Diploma Ministerial n.º 32/2025
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| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| PLANEAMENTO | IMPLEMENTAÇÃO | O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO |
|---|---|---|
| 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais | 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza | 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção |
| 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto | 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene | 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas |
| 3. Priorizar províncias e distritos | 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local | 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços |
| 4. Preparar planos e orçamentos anuais | 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento | 20. Monitoria, análise de dados e relatórios |
| 5. Preparar o plano de procurement anual | 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão | 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas |
| 6. Preparar TdR e documentos para concursos | 14. Construção/supervisão | 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias |
| 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários | 15. Treinar operadores | |
| 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária | 16. Inspecção e entrega |
| Recursos comprometidos ao Fundo Conjunto (Joint Fund) para o ano n | Prioridades para o ano n | ||||
|---|---|---|---|---|---|
| Alocação ao nível central | Alocação ao nível provincial e distrital | ||||
| Capacitação Institucional (Capacity Building), que inclui Assistência Técnica ao nível central, alguma AT a províncias e pequenos investimentos) | Despesas correntes para implementação | Saneamento para Comunidades | WASH para Escolas e Unidades Sanitárias | Outras Actividades WASH | |
| Acima de 2 milhões de USD | 25% do valor disponível, mas nunca acima de 1,5 milhões de USD | Casos excepcionais a sererm acordados anualmente com os Parceiros do Fundo Conjunto (Joint Fund) | Mínimo de 25% | Mínimo de 10% | Recursos remanescentes |
| Até 2 milhões de USD | Máximo de 500 mil USD | Recursos remanescentes | - | - |
| Cabo Delgado | Gaza | Inhambane | Manica | Maputo provincia | Nampula | Niassa | Sofala | Tete | Zambézia | Total | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| % | % | % | % | % | % | % | % | % | % | % | |
| Cálculo da cobertura por água potável | |||||||||||
| Acesso/uso não melhorado | 56,30 | 23,82 | 38,13 | 52,64 | 20,38 | 66,70 | 53,70 | 38,70 | 48,58 | 71,29 | 54,65 |
| Acesso/uso melhorado | 43,70 | 76,18 | 61,87 | 47,36 | 79,62 | 33,30 | 46,30 | 61,30 | 51,42 | 28,71 | 45,35 |
| Total | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 |
| Tipo de fonte de água para beber | |||||||||||
| OUTRO | 0,00 | 2,33 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,08 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,15 |
| ÁGUA CANALIZADA DENTRO DA CASA | 0,00 | 0,15 | 0,00 | 0,00 | 1,38 | 0,28 | 0,00 | 0,72 | 0,00 | 0,00 | 0,16 |
| ÁGUA CANALIZADA NA CASA DO VIZINHO | 0,72 | 4,30 | 0,98 | 0,11 | 6,16 | 0,36 | 0,00 | 1,40 | 1,30 | 0,85 | 1,09 |
| ÁGUA CANALIZADA NO QUINTAL | 0,54 | 14,26 | 1,85 | 0,00 | 36,27 | 0,00 | 0,19 | 0,29 | 0,00 | 0,91 | 2,30 |
| ÁGUA DA CHUVA | 1,89 | 3,34 | 4,88 | 0,00 | 1,36 | 0,21 | 0,26 | 0,00 | 0,00 | 0,07 | 0,79 |
| ÁGUA DA CISTERNA (OU TANQUE MÓVEL OU CAMIÃO) | 0,00 | 0,05 | 2,18 | 0,00 | 0,35 | 0,00 | 0,15 | 0,00 | 0,07 | 0,00 | 0,18 |
| ÁGUA DE NASCENTES NÃO PROTEGIDAS | 5,01 | 0,00 | 2,11 | 9,00 | 1,17 | 0,31 | 6,16 | 0,00 | 4,10 | 1,61 | 2,69 |
| ÁGUA DE NASCENTES PROTEGIDAS | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,67 | 0,00 | 0,56 | 0,00 | 3,31 | 0,24 | 0,52 |
| ÁGUA DO FURO | 19,44 | 15,43 | 8,89 | 32,54 | 8,47 | 3,28 | 13,28 | 9,26 | 21,66 | 4,68 | 12,03 |
| ÁGUA DO FONTANÁRIO | 4,69 | 15,58 | 11,21 | 3,87 | 11,06 | 12,39 | 7,78 | 28,90 | 3,86 | 4,93 | 9,35 |
| ÁGUA DO POÇO COM BOMBA MANUAL | 10,87 | 18,26 | 23,37 | 5,74 | 5,20 | 10,67 | 16,95 | 7,81 | 16,65 | 12,66 | 12,80 |
| ÁGUA DO POÇO NÃO PROTEGIDO | 33,62 | 16,64 | 31,05 | 27,57 | 3,68 | 37,36 | 27,78 | 24,33 | 26,61 | 47,96 | 32,93 |
| ÁGUA DO POÇO PROTEGIDO SEM BOMBA | 5,55 | 4,75 | 8,52 | 5,09 | 7,78 | 6,10 | 7,13 | 12,92 | 4,56 | 4,38 | 6,12 |
| ÁGUA DO RIO, LAGO, LAGOA | 17,68 | 4,86 | 4,97 | 16,08 | 15,53 | 28,96 | 19,77 | 14,37 | 17,87 | 21,72 | 18,87 |
| ÁGUA EM GARRAFA | 0,00 | 0,05 | 0,00 | 0,00 | 0,94 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,00 | 0,03 |
| Total | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 |
| Defecação ao ar liver | Cabo Delgado | Gaza | Inhambane | Manica | Maputo provincia | Nampula | Niassa | Sofala | Tete | Zambézia | Total |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Facilidade de saneamento | 80,44% | 81,54% | %78,37 | 44,98% | %77,54 | %49,82 | 86,77% | 41,65% | 53,34% | %28,09 | 54,25% |
| DefecaçãoDefecação aoao arar livreliver | 19,56 | 18,46 | 21,63 | 55,02 | 22,46 | 50,18 | 13,23 | 58,35 | 46,66 | 71,91 | 45,75 |
| FacilidadeTotal de saneamento | 100,0080,44 | 100,0081,54 | 100,0078,37 | 100,0044,98 | 100,0077,54 | 100,0049,82 | 100,0086,77 | 100,0041,65 | 100,0053,34 | 100,0028,09 | 100,0054,25 |
| Defecação ao ar livre Cálculo da cobertura por saneamento | 19,56 | 18,46 | 21,63 | 55,02 | 22,46 | 50,18 | 13,23 | 58,35 | 46,66 | 71,91 | 45,75 |
| Total Não-melhorado | 100,00 86,02 | 100,00 73,85 | 100,00 85,09 | 100,00 89,66 | 100,00 53,16 | 100,00 84,49 | 100,00 80,14 | 100,00 92,49 | 100,00 83,27 | 100,00 93,08 | 100,00 85,55 |
| CálculoMelhoradoda cobertura por saneamento | 13,98 | 26,15 | 14,91 | 10,34 | 46,84 | 15,51 | 19,86 | 7,51 | 16,73 | 6,92 | 14,45 |
| Não-melhoradoTotal | 100,0086,02 | 100,0073,85 | 100,0085,09 | 100,0089,66 | 100,0053,16 | 100,0084,49 | 100,0080,14 | 100,0092,49 | 100,0083,27 | 100,0093,08 | 100,0085,55 |
| Melhorado | 13,98 | 26,15 | 14,91 | 10,34 | 46,84 | 15,51 | 19,86 | 7,51 | 16,73 | 6,92 | 14,45 |
| Total Tipo de infraestrutura sanitária | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 |
| LATRINA MELHORADA | 2,57 | 16,19 | 5,56 | 6,13 | 11,81 | 1,28 | 1,57 | 0,05 | 2,68 | 1,15 | 3,35 |
| TipoLATRINAde infraestruturaNÃO MELHORADAsanitária | 66,46 | 55,39 | 63,46 | 34,65 | 30,70 | 34,31 | 66,90 | 34,13 | 36,61 | 21,17 | 39,79 |
| LATRINALATRINA MELHORADATRADICIONAL MELHORADA | 11,412,57 | 16,197,18 | 5,568,32 | 6,134,21 | 11,8125,33 | 13,661,28 | 18,071,57 | 0,057,08 | 14,052,68 | 1,155,29 | 10,333,35 |
| LATRINANÃO TEMNÃORETRETE/LATRINAMELHORADA | 66,4619,56 | 55,3918,46 | 63,4621,63 | 34,6555,02 | 30,7022,46 | 34,3150,18 | 66,9013,23 | 34,1358,35 | 36,6146,66 | 21,1771,91 | 39,7945,75 |
| LATRINARETRETE LIGADATRADICIONALA FOSSAMELHORADASÉPTICA | 11,410,00 | 7,182,78 | 8,321,03 | 4,210,00 | 25,339,70 | 13,660,56 | 18,070,22 | 7,080,39 | 14,050,00 | 5,290,48 | 10,330,77 |
| NÃOTotal TEM RETRETE/LATRINA | 100,0019,56 | 100,0018,46 | 100,0021,63 | 100,0055,02 | 100,0022,46 | 100,0050,18 | 100,0013,23 | 100,0058,35 | 100,0046,66 | 100,0071,91 | 100,0045,75 |
| RETRETE LIGADA A FOSSA SÉPTICA | 0,00 | 2,78 | 1,03 | 0,00 | 9,70 | 0,56 | 0,22 | 0,39 | 0,00 | 0,48 | 0,77 |
| 5.2.3Total Terceiro Passo – | istem100,00 | 100,00atiz | ação100,00d | e100,00pro | jecçõ100,00 | es100,00e d | ados100,00 | 100,00mai | s100,00rec | entes100,00 | 100,00 |
| Cabo Delgado % | Gaza % | Inhambane % | Manica % | Maputo província % | Nampula % | Niassa % | Sofala % | Tete % | Zambézia % | Total % | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Defecação ao ar livre | |||||||||||
| Facilidade de saneamento | 80,44 | 81,54 | 78,37 | 44,98 | 77,54 | 49,82 | 86,77 | 41,65 | 53,34 | 28,09 | 54,25 |
| Defecação ao ar livre | 19,56 | 18,46 | 21,63 | 55,02 | 22,46 | 50,18 | 13,23 | 58,35 | 46,66 | 71,91 | 45,75 |
| Total | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 |
| Cálculo da cobertura por saneamento | |||||||||||
| Não-melhorado | 86,02 | 73,85 | 85,09 | 89,66 | 53,16 | 84,49 | 80,14 | 92,49 | 83,27 | 93,08 | 85,55 |
| Melhorado | 13,98 | 26,15 | 14,91 | 10,34 | 46,84 | 15,51 | 19,86 | 7,51 | 16,73 | 6,92 | 14,45 |
| Total | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 |
| Tipo de infraestrutura sanitária | |||||||||||
| LATRINA MELHORADA | 2,57 | 16,19 | 5,56 | 6,13 | 11,81 | 1,28 | 1,57 | 0,05 | 2,68 | 1,15 | 3,35 |
| LATRINA NÃO MELHORADA | 66,46 | 55,39 | 63,46 | 34,65 | 30,70 | 34,31 | 66,90 | 34,13 | 36,61 | 21,17 | 39,79 |
| LATRINA TRADICIONAL MELHORADA | 11,41 | 7,18 | 8,32 | 4,21 | 25,33 | 13,66 | 18,07 | 7,08 | 14,05 | 5,29 | 10,33 |
| NÃO TEM RETRETE/LATRINA | 19,56 | 18,46 | 21,63 | 55,02 | 22,46 | 50,18 | 13,23 | 58,35 | 46,66 | 71,91 | 45,75 |
| RETRETE LIGADA A FOSSA SÉPTICA | 0,00 | 2,78 | 1,03 | 0,00 | 9,70 | 0,56 | 0,22 | 0,39 | 0,00 | 0,48 | 0,77 |
| Total | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 | 100,00 |
| Critério | Peso | Niassa | Cabo Delgado | Nampula | …. | Maputo Cidade | Total | Fonte de informação |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| População projectada para o ano n | Tabela0% | 9 -1.865.976Projecç | ões e2.333.278dados | mais6.102.867recen | tes por pro… | víncia 1.101.170 | 28.861.863 | INE, Census & Projections |
| Critério População rural projectada para o ano n (1) | Peso 0% | Niassa 979.822 | Cabo Delgado 1.033.961 | Nampula 2.779.765 | …. … | Maputo Cidade 0 | Total 14.075.392 | Fonte de informação INE, Census & Projecti- INE, Census & Projections |
| População projectada para o ano n População rural projectada para o ano n (1) % de população rural sem cobertura de água para o ano n (2) | 0% 0% 30% | 1.865.976 979.822 53,70% | 2.333.278 1.033.961 56,30% | 6.102.867 2.779.765 66,70% | … … … | 1.101.170 0 0,00% | 28.861.863 14.075.392 | ons INE, Census & ProjectiINE, IOF mais recente |
| % de população rural sem cobertura de água % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n (3) | 30% 30% | 53,70% 80,14% | 56,30% 86,02% | 66,70% 84,49% | … … | 0,00% 0,00% | ons INE, IOF mais recente INE, IOF mais recente | |
| para o ano n (2) % de população rural sem cobertura de sane% de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IMASIDA 2015] | 30% 20% | 80,14% 17,00% | 86,02% 10,00% | 84,49% 11,00% | … … | 0,00% 10,00% | INE, IOF mais recente INE, IMASIDA (2015) | |
| amento para o ano n (3) % de crianças menores de 5 anos com diar- % de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IDS 2011] | 20% 0% | 17,00% 10,80% | 10,00% 4,10% | 11,00% 10,30% | … … | 10,00% 9,90% | INE, IMASIDA (2015) INE, DHS mais recente | |
| reia (4) [IMASIDA 2015] % de crianças menores de 5 anos com diar- % de crianças no meio rural com desnutrição crónica (5) | 0% 20% | 10,80% 47,19% | 4,10% 56,00% | 10,30% 51,72% | … … | 9,90% 0,00% | INE, DHS mais recente INE, IOF (2015), p. 88 | |
| reia (4) [IDS 2011] % de crianças no meio rural com desnutri% de crianças (total da província) com desnutrição crónica (5) | 0% | 44,00% | 50,00% | 50,00% | … | 31,00% | SETSAN (2013), p. 80 |
| ção crónica (5) % de crianças (total da província) com desnutrição crónica (5) 0% 44,00% 50,00% 50,00% … 31,00% SETSAN (2013), p. 80 Notas: | ||
|---|---|---|
| P á g i n a | 48 Notas: (1) População rural projectada para o ano n – Os valores apresentados no exemplo baseiam-se em projecções do INE por província, urbano rural, para o ano de 2019, com base no Censo de 2007. Deverão ser utilizados os dados do Censo de 2017 logo que estiverem disponíveis. Ano n refere-se ao ano para o qual se está a planificar. (2) % de população rural sem cobertura de água para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural. P á g i n a | 48 (1) População rural projectada para o ano n – Os valores apresentados no exemplo baseiam-se em projecções do INE por província, urbano rural, para o ano de 2019, com base no Censo de 2007. Deverão ser utilizados os dados do Censo de 2017 logo que estiverem disponíveis. Ano n refere-se ao ano para o qual se está a planificar. (2) % de população rural sem cobertura de água para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural. Notas: (1) População rural projectada para o ano n – Os valores apresentados no exemplo baseiam-se em projecções do INE por província, urbano rural, para o ano de 2019, com base no Censo de 2007. Deverão ser utilizados os dados do Censo de 2017 logo que estiverem disponíveis. Ano n refere-se ao ano para o qual se está a planificar. (2) % de população rural sem cobertura de água para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural. (3) % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural. (4) Diarreia – Refere-se à percentagem de crianças menores de cinco anos de idade que tiveram diarreia nas duas semanas anteriores ao inquérito. Deve utilizar-se os dados de pesquisa nacional mais recente (exemplo: IDS, IMASIDA). Os dados do exemplo são do mais recente IMASIDA. Não se refere à população rural, mas sim ao total da província. (5) Desnutrição crónica – Refere-se à percentagem de crianças do meio rural menores de cinco anos de idade em situação de desnutrição cróni-ca. Deve utilizar-se os dados de pesquisa nacional mais recente (exemplo: Survey Nacional do SETSAN, IOF) e percentagem de e cobertura de população rural. Os dados do exemplo são do SETSAN (total provincial) e IOF (população rural). |
| Critério | Niassa | Cabo Delgado | Nampula | ... | Maputo Cidade | Total |
|---|---|---|---|---|---|---|
| População rural sem cobertura de água para o ano n | 526.164 | 582.120 | 1.854.103 | ... | 0 | 7.431.676 |
| População rural sem cobertura de água para o ano n | 7,1% | 7,8% | 24,9% | ... | 0,0% | 52,8% |
| % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n | 785.229 | 889.413 | 2.348.623 | ... | 0 | 11.822.434 |
| % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n | 6,6% | 7,5% | 19,9% | ... | 0,0% | 84,0% |
| Crianças menores de 5 anos (0-4) | 362.003 | 321.031 | 878.322 | ... | 134.665 | 4.685.183 |
| Crianças com Diarreia [IMASIDA 2015] (número estimado) | 61.541 | 32.103 | 96.615 | ... | 13.467 | 531.905 |
| Crianças com Diarreia [IMASIDA 2015] (% do total) | 11,6% | 6,0% | 18,2% | ... | 2,5% | 11,4% |
| Crianças com Diarreia [IDS 2011] (% do total) | 7,5% | 2,5% | 17,4% | ... | 2,6% | 11,1% |
| Desnutrição crónica crianças do meio rural (número estimado) | 170.829 | 179.777 | 454.268 | ... | 0 | 2.038.546 |
| Desnutrição crónica crianças (total da provincia) (número estimado) | 159.281 | 160.516 | 439.161 | ... | 0 | 2.030.890 |
| Desnutrição crónica crianças do meio rural (% do total) | 8,4% | 8,8% | 22,3% | ... | 0,0% | 43,5% |
| Desnutrição crónica crianças (total da provincia) (% do total) | 7,8% | 7,9% | 21,6% | ... | 0,0% | 43,3% |
| Critério | Niassa | Cabo Delgado | Nampula | … | Maputo Cidade | Total |
|---|---|---|---|---|---|---|
| População rural sem cobertura de água para o ano n | 526.164 | 582.120 | 1.854.103 | … | 0 | 7.431.676 |
| População rural sem cobertura de água para o ano n | 7,1% | 7,8% | 24,9% | … | 0,0% | 52,8% |
| % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n | 785.229 | 889.413 | 2.348.623 | … | 0 | 11.822.434 |
| % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n | 6,6% | 7,5% | 19,9% | … | 0,0% | 84,0% |
| Crianças menores de 5 anos (0-4) | 362.003 | 321.031 | 878.322 | … | 134.665 | 4.685.183 |
| Crianças com Diarreia [IMASIDA 2015] (número estimado) | 61.541 | 32.103 | 96.615 | … | 13.467 | 531.905 |
| Crianças com Diarreia [IDS 2011] (número estimado) | 39.096 | 13.162 | 90.467 | … | 13.332 | 519.007 |
| Crianças com Diarreia [IMASIDA 2015] (% do total) | 11,6% | 6,0% | 18,2% | … | 2,5% | 11,4% |
| Crianças com Diarreia [IDS 2011] (% do total) | 7,5% | 2,5% | 17,4% | … | 2,6% | 11,1% |
| Desnutrição crónica crianças do meio rural (número estimado) | 170.829 | 179.777 | 454.268 | … | 0 | 2.038.546 |
| Desnutrição crónica crianças (total da província) (número estimado) | 159.281 | 160.516 | 439.161 | … | 0 | 2.030.890 |
| Desnutrição crónica crianças do meio rural (% do total) | 8,4% | 8,8% | 22,3% | … | 0,0% | 43,5% |
| Desnutrição crónica crianças (total da província) (% do total) | 7,8% | 7,9% | 21,6% | … | 0,0% | 43,3% |
| Critério | Peso | Niassa | Cabo Delgado | Nam-pula | Zambézia | Tete | Manica | Sofala | Inhambane | Gaza | Maputo Província | Maputo Cidade | Total |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| População projectada para o ano n | 0% | 6,5% | 8,1% | 21,1% | 17,7% | 9,6% | 6,6% | 7,7% | 5,2% | 5,0% | 8,7% | 3,8% | 100% |
| População rural projectada para o ano n (1) | 0% | 7,0% | 7,3% | 19,7% | 19,4% | 10,6% | 8,1% | 8,3% | 6,2% | 5,8% | 7,5% | 0,0% | 100% |
| % de população rural sem cobertura de água para o ano n (2) | 30% | 7,1% | 7,8% | 24,9% | 26,2% | 9,8% | 8,1% | 6,1% | 4,5% | 2,6% | 2,9% | 0,0% | 100% |
| % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n (3) | 30% | 6,6% | 7,5% | 19,9% | 21,5% | 10,5% | 8,7% | 9,1% | 6,3% | 5,1% | 4,7% | 0,0% | 100% |
| % de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IMASIDA 2015] | 20% | 11,6% | 6,0% | 18,2% | 29,5% | 7,1% | 6,8% | 5,7% | 3,2% | 5,5% | 3,8% | 2,5% | 100% |
| % de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IDS 2011] | 0% | 7,5% | 2,5% | 17,4% | 24,9% | 14,4% | 7,6% | 10,5% | 2,1% | 5,5% | 4,9% | 2,6% | 100% |
| % de crianças no meio rural com desnutrição crónica (5) | 20% | 8,4% | 8,8% | 22,3% | 21,8% | 11,9% | 9,0% | 8,1% | 3,3% | 3,6% | 2,9% | 0,0% | 100% |
| % de crianças (total da província) com desnutrição crónica (5) | 0% | 7,8% | 7,9% | 21,6% | 18,6% | 13,8% | 9,6% | 8,9% | 3,7% | 4,7% | 3,3% | 0,0% | 100% |
| 100% | 8,1% | 7,6% | 21,5% | 24,6% | 9,9% | 8,2% | 7,3% | 4,6% | 4,1% | 3,6% | 0,5% | 100% |
| Parceiros | Recursos Disponíveis para as Províncias |
|---|---|
| Parceiro Provincial 1 | $1.500.000 |
| Parceiro Provincial 2 | $5.000.000 |
| Parceiro Provincial 3 | $550.000 |
| Disponíveis ProvínciasOutros | |
| $1.500.000 $5.000.000 Fundo Conjunto (Parceiros e OE) | $15.000.000 |
| $550.000 | $22.050.000 |
| Províncias | A | B = A x Valor disProvínciasponível | C = A* Fudo Conjunto disponível para Pro- Resultadovíncias Aloca | D víncias ção teórica Alocação do Fundo Conjunto (variante 1) P | E = arceiro Parceiro | |||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Resultado do Algoritmo Nia | Alocação teórica do total de Recursos ssa | Alocação do Fundo Conjunto (variante 1) do Algoritmo do tot | Parceiro Provincial 1 al de Recur sos $1.787.48 | Parceiro Provincial 2 - US 8 $1.21 | Parceiro Provincial 3 D 5.978 | Outros constantes do PIA Pr % 8,1% $1 | % de alocação do Fundo Conjunto (variante 2) ovincial 1 Provincial 2 | |||
| USD8,1% | % | .000.000USD | % | |||||||
| Niassa | 8,1% | $1.787.488 | $1.215.978 | 8,1% | $1.000.000 | $787.488 | 5,2% | |||
| Cabo Delgado | 7,6%Cab | o Delgado$1.670.882 | $1.136.6547,6% | 7,6% | $1.670.88$500.000 | 2 $1.13 | 6.654 | 7,6% $ | 500.000$1.170.882 | 7,8% |
| Nampula | 21,5%Nam | pula $4.748.232 | $3.230.09021,5% | 21,5% | $4.748.23 | 2$2.000.000$3.23 | 0.090 2 | 1,5% | $2.748.232 $2 | .000.0018,3% |
| Zambézia | 24,6%Zam | bézia$5.415.551 | $3.684.04824,6% | 24,6% | $5.415.55 | 1$2.000.000$3.68 | 4.048 2 | 4,6% | $3.415.551 $2 | .000.0022,8% |
| Tete | 9,9%Tet | e $2.185.515 | $1.486.7459,9% | 9,9% | $2.185.51 | 5$1.000.000$1.48 | 6.745 | 9,9% | $1.185.515 $1 | .000.007,9% |
| Manica | 8,2% | $1.804.328 | $1.227.434 | 8,2% | $1.804.328 | 12,0% | ||||
| Sofala | 7,3%Ma | nica $1.608.455 | $1.094.1878,2% | 7,3% | $1.804.32 | 8 $1.22 | 7.434$550.000 | 8,2% | $1.058.455 | 7,1% |
| Inhambane | 4,6%Sof | ala $1.004.971 | $683.6547,3% | 4,6% | $1.608.45 | 5 $1.09 | 4.187 | 7,3% | $1.004.971 | 6,7% |
| Gaza | 4,1%Inh | ambane$914.217 | $621.9164,6% | 4,1% | $1.004.97 | 1 $68 | 3.654 | 4,6% | $914.217 | 6,1% |
| Maputo Província | 3,6%Ga | za $798.710 | $543.3404,1% | 3,6% | $914.21 | 7 $62 | 1.916 | 4,1% | $798.710 | 5,3% |
| Maputo Cidade | 0,5% | $111.650 | $75.952 | 0,5% | $111.650 | 0,7% | ||||
| 100,0% Ma | $22.050.000 puto Província | $15.000.000 3,6% | 100% | $1.500.000 $798.71 | $5.000.000 0 $54 | $550.000 3.340 | 3,6% | $15.000.000 | 100% |
| Nível | Descrição |
|---|---|
| I | Um furo/poço, transporte, armazenamento, distribuição através de fontanários e um número reduzido de ligações domiciliaras/torneiras no quintal (inferior a 50) |
| II | Um furo/poço, transporte, armazenamento, distribuição através de fontanários e um número reduzido de ligações domiciliárias/torneiras no quintal (superior a 50 e inferior a 150) |
| III | Um furo/poço, transporte, armazenamento, distribuição através de fontanários e um número reduzido de ligações domiciliárias/torneiras no quintal (superior a 150 podendo mesmo ser superior a 500) |
| Item | Valor |
|---|---|
| Procura diária de água per capita | 20 litros |
| Distância máxima a pé | |
| Fonte de água | 500 metros |
| Pequeno sistema canalizado | 200 metros |
| Utilizadores por fonte de água | 300 |
| Taxa de crescimento da população rural | 2.1% por ano |
| Tempo de serviço das instalações | |
| Bomba de água manual | |
| Fraca manutenção | 2-5 anos |
| Boa manutenção | 10-15 anos |
| Bomba solar | |
| Fraca manutenção | 2-5 anos |
| Boa manutenção | 15-20 anos |
| Bomba movida pelo vento | |
| Fraca manutenção | 2-5 anos |
| Boa manutenção | 15-20 anos |
| Bomba movida a diesel | |
| Fraca manutenção | 2-5 anos |
| Boa manutenção | 10-15 anos |
| Bomba eléctrica | |
| Fraca manutenção | 5 anos |
| Boa manutenção | 10-20 anos |
| Pequeno sistema canalizado | |
| Fraca manutenção | 2-5 anos |
| Boa manutenção | 10-15 anos |
| Fontes de Àgua | Nascentes/Poços Pouco Profundos | Poços Profundos | ||||
|---|---|---|---|---|---|---|
| Distância (m) | »1000 | 250-1000 | «250 | »1000 | 250-1000 | «250 |
| Consumo (L/pessoa por dia) | 7 | 12 | 207 | 12 | 20 | |
| Intervalo(L/pessoa por dia) | 05 - 10 | 10 - 15 | 15 - 25 | 05 10 | 10 - 15 | 15 25 |
| Profundidade (Nível freático) | «30M | 30 - 50 M | ||||
| Fontes De Àgua | Furos Pouco Profundos | Furos Profundos | ||||
| Distância (m) | »1000 | 250-1000 | «250 | |||
| Consumo (L/pessoa por dia) | 7 | 12 | 30 | 7 | 12 | 30 |
| Intervalo(L/pessoa por dia) | 05 - 10 | 10 - 15 | 20 50 | 05 10 | 10 - 15 | 20 - 50 |
| Profundidade (Nível freático) | 30 - 80M | 80 - 120M | ||||
| Psaa/Tipo De Ligação | Quintal | Domiciliária | ||||
| Consumo (L/pessoa por dia) | 40 | 50 | ||||
| Intervalo(L/pessoa por dia) | 20 - 60 | 30 - 80 | ||||
| Uso de Água das Chuvas | Individual | Comunitária | ||||
| Distância (m) | «250 | 250 - 1000 | ||||
| Consumo (L/pessoa por dia) | 11 | 10 | ||||
| Intervalo(L/pessoa por dia) | 7 - 15 | 7 - 15 |
| DESCRIÇÃO | BOMBAS EM USO NA ÁGUA RURAL EM MOÇAMBIQUE | ||
|---|---|---|---|
| AFRIDEV | BOMBAS ELÉCTRICAS SUBMERSÍVEIS | ||
| Profundidade máxia de instalação (m) | >100 m | 80 m | |
| Descarga na profundidade máxima | Depende da capacidade instalada (no de paineis, capacidade da bomba, etc) | 10-12 litros/min | |
| Especificações técnicas | Número máximo de pessoas a servir | Depende da capacidade instalada. | ≈500 |
| Tipo de fonte para instalação | Furo | Furo | |
| Modelo de funcionamento | Energia solar. | Manuseio da alavanca na posição vertical. | |
| Custo | ≈1.500 USD | Variável (Preço indicativo?) | |
| Fabrico nacional | Sim. Maputo – Partes metálicas e os tubos de elevação. | Não. | |
| Instalação | Fácil. Não requer equipamento de apoio. | Equipa especializada. | |
| Manutenção | VLOM | Não é VLOM | |
| Acesso às peças sobressalentes | Local + Importadas | Importadas. | |
| Avarias frequentes | Quebra ou desgaste dos tubos, quebra das varetas, soltura da sola “U”. | ||
| Provincias onde foram instaladas | Nacional. | Inhambane, Manica, Sofala e Nampula. | |
| Observações | Está em teste em Inhambane o uso da vareta de fibra de vidro que torna a bomba mais leve e aplicável em profundades acima de 45m. | 1. Ideal para grandes aglomerados populacionais onde as profundidades sejam elevadas. |
| DESCRIÇÃO | BOMBAS EM USO NA ÁGUA RURAL EM MOÇAMBIQUE | ||
|---|---|---|---|
| AFRIDEV | BOMBAS ELÉCTRICAS SUBMERSÍVEIS | ||
| Profundidade máxia de instalação (m) | >100 m | 80 m | |
| Descarga na profundidade máxima | Depende da capacidade instalada (no de paineis, capacidade da bomba, etc) | 10-12 litros/min | |
| Especificações técnicas | Número máximo de pessoas a servir | Depende da capacidade instalada. | ≈500 |
| Tipo de fonte para instalação | Furo | Furo | |
| Modelo de funcionamento | Energia solar. | Manuseio da alavanca na posição vertical. | |
| Custo | ≈1.500 USD | Variável (Preço indicativo?) | |
| Fabrico nacional | Sim. Maputo – Partes metálicas e os tubos de elevação. | Não. | |
| Instalação | Fácil. Não requer equipamento de apoio. | Equipa especializada. | |
| Manutenção | VLOM | Não é VLOM | |
| Acesso às peças sobressalentes | Local + Importadas | Importadas. | |
| Avarias frequentes | Quebra ou desgaste dos tubos, quebra das varetas, soltura da sola “U”. | ||
| Provincias onde foram instaladas | Nacional. | Inhambane, Manica, Sofala e Nampula. | |
| Observações | Está em teste em Inhambane o uso da vareta de fibra de vidro que torna a bomba mais leve e aplicável em profundades acima de 45m. | 1. Ideal para grandes aglomerados populacionais onde as profundidades sejam elevadas. |
| Parâmetros | Limite Máx. Admissível | Unidades | Riscos para a Saúde Pública |
|---|---|---|---|
| Coliformes totais | Ausente | NMP*/100 ml Nº colónias/ 100 ml | Doenças gastrointestinais |
| Coliformes fecais | Ausente | NMP*/100 ml Nº colónias/ 100 ml | Doenças gastrointestinais |
| Vibrio cholerae | Ausente | 1.000 ml | Doenças gastrointestinais |
| Parâmetros | Limite Máx. Admissível | Unidades | Riscos para a Saúde Pública |
|---|---|---|---|
| Amoníaco | 1,5 | mg/l | Sabor e cheiro desagra- dável |
| Aluminio | 0,2 | mg/l | Afecta o sistema locomo- tor e causa anemia |
| Arsénico | 0,01 | mg/l | Cancro da pele |
| Antimónio | 0,005 | mg/l | Cancro no sangue |
| Bário | 0,7 | mg/l | Vasoconstrição e doen- ças cardiovasculares |
| Boro | 0,3 | mg/l | Gastroenterites e erite- mas |
| Cádmio | 0,003 | mg/l | Vasoconstrição urinária |
| Cálcio | 50 | mg/l | Aumenta a dureza da água |
| Chumbo | 0,01 | mg/l | Intoxicação aguda |
| Cianeto | 0,07 | mg/l | Bócio e paraliisia |
| Cloretos | 250 | mg/l | Sabor desagradável e cor- rosão |
| Cloro residual total | 0,2 - 0,5 | mg/l | Sabor e cheiro desagra- dável |
| Cobre | 1,0 | mg/l | Irritação intestinal |
| Crómio | 0,05 | mg/l | Gastroenterites, hemorre- gias e convulsões |
| Dureza total | 500 | mg/l | Depósitos, corrosão e es- pumas |
| Fósforo | 0,1 | mg/l | Aumenta a proliferação dos microrganismos |
| Ferro total | 0,3 | mg/l | Necrose hemorrágica |
| Fluoreto | 1,5 | mg/l | Afecta o tecido esque- léti- co |
| Agentesde capacitação institucional (Capacity Building)para asProvíncias | • Criar capacidade nas províncias paramelhor sistema- tizaçãode informação deacessoa água,de cobertura, projectosem cursoe planificação • Assessorar/ capacitaros DASeSDPI na priorização das demandas • Assessorar/ capacitarna planificação multissectori alWASHno âmbitodo PESODe PES Provincial • Assessorar/ capacitaros DASeSDPI naprodução de informação deDLIse interpretação correctano desempenho dosDLIno anon-1e suasimpli-c- açõesna orçamenta- çãodas actividades noanon. |
|---|---|
| Assistência Técnicaà DNAAS | • Assessorare aconselhara DNAASem matérias estratégicas dedirecção do PRONASAR • Assessorar/ capacitaro DPeETGP namelhoria dequalidade doPIA • Assessorar DNAASna ligaçãocom MEFna ligaçãoentre oPESeo PIA • Assessorar /capacitarao DAAeDS na verificação daconfor- midadeda informação técnico- finaceira • Assessorar/ capacitarao DPeDAFna aplicação correctado algoritmo para alocaçãodo Fundo Conjunto (JointFund) àsProvíncias • Assessorar/ capacitara ETGpara actualizar regularmente |
| Agente Independente deMonitoria (Independent Monitoring Agent) | • Assessorara DNAASe parceirosno aperfeiçoa- mentodo quadrode monitoriado desempenho • Prover anualmentea informação sobreograu dealcance dosDLI’s (disbursemen tlinked indicators) doanon-1 deformaa quepermita reveras alocações provinciais noanon • Indicaras alteraçõesàs alocações distritaiscom basenos DLIs • Fazeruma análise financeira aoscost driversnos planosde procurement |
| Gestorde Fundos Externo(Fund Manager) | • Darum pareceraos Parceirose DNAAS sobreo alinhamento do orçamento doPIAcom oscompro- missosoff- CUTdo Fundo Conjunto (JointFund) dosparceiros esaldos disponíveis naConta Especial • Verificara consistência entreo Procurement Plan(aser pagoOff- CUTdo Fundo Conjunto) como acordado PIA |
| Distrito (SDPIs) | • SDPI: Preparare orçamentar osPESOD paraaárea deAAS • SDPI: Assegurar equidadee inclusãonos planos anuais • SDPI: Assegurara actualização de informação doSINAS |
| Província (DPOPHRH) | • DAS: Preparare orçamentar osPIA provinciais comoasoma dosPESOD • DAS: Analisar criticamente osPlanos dosDistritos paraoPIA • DAS:Prestar informação sobremetas DLIs (Disburseme ntLinked Indicators) • DAS: Recolhere prestar informação sobre cobertura estimadae projectosoff- budget • DAS: Assegurar equidadee inclusãonos planosanuais • DAS: Assegurara actualização de informação doSINAS |
| EquipaTécnica deGestãodo PRONASAR (ETGP) | • Actualizar regularmente os pressupostose projecções físicas financeiras necessárias paraoalcance dos indicadoresdo PRONASAR em linhacom o Planode Acçãode implementação dosODS • Melhorara estruturae conteúdodo PIA • Analisarde formacrítica dosdadosdo SINAS,de desempe-nho do PRONASAR paramelhorar oconteúdodos PIAs • Elaborare actualizar tecnicamen-te oPIA, incluindo propostasde DLIs(quando aplicável) • Assistir tecnicamente asprovíncias naelaboração dosplanos provinciais parao PRONASAR • Assegurarque oPIAé efectiva-mente um desdobra- mentodo PRONASAR |
| MOPHRH– DAQUI | • Preparare manter actualizadoo planode contratações, cominput dasáreas |
| DNAAS- DAF | • Assegurar queos orçamentos alocados estãoem conformida- decomos CFMP • Garantira aplicaçãodas leis específicas vigentes (LOE) |
| DNAAS– DAAeDS | • Assegurar“a somados planos provinciais” edartodos osinputs necessáriosà ETGPpara elaboração doPIA • Analisar criticamente osplanos provinciais • Aconselhar sobreas opções técnicase custos unitáriosa serem utilizadosno PIA |
| DNAAS– Departamento dePlanificação | • Orientaro processode planificação eorçamen- taçãoe assegurara qualidadedo PIA • Assegurara conformida- dedoPIA comoCFMP Validaro PIAeemitir parecerpara aprovaçãodo Directorda DNAAS • Assegurar interlocução com Parceiros • EnviaroPIA aprovadoàs províncias, SDPI e parceiros • Organizar reuniões técnicas, semestrais, de planificação comas Provincias |
| Director Nacionalde AAS | • Assegurara elaboração dosPIAe zelarpelo seu cumprimento • Calendarizar oprocesso de planificação eresponsa- bilizarosde- partamentos • Convocar reuniõescom Comitéde Supervisão para discussãoe validaçãodo PIA • Aprovar internamente oPIAe garantira aprovação dosníveis subsequentes • Aprovaras recomendaçõ esdeajustes dealocação doIMA • Mobilizar fundos adicionais parao PRONASAR • Assegurar coorde-nação inter- sectorial (saúde, educação, finanças, agriculturae meio ambiente) |
| Parceirosdo Fundo Conjunto (JointFund) | • Confirmar compromis- sosfinancei- rosem tempoútilno anon-1 • Analisara qualidadedo PIA, recomendar melhoriase aprovar. Inclui:a) validara alocaçãopor tipode actividade (capacity building, WASH comunidades ,WASH escolas, WASH saúde)de acordocom odefinidono MoU;b) Validara alocação provincialde acordocom oscritérios estabelecidos ecomo desempenho das províncias nosanosn-1 • Validaras recomendaçõ esdeajustes dealocação doIMA |
| Parceirosfora doFundo Conjunto (JointFund) (OnCUTou Off-CUT) | • Confirmar compro- missosOn- CUTeOff- CUTem tempoútilno anon-1 • Analisara qualidadedo PIA, recomendar melhoriase aprovar. |
| Processos Chave | Planificação (PIA)e Orçamen- taçãoAnual parao PRONASA R |
| Agentes de capacitação institucional (Capacity Building) para as Províncias | • Assessorar / capacitar os DAS e SDPI na programação financeira, preparação de justificativos e recepção de desembolsos • Assessorar / capacitar as provincias e SDPI a trabalharem nos limites orçamentais impostos pela qualidade do seu desempnehos no ano n-1 |
|---|---|
| Assistência Técnica à DNAAS | • Assessorar / capacitar o DAF na preparação de programação financeira e solicitações de desembolso de fundos para a CUT MT • Assessorar / capacitar a ETGP sobre riscos e condições técnicas que possam afectar os desembolsos no ano n |
| Agente Independente de Monitoria (Independent Monitoring Agent) | • - |
| Gestor de Fundos Externo (Fund Manager) | • Fazer a programação financeira e monitorar os desembolsos para a Conta Especial do Fundo Conjunto (Joint Fund) • Solicitar aos parceiros o desembolso de fundos para a Conta Especial do Fundo Conjunto (Joint Fund) • Assegurar adiantamen-to / reembolso de fundos para as províncias e distritos quando aplicável para despesas de funcionamento pagas pela Província ou Distrito • Alertar a DNAAS sobre constragi- mentos orça- mentais / tesouraria na implementa- ção dos planos |
| Distrito (SDPIs) | • Utilizar a programação dos desembolsos para lançamento atempado dos concursos para provisão de bens e serviços |
| Província (DPOPHRH) | • DAS e DAF: Fazer a programação financeira e solicitar desembolsos para a Província • DAF: Entregar atempada- mente os justificativos para desembolsos / reembolsos • Utilizar a programação dos desembolsos para lançamento atempado dos concursos para provisão de bens e serviços |
| Equipa Técnica de Gestão do PRONASAR (ETGP) | • Dar inputs ao DP para solicitação de desembolsos aos Parceiros • Verificar se os desembol-sos efectua-dos res-pondem às necessidades dos periodos acordados e alertar ao DP • Avaliar os riscos associados aos níveis de desembolsos e comunicar às provincias, SDPI através de canais próprios • Garantir que todos relatórios dos periodos anteriores tenham sido elaborados, submetidos no momento de solicitação de desem-bolsos • Propor medidas de aceleração das despesas |
| MOPHRH – DAQUI | • Utilizar a programação dos desembolsos para lançamento atempado dos concuros para prvisão de bens e serviços |
| DNAAS - DAF | • Fazer a programação financeira, solicitar e monitorar o desembolso da CUT USD para CUT MT • Assegurar disponibili- zação de fundos nas contas CUT da DNAAS e Províncias • Assegurar os desembolsos dos fundos em actividades compar- ticipadas |
| DNAAS – DAA e DS | • |
| DNAAS – Departamento de Planificação | • Descentrali-zar o orça-mento para as províncias (On-CUT) • Solicitar aos Parceiros o desembolso de fundos à Forex • Alertar o DNAAS e Parceiros sobre eventuais insuficiência de fundos face ao programado • Resolver com os Parceiros, DAF e Gestor dos Fundos assuntos que possam causar entrave nos desembolsos • Oferecer as garantias do Governo a alocação atempada de fundos em actividades comparti- cipadas • Promover estudos sobre o valor do dinheiro para aumentar a credibilidade do mecanis-mo de finan- ciamento |
| Director Nacional de AAS | • Assegurar que o Fundo Conjunto (Joint Fund) seja o mecanismos atractivo de captação de investimentos para a área do WASH • Aprovar os pedidos de desembolso efectuados pelo Gestor de Fundos e pelo DAF • Assegurar que todos relatórios dos periodos anteriores a solicitação dos fundos são discutidos e aprovados pelos parceiros • Garantir a previsibilide dos fundos, pelo menos a médio prazo (CFMP vigente) |
| Parceiros do Fundo Conjunto (Joint Fund) | • Desbloquear desembolsos de fundos dos parceiros |
| Parceiros fora do Fundo Conjunto (Joint Fund) (On CUT ou Off- CUT) | • |
| Processos Chave | Desembolso de fundos dos Parceiros para o Estado (Central e Provincial) |
Fonte textual acessível e tabelas
- Texto do artigo, página 124: Os Projectos com gestão autónoma submetem o balancete da execução financeira à DNAAS, DPOPHRH ou Governo Distrital, para que os valores sejam lançados no e-SISTAFE e se evitem lacunas entre os orçamentos registados e a sua execução. A falta deste procedimento leva, muitas vezes, a que sejam reportadas realizações perto de 0% nos relatórios de balanço anuais, o que não corresponde de modo algum à realidade da execução física e financeira desses projectos. A execução orçamental dos distritos que não estão dentro do e-SISTAFE, enquanto permanecerem nesta situação, será processada através do regime de adiantamentos.
- Texto do artigo, página 124: Nesta opção, os Fundos são geridos pelos Parceiros recrutando unidades de gestão que garantem aplicação dos seus procedimentos e regras, partilhando com a DNAAS, ou com os Governos Provinciais, a gestão dos seus programas, cabendo a estes últimos uma palavra quanto à liquidação de facturas apresentadas por empreiteiros, consultores ou outros fornecedores.
- Texto do artigo, página 124: Figura 9 - Fluxo de Fundos para o financiamento paralelo Off-CUT
- Texto do artigo, página 124: Figura 9 - Fluxo de Fundos para o financiamento paralelo Off-CUT
- Texto do artigo, página 124: Contribuição do(s) parceiro(s) Pagamento de custosde funcionamento de províncias e distritos Conta Especial Provincial Pagamentos directos aos fornecedores de bens, obras e serviços AT Específica Conta Especial Central DNAAS / DPOPHRH
- Texto do artigo, página 124: Contribuição do(s) parceiro(s) DNAAS / DPOPHRH AT Específica Conta Especial Central Conta Especial Provincial Pagamentos directos aos fornecedores de bens, obras e serviços Pagamento de custos de funcionamento de províncias e distritos
- Texto do artigo, página 124: Em alternativa a esta proposta, para suportar os Custos de Funcionamento e como o Sistema Financeiro do Estado tem como objectivo diminuir até eliminar o número de Contas Bancárias dos Organismos Estatais, propõe-se o mesmo cenário já atrás descrito de utilização do Fundo Conjunto para a gestão deste tipo de despesas, que actualmente
- Texto do artigo, página 124: Em alternativa a esta proposta, para suportar os Custos de Funcionamento e como o Sistema Financeiro do Estado tem como objectivo diminuir até eliminar o número de Contas Bancárias dos Organismos Estatais, propõe-se o mesmo cenário já atrás descrito de utilização do Fundo Conjunto para a gestão deste tipo de despesas, que actu-almente representa sensivelmente entre 3% a 5% do valor global das Contribuições directas feitas pelos Parcei-ros ao Subsector.
- Texto do artigo, página 124: b) Fluxo de Fundos
- Texto do artigo, página 124: Os Fundos são disponibilizados directamente pelos Parceiros de Cooperação, com pagamentos directos aos seus prestadores de serviços. Esta informação está totalmente fora do e-SISTAFE.
- Texto do artigo, página 124: P á g i n a | 40
- Texto do artigo, página 124: A opção de financiamento Off-CUT e os mecanismos de financiamento paralelos continuarão a constituir alternativas de financiamento ao PRONASAR, enquanto a não adesão ao Fundo Conjunto (Joint Fund) continuar a ser a opção de alguns Parceiros.
- Texto do artigo, página 124: 4.2.4.3 Fundos geridos directamente pelos Parceiros a) Gestão de Fundos
- Texto do artigo, página 124: 4.4 Contabilidade e Auditoria
- Texto do artigo, página 124: A informação financeira deve obedecer a padrões de contabilidade aceites para facilitar o acesso, controlo, relatório, tomada de decisões e gestão efectiva. A introdução do e-SISTAFE a nível nacional, melhorou a contabilidade, registo e relatórios financeiros, e a criação da UGEA a nível do Ministério, das Direcções Provinciais e a nível Distrital separará as funções de procurement, contratação, pagamento e controlo financeiro.
- Texto do artigo, página 124: Uma outra via é os Parceiros optarem por mecanismos próprios de apoio ao Programa cuja execução física e financeira é da sua inteira responsabilidade. Devem, no entanto, submeter, às DPOPHRH envolvidas e à DNAAS, o planeamento anual, físico e financeiro, e reportar o progresso da implementação dos programas, às mesmas entidades. Neste caso, a informação financeira não é contabilizada no e-SISTAFE, estando disponível exclusivamente nos sistemas de informação dos Parceiros de Cooperação e a actividade de procurement é inteiramente da responsabilidade do parceiro que utiliza as suas regras próprias.
- Texto do artigo, página 124: O e-SISTAFE permite um melhor controlo das despesas face ao cabimento orçamental. O e-SISTAFE contém normas e procedimentos que promovem a boa contabilidade, registo e relatórios (por exemplo, segregação de funções, autoridade e controlo e níveis de intervenção durante a execução orçamental).
- Texto do artigo, página 125: Todas as contas e regis-tos de transacções financeiras estarão disponíveis e acessíveis para supervisão e auditoria internas e externas.
- Texto do artigo, página 125: As auditorias internas às contas públicas são realizadas pela Inspecção Geral de Finanças (IGF) para a maior parte dos departamentos do Estado. As auditorias externas aos departamentos do Governo a todos os níveis são realizadas periodicamente.
- Texto do artigo, página 125: Contudo, como a IGF tem falta de pessoal e capacidade limitada para realizar auditorias anuais a todos os depar-tamentos do governo, pode ser apoiada para contratar auditores qualificados para fazerem auditorias aos recursos do Programa.
- Texto do artigo, página 125: O Tribunal Administrativo (TA) é responsável por garantir que os fundos do Governo e os fundos dos Parceiros, inscritos no SISTAFE, são utilizados devida e eficazmente e obedecem às normas e aos regulamentos financeiros aplicáveis. O TA funciona como auditor externo e analisa os procedimentos do procurement, promove a auditoria e avaliação de riscos na contratação.
- Texto do artigo, página 125: 4.5 Anti-corrupção
- Texto do artigo, página 125: O Governo e os Parceiros de Cooperação e de Desenvolvimento subscrevem a estratégia anti-corrupção de tolerância zero. A Assembleia da República aprovou a Lei 6/04 de 17 de Junho de 2004, que introduz mecanismos adicionais para se lutar contra a corrupção. Esta lei estabelece os procedimentos para responsabilização, participação da comunidade e transparência, através da divulgação pública obrigatória a todos os níveis.
- Texto do artigo, página 125: Na sequência desta decisão, foi criado o Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC), o órgão especializado do Ministério Público que tem por função a prevenção e combate aos crimes de corrupção, peculato, participação económica ilícita, tráfico de influências, enriquecimento ilícito e conexos. O GCCC é dirigido por um Director, Magistrado do Ministério Público, com pelo menos, a categoria de Procurador Provincial, nomeado pelo Procurador-Geral da República, e, subordina-se a este. Este órgão é de âmbito nacional e compreende os Gabinetes Provinciais de Combate a Corrupção.
- Texto do artigo, página 125: Para além disso, a Lei 4/90 de 26 Setembro estabelece um Código de Conduta, incluindo os direitos e deveres dos funcionários do Estado.
- Texto do artigo, página 125: A Estratégia de Integridade (anti-corrupção) da ex.DNA, elaborada por um consultor externo e apresentada em Outubro de 2013, foi alinhada à Politica definida pelo Governo para este tipo de matéria, Os princípios estratégicos deste documento são consistentes com as boas praticas internacionais relativos aos grupos e/ou associações para o combate à corrupção sumarizados na sigla; PACTIV- Liderança Politica, Prestação de Contas, Capcitação Institucional, Transparencia, Implementaçao e Voz.
- Texto do artigo, página 125: O Programa promoverá e apoiará a implementação e o cumprimento da estratégia e leis anti-corrupção relevantes do Governo, em geral e da DNAAS, em particular, assim como as contidas no Código de Conduta do Sector de Águas e nos MdE e acordos bilaterais entre o Governo e os Parceiros de Cooperação e de Desenvolvimento. Contratantes, consultores, fornecedores e outros concorrentes para obras ou fornecimento de bens e serviços serão informados sobre as secções relevantes do Código de Conduta, ética no negócio e medidas anti-corrupção em todos os documentos de concurso e contratos, e medidas para detectar possíveis práticas de corrupção serão incluídas nos TdR para as auditorias externas aos recursos do Programa.
- Texto do artigo, página 125: 4.6 Gestão de Contratos 4.6.1 Procedimentos de contratação
- Texto do artigo, página 125: O PRONASAR preconiza o uso dos procedimentos internos do Governo, para se evitarem sistemas paralelos de implementação. É neste âmbito que o procurement das actividades dos Parceiros do Fundo Conjunto (Joint Fund) foi regido pelo Decreto n.º 54/2005 de 13 de Dezembro recentemente revogado e passando para o actual Decreto 5/2016 de 8 de Março. Entretanto, grande parte dos Parceiros do PRONASAR, fora do Fundo Conjunto, optou pelos seus próprios sistemas de procurement, como forma de salvaguardar determinados requisitos específicos.
- Texto do artigo, página 125: As actividades de capacitação conduzidas ao nível central e provincial trouxeram um certo grau de conhecimento sobre os procedimentos internos e externos de contratação, embora prevaleçam desafios, principalmente na aplicação dos procedimentos dos Parceiros fora do Fundo Conjunto.
- Texto do artigo, página 125: Os desafios de procurement vão desde a elaboração do caderno de encargos, avaliação de propostas e gestão e fecho dos contratos, que deverão merecer atenção especial de modo a suprir as actuais lacunas. Um leque das acções deverá ser desenvolvido, incluindo acções específicas de capacitação pela UFSA.
- Texto do artigo, página 125: 4.6.2 Formas de contratação
- Texto do artigo, página 125: Os princípios básicos subjacentes ao Regulamento de Contratação de Empreitadas de Obras Públicas, Fornecimentos de Bens e prestações de Serviços ao Estado são entre outros: legalidade; transparência; publicidade; igualdade; concorrência; imparcialidade e a boa gestão financeira dos fundos públicos.
- Texto do artigo, página 125: Os regimes jurídicos de contratação previstos no artigo 5, do Decreto 5/2016 de 8 de Março são:
- Texto do artigo, página 125: • Regime Geral - é o regime que por norma deve ser aplicado. • Regime Especial - aplica-se à contratação baseada em acordos internacionais entre Moçambique e outro Estado que exija a adopção um regime específico. • Regime Excepcional para aplicação deste regime é necessária a autorização da autoridade competente, sendo as modalidades de contratação as seguintes: Concurso com qualificação prévia, Concurso limitado, Concurso em duas etapas, Concurso por lances e Ajuste directo.
- Texto do artigo, página 125: No que respeita aos procedimentos administrativos, são os seguintes:
- Texto do artigo, página 125: 1. Preparação Interna – em que a entidade contratante prepara as aprovações internas e elabora os documentos de concurso, analisando previamente alguns aspectos como por exemplo se existe cabimento orçamental no Orçamento de Estado.
- Texto do artigo, página 125: 2. Lançamento de Concurso – em que se publicita o concurso e se devem colocar á venda os documentos de concurso, dando conhecimento do processo à UFSA
- Texto do artigo, página 125: 3. Apresentação e Abertura das Propostas e dos Documentos de Qualificação – em que a UGEA recebe as propostas dos vários concorrentes e as encaminha para o Júri para proceder à sua abertura pública.
- Texto do artigo, página 125: 4. Avaliação – em que o júri procede à avaliação das propostas em sessão reservada, sendo as suas deliberações registadas em acta. Nesta fase o júri poderá solicitar se assim o entender o parecer de técnicos especializados na matéria em causa.
- Texto do artigo, página 125: 5. Saneamento – em que caso o Júri verifique a falha ou omissão de natureza formal, poderá autorizar ao concorrente a corrigir essa falha.
- Texto do artigo, página 126: 6. Classificação – em que o Júri de acordo com o estabelecido nos documentos de acordo elabora uma tabela com a classificação e pontuação das várias propostas.
- Texto do artigo, página 126: 7. Recomendação – em que o Júri submete o relatório de avaliação à autoridade competente para a respectiva aprovação.
- Texto do artigo, página 126: 8. Decisão – em que a autoridade competente examina o processo de avaliação enviado pelo Júri e emite a sua decisão.
- Texto do artigo, página 126: 9. Reclamação e Recurso – os resultados do concurso devem ser notificadas a todos os concorrentes, que podem apresentar recurso nos prazos previstos na lei.
- Texto do artigo, página 126: 10. Adjudicação – findo o prazo de reclamação e recurso, ou após a decisão sobre os mesmos, a UGEA de-ve encaminhar o processo para a autoridade competente aprovar a adjudicação.
- Texto do artigo, página 126: 11. Contratação – em que a entidade contratante deve notificar ao concorrente vencedor para apresentar documentação apropriada e posteriormente convocar para assinatura do contrato.
- Texto do artigo, página 126: 12. Supervisão e Fiscalização – em que a entidade contratante deve nomear a fiscalização no caso de obras ou uma comissão de recepção no caso de bens e prestação de serviços
- Texto do artigo, página 126: 13. Recepção do Objecto Contratual – em que no caso de obras se efectua uma recepção provisória da obra e uma definitiva, que não deve ser inferior a um ano após
- Texto do artigo, página 126: o término dos trabalhos. No caso de bens e serviços, os mesmos devem ser devidamente analisados pela comissão de recepção que os mesmos correspondem às especificações em conformidade com o contrato.
- Texto do artigo, página 126: 14. Arquivo da Documentação – em que todos os documentos das fases anteriores são numerados e de-vidamente arquivados, para fins de fiscalização interna e externa, sendo esta tarefa de arquivo de responsabilidade da UGEA.
- Texto do artigo, página 126: Como se pode depreender para cumprir com todas estas fases do processo de concurso e contratação é necessário bastante tempo, sem esquecer a todos estes passos há que acrescentar a necessidade do envio dos Contra-tos para o visto prévio do Tribunal Administrativo.
- Texto do artigo, página 126: Neste sentido será necessária uma atenção especial a esta área, pois poderá ser um factor que poderá retardar a implementação das actividades, pelo que se recomenda que existam a nível Central capacidades técnicas capa-zes de apoiar as UGEAs de nível Provincial e Distrital.
- Texto do artigo, página 126: 5. Ciclo de Actividades do Programa 5.1 Introdução
- Texto do artigo, página 126: O ciclo consiste num conjunto ordenado logicamente de fases e acções/passos sequenciados, i.e. Planeamento, Implementação e O&M, Monitoria e Acompanhamento, e constitui a estrutura para planear, gerir e rever as activi-dades de implementação (tabela 5).
- Texto do artigo, página 126: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 126: 5. CICLO DE ACTIVIDADES DO PROGRAMA
- Texto do artigo, página 126: 5.1 Introdução
- Texto do artigo, página 126: O ciclo consiste num conjunto ordenado logicamente de fases e acções/passos sequenciados, i.e. Planeamento, Implementação e O&M, Monitoria e Acompanhamento, e constitui a estrutura para planear, gerir e rever as actividades de implementação (tabela 5).
- Texto do artigo, página 126: Tabela 5 - Ciclo simplificado de actividades do programa
- Texto do artigo, página 126: PLANEAMENTO
IMPLEMENTAÇÃO
O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 3. Priorizar províncias e distritos
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 4. Preparar planos e orçamentos anuais
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 20. Monitoria, análise de dados e relatórios
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 5. Preparar o plano de procurement anual
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 6. Preparar TdR e documentos para concursos
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 14. Construção/supervisão
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 15. Treinar operadores
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 8. Conduzir concursos e adju-
dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: 16. Inspecção e entrega
PLANEAMENTO IMPLEMENTAÇÃO O&M, MONITORIA E ACOMPANHAMENTO 1. Preparar e rever os MDEs/acordos bilaterais 9. Estudos de base e mapeamento da pobreza 17. Período de garantia, monitoria e apoio pós-construção 2. Preparar/rever propostas de programa/projecto 10. Actividades do PEC e de capacitação, incluindo PEC-Zonal, actividades escolares e saneamento e promoção da higiene 18. Gestão, operação e manutenção das instalações concluídas 3. Priorizar províncias e distritos 11. Estudos e avaliações dos recursos hídricos, identificação do local 19. Apoiar a cadeia de fornecimento de bens e serviços 4. Preparar planos e orçamentos anuais 12. Formar e treinar Comités de Água e Saneamento 20. Monitoria, análise de dados e relatórios 5. Preparar o plano de procurement anual 13. Seleccionar tecnologia e modelos de gestão 21. Reunião do GAS e fóruns distritais de águas 6. Preparar TdR e documentos para concursos 14. Construção/supervisão 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias 7. Confirmar o grau de preparação dos beneficiários 15. Treinar operadores 8. Conduzir concursos e adju- dicar contratos para planeamento/mobilização comunitária 16. Inspecção e entrega - Texto do artigo, página 126: Tabela 5 - Ciclo simplificado de actividades d
- Texto do artigo, página 126: 22. Avaliação do impacto, revisões e auditorias
- Texto do artigo, página 126: 5.2 Critério de selecção e priorização
- Texto do artigo, página 126: O PRONASAR visa reduzir as ineficiências do sector que se levantam a partir do seguinte: (i) fraco direccionamento dos recursos; (ii) iniciar acordos de programa/projectos antes de ter a capacidade e instrumentos necessários; (iii) iniciar a implementação antes das questões de planificação estarem adequadamente resolvidas, resultando na dispersão das tarefas de planificação e implementação; (iv) avarias de fontes devido à fraca fiscalização das obras; e (v) desigualdade geográfica na alocação de recursos.
- Texto do artigo, página 127: 5.2 Critério de selecção e priorização
- Texto do artigo, página 127: afectação de recursos financeiros aos níveis central e provincial, conhecidos como “Algoritmo de priorização e alocação dos recursos do fundo conjunto (joint fund) ao nível central e às províncias”.
- Texto do artigo, página 127: O PRONASAR visa reduzir as ineficiências do sector que se levantam a partir do seguinte: (i) fraco direccionamento dos recursos; (ii) iniciar acordos de programa/projectos antes de ter a capacidade e instrumentos necessários; (iii) iniciar a implementação antes das questões de planificação estarem adequadamente resolvidas, resultando na dispersão das tarefas de planificação e implementação; (iv) avarias de fontes devido à fraca fiscalização das obras; e (v) desigualdade geográfica na alocação de recursos.
- Texto do artigo, página 127: O algorítmo aplica-se antes da aplicação dos resultados dos Indicadores Ligados ao Desembolso (DLI), que definem o desempenho da DNAAS e das Provincias no ano ‘n-1’ e condicionam a afectação de recursos no ano ‘n+1’. A seguir mostra-se a mecânica do algoritmo passo-a-passo.
- Texto do artigo, página 127: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 127: 5.2.1 Primeiro Passo – Priorização Estabelecimento de recursos do Fundo Conjunto (componente
- Texto do artigo, página 127: De modo a garantir equidade nos investimentos e desenvolvimento harmonioso dos subsectores de abastecimento de água e saneamento rural, os Parceiros do Fundo Conjunto e o Governo acordaram um conjunto de critérios e passos para
- Texto do artigo, página 127: 5.2.1 Primeiro Passo – Priorização
- Texto do artigo, página 127: dos Parceiros) a serem alocados ao nível central e às províncias, utilizando as directrizes (guidelines) da tabela 6.
- Texto do artigo, página 127: Estabelecimento de recursos do Fundo Conjunto (componente dos Parceiros) a serem alocados ao nível central e às províncias, utilizando as directrizes (guidelines) da tabela 6.
- Texto do artigo, página 127: Tabela 6 - Directrizes para alocação de recursos
- Texto do artigo, página 127: Recursos comprometidos ao Fundo Conjunto (Joint Fund) para o ano n
Prioridades para o ano n
Alocação ao nível central
Alocação ao nível provincial e distrital
Capacitação Institucional (Capacity Building), que inclui Assistência Técnica ao nível central, alguma AT a províncias e pequenos investimentos)
Despesas correntes para implementação
Saneamento para Comunidades
WASH para Escolas e Unidades Sanitárias
Outras Actividades WASH
Acima de 2 milhões de USD
25% do valor disponível, mas nunca acima de 1,5 milhões de USD
Casos excepcionais a sererm acordados anualmente com os Parceiros do Fundo Conjunto (Joint Fund)
Mínimo de 25%
Mínimo de 10%
Recursos remanescentes
Até 2 milhões de USD
Máximo de 500 mil USD
Recursos remanescentes
-
-
Recursos comprometidos ao Fundo Conjunto (Joint Fund) para o ano n Prioridades para o ano n Alocação ao nível central Alocação ao nível provincial e distrital Capacitação Institucional (Capacity Building), que inclui Assistência Técnica ao nível central, alguma AT a províncias e pequenos investimentos) Despesas correntes para implementação Saneamento para Comunidades WASH para Escolas e Unidades Sanitárias Outras Actividades WASH Acima de 2 milhões de USD 25% do valor disponível, mas nunca acima de 1,5 milhões de USD Casos excepcionais a sererm acordados anualmente com os Parceiros do Fundo Conjunto (Joint Fund) Mínimo de 25% Mínimo de 10% Recursos remanescentes Até 2 milhões de USD Máximo de 500 mil USD Recursos remanescentes - - - Texto do artigo, página 127: Exemplo 1: se o valor comprometido para o Joint Fund é de US$ 2M e assumindo que US$ 0.5M é alocado a Assistência Técnica no nível central, então o valor de US$ 1,5M será distribuído pelas províncias para saneamento nas comunidades. Exemplo 2: se o valor comprometido para o Joint Fund é de US$ 5M e assumindo que 25% (US$ 1,25M) é alocado a Assistência Técnica no nível central, então o valor de US$ 3,75M será distribuído pelas províncias. Independentemente do valor alocado a cada província, pelo menos US$1,25M deve ser dedicado ao saneamento nas comunidades e USD$ 0,5M deve ser dedicado a WASH em escolas e unidades sanitárias. Exemplo 3: se o valor comprometido para o Joint Fund é de US$ 8M e assumindo que US$ 1,5M é alocado a Assistência Técnica no nível central, então o valor de US$ 6,5M será distribuído pelas províncias. Independentemente do valor alocado a cada província, pelo menos US$ 2M deve ser dedicado ao saneamento nas comunidades e USD$ 0,8M deve ser dedicado a WASH em escolas e unidades sanitárias.
- Texto do artigo, página 127: Exemplo 1: se o valor comprometido para o Joint Fund é de US$ 2M e assumindo que US$ 0.5M é alocado a Assistência Técnica no nível central, então o valor de US$ 1,5M será distribuído pelas províncias para saneamento nas comunidades. Exemplo 2: se o valor comprometido para o Joint Fund é de US$ 5M e assumindo que 25% (US$ 1,25M) é aloca-do a Assistência Técnica no nível central, então o valor de US$ 3,75M será distribuído pelas províncias. Indepen-dentemente do valor alocado a cada província, pelo menos US$1,25M deve ser dedicado ao saneamento nas comunidades e USD$ 0,5M deve ser dedicado a WASH em escolas e unidades sanitárias. Exemplo 3: se o valor comprometido para o Joint Fund é de
- Texto do artigo, página 127: Técnica no nível central, então o valor de US$ 6,5M será distribuído pelas províncias. Independente-mente do valor alocado a cada província, pelo menos US$ 2M deve ser dedicado ao saneamento nas comunida-des e USD$ 0,8M deve ser dedicado a WASH em escolas e unidades sanitárias.
- Texto do artigo, página 127: 5.2.2 Segundo Passo – Estabelecimento de dados mais
- Texto do artigo, página 127: recentes por província 5.2.2.1 População rural sem cobertura de água Estabelecimento dos dados mais recentes sobre acesso à água
- Texto do artigo, página 127: por fonte. No caso do exemplo abaixo, os dados são extraídos do mais recente IOF (IOF 2015) para a população rural.
- Texto do artigo, página 127: US$ 8M e assumindo que US$ 1,5M é alocado a Assistência
- Texto do artigo, página 127: 5.2.2 Segundo Passo – Estabelecimento de dados mais recentes por província
- Texto do artigo, página 127: 5.2.2.1 População rural sem cobertura de água
- Texto do artigo, página 127: Estabelecimento dos dados mais recentes sobre acesso à água por fonte. No caso do exemplo abaixo, os dados são extraídos do mais recente IOF (IOF 2015) para a população rural.
- Texto do artigo, página 127: P á g i n a | 46
- Texto do artigo, página 128: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 128: Tabela 7 - Estimativa da população não coberta por água potável
- Texto do artigo, página 128: Cabo Delgado
Gaza
Inhambane
Manica
Maputo provincia
Nampula
Niassa
Sofala
Tete
Zambézia
Total
%
%
%
%
%
%
%
%
%
%
%
Cálculo da cobertura por água potável
Acesso/uso não melhorado
56,30
23,82
38,13
52,64
20,38
66,70
53,70
38,70
48,58
71,29
54,65
Acesso/uso melhorado
43,70
76,18
61,87
47,36
79,62
33,30
46,30
61,30
51,42
28,71
45,35
Total
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
Tipo de fonte de água para beber
OUTRO
0,00
2,33
0,00
0,00
0,00
0,08
0,00
0,00
0,00
0,00
0,15
ÁGUA CANALIZADA DENTRO DA CASA
0,00
0,15
0,00
0,00
1,38
0,28
0,00
0,72
0,00
0,00
0,16
ÁGUA CANALIZADA NA CASA DO VIZINHO
0,72
4,30
0,98
0,11
6,16
0,36
0,00
1,40
1,30
0,85
1,09
ÁGUA CANALIZADA NO QUINTAL
0,54
14,26
1,85
0,00
36,27
0,00
0,19
0,29
0,00
0,91
2,30
ÁGUA DA CHUVA
1,89
3,34
4,88
0,00
1,36
0,21
0,26
0,00
0,00
0,07
0,79
ÁGUA DA CISTERNA (OU TANQUE MÓVEL OU CAMIÃO)
0,00
0,05
2,18
0,00
0,35
0,00
0,15
0,00
0,07
0,00
0,18
ÁGUA DE NASCENTES NÃO PROTEGIDAS
5,01
0,00
2,11
9,00
1,17
0,31
6,16
0,00
4,10
1,61
2,69
ÁGUA DE NASCENTES PROTEGIDAS
0,00
0,00
0,00
0,00
0,67
0,00
0,56
0,00
3,31
0,24
0,52
ÁGUA DO FURO
19,44
15,43
8,89
32,54
8,47
3,28
13,28
9,26
21,66
4,68
12,03
ÁGUA DO FONTANÁRIO
4,69
15,58
11,21
3,87
11,06
12,39
7,78
28,90
3,86
4,93
9,35
ÁGUA DO POÇO COM BOMBA MANUAL
10,87
18,26
23,37
5,74
5,20
10,67
16,95
7,81
16,65
12,66
12,80
ÁGUA DO POÇO NÃO PROTEGIDO
33,62
16,64
31,05
27,57
3,68
37,36
27,78
24,33
26,61
47,96
32,93
ÁGUA DO POÇO PROTEGIDO SEM BOMBA
5,55
4,75
8,52
5,09
7,78
6,10
7,13
12,92
4,56
4,38
6,12
ÁGUA DO RIO, LAGO, LAGOA
17,68
4,86
4,97
16,08
15,53
28,96
19,77
14,37
17,87
21,72
18,87
ÁGUA EM GARRAFA
0,00
0,05
0,00
0,00
0,94
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,03
Total
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
Cabo Delgado Gaza Inhambane Manica Maputo provincia Nampula Niassa Sofala Tete Zambézia Total % % % % % % % % % % % Cálculo da cobertura por água potável Acesso/uso não melhorado 56,30 23,82 38,13 52,64 20,38 66,70 53,70 38,70 48,58 71,29 54,65 Acesso/uso melhorado 43,70 76,18 61,87 47,36 79,62 33,30 46,30 61,30 51,42 28,71 45,35 Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Tipo de fonte de água para beber OUTRO 0,00 2,33 0,00 0,00 0,00 0,08 0,00 0,00 0,00 0,00 0,15 ÁGUA CANALIZADA DENTRO DA CASA 0,00 0,15 0,00 0,00 1,38 0,28 0,00 0,72 0,00 0,00 0,16 ÁGUA CANALIZADA NA CASA DO VIZINHO 0,72 4,30 0,98 0,11 6,16 0,36 0,00 1,40 1,30 0,85 1,09 ÁGUA CANALIZADA NO QUINTAL 0,54 14,26 1,85 0,00 36,27 0,00 0,19 0,29 0,00 0,91 2,30 ÁGUA DA CHUVA 1,89 3,34 4,88 0,00 1,36 0,21 0,26 0,00 0,00 0,07 0,79 ÁGUA DA CISTERNA (OU TANQUE MÓVEL OU CAMIÃO) 0,00 0,05 2,18 0,00 0,35 0,00 0,15 0,00 0,07 0,00 0,18 ÁGUA DE NASCENTES NÃO PROTEGIDAS 5,01 0,00 2,11 9,00 1,17 0,31 6,16 0,00 4,10 1,61 2,69 ÁGUA DE NASCENTES PROTEGIDAS 0,00 0,00 0,00 0,00 0,67 0,00 0,56 0,00 3,31 0,24 0,52 ÁGUA DO FURO 19,44 15,43 8,89 32,54 8,47 3,28 13,28 9,26 21,66 4,68 12,03 ÁGUA DO FONTANÁRIO 4,69 15,58 11,21 3,87 11,06 12,39 7,78 28,90 3,86 4,93 9,35 ÁGUA DO POÇO COM BOMBA MANUAL 10,87 18,26 23,37 5,74 5,20 10,67 16,95 7,81 16,65 12,66 12,80 ÁGUA DO POÇO NÃO PROTEGIDO 33,62 16,64 31,05 27,57 3,68 37,36 27,78 24,33 26,61 47,96 32,93 ÁGUA DO POÇO PROTEGIDO SEM BOMBA 5,55 4,75 8,52 5,09 7,78 6,10 7,13 12,92 4,56 4,38 6,12 ÁGUA DO RIO, LAGO, LAGOA 17,68 4,86 4,97 16,08 15,53 28,96 19,77 14,37 17,87 21,72 18,87 ÁGUA EM GARRAFA 0,00 0,05 0,00 0,00 0,94 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,03 Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 - Texto do artigo, página 128: Tabela 7 - Estimativa da população não coberta por água potável
- Texto do artigo, página 128: População rural sem cobertura de água potável é a indicada em laranja e resulta da soma das seguintes fontes de água utilizada pelas famílias para beber:
- Texto do artigo, página 128: População rural sem cobertura de água potável é a indicada em laranja e resulta da soma das seguintes fontes de água utilizada pelas famílias para beber:
- Texto do artigo, página 128: de nascentes protegidas, água do furo, água do fontanário, água do poço com bomba manual, água do poço protegido sem bomba e água em garrafa.
- Texto do artigo, página 128: • Água de nascentes não protegidas • Água do poço não protegido • Água do rio, lago, lagoa • Outro
- Texto do artigo, página 128: • Água de nascentes não protegidas • Água do poço não protegido • Água do rio, lago, lagoa • Outro
- Texto do artigo, página 128: 5.2.2.2 População rural sem cobertura de saneamento
- Texto do artigo, página 128: Estabelecimento dos dados mais recentes sobre acesso ao saneamento melhorado. No caso do exemplo da tabela 8 a seguir, os dados são extraídos do mais recente IOF (IOF 2015) para a população rural. População rural sem cobertura de saneamento é a indicada em laranja e trata-se essencialmente de população que “tem latrina melhorada” ou “não tem retrete/latrina” (portanto, pratica o fecalismo a céu aberto).
- Texto do artigo, página 128: Portanto, considera-se população com “acesso melhorado” ou “com cobertura” a que utiliza principalmente as seguintes fontes de água para beber: água canalizada dentro da casa, água canalizada na casa do vizinho, água canalizada no quintal, água da chuva, água da cisterna (ou tanque móvel ou camião), água de nascentes protegidas, água do furo, água do fontanário, água do poço com bomba manual, água do poço protegido sem bomba e água em garrafa.
- Texto do artigo, página 128: Portanto, considera-se população com “acesso melhorado” ou “com cobertura” a que utiliza principalmente as seguintes fontes de água para beber: água canalizada dentro da casa, água canalizada na casa do vizinho, água canalizada no quintal, água da chuva, água da cisterna (ou tanque móvel ou camião), água
- Texto do artigo, página 128: 5.2.2.2 População rural sem cobertura de saneamento
- Texto do artigo, página 128: Estabelecimento dos dados mais recentes sobre acesso ao saneamento melhorado. No caso do exemplo da tabela 8 a seguir, os dados são extraídos do mais recente IOF (IOF 2015) para a população rural. População rural sem cobertura de saneamento é a indicada em laranja e trata-se essencialmente de população que “tem latrina melhorada” ou “não tem retrete/latrina” (portanto, pratica o fecalismo a céu aberto).
- Texto do artigo, página 128: P á g i n a | 47
- Texto do artigo, página 129: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 129: Tabela 8 - Estimativa da população não coberta por saneamento melhorado
- Texto do artigo, página 129: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 129: Cabo Delgado
- Texto do artigo, página 129: Manica
- Texto do artigo, página 129: Maputo provincia
- Texto do artigo, página 129: Nampula
- Texto do artigo, página 129: Zambézia
- Texto do artigo, página 129: Total % % % % % % % % % % %
- Texto do artigo, página 129: Gaza Inhambane
- Texto do artigo, página 129: Niassa Sofala Tete
- Texto do artigo, página 129: Tabela 8 - Estimativa da população não coberta por saneamento melhorado
- Texto do artigo, página 129: Defecação ao ar liver
Cabo Delgado
Gaza
Inhambane
Manica
Maputo provincia
Nampula
Niassa
Sofala
Tete
Zambézia
Total
Facilidade de saneamento
80,44%
81,54%
%78,37
44,98%
%77,54
%49,82
86,77%
41,65%
53,34%
%28,09
54,25%
DefecaçãoDefecação aoao arar livreliver
19,56
18,46
21,63
55,02
22,46
50,18
13,23
58,35
46,66
71,91
45,75
FacilidadeTotal de saneamento
100,0080,44
100,0081,54
100,0078,37
100,0044,98
100,0077,54
100,0049,82
100,0086,77
100,0041,65
100,0053,34
100,0028,09
100,0054,25
Defecação ao ar livre Cálculo da cobertura por saneamento
19,56
18,46
21,63
55,02
22,46
50,18
13,23
58,35
46,66
71,91
45,75
Total Não-melhorado
100,00 86,02
100,00 73,85
100,00 85,09
100,00 89,66
100,00 53,16
100,00 84,49
100,00 80,14
100,00 92,49
100,00 83,27
100,00 93,08
100,00 85,55
CálculoMelhoradoda cobertura por saneamento
13,98
26,15
14,91
10,34
46,84
15,51
19,86
7,51
16,73
6,92
14,45
Não-melhoradoTotal
100,0086,02
100,0073,85
100,0085,09
100,0089,66
100,0053,16
100,0084,49
100,0080,14
100,0092,49
100,0083,27
100,0093,08
100,0085,55
Melhorado
13,98
26,15
14,91
10,34
46,84
15,51
19,86
7,51
16,73
6,92
14,45
Total
Tipo de infraestrutura sanitária
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
100,00
LATRINA MELHORADA
2,57
16,19
5,56
6,13
11,81
1,28
1,57
0,05
2,68
1,15
3,35
TipoLATRINAde infraestruturaNÃO MELHORADAsanitária
66,46
55,39
63,46
34,65
30,70
34,31
66,90
34,13
36,61
21,17
39,79
LATRINALATRINA MELHORADATRADICIONAL MELHORADA
11,412,57
16,197,18
5,568,32
6,134,21
11,8125,33
13,661,28
18,071,57
0,057,08
14,052,68
1,155,29
10,333,35
LATRINANÃO TEMNÃORETRETE/LATRINAMELHORADA
66,4619,56
55,3918,46
63,4621,63
34,6555,02
30,7022,46
34,3150,18
66,9013,23
34,1358,35
36,6146,66
21,1771,91
39,7945,75
LATRINARETRETE LIGADATRADICIONALA FOSSAMELHORADASÉPTICA
11,410,00
7,182,78
8,321,03
4,210,00
25,339,70
13,660,56
18,070,22
7,080,39
14,050,00
5,290,48
10,330,77
NÃOTotal TEM RETRETE/LATRINA
100,0019,56
100,0018,46
100,0021,63
100,0055,02
100,0022,46
100,0050,18
100,0013,23
100,0058,35
100,0046,66
100,0071,91
100,0045,75
RETRETE LIGADA A FOSSA SÉPTICA
0,00
2,78
1,03
0,00
9,70
0,56
0,22
0,39
0,00
0,48
0,77
5.2.3Total Terceiro Passo –
istem100,00
100,00atiz
ação100,00d
e100,00pro
jecçõ100,00
es100,00e d
ados100,00
100,00mai
s100,00rec
entes100,00
100,00
Defecação ao ar liver Cabo Delgado Gaza Inhambane Manica Maputo provincia Nampula Niassa Sofala Tete Zambézia Total Facilidade de saneamento 80,44% 81,54% %78,37 44,98% %77,54 %49,82 86,77% 41,65% 53,34% %28,09 54,25% DefecaçãoDefecação aoao arar livreliver 19,56 18,46 21,63 55,02 22,46 50,18 13,23 58,35 46,66 71,91 45,75 FacilidadeTotal de saneamento 100,0080,44 100,0081,54 100,0078,37 100,0044,98 100,0077,54 100,0049,82 100,0086,77 100,0041,65 100,0053,34 100,0028,09 100,0054,25 Defecação ao ar livre Cálculo da cobertura por saneamento 19,56 18,46 21,63 55,02 22,46 50,18 13,23 58,35 46,66 71,91 45,75 Total Não-melhorado 100,00 86,02 100,00 73,85 100,00 85,09 100,00 89,66 100,00 53,16 100,00 84,49 100,00 80,14 100,00 92,49 100,00 83,27 100,00 93,08 100,00 85,55 CálculoMelhoradoda cobertura por saneamento 13,98 26,15 14,91 10,34 46,84 15,51 19,86 7,51 16,73 6,92 14,45 Não-melhoradoTotal 100,0086,02 100,0073,85 100,0085,09 100,0089,66 100,0053,16 100,0084,49 100,0080,14 100,0092,49 100,0083,27 100,0093,08 100,0085,55 Melhorado 13,98 26,15 14,91 10,34 46,84 15,51 19,86 7,51 16,73 6,92 14,45 Total Tipo de infraestrutura sanitária 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 LATRINA MELHORADA 2,57 16,19 5,56 6,13 11,81 1,28 1,57 0,05 2,68 1,15 3,35 TipoLATRINAde infraestruturaNÃO MELHORADAsanitária 66,46 55,39 63,46 34,65 30,70 34,31 66,90 34,13 36,61 21,17 39,79 LATRINALATRINA MELHORADATRADICIONAL MELHORADA 11,412,57 16,197,18 5,568,32 6,134,21 11,8125,33 13,661,28 18,071,57 0,057,08 14,052,68 1,155,29 10,333,35 LATRINANÃO TEMNÃORETRETE/LATRINAMELHORADA 66,4619,56 55,3918,46 63,4621,63 34,6555,02 30,7022,46 34,3150,18 66,9013,23 34,1358,35 36,6146,66 21,1771,91 39,7945,75 LATRINARETRETE LIGADATRADICIONALA FOSSAMELHORADASÉPTICA 11,410,00 7,182,78 8,321,03 4,210,00 25,339,70 13,660,56 18,070,22 7,080,39 14,050,00 5,290,48 10,330,77 NÃOTotal TEM RETRETE/LATRINA 100,0019,56 100,0018,46 100,0021,63 100,0055,02 100,0022,46 100,0050,18 100,0013,23 100,0058,35 100,0046,66 100,0071,91 100,0045,75 RETRETE LIGADA A FOSSA SÉPTICA 0,00 2,78 1,03 0,00 9,70 0,56 0,22 0,39 0,00 0,48 0,77 5.2.3Total Terceiro Passo – istem100,00 100,00atiz ação100,00d e100,00pro jecçõ100,00 es100,00e d ados100,00 100,00mai s100,00rec entes100,00 100,00 - Texto do artigo, página 129: Tabela 8 - Estimativa da população não coberta por saneamento melhorado
5.2.3 Terceiro Passo – Sistematização de projecções e dados mais recentes
Os dados das tabelas 7 e 8 acima, juntamente com outros dados (população, população rural, etc.) devem ser sistematizados de acordo com a tabela 9 abaixo, para todas as províncias.
Cabo Delgado % Gaza % Inhambane % Manica % Maputo província % Nampula % Niassa % Sofala % Tete % Zambézia % Total % Defecação ao ar livre Facilidade de saneamento 80,44 81,54 78,37 44,98 77,54 49,82 86,77 41,65 53,34 28,09 54,25 Defecação ao ar livre 19,56 18,46 21,63 55,02 22,46 50,18 13,23 58,35 46,66 71,91 45,75 Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Cálculo da cobertura por saneamento Não-melhorado 86,02 73,85 85,09 89,66 53,16 84,49 80,14 92,49 83,27 93,08 85,55 Melhorado 13,98 26,15 14,91 10,34 46,84 15,51 19,86 7,51 16,73 6,92 14,45 Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Tipo de infraestrutura sanitária LATRINA MELHORADA 2,57 16,19 5,56 6,13 11,81 1,28 1,57 0,05 2,68 1,15 3,35 LATRINA NÃO MELHORADA 66,46 55,39 63,46 34,65 30,70 34,31 66,90 34,13 36,61 21,17 39,79 LATRINA TRADICIONAL MELHORADA 11,41 7,18 8,32 4,21 25,33 13,66 18,07 7,08 14,05 5,29 10,33 NÃO TEM RETRETE/LATRINA 19,56 18,46 21,63 55,02 22,46 50,18 13,23 58,35 46,66 71,91 45,75 RETRETE LIGADA A FOSSA SÉPTICA 0,00 2,78 1,03 0,00 9,70 0,56 0,22 0,39 0,00 0,48 0,77 Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 - Texto do artigo, página 129: 5.2.3 Terceiro Passo – Sistematização de projecções e dados mais recentes Os dados das tabelas 7 e 8 acima, juntamente com outros dados (população, população rural, etc.) devem ser sistematizados de
- Texto do artigo, página 129: Os dados das tabelas 7 e 8 acima, juntamente com outros dados (população, população rural, etc.) devem ser sistematizados de acordo com a tabela 9 abaixo, para todas as províncias.
- Texto do artigo, página 129: 5.2.3 Terceiro Passo – Sistematização de projecções e dados mais recentes
- Texto do artigo, página 129: acordo com a tabela 9 abaixo, para todas as províncias.
- Texto do artigo, página 129: Os dados das tabelas 7 e 8 acima, juntamente com outros dados (população, população rural, etc.) devem ser sistematizados de acordo com a tabela 9 abaixo, para todas as províncias.
- Texto do artigo, página 129: Tabela 9 - Projecções e dados mais recentes por província
- Texto do artigo, página 129: Critério
Peso
Niassa
Cabo Delgado
Nampula
….
Maputo Cidade
Total
Fonte de informação
População projectada para o ano n
Tabela0%
9 -1.865.976Projecç
ões e2.333.278dados
mais6.102.867recen
tes por pro…
víncia 1.101.170
28.861.863
INE, Census & Projections
Critério
População rural projectada para o ano n (1)
Peso
0%
Niassa
979.822
Cabo Delgado 1.033.961
Nampula
2.779.765
….
…
Maputo Cidade 0
Total
14.075.392
Fonte de informação INE, Census & Projecti-
INE, Census & Projections
População projectada para o ano n
População rural projectada para o ano n (1)
% de população rural sem cobertura de água para o ano n (2)
0%
0%
30%
1.865.976
979.822
53,70%
2.333.278
1.033.961
56,30%
6.102.867
2.779.765
66,70%
…
…
…
1.101.170
0
0,00%
28.861.863
14.075.392
ons INE, Census & ProjectiINE, IOF mais recente
% de população rural sem cobertura de água % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n (3)
30%
30%
53,70%
80,14%
56,30%
86,02%
66,70%
84,49%
…
…
0,00%
0,00%
ons INE, IOF mais recente
INE, IOF mais recente
para o ano n (2) % de população rural sem cobertura de sane% de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IMASIDA 2015]
30%
20%
80,14%
17,00%
86,02%
10,00%
84,49%
11,00%
…
…
0,00%
10,00%
INE, IOF mais recente
INE, IMASIDA (2015)
amento para o ano n (3) % de crianças menores de 5 anos com diar-
% de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IDS 2011]
20%
0%
17,00%
10,80%
10,00%
4,10%
11,00%
10,30%
…
…
10,00%
9,90%
INE, IMASIDA (2015)
INE, DHS mais recente
reia (4) [IMASIDA 2015] % de crianças menores de 5 anos com diar-
% de crianças no meio rural com desnutrição crónica (5)
0%
20%
10,80%
47,19%
4,10%
56,00%
10,30%
51,72%
…
…
9,90%
0,00%
INE, DHS mais recente
INE, IOF (2015), p. 88
reia (4) [IDS 2011] % de crianças no meio rural com desnutri% de crianças (total da província) com desnutrição crónica (5)
0%
44,00%
50,00%
50,00%
…
31,00%
SETSAN (2013), p. 80
Critério Peso Niassa Cabo Delgado Nampula …. Maputo Cidade Total Fonte de informação População projectada para o ano n Tabela0% 9 -1.865.976Projecç ões e2.333.278dados mais6.102.867recen tes por pro… víncia 1.101.170 28.861.863 INE, Census & Projections Critério População rural projectada para o ano n (1) Peso 0% Niassa 979.822 Cabo Delgado 1.033.961 Nampula 2.779.765 …. … Maputo Cidade 0 Total 14.075.392 Fonte de informação INE, Census & Projecti- INE, Census & Projections População projectada para o ano n População rural projectada para o ano n (1) % de população rural sem cobertura de água para o ano n (2) 0% 0% 30% 1.865.976 979.822 53,70% 2.333.278 1.033.961 56,30% 6.102.867 2.779.765 66,70% … … … 1.101.170 0 0,00% 28.861.863 14.075.392 ons INE, Census & ProjectiINE, IOF mais recente % de população rural sem cobertura de água % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n (3) 30% 30% 53,70% 80,14% 56,30% 86,02% 66,70% 84,49% … … 0,00% 0,00% ons INE, IOF mais recente INE, IOF mais recente para o ano n (2) % de população rural sem cobertura de sane% de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IMASIDA 2015] 30% 20% 80,14% 17,00% 86,02% 10,00% 84,49% 11,00% … … 0,00% 10,00% INE, IOF mais recente INE, IMASIDA (2015) amento para o ano n (3) % de crianças menores de 5 anos com diar- % de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IDS 2011] 20% 0% 17,00% 10,80% 10,00% 4,10% 11,00% 10,30% … … 10,00% 9,90% INE, IMASIDA (2015) INE, DHS mais recente reia (4) [IMASIDA 2015] % de crianças menores de 5 anos com diar- % de crianças no meio rural com desnutrição crónica (5) 0% 20% 10,80% 47,19% 4,10% 56,00% 10,30% 51,72% … … 9,90% 0,00% INE, DHS mais recente INE, IOF (2015), p. 88 reia (4) [IDS 2011] % de crianças no meio rural com desnutri% de crianças (total da província) com desnutrição crónica (5) 0% 44,00% 50,00% 50,00% … 31,00% SETSAN (2013), p. 80 - Texto do artigo, página 129: ção crónica (5) % de crianças (total da província) com desnutrição crónica (5)
0% 44,00% 50,00% 50,00% … 31,00% SETSAN (2013), p. 80
Notas:
P á g i n a | 48
Notas:
(1) População rural projectada para o ano n – Os valores apresentados no exemplo baseiam-se em projecções do INE por província, urbano rural, para o ano de 2019, com base no Censo de 2007. Deverão ser utilizados os dados do Censo de 2017 logo que estiverem disponíveis. Ano n refere-se ao ano para o qual se está a planificar.
(2) % de população rural sem cobertura de água para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural. P á g i n a | 48
(1) População rural projectada para o ano n – Os valores apresentados no exemplo baseiam-se em projecções do INE por província, urbano rural, para o ano de 2019, com base no Censo de 2007. Deverão ser utilizados os dados do Censo de 2017 logo que estiverem disponíveis. Ano n refere-se ao ano para o qual se está a planificar.
(2) % de população rural sem cobertura de água para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural.
Notas:
(1) População rural projectada para o ano n – Os valores apresentados no exemplo baseiam-se em projecções do INE
por província, urbano rural, para o ano de 2019, com base no Censo de 2007. Deverão ser utilizados os dados do Censo de 2017 logo que estiverem disponíveis. Ano n refere-se ao ano para o qual se está a planificar.
(2) % de população rural sem cobertura de água para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da
base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural.
(3) % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos
da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural.
(4) Diarreia – Refere-se à percentagem de crianças menores de cinco anos de idade que tiveram diarreia nas duas semanas
anteriores ao inquérito. Deve utilizar-se os dados de pesquisa nacional mais recente (exemplo: IDS, IMASIDA). Os dados do exemplo são do mais recente IMASIDA. Não se refere à população rural, mas sim ao total da província.
(5) Desnutrição crónica – Refere-se à percentagem de crianças do meio rural menores de cinco anos de idade em
situação de desnutrição cróni-ca. Deve utilizar-se os dados de pesquisa nacional mais recente (exemplo: Survey Nacional do SETSAN, IOF) e percentagem de e cobertura de população rural. Os dados do exemplo são do SETSAN (total provincial) e IOF (população rural).
ção crónica (5) % de crianças (total da província) com desnutrição crónica (5) 0% 44,00% 50,00% 50,00% … 31,00% SETSAN (2013), p. 80 Notas: P á g i n a | 48 Notas: (1) População rural projectada para o ano n – Os valores apresentados no exemplo baseiam-se em projecções do INE por província, urbano rural, para o ano de 2019, com base no Censo de 2007. Deverão ser utilizados os dados do Censo de 2017 logo que estiverem disponíveis. Ano n refere-se ao ano para o qual se está a planificar. (2) % de população rural sem cobertura de água para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural. P á g i n a | 48 (1) População rural projectada para o ano n – Os valores apresentados no exemplo baseiam-se em projecções do INE por província, urbano rural, para o ano de 2019, com base no Censo de 2007. Deverão ser utilizados os dados do Censo de 2017 logo que estiverem disponíveis. Ano n refere-se ao ano para o qual se está a planificar. (2) % de população rural sem cobertura de água para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural. Notas: (1) População rural projectada para o ano n – Os valores apresentados no exemplo baseiam-se em projecções do INE por província, urbano rural, para o ano de 2019, com base no Censo de 2007. Deverão ser utilizados os dados do Censo de 2017 logo que estiverem disponíveis. Ano n refere-se ao ano para o qual se está a planificar. (2) % de população rural sem cobertura de água para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural. (3) % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n – os dados apresentados no exemplo são extraídos da base de dados do mais recente Inquérito ao Orçamento Familiar (IOF) de 2015. Deve utilizar-se sempre o IOF mais recente e cobertura de população rural. (4) Diarreia – Refere-se à percentagem de crianças menores de cinco anos de idade que tiveram diarreia nas duas semanas anteriores ao inquérito. Deve utilizar-se os dados de pesquisa nacional mais recente (exemplo: IDS, IMASIDA). Os dados do exemplo são do mais recente IMASIDA. Não se refere à população rural, mas sim ao total da província. (5) Desnutrição crónica – Refere-se à percentagem de crianças do meio rural menores de cinco anos de idade em situação de desnutrição cróni-ca. Deve utilizar-se os dados de pesquisa nacional mais recente (exemplo: Survey Nacional do SETSAN, IOF) e percentagem de e cobertura de população rural. Os dados do exemplo são do SETSAN (total provincial) e IOF (população rural). - Texto do artigo, página 129: 20% 47,19% 56,00% 51,72% … 0,00% INE, IOF (2015), p. 88
- Texto do artigo, página 130: (5) Desnutrição crónica – Refere-se à percentagem de crianças do meio rural menores de cinco anos de idade em situação de desnutrição crónica. Deve utilizar-se os dados de pesquisa nacional mais recente (exemplo: Survey Nacional do SETSAN, IOF) e percentagem de e cobertura de população rural. Os dados do exemplo são do SETSAN (total provincial) e IOF (população rural).
- Texto do artigo, página 130: 5.2.4 Quarto Passo – Cálculo de percentagens relativas a cada província
- Texto do artigo, página 130: 5.2.4 Quarto Passo – Cálculo de percentagens relativas a cada província Para cada critério evidenciado na tabela 10 em cor azul e o valor total em negrito, procede se ao estabelecimento de percentagens
- Texto do artigo, página 130: Para cada critério evidenciado na tabela 10 em cor azul e o valor total em negrito, procede se ao estabelecimento de percentagens relativas para cada província com base na respectiva população ou população rural conforme o caso (dependendo do critério).
- Texto do artigo, página 130: relativas para cada província com base na respectiva população ou população rural conforme o caso (dependendo do critério).
- Texto do artigo, página 130: Tabela 10 - Cálculo de percentagens relativas a cada província
- Texto do artigo, página 130: Tabela 10 - Cálculo de percentagens relativas a cada província
Para calcular a população rural sem cobertura de água para o ano ‘n’, deve-se encontrar a posição relativa de cada província no total do País.
Exemplificando para Niassa:
• % de população rural sem cobertura de água para o ano n: 53,70% (ver no 3º Passo)
• População rural do Niassa: 979.822
• População rural do Niassa (em números) sem cobertura de água: 526.164
Faz-se o exercício para todas as províncias. A seguir soma-se a população rural sem cobertura de água em todas as províncias. No caso do exemplo acima são 7.431.676 pessoas. A seguir obtém-se a percentagem (posi-ção relativa) que cabe a cada província. No caso acima, 7.1% da população rural do País sem cobertura de água está no Niassa (526.164 / 7.431.676)x100 .
Maputo Cidade fica com “zero” pois de acordo com os critérios do INE não tem população rural.
5.2.5 Quinto Passo – Sistematização das percentagens de província
As percentagens obtidas através do 4º passo, são sistematizadas de acordo com o exemplo da tabela 11.
Tabela 11 - Sistematização das percentagens de cada província
Critério Niassa Cabo Delgado Nampula ... Maputo Cidade Total População rural sem cobertura de água para o ano n 526.164 582.120 1.854.103 ... 0 7.431.676 População rural sem cobertura de água para o ano n 7,1% 7,8% 24,9% ... 0,0% 52,8% % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n 785.229 889.413 2.348.623 ... 0 11.822.434 % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n 6,6% 7,5% 19,9% ... 0,0% 84,0% Crianças menores de 5 anos (0-4) 362.003 321.031 878.322 ... 134.665 4.685.183 Crianças com Diarreia [IMASIDA 2015] (número estimado) 61.541 32.103 96.615 ... 13.467 531.905 Crianças com Diarreia [IMASIDA 2015] (% do total) 11,6% 6,0% 18,2% ... 2,5% 11,4% Crianças com Diarreia [IDS 2011] (% do total) 7,5% 2,5% 17,4% ... 2,6% 11,1% Desnutrição crónica crianças do meio rural (número estimado) 170.829 179.777 454.268 ... 0 2.038.546 Desnutrição crónica crianças (total da provincia) (número estimado) 159.281 160.516 439.161 ... 0 2.030.890 Desnutrição crónica crianças do meio rural (% do total) 8,4% 8,8% 22,3% ... 0,0% 43,5% Desnutrição crónica crianças (total da provincia) (% do total) 7,8% 7,9% 21,6% ... 0,0% 43,3% - Texto do artigo, página 130: Critério
Niassa
Cabo Delgado
Nampula
…
Maputo Cidade
Total
População rural sem cobertura de água para o ano n
526.164
582.120
1.854.103
…
0
7.431.676
População rural sem cobertura de água para o ano n
7,1%
7,8%
24,9%
…
0,0%
52,8%
% de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n
785.229
889.413
2.348.623
…
0
11.822.434
% de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n
6,6%
7,5%
19,9%
…
0,0%
84,0%
Crianças menores de 5 anos (0-4)
362.003
321.031
878.322
…
134.665
4.685.183
Crianças com Diarreia [IMASIDA 2015] (número estimado)
61.541
32.103
96.615
…
13.467
531.905
Crianças com Diarreia [IDS 2011] (número estimado)
39.096
13.162
90.467
…
13.332
519.007
Crianças com Diarreia [IMASIDA 2015] (% do total)
11,6%
6,0%
18,2%
…
2,5%
11,4%
Crianças com Diarreia [IDS 2011] (% do total)
7,5%
2,5%
17,4%
…
2,6%
11,1%
Desnutrição crónica crianças do meio rural (número estimado)
170.829
179.777
454.268
…
0
2.038.546
Desnutrição crónica crianças (total da província) (número estimado)
159.281
160.516
439.161
…
0
2.030.890
Desnutrição crónica crianças do meio rural (% do total)
8,4%
8,8%
22,3%
…
0,0%
43,5%
Desnutrição crónica crianças (total da província) (% do total)
7,8%
7,9%
21,6%
…
0,0%
43,3%
Critério Niassa Cabo Delgado Nampula … Maputo Cidade Total População rural sem cobertura de água para o ano n 526.164 582.120 1.854.103 … 0 7.431.676 População rural sem cobertura de água para o ano n 7,1% 7,8% 24,9% … 0,0% 52,8% % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n 785.229 889.413 2.348.623 … 0 11.822.434 % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n 6,6% 7,5% 19,9% … 0,0% 84,0% Crianças menores de 5 anos (0-4) 362.003 321.031 878.322 … 134.665 4.685.183 Crianças com Diarreia [IMASIDA 2015] (número estimado) 61.541 32.103 96.615 … 13.467 531.905 Crianças com Diarreia [IDS 2011] (número estimado) 39.096 13.162 90.467 … 13.332 519.007 Crianças com Diarreia [IMASIDA 2015] (% do total) 11,6% 6,0% 18,2% … 2,5% 11,4% Crianças com Diarreia [IDS 2011] (% do total) 7,5% 2,5% 17,4% … 2,6% 11,1% Desnutrição crónica crianças do meio rural (número estimado) 170.829 179.777 454.268 … 0 2.038.546 Desnutrição crónica crianças (total da província) (número estimado) 159.281 160.516 439.161 … 0 2.030.890 Desnutrição crónica crianças do meio rural (% do total) 8,4% 8,8% 22,3% … 0,0% 43,5% Desnutrição crónica crianças (total da província) (% do total) 7,8% 7,9% 21,6% … 0,0% 43,3% - Texto do artigo, página 130: Para calacular a população rural sem cobertura de água para o ano ‘n’, deve-se encontrar a posição relativa de cada província no total do País.
- Texto do artigo, página 130: Para calacular a população rural sem cobertura de água para o ano ‘n’, deve-se encontrar a posição relativa de cada província no total do País.
- Texto do artigo, página 130: províncias. No caso do exemplo acima são 7.431.676 pessoas. A seguir obtém-se a percentagem (posi-ção relativa) que cabe a cada província. No caso acima, 7.1% da população rural do País sem cobertura de água está no Niassa (526.164 / 7.431.676)x100 .
- Texto do artigo, página 130: Exemplificando para Niassa:
- Texto do artigo, página 130: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 130: • % de população rural sem cobertura de água para o ano n: 53,70% (ver no 3º Passo) • População rural do Niassa: 979.822 • População rural do Niassa (em números) sem cobertura de água: 526.164
- Texto do artigo, página 130: Exemplificando para Niassa:
- Texto do artigo, página 130: relativa) que cabe a cada província. No caso acima, 7.1% da população rural do País sem cobertura de água está no Niassa (526.164 / 7.431.676)x100 .
- Texto do artigo, página 130: • % de população rural sem cobertura de água para o ano n: 53,70% (ver no 3º Passo) • População rural do Niassa: 979.822 • População rural do Niassa (em números) sem cobertura de água: 526.164
- Texto do artigo, página 130: Maputo Cidade fica com “zero” pois de acordo com os critérios do INE não tem população rural.
- Texto do artigo, página 130: Maputo Cidade fica com “zero” pois de acordo com os critérios do INE não tem população rural.
- Texto do artigo, página 130: Faz-se o exercício acima para todas as províncias. A seguir soma-se a população rural sem cobertura de água em todas as províncias. No caso do exemplo acima são 7.431.676 pessoas. A seguir obtém-se a percentagem (posição
- Texto do artigo, página 130: 5.2.5 Quinto Passo – Sistematização das percentagens de província
- Texto do artigo, página 130: 5.2.5 Quinto Passo – Sistematização das percentagens de província As percentagens obtidas através do 4º passo, são sistematizadas de acordo com o exemplo da tabela 11. Tabela 11 - Sistematização das percentagens de cada província 5.2.6 Sexto Passo – Aplicação da fórmula para alocação por província 5.2.6.1 Passo 6.1 - Aplicação aos recursos alocados por todos os Parceiros ao PRONASAR
- Texto do artigo, página 130: As percentagens obtidas através do 4º passo, são sistematizadas de acordo com o exemplo da tabela 11.
- Texto do artigo, página 130: Faz-se o exercício acima para todas as províncias. A seguir soma-se a população rural sem cobertura de água em todas as
- Texto do artigo, página 130: P á g i n a | 49
- Texto do artigo, página 130: Critério
Peso
Niassa
Cabo Delgado
Nam-pula
Zambézia
Tete
Manica
Sofala
Inhambane
Gaza
Maputo Província
Maputo Cidade
Total
População projectada para o ano n
0%
6,5%
8,1%
21,1%
17,7%
9,6%
6,6%
7,7%
5,2%
5,0%
8,7%
3,8%
100%
População rural projectada para o ano n (1)
0%
7,0%
7,3%
19,7%
19,4%
10,6%
8,1%
8,3%
6,2%
5,8%
7,5%
0,0%
100%
% de população rural sem cobertura de água para o ano n (2)
30%
7,1%
7,8%
24,9%
26,2%
9,8%
8,1%
6,1%
4,5%
2,6%
2,9%
0,0%
100%
% de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n (3)
30%
6,6%
7,5%
19,9%
21,5%
10,5%
8,7%
9,1%
6,3%
5,1%
4,7%
0,0%
100%
% de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IMASIDA 2015]
20%
11,6%
6,0%
18,2%
29,5%
7,1%
6,8%
5,7%
3,2%
5,5%
3,8%
2,5%
100%
% de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IDS 2011]
0%
7,5%
2,5%
17,4%
24,9%
14,4%
7,6%
10,5%
2,1%
5,5%
4,9%
2,6%
100%
% de crianças no meio rural com desnutrição crónica (5)
20%
8,4%
8,8%
22,3%
21,8%
11,9%
9,0%
8,1%
3,3%
3,6%
2,9%
0,0%
100%
% de crianças (total da província) com desnutrição crónica (5)
0%
7,8%
7,9%
21,6%
18,6%
13,8%
9,6%
8,9%
3,7%
4,7%
3,3%
0,0%
100%
100%
8,1%
7,6%
21,5%
24,6%
9,9%
8,2%
7,3%
4,6%
4,1%
3,6%
0,5%
100%
Critério Peso Niassa Cabo Delgado Nam-pula Zambézia Tete Manica Sofala Inhambane Gaza Maputo Província Maputo Cidade Total População projectada para o ano n 0% 6,5% 8,1% 21,1% 17,7% 9,6% 6,6% 7,7% 5,2% 5,0% 8,7% 3,8% 100% População rural projectada para o ano n (1) 0% 7,0% 7,3% 19,7% 19,4% 10,6% 8,1% 8,3% 6,2% 5,8% 7,5% 0,0% 100% % de população rural sem cobertura de água para o ano n (2) 30% 7,1% 7,8% 24,9% 26,2% 9,8% 8,1% 6,1% 4,5% 2,6% 2,9% 0,0% 100% % de população rural sem cobertura de saneamento para o ano n (3) 30% 6,6% 7,5% 19,9% 21,5% 10,5% 8,7% 9,1% 6,3% 5,1% 4,7% 0,0% 100% % de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IMASIDA 2015] 20% 11,6% 6,0% 18,2% 29,5% 7,1% 6,8% 5,7% 3,2% 5,5% 3,8% 2,5% 100% % de crianças menores de 5 anos com diarreia (4) [IDS 2011] 0% 7,5% 2,5% 17,4% 24,9% 14,4% 7,6% 10,5% 2,1% 5,5% 4,9% 2,6% 100% % de crianças no meio rural com desnutrição crónica (5) 20% 8,4% 8,8% 22,3% 21,8% 11,9% 9,0% 8,1% 3,3% 3,6% 2,9% 0,0% 100% % de crianças (total da província) com desnutrição crónica (5) 0% 7,8% 7,9% 21,6% 18,6% 13,8% 9,6% 8,9% 3,7% 4,7% 3,3% 0,0% 100% 100% 8,1% 7,6% 21,5% 24,6% 9,9% 8,2% 7,3% 4,6% 4,1% 3,6% 0,5% 100% - Texto do artigo, página 130: Neste passo, a fórmula seguinte é aplicada aos recursos alocados por todos os Parceiros ao PRONASAR para o ano n+1, em função da informação recolhida durante a planificação e constante no PIA. Portanto, a fórmula aplica-se aos : a) recursos do Fundo Conjunto incluindo os Fundos do OE dedicados às províncias; e b) recursos de Parceiros através de financiamentos paralelos e directos às Províncias (ex: SDC, UNICEF, Austria, ONG diversas como World Vision, WaterAid, etc.).
- Texto do artigo, página 131: 5.2.6 Sexto Passo – Aplicação da fórmula para alocação por província
- Texto do artigo, página 131: Exemplificando: Assumindo que o valor total disponível para o ano n+1 é de USD 22.050.000 distribuídos por Fundo Conjunto incluindo o OE dedicado às províncias (USD 15M) e Parceiros nas Provincias como a tabela abaixo:
- Texto do artigo, página 131: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 131: 5.2.6.1 Passo 6.1 - Aplicação aos recursos alocados por todos os Parceiros ao PRONASAR
- Texto do artigo, página 131: Neste passo, a fórmula seguinte é aplicada aos recursos alocados por todos os Parceiros ao PRONASAR para o ano n+1, em função da informação recolhida durante a planificação e constante no PIA. Portanto, a fórmula aplica-se aos : a) recursos do Fundo Conjunto incluindo os Fundos do OE dedicados às províncias; e b) recursos de Parceiros através de financiamentos paralelos e directos às Províncias (ex: SDC, UNICEF, Austria, ONG diversas como World Vision, WaterAid, etc.).
- Texto do artigo, página 131: Parceiros
Recursos Disponíveis para as Províncias
Parceiro Provincial 1
$1.500.000
Parceiro Provincial 2
$5.000.000
Parceiro Provincial 3
$550.000
Disponíveis ProvínciasOutros
$1.500.000 $5.000.000
Fundo Conjunto (Parceiros e OE)
$15.000.000
$550.000
$22.050.000
Parceiros Recursos Disponíveis para as Províncias Parceiro Provincial 1 $1.500.000 Parceiro Provincial 2 $5.000.000 Parceiro Provincial 3 $550.000 Disponíveis ProvínciasOutros $1.500.000 $5.000.000 Fundo Conjunto (Parceiros e OE) $15.000.000 $550.000 $22.050.000 - Texto do artigo, página 131: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 131: Recursos para as P
- Texto do artigo, página 131: Parceiros
- Texto do artigo, página 131: Fórmula Alocação “teórica” para Província X = (Recursos do Joint Fund disponíveis para alocação provincial + Recur-sos de outros paceiro para as Províncias) x [(% de população rural sem cobertura de água na Prov X x 0.30) + (% de população rural sem cobertura de saneamento na Província X x 0.30) + (% de crianças menores de 5 anos com diarreia x 0.20) + (% de crianças no meio rural com desnutrição crónica x 0.20)]. Parceiro Provincial 1 Parceiro Provincial 2 Parceiro Provincial 3 Outros Fundo Conjunto Aplicando a(Parceirosfórmula,eOE)e os 22.050.000 x [(7.1% x 0.30)
- Texto do artigo, página 131: dados do 5º Passo, o valor “teórico” para a Província do Niassa seria = US$
- Texto do artigo, página 131: Aplicando a fórmula, e os dados do 5º Passo, o valor “teórico” para a Província do Niassa seria = US$ 22.050.000 x [(7.1% x 0.30) + (6.6% x 0.30) + (11,6 % x 0.20) + (8.4% x 0.20)] = USD 1.787.488.
- Texto do artigo, página 131: $15.000.000 $22.050.000
- Texto do artigo, página 131: + (6.6% x 0.30) + (11,6 % x 0.20) + (8.4% x 0.20)] = USD 1.787.488. Pode ver-se os resultados da aplicação da fórmula na Coluna B da tabela 12 abaixo.
- Texto do artigo, página 131: A aplicação da fórmula resulta numa alocação “teórica” de todos os recursos por Província.
- Texto do artigo, página 131: Aplicando a fórmula, e os dados do 5º Passo, o valor “teórico” para a Província do Niassa seria = US$ 22.050.000 x [(7.1% x 0.30) + (6.6% x 0.30) + (11,6 % x 0.20) + (8.4% x 0.20)] = USD 1.787.488. Pode ver-se os resultados da aplicação da fórmula na Coluna B da tabela 12 abaixo.
- Texto do artigo, página 131: Pode ver-se os resultados da aplicação da fórmula na Coluna B da tabela 12 abaixo.
- Texto do artigo, página 131: Tabela 12 - Aplicação aos recursos alocados por todos os Parceiros ao PRONASAR
- Texto do artigo, página 131: C = A* Fudo Conjunto disponível para Pro- D E =
- Texto do artigo, página 131: Tabela 12 - Aplicação aos recursos alocados por todos os Parceiros ao PRONASAR
- Texto do artigo, página 131: B = A x Valor disponível
- Texto do artigo, página 131: A
- Texto do artigo, página 131: Províncias
A
B = A x Valor disProvínciasponível
C = A* Fudo Conjunto disponível para Pro-
Resultadovíncias Aloca
D
víncias ção teórica Alocação do Fundo Conjunto (variante 1)
P
E =
arceiro Parceiro
Resultado do Algoritmo
Nia
Alocação teórica do total de Recursos
ssa
Alocação do Fundo Conjunto (variante 1)
do Algoritmo
do tot
Parceiro Provincial 1
al de Recur sos
$1.787.48
Parceiro Provincial 2
-
US 8 $1.21
Parceiro Provincial 3
D 5.978
Outros constantes do PIA
Pr
% 8,1% $1
% de alocação do Fundo Conjunto (variante 2)
ovincial 1
Provincial 2
USD8,1%
%
.000.000USD
%
Niassa
8,1%
$1.787.488
$1.215.978
8,1%
$1.000.000
$787.488
5,2%
Cabo Delgado
7,6%Cab
o Delgado$1.670.882
$1.136.6547,6%
7,6%
$1.670.88$500.000
2 $1.13
6.654
7,6% $
500.000$1.170.882
7,8%
Nampula
21,5%Nam
pula $4.748.232
$3.230.09021,5%
21,5%
$4.748.23
2$2.000.000$3.23
0.090 2
1,5%
$2.748.232 $2
.000.0018,3%
Zambézia
24,6%Zam
bézia$5.415.551
$3.684.04824,6%
24,6%
$5.415.55
1$2.000.000$3.68
4.048 2
4,6%
$3.415.551 $2
.000.0022,8%
Tete
9,9%Tet
e $2.185.515
$1.486.7459,9%
9,9%
$2.185.51
5$1.000.000$1.48
6.745
9,9%
$1.185.515 $1
.000.007,9%
Manica
8,2%
$1.804.328
$1.227.434
8,2%
$1.804.328
12,0%
Sofala
7,3%Ma
nica $1.608.455
$1.094.1878,2%
7,3%
$1.804.32
8 $1.22
7.434$550.000
8,2%
$1.058.455
7,1%
Inhambane
4,6%Sof
ala $1.004.971
$683.6547,3%
4,6%
$1.608.45
5 $1.09
4.187
7,3%
$1.004.971
6,7%
Gaza
4,1%Inh
ambane$914.217
$621.9164,6%
4,1%
$1.004.97
1 $68
3.654
4,6%
$914.217
6,1%
Maputo Província
3,6%Ga
za $798.710
$543.3404,1%
3,6%
$914.21
7 $62
1.916
4,1%
$798.710
5,3%
Maputo Cidade
0,5%
$111.650
$75.952
0,5%
$111.650
0,7%
100,0%
Ma
$22.050.000
puto Província
$15.000.000
3,6%
100%
$1.500.000
$798.71
$5.000.000
0 $54
$550.000
3.340
3,6%
$15.000.000
100%
Províncias A B = A x Valor disProvínciasponível C = A* Fudo Conjunto disponível para Pro- Resultadovíncias Aloca D víncias ção teórica Alocação do Fundo Conjunto (variante 1) P E = arceiro Parceiro Resultado do Algoritmo Nia Alocação teórica do total de Recursos ssa Alocação do Fundo Conjunto (variante 1) do Algoritmo do tot Parceiro Provincial 1 al de Recur sos $1.787.48 Parceiro Provincial 2 - US 8 $1.21 Parceiro Provincial 3 D 5.978 Outros constantes do PIA Pr % 8,1% $1 % de alocação do Fundo Conjunto (variante 2) ovincial 1 Provincial 2 USD8,1% % .000.000USD % Niassa 8,1% $1.787.488 $1.215.978 8,1% $1.000.000 $787.488 5,2% Cabo Delgado 7,6%Cab o Delgado$1.670.882 $1.136.6547,6% 7,6% $1.670.88$500.000 2 $1.13 6.654 7,6% $ 500.000$1.170.882 7,8% Nampula 21,5%Nam pula $4.748.232 $3.230.09021,5% 21,5% $4.748.23 2$2.000.000$3.23 0.090 2 1,5% $2.748.232 $2 .000.0018,3% Zambézia 24,6%Zam bézia$5.415.551 $3.684.04824,6% 24,6% $5.415.55 1$2.000.000$3.68 4.048 2 4,6% $3.415.551 $2 .000.0022,8% Tete 9,9%Tet e $2.185.515 $1.486.7459,9% 9,9% $2.185.51 5$1.000.000$1.48 6.745 9,9% $1.185.515 $1 .000.007,9% Manica 8,2% $1.804.328 $1.227.434 8,2% $1.804.328 12,0% Sofala 7,3%Ma nica $1.608.455 $1.094.1878,2% 7,3% $1.804.32 8 $1.22 7.434$550.000 8,2% $1.058.455 7,1% Inhambane 4,6%Sof ala $1.004.971 $683.6547,3% 4,6% $1.608.45 5 $1.09 4.187 7,3% $1.004.971 6,7% Gaza 4,1%Inh ambane$914.217 $621.9164,6% 4,1% $1.004.97 1 $68 3.654 4,6% $914.217 6,1% Maputo Província 3,6%Ga za $798.710 $543.3404,1% 3,6% $914.21 7 $62 1.916 4,1% $798.710 5,3% Maputo Cidade 0,5% $111.650 $75.952 0,5% $111.650 0,7% 100,0% Ma $22.050.000 puto Província $15.000.000 3,6% 100% $1.500.000 $798.71 $5.000.000 0 $54 $550.000 3.340 3,6% $15.000.000 100% - Texto do artigo, página 131: Parceiro Provincial 3
- Texto do artigo, página 131: Outros constantes do PIA
- Texto do artigo, página 131: l
- Texto do artigo, página 131: 0 $2.748.232 18,3% 0 $3.415.551 22,8% 0 $1.185.515 7,9%
- Texto do artigo, página 131: $1.804.328 12,0% $550.000 $1.058.455 7,1%
- Texto do artigo, página 131: Maputo Cidade 0,5% $111.650 $75.952 0,5% $111.650 0,7% 100,0% $22.050.000 $15.000.000 100% $1.500.000 $5.000.000 $550.000 $15.000.000 100%
- Texto do artigo, página 131: 5.2.6.2 Passo 6.2 – Mapeamento dos financiamentos paralelos por província
- Texto do artigo, página 131: 5.2.6.2 Passo 6.2 – Mapeamento dos financiamentos paralelos por província
- Texto do artigo, página 131: alocação teórica obtidas na coluna A. Chega-se então à alocação dos recursos do Fundo Conjunto. A Coluna E da tabela 12 acima ilustra este cálculo.
- Texto do artigo, página 131: A seguir, os financiamentos / compromissos paralelos dos Parceiros por Província são mapeados, tanto quanto houver informação de planificação para o PIA e Orçamento do PIA. A Coluna D da tabela acima ilustra este mapeamento.
- Texto do artigo, página 131: 5.2.6.2 Passo 6.2 – Mapeamento dos financiamentos paralelos por província
- Texto do artigo, página 131: A seguir, os financiamentos / compromissos paralelos dos Parceiros por Província são mapeados, tanto quanto houver informação de planificação para o PIA e Orçamento do PIA. A Coluna D da tabela acima ilustra este mapeamento.
- Texto do artigo, página 131: Conjunto às províncias através de financiamento paralelo directo então à alocação dos recursos do Fundo Conjunto. A compromissos paralelos dos Parceiros por Província são o PIA e Orçamento do PIA. A Coluna D da tabela dos recursos do Fundo Conjunto já disponíveis às províncias através de Notas Finais • Estes são directrizes (guidelines). Anualmente, havendo uma justificação forte para afastar das directrizes, os Parceiros do Fundo Conjunto (Joint Fund) poderão aprovar tal afastamento em consenso. A aprovação irá acontecer no Comité de Supervisão do PRONASAR de nível central. • É recomendável que as províncias façam a alocação aos distritos com base em critérios objectivos e razoáveis.
- Texto do artigo, página 131: 5.2.6.3 Passo 6.3 - Alocação dos recursos do Fundo
- Texto do artigo, página 131: A seguir, os financiamentos / com mapeados, tanto quanto houver informação de planificação para acima ilustra este mapeamento.
- Texto do artigo, página 131: Finalmente, os financiamentos/compromissos já disponíveis à é deduzido à alocação teórica obtidas na coluna A. Chega-se Coluna E da tabela 12 acima ilustra este cálculo.
- Texto do artigo, página 131: 5.2.6.3 Passo 6.3 - Alocação dos recursos do Fundo Conjunto
- Texto do artigo, página 131: 5.2.6.3 Passo 6.3 - Alocação
- Texto do artigo, página 131: Finalmente, os financiamentos/compromissos já disponíveis às províncias através de financiamento paralelo directo é deduzido à
- Texto do artigo, página 131: Finalmente, os financiamentos/compromissos financiamento paralelo directo é deduzido à alocação teórica obtidas na coluna A. Chega-se então à alocação dos recursos do Fundo Conjunto. A Coluna E da tabela 12 acima ilustra este cálculo.
- Texto do artigo, página 131: P á g i n a | 51
- Texto do artigo, página 132: 5.3 Participação e envolvimento dos beneficiários
- Texto do artigo, página 132: A Lei dos Órgãos Loais do Estado (lei 8/2003 de 19 de Maio) e o seu regulamento (Decreto 11/2005 de 10 de Junho) estabelecem o princípio da participação das comunidades no processo de desenvolvimento, através de mecanismos locais de consulta apropriados, que resultam em planos distritais estratégicos e anuais participativos. No âmbiro do programa serão implementadas as actividades de Participação e Educação Comunitária (PEC) para: (i) a criação de um ambiente favorável ao nível; (ii) o estímulo à procura de melhores serviços de saneamento; e (iii) o fortalecimento da capacidade de oferta para melhorar os serviços de água e saneamento rural.
- Texto do artigo, página 132: 5.3.1 Criação de um ambiente favorável
- Texto do artigo, página 132: Dentro do contexto da descentralização e os esforços que a DNAAS tem realizado para fortificar o papel do Governo Distrital no âmbito do subsector, o Programa irá apoiar, de maneira progressiva a elaboração de planos distritais de água e saneamento rural. A elaboração destes planos distritais obedecerá aos mecanismos de participação e consulta instituicionalizados em cada distrito. Os distritos contratarão as actividades de PEC para reforçar esse processo de envolvimento dos beneficiários, na identificação, selecção e adopção das soluções de serviços de água e saneamento ajustados aos assentamentos populacionais.
- Texto do artigo, página 132: Serão reconhecidas duas formas de PEC de acordo a sua finalidade: PEC-Zonal – âmbito geográfico abrangente e de longa duração; ou PEC tradicional – de âmbito geográfico restrito e de curta duração. Nos distritos onde o enfoque seja o da sustentabilidade das infra-estruturas existentes de água e no incremento da cobertura de sane-amento, é recomendável a contratação do PEC-Zonal o qual visa:
- Texto do artigo, página 132: a) promover a mudança de práticas de água, higiene e saneamento através do envolvimento da comunidade e nas escolas e centros/postos de saúde;
- Texto do artigo, página 132: b) procura de soluções alternativas junto ao sector privado local para a operação, manutenção, gestão e reposição dos serviços de água (por fontes dispersas, sistemas ou mistos) ;
- Texto do artigo, página 132: c) promover mercados locais de oferta de serviços de água e saneamento, através do estímulo, capacitação e contratação do sector privado local; e
- Texto do artigo, página 132: d) implementação duma estratégia de marketing social que promova novos comportamentos de acordo com os benefícios de prestígio, segurança, conforto e conviniência, que se possam dar aos agregados familiares adicionalmente a melhores cuidados de saúde.
- Texto do artigo, página 132: Nos distritos com enfoque na expansão dos serviços (construção de novas infraestruturas), as DPOPHRH-DAS, juntamente com os distritos, formarão pacotes de negócios para abordagem do PEC-Zonal que possam atingir um ou mais distritos simultaneamente. Embora o PEC-Zonal aparente ter custos de contratos anuais elevados para obras num determinado distrito, os custos por fonte de água e por latrinas mostra-se mais eficiente que o PEC tradicional contratado por fonte, quando o número de comunidades abrangidas por distrito ultrapassa 30. Para além disso, o trabalho do PEC-Zonal por um período longo de um ano ou dois, numa área geográfica determina-da, terá maior impacto na mudança de práticas higiénicas e adopção do saneamento total.
- Texto do artigo, página 132: Para os distritos com intervenções básicas (organização de serviços e sustentabilidade), as DPOPHRH-DAS e os distritos irão contratar o PEC tradicional para a mobilização e organização comunitária. O PEC ou alguma escola especializada (por ex. CFPAS) poderá também apoiar o distrito na capacitação dos artesãos locais para a cons-trução de latrinas e manutenção das fontes.
- Texto do artigo, página 132: 5.3.2 Estímulo à procura de melhores serviços de saneamento
- Texto do artigo, página 132: Como estratégia de inverter a situação do deficiente acesso aos serviços de saneamento rural e erradicar o fecalismo a céu aberto em Moçambique, foi introduzido em 2008, a abordagem de Saneamento Total Liderado pela Comunidade (SANTOLIC), que incentiva e facilita a auto-análise pela comunidade e procura de soluções para os problemas de saneamento e higiene, desencadeando de seguida uma acção conjunta para a mudança de comportamento e adopção de práticas correctas de higiene e saneamento, como é o caso da construção e uso de latrinas, a construção e uso de facilidades para a lavagem das mãos, após a defecação.
- Texto do artigo, página 132: Para estimular a melhoria da qualidade das infraestruturas construidas e a sustentabilidade das comunidades que atinge o estágio LIFECA, o sector introduziu em 2018 o Protocolo Nacional LIFECA e Pós-LIFECA. Este protocolo servirá de guião para que todos os intervenientes do PRONASAR 2019 - 2030, de forma uniformizada, possam usar para a verificação, certificação e monitoria das comunidades, escolas e unidades sanitárias, e desta forma assegurem o alcance, a médio e longo prazo, de serviços de gestão segura de Saneamento e Higiene no País.
- Texto do artigo, página 132: Este Protocolo descreve o processo para a Certificação de comunidades (incluindo escolas, unidades sanitárias e outros locais públicos – mercados, igrejas, etc.) antes e depois de serem declaradas LIFECA. As explicações sobre os papéis e responsabilidades dos diversos actores a todos os níveis, as fases/etapas envolvidas no processo bem como em que períodos decorre a Certificação LIFECA e Pós-LIFECA, encontram-se no Protocolo.
- Texto do artigo, página 132: 5.3.3 Fortalecimento da capacidade de oferta de serviços de AAS
- Texto do artigo, página 132: 5.3.3.1 Nível comunitário
- Texto do artigo, página 132: As comunidades devem ser organizadas e orientadas por autoridades comunitárias legitimadas nos termos do Decreto n.º 15/2000, para participarem em todas as fases do ciclo do programa, com vista a exprimir os seus desejos e preferências na definição do tipo e nível de serviços. O papel dos Comités Comunitários de Água e Saneamento (CAS) será o de representarem a aldeia/comunidade e os beneficiários no planeamento, implementação e gestão do serviço de abastecimento de água e saneamento.
- Texto do artigo, página 132: Espera-se que as comunidades, seus líderes e os seus CAS: (i) trabalhem com o pessoal do governo distrital, ONGs e outros, para planear, implementar, manter e monitorar as instalações de ASR; (ii) identifiquem as neces-sidades e preferências de abastecimento de água e saneamento; (iii) assegurem que os agregados familiares pobres e vulneráveis sejam identificados e capazes de receber serviços melhorados de ASR; (iv) forneçam informação sobre a cobertura, uso e funcionalidade do abastecimento de água e saneamento; (v) estabeleçam e participem em organizações comunitárias para apoio do planeamento, gestão e manutenção das instalações de ASR; (vi) envolvam artesãos, mecânicos, empresas privadas e outras, conforme necessário, para construir, gerir, operar e manter instalações melhoradas de abastecimento de água e saneamento; (vii) mobilizem os agregados familiares para melhorar as instalações sanitárias e práticas de higiene; (viii) aceitem a responsabilidade pelo uso devido, operação e manutenção de instalações melhoradas de ASR; (ix) contribuam com uma percentagem acordada para os custos de capital e com 100% dos custos de operação e manutenção; (x) participem em decisões relativas à escolha de tecnologia, opções de gestão, abordagem e actividades de promoção de higiene, métodos de paga-mento da água e recolha das contribuições para o custo
- Texto do artigo, página 133: de capital e encargos com água; (xi) apoiem e participem nas actividades de formação e capacitação; e (xii) apoiem e participem nas actividades de abastecimento de água, saneamento e promoção da higiene nas escolas.
- Texto do artigo, página 133: Os CAS serão treinados sobre constituição, organização, composição, condução do negócio, operações, gestão, supervisão e monitoria do abastecimento de água, relatórios e outros assuntos.
- Texto do artigo, página 133: 5.3.3.2 Organizações Não-Governamentais Como organizações parceiras, espera-se que as ONGs
- Texto do artigo, página 133: contribuam para a implementação do PRONASAR da seguinte forma:
- Texto do artigo, página 133: • Providenciando financiamento e assistência técnica para a provisão de instalações de água e saneamento e capacitação aos níveis provincial, distrital e local, incluindo formação e apoio às empresas de peque-na escala, artesãos e mecânicos locais; • Mobilizando, formando e apoiando ONGs parceiras, organizações com base comunitária, facilitadores, voluntários e operadores privados para participarem na tomada de decisões, planeamento, monitoria das actividades de ASR, e mantendo instalações completas, incluindo apoio em capacitação aos comités de água na mobilização e gestão das contribuições para os custos de capital e O&M; • Apoiando o planeamento distrital participativo, implementando e monitorando as actividades de ASR para aumentar a cobertura de água e saneamento e a sustentabilidade através de promoção,marketing social e campanhas de advocacia; • Apoiando a testagem e a expansão de novas tecnologias apropriadas e rentáveis; • Apoiando o melhoramento da monitoria, recolha de dados e relatórios das actividades de ASR; • Documentando e disseminando as lições e melhores práticas nas áreas acima descritas; • Aconselhando planeadores, gestores e supervisores da ASR em questões que afectem a implementação e impacto; • Participando nas reuniões do GAS, seminários, visitas ao terreno e de inspecção e outros eventos conforme necessário.
- Texto do artigo, página 133: 5.3.3.3 Sector privado
- Texto do artigo, página 133: O sector privado formal (serviços hidrogeológicos e empresas de perfuração, fornecedores, consultores e empreiteiros), bem como o sector privado local (artesãos, pedreiros, mecânicos, etc.), são fornecedores de serviços importantes para o sub-sector de ASR.
- Texto do artigo, página 133: O sector privado contribuirá para a sustentabilidade dos serviços de ASR produzindo insumos (inputs), providenciando serviços e fornecendo peças sobressalentes. O sector privado local, como artesãos e mecânicos da comunidade, estará envolvido na construção de latrinas familiares melhoradas e na operação e manutenção de infraes-truturas de abastecimento de água e é também importante para o fornecimento e operação sustentável dos serviços.
- Texto do artigo, página 133: O Programa contribuirá para melhoria da capacidade e qualidade dos mercados locais de serviços de água e saneamento: (i) preparando pacotes de negócio atrativos de ASR; (ii) fortalecendo a capacidade do sector privado para participar em oportunidades de negócio e preparar concursos; (iii) melhorando a qualidade e eficácia na provisão de serviços; (iv) formando e dando apoio técnico a construtores locais, mecânicos, operadores, OCB, etc; (v) estabelecendo equipas locais de reposição e reparação de equipamentos de bombagem e distribuição de água (em particular os fornecedores de bombas manuais, peças sobressalentes, equipamento hidráulicos, ferragens, etc.).
- Texto do artigo, página 133: O Programa apoiará a formação do sector privado, tanto o formal como o local, em procedimentos e especificações de procurement, desenho e construção de instalações de ASR. O desempenho do sector privado será monitorado pelo serviço distrital responsável pelo abastecimento de água rural.
- Texto do artigo, página 133: 5.4 Modelos de gestão 5.4.1 Modelos de gestão das fontes dispersas
- Texto do artigo, página 133: O Programa irá promover a busca de modalidades de gestão alternativas à gestão comunitária das fontes em busca da sustentabilidade e criação de sinergias entre a gestão das fontes e a comercialização de bombas manuais e peças sobressalentes. A DNAAS será responsável pela revisão dos modelos existentes, contudo, as alternativas privadas, público/privadas e públicas serão analisadas, definindo quais os factores que limitam ou favorecem a selecção de um determinado modelo de gestão.
- Texto do artigo, página 133: Independentemente das modalidades de gestão a adoptar, os utentes serão exclusivamente responsáveis por suportar os custos da operação, manutenção e gestão através de tarifas ou valores de contribuição apropriados. Esses valores deverão ser periodicamente ajustados a fim de acompanhar os custos e desta forma garantir-se a provisão regular e ininterrupta do serviço. Os investimentos de reposição das fontes dispersas serão da exclusiva responsabilidade do Governo Distrital.
- Texto do artigo, página 133: 5.4.2 Modelos de Gestão dos PSAA
- Texto do artigo, página 133: Na base do Manual de Implementação das modalidades de gestão dos pequenos sistemas de abastecimento de água - PSAA 1, existem actualmente três tipos de PSAA que não estão integrados no quadro da gestão delegada, como se segue (tabela 13):
- Texto do artigo, página 133: Nível
Descrição
I
Um furo/poço, transporte, armazenamento, distribuição através de fontanários e um número reduzido de ligações domiciliaras/torneiras no quintal (inferior a 50)
II
Um furo/poço, transporte, armazenamento, distribuição através de fontanários e um número reduzido de ligações domiciliárias/torneiras no quintal (superior a 50 e inferior a 150)
III
Um furo/poço, transporte, armazenamento, distribuição através de fontanários e um número reduzido de ligações domiciliárias/torneiras no quintal (superior a 150 podendo mesmo ser superior a 500)
Nível Descrição I Um furo/poço, transporte, armazenamento, distribuição através de fontanários e um número reduzido de ligações domiciliaras/torneiras no quintal (inferior a 50) II Um furo/poço, transporte, armazenamento, distribuição através de fontanários e um número reduzido de ligações domiciliárias/torneiras no quintal (superior a 50 e inferior a 150) III Um furo/poço, transporte, armazenamento, distribuição através de fontanários e um número reduzido de ligações domiciliárias/torneiras no quintal (superior a 150 podendo mesmo ser superior a 500) - Texto do artigo, página 133: 1 Manual de Implementação das Modalidades de Gestão dos Pequenos Sistemas de Abastecimento de Água, DNAAS, 2006.
- Texto do artigo, página 134: As entidade ou organismos envolvidos nas modalidades de gestão são: MOPHRH representado pela DNAAS; Governo Provincial; Fórum Provincial; Governo Distrital/Autarquia; Comissão Reguladora Distrital/Autárquica: Cedente; e Operador.
- Texto do artigo, página 134: As modalidades de Gestão podem ser público autónoma ou privada com operadores comerciais, comunitários, autárquicso ou distritais. A reabilitação e construção de Sistemas de Abastecimento de Água é da exclusiva responsabilidade do Governo, enquanto os utentes são exclusivamente responsáveis por suportar os custos da operação, manutenção e gestão através de tarifas apropriadas. Os valores das tarifas deverão ser periodicamente ajustados a fim de acompanhar os custos e desta forma garantir-se a provisão regular e ininterrupta do serviço.
- Texto do artigo, página 134: 5.5 Avaliação do local/autorizações/início da construção
- Texto do artigo, página 134: Antes do início da construção, será feita uma avaliação e autorizado por escrito, pelo proprietário e/ou administração local, o acesso ao local de construção e o seu uso para instalações de abastecimento de água.
- Texto do artigo, página 134: A avaliação do local incluirá também um parecer ambiental. O local proposto será inspeccionado pelo funcionário distrital responsável, em relação a potenciais fontes de poluição ou contaminação por seres humanos ou animais, drenagem adequada, uma zona de protecção à volta do local e acesso desobstruído para os utilizadores desde o caminho ou estrada pública mais próximos.
- Texto do artigo, página 134: Logo que tenha sido obtida autorização de entrada e uso da terra para abastecimento de água e a autorização ambiental para o local, o empreiteiro pode ser notificado e iniciada a construção.
- Texto do artigo, página 134: 5.6 Fiscalização da construção/inspecção/controlo de qualidade
- Texto do artigo, página 134: Durante a avaliação dos recursos hídricos, perfuração, teste de bombagem, instalação de bomba de água manual e outros trabalhos de construção, será feita a fiscalização por pessoal distrital ou provincial ou por fiscal independente contratado pelo DPOPHRH. Os fiscais prepararão um relatório de fiscalização, reverão e aprovarão as reclamações do empreiteiro e serão responsáveis pela inspecção final, aprovação e entrega.
- Texto do artigo, página 134: Para além da fiscalização de rotina, o Cliente pode realizar em qualquer altura inspecções periódicas e de controlo de qualidade dos contratos envolvendo bens, obras e serviços. Estas actividades serão normalmente levadas a cabo por agentes independentes designados pelo Cliente e podem incluir, mas não se limitar a:
- Texto do artigo, página 134: • Inspecção de equipamento e de bens antes ou no acto da entrega • Inspecção de equipamento e materiais usados e obras realizadas pelos empreiteiros ou pelo seu pessoal/ agentes • Inspecção da documentação relacionada com mercadorias, trabalhos ou serviços fornecidos • Garantia externa da qualidade do trabalho, realizada por consultores, ONGs parceiras e outros, i.e. auditoria da qualidade
- Texto do artigo, página 134: Os contratos de serviços de consultoria podem também requerer que os custos internos do controlo de qualidade dos serviços fornecidos sejam suportados pelo consultor.
- Texto do artigo, página 134: 5.7 Inspecção final, aprovação e entrega
- Texto do artigo, página 134: Quando o empreiteiro informar o fiscal que a construção está concluída, este informará o Governo Distrital, o Comité de Água e Saneamento local e a DPOPHRH e combinará uma inspecção final e aprovação no local.
- Texto do artigo, página 134: Na inspecção/aprovação final estarão presentes representantes do empreiteiro, da comunidade, do operador/mecânico/CA, do governo distrital, do posto administrativo e o fiscal. Serão levadas a cabo as seguintes actividades:
- Texto do artigo, página 134: • Inspecção das instalações de abastecimento de água concluídas, pelo fiscal e por quaisquer outra parte ou partes designadas • Inspecção e aprovação de registos, desenhos, livros de registo, mapas e outra documentação. • Preparação de uma lista de defeitos, se alguns, a serem corrigidos pelo empreiteiro
- Texto do artigo, página 134: Entrega provisória das instalações concluídas e da documentação aos representantes do Comité de Água e Saneamento, incluindo o manual de operações e manutenção, informação sobre ferramentas e peças sobressalentes, disponibilidade de apoio pós-construção e nota sobre os termos e condições do período de garantia.
- Texto do artigo, página 134: Para poupar tempo, a aprovação e entrega de mais do que um ponto de água numa aldeia ou localidade podem ser feitas ao mesmo tempo.
- Texto do artigo, página 134: 5.8 Apoio pós-construção
- Texto do artigo, página 134: A seguir à aprovação e entrega da instalação de água, estará disponível o apoio pós-construção. Este apoio será normalmente fornecido pelo pessoal distrital, ONGs ou sector privado, incluindo o empreiteiro/construtor original. O comité comunitário de água e saneamento receberá na altura da entrega informação e documentos que explicam os arranjos e procedimentos necessários para obtenção do apoio pós-construção.
- Texto do artigo, página 134: O apoio pós-construção incluirá normalmente, mas não será limitado a, o seguinte:
- Texto do artigo, página 134: • Aconselhamento e orientação sobre a cobrança dos encargos com a água, gestão financeira, manter registos e contabilidade, contas bancárias e assuntos relacionados • Assistência na obtenção de peças sobressalentes, ferramentas e serviços de reparação • Organização e funcionamento dos comités de água e organizações de gestão da água • Aconselhamento e orientação sobre manutenção de rotina e preventiva • Orientação sobre como tratar assuntos relacionados com baixa produção e qualidade da água • Formação inicial e de actualização dos comités de água, mecânicos e operadores
- Texto do artigo, página 134: 5.9 Avaliações de benefícios e de impacto/auditorias técnicas
- Texto do artigo, página 134: O Programa apoiará também avaliações periódicas de benefícios e impacto e auditorias técnicas. Estas activida-des serão normalmente realizadas por consultores independentes contratados pela DNAAS e/ou Parceiros de Desenvolvimento. É aconselhável que as avaliações de benefícios sejam feitas de dois
- Texto do artigo, página 135: em dois anos durante o Programa, ao passo que as avaliações de impacto serão realizadas durante o último ano de cada fase. As auditorias técnicas serão normalmente conduzidas em conjunto pelo Governo e Parceiros de Desenvolvimento, em ligação com as revisões do sector semestrais e anuais.
- Texto do artigo, página 135: As avaliações de benefícios e impacto cobrirão uma amostra representativa de localidades/aldeias e instalações que tenham sido concluídas e operadas durante pelo menos um ano. As
- Texto do artigo, página 135: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 135: avaliações de benefícios e impacto farão uso de informação de base e da recolhida na monitoria de rotina, dados de outras fontes e documentos disponíveis na comunidade, ao nível distrital e provincial. Estas avaliações farão usualmente uma combinação de entrevistas, questionários, discussões em grupo focal e observação directa.
- Texto do artigo, página 135: Os resultados destas avaliações serão apresentados e discutidos nas reuniões nos diferentes fóruns existentes ou criados pelo Programa, quer a nível central, quer a nível local.
- Número ou marcador, página 135: Anexo 1 - Normas de Planeamento e Padrões de Desenho para AASR
- Texto do artigo, página 135: A tabela seguinte mostra as normas de planeamento para o abastecimento de água rural em Moçambique.
- Texto do artigo, página 135: Item
Valor
Procura diária de água per capita
20 litros
Distância máxima a pé
Fonte de água
500 metros
Pequeno sistema canalizado
200 metros
Utilizadores por fonte de água
300
Taxa de crescimento da população rural
2.1% por ano
Tempo de serviço das instalações
Bomba de água manual
Fraca manutenção
2-5 anos
Boa manutenção
10-15 anos
Bomba solar
Fraca manutenção
2-5 anos
Boa manutenção
15-20 anos
Bomba movida pelo vento
Fraca manutenção
2-5 anos
Boa manutenção
15-20 anos
Bomba movida a diesel
Fraca manutenção
2-5 anos
Boa manutenção
10-15 anos
Bomba eléctrica
Fraca manutenção
5 anos
Boa manutenção
10-20 anos
Pequeno sistema canalizado
Fraca manutenção
2-5 anos
Boa manutenção
10-15 anos
Item Valor Procura diária de água per capita 20 litros Distância máxima a pé Fonte de água 500 metros Pequeno sistema canalizado 200 metros Utilizadores por fonte de água 300 Taxa de crescimento da população rural 2.1% por ano Tempo de serviço das instalações Bomba de água manual Fraca manutenção 2-5 anos Boa manutenção 10-15 anos Bomba solar Fraca manutenção 2-5 anos Boa manutenção 15-20 anos Bomba movida pelo vento Fraca manutenção 2-5 anos Boa manutenção 15-20 anos Bomba movida a diesel Fraca manutenção 2-5 anos Boa manutenção 10-15 anos Bomba eléctrica Fraca manutenção 5 anos Boa manutenção 10-20 anos Pequeno sistema canalizado Fraca manutenção 2-5 anos Boa manutenção 10-15 anos - Texto do artigo, página 135: As
- Texto do artigo, página 135: avaliações
- Texto do artigo, página 135: A procura diária de água pode variar de acordo com o método de distribuição. A tabela abaixo mostra o consumo de água típico para instalações de água rural comuns.
- Texto do artigo, página 135: A procura diária de água pode variar de acordo com o método de distribuição. A tabela abaixo mostra o consumo de água típico para instalações de água rural comuns.
- Texto do artigo, página 136: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 136: Fontes de Àgua
Nascentes/Poços Pouco Profundos
Poços Profundos
Distância (m)
»1000
250-1000
«250
»1000
250-1000
«250
Consumo (L/pessoa por dia)
7
12
207
12
20
Intervalo(L/pessoa por dia)
05 - 10
10 - 15
15 - 25
05 10
10 - 15
15 25
Profundidade (Nível freático)
«30M
30 - 50 M
Fontes De Àgua
Furos Pouco Profundos
Furos Profundos
Distância (m)
»1000
250-1000
«250
Consumo (L/pessoa por dia)
7
12
30
7
12
30
Intervalo(L/pessoa por dia)
05 - 10
10 - 15
20 50
05 10
10 - 15
20 - 50
Profundidade (Nível freático)
30 - 80M
80 - 120M
Psaa/Tipo De Ligação
Quintal
Domiciliária
Consumo (L/pessoa por dia)
40
50
Intervalo(L/pessoa por dia)
20 - 60
30 - 80
Uso de Água das Chuvas
Individual
Comunitária
Distância (m)
«250
250 - 1000
Consumo (L/pessoa por dia)
11
10
Intervalo(L/pessoa por dia)
7 - 15
7 - 15
Fontes de Àgua Nascentes/Poços Pouco Profundos Poços Profundos Distância (m) »1000 250-1000 «250 »1000 250-1000 «250 Consumo (L/pessoa por dia) 7 12 207 12 20 Intervalo(L/pessoa por dia) 05 - 10 10 - 15 15 - 25 05 10 10 - 15 15 25 Profundidade (Nível freático) «30M 30 - 50 M Fontes De Àgua Furos Pouco Profundos Furos Profundos Distância (m) »1000 250-1000 «250 Consumo (L/pessoa por dia) 7 12 30 7 12 30 Intervalo(L/pessoa por dia) 05 - 10 10 - 15 20 50 05 10 10 - 15 20 - 50 Profundidade (Nível freático) 30 - 80M 80 - 120M Psaa/Tipo De Ligação Quintal Domiciliária Consumo (L/pessoa por dia) 40 50 Intervalo(L/pessoa por dia) 20 - 60 30 - 80 Uso de Água das Chuvas Individual Comunitária Distância (m) «250 250 - 1000 Consumo (L/pessoa por dia) 11 10 Intervalo(L/pessoa por dia) 7 - 15 7 - 15 - Texto do artigo, página 136: Nascentes/Poços Pouco Profundos Poços Profundos
- Texto do artigo, página 136: »1000
- Texto do artigo, página 136: »1000
- Texto do artigo, página 136: «250
- Texto do artigo, página 136: Furos Pouco Profundos
- Texto do artigo, página 136: Furos Profundos
- Texto do artigo, página 136: Manual Técnico do MIPAR, DNA, 2003
- Texto do artigo, página 136: Os tipos de bombas de água manuais recomendados para uso no abastecimento de água rural são mostrados nas tabela que s seguem.
- Texto do artigo, página 136: Os tipos de bombas de água manuais recomendados para uso no abastecimento de água rural são mostrados nas tabela que s seguem.
- Texto do artigo, página 136: P á g i n a | III
- Texto do artigo, página 137: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 137: DESCRIÇÃO
BOMBAS EM USO NA ÁGUA RURAL EM MOÇAMBIQUE
AFRIDEV
BOMBAS ELÉCTRICAS SUBMERSÍVEIS
Profundidade máxia de instalação (m)
>100 m
80 m
Descarga na profundidade máxima
Depende da capacidade instalada (no de paineis, capacidade da bomba, etc)
10-12 litros/min
Especificações técnicas
Número máximo de pessoas a servir
Depende da capacidade instalada.
≈500
Tipo de fonte para instalação
Furo
Furo
Modelo de funcionamento
Energia solar.
Manuseio da alavanca na posição vertical.
Custo
≈1.500 USD
Variável (Preço indicativo?)
Fabrico nacional
Sim. Maputo – Partes metálicas e os tubos de elevação.
Não.
Instalação
Fácil. Não requer equipamento de apoio.
Equipa especializada.
Manutenção
VLOM
Não é VLOM
Acesso às peças sobressalentes
Local + Importadas
Importadas.
Avarias frequentes
Quebra ou desgaste dos tubos, quebra das varetas, soltura da sola “U”.
Provincias onde foram instaladas
Nacional.
Inhambane, Manica, Sofala e Nampula.
Observações
Está em teste em Inhambane o uso da vareta de fibra de vidro que torna a bomba mais leve e aplicável em profundades acima de 45m.
DESCRIÇÃO BOMBAS EM USO NA ÁGUA RURAL EM MOÇAMBIQUE AFRIDEV BOMBAS ELÉCTRICAS SUBMERSÍVEIS Profundidade máxia de instalação (m) >100 m 80 m Descarga na profundidade máxima Depende da capacidade instalada (no de paineis, capacidade da bomba, etc) 10-12 litros/min Especificações técnicas Número máximo de pessoas a servir Depende da capacidade instalada. ≈500 Tipo de fonte para instalação Furo Furo Modelo de funcionamento Energia solar. Manuseio da alavanca na posição vertical. Custo ≈1.500 USD Variável (Preço indicativo?) Fabrico nacional Sim. Maputo – Partes metálicas e os tubos de elevação. Não. Instalação Fácil. Não requer equipamento de apoio. Equipa especializada. Manutenção VLOM Não é VLOM Acesso às peças sobressalentes Local + Importadas Importadas. Avarias frequentes Quebra ou desgaste dos tubos, quebra das varetas, soltura da sola “U”. Provincias onde foram instaladas Nacional. Inhambane, Manica, Sofala e Nampula. Observações Está em teste em Inhambane o uso da vareta de fibra de vidro que torna a bomba mais leve e aplicável em profundades acima de 45m. 1. Ideal para grandes aglomerados populacionais onde as profundidades sejam elevadas. - Texto do artigo, página 137: 1. Ideal para grandes aglomerados populacionais onde as profundidades sejam elevadas.
DESCRIÇÃO BOMBAS EM USO NA ÁGUA RURAL EM MOÇAMBIQUE AFRIDEV BOMBAS ELÉCTRICAS SUBMERSÍVEIS Profundidade máxia de instalação (m) >100 m 80 m Descarga na profundidade máxima Depende da capacidade instalada (no de paineis, capacidade da bomba, etc) 10-12 litros/min Especificações técnicas Número máximo de pessoas a servir Depende da capacidade instalada. ≈500 Tipo de fonte para instalação Furo Furo Modelo de funcionamento Energia solar. Manuseio da alavanca na posição vertical. Custo ≈1.500 USD Variável (Preço indicativo?) Fabrico nacional Sim. Maputo – Partes metálicas e os tubos de elevação. Não. Instalação Fácil. Não requer equipamento de apoio. Equipa especializada. Manutenção VLOM Não é VLOM Acesso às peças sobressalentes Local + Importadas Importadas. Avarias frequentes Quebra ou desgaste dos tubos, quebra das varetas, soltura da sola “U”. Provincias onde foram instaladas Nacional. Inhambane, Manica, Sofala e Nampula. Observações Está em teste em Inhambane o uso da vareta de fibra de vidro que torna a bomba mais leve e aplicável em profundades acima de 45m. 1. Ideal para grandes aglomerados populacionais onde as profundidades sejam elevadas. - Texto do artigo, página 137: DE MARÇO DE 2025
- Número ou marcador, página 138: Anexo 2 – Padrões Nacionais de Qualidade da Água
- Texto do artigo, página 138: Parâmetros de Qualidade de Água Destinada ao Consumo Humano e seus Riscos para a Saúde Pública.
Parte A - Para a água tratada destinada ao consumo humano fornecida por sistemas de abastecimento público, redes de dis- tribuição, camiões ou navios cisternas, ou utilizada numa empre- sa da indústria alimentar.
1 - Parâmetros microbiológicos:
Parâmetros Limite Máx. Admissível Unidades Riscos para a Saúde Pública
Coliformes totais Ausente NMP*/100 ml
Nº colónias/
100 ml Doenças gastrointestinais
Coliformes fecais Ausente NMP*/100 ml
Nº colónias/
100 ml Doenças gastrointestinais
Vibrio cholerae Ausente 1.000 ml Doenças gastrointestinais
* (NMP): Número Mais Provável
2 - Parâmetros físicos e organolépticos:
Parâmetros Limite Máx. Admissível Unidades Riscos para a Saúde Pública
Cor 15 TCU Aparência
Cheiro Inodoro Sabor
Condutividade 50 - 2.000 µhmo/cm
pH 6,5 - 8,5 Sabor, corrosão, irritação
da pele
Sabor Insipido
Sólidos totais 1.000 mg/l Sabor, corrosão
Turvação 5 NTU Aparência dificulta a de-
sinfecção
Parâmetros Limite Máx. Admissível Unidades Riscos para a Saúde Pública Coliformes totais Ausente NMP*/100 ml Nº colónias/ 100 ml Doenças gastrointestinais Coliformes fecais Ausente NMP*/100 ml Nº colónias/ 100 ml Doenças gastrointestinais Vibrio cholerae Ausente 1.000 ml Doenças gastrointestinais - Texto do artigo, página 138: V
- Texto do artigo, página 139: PRONASAR 2019 - 2030 – Manual de Operações do Programa
- Texto do artigo, página 139: Regulamento sobre a Qualidade da Água para o Consumo Humano
3 - Parâmetros químicos:
Parâmetros Limite Máx. Admissível Unidades Riscos para a Saúde Pública
Amoníaco 1,5 mg/l Sabor e cheiro desagra-
dável
Aluminio 0,2 mg/l Afecta o sistema locomo-
tor e causa anemia
Arsénico 0,01 mg/l Cancro da pele
Antimónio 0,005 mg/l Cancro no sangue
Bário 0,7 mg/l Vasoconstrição e doen-
ças cardiovasculares
Boro 0,3 mg/l Gastroenterites e erite-
mas
Cádmio 0,003 mg/l Vasoconstrição urinária
Cálcio 50 mg/l Aumenta a dureza da água
Chumbo 0,01 mg/l Intoxicação aguda
Cianeto 0,07 mg/l Bócio e paraliisia
Cloretos 250 mg/l Sabor desagradável e cor-
rosão
Cloro residual total 0,2 - 0,5 mg/l Sabor e cheiro desagra-
dável
Cobre 1,0 mg/l Irritação intestinal
Crómio 0,05 mg/l Gastroenterites, hemorre-
gias e convulsões
Dureza total 500 mg/l Depósitos, corrosão e es-
pumas
Fósforo 0,1 mg/l Aumenta a proliferação
dos microrganismos
Ferro total 0,3 mg/l Necrose hemorrágica
Fluoreto 1,5 mg/l Afecta o tecido esque-
léti-
co
Parâmetros Limite Máx. Admissível Unidades Riscos para a Saúde Pública Amoníaco 1,5 mg/l Sabor e cheiro desagra- dável Aluminio 0,2 mg/l Afecta o sistema locomo- tor e causa anemia Arsénico 0,01 mg/l Cancro da pele Antimónio 0,005 mg/l Cancro no sangue Bário 0,7 mg/l Vasoconstrição e doen- ças cardiovasculares Boro 0,3 mg/l Gastroenterites e erite- mas Cádmio 0,003 mg/l Vasoconstrição urinária Cálcio 50 mg/l Aumenta a dureza da água Chumbo 0,01 mg/l Intoxicação aguda Cianeto 0,07 mg/l Bócio e paraliisia Cloretos 250 mg/l Sabor desagradável e cor- rosão Cloro residual total 0,2 - 0,5 mg/l Sabor e cheiro desagra- dável Cobre 1,0 mg/l Irritação intestinal Crómio 0,05 mg/l Gastroenterites, hemorre- gias e convulsões Dureza total 500 mg/l Depósitos, corrosão e es- pumas Fósforo 0,1 mg/l Aumenta a proliferação dos microrganismos Ferro total 0,3 mg/l Necrose hemorrágica Fluoreto 1,5 mg/l Afecta o tecido esque- léti- co - Texto do artigo, página 139: VI
- Texto do artigo, página 140: Agentesde
capacitação
institucional
(Capacity
Building)para
asProvíncias
• Criar
capacidade
nas
províncias
paramelhor
sistema-
tizaçãode
informação
deacessoa
água,de
cobertura,
projectosem
cursoe
planificação
• Assessorar/
capacitaros
DASeSDPI
na
priorização
das
demandas
• Assessorar/
capacitarna
planificação
multissectori
alWASHno
âmbitodo
PESODe
PES
Provincial
• Assessorar/
capacitaros
DASeSDPI
naprodução
de
informação
deDLIse
interpretação
correctano
desempenho
dosDLIno
anon-1e
suasimpli-c-
açõesna
orçamenta-
çãodas
actividades
noanon.
Assistência
Técnicaà
DNAAS
• Assessorare
aconselhara
DNAASem
matérias
estratégicas
dedirecção
do
PRONASAR
• Assessorar/
capacitaro
DPeETGP
namelhoria
dequalidade
doPIA
• Assessorar
DNAASna
ligaçãocom
MEFna
ligaçãoentre
oPESeo
PIA
• Assessorar
/capacitarao
DAAeDS
na
verificação
daconfor-
midadeda
informação
técnico-
finaceira
• Assessorar/
capacitarao
DPeDAFna
aplicação
correctado
algoritmo
para
alocaçãodo
Fundo
Conjunto
(JointFund)
àsProvíncias
• Assessorar/
capacitara
ETGpara
actualizar
regularmente
Agente
Independente
deMonitoria
(Independent
Monitoring
Agent)
• Assessorara
DNAASe
parceirosno
aperfeiçoa-
mentodo
quadrode
monitoriado
desempenho
• Prover
anualmentea
informação
sobreograu
dealcance
dosDLI’s
(disbursemen
tlinked
indicators)
doanon-1
deformaa
quepermita
reveras
alocações
provinciais
noanon
• Indicaras
alteraçõesàs
alocações
distritaiscom
basenos
DLIs
• Fazeruma
análise
financeira
aoscost
driversnos
planosde
procurement
Gestorde
Fundos
Externo(Fund
Manager)
• Darum
pareceraos
Parceirose
DNAAS
sobreo
alinhamento
do
orçamento
doPIAcom
oscompro-
missosoff-
CUTdo
Fundo
Conjunto
(JointFund)
dosparceiros
esaldos
disponíveis
naConta
Especial
• Verificara
consistência
entreo
Procurement
Plan(aser
pagoOff-
CUTdo
Fundo
Conjunto)
como
acordado
PIA
Distrito
(SDPIs)
• SDPI:
Preparare
orçamentar
osPESOD
paraaárea
deAAS
• SDPI:
Assegurar
equidadee
inclusãonos
planos
anuais
• SDPI:
Assegurara
actualização
de
informação
doSINAS
Província
(DPOPHRH)
• DAS:
Preparare
orçamentar
osPIA
provinciais
comoasoma
dosPESOD
• DAS:
Analisar
criticamente
osPlanos
dosDistritos
paraoPIA
• DAS:Prestar
informação
sobremetas
DLIs
(Disburseme
ntLinked
Indicators)
• DAS:
Recolhere
prestar
informação
sobre
cobertura
estimadae
projectosoff-
budget
• DAS:
Assegurar
equidadee
inclusãonos
planosanuais
• DAS:
Assegurara
actualização
de
informação
doSINAS
EquipaTécnica
deGestãodo
PRONASAR
(ETGP)
• Actualizar
regularmente
os
pressupostose
projecções
físicas
financeiras
necessárias
paraoalcance
dos
indicadoresdo
PRONASAR
em linhacom o
Planode
Acçãode
implementação
dosODS
• Melhorara
estruturae
conteúdodo
PIA
• Analisarde
formacrítica
dosdadosdo
SINAS,de
desempe-nho
do
PRONASAR
paramelhorar
oconteúdodos
PIAs
• Elaborare
actualizar
tecnicamen-te
oPIA,
incluindo
propostasde
DLIs(quando
aplicável)
• Assistir
tecnicamente
asprovíncias
naelaboração
dosplanos
provinciais
parao
PRONASAR
• Assegurarque
oPIAé
efectiva-mente
um desdobra-
mentodo
PRONASAR
MOPHRH–
DAQUI
• Preparare
manter
actualizadoo
planode
contratações,
cominput
dasáreas
DNAAS-
DAF
• Assegurar
queos
orçamentos
alocados
estãoem
conformida-
decomos
CFMP
• Garantira
aplicaçãodas
leis
específicas
vigentes
(LOE)
DNAAS–
DAAeDS
• Assegurar“a
somados
planos
provinciais”
edartodos
osinputs
necessáriosà
ETGPpara
elaboração
doPIA
• Analisar
criticamente
osplanos
provinciais
• Aconselhar
sobreas
opções
técnicase
custos
unitáriosa
serem
utilizadosno
PIA
DNAAS–
Departamento
dePlanificação
• Orientaro
processode
planificação
eorçamen-
taçãoe
assegurara
qualidadedo
PIA
• Assegurara
conformida-
dedoPIA
comoCFMP
Validaro
PIAeemitir
parecerpara
aprovaçãodo
Directorda
DNAAS
• Assegurar
interlocução
com
Parceiros
• EnviaroPIA
aprovadoàs
províncias,
SDPI e
parceiros
• Organizar
reuniões
técnicas,
semestrais,
de
planificação
comas
Provincias
Director
Nacionalde
AAS
• Assegurara
elaboração
dosPIAe
zelarpelo
seu
cumprimento
• Calendarizar
oprocesso
de
planificação
eresponsa-
bilizarosde-
partamentos
• Convocar
reuniõescom
Comitéde
Supervisão
para
discussãoe
validaçãodo
PIA
• Aprovar
internamente
oPIAe
garantira
aprovação
dosníveis
subsequentes
• Aprovaras
recomendaçõ
esdeajustes
dealocação
doIMA
• Mobilizar
fundos
adicionais
parao
PRONASAR
• Assegurar
coorde-nação
inter-
sectorial
(saúde,
educação,
finanças,
agriculturae
meio
ambiente)
Parceirosdo
Fundo
Conjunto
(JointFund)
• Confirmar
compromis-
sosfinancei-
rosem
tempoútilno
anon-1
• Analisara
qualidadedo
PIA,
recomendar
melhoriase
aprovar.
Inclui:a)
validara
alocaçãopor
tipode
actividade
(capacity
building,
WASH
comunidades
,WASH
escolas,
WASH
saúde)de
acordocom
odefinidono
MoU;b)
Validara
alocação
provincialde
acordocom
oscritérios
estabelecidos
ecomo
desempenho
das
províncias
nosanosn-1
• Validaras
recomendaçõ
esdeajustes
dealocação
doIMA
Parceirosfora
doFundo
Conjunto
(JointFund)
(OnCUTou
Off-CUT)
• Confirmar
compro-
missosOn-
CUTeOff-
CUTem
tempoútilno
anon-1
• Analisara
qualidadedo
PIA,
recomendar
melhoriase
aprovar.
Processos
Chave
Planificação
(PIA)e
Orçamen-
taçãoAnual
parao
PRONASA
R
Agentesde capacitação institucional (Capacity Building)para asProvíncias • Criar capacidade nas províncias paramelhor sistema- tizaçãode informação deacessoa água,de cobertura, projectosem cursoe planificação • Assessorar/ capacitaros DASeSDPI na priorização das demandas • Assessorar/ capacitarna planificação multissectori alWASHno âmbitodo PESODe PES Provincial • Assessorar/ capacitaros DASeSDPI naprodução de informação deDLIse interpretação correctano desempenho dosDLIno anon-1e suasimpli-c- açõesna orçamenta- çãodas actividades noanon. Assistência Técnicaà DNAAS • Assessorare aconselhara DNAASem matérias estratégicas dedirecção do PRONASAR • Assessorar/ capacitaro DPeETGP namelhoria dequalidade doPIA • Assessorar DNAASna ligaçãocom MEFna ligaçãoentre oPESeo PIA • Assessorar /capacitarao DAAeDS na verificação daconfor- midadeda informação técnico- finaceira • Assessorar/ capacitarao DPeDAFna aplicação correctado algoritmo para alocaçãodo Fundo Conjunto (JointFund) àsProvíncias • Assessorar/ capacitara ETGpara actualizar regularmente Agente Independente deMonitoria (Independent Monitoring Agent) • Assessorara DNAASe parceirosno aperfeiçoa- mentodo quadrode monitoriado desempenho • Prover anualmentea informação sobreograu dealcance dosDLI’s (disbursemen tlinked indicators) doanon-1 deformaa quepermita reveras alocações provinciais noanon • Indicaras alteraçõesàs alocações distritaiscom basenos DLIs • Fazeruma análise financeira aoscost driversnos planosde procurement Gestorde Fundos Externo(Fund Manager) • Darum pareceraos Parceirose DNAAS sobreo alinhamento do orçamento doPIAcom oscompro- missosoff- CUTdo Fundo Conjunto (JointFund) dosparceiros esaldos disponíveis naConta Especial • Verificara consistência entreo Procurement Plan(aser pagoOff- CUTdo Fundo Conjunto) como acordado PIA Distrito (SDPIs) • SDPI: Preparare orçamentar osPESOD paraaárea deAAS • SDPI: Assegurar equidadee inclusãonos planos anuais • SDPI: Assegurara actualização de informação doSINAS Província (DPOPHRH) • DAS: Preparare orçamentar osPIA provinciais comoasoma dosPESOD • DAS: Analisar criticamente osPlanos dosDistritos paraoPIA • DAS:Prestar informação sobremetas DLIs (Disburseme ntLinked Indicators) • DAS: Recolhere prestar informação sobre cobertura estimadae projectosoff- budget • DAS: Assegurar equidadee inclusãonos planosanuais • DAS: Assegurara actualização de informação doSINAS EquipaTécnica deGestãodo PRONASAR (ETGP) • Actualizar regularmente os pressupostose projecções físicas financeiras necessárias paraoalcance dos indicadoresdo PRONASAR em linhacom o Planode Acçãode implementação dosODS • Melhorara estruturae conteúdodo PIA • Analisarde formacrítica dosdadosdo SINAS,de desempe-nho do PRONASAR paramelhorar oconteúdodos PIAs • Elaborare actualizar tecnicamen-te oPIA, incluindo propostasde DLIs(quando aplicável) • Assistir tecnicamente asprovíncias naelaboração dosplanos provinciais parao PRONASAR • Assegurarque oPIAé efectiva-mente um desdobra- mentodo PRONASAR MOPHRH– DAQUI • Preparare manter actualizadoo planode contratações, cominput dasáreas DNAAS- DAF • Assegurar queos orçamentos alocados estãoem conformida- decomos CFMP • Garantira aplicaçãodas leis específicas vigentes (LOE) DNAAS– DAAeDS • Assegurar“a somados planos provinciais” edartodos osinputs necessáriosà ETGPpara elaboração doPIA • Analisar criticamente osplanos provinciais • Aconselhar sobreas opções técnicase custos unitáriosa serem utilizadosno PIA DNAAS– Departamento dePlanificação • Orientaro processode planificação eorçamen- taçãoe assegurara qualidadedo PIA • Assegurara conformida- dedoPIA comoCFMP Validaro PIAeemitir parecerpara aprovaçãodo Directorda DNAAS • Assegurar interlocução com Parceiros • EnviaroPIA aprovadoàs províncias, SDPI e parceiros • Organizar reuniões técnicas, semestrais, de planificação comas Provincias Director Nacionalde AAS • Assegurara elaboração dosPIAe zelarpelo seu cumprimento • Calendarizar oprocesso de planificação eresponsa- bilizarosde- partamentos • Convocar reuniõescom Comitéde Supervisão para discussãoe validaçãodo PIA • Aprovar internamente oPIAe garantira aprovação dosníveis subsequentes • Aprovaras recomendaçõ esdeajustes dealocação doIMA • Mobilizar fundos adicionais parao PRONASAR • Assegurar coorde-nação inter- sectorial (saúde, educação, finanças, agriculturae meio ambiente) Parceirosdo Fundo Conjunto (JointFund) • Confirmar compromis- sosfinancei- rosem tempoútilno anon-1 • Analisara qualidadedo PIA, recomendar melhoriase aprovar. Inclui:a) validara alocaçãopor tipode actividade (capacity building, WASH comunidades ,WASH escolas, WASH saúde)de acordocom odefinidono MoU;b) Validara alocação provincialde acordocom oscritérios estabelecidos ecomo desempenho das províncias nosanosn-1 • Validaras recomendaçõ esdeajustes dealocação doIMA Parceirosfora doFundo Conjunto (JointFund) (OnCUTou Off-CUT) • Confirmar compro- missosOn- CUTeOff- CUTem tempoútilno anon-1 • Analisara qualidadedo PIA, recomendar melhoriase aprovar. Processos Chave Planificação (PIA)e Orçamen- taçãoAnual parao PRONASA R - Texto do artigo, página 140: PRONASAR2019-2030–ManualdeOperaçõesdoPrograma
- Texto do artigo, página 140: capacitação
- Texto do artigo, página 140: institucional
- Texto do artigo, página 140: Building)para
- Texto do artigo, página 140: asProvíncias
- Texto do artigo, página 140: paramelhor
- Texto do artigo, página 140: projectosem
- Texto do artigo, página 140: planificação
- Texto do artigo, página 140: •Assessorar/
- Texto do artigo, página 140: capacitaros
- Texto do artigo, página 140: DASeSDPI
- Texto do artigo, página 140: •Assessorar/
- Texto do artigo, página 140: capacitarna
- Texto do artigo, página 140: planificação
- Texto do artigo, página 140: multissectori
- Texto do artigo, página 140: alWASHno
- Texto do artigo, página 140: •Assessorar/
- Texto do artigo, página 140: capacitaros
- Texto do artigo, página 140: DASeSDPI
- Texto do artigo, página 140: naprodução
- Texto do artigo, página 140: interpretação
- Texto do artigo, página 140: desempenho
- Texto do artigo, página 140: suasimpli-c-
- Texto do artigo, página 140: Agentesde
- Texto do artigo, página 140: (Capacity
- Texto do artigo, página 140: capacidade
- Texto do artigo, página 140: províncias
- Texto do artigo, página 140: tizaçãode
- Texto do artigo, página 140: informação
- Texto do artigo, página 140: deacessoa
- Texto do artigo, página 140: cobertura,
- Texto do artigo, página 140: priorização
- Texto do artigo, página 140: demandas
- Texto do artigo, página 140: âmbitodo
- Texto do artigo, página 140: Provincial
- Texto do artigo, página 140: informação
- Texto do artigo, página 140: correctano
- Texto do artigo, página 140: dosDLIno
- Texto do artigo, página 140: orçamenta-
- Texto do artigo, página 140: actividades
- Texto do artigo, página 140: sistema-
- Texto do artigo, página 140: água,de
- Texto do artigo, página 140: PESODe
- Texto do artigo, página 140: deDLIse
- Texto do artigo, página 140: anon-1e
- Texto do artigo, página 140: açõesna
- Texto do artigo, página 140: noanon.
- Texto do artigo, página 140: cursoe
- Texto do artigo, página 140: çãodas
- Texto do artigo, página 140: Preparare orçamentar osPESOD paraaárea deAAS •SDPI: Assegurar equidadee inclusãonos planos anuais •SDPI: Assegurara actualização de informação doSINAS •Darum pareceraos Parceirose DNAAS sobreo alinhamento do orçamento doPIAcom oscompro- missosoff- CUTdo Fundo Conjunto (JointFund) dosparceiros esaldos disponíveis naConta Especial •Verificara consistência entreo Procurement Plan(aser pagoOff- CUTdo Fundo Conjunto) como acordado PIA •Assessorara DNAASe parceirosno aperfeiçoa- mentodo quadrode monitoriado desempenho •Prover anualmentea informação sobreograu dealcance dosDLI’s (disbursemen tlinked indicators) doanon-1 deformaa quepermita reveras alocações provinciais noanon •Indicaras alteraçõesàs alocações distritaiscom basenos DLIs •Fazeruma análise financeira aoscost driversnos planosde procurement aconselhara DNAASem matérias estratégicas dedirecção do PRONASAR •Assessorar/ capacitaro DPeETGP namelhoria dequalidade doPIA •Assessorar DNAASna ligaçãocom MEFna ligaçãoentre oPESeo PIA •Assessorar /capacitarao DAAeDS na verificação daconfor- midadeda informação técnico- finaceira •Assessorar/ capacitarao DPeDAFna aplicação correctado algoritmo para alocaçãodo Fundo Conjunto (JointFund) àsProvíncias •Assessorar/ capacitara ETGpara actualizar regularmente •Criar
- Texto do artigo, página 140: PES
- Texto do artigo, página 140: nas
- Texto do artigo, página 140: na
- Texto do artigo, página 140: das
- Texto do artigo, página 140: de
- Texto do artigo, página 140: Assistência
- Texto do artigo, página 140: Técnicaà
- Texto do artigo, página 140: DNAAS
- Texto do artigo, página 140: PapéiseresponsabilidadesdosváriosintervenientesnoCiclodeGestãodoPRONASAR,comênfasenoFundoConjunto(JointFund) Anexo3-PapéiseresponsabilidadesdosváriosintervenientesnoCiclodeGestãodoPRONASAR
- Texto do artigo, página 140: Independente
- Texto do artigo, página 140: deMonitoria
- Texto do artigo, página 140: (Independent
- Texto do artigo, página 140: Monitoring
- Texto do artigo, página 140: Agente
- Texto do artigo, página 140: Agent)
- Número ou marcador, página 140: Anexo 3 : Papéis e responsabilidades dos vários intervenientes no Ciclo de Gestão do
- Texto do artigo, página 140: Externo(Fund
- Texto do artigo, página 140: (SDPIs) Gestorde
- Texto do artigo, página 140: Fundos
- Texto do artigo, página 140: Manager)
- Texto do artigo, página 140: VI
- Texto do artigo, página 140: Distrito
- Texto do artigo, página 140: PRONASAR
- Texto do artigo, página 141: Agentes de
capacitação
institucional
(Capacity
Building) para as
Províncias
• Assessorar /
capacitar os
DAS e SDPI
na
programação
financeira,
preparação de
justificativos e
recepção de
desembolsos
• Assessorar /
capacitar as
provincias e
SDPI a
trabalharem
nos limites
orçamentais
impostos pela
qualidade do
seu
desempnehos
no ano n-1
Assistência
Técnica à
DNAAS
• Assessorar /
capacitar o
DAF na
preparação de
programação
financeira e
solicitações de
desembolso de
fundos para a
CUT MT
• Assessorar /
capacitar a
ETGP sobre
riscos e
condições
técnicas que
possam afectar
os
desembolsos
no ano n
Agente
Independente de
Monitoria
(Independent
Monitoring
Agent)
• -
Gestor de Fundos
Externo (Fund
Manager)
• Fazer a
programação
financeira e
monitorar os
desembolsos
para a Conta
Especial do
Fundo
Conjunto
(Joint Fund)
• Solicitar aos
parceiros o
desembolso de
fundos para a
Conta Especial
do Fundo
Conjunto
(Joint Fund)
• Assegurar
adiantamen-to
/ reembolso de
fundos para as
províncias e
distritos
quando
aplicável para
despesas de
funcionamento
pagas pela
Província ou
Distrito
• Alertar a
DNAAS sobre
constragi-
mentos orça-
mentais /
tesouraria na
implementa-
ção dos planos
Distrito
(SDPIs)
• Utilizar a
programação
dos
desembolsos
para
lançamento
atempado dos
concursos para
provisão de
bens e serviços
Província
(DPOPHRH)
• DAS e DAF:
Fazer a
programação
financeira e
solicitar
desembolsos
para a
Província
• DAF: Entregar
atempada-
mente os
justificativos
para
desembolsos /
reembolsos
• Utilizar a
programação
dos
desembolsos
para
lançamento
atempado dos
concursos para
provisão de
bens e serviços
Equipa Técnica
de Gestão do
PRONASAR
(ETGP)
• Dar inputs ao
DP para
solicitação de
desembolsos
aos Parceiros
• Verificar se os
desembol-sos
efectua-dos
res-pondem às
necessidades
dos periodos
acordados e
alertar ao DP
• Avaliar os
riscos
associados aos
níveis de
desembolsos e
comunicar às
provincias,
SDPI através
de canais
próprios
• Garantir que
todos relatórios
dos periodos
anteriores
tenham sido
elaborados,
submetidos no
momento de
solicitação de
desem-bolsos
• Propor
medidas de
aceleração das
despesas
MOPHRH –
DAQUI
• Utilizar a
programação
dos
desembolsos
para
lançamento
atempado dos
concuros para
prvisão de
bens e serviços
DNAAS - DAF
• Fazer a
programação
financeira,
solicitar e
monitorar o
desembolso da
CUT USD
para CUT MT
• Assegurar
disponibili-
zação de
fundos nas
contas CUT da
DNAAS e
Províncias
• Assegurar os
desembolsos
dos fundos em
actividades
compar-
ticipadas
DNAAS – DAA
e DS
•
DNAAS –
Departamento de
Planificação
• Descentrali-zar
o orça-mento
para as
províncias
(On-CUT)
• Solicitar aos
Parceiros o
desembolso de
fundos à Forex
• Alertar o
DNAAS e
Parceiros sobre
eventuais
insuficiência
de fundos face
ao programado
• Resolver com
os Parceiros,
DAF e Gestor
dos Fundos
assuntos que
possam causar
entrave nos
desembolsos
• Oferecer as
garantias do
Governo a
alocação
atempada de
fundos em
actividades
comparti-
cipadas
• Promover
estudos sobre
o valor do
dinheiro para
aumentar a
credibilidade
do mecanis-mo
de finan-
ciamento
Director
Nacional de AAS
• Assegurar que
o Fundo
Conjunto
(Joint Fund)
seja o
mecanismos
atractivo de
captação de
investimentos
para a área do
WASH
• Aprovar os
pedidos de
desembolso
efectuados
pelo Gestor de
Fundos e pelo
DAF
• Assegurar que
todos
relatórios dos
periodos
anteriores a
solicitação dos
fundos são
discutidos e
aprovados
pelos parceiros
• Garantir a
previsibilide
dos fundos,
pelo menos a
médio prazo
(CFMP
vigente)
Parceiros do
Fundo Conjunto
(Joint Fund)
• Desbloquear
desembolsos
de fundos dos
parceiros
Parceiros fora do
Fundo Conjunto
(Joint Fund) (On
CUT ou Off-
CUT)
•
Processos
Chave
Desembolso de
fundos dos
Parceiros para
o Estado
(Central e
Provincial)
Agentes de capacitação institucional (Capacity Building) para as Províncias • Assessorar / capacitar os DAS e SDPI na programação financeira, preparação de justificativos e recepção de desembolsos • Assessorar / capacitar as provincias e SDPI a trabalharem nos limites orçamentais impostos pela qualidade do seu desempnehos no ano n-1 Assistência Técnica à DNAAS • Assessorar / capacitar o DAF na preparação de programação financeira e solicitações de desembolso de fundos para a CUT MT • Assessorar / capacitar a ETGP sobre riscos e condições técnicas que possam afectar os desembolsos no ano n Agente Independente de Monitoria (Independent Monitoring Agent) • - Gestor de Fundos Externo (Fund Manager) • Fazer a programação financeira e monitorar os desembolsos para a Conta Especial do Fundo Conjunto (Joint Fund) • Solicitar aos parceiros o desembolso de fundos para a Conta Especial do Fundo Conjunto (Joint Fund) • Assegurar adiantamen-to / reembolso de fundos para as províncias e distritos quando aplicável para despesas de funcionamento pagas pela Província ou Distrito • Alertar a DNAAS sobre constragi- mentos orça- mentais / tesouraria na implementa- ção dos planos Distrito (SDPIs) • Utilizar a programação dos desembolsos para lançamento atempado dos concursos para provisão de bens e serviços Província (DPOPHRH) • DAS e DAF: Fazer a programação financeira e solicitar desembolsos para a Província • DAF: Entregar atempada- mente os justificativos para desembolsos / reembolsos • Utilizar a programação dos desembolsos para lançamento atempado dos concursos para provisão de bens e serviços Equipa Técnica de Gestão do PRONASAR (ETGP) • Dar inputs ao DP para solicitação de desembolsos aos Parceiros • Verificar se os desembol-sos efectua-dos res-pondem às necessidades dos periodos acordados e alertar ao DP • Avaliar os riscos associados aos níveis de desembolsos e comunicar às provincias, SDPI através de canais próprios • Garantir que todos relatórios dos periodos anteriores tenham sido elaborados, submetidos no momento de solicitação de desem-bolsos • Propor medidas de aceleração das despesas MOPHRH – DAQUI • Utilizar a programação dos desembolsos para lançamento atempado dos concuros para prvisão de bens e serviços DNAAS - DAF • Fazer a programação financeira, solicitar e monitorar o desembolso da CUT USD para CUT MT • Assegurar disponibili- zação de fundos nas contas CUT da DNAAS e Províncias • Assegurar os desembolsos dos fundos em actividades compar- ticipadas DNAAS – DAA e DS • DNAAS – Departamento de Planificação • Descentrali-zar o orça-mento para as províncias (On-CUT) • Solicitar aos Parceiros o desembolso de fundos à Forex • Alertar o DNAAS e Parceiros sobre eventuais insuficiência de fundos face ao programado • Resolver com os Parceiros, DAF e Gestor dos Fundos assuntos que possam causar entrave nos desembolsos • Oferecer as garantias do Governo a alocação atempada de fundos em actividades comparti- cipadas • Promover estudos sobre o valor do dinheiro para aumentar a credibilidade do mecanis-mo de finan- ciamento Director Nacional de AAS • Assegurar que o Fundo Conjunto (Joint Fund) seja o mecanismos atractivo de captação de investimentos para a área do WASH • Aprovar os pedidos de desembolso efectuados pelo Gestor de Fundos e pelo DAF • Assegurar que todos relatórios dos periodos anteriores a solicitação dos fundos são discutidos e aprovados pelos parceiros • Garantir a previsibilide dos fundos, pelo menos a médio prazo (CFMP vigente) Parceiros do Fundo Conjunto (Joint Fund) • Desbloquear desembolsos de fundos dos parceiros Parceiros fora do Fundo Conjunto (Joint Fund) (On CUT ou Off- CUT) • Processos Chave Desembolso de fundos dos Parceiros para o Estado (Central e Provincial) - Texto do artigo, página 141: Building) para as
- Texto do artigo, página 141: justificativos e
- Texto do artigo, página 141: capacitação
- Texto do artigo, página 141: institucional
- Texto do artigo, página 141: DAS e SDPI
- Texto do artigo, página 141: programação
- Texto do artigo, página 141: preparação de
- Texto do artigo, página 141: desembolsos
- Texto do artigo, página 141: impostos pela
- Texto do artigo, página 141: qualidade do
- Texto do artigo, página 141: desempnehos
- Texto do artigo, página 141: Agentes de
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