Resolução n.º 50/2019

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Resolução n.º 50/2019

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Texto do artigo · p. 25 CONSELHO DE MINISTROS
Texto do artigo · p. 25 Resolução n.º 50/2019
Texto do artigo · p. 25 de 31 de Dezembro
Texto do artigo · p. 25 Tornando-se necessário aprovar o Plano Anual de Contingência 2018-2019, que serve de base para o processo de mitigação e gestão de desastres, ao abrigo do artigo 12 da Lei n.º 15/2014, de 20 de Junho, que aprova o regime jurídico da gestão das Calamidades, o Conselho de Ministros determina:
Número ou marcador · p. 25 Artigo 1. É aprovado o Plano Anual de Contingência 2018-2019, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
Número ou marcador · p. 25 Art. 2. A presente Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
Texto do artigo · p. 25 Aprovada pelo Conselho de Ministros, aos 20 de Novembro de 2019.
Texto do artigo · p. 25 Publique-se. O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
Texto do artigo · p. 26 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE CONSELHO DE MINISTROS
Texto do artigo · p. 26 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE CONSELHO DE MINISTROS
Texto do artigo · p. 26 PLANO ANUAL DE CONTINGÊNCIA 2019
Texto do artigo · p. 26 PLANO ANUAL DE CONTINGÊNCIA 2019
Texto do artigo · p. 26 Aprovado pela 36ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, aos 20 de Novembro de 2019
Texto do artigo · p. 26 Aprovado pela 36ª Sessão Ordinaria do Conselho de Ministros, aos 20 de Novembro de 2018
Texto do artigo · p. 26 1
Texto do artigo · p. 27 ACRÓNIMOS
Texto do artigo · p. 27 Siglas
Texto do artigo · p. 27 ANPS - Avaliação de Necessidade Pós-calamidades ANE – Administração Nacional de Estradas ARA – Administrações Regionais de Águas CCGC - Conselho Coordenador de Gestão de Calamidades CVM - Cruz Vermelha de Moçambique CLGRC - Comités Locais de Gestão do Risco de Calamidades CTPGC - Conselho Técnico Provincial de Gestão de Calamidades CTGC - Conselho Técnico de Gestão de Calamidades CENOE - Centro Nacional Operativo de Emergência COEs – Centros Operativos de Emergência CA - Centro de Acomodação CEGC - Comités Escolares de Gestão de Calamidades DPEC – Direcção Provincial de Educação e Cultura DAG - Desnutrição Aguda Grave DAM - Desnutrição Aguda Moderada DNGRH - Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos DNSA – Direcção Nacional dos Serviços Agrários DPGCAS - Direcção Provincial do Género, Criança e Acção Social DRN - Direcção Regional Norte DRC – Direcção Regional Centro DRS – Direcção Regional Sul ENSO - El Niño Oscilação Sul FADM – Forças Armadas de Defensa de Moçambique FAO – Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação FNUAP – Fundo das Nações Unidas de Apoio a População FORCOM - Fórum das Rádios Comunitárias GABINFO - Gabinete de Informação GACOR - Gabinete de Coordenação do Reassentamento GRC - Gestão do Risco de Calamidades HCB - Hidroeléctrica de Cahora Bassa
Texto do artigo · p. 27 4
Texto do artigo · p. 28 HCT - Equipa Humanitária Nacional HCTWG – Grupo de Trabalho da Equipa Humanitária Nacional INAM – Instituto Nacional de Meteorologia ICS - Instituto de Comunicação Social INGC – Instituto Nacional de Gestão de Calamidades JFM – Janeiro-Fevereiro-Março MIC – Ministério da Indústria e Comércio MTC – Ministério dos Transporte e Comunicações MOPHRH – Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos MITADER – Ministério da Terra Ambiente e Desenvolvimento Rural MASA - Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar MISAU – Ministério da Saúde MINEDH- Ministério de Educação e Desenvolvimento Humano MINT - Ministério do Interior MDN - Ministério da Defesa Nacional MGCAS - Ministério do Gênero, Criança e Acção Social OFDA – Gabinete para Assistência de Desastres no Exterior dos EUA OIM – Organização Internacional para as Migrações OND – Outubro-Novembro-Dezembro OMS – Organização Mundial da Saúde PRM – Polícia da República de Moçambique PQG - Programa Quinquenal do Governo PC - Plano de Contingência PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PMA – Programa Mundial de Alimentação SARCOF - Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática SAC - Sistema de Aviso de Cheias SSTs - Temperaturas da Superfície do Mar (sigla em inglesa) SADC – Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral SETSAN - Secretariado Técnico de Segurança Alimentar SDGCAS – Serviços Distritais do Género, Criança e Acção Social
Texto do artigo · p. 29 SMS - Serviço de Mensagens Curtas UNAPROC - Unidade Nacional de Protecção Civil UNHABITAT – Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância VBG - Violência Baseada no Género ZCIT - Zona de Convergência Intertropical
Texto do artigo · p. 30 SUMÁRIO EXECUTIVO
Texto do artigo · p. 30 Moçambique é um país com uma elevada frequência, alternância e intensidade de eventos extremos, sobretudo ciclones, cheias, secas, epidemias e Sismos. A vulnerabilidade do País a estes eventos resulta da sua localização a jusante de nove rios internacionais, da existência de zonas sísmicas activas, de zonas áridas e semiáridas e ainda pelo facto do Pais possuir uma extensa zona costeira que sofre a influência de ciclones tropicais e de perdas e ganhos excessivos de humidade.
Texto do artigo · p. 30 Ao abrigo do disposto no Artigo 12 da Lei nº15/2014 (Lei de Gestão de Calamidades), o Governo elabora anualmente Planos de Contingência para a mitigação e gestão do risco de desastres que contempla intervenções intersectoriais para uma rápida resposta e recuperação resiliente pósdesastres.
Texto do artigo · p. 30 A previsão climática sazonal para a época 2018-2019 na SADC, divulgada em Agosto de 2018 pelo Fórum Regional de Previsão Climática para a África Austral (SARCOF), foi ajustada para o contexto climatológico de Moçambique e interpretada para a hidrologia, agricultura e Saúde.
Texto do artigo · p. 30 Deste modo, a previsão climática para Moçambique indica, para o período Outubro-NovembroDezembro (OND) de 2018, a probabilidade de ocorrência de chuvas normais com tendência para abaixo do normal nas regiões Sul e Centro do País, exceptuando as províncias da Zambézia (partes central e norte) e Tete (extremo nordeste)
Texto do artigo · p. 30 Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2019, há probabilidade de ocorrência de chuvas normais com tendência para abaixo de normal nas zonas Sul e Centro do País.
Texto do artigo · p. 30 O prognóstico hidrológico, paro período de Outubro-Novembro-Dezembro de 2018, aponta a possibilidade de um Risco Moderado de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Savane, Licungo, Meluli, Megaruma, Messalo e Lugenda.
Texto do artigo · p. 30 No período de Janeiro-Fevereiro-Março de 2019, prevê-se: (i) Risco Moderado de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Mutamba, Inhanombe, Buzi, Pungue, Zambeze, Lurio, Meluli, Mecuburi , Ligonha, Monapo e Lugenda; (ii) Risco Moderado a Alto de cheias nas Bacias hidrográficas Savane, Licungo e Montepuez; e (iv) Risco Alto de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Megaruma e Messalo.
Texto do artigo · p. 30 O Sector de Agricultura prevê que, no período Outubro-Novembro-Dezembro de 2018 as necessidades hídricas poderão ser baixa muito baixas em algumas províncias, em quase toda a extensão do Pais, excepto algumas partes do planalto da Zambézia onde se espera um índice moderado (70 à 90%).
Texto do artigo · p. 30 Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2019 está prevista uma melhoria significativa nas regiões Norte e Centro onde o índice das necessidades hídricas das culturas será alto (91 à 100%). Na região Sul, espera-se a prevalência de um índice muito baixo (0 à 50%) à baixo (51 à 70%) para satisfação hídrica das culturas, com maior destaque para as províncias de Maputo e Gaza.
Texto do artigo · p. 30 A elaboração do presente Plano Nacional de Contingência envolveu intervenientes intersectoriais de nível local e nacional, incluindo os parceiros de cooperação.
Texto do artigo · p. 30 O presente plano prevê três cenários de população em risco:
Texto do artigo · p. 30 Cenário I – Um total de 875 791 pessoas em risco de serem afecatadas por ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas. Cenário II – Fenómenos do Cenário I adicionados a ocorrência de cheias de magnitude alta e ciclones, elevando para 1 540 560 o número de pessoas em risco.
Texto do artigo · p. 31 Cenário III - Combinação do Cenário II acrescido a ocorrencia de sismos, totalizando 1.746.630 o número de pessoas em risco.
Texto do artigo · p. 31 Com base nas análises técnicas feitas, associadas as experiências dos anos anteriores, chegou-se a conclusão de que o Cenário II é o mais provável de ocorrer no Pais sem, contudo, descartar a possibilidade de ocorrência do cenário extremo. Outro factor a ter em conta, na época 2018/2019, é a situação da insegurança alimentar e nutricional que está a afectar pelo menos 162.945 famílias que necessitam de assistência imediata para fortalecer a sua capacidade de resiliência.
Texto do artigo · p. 31 O orçamento global projectado para o Cenário II do Plano presente de Contingência é de cerca de
Texto do artigo · p. 31 1.3 mil milhões de meticais. O Governo inscreveu no Orçamento do Estado 2019 cerca de 206 milhões de Meticais para o Plano de Contingência, o que significa que o défice para operacionalização do actual Plano de Contingência é de 1.1 mil milhões meticais que necessitam de ser mobilizados.
Texto do artigo · p. 31 Outubro de 2018
Número ou marcador · p. 32 1. INTRODUÇÃO
Texto do artigo · p. 32 O Plano Anual de Contingência é o documento oficial do Governo de Moçambique que serve de base para o processo de coordenação, resposta e gestão de eventos extremos, sendo os mais frequentes as cheias, ciclones, epidemias e secas. Este documento é elaborado anualmente pelo Conselho Técnico de Gestão de Calamidades (CTGC)1, com o envolvimento da Equipa Humanitária Nacional (HCT)2. Os pressupostos para a elaboração do Plano de Contingência são: o balanço da época chuvosa anterior, a previsão climática sazonal3 e a sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde.
Texto do artigo · p. 32 O Plano de Contingência (PC) para a época 2018-2019 tem como objectivos Reduzir a perda de vidas humanas e destruição de infraestruturas vitais em Moçambique, assim como assegurar a rápida assistência humanitária e a normalização da vida dos afectados pelos eventos extremos. Neste sentido, este PC destaca os seguintes aspectos:
Texto do artigo · p. 32 • Principais ameaças susceptíveis de causar situações de emergência; • Zonas de risco e possíveis impactos; • Actividades sectoriais de prontidão, resposta e recuperação; • Recursos disponíveis e necessários para a resposta e gestão de desastres.
Texto do artigo · p. 32 O Plano de Contingência é elaborado em moldes descentralizado a partir de dados colhidos e sistematizados a nível distrital e provincial. A globalização dos dados é feita pelo Conselho Técnico de Gestão de Calamidadesa, nível central, num processo que culmina com a sua aprovação pelo Conselho de Ministros.
Texto do artigo · p. 32 1 Integram o CTGC sectores ou instituições do Governo ligadas a prevenção, gestão e redução do risco de desastres 2 A HCT é constituída pelas Agências do Sistema das Nações Unidas e Organizações da Sociedade Civil que trabalham na área de redução do Risco de Desastres. 3 A previsão Climática Sazonal é feita anualmente em Agosto pelo Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática (SARCOF) e mostra a provável distribuição espacial da quantidade e queda de chuvas na SADC entre os meses de Outubro e Março.
Número ou marcador · p. 33 2. BALANÇO DA ÉPOCA CHUVOSA 2017/2018
Texto do artigo · p. 33 2.1 Situação Meteorológica
Texto do artigo · p. 33 A percentagem da precipitação observada de Outubro a Dezembro (OND) de 2017 no território nacional esteve próximo do normal climatológico, exceptuando as províncias da região sul do país e parte da província de Manica, onde a precipitação esteve abaixo do normal. Grande parte das províncias de Nampula e Cabo Delgado, registaram precipitação acima do normal, conforme ilustrado na Figura 1 (a e b).
Texto do artigo · p. 33 No período de Janeiro à Março (JFM) 2018, o País registou queda normal de chuvas, excepto parte da província de Cabo Delgado, parte central da província de Nampula e a faixa costeira da província de Maputo, onde se registou chuvas acima do normal. Grande parte das províncias de Gaza e Tete registaram chuvas abaixo do normal climatológico - Ver Mapas 1a e 1b.
Texto do artigo · p. 33 Figura 1(a): Avaliação percentual da precipitação Figura 1(b): Avaliação percentual da precipitação registada em relação a normal climatológica, registada em relação a normal climatológica, OND de 2017 JFM de 2018.
Texto do artigo · p. 33 2.2 Avaliação do Ano Hidrológico 2017/2018
Texto do artigo · p. 33 A época chuvosa 2017/2018 foi caracterizada por escoamentos moderados a altos. Durante o período de OND de 2017, as bacias do Meluli, Messalo e Megaruma atingiram o nível de alerta, tendo esta última provocado inundações e corte de estrada entre os distritos de Mecúfi e Chiure.
Texto do artigo · p. 33 No período de JFM 2018, houve registo de escoamentos baixos nas bacias indicadas, o que corresponde ao resultado previsto em relação aos escoamentos. As bacias de Maputo, Limpopo, Save, Gorongosa e Lúrio, incluindo as bacias costeiras de Nampula registaram inundações moderadas.
Texto do artigo · p. 33 Das 8 bacias previstas para a ocorrência de cheias de risco moderado a alto, 7 registaram escoamentos altos, causando inundações moderadas a altas.
Texto do artigo · p. 33 Em relação às zonas urbanas, houve registo de inundações nas cidades de Maputo, Matola, Beira e Quelimane e erosão nas cidades de Chimoio, Nampula, Nacala e Tete.
Texto do artigo · p. 33 2.3 Avaliação Geral da Campanha Agrícola 2017/18
Texto do artigo · p. 33 Durante a primeira época da campanha agrícola, a sementeira cobriu cerca de 87% da área planificada (5,2 milhões de hectares). Todavia, houve registo de perdas num total de 274.742 hectares de culturas diversas, devido ao efeito combinado de inundações, estiagem e pragas. A área total perdida corresponde cerca de 5,2% da área total semeada.
Texto do artigo · p. 34 2.4 Impacto dos fenómenos ocorridos na época chuvosa 2017/2018
Texto do artigo · p. 34 O Pais registou um total 152.246 pessoas afectadas, 21.774 casas destruidas (das quais 14.461 parcialmente e 7.313 totalmente), 664 salas de aulas destruídas (das quais 463 parcialmente e 201 totalmente), 18 unidades sanitárias e 5 sistemas de abastecimento de água afectados, sobretudo por chuvas e ventos fortes e pela passagem de uma depressão tropical com impactos significativos na zona norte do País.
Número ou marcador · p. 34 3. PREVISÃO CLIMÁTICA SAZONAL 2018/2019
Texto do artigo · p. 34 3.1 Antevisão da precipitação para o período de outubro 2018 à março 2019
Texto do artigo · p. 34 O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prognostica para o período OND 2018 uma maior probabibilidade de ocorrência de:
Texto do artigo · p. 34 i. Chuvas normais com tendência para acima do normal em toda a extensão das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Nampula, e os distritos a norte da província da Zambézia ii. Chuvas normais para os dsitritos a leste-nordeste de Tete, centro oeste e leste da Zambézia e; iii. Chuvas normais com tendência para abaixo do normal na maior extensão da província de Tete e sul da Zambézia e toda a extensão das províncias de Manica, Sofala, Inhambane, Gaza e Maputo.
Texto do artigo · p. 34 Instituto Nacional de Meteorologia Previsão Climática Sazonal: OND 2018-19 N Legenda Chuvas normais com tendência para acima do normal Chuvas normais Chuvas normais com tendência para abaixo do normal 0 100 200 300 400 km Elaborado a 28 de Agosto de 2018
Texto do artigo · p. 34 Figura 2(a): Previsão da precipitação para o período OND 2018.
Texto do artigo · p. 34 Instituto Nacional de Meteorologia Previsão Climática Sazonal: JFM 2019 Legenda Chuvas normais com tendência para acima do normal Chuvas normais com tendência para abaixo do normal 0 100 200 300 400 km Elaborado a 28 de Agosto de 2018
Texto do artigo · p. 34 Para o período JFM de 2019, o INAM prevê maior probabilidade de ocorrência de:
Texto do artigo · p. 34 I. Chuvas normais com tendência para acima do normal nas províncias de Cabo Delgado, Nampula e norte a centoleste de Niassa; II. Chuvas normais com tendência para abaixo do normal para a parte oeste e sul da província do Niassa e oeste de Nampula e a totalidade das províncias da Zambézia, Tete, Manica, Sofala, Inhambane, Gaza e Maputo.
Texto do artigo · p. 34 Figura 2 (b): Previsão da precipitação para JFM 2019.
Texto do artigo · p. 35 3.2. PREVISÃO HIDROLÓGICA
Texto do artigo · p. 35 3.2.1Análise de Risco de Cheias nas Bacias Hirográficas Os pressupostos considerados para a elaboração da previsão hidrológica foram os seguintes: i. Interpretação quantitativa das previsões do SARCOF e do INAM; ii. Índice de humidade do solo; iii. Nível de enchimento das albufeiras nacionais e dos países a montante e; iv. Nível de vulnerabilidade das bacias em relação às infraestruturas de defesa. Para o período, OND 2018 prevê-se risco baixo de ocorrência de cheias em todas as bacias hidrográficas com excepção das bacias de Save, Licungo, Meluli, Megaruma, Messalo e Lugenda que apresentam risco moderado de ocorrência de cheias. Figura 3(a): previsão de risco de ocorrência de cheias para OND-2018. Para o período JFM 2019, prevê-se: • Risco Baixo de Ocorrência de Cheias nas bacias hidrográficas do Maputo, Umbeluzi, Incomati, Limpopo, Inharrime, Govuro e Save. • Risco Moderado de Ocorrência de Cheias nas bacias hidrográficas do Inhanombe, Mutamba, Buzi, Pungue, Zambeze, Costeira da províncias de Nampula, Lurio e Lugenda. • Risco Moderado a Alto de Ocorrência de cheias nas bacias do Savene (1), Licungo (2) e Montepuez (4). • Risco Alto de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas do Megaruma (3) e Messalo (5). Figura 3(b): Previsão de risco de ocorrência de cheias para e JFM-2019. 3.2.2 Análise de riscos de cheias Urbanas
Texto do artigo · p. 35 A análise de risco de cheias urbanas compreende os períodos Outubro de 2018 à Março de 2019. Para a elaboração da previsão de ocorrência de inundações urbanas foram considerados os seguintes pressupostos: (i) interpretação quantitativa das previsões do SARCOF e do INAM, (ii) topografia do terreno e (iii) existência de infraestruturas de drenagem.
Texto do artigo · p. 36 14
Texto do artigo · p. 36 Fomento,Liberdade,Luis
Texto do artigo · p. 36 MatolaA,J,H,DeF,
Texto do artigo · p. 36 RiscoModeratoAltoRiscoAlto
Texto do artigo · p. 36 AcordosdeLuzaka,
Texto do artigo · p. 36 Maputo/Ma25deJunhoA,
Texto do artigo · p. 36 CidadeasUrbanas
Texto do artigo · p. 36 Quadro1:AnálisederiscosdecheiasUrbanas
Texto do artigo · p. 36 Cabral,ChamanculoC&
Texto do artigo · p. 36 B,Xipamanine,Aerporto
Texto do artigo · p. 36 CostadoSol,Mutanhana
Texto do artigo · p. 36 Mafalala,Urbanização,
Texto do artigo · p. 36 A&B,Munhuana,
Texto do artigo · p. 36 eNkobe
Texto do artigo · p. 36 PatricioLumumba,S.
Texto do artigo · p. 36 MachavaA,Matola
Texto do artigo · p. 36 Damanso,Singatela,
Texto do artigo · p. 36 UnidadeD,Valede
Texto do artigo · p. 36 Gare,Ndlavela,
Texto do artigo · p. 36 Trevo,Tsalala,
Texto do artigo · p. 36 Infulene
Texto do artigo · p. 36 ZonasUrbanas RiscoAlto MatolaA,J,H,DeF, Fomento,Liberdade,Luis Cabral,ChamanculoC& B,Xipamanine,Aerporto A&B,Munhuana, Mafalala,Urbanização, CostadoSol,Mutanhana eNkobe BairrosNdunda,Manga Mascarrenha,Vaz, Munhava, Macurrungo,Chipangara, Chaimite(PraiaNova)e Maraza RiscoModeratoAlto 25deJunhoA, AcordosdeLuzaka, MachavaA,Matola Gare,Ndlavela, PatricioLumumba,S. Damanso,Singatela, Trevo,Tsalala, UnidadeD,Valede Infulene Pioneiros,Matacuane, Mananga,Chota, MunhavaeEsturro RiscoModerado Bairrosdo Matadouro,Vila Massane, Mungassa, Inhamizua, Chingussurae Nhaconjo RiscoBaixo Mucatine,Boquisso, Muhalaze,Mali,Momemo, 1°deMaio,MatolaB, PolanaCimentoAeB, CentralAeB,Maxaquene CeD,ChamanculoA, FPLM,MavalaneB, Nsalene,Sommerschielde Coop AltodaManga,Pontagea e,Macuti Cidade Maputo/Matola Beira
ZonasUrbanasRiscoAltoMatolaA,J,H,DeF, Fomento,Liberdade,Luis Cabral,ChamanculoC& B,Xipamanine,Aerporto A&B,Munhuana, Mafalala,Urbanização, CostadoSol,Mutanhana eNkobeBairrosNdunda,Manga Mascarrenha,Vaz, Munhava, Macurrungo,Chipangara, Chaimite(PraiaNova)e Maraza
RiscoModeratoAlto25deJunhoA, AcordosdeLuzaka, MachavaA,Matola Gare,Ndlavela, PatricioLumumba,S. Damanso,Singatela, Trevo,Tsalala, UnidadeD,Valede InfulenePioneiros,Matacuane, Mananga,Chota, MunhavaeEsturro
RiscoModeradoBairrosdo Matadouro,Vila Massane, Mungassa, Inhamizua, Chingussurae Nhaconjo
RiscoBaixoMucatine,Boquisso, Muhalaze,Mali,Momemo, 1°deMaio,MatolaB, PolanaCimentoAeB, CentralAeB,Maxaquene CeD,ChamanculoA, FPLM,MavalaneB, Nsalene,Sommerschielde CoopAltodaManga,Pontagea e,Macuti
CidadeMaputo/MatolaBeira
Texto do artigo · p. 36 MunhavaeEsturro BairrosNdunda,Manga
Texto do artigo · p. 36 Mascarrenha,Vaz,
Texto do artigo · p. 36 Macurrungo,Chipangara,
Texto do artigo · p. 36 Chaimite(PraiaNova)e
Texto do artigo · p. 36 Munhava,
Texto do artigo · p. 36 Maraza
Texto do artigo · p. 36 BeiraPioneiros,Matacuane,
Texto do artigo · p. 36 Mananga,Chota,
Texto do artigo · p. 37 CidadeZonasUrbanas
Texto do artigo · p. 37 AnálisederiscosdecheiasUrbanas
Texto do artigo · p. 37 ZonasUrbanas RiscoAlto Aeroporto,Santagua, Cansa,Samugué, Manhaua,Brandão, Micajune,VilaPita, Torrone RiscoModeratoAlto Icídua,7deAbril, Floresta RiscoModerado Sanpene,3de Fevereiro,Coalane RiscoBaixo Cololo,MinganomFilipe SamuelMagia,Namuinho Cidade Quelimane
ZonasUrbanasRiscoAltoAeroporto,Santagua, Cansa,Samugué, Manhaua,Brandão, Micajune,VilaPita, Torrone
RiscoModeratoAltoIcídua,7deAbril, Floresta
RiscoModeradoSanpene,3de Fevereiro,Coalane
RiscoBaixoCololo,MinganomFilipe SamuelMagia,Namuinho
CidadeQuelimane
Texto do artigo · p. 37 Floresta Aeroporto,Santagua,
Texto do artigo · p. 37 Manhaua,Brandão,
Texto do artigo · p. 37 Micajune,VilaPita,
Texto do artigo · p. 37 Cansa,Samugué,
Texto do artigo · p. 37 iscoModeradoRiscoModeratoAltoRiscoAlto
Texto do artigo · p. 37 Torrone
Texto do artigo · p. 37 evereiro,Coalane Icídua,7deAbril,
Texto do artigo · p. 37 Quelimaneanpene,3de
Texto do artigo · p. 38 3.2.3 Análise da Situação de Armazenamento
Texto do artigo · p. 38 Para as regiões Sul e Centro do País, em particular nas albufeiras das barragens dos Pequenos Libombos, Corumana, Massingir, Chicamba e Cahora Bassa não se prevê atingir o Nível de Pleno Armazenamento (NPA), contrariamente as albufeiras da região norte nomeadamente: Nampula, Nacala e Chipembe, que poderão atingir no segundo período da época chuvosa – ver tabela...
Texto do artigo · p. 38 Tabela 1:Capacidade de armazenamento actual e prevista até ao final da época chuvosa 2018/19 para as principais albufeiras nacionais.
Texto do artigo · p. 38 Regiao Barragens Capacidade de Armazenameto (%) Actual Previsão até Abril de 2019 Sul Pequenos Libombos 27 50 Corumana 46 70 Massingir 50 80 Centro Chicamba 72 90 Cahora Bassa 77 95 Norte Nampula 96 100 Nacala 96 100 Chipembe 98 100
RegiaoBarragensCapacidade de Armazenameto (%)
ActualPrevisão até Abril de 2019
SulPequenos Libombos2750
Corumana4670
Massingir5080
CentroChicamba7290
Cahora Bassa7795
NorteNampula96100
Nacala96100
Chipembe98100
Texto do artigo · p. 38 Tabela 1:Capacidade de armazenamento actual e prevista até ao final da época chuvosa
Texto do artigo · p. 38 2018/19
Texto do artigo · p. 38 3.3 Interpretação da previsão da época chuvosa 2018/2019 na agricultura Para a elaboração do cenário agrícola, foram considerados os seguintes pressupostos:
Texto do artigo · p. 38 i. Interpretação quantitativa da previsão climática sazonal do INAM; ii. Dados históricos da precipitação acumulada de Outubro a Dezembro e de Janeiro a Março; iii. Dados históricos da Evapotranspiração Potencial (ETP) acumulada para iguais períodos e; iv. Décadas de sementeiras. Para o período OND 2018, prevê-se:
Texto do artigo · p. 38 OND_2018 INSH (%) ≤ 50 (Muito baixo) 51 - 70 (Baixo) 71 - 90 (Moderado)
Texto do artigo · p. 38 Na região Norte, província de Cabo Delgado, índice muito baixo, até 51% de satisfação das necessidades hídricas das culturas; Índice baixo (51 à 70%) para Nampula e índice baixo a moderado (71 à 90%) para província de Niassa.
Texto do artigo · p. 38 Na região Centro, províncias de Manica, Sofala, Tete e Zambézia índice baixo (51 à 70%) de satisfação das necessidades hídricas das culturas, com excepção da parte central da província de Tete que espera-se índice muito baixo, até 50% e o planalto da Zambézia que espera-se índice moderado (70 à 90%).
Texto do artigo · p. 38 Na região Sul, províncias de Inhambane, Gaza e Maputo apresentam em geral índice muito baixo, até 50% de satisfação das necessidades hídricas das culturas.
Texto do artigo · p. 39 Figura 4 (a): Necessidades hídricas das culturas (NHC) para OND 2018.
Texto do artigo · p. 39 JFM_2019 ISNH (%) 0 - 50 (muito baixo) 51 - 70 (baixo) 71 - 90 (moderado) 91 - 100 (alto)
Texto do artigo · p. 39 Para o período JFM 2019, em geral prevê-se: Melhoria significativa na região Norte onde o índice de satisfação das necessidades hídricas das culturas será alto (91 à 100%).
Texto do artigo · p. 39 Na região Centro, (províncias de Sofala, Manica, Zambézia e planalto de Tete) prevê-se índice alto (91 à 100%) e na província de Tete em geral, espera-se índice baixo (51 à 70%) à moderado (71 à 90%).
Texto do artigo · p. 39 Na região Sul, prevê-se a prevalência de índice muito baixo (0 à 50%) à baixo (51 à 70%), nas províncias de Maputo e Gaza e Inhambane.
Texto do artigo · p. 39 Figura 4 (b): Necessidades hídricas das culturas (NHC) para JFM 2019.
Texto do artigo · p. 39 3.3.1 Recomendações Agro-técnicas a serem observadas:
Texto do artigo · p. 39 Região Sul - Sementeiras tardias e escalonadas, usando variedades de ciclo curto, para que as necessidades hídricas sejam satisfeitas principalmente no período JFM.
Texto do artigo · p. 39 Região Centro - sementeiras tardias e uso de variedades de ciclo curto e médio para que as necessidades hídricas sejam satisfeitas, principalmente na fase vegetativa e de floração que deve coincidir com a transição do período OND e JFM.
Texto do artigo · p. 39 Região Norte - Sementeiras tardias com variedades de ciclo curto e médio.
Texto do artigo · p. 39 No geral deve-se fazer o aproveitamento máximo e integral das zonas baixas e húmidas com variedades de ciclo curto, devendo-se dar maior atenção às zonas de eclosão de pragas/doenças.
Texto do artigo · p. 39 Nas regiões de risco de escassez de precipitação, é fundamental assegurar a existência de stock de forragem.
Texto do artigo · p. 39 3.4 Interpretação da previsão da época chuvosa 2018/2019 na saúde
Texto do artigo · p. 39 3.4.1. Impacto na saúde- Previsão de ocorrência de casos de malária no país
Texto do artigo · p. 39 Para a elaboração do risco de casos de malária, foram considerados os seguintes pressupostos:
Texto do artigo · p. 39 • Interpretação quantitativa da previsão climática sazonal do INAM; • Dados de precipitação acumulada de Outubro a Dezembro e de Janeiro a Março (período de 2000 a 2017); • Dados de casos de malária agregados pelos trimestres de Outubro a Dezembro e de Janeiro a Março (período de 2000 a 2017).
Texto do artigo · p. 40 Com base nos pressupostos acima, prevê-se para o período de OND 2018:
Texto do artigo · p. 40 Ocorrencia de Malaria Baixo Moderado Alto
Texto do artigo · p. 40 • Alto risco de ocorrência de casos de malária em algumas regiões do país, principalmente no litoral das províncias de Cabo Delgado, Nampula, Zambezia e Maputo; • Risco moderado de casos de malária, nas províncias de Niassa, Nampula, Zambézia, Manica, Gaza e Maputo; • Baixo risco de ocorrência de casos de malária em quase toda extensão oeste, do sul ao norte.
Texto do artigo · p. 40 Figura 5(a): Risco de casos de Malária no período OND. Para o período JFM 2019, prevê-se:
Texto do artigo · p. 40 Ocorrencia de Malaria Baixo Moderado Alto
Texto do artigo · p. 40 ▪ Alto risco de ocorrência de casos de malária nas províncias de Zambézia e Nampula, principalmente ao nível da região costeira; ▪ Risco moderado de casos de malária, em todo o país, do sul ao norte do país, principalmente nas províncias do oeste. ▪ Baixo risco de ocorrência de casos de malária na região sul e centro, principalmente nas províncias de Inhambane, Sofala e Manica.
Texto do artigo · p. 40 Figura 5(b): Risco de casos de Malária no período JFM 2019.
Texto do artigo · p. 40 3.4.1 Previsão de ocorrência de casos de cólera no país
Texto do artigo · p. 40 Para a análise do risco de cólera foram considerados os seguintes pressupostos:
Texto do artigo · p. 40 • Dados nacionais referentes aos casos de cólera registados nos últimos cinco anos (20132017); • Dados de casos de cólera agregados e cumulativos dos trimestres OND e JFM durante o perído de 2013-2017.
Texto do artigo · p. 40 Os resultados da análise das previsões climáticas, mostram o seguinte: Possibilidade de ocorrência de casos de cólera em todo país, sendo que as províncias de CaboDelgado e Nampula apresentam risco alto, enquanto que as províncias da Zambezia e Tete apresentam risco moderado e risco baixo nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo.
Número ou marcador · p. 41 4. ANÁLISE DO RISCO DE CALAMIDADES A análise de risco feita no presente plano de contingência respeita a definição clássica do risco4.
Texto do artigo · p. 41 4.1 Principais Perigos
Texto do artigo · p. 41 A previsão climática sazonal para a época chuvosa e ciclónica 2018/2019 indica que, no geral, o País poderá registar chuvas normais com tendência para abaixo do normal nas regiões sul e centro, de Outubro 2018 a Março 2019. Para a zona norte, prevê-se chuvas normais com tendência para acima do normal durante a época chuvosa. Nos distritos a norte da província da Zambézia espera-se chuvas normais com tendência para acima do normal no período de OND 2018.
Texto do artigo · p. 41 As chuvas previstas poderão resultar em risco moderado a alto de cheias e inundações para as bacias hidrográficas do Savene, Licungo e Montepuez e risco alto para a bacia do Megaruma e Messalo na zona norte do país. Prevê-se ainda risco alto de cheias urbanas em algumas cidades importantes como Maputo, Matola, Beira e Quelimane.
Texto do artigo · p. 41 Contudo, a previsão de ocorrência de chuvas abaixo do normal para o período JFM-2019, principalmente nas províncias do Sul e Centro do país, poderá concorrer para a prevalência da Seca, agravando a situação da insegurança alimentar nomeadamente nas províncias de Gaza, Inhambane e Tete.
Texto do artigo · p. 41 O aquecimento das águas superficiais do Oceano Índico poderá contribuir para a formação de depressões e ciclones tropicais com algum impacto sobre as cidades e vilas costeiras do país. Igualmente, devido aos sistemas de baixas pressões de origem térmica na região Austral e Central de África, há probabilidade de ocorrência de vendavais e trovoadas.
Texto do artigo · p. 41 O País deverá estar preparado para responder a prováveis situações de epidemias (malária, doenças diarreicas, cólera), deslocados internos devido a combinação de fenómenos naturais extremos (cheias, ciclones, sismos) bem como surto de pragas (lagarta do funil do milho), que podem comprometer a produção agrícola em algumas zonas do País.
Texto do artigo · p. 41 4.2 Factores de Vulnerabilidade
Texto do artigo · p. 41 A vulnerabilidade do País aos desastres resulta dos seguintes factores: (i) sua localização à jusante de nove rios internacionais; (ii) a existência de zonas áridas e semi-áridas; (iii) a longa extensão do território nacional localizada na zona de convergência intertropical, sujeita a perdas e ganhos excessivos de humidade; (iv) a extensa zona costeira que sofre a influência de ciclones tropicais e a existência de zonas sísmicas activas.
Texto do artigo · p. 41 No geral, a vulnerabilidade do país aos perigos naturais deve-se, aos seguintes aspectos:
Texto do artigo · p. 41 • A fraca implementação sistemática de medidas estruturais e não estruturais críticas de redução de risco de desastres; • A fraca capacidade institucional de prontidão, resposta e rápida recuperação pós emergências; • A existência e exposição de infra-estruturas críticas não resilientes nas zonas de elevado risco de desastres; • A ocupação das zonas de risco sem consideração às medidas de resiliência e de redução de risco;
Texto do artigo · p. 41 4 A probabilidade de um evento acontecer vezes o impacto associado ao evento e inclui elementos de vulnerabilidade e exposição.
Texto do artigo · p. 42 • A fraca capacidade institucional para garantir aplicação das leis e políticas referentes ao planeamento físico e ordenamento territorial resultando na ocupação massiva das zonas de risco; • A insuficiência de infra-estruturas hidráulicas para a regulação dos caudais dos rios; • A inexistência ou deficiente funcionamento de sistemas de escoamento das águas pluviais e residuais; • A deposição de resíduos sólidos nas valas de drenagem e deficiente limpeza das mesmas.
Texto do artigo · p. 42 A vulnerabilidade do sector de infra-estruturas merece uma atenção especial devido ao impacto significativo que este sector tem ciclicamente registado, calculado em termos de danos cumulativos e custo de reconstrução.
Texto do artigo · p. 42 4.3 Factores de Contenção
Texto do artigo · p. 42 A necessidade de adopção de medidas de redução de risco de desastres em Moçambique é contextual e de carácter socio-económico imperativo devido aos múltiplos e recorrentes choques que afectam o país, por um lado. Por outro, a integração de medidas de gestão e redução de risco de calamidades nas principais políticas públicas como o Programa Quinquenal do Governo 20152019 e o Plano Director para Redução do Risco de Desastres 2017-2030 reflectem os avanços e firmeza do Governo nesta direcção.
Texto do artigo · p. 42 De entre as medidas e acções realizadas pelo Governo e parceiros de cooperação que contribuem para a redução da vulnerabilidade, destacam-se as seguintes:
Texto do artigo · p. 42 • Repostas as infra-estruturas danificadas nas épocas chuvosas anteriores (Dique de Nante e Chokwé), incrementando a resiliência das mesmas. • Disponibilizadas plataformas móveis para a travessia de pessoas e bens materiais/equipamentos em caso de corte e interrupções de vias de acesso devido a ocorrência de chuvas intensas ou cheias. • Implementado o programa de reassentamento nas zonas seguras das Bacias Hidrográficas com maior riscos de inundação do País e outros assentamentos humanos propensos a inundações. • Operacionalizada a rede de estações do sistema de aviso de cheias, sendo 30 pluviométricas e 33 hidrométricas para a Monitoria Hidrológica. • Operacionalizado um Sistema de Aviso de cheias, baseado nas comunidades, que abarca 30 estações hidro-meteorológicas em 5 bacias hidrográficas (Limpopo, Save, Buzi, Licungo e Messalo) e é gerido por 127 Comités Locais de Gestão do Risco de Calamidades, • Operacionalização de 100 rádios comunitárias que usam línguas locais para a divugação de mensagens sobre as medidas preventivas e informações sobre a ocorrência de eventos extremos; • Criado o Programa de Apoio Social Directo Pós Emergência (PASD-PE) que visa reforçar a capacidade de resiliência das comunidades afectadas pelas calamidades no período pôsemergência
Texto do artigo · p. 43 • Capacitação contínua das comunidades através da criação e revitalização de Comités Locais de Gestão de Risco de Calamidades (CLGRC) em locais considerados mais propensos a eventos extremos; • Fortalecidos sistemas de gestão de informação e comunicação, como por exemplo com a introdução do sistema de comunicação Data Win. • Realização de exercícios anuais de simulação ao nível das províncias. • Disponibildiade de veículos aéreos não tripulados vulgo ‘’ drones’’ usados para avaliação rápida do impacto do desastre assim como mapeamento de áreas em risco.
Texto do artigo · p. 43 4.4 Cenários
Texto do artigo · p. 43 4.4.1 Cenário I
Texto do artigo · p. 43 O Cenário I é composto por ameaças de pequena magnitude, embora sejam localizadas, têm efeitos destrutivos nas camadas populacionais mais vulneráveis. Neste cenário incluem-se os (i) Ventos Fortes, (ii) Inundações localizadas nas Vilas e Cidades e (iii) a Seca.
Texto do artigo · p. 43 Em todo País poderão ocorrer ventos fortes, sistemas causados pelo forte aquecimento no continente, criando uma forte actividade convectiva e ocorrência de ventos fortes, acompanhados de trovoadas severas (descargas atmosféricas), aguaceiros e queda de granizo. Estes fenómenos são de curta duração e muito localizados, mas com alto poder destruitivo devido ao vento em forma de remoinho com movimento na vertical, destruindo basicamente a cobertura de edifícios e culturas. As Provinciais mais susceptíveis e com maior destaque são Maputo, Gaza, Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Nampula, Niassa e Cabo Delgado. A provincia de Manica apresenta maior número de população em risco, pois olhando pelo histórico tem o registo de maior número de casos ocorrência de vendavais.
Texto do artigo · p. 43 As cidades de Maputo, Matola, Beira e Quelimane poderão registar inundacões urbanas devido a previsão de chuva intensa num curto período de tempo, associada a ocupação desordenada em alguns bairros e a fraca capacidade de escoamento das águas pluviais através do sistema de drenagem, e em alguns casos, a inexistência de infraestruturas para escoamento das águas plúvias.
Texto do artigo · p. 43 Por outro lado, espera-se a ocorrência de estiagem/stress hídrico, sobretudo nas regiões Sul e Centro do País, causado pelo atraso, irregularidade e má distribuição das chuvas durante a época chuvosa em análise, o que poderá afectar as diferentes fases das culturas em campo, comprometendo os níves de produção planificados.
Texto do artigo · p. 43 Neste contexto, estima-se que cerca de 875 791 pessoas possam estar em risco caso ocorram ventos fortes, inundações e seca - ver tabela 2.
Texto do artigo · p. 44 Tabela 2: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I
Texto do artigo · p. 44 Província População em Risco Ventos e chuvas fortes e Vendavais Inundações (Cidades e Vilas) Seca Total do Cenário I Niassa 4 050 1 000 0 5 050 Cabo Delgado 16 675 1 650 0 18 325 Nampula 19 855 12 895 0 32 750 Zambezia 30 864 13 381 48 000 92 245 Tete 3 278 468 166 317 170 063 Manica 33 049 0 42 500 75 549 Sofala 22 583 32 805 43 262 98 650 Inhamabane 2 080 3 170 66 119 71 369 Gaza 23 522 11 008 178 482 213 012 Maputo Provincia 12 400 6 600 38 500 57 500 Maputo Cidade 7 939 33 339 0 41 278 Total 176 295 116 316 583 180 875 791
ProvínciaPopulação em Risco
Ventos e chuvas fortes e VendavaisInundações (Cidades e Vilas)SecaTotal do Cenário I
Niassa4 0501 00005 050
Cabo Delgado16 6751 650018 325
Nampula19 85512 895032 750
Zambezia30 86413 38148 00092 245
Tete3 278468166 317170 063
Manica33 049042 50075 549
Sofala22 58332 80543 26298 650
Inhamabane2 0803 17066 11971 369
Gaza23 52211 008178 482213 012
Maputo Provincia12 4006 60038 50057 500
Maputo Cidade7 93933 339041 278
Total176 295116 316583 180875 791
Texto do artigo · p. 44 4.4.2 Cenário II
Texto do artigo · p. 44 O Cenário II no Plano Nacional de Contingência resulta da combinação de todas as ameaças arroladas no Cenário I (ventos fortes, inundações localizadas nas Vilas e Cidades e Seca) adicionadas ao risco de cheias nas bacias hidrográficas e de ciclones. Neste cenário estima-se que 1.540.560 pessoas possam estar em risco, das quais, 357 195 em risco de cheias e 307 574 pessoas em risco de ciclones – (Tabela 5).
Texto do artigo · p. 44 A provincia de Nampula apresenta o maior numero de população em risco, pois este fenómeno ocorre com maior frequência e constitue um alto risco nesta região, considerando também a vulnerabilidade e exposição, principalmente os distritos que se localizam ao longo da costa. Entretanto, as provincias de Inhambane, Sofala, Zambézia e Cabo Delgado apresentam um risco médio a alto de probabilidade de ocorrencia de ciclones.
Texto do artigo · p. 44 A provincia de Gaza tem o risco baixo de probabilidade de ocorrência de ciclones. A província e cidade de Maputo, por se localizarem numa região subtropical os números foram estimados usando a probabilidade de ocorrência de um ciclone extratropical.
Texto do artigo · p. 44 As bacias hidrograficas da provincia de Cabo Delgado ( Messalo e Megarruma) poderão registar maior probabilidade de ocorrência de cheias de Risco Alto, embora apresentem número reduzido da população a ser afectada, em relação as bacias das provincias de Gaza , Sofala Zambézia e Tete. Estas bacias de Cabo Delgado ocupam uma área pequena e com menor densidade populacional.
Texto do artigo · p. 44 Ver tabela 3.
Texto do artigo · p. 45 Tabela 3: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário II
Texto do artigo · p. 45 Tabela 3: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário II 4.4.3 Cenário III O terceiro cenário (Cenário III) resulta da combinação do cenário II acrescido da probabilidade de ocorrência de sismos. Pelo que, neste cenário estima-se que 1 746 630 pessoas possam estar em risco, das quais pelo menos 206 070 em risco de sismos - Ver tabela 4. A análise do risco de sismo foi elaborada com base no histórico de abalos sísmicos e magnitude registados em Moçambique e países vizinhos, mapa de áreas de risco de sismo e de falhas geológicas de Moçambique. Deste modo usou-se como referência o sismo de magnitude 7.2 na Escala de Ritcher, que ocorreu aos 22 de Fevereiro de 2006, cujo epicentro foi em Chitobe, Distrito de Machaze, na Província de Manica. Como os sismos de grande magnitude afectam mais as grandes infraestruturas usou-se dados das capitais provinciais de modo a estimar a população em risco. Neste caso aplica-se o coeficiente de 0.1 (10%) do total da população para estimar a população em risco. Tabela 4: Províncias e Populações Vulneráveis as Calamidades do Cenário III
ProvinciasCenário IRisco de CheiasRisco de CiclonesTotal do Cenário II
Niassa5 0502 80007 850
Cabo Delgado18 32518 90015 15052 375
Nampula32 75040 875138 149211 774
Zambezia92 24573 53545 940211 720
Tete170 06317 6350187 698
Manica75 54910 91444186 904
Sofala98 65089 36258 581246 593
Inhambane71 3692 83731 420105 626
Gaza213 01290 3373 440306 789
Maputo Provincia57 50010 0006 40073 900
Maputo Cidade41 27808 05349 331
Total875 791357 195307 5741 540 560
Texto do artigo · p. 45 Provincias Cenario I Risco de Cheias Risco de Ciclones Total do Cenario II Niassa 5 050 2 800 0 7 850 Cabo Delgado 18 325 18 900 15 150 52 375 Nampula 32 750 40 875 138 149 211 774 Zambezia 92 245 73 535 45 940 211 720 Tete 170 063 17 635 0 187 698 Manica 75 549 10 914 441 86 904 Sofala 98 650 89 362 58 581 246 593 Inhamabane 71 369 2 837 31 420 105 626 Gaza 213 012 90 337 3 440 306 789 Maputo Provincia 57 500 10 000 6 400 73 900 Maputo Cidade 41 278 0 8 053 49 331 Total 875 791 357 195 307 574 1 540 560
ProvinciasCenario IRisco de CheiasRisco de CiclonesTotal do Cenario II
Niassa5 0502 80007 850
Cabo Delgado18 32518 90015 15052 375
Nampula32 75040 875138 149211 774
Zambezia92 24573 53545 940211 720
Tete170 06317 6350187 698
Manica75 54910 91444186 904
Sofala98 65089 36258 581246 593
Inhamabane71 3692 83731 420105 626
Gaza213 01290 3373 440306 789
Maputo Provincia57 50010 0006 40073 900
Maputo Cidade41 27808 05349 331
Total875 791357 195307 5741 540 560
Texto do artigo · p. 45 4.4.3 Cenário III
Texto do artigo · p. 45 O terceiro cenário (Cenário III) resulta da combinação do cenário II acrescido da probabilidade de ocorrência de sismos. Pelo que, neste cenário estima-se que 1 746 630 pessoas possam estar em risco, das quais pelo menos 206 070 em risco de sismos - Ver tabela 4.
Texto do artigo · p. 45 A análise do risco de sismo foi elaborada com base no histórico de abalos sísmicos e magnitude registados em Moçambique e países vizinhos, mapa de áreas de risco de sísmo e de falhas geológicas de Moçambique. Deste modo usou-se como referência o sismo de magnitude 7.2 na Escala de Ritcher, que ocorreu aos 22 de Fevereiro de 2006, cujo epicentro foi em Chitobe, Distrito de Machaze, na Província de Manica.
Texto do artigo · p. 45 Como os sismos de grande magnitude afectam mais as grandes infraestruturas usou-se dados das capitais provinciais de modo a estimar a população em risco. Neste caso aplica-se o coeficiente de 0.1 (10%) do total da população para estimar a população em risco.
Texto do artigo · p. 45 Tabela 4: Províncias e Populações Vulneráveis as Calamidades do Cenário III
Texto do artigo · p. 45 Provincia Cenário II População em Risco Sismos Total do Cenário III Niassa 7 850 9 843 17 693 Cabo Delgado 52 375 4 563 56 938 Nampula 211 774 20 060 231 834 Zambezia 211 720 7 626 219 346 Tete 187 698 11 906 199 604 Manica 86 904 17 274 104 178 Sofala 246 593 23 232 269 825 Inhamabane 105 626 15 617 121 243 Gaza 306 789 2 677 309 466 Maputo Provincia 73 900 16 131 90 031 Maputo Cidade 49 331 77 142 126 473 Total 1 540 560 206 070 1 746 630
ProvinciaCenário IIPopulação em Risco
SismosTotal do Cenário III
Niassa7 8509 84317 693
Cabo Delgado52 3754 56356 938
Nampula211 77420 060231 834
Zambezia211 7207 626219 346
Tete187 69811 906199 604
Manica86 90417 274104 178
Sofala246 59323 232269 825
Inhamabane105 62615 617121 243
Gaza306 7892 677309 466
Maputo Provincia73 90016 13190 031
Maputo Cidade49 33177 142126 473
Total1 540 560206 0701 746 630
Texto do artigo · p. 46 4.5 Provável impacto no sector da Educação
Texto do artigo · p. 46 Tendo em conta as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2018/19, o sector da Educação, prevê danos em cerca de 2,411 escolas em risco. Na mesma sequência prevê que cerca de 613.998 alunos e aproximadamente 11.873 professores estarão em risco carecendo de assistência em termos de materiais e equipamentos escolares tais como: tenda escola, kit do aluno, kit do professor e quadros portateis- ver Tabela 5.
Texto do artigo · p. 46 Tabela 5: Provável impacto no sector da Educação
Texto do artigo · p. 46 Província Escolas e Salas em Risco População em Risco Escolas Salas Alunos Professores Cidade Maputo 5 67 10461 124 Maputo Província 15 204 75113 822 Gaza 349 2375 172712 3770 Inhambane 445 2904 115900 731 Sofala 83 138 14360 348 Manica 61 209 12177 201 Tete 216 432 67573 1536 Zambézia 611 855 110377 2037 Nampula 269 689 3450 1378 Cabo-Delgado 31 100 10000 600 Niassa 326 394 21875 326 Total 2411 8367 613998 11873
ProvínciaEscolas e Salas em RiscoPopulação em Risco
EscolasSalasAlunosProfessores
Cidade Maputo56710461124
Maputo Província1520475113822
Gaza34923751727123770
Inhambane4452904115900731
Sofala8313814360348
Manica6120912177201
Tete216432675731536
Zambézia6118551103772037
Nampula26968934501378
Cabo-Delgado3110010000600
Niassa32639421875326
Total2411836761399811873
Texto do artigo · p. 46 Tabela 5: Provável impacto no sector da Educação Província | Escolas e Salas em Risco | População em Risco | Escolas | Salas | Alunos | Professores Cidade Maputo | 5 | 67 | 10461 | 124 Maputo Província | 15 | 204 | 75113 | 822 Gaza | 349 | 2375 | 172712 | 3770 Inhambane | 445 | 2904 | 115900 | 731 Sofala | 83 | 138 | 14360 | 348 Manica | 61 | 209 | 12177 | 201 Tete | 216 | 432 | 67573 | 1536 Zambézia | 611 | 855 | 110377 | 2037 Nampula | 269 | 689 | 3450 | 1378 Cabo-Delgado | 31 | 100 | 10000 | 600 Niassa | 326 | 394 | 21875 | 326 Total | 2411 | 8367 | 613998 | 11873 4.6 Provável Impacto no Sector da Agricultura Tendo em conta o prognóstico da estação chuvosa e sua interpretação para agricultura, existe a possibilidade de ocorrência de estagiem/stress hídrico nas culturas em campo e inundações localizadas, com impactos negativos na produção agrícola. Assim, no primeiro período chuvoso (OND – 2018), na região Sul (Maputo, Gaza e Inhambane) e parte da região Centro (Tete, Zambézia, Sofala e Manica), espera-se que a situação de irregularidade de chuvas ocorra, causando estiagem e afectando negativamente as actividades agro-pecuárias. No segundo período chuvoso (JFM – 2019), nas regiões Centro e Norte, espera-se uma precipitação excessiva, o que poderá causar inundações localizadas, aliada a subida do nível das águas das principais bacias e rios, sobretudo nas Províncias de Manica, Sofala, Zambézia e Cabo Delgado, o que poderá afectar as culturas em campo- Ver tabela 6 Tabela 6: Cenários esperados e seu impacto Perigo | Áreas em risco (ha) | Produtores em risco | Sementes (tons) | Custo (Mt) Seca | 816.452 | 583.180 | 9.621 | 73.239.187
ProvínciaEscolas e Salas em RiscoPopulação em Risco
EscolasSalasAlunosProfessores
Cidade Maputo56710461124
Maputo Província1520475113822
Gaza34923751727123770
Inhambane4452904115900731
Sofala8313814360348
Manica6120912177201
Tete216432675731536
Zambézia6118551103772037
Nampula26968934501378
Cabo-Delgado3110010000600
Niassa32639421875326
Total2411836761399811873
PerigoÁreas em risco (ha)Produtores em riscoSementes (tons)Custo (Mt)
Seca816.452583.1809.62173.239.187
Texto do artigo · p. 46 4.6 Provável Impacto no Sector da Agricultura
Texto do artigo · p. 46 Tendo em conta o prognóstico da estação chuvosa e sua interpretação para agricultura, existe a possibilidade de ocorrência de estiagem/stress hídrico nas culturas em campo e inundações localizadas, com impactos negativos na produção agrícola. Assim, no primeiro período chuvoso (OND – 2018), na região Sul (Maputo, Gaza e Inhambane) e parte da região Centro (Tete, Zambézia, Sofala e Manica), espera-se que a situação de irregularidade de chuvas ocorra, causando estiagem e afectando negativamente as actividades agro-pecuárias.
Texto do artigo · p. 46 No segundo período chuvoso (JFM – 2019), nas regiões Centro e Norte, espera-se uma precipitação excessiva, o que poderá causar inundações localizadas, aliada a subida do nível das águas das principais bacias e rios, sobretudo nas Províncias de Manica, Sofala, Zambézia e Cabo Delgado, o que poderá afectar as culturas em campo- Ver tabela 6
Texto do artigo · p. 46 Tabela 6: Cenários esperados e seu impacto
Texto do artigo · p. 46 Perigo Áreas em risco (ha) Produtores em risco Sementes (tons) Custo (Mt) Seca 816.452 583.180 9.621 73.239.187 Inundações/Cheias 113.313 80.938 8.094 83.770.830 Ciclones 32.375 23.125 4.623 47.843.395 Total 962.140 687.243 22.338 204.853.413
PerigoÁreas em risco (ha)Produtores em riscoSementes (tons)Custo (Mt)
Seca816.452583.1809.62173.239.187
Inundações/Cheias113.31380.9388.09483.770.830
Ciclones32.37523.1254.62347.843.395
Total962.140687.24322.338204.853.413
Texto do artigo · p. 46 Fonte: DINAS
Texto do artigo · p. 47 Os cenários apontam para um total de 962.140 ha em risco, com destaque para o milho e arroz, podendo afectar cerca de 687.243 produtores.
Texto do artigo · p. 47 Em relação a sanidade animal, em caso de ocorrência de seca, poderão surgir algumas doenças e epidemias em animais, a destacar: Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift, Carbúnculos Hemático e Sintomático, Newcastle, Tripanosomases, Dermatoses, Peste de Pequenos Ruminantes, Raiva e outras infecções.
Texto do artigo · p. 47 Em relação a sanidade vegetal, as pragas migratórias poderão ocorrer nas províncias com condições propícias para a sua eclosão. Assim, espera-se que a lagarta do funil do milho, a Lagarta Invasora, o Pardal do Bico Vermelho e o Rato de Campo possam afectar algumas culturas em campo. Atenção especial deve ser dada a lagarta do funil do milho por esta ser uma praga nova, de complexidade para o seu controlo, de rápida capacidade de reprodução e por estar presente em todo país.
Texto do artigo · p. 47 4.7 Provável Impacto no Sector De Estradas
Texto do artigo · p. 47 Olhando para as previsões hidrometeorológicas para OND e JFM, o Sector de Estradas apresenta as vias de comunicação que frequentemente têm sofrido com eventos extremos. Das dez províncias o maior destaque vai para estradas localizadas nas províncias de Cabo Delgado e Zambézia onde o risco de ocorrência de cheias varia de moderado a alto. A rede de estradas destas duas províncias sofre maior impacto através das Bacias do Megaruma e Messalo (risco alto) e Zambeze, Ligonha, Lúrio, Montepuez, Licungo (risco moderado a moderado alto).
Texto do artigo · p. 47 Os danos registados frequentemente nas estradas acima referidas têm sido: erosão, cortes e ravinas na platafoma da estrada, escavação e colapso da laje do pavimento de estruturas, erosão da plataforma e talude da estrada, poças de agua nas zonas baixas com solos plasticos, tornando a plataforma escoregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nos figuras 6a e 6b
Texto do artigo · p. 47 Para as restantes províncias Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala, Tete , Niassa e Nampula, espera-se um impacto baixo a moderado.
Texto do artigo · p. 47 Vias de acesso em risco de interrupção ao longo das bacias de maior risco de ocorrência de Cheias na Província de Cabo Delgado
Texto do artigo · p. 47 Para Cabo Delgado, fazem parte da lista de estradas com risco de cheias as seguites: R1251 Ngapa-Negomano, R766 Macomia-Mucojo, R760 Mecufi- Rio Megaruma e Mecufi-Muxara, R762 Muepane-Mahate, R767 Cruz.R768 Magude-Ravia, R698 Montepuez-Namuno, R769 Balama-Impiri, R1252 Mapupulo-Nropa, R698 Montepuez-Nairoto, R776 cruz.R698 –Mirate.
Texto do artigo · p. 47 NIASSA CABO DELGADO NAMPULA
Texto do artigo · p. 47 Figura 6 (a) : Mapa de estrada em risco de inundacao na provincia de Cabo Delgado
Texto do artigo · p. 48 De igual modo, para a província da Zambézia são as estradas seguintes: R640 Mopeia-Nhacatiua, R643 Namacurra-Macuze, N324 Mocubela-Pebane, N324 Magiga-Nova Naburi, N323 Gilé-Alto Ligonha, R648 Gilé-Etaga, N320 Quelimane-Gonhane e N/C Bive-Maganja da Costa.
Texto do artigo · p. 48 NIASSA NAMPULA ZAMBÉZIA TETE SOFALA
Texto do artigo · p. 48 Figura 6(b): Mapa de estradas em risco de inundacao na provincia da Zambezia
Número ou marcador · p. 48 5. ACÇÕES SECTORIAIS A REALIZAR NAS FASES DE PRONTIDÃO, RESPOSTA E RECUPERAÇÃO
Texto do artigo · p. 48 O quadro de definição de acções sectoriais tem o objectivo de minimizar o impacto de desastres e compreende três categorias: prontidão, resposta e recuperação.
Texto do artigo · p. 48 Prontidão: as ações de prontidão incluem e priorizam todas as actividades que assegurem a prontidão institucional, comunitária e individual, com vista a reduzir o impacto e risco dos perigos naturais.
Texto do artigo · p. 48 Resposta: estas acções priorizam todas as actividades que assegurem a provisão de assistência durante ou imediatamente a seguir ao desastre com vista a salvar vidas, reduzir os impactos, assegurar uma resposta institucional, comunitária e individual, eficiente e coordenada.
Texto do artigo · p. 48 Recuperação: todas as actividades que asseguram a recuperação institucional, comunitária e individual, para garantir a continuidade dos serviços, o restabelecimento e melhoria do funcionamento dos serviços básicos e normalização da vida das pessoas afectadas pelo desastre.
Texto do artigo · p. 48 As acções de prontidão, resposta, e recuperação poderão ser realizadas ao longo do ano. Contudo, no período de Outubro à Dezembro, poderão predominar as acções de prontidão e intervenções de resposta. Neste sentido, acções como (i) a elaboração do plano anual de contingência, (ii) a preposição estratégica de bens e suprimentos de emergência, (iii) importação de suprimentos de emergência adicionais para responder às necessidades prementes, e (iv) a coordenação e monitoria multissectorial lideradas pelo INGC, constituem algumas das actividades críticas a serem realizadas nestes períodos.
Texto do artigo · p. 48 No período de Janeiro à Março onde normalmente os fenómenos climatológicos são mais frequentes e severos, maior incidência poderá ser para as acções de resposta. Figuram neste período, acções tais como (i) a operacionalização dos planos de contingência, (ii) realização das avaliações rápidas das necessidades para informar o plano de resposta, e (iii) a avaliação das necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência.
Texto do artigo · p. 49 A implementação das medidas de resposta depende da ocorrência e magnitude do evento, local, número total de pessoas afectadas e danos causados. Neste sentido, o processo de resposta à emergência deve ser antecedido pela elaboração de um plano de resposta específico, guiado com base nos resultados da avaliação rápida de necessidades cuja mesma servirá de base para atribuição de dados reais ou estimados sobre as necessidades de resposta, tipo de resposta e locais de intervenção.
Texto do artigo · p. 49 O período de Abril à Setembro é dominado por acções de recuperação e resposta, dependendo do tipo de evento (Ex: cheias, seca, ou ciclone). Concorrem para esta fase, entre outras, as seguintes actividades: (i) implementação da estratégia multissectorial de recuperação e reconstrução (Ex: reassentamento, reconstrução assistência alimentar, projecto de geração de renda); (ii) monitoria da implementação e integrada das actividades e programas de recuperação.
Texto do artigo · p. 49 Estas ações, tem em vista garantir, por um lado, o retorno a vida normal das famílias afectadas e das condições socioeconómicas, por outro lado, garantir a resposta à eventos extraordinários que possam ocorrer. Algumas aquisições de materiais para pré-posicionamento e que estejam nos parâmetros das normas de funcionamento do Fundo de Gestão de Calamidades, também poderão ocorrer nesse período. As acções a implementar na fase de recuperação irão contribuir para a promoção da resiliência e redução do risco e da vulnerabilidade às ameaças. Esta fase será guiada pela aprovação de actividades cuja pertinência se justifique, para além das intervenções de natureza de resposta imediata enquadradas nos períodos compreendidos entre os 3 e 6 meses de emergência. A implementação das acções de prontidão, resposta e recuperação poderá acontecer a todos os níveis, desde o central aos órgãos locais, incluindo os municípios, cabendo a cada um desses níveis garantir a planificação, monitoria, supervisão e assistência técnica e a implementação dos planos de resposta.
Texto do artigo · p. 49 5.1 Mobilização de Recursos para Resposta à Emergência
Texto do artigo · p. 49 A Equipa Humanitária Nacional (HCT) participa em acções de prontidão e resposta às calamidades com meios materiais e humanos para complementar os esforços do Governo. Assim, sob a Liderança do (a) Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas aliada a decisão do Governo, a Equipa Humanitária Nacional pode activar os dispositivos internos e internacionais de mobilização de recursos com base nos mandatos e instrumentos internacionais existentes. O processo de coordenação e gestão de resposta a emergência é liderado pelo Governo.
Texto do artigo · p. 49 A assistência humanitaria atempada, eficaz e apropriada por parte da HCT depende da observância dos seguintes aspectos:
Texto do artigo · p. 49 • Disponibilidade de informação sobre a avaliação da situação (magnitude, complexidade, urgência da emergência) com base em indicadores credíveis; • Apresentação de dados sobre a população afectada, áreas afectadas, grupos vulneráveis; • Disponibilização de informação sobre os recursos pré-posicionados pelo Governo e défice de acordo com as necessidades locais e tipo de eventos; • Activação, pelo governo, dos níveis de alerta institucional para facilitação da mobilização de recursos adicionais e operacionalização do plano de contigência; • Solicitação de apoio humanitário pelo Governo.
Texto do artigo · p. 49 O quadro a baixo apresenta o resumo das actividades a seem implementadas no contexto do presente PC.
Texto do artigo · p. 50 28
Texto do artigo · p. 50 Tabela10.Actividadessectoriaisnocontextoderespostaegestãodeemergências-Prontidão,RespostaeRecuperação Recuperação • Implementaraestratégiamultissectorialde recuperação(reassentamento,reconstrução assistênciaalimentar,projectodegeraçãode renda) • Monitoraraimplementaçãoeintegradadas actividadeseprogramasderecuperação; • Apoiarnoprocessoderecuperaçãoatravésda disponibilizaçãopontualdemeioshumanose materiais(Ex:montagemdetendas,latrinas); • Asseguraraintegraçãodaequipada UNAPROCnasmissõesde recuperação/reconstrução; Resposta • Operacionalizarosplanosde contingênciaerealizar avaliaçõesrápidasdas necessidadesparainformaro planoderesposta; • Elaboraroplanode reassentamentodaspopulações deslocadas; • Prepararosapelosdeajuda humanitáriaemobilizaçãode recursosadicionais; • Coordenaraavaliaçãode necessidadespósdesastres (ANPD); • Desenharoplano/estratégia multissectorialdarecuperação pósemergênciacombasenos resultadosdaANPD. • Realizarmissõesdebuscae salvamentodepessoas afectadaspelosdesastres • Apoiarnoprocessoderesposta erecuperaçãorápidaatravésda disponibilizaçãopontualde meioshumanosemateriais (Ex:montagemdetendas, latrinas); • Assegurarareposiçãoda Prontidão • Realizarexercíciosdesimulaçãode emergências; • Atualizar,harmonizaredivulgaro planodecontingêncianacionala todososníveis; • ManteremalertaosCLGRCnas zonasderiscoalto; • Identificarasrotasdeevacuaçãoe locaisparaabrigotemporário; • Pré-posicionarmateriais,bense equipamentospararesposta; • Intensificarasactividadesde monitoria(segurançaalimentare nutricional); • Assegurarqueasforcasestãoem prontidãopararesponderaeventual desastre • Mobilizarmeiosmateriaise humanosparaprontidão,respostae recuperação. • Assegurarofuncionamentoepré- posicionamentodosequipamentos debuscaesalvamento Instituições INGC UNAPROC
Tabela10.Actividadessectoriaisnocontextoderespostaegestãodeemergências-Prontidão,RespostaeRecuperaçãoRecuperação• Implementaraestratégiamultissectorialde recuperação(reassentamento,reconstrução assistênciaalimentar,projectodegeraçãode renda) • Monitoraraimplementaçãoeintegradadas actividadeseprogramasderecuperação;• Apoiarnoprocessoderecuperaçãoatravésda disponibilizaçãopontualdemeioshumanose materiais(Ex:montagemdetendas,latrinas); • Asseguraraintegraçãodaequipada UNAPROCnasmissõesde recuperação/reconstrução;
Resposta• Operacionalizarosplanosde contingênciaerealizar avaliaçõesrápidasdas necessidadesparainformaro planoderesposta; • Elaboraroplanode reassentamentodaspopulações deslocadas; • Prepararosapelosdeajuda humanitáriaemobilizaçãode recursosadicionais; • Coordenaraavaliaçãode necessidadespósdesastres (ANPD); • Desenharoplano/estratégia multissectorialdarecuperação pósemergênciacombasenos resultadosdaANPD.• Realizarmissõesdebuscae salvamentodepessoas afectadaspelosdesastres • Apoiarnoprocessoderesposta erecuperaçãorápidaatravésda disponibilizaçãopontualde meioshumanosemateriais (Ex:montagemdetendas, latrinas); • Assegurarareposiçãoda
Prontidão• Realizarexercíciosdesimulaçãode emergências; • Atualizar,harmonizaredivulgaro planodecontingêncianacionala todososníveis; • ManteremalertaosCLGRCnas zonasderiscoalto; • Identificarasrotasdeevacuaçãoe locaisparaabrigotemporário; • Pré-posicionarmateriais,bense equipamentospararesposta; • Intensificarasactividadesde monitoria(segurançaalimentare nutricional);• Assegurarqueasforcasestãoem prontidãopararesponderaeventual desastre • Mobilizarmeiosmateriaise humanosparaprontidão,respostae recuperação. • Assegurarofuncionamentoepré- posicionamentodosequipamentos debuscaesalvamento
InstituiçõesINGCUNAPROC
Texto do artigo · p. 50 Recuperação
Texto do artigo · p. 50 ergências-Prontidão,RespostaeRecuperação
Texto do artigo · p. 50 RecuperaçãoInstituiç
Texto do artigo · p. 50 Tabela 10. Actividades sectoriais
Texto do artigo · p. 50 I
Texto do artigo · p. 50 assistênciaalimentar,projectodegeraçãode
Texto do artigo · p. 50 •Implementaraestratégiamultissectorialde
Texto do artigo · p. 50 recuperação(reassentamento,reconstrução
Texto do artigo · p. 50 •Monitoraraimplementaçãoeintegradadas
Texto do artigo · p. 50 actividadeseprogramasderecuperação;
Texto do artigo · p. 50 renda)
Texto do artigo · p. 50 •UNAApoiarnoprocessoderecuperaçãoatravésda
Texto do artigo · p. 50 disponibilizaçãopontualdemeioshumanose
Texto do artigo · p. 50 •Asseguraraintegraçãodaequipada
Texto do artigo · p. 50 UNAPROCnasmissõesde
Texto do artigo · p. 50 materiais(Ex:montagemdetendas,latrinas);
Texto do artigo · p. 50 recuperação/reconstrução;
Texto do artigo · p. 51 31 DE DEZEMBRO DE 2018 3762 — (145)
Texto do artigo · p. 51 29
Texto do artigo · p. 51 Recuperação • Divulgaroplano/estratégiade reconstrução/recuperaçãoconjuntaGovernoe parceirosdecooperação; • Avaliarocumprimentodoplanoderespostade emergência; • Mobilizarascomunidadesparaparticiparno processoderecuperaçãoereconstrução; • Avaliarepropormedidasparaumaresposta melhorada. Recuperação • Reabilitarinfraestruturaspecuáriasepontosde abeberamentoafectados; • Realizarintervençõessanitáriase desparasitaçãodosanimais; • Fazerolevantamentodasáreasefamílias afectadas; • Elaborareimplementaroplanode recuperação. • Realizarfeirasdeinsumosagrícolas • Fomentaremultiplicarmandioqueirasebatata transitabilidadedepessoase bens • Monitorarregularmentea implementaçãodoplanode respostaecomunicaraoCTGC Resposta • Disseminarinformaçãosobreo fenómenoemcausa; • Geriradisseminaçãode informaçãopelosórgãosde comunicação • Intensificarosapelosàs comunidadesnaszonasde risco. • Divulgaraosórgãosde comunicaçãoograude implementaçãodaacção humanitáriadoGovernoe parceirosdecooperação, incluindoHCT. Resposta • Intensificararealizarde monitoriacontinuanaszonas deriscos; • Disponibilizarimediatamente pesticidasparaocontrolodas pragasnaszonasderisco; • Reajustarosplanosde aprovisionamentodesementes agrícolas; • Deslocarmanadasdaszonasde riscodeinundaçãoedaszonas Prontidão • Avaliareassegurarograude funcionamentoeoperacionalidade dossistemasemeiosde comunicação; • Identificaredesignaroporta-voz paraemergência; • Produziredisseminarinformação atempadaeprecisaaosórgãosde comunicaçãooficiais; • Pré-posicionarmateriale equipamentosdecomunicação; • Divulgarepartilharoplanode contingêncianacionalaosdiversos níveis. Prontidão • Aprovisionarsementes atempadamente; • Monitoraraépocachuvosaeoseu impactonaproduçãoagrícola; • Disseminaredivulgaraprevisão climáticasazonal; • Fazerlimpezadoscanaisevalasde drenagem; • Fazermanutençãodeestruturase reservatóriosdeágua; Instituições GABINFO Instituições MASA
Recuperação• Divulgaroplano/estratégiade reconstrução/recuperaçãoconjuntaGovernoe parceirosdecooperação; • Avaliarocumprimentodoplanoderespostade emergência; • Mobilizarascomunidadesparaparticiparno processoderecuperaçãoereconstrução; • Avaliarepropormedidasparaumaresposta melhorada.Recuperação• Reabilitarinfraestruturaspecuáriasepontosde abeberamentoafectados; • Realizarintervençõessanitáriase desparasitaçãodosanimais; • Fazerolevantamentodasáreasefamílias afectadas; • Elaborareimplementaroplanode recuperação. • Realizarfeirasdeinsumosagrícolas • Fomentaremultiplicarmandioqueirasebatata
transitabilidadedepessoase bens • Monitorarregularmentea implementaçãodoplanode respostaecomunicaraoCTGCResposta• Disseminarinformaçãosobreo fenómenoemcausa; • Geriradisseminaçãode informaçãopelosórgãosde comunicação • Intensificarosapelosàs comunidadesnaszonasde risco. • Divulgaraosórgãosde comunicaçãoograude implementaçãodaacção humanitáriadoGovernoe parceirosdecooperação, incluindoHCT.Resposta• Intensificararealizarde monitoriacontinuanaszonas deriscos; • Disponibilizarimediatamente pesticidasparaocontrolodas pragasnaszonasderisco; • Reajustarosplanosde aprovisionamentodesementes agrícolas; • Deslocarmanadasdaszonasde riscodeinundaçãoedaszonas
Prontidão• Avaliareassegurarograude funcionamentoeoperacionalidade dossistemasemeiosde comunicação; • Identificaredesignaroporta-voz paraemergência; • Produziredisseminarinformação atempadaeprecisaaosórgãosde comunicaçãooficiais; • Pré-posicionarmateriale equipamentosdecomunicação; • Divulgarepartilharoplanode contingêncianacionalaosdiversos níveis.Prontidão• Aprovisionarsementes atempadamente; • Monitoraraépocachuvosaeoseu impactonaproduçãoagrícola; • Disseminaredivulgaraprevisão climáticasazonal; • Fazerlimpezadoscanaisevalasde drenagem; • Fazermanutençãodeestruturase reservatóriosdeágua;
InstituiçõesGABINFOInstituiçõesMASA
Texto do artigo · p. 51 Recuperação Resposta Prontidão Instituições
Texto do artigo · p. 51 •Avaliarocumprimentodoplanoderespostade
Texto do artigo · p. 51 reconstrução/recuperaçãoconjuntaGovernoe
Texto do artigo · p. 51 •Mobilizarascomunidadesparaparticiparno
Texto do artigo · p. 51 •Avaliarepropormedidasparaumaresposta
Texto do artigo · p. 51 processoderecuperaçãoereconstrução;
Texto do artigo · p. 51 Recuperação
Texto do artigo · p. 51 •Divulgaroplano/estratégiade
Texto do artigo · p. 51 parceirosdecooperação;
Texto do artigo · p. 51 emergência;
Texto do artigo · p. 51 melhorada.
Texto do artigo · p. 51 Recuperação Resposta Prontidão Instituições
Texto do artigo · p. 51 •Reabilitarinfraestruturaspecuáriasepontosde
Texto do artigo · p. 51 •Fazerolevantamentodasáreasefamílias
Texto do artigo · p. 51 •Realizarintervençõessanitáriase
Texto do artigo · p. 51 Recuperação
Texto do artigo · p. 51 desparasitaçãodosanimais;
Texto do artigo · p. 51 abeberamentoafectados;
Texto do artigo · p. 51 •Realizarfeirasdeinsumosagrícolas •Fomentaremultiplicarmandioqueirasebatata
Texto do artigo · p. 51 •Elaborareimplementaroplanode
Texto do artigo · p. 51 recuperação.
Texto do artigo · p. 51 afectadas;
Texto do artigo · p. 52 30
Texto do artigo · p. 52 docedepolpaalaranjada • Monitoriaregulardasituaçãodasegurança alimentarenutricional Recuperação • Avaliarocomportamentodosfenómenos meteorológicoseseusimpactosna planificaçãoeexecuçãodosplanos/estratégias derecuperaçãopós-emergências. • Cadastrarasfamíliasesuadistribuiçãofísica; • Elaboraroplanodepormenordosbairrosde reassentamento; • Elaboraromapaderiscodemodoaapoiaros planosdereconstrução/recuperaçãoeosplanos locaisdeacçãoderesiliência; • Participaractivamentenoprocessode inundadas; • Levantamentopreliminardas áreasagrícolasafectadas. Resposta • Intensificaramonitoriados fenómenosmeteorológicos; • Divulgarosavisosealertas comindicaçãodamagnitude dofenómenoezonasderisco; • Intensificaramonitoriae vigilânciameteorológica. • Fazeroordenamentoterritorial eorganizaroscentrosde acomodação/reassentamento • Demarcareatribuirtalhõesas populaçõesafectadasparafins dereassentamento; • Construirabrigostemporáriose • Fazerlimpezadefontesdeágua; • Proveraassistênciatécnicaaos produtoresfamiliares; • Fomentaratracçãoanimal; • Controlaraspragasedoençasdas plantas; • Identificaraszonaspropensasas inundações • CapacitarosCLGRCemtécnicas deproduçãodeculturastolerantesa seca. • Monitoriaregulardasituaçãoda segurançaalimentarenutricional Prontidão • Interpretaredivulgaraprevisão climáticasazonaleimplicações paraosdiversospontosdopaís; • Monitorarpermanentementeos fenómenosmeteorológicos; • Reforçaracapacidadede observaçãonasestações meteorológicas; • Capacitarostécnicosemmatérias demonitoriadosfenómenos climáticos • Identificarasáreaspara reassentamentoemzonasseguras; • Mapearedivulgaroscentrosde acomodaçãoexistentesparamelhor planificaras estratégias/intervençõesde prontidãoeresposta; Instituições MTC MITADER
docedepolpaalaranjada • Monitoriaregulardasituaçãodasegurança alimentarenutricionalRecuperação• Avaliarocomportamentodosfenómenos meteorológicoseseusimpactosna planificaçãoeexecuçãodosplanos/estratégias derecuperaçãopós-emergências.• Cadastrarasfamíliasesuadistribuiçãofísica; • Elaboraroplanodepormenordosbairrosde reassentamento; • Elaboraromapaderiscodemodoaapoiaros planosdereconstrução/recuperaçãoeosplanos locaisdeacçãoderesiliência; • Participaractivamentenoprocessode
inundadas; • Levantamentopreliminardas áreasagrícolasafectadas.Resposta• Intensificaramonitoriados fenómenosmeteorológicos; • Divulgarosavisosealertas comindicaçãodamagnitude dofenómenoezonasderisco; • Intensificaramonitoriae vigilânciameteorológica.• Fazeroordenamentoterritorial eorganizaroscentrosde acomodação/reassentamento • Demarcareatribuirtalhõesas populaçõesafectadasparafins dereassentamento; • Construirabrigostemporáriose
• Fazerlimpezadefontesdeágua; • Proveraassistênciatécnicaaos produtoresfamiliares; • Fomentaratracçãoanimal; • Controlaraspragasedoençasdas plantas; • Identificaraszonaspropensasas inundações • CapacitarosCLGRCemtécnicas deproduçãodeculturastolerantesa seca. • Monitoriaregulardasituaçãoda segurançaalimentarenutricionalProntidão• Interpretaredivulgaraprevisão climáticasazonaleimplicações paraosdiversospontosdopaís; • Monitorarpermanentementeos fenómenosmeteorológicos; • Reforçaracapacidadede observaçãonasestações meteorológicas; • Capacitarostécnicosemmatérias demonitoriadosfenómenos climáticos• Identificarasáreaspara reassentamentoemzonasseguras; • Mapearedivulgaroscentrosde acomodaçãoexistentesparamelhor planificaras estratégias/intervençõesde prontidãoeresposta;
InstituiçõesMTCMITADER
Texto do artigo · p. 52 •Monitoriaregulardasituaçãodasegurança
Texto do artigo · p. 52 docedepolpaalaranjada
Texto do artigo · p. 52 alimentarenutricional
Texto do artigo · p. 52 •Avaliarocomportamentodosfenómenos
Texto do artigo · p. 52 meteorológicoseseusimpactosna
Texto do artigo · p. 52 planificaçãoeexecuçãodosplanos/estratégias
Texto do artigo · p. 52 derecuperaçãopós-emergências.
Texto do artigo · p. 52 IRecuperação
Texto do artigo · p. 52 Resposta
Texto do artigo · p. 52 planosdereconstrução/recuperaçãoeosplanos
Texto do artigo · p. 52 Participaractivamentenoprocessode
Texto do artigo · p. 52 MCadastrarasfamíliasesuadistribuiçãofísica;
Texto do artigo · p. 52 Elaboraromapaderiscodemodoaapoiaros
Texto do artigo · p. 52 Elaboraroplanodepormenordosbairrosde
Texto do artigo · p. 52 locaisdeacçãoderesiliência;
Texto do artigo · p. 52 reassentamento;
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Texto do artigo · p. 53 reassentamentodaspopulações; Recuperação • Facilitarosprocessosdeaquisição/compras locais; • Emitirparecerespara(ex.parceirosde cooperação)aentradadeprodutosdoadospara aemergência; • Assegurarareposiçãodaredecomercial danificadanaszonasafectadas; • Participareestimularacçõesdetransformação eenriquecimentodeprodutosalimentares; • Preveniracomercializaçãodeprodutos deterioradosedestinadosassistência humanitária; centrosdeacomodaçãoe apoiarnacriaçãodecentrosde reassentamento; • Levantamentosocio-ambiental dasáreasafectadaspelasecae cheias; Resposta • Identificarpontosalternativos decompra/aquisiçãode produtosalimentaresefacilitar aaquisiçãolocaldosmesmos; • Emitirpareceressobrea entradadeprodutosparaa emergência; • Participarnatriagemde produtos(alimentaresenão alimentares)doadosantesde seremdistribuídosàs populaçõesafectadasou • Reproduziredisseminaromanual detécnicasbásicasdeplaneamento físico; • Sensibilizaraspopulaçõesparase retiraremdaszonasderiscosde desastres; • Capacitaroslíderescomunitários, CLGRC,técnicosdistritaise direçõesprovinciaisemmatériasde GestãodeRiscosAmbientais; • Mapearparceiroscomcapacidade derespostaepreenchimentodas lacunasidentificadasna implementaçãodosplanos; • Identificarefazerolevantamento doscursosdeáguaeaquíferoscom nívelfreáticoaltoparaaagricultura, consumoeconstruçãoderepresas; Prontidão • Fazerasavaliaçõesrápidasda disponibilidadedealimentos, recursoseoutrosbensessenciais; • Mobilizareestabelecercontactos compotenciaisfornecedoresde bensdeconsumoduranteedepois daocorrênciadaemergência; • Identificar,definiremapearos fluxosdebensdeconsumo,das zonasexcedentáriasoucom disponibilidadeparaaszonas afectadas. Instituições MIC
reassentamentodaspopulações;Recuperação• Facilitarosprocessosdeaquisição/compras locais; • Emitirparecerespara(ex.parceirosde cooperação)aentradadeprodutosdoadospara aemergência; • Assegurarareposiçãodaredecomercial danificadanaszonasafectadas; • Participareestimularacçõesdetransformação eenriquecimentodeprodutosalimentares; • Preveniracomercializaçãodeprodutos deterioradosedestinadosassistência humanitária;
centrosdeacomodaçãoe apoiarnacriaçãodecentrosde reassentamento; • Levantamentosocio-ambiental dasáreasafectadaspelasecae cheias;Resposta• Identificarpontosalternativos decompra/aquisiçãode produtosalimentaresefacilitar aaquisiçãolocaldosmesmos; • Emitirpareceressobrea entradadeprodutosparaa emergência; • Participarnatriagemde produtos(alimentaresenão alimentares)doadosantesde seremdistribuídosàs populaçõesafectadasou
• Reproduziredisseminaromanual detécnicasbásicasdeplaneamento físico; • Sensibilizaraspopulaçõesparase retiraremdaszonasderiscosde desastres; • Capacitaroslíderescomunitários, CLGRC,técnicosdistritaise direçõesprovinciaisemmatériasde GestãodeRiscosAmbientais; • Mapearparceiroscomcapacidade derespostaepreenchimentodas lacunasidentificadasna implementaçãodosplanos; • Identificarefazerolevantamento doscursosdeáguaeaquíferoscom nívelfreáticoaltoparaaagricultura, consumoeconstruçãoderepresas;Prontidão• Fazerasavaliaçõesrápidasda disponibilidadedealimentos, recursoseoutrosbensessenciais; • Mobilizareestabelecercontactos compotenciaisfornecedoresde bensdeconsumoduranteedepois daocorrênciadaemergência; • Identificar,definiremapearos fluxosdebensdeconsumo,das zonasexcedentáriasoucom disponibilidadeparaaszonas afectadas.
InstituiçõesMIC
Texto do artigo · p. 53 reassentamentodaspopulações;
Texto do artigo · p. 53 Recuperação
Texto do artigo · p. 53 •Facilitarosprocessosdeaquisição/compras
Texto do artigo · p. 53 •Emitirparecerespara(ex.parceirosde
Texto do artigo · p. 53 cooperação)aentradadeprodutosdoadospara
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Texto do artigo · p. 53 aemergência;
Texto do artigo · p. 53 locais;
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Texto do artigo · p. 53 •Assegurarareposiçãodaredecomercial
Texto do artigo · p. 53 •Participareestimularacçõesdetransformação
Texto do artigo · p. 53 •Preveniracomercializaçãodeprodutos
Texto do artigo · p. 53 deterioradosedestinadosassistência
Texto do artigo · p. 53 eenriquecimentodeprodutosalimentares;
Texto do artigo · p. 53 danificadanaszonasafectadas;
Texto do artigo · p. 53 humanitária;
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Texto do artigo · p. 54 • Monitorarpreçosdevendadeprodutoscom maiorincidêncianoslocaisdecarênciano períododeestiagem; • Avaliaçãodosresultadossobreoprocessode abastecimentodeprodutos; Recuperação • Avaliaremonitorarregularmentea implementaçãodoplano/estratégiasde(re) construçãoerecuperaçãodosector; canalizadosàszonasafectadas. • Monitorarpreçosdevendade produtoscommaiorincidência noslocaisdecarênciano períododeestiagem; • Assegurararealizaçãodefeiras deprodutosdeprimeira necessidadeeagrícolasno períododeseca; • Monitorarosmercadosinternos eavariaçãodospreçosde modoaevitarespeculação; • Preveniradistribuiçãoe comercializaçãodeprodutos deteoradosoudestinados assistênciahumanitária. Resposta • Proverassistênciatécnicaaos piscicultoresnareabilitaçãoe construçãodetanquesnos locaisseguros; • Incentivararápidareposição dostanquespiscícolas, embarcações,artesdepesca, infra-estruturasdeapoioa pescaeventualmente danificados. • Definirestratégias/planode reconstrução/recuperaçãodo sector; • Promovercampanhasde sensibilizaçãoaoperadores económicosafimdegarantira reservaalimentardaspopulações; Prontidão • Identificaroslocaissegurospara construçãodetanquesde piscicultura; • Identificaroslocaisdeabrigopara atracagemdasembarcaçõesdepesca; • Capacitarosconselhoscomunitários depescasobremedidasdeprontidão eresposta; • Identificarpossíveisfontesde financiamentoparaasactividadesdo priorizadasnoquadrodassector acçõesdeprontidão,respostae recuperação; Instituições MMAIP
• Monitorarpreçosdevendadeprodutoscom maiorincidêncianoslocaisdecarênciano períododeestiagem; • Avaliaçãodosresultadossobreoprocessode abastecimentodeprodutos;Recuperação• Avaliaremonitorarregularmentea implementaçãodoplano/estratégiasde(re) construçãoerecuperaçãodosector;
canalizadosàszonasafectadas. • Monitorarpreçosdevendade produtoscommaiorincidência noslocaisdecarênciano períododeestiagem; • Assegurararealizaçãodefeiras deprodutosdeprimeira necessidadeeagrícolasno períododeseca; • Monitorarosmercadosinternos eavariaçãodospreçosde modoaevitarespeculação; • Preveniradistribuiçãoe comercializaçãodeprodutos deteoradosoudestinados assistênciahumanitária.Resposta• Proverassistênciatécnicaaos piscicultoresnareabilitaçãoe construçãodetanquesnos locaisseguros; • Incentivararápidareposição dostanquespiscícolas, embarcações,artesdepesca, infra-estruturasdeapoioa pescaeventualmente danificados. • Definirestratégias/planode reconstrução/recuperaçãodo sector;
• Promovercampanhasde sensibilizaçãoaoperadores económicosafimdegarantira reservaalimentardaspopulações;Prontidão• Identificaroslocaissegurospara construçãodetanquesde piscicultura; • Identificaroslocaisdeabrigopara atracagemdasembarcaçõesdepesca; • Capacitarosconselhoscomunitários depescasobremedidasdeprontidão eresposta; • Identificarpossíveisfontesde financiamentoparaasactividadesdo priorizadasnoquadrodassector acçõesdeprontidão,respostae recuperação;
InstituiçõesMMAIP
Texto do artigo · p. 54 •Monitorarpreçosdevendadeprodutoscom
Texto do artigo · p. 54 maiorincidêncianoslocaisdecarênciano
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Texto do artigo · p. 54 •Avaliaçãodosresultadossobreoprocessode
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Texto do artigo · p. 54 períododeestiagem;
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Texto do artigo · p. 54 implementaçãodoplano/estratégiasde(re)
Texto do artigo · p. 54 •Avaliaremonitorarregularmentea
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Texto do artigo · p. 55 •Sensibilizarnoscentrosdeacomodação,
Texto do artigo · p. 55 famíliasdeacolhimentoebairrosde
Texto do artigo · p. 55 reassentamentocontraaviolênciabaseadano
Texto do artigo · p. 55 •Realizarvisitasdemonitoriaaoslugares
Texto do artigo · p. 55 •Divulgarinformaçõessobreosserviçosde
Texto do artigo · p. 55 atendimentoascriançasemulheresvítimasde
Texto do artigo · p. 55 •Identificarosbeneficiáriosdosdiferentes
Texto do artigo · p. 55 violênciaeabuso
Texto do artigo · p. 55 afectadaos;
Texto do artigo · p. 55 género;
Texto do artigo · p. 55 MGCASmaior
Texto do artigo · p. 55 parceiros
Texto do artigo · p. 55 eirosnas
Texto do artigo · p. 55 MGCAS,
Texto do artigo · p. 55 resgate,
Texto do artigo · p. 55 rápidadas
Texto do artigo · p. 55 ordenação
Texto do artigo · p. 55 açãode
Texto do artigo · p. 55 tadosnos
Texto do artigo · p. 55 social;
Texto do artigo · p. 55 • Sensibilizarnoscentrosdeacomodação, famíliasdeacolhimentoebairrosde reassentamentocontraaviolênciabaseadano género; • Realizarvisitasdemonitoriaaoslugares afectadaos; • Divulgarinformaçõessobreosserviçosde atendimentoascriançasemulheresvítimasde violênciaeabuso • Identificarosbeneficiáriosdosdiferentes serviçosdeproteçãosocial(PSSB,PASDe PASP)eassegurarareintegraçãodaspessoas vulneráveis • Prestarapoiopsico-socialasfamílias; • Incentivaraaberturadeescolinhas comunitáriasnosbairrosdereassentamento; • Assistiraspessoasnareunificaçãofamiliar; Recuperação • Advogarparamaior envolvimentodeparceiros nacionaiseestrangeirosnas acçõesdoMGCAS, nomeadamente,noresgate, assistênciaeproteçãosocial; • Fazeraavaliaçãorápidadas necessidadesemcoordenação multissectorial; • Monitorarasituaçãode proteçãodosafectadosnos centrosdeacomodação temporáriosefamíliasde acolhimento; • Activarosmecanismos integradosdeprevençãoe respostacontraaviolênciae abusosnoslocaisafectados; • Instalarespaçosderecreaçãoe proverkitsdehigiene, alimentar,cozinhaedeapoio psicossocial; Resposta • Sensibilizaraspopulaçõesparao abandonodaszonasderiscoa tomaremmedidasde precaução/reduçãodoriscode vulnerabilidade; • Transmitirmensagensespecíficasao fenómenoemcausaemlínguasde sinaisparapessoascomdeficiência auditiva; • Adquirirepré-posicionarmaterial pararespostaaemergência; • Realizarcapacitaçõesparaprevenção deviolênciabaseadanogénero; • Monitoraratendênciaevolutivada emergênciaesuaimplicaçãoparaos gruposmaisvulneráveis; • Capacitaroscomitéscomunitáriosde proteçãoàscrianças; Prontidão MGCAS Instituições
• Sensibilizarnoscentrosdeacomodação, famíliasdeacolhimentoebairrosde reassentamentocontraaviolênciabaseadano género; • Realizarvisitasdemonitoriaaoslugares afectadaos; • Divulgarinformaçõessobreosserviçosde atendimentoascriançasemulheresvítimasde violênciaeabuso • Identificarosbeneficiáriosdosdiferentes serviçosdeproteçãosocial(PSSB,PASDe PASP)eassegurarareintegraçãodaspessoas vulneráveis • Prestarapoiopsico-socialasfamílias; • Incentivaraaberturadeescolinhas comunitáriasnosbairrosdereassentamento; • Assistiraspessoasnareunificaçãofamiliar;Recuperação
• Advogarparamaior envolvimentodeparceiros nacionaiseestrangeirosnas acçõesdoMGCAS, nomeadamente,noresgate, assistênciaeproteçãosocial; • Fazeraavaliaçãorápidadas necessidadesemcoordenação multissectorial; • Monitorarasituaçãode proteçãodosafectadosnos centrosdeacomodação temporáriosefamíliasde acolhimento; • Activarosmecanismos integradosdeprevençãoe respostacontraaviolênciae abusosnoslocaisafectados; • Instalarespaçosderecreaçãoe proverkitsdehigiene, alimentar,cozinhaedeapoio psicossocial;Resposta
• Sensibilizaraspopulaçõesparao abandonodaszonasderiscoa tomaremmedidasde precaução/reduçãodoriscode vulnerabilidade; • Transmitirmensagensespecíficasao fenómenoemcausaemlínguasde sinaisparapessoascomdeficiência auditiva; • Adquirirepré-posicionarmaterial pararespostaaemergência; • Realizarcapacitaçõesparaprevenção deviolênciabaseadanogénero; • Monitoraratendênciaevolutivada emergênciaesuaimplicaçãoparaos gruposmaisvulneráveis; • Capacitaroscomitéscomunitáriosde proteçãoàscrianças;Prontidão
MGCASInstituições
Texto do artigo · p. 55 serviçosdeproteçãosocial(PSSB,PASDe
Texto do artigo · p. 55 PASP)eassegurarareintegraçãodaspessoas
Texto do artigo · p. 55 •Prestarapoiopsico-socialasfamílias; •Incentivaraaberturadeescolinhas
Texto do artigo · p. 55 comunitáriasnosbairrosdereassentamento;
Texto do artigo · p. 55 •Assistiraspessoasnareunificaçãofamiliar;
Texto do artigo · p. 55 vulneráveis
Texto do artigo · p. 55 omodação
Texto do artigo · p. 55 íliasde
Texto do artigo · p. 55 ecanismos
Texto do artigo · p. 55 vençãoe
Texto do artigo · p. 55 iolênciae
Texto do artigo · p. 55 ecreaçãoe
Texto do artigo · p. 55 ctados;
Texto do artigo · p. 55 InstituiçõesRecuperação
Texto do artigo · p. 55 Recuperação
Texto do artigo · p. 55 higiene,
Texto do artigo · p. 55 deapoio
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Texto do artigo · p. 56 • Manteravigilânciaderotinapósepidemia; • Recolhereconservarmaterialusadopara atendimentohospitalar; • Assegurarofuncionamentonormaldas unidadessanitáriasquetenhamsido afectadas/destruídas(aprovisionamentode medicamentos,equipamentoshospitalares, tendashospitalares,pessoalmédicoedesaúde ereconstruçãodeunidadessanitárias destruídas). Recuperação • Proverserviçosdesaúdesexual ereprodutiva,incluindocasos dedoençascronicas(HIV, tensãoarterial,diabetes, tuberculose);Distribuirredes mosquiteirascom inseticidas;Garantirassistência específicaamulheresgrávidas, criançaseidosos; • Proverkitsdesaúdesexuale reprodutiva,incluídokitsde profilaxiapósexposiçãopara casodeviolaçãosexualdevido àaltavulnerabilidadedestas comunidades • Monitoraracontinuidadedo tratamentodepessoascom doençascrónicas(HIV,tensão arterial,diabetes) • Manterostockdeprodutos terapêuticos,suplementos alimentaresenutricionais (ATPU,ASPU,F75e(c crónicas. • Asseguraranutriçãoe tratamentodedoentescrónicos (HIV,tensãoarterial,diabetes) Resposta • Melhoraracapacidadededeteção precocedasdoençascompotencial epidémico,atravésdaintensificaçãoda vigilânciaepidemiológica; • Identificaretreinarativistas,bem comooutropessoaltécnicodesaúde paraaprestaçãodecuidadosmédicos básicosaspopulaçõesemsituaçãode emergência; • Pré-posicionarmatériasdesaúdee nutriçãoparatratarcriançascom desnutriçãoaguda,graveemoderada (kitdemedicamentoseinsumos); • Manterostockmínimopara tratamentodecriançascomdesnutri tiçãoagudagrave(DAG)com desnutriçãoagudamoderada(DAM); • Capacitarosprofissionaisdesaúdena provisãodopacotemínimodeSaúde SexualeReprodutivaeHIV; • Identificarosdistritosdemaiorrisco deeclosãodedoençasemsituaçãode emergência •prontidãoeresposta Melhorar adequadaaosdoentescronicos(HIV, tensãoarterial,diabetes,tuberculose) nazonasderisco Prontidão MISAU Instituições
• Manteravigilânciaderotinapósepidemia; • Recolhereconservarmaterialusadopara atendimentohospitalar; • Assegurarofuncionamentonormaldas unidadessanitáriasquetenhamsido afectadas/destruídas(aprovisionamentode medicamentos,equipamentoshospitalares, tendashospitalares,pessoalmédicoedesaúde ereconstruçãodeunidadessanitárias destruídas).Recuperação
• Proverserviçosdesaúdesexual ereprodutiva,incluindocasos dedoençascronicas(HIV, tensãoarterial,diabetes, tuberculose);Distribuirredes mosquiteirascom inseticidas;Garantirassistência específicaamulheresgrávidas, criançaseidosos; • Proverkitsdesaúdesexuale reprodutiva,incluídokitsde profilaxiapósexposiçãopara casodeviolaçãosexualdevido àaltavulnerabilidadedestas comunidades • Monitoraracontinuidadedo tratamentodepessoascom doençascrónicas(HIV,tensão arterial,diabetes) • Manterostockdeprodutos terapêuticos,suplementos alimentaresenutricionais (ATPU,ASPU,F75e(c crónicas. • Asseguraranutriçãoe tratamentodedoentescrónicos (HIV,tensãoarterial,diabetes)Resposta
• Melhoraracapacidadededeteção precocedasdoençascompotencial epidémico,atravésdaintensificaçãoda vigilânciaepidemiológica; • Identificaretreinarativistas,bem comooutropessoaltécnicodesaúde paraaprestaçãodecuidadosmédicos básicosaspopulaçõesemsituaçãode emergência; • Pré-posicionarmatériasdesaúdee nutriçãoparatratarcriançascom desnutriçãoaguda,graveemoderada (kitdemedicamentoseinsumos); • Manterostockmínimopara tratamentodecriançascomdesnutri tiçãoagudagrave(DAG)com desnutriçãoagudamoderada(DAM); • Capacitarosprofissionaisdesaúdena provisãodopacotemínimodeSaúde SexualeReprodutivaeHIV; • Identificarosdistritosdemaiorrisco deeclosãodedoençasemsituaçãode emergência •prontidãoeresposta Melhorar adequadaaosdoentescronicos(HIV, tensãoarterial,diabetes,tuberculose) nazonasderiscoProntidão
MISAUInstituições
Texto do artigo · p. 56 •Manteravigilânciaderotinapósepidemia; •Recolhereconservarmaterialusadopara
Texto do artigo · p. 56 •Assegurarofuncionamentonormaldas
Texto do artigo · p. 56 unidadessanitáriasquetenhamsido
Texto do artigo · p. 56 afectadas/destruídas(aprovisionamentode
Texto do artigo · p. 56 medicamentos,equipamentoshospitalares,
Texto do artigo · p. 56 tendashospitalares,pessoalmédicoedesaúde
Texto do artigo · p. 56 ereconstruçãodeunidadessanitárias
Texto do artigo · p. 56 atendimentohospitalar;
Texto do artigo · p. 56 destruídas).
Texto do artigo · p. 56 MIxual
Texto do artigo · p. 56 asos
Texto do artigo · p. 56 IV,
Texto do artigo · p. 56 etes,
Texto do artigo · p. 56 edes
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Texto do artigo, página 25: CONSELHO DE MINISTROS
  2. Texto do artigo, página 25: Resolução n.º 50/2019
  3. Texto do artigo, página 25: de 31 de Dezembro
  4. Texto do artigo, página 25: Tornando-se necessário aprovar o Plano Anual de Contingência 2018-2019, que serve de base para o processo de mitigação e gestão de desastres, ao abrigo do artigo 12 da Lei n.º 15/2014, de 20 de Junho, que aprova o regime jurídico da gestão das Calamidades, o Conselho de Ministros determina:
  5. Número ou marcador, página 25: Artigo 1. É aprovado o Plano Anual de Contingência 2018-2019, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
  6. Número ou marcador, página 25: Art. 2. A presente Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
  7. Texto do artigo, página 25: Aprovada pelo Conselho de Ministros, aos 20 de Novembro de 2019.
  8. Texto do artigo, página 25: Publique-se. O Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.
  9. Texto do artigo, página 26: REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE CONSELHO DE MINISTROS
  10. Texto do artigo, página 26: REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE CONSELHO DE MINISTROS
  11. Texto do artigo, página 26: PLANO ANUAL DE CONTINGÊNCIA 2019
  12. Texto do artigo, página 26: PLANO ANUAL DE CONTINGÊNCIA 2019
  13. Texto do artigo, página 26: Aprovado pela 36ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, aos 20 de Novembro de 2019
  14. Texto do artigo, página 26: Aprovado pela 36ª Sessão Ordinaria do Conselho de Ministros, aos 20 de Novembro de 2018
  15. Texto do artigo, página 26: 1
  16. Texto do artigo, página 27: ACRÓNIMOS
  17. Texto do artigo, página 27: Siglas
  18. Texto do artigo, página 27: ANPS - Avaliação de Necessidade Pós-calamidades ANE – Administração Nacional de Estradas ARA – Administrações Regionais de Águas CCGC - Conselho Coordenador de Gestão de Calamidades CVM - Cruz Vermelha de Moçambique CLGRC - Comités Locais de Gestão do Risco de Calamidades CTPGC - Conselho Técnico Provincial de Gestão de Calamidades CTGC - Conselho Técnico de Gestão de Calamidades CENOE - Centro Nacional Operativo de Emergência COEs – Centros Operativos de Emergência CA - Centro de Acomodação CEGC - Comités Escolares de Gestão de Calamidades DPEC – Direcção Provincial de Educação e Cultura DAG - Desnutrição Aguda Grave DAM - Desnutrição Aguda Moderada DNGRH - Direcção Nacional de Gestão de Recursos Hídricos DNSA – Direcção Nacional dos Serviços Agrários DPGCAS - Direcção Provincial do Género, Criança e Acção Social DRN - Direcção Regional Norte DRC – Direcção Regional Centro DRS – Direcção Regional Sul ENSO - El Niño Oscilação Sul FADM – Forças Armadas de Defensa de Moçambique FAO – Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação FNUAP – Fundo das Nações Unidas de Apoio a População FORCOM - Fórum das Rádios Comunitárias GABINFO - Gabinete de Informação GACOR - Gabinete de Coordenação do Reassentamento GRC - Gestão do Risco de Calamidades HCB - Hidroeléctrica de Cahora Bassa
  19. Texto do artigo, página 27: 4
  20. Texto do artigo, página 28: HCT - Equipa Humanitária Nacional HCTWG – Grupo de Trabalho da Equipa Humanitária Nacional INAM – Instituto Nacional de Meteorologia ICS - Instituto de Comunicação Social INGC – Instituto Nacional de Gestão de Calamidades JFM – Janeiro-Fevereiro-Março MIC – Ministério da Indústria e Comércio MTC – Ministério dos Transporte e Comunicações MOPHRH – Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos MITADER – Ministério da Terra Ambiente e Desenvolvimento Rural MASA - Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar MISAU – Ministério da Saúde MINEDH- Ministério de Educação e Desenvolvimento Humano MINT - Ministério do Interior MDN - Ministério da Defesa Nacional MGCAS - Ministério do Gênero, Criança e Acção Social OFDA – Gabinete para Assistência de Desastres no Exterior dos EUA OIM – Organização Internacional para as Migrações OND – Outubro-Novembro-Dezembro OMS – Organização Mundial da Saúde PRM – Polícia da República de Moçambique PQG - Programa Quinquenal do Governo PC - Plano de Contingência PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento PMA – Programa Mundial de Alimentação SARCOF - Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática SAC - Sistema de Aviso de Cheias SSTs - Temperaturas da Superfície do Mar (sigla em inglesa) SADC – Comunidade para o Desenvolvimento da África Austral SETSAN - Secretariado Técnico de Segurança Alimentar SDGCAS – Serviços Distritais do Género, Criança e Acção Social
  21. Texto do artigo, página 29: SMS - Serviço de Mensagens Curtas UNAPROC - Unidade Nacional de Protecção Civil UNHABITAT – Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos UNICEF – Fundo das Nações Unidas para a Infância VBG - Violência Baseada no Género ZCIT - Zona de Convergência Intertropical
  22. Texto do artigo, página 30: SUMÁRIO EXECUTIVO
  23. Texto do artigo, página 30: Moçambique é um país com uma elevada frequência, alternância e intensidade de eventos extremos, sobretudo ciclones, cheias, secas, epidemias e Sismos. A vulnerabilidade do País a estes eventos resulta da sua localização a jusante de nove rios internacionais, da existência de zonas sísmicas activas, de zonas áridas e semiáridas e ainda pelo facto do Pais possuir uma extensa zona costeira que sofre a influência de ciclones tropicais e de perdas e ganhos excessivos de humidade.
  24. Texto do artigo, página 30: Ao abrigo do disposto no Artigo 12 da Lei nº15/2014 (Lei de Gestão de Calamidades), o Governo elabora anualmente Planos de Contingência para a mitigação e gestão do risco de desastres que contempla intervenções intersectoriais para uma rápida resposta e recuperação resiliente pósdesastres.
  25. Texto do artigo, página 30: A previsão climática sazonal para a época 2018-2019 na SADC, divulgada em Agosto de 2018 pelo Fórum Regional de Previsão Climática para a África Austral (SARCOF), foi ajustada para o contexto climatológico de Moçambique e interpretada para a hidrologia, agricultura e Saúde.
  26. Texto do artigo, página 30: Deste modo, a previsão climática para Moçambique indica, para o período Outubro-NovembroDezembro (OND) de 2018, a probabilidade de ocorrência de chuvas normais com tendência para abaixo do normal nas regiões Sul e Centro do País, exceptuando as províncias da Zambézia (partes central e norte) e Tete (extremo nordeste)
  27. Texto do artigo, página 30: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2019, há probabilidade de ocorrência de chuvas normais com tendência para abaixo de normal nas zonas Sul e Centro do País.
  28. Texto do artigo, página 30: O prognóstico hidrológico, paro período de Outubro-Novembro-Dezembro de 2018, aponta a possibilidade de um Risco Moderado de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Savane, Licungo, Meluli, Megaruma, Messalo e Lugenda.
  29. Texto do artigo, página 30: No período de Janeiro-Fevereiro-Março de 2019, prevê-se: (i) Risco Moderado de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Mutamba, Inhanombe, Buzi, Pungue, Zambeze, Lurio, Meluli, Mecuburi , Ligonha, Monapo e Lugenda; (ii) Risco Moderado a Alto de cheias nas Bacias hidrográficas Savane, Licungo e Montepuez; e (iv) Risco Alto de Cheias nas Bacias Hidrográficas de Megaruma e Messalo.
  30. Texto do artigo, página 30: O Sector de Agricultura prevê que, no período Outubro-Novembro-Dezembro de 2018 as necessidades hídricas poderão ser baixa muito baixas em algumas províncias, em quase toda a extensão do Pais, excepto algumas partes do planalto da Zambézia onde se espera um índice moderado (70 à 90%).
  31. Texto do artigo, página 30: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2019 está prevista uma melhoria significativa nas regiões Norte e Centro onde o índice das necessidades hídricas das culturas será alto (91 à 100%). Na região Sul, espera-se a prevalência de um índice muito baixo (0 à 50%) à baixo (51 à 70%) para satisfação hídrica das culturas, com maior destaque para as províncias de Maputo e Gaza.
  32. Texto do artigo, página 30: A elaboração do presente Plano Nacional de Contingência envolveu intervenientes intersectoriais de nível local e nacional, incluindo os parceiros de cooperação.
  33. Texto do artigo, página 30: O presente plano prevê três cenários de população em risco:
  34. Texto do artigo, página 30: Cenário I – Um total de 875 791 pessoas em risco de serem afecatadas por ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas. Cenário II – Fenómenos do Cenário I adicionados a ocorrência de cheias de magnitude alta e ciclones, elevando para 1 540 560 o número de pessoas em risco.
  35. Texto do artigo, página 31: Cenário III - Combinação do Cenário II acrescido a ocorrencia de sismos, totalizando 1.746.630 o número de pessoas em risco.
  36. Texto do artigo, página 31: Com base nas análises técnicas feitas, associadas as experiências dos anos anteriores, chegou-se a conclusão de que o Cenário II é o mais provável de ocorrer no Pais sem, contudo, descartar a possibilidade de ocorrência do cenário extremo. Outro factor a ter em conta, na época 2018/2019, é a situação da insegurança alimentar e nutricional que está a afectar pelo menos 162.945 famílias que necessitam de assistência imediata para fortalecer a sua capacidade de resiliência.
  37. Texto do artigo, página 31: O orçamento global projectado para o Cenário II do Plano presente de Contingência é de cerca de
  38. Texto do artigo, página 31: 1.3 mil milhões de meticais. O Governo inscreveu no Orçamento do Estado 2019 cerca de 206 milhões de Meticais para o Plano de Contingência, o que significa que o défice para operacionalização do actual Plano de Contingência é de 1.1 mil milhões meticais que necessitam de ser mobilizados.
  39. Texto do artigo, página 31: Outubro de 2018
  40. Número ou marcador, página 32: 1. INTRODUÇÃO
  41. Texto do artigo, página 32: O Plano Anual de Contingência é o documento oficial do Governo de Moçambique que serve de base para o processo de coordenação, resposta e gestão de eventos extremos, sendo os mais frequentes as cheias, ciclones, epidemias e secas. Este documento é elaborado anualmente pelo Conselho Técnico de Gestão de Calamidades (CTGC)1, com o envolvimento da Equipa Humanitária Nacional (HCT)2. Os pressupostos para a elaboração do Plano de Contingência são: o balanço da época chuvosa anterior, a previsão climática sazonal3 e a sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde.
  42. Texto do artigo, página 32: O Plano de Contingência (PC) para a época 2018-2019 tem como objectivos Reduzir a perda de vidas humanas e destruição de infraestruturas vitais em Moçambique, assim como assegurar a rápida assistência humanitária e a normalização da vida dos afectados pelos eventos extremos. Neste sentido, este PC destaca os seguintes aspectos:
  43. Texto do artigo, página 32: • Principais ameaças susceptíveis de causar situações de emergência; • Zonas de risco e possíveis impactos; • Actividades sectoriais de prontidão, resposta e recuperação; • Recursos disponíveis e necessários para a resposta e gestão de desastres.
  44. Texto do artigo, página 32: O Plano de Contingência é elaborado em moldes descentralizado a partir de dados colhidos e sistematizados a nível distrital e provincial. A globalização dos dados é feita pelo Conselho Técnico de Gestão de Calamidadesa, nível central, num processo que culmina com a sua aprovação pelo Conselho de Ministros.
  45. Texto do artigo, página 32: 1 Integram o CTGC sectores ou instituições do Governo ligadas a prevenção, gestão e redução do risco de desastres 2 A HCT é constituída pelas Agências do Sistema das Nações Unidas e Organizações da Sociedade Civil que trabalham na área de redução do Risco de Desastres. 3 A previsão Climática Sazonal é feita anualmente em Agosto pelo Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática (SARCOF) e mostra a provável distribuição espacial da quantidade e queda de chuvas na SADC entre os meses de Outubro e Março.
  46. Número ou marcador, página 33: 2. BALANÇO DA ÉPOCA CHUVOSA 2017/2018
  47. Texto do artigo, página 33: 2.1 Situação Meteorológica
  48. Texto do artigo, página 33: A percentagem da precipitação observada de Outubro a Dezembro (OND) de 2017 no território nacional esteve próximo do normal climatológico, exceptuando as províncias da região sul do país e parte da província de Manica, onde a precipitação esteve abaixo do normal. Grande parte das províncias de Nampula e Cabo Delgado, registaram precipitação acima do normal, conforme ilustrado na Figura 1 (a e b).
  49. Texto do artigo, página 33: No período de Janeiro à Março (JFM) 2018, o País registou queda normal de chuvas, excepto parte da província de Cabo Delgado, parte central da província de Nampula e a faixa costeira da província de Maputo, onde se registou chuvas acima do normal. Grande parte das províncias de Gaza e Tete registaram chuvas abaixo do normal climatológico - Ver Mapas 1a e 1b.
  50. Texto do artigo, página 33: Figura 1(a): Avaliação percentual da precipitação Figura 1(b): Avaliação percentual da precipitação registada em relação a normal climatológica, registada em relação a normal climatológica, OND de 2017 JFM de 2018.
  51. Texto do artigo, página 33: 2.2 Avaliação do Ano Hidrológico 2017/2018
  52. Texto do artigo, página 33: A época chuvosa 2017/2018 foi caracterizada por escoamentos moderados a altos. Durante o período de OND de 2017, as bacias do Meluli, Messalo e Megaruma atingiram o nível de alerta, tendo esta última provocado inundações e corte de estrada entre os distritos de Mecúfi e Chiure.
  53. Texto do artigo, página 33: No período de JFM 2018, houve registo de escoamentos baixos nas bacias indicadas, o que corresponde ao resultado previsto em relação aos escoamentos. As bacias de Maputo, Limpopo, Save, Gorongosa e Lúrio, incluindo as bacias costeiras de Nampula registaram inundações moderadas.
  54. Texto do artigo, página 33: Das 8 bacias previstas para a ocorrência de cheias de risco moderado a alto, 7 registaram escoamentos altos, causando inundações moderadas a altas.
  55. Texto do artigo, página 33: Em relação às zonas urbanas, houve registo de inundações nas cidades de Maputo, Matola, Beira e Quelimane e erosão nas cidades de Chimoio, Nampula, Nacala e Tete.
  56. Texto do artigo, página 33: 2.3 Avaliação Geral da Campanha Agrícola 2017/18
  57. Texto do artigo, página 33: Durante a primeira época da campanha agrícola, a sementeira cobriu cerca de 87% da área planificada (5,2 milhões de hectares). Todavia, houve registo de perdas num total de 274.742 hectares de culturas diversas, devido ao efeito combinado de inundações, estiagem e pragas. A área total perdida corresponde cerca de 5,2% da área total semeada.
  58. Texto do artigo, página 34: 2.4 Impacto dos fenómenos ocorridos na época chuvosa 2017/2018
  59. Texto do artigo, página 34: O Pais registou um total 152.246 pessoas afectadas, 21.774 casas destruidas (das quais 14.461 parcialmente e 7.313 totalmente), 664 salas de aulas destruídas (das quais 463 parcialmente e 201 totalmente), 18 unidades sanitárias e 5 sistemas de abastecimento de água afectados, sobretudo por chuvas e ventos fortes e pela passagem de uma depressão tropical com impactos significativos na zona norte do País.
  60. Número ou marcador, página 34: 3. PREVISÃO CLIMÁTICA SAZONAL 2018/2019
  61. Texto do artigo, página 34: 3.1 Antevisão da precipitação para o período de outubro 2018 à março 2019
  62. Texto do artigo, página 34: O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) prognostica para o período OND 2018 uma maior probabibilidade de ocorrência de:
  63. Texto do artigo, página 34: i. Chuvas normais com tendência para acima do normal em toda a extensão das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Nampula, e os distritos a norte da província da Zambézia ii. Chuvas normais para os dsitritos a leste-nordeste de Tete, centro oeste e leste da Zambézia e; iii. Chuvas normais com tendência para abaixo do normal na maior extensão da província de Tete e sul da Zambézia e toda a extensão das províncias de Manica, Sofala, Inhambane, Gaza e Maputo.
  64. Texto do artigo, página 34: Instituto Nacional de Meteorologia Previsão Climática Sazonal: OND 2018-19 N Legenda Chuvas normais com tendência para acima do normal Chuvas normais Chuvas normais com tendência para abaixo do normal 0 100 200 300 400 km Elaborado a 28 de Agosto de 2018
  65. Texto do artigo, página 34: Figura 2(a): Previsão da precipitação para o período OND 2018.
  66. Texto do artigo, página 34: Instituto Nacional de Meteorologia Previsão Climática Sazonal: JFM 2019 Legenda Chuvas normais com tendência para acima do normal Chuvas normais com tendência para abaixo do normal 0 100 200 300 400 km Elaborado a 28 de Agosto de 2018
  67. Texto do artigo, página 34: Para o período JFM de 2019, o INAM prevê maior probabilidade de ocorrência de:
  68. Texto do artigo, página 34: I. Chuvas normais com tendência para acima do normal nas províncias de Cabo Delgado, Nampula e norte a centoleste de Niassa; II. Chuvas normais com tendência para abaixo do normal para a parte oeste e sul da província do Niassa e oeste de Nampula e a totalidade das províncias da Zambézia, Tete, Manica, Sofala, Inhambane, Gaza e Maputo.
  69. Texto do artigo, página 34: Figura 2 (b): Previsão da precipitação para JFM 2019.
  70. Texto do artigo, página 35: 3.2. PREVISÃO HIDROLÓGICA
  71. Texto do artigo, página 35: 3.2.1Análise de Risco de Cheias nas Bacias Hirográficas Os pressupostos considerados para a elaboração da previsão hidrológica foram os seguintes: i. Interpretação quantitativa das previsões do SARCOF e do INAM; ii. Índice de humidade do solo; iii. Nível de enchimento das albufeiras nacionais e dos países a montante e; iv. Nível de vulnerabilidade das bacias em relação às infraestruturas de defesa. Para o período, OND 2018 prevê-se risco baixo de ocorrência de cheias em todas as bacias hidrográficas com excepção das bacias de Save, Licungo, Meluli, Megaruma, Messalo e Lugenda que apresentam risco moderado de ocorrência de cheias. Figura 3(a): previsão de risco de ocorrência de cheias para OND-2018. Para o período JFM 2019, prevê-se: • Risco Baixo de Ocorrência de Cheias nas bacias hidrográficas do Maputo, Umbeluzi, Incomati, Limpopo, Inharrime, Govuro e Save. • Risco Moderado de Ocorrência de Cheias nas bacias hidrográficas do Inhanombe, Mutamba, Buzi, Pungue, Zambeze, Costeira da províncias de Nampula, Lurio e Lugenda. • Risco Moderado a Alto de Ocorrência de cheias nas bacias do Savene (1), Licungo (2) e Montepuez (4). • Risco Alto de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas do Megaruma (3) e Messalo (5). Figura 3(b): Previsão de risco de ocorrência de cheias para e JFM-2019. 3.2.2 Análise de riscos de cheias Urbanas
  72. Texto do artigo, página 35: A análise de risco de cheias urbanas compreende os períodos Outubro de 2018 à Março de 2019. Para a elaboração da previsão de ocorrência de inundações urbanas foram considerados os seguintes pressupostos: (i) interpretação quantitativa das previsões do SARCOF e do INAM, (ii) topografia do terreno e (iii) existência de infraestruturas de drenagem.
  73. Texto do artigo, página 36: 14
  74. Texto do artigo, página 36: Fomento,Liberdade,Luis
  75. Texto do artigo, página 36: MatolaA,J,H,DeF,
  76. Texto do artigo, página 36: RiscoModeratoAltoRiscoAlto
  77. Texto do artigo, página 36: AcordosdeLuzaka,
  78. Texto do artigo, página 36: Maputo/Ma25deJunhoA,
  79. Texto do artigo, página 36: CidadeasUrbanas
  80. Texto do artigo, página 36: Quadro1:AnálisederiscosdecheiasUrbanas
  81. Texto do artigo, página 36: Cabral,ChamanculoC&
  82. Texto do artigo, página 36: B,Xipamanine,Aerporto
  83. Texto do artigo, página 36: CostadoSol,Mutanhana
  84. Texto do artigo, página 36: Mafalala,Urbanização,
  85. Texto do artigo, página 36: A&B,Munhuana,
  86. Texto do artigo, página 36: eNkobe
  87. Texto do artigo, página 36: PatricioLumumba,S.
  88. Texto do artigo, página 36: MachavaA,Matola
  89. Texto do artigo, página 36: Damanso,Singatela,
  90. Texto do artigo, página 36: UnidadeD,Valede
  91. Texto do artigo, página 36: Gare,Ndlavela,
  92. Texto do artigo, página 36: Trevo,Tsalala,
  93. Texto do artigo, página 36: Infulene
  94. Texto do artigo, página 36: ZonasUrbanas RiscoAlto MatolaA,J,H,DeF, Fomento,Liberdade,Luis Cabral,ChamanculoC& B,Xipamanine,Aerporto A&B,Munhuana, Mafalala,Urbanização, CostadoSol,Mutanhana eNkobe BairrosNdunda,Manga Mascarrenha,Vaz, Munhava, Macurrungo,Chipangara, Chaimite(PraiaNova)e Maraza RiscoModeratoAlto 25deJunhoA, AcordosdeLuzaka, MachavaA,Matola Gare,Ndlavela, PatricioLumumba,S. Damanso,Singatela, Trevo,Tsalala, UnidadeD,Valede Infulene Pioneiros,Matacuane, Mananga,Chota, MunhavaeEsturro RiscoModerado Bairrosdo Matadouro,Vila Massane, Mungassa, Inhamizua, Chingussurae Nhaconjo RiscoBaixo Mucatine,Boquisso, Muhalaze,Mali,Momemo, 1°deMaio,MatolaB, PolanaCimentoAeB, CentralAeB,Maxaquene CeD,ChamanculoA, FPLM,MavalaneB, Nsalene,Sommerschielde Coop AltodaManga,Pontagea e,Macuti Cidade Maputo/Matola Beira
    ZonasUrbanasRiscoAltoMatolaA,J,H,DeF, Fomento,Liberdade,Luis Cabral,ChamanculoC& B,Xipamanine,Aerporto A&B,Munhuana, Mafalala,Urbanização, CostadoSol,Mutanhana eNkobeBairrosNdunda,Manga Mascarrenha,Vaz, Munhava, Macurrungo,Chipangara, Chaimite(PraiaNova)e Maraza
    RiscoModeratoAlto25deJunhoA, AcordosdeLuzaka, MachavaA,Matola Gare,Ndlavela, PatricioLumumba,S. Damanso,Singatela, Trevo,Tsalala, UnidadeD,Valede InfulenePioneiros,Matacuane, Mananga,Chota, MunhavaeEsturro
    RiscoModeradoBairrosdo Matadouro,Vila Massane, Mungassa, Inhamizua, Chingussurae Nhaconjo
    RiscoBaixoMucatine,Boquisso, Muhalaze,Mali,Momemo, 1°deMaio,MatolaB, PolanaCimentoAeB, CentralAeB,Maxaquene CeD,ChamanculoA, FPLM,MavalaneB, Nsalene,Sommerschielde CoopAltodaManga,Pontagea e,Macuti
    CidadeMaputo/MatolaBeira
  95. Texto do artigo, página 36: MunhavaeEsturro BairrosNdunda,Manga
  96. Texto do artigo, página 36: Mascarrenha,Vaz,
  97. Texto do artigo, página 36: Macurrungo,Chipangara,
  98. Texto do artigo, página 36: Chaimite(PraiaNova)e
  99. Texto do artigo, página 36: Munhava,
  100. Texto do artigo, página 36: Maraza
  101. Texto do artigo, página 36: BeiraPioneiros,Matacuane,
  102. Texto do artigo, página 36: Mananga,Chota,
  103. Texto do artigo, página 37: CidadeZonasUrbanas
  104. Texto do artigo, página 37: AnálisederiscosdecheiasUrbanas
  105. Texto do artigo, página 37: ZonasUrbanas RiscoAlto Aeroporto,Santagua, Cansa,Samugué, Manhaua,Brandão, Micajune,VilaPita, Torrone RiscoModeratoAlto Icídua,7deAbril, Floresta RiscoModerado Sanpene,3de Fevereiro,Coalane RiscoBaixo Cololo,MinganomFilipe SamuelMagia,Namuinho Cidade Quelimane
    ZonasUrbanasRiscoAltoAeroporto,Santagua, Cansa,Samugué, Manhaua,Brandão, Micajune,VilaPita, Torrone
    RiscoModeratoAltoIcídua,7deAbril, Floresta
    RiscoModeradoSanpene,3de Fevereiro,Coalane
    RiscoBaixoCololo,MinganomFilipe SamuelMagia,Namuinho
    CidadeQuelimane
  106. Texto do artigo, página 37: Floresta Aeroporto,Santagua,
  107. Texto do artigo, página 37: Manhaua,Brandão,
  108. Texto do artigo, página 37: Micajune,VilaPita,
  109. Texto do artigo, página 37: Cansa,Samugué,
  110. Texto do artigo, página 37: iscoModeradoRiscoModeratoAltoRiscoAlto
  111. Texto do artigo, página 37: Torrone
  112. Texto do artigo, página 37: evereiro,Coalane Icídua,7deAbril,
  113. Texto do artigo, página 37: Quelimaneanpene,3de
  114. Texto do artigo, página 38: 3.2.3 Análise da Situação de Armazenamento
  115. Texto do artigo, página 38: Para as regiões Sul e Centro do País, em particular nas albufeiras das barragens dos Pequenos Libombos, Corumana, Massingir, Chicamba e Cahora Bassa não se prevê atingir o Nível de Pleno Armazenamento (NPA), contrariamente as albufeiras da região norte nomeadamente: Nampula, Nacala e Chipembe, que poderão atingir no segundo período da época chuvosa – ver tabela...
  116. Texto do artigo, página 38: Tabela 1:Capacidade de armazenamento actual e prevista até ao final da época chuvosa 2018/19 para as principais albufeiras nacionais.
  117. Texto do artigo, página 38: Regiao Barragens Capacidade de Armazenameto (%) Actual Previsão até Abril de 2019 Sul Pequenos Libombos 27 50 Corumana 46 70 Massingir 50 80 Centro Chicamba 72 90 Cahora Bassa 77 95 Norte Nampula 96 100 Nacala 96 100 Chipembe 98 100
    RegiaoBarragensCapacidade de Armazenameto (%)
    ActualPrevisão até Abril de 2019
    SulPequenos Libombos2750
    Corumana4670
    Massingir5080
    CentroChicamba7290
    Cahora Bassa7795
    NorteNampula96100
    Nacala96100
    Chipembe98100
  118. Texto do artigo, página 38: Tabela 1:Capacidade de armazenamento actual e prevista até ao final da época chuvosa
  119. Texto do artigo, página 38: 2018/19
  120. Texto do artigo, página 38: 3.3 Interpretação da previsão da época chuvosa 2018/2019 na agricultura Para a elaboração do cenário agrícola, foram considerados os seguintes pressupostos:
  121. Texto do artigo, página 38: i. Interpretação quantitativa da previsão climática sazonal do INAM; ii. Dados históricos da precipitação acumulada de Outubro a Dezembro e de Janeiro a Março; iii. Dados históricos da Evapotranspiração Potencial (ETP) acumulada para iguais períodos e; iv. Décadas de sementeiras. Para o período OND 2018, prevê-se:
  122. Texto do artigo, página 38: OND_2018 INSH (%) ≤ 50 (Muito baixo) 51 - 70 (Baixo) 71 - 90 (Moderado)
  123. Texto do artigo, página 38: Na região Norte, província de Cabo Delgado, índice muito baixo, até 51% de satisfação das necessidades hídricas das culturas; Índice baixo (51 à 70%) para Nampula e índice baixo a moderado (71 à 90%) para província de Niassa.
  124. Texto do artigo, página 38: Na região Centro, províncias de Manica, Sofala, Tete e Zambézia índice baixo (51 à 70%) de satisfação das necessidades hídricas das culturas, com excepção da parte central da província de Tete que espera-se índice muito baixo, até 50% e o planalto da Zambézia que espera-se índice moderado (70 à 90%).
  125. Texto do artigo, página 38: Na região Sul, províncias de Inhambane, Gaza e Maputo apresentam em geral índice muito baixo, até 50% de satisfação das necessidades hídricas das culturas.
  126. Texto do artigo, página 39: Figura 4 (a): Necessidades hídricas das culturas (NHC) para OND 2018.
  127. Texto do artigo, página 39: JFM_2019 ISNH (%) 0 - 50 (muito baixo) 51 - 70 (baixo) 71 - 90 (moderado) 91 - 100 (alto)
  128. Texto do artigo, página 39: Para o período JFM 2019, em geral prevê-se: Melhoria significativa na região Norte onde o índice de satisfação das necessidades hídricas das culturas será alto (91 à 100%).
  129. Texto do artigo, página 39: Na região Centro, (províncias de Sofala, Manica, Zambézia e planalto de Tete) prevê-se índice alto (91 à 100%) e na província de Tete em geral, espera-se índice baixo (51 à 70%) à moderado (71 à 90%).
  130. Texto do artigo, página 39: Na região Sul, prevê-se a prevalência de índice muito baixo (0 à 50%) à baixo (51 à 70%), nas províncias de Maputo e Gaza e Inhambane.
  131. Texto do artigo, página 39: Figura 4 (b): Necessidades hídricas das culturas (NHC) para JFM 2019.
  132. Texto do artigo, página 39: 3.3.1 Recomendações Agro-técnicas a serem observadas:
  133. Texto do artigo, página 39: Região Sul - Sementeiras tardias e escalonadas, usando variedades de ciclo curto, para que as necessidades hídricas sejam satisfeitas principalmente no período JFM.
  134. Texto do artigo, página 39: Região Centro - sementeiras tardias e uso de variedades de ciclo curto e médio para que as necessidades hídricas sejam satisfeitas, principalmente na fase vegetativa e de floração que deve coincidir com a transição do período OND e JFM.
  135. Texto do artigo, página 39: Região Norte - Sementeiras tardias com variedades de ciclo curto e médio.
  136. Texto do artigo, página 39: No geral deve-se fazer o aproveitamento máximo e integral das zonas baixas e húmidas com variedades de ciclo curto, devendo-se dar maior atenção às zonas de eclosão de pragas/doenças.
  137. Texto do artigo, página 39: Nas regiões de risco de escassez de precipitação, é fundamental assegurar a existência de stock de forragem.
  138. Texto do artigo, página 39: 3.4 Interpretação da previsão da época chuvosa 2018/2019 na saúde
  139. Texto do artigo, página 39: 3.4.1. Impacto na saúde- Previsão de ocorrência de casos de malária no país
  140. Texto do artigo, página 39: Para a elaboração do risco de casos de malária, foram considerados os seguintes pressupostos:
  141. Texto do artigo, página 39: • Interpretação quantitativa da previsão climática sazonal do INAM; • Dados de precipitação acumulada de Outubro a Dezembro e de Janeiro a Março (período de 2000 a 2017); • Dados de casos de malária agregados pelos trimestres de Outubro a Dezembro e de Janeiro a Março (período de 2000 a 2017).
  142. Texto do artigo, página 40: Com base nos pressupostos acima, prevê-se para o período de OND 2018:
  143. Texto do artigo, página 40: Ocorrencia de Malaria Baixo Moderado Alto
  144. Texto do artigo, página 40: • Alto risco de ocorrência de casos de malária em algumas regiões do país, principalmente no litoral das províncias de Cabo Delgado, Nampula, Zambezia e Maputo; • Risco moderado de casos de malária, nas províncias de Niassa, Nampula, Zambézia, Manica, Gaza e Maputo; • Baixo risco de ocorrência de casos de malária em quase toda extensão oeste, do sul ao norte.
  145. Texto do artigo, página 40: Figura 5(a): Risco de casos de Malária no período OND. Para o período JFM 2019, prevê-se:
  146. Texto do artigo, página 40: Ocorrencia de Malaria Baixo Moderado Alto
  147. Texto do artigo, página 40: ▪ Alto risco de ocorrência de casos de malária nas províncias de Zambézia e Nampula, principalmente ao nível da região costeira; ▪ Risco moderado de casos de malária, em todo o país, do sul ao norte do país, principalmente nas províncias do oeste. ▪ Baixo risco de ocorrência de casos de malária na região sul e centro, principalmente nas províncias de Inhambane, Sofala e Manica.
  148. Texto do artigo, página 40: Figura 5(b): Risco de casos de Malária no período JFM 2019.
  149. Texto do artigo, página 40: 3.4.1 Previsão de ocorrência de casos de cólera no país
  150. Texto do artigo, página 40: Para a análise do risco de cólera foram considerados os seguintes pressupostos:
  151. Texto do artigo, página 40: • Dados nacionais referentes aos casos de cólera registados nos últimos cinco anos (20132017); • Dados de casos de cólera agregados e cumulativos dos trimestres OND e JFM durante o perído de 2013-2017.
  152. Texto do artigo, página 40: Os resultados da análise das previsões climáticas, mostram o seguinte: Possibilidade de ocorrência de casos de cólera em todo país, sendo que as províncias de CaboDelgado e Nampula apresentam risco alto, enquanto que as províncias da Zambezia e Tete apresentam risco moderado e risco baixo nas províncias de Inhambane, Gaza e Maputo.
  153. Número ou marcador, página 41: 4. ANÁLISE DO RISCO DE CALAMIDADES A análise de risco feita no presente plano de contingência respeita a definição clássica do risco4.
  154. Texto do artigo, página 41: 4.1 Principais Perigos
  155. Texto do artigo, página 41: A previsão climática sazonal para a época chuvosa e ciclónica 2018/2019 indica que, no geral, o País poderá registar chuvas normais com tendência para abaixo do normal nas regiões sul e centro, de Outubro 2018 a Março 2019. Para a zona norte, prevê-se chuvas normais com tendência para acima do normal durante a época chuvosa. Nos distritos a norte da província da Zambézia espera-se chuvas normais com tendência para acima do normal no período de OND 2018.
  156. Texto do artigo, página 41: As chuvas previstas poderão resultar em risco moderado a alto de cheias e inundações para as bacias hidrográficas do Savene, Licungo e Montepuez e risco alto para a bacia do Megaruma e Messalo na zona norte do país. Prevê-se ainda risco alto de cheias urbanas em algumas cidades importantes como Maputo, Matola, Beira e Quelimane.
  157. Texto do artigo, página 41: Contudo, a previsão de ocorrência de chuvas abaixo do normal para o período JFM-2019, principalmente nas províncias do Sul e Centro do país, poderá concorrer para a prevalência da Seca, agravando a situação da insegurança alimentar nomeadamente nas províncias de Gaza, Inhambane e Tete.
  158. Texto do artigo, página 41: O aquecimento das águas superficiais do Oceano Índico poderá contribuir para a formação de depressões e ciclones tropicais com algum impacto sobre as cidades e vilas costeiras do país. Igualmente, devido aos sistemas de baixas pressões de origem térmica na região Austral e Central de África, há probabilidade de ocorrência de vendavais e trovoadas.
  159. Texto do artigo, página 41: O País deverá estar preparado para responder a prováveis situações de epidemias (malária, doenças diarreicas, cólera), deslocados internos devido a combinação de fenómenos naturais extremos (cheias, ciclones, sismos) bem como surto de pragas (lagarta do funil do milho), que podem comprometer a produção agrícola em algumas zonas do País.
  160. Texto do artigo, página 41: 4.2 Factores de Vulnerabilidade
  161. Texto do artigo, página 41: A vulnerabilidade do País aos desastres resulta dos seguintes factores: (i) sua localização à jusante de nove rios internacionais; (ii) a existência de zonas áridas e semi-áridas; (iii) a longa extensão do território nacional localizada na zona de convergência intertropical, sujeita a perdas e ganhos excessivos de humidade; (iv) a extensa zona costeira que sofre a influência de ciclones tropicais e a existência de zonas sísmicas activas.
  162. Texto do artigo, página 41: No geral, a vulnerabilidade do país aos perigos naturais deve-se, aos seguintes aspectos:
  163. Texto do artigo, página 41: • A fraca implementação sistemática de medidas estruturais e não estruturais críticas de redução de risco de desastres; • A fraca capacidade institucional de prontidão, resposta e rápida recuperação pós emergências; • A existência e exposição de infra-estruturas críticas não resilientes nas zonas de elevado risco de desastres; • A ocupação das zonas de risco sem consideração às medidas de resiliência e de redução de risco;
  164. Texto do artigo, página 41: 4 A probabilidade de um evento acontecer vezes o impacto associado ao evento e inclui elementos de vulnerabilidade e exposição.
  165. Texto do artigo, página 42: • A fraca capacidade institucional para garantir aplicação das leis e políticas referentes ao planeamento físico e ordenamento territorial resultando na ocupação massiva das zonas de risco; • A insuficiência de infra-estruturas hidráulicas para a regulação dos caudais dos rios; • A inexistência ou deficiente funcionamento de sistemas de escoamento das águas pluviais e residuais; • A deposição de resíduos sólidos nas valas de drenagem e deficiente limpeza das mesmas.
  166. Texto do artigo, página 42: A vulnerabilidade do sector de infra-estruturas merece uma atenção especial devido ao impacto significativo que este sector tem ciclicamente registado, calculado em termos de danos cumulativos e custo de reconstrução.
  167. Texto do artigo, página 42: 4.3 Factores de Contenção
  168. Texto do artigo, página 42: A necessidade de adopção de medidas de redução de risco de desastres em Moçambique é contextual e de carácter socio-económico imperativo devido aos múltiplos e recorrentes choques que afectam o país, por um lado. Por outro, a integração de medidas de gestão e redução de risco de calamidades nas principais políticas públicas como o Programa Quinquenal do Governo 20152019 e o Plano Director para Redução do Risco de Desastres 2017-2030 reflectem os avanços e firmeza do Governo nesta direcção.
  169. Texto do artigo, página 42: De entre as medidas e acções realizadas pelo Governo e parceiros de cooperação que contribuem para a redução da vulnerabilidade, destacam-se as seguintes:
  170. Texto do artigo, página 42: • Repostas as infra-estruturas danificadas nas épocas chuvosas anteriores (Dique de Nante e Chokwé), incrementando a resiliência das mesmas. • Disponibilizadas plataformas móveis para a travessia de pessoas e bens materiais/equipamentos em caso de corte e interrupções de vias de acesso devido a ocorrência de chuvas intensas ou cheias. • Implementado o programa de reassentamento nas zonas seguras das Bacias Hidrográficas com maior riscos de inundação do País e outros assentamentos humanos propensos a inundações. • Operacionalizada a rede de estações do sistema de aviso de cheias, sendo 30 pluviométricas e 33 hidrométricas para a Monitoria Hidrológica. • Operacionalizado um Sistema de Aviso de cheias, baseado nas comunidades, que abarca 30 estações hidro-meteorológicas em 5 bacias hidrográficas (Limpopo, Save, Buzi, Licungo e Messalo) e é gerido por 127 Comités Locais de Gestão do Risco de Calamidades, • Operacionalização de 100 rádios comunitárias que usam línguas locais para a divugação de mensagens sobre as medidas preventivas e informações sobre a ocorrência de eventos extremos; • Criado o Programa de Apoio Social Directo Pós Emergência (PASD-PE) que visa reforçar a capacidade de resiliência das comunidades afectadas pelas calamidades no período pôsemergência
  171. Texto do artigo, página 43: • Capacitação contínua das comunidades através da criação e revitalização de Comités Locais de Gestão de Risco de Calamidades (CLGRC) em locais considerados mais propensos a eventos extremos; • Fortalecidos sistemas de gestão de informação e comunicação, como por exemplo com a introdução do sistema de comunicação Data Win. • Realização de exercícios anuais de simulação ao nível das províncias. • Disponibildiade de veículos aéreos não tripulados vulgo ‘’ drones’’ usados para avaliação rápida do impacto do desastre assim como mapeamento de áreas em risco.
  172. Texto do artigo, página 43: 4.4 Cenários
  173. Texto do artigo, página 43: 4.4.1 Cenário I
  174. Texto do artigo, página 43: O Cenário I é composto por ameaças de pequena magnitude, embora sejam localizadas, têm efeitos destrutivos nas camadas populacionais mais vulneráveis. Neste cenário incluem-se os (i) Ventos Fortes, (ii) Inundações localizadas nas Vilas e Cidades e (iii) a Seca.
  175. Texto do artigo, página 43: Em todo País poderão ocorrer ventos fortes, sistemas causados pelo forte aquecimento no continente, criando uma forte actividade convectiva e ocorrência de ventos fortes, acompanhados de trovoadas severas (descargas atmosféricas), aguaceiros e queda de granizo. Estes fenómenos são de curta duração e muito localizados, mas com alto poder destruitivo devido ao vento em forma de remoinho com movimento na vertical, destruindo basicamente a cobertura de edifícios e culturas. As Provinciais mais susceptíveis e com maior destaque são Maputo, Gaza, Sofala, Manica, Tete, Zambézia, Nampula, Niassa e Cabo Delgado. A provincia de Manica apresenta maior número de população em risco, pois olhando pelo histórico tem o registo de maior número de casos ocorrência de vendavais.
  176. Texto do artigo, página 43: As cidades de Maputo, Matola, Beira e Quelimane poderão registar inundacões urbanas devido a previsão de chuva intensa num curto período de tempo, associada a ocupação desordenada em alguns bairros e a fraca capacidade de escoamento das águas pluviais através do sistema de drenagem, e em alguns casos, a inexistência de infraestruturas para escoamento das águas plúvias.
  177. Texto do artigo, página 43: Por outro lado, espera-se a ocorrência de estiagem/stress hídrico, sobretudo nas regiões Sul e Centro do País, causado pelo atraso, irregularidade e má distribuição das chuvas durante a época chuvosa em análise, o que poderá afectar as diferentes fases das culturas em campo, comprometendo os níves de produção planificados.
  178. Texto do artigo, página 43: Neste contexto, estima-se que cerca de 875 791 pessoas possam estar em risco caso ocorram ventos fortes, inundações e seca - ver tabela 2.
  179. Texto do artigo, página 44: Tabela 2: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I
  180. Texto do artigo, página 44: Província População em Risco Ventos e chuvas fortes e Vendavais Inundações (Cidades e Vilas) Seca Total do Cenário I Niassa 4 050 1 000 0 5 050 Cabo Delgado 16 675 1 650 0 18 325 Nampula 19 855 12 895 0 32 750 Zambezia 30 864 13 381 48 000 92 245 Tete 3 278 468 166 317 170 063 Manica 33 049 0 42 500 75 549 Sofala 22 583 32 805 43 262 98 650 Inhamabane 2 080 3 170 66 119 71 369 Gaza 23 522 11 008 178 482 213 012 Maputo Provincia 12 400 6 600 38 500 57 500 Maputo Cidade 7 939 33 339 0 41 278 Total 176 295 116 316 583 180 875 791
    ProvínciaPopulação em Risco
    Ventos e chuvas fortes e VendavaisInundações (Cidades e Vilas)SecaTotal do Cenário I
    Niassa4 0501 00005 050
    Cabo Delgado16 6751 650018 325
    Nampula19 85512 895032 750
    Zambezia30 86413 38148 00092 245
    Tete3 278468166 317170 063
    Manica33 049042 50075 549
    Sofala22 58332 80543 26298 650
    Inhamabane2 0803 17066 11971 369
    Gaza23 52211 008178 482213 012
    Maputo Provincia12 4006 60038 50057 500
    Maputo Cidade7 93933 339041 278
    Total176 295116 316583 180875 791
  181. Texto do artigo, página 44: 4.4.2 Cenário II
  182. Texto do artigo, página 44: O Cenário II no Plano Nacional de Contingência resulta da combinação de todas as ameaças arroladas no Cenário I (ventos fortes, inundações localizadas nas Vilas e Cidades e Seca) adicionadas ao risco de cheias nas bacias hidrográficas e de ciclones. Neste cenário estima-se que 1.540.560 pessoas possam estar em risco, das quais, 357 195 em risco de cheias e 307 574 pessoas em risco de ciclones – (Tabela 5).
  183. Texto do artigo, página 44: A provincia de Nampula apresenta o maior numero de população em risco, pois este fenómeno ocorre com maior frequência e constitue um alto risco nesta região, considerando também a vulnerabilidade e exposição, principalmente os distritos que se localizam ao longo da costa. Entretanto, as provincias de Inhambane, Sofala, Zambézia e Cabo Delgado apresentam um risco médio a alto de probabilidade de ocorrencia de ciclones.
  184. Texto do artigo, página 44: A provincia de Gaza tem o risco baixo de probabilidade de ocorrência de ciclones. A província e cidade de Maputo, por se localizarem numa região subtropical os números foram estimados usando a probabilidade de ocorrência de um ciclone extratropical.
  185. Texto do artigo, página 44: As bacias hidrograficas da provincia de Cabo Delgado ( Messalo e Megarruma) poderão registar maior probabilidade de ocorrência de cheias de Risco Alto, embora apresentem número reduzido da população a ser afectada, em relação as bacias das provincias de Gaza , Sofala Zambézia e Tete. Estas bacias de Cabo Delgado ocupam uma área pequena e com menor densidade populacional.
  186. Texto do artigo, página 44: Ver tabela 3.
  187. Texto do artigo, página 45: Tabela 3: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário II
  188. Texto do artigo, página 45: Tabela 3: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário II 4.4.3 Cenário III O terceiro cenário (Cenário III) resulta da combinação do cenário II acrescido da probabilidade de ocorrência de sismos. Pelo que, neste cenário estima-se que 1 746 630 pessoas possam estar em risco, das quais pelo menos 206 070 em risco de sismos - Ver tabela 4. A análise do risco de sismo foi elaborada com base no histórico de abalos sísmicos e magnitude registados em Moçambique e países vizinhos, mapa de áreas de risco de sismo e de falhas geológicas de Moçambique. Deste modo usou-se como referência o sismo de magnitude 7.2 na Escala de Ritcher, que ocorreu aos 22 de Fevereiro de 2006, cujo epicentro foi em Chitobe, Distrito de Machaze, na Província de Manica. Como os sismos de grande magnitude afectam mais as grandes infraestruturas usou-se dados das capitais provinciais de modo a estimar a população em risco. Neste caso aplica-se o coeficiente de 0.1 (10%) do total da população para estimar a população em risco. Tabela 4: Províncias e Populações Vulneráveis as Calamidades do Cenário III
    ProvinciasCenário IRisco de CheiasRisco de CiclonesTotal do Cenário II
    Niassa5 0502 80007 850
    Cabo Delgado18 32518 90015 15052 375
    Nampula32 75040 875138 149211 774
    Zambezia92 24573 53545 940211 720
    Tete170 06317 6350187 698
    Manica75 54910 91444186 904
    Sofala98 65089 36258 581246 593
    Inhambane71 3692 83731 420105 626
    Gaza213 01290 3373 440306 789
    Maputo Provincia57 50010 0006 40073 900
    Maputo Cidade41 27808 05349 331
    Total875 791357 195307 5741 540 560
  189. Texto do artigo, página 45: Provincias Cenario I Risco de Cheias Risco de Ciclones Total do Cenario II Niassa 5 050 2 800 0 7 850 Cabo Delgado 18 325 18 900 15 150 52 375 Nampula 32 750 40 875 138 149 211 774 Zambezia 92 245 73 535 45 940 211 720 Tete 170 063 17 635 0 187 698 Manica 75 549 10 914 441 86 904 Sofala 98 650 89 362 58 581 246 593 Inhamabane 71 369 2 837 31 420 105 626 Gaza 213 012 90 337 3 440 306 789 Maputo Provincia 57 500 10 000 6 400 73 900 Maputo Cidade 41 278 0 8 053 49 331 Total 875 791 357 195 307 574 1 540 560
    ProvinciasCenario IRisco de CheiasRisco de CiclonesTotal do Cenario II
    Niassa5 0502 80007 850
    Cabo Delgado18 32518 90015 15052 375
    Nampula32 75040 875138 149211 774
    Zambezia92 24573 53545 940211 720
    Tete170 06317 6350187 698
    Manica75 54910 91444186 904
    Sofala98 65089 36258 581246 593
    Inhamabane71 3692 83731 420105 626
    Gaza213 01290 3373 440306 789
    Maputo Provincia57 50010 0006 40073 900
    Maputo Cidade41 27808 05349 331
    Total875 791357 195307 5741 540 560
  190. Texto do artigo, página 45: 4.4.3 Cenário III
  191. Texto do artigo, página 45: O terceiro cenário (Cenário III) resulta da combinação do cenário II acrescido da probabilidade de ocorrência de sismos. Pelo que, neste cenário estima-se que 1 746 630 pessoas possam estar em risco, das quais pelo menos 206 070 em risco de sismos - Ver tabela 4.
  192. Texto do artigo, página 45: A análise do risco de sismo foi elaborada com base no histórico de abalos sísmicos e magnitude registados em Moçambique e países vizinhos, mapa de áreas de risco de sísmo e de falhas geológicas de Moçambique. Deste modo usou-se como referência o sismo de magnitude 7.2 na Escala de Ritcher, que ocorreu aos 22 de Fevereiro de 2006, cujo epicentro foi em Chitobe, Distrito de Machaze, na Província de Manica.
  193. Texto do artigo, página 45: Como os sismos de grande magnitude afectam mais as grandes infraestruturas usou-se dados das capitais provinciais de modo a estimar a população em risco. Neste caso aplica-se o coeficiente de 0.1 (10%) do total da população para estimar a população em risco.
  194. Texto do artigo, página 45: Tabela 4: Províncias e Populações Vulneráveis as Calamidades do Cenário III
  195. Texto do artigo, página 45: Provincia Cenário II População em Risco Sismos Total do Cenário III Niassa 7 850 9 843 17 693 Cabo Delgado 52 375 4 563 56 938 Nampula 211 774 20 060 231 834 Zambezia 211 720 7 626 219 346 Tete 187 698 11 906 199 604 Manica 86 904 17 274 104 178 Sofala 246 593 23 232 269 825 Inhamabane 105 626 15 617 121 243 Gaza 306 789 2 677 309 466 Maputo Provincia 73 900 16 131 90 031 Maputo Cidade 49 331 77 142 126 473 Total 1 540 560 206 070 1 746 630
    ProvinciaCenário IIPopulação em Risco
    SismosTotal do Cenário III
    Niassa7 8509 84317 693
    Cabo Delgado52 3754 56356 938
    Nampula211 77420 060231 834
    Zambezia211 7207 626219 346
    Tete187 69811 906199 604
    Manica86 90417 274104 178
    Sofala246 59323 232269 825
    Inhamabane105 62615 617121 243
    Gaza306 7892 677309 466
    Maputo Provincia73 90016 13190 031
    Maputo Cidade49 33177 142126 473
    Total1 540 560206 0701 746 630
  196. Texto do artigo, página 46: 4.5 Provável impacto no sector da Educação
  197. Texto do artigo, página 46: Tendo em conta as previsões meteorológicas e hidrológicas para a época chuvosa 2018/19, o sector da Educação, prevê danos em cerca de 2,411 escolas em risco. Na mesma sequência prevê que cerca de 613.998 alunos e aproximadamente 11.873 professores estarão em risco carecendo de assistência em termos de materiais e equipamentos escolares tais como: tenda escola, kit do aluno, kit do professor e quadros portateis- ver Tabela 5.
  198. Texto do artigo, página 46: Tabela 5: Provável impacto no sector da Educação
  199. Texto do artigo, página 46: Província Escolas e Salas em Risco População em Risco Escolas Salas Alunos Professores Cidade Maputo 5 67 10461 124 Maputo Província 15 204 75113 822 Gaza 349 2375 172712 3770 Inhambane 445 2904 115900 731 Sofala 83 138 14360 348 Manica 61 209 12177 201 Tete 216 432 67573 1536 Zambézia 611 855 110377 2037 Nampula 269 689 3450 1378 Cabo-Delgado 31 100 10000 600 Niassa 326 394 21875 326 Total 2411 8367 613998 11873
    ProvínciaEscolas e Salas em RiscoPopulação em Risco
    EscolasSalasAlunosProfessores
    Cidade Maputo56710461124
    Maputo Província1520475113822
    Gaza34923751727123770
    Inhambane4452904115900731
    Sofala8313814360348
    Manica6120912177201
    Tete216432675731536
    Zambézia6118551103772037
    Nampula26968934501378
    Cabo-Delgado3110010000600
    Niassa32639421875326
    Total2411836761399811873
  200. Texto do artigo, página 46: Tabela 5: Provável impacto no sector da Educação Província | Escolas e Salas em Risco | População em Risco | Escolas | Salas | Alunos | Professores Cidade Maputo | 5 | 67 | 10461 | 124 Maputo Província | 15 | 204 | 75113 | 822 Gaza | 349 | 2375 | 172712 | 3770 Inhambane | 445 | 2904 | 115900 | 731 Sofala | 83 | 138 | 14360 | 348 Manica | 61 | 209 | 12177 | 201 Tete | 216 | 432 | 67573 | 1536 Zambézia | 611 | 855 | 110377 | 2037 Nampula | 269 | 689 | 3450 | 1378 Cabo-Delgado | 31 | 100 | 10000 | 600 Niassa | 326 | 394 | 21875 | 326 Total | 2411 | 8367 | 613998 | 11873 4.6 Provável Impacto no Sector da Agricultura Tendo em conta o prognóstico da estação chuvosa e sua interpretação para agricultura, existe a possibilidade de ocorrência de estagiem/stress hídrico nas culturas em campo e inundações localizadas, com impactos negativos na produção agrícola. Assim, no primeiro período chuvoso (OND – 2018), na região Sul (Maputo, Gaza e Inhambane) e parte da região Centro (Tete, Zambézia, Sofala e Manica), espera-se que a situação de irregularidade de chuvas ocorra, causando estiagem e afectando negativamente as actividades agro-pecuárias. No segundo período chuvoso (JFM – 2019), nas regiões Centro e Norte, espera-se uma precipitação excessiva, o que poderá causar inundações localizadas, aliada a subida do nível das águas das principais bacias e rios, sobretudo nas Províncias de Manica, Sofala, Zambézia e Cabo Delgado, o que poderá afectar as culturas em campo- Ver tabela 6 Tabela 6: Cenários esperados e seu impacto Perigo | Áreas em risco (ha) | Produtores em risco | Sementes (tons) | Custo (Mt) Seca | 816.452 | 583.180 | 9.621 | 73.239.187
    ProvínciaEscolas e Salas em RiscoPopulação em Risco
    EscolasSalasAlunosProfessores
    Cidade Maputo56710461124
    Maputo Província1520475113822
    Gaza34923751727123770
    Inhambane4452904115900731
    Sofala8313814360348
    Manica6120912177201
    Tete216432675731536
    Zambézia6118551103772037
    Nampula26968934501378
    Cabo-Delgado3110010000600
    Niassa32639421875326
    Total2411836761399811873
    PerigoÁreas em risco (ha)Produtores em riscoSementes (tons)Custo (Mt)
    Seca816.452583.1809.62173.239.187
  201. Texto do artigo, página 46: 4.6 Provável Impacto no Sector da Agricultura
  202. Texto do artigo, página 46: Tendo em conta o prognóstico da estação chuvosa e sua interpretação para agricultura, existe a possibilidade de ocorrência de estiagem/stress hídrico nas culturas em campo e inundações localizadas, com impactos negativos na produção agrícola. Assim, no primeiro período chuvoso (OND – 2018), na região Sul (Maputo, Gaza e Inhambane) e parte da região Centro (Tete, Zambézia, Sofala e Manica), espera-se que a situação de irregularidade de chuvas ocorra, causando estiagem e afectando negativamente as actividades agro-pecuárias.
  203. Texto do artigo, página 46: No segundo período chuvoso (JFM – 2019), nas regiões Centro e Norte, espera-se uma precipitação excessiva, o que poderá causar inundações localizadas, aliada a subida do nível das águas das principais bacias e rios, sobretudo nas Províncias de Manica, Sofala, Zambézia e Cabo Delgado, o que poderá afectar as culturas em campo- Ver tabela 6
  204. Texto do artigo, página 46: Tabela 6: Cenários esperados e seu impacto
  205. Texto do artigo, página 46: Perigo Áreas em risco (ha) Produtores em risco Sementes (tons) Custo (Mt) Seca 816.452 583.180 9.621 73.239.187 Inundações/Cheias 113.313 80.938 8.094 83.770.830 Ciclones 32.375 23.125 4.623 47.843.395 Total 962.140 687.243 22.338 204.853.413
    PerigoÁreas em risco (ha)Produtores em riscoSementes (tons)Custo (Mt)
    Seca816.452583.1809.62173.239.187
    Inundações/Cheias113.31380.9388.09483.770.830
    Ciclones32.37523.1254.62347.843.395
    Total962.140687.24322.338204.853.413
  206. Texto do artigo, página 46: Fonte: DINAS
  207. Texto do artigo, página 47: Os cenários apontam para um total de 962.140 ha em risco, com destaque para o milho e arroz, podendo afectar cerca de 687.243 produtores.
  208. Texto do artigo, página 47: Em relação a sanidade animal, em caso de ocorrência de seca, poderão surgir algumas doenças e epidemias em animais, a destacar: Febre Aftosa, Febre do Vale do Rift, Carbúnculos Hemático e Sintomático, Newcastle, Tripanosomases, Dermatoses, Peste de Pequenos Ruminantes, Raiva e outras infecções.
  209. Texto do artigo, página 47: Em relação a sanidade vegetal, as pragas migratórias poderão ocorrer nas províncias com condições propícias para a sua eclosão. Assim, espera-se que a lagarta do funil do milho, a Lagarta Invasora, o Pardal do Bico Vermelho e o Rato de Campo possam afectar algumas culturas em campo. Atenção especial deve ser dada a lagarta do funil do milho por esta ser uma praga nova, de complexidade para o seu controlo, de rápida capacidade de reprodução e por estar presente em todo país.
  210. Texto do artigo, página 47: 4.7 Provável Impacto no Sector De Estradas
  211. Texto do artigo, página 47: Olhando para as previsões hidrometeorológicas para OND e JFM, o Sector de Estradas apresenta as vias de comunicação que frequentemente têm sofrido com eventos extremos. Das dez províncias o maior destaque vai para estradas localizadas nas províncias de Cabo Delgado e Zambézia onde o risco de ocorrência de cheias varia de moderado a alto. A rede de estradas destas duas províncias sofre maior impacto através das Bacias do Megaruma e Messalo (risco alto) e Zambeze, Ligonha, Lúrio, Montepuez, Licungo (risco moderado a moderado alto).
  212. Texto do artigo, página 47: Os danos registados frequentemente nas estradas acima referidas têm sido: erosão, cortes e ravinas na platafoma da estrada, escavação e colapso da laje do pavimento de estruturas, erosão da plataforma e talude da estrada, poças de agua nas zonas baixas com solos plasticos, tornando a plataforma escoregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nos figuras 6a e 6b
  213. Texto do artigo, página 47: Para as restantes províncias Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala, Tete , Niassa e Nampula, espera-se um impacto baixo a moderado.
  214. Texto do artigo, página 47: Vias de acesso em risco de interrupção ao longo das bacias de maior risco de ocorrência de Cheias na Província de Cabo Delgado
  215. Texto do artigo, página 47: Para Cabo Delgado, fazem parte da lista de estradas com risco de cheias as seguites: R1251 Ngapa-Negomano, R766 Macomia-Mucojo, R760 Mecufi- Rio Megaruma e Mecufi-Muxara, R762 Muepane-Mahate, R767 Cruz.R768 Magude-Ravia, R698 Montepuez-Namuno, R769 Balama-Impiri, R1252 Mapupulo-Nropa, R698 Montepuez-Nairoto, R776 cruz.R698 –Mirate.
  216. Texto do artigo, página 47: NIASSA CABO DELGADO NAMPULA
  217. Texto do artigo, página 47: Figura 6 (a) : Mapa de estrada em risco de inundacao na provincia de Cabo Delgado
  218. Texto do artigo, página 48: De igual modo, para a província da Zambézia são as estradas seguintes: R640 Mopeia-Nhacatiua, R643 Namacurra-Macuze, N324 Mocubela-Pebane, N324 Magiga-Nova Naburi, N323 Gilé-Alto Ligonha, R648 Gilé-Etaga, N320 Quelimane-Gonhane e N/C Bive-Maganja da Costa.
  219. Texto do artigo, página 48: NIASSA NAMPULA ZAMBÉZIA TETE SOFALA
  220. Texto do artigo, página 48: Figura 6(b): Mapa de estradas em risco de inundacao na provincia da Zambezia
  221. Número ou marcador, página 48: 5. ACÇÕES SECTORIAIS A REALIZAR NAS FASES DE PRONTIDÃO, RESPOSTA E RECUPERAÇÃO
  222. Texto do artigo, página 48: O quadro de definição de acções sectoriais tem o objectivo de minimizar o impacto de desastres e compreende três categorias: prontidão, resposta e recuperação.
  223. Texto do artigo, página 48: Prontidão: as ações de prontidão incluem e priorizam todas as actividades que assegurem a prontidão institucional, comunitária e individual, com vista a reduzir o impacto e risco dos perigos naturais.
  224. Texto do artigo, página 48: Resposta: estas acções priorizam todas as actividades que assegurem a provisão de assistência durante ou imediatamente a seguir ao desastre com vista a salvar vidas, reduzir os impactos, assegurar uma resposta institucional, comunitária e individual, eficiente e coordenada.
  225. Texto do artigo, página 48: Recuperação: todas as actividades que asseguram a recuperação institucional, comunitária e individual, para garantir a continuidade dos serviços, o restabelecimento e melhoria do funcionamento dos serviços básicos e normalização da vida das pessoas afectadas pelo desastre.
  226. Texto do artigo, página 48: As acções de prontidão, resposta, e recuperação poderão ser realizadas ao longo do ano. Contudo, no período de Outubro à Dezembro, poderão predominar as acções de prontidão e intervenções de resposta. Neste sentido, acções como (i) a elaboração do plano anual de contingência, (ii) a preposição estratégica de bens e suprimentos de emergência, (iii) importação de suprimentos de emergência adicionais para responder às necessidades prementes, e (iv) a coordenação e monitoria multissectorial lideradas pelo INGC, constituem algumas das actividades críticas a serem realizadas nestes períodos.
  227. Texto do artigo, página 48: No período de Janeiro à Março onde normalmente os fenómenos climatológicos são mais frequentes e severos, maior incidência poderá ser para as acções de resposta. Figuram neste período, acções tais como (i) a operacionalização dos planos de contingência, (ii) realização das avaliações rápidas das necessidades para informar o plano de resposta, e (iii) a avaliação das necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência.
  228. Texto do artigo, página 49: A implementação das medidas de resposta depende da ocorrência e magnitude do evento, local, número total de pessoas afectadas e danos causados. Neste sentido, o processo de resposta à emergência deve ser antecedido pela elaboração de um plano de resposta específico, guiado com base nos resultados da avaliação rápida de necessidades cuja mesma servirá de base para atribuição de dados reais ou estimados sobre as necessidades de resposta, tipo de resposta e locais de intervenção.
  229. Texto do artigo, página 49: O período de Abril à Setembro é dominado por acções de recuperação e resposta, dependendo do tipo de evento (Ex: cheias, seca, ou ciclone). Concorrem para esta fase, entre outras, as seguintes actividades: (i) implementação da estratégia multissectorial de recuperação e reconstrução (Ex: reassentamento, reconstrução assistência alimentar, projecto de geração de renda); (ii) monitoria da implementação e integrada das actividades e programas de recuperação.
  230. Texto do artigo, página 49: Estas ações, tem em vista garantir, por um lado, o retorno a vida normal das famílias afectadas e das condições socioeconómicas, por outro lado, garantir a resposta à eventos extraordinários que possam ocorrer. Algumas aquisições de materiais para pré-posicionamento e que estejam nos parâmetros das normas de funcionamento do Fundo de Gestão de Calamidades, também poderão ocorrer nesse período. As acções a implementar na fase de recuperação irão contribuir para a promoção da resiliência e redução do risco e da vulnerabilidade às ameaças. Esta fase será guiada pela aprovação de actividades cuja pertinência se justifique, para além das intervenções de natureza de resposta imediata enquadradas nos períodos compreendidos entre os 3 e 6 meses de emergência. A implementação das acções de prontidão, resposta e recuperação poderá acontecer a todos os níveis, desde o central aos órgãos locais, incluindo os municípios, cabendo a cada um desses níveis garantir a planificação, monitoria, supervisão e assistência técnica e a implementação dos planos de resposta.
  231. Texto do artigo, página 49: 5.1 Mobilização de Recursos para Resposta à Emergência
  232. Texto do artigo, página 49: A Equipa Humanitária Nacional (HCT) participa em acções de prontidão e resposta às calamidades com meios materiais e humanos para complementar os esforços do Governo. Assim, sob a Liderança do (a) Coordenador Residente do Sistema das Nações Unidas aliada a decisão do Governo, a Equipa Humanitária Nacional pode activar os dispositivos internos e internacionais de mobilização de recursos com base nos mandatos e instrumentos internacionais existentes. O processo de coordenação e gestão de resposta a emergência é liderado pelo Governo.
  233. Texto do artigo, página 49: A assistência humanitaria atempada, eficaz e apropriada por parte da HCT depende da observância dos seguintes aspectos:
  234. Texto do artigo, página 49: • Disponibilidade de informação sobre a avaliação da situação (magnitude, complexidade, urgência da emergência) com base em indicadores credíveis; • Apresentação de dados sobre a população afectada, áreas afectadas, grupos vulneráveis; • Disponibilização de informação sobre os recursos pré-posicionados pelo Governo e défice de acordo com as necessidades locais e tipo de eventos; • Activação, pelo governo, dos níveis de alerta institucional para facilitação da mobilização de recursos adicionais e operacionalização do plano de contigência; • Solicitação de apoio humanitário pelo Governo.
  235. Texto do artigo, página 49: O quadro a baixo apresenta o resumo das actividades a seem implementadas no contexto do presente PC.
  236. Texto do artigo, página 50: 28
  237. Texto do artigo, página 50: Tabela10.Actividadessectoriaisnocontextoderespostaegestãodeemergências-Prontidão,RespostaeRecuperação Recuperação • Implementaraestratégiamultissectorialde recuperação(reassentamento,reconstrução assistênciaalimentar,projectodegeraçãode renda) • Monitoraraimplementaçãoeintegradadas actividadeseprogramasderecuperação; • Apoiarnoprocessoderecuperaçãoatravésda disponibilizaçãopontualdemeioshumanose materiais(Ex:montagemdetendas,latrinas); • Asseguraraintegraçãodaequipada UNAPROCnasmissõesde recuperação/reconstrução; Resposta • Operacionalizarosplanosde contingênciaerealizar avaliaçõesrápidasdas necessidadesparainformaro planoderesposta; • Elaboraroplanode reassentamentodaspopulações deslocadas; • Prepararosapelosdeajuda humanitáriaemobilizaçãode recursosadicionais; • Coordenaraavaliaçãode necessidadespósdesastres (ANPD); • Desenharoplano/estratégia multissectorialdarecuperação pósemergênciacombasenos resultadosdaANPD. • Realizarmissõesdebuscae salvamentodepessoas afectadaspelosdesastres • Apoiarnoprocessoderesposta erecuperaçãorápidaatravésda disponibilizaçãopontualde meioshumanosemateriais (Ex:montagemdetendas, latrinas); • Assegurarareposiçãoda Prontidão • Realizarexercíciosdesimulaçãode emergências; • Atualizar,harmonizaredivulgaro planodecontingêncianacionala todososníveis; • ManteremalertaosCLGRCnas zonasderiscoalto; • Identificarasrotasdeevacuaçãoe locaisparaabrigotemporário; • Pré-posicionarmateriais,bense equipamentospararesposta; • Intensificarasactividadesde monitoria(segurançaalimentare nutricional); • Assegurarqueasforcasestãoem prontidãopararesponderaeventual desastre • Mobilizarmeiosmateriaise humanosparaprontidão,respostae recuperação. • Assegurarofuncionamentoepré- posicionamentodosequipamentos debuscaesalvamento Instituições INGC UNAPROC
    Tabela10.Actividadessectoriaisnocontextoderespostaegestãodeemergências-Prontidão,RespostaeRecuperaçãoRecuperação• Implementaraestratégiamultissectorialde recuperação(reassentamento,reconstrução assistênciaalimentar,projectodegeraçãode renda) • Monitoraraimplementaçãoeintegradadas actividadeseprogramasderecuperação;• Apoiarnoprocessoderecuperaçãoatravésda disponibilizaçãopontualdemeioshumanose materiais(Ex:montagemdetendas,latrinas); • Asseguraraintegraçãodaequipada UNAPROCnasmissõesde recuperação/reconstrução;
    Resposta• Operacionalizarosplanosde contingênciaerealizar avaliaçõesrápidasdas necessidadesparainformaro planoderesposta; • Elaboraroplanode reassentamentodaspopulações deslocadas; • Prepararosapelosdeajuda humanitáriaemobilizaçãode recursosadicionais; • Coordenaraavaliaçãode necessidadespósdesastres (ANPD); • Desenharoplano/estratégia multissectorialdarecuperação pósemergênciacombasenos resultadosdaANPD.• Realizarmissõesdebuscae salvamentodepessoas afectadaspelosdesastres • Apoiarnoprocessoderesposta erecuperaçãorápidaatravésda disponibilizaçãopontualde meioshumanosemateriais (Ex:montagemdetendas, latrinas); • Assegurarareposiçãoda
    Prontidão• Realizarexercíciosdesimulaçãode emergências; • Atualizar,harmonizaredivulgaro planodecontingêncianacionala todososníveis; • ManteremalertaosCLGRCnas zonasderiscoalto; • Identificarasrotasdeevacuaçãoe locaisparaabrigotemporário; • Pré-posicionarmateriais,bense equipamentospararesposta; • Intensificarasactividadesde monitoria(segurançaalimentare nutricional);• Assegurarqueasforcasestãoem prontidãopararesponderaeventual desastre • Mobilizarmeiosmateriaise humanosparaprontidão,respostae recuperação. • Assegurarofuncionamentoepré- posicionamentodosequipamentos debuscaesalvamento
    InstituiçõesINGCUNAPROC
  238. Texto do artigo, página 50: Recuperação
  239. Texto do artigo, página 50: ergências-Prontidão,RespostaeRecuperação
  240. Texto do artigo, página 50: RecuperaçãoInstituiç
  241. Texto do artigo, página 50: Tabela 10. Actividades sectoriais
  242. Texto do artigo, página 50: I
  243. Texto do artigo, página 50: assistênciaalimentar,projectodegeraçãode
  244. Texto do artigo, página 50: •Implementaraestratégiamultissectorialde
  245. Texto do artigo, página 50: recuperação(reassentamento,reconstrução
  246. Texto do artigo, página 50: •Monitoraraimplementaçãoeintegradadas
  247. Texto do artigo, página 50: actividadeseprogramasderecuperação;
  248. Texto do artigo, página 50: renda)
  249. Texto do artigo, página 50: •UNAApoiarnoprocessoderecuperaçãoatravésda
  250. Texto do artigo, página 50: disponibilizaçãopontualdemeioshumanose
  251. Texto do artigo, página 50: •Asseguraraintegraçãodaequipada
  252. Texto do artigo, página 50: UNAPROCnasmissõesde
  253. Texto do artigo, página 50: materiais(Ex:montagemdetendas,latrinas);
  254. Texto do artigo, página 50: recuperação/reconstrução;
  255. Texto do artigo, página 51: 31 DE DEZEMBRO DE 2018 3762 — (145)
  256. Texto do artigo, página 51: 29
  257. Texto do artigo, página 51: Recuperação • Divulgaroplano/estratégiade reconstrução/recuperaçãoconjuntaGovernoe parceirosdecooperação; • Avaliarocumprimentodoplanoderespostade emergência; • Mobilizarascomunidadesparaparticiparno processoderecuperaçãoereconstrução; • Avaliarepropormedidasparaumaresposta melhorada. Recuperação • Reabilitarinfraestruturaspecuáriasepontosde abeberamentoafectados; • Realizarintervençõessanitáriase desparasitaçãodosanimais; • Fazerolevantamentodasáreasefamílias afectadas; • Elaborareimplementaroplanode recuperação. • Realizarfeirasdeinsumosagrícolas • Fomentaremultiplicarmandioqueirasebatata transitabilidadedepessoase bens • Monitorarregularmentea implementaçãodoplanode respostaecomunicaraoCTGC Resposta • Disseminarinformaçãosobreo fenómenoemcausa; • Geriradisseminaçãode informaçãopelosórgãosde comunicação • Intensificarosapelosàs comunidadesnaszonasde risco. • Divulgaraosórgãosde comunicaçãoograude implementaçãodaacção humanitáriadoGovernoe parceirosdecooperação, incluindoHCT. Resposta • Intensificararealizarde monitoriacontinuanaszonas deriscos; • Disponibilizarimediatamente pesticidasparaocontrolodas pragasnaszonasderisco; • Reajustarosplanosde aprovisionamentodesementes agrícolas; • Deslocarmanadasdaszonasde riscodeinundaçãoedaszonas Prontidão • Avaliareassegurarograude funcionamentoeoperacionalidade dossistemasemeiosde comunicação; • Identificaredesignaroporta-voz paraemergência; • Produziredisseminarinformação atempadaeprecisaaosórgãosde comunicaçãooficiais; • Pré-posicionarmateriale equipamentosdecomunicação; • Divulgarepartilharoplanode contingêncianacionalaosdiversos níveis. Prontidão • Aprovisionarsementes atempadamente; • Monitoraraépocachuvosaeoseu impactonaproduçãoagrícola; • Disseminaredivulgaraprevisão climáticasazonal; • Fazerlimpezadoscanaisevalasde drenagem; • Fazermanutençãodeestruturase reservatóriosdeágua; Instituições GABINFO Instituições MASA
    Recuperação• Divulgaroplano/estratégiade reconstrução/recuperaçãoconjuntaGovernoe parceirosdecooperação; • Avaliarocumprimentodoplanoderespostade emergência; • Mobilizarascomunidadesparaparticiparno processoderecuperaçãoereconstrução; • Avaliarepropormedidasparaumaresposta melhorada.Recuperação• Reabilitarinfraestruturaspecuáriasepontosde abeberamentoafectados; • Realizarintervençõessanitáriase desparasitaçãodosanimais; • Fazerolevantamentodasáreasefamílias afectadas; • Elaborareimplementaroplanode recuperação. • Realizarfeirasdeinsumosagrícolas • Fomentaremultiplicarmandioqueirasebatata
    transitabilidadedepessoase bens • Monitorarregularmentea implementaçãodoplanode respostaecomunicaraoCTGCResposta• Disseminarinformaçãosobreo fenómenoemcausa; • Geriradisseminaçãode informaçãopelosórgãosde comunicação • Intensificarosapelosàs comunidadesnaszonasde risco. • Divulgaraosórgãosde comunicaçãoograude implementaçãodaacção humanitáriadoGovernoe parceirosdecooperação, incluindoHCT.Resposta• Intensificararealizarde monitoriacontinuanaszonas deriscos; • Disponibilizarimediatamente pesticidasparaocontrolodas pragasnaszonasderisco; • Reajustarosplanosde aprovisionamentodesementes agrícolas; • Deslocarmanadasdaszonasde riscodeinundaçãoedaszonas
    Prontidão• Avaliareassegurarograude funcionamentoeoperacionalidade dossistemasemeiosde comunicação; • Identificaredesignaroporta-voz paraemergência; • Produziredisseminarinformação atempadaeprecisaaosórgãosde comunicaçãooficiais; • Pré-posicionarmateriale equipamentosdecomunicação; • Divulgarepartilharoplanode contingêncianacionalaosdiversos níveis.Prontidão• Aprovisionarsementes atempadamente; • Monitoraraépocachuvosaeoseu impactonaproduçãoagrícola; • Disseminaredivulgaraprevisão climáticasazonal; • Fazerlimpezadoscanaisevalasde drenagem; • Fazermanutençãodeestruturase reservatóriosdeágua;
    InstituiçõesGABINFOInstituiçõesMASA
  258. Texto do artigo, página 51: Recuperação Resposta Prontidão Instituições
  259. Texto do artigo, página 51: •Avaliarocumprimentodoplanoderespostade
  260. Texto do artigo, página 51: reconstrução/recuperaçãoconjuntaGovernoe
  261. Texto do artigo, página 51: •Mobilizarascomunidadesparaparticiparno
  262. Texto do artigo, página 51: •Avaliarepropormedidasparaumaresposta
  263. Texto do artigo, página 51: processoderecuperaçãoereconstrução;
  264. Texto do artigo, página 51: Recuperação
  265. Texto do artigo, página 51: •Divulgaroplano/estratégiade
  266. Texto do artigo, página 51: parceirosdecooperação;
  267. Texto do artigo, página 51: emergência;
  268. Texto do artigo, página 51: melhorada.
  269. Texto do artigo, página 51: Recuperação Resposta Prontidão Instituições
  270. Texto do artigo, página 51: •Reabilitarinfraestruturaspecuáriasepontosde
  271. Texto do artigo, página 51: •Fazerolevantamentodasáreasefamílias
  272. Texto do artigo, página 51: •Realizarintervençõessanitáriase
  273. Texto do artigo, página 51: Recuperação
  274. Texto do artigo, página 51: desparasitaçãodosanimais;
  275. Texto do artigo, página 51: abeberamentoafectados;
  276. Texto do artigo, página 51: •Realizarfeirasdeinsumosagrícolas •Fomentaremultiplicarmandioqueirasebatata
  277. Texto do artigo, página 51: •Elaborareimplementaroplanode
  278. Texto do artigo, página 51: recuperação.
  279. Texto do artigo, página 51: afectadas;
  280. Texto do artigo, página 52: 30
  281. Texto do artigo, página 52: docedepolpaalaranjada • Monitoriaregulardasituaçãodasegurança alimentarenutricional Recuperação • Avaliarocomportamentodosfenómenos meteorológicoseseusimpactosna planificaçãoeexecuçãodosplanos/estratégias derecuperaçãopós-emergências. • Cadastrarasfamíliasesuadistribuiçãofísica; • Elaboraroplanodepormenordosbairrosde reassentamento; • Elaboraromapaderiscodemodoaapoiaros planosdereconstrução/recuperaçãoeosplanos locaisdeacçãoderesiliência; • Participaractivamentenoprocessode inundadas; • Levantamentopreliminardas áreasagrícolasafectadas. Resposta • Intensificaramonitoriados fenómenosmeteorológicos; • Divulgarosavisosealertas comindicaçãodamagnitude dofenómenoezonasderisco; • Intensificaramonitoriae vigilânciameteorológica. • Fazeroordenamentoterritorial eorganizaroscentrosde acomodação/reassentamento • Demarcareatribuirtalhõesas populaçõesafectadasparafins dereassentamento; • Construirabrigostemporáriose • Fazerlimpezadefontesdeágua; • Proveraassistênciatécnicaaos produtoresfamiliares; • Fomentaratracçãoanimal; • Controlaraspragasedoençasdas plantas; • Identificaraszonaspropensasas inundações • CapacitarosCLGRCemtécnicas deproduçãodeculturastolerantesa seca. • Monitoriaregulardasituaçãoda segurançaalimentarenutricional Prontidão • Interpretaredivulgaraprevisão climáticasazonaleimplicações paraosdiversospontosdopaís; • Monitorarpermanentementeos fenómenosmeteorológicos; • Reforçaracapacidadede observaçãonasestações meteorológicas; • Capacitarostécnicosemmatérias demonitoriadosfenómenos climáticos • Identificarasáreaspara reassentamentoemzonasseguras; • Mapearedivulgaroscentrosde acomodaçãoexistentesparamelhor planificaras estratégias/intervençõesde prontidãoeresposta; Instituições MTC MITADER
    docedepolpaalaranjada • Monitoriaregulardasituaçãodasegurança alimentarenutricionalRecuperação• Avaliarocomportamentodosfenómenos meteorológicoseseusimpactosna planificaçãoeexecuçãodosplanos/estratégias derecuperaçãopós-emergências.• Cadastrarasfamíliasesuadistribuiçãofísica; • Elaboraroplanodepormenordosbairrosde reassentamento; • Elaboraromapaderiscodemodoaapoiaros planosdereconstrução/recuperaçãoeosplanos locaisdeacçãoderesiliência; • Participaractivamentenoprocessode
    inundadas; • Levantamentopreliminardas áreasagrícolasafectadas.Resposta• Intensificaramonitoriados fenómenosmeteorológicos; • Divulgarosavisosealertas comindicaçãodamagnitude dofenómenoezonasderisco; • Intensificaramonitoriae vigilânciameteorológica.• Fazeroordenamentoterritorial eorganizaroscentrosde acomodação/reassentamento • Demarcareatribuirtalhõesas populaçõesafectadasparafins dereassentamento; • Construirabrigostemporáriose
    • Fazerlimpezadefontesdeágua; • Proveraassistênciatécnicaaos produtoresfamiliares; • Fomentaratracçãoanimal; • Controlaraspragasedoençasdas plantas; • Identificaraszonaspropensasas inundações • CapacitarosCLGRCemtécnicas deproduçãodeculturastolerantesa seca. • Monitoriaregulardasituaçãoda segurançaalimentarenutricionalProntidão• Interpretaredivulgaraprevisão climáticasazonaleimplicações paraosdiversospontosdopaís; • Monitorarpermanentementeos fenómenosmeteorológicos; • Reforçaracapacidadede observaçãonasestações meteorológicas; • Capacitarostécnicosemmatérias demonitoriadosfenómenos climáticos• Identificarasáreaspara reassentamentoemzonasseguras; • Mapearedivulgaroscentrosde acomodaçãoexistentesparamelhor planificaras estratégias/intervençõesde prontidãoeresposta;
    InstituiçõesMTCMITADER
  282. Texto do artigo, página 52: •Monitoriaregulardasituaçãodasegurança
  283. Texto do artigo, página 52: docedepolpaalaranjada
  284. Texto do artigo, página 52: alimentarenutricional
  285. Texto do artigo, página 52: •Avaliarocomportamentodosfenómenos
  286. Texto do artigo, página 52: meteorológicoseseusimpactosna
  287. Texto do artigo, página 52: planificaçãoeexecuçãodosplanos/estratégias
  288. Texto do artigo, página 52: derecuperaçãopós-emergências.
  289. Texto do artigo, página 52: IRecuperação
  290. Texto do artigo, página 52: Resposta
  291. Texto do artigo, página 52: planosdereconstrução/recuperaçãoeosplanos
  292. Texto do artigo, página 52: Participaractivamentenoprocessode
  293. Texto do artigo, página 52: MCadastrarasfamíliasesuadistribuiçãofísica;
  294. Texto do artigo, página 52: Elaboraromapaderiscodemodoaapoiaros
  295. Texto do artigo, página 52: Elaboraroplanodepormenordosbairrosde
  296. Texto do artigo, página 52: locaisdeacçãoderesiliência;
  297. Texto do artigo, página 52: reassentamento;
  298. Texto do artigo, página 53: 31 DE DEZEMBRO DE 2018 3762 — (147)
  299. Texto do artigo, página 53: 31
  300. Texto do artigo, página 53: reassentamentodaspopulações; Recuperação • Facilitarosprocessosdeaquisição/compras locais; • Emitirparecerespara(ex.parceirosde cooperação)aentradadeprodutosdoadospara aemergência; • Assegurarareposiçãodaredecomercial danificadanaszonasafectadas; • Participareestimularacçõesdetransformação eenriquecimentodeprodutosalimentares; • Preveniracomercializaçãodeprodutos deterioradosedestinadosassistência humanitária; centrosdeacomodaçãoe apoiarnacriaçãodecentrosde reassentamento; • Levantamentosocio-ambiental dasáreasafectadaspelasecae cheias; Resposta • Identificarpontosalternativos decompra/aquisiçãode produtosalimentaresefacilitar aaquisiçãolocaldosmesmos; • Emitirpareceressobrea entradadeprodutosparaa emergência; • Participarnatriagemde produtos(alimentaresenão alimentares)doadosantesde seremdistribuídosàs populaçõesafectadasou • Reproduziredisseminaromanual detécnicasbásicasdeplaneamento físico; • Sensibilizaraspopulaçõesparase retiraremdaszonasderiscosde desastres; • Capacitaroslíderescomunitários, CLGRC,técnicosdistritaise direçõesprovinciaisemmatériasde GestãodeRiscosAmbientais; • Mapearparceiroscomcapacidade derespostaepreenchimentodas lacunasidentificadasna implementaçãodosplanos; • Identificarefazerolevantamento doscursosdeáguaeaquíferoscom nívelfreáticoaltoparaaagricultura, consumoeconstruçãoderepresas; Prontidão • Fazerasavaliaçõesrápidasda disponibilidadedealimentos, recursoseoutrosbensessenciais; • Mobilizareestabelecercontactos compotenciaisfornecedoresde bensdeconsumoduranteedepois daocorrênciadaemergência; • Identificar,definiremapearos fluxosdebensdeconsumo,das zonasexcedentáriasoucom disponibilidadeparaaszonas afectadas. Instituições MIC
    reassentamentodaspopulações;Recuperação• Facilitarosprocessosdeaquisição/compras locais; • Emitirparecerespara(ex.parceirosde cooperação)aentradadeprodutosdoadospara aemergência; • Assegurarareposiçãodaredecomercial danificadanaszonasafectadas; • Participareestimularacçõesdetransformação eenriquecimentodeprodutosalimentares; • Preveniracomercializaçãodeprodutos deterioradosedestinadosassistência humanitária;
    centrosdeacomodaçãoe apoiarnacriaçãodecentrosde reassentamento; • Levantamentosocio-ambiental dasáreasafectadaspelasecae cheias;Resposta• Identificarpontosalternativos decompra/aquisiçãode produtosalimentaresefacilitar aaquisiçãolocaldosmesmos; • Emitirpareceressobrea entradadeprodutosparaa emergência; • Participarnatriagemde produtos(alimentaresenão alimentares)doadosantesde seremdistribuídosàs populaçõesafectadasou
    • Reproduziredisseminaromanual detécnicasbásicasdeplaneamento físico; • Sensibilizaraspopulaçõesparase retiraremdaszonasderiscosde desastres; • Capacitaroslíderescomunitários, CLGRC,técnicosdistritaise direçõesprovinciaisemmatériasde GestãodeRiscosAmbientais; • Mapearparceiroscomcapacidade derespostaepreenchimentodas lacunasidentificadasna implementaçãodosplanos; • Identificarefazerolevantamento doscursosdeáguaeaquíferoscom nívelfreáticoaltoparaaagricultura, consumoeconstruçãoderepresas;Prontidão• Fazerasavaliaçõesrápidasda disponibilidadedealimentos, recursoseoutrosbensessenciais; • Mobilizareestabelecercontactos compotenciaisfornecedoresde bensdeconsumoduranteedepois daocorrênciadaemergência; • Identificar,definiremapearos fluxosdebensdeconsumo,das zonasexcedentáriasoucom disponibilidadeparaaszonas afectadas.
    InstituiçõesMIC
  301. Texto do artigo, página 53: reassentamentodaspopulações;
  302. Texto do artigo, página 53: Recuperação
  303. Texto do artigo, página 53: •Facilitarosprocessosdeaquisição/compras
  304. Texto do artigo, página 53: •Emitirparecerespara(ex.parceirosde
  305. Texto do artigo, página 53: cooperação)aentradadeprodutosdoadospara
  306. Texto do artigo, página 53: Recuperação
  307. Texto do artigo, página 53: aemergência;
  308. Texto do artigo, página 53: locais;
  309. Texto do artigo, página 53: MIC
  310. Texto do artigo, página 53: •Assegurarareposiçãodaredecomercial
  311. Texto do artigo, página 53: •Participareestimularacçõesdetransformação
  312. Texto do artigo, página 53: •Preveniracomercializaçãodeprodutos
  313. Texto do artigo, página 53: deterioradosedestinadosassistência
  314. Texto do artigo, página 53: eenriquecimentodeprodutosalimentares;
  315. Texto do artigo, página 53: danificadanaszonasafectadas;
  316. Texto do artigo, página 53: humanitária;
  317. Texto do artigo, página 54: 32
  318. Texto do artigo, página 54: • Monitorarpreçosdevendadeprodutoscom maiorincidêncianoslocaisdecarênciano períododeestiagem; • Avaliaçãodosresultadossobreoprocessode abastecimentodeprodutos; Recuperação • Avaliaremonitorarregularmentea implementaçãodoplano/estratégiasde(re) construçãoerecuperaçãodosector; canalizadosàszonasafectadas. • Monitorarpreçosdevendade produtoscommaiorincidência noslocaisdecarênciano períododeestiagem; • Assegurararealizaçãodefeiras deprodutosdeprimeira necessidadeeagrícolasno períododeseca; • Monitorarosmercadosinternos eavariaçãodospreçosde modoaevitarespeculação; • Preveniradistribuiçãoe comercializaçãodeprodutos deteoradosoudestinados assistênciahumanitária. Resposta • Proverassistênciatécnicaaos piscicultoresnareabilitaçãoe construçãodetanquesnos locaisseguros; • Incentivararápidareposição dostanquespiscícolas, embarcações,artesdepesca, infra-estruturasdeapoioa pescaeventualmente danificados. • Definirestratégias/planode reconstrução/recuperaçãodo sector; • Promovercampanhasde sensibilizaçãoaoperadores económicosafimdegarantira reservaalimentardaspopulações; Prontidão • Identificaroslocaissegurospara construçãodetanquesde piscicultura; • Identificaroslocaisdeabrigopara atracagemdasembarcaçõesdepesca; • Capacitarosconselhoscomunitários depescasobremedidasdeprontidão eresposta; • Identificarpossíveisfontesde financiamentoparaasactividadesdo priorizadasnoquadrodassector acçõesdeprontidão,respostae recuperação; Instituições MMAIP
    • Monitorarpreçosdevendadeprodutoscom maiorincidêncianoslocaisdecarênciano períododeestiagem; • Avaliaçãodosresultadossobreoprocessode abastecimentodeprodutos;Recuperação• Avaliaremonitorarregularmentea implementaçãodoplano/estratégiasde(re) construçãoerecuperaçãodosector;
    canalizadosàszonasafectadas. • Monitorarpreçosdevendade produtoscommaiorincidência noslocaisdecarênciano períododeestiagem; • Assegurararealizaçãodefeiras deprodutosdeprimeira necessidadeeagrícolasno períododeseca; • Monitorarosmercadosinternos eavariaçãodospreçosde modoaevitarespeculação; • Preveniradistribuiçãoe comercializaçãodeprodutos deteoradosoudestinados assistênciahumanitária.Resposta• Proverassistênciatécnicaaos piscicultoresnareabilitaçãoe construçãodetanquesnos locaisseguros; • Incentivararápidareposição dostanquespiscícolas, embarcações,artesdepesca, infra-estruturasdeapoioa pescaeventualmente danificados. • Definirestratégias/planode reconstrução/recuperaçãodo sector;
    • Promovercampanhasde sensibilizaçãoaoperadores económicosafimdegarantira reservaalimentardaspopulações;Prontidão• Identificaroslocaissegurospara construçãodetanquesde piscicultura; • Identificaroslocaisdeabrigopara atracagemdasembarcaçõesdepesca; • Capacitarosconselhoscomunitários depescasobremedidasdeprontidão eresposta; • Identificarpossíveisfontesde financiamentoparaasactividadesdo priorizadasnoquadrodassector acçõesdeprontidão,respostae recuperação;
    InstituiçõesMMAIP
  319. Texto do artigo, página 54: •Monitorarpreçosdevendadeprodutoscom
  320. Texto do artigo, página 54: maiorincidêncianoslocaisdecarênciano
  321. Texto do artigo, página 54: e
  322. Texto do artigo, página 54: •Avaliaçãodosresultadossobreoprocessode
  323. Texto do artigo, página 54: abastecimentodeprodutos;
  324. Texto do artigo, página 54: períododeestiagem;
  325. Texto do artigo, página 54: a
  326. Texto do artigo, página 54: s
  327. Texto do artigo, página 54: a
  328. Texto do artigo, página 54: s
  329. Texto do artigo, página 54: e
  330. Texto do artigo, página 54: implementaçãodoplano/estratégiasde(re)
  331. Texto do artigo, página 54: •Avaliaremonitorarregularmentea
  332. Texto do artigo, página 54: construçãoerecuperaçãodosector;
  333. Texto do artigo, página 54: InRecuperação
  334. Texto do artigo, página 54: e
  335. Texto do artigo, página 54: s
  336. Texto do artigo, página 54: s
  337. Texto do artigo, página 54: s
  338. Texto do artigo, página 54: e
  339. Texto do artigo, página 54: s
  340. Texto do artigo, página 54: ,
  341. Texto do artigo, página 54: ,
  342. Texto do artigo, página 54: a
  343. Texto do artigo, página 54: e
  344. Texto do artigo, página 54: e
  345. Texto do artigo, página 54: •
  346. Texto do artigo, página 55: 31 DE DEZEMBRO DE 2018 3762 — (149)
  347. Texto do artigo, página 55: •Sensibilizarnoscentrosdeacomodação,
  348. Texto do artigo, página 55: famíliasdeacolhimentoebairrosde
  349. Texto do artigo, página 55: reassentamentocontraaviolênciabaseadano
  350. Texto do artigo, página 55: •Realizarvisitasdemonitoriaaoslugares
  351. Texto do artigo, página 55: •Divulgarinformaçõessobreosserviçosde
  352. Texto do artigo, página 55: atendimentoascriançasemulheresvítimasde
  353. Texto do artigo, página 55: •Identificarosbeneficiáriosdosdiferentes
  354. Texto do artigo, página 55: violênciaeabuso
  355. Texto do artigo, página 55: afectadaos;
  356. Texto do artigo, página 55: género;
  357. Texto do artigo, página 55: MGCASmaior
  358. Texto do artigo, página 55: parceiros
  359. Texto do artigo, página 55: eirosnas
  360. Texto do artigo, página 55: MGCAS,
  361. Texto do artigo, página 55: resgate,
  362. Texto do artigo, página 55: rápidadas
  363. Texto do artigo, página 55: ordenação
  364. Texto do artigo, página 55: açãode
  365. Texto do artigo, página 55: tadosnos
  366. Texto do artigo, página 55: social;
  367. Texto do artigo, página 55: • Sensibilizarnoscentrosdeacomodação, famíliasdeacolhimentoebairrosde reassentamentocontraaviolênciabaseadano género; • Realizarvisitasdemonitoriaaoslugares afectadaos; • Divulgarinformaçõessobreosserviçosde atendimentoascriançasemulheresvítimasde violênciaeabuso • Identificarosbeneficiáriosdosdiferentes serviçosdeproteçãosocial(PSSB,PASDe PASP)eassegurarareintegraçãodaspessoas vulneráveis • Prestarapoiopsico-socialasfamílias; • Incentivaraaberturadeescolinhas comunitáriasnosbairrosdereassentamento; • Assistiraspessoasnareunificaçãofamiliar; Recuperação • Advogarparamaior envolvimentodeparceiros nacionaiseestrangeirosnas acçõesdoMGCAS, nomeadamente,noresgate, assistênciaeproteçãosocial; • Fazeraavaliaçãorápidadas necessidadesemcoordenação multissectorial; • Monitorarasituaçãode proteçãodosafectadosnos centrosdeacomodação temporáriosefamíliasde acolhimento; • Activarosmecanismos integradosdeprevençãoe respostacontraaviolênciae abusosnoslocaisafectados; • Instalarespaçosderecreaçãoe proverkitsdehigiene, alimentar,cozinhaedeapoio psicossocial; Resposta • Sensibilizaraspopulaçõesparao abandonodaszonasderiscoa tomaremmedidasde precaução/reduçãodoriscode vulnerabilidade; • Transmitirmensagensespecíficasao fenómenoemcausaemlínguasde sinaisparapessoascomdeficiência auditiva; • Adquirirepré-posicionarmaterial pararespostaaemergência; • Realizarcapacitaçõesparaprevenção deviolênciabaseadanogénero; • Monitoraratendênciaevolutivada emergênciaesuaimplicaçãoparaos gruposmaisvulneráveis; • Capacitaroscomitéscomunitáriosde proteçãoàscrianças; Prontidão MGCAS Instituições
    • Sensibilizarnoscentrosdeacomodação, famíliasdeacolhimentoebairrosde reassentamentocontraaviolênciabaseadano género; • Realizarvisitasdemonitoriaaoslugares afectadaos; • Divulgarinformaçõessobreosserviçosde atendimentoascriançasemulheresvítimasde violênciaeabuso • Identificarosbeneficiáriosdosdiferentes serviçosdeproteçãosocial(PSSB,PASDe PASP)eassegurarareintegraçãodaspessoas vulneráveis • Prestarapoiopsico-socialasfamílias; • Incentivaraaberturadeescolinhas comunitáriasnosbairrosdereassentamento; • Assistiraspessoasnareunificaçãofamiliar;Recuperação
    • Advogarparamaior envolvimentodeparceiros nacionaiseestrangeirosnas acçõesdoMGCAS, nomeadamente,noresgate, assistênciaeproteçãosocial; • Fazeraavaliaçãorápidadas necessidadesemcoordenação multissectorial; • Monitorarasituaçãode proteçãodosafectadosnos centrosdeacomodação temporáriosefamíliasde acolhimento; • Activarosmecanismos integradosdeprevençãoe respostacontraaviolênciae abusosnoslocaisafectados; • Instalarespaçosderecreaçãoe proverkitsdehigiene, alimentar,cozinhaedeapoio psicossocial;Resposta
    • Sensibilizaraspopulaçõesparao abandonodaszonasderiscoa tomaremmedidasde precaução/reduçãodoriscode vulnerabilidade; • Transmitirmensagensespecíficasao fenómenoemcausaemlínguasde sinaisparapessoascomdeficiência auditiva; • Adquirirepré-posicionarmaterial pararespostaaemergência; • Realizarcapacitaçõesparaprevenção deviolênciabaseadanogénero; • Monitoraratendênciaevolutivada emergênciaesuaimplicaçãoparaos gruposmaisvulneráveis; • Capacitaroscomitéscomunitáriosde proteçãoàscrianças;Prontidão
    MGCASInstituições
  368. Texto do artigo, página 55: serviçosdeproteçãosocial(PSSB,PASDe
  369. Texto do artigo, página 55: PASP)eassegurarareintegraçãodaspessoas
  370. Texto do artigo, página 55: •Prestarapoiopsico-socialasfamílias; •Incentivaraaberturadeescolinhas
  371. Texto do artigo, página 55: comunitáriasnosbairrosdereassentamento;
  372. Texto do artigo, página 55: •Assistiraspessoasnareunificaçãofamiliar;
  373. Texto do artigo, página 55: vulneráveis
  374. Texto do artigo, página 55: omodação
  375. Texto do artigo, página 55: íliasde
  376. Texto do artigo, página 55: ecanismos
  377. Texto do artigo, página 55: vençãoe
  378. Texto do artigo, página 55: iolênciae
  379. Texto do artigo, página 55: ecreaçãoe
  380. Texto do artigo, página 55: ctados;
  381. Texto do artigo, página 55: InstituiçõesRecuperação
  382. Texto do artigo, página 55: Recuperação
  383. Texto do artigo, página 55: higiene,
  384. Texto do artigo, página 55: deapoio
  385. Texto do artigo, página 56: 34
  386. Texto do artigo, página 56: • Manteravigilânciaderotinapósepidemia; • Recolhereconservarmaterialusadopara atendimentohospitalar; • Assegurarofuncionamentonormaldas unidadessanitáriasquetenhamsido afectadas/destruídas(aprovisionamentode medicamentos,equipamentoshospitalares, tendashospitalares,pessoalmédicoedesaúde ereconstruçãodeunidadessanitárias destruídas). Recuperação • Proverserviçosdesaúdesexual ereprodutiva,incluindocasos dedoençascronicas(HIV, tensãoarterial,diabetes, tuberculose);Distribuirredes mosquiteirascom inseticidas;Garantirassistência específicaamulheresgrávidas, criançaseidosos; • Proverkitsdesaúdesexuale reprodutiva,incluídokitsde profilaxiapósexposiçãopara casodeviolaçãosexualdevido àaltavulnerabilidadedestas comunidades • Monitoraracontinuidadedo tratamentodepessoascom doençascrónicas(HIV,tensão arterial,diabetes) • Manterostockdeprodutos terapêuticos,suplementos alimentaresenutricionais (ATPU,ASPU,F75e(c crónicas. • Asseguraranutriçãoe tratamentodedoentescrónicos (HIV,tensãoarterial,diabetes) Resposta • Melhoraracapacidadededeteção precocedasdoençascompotencial epidémico,atravésdaintensificaçãoda vigilânciaepidemiológica; • Identificaretreinarativistas,bem comooutropessoaltécnicodesaúde paraaprestaçãodecuidadosmédicos básicosaspopulaçõesemsituaçãode emergência; • Pré-posicionarmatériasdesaúdee nutriçãoparatratarcriançascom desnutriçãoaguda,graveemoderada (kitdemedicamentoseinsumos); • Manterostockmínimopara tratamentodecriançascomdesnutri tiçãoagudagrave(DAG)com desnutriçãoagudamoderada(DAM); • Capacitarosprofissionaisdesaúdena provisãodopacotemínimodeSaúde SexualeReprodutivaeHIV; • Identificarosdistritosdemaiorrisco deeclosãodedoençasemsituaçãode emergência •prontidãoeresposta Melhorar adequadaaosdoentescronicos(HIV, tensãoarterial,diabetes,tuberculose) nazonasderisco Prontidão MISAU Instituições
    • Manteravigilânciaderotinapósepidemia; • Recolhereconservarmaterialusadopara atendimentohospitalar; • Assegurarofuncionamentonormaldas unidadessanitáriasquetenhamsido afectadas/destruídas(aprovisionamentode medicamentos,equipamentoshospitalares, tendashospitalares,pessoalmédicoedesaúde ereconstruçãodeunidadessanitárias destruídas).Recuperação
    • Proverserviçosdesaúdesexual ereprodutiva,incluindocasos dedoençascronicas(HIV, tensãoarterial,diabetes, tuberculose);Distribuirredes mosquiteirascom inseticidas;Garantirassistência específicaamulheresgrávidas, criançaseidosos; • Proverkitsdesaúdesexuale reprodutiva,incluídokitsde profilaxiapósexposiçãopara casodeviolaçãosexualdevido àaltavulnerabilidadedestas comunidades • Monitoraracontinuidadedo tratamentodepessoascom doençascrónicas(HIV,tensão arterial,diabetes) • Manterostockdeprodutos terapêuticos,suplementos alimentaresenutricionais (ATPU,ASPU,F75e(c crónicas. • Asseguraranutriçãoe tratamentodedoentescrónicos (HIV,tensãoarterial,diabetes)Resposta
    • Melhoraracapacidadededeteção precocedasdoençascompotencial epidémico,atravésdaintensificaçãoda vigilânciaepidemiológica; • Identificaretreinarativistas,bem comooutropessoaltécnicodesaúde paraaprestaçãodecuidadosmédicos básicosaspopulaçõesemsituaçãode emergência; • Pré-posicionarmatériasdesaúdee nutriçãoparatratarcriançascom desnutriçãoaguda,graveemoderada (kitdemedicamentoseinsumos); • Manterostockmínimopara tratamentodecriançascomdesnutri tiçãoagudagrave(DAG)com desnutriçãoagudamoderada(DAM); • Capacitarosprofissionaisdesaúdena provisãodopacotemínimodeSaúde SexualeReprodutivaeHIV; • Identificarosdistritosdemaiorrisco deeclosãodedoençasemsituaçãode emergência •prontidãoeresposta Melhorar adequadaaosdoentescronicos(HIV, tensãoarterial,diabetes,tuberculose) nazonasderiscoProntidão
    MISAUInstituições
  387. Texto do artigo, página 56: •Manteravigilânciaderotinapósepidemia; •Recolhereconservarmaterialusadopara
  388. Texto do artigo, página 56: •Assegurarofuncionamentonormaldas
  389. Texto do artigo, página 56: unidadessanitáriasquetenhamsido
  390. Texto do artigo, página 56: afectadas/destruídas(aprovisionamentode
  391. Texto do artigo, página 56: medicamentos,equipamentoshospitalares,
  392. Texto do artigo, página 56: tendashospitalares,pessoalmédicoedesaúde
  393. Texto do artigo, página 56: ereconstruçãodeunidadessanitárias
  394. Texto do artigo, página 56: atendimentohospitalar;
  395. Texto do artigo, página 56: destruídas).
  396. Texto do artigo, página 56: MIxual
  397. Texto do artigo, página 56: asos
  398. Texto do artigo, página 56: IV,
  399. Texto do artigo, página 56: etes,
  400. Texto do artigo, página 56: edes
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