I SÉRIE — n.º 79
BOLETIM DA REPÚBLICA
PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
Texto extraído + documento associado
Edição I Série n.º 79/2014
- Fonte oficial PDF da publicação
- Conteúdo derivado Texto e localizações
- Conteúdo gerado Nenhum neste texto
- Estado de revisão Ainda não registada
O que significa cada origem
- Fonte oficial
- PDF da publicação oficial associado a esta edição. LexIndicia não é o portal oficial.
- Conteúdo derivado
- Texto, estrutura e localizações extraídos do PDF; podem conter erros e não substituem a fonte.
- Conteúdo gerado
- Não faz parte deste texto. Quando usado na pesquisa assistida, aparece separado e identificado.
- Estado de revisão
- Revisão humana ainda não registada para o texto derivado.
| 0 100 200 300 400 500 77 79 81 83 85 87 89 91 93 95 97 99 01 03 05 07 09 11 Milhorasdiapadronizadasajustadas Ano | 0 25 50 75 100 77 79 81 83 85 87 89 91 93 95 97 99 01 03 05 07 09 11 Rendimentoporhorapadrão Ano Dia+noite dia |
|---|
| Categoria | Detalhes |
|---|---|
| Pescaria | Pescarias de camarão do Banco de Sofala. |
| Tipos de pesca | a) Pesca artesanal, b) Pesca semi-industrial, c) Pesca Industrial (nos termos estebelecidos na legislação pesqueira). |
| Artes de pesca e métodos não aplicáveis mas com impacto na implementação do Plano e impacto no recurso) | Redes com malhas não recomendadas (Chicocota, redes mosquiteiras), envenenamento por substâncias tóxicas, (ex: com plantas). |
| Métodos em uso ou permitidas | Rede de arrasto industrial (malhagem mínima de 55mm). Rede de arrasto para praia (malhagem mínima de 38mm). |
| Família e principais espécies capturadas. | Familia: Penaeidae. Principais espécies: Penaeus indicus, Metapenaeus monoceros, Penaeus japonicus e Penaeus monodon. |
| Âmbito de aplicação geográfico do plano | Banco de Sofala 16’ e 21º Sul, tendo uma superfície de cerca de 45.000 km2 até à batimétrica de 200m, representando 64% da plataforma continental de Moçambique. |
| Principais áreas ou ambientes geográficos com impacto nos recursos | Delta do Zambeze, numerosos rios, canais e estuários em cujas margens abundam florestas de mangal. |
| Valores – Objectivo a atingir e prioridades | Sustentabilidade das Espécies das pescarias de camarão do Banco de Sofala – manutenção de níveis de esforço de pesca nos limites definidos para sustentabilidade das pescarias Minimizar os impactos sociais negativos nas comunidades de pescadores. Manter o acesso aos recursos contribuindo para segurança alimentar. Minimização de desperdícios/perdas pós-captura. |
| Principais instituições implementadoras | MdP, sob coordenação da ADNAP (nível central, provincial e distrital), Governo Local (Províncial, distrital), Pescadores e proprietários de embarcações, proprietários de artes de pesca, órgãos do sistema de gestão participativa (Comités de Co-Gestão e Conselhos Comunitários de Pesca) e associações de pescadores. |
| Outras instituições e actores | MTC-ADMAR, MICOA, TURISMO, MIC, s, ARA Centro; |
| Horizonte temporal do Plano | 5 anos (com ajustamentos necessáris de acordo com a dinâmica das pescarias) |
| Periodicidade de avaliação de progresso | Intermédia, no terceiro ano de implementação e após o período de implementação. |
| Categoria | Detalhes |
|---|---|
| Pescaria | Pescarias de camarão do Banco de Sofala. |
| Tipos de pesca | a) Pesca artesanal, b) Pesca semi-industrial, c) Pesca Industrial (nos termos estebelecidos na legislação pesqueira). |
| Artes de pesca e métodos não aplicáveis mas com impacto na implementação do Plano e impacto no recurso) | Redes com malhas não recomendadas (Chicocota, redes mosquiteiras), envenenamento por substâncias tóxicas, (ex: com plantas). |
| Métodos em uso ou permitidas | Rede de arrasto industrial (malhagem mínima de 55mm). Rede de arrasto para praia (malhagem mínima de 38mm). |
| Família e principais espécies capturadas. | Familia: Penaeidae. Principais espécies: Penaeus indicus, Metapenaeus monoceros, Penaeus japonicus e Penaeus monodon. |
| Âmbito de aplicação geográfico do plano | Banco de Sofala 16’ e 21º Sul, tendo uma superfície de cerca de 45.000 km2 até à batimétrica de 200m, representando 64% da plataforma continental de Moçambique. |
| Principais áreas ou ambientes geográficos com impacto nos recursos | Delta do Zambeze, numerosos rios, canais e estuários em cujas margens abundam florestas de mangal. |
| Valores – Objectivo a atingir e prioridades | Sustentabilidade das Espécies das pescarias de camarão do Banco de Sofala – manutenção de níveis de esforço de pesca nos limites definidos para sustentabilidade das pescarias Minimizar os impactos sociais negativos nas comunidades de pescadores. Manter o acesso aos recursos contribuindo para segurança alimentar. Minimização de desperdícios/perdas pós-captura. |
| Principais instituições implementadoras | MdP, sob coordenação da ADNAP (nível central, provincial e distrital), Governo Local (Províncial, distrital), Pescadores e proprietários de embarcações, proprietários de artes de pesca, órgãos do sistema de gestão participativa (Comités de Co-Gestão e Conselhos Comunitários de Pesca) e associações de pescadores. |
| Outras instituições e actores | MTC-ADMAR, MICOA, TURISMO, MIC, s, ARA Centro; |
| Horizonte temporal do Plano | 5 anos (com ajustamentos necessáris de acordo com a dinâmica das pescarias) |
| Periodicidade de avaliação de progresso | Intermédia, no terceiro ano de implementação e após o período de implementação. |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. | 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. |
| 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão | 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. | 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); |
| 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. | 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Objectivos Operacionais | Medidas de Gestão |
|---|---|
| 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. | 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; |
| Prazo | 2015 | 2015 | 2015 | 2015 | 2018 | 2015 | 2018 | Permanente | Permanente | 2016 | 2017 | 2015 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Intervenientes | Industria | Industria | DNEPP,ADNAP, IDPPE | IDPPE,ADNAP | ADNAP/IDPPE/ GovernosDistrital, CCP,s | IDPPE/Governos Distrital(SDEJT), DNFP,CCP,s | DPP(SFL,ZBZe NPL),Governos locais,CCP,s | Indústria | Indústria | IIP,Indústria,DPPs (SFL,ZBZ,NPL) | IIP/DPP(SFL,ZBZ eNPL) | DNEPP/FFP/IDPPE/ DPP(SFL,ZBZe NPL) |
| Responsabilidade | ADNAP | ADNAP | IIP | IIP | DNFP | ADNAP | DNFP | IIP | IIP | ADNAP | ADNAP | ADNAP |
| Meiosde verificação | Relatóriode licenciamento | Relatório | Relatório | Relatório | Reduçãodeusode artesnocivas | Spotspublicitários nasrádios comunitárias Cartazesafixados Memorandos assinadoscom escolas | Relatórios | Relatóriode Avaliaçãodo Recurso | Relatóriode Avaliaçãodo Recurso | Relatório | Relatórios | Relatório |
| Pontosdereferência | 50%dereduçãodocabo mestre | Campanhadepesca | 75%decobertura | EstudoConcluído | 75%decobertura | 50%decobertura Cartazesdistribuídos Memorandoselaborados | Reduçãodasartesnocivas | Estudoelaborado | Estudoelaborado | Dadosaferidos | 10%deembarcaçõesusando BRDs | Estudoeleborado |
| Indicadores | Cabomestre | DiplomadeVeda | Dadosrecolhidos | 1Estudo | %decobertura(ex: centrosdepesca,zonas depesca) | %decobertura(ex: centrosdepesca)2070 Cartazes M e m o r a n d o sd e Entendimentocom Escolas/Entidade Responsável(2xano porprovíncia) | 250diasx5anos(zonas demaiorincidência) | 1Estudo | 1Estudo/Ano | FAc.Cruzardadosdo DiáriodeBordocom descargas | %deembarcações usandoBRDs | Estudorealizado |
| MedidasdeGestão/Acções | Reduziraquotadeesforçode6113(situaçãoactual 3515metros)para2100metrosdocabomestre (140.000horas–25-30barcos). | Campanhadepescanoperíodode7a8meses. | Melhoraraestatísticadapescaartesanal. | Definiráreascríticasdodesenvolvimentodocamarão napescaartesanal. | Melhorarafiscalizaçãodapescaartesanal. | Melhorarascampanhasdesensibilizaçãoparaapesca responsável. | Reforçarafiscalizaçãodapescanaszonasdemaior ocorrênciadasartesnocivas. | Manteravaliaçãoanualdabiomassadostock desovante(SSB)comoindicadordoestadodostock e(atingirnomínimo20%dabiomassavirgem). | Realizarcruzeirosdeinvestigaçãonoperíododo recrutamento. | Controlaraqualidadededadosdecapturada | Avaliarapossibilidadedousoexperimentaldo DispositivodeExclusãodeFaunaAcompanhante (BRDs). | Estudarapossibilidadedelicenciarasoperaçõesde recolecçãodaFAc. |
| Problemas | I.1 | 1.2 | I.3 | I.4 | 1.5 |
| Prazo | 2015 | 2015 | 2016 |
|---|---|---|---|
| Intervenientes | DNFP/IIP/DPP (SFL,ZBZeNPL), Indústria | DPP(SFL,ZBZe NPL),UEM | DPP(SFL,ZBZe NPL) |
| Responsabilidade | ADNAP | IIP | IIP |
| Meiosde verificação | R e g u l a m e n t o Aprovado Relatóriosde Avaliação | Relatório | Relatório |
| Pontosdereferência | RegulamentoElaborado 100%FrotaIndustrial 50%FrotaSemi-Industrial | EstudoElaborado | EstudoElaborado |
| Indicadores | Regulamento Específico %daFrota | 1Estudo | 1Estudo |
| MedidasdeGestão/Acções | ImplementarousodeTEDsnafrotacongeladora decamarão. | Realizarumestudoparaidentificarasárease épocasdeocorrênciadastartarugasmarinhas; | Avaliaroimpactodasespéciesexóticasde camarãonapopulaçãoactiva |
| Problemas | I.6 | I.7 |
| Prazo | 2015 | 2015 | 2015 | Permanente | Permanente | Permanente |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Intervenientes | Indústria | ADNAP eIDPPE | WWF,MICOA | Indústria | Indústria | |
| Responsabilidade | ADNAP | DNEPP | ADNAP | ADNAP | INIP | |
| Meiosde verificação | Relatório | Relatório | Relatório | Certificados | Certificados | Volumedeexportações |
| Pontosdereferência | (25-30barcos) Operacionais | EstudoElaborado | EstudoElaborado | Pescariacertificada | Pescariacertificada | Exportaçõescertificadas |
| Indicador | N . ºd eb a r c o s reduzidos | 1Estudo | 1p r o g r a m ad e reorientação | Númerode certificadosemitido | Númerode certificadosemitido | certificadoemitido |
| MedidasdeGestão | Reduziraquotadeesforçode6113(situaçãoactual 3515metros)para2100metrosdocabomestre(140.000 horas–25-30barcos) | Estudodeviabilidadeeconómicadasoperaçõesde recolhadaFAc; | Estudareproporumprogramadereorientaçãodamão deobraociosa; | Asseguraraimplementaçãodoprocessodecertificação ambientaldascapturas | Asseguraraimplementaçãodoprocessode certificaçãodelegalidadedascapturas | Asseguraraimplementaçãodoprocessodecertificação sanitáriadasexportações |
| Problemas | II.1 | II.2 | II.3 |
| Prazo | 2018 | 2015 | 2016 | permamente | 2015 | 2015 | 2015 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Intervenientes | IIP,IDPPEe GovernosLocais, Indústria,DPP,s, outrossectores | IDPPE,ADNAP,IIP | ADNAP/DPP(SFL, ZBZeNPL),DNFP, CCP,s,IDPPE,FFP, GovernosLocais | DPP,s | FFP,IDPPE,GD | I D P P E ,C C P , s , Governoslocais | FFP,IDPPE,CCP,s |
| Responsabilidade | ADNAP | FFP,DNEPP | DNEPP | DNFP | DNEPP | FFP | DIEP |
| Meiosde verificação | Zonasmapeadas | Relatório | Relatóriobalanço | Relatório | Infra-estruturas criadas | Infra-estruturas criadas | Infra-estruturas criadas |
| Pontosdereferência | Zonasidentificadas | 100%daspolíticasde créditosalinhados | Estudoelaborado | Reduçãodosíndicesda pescailegal | Produtosdepescacom valoragregado | Produtodepescacomvalor agregado | Produtosdepescacom valoragregado |
| Indicador | 1Mapa | Políticasdecréditos alinhados | Reduçãodasartes nocivas | 84diasx5anos(fora das12milhas) | Gasolineiras estabelecidas | 3Carpintarias,3 estabelecimentos deinsumosde pesca3salasde conservaçãoe processamento | 3desembocadouros |
| MedidasdeGestão | Zonearasáreasdepescaparacadasubsectorepara outrasactividadeseconómicasnoBancodeSofala; | Ajustaraspolíticasdecréditonafrotaagelocomos critériosdesustentabilidadeeconómicaedorecurso; | Estudosócioeconómicodoimpactodaredução dasartesnocivas | Reforçarosistemadefiscalizaçãodapesca; | PromoveroestabelecimentonoBancodeSofalade gasolineiras | Promoverestabelecimentosdeinsumosdepesca, fábricasdegelo,fábricasdeprocessamento | Promoverdesembarcadourosparaapescaartesanal. |
| Problemas | II.4 | II.5 | II.6 | II.7 |
| Prazo | 2015 | Permanente | 2018 | 2018 | 2015 | 2016 | 2018 | 2016 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Intervenientes | DNFP,DPP,s, CCP,s,IIP | ADNAP,DPP,s, Governoslocais | ADNAP,IIP, | IDPPEDPP(SFL, ZBZeNPL) | DPP(SFL,ZBZe NPL) | IDPPEDPP(SFL, ZBZeNPL) | ADNAP,DPP,s, CCP,s,IDPPE | IDPPEDPPN,DPPZ eDPPS |
| Responsabilidade | ADNAP | DNFP | DNFP | ADNAP | ADNAP | IIP | DNFP | ADNAP |
| Meiosde verificação | Relatório | Relatório | Relátorio | Sínteses | Actas | Relaório | Relatórios | Relatórios |
| Pontosdereferência | 100%detécnicos capacitados | 100%decoberturados centrosdepesca | DistritosporProvíncia potenciados | Sessõesrealizadas | Forúnsrealizados | 100%daáreacoberta | 100%daareacoberta | 50%deCCPfuncionais |
| Indicador | Técnicos capacitados | C onhec imento ac r esc i dod a lesgislação | TécnicosdeMSC, material,patrimoniais garantidos | Sessões | ForúnsProvincial/ Ano (SFL,ZBZeNPL) | Maiorcoberturada amostragem | escadores capacitados emmatériasde legislação | NúmerodeCCP funcionaisnoBS |
| MedidasdeGestão | Capacitarostécnicosnaimplementaçãodonovo sistemadegestão(TAE); | Garantirocumprimentodemedidasdegestãode acordocomasnormasestabelecidas | Garantirrecursoshumanos,materiais,epatrimoniais paramelhorarosistemaMCS; | Mecanismodeco-gestãodevesermaisabragente (CCP,s,Comitésdistritaiseprovinciais,CNAP) | Identificarosassuntosquedevemser desconcentradosemdiferentesníveis,delocal aténacional(forúnsdeco-gestão) | Melhoraraestatísticadepescaartesanal; | Melhorarocontrolodocumprimentodalegislação.P | GarantirafuncionabilidadedoCCPnasuaárea deactuação; |
| Problemas | III.1 | III.2 | III.3 | III.4 | III.5 | III.6 |
Fonte textual acessível e tabelas
- Texto do artigo, página 17: Neste contexto, mostrando-se necessário adoptar medidas de gestão para a Pescaria de Camarão no Banco de Sofala, ao abrigo do disposto no artigo 15 da Lei n.° 22/2013, de 1 de Novembro, Lei das Pescas, determino:
- Texto do artigo, página 17: 1. É aprovado o Plano de Gestão da Pescaria de Camarão do Banco de Sofala para o período de 2014 a 2018, anexo ao presente Diploma, do qual é parte integrante.
- Texto do artigo, página 17: 2. Compete ao Director-Geral da Administração Nacional das Pescas (ADNAP) esclarecer as eventuais dúvidas que surgirem na aplicação do Plano de Gestão ora aprovado.
- Texto do artigo, página 17: 3. O presente Diploma Ministerial entra em vigor na data da sua publicação.
- Texto do artigo, página 17: Ministério das Pescas, em Maputo, 6 de Junho de 2014. O Ministro das Pescas, Víctor Manuel Borges.
- Texto do artigo, página 17: Preâmbulo
- Texto do artigo, página 17: Atendendo que a pesca do camarão é uma pescaria importante para o fornecimento de pescado, fonte de proteína animal, renda, emprego e contribuição para o PIB da República de Moçambique.
- Texto do artigo, página 18: Considerando o disposto no artigo 8 da Lei n.º 3/90, ora revogada pela Lei n.º 22/2013, de 1 de Novembro, Lei das Pescas, no seu artigo 9 conjugado com o artigo 6 do Regulamento Geral da Pesca Marítima (REPMAR), aprovado pelo Decreto n.º 43/2003, de 10 de Dezembro, no qual o Ministério das Pescas promove e prepara o presente Plano de Gestão no quadro da Gestão e Ordenamento das pescarias.
- Texto do artigo, página 18: Atendendo o previsto no artigo 8 do REPMAR, o Ministro das Pescas pode adoptar medidas de gestão directa, através de limitação do esforço de pesca, ou de gestão indirecta, mediante a limitação do volume das capturas.
- Texto do artigo, página 18: Tomando-se o modelo de gestão participativa preferencial para assegurar a gestão das pescarias, nos termos estabelecidos no artigo 15 do REPMAR que permite a representação dos interesses envolvidos para assegurar a co-gestão das pescarias, através dos Conselhos Comunitários de Pesca (CCPs), Comités de Co-gestão (CCGs) e Comissão de Administração Pesqueira (CAP).
- Texto do artigo, página 18: Ciente da importância do Sector das Pescas para a economia nacional, incluindo fluxos de renda na economia dos pólos de crescimento, segurança alimentar e sua contribuição para os subsectores da pesca Artesanal, Semi-indústrial e Industrial.
- Texto do artigo, página 18: Desejando garantir e reforçar o envolvimento dos pescadores no planeamento, na tomada de decisão e implementação de acções do Sector através da melhoria da governação participativa, manter/preservar o habitat, o ambiente e melhorar a subsistência de comunidades de pescadores.
- Texto do artigo, página 18: Tendo em conta que o presente Plano de Gestão foi desenvolvido de forma participativa com os representantes dos principais grupos de actores dentro e fora do Sector das Pescas, julga-se que o mesmo irá responder aos objectivos e desafios para os quais o documento foi concebido, constituindo a base de gestão responsável desta pescaria.
- Texto do artigo, página 18: SIGLAS/ Abreviaturas/Acrônimos
- Texto do artigo, página 18: ADMAR Administração Marítima ADNAP Administração Nacional das Pescas AMAPIC Associação Moçambicana de Armadores de
- Texto do artigo, página 18: Pesca Industrial de Camarão ANAP Associação Nacional dos Armadores de Pesca ASSAPEMO Associação dos Armadores de Pesca de
- Texto do artigo, página 18: Moçambique BS Banco de Sofala BRDs Dispositivo de Exclusão da Fauna Acompanhante CAP Comissão da Administração Pesqueira CCG Comité de co-gestão CCP Conselho Comunitário de Pesca CGP Conselho de Gestão das Pescarias DPP Direcção Provincial de Pesca DNAP Direcção Nacional de Administração Pesqueira DNFP Direcção Nacional de Fiscalização da Pesca EAF Ecossistem Aproach for Fisheries (Abordagem
- Texto do artigo, página 18: Ecossistémica das Pescarias) EP Escola de Pesca FAc Fauna Acompanhante
- Texto do artigo, página 18: FFP Fundo de Fomento Pesqueiro FAO Food and Agriculture Organization GD Governo Distrital GT Grupo de Trabalho IDPPE Instituto Nacional de Desenvolvimento da Pesca
- Texto do artigo, página 18: de Pequena Escala IIP Instituto Nacional de Investigação Pesqueira INAQUA Instituto Nacional de Desenvolvimento
- Texto do artigo, página 18: da Aquacultura INIP Instituto Nacional de Inspecção Pesqueira MCS Monitory Control Survaylance MdP Ministério das Pescas MEY Maximum Economic Yield MIC Ministério da Indústria e comércio MICOA Ministério de Coordenação Ambiental MITUR Ministério do Turismo MSY Maximum Sustainable Yield MTC Ministério dos Transportes e Comunicação NPL Nampula PDP Plano Director das Pescas PGC Plano de Gestão de Camarão PPAN Projecto de Pesca Artesanal de Nampula PIB Produto Interno Bruto SDEJT Serviços Distritais da Educação, Juventude
- Texto do artigo, página 18: e Tecnologia SFL Sofala SMP Serviço de Monitorização da pesca SSB Biomassa do Stock Desovante TAC Total Admissível de Captura TAE Total Admissível de Esforço TEDs Turtle Exclusion Device VMS Vessel Monitoring System (Sistema de Monitorização e Vigilância) ZBZ Zambézia ZEE Zona Económica Exclusiva
- Texto do artigo, página 18: 1. INTRODUÇÃO 1.1 Contribuição da Pescaria para a Economia Nacional
- Texto do artigo, página 18: Moçambique é um país cuja actividade pesqueira possui um impacto social considerável, pois contribuí para a segurança alimentar, aumento do emprego e renda, e captação de divisas através das exportações.
- Texto do artigo, página 18: O Plano Director das Pescas 2010-2019 (PDP II), instrumento de orientação ao nível do Sector, identifica as prioridades, estratégias e acções que o Estado adoptará com vista a alcançar os objectivos definidos para o Sector das Pescas, a médio e longo prazo. Assim, a questão da segurança alimentar e da situação nutricional surgem como prioridades, a par da melhoria das condições de vida das comunidades de pescadores artesanais e de aquacultores de pequena escala.
- Texto do artigo, página 18: Estima-se que o Sector das Pescas contribui com cerca de 2% do PIB (cerca de 452 milhões de dólares americanos) com uma produção global de cerca de 151 mil toneladas por ano, proveniente da pesca marinha e de águas interiores, incluindo
- Texto do artigo, página 19: a produção da aquacultura. A contribuição média do Sector das Pescas ganha pela exportação é de cerca de 70 milhões de dólares por ano.
- Texto do artigo, página 19: O Banco de Sofala estende-se aproximadamente entre os paralelos 16’ e 21º Sul (figura 1), tendo uma superfície de cerca de 45.000 km2 até à batimétrica de 200 m, representando 64% da plataforma continental de Moçambique. O litoral é entrecortado por numerosos rios, canais e estuários em cujas margens abundam florestas de mangal. Nestas áreas abrigadas têm o seu habitat, pelo menos durante parte da vida, numerosas espécies aquáticas entre as quais se encontram os camarões.
- Texto do artigo, página 19: Desde tempos imemoriais as populações costeiras pescaram estes recursos de peixes e crustáceos litorais para a sua subsistência, da qual os camarões penaeídeos sempre constituíram parte. Actualmente, existem três frotas muito distintas que exploram este recurso, nomeadamente:
- Texto do artigo, página 19: • Artesanal de arrasto manual para praia, ao longo de toda a faixa litoral, muito próximo da praia com recurso a embarcações de menos de 10 m de comprimento; • Semi-industrial, de arrasto mecânico com conservação a gelo, nos extremos norte e sul do Banco de Sofala, a partir de uma (1) milha náutica da costa com recurso a embarcações entre 10 e 20 m de comprimento e; • Industrial com recurso a embarcações de mais de 20 m de comprimento, de arrasto mecânico com congelação a bordo, incluindo semi-industriais congeladores, em toda a área arrastável a partir das três (3) milhas náuticas da costa.
- Texto do artigo, página 19: O recurso de camarão do Banco de Sofala é constituído por diversas espécies. Duas espécies são as dominantes na pescaria industrial e semi-industrial: o camarão branco (Penaeus indicus) e o castanho (Metapenaeus monoceros) que representam 78-87% do total dos camarões penaeídeos capturados. Os remanescentes
- Texto do artigo, página 19: 13-22% são constituídos por diversas espécies, entre as quais se destacam os camarões flor (Penaeus japonicus) e tigre (Penaeus monodon). Na pescaria artesanal, a espécie dominante é o camarão branco (P. indicus) Os três sectores da pesca exploram os stocks da principal espécie Penaeus indicus – camarão branco, Metapenaeus monoceros - camarão castanho e a espécie menos abundante Penaeus monodon – jumbo, que são mais abundantes na zona próxima da costa. Penaeus japonicus - tigre e Penaeus latisulcatus - marfil, são mais comuns em águas mais profundas e são capturadas predominantemente pela frota industrial.
- Texto do artigo, página 19: O recurso de camarões penaeídeos do Banco de Sofala é de todos os existentes nas águas jurisdicionais de Moçambique que mais importância assumiu ao longo dos últimos cinquenta anos. Isso fez com que, a partir dos anos sessenta, a maior parte dos estudos realizados e as medidas de gestão tomadas no Sector das Pescas lhes fossem dirigidos. Esta atenção acentuou-se depois da independência nacional, em 1975.
- Texto do artigo, página 19: A pescaria artesanal só muito recentemente começou a ser mais conhecida cientificamente e mesmo em termos socio económicos, como resultado do programa de desenvolvimento que surgiu no sector (PPAN) em termos de estudos, na sequência do fim da guerra, em 1992, e após ser introduzido um sistema estatístico por amostragem que vem gradualmente abrangendo todo o litoral de Moçambique. Diferentemente, as duas pescarias industriais e semi-industriais são conhecidas desde os anos 70, mas subsiste uma necessidade de elevar a qualidade nos dados fornecidos.
- Texto do artigo, página 19: As informações sobre as actividades de pesca industrial na década de 60 são escassas e pouco fiáveis pois tiveram origem em frotas que operavam à revelia de qualquer controlo por parte das autoridades coloniais. Apenas a partir de 1976, com a declaração pelo Governo de Moçambique de uma ZEE de 200 milhas náuticas1 e com a regulamentação da pesca realizada por frotas estrangeiros nas águas jurisdicionais do país, foi possível ter acesso a alguma informação sobre essas actividades2.
- Texto do artigo, página 19: 35° 36° 37° 38° 39° 40° 16° 17° 18° 19° 20° 21° Angoche Moma Pebane Nicoadala Quelimane Chinde Zambeze Beira 20 200 Banco de Sofala
- Texto do artigo, página 19: Figura 1:. Mapa da costa de Moçambique indicando o Banco de Sofala (Extraído de Palha de Sousa et al, 2011) .
- Texto do artigo, página 19: 1 Decreto-Lei n.º 31/76 de 19 de Agosto (Boletim da Repúblican.º 97, 1.ª Série, de 19 de Agosto de 1976). 2 Lei n.º 8/87 de 22 de Abril (Boletim da República n.º 48, 1.ª Séria, de 19 de Abril de 1978). 3 Palha de Sousa, L., A. Brito, S. Abdula, C. Maunde, J. Penn and D. Howell (2011). O Camarão do Banco de Sofala 2010. Report Instituto de Investigação
- Texto do artigo, página 19: Pesqueira. Outubro 2011. 67p.
- Texto do artigo, página 20: 1.2 Fundamentação para o Plano de Gestão
- Texto do artigo, página 20: O Ministério das Pescas (MdP) tem como uma das atribuições, o estabelecimento de políticas de desenvolvimento das pescas, através de planos de gestão e de desenvolvimento, assim como a coordenação da sua execução, mediante um controlo do desempenho dos subsistemas de gestão das pescarias e de promoção do desenvolvimento.
- Texto do artigo, página 20: A pesca de camarão do Banco de Sofala experimentou um acentuado declínio da sua renda nos últimos 5 anos (2009-2013) devido a uma combinação de factores, mais proeminentemente o elevado esforço de pesca e a consequente exploração excessiva dos recursos. O agravamento dos factores económicos externos (por exemplo queda do preço do camarão no mercado internacional) e a subida do custo dos combustíveis que constituem factores não onerosos de gestão pesqueira aliados às mudanças climáticas, também contribuíram para a situação actual.
- Texto do artigo, página 20: Perante a crise no Sector, em 2007 foi iniciada a elaboração dum plano de gestão das pescarias para os pescadores que exploram os recursos de camarão de águas não profundas do Banco de Sofala, tendo a sua implementação iniciado apenas em 2011.
- Texto do artigo, página 20: Em relação à redução do esforço de pesca, o Sector recomendou em 2009, o estudo de uma proposta para a gestão das actividades de pescas de camarão do Banco de Sofala. Este estudo não foi implementado por não satisfazer aos objectivos estipulados, mas em 2011 foi feito novo estudo sobre o Esforço Total Admissível (TAE) e sua implementação nesta pescaria de camarão. Assim, foi elaborada uma estratégia de gestão composta por uma combinação de um limite de capturas de precaução e um limite de esforço de pesca por embarcação (TAE). Paralelamente, foi contactado o projecto EAF-Nansen da FAO com vista a apoiar a incorporação de linhas de enquadramento da abordagem ecossistemática das pescarias (EAF) neste plano de gestão.
- Texto do artigo, página 20: O enfoque do Plano de Gestão das Pescarias de Camarão do Banco de Sofala (PGC/BS) visa resolver alguns problemas que dificultam a pesca de garantir benefícios a seus níveis máximos. Foi, neste âmbito, que se prestou atenção ao esforço excessivo na pesca aplicado aos recursos, o desempenho não satisfatório do sistema MCS e a necessidade de melhorar o conhecimento sobre os principais aspectos biológicos e socio-económicos para o fortalecimento das linhas orientadoras de gestão com vista a melhorar o estado do stock.
- Texto do artigo, página 20: Existem causas internas que agravam a situação actual e que, a não existirem, colocariam os armadores de camarão em melhor situação para enfrentar a crise. Nada podendo fazer em relação aos factores externos, resta à administração pesqueira agir sobre as causas internas que afectam mais negativamente as pescarias industriais, semi-industrial e artesanal. Assim, duas principais pré-condições devem ser cumpridas no acto da elaboração do plano de gestão, nomeadamente: redução do esforço de pesca e fortalecimento do sistema MCS.
- Texto do artigo, página 20: 1.3 Objectivos do Plano de Gestão Geral
- Texto do artigo, página 20: Proporcionar um máximo benefício líquido global (económico, social e financeiro) à sociedade para redução da pobreza, num quadro de sustentabilidade do recurso em particular, e do ecossistema aquático em geral.
- Texto do artigo, página 20: Específico a) Pescaria Industrial
- Texto do artigo, página 20: Proporcionar um benefício líquido económico máximo e uma rentabilidade atractiva para as empresas armadoras com participação significativa nacional, num quadro de rigorosa
- Texto do artigo, página 20: contenção do esforço de pesca e contribuindo efectivamente para o desenvolvimento económico e social do país.
- Texto do artigo, página 20: b) Pescaria semi-industrial
- Texto do artigo, página 20: Proporcionar benefícios líquidos económicos e sociais significativos e uma rentabilidade para os operadores nacionais, contribuindo para o desenvolvimento económico e social e o abastecimento de pescado ao nível local e a exportação.
- Texto do artigo, página 20: c) Pescaria artesanal
- Texto do artigo, página 20: Proporcionar benefícios sociais significativos às comunidades dependentes da pesca artesanal através dos rendimentos distribuídos às populações e proveniente do processamento local de pescado.
- Texto do artigo, página 20: 2. Políticas-Chave Orientadoras para o Plano de Gestão
- Texto do artigo, página 20: Este Plano de Gestão das Pescarias de Camarão do BS enquadra-se no artigo 9 da Lei n.º 22/2013, de 01 de Novembro, Lei das Pescas, e os objectivos plasmados no PDP II (2010-2019) e Plano Quinquenal do Governo, Agenda 2025, Código de Conduta da FAO para a pesca responsável, Abordagem do Ecossistema para Pesca (EAF), Convenção sobre a Biodiversidade Ecológica, Cimeira Mundial sobre o Desenvolvimento Sustentável RIO + 20 e Objectivos do Desenvolvimento do Milénio, para além de outros instrumentos.
- Texto do artigo, página 20: 3. Visão Geral das Pescarias de Camarão de Banco de
- Texto do artigo, página 20: Sofala 3.1 Descrição das Pescarias A pescaria de camarão de águas pouco profundas do Banco de
- Texto do artigo, página 20: Sofala em Moçambique é complexa, multiespecífica, envolvendo vários sectores.
- Texto do artigo, página 20: As capturas são obtidas por três sectores distintos: uma pescaria artesanal costeira, tendo Penaeus indicus como espécie alvo secundária, e as frotas semi-industrial e industrial, visando uma variedade de espécies em mar aberto até profundidades de cerca de 60 m.
- Texto do artigo, página 20: Os três sectores exploram os stocks das duas principais espécies, Camarão branco - P. indicus e Camarão castanhoM. monoceros (a profundidades de menos de 30 metros) as espécies menos abundantes como Camarão tigre-P. japonicus, Camarão Jumbo- P. monodon e Camarão marfil- P. latisulcatus são predominantemente capturadas pela frota industrial (a profundidades superiores a 30 metros) que opera em águas mais profundas no segundo semestre do ano (Palha de Sousa et al, 2011)3.
- Texto do artigo, página 20: Evolução recente da captura e esforço
- Texto do artigo, página 20: A história das capturas de camarão do Banco de Sofala que cobre todos os sectores da pesca encontra-se resumida na Figura 3 (Palha de Sousa et al, 2011)4. Esta figura mostra que a captura total da pescaria atingiu um pico entre 2001 e 2003, mas posteriormente decresceu até 2009, quando as capturas estabilizaram. Este declínio foi causado principalmente pelas capturas reduzidas dos sectores industrial e semi-industrial. Ao contrário, o sector artesanal, cujas estatísticas das capturas se tornaram disponíveis a partir de 2001, tem mostrado um aumento constante da sua captura de camarão, que se tornou uma importante fonte de receitas para as comunidades pesqueiras localizadas na costa. Em 2010 a percentagem de camarão no total das capturas da pesca artesanal atingiu os 17 por cento5.
- Texto do artigo, página 20: 4 Palha de Sousa, L., A. Brito, S. Abdula, C. Maunde, J. Penn and D. Howell (2011). O Camarão do Banco de Sofala 2010. Report Instituto de Investigação Pesqueira. Outubro 2011. 67p. 5 Palha de Sousa, L., A. Brito, S. Abdula, C. Maunde, J. Penn and D. Howell (2011). O Camarão do Banco de Sofala 2010. Report Instituto de Investigação Pesqueira. Outubro 2011. 67p.
- Título de secção, página 21: 1 DE OUTUBRO DE 2014 1587
- Texto do artigo, página 21: 0 1000 2000 3000 4000 5000 6000 7000 8000 9000 10000 80 82 84 86 88 90 92 94 96 98 00 02 04 06 08 10 12 Captura (t) Ano Artesanal Semi-ind gelo Industrial Total
- Texto do artigo, página 21: Captura (t)
- Texto do artigo, página 21: Figura 3: Evolução das capturas nos diferentes sectores da pesca industrial, semi-industrial e artesanal de 1980 a 2012 (De Palha de Sousa et al, 2013)3.
- Texto do artigo, página 21: O início precoce da campanha de pesca em 2010 teve um impacto negativo sobre o stock de camarão “branco”, no entanto, a extensão da campanha de pesca em Outubro permitiu uma maior captura das outras espécies contribuindo para o aumento da captura total. O início tardio da pesca em 2011 e a campanha de pesca até Outubro deveriam proporcionar uma melhor distribuição de esforço e que teriam um padrão de esforço próximo de meados dos anos 1990, quando ocorreu uma maior produtividade (Palha de Sousa et al, 2011)6.
- Texto do artigo, página 21: 0
100
200
300
400
500
77 79 81 83 85 87 89 91 93 95 97 99 01 03 05 07 09 11
Milhorasdiapadronizadasajustadas
Ano
0
25
50
75
100
77 79 81 83 85 87 89 91 93 95 97 99 01 03 05 07 09 11
Rendimentoporhorapadrão
Ano
Dia+noite dia
0 100 200 300 400 500 77 79 81 83 85 87 89 91 93 95 97 99 01 03 05 07 09 11 Milhorasdiapadronizadasajustadas Ano 0 25 50 75 100 77 79 81 83 85 87 89 91 93 95 97 99 01 03 05 07 09 11 Rendimentoporhorapadrão Ano Dia+noite dia - Texto do artigo, página 21: Figura 4: Esforço total anual durante o período 1977-2012 ( Palha de Sousa et al, 2013).
- Texto do artigo, página 21: Figura 5: Rendimento médio anual por hora (para redes com comprimento de cabo mestre de 53,2 m) durante o período 1977-2012 (Palha de Sousa et al, 2013).
- Texto do artigo, página 21: Na campanha de pesca 2012, problemas ambientais causaram a dispersão do recurso resultante da ocorrência de três ciclones consecutivos (Dando, Funso e Irina) no início da campanha de pesca.
- Texto do artigo, página 21: Persiste o problema de esforço de pesca, fraco controlo das artes de pesca artesanal que pode afectar o nível de esforço e uso de artes de pesca nocivas.
- Texto do artigo, página 21: 3.1 Gestao Actual das Pescarias de Camarão do Banco de Sofala
- Texto do artigo, página 21: A gestão das pescarias em Moçambique é da competência do Ministério das Pescas. O papel do Ministério é de implementar as políticas pesqueiras e formular as linhas orientadoras, regras e regulamentos para planear, desenvolver e gerir as pescarias nacionais e a aquacultura no país. As funções de gestão a nível
- Texto do artigo, página 21: do Ministério são da responsabilidade da Administração Nacional das Pescas (ADNAP). Outros arranjos de apoio à gestão das pescarias são descritos abaixo.
- Texto do artigo, página 21: O órgão consultivo, a Comissão da Administração Pesqueira (CAP), emite pareceres ao Ministro das Pescas sobre matérias de interesse no âmbito de conservação dos recursos pesqueiros e da gestão das pescarias, incluindo:
- Texto do artigo, página 21: a) O sistema de gestão a usar por pescaria;
- Texto do artigo, página 21: b) Número máximo de barcos a licenciar numa pescaria;
- Texto do artigo, página 21: c) Períodos de veda;
- Texto do artigo, página 21: d) Áreas com restrições à actividade de pesca;
- Texto do artigo, página 21: e) Procedimentos para a preparação e revisão de planos de desenvolvimento pesqueiros;
- Texto do artigo, página 21: f) Outras medidas de gestão das pescarias ou conservação do ambiente aquático.
- Texto do artigo, página 21: 6 Palha de Sousa, L., A. Brito, S. Abdula, C. Maunde, J. Penn and D. Howell (2013). O Camarão do Banco de Sofala 2013. Report Instituto de Investigação Pesqueira. Outubro 2013. 106p.
- Texto do artigo, página 22: Existe também o Conselho de Gestão das Pescarias (CGP) que é um órgão consultivo da ADNAP, facilitando a coordenação entre as várias entidades do Sub-sistema de Gestão das Pescarias. O Conselho de Gestão das Pescarias é coordenado pela ADNAP e íntegra representantes de algumas instituições do sector, particularmente IIP, INIP, DNFP, IDPPE, e Portos de Pesca.
- Texto do artigo, página 22: A nível local, como forma de tornar o processo de gestão mais inclusivo e participativo, o sistema de gestão providencia uma plataforma para o estabelecimento de órgãos de administração pesqueira conhecidos como Conselhos Comunitários de Pesca (CCPs) que incluem vários grupos de partes interessadas e actuam a nível distrital e provincial.
- Texto do artigo, página 22: O instrumento-mãe que governa toda a actividade de pesca em Moçambique é a Lei n.° 22/2013, de 01 de Novembro, que foi actualmente aprovada e os seus regulamentos estão em processo de revisão. De acordo com estes instrumentos a licença de pesca é requerida para o exercício de todas as pescarias.
- Texto do artigo, página 22: 4. Processo de Elaboração do Plano de Gestão
- Texto do artigo, página 22: O processo de elaboração teve em consideração os princípios, da previsibilidade, do envolvimento de stakeholders, da consideração contextual, da precaução e da racionalidade, e obedeceu as seguintes fases:
- Texto do artigo, página 22: 1. Elaboração dos Termos de Referência;
- Texto do artigo, página 22: 2. Realização de oficinas de trabalho de auscultação aos stekaholders;
- Texto do artigo, página 22: 3. Produção da primeira proposta do plano de gestão;
- Texto do artigo, página 22: 4. Apresentação da proposta aos stakeholders;
- Texto do artigo, página 22: 5. Ajustamento e apresentação da proposta do plano a CAP.
- Texto do artigo, página 22: 4.1 Âmbito do Plano de Gestão das Pescarias de Camarão do Banco de Sofala
- Texto do artigo, página 22: De acordo com o processo de formulação do Plano que envolveu vários actores, o quadro geral deste instrumento resumese no seguinte (Tabela 1):
- Texto do artigo, página 22: Tabela 1: Quadro geral da formulação do Plano de Gestão de Camarão do Banco de Sofala
- Texto do artigo, página 22: Categoria
Detalhes
Pescaria
Pescarias de camarão do Banco de Sofala.
Tipos de pesca
Categoria Detalhes Pescaria Pescarias de camarão do Banco de Sofala. Tipos de pesca a) Pesca artesanal, b) Pesca semi-industrial, c) Pesca Industrial (nos termos estebelecidos na legislação pesqueira). Artes de pesca e métodos não aplicáveis mas com impacto na implementação do Plano e impacto no recurso) Redes com malhas não recomendadas (Chicocota, redes mosquiteiras), envenenamento por substâncias tóxicas, (ex: com plantas). Métodos em uso ou permitidas Rede de arrasto industrial (malhagem mínima de 55mm). Rede de arrasto para praia (malhagem mínima de 38mm). Família e principais espécies capturadas. Familia: Penaeidae. Principais espécies: Penaeus indicus, Metapenaeus monoceros, Penaeus japonicus e Penaeus monodon. Âmbito de aplicação geográfico do plano Banco de Sofala 16’ e 21º Sul, tendo uma superfície de cerca de 45.000 km2 até à batimétrica de 200m, representando 64% da plataforma continental de Moçambique. Principais áreas ou ambientes geográficos com impacto nos recursos Delta do Zambeze, numerosos rios, canais e estuários em cujas margens abundam florestas de mangal. Valores – Objectivo a atingir e prioridades Sustentabilidade das Espécies das pescarias de camarão do Banco de Sofala – manutenção de níveis de esforço de pesca nos limites definidos para sustentabilidade das pescarias Minimizar os impactos sociais negativos nas comunidades de pescadores. Manter o acesso aos recursos contribuindo para segurança alimentar. Minimização de desperdícios/perdas pós-captura. Principais instituições implementadoras MdP, sob coordenação da ADNAP (nível central, provincial e distrital), Governo Local (Províncial, distrital), Pescadores e proprietários de embarcações, proprietários de artes de pesca, órgãos do sistema de gestão participativa (Comités de Co-Gestão e Conselhos Comunitários de Pesca) e associações de pescadores. Outras instituições e actores MTC-ADMAR, MICOA, TURISMO, MIC, s, ARA Centro; Horizonte temporal do Plano 5 anos (com ajustamentos necessáris de acordo com a dinâmica das pescarias) Periodicidade de avaliação de progresso Intermédia, no terceiro ano de implementação e após o período de implementação. - Texto do artigo, página 22: a) Pesca artesanal, b) Pesca semi-industrial, c) Pesca Industrial (nos termos estebelecidos na legislação pesqueira).
Artes de pesca e métodos não aplicáveis mas com impacto na implementação do Plano e impacto no recurso)
Redes com malhas não recomendadas (Chicocota, redes mosquiteiras), envenenamento por substâncias tóxicas, (ex: com plantas).
Métodos em uso ou permitidas
Rede de arrasto industrial (malhagem mínima de 55mm). Rede de arrasto para praia (malhagem mínima de 38mm).
Família e principais espécies capturadas.
Familia: Penaeidae. Principais espécies: Penaeus indicus, Metapenaeus monoceros, Penaeus japonicus e Penaeus monodon.
Âmbito de aplicação geográfico do plano
Banco de Sofala 16’ e 21º Sul, tendo uma superfície de cerca de 45.000 km2 até à batimétrica de 200m, representando 64% da plataforma continental de Moçambique.
Principais áreas ou ambientes geográficos com impacto nos recursos
Delta do Zambeze, numerosos rios, canais e estuários em cujas margens abundam florestas de mangal.
Valores – Objectivo a atingir e prioridades
Sustentabilidade das Espécies das pescarias de camarão do Banco de Sofala – manutenção de níveis de esforço de pesca nos limites definidos para sustentabilidade das pescarias
Minimizar os impactos sociais negativos nas comunidades de pescadores. Manter o acesso aos recursos contribuindo para segurança alimentar. Minimização de desperdícios/perdas pós-captura.
Principais instituições implementadoras
MdP, sob coordenação da ADNAP (nível central, provincial e distrital), Governo Local (Províncial, distrital), Pescadores e proprietários de embarcações, proprietários de artes de pesca, órgãos do sistema de gestão participativa (Comités de Co-Gestão e Conselhos Comunitários de Pesca) e associações de pescadores.
Outras instituições e actores
MTC-ADMAR, MICOA, TURISMO, MIC, s, ARA Centro;
Horizonte temporal do Plano
5 anos (com ajustamentos necessáris de acordo com a dinâmica das pescarias)
Periodicidade de avaliação de progresso
Intermédia, no terceiro ano de implementação e após o período de implementação.
Categoria Detalhes Pescaria Pescarias de camarão do Banco de Sofala. Tipos de pesca a) Pesca artesanal, b) Pesca semi-industrial, c) Pesca Industrial (nos termos estebelecidos na legislação pesqueira). Artes de pesca e métodos não aplicáveis mas com impacto na implementação do Plano e impacto no recurso) Redes com malhas não recomendadas (Chicocota, redes mosquiteiras), envenenamento por substâncias tóxicas, (ex: com plantas). Métodos em uso ou permitidas Rede de arrasto industrial (malhagem mínima de 55mm). Rede de arrasto para praia (malhagem mínima de 38mm). Família e principais espécies capturadas. Familia: Penaeidae. Principais espécies: Penaeus indicus, Metapenaeus monoceros, Penaeus japonicus e Penaeus monodon. Âmbito de aplicação geográfico do plano Banco de Sofala 16’ e 21º Sul, tendo uma superfície de cerca de 45.000 km2 até à batimétrica de 200m, representando 64% da plataforma continental de Moçambique. Principais áreas ou ambientes geográficos com impacto nos recursos Delta do Zambeze, numerosos rios, canais e estuários em cujas margens abundam florestas de mangal. Valores – Objectivo a atingir e prioridades Sustentabilidade das Espécies das pescarias de camarão do Banco de Sofala – manutenção de níveis de esforço de pesca nos limites definidos para sustentabilidade das pescarias Minimizar os impactos sociais negativos nas comunidades de pescadores. Manter o acesso aos recursos contribuindo para segurança alimentar. Minimização de desperdícios/perdas pós-captura. Principais instituições implementadoras MdP, sob coordenação da ADNAP (nível central, provincial e distrital), Governo Local (Províncial, distrital), Pescadores e proprietários de embarcações, proprietários de artes de pesca, órgãos do sistema de gestão participativa (Comités de Co-Gestão e Conselhos Comunitários de Pesca) e associações de pescadores. Outras instituições e actores MTC-ADMAR, MICOA, TURISMO, MIC, s, ARA Centro; Horizonte temporal do Plano 5 anos (com ajustamentos necessáris de acordo com a dinâmica das pescarias) Periodicidade de avaliação de progresso Intermédia, no terceiro ano de implementação e após o período de implementação. - Texto do artigo, página 23: Para ajudar a determinar as questões a arrolar, um leque de componentes em forma de árvore que abarca cada um dos tres pilares chave do EAF foi empregue (Figura 6). A área do bem-estar ecológico considerada a componente dos «bens» (p. ex. acções, habitats, ecossistemas) relevantes para a pesca assim como aos problemas/impactos que advêm da pesca que possa-lhes afectar. O bem-estar humano vela pela componente
- Texto do artigo, página 23: dos resultados sociais e/ou económicos causados, actualmente pela pesca (por exemplo, segurança alimentar, desenvolvimento económico bem como problemas tais como confl itos, etc). A área sobre a capacidade de alcançar os objectivos vela pelos sistemas de gestão e institucionais decorrentes ou propostos a produzir os resultados preconizados.
- Texto do artigo, página 23: EAF ABORDAGEM ECOSSISTÉMICA DAS PESCARIAS Bem-estar ecológico Bem-estar humano Capacidade de Alcançar Objectivos Espécies Alvo Fauna Acompanhante Ecossistema Sector pesqueiro e Comunidade local Comunidade Nacional (País) Governação Factores Externos
- Texto do artigo, página 23: Figura 6: As diferentes componentes EAF das Pescarias de Camarão do Banco de Sofala.
- Texto do artigo, página 23: 5. Objectivos de Gestão e Operacionais do Plano de Gestão da Pescaria de Camarao do Banco de Sofala
- Texto do artigo, página 23: Os objectivos de gestão e operacionais deste Plano de Gestão das Pescarias de Camarão do Banco de Sofala foram produzidos a partir de uma análise estratégica do GT sobre as questões de risco identifi cadas por ordem de signifi cância do impacto dentro de cada objectivo de gestão, conforme se segue:
- Texto do artigo, página 23: Objectivo de Gestão I: Nível de exploração sustentavel do recurso de camarao garantido
- Texto do artigo, página 23: Problemas (Bem estar ecológico)
- Texto do artigo, página 23: 1. Defi ciente controlo do esforço de pesca da frota industrial;
- Texto do artigo, página 23: 2. Insuficiente conhecimento da influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarão;
- Texto do artigo, página 23: 3. Uso de artes de pesca nocivas na pesca artesanal;
- Texto do artigo, página 23: 4. Defi ciente conhecimento dos indicadores biológicos e pontos de referência signifi cativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques;
- Texto do artigo, página 23: 5. Defi ciente controlo da fauna acompanhante (FAc);
- Texto do artigo, página 23: 6. Falta de controlo dos níveis de capturas acidentais de espécies protegidas (tartarugas marinhas);
- Texto do artigo, página 23: 7. Aparecimento de espécies exóticas de camarão.
- Texto do artigo, página 23: Objectivo de GestãoII: Benefícios líquidos económicos e sociais maximizados
- Texto do artigo, página 23: Problemas Bem estar humano (sócio económico)
- Texto do artigo, página 23: 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão;
- Texto do artigo, página 23: 2. Falta de conhecimento do impacto da redução do esforço de pesca em relação a:
- Texto do artigo, página 23: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc);
- Texto do artigo, página 23: b) Segurança alimentar (FAc);
- Texto do artigo, página 23: c) Emprego.
- Texto do artigo, página 23: 3. Falta de uma estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional;
- Texto do artigo, página 23: 4. Confl itos entre os subsectores da pesca e as diferentes actividades (turismo, mineração);
- Texto do artigo, página 23: 5. Falta de estabelecimento de articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock;
- Texto do artigo, página 23: 6. Defi ciente conhecimento do impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal;
- Texto do artigo, página 23: 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insufi ciente
- Texto do artigo, página 24: Objectivo de Gestão III: Capacidade de intervenção
- Texto do artigo, página 24: institucional e poder de gestão reforcados Problemas (Capacidade de alcançar os objectivos) Governação
- Texto do artigo, página 24: 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão da pescaria de camarão da frota congeladora (TAE);
- Texto do artigo, página 24: 2. Alguns processos de gestão pouco transparentes;
- Texto do artigo, página 24: 3. Insuficiente coordenação institucional do Sector das Pescas no âmbito do sistema de controlo, monitoria e fiscalização;
- Texto do artigo, página 24: 4. Deficiente comunicação entre os diferentes intervenientes;
- Texto do artigo, página 24: 5. Deficiente partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes;
- Texto do artigo, página 24: 6. Deficiente Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca
- Texto do artigo, página 24: artesanal.
- Texto do artigo, página 24: Objectivo de Gestão IV: Prevenir a degradação do ambiente marinho pela actividade de pesca e a influência dos factores externos
- Texto do artigo, página 24: Factores Externos
- Texto do artigo, página 24: 1. Impacto dos factores ambientais e outros minimizados a) Mudanças climáticas;
- Texto do artigo, página 24: b) Alteração e Degradação do habitat (destruição de mangal, poluição, alteração do regime hidrológico outros);
- Texto do artigo, página 24: 2. Competição com outros sectores para acesso a zonas de pesca (turismo, mineração);
- Texto do artigo, página 24: 3. Elevados custos de operação (combustível, taxas de câmbio);
- Texto do artigo, página 24: 4. Preços de mercado e acesso a mercados de exportação.
- Texto do artigo, página 24: 6. Medidas de Gestão e Indicadores de Desempenho para
- Texto do artigo, página 24: o Plano de Gestão 6.1 Medidas de Gestão As medidas de gestão discutidas e concordadas pelo GT e as outras partes interessadas são apresentadas abaixo. No geral, o leque de medidas apresentadas providencia o âmbito de aplicação necessário e a flexibilidade requerida para gerir a pescaria e os seus impactos nos mananciais pesqueiros e no ecossistema, dentro de um ambiente natural e dinâmico. As medidas são agrupadas de acordo com a estrutura da árvore de componentes genérica do EAF e também divididas em acções primárias e de suporte.
- Texto do artigo, página 24: Bem-Estar Ecológico
- Texto do artigo, página 24: As principais medidas de gestão apontam para o controlo do esforço de pesca desta pescaria e manutenção de níveis sustentáveis na exploração dos recursos das pescarias do Banco de Sofala:
- Texto do artigo, página 24: Objectivos Operacionais
Medidas de Gestão
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso
de camarao conhecida.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido;
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos
para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros)
para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses;
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal;
ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca
artesanal;
iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das
artes nocivas.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem;
ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas
marinhas) controloda.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo
de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc.
ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 24: 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa;
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Esforço de pesca da frota industrial controlado. 2. Influência da pesca artesanal de arrasto na pressão sobre o recurso de camarao conhecida. 3. Uso de artes nocivas na pesca artesanal reduzido; 4. Indicadores biológicos e pontos de referência significativos para a monitoria dos riscos biológicos para os estoques identificados. 1. i) Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) ii) Campanha de pesca no período de 7 a 8 meses; 2. i) Melhorar a estatística da pesca artesanal; ii) Definir áreas críticas do desenvolvimento do camarão na pesca artesanal; iii) Melhorar a fiscalização da pesca artesanal. 3. i) Melhorar as campanhas de sensibilização para a pesca responsável; ii) Reforcar a fiscalização da pesca nas zonas de maior ocorrência das artes nocivas. 4. i) Manter avaliação anual da biomassa do stock desovante (SSB) como indicador do estado do stock e (atingir no mínimo 20% biomassa virgem; ii) Manter a realização cruzeiros de investigação no período de recrutamento. 5. Gestão da fauna acompanhante (FA) melhorada. 6. Niveis de capturas acidentais de especies protegidas (tartarugas marinhas) controloda. 7. Aparecimento de espécies exóticas do camarão 5. i) Controlar a qualidade de dados de captura da Fac; ii) Avaliar a possibilidade do uso experimental do dispositivo de Exclusão de fauna acompanhante (BRDs) ; ii) Estudar a possibilidade de licenciar as operação de recoleção da FAc. ii) Realizar um estudo para identificar as áreas e épocas de ocorrência das tartarugas marinhas. 7. Avaliar o impacto das espécies exóticas de camarão na população activa; - Texto do artigo, página 25: Bem-Estar Humano (Social e Económico) Ao nível do Banco de Sofala, há necessidade de proporcionar benefícios líquidos económicos e sociais significativos e uma
- Texto do artigo, página 25: rentabilidade para os operadores nacionais, contribuindo para o desenvolvimento económico e social e o abastecimento de pescado a nível local e a exportação, para efeito devem ser adotadas as seguintes acções:
- Texto do artigo, página 25: Objectivos Operacionais
Medidas de Gestão
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas
identificadas em relação a:
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc);
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: b) Segurança alimentar (FAc);
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: c) Emprego.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o
mercado internacional elaborado.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros)
para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos)
2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas
(ambiental, legalidade e sanitária);
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes
actividades (turismo, mineração) minimizados.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de
sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca
artesanal conhecido.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes
melhorados.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras
actividades económicas no Banco de Sofala.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios
de sustentabilidade económica e do recurso.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras,
estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Baixos rendimentos na pescaria do camarão 2. Impacto da redução do esforço de pesca avaliado e alternativas identificadas em relação a: a) Renda da comunidade de pescadores (FAc); b) Segurança alimentar (FAc); c) Emprego. 3. Estrategia para acrescentar valor ao recurso de camarão para o mercado internacional elaborado. 1. Reduzir a quota de esforço de 6113 (situação actual 3515 metros) para 2100 metros do cabo mestre (140.000 horas – 25-30 barcos) 2.i) Estudo de viabilidade económica das operações de recolha da FAc. ii) Estudar e propor um programa de reorientação da mão de obra ociosa. 3. Assegurar a implementação do processo de certificação das capturas (ambiental, legalidade e sanitária); 4. Conflitos entre os subsectores da pesca e entre as diferentes actividades (turismo, mineração) minimizados. 5. Articulação entre a Política de crédito com os critérios de sustentabilidade económica (MEY) e do recurso (MSY) estabelecido, para prevenir o aumento da capacidade de pesca e esforço além da capacidade reprodutiva do stock. 6. Impacto sócio-económico da redução das artes nocivas da pesca artesanal conhecido. 7. Infra-estrutura de apoio à pesca artesanal insuficientes melhorados. 4. Zonear as áreas de pesca para cada subsector e para outras actividades económicas no Banco de Sofala. 5. Ajustar as linhas de crédito na frota a gelo com os critérios de sustentabilidade económica e do recurso. 6. i) Reforçar a fiscalização da pesca ii) Estudo sócio económico do impacto da redução das artes nocivas. 7. Promover o estabelecimento no Banco de Sofala de gasolineiras, estabelecimentos de insumos de pesca, fábricas de gelo, fábricas de processamento e desembarcadouros para a pesca artesanal, em coordenação com projectos de Desenvolvimento do Sector das Pescas - Texto do artigo, página 25: Capacidade de Alcançar Objectivos a) Governação De entre as medidas de gestão necessárias, a componente de governação é de grande importância para reforçar a capacidade
- Texto do artigo, página 25: de intervenção institucional e poder de gestão. Neste âmbito, há que realizar o seguinte:
- Texto do artigo, página 25: Objectivos Operacionais
Medidas de Gestão
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria
de camarão da frota congeladora (TAE).
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 2. Processos de gestão transparentes
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de
controlo monitoria e fiscalização reforçado.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os
intervenientes melhorados.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado.
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE);
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas
estabelecidas;
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar
o sistema MCS;
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités
distritais e provinciais, CAP);
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes
níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão).
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 25: 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal.
ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação.
iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação;
Objectivos Operacionais Medidas de Gestão 1. Insuficiente conhecimento do novo sistema de gestão pescaria de camarão da frota congeladora (TAE). 2. Processos de gestão transparentes 3. Fortalecimento institucional do sector das pescas, sistema de controlo monitoria e fiscalização reforçado. 4. Comunicação entre os diferentes intervenientes assegurada. 5. Partilha de responsabilidades de gestão entre todos os intervenientes melhorados. 6. Monitoria, Controlo e fiscalização da pesca artesanal melhorado. 1. Capacitar os técnicos na gestão do novo sistema de gestão (TAE); 2. Cumprimento de medidas de gestão de acordo com as normas estabelecidas; 3. Garantir recursos humanos, materiais, e patrimoniais para melhorar o sistema MCS; 4. Mecanismo de cogestão deve ser mais abragente (CCP,s, Comités distritais e provinciais, CAP); 5. Identificar os assuntos que devem ser desconcentrados em diferentes níveis, de local até nacional (forúns de co-gestão). 6. i) Melhorar a estatística de pesca artesanal. ii) Melhorar o controlo do cumprimento da legislação. iii) Garantir a funcionabilidade do CCP na sua área de actuação; - Texto do artigo, página 26: b) Factores Externos O sucesso das medidas do Plano não depende apenas dos aspectos acima mencionados, mas também de outros factores externos,
- Texto do artigo, página 26: nomeadamente:
- Texto do artigo, página 26: Objectivos Operacionais Medidas de Gestão Ambientais
- Texto do artigo, página 26: 1. Impacto dos factores ambientais e outros minimizados:
- Texto do artigo, página 26: a) Mudanças climáticas;
- Texto do artigo, página 26: b) Alteração e Degradação dohabitat (destruição de mangal, poluição, alteração do regime hidrológico outros).
- Texto do artigo, página 26: 2. Competição com outros sectores para acesso a zonas de pesca (turismo, mineração) minimizada.
- Texto do artigo, página 26: Outros
- Texto do artigo, página 26: 1. Elevados custos de operação (Combustível, taxas de câmbio…).
- Texto do artigo, página 26: 3. Preços de mercado e acesso a mercados de exportação.
- Texto do artigo, página 26: a) Acompanhar os efeitos e impactos das alterações climáticas;
- Texto do artigo, página 26: b) Restauração do habitat (destruição de mangal, poluição, alteração do regime hidrológico outros) sobre o recurso do camarão.
- Texto do artigo, página 26: 2. Zonear as áreas de actividades (pesca, turismo, mineração).
- Texto do artigo, página 26: 7. Arranjos Institucionais e Monitorização para Implementação do Plano de Gestão
- Texto do artigo, página 26: a) Intervenientes e Responsabilidades
- Texto do artigo, página 26: Para o presente Plano de Gestão, nos termos da alínea a) do artigo 4 do Estatuto Orgânico da Administração Nacional das Pescas, relativos as atribuições, a ADNAP deve assegurar a implementação do Plano de Gestão das Pescarias do Banco de Sofala. As instituições como o IIP, INIP, IDPPE, FFP, INAQUA, EP, DPP, Governo da Província de Sofala, Zambézia e Nampula Governos dos Distritos atravessados pelo Banco de Sofala são os intervenientes directos na implementação do Plano com responsabilidades distintas, as instituições do Governo nomeadamente, o MICOA, Recursos Minerais, Industria e Comércio, Ministério do Interior, ADMAR e outros, os CCPs, a Associações de armadores de pesca (AMAPIC, ANAP, ASSAPEMO) e operadores em geral constituem também intervenientes.
- Texto do artigo, página 26: O plano de acção define o nível de intervenção e responsabilidades de cada interveniente.
- Texto do artigo, página 26: b) Implementação, monitoria e avaliação
- Texto do artigo, página 26: O processo do plano de gestão envolve a identificação de recursos necessários e sua prioridade. Para os objectivos de gestão são definidos regras de decisão formuladas e executadas com indicadores identificados, monitorados e progressos relatados. Os elementos importantes destacados, para o sucesso do Plano, são de entre outros:
- Texto do artigo, página 26: – O envolvimento dos parceiros em todas as fases do processo de gestão; – Utilização do melhor conhecimento disponível, em todas as fases do processo de gestão; – A gestão é adaptativa e o desempenho tático é avaliado regularmente e frequentemente numa base anual, intermédia enquanto o desempenho estratégico será avaliado ao longo do tempo (por exemplo, a cada 5-10 anos).
- Texto do artigo, página 26: Os CCPs, associações de pescadores e operadores em geral são intervenientes com responsabilidades de cooperação, participação e seguimento rígido das medidas de Plano.
- Texto do artigo, página 27: Prazo
2015
2015
2015
2015
2018
2015
2018
Permanente
Permanente
2016
2017
2015
Intervenientes
Industria
Industria
DNEPP,ADNAP,
IDPPE
IDPPE,ADNAP
ADNAP/IDPPE/
GovernosDistrital,
CCP,s
IDPPE/Governos
Distrital(SDEJT),
DNFP,CCP,s
DPP(SFL,ZBZe
NPL),Governos
locais,CCP,s
Indústria
Indústria
IIP,Indústria,DPPs
(SFL,ZBZ,NPL)
IIP/DPP(SFL,ZBZ
eNPL)
DNEPP/FFP/IDPPE/
DPP(SFL,ZBZe
NPL)
Responsabilidade
ADNAP
ADNAP
IIP
IIP
DNFP
ADNAP
DNFP
IIP
IIP
ADNAP
ADNAP
ADNAP
Meiosde
verificação
Relatóriode
licenciamento
Relatório
Relatório
Relatório
Reduçãodeusode
artesnocivas
Spotspublicitários
nasrádios
comunitárias
Cartazesafixados
Memorandos
assinadoscom
escolas
Relatórios
Relatóriode
Avaliaçãodo
Recurso
Relatóriode
Avaliaçãodo
Recurso
Relatório
Relatórios
Relatório
Pontosdereferência
50%dereduçãodocabo
mestre
Campanhadepesca
75%decobertura
EstudoConcluído
75%decobertura
50%decobertura
Cartazesdistribuídos
Memorandoselaborados
Reduçãodasartesnocivas
Estudoelaborado
Estudoelaborado
Dadosaferidos
10%deembarcaçõesusando
BRDs
Estudoeleborado
Indicadores
Cabomestre
DiplomadeVeda
Dadosrecolhidos
1Estudo
%decobertura(ex:
centrosdepesca,zonas
depesca)
%decobertura(ex:
centrosdepesca)2070
Cartazes
M e m o r a n d o sd e
Entendimentocom
Escolas/Entidade
Responsável(2xano
porprovíncia)
250diasx5anos(zonas
demaiorincidência)
1Estudo
1Estudo/Ano
FAc.Cruzardadosdo
DiáriodeBordocom
descargas
%deembarcações
usandoBRDs
Estudorealizado
MedidasdeGestão/Acções
Reduziraquotadeesforçode6113(situaçãoactual
3515metros)para2100metrosdocabomestre
(140.000horas–25-30barcos).
Campanhadepescanoperíodode7a8meses.
Melhoraraestatísticadapescaartesanal.
Definiráreascríticasdodesenvolvimentodocamarão
napescaartesanal.
Melhorarafiscalizaçãodapescaartesanal.
Melhorarascampanhasdesensibilizaçãoparaapesca
responsável.
Reforçarafiscalizaçãodapescanaszonasdemaior
ocorrênciadasartesnocivas.
Manteravaliaçãoanualdabiomassadostock
desovante(SSB)comoindicadordoestadodostock
e(atingirnomínimo20%dabiomassavirgem).
Realizarcruzeirosdeinvestigaçãonoperíododo
recrutamento.
Controlaraqualidadededadosdecapturada
Avaliarapossibilidadedousoexperimentaldo
DispositivodeExclusãodeFaunaAcompanhante
(BRDs).
Estudarapossibilidadedelicenciarasoperaçõesde
recolecçãodaFAc.
Problemas
I.1
1.2
I.3
I.4
1.5
Prazo 2015 2015 2015 2015 2018 2015 2018 Permanente Permanente 2016 2017 2015 Intervenientes Industria Industria DNEPP,ADNAP, IDPPE IDPPE,ADNAP ADNAP/IDPPE/ GovernosDistrital, CCP,s IDPPE/Governos Distrital(SDEJT), DNFP,CCP,s DPP(SFL,ZBZe NPL),Governos locais,CCP,s Indústria Indústria IIP,Indústria,DPPs (SFL,ZBZ,NPL) IIP/DPP(SFL,ZBZ eNPL) DNEPP/FFP/IDPPE/ DPP(SFL,ZBZe NPL) Responsabilidade ADNAP ADNAP IIP IIP DNFP ADNAP DNFP IIP IIP ADNAP ADNAP ADNAP Meiosde verificação Relatóriode licenciamento Relatório Relatório Relatório Reduçãodeusode artesnocivas Spotspublicitários nasrádios comunitárias Cartazesafixados Memorandos assinadoscom escolas Relatórios Relatóriode Avaliaçãodo Recurso Relatóriode Avaliaçãodo Recurso Relatório Relatórios Relatório Pontosdereferência 50%dereduçãodocabo mestre Campanhadepesca 75%decobertura EstudoConcluído 75%decobertura 50%decobertura Cartazesdistribuídos Memorandoselaborados Reduçãodasartesnocivas Estudoelaborado Estudoelaborado Dadosaferidos 10%deembarcaçõesusando BRDs Estudoeleborado Indicadores Cabomestre DiplomadeVeda Dadosrecolhidos 1Estudo %decobertura(ex: centrosdepesca,zonas depesca) %decobertura(ex: centrosdepesca)2070 Cartazes M e m o r a n d o sd e Entendimentocom Escolas/Entidade Responsável(2xano porprovíncia) 250diasx5anos(zonas demaiorincidência) 1Estudo 1Estudo/Ano FAc.Cruzardadosdo DiáriodeBordocom descargas %deembarcações usandoBRDs Estudorealizado MedidasdeGestão/Acções Reduziraquotadeesforçode6113(situaçãoactual 3515metros)para2100metrosdocabomestre (140.000horas–25-30barcos). Campanhadepescanoperíodode7a8meses. Melhoraraestatísticadapescaartesanal. Definiráreascríticasdodesenvolvimentodocamarão napescaartesanal. Melhorarafiscalizaçãodapescaartesanal. Melhorarascampanhasdesensibilizaçãoparaapesca responsável. Reforçarafiscalizaçãodapescanaszonasdemaior ocorrênciadasartesnocivas. Manteravaliaçãoanualdabiomassadostock desovante(SSB)comoindicadordoestadodostock e(atingirnomínimo20%dabiomassavirgem). Realizarcruzeirosdeinvestigaçãonoperíododo recrutamento. Controlaraqualidadededadosdecapturada Avaliarapossibilidadedousoexperimentaldo DispositivodeExclusãodeFaunaAcompanhante (BRDs). Estudarapossibilidadedelicenciarasoperaçõesde recolecçãodaFAc. Problemas I.1 1.2 I.3 I.4 1.5 - Texto do artigo, página 27: o ResponsabilidadeIntervenientesPrazo
- Texto do artigo, página 27: I ADNAPIndustria2015
- Texto do artigo, página 27: ADNAPIndustria2015
- Texto do artigo, página 27: IDPPE 2015
- Texto do artigo, página 27: IIPIDPPE,ADNAP2015
- Texto do artigo, página 27: CCP,s 2018
- Texto do artigo, página 27: IIPDNEPP,ADNAP,
- Texto do artigo, página 27: GovernosDistrital,
- Texto do artigo, página 27: deDNFPADNAP/IDPPE/
- Texto do artigo, página 27: ObjectivodeGestãoI:Níveldeexploraçãosustentáveldorecursodocamarãogarantido
- Texto do artigo, página 27: Prob
- Texto do artigo, página 27: 1
- Texto do artigo, página 27: IIPIndústriaPermanente
- Texto do artigo, página 27: IIPIndústriaPermanente
- Texto do artigo, página 27: DNFP,CCP,s 2015
- Texto do artigo, página 27: locais,CCP,s 2018
- Texto do artigo, página 27: ADNAPIDPPE/Governos
- Texto do artigo, página 27: Distrital(SDEJT),
- Texto do artigo, página 27: DNFPDPP(SFL,ZBZe
- Texto do artigo, página 27: NPL),Governos
- Texto do artigo, página 27: dos
- Texto do artigo, página 27: com
- Texto do artigo, página 27: rios
- Texto do artigo, página 27: os
- Texto do artigo, página 27: I
- Texto do artigo, página 27: I
- Texto do artigo, página 27: (SFL,ZBZ,NPL) 2016
- Texto do artigo, página 27: eNPL) 2017
- Texto do artigo, página 27: NPL) 2015
- Texto do artigo, página 27: ADNAPIIP,Indústria,DPPs
- Texto do artigo, página 27: ADNAPIIP/DPP(SFL,ZBZ
- Texto do artigo, página 27: ADNAPDNEPP/FFP/IDPPE/
- Texto do artigo, página 27: DPP(SFL,ZBZe
- Texto do artigo, página 27: 1
- Texto do artigo, página 28: Prazo
2015
2015
2016
Intervenientes
DNFP/IIP/DPP
(SFL,ZBZeNPL),
Indústria
DPP(SFL,ZBZe
NPL),UEM
DPP(SFL,ZBZe
NPL)
Responsabilidade
ADNAP
IIP
IIP
Meiosde
verificação
R e g u l a m e n t o
Aprovado
Relatóriosde
Avaliação
Relatório
Relatório
Pontosdereferência
RegulamentoElaborado
100%FrotaIndustrial
50%FrotaSemi-Industrial
EstudoElaborado
EstudoElaborado
Indicadores
Regulamento
Específico
%daFrota
1Estudo
1Estudo
MedidasdeGestão/Acções
ImplementarousodeTEDsnafrotacongeladora
decamarão.
Realizarumestudoparaidentificarasárease
épocasdeocorrênciadastartarugasmarinhas;
Avaliaroimpactodasespéciesexóticasde
camarãonapopulaçãoactiva
Problemas
I.6
I.7
Prazo 2015 2015 2016 Intervenientes DNFP/IIP/DPP (SFL,ZBZeNPL), Indústria DPP(SFL,ZBZe NPL),UEM DPP(SFL,ZBZe NPL) Responsabilidade ADNAP IIP IIP Meiosde verificação R e g u l a m e n t o Aprovado Relatóriosde Avaliação Relatório Relatório Pontosdereferência RegulamentoElaborado 100%FrotaIndustrial 50%FrotaSemi-Industrial EstudoElaborado EstudoElaborado Indicadores Regulamento Específico %daFrota 1Estudo 1Estudo MedidasdeGestão/Acções ImplementarousodeTEDsnafrotacongeladora decamarão. Realizarumestudoparaidentificarasárease épocasdeocorrênciadastartarugasmarinhas; Avaliaroimpactodasespéciesexóticasde camarãonapopulaçãoactiva Problemas I.6 I.7 - Texto do artigo, página 28: verificação ResponsabilidadeIntervenientesPrazo
- Texto do artigo, página 28: 2015
- Texto do artigo, página 28: 2015
- Texto do artigo, página 28: 2016
- Texto do artigo, página 28: ADNAPDNFP/IIP/DPP
- Texto do artigo, página 28: (SFL,ZBZeNPL),
- Texto do artigo, página 28: startarugasmarinhas; 1EstudoEstudoElaboradoRelatórioIIPDPP(SFL,ZBZe
- Texto do artigo, página 28: activa 1EstudoEstudoElaboradoRelatórioIIPDPP(SFL,ZBZe
- Texto do artigo, página 28: NPL),UEM
- Texto do artigo, página 28: Indústria
- Texto do artigo, página 28: NPL)
- Texto do artigo, página 28: R e g u l a m e n t o
- Texto do artigo, página 28: Relatóriosde
- Texto do artigo, página 28: estão/AcçõesIndicadoresPontosdereferênciaMeiosde
- Texto do artigo, página 28: Aprovado
- Texto do artigo, página 28: Avaliação
- Texto do artigo, página 28: 50%FrotaSemi-Industrial
- Texto do artigo, página 28: RegulamentoElaborado
- Texto do artigo, página 28: 100%FrotaIndustrial
- Texto do artigo, página 28: DsnafrotacongeladoraRegulamento
- Texto do artigo, página 28: Específico
- Texto do artigo, página 28: %daFrota
- Texto do artigo, página 28: raidentificarasárease
- Texto do artigo, página 28: sespéciesexóticasde
- Texto do artigo, página 28: ção ResponsabilidadeIntervenientesPrazo
- Texto do artigo, página 28: reduzidos ADNAPIndústria2015
- Texto do artigo, página 28: 2015
- Texto do artigo, página 28: ObjectivodeGestãoII:Benefícioslíquidoseconómicosesociaismaximizados
- Texto do artigo, página 28: ProblemasMedidasdeGestãoIndic de
- Texto do artigo, página 28: N . ºd e
- Texto do artigo, página 28: II.1 Reduziraquotadeesforçode6113(situaçãoactual
- Texto do artigo, página 28: 3515metros)para2100metrosdocabomestre(140.000
- Texto do artigo, página 28: horas–25-30barcos)
- Texto do artigo, página 28: Prazo
2015
2015
2015
Permanente
Permanente
Permanente
Intervenientes
Indústria
ADNAP
eIDPPE
WWF,MICOA
Indústria
Indústria
Responsabilidade
ADNAP
DNEPP
ADNAP
ADNAP
INIP
Meiosde
verificação
Relatório
Relatório
Relatório
Certificados
Certificados
Volumedeexportações
Pontosdereferência
(25-30barcos)
Operacionais
EstudoElaborado
EstudoElaborado
Pescariacertificada
Pescariacertificada
Exportaçõescertificadas
Indicador
N . ºd eb a r c o s
reduzidos
1Estudo
1p r o g r a m ad e
reorientação
Númerode
certificadosemitido
Númerode
certificadosemitido
certificadoemitido
MedidasdeGestão
Reduziraquotadeesforçode6113(situaçãoactual
3515metros)para2100metrosdocabomestre(140.000
horas–25-30barcos)
Estudodeviabilidadeeconómicadasoperaçõesde
recolhadaFAc;
Estudareproporumprogramadereorientaçãodamão
deobraociosa;
Asseguraraimplementaçãodoprocessodecertificação
ambientaldascapturas
Asseguraraimplementaçãodoprocessode
certificaçãodelegalidadedascapturas
Asseguraraimplementaçãodoprocessodecertificação
sanitáriadasexportações
Problemas
II.1
II.2
II.3
Prazo 2015 2015 2015 Permanente Permanente Permanente Intervenientes Indústria ADNAP eIDPPE WWF,MICOA Indústria Indústria Responsabilidade ADNAP DNEPP ADNAP ADNAP INIP Meiosde verificação Relatório Relatório Relatório Certificados Certificados Volumedeexportações Pontosdereferência (25-30barcos) Operacionais EstudoElaborado EstudoElaborado Pescariacertificada Pescariacertificada Exportaçõescertificadas Indicador N . ºd eb a r c o s reduzidos 1Estudo 1p r o g r a m ad e reorientação Númerode certificadosemitido Númerode certificadosemitido certificadoemitido MedidasdeGestão Reduziraquotadeesforçode6113(situaçãoactual 3515metros)para2100metrosdocabomestre(140.000 horas–25-30barcos) Estudodeviabilidadeeconómicadasoperaçõesde recolhadaFAc; Estudareproporumprogramadereorientaçãodamão deobraociosa; Asseguraraimplementaçãodoprocessodecertificação ambientaldascapturas Asseguraraimplementaçãodoprocessode certificaçãodelegalidadedascapturas Asseguraraimplementaçãodoprocessodecertificação sanitáriadasexportações Problemas II.1 II.2 II.3 - Texto do artigo, página 28: certificad ADNAPWWF,MICOAPermanente
- Texto do artigo, página 28: certificad sADNAPIndústriaPermanente
- Texto do artigo, página 28: sanitáriadasexportações certificadoportaçõesINIPIndústriaPermanente
- Texto do artigo, página 28: reorientaç 2015
- Texto do artigo, página 28: DNEPP ADNAP
- Texto do artigo, página 28: eIDPPE
- Texto do artigo, página 28: deobraociosa; 1p r o g r
- Texto do artigo, página 28: recolhadaFAc; 1Estudo
- Texto do artigo, página 28: Núme
- Texto do artigo, página 28: certificaçãodelegalidadedascapturas Núme
- Texto do artigo, página 28: II.2 Estudodeviabilidadeeconómicadasoperaçõesde
- Texto do artigo, página 28: Estudareproporumprogramadereorientaçãodamão
- Texto do artigo, página 28: Asseguraraimplementaçãodoprocessodecertificação
- Texto do artigo, página 28: Asseguraraimplementaçãodoprocessode
- Texto do artigo, página 28: Asseguraraimplementaçãodoprocessodecertificação
- Texto do artigo, página 28: ambientaldascapturas
- Texto do artigo, página 28: II.3
- Texto do artigo, página 29: verificação ResponsabilidadeIntervenientesPrazo
- Texto do artigo, página 29: 2018
- Texto do artigo, página 29: RelatórioFFP,DNEPPIDPPE,ADNAP,IIP2015
- Texto do artigo, página 29: 2016
- Texto do artigo, página 29: ZonasidentificadasZonasmapeadasADNAPIIP,IDPPEe
- Texto do artigo, página 29: GovernosLocais,
- Texto do artigo, página 29: Indústria,DPP,s,
- Texto do artigo, página 29: sartesEstudoelaboradoRelatóriobalançoDNEPPADNAP/DPP(SFL,
- Texto do artigo, página 29: ZBZeNPL),DNFP,
- Texto do artigo, página 29: outrossectores
- Texto do artigo, página 29: orPontosdereferência Meiosde
- Texto do artigo, página 29: 100%daspolíticasdecréditos
- Texto do artigo, página 29: créditosalinhados
- Texto do artigo, página 29: Prazo
2018
2015
2016
permamente
2015
2015
2015
Intervenientes
IIP,IDPPEe
GovernosLocais,
Indústria,DPP,s,
outrossectores
IDPPE,ADNAP,IIP
ADNAP/DPP(SFL,
ZBZeNPL),DNFP,
CCP,s,IDPPE,FFP,
GovernosLocais
DPP,s
FFP,IDPPE,GD
I D P P E ,C C P , s ,
Governoslocais
FFP,IDPPE,CCP,s
Responsabilidade
ADNAP
FFP,DNEPP
DNEPP
DNFP
DNEPP
FFP
DIEP
Meiosde
verificação
Zonasmapeadas
Relatório
Relatóriobalanço
Relatório
Infra-estruturas
criadas
Infra-estruturas
criadas
Infra-estruturas
criadas
Pontosdereferência
Zonasidentificadas
100%daspolíticasde
créditosalinhados
Estudoelaborado
Reduçãodosíndicesda
pescailegal
Produtosdepescacom
valoragregado
Produtodepescacomvalor
agregado
Produtosdepescacom
valoragregado
Indicador
1Mapa
Políticasdecréditos
alinhados
Reduçãodasartes
nocivas
84diasx5anos(fora
das12milhas)
Gasolineiras
estabelecidas
3Carpintarias,3
estabelecimentos
deinsumosde
pesca3salasde
conservaçãoe
processamento
3desembocadouros
MedidasdeGestão
Zonearasáreasdepescaparacadasubsectorepara
outrasactividadeseconómicasnoBancodeSofala;
Ajustaraspolíticasdecréditonafrotaagelocomos
critériosdesustentabilidadeeconómicaedorecurso;
Estudosócioeconómicodoimpactodaredução
dasartesnocivas
Reforçarosistemadefiscalizaçãodapesca;
PromoveroestabelecimentonoBancodeSofalade
gasolineiras
Promoverestabelecimentosdeinsumosdepesca,
fábricasdegelo,fábricasdeprocessamento
Promoverdesembarcadourosparaapescaartesanal.
Problemas
II.4
II.5
II.6
II.7
Prazo 2018 2015 2016 permamente 2015 2015 2015 Intervenientes IIP,IDPPEe GovernosLocais, Indústria,DPP,s, outrossectores IDPPE,ADNAP,IIP ADNAP/DPP(SFL, ZBZeNPL),DNFP, CCP,s,IDPPE,FFP, GovernosLocais DPP,s FFP,IDPPE,GD I D P P E ,C C P , s , Governoslocais FFP,IDPPE,CCP,s Responsabilidade ADNAP FFP,DNEPP DNEPP DNFP DNEPP FFP DIEP Meiosde verificação Zonasmapeadas Relatório Relatóriobalanço Relatório Infra-estruturas criadas Infra-estruturas criadas Infra-estruturas criadas Pontosdereferência Zonasidentificadas 100%daspolíticasde créditosalinhados Estudoelaborado Reduçãodosíndicesda pescailegal Produtosdepescacom valoragregado Produtodepescacomvalor agregado Produtosdepescacom valoragregado Indicador 1Mapa Políticasdecréditos alinhados Reduçãodasartes nocivas 84diasx5anos(fora das12milhas) Gasolineiras estabelecidas 3Carpintarias,3 estabelecimentos deinsumosde pesca3salasde conservaçãoe processamento 3desembocadouros MedidasdeGestão Zonearasáreasdepescaparacadasubsectorepara outrasactividadeseconómicasnoBancodeSofala; Ajustaraspolíticasdecréditonafrotaagelocomos critériosdesustentabilidadeeconómicaedorecurso; Estudosócioeconómicodoimpactodaredução dasartesnocivas Reforçarosistemadefiscalizaçãodapesca; PromoveroestabelecimentonoBancodeSofalade gasolineiras Promoverestabelecimentosdeinsumosdepesca, fábricasdegelo,fábricasdeprocessamento Promoverdesembarcadourosparaapescaartesanal. Problemas II.4 II.5 II.6 II.7 - Texto do artigo, página 29: RelatórioDNFPDPP,spermamente
- Texto do artigo, página 29: Governoslocais 2015
- Texto do artigo, página 29: criadas DNEPPFFP,IDPPE,GD2015
- Texto do artigo, página 29: CCP,s,IDPPE,FFP,
- Texto do artigo, página 29: criadas FFPI D P P E ,C C P , s ,
- Texto do artigo, página 29: GovernosLocais
- Texto do artigo, página 29: Infra-estruturas
- Texto do artigo, página 29: agregado Infra-estruturas
- Texto do artigo, página 29: Reduçãodosíndicesda
- Texto do artigo, página 29: Produtosdepescacomeiras
- Texto do artigo, página 29: Produtodepescacomvalor
- Texto do artigo, página 29: valoragregado
- Texto do artigo, página 29: pescailegal
- Texto do artigo, página 29: os(fora
- Texto do artigo, página 29: rias,3
- Texto do artigo, página 29: entos
- Texto do artigo, página 29: osde
- Texto do artigo, página 29: s)
- Texto do artigo, página 29: criadas DIEPFFP,IDPPE,CCP,s2015
- Texto do artigo, página 29: valoragregado Infra-estruturas
- Texto do artigo, página 29: adourosProdutosdepescacom
- Texto do artigo, página 29: lasde
- Texto do artigo, página 29: çãoe
- Texto do artigo, página 29: nto
- Texto do artigo, página 30: Permanente
- Texto do artigo, página 30: verificação ResponsabilidadeIntervenientesPrazo
- Texto do artigo, página 30: CCP,s,IIP 2015
- Texto do artigo, página 30: DNFP ADNAP,DPP,s,
- Texto do artigo, página 30: capacitados RelatórioADNAPDNFP,DPP,s,
- Texto do artigo, página 30: Governoslocais
- Texto do artigo, página 30: ObjectivodeGestãoIII:Capacidadedeintervençãoinstitucionalepoderdegestãoreforçados
- Texto do artigo, página 30: ProbPontosdereferência Meiosde
- Texto do artigo, página 30: centrosdepesca Relatório
- Texto do artigo, página 30: II s100%detécnicos
- Texto do artigo, página 30: 100%decoberturados
- Texto do artigo, página 30: IIa
- Texto do artigo, página 30: Prazo
2015
Permanente
2018
2018
2015
2016
2018
2016
Intervenientes
DNFP,DPP,s,
CCP,s,IIP
ADNAP,DPP,s,
Governoslocais
ADNAP,IIP,
IDPPEDPP(SFL,
ZBZeNPL)
DPP(SFL,ZBZe
NPL)
IDPPEDPP(SFL,
ZBZeNPL)
ADNAP,DPP,s,
CCP,s,IDPPE
IDPPEDPPN,DPPZ
eDPPS
Responsabilidade
ADNAP
DNFP
DNFP
ADNAP
ADNAP
IIP
DNFP
ADNAP
Meiosde
verificação
Relatório
Relatório
Relátorio
Sínteses
Actas
Relaório
Relatórios
Relatórios
Pontosdereferência
100%detécnicos
capacitados
100%decoberturados
centrosdepesca
DistritosporProvíncia
potenciados
Sessõesrealizadas
Forúnsrealizados
100%daáreacoberta
100%daareacoberta
50%deCCPfuncionais
Indicador
Técnicos
capacitados
C onhec imento
ac r esc i dod a
lesgislação
TécnicosdeMSC,
material,patrimoniais
garantidos
Sessões
ForúnsProvincial/
Ano
(SFL,ZBZeNPL)
Maiorcoberturada
amostragem
escadores
capacitados
emmatériasde
legislação
NúmerodeCCP
funcionaisnoBS
MedidasdeGestão
Capacitarostécnicosnaimplementaçãodonovo
sistemadegestão(TAE);
Garantirocumprimentodemedidasdegestãode
acordocomasnormasestabelecidas
Garantirrecursoshumanos,materiais,epatrimoniais
paramelhorarosistemaMCS;
Mecanismodeco-gestãodevesermaisabragente
(CCP,s,Comitésdistritaiseprovinciais,CNAP)
Identificarosassuntosquedevemser
desconcentradosemdiferentesníveis,delocal
aténacional(forúnsdeco-gestão)
Melhoraraestatísticadepescaartesanal;
Melhorarocontrolodocumprimentodalegislação.P
GarantirafuncionabilidadedoCCPnasuaárea
deactuação;
Problemas
III.1
III.2
III.3
III.4
III.5
III.6
Prazo 2015 Permanente 2018 2018 2015 2016 2018 2016 Intervenientes DNFP,DPP,s, CCP,s,IIP ADNAP,DPP,s, Governoslocais ADNAP,IIP, IDPPEDPP(SFL, ZBZeNPL) DPP(SFL,ZBZe NPL) IDPPEDPP(SFL, ZBZeNPL) ADNAP,DPP,s, CCP,s,IDPPE IDPPEDPPN,DPPZ eDPPS Responsabilidade ADNAP DNFP DNFP ADNAP ADNAP IIP DNFP ADNAP Meiosde verificação Relatório Relatório Relátorio Sínteses Actas Relaório Relatórios Relatórios Pontosdereferência 100%detécnicos capacitados 100%decoberturados centrosdepesca DistritosporProvíncia potenciados Sessõesrealizadas Forúnsrealizados 100%daáreacoberta 100%daareacoberta 50%deCCPfuncionais Indicador Técnicos capacitados C onhec imento ac r esc i dod a lesgislação TécnicosdeMSC, material,patrimoniais garantidos Sessões ForúnsProvincial/ Ano (SFL,ZBZeNPL) Maiorcoberturada amostragem escadores capacitados emmatériasde legislação NúmerodeCCP funcionaisnoBS MedidasdeGestão Capacitarostécnicosnaimplementaçãodonovo sistemadegestão(TAE); Garantirocumprimentodemedidasdegestãode acordocomasnormasestabelecidas Garantirrecursoshumanos,materiais,epatrimoniais paramelhorarosistemaMCS; Mecanismodeco-gestãodevesermaisabragente (CCP,s,Comitésdistritaiseprovinciais,CNAP) Identificarosassuntosquedevemser desconcentradosemdiferentesníveis,delocal aténacional(forúnsdeco-gestão) Melhoraraestatísticadepescaartesanal; Melhorarocontrolodocumprimentodalegislação.P GarantirafuncionabilidadedoCCPnasuaárea deactuação; Problemas III.1 III.2 III.3 III.4 III.5 III.6 - Texto do artigo, página 30: 2018
- Texto do artigo, página 30: 2018
- Texto do artigo, página 30: NPL) 2015
- Texto do artigo, página 30: II SessõesrealizadasSíntesesADNAPIDPPEDPP(SFL,
- Texto do artigo, página 30: ForúnsrealizadosActasADNAPDPP(SFL,ZBZe
- Texto do artigo, página 30: DNFPADNAP,IIP,
- Texto do artigo, página 30: ZBZeNPL)
- Texto do artigo, página 30: potenciados Relátorio
- Texto do artigo, página 30: s DistritosporProvíncia
- Texto do artigo, página 30: ,
- Texto do artigo, página 30: II l/
- Texto do artigo, página 30: II
- Texto do artigo, página 30: ZBZeNPL) 2016
- Texto do artigo, página 30: CCP,s,IDPPE 2018
- Texto do artigo, página 30: 2016
- Texto do artigo, página 30: a100%daáreacobertaRelaórioIIPIDPPEDPP(SFL,
- Texto do artigo, página 30: 100%daareacobertaRelatóriosDNFPADNAP,DPP,s,
- Texto do artigo, página 30: 50%deCCPfuncionaisRelatóriosADNAPIDPPEDPPN,DPPZ
- Texto do artigo, página 30: eDPPS
- Texto do artigo, página 30: )
- Texto do artigo, página 30: s
- Texto do artigo, página 30: s
- Texto do artigo, página 30: e
- Texto do artigo, página 30: II
- Texto do artigo, página 31: Diploma Ministerial n.º 162/2014
- Texto do artigo, página 31: de 1 de Outubro
- Texto do artigo, página 31: Os recursos pesqueiros na pescaria de linha das águas marítimas de Moçambique são de transcendental importância sócio-económica a nível nacional, para o que importa assegurar a sua preservação e maximização das potencialidades de pesca, à luz dos princípios gerais que enformam a pesca responsável no ordenamento das actividades pesqueiras.
- Texto do artigo, página 31: Neste contexto, mostrando-se necessário adoptar medidas de gestão da Pescaria de Linha, ao abrigo do disposto no artigo 15 da Lei n.° 22/2013, de 1 de Novembro, Lei das Pescas, determino:
- Texto do artigo, página 31: 1. É aprovado o Plano de Gestão da Pescaria de Linha das Águas Marítimas de Moçambique para o período de 2014 a 2018, anexo ao presente Diploma, do qual é parte integrante.
- Texto do artigo, página 31: 2. Compete ao Director-Geral da Administração Nacional das Pescas (ADNAP) esclarecer as eventuais dúvidas que surgirem na aplicação do Plano de Gestão ora aprovado.
- Texto do artigo, página 31: 3. O presente Diploma Ministerial entra em vigor na data da sua publicação.
- Texto do artigo, página 31: Ministério das Pescas, em Maputo, 6 de Junho de 2014. O Ministro das Pescas, Víctor Manuel Borges.
- Texto do artigo, página 31: Preâmbulo
- Texto do artigo, página 31: Atendendo que a pesca à linha é uma pescaria importante para o fornecimento de pescado, fonte de proteína animal, renda e emprego para a República de Moçambique.
- Texto do artigo, página 31: Considerando o disposto no artigo 8 da Lei n.º 3/90, ora revogada pela Lei n.º 22/2013, de 01 de Novembro, Lei das Pescas, no seu artigo 9 conjugado com o artigo 6 do Regulamento Geral da Pesca Marítima (REPMAR), aprovado pelo Decreto n.º 43/2003, de 10 de Dezembro, no qual o Ministério promove e prepara o presente Plano de Gestão no quadro da Gestão e Ordenamento das pescarias.
- Texto do artigo, página 31: Nestes termos o Ministro das Pescas pode adoptar medidas de gestão directas, através de limitação do esforço de pesca, ou indirectas médiante a limitação do volume das capturas.
- Texto do artigo, página 31: Ao presente Plano de Gestão adopta-se o modelo de gestão que permita a representação dos interesses envolvidos para assegurar a co-gestão das pescarias, através dos Conselhos Comunitários de Pesca (CCPs), Comités de Co-gestão (CCGs) e Comissão de Administração Pesqueira (CAP).
- Texto do artigo, página 31: Cientes da importância do sector da pesca para a economia nacional incluindo fluxos de renda na economia dos pólos de crescimento, segurança alimentar e sua contribuição para os sub-sectores da pesca artesanal e semi-indústrial.
- Texto do artigo, página 31: Desejando garantir e reforçar o envolvimento dos pescadores no planeamento, tomada de decisão e implementação de acções do sector através da melhoria da governação participativa, manter/ preservar o habitat e o ambiente e melhorar a subsistência de comunidades de pescadores.
- Texto do artigo, página 31: Tendo em conta que o presente Plano de Gestão foi desenvolvido de forma participativa com os representantes dos principais grupos de actores dentro e fora Sector das Pescas, julga-se que o mesmo irá responder aos objectivos e desafios para os quais o documento foi concebido, constituindo a base de gestão responsável desta pescaria.
- Texto do artigo, página 31: Lista de Acrónimos ADNAP Administração Nacional das Pescas ARE Avaliação de Risco Ecológico BRD Dispositivo de Redução de Fauna Acompanhante CAP Comissão de Administração Pesqueira CCG Comité de Co gestão de Pesca CCP Conselho Comunitário de Pesca CCRF Código de Conduta para Pesca Responsável da FAO DNEPP Direcção Nacional de Economia e Políticas Pesqueiras DNFP Direcção Nacional de Fiscalização da Pesca DLA Dispositivo de Localização Automática EAF Abordagem Ecossistémica às pescas FAO Organização das Nações Unidas para Agricultura e
- Texto do artigo, página 31: Alimentação GNC Grupo Nacional de Coordenação para Elaboração do Plano de Gestão da Pesca à linha GTPGPL Grupo de Trabalho para Implementação do Plano de Gestão da Pesca de Linha IDPPE Instituto de Desenvolvimento da Pesca de Pequena
- Texto do artigo, página 31: Escala IIP Instituto Nacional de Investigação Pesqueira INAQUA Instituto Nacional de Desenvolvimento da Aquacultura INIP Instituto Nacional de Inspecção de Pescado IOTC Comissão do Atum do Oceano Índico MCS Monitorização, Controlo e Fiscalização MEY Produção Económica Máxima MICOA Ministério para Coordenação da Acção Ambiental MITUR Ministério do Turismo MPA Área Marinha Protegida ORI Oceanographic Research Institute PDP Plano Director das Pescas (2012 - 2019) PIB Produto Interno Bruto PESPA Plano Estratégico do Subsector da Pesca Artesanal REPMAR Regulamento Geral da Pesca Marítima SWIOFP Projecto das Pescarias do Sudoeste do Oceano Índico UEM Universidade Eduardo Mondlane VMS Sistema de Monitorização de Embarcações de Pesca WIO Oeste do Oceano Índico
- Texto do artigo, página 32: 1. INTRODUÇÃO 1.1 Contribuição da pescaria para a economia nacional
- Texto do artigo, página 32: O número de pescadores em Moçambique envolvidos, a tempo inteiro, em todos os tipos de pesca marítima é estimado em cerca de 140,000 (Plano Director das Pescas 2010-2019) dos quais 97,000 são pescadores artesanais. Efectivamente, o número total de trabalhadores envolvidos na pesca artesanal marítima é cerca de 350,000 incluindo pescadores sem embarcação, tripulantes e trabalhadores em áreas de apoio a pesca (IDPPE, 2007). O número de pescadores semi-indústriais e indústriais envolvidos na pesca à linha é estimado em cerca de 650 que operam em 3040 embarcações, que se adicionam aos milhares de pescadores recreativos e desportivos que também operam na pescaria de linha.
O PDF é carregado apenas quando pedido.
Melhorar a leitura
Reportar um problema neste documento
O relatório fica ligado ao trecho, página e região de origem resolvidos novamente pelo servidor.
O texto derivado não está disponível para um relatório preciso. Consulte o PDF associado como fonte.
Diplomas nesta edição
- Diploma Ministerial n.º 160/2014 MINISTÉRIO DAS PESCAS
- Diploma Ministerial n.º 161/2014 Diploma Ministerial n.º 161/2014
- Diploma Ministerial n.º 162/2014 Diploma Ministerial n.º 162/2014