistência social a competência para atestar a situação de carência económica, nunca foi objecto de regulamentação.
  94. Texto do artigo, página 22: Diante deste quadro, abre-se campo para interpretações dúbias e conflitos entre as instituições visto que, para suplantar esta indefinição, o IPAJ tem pugnado por considerar como carenciado o cidadão com um rendimento abaixo de três salários mínimos. Assim, para garantir a isenção dos encargos e a concretização do princípio da gratuidade na sua máxima amplitude nos processos em que o utente esteja envolvido, o cidadão é acompanhado de um certificado de pobreza.
  95. Texto do artigo, página 22: Assim, há necessidade de uma intervenção legislativa ou regulamentar e estabelecimento de normas de procedimento interno para que tal como sucede noutros sistemas públicos de prestação de as¬sistência judiciária gratuita, os critérios de elegibilidade estejam relacionados com o princípio da neces¬sária comprovação do estado de insuficiência financeira de quem dela precisa, a fim de evitar a má dis-tribuição da administração da justiça, aumento da litigiosidade e diminuição de arrecadação de receitas.
  96. Texto do artigo, página 22: Os serviços prestados pelo IPAJ são limitados pelo número de funcionários, que é exíguo para responder à demanda, tendo em conta que o rácio técnico de assistência jurídica por 100 mil habitantes, estimado em 0,8, continua muito abaixo do ideal, o que é agravado pela elevada incidência de pobreza e desigualdade. Neste contexto socioeconómico em que uma boa parte da população moçambicana está abaixo do limiar da pobreza e onde faltam recursos financeiros para a satisfação de necessidades
  97. Texto do artigo, página 22: básicas de sobrevivência, os cidadãos nessa situação não podem suportar os encargos judiciais inerentes a um processo judicial, o que propicia situação de privilégio de acesso à justiça para indivíduos e grupos sociais que possuem recursos financeiros para contratar advogados e mobilizar o direito.
  98. Texto do artigo, página 22: A necessidade de expansão da rede de assistência judiciária não é acompanhada pela previsão orçamental correspondente às necessidades para criação das dele¬gações do IPAJ. Esta escassez de recursos retrai o ritmo, quando não implica a existência meramente formal e simbólica, face à inexistência de condições objectivas para a realização das actividades incum¬bidas à instituição. Ademais, as dificuldades afligem as delegações distritais, em virtude de, por exemplo, ter um úni¬co defensor público e este sem um corpo administrativo para o apoiar. Assim, surgindo um litígio judicial onde as partes litigantes careçam de assistência jurídica, uma delas, ainda que desprovida de condições económicas, deverá conseguir um advogado, sob pena da sua pretensão não lograr sucesso.
  99. Texto do artigo, página 22: Nos últimos anos, as reformas profundas na organização judiciária dos tribunais judiciais e procuradorias afectaram o IPAJ, que viu o alargamento da rede judiciária e do Instituto de Assis¬tência Jurídica e o surgimento de novos provedores de assistência jurídica e judiciária da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM), embora a sua actividade esteja confinada na sua sede, enquanto o IPAJ tem uma abrangência nacional. Contudo, o figurino institucional mantém-se essencialmente o mesmo desde a sua criação em 1994, tornando-se urgente reformar o seu estatuto orgânico para o adequar aos novos desafios da actual realidade social e judiciária do país.
  100. Texto do artigo, página 22: 2.3.16.1 Instituições de Defesa Privada (incluindo a relação com a Ordem dos Advogados)
  101. Texto do artigo, página 22: Embora o IPAJ ocupe lugar cimeiro no “sistema de assistência jurídica e judiciária”, várias instituições concorrem com o IPAJ para prestar assistência jurídica e judiciária aos ci¬dadãos carenciados, tais como o Centro de Práticas Jurídicas da Faculdade de Direito da Universidade Eduardo Mondlane, a Liga dos Direitos Humanos, a Associação Moçambicana de Mulheres de Carreira Jurídica e, muito recentemente, o Instituto do Acesso à Justiça sob a alçada da Ordem dos Advogados de Moçambique.
  102. Texto do artigo, página 22: 4 Apesar de os termos assistência jurídica e patrocínio judiciário parecerem indistintos, elas conservam diferenças materiais. Assistência jurídica tem uma dimensão mais lata, uma vez que “é ampla e gratuita e envolve não somente a assistência judiciária, mas também a consultoria e a orientação jurídica”. Patrocínio jurídico remete essencialmente para ideia de dispensa das despesas processuais e extraprocessuais desde que as últimas sejam necessárias para o andamento do processo e engloba o serviço gratuito de representação em juízo, da parte que requer a assistência (Bennert, 2018).
  103. Texto do artigo, página 23: Embora o IPAJ ocupe lugar cimeiro no “sistema de assistência jurídica e judiciária”, várias instituições concorrem com o IPAJ para prestar assistência jurídica e judiciária aos cidadãos carenciados, tais como o Centro de Práticas Jurídicas da Faculdade de Direito da Universidade Eduardo Mondlane, a Liga dos Direitos Humanos, a Associação Moçambicana de Mulheres de Carreira Jurídica e, muito recentemente, o Instituto do Acesso à Justiça sob a alçada da Ordem dos Advogados de Moçambique.
  104. Texto do artigo, página 23: Em geral, os constrangimentos e desafios na área de assistência jurídica e patrocínio jurídico são:
  105. Texto do artigo, página 23: Em geral, os constrangimentos e desafios na área de assistência jurídica e patrocínio jurídico são:
  106. Texto do artigo, página 23: N.Ord Constrangimento Desafios 1 Exiguidade do número de defensores públicos Incrementar o número de defensores públicos para fazer face às necessidades do País. 2 Dificuldades na Identificação dos reais beneficiários (elegíveis por falta de uniformidade ou de uma lei que define os critérios de qualificação do cidadão beneficiário dos serviços do IPAJ Aprimorar os mecanismos de Identificação dos reais beneficiários (elegíveis) da assistência Jurídica e patrocínio jurídico. 3 Deficitária cobertura geográfica Expandir territorialmente o IPAJ aos distritos. 4 Proliferação de Instituições de assistência jurídica desregulada o que demanda um novo impulso no papel institucional do IPAJ, tributando-lhe responsabilidade de gestão, regulação e fiscalização de todo o sistema de assistência jurídica, não somente um mero provedor de serviços judiciários. Melhorar a fiscalização de Instituições de assistência jurídica no País; 5 Exiguidade de orçamento, aquisição de meios com vista a dinamizar melhor as campanhas de educação cívica e as feiras jurídicas, principalmente em zonas de difícil acesso, o que, para além de implicar, por vezes, o uso de meios próprios dos Adquirir meios para dinamizar melhor as campanhas de educação cívica e as feiras jurídicas, principalmente em zonas de difícil acesso, funcionários e agentes do IPAJ, bloqueia a possibilidade de mais cidadãos conhecerem os seus direitos e deveres. 38 6 Fraca abrangência da assistência do IPAJ aos grupos vulneráveis pelo que importa traçar planos de intervenção acompanhada do necessário treinamento jurídico e processual para melhorar a prestação da assistência jurídica a tais cidadãos Capacitar quadros do IPAJ em matérias jurídicas e processuais, para melhorar a prestação da assistência jurídica aos cidadãos. 7 Restrições nos investimentos que contribui para reduzido numero de infraestruturas adequadas; 8 Concorrência desregulada com outras entidades provedoras de assistência jurídica, particularmente a OAM. 9 Reforço dos mecanismos de compensação dos mesmos, através da restruturação do sistema de progressão nas carreiras, formação e capacitações contínuas e mais ajustadas. Reforçar os mecanismos de incentivo e compensação dos defensores públicos, através da restruturação do sistema de progressão nas carreiras, formação e capacitações contínuas e mais ajustadas.
    N.OrdConstrangimentoDesafios
    1Exiguidade do número de defensores públicosIncrementar o número de defensores públicos para fazer face às necessidades do País.
    2Dificuldades na Identificação dos reais beneficiários (elegíveis por falta de uniformidade ou de uma lei que define os critérios de qualificação do cidadão beneficiário dos serviços do IPAJAprimorar os mecanismos de Identificação dos reais beneficiários (elegíveis) da assistência Jurídica e patrocínio jurídico.
    3Deficitária cobertura geográficaExpandir territorialmente o IPAJ aos distritos.
    4Proliferação de Instituições de assistência jurídica desregulada o que demanda um novo impulso no papel institucional do IPAJ, tributando-lhe responsabilidade de gestão, regulação e fiscalização de todo o sistema de assistência jurídica, não somente um mero provedor de serviços judiciários.Melhorar a fiscalização de Instituições de assistência jurídica no País;
    5Exiguidade de orçamento, aquisição de meios com vista a dinamizar melhor as campanhas de educação cívica e as feiras jurídicas, principalmente em zonas de difícil acesso, o que, para além de implicar, por vezes, o uso de meios próprios dosAdquirir meios para dinamizar melhor as campanhas de educação cívica e as feiras jurídicas, principalmente em zonas de difícil acesso,
    funcionários e agentes do IPAJ, bloqueia a possibilidade de mais cidadãos conhecerem os seus direitos e deveres.38
    6Fraca abrangência da assistência do IPAJ aos grupos vulneráveis pelo que importa traçar planos de intervenção acompanhada do necessário treinamento jurídico e processual para melhorar a prestação da assistência jurídica a tais cidadãosCapacitar quadros do IPAJ em matérias jurídicas e processuais, para melhorar a prestação da assistência jurídica aos cidadãos.
    7Restrições nos investimentos que contribui para reduzido numero de infraestruturas adequadas;
    8Concorrência desregulada com outras entidades provedoras de assistência jurídica, particularmente a OAM.
    9Reforço dos mecanismos de compensação dos mesmos, através da restruturação do sistema de progressão nas carreiras, formação e capacitações contínuas e mais ajustadas.Reforçar os mecanismos de incentivo e compensação dos defensores públicos, através da restruturação do sistema de progressão nas carreiras, formação e capacitações contínuas e mais ajustadas.
  107. Texto do artigo, página 23: Em geral, os constrangimentos e desafios na área de assistência jurídica e patrocínio jurídico são:
  108. Texto do artigo, página 23: Tabela 16 Constrangimentos e desafios Patrocinio e Assistência Juridica e Judiciaria
  109. Texto do artigo, página 23: 2.3.17 Formação Jurídica e Judiciária
  110. Texto do artigo, página 23: 2.3.17 FORMAÇÃO JURÍDICA E JUDICIÁRIA
  111. Texto do artigo, página 23: áreas transversais de actuação ou de actividades que cruzam estes eixos temáticos: Formação, Estudos e Investigação, e Documentação e Informação. Na sua acção focaliza a: (i) formação, capacitação e qualificação profissional de Magistrados Judiciais e do Ministério Público, Oficiais de Justiça, Conservadores e Notários, Defensores Públicos e Assistentes Jurídicos do IPAJ e outros profissionais do sector da justiça, de governação e das comunidades locais; (ii) realização de conferências, seminários, palestras; (iii) investigação e realização de estudos na área do direito, tais como sociologia jurídica, ambiente e recursos naturais para o seu uso sustentável; (iv) organização de documentação e informação jurídica, dispondo de um Centro de Documentação e Informação Jurídica e Judiciária, onde é compilada, tratada e arquivada toda a documentação jurídica nacional e estrangeira
  112. Texto do artigo, página 23: Dada a necessidade de dotar o sector da justiça de recursos humanos qualificados, como um dos pressupostos elementares para a eficiente administração da justiça e consolidação do Estado de Direito, o Governo criou o Centro de Formação Jurídica e Judiciária (CFJJ) que apoia o sector dotando-o de recursos humanos qualificados, um dos requisitos elementares para a eficiente administração da justiça e consolidação do Estado de Direito.
  113. Texto do artigo, página 23: Dada a necessidade de dotar o sector da justiça de recursos humanos qualificados, como um dos pressupostos elementares para a eficiente administração da justiça e consolidação do Estado de Direito, o Governo criou o Centro de Formação Jurídica e Judiciária (CFJJ) que apoia o sector dotando-o de recursos humanos qualificados, um dos requisitos elementares para a eficiente administração da justiça e consolidação do Estado de Direito.
  114. Texto do artigo, página 23: O CFJJ opera em quatro eixos ou pilares fundamentais: Desenvolvimento Institucional; Direito Do Ambiente, Terra e Recursos Naturais; Direitos Humanos: HIV/SIDA, Género e Criança; Combate à Corrupção e Crimes Económicos; e Consolidação da Paz e Avanço Democrático. Existem três grandes áreas transversais de actuação ou de actividades que cruzam estes eixos temáticos: Formação, Estudos e Investigação, e Documentação e Informação. Na sua acção focaliza a: (i) formação, capacitação e qualificação profissional de Magistrados Judiciais e do Ministério Público, Oficiais de Justiça, Conservadores e Notários, Defensores Públicos e Assistentes Jurídicos do IPAJ e outros profissionais do sector da justiça, de governação e das comunidades locais; (ii) realização de conferências, seminários, palestras; (iii) investigação e realização de estudos na área do direito, tais como sociologia jurídica, ambiente e recursos naturais para o seu uso sustentável; (iv) organização de documentação e informação jurídica, dispondo de um Centro de Documentação e Informação Jurídica e Judiciária, onde é compilada, tratada e arquivada toda a documentação jurídica nacional e estrangeira e onde são publicadas obras especializadas de direito, revistas, brochuras e boletins de informação jurídica e; (v) participação na educação legal do cidadão, promovendo e disseminando uma cultura jurídica democrática e educação cívica e legal dos cidadãos e outras pessoas jurídicas.
  115. Texto do artigo, página 23: O CFJJ opera em quatro eixos ou pilares fundamentais: Desenvolvimento Institucional; Direito Do Ambiente, Terra e Recursos Naturais; Direitos Humanos: HIV/SIDA, Género e Criança; Combate à Corrupção e Crimes Económicos; e Consolidação da Paz e Avanço Democrático. Existem três grandes
  116. Texto do artigo, página 24: e onde são publicadas obras especializadas de direito, revistas, brochuras e boletins de informação jurídica e; (v) participação na educação legal do cidadão, promovendo e disseminando uma cultura jurídica democrática e educação cívica e legal dos cidadãos e outras pessoas jurídicas.
  117. Texto do artigo, página 24: a formação inicial, respectivos processos e procedimentos de admissão no âmbito do recrutamento e selecção dos candidatos aos cursos para o ingresso, bem como na formação contínua .
  118. Texto do artigo, página 24: A formação profissional das diversas carreiras do Sector de Administração da Justiça na responsabilidade do CFJJ abrange a formação inicial, respectivos processos e procedimentos de admissão no âmbito do recrutamento e selecção dos candidatos aos cursos para o ingresso, bem como na formação contínua5.
  119. Texto do artigo, página 24: A formação tem contribuído para o reforço da capacidade técnica dos magistrados, investigadores criminais e advogados, no tratamento de matérias relacionadas com corrupção, branqueamento de capitais e crimes cibernéticos.
  120. Texto do artigo, página 24: A formação tem contribuído para o reforço da capacidade técnica dos magistrados, investigadores criminais e advogados, no tratamento de matérias relacionadas com corrupção, branqueamento de capitais e crimes cibernéticos.
  121. Texto do artigo, página 24: A formação profissional das diversas carreiras do Sector de Administração da Justiça na responsabilidade do CFJJ abrange
  122. Texto do artigo, página 24: Constituem constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
  123. Texto do artigo, página 24: Constituem constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
  124. Texto do artigo, página 24: N.Ord Constrangimentos Desafios
  125. Texto do artigo, página 24: N.Ord Constrangimentos Desafios 1 A formaçã do CFJJ a ecrutamen A formaçã criminais capitais e onstituem Falta de currículo-padrão que melhor fortaleça as capacidades específicas dos operadores da justiça no geral introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas. o profissional das diversas carreiras do Sec brange a formação inicial, respectivos pro to e selecção dos candidatos aos cursos o tem contribuído para o reforço da ca e advogados, no tratamento de matérias crimes cibernéticos. constrangimentos e desafios desta área Assegurar que o CFJJ se mantenha como instituição de excelência na formação dos operadores da justiça, tendo em conta a necessidade de adopção de um currículo-padrão e fortalecimento de capacidades específicas dos operadores da justiça, introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas; tor de Administração da Justiça na responsabilidade cessos e procedimentos de admissão no âmbito do para o ingresso, bem como na formação contínua5. pacidade técnica dos magistrados, investigadores relacionadas com corrupção, branqueamento de os seguintes: 2 N.Ord 1 Modelo de formação por conteúdos, completamente desajustado aos fundamentos e princípios de formação técnico-profissional, oque em nada contribui para a criação de capacidades técnicas e de saber fazer pelos profissionais das instituições do sistema de administração da justiça, tais como tribunais, procuradorias e os respectivos cartórios, IPAJ, conservatórias, notários, ETC. Constrangimentos Falta de currículo-padrão que melhor fortaleça as capacidades específicas dos operadores da justiça no geral introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes Apostar na formação profissionalizante, baseada no conhecimento prático, adoptando, por exemplo, um Modelo de Organização Curricular Baseado em Competências – uma abordagem de ensino centrado no estudante em combinação com a relevância do currículo relativamente ao mercado do trabalho, ou seja, uma formação de operadores judiciários e da justiça concentrada nas competências dos mesmos, tendo em conta três elementos fundamentais: conhecimento, habilidade e atitude. Desafios Assegurar que o CFJJ se mantenha como instituição de excelência na formação dos operadores da justiça, tendo em conta a necessidade de adopção de um currículo-padrão e fortalecimento de capacidades específicas dos operadores da justiça, introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina 3 Deficiente actuação nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária por limitação de recursos humanos e materiais; económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas. Garantir padrões de excelência nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária através do reforço da perspectiva multidisciplinar das ciências sociais, na sua relação complementar com o direito; legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas; 4 2 Fraca capacidade institucional interna em termos de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ, actualmente funciona com menos de 50% do número de funcionários projectado. Modelo de formação por conteúdos, completamente desajustado aos fundamentos e princípios de formação técnico-profissional, oque em nada contribui para a criação de capacidades técnicas e de saber fazer pelos profissionais das instituições do sistema de administração da justiça, tais como tribunais, procuradorias e os respectivos cartórios, IPAJ, conservatórias, notários, ETC. Consolidar o fortalecimento da capacidade institucional interna, em termos de governação interna, planificação e prestação de contas, estabelecimento de parcerias, bem como de criação de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ: actualmente: -funciona com cerca de 50% do número de funcionários projectado; - Não possui um quadro de formadores efectivos Apostar na formação profissionalizante, baseada no conhecimento prático, adoptando, por exemplo, um Modelo de Organização Curricular Baseado em Competências – uma abordagem de ensino centrado no estudante em combinação com a relevância do currículo relativamente ao mercado do trabalho, ou seja, uma formação de operadores judiciários e da justiça concentrada nas competências dos mesmos, tendo em conta três elementos fundamentais: conhecimento, habilidade e atitude.
    N.OrdConstrangimentosDesafios
    1 A formaçã do CFJJ a ecrutamen A formaçã criminais capitais e onstituemFalta de currículo-padrão que melhor fortaleça as capacidades específicas dos operadores da justiça no geral introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas. o profissional das diversas carreiras do Sec brange a formação inicial, respectivos pro to e selecção dos candidatos aos cursos o tem contribuído para o reforço da ca e advogados, no tratamento de matérias crimes cibernéticos. constrangimentos e desafios desta áreaAssegurar que o CFJJ se mantenha como instituição de excelência na formação dos operadores da justiça, tendo em conta a necessidade de adopção de um currículo-padrão e fortalecimento de capacidades específicas dos operadores da justiça, introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas; tor de Administração da Justiça na responsabilidade cessos e procedimentos de admissão no âmbito do para o ingresso, bem como na formação contínua5. pacidade técnica dos magistrados, investigadores relacionadas com corrupção, branqueamento de os seguintes:
    2 N.Ord 1Modelo de formação por conteúdos, completamente desajustado aos fundamentos e princípios de formação técnico-profissional, oque em nada contribui para a criação de capacidades técnicas e de saber fazer pelos profissionais das instituições do sistema de administração da justiça, tais como tribunais, procuradorias e os respectivos cartórios, IPAJ, conservatórias, notários, ETC. Constrangimentos Falta de currículo-padrão que melhor fortaleça as capacidades específicas dos operadores da justiça no geral introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimesApostar na formação profissionalizante, baseada no conhecimento prático, adoptando, por exemplo, um Modelo de Organização Curricular Baseado em Competências – uma abordagem de ensino centrado no estudante em combinação com a relevância do currículo relativamente ao mercado do trabalho, ou seja, uma formação de operadores judiciários e da justiça concentrada nas competências dos mesmos, tendo em conta três elementos fundamentais: conhecimento, habilidade e atitude. Desafios Assegurar que o CFJJ se mantenha como instituição de excelência na formação dos operadores da justiça, tendo em conta a necessidade de adopção de um currículo-padrão e fortalecimento de capacidades específicas dos operadores da justiça, introduzindo matérias de sociologia, psicologia forense, medicina
    3Deficiente actuação nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária por limitação de recursos humanos e materiais; económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas.Garantir padrões de excelência nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária através do reforço da perspectiva multidisciplinar das ciências sociais, na sua relação complementar com o direito; legal, ética e deontologia profissional, liderança, corrupção, crimes económicos, violência doméstica, HIV e SIDA, direitos de menores, crimes contra a liberdade sexual e reprodutiva, entre outros e especialização das magistraturas;
    4 2Fraca capacidade institucional interna em termos de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ, actualmente funciona com menos de 50% do número de funcionários projectado. Modelo de formação por conteúdos, completamente desajustado aos fundamentos e princípios de formação técnico-profissional, oque em nada contribui para a criação de capacidades técnicas e de saber fazer pelos profissionais das instituições do sistema de administração da justiça, tais como tribunais, procuradorias e os respectivos cartórios, IPAJ, conservatórias, notários, ETC.Consolidar o fortalecimento da capacidade institucional interna, em termos de governação interna, planificação e prestação de contas, estabelecimento de parcerias, bem como de criação de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ: actualmente: -funciona com cerca de 50% do número de funcionários projectado; - Não possui um quadro de formadores efectivos Apostar na formação profissionalizante, baseada no conhecimento prático, adoptando, por exemplo, um Modelo de Organização Curricular Baseado em Competências – uma abordagem de ensino centrado no estudante em combinação com a relevância do currículo relativamente ao mercado do trabalho, ou seja, uma formação de operadores judiciários e da justiça concentrada nas competências dos mesmos, tendo em conta três elementos fundamentais: conhecimento, habilidade e atitude.
  126. Texto do artigo, página 24: 3 Deficiente actuação nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária por limitação de recursos humanos e materiais; Garantir padrões de excelência nas áreas da investigação, da documentação e da informação jurídica e judiciária através do reforço da perspectiva multidisciplinar das ciências sociais, na sua relação complementar com o direito; 4 Fraca capacidade institucional interna em termos de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ, actualmente funciona com menos de 50% do número de funcionários projectado. Consolidar o fortalecimento da capacidade institucional interna, em termos de governação interna, planificação e prestação de contas, estabelecimento de parcerias, bem como de criação de meios materiais, financeiros e humanos, sendo que o CFJJ: actualmente: -funciona com cerca de 50% do número de funcionários projectado; - Não possui um quadro de formadores efectivos 5 Previsto no número 2 do Artigo 2 do Decreto 55/2021 de 30 de Julho.
  127. Texto do artigo, página 24: 5 Previsto no número 2 do Artigo 2 do Decreto 55/2021 de 30 de Julho.
  128. Texto do artigo, página 24: 40
  129. Texto do artigo, página 24: 40
  130. Texto do artigo, página 25: - Apresenta baixa dotação orçamental para assegurar o mínimo da missão que lhe é adstrita por lei, de formar operadores jurídicos e judiciários essenciais para a administração eficaz e eficiente da justiça – Orçamentos baixos ou inexistentes para as áreas de formação, investigação e documentação. - Precisa de melhorar a sua capacidade de planificação, monitoria e avaliação de resultados; Precisa de reforçar a capacidade de mobilização de recursos e parcerias estratégicas 5 Infraestruturas inadequadas e sem capacidade para responder à demanda, as necessidades e exigências do sector – embora o contexto tenha mudado desde a sua criação (há cerca de 26 anos) o CFJJ funciona com apenas 4 salas de formação, com capacidades distintas: 2 com capacidade para albergar 25 formandos cada, 1 para 20 e 1 para 15, o que significa que em condições normais, no limite das suas capacidades, podem, as salas do CFJJ, albergar, no máximo, 85 formandos simultaneamente. No entanto, actualmente se exige uma entrega de mais de 300 operadores jurídicos e judiciários/ano. Garantir a expansão do CFJJ à escala nacional, criando delegações regionais Centro e Norte, nas províncias de Nampula e Sofala e delegação-sede na Província de Maputo, para reforçar, consolidar e ampliar a sua actuação e intervenção nos domínios da formação dos operadores da justiça em matérias técnico-jurídicas, estudos e documentação jurídica e judiciária, bem como para contribuir no fortalecimento do sistema judiciário e no acesso à justiça em Moçambique. 6 Fraca articulação institucional para uma planificação e actuação/intervenção integrada e coordenada entre as instituições da justiça, principalmente no que se refere à acções de formação, capacitação e qualificação profissional. Criar mecanismos de articulação e intervenção integradas das instituições da justiça, no âmbito do reforço das capacidades técnicas dos operadores jurídicos e judiciários. 7 Pouco envolvimento na promoção da cultura de legalidade e na educação legal do cidadão, de modo a garantir maior acesso à justiça e ao direito. Participar, de forma activa e efectiva, na promoção da cultura de legalidade e da educação legal do cidadão para garantir maior acesso à justiça e ao direito.
    - Apresenta baixa dotação orçamental para assegurar o mínimo da missão que lhe é adstrita por lei, de formar operadores jurídicos e judiciários essenciais para a administração eficaz e eficiente da justiça – Orçamentos baixos ou inexistentes para as áreas de formação, investigação e documentação. - Precisa de melhorar a sua capacidade de planificação, monitoria e avaliação de resultados; Precisa de reforçar a capacidade de mobilização de recursos e parcerias estratégicas
    5Infraestruturas inadequadas e sem capacidade para responder à demanda, as necessidades e exigências do sector – embora o contexto tenha mudado desde a sua criação (há cerca de 26 anos) o CFJJ funciona com apenas 4 salas de formação, com capacidades distintas: 2 com capacidade para albergar 25 formandos cada, 1 para 20 e 1 para 15, o que significa que em condições normais, no limite das suas capacidades, podem, as salas do CFJJ, albergar, no máximo, 85 formandos simultaneamente. No entanto, actualmente se exige uma entrega de mais de 300 operadores jurídicos e judiciários/ano.Garantir a expansão do CFJJ à escala nacional, criando delegações regionais Centro e Norte, nas províncias de Nampula e Sofala e delegação-sede na Província de Maputo, para reforçar, consolidar e ampliar a sua actuação e intervenção nos domínios da formação dos operadores da justiça em matérias técnico-jurídicas, estudos e documentação jurídica e judiciária, bem como para contribuir no fortalecimento do sistema judiciário e no acesso à justiça em Moçambique.
    6Fraca articulação institucional para uma planificação e actuação/intervenção integrada e coordenada entre as instituições da justiça, principalmente no que se refere à acções de formação, capacitação e qualificação profissional.Criar mecanismos de articulação e intervenção integradas das instituições da justiça, no âmbito do reforço das capacidades técnicas dos operadores jurídicos e judiciários.
    7Pouco envolvimento na promoção da cultura de legalidade e na educação legal do cidadão, de modo a garantir maior acesso à justiça e ao direito.Participar, de forma activa e efectiva, na promoção da cultura de legalidade e da educação legal do cidadão para garantir maior acesso à justiça e ao direito.
  131. Texto do artigo, página 25: Tabela 17 Constrangimentos e desafios - Formação Jurídica e Judiciaria
  132. Texto do artigo, página 25: 2.3.18 SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS
  133. Texto do artigo, página 25: 2.3.18 Serviços Penitenciários
  134. Texto do artigo, página 25: Os serviços penitenciários estão sob responsabilidade do Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP), criado pela Lei n˚ 3/2013, de 16 de Janeiro, como uma força de segurança interna, com natureza de serviço público, que garante a execução das decisões judiciais em matérias de privação de liberdade e das penas alternativas, assegurando as condições de reabilitação e reinserção social dos condenados.
  135. Texto do artigo, página 25: Os serviços penitenciários estão sob responsabilidade do Serviço Nacional Penitenciário (SERNAP), criado pela Lei n.˚ 3/2013, de 16 de Janeiro, como uma força de segurança interna, com natureza de serviço público, que garante a execução das decisões judiciais em matérias de privação de liberdade e das penas alternativas, assegurando as condições de reabilitação e reinserção social dos condenados.
  136. Texto do artigo, página 25: O SERNAP tem autonomia administrativa e é tutelada pela MJCR.
  137. Texto do artigo, página 25: O SERNAP tem autonomia administrativa e é tutelada pela MJCR.
  138. Texto do artigo, página 26: Constituem constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
  139. Texto do artigo, página 26: Constituem constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
  140. Texto do artigo, página 26: Constituem constrangimentos e desafios desta área os seguintes:
  141. Texto do artigo, página 26: N.Ord Constrangimentos Desafios 1 Aumento da taxa de superlotação nos estabelecimentos penitenciários Construir mais estabelecimentos penitenciários a nível regional, provincial e distrital; Criar condições para aplicação de medidas alternativas a pena de prisão 2 Défice de infra-estruturas prisionais tipificadas tendo em conta os contextos actuais do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários. Construir infraestruturas para albergar os diferentes contextos do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários. Criar centros de reabilitação para os menores infractores 3 Sistema de justiça ainda com registo de alta percentagem de cidadãos em prisão preventiva expirada em relação ao total da população penitenciária, Estabelecer uma plataforma de comunicação com sector judiciário para melhorar a eficiência e garantir que os processos judiciais sejam céleres, permitindo a redução da percentagem elevada de cidadãos em prisão preventiva expirada; 4 Baixo nível de formação do pessoal nos estabelecimentos prisionais, incluindo membros da Direcção e serviços de apoio e agentes correccionais; Promover a formação e capacitação do pessoal nos estabelecimentos prisionais, especialmente em matérias de Direitos Humanos; 5 Fraca monitoria da situação dos reclusos nos estabelecimentos prisionais; Reforçar os mecanismos de fiscalização da situação legal dos reclusos Deficientes condições materiais, financeiras e humanas para a expansão e execução dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão; Criar condições materiais, financeiras e humanas para a expansão e execução dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão; 6 Acumulação de processos judiciais. A questão da superlotação não se resolve apenas com a construção de novas infraestruturas, mas também na flexibilização dos processos judiciais e na aplicação de penas alternativas. Recrutar e formar guardas prisionais suficientes para os estabelecimentos prisionais 7 Falta de actividades produtivas de prisioneiros, o que não é compatível com os custos operacionais variáveis ligados alimentação dos mesmos. Desenvolver programas e pacotes que garantam que a população prisional seja produtiva, a fim de cobrir os
    N.OrdConstrangimentosDesafios
    1Aumento da taxa de superlotação nos estabelecimentos penitenciáriosConstruir mais estabelecimentos penitenciários a nível regional, provincial e distrital; Criar condições para aplicação de medidas alternativas a pena de prisão
    2Défice de infra-estruturas prisionais tipificadas tendo em conta os contextos actuais do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários.Construir infraestruturas para albergar os diferentes contextos do Terrorismo, crianças em conflito com a lei, expansão de Estabelecimentos Penitenciários Juvenis e estabelecimentos penitenciários para mulheres contemplando os berçários.
    Criar centros de reabilitação para os menores infractores
    3Sistema de justiça ainda com registo de alta percentagem de cidadãos em prisão preventiva expirada em relação ao total da população penitenciária,Estabelecer uma plataforma de comunicação com sector judiciário para melhorar a eficiência e garantir que os processos judiciais sejam céleres, permitindo a redução da percentagem elevada de cidadãos em prisão preventiva expirada;
    4Baixo nível de formação do pessoal nos estabelecimentos prisionais, incluindo membros da Direcção e serviços de apoio e agentes correccionais;Promover a formação e capacitação do pessoal nos estabelecimentos prisionais, especialmente em matérias de Direitos Humanos;
    5Fraca monitoria da situação dos reclusos nos estabelecimentos prisionais;Reforçar os mecanismos de fiscalização da situação legal dos reclusos
    Deficientes condições materiais, financeiras e humanas para a expansão e execução dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão;Criar condições materiais, financeiras e humanas para a expansão e execução dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão;
    6Acumulação de processos judiciais. A questão da superlotação não se resolve apenas com a construção de novas infraestruturas, mas também na flexibilização dos processos judiciais e na aplicação de penas alternativas.Recrutar e formar guardas prisionais suficientes para os estabelecimentos prisionais
    7Falta de actividades produtivas de prisioneiros, o que não é compatível com os custos operacionais variáveis ligados alimentação dos mesmos.Desenvolver programas e pacotes que garantam que a população prisional seja produtiva, a fim de cobrir os
  142. Texto do artigo, página 26: 42
  143. Texto do artigo, página 27: 8 Falta de uma componente forte de educação ou capacitação profissional dos reclusos no processo de reabilitação para que desempenhem as actividades produtivas. custos operacionais dos estabelecimentos penitenciários e, até, do sistema da Administração da Justiça como um todo; 9 Falta de residência fixa e localização deficiente dos condenados dificultando a implementação das medidas (Penas alternativa, liberdade condicional); Os Tribunais devem aplicar a lei promovendo a libertação dos cidadãos que são detidos ilegalmente e aplicar medidas de coacção menos gravosas durante a instrução dos processos, como Termo de Identidade e Residência, pagamento de caução; 10 Falta de meios circulantes que facilitem a deslocação dos agentes para a realização das diligências para a confrontação da informação prestada pelos condenados durante a entrevista psicossocial e a monitoria dos condenados nas entidades receptoras de trabalho; Prover meios circulantes para a deslocação dos agentes para a realização das diligencias. 11 Falta de representação dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão em Distritos que já aplicam pena de prestação de trabalho socialmente útil. Construir mais estabelecimentos penitenciários a nível regional, provincial e distrital; 12 Cuidados de Saúde: Nesta componente com a superlotação nos Estabelecimentos Penitenciários constitui um desafio minimizar a propagação de enfermidades devido ao número de Postos de Saúde e respectiva medicação nos EP´s, bem como o pessoal médico e meios circulantes para atender à demanda em casos de transferências para as unidades sanitárias ou em caso de cuidados especializados. Criação de condições financeiras para prover meios circulantes para atender à demanda em casos de transferências para as unidades sanitárias ou em caso de cuidados especializados
    8Falta de uma componente forte de educação ou capacitação profissional dos reclusos no processo de reabilitação para que desempenhem as actividades produtivas.custos operacionais dos estabelecimentos penitenciários e, até, do sistema da Administração da Justiça como um todo;
    9Falta de residência fixa e localização deficiente dos condenados dificultando a implementação das medidas (Penas alternativa, liberdade condicional);Os Tribunais devem aplicar a lei promovendo a libertação dos cidadãos que são detidos ilegalmente e aplicar medidas de coacção menos gravosas durante a instrução dos processos, como Termo de Identidade e Residência, pagamento de caução;
    10Falta de meios circulantes que facilitem a deslocação dos agentes para a realização das diligências para a confrontação da informação prestada pelos condenados durante a entrevista psicossocial e a monitoria dos condenados nas entidades receptoras de trabalho;Prover meios circulantes para a deslocação dos agentes para a realização das diligencias.
    11Falta de representação dos serviços de Penas Alternativas à Pena de Prisão em Distritos que já aplicam pena de prestação de trabalho socialmente útil.Construir mais estabelecimentos penitenciários a nível regional, provincial e distrital;
    12Cuidados de Saúde: Nesta componente com a superlotação nos Estabelecimentos Penitenciários constitui um desafio minimizar a propagação de enfermidades devido ao número de Postos de Saúde e respectiva medicação nos EP´s, bem como o pessoal médico e meios circulantes para atender à demanda em casos de transferências para as unidades sanitárias ou em caso de cuidados especializados.Criação de condições financeiras para prover meios circulantes para atender à demanda em casos de transferências para as unidades sanitárias ou em caso de cuidados especializados
  144. Texto do artigo, página 27: Tabela 18 Constrangimentos e desafios - Serviços Penitenciarios
  145. Texto do artigo, página 27: 2.4 ANÁLISE DAS FORÇAS, OPORTUNIDADES, FRAQUEZAS E AMEAÇAS (FOFA)
  146. Texto do artigo, página 27: 2.4 Análise das Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças (FOFA)
  147. Texto do artigo, página 27: A análise exaustiva da situação actual do sector da Justiça remete a pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças (FOFA). A realização dos objectivos do plano dependerá, em grande medida, da forma como o MJCR irá explorar os seus pontos fortes e as oportunidades existentes e da forma de gerir os pontos fracos em todas as suas acções, bem como do controlo dos factores que constituem uma ameaça à realização dos programas e actividades planificados.
  148. Texto do artigo, página 27: Os pontos fortes mostram que o sector da justiça é resiliente para registar progressos diante das várias vicissitudes que possam surgir, enquanto na execução do presente plano estratégico, o MJCR explorará as potenciais oportunidades e minimizar o impacto de outros factores externos adversos, a fim de melhorar a sua capacidade de atingir metas e objectivos. O quadro abaixo resume os pontos fortes e fracos e as oportunidades e desafios que têm influência na implementação do presente Plano Estratégico.
  149. Texto do artigo, página 27: Os pontos fortes mostram que o sector da justiça é resiliente para registar progressos diante das várias vicissitudes que possam surgir, enquanto na execução do presente plano estratégico, o MJCR explorará as potenciais oportunidades e minimizar o impacto de outros factores externos adversos, a fim de melhorar a sua capacidade de atingir metas e objectivos. O quadro abaixo resume os pontos fortes e fracos e as oportunidades e desafios que têm influência na implementação do presente Plano Estratégico.
  150. Texto do artigo, página 27: A análise exaustiva da situação actual do sector da Justiça remete a pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças (FOFA). A realização dos objectivos do plano dependerá, em grande medida, da forma como o MJCR irá explorar os seus pontos fortes e as oportunidades existentes e da forma de gerir os pontos fracos em todas as suas acções, bem como do controlo dos factores que constituem uma ameaça à realização dos programas e actividades planificados.
  151. Texto do artigo, página 28: Tabela 19: Análise SWOT
  152. Texto do artigo, página 28: Pontes Fortes Pontos Fracos ▪ Existência da Constituição da República que consagra Moçambique como um Estado de Direito Democrático, o princípio da separação de poderes, o pluralismo jurídico e acesso a justiça; ▪ Existência de estruturas legais abrangentes e diversas, que cobrem diferentes aspectos da justiça, incluindo direito penal, civil, tributário, comercial e de família. ▪ Engajamento do Governo na promoção e protecção de Direitos Humanos e Justiça em Moçambique ▪ Quadro de Pessoal relativamente jovem. ▪ Progressos assinaláveis na informatização dos serviços Existência de um Centro de Formação para formação de operadores de justiça Instituição com mandato para lidar com assuntos transversais Existência de Parceiros de Cooperação para apoiar o Sector Existência de um mecanismo de coordenação e articulação com os Órgãos da Administração da Justiça Representação a nível territorial dos Serviços dos Registos e Notariado, delegação do IPAJ, Estabelecimentos dos Pais O Governo demonstra vontade politica na reforma do sector/sistema de Justiça consentânea com as reformas do Sector Público O Estado tem vindo a ractificar as convenções internacionais adptadas em organismos internacionais Aproximação dos Serviços Integrados através dos Palácios de Justiça Assegurado a construção de infraestruturas necessárias ao adequado funcionamento dos Tribunais Revitalização dos mecanismos extra-judiciais nos Tribunais Comunitários Promoção e aplicação das Penas Alternativas a Pena de Prisão Existência da Lei de Probidade Pública: oportunidade para controle da corrupção, Iniciativas de implementação da lei de Insolvência ▪ Prevalência de casos de corrupção no sector, o que leva a decisões parciais e injustas e falta de confiança dos cidadãos ao sistema de justiça. ▪ Existência de Longas distâncias entre as instituições da justiça e os cidadãos o que dificulta o acesso a justiça pelos cidadãos ▪ Pouca cultura jurídica dos cidadãos o que dificulta o acesso a justiça ▪ Inexistência de um instrumento normativo para elaboração legislativa; ▪ Exiguidade de recursos financeiros e materiais para o pleno funcionamento dos órgãos da administração da justiça, (tribunais, procuradores, MJCR, IPAJ, SERNAP, SPJT, Conservatórias e Cartórios Notariais, o que leva a dificuldade de execução de actividade ▪ Limitado acesso da Justiça para as camadas desfavorecidas ▪ Inexistência de uma Política Nacional, atinente aos Direitos Humanos; ▪ Morosidade na aprovação da legislação revista atinente aos Assuntos Religiosos e Tribunais Comunitários; ▪ Superlotação dos estabelecimentos penitenciários e alta percentagem de cidadãos em prisão preventiva expirada em relação ao total da população penitenciária. ▪ Demora no processo de informatização das Instituições do MJCR e fraca aderência dos profissionais a estes processos ▪ Dificuldades para reforçar a capacidade de resposta das atribuições do sector (recursos humanos, materiais e infraestrutura) ▪ Insuficiência de pessoal nas áreas de especialização e de apoio ▪ Prevalência de pagamento em numerário dos actos registais nas conservatórias e cartório notariais o que contribui em certa medida na redução da receita colectada o que propicia facilidades para o descaminho; ▪ Maior número de conservadores e notários superior baseados na capital do país em detrimento das provinciais e distritos; ▪ Falta de um plano de mobilização de recursos para responder os desafios do Ministério ▪ Inexistência de um mecanismo de articulação e harmonização de forma holística das prioridades do Ministério face aos recursos financeiros disponibilizados pelos parceiros de cooperação ▪ Desajustada da realidade a legislação da criação do CGRN,, visto que a mesma data de 1989; ▪ Quadro Pessoal desajustada e inexistência para as Conservatórias e Cartórios:
    Pontes FortesPontos Fracos
    ▪ Existência da Constituição da República que consagra Moçambique como um Estado de Direito Democrático, o princípio da separação de poderes, o pluralismo jurídico e acesso a justiça; ▪ Existência de estruturas legais abrangentes e diversas, que cobrem diferentes aspectos da justiça, incluindo direito penal, civil, tributário, comercial e de família. ▪ Engajamento do Governo na promoção e protecção de Direitos Humanos e Justiça em Moçambique ▪ Quadro de Pessoal relativamente jovem. ▪ Progressos assinaláveis na informatização dos serviços Existência de um Centro de Formação para formação de operadores de justiça Instituição com mandato para lidar com assuntos transversais Existência de Parceiros de Cooperação para apoiar o Sector Existência de um mecanismo de coordenação e articulação com os Órgãos da Administração da Justiça Representação a nível territorial dos Serviços dos Registos e Notariado, delegação do IPAJ, Estabelecimentos dos Pais O Governo demonstra vontade politica na reforma do sector/sistema de Justiça consentânea com as reformas do Sector Público O Estado tem vindo a ractificar as convenções internacionais adptadas em organismos internacionais Aproximação dos Serviços Integrados através dos Palácios de Justiça Assegurado a construção de infraestruturas necessárias ao adequado funcionamento dos Tribunais Revitalização dos mecanismos extra-judiciais nos Tribunais Comunitários Promoção e aplicação das Penas Alternativas a Pena de Prisão Existência da Lei de Probidade Pública: oportunidade para controle da corrupção, Iniciativas de implementação da lei de Insolvência▪ Prevalência de casos de corrupção no sector, o que leva a decisões parciais e injustas e falta de confiança dos cidadãos ao sistema de justiça. ▪ Existência de Longas distâncias entre as instituições da justiça e os cidadãos o que dificulta o acesso a justiça pelos cidadãos ▪ Pouca cultura jurídica dos cidadãos o que dificulta o acesso a justiça ▪ Inexistência de um instrumento normativo para elaboração legislativa; ▪ Exiguidade de recursos financeiros e materiais para o pleno funcionamento dos órgãos da administração da justiça, (tribunais, procuradores, MJCR, IPAJ, SERNAP, SPJT, Conservatórias e Cartórios Notariais, o que leva a dificuldade de execução de actividade ▪ Limitado acesso da Justiça para as camadas desfavorecidas ▪ Inexistência de uma Política Nacional, atinente aos Direitos Humanos; ▪ Morosidade na aprovação da legislação revista atinente aos Assuntos Religiosos e Tribunais Comunitários; ▪ Superlotação dos estabelecimentos penitenciários e alta percentagem de cidadãos em prisão preventiva expirada em relação ao total da população penitenciária. ▪ Demora no processo de informatização das Instituições do MJCR e fraca aderência dos profissionais a estes processos ▪ Dificuldades para reforçar a capacidade de resposta das atribuições do sector (recursos humanos, materiais e infraestrutura) ▪ Insuficiência de pessoal nas áreas de especialização e de apoio ▪ Prevalência de pagamento em numerário dos actos registais nas conservatórias e cartório notariais o que contribui em certa medida na redução da receita colectada o que propicia facilidades para o descaminho; ▪ Maior número de conservadores e notários superior baseados na capital do país em detrimento das provinciais e distritos; ▪ Falta de um plano de mobilização de recursos para responder os desafios do Ministério ▪ Inexistência de um mecanismo de articulação e harmonização de forma holística das prioridades do Ministério face aos recursos financeiros disponibilizados pelos parceiros de cooperação ▪ Desajustada da realidade a legislação da criação do CGRN,, visto que a mesma data de 1989; ▪ Quadro Pessoal desajustada e inexistência para as Conservatórias e Cartórios:
  153. Texto do artigo, página 28: Oportunidades Ameaças ● Melhoria da dinâmica económica do país que se prevê para o médio prazo que pode levar a um aumento da demanda por serviços jurídicos ● Existência de pressão política ou interferência política sobre o sistema judicial, o que pode prejudicar ou comprometer a sua independência e imparcialidade
    OportunidadesAmeaças
    ● Melhoria da dinâmica económica do país que se prevê para o médio prazo que pode levar a um aumento da demanda por serviços jurídicos● Existência de pressão política ou interferência política sobre o sistema judicial, o que pode prejudicar ou comprometer a sua independência e imparcialidade
  154. Texto do artigo, página 28: 44
  155. Texto do artigo, página 29: ● O melhoramento e incremento de uso de novas tecnologias de informação e comunicação concorrem para a melhoria da simplificação de procedimentos, prestação de serviços e reforço dos mecanismos de monitoria ● Moçambique tem a oportunidade de reforçar o seu quadro legal, preenchendo as lacunas e resolvendo as fraquezas das leis existentes que já foram identificados por diversos instrumentos de avaliação disponíveis ● Com o crescimento económico e das receitas do país, Moçambique tem a oportunidade de investir nas infraestruturas do sistema de justiça, tais como edifícios de tribunais e tecnologia, poderia melhorar a eficiência e reduzir os atrasos. ● O sistema de justiça pode ser reforçado através desenvolvimento das capacidades dos juízes, Defensores públicos, Assistentes Jurídicos, Conservadores e Notariado, Guardas penitenciários, e outros profissionais da justiça. ● Moçambique pode beneficiar da cooperação e apoio internacional para melhorar o seu sistema de justiça. ● Apoio dos parceiros de cooperação ao sector de justiça ● Sector Justiça como prioridade do Governo ● Crescimento das escolas de formação na área das TICs, do direito e áreas afins ● Preocupação do sector privado com diferentes aspectos do sector da justiça que afectam o ambiente de negócios ● O cometimento dos Parceiros de Cooperação Internacional no apoio a área da Justiça oferece a possibilidade de reforço da capacidade institucional em vários domínios ● A instabilidade e os conflitos políticos que podem perturbar a administração da justiça e dificultar o funcionamento eficaz do sistema judicial. A falta de segurança pública em algumas regiões do país (Cabo Delgado) prejudica a eficiência do sistema judicial. ● Ciclos económicos podem levar a cortes orçamentários que prejudicam o funcionamento do MJCR-Central, IPAJ, SERNAP, Serviços Provinciais da Justiça e Trabalho (SPJT), CFJJ, Penitenciárias, entre outros órgãos da Administração da Justiça. ● Crises Pandémicas, a pandemia de COVID-19 perturbou o funcionamento dos tribunais, provocando mais atrasos na administração da justiça que pode continuar a -se ainda por algum tempo ● Aumento dos níveis de criminalidade e o sistema de justiça tem dificuldade em lidar com a carga de trabalho. Isto pode resultar numa acumulação de casos e em atrasos no cumprimento da justiça. ● Aumento do crime organizado (raptos) que ainda não encontram resposta do sistema de justiça moçambicano ● Surgimento e aumento de crimes cibernéticos, envolvendo uso de TICS associados a globalização e digitalização da sociedade ● A alta taxa de crescimento populacional que demanda o aumento da formação de juízes. ● Proliferação de congregações religiosas o que dificulta o seu controlo dado que estas podem estar expostas a fluxo ilícito de capitais, branqueamento de capitais e financiamento a actividade ilegais como terrorismo ● Competição com o sector privado no recrutamento de pessoal especializado, com destaque para as TICs, a área da insolvência e defensória. ● A prevalência de várias doenças endémicas, incluindo o HIV & SIDA, e o crescimento de doenças cárdeo vasculares e ligadas a saúde mental ● Dependência de Financiamento de Parceiros de Cooperação na implementação de acções estratégicas do Ministério e Instituições Tuteladas
    ● O melhoramento e incremento de uso de novas tecnologias de informação e comunicação concorrem para a melhoria da simplificação de procedimentos, prestação de serviços e reforço dos mecanismos de monitoria ● Moçambique tem a oportunidade de reforçar o seu quadro legal, preenchendo as lacunas e resolvendo as fraquezas das leis existentes que já foram identificados por diversos instrumentos de avaliação disponíveis ● Com o crescimento económico e das receitas do país, Moçambique tem a oportunidade de investir nas infraestruturas do sistema de justiça, tais como edifícios de tribunais e tecnologia, poderia melhorar a eficiência e reduzir os atrasos. ● O sistema de justiça pode ser reforçado através desenvolvimento das capacidades dos juízes, Defensores públicos, Assistentes Jurídicos, Conservadores e Notariado, Guardas penitenciários, e outros profissionais da justiça. ● Moçambique pode beneficiar da cooperação e apoio internacional para melhorar o seu sistema de justiça. ● Apoio dos parceiros de cooperação ao sector de justiça ● Sector Justiça como prioridade do Governo ● Crescimento das escolas de formação na área das TICs, do direito e áreas afins ● Preocupação do sector privado com diferentes aspectos do sector da justiça que afectam o ambiente de negócios ● O cometimento dos Parceiros de Cooperação Internacional no apoio a área da Justiça oferece a possibilidade de reforço da capacidade institucional em vários domínios● A instabilidade e os conflitos políticos que podem perturbar a administração da justiça e dificultar o funcionamento eficaz do sistema judicial. A falta de segurança pública em algumas regiões do país (Cabo Delgado) prejudica a eficiência do sistema judicial. ● Ciclos económicos podem levar a cortes orçamentários que prejudicam o funcionamento do MJCR-Central, IPAJ, SERNAP, Serviços Provinciais da Justiça e Trabalho (SPJT), CFJJ, Penitenciárias, entre outros órgãos da Administração da Justiça. ● Crises Pandémicas, a pandemia de COVID-19 perturbou o funcionamento dos tribunais, provocando mais atrasos na administração da justiça que pode continuar a -se ainda por algum tempo ● Aumento dos níveis de criminalidade e o sistema de justiça tem dificuldade em lidar com a carga de trabalho. Isto pode resultar numa acumulação de casos e em atrasos no cumprimento da justiça. ● Aumento do crime organizado (raptos) que ainda não encontram resposta do sistema de justiça moçambicano ● Surgimento e aumento de crimes cibernéticos, envolvendo uso de TICS associados a globalização e digitalização da sociedade ● A alta taxa de crescimento populacional que demanda o aumento da formação de juízes. ● Proliferação de congregações religiosas o que dificulta o seu controlo dado que estas podem estar expostas a fluxo ilícito de capitais, branqueamento de capitais e financiamento a actividade ilegais como terrorismo ● Competição com o sector privado no recrutamento de pessoal especializado, com destaque para as TICs, a área da insolvência e defensória. ● A prevalência de várias doenças endémicas, incluindo o HIV & SIDA, e o crescimento de doenças cárdeo vasculares e ligadas a saúde mental ● Dependência de Financiamento de Parceiros de Cooperação na implementação de acções estratégicas do Ministério e Instituições Tuteladas
  156. Texto do artigo, página 29: Fonte: Adaptado com base na análise situacional
  157. Texto do artigo, página 29: Considerando as fraquezas e os desafios que se impõem sobre o MJCR, será importante, para a implementação do presente Plano Estratégico, a execução do seguinte: a. Criar condições para a contínua formação e especialização dos quadros, incluindo em matérias de crimes cibernéticos e ambientais, para expandir o acesso à justiça e assegurar os direitos colectivos difusos; b. Ampliar os recursos financeiros, considerando as fontes internas e externas; c. Expandir as infraestruturas prisionais e executar penas alternativas para a redução da superlotação nas prisões; d. Aprovar legislação estruturante tendo em conta os desafios de desenvolvimento económico e social, garantindo a observância dos direitos fundamentais dos cidadãos, incluindo aspectos ligados à liberdade religiosa; e. Prosseguir com a modernização do sistema de justiça através da implementação de sistemas informáticos para aumentar a eficiência na prestação dos serviços aos cidadãos.
  158. Texto do artigo, página 29: 45
  159. Texto do artigo, página 30: 3 DEFINIÇÃO DE LINHAS ESTRATÉGICAS
  160. Texto do artigo, página 30: 3.1 MISSÃO, VISÃO E VALORES.
  161. Texto do artigo, página 30: VISÃO: Ser reconhecida pela sociedade como referência na promoção de uma Justiça mais célere e acessível ao cidadão, assente nos princípios democráticos, respeito pelos direitos humanos e pela legalidade.
  162. Texto do artigo, página 30: 3
  163. Texto do artigo, página 30: MISSÃO: Garantir o respeito pela lei, direitos e liberdades dos cidadãos, através da excelência na realização das suas accões, em coordenação com os órgãos da Administração da Justiça, com objectivo de assegurar um Estado de Direito e Democrático.
  164. Texto do artigo, página 30: VALORES
  165. Texto do artigo, página 30: Legalidade Observância estrita à legislação, garantindo a integridade e responsabilidade institucional. Eficácia Realizar os principais objectivos do Sistema de justiça nacional Equidade Compromisso com a promoção da justiça, igualdade perante a lei e tratamento equitativo para todos os cidadãos. Celeridade Busca pela eficiência na tramitação dos processos administrativos Transparência Informações legais e processuais acessíveis e compreensíveis para o público em geral. Imparcialidade Decisões baseadas em princípios justos garantindo a equidade e confiança nas instituições do Sistema de Justiça Nacional. Integridade Compromisso com altos padrões éticos, honestidade e responsabilidade em todas as actividades. Colaboração Trabalho conjunto com os outros órgãos do sistema de administração da justiça, outras instituições do governo e partes interessadas para alcançar objectivos comuns. Inovação Adopção de tecnologias e práticas inovadoras para aprimorar o sistema de justiça e melhoria contínua dos serviços prestados. Respeito pelos Direitos Humanos Protecção dos direitos fundamentais e liberdades individuais incluindo na aplicação da lei.
    LegalidadeObservância estrita à legislação, garantindo a integridade e responsabilidade institucional.
    EficáciaRealizar os principais objectivos do Sistema de justiça nacional
    EquidadeCompromisso com a promoção da justiça, igualdade perante a lei e tratamento equitativo para todos os cidadãos.
    CeleridadeBusca pela eficiência na tramitação dos processos administrativos
    TransparênciaInformações legais e processuais acessíveis e compreensíveis para o público em geral.
    ImparcialidadeDecisões baseadas em princípios justos garantindo a equidade e confiança nas instituições do Sistema de Justiça Nacional.
    IntegridadeCompromisso com altos padrões éticos, honestidade e responsabilidade em todas as actividades.
    ColaboraçãoTrabalho conjunto com os outros órgãos do sistema de administração da justiça, outras instituições do governo e partes interessadas para alcançar objectivos comuns.
    InovaçãoAdopção de tecnologias e práticas inovadoras para aprimorar o sistema de justiça e melhoria contínua dos serviços prestados.
    Respeito pelos Direitos HumanosProtecção dos direitos fundamentais e liberdades individuais incluindo na aplicação da lei.
  166. Texto do artigo, página 30: Tabela 20 Valores da Estratégia
  167. Texto do artigo, página 31: 3.2 PILARES E OBJECTIVOS ESTRATÉGICOS
  168. Texto do artigo, página 31: O presente Plano Estratégico orienta o MJCR no cumprimento das suas atribuições e garantia do acesso à justiça a todos os moçambicanos. Este plano foi elaborado para o período 2025-2034 tendo em consideração a visão e missão do MJCR, em que pretende ser reconhecido pela sociedade como referência na promoção de uma justiça mais célere e acessível ao cidadão, assente nos princípios democráticos, respeito pelos direitos humanos e pela legalidade.
  169. Texto do artigo, página 31: O Plano Estratégico do MJCR está estruturado em três pilares estratégicos concebidos na base das suas atribuições e competências e dos principais desafios actuais do sector. Estes pilares tomam igualmente em consideração os principais resultados que se esperam alcançar no período de implementação deste Plano Estratégico nas seguintes vertentes: expansão do acesso à justiça, fortalecimento das instituições e do sistema da justiça, para melhoria na prestação dos serviços aos cidadãos, reforço do Estado de Direito, segurança jurídica e protecção dos direitos humanos.
  170. Texto do artigo, página 31: 3.2.1 PILAR I. ACESSO à JUSTIÇA
  171. Texto do artigo, página 31: Neste pilar, o objectivo é o de garantir que todos os cidadãos tenham igual acesso à justiça e promover a igualdade perante a Lei, garantindo que todos os membros da sociedade tenham a oportunidade de buscar justiça e proteger seus direitos.
  172. Texto do artigo, página 31: Objectivo Estrategico 1 • Promover a eficiência e eficácia na tramitação dos
  173. Texto do artigo, página 31: Objectivo Estrategico 2 Instituições Públicas, Privadas e Organizações da
  174. Texto do artigo, página 31: Figura 4 Acesso à Justiça
  175. Texto do artigo, página 31: •Promover a eficiência e eficácia na tramitação dos processos administrativos garantindo a celeridade, simplicidade e adequação nos Órgãos do Sistema da Administração da Justiça
  176. Texto do artigo, página 31: processos administrativos garantindo a celeridade, simplicidade e adequação nos Órgãos do Sistema da Administração da Justiça • Fortalecer os mecanismos de coordenação com as
  177. Texto do artigo, página 31: .
  178. Texto do artigo, página 31: !
  179. Texto do artigo, página 31: Objectivo Estrategico 1 •Fortalecer os mecanismos de coordenação com as Instituições Públicas, Privadas e Organizações da Sociedade Civil para assegurar a promoção e proteção dos direitos humanos e da criança Objectivo Estrategico 2 •Garantir o fortalecimento de mecanismos extrajudiciais de resolução de conflitos Objectivo Estrategico 3 •Assegurar uma justiça ao alcance de todos, mais próxima e mais justa, com enfoque na efectividade dos Direitos, Deveres e Liberdades fundamentais dos cidadãos Objectivo Estrategico 4
  180. Texto do artigo, página 31: Sociedade Civil para assegurar a promoção e proteção dos direitos humanos e da criança • Garantir o fortalecimento de mecanismos extrajudiciais de resolução de conflitos
  181. Texto do artigo, página 31: Objectivo Estrategico 3 • Assegurar uma justiça ao alcance de todos, mais próxima e mais justa, com enfoque na efectividade dos Objectivo Estrategico 4 Direitos, Deveres e Liberdades fundamentais dos cidadãos
  182. Texto do artigo, página 31: 3.2.2 PILAR II. SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS
  183. Texto do artigo, página 31: O pilar II tem como objectivo melhorar as condições nos estabelecimentos penitenciários com foco na realização de actividades produtivas, reabilitação e reintegração dos infractores na sociedade.
  184. Texto do artigo, página 32: •Assegurar uma justiça ao alcance de todos, mais próxima e mais justa, com enfoque na efectividade dos Direitos, Deveres e Liberdades fundamentais dos cidadãos Objectivo Estrategico 4
  185. Texto do artigo, página 32: Figura 4 Acesso à Justiça
  186. Texto do artigo, página 32: 3.2.2 PILAR II. SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS
  187. Texto do artigo, página 32: O pilar II tem como objectivo melhorar as condições nos estabelecimentos penitenciários com foco na realização de actividades produtivas, reabilitação e reintegração dos infractores na sociedade.
  188. Texto do artigo, página 32: Objectivo Estratégico 5 Objectivo Estratégico 6
  189. Texto do artigo, página 32: •Melhorar a Segurança e Eficiência da Vigilância Prisional Objectivo Estrategico 5 •Garantir um sistema Penitenciário que respeite a dignidade humana e os direitos dos reclusos tendo em vista a sua reabilitação e consequente reintegração junto às comunidades Objectivo Estrategico 6 47
  190. Texto do artigo, página 32: •Melhorar a Segurança e Eficiência da Vigilância Prisional •Garantir um sistema Penitenciário que respeite a dignidade humana e os direitos dos reclusos tendo em vista a sua reabilitação e consequente reintegração junto às comunidades
  191. Texto do artigo, página 32: Figura 5 Serviços Penitenciários 3.2.3 PILAR III. REFORÇO DA CAPACIDADE INSTITUCIONAL/ DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL Este pilar visa fortalecer a capacidade das instituições do sistema de administração da justiça com recursos humanos adequados, infraestruturas, e meios materiais necessários para melhoria do acesso e qualidade dos serviços prestados aos cidadãos. Figura 6 Reforço da Capacidade Institucional
  192. Texto do artigo, página 32: Objectivo Estratégico 7 Objectivo Estratégico 8 Objectivo Estratégico 9 Objectivo Estratégico 10 Objectivo Estratégico 11 Objectivo Estratégico 12 Objectivo Estratégico 13 Objectivo Estratégico 14
  193. Texto do artigo, página 32: •Reforçar mecanismos de prevenção, dissuasão e Objectivo Estrategico 7 combate à corrupção •Garantir a segurança jurídica e previsibilidade do Objectivo Estrategico 8 quadro legal •Promover acções de melhoria da articulação e comunicação com o Poder Legislativo, instituições do Sistema da Administração da Justiça, Públicas, Privadas e Organizações da Sociedade Civil Objectivo Estrategico 9 •Promover políticas institucional de desenvolvimento e Objectivo Estrategico 10 profissionalização de Recursos dos Humanos •Desenvolver acções de expansão de Infraestruturas dos Objectivo Estratégico 11 Órgãos do Sistema da Administração da Justiça •Informatizar, interoperar as Instituições do MJCR e garantir a comunicação e gestão de informação junto dos orgãos da justiça, sectores públicos, privados, organizações da sociedade civil e parceiros de cooperação. Objectivo Estratégico 12 •Fortalecer os modelos e Instrumentos de Gestão Estratégica do MJCR Objectivo Estratégico 13 •Promover a simplificação de procedimentos de registos e melhoria na prestação de serviços públicos Objectivo Estratégico 14
  194. Texto do artigo, página 32: •Reforçar mecanismos de prevenção, dissuasão e combate à corrupção •Garantir a segurança jurídica e previsibilidade do quadro legal •Promover acções de melhoria da articulação e comunicação com o Poder Legislativo, instituições do Sistema da Administração da Justiça, Públicas, Privadas e Organizações da Sociedade Civil •Promover políticas institucional de desenvolvimento e profissionalização de Recursos dos Humanos •Desenvolver acções de expansão de Infraestruturas dos Órgãos do Sistema da Administração da Justiça •Informatizar, interoperar as Instituições do MJCR e garantir a comunicação e gestão de informação junto dos orgãos da justiça, sectores públicos, privados, organizações da sociedade civil e parceiros de cooperação. •Fortalecer os modelos e Instrumentos de Gestão Estratégica do MJCR •Promover a simplificação de procedimentos de registos e melhoria na prestação de serviços públicos
  195. Texto do artigo, página 32: 48
  196. Texto do artigo, página 33: 3.3 Assuntos Transversais
  197. Texto do artigo, página 33: Nos próximos cinco anos, o MJCR continuará a envidar esforços para o empoderamento das mulheres, jovens e pessoas com deficiência no seu processo de procurement e recrutamento. Neste âmbito, o foco será direccionado para: (i) alargar a participação da mulher, dos jovens e pessoas com deficiência, a todos os níveis dos órgãos de administração da justiça, em particular nas províncias, distritos e instituições tuteladas, (ii) recrutamento de mulheres e jovens para os sub-sectores de administração da justiça com maiores desequilíbrios de género e de composição demográfica, (iii) aumentar as oportunidades de formação nas áreas de especialidade contínua e de curto prazo,
  198. Texto do artigo, página 33: descentralizando as unidades com responsabilidades de formação para os níveis sub-nacionais, recorrendo sempre que possível a acções afirmativas de promoção da mulher e dos jovens nos cursos frequentados para melhor aproveitamento do potencial representado por um número considerável dos jovens.
  199. Texto do artigo, página 33: O MJCR continuará a divulgar os instrumentos legais relacionados com o género, direitos das pessoas com deficiência e HIV-SIDA a nível central, local e nas instituições tuteladas.
  200. Texto do artigo, página 33: 3.4 Quadro de Indicadores de Resultado Com a implementação do plano de acção do plano estratégico
  201. Texto do artigo, página 33: espera-se que no final do ano de 2034 sejam alcançados os resultados, de acordo com a tabela a seguir
  202. Texto do artigo, página 34: PILAR: ACESSO A JUSTIÇA
  203. Texto do artigo, página 34: Responsável
  204. Texto do artigo, página 34: DNDHC
  205. Texto do artigo, página 34: Relatório de
  206. Texto do artigo, página 34: Humanos
  207. Texto do artigo, página 34: 028202920302031203220332034
  208. Texto do artigo, página 34: Direitos
  209. Texto do artigo, página 34: em
  210. Texto do artigo, página 34: Relatório de
  211. Texto do artigo, página 34: Humanos
  212. Texto do artigo, página 34: Direitos
  213. Texto do artigo, página 34: em
  214. Texto do artigo, página 34: Relatório de
  215. Texto do artigo, página 34: Humanos
  216. Texto do artigo, página 34: Direitos
  217. Texto do artigo, página 34: em
  218. Texto do artigo, página 34: Relatório de
  219. Texto do artigo, página 34: Humanos
  220. Texto do artigo, página 34: Direitos
  221. Texto do artigo, página 34: em
  222. Texto do artigo, página 34: Relatório de
  223. Texto do artigo, página 34: Humanos
  224. Texto do artigo, página 34: Direitos
  225. Texto do artigo, página 34: em
  226. Texto do artigo, página 34: Relatório de
  227. Texto do artigo, página 34: Humanos
  228. Texto do artigo, página 34: Direitos
  229. Texto do artigo, página 34: Objectivo Metas
  230. Texto do artigo, página 34: em
  231. Texto do artigo, página 34: tório de
  232. Texto do artigo, página 34: anos
  233. Texto do artigo, página 34: reitos
  234. Texto do artigo, página 34: m
  235. Texto do artigo, página 34: Fortalecer os - meca
  236. Texto do artigo, página 34: coordenação com as
  237. Texto do artigo, página 34: Publicas, privadas e
  238. Texto do artigo, página 34: Sociedade Civil para
  239. Texto do artigo, página 34: PILAR I. ACESSO A JUSTIÇA Responsável DNDHC DNAJ/SPJT IPAJ IPAJ/CFJJ TS/CFJJ Metas 2034 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 86,60% 42,4% 8,48 5,2 2033 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 84,72% 39,2% 7,71 4,84 2032 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 82,84% 36,0% 6,94 4,48 2031 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 80,96% 32,8% 6,17 4,12 2030 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 79,08% 29,6% 5,4 3,76 2029 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 77,20% 26,4% 4,63 3,4 2028 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 75,32% 23,2% 3,86 3,04 2027 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 73,44% 20,0% 3,09 2,68 2026 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 71,56% 16,8% 2,32 2,32 2025 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 69,68% 13,6% 5,4 1,96 Ano Base 2024 Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado 67,8% 10,4% 1,55 1.8 Indicador de Resultado Publicação dos Realtórios Anuais do Estágio de Direitos Humanos emMoçambique Taxa de resolução de Casos estra-judiciais mediados nos Tribunais Comunitáriois Taxa de cidadãos carenciados que se beneficiam de assistência e patrocínio judiciário gratuito; Rácio Técnico de Assistência Jurídica por 100 mil Habitantes Rácio Juiz por 100 mil Habitantes Objectivo Estratégico Fortalecer os - mecanismosde coordenação com as Instituicoes Publicas, privadas e Organizações da Sociedade Civil para assegurar a promoção e proteção dos direitos humanos e da criança -2 Garantir o fortalecimento de mecanismos extrajudiciais de resolucao de conflitos - 3 Assegurar uma Justiça ao alcance de todos, mais proxima e mais justa, com enfoque na efectividade dos Direitos, Deveres e Liberdadesfundamentais dos cidadãos - 4
    PILAR I. ACESSO A JUSTIÇAResponsávelDNDHCDNAJ/SPJTIPAJIPAJ/CFJJTS/CFJJ
    Metas2034Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado86,60%42,4%8,485,2
    2033Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado84,72%39,2%7,714,84
    2032Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado82,84%36,0%6,944,48
    2031Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado80,96%32,8%6,174,12
    2030Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado79,08%29,6%5,43,76
    2029Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado77,20%26,4%4,633,4
    2028Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado75,32%23,2%3,863,04
    2027Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado73,44%20,0%3,092,68
    2026Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado71,56%16,8%2,322,32
    2025Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado69,68%13,6%5,41,96
    Ano Base 2024Relatório de Direitos Humanos em Moçambique Publicado67,8%10,4%1,551.8
    Indicador de ResultadoPublicação dos Realtórios Anuais do Estágio de Direitos Humanos emMoçambiqueTaxa de resolução de Casos estra-judiciais mediados nos Tribunais ComunitárioisTaxa de cidadãos carenciados que se beneficiam de assistência e patrocínio judiciário gratuito;Rácio Técnico de Assistência Jurídica por 100 mil HabitantesRácio Juiz por 100 mil Habitantes
    Objectivo EstratégicoFortalecer os - mecanismosde coordenação com as Instituicoes Publicas, privadas e Organizações da Sociedade Civil para assegurar a promoção e proteção dos direitos humanos e da criança -2Garantir o fortalecimento de mecanismos extrajudiciais de resolucao de conflitos - 3Assegurar uma Justiça ao alcance de todos, mais proxima e mais justa, com enfoque na efectividade dos Direitos, Deveres e Liberdadesfundamentais dos cidadãos - 4
  240. Texto do artigo, página 34: de conflitos - 3 ,32%77,20%79,08%80,96%82,84%84,72%86,60%DNAJ/SPJT
  241. Texto do artigo, página 34: Moçambique
  242. Texto do artigo, página 34: Publicado
  243. Texto do artigo, página 34: Moçambique
  244. Texto do artigo, página 34: Publicado
  245. Texto do artigo, página 34: Moçambique
  246. Texto do artigo, página 34: Publicado
  247. Texto do artigo, página 34: Moçambique
  248. Texto do artigo, página 34: Publicado
  249. Texto do artigo, página 34: Moçambique
  250. Texto do artigo, página 34: Publicado
  251. Texto do artigo, página 34: Moçambique
  252. Texto do artigo, página 34: Publicado
  253. Texto do artigo, página 34: mbique
  254. Texto do artigo, página 34: licado
  255. Texto do artigo, página 34: promoção e proteçã
  256. Texto do artigo, página 34: humanos e da crianç
  257. Texto do artigo, página 34: Garantir o fortalecim
  258. Texto do artigo, página 34: mecanismos extraju
  259. Texto do artigo, página 34: ,864,635,46,176,947,718,48IPAJ/CFJJ
  260. Texto do artigo, página 34: ,043,43,764,124,484,845,2TS/CFJJ
  261. Texto do artigo, página 34: ,2%26,4%29,6%32,8%36,0%39,2%42,4%IPAJ
  262. Texto do artigo, página 34: 50
  263. Texto do artigo, página 34: Tabela21IndicadoresdosResultados-1
  264. Texto do artigo, página 34: Assegurar uma Just
  265. Texto do artigo, página 34: todos, mais proxima
  266. Texto do artigo, página 34: enfoque na efectivid
  267. Texto do artigo, página 34: Deveres e Liberdade
  268. Texto do artigo, página 34: dos cidadãos - 4
  269. Texto do artigo, página 35: PILARII.REFORMADOSSERVIÇOSPENETENCIARIOS Responsável SERNAP SERNAP SERNAP SERNAP SERNAP PILARIII.REFORÇODACAPACIDADEINSTITUCIONAL/DESENVOLVIMENTOINSTITUCIONAL Responsável IG DNAJC DRH/Todos Sectores 64% SERNAP/CFJJ/C GRN/SPJT SERNAP DTIC/Sectotres DNRN/CGRN/SPJ T DNRN/CGRN/SPJ T DNRN/CGRN/SPJ T DNRN/CGRN/SPJ T DNAR/SPJT Metas 2034 50% 71% 2% 7% 98% Metas 2034 1 100% 100% 70% 18 103% 93% 70% 75% 69% 85% 80% 2033 50% 69% 3% 8% 98% 2033 1 100% 100% 68% 18 107% 88% 68% 73% 68% 78% 75% 2032 50% 68% 3% 8% 98% 2032 1 100% 100% 66% 16 111% 83% 66% 71% 66% 71% 70% 2031 50% 67% 4% 9% 98% 2031 1 100% 100% 65% 15 115% 78% 64% 69% 64% 65% 65% 2030 50% 66% 4% 9% 98% 2030 1 100% 100% 63% 15 120% 73% 62% 67% 62% 58% 60% 2029 45% 65% 5% 10% 98% 2029 1 100% 100% 61% 24 129,5% 68% 60% 64,5% 61% 51% 55% 2028 40% 64% 7% 11% 98% 2028 1 100% 100% 59% 21 134% 63% 54% 54% 51% 45% 50% 2027 38% 63% 9% 12% 94% 2027 1 100% 100% 57% 22 139% 58% 49% 44% 41% 38% 45% 2026 36% 61% 10% 13% 90% 2026 1 100% 100% 56% 20 145% 53% 43% 34% 31% 31% 30% 2025 12% 60% 12% 14% 80% 2025 1 100% 100% 54% 11 150% 48% 37% 24% 21% 24% AnoBase2024 28% 54% 15% 15% 94% AnoBase2024 1 100% 60% 52% 20 156% 46% 31% 14,1% 10,5% 18% N/A IndicadordeResultado PesodoorçamentodoEstadoemelhoriada dietaalimentardorecluso(atravesdapraticade actividadesagropecuárias) Percentagemdedistritosabrangidospelos serviçosdepenasnãoprivativasdeliberdade Índicedereincidênciapenitenciária Índicedeevasõeseactividadescriminosasnos estabelecimentospenitenciários PercentagemdeCondenadosquebeneficiram deprogramasdeensinoeformaçãoprofissional IndicadordeResultado PublicaçãodeRealtóriosdecorrentesdeActos deCorrupção Instrumentosnormativossubmetidosa aprovação PercentagemdeProfissionaisdeJustiça formadoseCapacitados TaxadeocupaçãodoslugaresnoQuadrode PessoaldoMJCR Númerodeinfra-estruturasConstruidas Taxadesuperlotaçãodos EstabelecimentosPenitenciàrios PercentagemdeProcessostramitadospormeio deSistemasInformatizados AumentaraTaxadecoberturadoregistode nascimento Completudederegistosdenascimentocom basenoe-SIRCEV Completudederegistosdeóbitocombasenoe- SIRCEV TaxadecoberturadePostosdeRegistosCivil criadosnasUnidadesSanitarias PercentagemdeConfissõesReligiosas existentesemconformidadecomoRegime Juridicoporano ObjectivoEstratégico GarantirumsistemaPenitenciárioque respeiteadignidadehumanaeos direitosdosreclusostendoemvistaa suareabilitaçãoeconsequente reintegraçãojuntoascomunidades-7 ObjectivoEstratégico Reforçarmecanismosdeprevenção, dissuasãoecombateàcorrupção-7 Garantirasegurançajurídica,liberdade eprevisibilidadedoquadrolegal-8 Promoverpolíticasinstitucionalde desenvolvimentoeprofissionalização deRecursosHumanos-10 DesenvolveraccoesdeExpansao InfraestruturasdosÓrgãosdoSistema daAdministraçãodaJustiça-12 Informatizar,interoperarasInstituições doMJCRegarantiracomunicaçãoe gestãodeinformaçãojuntodosorgaos daJustica,sectorespublicos,privados, organizacoesdasociedadecivile parceirosdecooperacao.-12 Promoverasimplificaçãode procedimentosdeRegistosemelhoria naprestaçãodeserviçospúblicos-14
    PILARII.REFORMADOSSERVIÇOSPENETENCIARIOSResponsávelSERNAPSERNAPSERNAPSERNAPSERNAPPILARIII.REFORÇODACAPACIDADEINSTITUCIONAL/DESENVOLVIMENTOINSTITUCIONALResponsávelIGDNAJCDRH/Todos Sectores64%SERNAP/CFJJ/C GRN/SPJTSERNAPDTIC/SectotresDNRN/CGRN/SPJ TDNRN/CGRN/SPJ TDNRN/CGRN/SPJ TDNRN/CGRN/SPJ TDNAR/SPJT
    Metas203450%71%2%7%98%Metas20341100%100%70%18103%93%70%75%69%85%80%
    203350%69%3%8%98%20331100%100%68%18107%88%68%73%68%78%75%
    203250%68%3%8%98%20321100%100%66%16111%83%66%71%66%71%70%
    203150%67%4%9%98%20311100%100%65%15115%78%64%69%64%65%65%
    203050%66%4%9%98%20301100%100%63%15120%73%62%67%62%58%60%
    202945%65%5%10%98%20291100%100%61%24129,5%68%60%64,5%61%51%55%
    202840%64%7%11%98%20281100%100%59%21134%63%54%54%51%45%50%
    202738%63%9%12%94%20271100%100%57%22139%58%49%44%41%38%45%
    202636%61%10%13%90%20261100%100%56%20145%53%43%34%31%31%30%
    202512%60%12%14%80%20251100%100%54%11150%48%37%24%21%24%
    AnoBase202428%54%15%15%94%AnoBase20241100%60%52%20156%46%31%14,1%10,5%18%N/A
    IndicadordeResultadoPesodoorçamentodoEstadoemelhoriada dietaalimentardorecluso(atravesdapraticade actividadesagropecuárias)Percentagemdedistritosabrangidospelos serviçosdepenasnãoprivativasdeliberdadeÍndicedereincidênciapenitenciáriaÍndicedeevasõeseactividadescriminosasnos estabelecimentospenitenciáriosPercentagemdeCondenadosquebeneficiram deprogramasdeensinoeformaçãoprofissionalIndicadordeResultadoPublicaçãodeRealtóriosdecorrentesdeActos deCorrupçãoInstrumentosnormativossubmetidosa aprovaçãoPercentagemdeProfissionaisdeJustiça formadoseCapacitadosTaxadeocupaçãodoslugaresnoQuadrode PessoaldoMJCRNúmerodeinfra-estruturasConstruidasTaxadesuperlotaçãodos EstabelecimentosPenitenciàriosPercentagemdeProcessostramitadospormeio deSistemasInformatizadosAumentaraTaxadecoberturadoregistode nascimentoCompletudederegistosdenascimentocom basenoe-SIRCEVCompletudederegistosdeóbitocombasenoe- SIRCEVTaxadecoberturadePostosdeRegistosCivil criadosnasUnidadesSanitariasPercentagemdeConfissõesReligiosas existentesemconformidadecomoRegime Juridicoporano
    ObjectivoEstratégicoGarantirumsistemaPenitenciárioque respeiteadignidadehumanaeos direitosdosreclusostendoemvistaa suareabilitaçãoeconsequente reintegraçãojuntoascomunidades-7ObjectivoEstratégicoReforçarmecanismosdeprevenção, dissuasãoecombateàcorrupção-7Garantirasegurançajurídica,liberdade eprevisibilidadedoquadrolegal-8Promoverpolíticasinstitucionalde desenvolvimentoeprofissionalização deRecursosHumanos-10DesenvolveraccoesdeExpansao InfraestruturasdosÓrgãosdoSistema daAdministraçãodaJustiça-12Informatizar,interoperarasInstituições doMJCRegarantiracomunicaçãoe gestãodeinformaçãojuntodosorgaos daJustica,sectorespublicos,privados, organizacoesdasociedadecivile parceirosdecooperacao.-12Promoverasimplificaçãode procedimentosdeRegistosemelhoria naprestaçãodeserviçospúblicos-14
  270. Texto do artigo, página 35: Responsável 2034 2033 2032 2031 2030 2029 2028 2027 2026 2025 2024 Objectivo Estratégico
  271. Texto do artigo, página 35: ResponsávelObj
  272. Texto do artigo, página 35: 50%50%50%50%50%SERNAP
  273. Texto do artigo, página 35: 66%67%68%69%71%SERNAP
  274. Texto do artigo, página 35: 4%4%3%3%2%SERNAP
  275. Texto do artigo, página 35: 9%9%8%8%7%SERNAP
  276. Texto do artigo, página 35: 98%98%98%98%98%SERNAP
  277. Texto do artigo, página 35: 20302031203220332034
  278. Texto do artigo, página 35: Garantirums
  279. Texto do artigo, página 35: respeiteadig
  280. Texto do artigo, página 35: direitosdosr
  281. Texto do artigo, página 35: suareabilitaç
  282. Texto do artigo, página 35: reintegração
  283. Texto do artigo, página 35: Responsável 2034 2033 2032 2031 2030
  284. Texto do artigo, página 35: 1515161818 SERNAP/CFJJ/C
  285. Texto do artigo, página 35: 73%78%83%88%93%DTIC/Sectotres
  286. Texto do artigo, página 35: ObjResponsável
  287. Texto do artigo, página 35: 100%100%100%100%100% DRH/Todos
  288. Texto do artigo, página 35: GRN/SPJT
  289. Texto do artigo, página 35: eprevisibilida 100%100%100%100%100%DNAJC
  290. Texto do artigo, página 35: Sectores
  291. Texto do artigo, página 35: 120%115%111%107%103%SERNAP
  292. Texto do artigo, página 35: dissuasãoec 11111IG
  293. Texto do artigo, página 35: 63%65%66%68%70%64%
  294. Texto do artigo, página 35: 20302031203220332034
  295. Texto do artigo, página 35: CIONAL
  296. Texto do artigo, página 35: 2028 2027 2026 2025 2024 Indicador de Resultado
  297. Texto do artigo, página 35: Reforçarmec
  298. Texto do artigo, página 35: Garantiraseg
  299. Texto do artigo, página 35: Promoverpol
  300. Texto do artigo, página 35: desenvolvime
  301. Texto do artigo, página 35: Desenvolvera
  302. Texto do artigo, página 35: Infraestrutura
  303. Texto do artigo, página 35: daAdministra
  304. Texto do artigo, página 35: doMJCRega
  305. Texto do artigo, página 35: gestãodeinfo
  306. Texto do artigo, página 35: deRecursos
  307. Texto do artigo, página 35: Informatizar,
  308. Texto do artigo, página 35: 62%64%66%68%70% DNRN/CGRN/SPJ
  309. Texto do artigo, página 35: 67%69%71%73%75% DNRN/CGRN/SPJ
  310. Texto do artigo, página 35: 62%64%66%68%69% DNRN/CGRN/SPJ
  311. Texto do artigo, página 35: 58%65%71%78%85% DNRN/CGRN/SPJ
  312. Texto do artigo, página 35: 60%65%70%75%80%DNAR/SPJT
  313. Texto do artigo, página 35: T
  314. Texto do artigo, página 35: T
  315. Texto do artigo, página 35: T
  316. Texto do artigo, página 35: T
  317. Texto do artigo, página 35: 51
  318. Texto do artigo, página 35: Tabela22IndicadoresdeResultados-2
  319. Texto do artigo, página 35: daJustica,se
  320. Texto do artigo, página 35: organizacoes
  321. Texto do artigo, página 35: parceirosdec
  322. Texto do artigo, página 35: Promoveras
  323. Texto do artigo, página 35: procedimento
  324. Texto do artigo, página 35: naprestação
  325. Texto do artigo, página 36: Oplanodeacçãodescreveasacçõesouactividadesaseremimplementadosparacadaobjectivoestratégicoepilar,comindicaçãodosindicadoresemetasparaoscincosanosde
  326. Texto do artigo, página 36: Oplanodeacçãodescreveasacçõesouactividadesaseremimplementadosparacadaobjectivoestratégicoepilar,comindicaçãodos
  327. Texto do artigo, página 36: 4PLANODEACÇÃO,QUADROLÓGICOEMECANISMOSDEMONITORIA
  328. Texto do artigo, página 36: indicadoresemetasparaoscincosanosdeimplementaçãodoPlanoEstratégico.
  329. Texto do artigo, página 36: 4PlanodeAcção,QuadroLógicoeMecanismosdeMonitoria
  330. Texto do artigo, página 36: 4.1PLANODEACÇÃO
  331. Texto do artigo, página 36: implementaçãodoPlanoEstratégico.
  332. Texto do artigo, página 36: 4.1PlanodeAcção
  333. Texto do artigo, página 36: Responsável 2034 2033 2032 2031 2030 2029 2028 2027 2026 2025 Ano Base (2024) Indicador de Produto Acção Objectivo Estratégico
  334. Texto do artigo, página 36: Responsáv
  335. Texto do artigo, página 36: el272028202920302031203220332034
  336. Texto do artigo, página 36: Metas
  337. Texto do artigo, página 36: Tabela23:PlanodeAcção
  338. Texto do artigo, página 36: PILARI.ACESSOAJUSTIÇA
  339. Texto do artigo, página 36: Estratégico Acç
  340. Texto do artigo, página 36: Objectivo
  341. Texto do artigo, página 36: Responsáv el DNAJ DNAJ PILARI.ACESSOAJUSTIÇA Metas 2034 2 2033 2 2032 2 2031 2 2030 2 2029 2 2028 2 2027 2 2026 2 1 2025 2 Ano Base (2024) 2 N/A IndicadordeProduto Númerodesessõesde mensaisde articulação/mecanismos entreostitularesdoSAJ realizadas PlanoDirectorde implantaçãode infraestruturas estabelecidodoSAJ Acção Fortalecerosmecanismos dearticulaçãocomos ÓrgãodoSistemada AdministraçãodaJustiça Estabelecerum mecanismode coordenaçãode implantaçãode infraestruturadosistema daadministraçãodajustiça Objectivo Estratégico Promovera eficiênciae eficáciana tramitaçãodos processos administrativos garantindoa celeridade, simplicidadee adequaçãonos Órgãosdo Sistemada Administração daJustiça–1
    Responsáv elDNAJDNAJ
    PILARI.ACESSOAJUSTIÇAMetas20342
    20332
    20322
    20312
    20302
    20292
    20282
    20272
    202621
    20252
    Ano Base (2024)2N/A
    IndicadordeProdutoNúmerodesessõesde mensaisde articulação/mecanismos entreostitularesdoSAJ realizadasPlanoDirectorde implantaçãode infraestruturas estabelecidodoSAJ
    AcçãoFortalecerosmecanismos dearticulaçãocomos ÓrgãodoSistemada AdministraçãodaJustiçaEstabelecerum mecanismode coordenaçãode implantaçãode infraestruturadosistema daadministraçãodajustiça
    Objectivo EstratégicoPromovera eficiênciae eficáciana tramitaçãodos processos administrativos garantindoa celeridade, simplicidadee adequaçãonos Órgãosdo Sistemada Administração daJustiça–1
  342. Texto do artigo, página 36: Administração 22222222DNAJ
  343. Texto do artigo, página 36: DNAJ
  344. Texto do artigo, página 36: 52
  345. Texto do artigo, página 36: Fortalecerosm
  346. Texto do artigo, página 36: ÓrgãodoSiste
  347. Texto do artigo, página 36: Estabelecerum
  348. Texto do artigo, página 36: coordenaçãod
  349. Texto do artigo, página 36: implantaçãode
  350. Texto do artigo, página 36: infraestruturad
  351. Texto do artigo, página 36: dearticulação
  352. Texto do artigo, página 36: mecanismode
  353. Texto do artigo, página 36: daadministraç
  354. Texto do artigo, página 36: tramitaçãodos
  355. Texto do artigo, página 36: administrativos
  356. Texto do artigo, página 36: adequaçãonos
  357. Texto do artigo, página 36: simplicidadee
  358. Texto do artigo, página 36: Administração
  359. Texto do artigo, página 36: daJustiça–1
  360. Texto do artigo, página 36: Promovera
  361. Texto do artigo, página 36: garantindoa
  362. Texto do artigo, página 36: eficiênciae
  363. Texto do artigo, página 36: eficáciana
  364. Texto do artigo, página 36: celeridade,
  365. Texto do artigo, página 36: Órgãosdo
  366. Texto do artigo, página 36: Sistemada
  367. Texto do artigo, página 36: processos
  368. Texto do artigo, página 37: DEPC DEPC DNAJ/DRH DNAJ DNDHC DNDHC/Sec tores 2500 2500 2500 2500 2500 2500 2500 2500 1 1 1 1 1 2500 2500 N/A N/A N/A Plano Estrat égico Integr ado da Justiç a 2009- 2014 N/A 51900 Planodemobilizaçãode recursosconcebido SistemaEstatísticodos ÓrgãosdaAdministração daJustiçaestabelecido Planodedesenvolvimento deRecursosHumanos concebido PlanoEstratégico IntegradoElaborado ElaboraroPlanode negócioseDireitos Humanos Númerodeactoreschaves treinadas Desenvolverumplanode mobilizaçãoderecursos pararesponderas necessidadesdoSistema daAdministraçãoda Justiça Estabelecerumsistema EstatísticoIntegradode gestãodeinformaçãodos órgãosdoSistemada AdministraçãodaJustiça ElaborarumPlanode desenvolvimentode RecursosHumanosdos ÓrgãosdoSistemada AdministraçãoJustiça ElaboraroPlano EstratégicoIntegradodo SistemadeAdministração daJustiça ElaboraroPlanode negócioseDireitos HumanosdeMoçambique Promoveracçõesde treinamentoaosactores chavesemmatériasde direitoshumanosem Moçambique Promovera eficiênciae eficáciana tramitaçãodos processos administrativos garantindoa celeridade, simplicidadee adequaçãonos Órgãosdo Sistemada Administração daJustiça–1 Fortaleceros- mecanismos de coordenação comas
    DEPCDEPCDNAJ/DRHDNAJDNDHCDNDHC/Sec tores
    2500
    2500
    2500
    2500
    2500
    2500
    2500
    2500
    111112500
    2500
    N/AN/AN/APlano Estrat égico Integr ado da Justiç a 2009- 2014N/A51900
    Planodemobilizaçãode recursosconcebidoSistemaEstatísticodos ÓrgãosdaAdministração daJustiçaestabelecidoPlanodedesenvolvimento deRecursosHumanos concebidoPlanoEstratégico IntegradoElaboradoElaboraroPlanode negócioseDireitos HumanosNúmerodeactoreschaves treinadas
    Desenvolverumplanode mobilizaçãoderecursos pararesponderas necessidadesdoSistema daAdministraçãoda JustiçaEstabelecerumsistema EstatísticoIntegradode gestãodeinformaçãodos órgãosdoSistemada AdministraçãodaJustiçaElaborarumPlanode desenvolvimentode RecursosHumanosdos ÓrgãosdoSistemada AdministraçãoJustiçaElaboraroPlano EstratégicoIntegradodo SistemadeAdministração daJustiçaElaboraroPlanode negócioseDireitos HumanosdeMoçambiquePromoveracçõesde treinamentoaosactores chavesemmatériasde direitoshumanosem Moçambique
    Promovera eficiênciae eficáciana tramitaçãodos processos administrativos garantindoa celeridade, simplicidadee adequaçãonos Órgãosdo Sistemada Administração daJustiça–1Fortaleceros- mecanismos de coordenação comas
  369. Texto do artigo, página 37: DNAJ/DRH
  370. Texto do artigo, página 37: DNDHC/Sec
  371. Texto do artigo, página 37: DEPC
  372. Texto do artigo, página 37: DEPC
  373. Texto do artigo, página 37: DNDHC
  374. Texto do artigo, página 37: DNAJ
  375. Texto do artigo, página 37: tores
  376. Texto do artigo, página 37: 53
  377. Texto do artigo, página 37: 250025002500250025002500
  378. Texto do artigo, página 37: tr
  379. Texto do artigo, página 37: s
  380. Texto do artigo, página 37: ad
  381. Texto do artigo, página 37: A
  382. Texto do artigo, página 37: d
  383. Texto do artigo, página 37: F
  384. Texto do artigo, página 37: c
  385. Texto do artigo, página 37: a
  386. Texto do artigo, página 38: DNDHC DNDHC/DE PC/Sectores DEPC DNDHC/Sec tores DEPC DNDHC DNDHC/DE PC/DNAJC DNDHC/DE PC 1 X 1 X 1 25 1 X 1 X 1 25 1 X 1 X 1 25 1 X 1 X 1 25 1 X 1 X 1 3 25 1 X 1 X 1 2 25 1 X 1 1 X 1 1 25 1 X 1 X 1 23 1 X 1 X 1 2 22 1 X 1 X 1 N/A N/A 1 33 N/A 1 N/A Númerodepublicações Anuaisdeavaliaçãodos sobreDiretosHumanosem Moçambiqueproduzidos Númerodezonascom elevadoíndicedeviolação deDireitosHumanos mapeados EstudosobreaSituação deDireitos HumanosemMoçambique realizado PlanodeAcçãodo MecanismodeRevisão PeriódicaUniversal NúmeroParcerias estabelecidas NúmerodeRelatórios PeriódicosdeDireitos HumanosProduzidos Númerodeinstrumentos Internacionaiseregionais deDireitosHumanos ratificados Númerodemonitoriasem locaiscríticosepropensos aviolaçãodedireitos Humanos PublicarrelatóriosAnuais deavaliaçãodossobre DiretosHumanosem Moçambique Mapearzonascom elevadoíndicedeviolação deDireitosHumanos Realizardeum“Estudo sobreaSituaçãode Direitos Humanosem Moçambique” ElaboraroPlanodeAcção doMecanismodeRevisão PeriódicaUniversal implementado Desenvolverparceriascom instituiçõesdeensinoe outrasentidadesnacionais eInternacionais ProduzirRelatórios PeriódicosdeDireitos Humanos Ratificarinstrumentos Internacionaiseregionais deDireitosHumanos Realizaracçõesde monitoriasemlocais críticosepropensosa violaçãodedireitos Humanos Instituições Publicas, privadase Organizações daSociedade Civilpara assegurara promoçãoe proteçãodos direitos humanoseda criança-2
    DNDHCDNDHC/DE PC/SectoresDEPCDNDHC/Sec toresDEPCDNDHCDNDHC/DE PC/DNAJCDNDHC/DE PC
    1X1X125
    1X1X125
    1X1X125
    1X1X125
    1X1X1325
    1X1X1225
    1X11X1125
    1X1X123
    1X1X1222
    1X1X
    1N/AN/A133N/A1N/A
    Númerodepublicações Anuaisdeavaliaçãodos sobreDiretosHumanosem MoçambiqueproduzidosNúmerodezonascom elevadoíndicedeviolação deDireitosHumanos mapeadosEstudosobreaSituação deDireitos HumanosemMoçambique realizadoPlanodeAcçãodo MecanismodeRevisão PeriódicaUniversalNúmeroParcerias estabelecidasNúmerodeRelatórios PeriódicosdeDireitos HumanosProduzidosNúmerodeinstrumentos Internacionaiseregionais deDireitosHumanos ratificadosNúmerodemonitoriasem locaiscríticosepropensos aviolaçãodedireitos Humanos
    PublicarrelatóriosAnuais deavaliaçãodossobre DiretosHumanosem MoçambiqueMapearzonascom elevadoíndicedeviolação deDireitosHumanosRealizardeum“Estudo sobreaSituaçãode Direitos Humanosem Moçambique”ElaboraroPlanodeAcção doMecanismodeRevisão PeriódicaUniversal implementadoDesenvolverparceriascom instituiçõesdeensinoe outrasentidadesnacionais eInternacionaisProduzirRelatórios PeriódicosdeDireitos HumanosRatificarinstrumentos Internacionaiseregionais deDireitosHumanosRealizaracçõesde monitoriasemlocais críticosepropensosa violaçãodedireitos Humanos
    Instituições Publicas, privadase Organizações daSociedade Civilpara assegurara promoçãoe proteçãodos direitos humanoseda criança-2
  387. Texto do artigo, página 38: XXXXX DNDHC/DE
  388. Texto do artigo, página 38: PC/Sectores
  389. Texto do artigo, página 38: 11111 DNDHC/Sec
  390. Texto do artigo, página 38: 3 DNDHC/DE
  391. Texto do artigo, página 38: PC/DNAJC
  392. Texto do artigo, página 38: 52525252525 DNDHC/DE
  393. Texto do artigo, página 38: 11111DNDHC
  394. Texto do artigo, página 38: DEPC
  395. Texto do artigo, página 38: XXXXXDEPC
  396. Texto do artigo, página 38: 11111DNDHC
  397. Texto do artigo, página 38: tores
  398. Texto do artigo, página 38: PC
  399. Texto do artigo, página 38: 54
  400. Texto do artigo, página 38: P
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