I SÉRIE — n.º 249

BOLETIM DA REPÚBLICA

PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
Suplemento n.º 4

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Edição I Série n.º 249/2022

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Título de secção · p. 1 Terça-feira, 27 de Dezembro de 2022 I SÉRIE — Número 249
Texto lido por imagem · p. 1 REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
Texto lido por imagem · p. 1 A REPÚBLICA
Texto lido por imagem · p. 1 BOLETIM D
Texto lido por imagem · p. 1 PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
Parágrafo · p. 1 4.º SUPLEMENTO
Parágrafo · p. 1 IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E. P.
Título de secção · p. 1 A V I S O
Parágrafo · p. 1 A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser remetida em cópia devidamente autenticada, uma por cada assunto, donde conste, além das indicações necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no «Boletim da República».
Título de secção · p. 1 SUMÁRIO
Parágrafo · p. 1 Conselho de Ministros:
Parágrafo · p. 1 Decreto n.º 73/2022:
Parágrafo · p. 1 Classifica a Igreja São Bartolomeu da Missão Anglicana de Messumba, localizada no Distrito do Lago, Província do Niassa, como Património Cultural Nacional, de Categoria Provincial e cria a sua zona de protecção.
Parágrafo · p. 1 Resolução n.º 53/2022:
Parágrafo · p. 1 Aprova o Plano Anual de Contingência 2022-2023.
Texto do artigo · p. 1 CONSELHO DE MINISTROS
Texto do artigo · p. 1 Decreto n.º 73/2022
Texto do artigo · p. 1 de 27 de Dezembro
Texto do artigo · p. 1 Havendo necessidade de garantir a preservação do simbolismo da Igreja São Bartolomeu da Missão Anglicana de Messumba,
Texto do artigo · p. 1 Localizada no Distrito de Lago, Província do Niassa, a protecção adequada, conservação, gestão sustentável e fruição, considerando os valores que se relacionam com a memória do passado, mas também da contemporaneidade, no uso das competências que lhe são atribuídas no n.º 1 do artigo 7 da Lei n.º 10/88, de 22 de Dezembro, o Conselho de Ministros decreta:
Número ou marcador · p. 1 Artigo 1. É classificada a Igreja São Bartolomeu da Missão Anglicana de Messumba, localizada no Distrito do Lago, Província do Niassa, como Património Cultural Nacional, de Categoria Provincial, e criada a sua zona de protecção de acordo com o mapa e as coordenadas, em anexo e que são parte integrante do presente Decreto.
Número ou marcador · p. 1 Art. 2. A Igreja São Bartolomeu da Missão Anglicana de Messumba é atribuída a Classe C, devido ao seu valor históricopolítico e sócio-cultural.
Número ou marcador · p. 1 Art. 3. A Igreja São Bartolomeu da Missão Anglicana de Messumba é propriedade da Igreja Anglicana de Moçambique, seu depositário.
Número ou marcador · p. 1 Art. 4. O presente Decreto entra em vigor na data da sua
Texto do artigo · p. 1 publicação. Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 6 de Dezembro de 2022. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Adriano Afonso Maleiane.
Parágrafo · p. 2 2234 — (26) I SÉRIE — NÚMERO 249
Texto do artigo · p. 2 COORDENADAS GEOGRÁFICAS DA IGREJA SÃO BARTOLOMEU DA MISSÃO DE MESSUMBA COMO PATRIMÓNIO CULTURAL IGREJA SÃO BARTOLOMEU DE MESSUMBA Lat 12°36'54.5"S e Log 34°47'22.33"E RESIDÊNCIA DOS PADRES Lat 12°36'48.70"S e Log 34°47'31.01"E CENTRO DE SAÚDE / MATERNIDADE Lat 12°36'46.83"S e Log 34°47'27.48"E ESCOLA PRIMÁRIA DE MESSUMBA Lat 12°36'41.17"S e Log 34°47'32.08"E ESCOLA SECUNDÁRIA DE MESSUMBA Lat 12°36'36.12"S e Log 34°47'39.37"E RUÍNA DA CARPINTARIA Lat 12°36'48.96"S e Log 34°47'30.46"E RUÍNA A CASA DO BISPO LUTUMBI Lat 12°36'46.99"S e Log 34°47'31.64"E RUÍNA DO QUARTEL DOS COLONOS Lat 12°36'45.11"S e Log 34°47'34.42"E CEMITÉRIO DA MISSÃO Lat 12°36'47.59"S e Log 34°47'23.34"E Área da Missão da Igreja São Bartolomeu de Messumba I Lat 12°36'32.64"S e Log 34°47'35.60"E II Lat 12°36'37.15"S e Log 34°47'46.79"E III Lat 12°36'48.87"S e Log 34°47'31.61"E IV Lat 12°36'49.94"S e Log 34°47'22.79"E V Lat 12°36'41.05"S e Log 34°47'23.74"E ZONA DE PROTECÇÃO DO MONUMENTO A Lat 12°36'43.29"S e Log 34°47'33.02"E B Lat 12°36'54.95"S e Log 34°47'34.69"E C Lat 12°36'47.80"S e Log 34°47'31.08"E D Lat 12°36'44.86"S e Log 34°47'29.74"E
IGREJA SÃO BARTOLOMEU DE MESSUMBALat 12°36'54.5"S e Log 34°47'22.33"E
RESIDÊNCIA DOS PADRESLat 12°36'48.70"S e Log 34°47'31.01"E
CENTRO DE SAÚDE / MATERNIDADELat 12°36'46.83"S e Log 34°47'27.48"E
ESCOLA PRIMÁRIA DE MESSUMBALat 12°36'41.17"S e Log 34°47'32.08"E
ESCOLA SECUNDÁRIA DE MESSUMBALat 12°36'36.12"S e Log 34°47'39.37"E
RUÍNA DA CARPINTARIALat 12°36'48.96"S e Log 34°47'30.46"E
RUÍNA A CASA DO BISPO LUTUMBILat 12°36'46.99"S e Log 34°47'31.64"E
RUÍNA DO QUARTEL DOS COLONOSLat 12°36'45.11"S e Log 34°47'34.42"E
CEMITÉRIO DA MISSÃOLat 12°36'47.59"S e Log 34°47'23.34"E
ILat 12°36'32.64"S e Log 34°47'35.60"E
IILat 12°36'37.15"S e Log 34°47'46.79"E
IIILat 12°36'48.87"S e Log 34°47'31.61"E
IVLat 12°36'49.94"S e Log 34°47'22.79"E
VLat 12°36'41.05"S e Log 34°47'23.74"E
ALat 12°36'43.29"S e Log 34°47'33.02"E
BLat 12°36'54.95"S e Log 34°47'34.69"E
CLat 12°36'47.80"S e Log 34°47'31.08"E
DLat 12°36'44.86"S e Log 34°47'29.74"E
Texto do artigo · p. 2 Resolução n.º 53/2022
Texto do artigo · p. 2 de 27 de Dezembro
Texto do artigo · p. 2 Tornando-se necessário aprovar o Plano Anual de Contingência 2022-2023 que serve de base para o processo de mitigação e gestão de desastres, ao abrigo do disposto no artigo 31 da Lei n.º 10/2020, de 24 de Agosto, Lei que aprova o regime jurídico de Redução de Risco de Desastres, o Conselho de Ministros determina:
Número ou marcador · p. 2 Artigo 1. É aprovado o Plano Anual de Contingência 20222023, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
Número ou marcador · p. 2 Art. 2. A presente Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
Texto do artigo · p. 2 Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 22 de Novembro de 2022. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Adriano Afonso Maleiane.
Texto do artigo · p. 2 Plano Anual de Contingência 2022-2023
Texto do artigo · p. 2 Sumário Executivo
Texto do artigo · p. 2 Moçambique, devido à sua localização geográfica está exposto a vários riscos , A elevada frequência. A alternância e intensidade de eventos extremos tem causado a interrupção do funcionamento normal da sociedade retardando os esforços nacionais para desenvolvimento socioeconómico sustentável.
Texto do artigo · p. 2 Como tem acontecido anualmente o nosso País participou no 26o Fórum Regional de Previsão Climática para a África Austral (SARCOF), realizado em Agosto de 2022, onde foram divulgadas a previsão climática sazonal para a época 2022-2023 na SADC.
Texto do artigo · p. 2 Ao abrigo do disposto no Artigo 31 da Lei n.º10/2020 (Lei que estabelece o regime jurídico de Redução do Risco de Desastres), foi elaborado o actual Plano Nacional de Contingência 20222023 para responder aos riscos de desastres e mitigação dos
Texto do artigo · p. 2 1 A Lei n.º 10/2020 (Lei de Gestão e Redução do Risco de Desastres), de 24 de Agosto, no seu Artigo 12, considera Riscos ou Ameaças os seguintes fenómenos: Cheias, inundações, seca, ciclones, incêndios, queimadas, epidemias e pandemias, erosão, aluimentos de terras, derrames de hidrocarbonetos, terramotos ou maremotos e radiações nucleares, entre outros.
Texto do artigo · p. 3 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (27)
Texto do artigo · p. 3 seus impactos bem como assegurar, de forma coordenada, a assistência humanitária a eventuais vítimas e recuperação rápida, eficaz e eficiente a todos os níveis. A elaboração deste Plano de Contingência considerou como pressupostos, as previsões climáticas sazonais e sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde, para além de análise do comportamento da época chuvosa anterior, os factores de vulnerabilidade e a capacidade de contenção dos possíveis impactos.
Texto do artigo · p. 3 Segundo as previsões climáticas sazonais, nos períodos OND 2022 e JFM 2023, prevê-se a ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal nas zonas Sul e Centro do país. Prevê-se ainda, temperaturas mais quentes que o normal na zona norte do país, no período OND 2022 e nas províncias de Cabo Delgado e Nampula, no período JFM 2023.
Texto do artigo · p. 3 Em termos hidrológicos, para o período OND 2022 espera-se risco moderado a alto de ocorrência de cheias na bacia do Savane. Para o período JFM 2023 prevê-se risco moderado a alto de cheias nas bacias do Búzi, Púngoè, Megaruma, Montepuez e Messalo e, risco alto de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas do Savane, Namacurra, Licungo e Raraga.
Texto do artigo · p. 3 Para a Agricultura, perspectiva-se uma campanha agrícola boa, sobretudo nas zonas centro e norte considerando os níveis de satisfação hídrica das culturas durante os dois períodos (OND 2022 e JFM 2023). Necessidade de monitoria permanente para a região sul, onde o índice de satisfação hídrica é baixo à moderado.
Texto do artigo · p. 3 Para a Saúde, perspetiva-se alto risco de ocorrência de casos de malária nas zonas centro e norte do país no período OND 2022. E para o período JFM 2023, Províncias de Maputo, Tete, Zambézia e Nampula. Relativamente às doenças diarreicas, prevê-se alto risco da sua ocorrência nas províncias da Zambézia, Nampula, Cabo Delgado e Niassa, nos períodos OND 2022 e JFM 2023.
Texto do artigo · p. 3 Para as estradas e pontes, prevê-se ocorrência de danos e possíveis cortes, sobretudo nas estradas não revestidas, devido à influência do escoamento das bacias de Maputo, Umbeluzi-
Texto do artigo · p. 3 Movene, Incomáti, Mutamba, Inhanombe, Búzi, Púngoè e Licungo, nas Províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala e Zambézia, durante o período OND 2022. período JFM 2023, espera-se que seja mais severo em termos de ocorrência de danos e possíveis cortes ao longo de quase todo o país.
Texto do artigo · p. 3 A análise dos riscos a que o País está exposto, foi baseada análise das principais ameaças, dos elementos de vulnerabilidades e da capacidade do País conter o risco. Assim, foram desenhados cenários de população em risco nos seguintes termos:
Texto do artigo · p. 3 Cenário I – Um total de 1,172,297 pessoas em risco de serem afectadas por ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas. Cenário II – Fenómenos do Cenário I (ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas) adicionados à probabilidade de ocorrência de cheias e ciclones, elevando para 2,249,410, o número de pessoas em risco. Cenário III - Combinação do Cenário II acrescido a ocorrência de sismos, totalizando 2,289,616 o número de pessoas em risco.
Texto do artigo · p. 3 Com base nas análises técnicas feitas, associadas as experiências dos anos anteriores, chegou-se a conclusão de que o Cenário II é o mais provável de ocorrer no País sem, contudo, descartar a possibilidade de ocorrência do cenário extremo. Outros aspectos a ter em conta, na época 2021-2022 são (i) a situação da insegurança alimentar e nutricional que afecta cerca de 511 mil pessoas que necessitam de assistência imediata em bens alimentares, e a (ii) situação dos insurgentes e ataques armados em Cabo Delgado que geraram de cerca de 1.122.440 deslocados de guerra.
Texto do artigo · p. 3 O Orçamento Global projectado para responder aos eventos previstos no Cenário II, incluindo a Monitoria, Logística, Manuseamento e Transporte de bens para Assistência Humanitária é de cerca 12.5 mil milhões de meticais.
Texto do artigo · p. 3 A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie., está avaliada em cerca de 5.1 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente Plano Anual de Contingência é de cerca de 7.4 mil milhões de meticais.
Parágrafo · p. 4 2234 — (28) I SÉRIE — NÚMERO 249
Número ou marcador · p. 4 1. Introdução
Texto do artigo · p. 4 O Plano Anual de Contingência é o documento oficial do Governo de Moçambique que orienta as actividades multissectoriais de prontidão, resposta e rápida recuperação pós-desastres em Moçambique. Este documento é elaborado anualmente pelo Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRRD)1, com o envolvimento da Equipa Humanitária Nacional (HCT) 2. Os pressupostos para a elaboração do Plano de Contingência são: o balanço da época chuvosa anterior, a previsão climática sazonal3 e a sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde, os dados sismológicos, os impactos da acção humana e outras informações e a probabilidade de ocorrência de emergências complexas.
Texto do artigo · p. 4 O Plano de Contingência para a época 2022-2023 tem como objectivo as actividades multissectoriais de prontidão, resposta e rápida recuperação pós-desastres. Neste sentido, este Plano Anual de Contingência destaca os seguintes aspectos:
Número ou marcador · p. 4 a) principais riscos ou ameaças capazes de causar uma emergência;
Número ou marcador · p. 4 b) população em risco;
Número ou marcador · p. 4 c) actividades sectoriais de prontidão, resposta e recuperação pós-desastres;
Número ou marcador · p. 4 d) recursos materiais e financeiros necessários e disponíveis, incluindo os geridos pela Equipa Humanitária Nacional.
Texto do artigo · p. 4 O Plano de Contingência é elaborado com base em dados colhidos e sistematizados a nível local que depois sãos globalizados a nível central, através do Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres. O documento é seguidamente validado pelo Conselho Coordenador de Gestão e Redução do Risco de Desastres e posteriormente aprovado pelo Conselho de Ministros.
Número ou marcador · p. 4 2. Balanço da Época Chuvosa 2021-2022 em Moçambique 2.1 Balanço da Situação Meteorológica na época 2021-2022 A época chuvosa e ciclónica 2021-2022 foi marcada, de
Texto do artigo · p. 4 forma distinta, pela ocorrência de múltiplas ameaças, entre eles chuvas intensas, cheias, inundações urbanas e periurbanas, ventos fortes, descargas atmosféricas e uma intensa actividade ciclónica, que tiveram um impacto significativo sobre o tecido humano, infraestrutural e económico.
Texto do artigo · p. 4 As chuvas intensas, registadas no último trimestre de 2021, causaram cheias de baixa magnitude na região Sul do país. Paradoxalmente, os distritos áridos e semi-áridos das províncias da zona Sul e Centro do país, registaram uma precipitação fraca e irregular, causando algumas situações de estiagem.
Texto do artigo · p. 4 Na época chuvosa em referência,formaram-se 12 (doze) sistemas tropicais na bacia do sudoeste do Oceano índico, dos quais 4 (quatro), ANA, DUMAKO, GOMBE e JASMINE, atingiram o canal de Moçambique país, originando chuvas fortes que provocaram inundações urbanas e transbordo dos rios Púngoè, Licungo, Zambeze (sub-bacia de Licuar) na zona Centro, e Meluli e Lúrio a nível da zona Norte do País.
Texto do artigo · p. 4 2.2. Avaliação do Quadro Hidrológico 2021-2022
Texto do artigo · p. 4 As previsões climáticas para o período de Outubro, Novembro e Dezembro do ano 2021 indicavam a ocorrência de cheias de Risco Baixo nas bacias hidrográficas dos rios Inharrime, Govuro, Save, Púnguè, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. Risco Moderado de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas dos rios Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Zambeze e Savane.
Texto do artigo · p. 4 No período JFM 2022 indicava para: (i) risco baixo de ocorrência de cheias nas bacias do Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma(Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincias de Cabo Delgado e Nampula; (ii) risco Moderado nas bacias do Futi, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, Namacurra, Megaruma, Montepuez, e Messalo; e (iii) risco Moderado a alto nas bacias do Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Limpopo, Búzi, Púngoè, Savane e Licungo.
Texto do artigo · p. 4 Como consequência do registo de chuvas acima do normal no período JFM 2022 nas regiões centro e norte, as bacias de Búzi, Púngoé, Zambeze, Mecuburi e Messalo registaram cheias de magnitude moderada a alta, enquanto que as bacias de Savane, Zambeze na sub-bacia de revubue e licuari, Licungo, Namacurra, Ligonha, Meluli e bacias costeiras de Nampula registaram cheias de magnitude alta.
Texto do artigo · p. 4 No mesmo período, registaram-se ainda inundações urbanas nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane e Pemba. Por outro lado, registou-se erosão devido a chuvas nas cidades de Nacala Porto, Pemba e Ilha de Moçambique.
Texto do artigo · p. 4 2.3. Avaliação Geral da Campanha Agrícola 2021/22
Texto do artigo · p. 4 Relativamente a Campanha Agrícola 2021/2022, devido as chuvas excessivas, o aumento dos caudais dos principais rios, a passagem de tempestade e ciclone, foram afetados 81 Distritos nas províncias de: Nampula (20), Zambézia (14), Tete (15), Sofala (10), Manica (8), Maputo (8) e Gaza (6). Um total de 184.000 hectares de culturas diversas ficaram afectadas e cerca de 36.000 hectares foram consideradas perdidas, afectando cerca de 117.000 produtores.
Texto do artigo · p. 4 Por outro lado, devido a irregularidade e períodos longos de ausência de chuvas, os distritos semi-áridos das províncias da região Sul e Centro ficaram afectados pela estiagem. O destaque vai para as províncias de Gaza e Inhambane, onde a distribuição espaço – temporal foi irregular nos meses de Janeiro e Fevereiro, na fase vegetativa das plantas.
Texto do artigo · p. 4 Os dados preliminares, apontam para cerca de 60.000 hectares de culturas diversas afectadas, com destaque para milho, feijão nhemba e amendoim consideradas perdidas. Os distritos mais afectados em Gaza foram: Chigubo, Guijá, Chicualacula e Massangena. Em Inhambane foram afectados os distritos de Govuro, Vilankulo, Inhasoro, Funhalouro, Mabote, Homoíne, Panda e Zavala.
Texto do artigo · p. 4 1 Integram o CTGRRD sectores ou instituições do Governo ligadas a prevenção, gestão e redução do risco de desastres 2 A HCT é constituída pelas Agências do Sistema das Nações Unidas e Organizações da Sociedade Civil que trabalham na área de redução do Risco de Desastres. 3 A previsão Climática Sazonal é feita anualmente em Agosto pelo Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática (SARCOF) e mostra a provável distribuição espacial da
Texto do artigo · p. 4 quantidade e queda de chuvas na SADC entre os meses de Outubro e Março.
Texto do artigo · p. 5 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (29)
Texto do artigo · p. 5 No subsector da pecuária, ficaram afectados cerca de 53.467 animais e morreram 168.428 bovinos, 733.038 pequenos ruminantes,434.329 suinos e3.044.773 aves. Ficaram igualmente danificados527 Infra-estruraspecuárias entre currais, corredores de tratamento, capoeiras e aviários.
Texto do artigo · p. 5 2.4. Situação Epidemiológica durante a época 2021/2022
Texto do artigo · p. 5 No trimestre Outubro, Novembro e Dezembro de 2021 foi registada a ocorrência de casos de diarreias, caso de malaria e cólera. No total foram registados 123.327 casos de diarreias e 29 óbitos (Taxa de letalidade=0,02%). Quanto a malária foram registados 1.395.209 casos e 149 óbitos (taxa de letalidade=0,01%).
Texto do artigo · p. 5 O segundo trimestre Janeiro, Fevereiro e Março de 2022, foram registados um total de 162.694 casos de diarreia e 30 óbitos (taxa de letalidade de 0,02%) e um total de 2.318.661 casos de malária e 144 óbitos (taxa de letalidade de 0.006 %).
Texto do artigo · p. 5 Relativamente a cólera, o país registou no trimestre Outubro, Novembro e Dezembro de 2021, um total de 24 casos sem Óbitos. No período de Janeiro, Fevereiro e Março/2022, registou-se um total de 4.362 casos e 17 foram óbitos com uma taxa de letalidade de 0.4%, nas Províncias de Niassa, Cabo Delgado, Sofala e Tete.
Texto do artigo · p. 5 2.5. Impacto dos eventos extremos registados na época chuvosa e ciclónica 2021-2022
Texto do artigo · p. 5 As chuvas, ventos fortes e descargas atmosféricas registadas na época chuvosa e ciclónica 2021-2022 provocaram 142 óbitos
Texto do artigo · p. 5 a lamentar e afectaram 1.092.998 pessoas. Ficaram destruídas 95.052 casas, 1136 fontes de água, 27 sistemas de abastecimento de água, 8.785 km de estrada, 23 pontes, 14 aquedutos, 3 passagens molhadas, 8 pontões, 1,784 postos de energia de baixa tensão, 1,394 de média tensão, 34 Postos de Transformação, 90.5 km de linhas de baixa tensão, 189,6 km de média tensão, 2.138 escolas, 5.446 salas de aula, afectando 611.557 alunos e 11.594 professores.
Texto do artigo · p. 5 2.6. Nível de Resposta na época 2021-2022
Texto do artigo · p. 5 No período em referência, foram distribuídos 1.100 toneladas de bens alimentares e não alimentares para cerca de 286.639 mil pessoas, correspondentes a 57.327 famílias afectados pelas intempéries e deslocados internos.
Texto do artigo · p. 5 Note-se que o Plano de Contingência previa, no cenário II, um orçamento de cerca de 10 mil milhões de meticais, e as contribuições do Governo e parceiros (monetárias e em espécie) cobriram cerca de 2.2 Mil Milhões de meticais, havendo um défice de cerca de 7.7 Mil Milhões de Meticais.
Número ou marcador · p. 5 3. Previsão Climática Sazonal 2022/2023 e Interpretação Para Hidrologia, Agricultura e Saúde
Texto do artigo · p. 5 3.1. Previsão da Precipitação para o Período de Outubro 2022 à Março de 2023
Texto do artigo · p. 5 Para o trimestre Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2022, o INAM prevê a ocorrência de:
Texto do artigo · p. 5 Previsão Climática da Precipitação: OND 2022 INAM N 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal Abaixo do normal para normal km 0 200 400 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E
Texto do artigo · p. 5 Figura 1: Antevisão da precipitação para o período OND 2022
Parágrafo · p. 6 2234 — (30) I SÉRIE — NÚMERO 249
Texto do artigo · p. 6 i. chuvas normais com tendência para acima do normal: para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e os distritos a sueste da província de Tete e os distritos do sudoeste a sul da província da Zambézia; ii. chuvas normais: para grande extensão da província de Tete, os distritos no sul a centro-nordeste da província da Zambézia; iii. chuvas normais com tendência para abaixo do normal: nos distritos a norte da província da Zambézia, toda extensão das províncias de Nampula, Cabo Delgado e Niassa.
Texto do artigo · p. 6 Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2023 (JFM) prevê-se:
Texto do artigo · p. 6 Previsão Climática da Precipitação: JFM 2023 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal Abaixo do normal para normal km 0 200 400 30°E 34°E 38°E 42°E
Texto do artigo · p. 6 Figura 2: Antevisão da precipitação para o período JFM - 2023
Texto do artigo · p. 6 i. chuvas normais com tendência para acima do normal: para toda a extensão das províncias de Maputo, Gaza, Manica, Sofala e Tete, grande extensão da província da Zambézia e os distritos do sul a sudoeste da província de Niassa;
Texto do artigo · p. 6 ii. chuvas normais: para os distritos a norte da província da Zambézia, distritos a oeste da província de Nampula e alguns distritos na parte central da província de Niassa; iii. chuvas normais com tendência para abaixo do normal: para a província de Cabo Delgado, grande extensão da província de Nampula e alguns distritos a norte e nordeste da província de Niassa.
Texto do artigo · p. 6 3.1.1. Antevisão Climática para Temperatura Máxima em Moçambique
Texto do artigo · p. 6 Para o período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2022, há uma maior probabilidade de ocorrência de:
Texto do artigo · p. 6 Previsão Climática da Temperatura Máxima: OND 2022 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal km 0 250 500 30°E 34°E 38°E 42°E
Texto do artigo · p. 6 Figura 3: Antevisão da Temperatura para o período OND 2022
Texto do artigo · p. 6 i. temperatura normal com tendência para a abaixo da normal: para toda a extensão das províncias de Maputo, Gaza e Inhambane, os distritos a sul das províncias de Manica e Sofala; ii. temperatura normal: para toda a extensão da província de Tete, os distritos na parte central a norte das províncias de Manica e Sofala, grande extensão da província da Zambézia, os distritos no extremo sudoeste da província de Niassa e sul de Nampula; iii. temperatura normal com tendência para acima do normal: em toda extensão da província de Cabo Delgado e Nampula e grande extensão da província de Niassa.
Texto do artigo · p. 7 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (31)
Texto do artigo · p. 7 Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2023 há uma maior probabilidade de ocorrência de:
Texto do artigo · p. 7 Previsão Climática da Temperatura Máxima: JFM 2023 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal km 0 250 500
Texto do artigo · p. 7 Figura 4: Antevisão da Temperatura para o período JFM-2023.
Texto do artigo · p. 7 i. temperatura normal com tendência para abaixo do normal: para toda a extensão das províncias de Manica, Sofala e Tete, os distritos no sudoeste da província da Zambézia, noroeste da província de Niassa, norte das províncias de Gaza e Inhambane; ii. temperatura normal: para toda extensão da província de Maputo, grande extensão das províncias de Gaza, Inhambane, Zambézia e Niassa, os distritos a oeste das províncias de Nampula e Cabo Delgado; iii. temperatura normal com tendência para acima do normal: para grande extensão da província de Nampula e metade leste da província de Cabo Delgado.
Parágrafo · p. 8 2234 — (32) I SÉRIE — NÚMERO 249
Texto do artigo · p. 8 3.2. Previsão Hidrológica 2022/2023
Texto do artigo · p. 8 Período OND 2022
Período OND 2022 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Ba. Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Savane, Zambeze e Licungo.
Número ou marcador · p. 8 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Ba. Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado.
Período OND 2022 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Ba. Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Savane, Zambeze e Licungo.
Número ou marcador · p. 8 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Savane, Zambeze e Licungo.
Período OND 2022 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Ba. Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Savane, Zambeze e Licungo.
Texto do artigo · p. 8 Figura 5: Previsão Hidrológica para OND2022 Período JFM 2023
Período JFM 2023 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
Número ou marcador · p. 8 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula.
Período JFM 2023 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
Número ou marcador · p. 8 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo.
Período JFM 2023 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
Número ou marcador · p. 8 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo. Figura 6: Previsão Hidrológica para JFM2023
Período JFM 2023 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
Texto do artigo · p. 8 N Cidades Capitais Bacias Baixo Moderado Moderado a alto 0 100 200 Km Fonte: DNGHR/UCCS, 2022
Texto do artigo · p. 9 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (33)
Texto do artigo · p. 9 PROGNÓSTICO HIDROLÓGICO JFM 2023- AJUSTADA A ACTIVIDADE CICLÓNICA
Texto do artigo · p. 9 Prognóstico Hidrológico JFM 2023- Ajustada a Actividade Ciclónica
Número ou marcador · p. 9 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula.
1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
Número ou marcador · p. 9 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo.
1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
Número ou marcador · p. 9 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
Número ou marcador · p. 9 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula.
1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
Número ou marcador · p. 9 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo.
1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
Número ou marcador · p. 9 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
Texto do artigo · p. 9 N 0 100 200 km Fonte: DNGRH/INCG, 2022
Texto do artigo · p. 9 Figura 7: Prognóstico hidrológico JFM 2023- ajustada a actividade ciclónica
Texto do artigo · p. 9 3.2.1. Risco de Inundações Urbanas- OND-2022 &JFM-2023
Texto do artigo · p. 9 As inundações constituem uma ameaça para as cidades moçambicanas, particularmente as densamente habitadas, e onde os sistemas de drenagem funcionam com alguma deficiência. Algumas Cidades e Vilas susceptíveis de serem afectadas pelas inundações urbanas estão alistadas na tabela 1.
Texto do artigo · p. 9 Tabela 1: Cidades e Vilas vulneráveis a inundações por região
Texto do artigo · p. 9 REGIÕES SUL CENTRO NORTE Vilas e Cidades Vulneráveis a inundações Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova Mambone Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa Nacala Porto Cuamba Lichinga
REGIÕESSULCENTRONORTE
Vilas e Cidades Vulneráveis a inundaçõesXai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova MamboneZumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da CostaNacala Porto Cuamba Lichinga
Texto do artigo · p. 9 REGIÕES Vilas e Cidades Vulneráveis a inundações SUL Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova Mambone CENTRO Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa NORTE Nacala Porto Cuamba Lichinga
REGIÕESSULCENTRONORTE
Vilas e Cidades Vulneráveis a inundaçõesXai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova MamboneZumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da CostaNacala Porto Cuamba Lichinga
Parágrafo · p. 10 2234 — (34) I SÉRIE — NÚMERO 249
Texto do artigo · p. 10 Para o controlo e gestão de inundações urbanas, para o ano 2022-2023 foram elaborados mapas de risco de inundação para as cidades de Maputo, Matola e Beira, tendo em conta o grau de vulnerabilidade e os seguintes pressupostos: (i) interpretação quantitativa das previsões do SARCOF e do INAM, (ii) topografia do terreno e (iii) existência de infra-estruturas de drenagem, (iv) simulação de actividade ciclónica.
Texto do artigo · p. 10 Assim, no ano hidrológico 2022-2023 há Risco Alto de ocorrência de inundações urbanas nos Bairros a baixo indicados:
Texto do artigo · p. 10 Cidade Bairros Maputo Cidade Costa do Sol, Muntanhane, Polana Caniço A e B, Central C, parte de Malanga, Chamanculo B e C, Luís Cabral, Micajuine, Magoanine Mafalala, Urbanização, Xipamanine, parte de Jorge Dimetrov. Matola Alto – Trevo, Matola, AC,D e F, Fomento, parte de Tsalala, Vale de Infulene, Machava A e Liberdade, Mussumbuluco, parte de Km15, Nkobe, Parte de Malhampsene. Pemba Chuiba, Eduardo Mondlane, Natite, Ingonane, Paquetequete e Sul e Norte de Carioca. Quelimane Aeroporto, Santágua, Cança, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita Beira Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite, Maraza, Nhangau e Tchondja.
CidadeBairros
Maputo CidadeCosta do Sol, Muntanhane, Polana Caniço A e B, Central C, parte de Malanga, Chamanculo B e C, Luís Cabral, Micajuine, Magoanine Mafalala, Urbanização, Xipamanine, parte de Jorge Dimetrov.
MatolaAlto – Trevo, Matola, AC,D e F, Fomento, parte de Tsalala, Vale de Infulene, Machava A e Liberdade, Mussumbuluco, parte de Km15, Nkobe, Parte de Malhampsene.
PembaChuiba, Eduardo Mondlane, Natite, Ingonane, Paquetequete e Sul e Norte de Carioca.
QuelimaneAeroporto, Santágua, Cança, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita
BeiraInduda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite, Maraza, Nhangau e Tchondja.
Texto do artigo · p. 10 3.3. Interpretação da Previsão da Época Chuvosa 2022-2023 para Agricultura
Texto do artigo · p. 10 i. período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND-2022) Índice de Satisfação Hídrica das Culturas (ISNH) - Período de OND-2022
Texto do artigo · p. 10 i. região Norte: Espera-se índice Baixo (<60%): Toda a região ii. região Centro:
i. região Norte: Espera-se índice Baixo (<60%): Toda a região ii. região Centro: a) índice Moderado (60 à 85 %). Tete e Zambézia b) índice alto (85 -100%). Manica e Sofala iii. região Sul: a) índice moderado (quase toda a região 60 - 85%):
Número ou marcador · p. 10 a) índice Moderado (60 à 85 %). Tete e Zambézia
i. região Norte: Espera-se índice Baixo (<60%): Toda a região ii. região Centro: a) índice Moderado (60 à 85 %). Tete e Zambézia b) índice alto (85 -100%). Manica e Sofala iii. região Sul: a) índice moderado (quase toda a região 60 - 85%):
Número ou marcador · p. 10 b) índice alto (85 -100%). Manica e Sofala iii. região Sul:
i. região Norte: Espera-se índice Baixo (<60%): Toda a região ii. região Centro: a) índice Moderado (60 à 85 %). Tete e Zambézia b) índice alto (85 -100%). Manica e Sofala iii. região Sul: a) índice moderado (quase toda a região 60 - 85%):
Número ou marcador · p. 10 a) índice moderado (quase toda a região 60 - 85%):
i. região Norte: Espera-se índice Baixo (<60%): Toda a região ii. região Centro: a) índice Moderado (60 à 85 %). Tete e Zambézia b) índice alto (85 -100%). Manica e Sofala iii. região Sul: a) índice moderado (quase toda a região 60 - 85%):
Texto do artigo · p. 10 Figura 7: Previsão de ISNH - OND – 2022 ii. período de Janeiro-Fevereiro-Marco (JFM-2023) - ISNH i. região Norte: a) Em geral, espera-se índice moderado (60 à 85%). ii. região Centro:
i. região Norte: a) Em geral, espera-se índice moderado (60 à 85%). ii. região Centro: a) índice alto (85 – 100%): Manica e Sofala e b) índice moderado (60 -85%): Tete e norte da Zambézia. iii. região Sul: Espera-se índice moderado (60 – 85%).
Número ou marcador · p. 10 a) índice alto (85 – 100%): Manica e Sofala e
i. região Norte: a) Em geral, espera-se índice moderado (60 à 85%). ii. região Centro: a) índice alto (85 – 100%): Manica e Sofala e b) índice moderado (60 -85%): Tete e norte da Zambézia. iii. região Sul: Espera-se índice moderado (60 – 85%).
Número ou marcador · p. 10 b) índice moderado (60 -85%): Tete e norte da Zambézia. iii. região Sul: Espera-se índice moderado (60 – 85%). Figura 8: Previsão de ISNH- JFM – 2023
i. região Norte: a) Em geral, espera-se índice moderado (60 à 85%). ii. região Centro: a) índice alto (85 – 100%): Manica e Sofala e b) índice moderado (60 -85%): Tete e norte da Zambézia. iii. região Sul: Espera-se índice moderado (60 – 85%).
Texto do artigo · p. 10 ii. período de Janeiro-Fevereiro-Março (JFM-2023) - ISNH
Texto do artigo · p. 10 3.4. Interpretação da previsão da época chuvosa 2022/2023 na Saúde
Texto do artigo · p. 11 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (35)
Texto do artigo · p. 11 3.4. Interpretação da previsão da época chuvosa 2022/2023 na Saúde 3.4.1 No que tange a Malária, espera-se:
Texto do artigo · p. 11 i. período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2022:
Texto do artigo · p. 11 i. alto risco na parte central da província de Tete, a sul da província de Zambézia e a noroeste da província de Sofala. ii. risco moderado em quase toda a extensão das províncias de Inhambane e Sofala, na parte norte da província de Manica, no extremo nordeste da província de Tete, bem como a oeste da província de Tete.
i. alto risco na parte central da província de Tete, a sul da província de Zambézia e a noroeste da província de Sofala. ii. risco moderado em quase toda a extensão das províncias de Inhambane e Sofala, na parte norte da província de Manica, no extremo nordeste da província de Tete, bem como a oeste da província de Tete.
Texto do artigo · p. 11 N 0 100 km Casos Prováveis de Malária: Previsão OND 2022 Baixo Médio Alto INAM
Texto do artigo · p. 11 Figura 9: Interpretação para a saúde - Malária - OND 2022 i. alto risco na área central da província de Nampula, e a noroeste da província de Zambézia. ii. risco moderado no extremo norte da província de Nampula, na parte central da província de Zambézia e a sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado. Figura 10: Interpretação para a saúde - Malária - JFM 2023
i. alto risco na área central da província de Nampula, e a noroeste da província de Zambézia. ii. risco moderado no extremo norte da província de Nampula, na parte central da província de Zambézia e a sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado.
Texto do artigo · p. 11 N 0 100 km Casos Prováveis de Malária: Previsão JFM 2023 Baixo Médio Alto INAM
Texto do artigo · p. 11 3.4.2 Previsão de ocorrência de caso de diarreias: i. período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) 2022: < 5 anos
Parágrafo · p. 12 2234 — (36) I SÉRIE — NÚMERO 249
Texto do artigo · p. 12 3.4.2 Previsão de ocorrência de caso de diarreias: i. período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) 2022: < 5 anos
Número ou marcador · p. 12 4. Análise do Risco de Desastres
Texto do artigo · p. 12 i. alto risco na área central da província de Sofala; ii. risco moderado em toda extensão das províncias de Niassa, Tete, Zambézia, Nampula, Maputo Cidade e província, na área norte das províncias de Manica e Inhambane e no extremo sul da Província de Cabo Delgado .
i. alto risco na área central da província de Sofala; ii. risco moderado em toda extensão das províncias de Niassa, Tete, Zambézia, Nampula, Maputo Cidade e província, na área norte das províncias de Manica e Inhambane e no extremo sul da Província de Cabo Delgado .
Texto do artigo · p. 12 150 km Casos Previstos de Diarreia - OND 2022 < 5 anos Baixo Médio Alto
Texto do artigo · p. 12 Figura 11: Interpretação para a saúde - diarreia - OND 2022 i. para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) 2023: < 5 anos i. alto risco em quase toda extensão das províncias de Maputo e Cidade de Maputo, bem como na área central da província de Nampula. ii. risco moderado na área norte das província de Nampula, Zambézia, a sul das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e a noroeste da província de Maputo. Figura 12: Interpretação para a saúde - diarreia - JFM 2023
i. alto risco em quase toda extensão das províncias de Maputo e Cidade de Maputo, bem como na área central da província de Nampula. ii. risco moderado na área norte das província de Nampula, Zambézia, a sul das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e a noroeste da província de Maputo.
Texto do artigo · p. 12 Casos Previstos de Diarreia - JFM 2023 < 5 anos Baixo Médio Alto 150 km
Texto do artigo · p. 12 As previsões indicam um risco moderado para a ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas de Inhanombe, Mutamba, Limpopo, Sve, Zambeze, bacias costeiras da provincia da Zambézia e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo; risco moderado a alto nas bacias de Maputo, Umbeluzi, Incomati, Búzi, Pungoé, Savane e Licungo. Adicionalmente, poderão ocorrer inundações urbanas nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane, Pemba e Lichinga. Por outro lado há probabilidade de ocorrência de erosão nas cidades de Pemba e Nacala Porto.
Número ou marcador · p. 12 4. 1 Principais Riscos e Ameaças
Texto do artigo · p. 12 A previsão climática sazonal para a época chuvosa e ciclónica 2022/2023 indica que, no geral, há uma previsão de ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal nas regiões Sul e Centro do país, bem como, de vendavais, descargas atmosféricas e ciclones tropicais. As temperaturas das águas superficiais no Oceano Índico associado aos factores climáticos de escala global (ENSO), regionais (IOD) e locais serão determinantes para a ocorrência de chuvas acima do normal na presente época chuvosa e ciclónica.
Texto do artigo · p. 13 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (37)
Texto do artigo · p. 13 Maior atencão ainda às cheias que podem resultar de descargas provenientes dos países vizinhos, isto é, bacias do Maputo, Umbeluzi, Incomati, Limpopo e Zambeze.
Texto do artigo · p. 13 Há ainda a probabilidade de eclosão de doenças de origem
Texto do artigo · p. 13 hídrica, como diarreias, incluindo a cólera e malária, pbem como pragas e bolsas de seca e insegurança alimentar e nutricional (sobretudo nas zonas áridas e semiáridas), são outros factores a ter em conta durante toda a época chuvosa e ciclónica.
Número ou marcador · p. 13 4. 2 Factores de Vulnerabilidade Os principais factores de vulnerabilidade às ameaças acima
Texto do artigo · p. 13 identificadas, são:
Número ou marcador · p. 13 a) instabilidade social devido ao terrorismo em algumas regiões das províncias de Cabo Delgado e Nampula;
Número ou marcador · p. 13 b) insuficiência de infra-estruturas para o controlo e gestão do fluxo de escoamentos de água de montante, sobretudo provenientes de nove rios internacionais;
Número ou marcador · p. 13 c) existência de zonas áridas e semiáridas com aglomerados populacionais dispersos e limitado acesso a recursos hídricos;
Número ou marcador · p. 13 d) longa extensão do território nacional localizada na zona de convergência intertropical, com limitada capacidade de contenção ou resiliência humana e infra-estrutural;
Número ou marcador · p. 13 e) existência de zonas sísmicas activas com elevados aglomerados populacionais sem conhecimento do risco a que estão sujeitos;
Número ou marcador · p. 13 f) implantação de infraestruturas públicas, privadas, sociais e assentamento humanos em zonas de risco ou ameaças (descritas no Artigo 12 da Lei n.º 10/2020, de 24 de Agosto) sem observância de padrões técnicos de segurança;
Número ou marcador · p. 13 g) insuficiente preparação do País e dos seus cidadãos para enfrentarem eficazmente o risco de desastres na dimensão actual;
Número ou marcador · p. 13 h) fraca capacidade de adaptação das comunidades, associado ao rápido crescimento demográfico e ocupação desordenada de zonas naturais de escoamento e de retenção temporária das águas das cheias;
Número ou marcador · p. 13 i) insuficiente implementação dos instrumentos de planeamento e ordenamento territorial;
Número ou marcador · p. 13 j) falta de áreas demarcadas e reservadas a inundação em situação de cheias;
Número ou marcador · p. 13 k) ineficiente implementação de medidas de redução do risco e aumento da resiliência nas infra-estruturas públicas;
Número ou marcador · p. 13 l) existência de pontes chave não reabilitadas;
Número ou marcador · p. 13 m) degradação dos diques de protecção ao longo das bacias mais vulneráveis a cheias;
Número ou marcador · p. 13 n) instabilidade social devido ao terrorismo em algumas regiões das províncias de Cabo Delgado e Nampula; e
Número ou marcador · p. 13 o) ocorrência de 4 (quatro) sistemas tropicais na bacia do sudoeste do Oceano índico, que atingiram o nosso país (ANA, DUMAKO, GOMBE e JASMINE), cujos impactos ainda se fazem se sentir e o processo de recuperação ainda está em cusro.
Número ou marcador · p. 13 4. 3 Factores de Contenção
Texto do artigo · p. 13 A necessidade de adopção de medidas de redução de risco de desastres em Moçambique é contextual e de carácter sócioeconómico imperativo devido aos múltiplos e recorrentes choques que afectam o país, por um lado. Por outro, a integração de medidas de gestão e redução de risco de desastres nas principais Políticas Públicas como o Programa Quinquenal do Governo 2019-2024 e o Plano Director para Redução do Risco de Desastres 2017-2030 refletem os avanços e firmeza do Governo nesta direcção.
Texto do artigo · p. 13 Abaixo apresentam-se as principais medidas e acções (implementadas e em curso) que concorrem para a redução da vulnerabilidade:
Número ou marcador · p. 13 a) melhorado o acesso à informação hidro-meteorológica e garantia da emissão de avisos e alertas com maior precisão e confiabilidade sobre a iminência de perigos, em tempo quase real para a tomada de decisão operacional a vários níveis;
Número ou marcador · p. 13 b) desenvolvido um sistema de previsão de cheias/ inundações e modelos de monitoria e previsão de ciclones e secas hidrológicas com foco para as bacias hidrográficas, propensas as cheia e inundações;
Número ou marcador · p. 13 c) instalados sensores de alerta nas comunidades mais propensas aos eventos extremos;
Número ou marcador · p. 13 d) operacionalizada a rede de estações do sistema de aviso de cheias, entre elas 30 pluviométricas e 33 hidrométricas, para a monitoria hidrológica;
Número ou marcador · p. 13 e) operacionalização de 100 rádios comunitárias que usam línguas locais para a divulgação de mensagens sobre as medidas preventivas sobre a probabilidade de ocorrência de eventos extremos;
Número ou marcador · p. 13 f) capacitação contínua das comunidades através da criação e revitalização de Comités Locais de Gestão e Redução do Risco de Desastres em locais mais propensos a eventos extremos;
Número ou marcador · p. 13 g) fortalecidos sistemas de gestão de informação e comunicação, com recurso a tecnologias modernas de informação e comunicação;
Número ou marcador · p. 13 h) disponibilidade de veículos aéreos não tripulados, drones, usados para avaliação rápida do impacto do desastre assim como mapeamento das zonas de risco;
Número ou marcador · p. 13 i) realizadas actividades de controlo de focos de infecção de cólera; e
Número ou marcador · p. 13 j) realizadas campanhas de saúde e nutrição para o rastreio de crianças em situação de desnutrição aguda, suplementação com Vitamina A, desparasitação, vacinação e tratamento das doenças mais frequentes na infância.
Texto do artigo · p. 13 4.4. Cenários
Texto do artigo · p. 13 Em função das previsões climáticas sazonais para a região e a sua interpretação para o contexto nacional nas componentes de meteorologia, hidrologia, agricultura e saúde, foram desenvolvidos três cenários de população em risco que são descritos e apresentados abaixo. De salientar que o elevado número de pessoas em risco na presente época chuvosa e ciclónica nos diferentes cenários, deve-se ao facto de ter-se registado, na época passada, a ocorrência de escassêz de precipitação e estiagem, principalmente nas províncias de Gaza e Inhambane, por um lado, e por outro, a ocorrência de sistemas tropicais (ANA, DUMAKO, GOMBE e JASMINE), cujos impactos ainda se fazem sentir e o processo de recuperação ainda está em curso.
Texto do artigo · p. 13 4.5. Cenário I
Texto do artigo · p. 13 O Cenário I é composto por ameaças localizadas de pequena magnitude e curta duração, mas com impacto sobre as camadas populacionais mais vulneráveis. Este cenário inclui (i) ventos Fortes, (ii) inundações urbanas e periurbanas e (iii) seca que poderão ocorrer em diferentes regiões do País. Em algumas situações há possibilidade de ocorrência de descargas atmosféricas.
Parágrafo · p. 14 2234 — (38) I SÉRIE — NÚMERO 249
Texto do artigo · p. 14 As cidades de Maputo, Matola, Beira, Dondo, Quelimane, Lichinga, Cuamba e Xai – Xai poderão registar inundações urbanas. Igualmente, espera-se ocorrência de estiagem/Stress hídrico, sobretudo nas provincias de Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala e Zambézia, Pondo em risco o desenvolvimento das culturas.
Texto do artigo · p. 14 Nesse contexto, estima-se que 1.172.297 pessoas estejam em risco caso ocorram ventos fortes, inundações e seca (ver tabela 1).
Texto do artigo · p. 14 Tabela 2: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I
Texto do artigo · p. 14 Província População em Risco no cenário I Ventos fortes Inundações (Cidades e Vilas) Seca Total do Cenário I Cabo Delgado 22,900 1,720 24,620 Niassa 9,630 10,063 3,144 22,837 Nampula 18,291 1,875 0 20,166 ZambéziaZambezia 33,230 20,264 32,344 85,838 Tete 2,545 404 151,399 154,348 Manica 31,323 4,820 27,963 64,106 Sofala 26,008 128,291 32,588 186,887 Inhambane 63,939 37,278 123,726 224,943 Gaza 21,173 14,328 271,744 307,245 Maputo Província 22,502 18,213 27,362 68,077 Maputo Cidade 1,166 11,669 395 13,230 Total 252,707 248,925 670,665 1,172,297
ProvínciaPopulação em Risco no cenário I
Ventos fortesInundações (Cidades e Vilas)SecaTotal do Cenário I
Cabo Delgado22,9001,72024,620
Niassa9,63010,0633,14422,837
Nampula18,2911,875020,166
ZambéziaZambezia33,23020,26432,34485,838
Tete2,545404151,399154,348
Manica31,3234,82027,96364,106
Sofala26,008128,29132,588186,887
Inhambane63,93937,278123,726224,943
Gaza21,17314,328271,744307,245
Maputo Província22,50218,21327,36268,077
Maputo Cidade1,16611,66939513,230
Total252,707248,925670,6651,172,297
Texto do artigo · p. 14 Tabela 2: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I 4.4.1. Cenário II O Cenário II é a combinação dos riscos ou ameaças do Cenário I (ventos fortes, inundações urbanas e periurbanas e Seca) com a probabilidade de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas e de ciclones. Neste cenário estima-se que 2.249.410 pessoas estejam em risco, das quais 553.206 pessoas em risco de cheias e 523.907 pessoas em risco de ciclones (– Tabela 2). Considerando este cenário poder-se-á registar cheias de risco sobre as bacias de Inhambane, Mutamba, Zambeze, bacias costeiras da província da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo; risco moderado a alto nas bacias de Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Pungóe, Savane; e risco alto nas bacias de Búzi, Púngoè e Licungo. Adicionalmente, poderão ocorrer inundações urbanas nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane, Pemba e Lichinga. Por outro lado há probabilidade de ocorrência de erosão nas cidades de Pemba e Nacala Porto. As províncias de Niassa e Tete não apresentam risco de serem afectadas por ciclones tropicais devido a sua localização. Tabela 3: Cenário II - População em Risco
População em Risco no cenário I
Inundações (Cidades e Vilas)
ProvínciaVentos fortesSecaTotal do Cenário I
Cabo Delgado22,9001,72024,620
Niassa9,63010,0633,14422,837
Nampula18,2911,875020,166
Zambézia33,23020,26432,34485,838
Tete2,545404151,399154,348
Manica31,3234,82027,96364,106
Sofala26,008128,29132,588186,887
Inhambane63,93937,278123,726224,943
Gaza21,17314,328271,744307,245
Maputo Província22,50218,21327,36268,077
Maputo Cidade1,16611,66939513,230
Total252,707248,925670,6651,172,297
Texto do artigo · p. 14 4.4.1. Cenário II
Texto do artigo · p. 14 4.4.1. Cenário II O Cenário II é a combinação dos riscos ou ameaças do Cenário
Texto do artigo · p. 14 costeiras da provincia da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo; risco moderado a alto nas bacias de Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Pungoé, Savane; e risco alto nas bacias de Búzi, Púngoe e Licungo. Adicionalmente, poderão ocorrer inundações urbanas nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane, Pemba e Lichinga. Por outro lado há probabilidade de ocorrência de erosão nas cidades de Pemba e Nacala Porto.
Texto do artigo · p. 14 I (ventos fortes, inundações urbanas e periurbanas e Seca) com a probabilidade de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas e de ciclones. Neste cenário estima-se que 2.249.410 pessoas estejam em risco, das quais 553.206 pessoas em risco de cheias e 523.907 pessoas em risco de ciclones – (Tabela 2).
Texto do artigo · p. 14 O Cenário II é a combinação dos riscos ou ameaças do Cenário I (ventos fortes, inundações urbanas e periurbanas e Seca) com a probabilidade de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas e de ciclones. Neste cenário estima-se que 2.249.410 pessoas estejam em risco, das quais 553.206 pessoas em risco de cheias e 523.907 pessoas em risco de ciclones – (Tabela 2).
Texto do artigo · p. 14 Considerando este cenário poder-se-á registar cheias de risco moderado nas bacias de Inhanombe, Mutamba, Zambeze, bacias
Texto do artigo · p. 14 As províncias de Niassa e Tete não apresentam risco de serem afectadas por ciclones tropicais devido a sua localização.
Texto do artigo · p. 14 Considerando este cenário poder-se-á registar cheias de risco moderado nas bacias de Inhanombe, Mutamba, Zambeze, bacias costeiras da provincia da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo; risco , Save, Búzi, Pungoé, Savane; poderão ocorrer inundações ur ga. Por outro lado há probabilidade
Texto do artigo · p. 14 Tabela 3: Cenário II - População em Risco
Texto do artigo · p. 14 Províncias moderado a alto n e risco alto nas b Cenário I as bacias d acias de Bú Risco de cheias e Maputo, Um zi, Púngoe e Li Risco de ciclones beluzi, Inco cungo. Adic Total do Cenário II mati, Limpopo, ionalmente, urbanasCabo Delgadonas cidades d e Maputo,24,620M atola, Beira,5,100Q uelimane,24,100P emba e53,820Lichinga. Niassa de ocorrênci a de erosão22,837 nas cidades14,236de Pemba e-Na cala Porto.37,073 Nampula 20,166 3,064 96,359 119,589 deZambéziaNiassa e Tete nã o apresentam85,838 risco de49,365serem afectadas23,179 por ciclones158,382 Tete 154,348 9,006 163,354 Manica 64,106 21,904 26,446 112,456 Sofala 186,887 339,343 287,319 813,549 Inhambane 224,943 7,251 58,371 290,565 Gaza 307,245 89,831 1,000 398,076 Maputo Província 68,077 14,106 5,104 87,287 Maputo Cidade 13,230 - 2,029 15,259 Total 1,172,297 553,206 523,907 2,249,410
Províncias moderado a alto n e risco alto nas bCenário I as bacias d acias de BúRisco de cheias e Maputo, Um zi, Púngoe e LiRisco de ciclones beluzi, Inco cungo. AdicTotal do Cenário II mati, Limpopo, ionalmente,
urbanasCabo Delgadonas cidades de Maputo,24,620Matola, Beira,5,100Quelimane,24,100Pemba e53,820Lichinga.
Niassa de ocorrência de erosão22,837nas cidades14,236dePemba e-Nacala Porto.37,073
Nampula20,1663,06496,359119,589
deZambéziaNiassa e Tete não apresentam85,838risco de49,365seremafectadas23,179por ciclones158,382
Tete154,3489,006163,354
Manica64,10621,90426,446112,456
Sofala186,887339,343287,319813,549
Inhambane224,9437,25158,371290,565
Gaza307,24589,8311,000398,076
Maputo Província68,07714,1065,10487,287
Maputo Cidade13,230-2,02915,259
Total1,172,297553,206523,9072,249,410
Texto do artigo · p. 14 As províncias tropicais devido a sua localização.
Texto do artigo · p. 14 4.4.2. Cenário III
Texto do artigo · p. 14 O terceiro cenário (Cenário III) é o resultado da combinação do cenário II com a probabilidade de ocorrência de sismos. Assim, neste cenário estima-se que 2.289.616 pessoas estejam em risco, das quais cerca de 40.206 pessoas em risco de sismos - Ver tabela 3.
Texto do artigo · p. 14 A estimativa da população em risco de sismos foi feita com base nos dados históricos de registos e o período de recorrência dos sismos em Moçambique. Dos 15 Sismos significativos registados no período 2021-2022, o intervalo de magnitude foi de 3.9 a 4.9 na escala de Ritcher, contra 7 Sismos significativos, registados no período 2020-2021, de intervalo de 3.3 a 4.5 na mesma escala.
Texto do artigo · p. 15 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (39)
Texto do artigo · p. 15 4.4.2. Cenário III
Texto do artigo · p. 15 O terceiro cenário (Cenário III) é o resultado da combinação do cenário II com a probabilidade de ocorrência de sismos. Assim, neste cenário estima-se que 2.289.616 pessoas estejam em risco, das quais cerca de 40.206 pessoas em risco de sismos - Ver tabela 3.
Texto do artigo · p. 15 A estimativa da população em risco de sismos foi feita com base nos dados históricos de registos e o período de recorrência dos sismos em Moçambique. Dos 15 Sismos significativos registados no período 2021-2022, o intervalo de magnitude foi de 3.9 a 4.9 na escala de Ritcher, contra 7 Sismos significativos, registados no período 2020-2021, de intervalo de 3.3 a 4.5 na mesma escala.
Texto do artigo · p. 15 Tabela 4: Cenário III – População em Risco
Texto do artigo · p. 15 Província Cenário II Sismos Total do Cenário III Cabo Delgado 53,820 1,220 55,040 Niassa 37,073 6,430 43,503 Nampula 119,589 2,776 122,365 Zambézia 158,382 3,520 161,902 Tete 163,354 1,845 165,199 Manica 112,456 13,038 125,494 Sofala 813,549 4,500 818,049 Inhambane 290,565 1,424 291,989 Gaza 398,076 2,700 400,776 Maputo Província 87,287 1,055 88,342 Maputo Cidade 15,259 1,698 16,957 Total 2,249,410 40,206 2,289,616
ProvínciaCenário IISismosTotal do Cenário III
Cabo Delgado53,8201,22055,040
Niassa37,0736,43043,503
Nampula119,5892,776122,365
Zambézia158,3823,520161,902
Tete163,3541,845165,199
Manica112,45613,038125,494
Sofala813,5494,500818,049
Inhambane290,5651,424291,989
Gaza398,0762,700400,776
Maputo Província87,2871,05588,342
Maputo Cidade15,2591,69816,957
Total2,249,41040,2062,289,616
Texto do artigo · p. 15 4.4.3. Situação Prevalecente dos Deslocados Internos em Moçambique
Texto do artigo · p. 15 impacto na operacionalização do presente plano de contingência, sobretudo na componente de assistência humanitária. Na altura da compilação dos dados, registava-se uma tendência crescente do número da população deslocada, estimando-se em cerca de 1.122.443 pessoas (Tabela 5).
Texto do artigo · p. 15 O presente Plano de Contingência inclui a situação de deslocados internos causados pelas incursões dos terroristas na região Norte do País. Esta situação poderão, em parte, ter
Texto do artigo · p. 15 Tabela 5: Deslocados internos devido aos ataques armados
Texto do artigo · p. 15 Província Famílias Deslocadas Pessoas Deslocadas (incluindo Crianças) Província do Maputo 28 82 Inhambane 18 73 Sofala 678 3,376 Manica 1,023 5,582 Zambézia 316 1,191 Nampula 14,717 64,780 Niassa 1,053 4,533 Cabo Delgado 50,971 1,042,826 Total 68,804 1,122,443
ProvínciaFamílias DeslocadasPessoas Deslocadas (incluindo Crianças)
Província do Maputo2882
Inhambane1873
Sofala6783,376
Manica1,0235,582
Zambézia3161,191
Nampula14,71764,780
Niassa1,0534,533
Cabo Delgado50,9711,042,826
Total68,8041,122,443
Texto do artigo · p. 15 Sobre os deslocados, há a enfatizar que é trazida neste plano pela necessidade de reforçar a assistência neste período que vamos entrar, por tratar-se de época de escassez, principalmente para para as populações que retornam nas suas zonas de origem sem bases sólidas de subsistência.
Texto do artigo · p. 15 4.4.4. Provável Impacto no Sector da Educação
Texto do artigo · p. 15 O sector de Educação conta com 13.250 estabelecimentos de ensino.Uma breve análise de risco das escolas, tendo em a as previsões climáticas, a distribuição espacial e o nível de
Texto do artigo · p. 15 precariedade, permitiu identificar um total de 4.215 escolas situadas em áreas de risco (correspondente a 32 % do total da escolas da do país), com 16.330 salas de aulas em zonas de risco, com 1.656.964 alunos e 33.028 professores
Texto do artigo · p. 15 Na tabela a baixo mostra-se a distribuição por província, das escolas, salas de aula em áreas de maior risco. Sendo a província de Nampula e Gaza, aquelas que contam com maior número de salas de aulas localizadas em áreas de maior risco.
Texto do artigo · p. 16 Tabela 6: Provável impacto no sector da Educação Nº de Ordem Província Em Risco Escolas Salas Alunos Prof. 1 C. Maputo 10 118 10835 239 2 P. Maputo 91 190 14565 455 3 Gaza 762 4371 479299 10880 4 Inhambane 259 166 115590 2966 a-se no geral, uma boa campanha agrícola. entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM-2023, esperam-se situações extremas de inundações localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas em todas as regiões. Estima-se que cerca de 284.266 produtores em fico de ser afectados pelos diferentes fenómenos e que 341.119 hectares estejam em risco de serem perdidos com culturas diversas, sobretudo milho, arroz e feijões possam estar em risco – Ver tabela 8. Tabela 7: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2022 – 2023 Fonte: MADER 4.5. Provável Impacto no Sector de Estradas O Sector de Estradas prevê que algumas estradas estejam em risco de interrupção ou funcionamento com o trânsito condicionado caso se comcretizem as previsões climáticas avançadas pelo INAM, aliado ao nível de precariedade de algumas vias de acesso. As províncias de maior risco são Maputo, Inhambane, Sofala, Manica, Zambézia, Nampula, Tete, e Niassa.
Título de secção · p. 16 2234 — (40) I SÉRIE — NÚMERO 249
Texto do artigo · p. 16 Tabela 6: Provável impacto no sector da Educação
Texto do artigo · p. 16 Nº de Ordem 5 6 Província Sofala Manica 178 243Em Risco 85718 1471 Escolas 266 Salas 1068 Alunos 134457 Prof. 2902 17 C.ZambéziaMaputo 100010 1736118 17529010835 2750239 28 P.TeteMaputo 35991 1275190 12664614565 2374455 39 GazaNampula 762964 43715515 479299383047 108806539 104 InhambaneC. Delgado 259102 166613 11559049938 29661158 115 SofalaNiassa 178224 1035243 8571881579 14711294 6 TotalManica 4215266 163301068 1656964134457 330282902 7 Zambézia 1000 1736 175290 2750 8 Tete 359 1275 126646 2374 4.4.5. Prováv9 elNampulaImpacto no Secto r da Agricultu964 ra 5515 383047 6539 10 C. Delgado 102 613 49938 1158 Segundo a 11iint erpretaçãoNiassa da previs ão climática224 para época1035chu vosa 202281579- 20 23, perspectiva-se1294 Total 4215 16330 1656964 33028
Nº de Ordem 5 6Província Sofala Manica178 243Em Risco 85718 1471
Escolas 266Salas 1068Alunos 134457Prof. 2902
17C.ZambéziaMaputo1000101736118175290108352750239
28P.TeteMaputo359911275190126646145652374455
39GazaNampula76296443715515479299383047108806539
104InhambaneC. Delgado2591021666131155904993829661158
115SofalaNiassa1782241035243857188157914711294
6TotalManica42152661633010681656964134457330282902
7Zambézia100017361752902750
8Tete35912751266462374
4.4.5. Prováv9elNampulaImpacto no Sector da Agricultu964ra 55153830476539
10C. Delgado102613499381158
Segundo a 11iinterpretaçãoNiassa da previsão climática224para época1035chuvosa 202281579- 2023, perspectiva-se1294
Total421516330165696433028
Texto do artigo · p. 16 4.4.5. Provável Impacto no Sector da Agricultura Segundo a iinterpretação da previsão climática para época chuvosa 2022 - 2023, perspectiva-se no geral, uma boa campanha agrícola. entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM-2023, esperam-se situações extremas de inundações localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas em todas as regiões. Estima-se que cerca de 284.266 produtores em fico de ser afectados pelos diferentes fenómenos e que 341.119 hectares estejam em risco de serem perdidos com cultu Fenómeno ras diversas, sobretudo milho, a Produtores em Risco rroz e feijões possam estar em Área em Risco (ha) – Ver tabela 8. Seca/Estiagem 94,755 113,706 Tabela Inundações/Cheias7: Áreas e Produtores em Ris co campanha agrícola 2022142,133– 2023 170,560 FenómenoCiclones Produtores em Risco47,378 Área em Risco (ha)56,853 Total 284,266 341,119 risco Seca/Estiagem 94,755 113,706 Inundações/Cheias 142,133 170,560 Ciclones 47,378 56,853 Total 284,266 341,119 Fonte: MADER 4.5. Provável Impacto no Sector de Estradas O Sector de Estradas prevê que algumas estradas estejam em risco de interrupção ou funcionamento com o trânsito condicionado caso se comcretizem as previsões climáticas avançadas pelo INAM, aliado ao nível de precariedade de algumas vias de acesso. As províncias de maior risco são Maputo, Inhambane, Sofala, Manica, Zambézia, Nampula, Tete, e Niassa.
risco de serem perdidos com cultu Fenómenoras diversas, sobretudo milho, a Produtores em Riscorroz e feijões possam estar em Área em Risco (ha)
– Ver tabela 8. Seca/Estiagem94,755113,706
Tabela Inundações/Cheias7: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2022142,133– 2023170,560
FenómenoCiclonesProdutores em Risco47,378Área em Risco (ha)56,853
Total284,266341,119
Texto do artigo · p. 16 4.4.5. Provável Impacto no Sector da Agricultura Segundo a interpretação da previsão climática para época chuvosa 2022 - 2023, perspectiva-se no geral, uma boa campanha agrícola. entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM-2023, esperam-se situações extremas de inundações localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas em todas as regiões. Estima-se que cerca de 284.266 produtores em fico de ser afectados pelos diferentes fenómenos e que 341.119 hectares estejam em risco de serem perdidos com culturas diversas, sobretudo milho, arroz e feijões possam estar em risco – Ver tabela 8. Tabela 7: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2022 – 2023
Nº de OrdemProvinciaEm Risco
EscolasSalasAlunosProf.
1C. Maputo1011810835239
2P. Maputo9119014565455
3Gaza762437147929910880
4Inhambane2591661155902966
5Sofala178243857181471
6Manica26610681344572902
7Zambézia100017361752902750
8Tete35912751266462374
9Nampula96455153830476539
10C. Delgado102613499381158
11Niassa2241035815791294
Total421516330165696433028
Texto do artigo · p. 16 4.4.5. Provável Impacto no Sector da Agricultura
Texto do artigo · p. 16 Segundo a interpretação da previsão climática para época chuvosa 2022 - 2023, perspectiva-se no geral, uma boa campanha agrícola. entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM-2023, esperam-se situações extremas de inundações
Texto do artigo · p. 16 4.5. Provável Impacto no Sector de Estradas
Texto do artigo · p. 16 O Sector de Estradas prevê que algumas estradas estejam em risco de interrupção ou funcionamento com o trânsito condicionado caso se comcretizem as previsões climáticas avançadas pelo INAM, aliado ao nível de precariedade de algumas vias de acesso. As províncias de maior risco são Maputo, Inhambane, Sofala, Manica, Zambézia, Nampula, Tete, e Niassa.
Texto do artigo · p. 16 localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas em todas as regiões. Estima-se que cerca de 284.266 produtores em fico de ser afectados pelos diferentes fenómenos e que 341.119 hectares estejam em risco de serem perdidos com culturas diversas, sobretudo milho, arroz e feijões possam estar em risco – Ver tabela 8.
Texto do artigo · p. 16 Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso das lajes de pavimento de estruturas, erosão da plataforma e taludes das estradas, poças de água nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nas figuras abaixo.
Texto do artigo · p. 16 Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso das lajes de pavimento de estruturas, erosão da plataforma e taludes das estradas, poças de água nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nas figuras abaixo.
Texto do artigo · p. 16 Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso das lajes de pavimento de estruturas, erosão da plataforma e taludes das estradas, poças de água nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nas figuras abaixo.
Texto do artigo · p. 17 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (41)
Texto do artigo · p. 17 4.5.1 Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Niassa.
Texto do artigo · p. 17 N360 - Cuamba/Metarica/ Maua; R720 Cuamba/ Mecanhelas;
Texto do artigo · p. 17 R730 - Congerenge/Mintade/Nambilange; R1201 - Etatara/ Mepanhira/ Molumbo; R1120 - Mecanhelas/Mepanhira; R721Mecanhelas/Chiuta,N13 - Cuamba/ Lurio; R731 - Marrupa/ Mecula; R733 - Unango/ Macalodge; R734 - Metangula/ Cobue;
Texto do artigo · p. 17 R735 - Cruz. R734/ Lupilichi; R1215 Macalodge/ Nova Madeira; R1215 - Nova Madeira/ Rio Rovuma e NC - Majune/ Mavago
Texto do artigo · p. 17 .
Texto do artigo · p. 17 4.5.2. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Tete.
Texto do artigo · p. 17 N322 - Cruz. N7 (Madamba)/Mutarara; N302 - Matema/Vila Mualadzi; N303 Bene/Zumbo;
Texto do artigo · p. 17 R602: Mágoè/ Mucumbura; R603 Daca/Furancungo; R604 Madeia/Namicunga;
Texto do artigo · p. 17 R1059 - Ntengowambalame/Biri Biri e NC: Cruz. N304: Josina/ Ntengo Mozi
Texto do artigo · p. 17 .
Texto do artigo · p. 17 4.5.3. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Nampula. N104 - Nametil/Angoche; N324 Moma/Fr. Zambézia (Mucoroge); N324 Mecane/Mucuali; N324 Mucuali/Boila/Angoche; R681 Ivate/Larde; R682 - Marcação/Aube; R687
Texto do artigo · p. 17 - Liupo/Namige; R688 - Liupo/Quinga; R688 - Liupo/Quiaxxe; R689 Quixaxe/Monapo; R1154 - Lunga/Namige; R1155 - Quixaxe/Lunga; N105 Monapo/Ilha de Mocambique; R699 Naguema/Mossuril; R701- Mossuril/Matibane;R1169 - Cruz. N12/Matibane e NC - Cruz 105 (Ntete)/Cruz R699 (Mossuril).
Parágrafo · p. 18 2234 — (42) I SÉRIE — NÚMERO 249
Texto do artigo · p. 18 4.5.4. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Zambezia. R640 - Zero/Mopeia; R640 Mopeia/Luabo/Nhacatiua; R650 Pinda/Megaza/Chire; R650 - Posto Chire/Milange; N322 Zero/Morrumbala; N322 Morrumbala/Pinda/R. Chire; NC Bive/Maganja da Costa; R644 Maganja/Nante/Cariua; R645 Maganja/Mabala; R643 Namacurra/Macuse; R1118 - Namacurra/Forquia; R654 - Regone/Namarroi; R1102 - Regone/Gurúè ; NC - Bive/Muaquiua; R1117 - Tacuane/Muabanama; R653 - Tacuane/Liciro; R657 - Lioma/Rio Lurio; R650 - Milange/Molumbo; R658 - Molumbo/Magige; N324 - Magiga/Rio Ligonha; R648 Gile/Etaga Nova Naburi; NC - Muandiua/Chire 4.5.5. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Manica. N260 - Cruz. N6/Munhinga; N260 - Dombe/Rio Mussapa; N260 - Dombe/Rio Lucite; N260 Dacata/Espungabera; R441 - Espungabera/Chaiva (Rio Mossurize); NC - Cruz. R521 (Chaiva)/Garagua; NC - Cruz. N260/Central Mavuze; R952 - Cruz. R441/Mabzvissanga; NC - Cruz. N7 (Catandica)/Cagore; R963 - Manica/Penhalonga; NC - Cruz R963/Chua/Cruz. R963; NC - Cruz. R962/Machipanda; R950 - Cruz. R529 (Massavala/Buzua); R529 - Cruz. N7/Nhacolo/Fronteira Sofala; NC - Cruz. R529(Inhacafula)/Buzua 4.5.6. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Sofala.
Texto do artigo · p. 18 Zambézia.
Texto do artigo · p. 18 Estradas de acesso em risco na Província da Zambézia Legenda
Texto do artigo · p. 18 .
Texto do artigo · p. 18 .
Texto do artigo · p. 18 Estradas de acesso em risco na Província de Manica Legenda
Texto do artigo · p. 19 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (43)
Texto do artigo · p. 19 4.5.6. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Sofala.
Texto do artigo · p. 19 N283 - Marromeu/Caia; N283 - Caia/Sena/Chemba; R529 - Chemba/Chiramba; R563 - Crz. N1/Parque de Gorongosa; N6
Texto do artigo · p. 19 - Mutua/Tica; N1 Mantenga/Punguê; R1000 Nhamatanda/Crz. N563; N1 Nhamapaza/Rio Zangue; N261 - Nhamapaza/Macossa; R565 - Maringue/Mulima; N1 - Rio Save/Muxungue; R520 - Guara Guara/Nhamuchindo; R521 Crz. N280/Crz.N1/Mangunde; NC - Muxungue/Chibabava; R520 - Inhamichindo/Grudja; R1001 - Inhaminga/Casa Banana; R564 - Gorongosa/Piro; N283 Chemba/Sena; R565 - Marimngue/Canxixe/Chemba; R566 - Canxixe/Chiramba; R529 Chemba/Chiramba; R566 - Chiramba/Chindio; R970 - Catulene/Buzua; N280 - Tica/Guara-Guara; R520 - Crz. N1/Grudja; N282 - Muanza/Condoe/Inhaminga; NC - Crz. N282/Chinapaminpa/Chiniziua; N261 - Maringue/Macossa; R1001 - Inhaminga/Mazamba/Casa Banana; N282 - Dondo/Semacueza; R1003 - Crz. N6/Rio Savane; NC - Crz. R1003/Sengo; R1005 Chauaua/Maringue; R561: Crz N1/ Machanga; R560+562: Machanga/ Divinhe.
Texto do artigo · p. 19 4.5.7. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Inhambane.
Texto do artigo · p. 19 N/C - Chidjinguir/Mubalo; R481 Funhalouro/Mabote; N/C - Cruz N1/Muane-15km; R900 Morrumbene/Sitila; N/C - Cruz N1/Chicuque/Mongue; R922 Tessolo/Jofane; N1 Zandamela/Massinga
Texto do artigo · p. 19 .
Texto do artigo · p. 19 4.5.8. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Maputo. R406 - Catuane/Filipe; R408 CrzR407(Alto Enchissa)/Catuane; R401 - Movene/Moamba; R413 Maragra/Calanga; R414 - Crz.R413/ Mahubo; R402 Moamba/Sabie/Magude; R405 Magude/Mahele; R411 Magude/Panjane; R412 Magude/Motaze; R811 Moamba/Bondoia/Magude
Texto do artigo · p. 19 .
Parágrafo · p. 20 2234 — (44) I SÉRIE — NÚMERO 249
Número ou marcador · p. 20 5. Acções Sectoriais A Realizar Nas Fases De Prontidão, Resposta E Recuperação
Texto do artigo · p. 20 O quadro de definição de acções sectoriais tem o objectivo de minimizar o impacto de desastres e compreende três fases: prontidão, resposta e recuperação.
Número ou marcador · p. 20 a) prontidão: técnica, material e financeira de preparação institucional, sectorial, comunitária e individual para reduzir o risco de desastres e os seus impactos;
Número ou marcador · p. 20 b) resposta: Medidas que visam salvar vidas , assegurar assistência humanitária e rápida funcionalidade socioeconómicas imediatamente a seguir ao desastre; e
Número ou marcador · p. 20 c) recuperação: Actividades que concorrem, para a reposição e funcionalidade dos serviços básicos e normalização da vida das pessoas afectadas pelo desastre.
Texto do artigo · p. 20 As acções de prontidão, resposta, e recuperação poderão ser realizadas ao longo do ano. Contudo, no período de Outubro à Dezembro, poderão predominar as acções de prontidão e intervenções de resposta. Neste sentido, acções como (i) a elaboração do plano anual de contingência, (ii) a preposição estratégica de bens e suprimentos de emergência, (iii) importação de suprimentos de emergência adicionais para responder às necessidades prementes, e (iv) a coordenação e monitoria, constituem algumas das actividades críticas a serem realizadas nestes períodos.
Texto do artigo · p. 20 No período de Janeiro à Março, maior incidência poderá ser para as acções de resposta como (i) a operacionalização dos planos de contingência, (ii) realização das avaliações rápidas das necessidades para informar o plano de resposta, e (iii) a avaliação das necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência.
Texto do artigo · p. 20 O período de Abril à Setembro é reservado para as acções de recuperação e resposta, incluindo, entre outras, (i) a implementação da estratégia multissectorial de recuperação e reconstrução (Ex: reassentamento, reconstrução assistência
Texto do artigo · p. 20 alimentar, projecto de geração de renda); e (ii) monitoria da implementação das actividades e programas de recuperação. Algumas aquisições de materiais para pré-posicionamento e que estejam nos parâmetros das normas de funcionamento do Fundo de Gestão de Calamidades, também poderão ocorrer nesse período.
Texto do artigo · p. 20 A implementação das acções de prontidão, resposta e recuperação poderá acontecer a todos os níveis, desde o central aos órgãos locais, incluindo os municípios, cabendo a cada um desses níveis garantir a planificação, monitoria, supervisão e assistência técnica e a implementação dos planos de resposta.
Texto do artigo · p. 20 5.1. Mobilização de Recursos para Resposta à Emergência A Equipa Humanitária Nacional (HCT) participa através
Texto do artigo · p. 20 de sectores (clusters) de resposta humanitária em acções de prontidão e resposta a desastres com meios materiais e humanos para complementar os esforços do Governo. Assim, usando mecanismos acordados com o Governo, a Equipa Humanitária Nacional pode activar os dispositivos internos e internacionais de mobilização de recursos com base nos mandatos e instrumentos internacionais existentes. O processo de coordenação e gestão de resposta a emergência é liderado pelo Governo.
Texto do artigo · p. 20 A assistência humanitária atempada, eficaz e apropriada por parte da HCT depende da observância dos seguintes aspectos:
Número ou marcador · p. 20 a) disponibilidade de informação sobre a avaliação da situação (magnitude, complexidade, urgência da emergência) com base em indicadores credíveis;
Número ou marcador · p. 20 b) apresentação de dados sobre a área afectada, grupos vulneráveis; população afectada e pessoas necessitadas;
Número ou marcador · p. 20 c) disponibilização de informação sobre os recursos preposicionados pelo Governo e défice de acordo com as necessidades locais e tipo de evento; e
Número ou marcador · p. 20 d) activação pelo governo dos níveis de alerta institucional para facilitação da mobilização de recursos adicionais e operacionalização do plano de contingência.
Texto do artigo · p. 21 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (45)
Texto do artigo · p. 21 5.2. Acções Sectoriais a Realizar nas Fases de Prontidão, Resposta e Recuperação
Texto do artigo · p. 21 Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
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a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres;
Instituição: MIC
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços;
Instituição: MIC
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
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a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks;
Instituição: MIC
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre;
Instituição: MIC
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
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a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca;
Instituição: MIC
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
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a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação;
Instituição: MIC
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
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a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares;
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.
Instituição: MIC
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre;
Instituição: MIC
ProntidãoRespostaRecuperação
a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
ProntidãoRespostaRecuperação
a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados;
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
Instituição: MIMAIP
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a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
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a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação;
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
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a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Número ou marcador · p. 21 b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
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a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
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a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
Título de secção · p. 22 2234 — (46) I SÉRIE — NÚMERO 249
Texto do artigo · p. 22 Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência);
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19;
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências;
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas);
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 e) distribuição de kits de higiene e dignidade;
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência;
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual);
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens;
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito);
Instituição: MGCAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança;
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 k) prestar apoio psicossocial;
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco;
Instituição: MGCAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência;
Instituição: MGCAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens;
Instituição: MGCAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção;
Instituição: MGCAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género;
Instituição: MGCAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes;
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta.
Instituição: MGCAS
ProntidãoRespostaRecuperação
a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde;
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Número ou marcador · p. 22 g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Instituição: MGCAS
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a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
Texto do artigo · p. 23 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (47)
Texto do artigo · p. 23 Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação
Instituição: MISAU
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica;
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência;
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género;
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 d) pré-posicionar materiais de Emergência;
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa;
Instituição: MISAU
ProntidãoRespostaRecuperação
a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina;
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas;
Instituição: MISAU
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências;
Instituição: MISAU
ProntidãoRespostaRecuperação
a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento;
Instituição: MISAU
ProntidãoRespostaRecuperação
a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio;
Instituição: MISAU
ProntidãoRespostaRecuperação
a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19;
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ProntidãoRespostaRecuperação
a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas;
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros;
Instituição: MISAU
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ);
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género;
Instituição: MISAU
ProntidãoRespostaRecuperação
a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento;
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó);
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias;
Instituição: MISAU
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a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero;
Instituição: MISAU
ProntidãoRespostaRecuperação
a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Número ou marcador · p. 23 i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares;
Instituição: MISAU
ProntidãoRespostaRecuperação
a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
Fonte textual acessível e tabelas
  1. Título de secção, página 1: Terça-feira, 27 de Dezembro de 2022 I SÉRIE — Número 249
  2. Texto lido por imagem, página 1: REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
  3. Texto lido por imagem, página 1: A REPÚBLICA
  4. Texto lido por imagem, página 1: BOLETIM D
  5. Texto lido por imagem, página 1: PUBLICAÇÃO OFICIAL DA REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE
  6. Parágrafo, página 1: 4.º SUPLEMENTO
  7. Parágrafo, página 1: IMPRENSA NACIONAL DE MOÇAMBIQUE, E. P.
  8. Título de secção, página 1: A V I S O
  9. Parágrafo, página 1: A matéria a publicar no «Boletim da República» deve ser remetida em cópia devidamente autenticada, uma por cada assunto, donde conste, além das indicações necessárias para esse efeito, o averbamento seguinte, assinado e autenticado: Para publicação no «Boletim da República».
  10. Título de secção, página 1: SUMÁRIO
  11. Parágrafo, página 1: Conselho de Ministros:
  12. Parágrafo, página 1: Decreto n.º 73/2022:
  13. Parágrafo, página 1: Classifica a Igreja São Bartolomeu da Missão Anglicana de Messumba, localizada no Distrito do Lago, Província do Niassa, como Património Cultural Nacional, de Categoria Provincial e cria a sua zona de protecção.
  14. Parágrafo, página 1: Resolução n.º 53/2022:
  15. Parágrafo, página 1: Aprova o Plano Anual de Contingência 2022-2023.
  16. Texto do artigo, página 1: CONSELHO DE MINISTROS
  17. Texto do artigo, página 1: Decreto n.º 73/2022
  18. Texto do artigo, página 1: de 27 de Dezembro
  19. Texto do artigo, página 1: Havendo necessidade de garantir a preservação do simbolismo da Igreja São Bartolomeu da Missão Anglicana de Messumba,
  20. Texto do artigo, página 1: Localizada no Distrito de Lago, Província do Niassa, a protecção adequada, conservação, gestão sustentável e fruição, considerando os valores que se relacionam com a memória do passado, mas também da contemporaneidade, no uso das competências que lhe são atribuídas no n.º 1 do artigo 7 da Lei n.º 10/88, de 22 de Dezembro, o Conselho de Ministros decreta:
  21. Número ou marcador, página 1: Artigo 1. É classificada a Igreja São Bartolomeu da Missão Anglicana de Messumba, localizada no Distrito do Lago, Província do Niassa, como Património Cultural Nacional, de Categoria Provincial, e criada a sua zona de protecção de acordo com o mapa e as coordenadas, em anexo e que são parte integrante do presente Decreto.
  22. Número ou marcador, página 1: Art. 2. A Igreja São Bartolomeu da Missão Anglicana de Messumba é atribuída a Classe C, devido ao seu valor históricopolítico e sócio-cultural.
  23. Número ou marcador, página 1: Art. 3. A Igreja São Bartolomeu da Missão Anglicana de Messumba é propriedade da Igreja Anglicana de Moçambique, seu depositário.
  24. Número ou marcador, página 1: Art. 4. O presente Decreto entra em vigor na data da sua
  25. Texto do artigo, página 1: publicação. Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 6 de Dezembro de 2022. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Adriano Afonso Maleiane.
  26. Parágrafo, página 2: 2234 — (26) I SÉRIE — NÚMERO 249
  27. Texto do artigo, página 2: COORDENADAS GEOGRÁFICAS DA IGREJA SÃO BARTOLOMEU DA MISSÃO DE MESSUMBA COMO PATRIMÓNIO CULTURAL IGREJA SÃO BARTOLOMEU DE MESSUMBA Lat 12°36'54.5"S e Log 34°47'22.33"E RESIDÊNCIA DOS PADRES Lat 12°36'48.70"S e Log 34°47'31.01"E CENTRO DE SAÚDE / MATERNIDADE Lat 12°36'46.83"S e Log 34°47'27.48"E ESCOLA PRIMÁRIA DE MESSUMBA Lat 12°36'41.17"S e Log 34°47'32.08"E ESCOLA SECUNDÁRIA DE MESSUMBA Lat 12°36'36.12"S e Log 34°47'39.37"E RUÍNA DA CARPINTARIA Lat 12°36'48.96"S e Log 34°47'30.46"E RUÍNA A CASA DO BISPO LUTUMBI Lat 12°36'46.99"S e Log 34°47'31.64"E RUÍNA DO QUARTEL DOS COLONOS Lat 12°36'45.11"S e Log 34°47'34.42"E CEMITÉRIO DA MISSÃO Lat 12°36'47.59"S e Log 34°47'23.34"E Área da Missão da Igreja São Bartolomeu de Messumba I Lat 12°36'32.64"S e Log 34°47'35.60"E II Lat 12°36'37.15"S e Log 34°47'46.79"E III Lat 12°36'48.87"S e Log 34°47'31.61"E IV Lat 12°36'49.94"S e Log 34°47'22.79"E V Lat 12°36'41.05"S e Log 34°47'23.74"E ZONA DE PROTECÇÃO DO MONUMENTO A Lat 12°36'43.29"S e Log 34°47'33.02"E B Lat 12°36'54.95"S e Log 34°47'34.69"E C Lat 12°36'47.80"S e Log 34°47'31.08"E D Lat 12°36'44.86"S e Log 34°47'29.74"E
    IGREJA SÃO BARTOLOMEU DE MESSUMBALat 12°36'54.5"S e Log 34°47'22.33"E
    RESIDÊNCIA DOS PADRESLat 12°36'48.70"S e Log 34°47'31.01"E
    CENTRO DE SAÚDE / MATERNIDADELat 12°36'46.83"S e Log 34°47'27.48"E
    ESCOLA PRIMÁRIA DE MESSUMBALat 12°36'41.17"S e Log 34°47'32.08"E
    ESCOLA SECUNDÁRIA DE MESSUMBALat 12°36'36.12"S e Log 34°47'39.37"E
    RUÍNA DA CARPINTARIALat 12°36'48.96"S e Log 34°47'30.46"E
    RUÍNA A CASA DO BISPO LUTUMBILat 12°36'46.99"S e Log 34°47'31.64"E
    RUÍNA DO QUARTEL DOS COLONOSLat 12°36'45.11"S e Log 34°47'34.42"E
    CEMITÉRIO DA MISSÃOLat 12°36'47.59"S e Log 34°47'23.34"E
    ILat 12°36'32.64"S e Log 34°47'35.60"E
    IILat 12°36'37.15"S e Log 34°47'46.79"E
    IIILat 12°36'48.87"S e Log 34°47'31.61"E
    IVLat 12°36'49.94"S e Log 34°47'22.79"E
    VLat 12°36'41.05"S e Log 34°47'23.74"E
    ALat 12°36'43.29"S e Log 34°47'33.02"E
    BLat 12°36'54.95"S e Log 34°47'34.69"E
    CLat 12°36'47.80"S e Log 34°47'31.08"E
    DLat 12°36'44.86"S e Log 34°47'29.74"E
  28. Texto do artigo, página 2: Resolução n.º 53/2022
  29. Texto do artigo, página 2: de 27 de Dezembro
  30. Texto do artigo, página 2: Tornando-se necessário aprovar o Plano Anual de Contingência 2022-2023 que serve de base para o processo de mitigação e gestão de desastres, ao abrigo do disposto no artigo 31 da Lei n.º 10/2020, de 24 de Agosto, Lei que aprova o regime jurídico de Redução de Risco de Desastres, o Conselho de Ministros determina:
  31. Número ou marcador, página 2: Artigo 1. É aprovado o Plano Anual de Contingência 20222023, em anexo, que é parte integrante da presente Resolução.
  32. Número ou marcador, página 2: Art. 2. A presente Resolução entra em vigor na data da sua publicação.
  33. Texto do artigo, página 2: Aprovado pelo Conselho de Ministros, aos 22 de Novembro de 2022. Publique-se. O Primeiro-Ministro, Adriano Afonso Maleiane.
  34. Texto do artigo, página 2: Plano Anual de Contingência 2022-2023
  35. Texto do artigo, página 2: Sumário Executivo
  36. Texto do artigo, página 2: Moçambique, devido à sua localização geográfica está exposto a vários riscos , A elevada frequência. A alternância e intensidade de eventos extremos tem causado a interrupção do funcionamento normal da sociedade retardando os esforços nacionais para desenvolvimento socioeconómico sustentável.
  37. Texto do artigo, página 2: Como tem acontecido anualmente o nosso País participou no 26o Fórum Regional de Previsão Climática para a África Austral (SARCOF), realizado em Agosto de 2022, onde foram divulgadas a previsão climática sazonal para a época 2022-2023 na SADC.
  38. Texto do artigo, página 2: Ao abrigo do disposto no Artigo 31 da Lei n.º10/2020 (Lei que estabelece o regime jurídico de Redução do Risco de Desastres), foi elaborado o actual Plano Nacional de Contingência 20222023 para responder aos riscos de desastres e mitigação dos
  39. Texto do artigo, página 2: 1 A Lei n.º 10/2020 (Lei de Gestão e Redução do Risco de Desastres), de 24 de Agosto, no seu Artigo 12, considera Riscos ou Ameaças os seguintes fenómenos: Cheias, inundações, seca, ciclones, incêndios, queimadas, epidemias e pandemias, erosão, aluimentos de terras, derrames de hidrocarbonetos, terramotos ou maremotos e radiações nucleares, entre outros.
  40. Texto do artigo, página 3: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (27)
  41. Texto do artigo, página 3: seus impactos bem como assegurar, de forma coordenada, a assistência humanitária a eventuais vítimas e recuperação rápida, eficaz e eficiente a todos os níveis. A elaboração deste Plano de Contingência considerou como pressupostos, as previsões climáticas sazonais e sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde, para além de análise do comportamento da época chuvosa anterior, os factores de vulnerabilidade e a capacidade de contenção dos possíveis impactos.
  42. Texto do artigo, página 3: Segundo as previsões climáticas sazonais, nos períodos OND 2022 e JFM 2023, prevê-se a ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal nas zonas Sul e Centro do país. Prevê-se ainda, temperaturas mais quentes que o normal na zona norte do país, no período OND 2022 e nas províncias de Cabo Delgado e Nampula, no período JFM 2023.
  43. Texto do artigo, página 3: Em termos hidrológicos, para o período OND 2022 espera-se risco moderado a alto de ocorrência de cheias na bacia do Savane. Para o período JFM 2023 prevê-se risco moderado a alto de cheias nas bacias do Búzi, Púngoè, Megaruma, Montepuez e Messalo e, risco alto de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas do Savane, Namacurra, Licungo e Raraga.
  44. Texto do artigo, página 3: Para a Agricultura, perspectiva-se uma campanha agrícola boa, sobretudo nas zonas centro e norte considerando os níveis de satisfação hídrica das culturas durante os dois períodos (OND 2022 e JFM 2023). Necessidade de monitoria permanente para a região sul, onde o índice de satisfação hídrica é baixo à moderado.
  45. Texto do artigo, página 3: Para a Saúde, perspetiva-se alto risco de ocorrência de casos de malária nas zonas centro e norte do país no período OND 2022. E para o período JFM 2023, Províncias de Maputo, Tete, Zambézia e Nampula. Relativamente às doenças diarreicas, prevê-se alto risco da sua ocorrência nas províncias da Zambézia, Nampula, Cabo Delgado e Niassa, nos períodos OND 2022 e JFM 2023.
  46. Texto do artigo, página 3: Para as estradas e pontes, prevê-se ocorrência de danos e possíveis cortes, sobretudo nas estradas não revestidas, devido à influência do escoamento das bacias de Maputo, Umbeluzi-
  47. Texto do artigo, página 3: Movene, Incomáti, Mutamba, Inhanombe, Búzi, Púngoè e Licungo, nas Províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala e Zambézia, durante o período OND 2022. período JFM 2023, espera-se que seja mais severo em termos de ocorrência de danos e possíveis cortes ao longo de quase todo o país.
  48. Texto do artigo, página 3: A análise dos riscos a que o País está exposto, foi baseada análise das principais ameaças, dos elementos de vulnerabilidades e da capacidade do País conter o risco. Assim, foram desenhados cenários de população em risco nos seguintes termos:
  49. Texto do artigo, página 3: Cenário I – Um total de 1,172,297 pessoas em risco de serem afectadas por ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas. Cenário II – Fenómenos do Cenário I (ventos fortes, seca e inundações nas cidades e vilas) adicionados à probabilidade de ocorrência de cheias e ciclones, elevando para 2,249,410, o número de pessoas em risco. Cenário III - Combinação do Cenário II acrescido a ocorrência de sismos, totalizando 2,289,616 o número de pessoas em risco.
  50. Texto do artigo, página 3: Com base nas análises técnicas feitas, associadas as experiências dos anos anteriores, chegou-se a conclusão de que o Cenário II é o mais provável de ocorrer no País sem, contudo, descartar a possibilidade de ocorrência do cenário extremo. Outros aspectos a ter em conta, na época 2021-2022 são (i) a situação da insegurança alimentar e nutricional que afecta cerca de 511 mil pessoas que necessitam de assistência imediata em bens alimentares, e a (ii) situação dos insurgentes e ataques armados em Cabo Delgado que geraram de cerca de 1.122.440 deslocados de guerra.
  51. Texto do artigo, página 3: O Orçamento Global projectado para responder aos eventos previstos no Cenário II, incluindo a Monitoria, Logística, Manuseamento e Transporte de bens para Assistência Humanitária é de cerca 12.5 mil milhões de meticais.
  52. Texto do artigo, página 3: A sistematização de todos os esforços do Governo e parceiros de cooperação, monetária e em espécie., está avaliada em cerca de 5.1 mil milhões de meticais. Assim, o Défice do presente Plano Anual de Contingência é de cerca de 7.4 mil milhões de meticais.
  53. Parágrafo, página 4: 2234 — (28) I SÉRIE — NÚMERO 249
  54. Número ou marcador, página 4: 1. Introdução
  55. Texto do artigo, página 4: O Plano Anual de Contingência é o documento oficial do Governo de Moçambique que orienta as actividades multissectoriais de prontidão, resposta e rápida recuperação pós-desastres em Moçambique. Este documento é elaborado anualmente pelo Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres (CTGRRD)1, com o envolvimento da Equipa Humanitária Nacional (HCT) 2. Os pressupostos para a elaboração do Plano de Contingência são: o balanço da época chuvosa anterior, a previsão climática sazonal3 e a sua interpretação para a Hidrologia, Agricultura e Saúde, os dados sismológicos, os impactos da acção humana e outras informações e a probabilidade de ocorrência de emergências complexas.
  56. Texto do artigo, página 4: O Plano de Contingência para a época 2022-2023 tem como objectivo as actividades multissectoriais de prontidão, resposta e rápida recuperação pós-desastres. Neste sentido, este Plano Anual de Contingência destaca os seguintes aspectos:
  57. Número ou marcador, página 4: a) principais riscos ou ameaças capazes de causar uma emergência;
  58. Número ou marcador, página 4: b) população em risco;
  59. Número ou marcador, página 4: c) actividades sectoriais de prontidão, resposta e recuperação pós-desastres;
  60. Número ou marcador, página 4: d) recursos materiais e financeiros necessários e disponíveis, incluindo os geridos pela Equipa Humanitária Nacional.
  61. Texto do artigo, página 4: O Plano de Contingência é elaborado com base em dados colhidos e sistematizados a nível local que depois sãos globalizados a nível central, através do Conselho Técnico de Gestão e Redução do Risco de Desastres. O documento é seguidamente validado pelo Conselho Coordenador de Gestão e Redução do Risco de Desastres e posteriormente aprovado pelo Conselho de Ministros.
  62. Número ou marcador, página 4: 2. Balanço da Época Chuvosa 2021-2022 em Moçambique 2.1 Balanço da Situação Meteorológica na época 2021-2022 A época chuvosa e ciclónica 2021-2022 foi marcada, de
  63. Texto do artigo, página 4: forma distinta, pela ocorrência de múltiplas ameaças, entre eles chuvas intensas, cheias, inundações urbanas e periurbanas, ventos fortes, descargas atmosféricas e uma intensa actividade ciclónica, que tiveram um impacto significativo sobre o tecido humano, infraestrutural e económico.
  64. Texto do artigo, página 4: As chuvas intensas, registadas no último trimestre de 2021, causaram cheias de baixa magnitude na região Sul do país. Paradoxalmente, os distritos áridos e semi-áridos das províncias da zona Sul e Centro do país, registaram uma precipitação fraca e irregular, causando algumas situações de estiagem.
  65. Texto do artigo, página 4: Na época chuvosa em referência,formaram-se 12 (doze) sistemas tropicais na bacia do sudoeste do Oceano índico, dos quais 4 (quatro), ANA, DUMAKO, GOMBE e JASMINE, atingiram o canal de Moçambique país, originando chuvas fortes que provocaram inundações urbanas e transbordo dos rios Púngoè, Licungo, Zambeze (sub-bacia de Licuar) na zona Centro, e Meluli e Lúrio a nível da zona Norte do País.
  66. Texto do artigo, página 4: 2.2. Avaliação do Quadro Hidrológico 2021-2022
  67. Texto do artigo, página 4: As previsões climáticas para o período de Outubro, Novembro e Dezembro do ano 2021 indicavam a ocorrência de cheias de Risco Baixo nas bacias hidrográficas dos rios Inharrime, Govuro, Save, Púnguè, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Bacias Costeiras das Províncias de Nampula e Cabo Delgado. Risco Moderado de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas dos rios Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Zambeze e Savane.
  68. Texto do artigo, página 4: No período JFM 2022 indicava para: (i) risco baixo de ocorrência de cheias nas bacias do Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma(Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincias de Cabo Delgado e Nampula; (ii) risco Moderado nas bacias do Futi, Inharrime, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, Namacurra, Megaruma, Montepuez, e Messalo; e (iii) risco Moderado a alto nas bacias do Maputo, Umbelúzi, Incomáti, Limpopo, Búzi, Púngoè, Savane e Licungo.
  69. Texto do artigo, página 4: Como consequência do registo de chuvas acima do normal no período JFM 2022 nas regiões centro e norte, as bacias de Búzi, Púngoé, Zambeze, Mecuburi e Messalo registaram cheias de magnitude moderada a alta, enquanto que as bacias de Savane, Zambeze na sub-bacia de revubue e licuari, Licungo, Namacurra, Ligonha, Meluli e bacias costeiras de Nampula registaram cheias de magnitude alta.
  70. Texto do artigo, página 4: No mesmo período, registaram-se ainda inundações urbanas nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane e Pemba. Por outro lado, registou-se erosão devido a chuvas nas cidades de Nacala Porto, Pemba e Ilha de Moçambique.
  71. Texto do artigo, página 4: 2.3. Avaliação Geral da Campanha Agrícola 2021/22
  72. Texto do artigo, página 4: Relativamente a Campanha Agrícola 2021/2022, devido as chuvas excessivas, o aumento dos caudais dos principais rios, a passagem de tempestade e ciclone, foram afetados 81 Distritos nas províncias de: Nampula (20), Zambézia (14), Tete (15), Sofala (10), Manica (8), Maputo (8) e Gaza (6). Um total de 184.000 hectares de culturas diversas ficaram afectadas e cerca de 36.000 hectares foram consideradas perdidas, afectando cerca de 117.000 produtores.
  73. Texto do artigo, página 4: Por outro lado, devido a irregularidade e períodos longos de ausência de chuvas, os distritos semi-áridos das províncias da região Sul e Centro ficaram afectados pela estiagem. O destaque vai para as províncias de Gaza e Inhambane, onde a distribuição espaço – temporal foi irregular nos meses de Janeiro e Fevereiro, na fase vegetativa das plantas.
  74. Texto do artigo, página 4: Os dados preliminares, apontam para cerca de 60.000 hectares de culturas diversas afectadas, com destaque para milho, feijão nhemba e amendoim consideradas perdidas. Os distritos mais afectados em Gaza foram: Chigubo, Guijá, Chicualacula e Massangena. Em Inhambane foram afectados os distritos de Govuro, Vilankulo, Inhasoro, Funhalouro, Mabote, Homoíne, Panda e Zavala.
  75. Texto do artigo, página 4: 1 Integram o CTGRRD sectores ou instituições do Governo ligadas a prevenção, gestão e redução do risco de desastres 2 A HCT é constituída pelas Agências do Sistema das Nações Unidas e Organizações da Sociedade Civil que trabalham na área de redução do Risco de Desastres. 3 A previsão Climática Sazonal é feita anualmente em Agosto pelo Fórum Regional da África Austral para a Previsão Climática (SARCOF) e mostra a provável distribuição espacial da
  76. Texto do artigo, página 4: quantidade e queda de chuvas na SADC entre os meses de Outubro e Março.
  77. Texto do artigo, página 5: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (29)
  78. Texto do artigo, página 5: No subsector da pecuária, ficaram afectados cerca de 53.467 animais e morreram 168.428 bovinos, 733.038 pequenos ruminantes,434.329 suinos e3.044.773 aves. Ficaram igualmente danificados527 Infra-estruraspecuárias entre currais, corredores de tratamento, capoeiras e aviários.
  79. Texto do artigo, página 5: 2.4. Situação Epidemiológica durante a época 2021/2022
  80. Texto do artigo, página 5: No trimestre Outubro, Novembro e Dezembro de 2021 foi registada a ocorrência de casos de diarreias, caso de malaria e cólera. No total foram registados 123.327 casos de diarreias e 29 óbitos (Taxa de letalidade=0,02%). Quanto a malária foram registados 1.395.209 casos e 149 óbitos (taxa de letalidade=0,01%).
  81. Texto do artigo, página 5: O segundo trimestre Janeiro, Fevereiro e Março de 2022, foram registados um total de 162.694 casos de diarreia e 30 óbitos (taxa de letalidade de 0,02%) e um total de 2.318.661 casos de malária e 144 óbitos (taxa de letalidade de 0.006 %).
  82. Texto do artigo, página 5: Relativamente a cólera, o país registou no trimestre Outubro, Novembro e Dezembro de 2021, um total de 24 casos sem Óbitos. No período de Janeiro, Fevereiro e Março/2022, registou-se um total de 4.362 casos e 17 foram óbitos com uma taxa de letalidade de 0.4%, nas Províncias de Niassa, Cabo Delgado, Sofala e Tete.
  83. Texto do artigo, página 5: 2.5. Impacto dos eventos extremos registados na época chuvosa e ciclónica 2021-2022
  84. Texto do artigo, página 5: As chuvas, ventos fortes e descargas atmosféricas registadas na época chuvosa e ciclónica 2021-2022 provocaram 142 óbitos
  85. Texto do artigo, página 5: a lamentar e afectaram 1.092.998 pessoas. Ficaram destruídas 95.052 casas, 1136 fontes de água, 27 sistemas de abastecimento de água, 8.785 km de estrada, 23 pontes, 14 aquedutos, 3 passagens molhadas, 8 pontões, 1,784 postos de energia de baixa tensão, 1,394 de média tensão, 34 Postos de Transformação, 90.5 km de linhas de baixa tensão, 189,6 km de média tensão, 2.138 escolas, 5.446 salas de aula, afectando 611.557 alunos e 11.594 professores.
  86. Texto do artigo, página 5: 2.6. Nível de Resposta na época 2021-2022
  87. Texto do artigo, página 5: No período em referência, foram distribuídos 1.100 toneladas de bens alimentares e não alimentares para cerca de 286.639 mil pessoas, correspondentes a 57.327 famílias afectados pelas intempéries e deslocados internos.
  88. Texto do artigo, página 5: Note-se que o Plano de Contingência previa, no cenário II, um orçamento de cerca de 10 mil milhões de meticais, e as contribuições do Governo e parceiros (monetárias e em espécie) cobriram cerca de 2.2 Mil Milhões de meticais, havendo um défice de cerca de 7.7 Mil Milhões de Meticais.
  89. Número ou marcador, página 5: 3. Previsão Climática Sazonal 2022/2023 e Interpretação Para Hidrologia, Agricultura e Saúde
  90. Texto do artigo, página 5: 3.1. Previsão da Precipitação para o Período de Outubro 2022 à Março de 2023
  91. Texto do artigo, página 5: Para o trimestre Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2022, o INAM prevê a ocorrência de:
  92. Texto do artigo, página 5: Previsão Climática da Precipitação: OND 2022 INAM N 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal Abaixo do normal para normal km 0 200 400 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E
  93. Texto do artigo, página 5: Figura 1: Antevisão da precipitação para o período OND 2022
  94. Parágrafo, página 6: 2234 — (30) I SÉRIE — NÚMERO 249
  95. Texto do artigo, página 6: i. chuvas normais com tendência para acima do normal: para as províncias de Maputo, Gaza, Inhambane, Manica, Sofala e os distritos a sueste da província de Tete e os distritos do sudoeste a sul da província da Zambézia; ii. chuvas normais: para grande extensão da província de Tete, os distritos no sul a centro-nordeste da província da Zambézia; iii. chuvas normais com tendência para abaixo do normal: nos distritos a norte da província da Zambézia, toda extensão das províncias de Nampula, Cabo Delgado e Niassa.
  96. Texto do artigo, página 6: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março de 2023 (JFM) prevê-se:
  97. Texto do artigo, página 6: Previsão Climática da Precipitação: JFM 2023 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal Abaixo do normal para normal km 0 200 400 30°E 34°E 38°E 42°E
  98. Texto do artigo, página 6: Figura 2: Antevisão da precipitação para o período JFM - 2023
  99. Texto do artigo, página 6: i. chuvas normais com tendência para acima do normal: para toda a extensão das províncias de Maputo, Gaza, Manica, Sofala e Tete, grande extensão da província da Zambézia e os distritos do sul a sudoeste da província de Niassa;
  100. Texto do artigo, página 6: ii. chuvas normais: para os distritos a norte da província da Zambézia, distritos a oeste da província de Nampula e alguns distritos na parte central da província de Niassa; iii. chuvas normais com tendência para abaixo do normal: para a província de Cabo Delgado, grande extensão da província de Nampula e alguns distritos a norte e nordeste da província de Niassa.
  101. Texto do artigo, página 6: 3.1.1. Antevisão Climática para Temperatura Máxima em Moçambique
  102. Texto do artigo, página 6: Para o período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2022, há uma maior probabilidade de ocorrência de:
  103. Texto do artigo, página 6: Previsão Climática da Temperatura Máxima: OND 2022 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal km 0 250 500 30°E 34°E 38°E 42°E
  104. Texto do artigo, página 6: Figura 3: Antevisão da Temperatura para o período OND 2022
  105. Texto do artigo, página 6: i. temperatura normal com tendência para a abaixo da normal: para toda a extensão das províncias de Maputo, Gaza e Inhambane, os distritos a sul das províncias de Manica e Sofala; ii. temperatura normal: para toda a extensão da província de Tete, os distritos na parte central a norte das províncias de Manica e Sofala, grande extensão da província da Zambézia, os distritos no extremo sudoeste da província de Niassa e sul de Nampula; iii. temperatura normal com tendência para acima do normal: em toda extensão da província de Cabo Delgado e Nampula e grande extensão da província de Niassa.
  106. Texto do artigo, página 7: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (31)
  107. Texto do artigo, página 7: Para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) de 2023 há uma maior probabilidade de ocorrência de:
  108. Texto do artigo, página 7: Previsão Climática da Temperatura Máxima: JFM 2023 INAM 12°S 15°S 18°S 21°S 24°S 27°S 30°E 32°E 34°E 36°E 38°E 40°E 42°E N Normal para acima do normal Climatologia (Normal) Normal para abaixo do normal km 0 250 500
  109. Texto do artigo, página 7: Figura 4: Antevisão da Temperatura para o período JFM-2023.
  110. Texto do artigo, página 7: i. temperatura normal com tendência para abaixo do normal: para toda a extensão das províncias de Manica, Sofala e Tete, os distritos no sudoeste da província da Zambézia, noroeste da província de Niassa, norte das províncias de Gaza e Inhambane; ii. temperatura normal: para toda extensão da província de Maputo, grande extensão das províncias de Gaza, Inhambane, Zambézia e Niassa, os distritos a oeste das províncias de Nampula e Cabo Delgado; iii. temperatura normal com tendência para acima do normal: para grande extensão da província de Nampula e metade leste da província de Cabo Delgado.
  111. Parágrafo, página 8: 2234 — (32) I SÉRIE — NÚMERO 249
  112. Texto do artigo, página 8: 3.2. Previsão Hidrológica 2022/2023
  113. Texto do artigo, página 8: Período OND 2022
    Período OND 2022 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Ba. Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Savane, Zambeze e Licungo.
  114. Número ou marcador, página 8: 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Ba. Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado.
    Período OND 2022 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Ba. Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Savane, Zambeze e Licungo.
  115. Número ou marcador, página 8: 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Savane, Zambeze e Licungo.
    Período OND 2022 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Inharrime, Govuro, Save, Púngoe, Namacurra, Licungo, Ligonha, Meluli, Monapo, Lúrio, Mecuburi, Lugenda, Megaruma, Montepuez, Messalo e Ba. Costeiras das Provincias de Nampula e Cabo Delgado. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Inhanombe, Mutamba, Búzi, Savane, Zambeze e Licungo.
  116. Texto do artigo, página 8: Figura 5: Previsão Hidrológica para OND2022 Período JFM 2023
    Período JFM 2023 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
  117. Número ou marcador, página 8: 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula.
    Período JFM 2023 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
  118. Número ou marcador, página 8: 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo.
    Período JFM 2023 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
  119. Número ou marcador, página 8: 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo. Figura 6: Previsão Hidrológica para JFM2023
    Período JFM 2023 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Limpopo, Inhanombe, Mutamba, Save, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Búzi, Púngoé, Savane e Licungo.
  120. Texto do artigo, página 8: N Cidades Capitais Bacias Baixo Moderado Moderado a alto 0 100 200 Km Fonte: DNGHR/UCCS, 2022
  121. Texto do artigo, página 9: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (33)
  122. Texto do artigo, página 9: PROGNÓSTICO HIDROLÓGICO JFM 2023- AJUSTADA A ACTIVIDADE CICLÓNICA
  123. Texto do artigo, página 9: Prognóstico Hidrológico JFM 2023- Ajustada a Actividade Ciclónica
  124. Número ou marcador, página 9: 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula.
    1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
  125. Número ou marcador, página 9: 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo.
    1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
  126. Número ou marcador, página 9: 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
    1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
  127. Número ou marcador, página 9: 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula.
    1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
  128. Número ou marcador, página 9: 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo.
    1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
  129. Número ou marcador, página 9: 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
    1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Provincia de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba,, Zambeze, B. Costeiras da Provincia da Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo 1. Baixo - Bacias Hidrográficas do: Govuro, Melela, Molócue, Ligonha, Meluli, Monapo, Mecuburi, Rovuma (Sub-bacia do Lugenda), Bacias Costeiras das Províncias de Cabo Delgado e Nampula. 2. Moderado - Bacias Hidrográficas do: Inhanombe, Mutamba, Zambeze, B. Costeiras da Província de Zambeze e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo. 3. Moderado a Alto - Bacias Hidrográficas do: Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Púngoé e Savane. Alto – Buzi, Pungue e Licungo
  130. Texto do artigo, página 9: N 0 100 200 km Fonte: DNGRH/INCG, 2022
  131. Texto do artigo, página 9: Figura 7: Prognóstico hidrológico JFM 2023- ajustada a actividade ciclónica
  132. Texto do artigo, página 9: 3.2.1. Risco de Inundações Urbanas- OND-2022 &JFM-2023
  133. Texto do artigo, página 9: As inundações constituem uma ameaça para as cidades moçambicanas, particularmente as densamente habitadas, e onde os sistemas de drenagem funcionam com alguma deficiência. Algumas Cidades e Vilas susceptíveis de serem afectadas pelas inundações urbanas estão alistadas na tabela 1.
  134. Texto do artigo, página 9: Tabela 1: Cidades e Vilas vulneráveis a inundações por região
  135. Texto do artigo, página 9: REGIÕES SUL CENTRO NORTE Vilas e Cidades Vulneráveis a inundações Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova Mambone Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa Nacala Porto Cuamba Lichinga
    REGIÕESSULCENTRONORTE
    Vilas e Cidades Vulneráveis a inundaçõesXai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova MamboneZumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da CostaNacala Porto Cuamba Lichinga
  136. Texto do artigo, página 9: REGIÕES Vilas e Cidades Vulneráveis a inundações SUL Xai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova Mambone CENTRO Zumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da Costa NORTE Nacala Porto Cuamba Lichinga
    REGIÕESSULCENTRONORTE
    Vilas e Cidades Vulneráveis a inundaçõesXai-Xai Chókwe Xinavane Ilha Josina Machel Maputo Cidade Cidade de Inhambane Nova MamboneZumbo Mutarara Beira Quelimane Dondo Búzi Marromeu Caia Machanga Mopeia Morrumbala Maganja da CostaNacala Porto Cuamba Lichinga
  137. Parágrafo, página 10: 2234 — (34) I SÉRIE — NÚMERO 249
  138. Texto do artigo, página 10: Para o controlo e gestão de inundações urbanas, para o ano 2022-2023 foram elaborados mapas de risco de inundação para as cidades de Maputo, Matola e Beira, tendo em conta o grau de vulnerabilidade e os seguintes pressupostos: (i) interpretação quantitativa das previsões do SARCOF e do INAM, (ii) topografia do terreno e (iii) existência de infra-estruturas de drenagem, (iv) simulação de actividade ciclónica.
  139. Texto do artigo, página 10: Assim, no ano hidrológico 2022-2023 há Risco Alto de ocorrência de inundações urbanas nos Bairros a baixo indicados:
  140. Texto do artigo, página 10: Cidade Bairros Maputo Cidade Costa do Sol, Muntanhane, Polana Caniço A e B, Central C, parte de Malanga, Chamanculo B e C, Luís Cabral, Micajuine, Magoanine Mafalala, Urbanização, Xipamanine, parte de Jorge Dimetrov. Matola Alto – Trevo, Matola, AC,D e F, Fomento, parte de Tsalala, Vale de Infulene, Machava A e Liberdade, Mussumbuluco, parte de Km15, Nkobe, Parte de Malhampsene. Pemba Chuiba, Eduardo Mondlane, Natite, Ingonane, Paquetequete e Sul e Norte de Carioca. Quelimane Aeroporto, Santágua, Cança, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita Beira Induda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite, Maraza, Nhangau e Tchondja.
    CidadeBairros
    Maputo CidadeCosta do Sol, Muntanhane, Polana Caniço A e B, Central C, parte de Malanga, Chamanculo B e C, Luís Cabral, Micajuine, Magoanine Mafalala, Urbanização, Xipamanine, parte de Jorge Dimetrov.
    MatolaAlto – Trevo, Matola, AC,D e F, Fomento, parte de Tsalala, Vale de Infulene, Machava A e Liberdade, Mussumbuluco, parte de Km15, Nkobe, Parte de Malhampsene.
    PembaChuiba, Eduardo Mondlane, Natite, Ingonane, Paquetequete e Sul e Norte de Carioca.
    QuelimaneAeroporto, Santágua, Cança, Samugue, Manhaua, Brandão, Mincajuine, Vila Pita
    BeiraInduda, Manga Mascarrenha, Vaz, Munhava, Macurrungo, Chipangara, Chaimite, Maraza, Nhangau e Tchondja.
  141. Texto do artigo, página 10: 3.3. Interpretação da Previsão da Época Chuvosa 2022-2023 para Agricultura
  142. Texto do artigo, página 10: i. período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND-2022) Índice de Satisfação Hídrica das Culturas (ISNH) - Período de OND-2022
  143. Texto do artigo, página 10: i. região Norte: Espera-se índice Baixo (<60%): Toda a região ii. região Centro:
    i. região Norte: Espera-se índice Baixo (<60%): Toda a região ii. região Centro: a) índice Moderado (60 à 85 %). Tete e Zambézia b) índice alto (85 -100%). Manica e Sofala iii. região Sul: a) índice moderado (quase toda a região 60 - 85%):
  144. Número ou marcador, página 10: a) índice Moderado (60 à 85 %). Tete e Zambézia
    i. região Norte: Espera-se índice Baixo (<60%): Toda a região ii. região Centro: a) índice Moderado (60 à 85 %). Tete e Zambézia b) índice alto (85 -100%). Manica e Sofala iii. região Sul: a) índice moderado (quase toda a região 60 - 85%):
  145. Número ou marcador, página 10: b) índice alto (85 -100%). Manica e Sofala iii. região Sul:
    i. região Norte: Espera-se índice Baixo (<60%): Toda a região ii. região Centro: a) índice Moderado (60 à 85 %). Tete e Zambézia b) índice alto (85 -100%). Manica e Sofala iii. região Sul: a) índice moderado (quase toda a região 60 - 85%):
  146. Número ou marcador, página 10: a) índice moderado (quase toda a região 60 - 85%):
    i. região Norte: Espera-se índice Baixo (<60%): Toda a região ii. região Centro: a) índice Moderado (60 à 85 %). Tete e Zambézia b) índice alto (85 -100%). Manica e Sofala iii. região Sul: a) índice moderado (quase toda a região 60 - 85%):
  147. Texto do artigo, página 10: Figura 7: Previsão de ISNH - OND – 2022 ii. período de Janeiro-Fevereiro-Marco (JFM-2023) - ISNH i. região Norte: a) Em geral, espera-se índice moderado (60 à 85%). ii. região Centro:
    i. região Norte: a) Em geral, espera-se índice moderado (60 à 85%). ii. região Centro: a) índice alto (85 – 100%): Manica e Sofala e b) índice moderado (60 -85%): Tete e norte da Zambézia. iii. região Sul: Espera-se índice moderado (60 – 85%).
  148. Número ou marcador, página 10: a) índice alto (85 – 100%): Manica e Sofala e
    i. região Norte: a) Em geral, espera-se índice moderado (60 à 85%). ii. região Centro: a) índice alto (85 – 100%): Manica e Sofala e b) índice moderado (60 -85%): Tete e norte da Zambézia. iii. região Sul: Espera-se índice moderado (60 – 85%).
  149. Número ou marcador, página 10: b) índice moderado (60 -85%): Tete e norte da Zambézia. iii. região Sul: Espera-se índice moderado (60 – 85%). Figura 8: Previsão de ISNH- JFM – 2023
    i. região Norte: a) Em geral, espera-se índice moderado (60 à 85%). ii. região Centro: a) índice alto (85 – 100%): Manica e Sofala e b) índice moderado (60 -85%): Tete e norte da Zambézia. iii. região Sul: Espera-se índice moderado (60 – 85%).
  150. Texto do artigo, página 10: ii. período de Janeiro-Fevereiro-Março (JFM-2023) - ISNH
  151. Texto do artigo, página 10: 3.4. Interpretação da previsão da época chuvosa 2022/2023 na Saúde
  152. Texto do artigo, página 11: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (35)
  153. Texto do artigo, página 11: 3.4. Interpretação da previsão da época chuvosa 2022/2023 na Saúde 3.4.1 No que tange a Malária, espera-se:
  154. Texto do artigo, página 11: i. período de Outubro-Novembro-Dezembro (OND) de 2022:
  155. Texto do artigo, página 11: i. alto risco na parte central da província de Tete, a sul da província de Zambézia e a noroeste da província de Sofala. ii. risco moderado em quase toda a extensão das províncias de Inhambane e Sofala, na parte norte da província de Manica, no extremo nordeste da província de Tete, bem como a oeste da província de Tete.
    i. alto risco na parte central da província de Tete, a sul da província de Zambézia e a noroeste da província de Sofala. ii. risco moderado em quase toda a extensão das províncias de Inhambane e Sofala, na parte norte da província de Manica, no extremo nordeste da província de Tete, bem como a oeste da província de Tete.
  156. Texto do artigo, página 11: N 0 100 km Casos Prováveis de Malária: Previsão OND 2022 Baixo Médio Alto INAM
  157. Texto do artigo, página 11: Figura 9: Interpretação para a saúde - Malária - OND 2022 i. alto risco na área central da província de Nampula, e a noroeste da província de Zambézia. ii. risco moderado no extremo norte da província de Nampula, na parte central da província de Zambézia e a sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado. Figura 10: Interpretação para a saúde - Malária - JFM 2023
    i. alto risco na área central da província de Nampula, e a noroeste da província de Zambézia. ii. risco moderado no extremo norte da província de Nampula, na parte central da província de Zambézia e a sul das províncias de Niassa e Cabo Delgado.
  158. Texto do artigo, página 11: N 0 100 km Casos Prováveis de Malária: Previsão JFM 2023 Baixo Médio Alto INAM
  159. Texto do artigo, página 11: 3.4.2 Previsão de ocorrência de caso de diarreias: i. período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) 2022: < 5 anos
  160. Parágrafo, página 12: 2234 — (36) I SÉRIE — NÚMERO 249
  161. Texto do artigo, página 12: 3.4.2 Previsão de ocorrência de caso de diarreias: i. período Outubro-Novembro-Dezembro (OND) 2022: < 5 anos
  162. Número ou marcador, página 12: 4. Análise do Risco de Desastres
  163. Texto do artigo, página 12: i. alto risco na área central da província de Sofala; ii. risco moderado em toda extensão das províncias de Niassa, Tete, Zambézia, Nampula, Maputo Cidade e província, na área norte das províncias de Manica e Inhambane e no extremo sul da Província de Cabo Delgado .
    i. alto risco na área central da província de Sofala; ii. risco moderado em toda extensão das províncias de Niassa, Tete, Zambézia, Nampula, Maputo Cidade e província, na área norte das províncias de Manica e Inhambane e no extremo sul da Província de Cabo Delgado .
  164. Texto do artigo, página 12: 150 km Casos Previstos de Diarreia - OND 2022 < 5 anos Baixo Médio Alto
  165. Texto do artigo, página 12: Figura 11: Interpretação para a saúde - diarreia - OND 2022 i. para o período Janeiro-Fevereiro-Março (JFM) 2023: < 5 anos i. alto risco em quase toda extensão das províncias de Maputo e Cidade de Maputo, bem como na área central da província de Nampula. ii. risco moderado na área norte das província de Nampula, Zambézia, a sul das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e a noroeste da província de Maputo. Figura 12: Interpretação para a saúde - diarreia - JFM 2023
    i. alto risco em quase toda extensão das províncias de Maputo e Cidade de Maputo, bem como na área central da província de Nampula. ii. risco moderado na área norte das província de Nampula, Zambézia, a sul das províncias de Niassa, Cabo Delgado, Gaza e Inhambane e a noroeste da província de Maputo.
  166. Texto do artigo, página 12: Casos Previstos de Diarreia - JFM 2023 < 5 anos Baixo Médio Alto 150 km
  167. Texto do artigo, página 12: As previsões indicam um risco moderado para a ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas de Inhanombe, Mutamba, Limpopo, Sve, Zambeze, bacias costeiras da provincia da Zambézia e Nampula, Namacurra, Megaruma, Montepuez e Messalo; risco moderado a alto nas bacias de Maputo, Umbeluzi, Incomati, Búzi, Pungoé, Savane e Licungo. Adicionalmente, poderão ocorrer inundações urbanas nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane, Pemba e Lichinga. Por outro lado há probabilidade de ocorrência de erosão nas cidades de Pemba e Nacala Porto.
  168. Número ou marcador, página 12: 4. 1 Principais Riscos e Ameaças
  169. Texto do artigo, página 12: A previsão climática sazonal para a época chuvosa e ciclónica 2022/2023 indica que, no geral, há uma previsão de ocorrência de chuvas normais com tendência para acima do normal nas regiões Sul e Centro do país, bem como, de vendavais, descargas atmosféricas e ciclones tropicais. As temperaturas das águas superficiais no Oceano Índico associado aos factores climáticos de escala global (ENSO), regionais (IOD) e locais serão determinantes para a ocorrência de chuvas acima do normal na presente época chuvosa e ciclónica.
  170. Texto do artigo, página 13: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (37)
  171. Texto do artigo, página 13: Maior atencão ainda às cheias que podem resultar de descargas provenientes dos países vizinhos, isto é, bacias do Maputo, Umbeluzi, Incomati, Limpopo e Zambeze.
  172. Texto do artigo, página 13: Há ainda a probabilidade de eclosão de doenças de origem
  173. Texto do artigo, página 13: hídrica, como diarreias, incluindo a cólera e malária, pbem como pragas e bolsas de seca e insegurança alimentar e nutricional (sobretudo nas zonas áridas e semiáridas), são outros factores a ter em conta durante toda a época chuvosa e ciclónica.
  174. Número ou marcador, página 13: 4. 2 Factores de Vulnerabilidade Os principais factores de vulnerabilidade às ameaças acima
  175. Texto do artigo, página 13: identificadas, são:
  176. Número ou marcador, página 13: a) instabilidade social devido ao terrorismo em algumas regiões das províncias de Cabo Delgado e Nampula;
  177. Número ou marcador, página 13: b) insuficiência de infra-estruturas para o controlo e gestão do fluxo de escoamentos de água de montante, sobretudo provenientes de nove rios internacionais;
  178. Número ou marcador, página 13: c) existência de zonas áridas e semiáridas com aglomerados populacionais dispersos e limitado acesso a recursos hídricos;
  179. Número ou marcador, página 13: d) longa extensão do território nacional localizada na zona de convergência intertropical, com limitada capacidade de contenção ou resiliência humana e infra-estrutural;
  180. Número ou marcador, página 13: e) existência de zonas sísmicas activas com elevados aglomerados populacionais sem conhecimento do risco a que estão sujeitos;
  181. Número ou marcador, página 13: f) implantação de infraestruturas públicas, privadas, sociais e assentamento humanos em zonas de risco ou ameaças (descritas no Artigo 12 da Lei n.º 10/2020, de 24 de Agosto) sem observância de padrões técnicos de segurança;
  182. Número ou marcador, página 13: g) insuficiente preparação do País e dos seus cidadãos para enfrentarem eficazmente o risco de desastres na dimensão actual;
  183. Número ou marcador, página 13: h) fraca capacidade de adaptação das comunidades, associado ao rápido crescimento demográfico e ocupação desordenada de zonas naturais de escoamento e de retenção temporária das águas das cheias;
  184. Número ou marcador, página 13: i) insuficiente implementação dos instrumentos de planeamento e ordenamento territorial;
  185. Número ou marcador, página 13: j) falta de áreas demarcadas e reservadas a inundação em situação de cheias;
  186. Número ou marcador, página 13: k) ineficiente implementação de medidas de redução do risco e aumento da resiliência nas infra-estruturas públicas;
  187. Número ou marcador, página 13: l) existência de pontes chave não reabilitadas;
  188. Número ou marcador, página 13: m) degradação dos diques de protecção ao longo das bacias mais vulneráveis a cheias;
  189. Número ou marcador, página 13: n) instabilidade social devido ao terrorismo em algumas regiões das províncias de Cabo Delgado e Nampula; e
  190. Número ou marcador, página 13: o) ocorrência de 4 (quatro) sistemas tropicais na bacia do sudoeste do Oceano índico, que atingiram o nosso país (ANA, DUMAKO, GOMBE e JASMINE), cujos impactos ainda se fazem se sentir e o processo de recuperação ainda está em cusro.
  191. Número ou marcador, página 13: 4. 3 Factores de Contenção
  192. Texto do artigo, página 13: A necessidade de adopção de medidas de redução de risco de desastres em Moçambique é contextual e de carácter sócioeconómico imperativo devido aos múltiplos e recorrentes choques que afectam o país, por um lado. Por outro, a integração de medidas de gestão e redução de risco de desastres nas principais Políticas Públicas como o Programa Quinquenal do Governo 2019-2024 e o Plano Director para Redução do Risco de Desastres 2017-2030 refletem os avanços e firmeza do Governo nesta direcção.
  193. Texto do artigo, página 13: Abaixo apresentam-se as principais medidas e acções (implementadas e em curso) que concorrem para a redução da vulnerabilidade:
  194. Número ou marcador, página 13: a) melhorado o acesso à informação hidro-meteorológica e garantia da emissão de avisos e alertas com maior precisão e confiabilidade sobre a iminência de perigos, em tempo quase real para a tomada de decisão operacional a vários níveis;
  195. Número ou marcador, página 13: b) desenvolvido um sistema de previsão de cheias/ inundações e modelos de monitoria e previsão de ciclones e secas hidrológicas com foco para as bacias hidrográficas, propensas as cheia e inundações;
  196. Número ou marcador, página 13: c) instalados sensores de alerta nas comunidades mais propensas aos eventos extremos;
  197. Número ou marcador, página 13: d) operacionalizada a rede de estações do sistema de aviso de cheias, entre elas 30 pluviométricas e 33 hidrométricas, para a monitoria hidrológica;
  198. Número ou marcador, página 13: e) operacionalização de 100 rádios comunitárias que usam línguas locais para a divulgação de mensagens sobre as medidas preventivas sobre a probabilidade de ocorrência de eventos extremos;
  199. Número ou marcador, página 13: f) capacitação contínua das comunidades através da criação e revitalização de Comités Locais de Gestão e Redução do Risco de Desastres em locais mais propensos a eventos extremos;
  200. Número ou marcador, página 13: g) fortalecidos sistemas de gestão de informação e comunicação, com recurso a tecnologias modernas de informação e comunicação;
  201. Número ou marcador, página 13: h) disponibilidade de veículos aéreos não tripulados, drones, usados para avaliação rápida do impacto do desastre assim como mapeamento das zonas de risco;
  202. Número ou marcador, página 13: i) realizadas actividades de controlo de focos de infecção de cólera; e
  203. Número ou marcador, página 13: j) realizadas campanhas de saúde e nutrição para o rastreio de crianças em situação de desnutrição aguda, suplementação com Vitamina A, desparasitação, vacinação e tratamento das doenças mais frequentes na infância.
  204. Texto do artigo, página 13: 4.4. Cenários
  205. Texto do artigo, página 13: Em função das previsões climáticas sazonais para a região e a sua interpretação para o contexto nacional nas componentes de meteorologia, hidrologia, agricultura e saúde, foram desenvolvidos três cenários de população em risco que são descritos e apresentados abaixo. De salientar que o elevado número de pessoas em risco na presente época chuvosa e ciclónica nos diferentes cenários, deve-se ao facto de ter-se registado, na época passada, a ocorrência de escassêz de precipitação e estiagem, principalmente nas províncias de Gaza e Inhambane, por um lado, e por outro, a ocorrência de sistemas tropicais (ANA, DUMAKO, GOMBE e JASMINE), cujos impactos ainda se fazem sentir e o processo de recuperação ainda está em curso.
  206. Texto do artigo, página 13: 4.5. Cenário I
  207. Texto do artigo, página 13: O Cenário I é composto por ameaças localizadas de pequena magnitude e curta duração, mas com impacto sobre as camadas populacionais mais vulneráveis. Este cenário inclui (i) ventos Fortes, (ii) inundações urbanas e periurbanas e (iii) seca que poderão ocorrer em diferentes regiões do País. Em algumas situações há possibilidade de ocorrência de descargas atmosféricas.
  208. Parágrafo, página 14: 2234 — (38) I SÉRIE — NÚMERO 249
  209. Texto do artigo, página 14: As cidades de Maputo, Matola, Beira, Dondo, Quelimane, Lichinga, Cuamba e Xai – Xai poderão registar inundações urbanas. Igualmente, espera-se ocorrência de estiagem/Stress hídrico, sobretudo nas provincias de Maputo, Gaza, Inhambane, Sofala e Zambézia, Pondo em risco o desenvolvimento das culturas.
  210. Texto do artigo, página 14: Nesse contexto, estima-se que 1.172.297 pessoas estejam em risco caso ocorram ventos fortes, inundações e seca (ver tabela 1).
  211. Texto do artigo, página 14: Tabela 2: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I
  212. Texto do artigo, página 14: Província População em Risco no cenário I Ventos fortes Inundações (Cidades e Vilas) Seca Total do Cenário I Cabo Delgado 22,900 1,720 24,620 Niassa 9,630 10,063 3,144 22,837 Nampula 18,291 1,875 0 20,166 ZambéziaZambezia 33,230 20,264 32,344 85,838 Tete 2,545 404 151,399 154,348 Manica 31,323 4,820 27,963 64,106 Sofala 26,008 128,291 32,588 186,887 Inhambane 63,939 37,278 123,726 224,943 Gaza 21,173 14,328 271,744 307,245 Maputo Província 22,502 18,213 27,362 68,077 Maputo Cidade 1,166 11,669 395 13,230 Total 252,707 248,925 670,665 1,172,297
    ProvínciaPopulação em Risco no cenário I
    Ventos fortesInundações (Cidades e Vilas)SecaTotal do Cenário I
    Cabo Delgado22,9001,72024,620
    Niassa9,63010,0633,14422,837
    Nampula18,2911,875020,166
    ZambéziaZambezia33,23020,26432,34485,838
    Tete2,545404151,399154,348
    Manica31,3234,82027,96364,106
    Sofala26,008128,29132,588186,887
    Inhambane63,93937,278123,726224,943
    Gaza21,17314,328271,744307,245
    Maputo Província22,50218,21327,36268,077
    Maputo Cidade1,16611,66939513,230
    Total252,707248,925670,6651,172,297
  213. Texto do artigo, página 14: Tabela 2: Províncias e Estimativas da População em Risco no Cenário I 4.4.1. Cenário II O Cenário II é a combinação dos riscos ou ameaças do Cenário I (ventos fortes, inundações urbanas e periurbanas e Seca) com a probabilidade de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas e de ciclones. Neste cenário estima-se que 2.249.410 pessoas estejam em risco, das quais 553.206 pessoas em risco de cheias e 523.907 pessoas em risco de ciclones (– Tabela 2). Considerando este cenário poder-se-á registar cheias de risco sobre as bacias de Inhambane, Mutamba, Zambeze, bacias costeiras da província da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo; risco moderado a alto nas bacias de Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Pungóe, Savane; e risco alto nas bacias de Búzi, Púngoè e Licungo. Adicionalmente, poderão ocorrer inundações urbanas nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane, Pemba e Lichinga. Por outro lado há probabilidade de ocorrência de erosão nas cidades de Pemba e Nacala Porto. As províncias de Niassa e Tete não apresentam risco de serem afectadas por ciclones tropicais devido a sua localização. Tabela 3: Cenário II - População em Risco
    População em Risco no cenário I
    Inundações (Cidades e Vilas)
    ProvínciaVentos fortesSecaTotal do Cenário I
    Cabo Delgado22,9001,72024,620
    Niassa9,63010,0633,14422,837
    Nampula18,2911,875020,166
    Zambézia33,23020,26432,34485,838
    Tete2,545404151,399154,348
    Manica31,3234,82027,96364,106
    Sofala26,008128,29132,588186,887
    Inhambane63,93937,278123,726224,943
    Gaza21,17314,328271,744307,245
    Maputo Província22,50218,21327,36268,077
    Maputo Cidade1,16611,66939513,230
    Total252,707248,925670,6651,172,297
  214. Texto do artigo, página 14: 4.4.1. Cenário II
  215. Texto do artigo, página 14: 4.4.1. Cenário II O Cenário II é a combinação dos riscos ou ameaças do Cenário
  216. Texto do artigo, página 14: costeiras da provincia da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo; risco moderado a alto nas bacias de Maputo, Umbeluzi, Incomáti, Limpopo, Save, Búzi, Pungoé, Savane; e risco alto nas bacias de Búzi, Púngoe e Licungo. Adicionalmente, poderão ocorrer inundações urbanas nas cidades de Maputo, Matola, Beira, Quelimane, Pemba e Lichinga. Por outro lado há probabilidade de ocorrência de erosão nas cidades de Pemba e Nacala Porto.
  217. Texto do artigo, página 14: I (ventos fortes, inundações urbanas e periurbanas e Seca) com a probabilidade de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas e de ciclones. Neste cenário estima-se que 2.249.410 pessoas estejam em risco, das quais 553.206 pessoas em risco de cheias e 523.907 pessoas em risco de ciclones – (Tabela 2).
  218. Texto do artigo, página 14: O Cenário II é a combinação dos riscos ou ameaças do Cenário I (ventos fortes, inundações urbanas e periurbanas e Seca) com a probabilidade de ocorrência de cheias nas bacias hidrográficas e de ciclones. Neste cenário estima-se que 2.249.410 pessoas estejam em risco, das quais 553.206 pessoas em risco de cheias e 523.907 pessoas em risco de ciclones – (Tabela 2).
  219. Texto do artigo, página 14: Considerando este cenário poder-se-á registar cheias de risco moderado nas bacias de Inhanombe, Mutamba, Zambeze, bacias
  220. Texto do artigo, página 14: As províncias de Niassa e Tete não apresentam risco de serem afectadas por ciclones tropicais devido a sua localização.
  221. Texto do artigo, página 14: Considerando este cenário poder-se-á registar cheias de risco moderado nas bacias de Inhanombe, Mutamba, Zambeze, bacias costeiras da provincia da Zambézia e Nampula, Megaruma, Montepuez e Messalo; risco , Save, Búzi, Pungoé, Savane; poderão ocorrer inundações ur ga. Por outro lado há probabilidade
  222. Texto do artigo, página 14: Tabela 3: Cenário II - População em Risco
  223. Texto do artigo, página 14: Províncias moderado a alto n e risco alto nas b Cenário I as bacias d acias de Bú Risco de cheias e Maputo, Um zi, Púngoe e Li Risco de ciclones beluzi, Inco cungo. Adic Total do Cenário II mati, Limpopo, ionalmente, urbanasCabo Delgadonas cidades d e Maputo,24,620M atola, Beira,5,100Q uelimane,24,100P emba e53,820Lichinga. Niassa de ocorrênci a de erosão22,837 nas cidades14,236de Pemba e-Na cala Porto.37,073 Nampula 20,166 3,064 96,359 119,589 deZambéziaNiassa e Tete nã o apresentam85,838 risco de49,365serem afectadas23,179 por ciclones158,382 Tete 154,348 9,006 163,354 Manica 64,106 21,904 26,446 112,456 Sofala 186,887 339,343 287,319 813,549 Inhambane 224,943 7,251 58,371 290,565 Gaza 307,245 89,831 1,000 398,076 Maputo Província 68,077 14,106 5,104 87,287 Maputo Cidade 13,230 - 2,029 15,259 Total 1,172,297 553,206 523,907 2,249,410
    Províncias moderado a alto n e risco alto nas bCenário I as bacias d acias de BúRisco de cheias e Maputo, Um zi, Púngoe e LiRisco de ciclones beluzi, Inco cungo. AdicTotal do Cenário II mati, Limpopo, ionalmente,
    urbanasCabo Delgadonas cidades de Maputo,24,620Matola, Beira,5,100Quelimane,24,100Pemba e53,820Lichinga.
    Niassa de ocorrência de erosão22,837nas cidades14,236dePemba e-Nacala Porto.37,073
    Nampula20,1663,06496,359119,589
    deZambéziaNiassa e Tete não apresentam85,838risco de49,365seremafectadas23,179por ciclones158,382
    Tete154,3489,006163,354
    Manica64,10621,90426,446112,456
    Sofala186,887339,343287,319813,549
    Inhambane224,9437,25158,371290,565
    Gaza307,24589,8311,000398,076
    Maputo Província68,07714,1065,10487,287
    Maputo Cidade13,230-2,02915,259
    Total1,172,297553,206523,9072,249,410
  224. Texto do artigo, página 14: As províncias tropicais devido a sua localização.
  225. Texto do artigo, página 14: 4.4.2. Cenário III
  226. Texto do artigo, página 14: O terceiro cenário (Cenário III) é o resultado da combinação do cenário II com a probabilidade de ocorrência de sismos. Assim, neste cenário estima-se que 2.289.616 pessoas estejam em risco, das quais cerca de 40.206 pessoas em risco de sismos - Ver tabela 3.
  227. Texto do artigo, página 14: A estimativa da população em risco de sismos foi feita com base nos dados históricos de registos e o período de recorrência dos sismos em Moçambique. Dos 15 Sismos significativos registados no período 2021-2022, o intervalo de magnitude foi de 3.9 a 4.9 na escala de Ritcher, contra 7 Sismos significativos, registados no período 2020-2021, de intervalo de 3.3 a 4.5 na mesma escala.
  228. Texto do artigo, página 15: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (39)
  229. Texto do artigo, página 15: 4.4.2. Cenário III
  230. Texto do artigo, página 15: O terceiro cenário (Cenário III) é o resultado da combinação do cenário II com a probabilidade de ocorrência de sismos. Assim, neste cenário estima-se que 2.289.616 pessoas estejam em risco, das quais cerca de 40.206 pessoas em risco de sismos - Ver tabela 3.
  231. Texto do artigo, página 15: A estimativa da população em risco de sismos foi feita com base nos dados históricos de registos e o período de recorrência dos sismos em Moçambique. Dos 15 Sismos significativos registados no período 2021-2022, o intervalo de magnitude foi de 3.9 a 4.9 na escala de Ritcher, contra 7 Sismos significativos, registados no período 2020-2021, de intervalo de 3.3 a 4.5 na mesma escala.
  232. Texto do artigo, página 15: Tabela 4: Cenário III – População em Risco
  233. Texto do artigo, página 15: Província Cenário II Sismos Total do Cenário III Cabo Delgado 53,820 1,220 55,040 Niassa 37,073 6,430 43,503 Nampula 119,589 2,776 122,365 Zambézia 158,382 3,520 161,902 Tete 163,354 1,845 165,199 Manica 112,456 13,038 125,494 Sofala 813,549 4,500 818,049 Inhambane 290,565 1,424 291,989 Gaza 398,076 2,700 400,776 Maputo Província 87,287 1,055 88,342 Maputo Cidade 15,259 1,698 16,957 Total 2,249,410 40,206 2,289,616
    ProvínciaCenário IISismosTotal do Cenário III
    Cabo Delgado53,8201,22055,040
    Niassa37,0736,43043,503
    Nampula119,5892,776122,365
    Zambézia158,3823,520161,902
    Tete163,3541,845165,199
    Manica112,45613,038125,494
    Sofala813,5494,500818,049
    Inhambane290,5651,424291,989
    Gaza398,0762,700400,776
    Maputo Província87,2871,05588,342
    Maputo Cidade15,2591,69816,957
    Total2,249,41040,2062,289,616
  234. Texto do artigo, página 15: 4.4.3. Situação Prevalecente dos Deslocados Internos em Moçambique
  235. Texto do artigo, página 15: impacto na operacionalização do presente plano de contingência, sobretudo na componente de assistência humanitária. Na altura da compilação dos dados, registava-se uma tendência crescente do número da população deslocada, estimando-se em cerca de 1.122.443 pessoas (Tabela 5).
  236. Texto do artigo, página 15: O presente Plano de Contingência inclui a situação de deslocados internos causados pelas incursões dos terroristas na região Norte do País. Esta situação poderão, em parte, ter
  237. Texto do artigo, página 15: Tabela 5: Deslocados internos devido aos ataques armados
  238. Texto do artigo, página 15: Província Famílias Deslocadas Pessoas Deslocadas (incluindo Crianças) Província do Maputo 28 82 Inhambane 18 73 Sofala 678 3,376 Manica 1,023 5,582 Zambézia 316 1,191 Nampula 14,717 64,780 Niassa 1,053 4,533 Cabo Delgado 50,971 1,042,826 Total 68,804 1,122,443
    ProvínciaFamílias DeslocadasPessoas Deslocadas (incluindo Crianças)
    Província do Maputo2882
    Inhambane1873
    Sofala6783,376
    Manica1,0235,582
    Zambézia3161,191
    Nampula14,71764,780
    Niassa1,0534,533
    Cabo Delgado50,9711,042,826
    Total68,8041,122,443
  239. Texto do artigo, página 15: Sobre os deslocados, há a enfatizar que é trazida neste plano pela necessidade de reforçar a assistência neste período que vamos entrar, por tratar-se de época de escassez, principalmente para para as populações que retornam nas suas zonas de origem sem bases sólidas de subsistência.
  240. Texto do artigo, página 15: 4.4.4. Provável Impacto no Sector da Educação
  241. Texto do artigo, página 15: O sector de Educação conta com 13.250 estabelecimentos de ensino.Uma breve análise de risco das escolas, tendo em a as previsões climáticas, a distribuição espacial e o nível de
  242. Texto do artigo, página 15: precariedade, permitiu identificar um total de 4.215 escolas situadas em áreas de risco (correspondente a 32 % do total da escolas da do país), com 16.330 salas de aulas em zonas de risco, com 1.656.964 alunos e 33.028 professores
  243. Texto do artigo, página 15: Na tabela a baixo mostra-se a distribuição por província, das escolas, salas de aula em áreas de maior risco. Sendo a província de Nampula e Gaza, aquelas que contam com maior número de salas de aulas localizadas em áreas de maior risco.
  244. Texto do artigo, página 16: Tabela 6: Provável impacto no sector da Educação Nº de Ordem Província Em Risco Escolas Salas Alunos Prof. 1 C. Maputo 10 118 10835 239 2 P. Maputo 91 190 14565 455 3 Gaza 762 4371 479299 10880 4 Inhambane 259 166 115590 2966 a-se no geral, uma boa campanha agrícola. entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM-2023, esperam-se situações extremas de inundações localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas em todas as regiões. Estima-se que cerca de 284.266 produtores em fico de ser afectados pelos diferentes fenómenos e que 341.119 hectares estejam em risco de serem perdidos com culturas diversas, sobretudo milho, arroz e feijões possam estar em risco – Ver tabela 8. Tabela 7: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2022 – 2023 Fonte: MADER 4.5. Provável Impacto no Sector de Estradas O Sector de Estradas prevê que algumas estradas estejam em risco de interrupção ou funcionamento com o trânsito condicionado caso se comcretizem as previsões climáticas avançadas pelo INAM, aliado ao nível de precariedade de algumas vias de acesso. As províncias de maior risco são Maputo, Inhambane, Sofala, Manica, Zambézia, Nampula, Tete, e Niassa.
  245. Título de secção, página 16: 2234 — (40) I SÉRIE — NÚMERO 249
  246. Texto do artigo, página 16: Tabela 6: Provável impacto no sector da Educação
  247. Texto do artigo, página 16: Nº de Ordem 5 6 Província Sofala Manica 178 243Em Risco 85718 1471 Escolas 266 Salas 1068 Alunos 134457 Prof. 2902 17 C.ZambéziaMaputo 100010 1736118 17529010835 2750239 28 P.TeteMaputo 35991 1275190 12664614565 2374455 39 GazaNampula 762964 43715515 479299383047 108806539 104 InhambaneC. Delgado 259102 166613 11559049938 29661158 115 SofalaNiassa 178224 1035243 8571881579 14711294 6 TotalManica 4215266 163301068 1656964134457 330282902 7 Zambézia 1000 1736 175290 2750 8 Tete 359 1275 126646 2374 4.4.5. Prováv9 elNampulaImpacto no Secto r da Agricultu964 ra 5515 383047 6539 10 C. Delgado 102 613 49938 1158 Segundo a 11iint erpretaçãoNiassa da previs ão climática224 para época1035chu vosa 202281579- 20 23, perspectiva-se1294 Total 4215 16330 1656964 33028
    Nº de Ordem 5 6Província Sofala Manica178 243Em Risco 85718 1471
    Escolas 266Salas 1068Alunos 134457Prof. 2902
    17C.ZambéziaMaputo1000101736118175290108352750239
    28P.TeteMaputo359911275190126646145652374455
    39GazaNampula76296443715515479299383047108806539
    104InhambaneC. Delgado2591021666131155904993829661158
    115SofalaNiassa1782241035243857188157914711294
    6TotalManica42152661633010681656964134457330282902
    7Zambézia100017361752902750
    8Tete35912751266462374
    4.4.5. Prováv9elNampulaImpacto no Sector da Agricultu964ra 55153830476539
    10C. Delgado102613499381158
    Segundo a 11iinterpretaçãoNiassa da previsão climática224para época1035chuvosa 202281579- 2023, perspectiva-se1294
    Total421516330165696433028
  248. Texto do artigo, página 16: 4.4.5. Provável Impacto no Sector da Agricultura Segundo a iinterpretação da previsão climática para época chuvosa 2022 - 2023, perspectiva-se no geral, uma boa campanha agrícola. entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM-2023, esperam-se situações extremas de inundações localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas em todas as regiões. Estima-se que cerca de 284.266 produtores em fico de ser afectados pelos diferentes fenómenos e que 341.119 hectares estejam em risco de serem perdidos com cultu Fenómeno ras diversas, sobretudo milho, a Produtores em Risco rroz e feijões possam estar em Área em Risco (ha) – Ver tabela 8. Seca/Estiagem 94,755 113,706 Tabela Inundações/Cheias7: Áreas e Produtores em Ris co campanha agrícola 2022142,133– 2023 170,560 FenómenoCiclones Produtores em Risco47,378 Área em Risco (ha)56,853 Total 284,266 341,119 risco Seca/Estiagem 94,755 113,706 Inundações/Cheias 142,133 170,560 Ciclones 47,378 56,853 Total 284,266 341,119 Fonte: MADER 4.5. Provável Impacto no Sector de Estradas O Sector de Estradas prevê que algumas estradas estejam em risco de interrupção ou funcionamento com o trânsito condicionado caso se comcretizem as previsões climáticas avançadas pelo INAM, aliado ao nível de precariedade de algumas vias de acesso. As províncias de maior risco são Maputo, Inhambane, Sofala, Manica, Zambézia, Nampula, Tete, e Niassa.
    risco de serem perdidos com cultu Fenómenoras diversas, sobretudo milho, a Produtores em Riscorroz e feijões possam estar em Área em Risco (ha)
    – Ver tabela 8. Seca/Estiagem94,755113,706
    Tabela Inundações/Cheias7: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2022142,133– 2023170,560
    FenómenoCiclonesProdutores em Risco47,378Área em Risco (ha)56,853
    Total284,266341,119
  249. Texto do artigo, página 16: 4.4.5. Provável Impacto no Sector da Agricultura Segundo a interpretação da previsão climática para época chuvosa 2022 - 2023, perspectiva-se no geral, uma boa campanha agrícola. entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM-2023, esperam-se situações extremas de inundações localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas em todas as regiões. Estima-se que cerca de 284.266 produtores em fico de ser afectados pelos diferentes fenómenos e que 341.119 hectares estejam em risco de serem perdidos com culturas diversas, sobretudo milho, arroz e feijões possam estar em risco – Ver tabela 8. Tabela 7: Áreas e Produtores em Risco campanha agrícola 2022 – 2023
    Nº de OrdemProvinciaEm Risco
    EscolasSalasAlunosProf.
    1C. Maputo1011810835239
    2P. Maputo9119014565455
    3Gaza762437147929910880
    4Inhambane2591661155902966
    5Sofala178243857181471
    6Manica26610681344572902
    7Zambézia100017361752902750
    8Tete35912751266462374
    9Nampula96455153830476539
    10C. Delgado102613499381158
    11Niassa2241035815791294
    Total421516330165696433028
  250. Texto do artigo, página 16: 4.4.5. Provável Impacto no Sector da Agricultura
  251. Texto do artigo, página 16: Segundo a interpretação da previsão climática para época chuvosa 2022 - 2023, perspectiva-se no geral, uma boa campanha agrícola. entretanto, para os dois períodos e com destaque para o período JFM-2023, esperam-se situações extremas de inundações
  252. Texto do artigo, página 16: 4.5. Provável Impacto no Sector de Estradas
  253. Texto do artigo, página 16: O Sector de Estradas prevê que algumas estradas estejam em risco de interrupção ou funcionamento com o trânsito condicionado caso se comcretizem as previsões climáticas avançadas pelo INAM, aliado ao nível de precariedade de algumas vias de acesso. As províncias de maior risco são Maputo, Inhambane, Sofala, Manica, Zambézia, Nampula, Tete, e Niassa.
  254. Texto do artigo, página 16: localizadas que poderão acontecer com maior impacto nas zonas ribeirinhas e baixas em todas as regiões. Estima-se que cerca de 284.266 produtores em fico de ser afectados pelos diferentes fenómenos e que 341.119 hectares estejam em risco de serem perdidos com culturas diversas, sobretudo milho, arroz e feijões possam estar em risco – Ver tabela 8.
  255. Texto do artigo, página 16: Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso das lajes de pavimento de estruturas, erosão da plataforma e taludes das estradas, poças de água nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nas figuras abaixo.
  256. Texto do artigo, página 16: Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso das lajes de pavimento de estruturas, erosão da plataforma e taludes das estradas, poças de água nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nas figuras abaixo.
  257. Texto do artigo, página 16: Os danos registados frequentemente nas vias de acesso têm sido: erosão, cortes e ravinas na plataforma da estrada, escavação e colapso das lajes de pavimento de estruturas, erosão da plataforma e taludes das estradas, poças de água nas zonas baixas com solos plásticos, tornando a plataforma escorregadia, entre outros. Os pontos críticos estão identificados nas figuras abaixo.
  258. Texto do artigo, página 17: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (41)
  259. Texto do artigo, página 17: 4.5.1 Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Niassa.
  260. Texto do artigo, página 17: N360 - Cuamba/Metarica/ Maua; R720 Cuamba/ Mecanhelas;
  261. Texto do artigo, página 17: R730 - Congerenge/Mintade/Nambilange; R1201 - Etatara/ Mepanhira/ Molumbo; R1120 - Mecanhelas/Mepanhira; R721Mecanhelas/Chiuta,N13 - Cuamba/ Lurio; R731 - Marrupa/ Mecula; R733 - Unango/ Macalodge; R734 - Metangula/ Cobue;
  262. Texto do artigo, página 17: R735 - Cruz. R734/ Lupilichi; R1215 Macalodge/ Nova Madeira; R1215 - Nova Madeira/ Rio Rovuma e NC - Majune/ Mavago
  263. Texto do artigo, página 17: .
  264. Texto do artigo, página 17: 4.5.2. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Tete.
  265. Texto do artigo, página 17: N322 - Cruz. N7 (Madamba)/Mutarara; N302 - Matema/Vila Mualadzi; N303 Bene/Zumbo;
  266. Texto do artigo, página 17: R602: Mágoè/ Mucumbura; R603 Daca/Furancungo; R604 Madeia/Namicunga;
  267. Texto do artigo, página 17: R1059 - Ntengowambalame/Biri Biri e NC: Cruz. N304: Josina/ Ntengo Mozi
  268. Texto do artigo, página 17: .
  269. Texto do artigo, página 17: 4.5.3. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Nampula. N104 - Nametil/Angoche; N324 Moma/Fr. Zambézia (Mucoroge); N324 Mecane/Mucuali; N324 Mucuali/Boila/Angoche; R681 Ivate/Larde; R682 - Marcação/Aube; R687
  270. Texto do artigo, página 17: - Liupo/Namige; R688 - Liupo/Quinga; R688 - Liupo/Quiaxxe; R689 Quixaxe/Monapo; R1154 - Lunga/Namige; R1155 - Quixaxe/Lunga; N105 Monapo/Ilha de Mocambique; R699 Naguema/Mossuril; R701- Mossuril/Matibane;R1169 - Cruz. N12/Matibane e NC - Cruz 105 (Ntete)/Cruz R699 (Mossuril).
  271. Parágrafo, página 18: 2234 — (42) I SÉRIE — NÚMERO 249
  272. Texto do artigo, página 18: 4.5.4. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Zambezia. R640 - Zero/Mopeia; R640 Mopeia/Luabo/Nhacatiua; R650 Pinda/Megaza/Chire; R650 - Posto Chire/Milange; N322 Zero/Morrumbala; N322 Morrumbala/Pinda/R. Chire; NC Bive/Maganja da Costa; R644 Maganja/Nante/Cariua; R645 Maganja/Mabala; R643 Namacurra/Macuse; R1118 - Namacurra/Forquia; R654 - Regone/Namarroi; R1102 - Regone/Gurúè ; NC - Bive/Muaquiua; R1117 - Tacuane/Muabanama; R653 - Tacuane/Liciro; R657 - Lioma/Rio Lurio; R650 - Milange/Molumbo; R658 - Molumbo/Magige; N324 - Magiga/Rio Ligonha; R648 Gile/Etaga Nova Naburi; NC - Muandiua/Chire 4.5.5. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Manica. N260 - Cruz. N6/Munhinga; N260 - Dombe/Rio Mussapa; N260 - Dombe/Rio Lucite; N260 Dacata/Espungabera; R441 - Espungabera/Chaiva (Rio Mossurize); NC - Cruz. R521 (Chaiva)/Garagua; NC - Cruz. N260/Central Mavuze; R952 - Cruz. R441/Mabzvissanga; NC - Cruz. N7 (Catandica)/Cagore; R963 - Manica/Penhalonga; NC - Cruz R963/Chua/Cruz. R963; NC - Cruz. R962/Machipanda; R950 - Cruz. R529 (Massavala/Buzua); R529 - Cruz. N7/Nhacolo/Fronteira Sofala; NC - Cruz. R529(Inhacafula)/Buzua 4.5.6. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Sofala.
  273. Texto do artigo, página 18: Zambézia.
  274. Texto do artigo, página 18: Estradas de acesso em risco na Província da Zambézia Legenda
  275. Texto do artigo, página 18: .
  276. Texto do artigo, página 18: .
  277. Texto do artigo, página 18: Estradas de acesso em risco na Província de Manica Legenda
  278. Texto do artigo, página 19: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (43)
  279. Texto do artigo, página 19: 4.5.6. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Sofala.
  280. Texto do artigo, página 19: N283 - Marromeu/Caia; N283 - Caia/Sena/Chemba; R529 - Chemba/Chiramba; R563 - Crz. N1/Parque de Gorongosa; N6
  281. Texto do artigo, página 19: - Mutua/Tica; N1 Mantenga/Punguê; R1000 Nhamatanda/Crz. N563; N1 Nhamapaza/Rio Zangue; N261 - Nhamapaza/Macossa; R565 - Maringue/Mulima; N1 - Rio Save/Muxungue; R520 - Guara Guara/Nhamuchindo; R521 Crz. N280/Crz.N1/Mangunde; NC - Muxungue/Chibabava; R520 - Inhamichindo/Grudja; R1001 - Inhaminga/Casa Banana; R564 - Gorongosa/Piro; N283 Chemba/Sena; R565 - Marimngue/Canxixe/Chemba; R566 - Canxixe/Chiramba; R529 Chemba/Chiramba; R566 - Chiramba/Chindio; R970 - Catulene/Buzua; N280 - Tica/Guara-Guara; R520 - Crz. N1/Grudja; N282 - Muanza/Condoe/Inhaminga; NC - Crz. N282/Chinapaminpa/Chiniziua; N261 - Maringue/Macossa; R1001 - Inhaminga/Mazamba/Casa Banana; N282 - Dondo/Semacueza; R1003 - Crz. N6/Rio Savane; NC - Crz. R1003/Sengo; R1005 Chauaua/Maringue; R561: Crz N1/ Machanga; R560+562: Machanga/ Divinhe.
  282. Texto do artigo, página 19: 4.5.7. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Inhambane.
  283. Texto do artigo, página 19: N/C - Chidjinguir/Mubalo; R481 Funhalouro/Mabote; N/C - Cruz N1/Muane-15km; R900 Morrumbene/Sitila; N/C - Cruz N1/Chicuque/Mongue; R922 Tessolo/Jofane; N1 Zandamela/Massinga
  284. Texto do artigo, página 19: .
  285. Texto do artigo, página 19: 4.5.8. Vias de acesso em risco de interrupção na Província de Maputo. R406 - Catuane/Filipe; R408 CrzR407(Alto Enchissa)/Catuane; R401 - Movene/Moamba; R413 Maragra/Calanga; R414 - Crz.R413/ Mahubo; R402 Moamba/Sabie/Magude; R405 Magude/Mahele; R411 Magude/Panjane; R412 Magude/Motaze; R811 Moamba/Bondoia/Magude
  286. Texto do artigo, página 19: .
  287. Parágrafo, página 20: 2234 — (44) I SÉRIE — NÚMERO 249
  288. Número ou marcador, página 20: 5. Acções Sectoriais A Realizar Nas Fases De Prontidão, Resposta E Recuperação
  289. Texto do artigo, página 20: O quadro de definição de acções sectoriais tem o objectivo de minimizar o impacto de desastres e compreende três fases: prontidão, resposta e recuperação.
  290. Número ou marcador, página 20: a) prontidão: técnica, material e financeira de preparação institucional, sectorial, comunitária e individual para reduzir o risco de desastres e os seus impactos;
  291. Número ou marcador, página 20: b) resposta: Medidas que visam salvar vidas , assegurar assistência humanitária e rápida funcionalidade socioeconómicas imediatamente a seguir ao desastre; e
  292. Número ou marcador, página 20: c) recuperação: Actividades que concorrem, para a reposição e funcionalidade dos serviços básicos e normalização da vida das pessoas afectadas pelo desastre.
  293. Texto do artigo, página 20: As acções de prontidão, resposta, e recuperação poderão ser realizadas ao longo do ano. Contudo, no período de Outubro à Dezembro, poderão predominar as acções de prontidão e intervenções de resposta. Neste sentido, acções como (i) a elaboração do plano anual de contingência, (ii) a preposição estratégica de bens e suprimentos de emergência, (iii) importação de suprimentos de emergência adicionais para responder às necessidades prementes, e (iv) a coordenação e monitoria, constituem algumas das actividades críticas a serem realizadas nestes períodos.
  294. Texto do artigo, página 20: No período de Janeiro à Março, maior incidência poderá ser para as acções de resposta como (i) a operacionalização dos planos de contingência, (ii) realização das avaliações rápidas das necessidades para informar o plano de resposta, e (iii) a avaliação das necessidades de reconstrução e recuperação pós emergência.
  295. Texto do artigo, página 20: O período de Abril à Setembro é reservado para as acções de recuperação e resposta, incluindo, entre outras, (i) a implementação da estratégia multissectorial de recuperação e reconstrução (Ex: reassentamento, reconstrução assistência
  296. Texto do artigo, página 20: alimentar, projecto de geração de renda); e (ii) monitoria da implementação das actividades e programas de recuperação. Algumas aquisições de materiais para pré-posicionamento e que estejam nos parâmetros das normas de funcionamento do Fundo de Gestão de Calamidades, também poderão ocorrer nesse período.
  297. Texto do artigo, página 20: A implementação das acções de prontidão, resposta e recuperação poderá acontecer a todos os níveis, desde o central aos órgãos locais, incluindo os municípios, cabendo a cada um desses níveis garantir a planificação, monitoria, supervisão e assistência técnica e a implementação dos planos de resposta.
  298. Texto do artigo, página 20: 5.1. Mobilização de Recursos para Resposta à Emergência A Equipa Humanitária Nacional (HCT) participa através
  299. Texto do artigo, página 20: de sectores (clusters) de resposta humanitária em acções de prontidão e resposta a desastres com meios materiais e humanos para complementar os esforços do Governo. Assim, usando mecanismos acordados com o Governo, a Equipa Humanitária Nacional pode activar os dispositivos internos e internacionais de mobilização de recursos com base nos mandatos e instrumentos internacionais existentes. O processo de coordenação e gestão de resposta a emergência é liderado pelo Governo.
  300. Texto do artigo, página 20: A assistência humanitária atempada, eficaz e apropriada por parte da HCT depende da observância dos seguintes aspectos:
  301. Número ou marcador, página 20: a) disponibilidade de informação sobre a avaliação da situação (magnitude, complexidade, urgência da emergência) com base em indicadores credíveis;
  302. Número ou marcador, página 20: b) apresentação de dados sobre a área afectada, grupos vulneráveis; população afectada e pessoas necessitadas;
  303. Número ou marcador, página 20: c) disponibilização de informação sobre os recursos preposicionados pelo Governo e défice de acordo com as necessidades locais e tipo de evento; e
  304. Número ou marcador, página 20: d) activação pelo governo dos níveis de alerta institucional para facilitação da mobilização de recursos adicionais e operacionalização do plano de contingência.
  305. Texto do artigo, página 21: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (45)
  306. Texto do artigo, página 21: 5.2. Acções Sectoriais a Realizar nas Fases de Prontidão, Resposta e Recuperação
  307. Texto do artigo, página 21: Instituição: MIC Prontidão Resposta Recuperação
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  308. Número ou marcador, página 21: a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  309. Número ou marcador, página 21: b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  310. Número ou marcador, página 21: c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  311. Número ou marcador, página 21: d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  312. Número ou marcador, página 21: e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  313. Número ou marcador, página 21: a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  314. Número ou marcador, página 21: b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  315. Número ou marcador, página 21: c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  316. Número ou marcador, página 21: d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  317. Número ou marcador, página 21: e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  318. Número ou marcador, página 21: f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  319. Número ou marcador, página 21: g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  320. Número ou marcador, página 21: h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  321. Número ou marcador, página 21: a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  322. Número ou marcador, página 21: b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  323. Número ou marcador, página 21: c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  324. Número ou marcador, página 21: d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  325. Número ou marcador, página 21: e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  326. Número ou marcador, página 21: f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  327. Número ou marcador, página 21: g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  328. Número ou marcador, página 21: h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  329. Número ou marcador, página 21: i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  330. Número ou marcador, página 21: j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome. Instituição: MIMAIP Prontidão Resposta Recuperação
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  331. Número ou marcador, página 21: a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  332. Número ou marcador, página 21: b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  333. Número ou marcador, página 21: c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  334. Número ou marcador, página 21: d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  335. Número ou marcador, página 21: a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  336. Número ou marcador, página 21: b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  337. Número ou marcador, página 21: c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  338. Número ou marcador, página 21: a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação;
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  339. Número ou marcador, página 21: b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
    Instituição: MIC
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) avaliar a disponibilidade de alimentos, recursos e outros bens essenciais; b) mobilizar e estabelecer contactos com potenciais fornecedores de bens e serviços durante e depois da ocorrência da emergência; c) identificar, definir e mapear os fluxos de bens de consumo, das zonas excedentárias ou com disponibilidade para as zonas de risco; d) promover campanhas de sensibilização a operadores económicos a fim de garantir a reserva alimentar das populações; e) elaborar um cadastro de fornecedores nas zonas de risco.a) comprar produtos alimentares em locais alternativos e seguros; b) emitir pareceres sobre a entrada de produtos para a emergência; c) participar na triagem de produtos doados antes de serem distribuídos; d) monitorar as distribuições de produtos para assegurar a proteção contra abusos e explotação; e) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; f) monitorar os mercados internos e a variação dos preços; g) prevenir a distribuição e comercialização de produtos deteriorados, destinados a assistência humanitária; h) fazer levantamento de infraestruturas comerciais e industriais danificadas no âmbito de desastres.a) apoiar nos processos de aquisição/ compras de produtos; b) emitir pareceres para a entrada de produtos doados para a emergência; c) repor a rede comercial danificada nas zonas afectadas; d) participar e estimular acções de processamento e fortificação nutricional de produtos alimentares; e) prevenir a comercialização de produtos deteriorados e destinados a assistência humanitária; f) monitorar preços de venda de produtos com maior incidência nos locais afectados por desastres; g) avaliar os resultados sobre o processo de abastecimento de produtos; h) mobilizar agentes económicos para a reposição dos stocks; i) realizar feiras de produtos de primeira necessidade e agrícolas no período de desastre; j) promover actividades de geração de renda com forma de reduzir o impacto dos desastres e combate à fome.
    Instituição: MIMAIP
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) identificar locais para atracagem das embarcações de pesca; b) identificar possíveis fontes de financiamento para as actividades do sector, priorizadas no quadro das acções de prontidão, resposta e recuperação; c) identificar, sensibilizar os proprietários locais de embarcações que possam reforçar o processo de busca e salvamento bem como o transporte de bens alimentares; d) sensibilizar os pescadores para não se fazerem ao Mar durante a vigência do alerta de mau tempo e para retirada das suas embarcações e artes do mar para os locais seguros face aos alertas das autoridades.a) fazer avaliação rápida dos danos registados durante a ocorrência do desastre; b) apoiar o processo de reposição dos tanques piscícolas, embarcações, artes de pesca, Infraestruturas de apoio a pesca eventualmente danificados; c) prestar assistência técnica aos piscicultores na reabilitação e construção de tanques em locais seguros.a) avaliar e monitorar regularmente a implementação do plano/ estratégias de (re)construção e recuperação; b) assegurar que todos os pescadores e piscicultores afectadas pelas intempéries tenham acesso a meios para continuar suas actividades.
  340. Título de secção, página 22: 2234 — (46) I SÉRIE — NÚMERO 249
  341. Texto do artigo, página 22: Instituição: MGCAS Prontidão Resposta Recuperação
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  342. Número ou marcador, página 22: a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência);
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  343. Número ou marcador, página 22: b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  344. Número ou marcador, página 22: c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  345. Número ou marcador, página 22: d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  346. Número ou marcador, página 22: e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  347. Número ou marcador, página 22: f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  348. Número ou marcador, página 22: g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  349. Número ou marcador, página 22: h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  350. Número ou marcador, página 22: i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  351. Número ou marcador, página 22: a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas);
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  352. Número ou marcador, página 22: b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  353. Número ou marcador, página 22: c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  354. Número ou marcador, página 22: d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores;
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  355. Número ou marcador, página 22: e) distribuição de kits de higiene e dignidade;
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  356. Número ou marcador, página 22: f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência;
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  357. Número ou marcador, página 22: g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual);
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  358. Número ou marcador, página 22: h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens;
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  359. Número ou marcador, página 22: i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito);
    Instituição: MGCAS
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  360. Número ou marcador, página 22: j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança;
    Instituição: MGCAS
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  361. Número ou marcador, página 22: k) prestar apoio psicossocial;
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  362. Número ou marcador, página 22: l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco;
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  363. Número ou marcador, página 22: m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência;
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  364. Número ou marcador, página 22: n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens;
    Instituição: MGCAS
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  365. Número ou marcador, página 22: o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção;
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  366. Número ou marcador, página 22: p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género;
    Instituição: MGCAS
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  367. Número ou marcador, página 22: q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes;
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  368. Número ou marcador, página 22: r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta.
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  369. Número ou marcador, página 22: s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade;
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  370. Número ou marcador, página 22: t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  371. Número ou marcador, página 22: a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento;
    Instituição: MGCAS
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    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  372. Número ou marcador, página 22: b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  373. Número ou marcador, página 22: c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  374. Número ou marcador, página 22: d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  375. Número ou marcador, página 22: e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  376. Número ou marcador, página 22: f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde;
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  377. Número ou marcador, página 22: g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
    Instituição: MGCAS
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) disseminar mensagens sobre Protecção para os grupos vulneráveis (mulheres, crianças, idosos, doentes crónicos e pessoas com deficiência); b) assegurar que os dados sejam desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco, durante o processo de identificação das pessoas em risco ou afectadas; c) sensibilizar todos os actores humanitários para a inclusão de mulheres, raparigas e outros grupos de risco nos processos de tomada de decisão e denúncia de violações aos seus direitos; d) revitalizar os Pontos Focais Provinciais e Distritais do sector do Género, Criança e Acção Social, sobre protecção em emergência, incluindo as componentes de prevenção e respostas a violência baseada no género, bem como medidas de Prevenção contra COVID-19; e) mobilizar fundos junto aos parceiros de cooperação do sector de Proteção para aquisição de kits de dignidade, família e de recreação, mascaras de protecção, álcool gel, baldes com torneiras e sabão; f) pré-posicionar kits de dignidade, família, de rastreio e reunificação familiar e de recreação, e de proteção do COVID-19; g) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos de violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; h) identificar os grupos vulneráveis elegíveis aos Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências; i) coordenar todos actores envolvidos nos Programas de Protecção Social com base em transferências monetárias, acção produtiva e assistência alimentar.a) realizar o levantamento rápido dos grupos vulneráveis afectados e das suas necessidades (crianças, idosos, doentes crónicos, pessoas com deficiência, mulheres e particularmente as mulheres grávidas); b) realizar acções de monitoria do impacto dos desastres, da assistência humanitária e protecção dos grupos vulneráveis, no sector do Género, Criança e Acção Social; c) conduzir a avaliação rápida sectorial e complementar com dados secundários desagregados d) distribuir kits de assistência aos grupos vulneráveis em articulação com os outros sectores; e) distribuição de kits de higiene e dignidade; f) divulgar informações sobre os serviços de atendimento/assistência às adolescentes e mulheres vítimas de violência; g) divulgar mensagens para prevenção e resposta ao PSEA (abuso e exploração sexual); h) implementar actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; i) monitorar a assistência humanitária e Protecção à grupos vulneráveis (com especial atenção para os grupos vulneráveis nos centros de trânsito); j) operacionalizar e divulgar os mecanismos de denúncia e referência sensíveis ao género e a criança; k) prestar apoio psicossocial; l) monitorar o processo de recolha, análise e divulgação de dados desagregados por sexo, idade, condição sociodemográfica (gestantes, lactantes, idosos, etc) e grau de parentesco; m) activação dos mecanismos de prevenção e resposta contra a violência e abuso, incluindo divulgar informações sobre os serviços de atendimento às adolescentes e mulheres vítimas de violência; n) apoio a actividades recreativas para adolescentes e criação provisão de serviços amigos do adolescente e jovens; o) assegurar uma abordagem sensível à Violência Baseada no Género com os padrões mínimos de protecção; p) assegurar a presença de pessoal treinado (incluindo mulheres e sensível ao género; q) mapear mecanismos comunitários de protecção à criança que possam ser fortalecidos com vista a mitigar os riscos da violência contra crianças, em particular raparigas adolescentes; r) aumentar a oferta de serviços de Protecção e referência favoráveis às mulheres para melhorar a comunicação e resposta. s) formar trabalhadores comunitários locais tendo em conta as necessidades de Protecção (Código de Conduta), os mecanismos de referência, e confidencialidade; t) implementar Programas de Protecção Social no âmbito da resposta a emergências em coordenação com o INGD e outros actores.a) sensibilizar a componente de violência baseada no género, nos centros de acomodação e/ ou bairros de reassentamento; b) realizar visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; c) divulgar informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso; d) identificar beneficiários elegíveis para os programas de Protecção Social Implementar Programas de Protecção Social no âmbito da construção pós desastre em coordenação com o INGD e outros actores; e) garantir a participação das comunidades (afectadas e acolhedoras), incluindo mulheres e raparigas no processo de tomada de decisão em relação ao reassentamento; f) realização de visitas de monitoria as áreas afectadas para garantir que todos os grupos vulneráveis identificados tenham acesso aos serviços sociais protecção e saúde; g) divulgação de informações sobre os serviços e locais de atendimento às crianças e mulheres vítimas de violência e abuso.
  378. Texto do artigo, página 23: 27 DE DEZEMBRO DE 2022 2234 — (47)
  379. Texto do artigo, página 23: Instituição: MISAU Prontidão Resposta Recuperação
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  380. Número ou marcador, página 23: a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  381. Número ou marcador, página 23: b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  382. Número ou marcador, página 23: c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  383. Número ou marcador, página 23: d) pré-posicionar materiais de Emergência;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  384. Número ou marcador, página 23: e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa;
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    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  385. Número ou marcador, página 23: f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  386. Número ou marcador, página 23: g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  387. Número ou marcador, página 23: h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  388. Número ou marcador, página 23: i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  389. Número ou marcador, página 23: j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  390. Número ou marcador, página 23: k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  391. Número ou marcador, página 23: l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  392. Número ou marcador, página 23: a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  393. Número ou marcador, página 23: b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  394. Número ou marcador, página 23: c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ);
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  395. Número ou marcador, página 23: d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género;
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    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  396. Número ou marcador, página 23: e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  397. Número ou marcador, página 23: f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó);
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  398. Número ou marcador, página 23: g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  399. Número ou marcador, página 23: h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero;
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    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
  400. Número ou marcador, página 23: i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares;
    Instituição: MISAU
    ProntidãoRespostaRecuperação
    a) melhorar a capacidade de detecção precoce das doenças com potencial epidémico, através da intensificação da vigilância epidemiológica; b) identificar e treinar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde para a prestação de cuidados médicos básicos as populações em situação de emergência; c) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; d) pré-posicionar materiais de Emergência; e) divulgar mensagens-chave de Informação, Educação e Comunicação (IEC) sobre a prevenção de enfermidades relacionadas com a época chuvosa; f) aprovisionar stocks suficientes de produtos terapêuticos (F-75, F-100, ATPU, BP-5 e ReSoMal) e suplementos nutricionais (Ferro, Acido Fólico, Vitamina A, Mebendazol) e medicamentos de rotina; g) identificar pessoas vivendo com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes) nas zonas de risco e manter confidencialidade em relação as doenças crónicas; h) reposicionar equipamento para instalação de infraestruturas de saúde temporárias (lonas, tendas, kits hospitalares) Criar equipas médicas de emergências; i) pré posicionar equipas treinadas em matérias de água e saneamento; j) coordenar com parceiros a aquisição de material de higiene e saneamento do meio; k) implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; l) identificar as barreiras e necessidades especificas dos diferentes grupos da população em temas de prevenção de pandemias (Saúde sexual e da reprodução, HIV, GBV, saúde materna e neonatal, etc).a) alocar mais pessoal e meios de diagnóstico de laboratório na detecção das principais doenças epidémicas; b) identificar espaços para montagem de tendas hospitalares para atendimento dos doentes, bem como armazenamento de material médico-cirúrgico e outros; c) prover serviços de saúde sexual e reprodutiva nos serviços de amigos do adolescente e jovens (SAAJ); d) assegurar serviços acessíveis, de qualidade e responsáveis tendo em conta as questões de género; e) prover serviços básicos de HIV e SIDA e outras ITS no que concerne à Prevenção da Transmissão Vertical, Rastreio de ITS, cuidados e tratamento; f) fornecer suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó); g) monitorar a continuidade do tratamento de pessoas com doenças crónicas (HIV, Tensão arterial, Diabetes), assim como as suas profilaxias; h) distribuir preservativos e fazer campanhas de sensibilização para prevenção do HIV e Violência Baseada no Gênero; i) realizar avaliação rápida dos danos das infraestruturas hospitalares; j) adotar medidas alternativas para reparação de danos ligeiros nas infraestruturas hospitalares para provisão de serviços básicos e essenciais de saúde; k) destacar equipas médicas de emergência incluindo material médico-cirúrgico; l) implementar as actividades do WASH Implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; m) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); n) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género; o) distribuição de redes mosquiteiras.a) manter a vigilância epidemiológica de rotina pós emergência. b) recolher e conservar o material usado para o atendimento hospitalar; c) manter e garantir o funcionamento normal das Unidades Sanitárias; d) assegurar aderência ao tratamento de doenças cronicas (Hipertensao arterial, Diabetes, HIV Tuberculose e outras); e) assegurar o acesso a serviços de saúde as mulheres grávidas, lactantes, crianças e idosos; f) assegurar o acesso a serviços de resposta a casos de VBG; g) sensibilizar pessoal médico e paramédico, voluntários e actores comunitários em deteção e referência das VBG; h) manter stocks de suplementos nutricionais e medicamentos (ATPU, ASPU, F75, CSB++, Super Cereal, BP-5 e F100, mebendazol, Vitamina A e Micronutrientes em pó). i) suplementar com ferro/ ácido fólico para as mulheres grávidas, até 3 meses após o parto e raparigas adolescentes 10-19 anos; j) realizar a triagem nutricional a todas as crianças menores de 5 anos, adolescentes até 15 anos e mulheres grávidas e lactentes; k) continuar com as actividades de promoção, protecção a alimentação infantil. l) distribuir material educativo sobre alimentação infantil e aleitamento materno a população afectada. m) formar grupos de mães e parceiros sobre práticas de alimentação infantil nas zonas afectadas; n) promover e divulgar os alimentos localmente disponíveis com elevado valor nutricional. o) garantir a referência para as Unidades Sanitárias para a continuidade dos serviços básicos de saúde; p) realizar o levantamento exaustivo dos danos das infraestruturas sanitárias, elaboração do plano de reconstrução e implementação do mesmo, tendo em conta as questões de resiliência; q) monitorar e continuar a implementar todas as medidas básicas de prevenção contra a COVID-19; r) monitoria dos produtos abrangidos pelo código nacional de comercialização dos substitutos do leito materno (leite artificial, biberões, chuchas); s) sensibilizar Actores Comunitários de Saúde, bem como outro pessoal técnico de saúde sobre Protecção contra Exploração e Abuso Sexual, Mecanismo de Queixas e Reclamações, garantindo a acessibilidade, igualdade e equidade de género.
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